quarta-feira, 30 de abril de 2025

Portugal & História - ‘BREVE HISTÓRIA DO PREC’, de Rui Cardoso - Lisboa 2025;






Portugal & História - Apesar do esforço do autor, para se conseguir compreender o PREC (Processo Revolucionária em Curso) decorrido entre 1974/76 - principalmente para quem não o viveu… - além da leitura desta obra, torna-se necessário ler e analisar outras obras sobre a mesma temática 


‘BREVE HISTÓRIA DO PREC’ 
De Rui Cardoso 
Edição Oficina do Livro 
Lisboa 2025 


Livro com 224 páginas. 


Da contracapa:
“Uma ditadura que durava há mais de quatro décadas, caiu em menos de 24 horas. Que revolução era esta onde não morria quase ninguém? Onde jovens capitães faziam causa comum com as classes populares e as ruas se enchiam de povo em festa? 


Derrotada a via autoritária de Spínola, a 28 de Setembro e a 11 de Março, é resolvida a questão colonial, duas legitimidades não tardaram a entrar em confronto: a das novas instituições democráticas e a revolucionária.

A Assembleia Constituinte será cercada e o governo sequestrado.
Os soldados do Regimento de Artilharia de Lisboa farão um juramento de bandeira de punho erguido, declarando-se ‘ao lado do povo e ao serviço da classe operária’, a embaixada de Espanha será saqueada e o Conselho da Revolução mandará detonar os emissores da Rádio Renascença. Isto enquanto uma direita não tão democrática como isso se empenhava na contra-revolução armada.

Na espiral revolucionária de 1974 e 1975, Portugal parecia um manicómio em autogestão, mas, pelo menos transitoriamente, foi o povo quem fez a história. ‘BREVE HISTÓRIA DO PREC’ traça o retrato dessa época frenética e recorda a sua cronologia.“ 


Da badana: 
“Houve perseguição aos milionários e grandes patrões em 1975 ? Houve gente presa de forma ilegal, sem acusação ou identificação especificaras nos mandados de captura executados pelo COPCON ? Houve boicotes violentos a reuniões partidárias de direita e ataques a instalações destes ? Rigorosamente verdade. Mas tão verdade como o abandono deliberado de fábricas pelos patrões ou a sabotagem económica por parte destes. Além dos assaltos às sedes do PCP, de partidos mais à esquerda ou de sindicatos l
Ou ainda da campanha de terror levada a cabo a tiro e à bomba por uma rede clandestina de extrema-direita, responsável por meio milhar de atentados e mais de uma dezena de mortes. 
Ou seja, se em 1974/75 houve uma revolução com os concomitantes excessos, também houve uma contra-revolução e esta não foi nada meiga.“ 
Do PREFÁCIO 


O Autor: 
“RUI CARDOSO, nascido em 1953, licenciou-se no Instituto Superior Técnico, universidade onde, entre 1970 e 1974, participou na luta contra a ditadura. Entre 1978 e 1988, foi jornalista no ‘Diário Popular’, um jornal onde, durante o PREC, não houve saneamentos e a direcção foi eleita pela redacção. Esteve no ‘Expresso’ entre 1989 e 2019, como responsável pelos guias de viagem e editor da secção internacional. Foi também director da revista ‘Courrier Internacional’.
Presença habitual na antena da SIC Notícias na análise da actualidade internacional, é autor de uma dúzia de livros, sendo os mais recentes ‘Conta-me como foi’; ‘Mitos e Mentiras da História de Portugal’ (Casa das Letras, 2022) e ‘Mapa Cor-de-Sangue: As lutas, as Revoltas e as Tragédias em Portugal no tempo das Invasões Francesas’ (Oficina do Livro, 2024).“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
- A Liberdade passa por aqui 

I Parte 
PARA COMPREENDER AS COISAS 
- Um país em transformação acelerada 
- Uma revolução tão portuguesa 
- Porto dividido ou confederado ? 

II Parte 
“A PAZ, O PÃO, A HABITAÇÃO (…)” 
- A PIDE sai de cena, matando 
- O Porto ali tão perto 
- Ou saem todos ou não sai nenhum 
- 28 de Setembro, nem maioria nem silenciosa 
- A libertação da palavra 
- 11 de Março, crónica de um golpe anunciado 
- Testemunha da revolução 
- Esquerda, a grande divisão 
- Sem habitação não há liberdade 
- Uma onde de lutas populares 
- Escrever, falar e filmar em liberdade 
- O dia em que a revolução travou a fundo 
- Uma rede criminosa com executantes mas sem mandantes 
- As canções de Abril e os fados de Novembro 

III Parte 
OS DIAS DA REVOLUÇÃO 
1974
1975 
1976 
Posteriormente 


Preço: 27,50€;

Angola & História - Cinzeiro em cobre alusivo à INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA - Luanda 1975 - Muito Raro;





Angola & História - Artigo alusivo à independência do país, a 11 de Novembro de 1975, após cerca de 5 séculos como colónia e província ultramarina, administrada por Portugal 


Cinzeiro em cobre alusivo à INDEPENDÊNCIA DA R.P.A. (República Popular de Angola) 
- 11 NOVEMBRO 1975 - M.P.L.A. 
Luanda 1975 


Artigo em muito bom estado de conservação. Excelente.
Conforme s fotografias juntas. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Preço: 72,50€; 

Portugal & Política - ‘CAMPANHA BUFA’, de Casimiro Simões - Lousã 2010 - Raro;






Portugal & Política - Nesta obra, o autor segue a linha do seu primeiro livro em que usa o sarcasmo sobre os métodos e estratégias dos políticos locais de todos os quadrantes, nas eleições para as autarquias, onde predomina aspectos gastronómicos, a falta de decoro e o ridículo…perante a passividade de muitos dos eleitores…


‘CAMPANHA BUFA’ 
Porco no espeto na safra de Vale Tudo 
De Casimiro Simões 
Prefácio do Prof. Doutor Amadeu Carvalho Homem 
Edição do Autor 
Lousã 2010 


Livro com 160 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“CAMPANHA BUFA 
Porco no espeto na safra de Vale Tudo 

Homenagem à República Portuguesa sonhada em 1910, aos seus protagonistas mais íntegros e a todos os que preservaram o ideal republicano nestes cem anos. Também uma gargalhada em louvor da liberdade de imprensa. Na vila de Vale Tudo, estarão hoje mais impunes os inimigos da República ?” 

