quinta-feira, 30 de abril de 2015

Ultramar & Poesia - LP 'POETAS DE MOÇAMBIQUE' - Lourenço Marques 1961 (?) - MUITO RARO



Ultramar & Poesia - A poesia moçambicana gravada em LP de vinil


LP 'POETAS DE MOÇAMBIQUE'
Edição POLIARTE
Gravado na Rádio Clube de Moçambique
Lourenço Marques - Moçambique 1961(?)


Em muito bom estado de conservação.
DE muito, muito difícil mlocalização.
MUITO RARO.


Da contra-capa:
"POETAS DE MOÇAMBIQUE - Antologia gravada
A ideia de se realizar uma colectânea da Poesia de Moçambique, em disco, foi uma consequência lógica do sucesso alcançado pelos Saraus de Poesia que a 'PILIARTE' organizou no decurso das Festas da Cidade, em 1959.
O disco agora lançado é o primeiro de uma projectada série em que se procurará dar uma larga e organizada visão do fenómeno poético entre nós.
Curou-se, logo neste primeiro álbum, de oferecer ao ouvinte interessado uma panorâmica que inclua desde os nomes mais significativos e, por assim dizer, já consagrado, às manifestações mais recentes. Um critério é certamente discutível, como aliás qualquer outro, e muitos nomes que seria justo figurassem neste primeiro disco, nele não aparecem, estando todavia programados para próximas edições.
A inclusão de REINALDO FERREIRA imediatamente se nos afigura óbvia, pois se o malogrado não pode considerar-se como representativo de quaisquer tendências ou características moçambicanas, o seu génio paira ao de cima de toda a controvérsia, como a forma mais acabada e mais rara de expressão poética acontecida em Moçambique, e cuja repercussão se verificará, ainda e naturalmente, à escala da Literatura Nacional.
Ao desenraizamento de um Reinaldo poderá opor-se a poesia de JOSÉ CRAVEIRINHA, um dos mais profundos e mais autênticos da nossa vida ultramarina, voz pungentemente mergulhada no calor da terra e na gente de cor e ecoando-lhe, como desmedida, gigantesca antena, as mil inquietações.
Completam a gravação dois nomes mais recente: os de RUI KNOPFLI - que assina este ligeiro cometário - e de RUI NOGAR. Este último vem realizando uma poesia vivamente interessada e que por isso procura modelar-se, com invulgar brilho, na rica plasticidade desse português estropiado e extraordinariamente doce - o dialecto de subúrbio - linguagem falada pela mescla de ralas que formam a cintura pobre da capital. A poesia de Nogar, debruçada com humildade sobre as coisas e as gentes simples, grangear-lhe-á por isso no futuro um lugar de relevo na Poesia de Moçambique.
Escolhidos os poetas e os textos, pensou-se de início que estes deveriam ser ditos pelos autores, à semelhança do que vem acontecendo ultimamente com a poesia gravada. Todavia o falecimento de Reinaldo Ferreira e o desequilíbrio que adviria, inevitável, entre as diversas interpretações, levaram os organizadores a optar por um único intérprete. A falta de aspecto documental e do elemento de curiosidade que se associam à intenção da poesia pelos próprios autores, é largamente compensada pela incomparável melhoria de nível que se obtém através de uma voz capaz de exprimir o mistério e a vibração profunda que se ocultam no âmago de cada verso.
e que melhor veículo poderiam desejar para a sua poesia, os poetas de Moçambique, do que a sensibilidade e dicção, maravilhosas, de Manuel Arraiano?

RUI KNOPFLI, Lourenço Marques 1960"




LADO 1
REINALDO FERREIRA

- Desde quando;
- Regresso de parte alguma;
- Aquele senhor;
- Receita para fazer um herói;
- Eu Rosie;
- Balada de pressentimentos;
- Haja névoa;
RUI NOGAR
- Situação;
- Momento perdido;
- Xicuembo;
- Elegia a Mammana Isabel;


LADO 2
RUI KNOFLI

- Ilha Dourada;
- Sinais;
- Direcção proibida;
- Dawn;
- Subúrbio;
JOSÉ CRAVEIRINHA
- Alegoria;
- Elegia a Cocuana Celina;
- Raízes;
- Quero ser tambor;


Preço: 00,00€ (Indisponivel)

Angola & Ultramar - 'OBRAS DE REPARAÇÃO DOS ESTRAGOS CAUSADOS PELAS CHUVAS' - Edição CM de Luanda 1964 - ASSINADO - MUITO RARO


Angola & Ultramar - Os estragos das cuvadas de Maio de 1963 em Luanda e as obras de recuperação


'OBRAS DE REPARAÇÃO DOS ESTRAGOS CAUSADOS PELAS CHUVAS NOS ARRUAMENTOS E DE DEFESA DA ZONA COMERCIAL DA PARTE BAIXA DA CIDADE DE LUANDA - RELATÓRIO (30 de Abril de 1963 a 31 de Maio de 1964)'
De Ten-coronel de Engenharia Eduardo Nunes Garcia
Edição da Câmara Municipal de Luanda - Serviços de Coordenação
Luanda 1964


Livro com 14 páginas de texto do relatório e 110 fotografias dos estragos e recuperação dos arruamentos de Luanda.
Em muito bom estado de conservação. Com dedicatória e assinatura do autor.
De muito difícil mlocalização.
MUITO RARO.