“Na vila de Vale Tudo, tresanda a porco no espeto. É um cheiro enjoativo a coiratos esturricados na brasa que farta as ruas e se estende do Pelourinho à Quinta dos Macambúzios, deixando até um rabo de fumarada na velha Feira da Sardinha. A menos de um ano da visita do Papa Vento XVI a Portugal, dir-se-á que o autarca fanfarrão tem a alma no inferno a arder e já começa a pagar por conta os mil pecados cometidos neste mundo.“ 


O Autor: 
“CASIMIRO SOARES SIMÕES, jornalista da Lusa - Agência de Notícias de Portugal, nasceu no Casal dos Rios, Lousã, em 1959. 
Em 1989, começou a trabalhar na Lusa, onde desempenhou as funções de delegado para a Região Centro, entre 2005 e 2009. 
De 1990 a 2002, Casimiro Simões foi director do jornal ‘Trevim’ da Lousã, integrando ainda hoje os corpos gerentes da Cooperativa Trevim. 
Mantém a colaboração com o quinzenário local, assinando regularmente crónicas e artigos de opinião.
Em 1989, em Coimbra, colaborou no arranque da Rádio Jornal do Centro, então associada da TSF, trabalhando em simultâneo no semanário ‘Jornal de Coimbra’. 
Colaborou também com o jornal ‘As Beiras’, nas suas diferentes fases de publicação como mensário, semanário e diário.
O Autor escreveu ainda na ‘Gazeta Académica’, da secção de jornalismo da Associação Académica de Coimbra, e na revista ‘Munda’, do Grupo de Arqueologia e Arte do Centro (GAAC). 
Como jornalista da Lusa, tem centenas de reportagens na maioria dos títulos da imprensa generalista portuguesa.
Colaborou também com a revista ‘Expo-Informação’, da Expo’98, e mais recentemente com a ‘Grande Reportagem’, entre outras publicações. 
Participou nos livros ‘Alta de Coimbra’, editado pelo GAAC, e ‘Repúblicas de Coimbra’, da autoria do fotógrafo Paulo Abrantes.
Enquanto estudante universitário, residiu na República ‘Kágados’, tendo participado ativamente no processo que levou à recuperação do imóvel da Alta que alberga a mais antiga república da cidade. 
Integrou o Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra (GEFAC) e colaborou, nesta década, na série televisiva ‘Povo que Canta’, da RTP, sobre música tradicional portuguesa. 
É membro do conselho geral do Sindicato dos Jornalistas e sócio de diferentes colectividades da Lousã.
De 1982 a 1985, cumpriu na Assembleia de Freguesia da Lousã um mandato como primeiro secretário da mesa, na condição de independente eleito pelo PS.
Em 2009, o autor publicou a sátira ‘Com as Botas do Meu Pai - Pegadas do poder autárquico na Vila de Vale Tudo’, seu primeiro livro.
É agora a vez de ‘CAMPANHA BUFA - Porco no espeto na safra de Vale Tudo’, segundo volume de uma triologia republicana.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- O papagaio sobe contra o vento 
- O casal Benvindo e a porca com sete bácaros no brasão de Vale Tudo 
- O autarca insulto inaugura retretes na capela do Chiqueiral 
- O presidente Onófrio dá um salto por cima de uma estrela 
- O metro do Tudinho escolhe cabeça de bísaro como símbolo 
- O trabalho sujo contra adversários inclui embargos e boatos 
- A frase ‘Viva a República’ irrita o Ti Pandeireta no 25 de Abril 
- O Nequita e a Mariana República selam amor com a banda a passar 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

segunda-feira, 28 de abril de 2025

África & Guiné-Bissau - ‘AMÍLCAR CABRAL - O Africano que abalou o Império’, de José Alvarez - Lisboa 2025;




ÁFRICA - História & Guiné-Bissau - Uma obra escrita por um oficial da Armada portuguesa que participou no conflito militar, que decorreu entre 1963 e 74 nesta antiga província ultramarina portuguesa do golfo africano 


‘AMÍLCAR CABRAL - O Africano que abalou o Império’ 
De José Alvarez 
Prefácio de Pedro Pezarat Correia 
Edição Âncora Editora 
Lisboa 2025 


Livro com 598 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


SINOPSE: 
“Muito se tem escrito sobre Amílcar Cabral, um histórico nacionalista africano do séc. XX, considerado “o Pai da República da Guiné-Bissau”. Porém esta biografia de José Alvarez, resultado de uma exaustiva descrição factual da realidade colonial vivida na infância por Amílcar Cabral na Guiné, onde nasceu, na adolescência em Cabo Verde onde fez o Liceu e na passagem pelo CEI em Lisboa, onde se licenciou no ISA e casou, não se fica por aí.

O autor salienta a sua personalidade, moldada no ambiente familiar em que cresceu, no exemplo de trabalho de sua mãe e zelo com que o pai lhe ensinou a dominar as letras, no convívio da Faculdade com colegas e professores e ainda pela inteligência e sentido crítico postos na análise à situação sócio-política nacional e internacional.

Segue-se o seu percurso como líder da luta armada do PAIGC e a sua acção coordenada com os movimentos independentistas de Angola e Moçambique, que lhe granjearam prestígio internacional. Valeu a vasta informação colhida pelo Autor e o conhecimento das populações e do terreno, fruto da sua participação na guerra colonial da Guiné como operacional e Oficial adjunto do Estado-Maior da Armada.

De destacar o lado ficcionista desta obra, ancorado na realidade dos factos e a força e ênfase com que o autor empresta à narrativa, pondo Amílcar Cabral a falar em discurso directo, com palavras que o General Pezarat Correia no seu Prefácio judiciosamente reconhece, não poderiam ter sido diferentes do que na realidade foram.”
Fernando Tabanez Ribeiro 


Preço: 37,50€; 

Angola & História - ‘1961 - MEMÓRIA DE UM ANO DECISIVO’ - Luanda 2015 - MUITO RARO;





Angola & História - 


‘1961 - MEMÓRIA DE UM ANO DECISIVO’ 
AAVV 
Edição da Associação Tchiwwka de Documentação 
Luanda 2015 


Livro com 104 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Colectânea de artigos publicados pela Associação Tchiweka de Documentação no ‘Novo Jornal’ (Luanda) ao longo de 2011 e em Janeiro de 2013. Para cada mês do ano, sobre acontecimentos de 1961, há um texto de base, um conjunto de documentos (fac-similes e fotografias) do arquivo da ATD e extractos de entrevistas do Projecto da ATD ‘Angola – Nos Trilhos da Independência’ (2010-2015). 
Inclui também cronologias e sugestões bibliográficas. 


Da contracapa: 
“A ATD - Associação Tchiweka de Documentação - realizou durante o ano de 2011 uma experiência de parceria com o ‘Novo Jornal’, sob o título genérico ‘HÁ 50 ANOS’, evocando o decisivo ano de 1961. Esse trabalho de divulgação percorreu, mês a mês, acontecimentos que ao longo de 1961 marcaram a caminhada rumo à independência nacional, desde os mais conhecidos até aos que, menos celebrados, constituíram passos fundamentais para o êxito da caminhada, sem deixar de abordar dificuldades e contradições que fizeram parte do processo. 

É este conjunto de textos, documentos e depoimentos que a ATD apresenta agora em livro, contribuindo para manter viva a memória de uma fase crucial da nossa história.“ 


ENTREVISTADOS DO PROJECTO“ANGOLA – 
NOS TRILHOS DA INDEPENDÊNCIA” INCLUÍDOS NESTE LIVRO 
- Amália Lopes 
- Benigno Vieira Lopes 
- Bernardo Dombele 
- Buba Nvula Ndalamana 
- César Augusto 
- Charles Harper 
- Desidério Costa 
- Edmundo Rocha 
- Fernando França Van-Dúnem 
- Gaspar Kalunga Kazukama 
- Jacques Vergès 
- João António Rosa 
- João Vieira Lopes 
- José Belo Chipenda 
- João Vunje 
- Joaquim Chissano 
- Jorge Valentim 
- José Condesse 
- José Kipungo 
- José Manuel Chiwale 
- José Vunje 
- Mateus Ngola Katungo 
- Maria Luísa Gaspar 
- José Carlos Horta 
- Pedro Benga Lima 
- Pedro Pires 
- Rajah Djelloul 
- Roberto de Almeida 
- Rodeth Mákina Gil 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
PREFÁCIO 
- A Direcção do Novo Jornal 

Janeiro 1961 - A Revolta da Baixa de Kasanje 
Baixa de Kasanje, 1961 
Tempo e Memória 
MEMÓRIAS DA RESISTÊNCIA 
- José Vunje - Regedor (Kunda Dya Base) 
- João Vunje - Regedor (Kanjinga) 
- Gaspar Kalunga Kazukama - Regedor (Kalueto Kambanje) 
- José Kipungo - Bispo da Igreja Metodista 
- Mateus Ngola Katungo - Soba 
- Buba Mvula Ndalamana - Rei (Kambombo) 
Uma cronologia da revolta 
10 sugestões de leitura 

Fevereiro 1961 - 4 de Fevereiro: Uma Histórica Madrugada 
Raízes e Folhas 
Folhas já Escritas 
O 4 de Fevereiro - Início da Luta Armada de Libertação Nacional 
Contexto cronológico 
10 sugestões de leitura 

Março 1961 - 15 de Março: A Grande Rebelião 
Raízes e Folhas 
- Há 50 anos, o 15 de Março 
Angola na Imprensa 
- Há 50 anos 
Contexto cronológico 
10 sugestões de leitura 

Abril 1961 - CONCP: Conferência das Organizações Nacionalistas das Colónias Portuguesas 
CONCP - Rota na História 
Extractos da Alocução de Encerramento Pronunciada pelo Sr. Mário de Andrade, Presidente da Conferência 
ATD - Nos Trilhos da Independência 
Amália Lopes Fonseca - A CONCP Ana primeira pessoa 
- Cabo Verde 
- São Tomé e Príncipe 
- Portugal 
- França 
- Marrocos 
…Os Trilhos dos Protagonistas 
- Agostinho Neto 
- Eduardo Macedo dos Santos 
- Eduardo Mondlane 
CONCP 
…O papel da comunicação e informação 
…A solidariedade internacional e os trilhos da luta armada 
…A relação com a FNLA 
…Os trilhos da diplomacia 
…Os trilhos da independência 
A CONCP 
Contexto cronológico 
10 sugestões de leitura 

Maio 1961 - UNTA – União Nacional dos Trabalhadores Angolanos 
Raízes e Folhas 
- Maio, mês dos trabalhadores 
Angola nos trilhos do sindicalismo africano 
- Dombele Bernardo, a UNTA na primeira pessoa 
Contexto cronológico 
10 sugestões de leitura 

Junho 1961 - Panafricanismo e Solidariedade com Angola 
Panafricanismo e solidariedade com Angola 
Contexto cronológico 
10 sugestões de leitura 

Julho 1961 - A Caminho da Luta 
Raízes e folhas 
- A caminho da luta 
A ‘Fuga dos 100k na voz dos protagonistas 
- Pedro Pires 
- Edmundo Rocha 
- Charles Harper ‘Roy’ 
- João Vieira Lopes 
O primeiro grupo (Partida a 16 de Junho - Destino final: Suíça) 
- Jorge Valentim 
O segundo grupo - (Partida a 23 de Junho - Destino: França) 
- Fernando França Van-Dúnem 
Prisão de Irún 
No CIMADE (França) 
- Desidério Costa 
A parida para o Ghana 
- Jacques Vergès (advogado francês) 
Contexto cronológico 

Agosto 1961 - CVAAR – Corpo Voluntário Angolano de Assistência aos Refugiados 
O Corpo Voluntário Angolano de Assistência aos Refugiados (CVAAR) 
CVAAR - Cavalo de Tróia ? 
Contexto cronológico 
10 sugestões de leitura 

Setembro 1961 - A Pensar no Futuro: As Organizações Estudantis 
Organizações estudantis nos anos 60: A UGEAN, a UNEA e a UEA 
Quando éramos estudantes 
Era urgente criar uma organização estudantil 
- José Carlos Horta 
- José Belo Chipenda 
- Maria Luísa Gaspar 
Nacionalismo e organizações juvenis 
- Joaquim Chissano 
Contexto cronológico 
10 sugestões de leitura 

Outubro 1961 - Armar a luta 
Armar a luta 
Os casos da UPA/FNLA e do MPLA 
O contar das armas 
Memórias escritas 
Memórias ditas 
A preparação em Kasba-Tadla (Marrocos) 
- José Condesse ‘Toka’ 
A preparação em Marnia (Argélia) 
- Rajah Djelloul 
- Benigno Vieira Lopes (Ingo) 
- César Augusto (Kiluanji) 
Contexto cronológico 
10 sugestões de leitura 

Novembro 1961 - E Foram Muitos 
De 1961 a 2011: cinquenta anos, com 1975 pelo meio 
Escapar à vigilância colonial: partir para a luta !
Fugir…! Um acto nacionalista 
As fugas a partir de Angola, directamente 
- Pedro Benga Lima (Foguetão) 
- Rodeth Mákina Gil 
Sobre a sua própria fuga 
- José Manuel Chiwale 
Sobre a sua própria fuga 
- João António Rosa 
Sobre a sua própria fuga 
- Roberto de Almeida 
Sobre a sua própria fuga 
- Pedro Francisco Almeida 
- Ruth Neto 
- Jacob João Caetano (Monstro Imortal) 
- Deolinda Rodrigues (Langidila) 
- José Mendes de Carvalho (Hoji Ya Henda) 
- Maria Mambo Café (Tchyina) 
10 sugestões de leitura 

Dezembro 1961 - A ‘Maka’ de Goa e as Ligações Afro-Asiáticas 
A ‘Maka de Goa’ e as ligações afro-asiáticas 
O Conselho Indiano para a África e a questão colonial: Nova Dehli, outubro 1961 
Memória angolana da resistência anti-colonial em Goa 
- Benigno Vieira Lopes 
Contexto cronológico 
10 sugestões de leitura 

Lista dos entrevistados (Projecto Angola - Nos Trilhos da Independência


Preço: 77,50€; 

Portugal - História & Revolução - ‘MILITARES DE ABRIL - Madeira 2017’, de António Gonçalves e Duarte Mendonça - Funchal 2018 - Raro;






Portugal - História & Revolução - Uma obra que faz a retrospectiva dos acontecimentos em torno da deslocação de Santarém para Lisboa, da coluna chefiada pelo então Capitão Salgueiro Maia, de viaturas e militares que participaram no derrube do regime do Estado Novo a 25 de Abril de 1974 e as comemorações da efeméride no Funchal em 2017 com testemunhos de alguns dos seus protagonistas 


‘MILITARES DE ABRIL - Madeira 2017’ 
De António Gonçalves e Duarte Mendonça 
Fotografias de André Gonçalves e Roberto Silva 
Edição da Câmara Municipal do Funchal 
Funchal 2018 


Livro com 92 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Os Autores: 
“ANTÓNIO HERMENEGILDO NÓBREGA GONÇALVES 
Nasceu a 10 de Junho de 1950, na freguesia da Camacha (Madeira), filho de Arsénio Gonçalves, sargento do Exército, e de Maria Clara Nóbrega, regente escolar. Frequentou o Seminário da Congregação dos Padres Dehonianos, vindo a concluir o 3.* ciclo do Ensino Básico no Liceu do Funchal.
Em Janeiro de 1972 iniciou o cumprimento do serviço militar, na escola dos sargentos, em Tavira, fazendo a especialidade de ‘Carros de Combate de Reconhecimento Panhard’, na Escola Prática de Cavalaria de Santarém, sendo promovido a furriel a 28 de Novembro de 1973 e passando à disponibilidade em Novembro de 1974. No dia 25 de Abril de 1974, integrou a Coluna Militar do Capitão Salgueiro Maia.
Em 2003, no dia 10 de Junho, foi condecorado pelo Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, com a medalha de Comendador da Ordem da Liberdade.“ 

“DUARTE MIGUEL BARCELOS MENDONÇA 
Nasceu a 21 de Julho de 1974 na freguesia do Monte, concelho do Funchal, sendo filho de José Manuel Mendes Mendonça e de Maria Leocádia Vieira Barcelos Mendonça. 
Em 1995 cumpriu o serviço militar Obrigatório na Escola Prática de Infantaria, em Mafra, tendo frequentado o Curso de Sargentos. Passou à disponibilidade em 2016 com a patente de 2.* furriel.
De volta ao Funchal formou-se na Universidade da Madeira, com a Licenciatura em Línguas e Literatura Modernas, variante de Francês/Inglês, em 2000, e o Mestrado em Culturas e Literaturas Anglo Americanas, em 2003.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Paulo Alexandre Nascimento Cafôfo (Presidente da Câmara Municipal do Funchal):
INTRODUÇÃO 
- Duarte Miguel Barcelos Mendonça (Antigo 2.* Furriel Inf.) 

1. - PREPARATIVOS PARA AS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL NA MADEIRA EM 2017 
1.1 - Por parte de alguns elementos da Coluna de Salgueiro Maia 
1.2 - Por parte da Câmara Municipal do Funchal 

2. - CRONOLOGIA DOS PASSOS DA COMITIVA DE ALGUNS ELEMENTOS DA COLUNA DE SALGUEIRO MAIA NA MADEIRA 
2.1 - Dia 22 de Abril de 2017 
Chagada à Madeira 
2.2 - Dia 23 de Abril de 2017 
Inauguração do Monumento de Homenagem aos Combatentes na Santa de Porto Moniz 
2.3 - Dia 24 de Abril de 2017 
Sessão de Apresentação e Sensibilização dos Militares de Abril na Escola Secundária Francisco Franco 
2.4 - Dia 25 de Abril de 2017 
Participação na Sessão Solene do 25 de Abril de 1974 na Câmara Municipal do Funchal 
2.5 - Dia 26 de Abril de 2017 
Apresentação do livro ‘OS RAPAZES DOS TANQUES’ e Acção de sensibilização por Adelino Gomes na Escola Gonçalves Zarco 

3. - TESTEMUNHOS SOBRE A JORNADA MADEIRENSE DE ALGUNS ELEMENTOS QUE SE DESLOCARAM À ILHA DA MADEIRA 
3.1 - Major General Abílio Macedo 
3.2 - Jornalista Adelino Gomes 
3.3 - Alferes Clímaco Pereira 

4. - ENTREVISTAS CONCEDIDAS AO ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’ DO FUNCHAL POR ALGUNS PROTAGONISTAS DO 25 DE ABRIL 
4.1 - Alferes Clímaco Pereira 
4.2 - Furriel Correia da Silva 
4.3 - Jornalista Adelino Gomes 

CONCLUSÃO 


Preço: 27,50€; 

Angola & MPLA - ‘REGULAMENTO DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO DAS ORGANIZAÇÕES DE BASE DA JMPLA’ - Luanda 1983 - Muito Raro;





Angola & MPLA - As normas de actuação da Juventude do partido do poder em Angola desde a independência 


‘REGULAMENTO DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO DAS ORGANIZAÇÕES DE BASE DA JMPLA - Juventude do Partido’ 
Edição 
Luanda 1983 


Documento com 32 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Do ÍNDICE: 

REGULAMENTO DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO DAS 
ORGANIZAÇÕES DE BASE DA JMPLA - Juventude do Partido 

I. - Introdução 
II. - Tarefas Básicas das Organizações de Base 
III. - Estrutura das Organizações de Base 
IV. - Grupos da JMPLA do Partido 
V. - Funcionamento das Organizações de Base 
VI. - Funções 
VII. - Sobre a Orientação, a Atenção e o Apoio das Organizações de Base da JMPLA do Partido às Estruturas de Base da OPA - Organização de Pioneiros Agostinho Neto 
VIII. - Sobre a Orientação, Atenção e Apoio às Associações Estudantis 
IX. - Relações da Organização de Base a Administração ou Direcção do Local de Trabalho 
X. - Relações da Organização de Base com as Estruturas Sindicais nos Centris de Trabalho 
XI. - 
XII. - Disposições Finais 


Preço: 25,00€; 

Portugal - História & PREC - ‘DO 25 DE ABRIL AO 25 DE NOVEMBRO’, de Paradela de Abreu - Lisboa 1993 - MUITO RARO;






Portugal - História & PREC - Relatos das memórias do autor, escritor e resistente no PREC contra o domínio da extrema esquerda militar e civil que pretendiam a implantação de um regime ditatorial comunista 


‘DO 25 DE ABRIL AO 25 DE NOVEMBRO’ 
Memória do Tempo Perdido 
De Paradela de Abreu 
Edição Intervenção 
Lisboa 1993 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa:
“I 
Mulher de armas e valente 
Nunca do povo esquecida 
Era a Maria da Fonte 
Que p’la Pátria pôs a vida. 

II 
Eia avante, Porrugueses, 
Para a frente sem temer 
Pela nossa q’rida Pátria, 
Ou triunfar ou morrer 
Ou triunfar ou morrer. 

III 
Que grande exemplo esta mulher nos deu, 
De culto à Pátria de amor à Nação 
Que a Pátria escrava de estrangeira gente, não consente 
E o sangue dá p’la sua redenção.“ 
Letra original do Hino da Maria da Fonte 


O Autor: 
WALDEMAR PARADELA DE ABREU (Ílhavo, 30.08.1932 - Lisboa, 17.12.20023) foi apelidado de ‘editor maldito’ pelo facto de ter tido a coragem e ousadia de através da sua Editora ‘Intervenção’ ter publicado livros de António de Spínola, Mário Soares, Jorge Jardim, Vera Lagoa, Alpoim Calvão e Franco Nogueira, entre muito personagens controversos no período do PREC (Processo Revolucionário Em Curso), tendo granjeado inúmeros adversários e inimigos pela sua actividade ‘reaccionária’ e ‘fascista’. 
No período do ‘Verão Quente’, enquanto dava à estampa os seus livros, criou no norte um Movimento designado por ‘Maria da Fonte’, uma organização anti-comunista que ajudou a combater a tentativa dos partidos marxistas e de extrema esquerda de implantar no país um regime comunista, com ligações e estratégia com o MDLP (Movimento Democrático de Libertação de Portugal). 

Iniciou a sua actividade profissional como jornalista, em 1955, no jornal ‘República’, onde trabalhou até 1958, e ao serviço do qual fez a cobertura da Guerra do Suez, em 1956. Durante esse período, escreveu dois livros ‘O Princípio do Fim’,  em 1956 e as ‘Reportagens no Egipto’, em 1957, que aproveita a cobertura que tinha feito sobre a guerra, para o jornal. Em 1959 funda a editora Estampa e mais tarde em 1972, foi editor da Arcádia, onde publicou dois livros relevantes no panorama político da época, ‘Portugal e o Futuro’, do general António de Spínola, e ‘Portugal Amordaçado’, de Mário Soares. Em Março de 1974, depois da compra a Arcádia pelo grupo CUF, é despedido. Entre 1974 e 1975 exerceu as funções de director do semanário ‘O Social-Democrata’ e de chefe de redacção do semanário ‘Liberdade’, trabalhando depois nos jornais ‘O Dia’, ‘Tempo’ e ‘O Título’. Colaborou ainda como ‘freelancer’ em jornais regionais e esporadicamente no ‘Século de Joanesburgo’. 
Em 1976 foi ainda editor na ‘Intervenção’ (1976–82) e ‘Referendo’ (1987-91) e em 1983 publicou a obra intitulada ‘DO 25 DE ABRIL AO 25 de NOVEMBRO’ que relata o período onde o Movimento Maria da Fonte esteve activo. 
Conduz em 1984, pelo Jornal ‘O Dia’, uma extensa entrevista a Evo Fernandes, Secretário-Geral da RENAMO, sobre a Guerra Civil Moçambicana. 
Publica em 1997 ‘TIMOR - A VERDADE HISTÓRICA’. 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
INTRODUÇÃO 

O PRIMEIRO DIA 

O LIVRO DE SPÍNOLA 

O EQUÍVOCO DA CUF 

A SENSATA SENHORA 

ENTRE O SONHO E A REALIDADE 
- Uma sede para a LUAR 
- O dinheiro de Emídio Guerreiro 
- Três dias no Partido Socialista 
- Quinze dias no PPD 
- O partido de Palma Carlos 
- As barricadas 
- 14 de Janeiro de 1975 
- O Partido Social Democrata Independente 
- A esquerda impossível e a esquerda possível 
- O comício da Democracia Cristã 
- O meu 11 de Março 
- O Julgamento 
- ‘Virar Portugal do avesso’ 

DA ANGÚSTIA NASCE UM PLANO
- Evitar a ditadura comunista 
- O cenário 
- A concepção 
- A realização 
- A aventura 
- ‘Para alcançar a paz é preciso fazer a guerra’ 
- Ninguém aceitava Spínola 
- O pagamento das facturas 
- O último livro de Spínola 

AS TRÊS NOITES NEGRAS DE LEIRIA 

OUTUBRO: O MÊS DOS ESPIÕES 
- Reunião secreta em Chaves 

O CERCO DO SEMINÁRIO 

O ROUBO DE GUIMARÃES 

O ASSASSINATO DE JOAQUIM FERREIRA TORRES 

O MEU 25 DE NOVEMBRO 
- As campas abertas 
- ‘Uma andorinha não faz a primavera’ 


Preço: 52,50€; 

sábado, 26 de abril de 2025

Angola & Literatura - ‘O DIA EM QUE O PATO DNALD COMEU PELA PRIMEIRA VEZ A MARGARIDA’, de João Melo - Lisboa 2006 - Raro;






Angola & Literatura - Obra da nova literatura angolana com temática mundana da actual sociedade da capital 


‘O DIA EM QUE O PATO DNALD COMEU PELA PRIMEIRA VEZ A MARGARIDA’ 
18 histórias quase pós-modernas 
De João Melo 
Edição Caminho 
Lisboa 2006 


Livro com 182 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


O Autor: 
“JOÃO MELO é jornalista, escritor, publicitário e professor universitário.
Nasceu em Luanda em 1955. Estudou Direito em Coimbra e em Luanda. Licenciou-se em Comunicação Social e fez Mestrado em Comunicação e Cultura no Rio de Janeiro.
Dirigiu vários meios de comunicação angolanos, estatais e privados. Membro fundador da União dos Escritores Angolanos (UEA), ocupou diversos cargos de responsabilidade nos respectivos órgãos sociais, tais como secretário-geral, presidente da Comissão Directiva e presidente do Conselho Fiscal.
Actualmente é director de uma agência de comunicação, dá aulas e é deputado à Assembleia Nacional.“ 


Da badana: 
“Quando ela nasceu, incaracterística, minha mãe disse na mãe dela, amiga de infância, mais do que irmã, comadre antecipada, combina feita antes do casamento de ambas as duas, ‘Ah, tão querida, tem mesmo e casar com o meu rapaz!’, a outra, exausta do parto, ainda espantada com aquele milagre barulhento que sairá das suas entranhas, sem forças para responder, silêncio é consentimento, toda a gente sabe. 
Crescemos juntos. Brincámos de médico, professor, engenheiro. Brincámos de casamento. Brincámos de papá e mamã. Nesse dia, lhe mostrei a minha pila. Ela disse: ‘Ih, tão pequenina!’ Depois levantou as saias: as suas cuecas floridas deixaram-me paralisado de admiração. Quando quis lhe dar um beijo, como aqueles que o meu pai dava na empregada, quando a minha mãe não estava, ela fugiu. Durante uma semana, não apareceu na minha casa.
Nossas progenitoras exultavam: 
- ‘Dão-se lindamente! Parece mesmo que vai sair casamento…’ “ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

- O usurpador 
- O segredo 
- O pato revolucionário e o pato contra-revolucionário 
- Violência 
- O império da velocidade 
- Retrato da personagem em busca do escritor
- A beleza americana 
- Maria 
- O cão 
- O dia em que o Pato Donald comeu pela primeira vez a Margarida 
- O fim do mundo 
- A morte é sempre pontual 
- O Canivete agora é branco 
- A tia Holy 
- O Canalha 
- A noiva de Deus 
- O escritor 
- Angola é toda a terra onde eu planto a minha lavra 


Preço: 27,50€; 

Angola & Literatura - ‘GENTE QUE ANDA POR AÍ’, de Henrique Abranches - Lisboa 2004 - Raro;






Angola & Literatura - Uma das últimas obras deste autor que tem uma vasta bibliografia editada no país e em Portugal 


‘GENTE QUE ANDA POR AÍ’ 
De Henrique Abranches 
Edição Caminho 
Lisboa 2004 


Livro com 162 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da badana: 
“Esta obra foi concebida e escrita com a intenção de dar à nossa juventude leitora outras fontes da cultura e da linguagem nos vários níveis académicos em que ela se bate pela vida e mede adquire alguma informação mais enriquecedora do que aquela que as actuais deficientes circunstâncias que a rodeiam lhe permite. 
Mas foi também concebida para que funcionasse como um contributo que a afaste de uma tendência que parece querer considerar ‘Literatura Angolana’ apenas o que se passa em Luanda, o que é redutor da cultura de Angola. 
Por isso a obra tem três partes: a primeira feita a partir de sonhos que o autor sonhou e julgou serem realidade angolana, mesmo quando se passavam em Paris ou em Havana; a segunda contendo várias maneiras de ficcionar em torno da realidade; e a terceira constituída por contos tradicionais que foram contados ao autor - ou cantados - no estilo próprio do narrador tradicional, ou mesmo totalmente por aquele fantasiados. Em suma, este trabalho representa um esforço para globalizar diversos vectores da cultura. Justamente à procurada atrás mencionada ‘Cultura Tradicional’.“ 
H. A. 


O Autor: 
“HENRIQUE ABRANCHES nasceu em Lisboa em Setembro de 1932 e foi para Angola logo após a segunda guerra mundial. Em Sá da Bandeira (actual Lubango) inicia-se na actividade política literária, na pintura e nos estudos etnográficos. Mais tarde, já em Luanda, escreve principalmente poesia e textos de etnologia para a Sociedade Cultural de Angola e para a revista da Associação dos Naturais de Angola, na época dirigida por António Jacinto. 
Preso pela PIDE, escreve na prisão o esboço do seu primeiro romance, ‘A Konkhava de Feti’, que consegue fazer sair do país. É enviado para Lisboa com residência fixa, onde colabora com a ‘Casa dos Estudantes do Império’ dando palestras, escrevendo e fazendo trabalho político. 
É membro fundador da União dos Escritores Angolanos e da UNAP (União Nacional dos Artistas Plásticos), de que foi presidente. As suas obras ‘A Konkhava de Feti’ e ‘O Clã de Novembrino’ (em três volumes) foram galardoados com o Prémio Nacional de Literatura.
Dedica-se ainda à expansão da Banda Desenhada através de escolas de sua início. 
Com mais de 50 títulos publicados abrangendo temática variada, tem de momento no pré-olímpica pequeno livro de contos.“ 


Obras do Autor:
- 'Cigarros sujos' (1960); 
- 'Diálogos' (teatro) (1962); 
- 'História de Angola' (c/ Pepetela e Adolfo Maria) (1965); 
- 'Sobre o feiticismo' (1978); 
- 'Manual de Museologia' (1979); 
- 'Sobre as culturas regionais angolanas' (1979); 
- 'Reflexões sobre cultura nacional' (1980); 
- 'Konkhava de Feti' (1981); 
- 'Titânia' (1983); 
- 'Cântico barroco' (1987); 
- 'Sobre a colina de Calomboloca' (1987); 
- 'Identidade e património cultural' (1989); 
- 'O clã de Novembrino' (3 volumes) (1989); 
- 'Kissoko de guerra' (1989); 
- 'Sobre os Bassolongos: arqueologia da tradição oral' (1991); 
- 'Misericórdia para o reino do Kongo!' (1996); 
- 'O arcano do leão' (1997); 
- 'Os senhores do areal' (1997); 
- 'O elogio do paradoxo' (1998); 
- 'O Ovo Magentino' (2000);
- 'Nsanta Madiya habitou entre nós' (2003); 
- 'O homem dos sete talentos' (2003); 
- 'Gente que anda por aí' (2004); 



Do ÍNDICE: 

CONTOS DIVAGANTES 
- Elvina 
- Diálogo de Mana Balbina e Padre Joaquim 
- O rapto das cidades 
- Diálogo no cume das montanhas 
- A venda de antiguidades 
- Uma tarde em Havana 
- O leão de Karapurkar 
- Caminho longo 

AS PALAVRAS TÊM DONO 
- O predador 
- O último dia do pintor 
- O canhangulo de Avô Ndalo 
- Escombros 
- Seis pés de matebeira 
- Amor e morte 
- Era uma vez uma órfã 
- O segredo de Tchimbaya 
- A panela mágica 

À maneira de post facio 
Glossário 


Preço: 25,00€; 

Portugal - Moçambique & Literatura - ‘A ÚLTIMA HISTÓRIA DE AMOR’, de Conceição Queiroz - Lisboa 2014 - Raro;






Portugal - Moçambique & Literatura - Uma obra onde a narrativa da ficção se confunde com a realidade vivida pela autora 


‘A ÚLTIMA HISTÓRIA DE AMOR’ 
Três mulheres unidas pelo sangue e por África 
De Conceição Queiroz 
Prefácio de José Eduardo Agualusa 
Edição A Esfera dos Livros 
Lisboa 2014 


Livro com 246 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“Conceição Queiroz parece ter trazido do seu país histórias suficientes para alimentar uma vida. ‘A ÚLTIMA HISTÓRIA DE AMOR’ trata do lugar do mal, e de como esse mesmo mal ecoa e repercute pelo tempo fora, contaminando tudo. Conceição Queiroz junta-se então a um outro nome da literatura moçambicana, Paulina Chiziane, no projecto de dar uma voz às mulheres do seu país. Esperemos que não se fique por este título, e nos dê mais histórias.” 
José Eduardo Agualusa, in PREFÁCIO 

“A NOTÍCIA DEIXA-O ENLOUQUECIDO DE RAIVA.
O FAZENDEIRO ALEMÃO DE CAÇADEIRA EM PUNHO
LANÇA-SE PELA SELVA ADENTRO EM PERSEGUIÇÃO DO SEU 
FILHO ZINKKE E DA NEGRA ÂNGELA, QUE ACABOU DE DAR À 
LUZ AS SUAS NETAS. MERKEL ARRASTA TUDI O QUE ENCONTRA 
À SUA FRENTE. ZINKKE SABE QUE TEM DE PARTIR, FUGIR DI 
ÓDIO DO PAI, PROTEGER A MULHER QUE AMA E AS SUAS DUAS
FILHAS. MAS É TARDE DE MAIS.“ 

“Duas balas atingem-no e Zinkke cai por terra com uma das recém-nascidas ao colo. O avô não tem dó - segura-a pelos pés e, cruelmente, esmaga-a contra o tronco de uma árvore. Ângela consegue escapar com Gabriela: é preciso deixar Moçambique para trás. 
Gabriela cresce em Lisboa, a ouvir os relatos da mãe sobre a terra onde nasceu, e deseja voltar a África para conhecer as suas raízes. Nessa viagem, descobre a história da avó, traída e abandonada pelo marido, desvenda o passado da mãe, que, depois de tantos anos, continua agarrada a um grande amor. 
Neste romance apaixonante, inspirado na história da própria família da autora, a jornalista Conceição Queiroz transporta-nos para o surpreendente mundo africano onde foi vivida a última história de amor.” 


A Autora: 
“CONCEIÇÃO QUEIROZ nasceu em Moçambique. É jornalista desde 1994. Trabalhou no grupo ‘Semanário’, no ‘Rádio Clube Português’ e foi directora de Informação da Televisão de Cabo Verde.
É grande repórter na TVI e esteve em reportagem em Angola, no Reino Unido, em Moçambique, no Uganda, na África do Sul, e num dos maiores campos de refugiados do mundo, no Quénia.
O seu trabalho foi distinguido por uma dezena de prémios: entre os galardões que recebeu encontram-se os da UNESCO, da Liga Portuguesa Contra o Cancro e da AMI - Jornalismo Contra a Indiferença. 
Entrou para o ensino superior com 19 valores, licenciou-se em Sociologia e frequentou uma segunda licenciatura em Política Social. É Mestre em História Moderna e Contemporânea e doutorada em Estudos Portugueses, com especialização em Literatura Portuguesa, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. 
É membro do Centro de Investigação Média e Jornalismo. 
‘A ÚLTIMA HISTÓRIA DE AMOR’ é o seu terceiro livro, depois de ter publicado ‘Serviço de Urgência’ (2007) e ‘Os Meninos da Jamba’ (2008).”


 
Do ÍNDICE 

PREFÁCIO 
Dedicatória 

Capítulo 1 
Ao 
Capítulo 24 


Preço: 27,50€; 

sexta-feira, 25 de abril de 2025

Portugal - História & PREC - LOTE DE 20 LIVROS - 25 de Novembro de 1975 - MUITO RAROS;











Portugal - História & PREC - Um lote fundamental e de grande raridade de obras sobre os acontecimentos que levaram ao golpe do 25 de Novembro de 1975 que viria a pôr fim à deriva esquerdista do processo revolucionário levado a efeito pela ala marxista do MFA com apoio dos comunistas e da extrema esquerda para a instauração de um regime ditatorial alinhado com os ditos países socialistas do leste europeu 


LOTE DE 20 LIVROS - 25 de Novembro de 1975 

1. - ‘25 DE NOVEMBRO DE 1975 - Os “Comandos” e o Combate pela Liberdade’ - (77,50€;) 
De Manuel Amaro Bernardo, Francisco Proença Garcia e Rui Domingues Fonseca 
Edição Associação de Comandos 
Lisboa 2005 

Livro com 522 páginas, muito ilustrado (fotografias, documentos e imprensa) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 

2. - ‘A REVOLUÇÃO NUM REGIMENTO - A Polícia Militar em 1975’ - (32,50€;) 
AAVV - Militares do Regimento de Polícia Militar 
Helena Domingos, José Serras Gago e Luís Salgado Matos 
Edição Armazém das Letras 
Lisboa 1977 

Livro com 96 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
MUITO RARO. 

3. - ‘NOVEMBRO 25 - ANATOMIA DE UM GOLPE’ - (37,50€;) 
De L. Pereira Gil 
Edição EDITUS 
Lisboa 1976 

Livro com 324 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Muito raro. 

4. - ‘OS “COMANDOS” NO EIXO DA REVOLUÇÃO’ - (35,00€;) 
De Manuel Branco 
Edição Abril 
Lisboa 1977 

Livro com 352 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Muito raro. 

5. - ‘O CASO RIO MAIOR’ - (47,50€;) 
De José Alves de Meira Burguete 
Edição O SÉCULO 
Lisboa 1978 

Livro com 144 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 

6. - ‘25 DE NOVEMBRO’ - (27,50€;) 
Breve Panorama Gráfico e Noticioso duma Crise 
Edição Terra Livre 
Lisboa 1976 

Livro com 180 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Raro. 

7. - ‘OS 3 DIAS DO DIABO’ - (32,50€;) 
(Narrativas) 
De Josué da Silva 
Edição Orion 
Amadora 1976 

Livro com 152 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
MUITO RARO. 

8. - ‘25 DE NOVEMBRO SEM MÁSCARA’ - (37,50€;) 
De Pinheiro de Azevedo 
Edição Intervenção 
Lisboa 1979 

Livro com 168 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito raro. 

9. - ‘DO 25 DE ABRIL AO 25 DE NOVEMBRO’ - (52,50€;) 
Memória do Tempo Perdido 
Edição Paradela de Abreu 
Edição Intervenção 
Lisboa 1983 

Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
MUITO RARO. 

10. e 11. - ‘RELATÓRIO DO 25 DE NOVEMBRO’ - 2 Volumes - (77,50€;) 
Texto Integral 
Edição Abril 
Editor Martinho Simões 
Lisboa 1976 

Livros com 290 páginas (I volume) e 312 páginas (II Volume) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RAROS. 

12. - ‘ABRIL NOS QUARTÉIS DE NOVEMBRO’ - (32,50€;) 
De Avelino Rodrigues, Cesário Borga e Mário Cardoso 
Edição Livraria Bertrand 
Lisboa 1979 

Livro com 484 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 

13. - ‘PORTUGAL - ANTES E DEPOIS DO 25 DE NOVEMBRO’ - (27,50€;) 
De Wilfred Burchett 
Edição Seara Nova 
Lisboa 1976 

Livro com 64 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização.
Muito Raro. 

14. - ‘ELEMENTOS PARA A COMPREENSÃO DO 25 de NOVEMBRO’ - (27,50€;) 
De capitão Duran Clemente 
Edições Sociais 
Lisboa 1976 

Livro com 128 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
RARO. 

15. - ‘O NORTE E O 25 DE NOVEMBRO’ - (32,50€;) 
De Silva Tavares 
Participação de Pires Veloso, Jaime Neves, Lemos Ferreira e Pinho Freire 
Edição Âncora 
Lisboa 2001 

Livro com 208 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito raro. 

16. - ‘O 25 DE NOVEMBRO A NORTE’ - (32,50€;) 
De Jorge Sarabando 
Edição da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto 
Porto 2015 

Livro com 160 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito raro. 

17. - ‘O SEGREDO DO 25 DE NOVEMBRO’ - (32,50€;) 
De José Freire Antunes 
Edição Publicações Europa-América 
Lisboa 1981 

Livro com 372 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito raro. 

18. - ‘JAIME NEVES - Homem de Guerra e Boémio’ - (42,50€;) 
De Rui de Azevedo Teixeira 
Edição Bertrand 
Lisboa 2013 

Livro com 
De muito difícil localização.
Raro. 

19. - ‘A CONTRA REVOLUÇÃO DE FACHADA SOCIALISTA’ - (37,50€;) 
De Varela Gomes 
Edição Ler Editora 
Lisboa 1981 

Livro com 264 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito raro. 

20. - ‘LIVRO BRANCO DA 5.a DIVISÃO’ - (62,50€;) 
(1974 - 75) 
Preâmbulo de Ramiro Correia e Varela Gomes 
Edição Ler Editora 
Lisboa 1984 

Livro com 446 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 

Moçambique & Arte - Catálogo de Exposição de 2 Artistas Moçambicanos - Lisboa 2013 - Muito Raro;





Moçambique & Arte - Um excelente catálogo da exposição conjunta destes dois artistas moçambicanos que decorreu na Galeria Perve em Alfama, de 27 de Agosto a 21 de Setembro de 2013


ERNESTO SHIKHANI & REINATA SADIMBA 
Catálogo de Exposição de 2 Artistas Moçambicanos 
Curadoria e Textos - Carlos Cabral Nunes 
Edição Perve Galeria - Alfama 
Lisboa 2013


Catálogo com 32 páginas, muito ilustrado (reprodução das respectivas obras) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Os Artistas: 
“ERNESTO SHIKHANI nasceu no dia 16 de Abril de 1934, na região de Muvesha, distrito de Marracuene, em Moçambique. Filho de camponeses, foi pastor até aos 16 anos. Faleceu em Maputo em 2010.
Começou por dedicar-se à escultura, a partir de 1969, no Núcleo de Arte, tendo como mestre o escultor português Lobo Fernandes. Em 1963 torna-se assistente do professor Silva Pinto, escultor na Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque.
A primeira exposição em que participa data de 1968, em Matalana. A partir de 1970, começa a dedicar-se à pintura. Recebe, em 1973, bolsa da Fundação Gulbenkian para realizar, em Portugal, uma primeira exposição individual. 
A partir de 1976 radica-se na Beira, onde permanece vários anos. Aí, até 1979, orienta aulas de Desenho no Auditório-Galeria. Em 1982, recebe uma bolsa de estudo, para expor na antiga URSS. No início da década de 1990, regressa a Maputo, aí se fixando até ao final da sua vida.
Realizou vários murais em baixo relevo na cidade da Beira e em Maputo. 
Participou em inúmeras exposições individuais e colectivas, maioritariamente em Moçambique e nos países vizinhos, em Portugal e muitos outros países.

“REINATA SADIMBA nasceu em 1945, na aldeia de Nemu (Planalto de Mueda, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique). Filha de camponeses, recebeu educação tradicional maconde, que incluía o fabrico de objectos utilitários em barro (pratos, cântaros e afins). 
Em 1972, durante a luta armada, ingressa na FRELIMO. Em 1975, é abandonada pelo pai dos seus filhos o que força a ter de garantir, sozinha, o sustento da família. 
Começa então a ser procurada, em Cabo Delgado, por alguns estrangeiros que ouviram falar dessa mulher que produzia esculturas com ‘formas estranhas’. Em 1978, passa à reserva da FRELIMO. 
Devido à guerra civil e à ostracização a que é votada pela generalidade dos Macondes (por se dedicar, precisamente, à produção de esculturas artísticas, algo só permitido, à época, aos homens - que trabalhavam as suas obras, exclusivamente, em pau-preto), emigra para a Tanzânia, em 1980, onde permanece até 1992. Durante esse período, a sua obra obtém vasto reconhecimento internacional, por intermédio de um marchand de arte suíço que lhe comprara centenas de obras e as exibe em vários países.
A partir de 1993, fixa residência em Maputo, onde ainda vive e trabalha. Em 1998 realizou aí uma muito aclamada semana de ensino sobre cerâmica escultórica. 
Participou em inúmeras exposições individuais e colectivas, por Moçambique, países vizinhos e em Portugal.


Preço: 27,50€; 

Moçambique & Literatura - ‘O PICO DA MICAIA’, de Luís Amorim Sousa - Lisboa 1997 - RARO;






Moçambique & Literatura - As memórias africanas do autor na sua juventude por terras das duas maiores então províncias ultramarinas portuguesas de Angola e Moçambique 


‘O PICO DA MICAIA’ 
De Luís Amorim Sousa 
Edição Assírio & Alvim 
Lisboa 1997 


Livro com 192 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
RARO.


SINOPSE:
“Depois do excelente livro de vivências londrinas ‘Crónica dos Dias Tesos’, Luís Amorim de Sousa regressa às suas memórias africanas em ‘O Pico da MICAIA’: a visão de um adolescente do mundo anteriormente construído paulatinamente no seu imaginário infantil. Todos os que procuram bons romances portugueses têm a obrigação de ler este livro.”


O Autor: 
“LUÍS AMORIM DE SOUSA nasceu em 1937 na cidade colonial de Nova Lisboa, Angola, de onde foi levado para Lisboa no primeiro ano de vida. Permaneceu em Lisboa até o começo da adolescência. De lá partiu para Lourenço Marques, Moçambique, onde publicou os seus primeiros poemas e se manteve até atingir a maioridade. Desde então viveu grande parte da sua vida no estrangeiro. 
Trabalhou e dirigiu o serviço noticioso português da BBC, em Londres, até 1976. 
Partiu seguidamente para Washington, onde desempenhou o cargo de Conselheiro de Imprensa junto da Embaixada de Portugal. Nessas funções residiu posteriormente em Brasília, e em Londres uma vez mais, até atingir a reforma. 
Viveu seguidamente em Portugal de onde partiu para Oxford, onde reside. 
Além de vários livros de memórias, reuniu a sua poesia em cinco colectâneas: ‘Ultramarino e O Verbo Trafalgar’ (IN/CM), ‘Bellini e Pablo Também’ (Assírio & Alvim), ‘Mera Distância’ (Artefacto) e ‘Este Incómodo Meu’ (húmus).”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Do capítulo I 
Ao 
Capítulo L 

Glossário 


Preço: 32,50€;