Livro com o relatório das obras de recuperação dos estragos verificados com as grandes chuvas ocorridas em Maio de 1963 na cidade de Luanda, capital da então província ultramarina de Angola, das responsabilidade da engenharia militar portuguesa e da Câmara Municipal local, com mais de 100 fotografias dos danos nas ruas da zona alta e da parte baixa, bem como das obras encetadas para a normalização. Com fotografias históricas daquelas acpontecimentos, algumas panorâmicas, desdobráveis e com três páginas.

Um documento histórico sobre Luanda, muito procurado e de raro apararecimento.


Do ÍNDICE:
- UM POUCO DE HISTÓRIA;
- Orientação e ordem de urgência seguidas nos trabalhos;
- Colaboração recebida para o estudo e execução das obras;
- Proposta de louvores;
- ANEXOS
- 1. Programa de trabalhos;
- 2. Situação das obras;
- 3. Planta da cidade;
- FOTOGRAFIAS;



Preço: 100,00€

Ultramar & Guerra colonial - 'PORTUGAL EM ANGOLA', de Fernando A. Rocha Vieira - Lisboa 1961 - MUITO RARO



Ultramar & Guerra colonial - O apelo nacionalista de quem defendeu a pátria


'PORTUGAL EM ANGOLA'
De Fernando A. Rocha Vieira
Edição de autor
Lisboa 1961


Livro com 104 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO


Do livro:
"PORTUGUESES ! Luta-se em Angola pela integridade territorial da nossa querida pátria.
Unamo-nos todos sob uma única bandeira - a da pátria - e obedecendo a uma única voz de comando - a voz da mesma pátria, interpretada pela voz autorizada e firme do governo que nos rege - e, unidos, venceremos o inimigo comum."



O autor apela ao nacionalismo dos portugueses na defesa da pátria, particularmente nos territórios africanos, como foi o caso de Angola, alvo de ataques de guerrilheiros da UPA contra a administração colonial em Março de 1961.

Da contra-capa:
"'PORTUGAL EM ANGOLA', um livro de actualidade nacional, em cujas páginas se faz um vibrante apelo à consciência cívica de todos os portugueses daquém e dalém-mar, nesta hora grave por que a Pátria está passando, e onde se põe também em merrecido relevo a nobre atitude cívica das mulheres portuguesas e o seu abenegado espírito de sacrífico e de patriótica colaboração na campanha nacional de auxílio às vitimas do terrorismo em Angola e no conforto moral e material que estão prestando, solidariamente, a todos quantos, de armas namão, militares e civis, estão defendendo naquela nossa Província Ultramarina a honra e a integridade da Pátria."


Do INDÍCE:
- ANTELÓQUIO:
- A BEM BA NAÇÃO;
- HINO NACIONAL PORTUGUÊS;
- A PÁTRIA PORTUGUESA;
- PORTUGAL ULTRAMARINO;
- AS MULHERES DE PORTUGAL PERANTE OS GRAVES ACONTECIMENTOS DE ANGOLA;
- ABJECÇÕES;
- A GLORIOSA EPOPEIA DE MUCABA;
- FRENTE ÚNICA;
- O MINISTRO DO ULTRAMAR EM ANGOLA;
- A SOLIDARIEDADE PORTUGUESA PARA COM AS VITIMAS DO TERRORISMO EM ANGOLA;
- FRENTE NACIONAL FEMININA;
- COMENTÁRIO DE OCASIÃO - O NOVO GOVERNADOR-GERAL DA PROVÍNCIA DE ANGOLA;
- PARA FECHAR: UMA SENSACIONAL ENTREVISTA COM O SR. PRESIDENTE DO CONSELHO.



Preço: 35,00€

Angola & Ultramar - 'DEFENDEMOS ANGOLA PORQUE É PORTUGAL', de Manuel dos Santos Guerra - Liaboa 1961 - RARO



Angola & Ultramar - Defesa nacionalista dos territórios africanos após o início da guerra


'DEFENDEMOS ANGOLA PORQUE É PORTUGAL'
De Manuel dos Santos Guerra
Edição da revista ilustrada 'Portugal d'Aquém e d'Além-mar'
Liaboa 1961


Livro com 20 áginas e em muito bom estado de conservação
De muito difícil localização.
RARO.


Preço: 20,00€

Angola & UNITA - 'PATRIOTAS', de Sousa Jamba - Lisboa 1991 - RARO



Angola & UNITA - Os 'filhos' da UNITA na Zâmbia, a guerra civil e a dissidência


'PATRIOTAS'
De Sousa Jamba
Edições Cotovia L.da
Lisboa 1991

Livro com 310 páginas e em muito bom estado de conservação
De muito difícil localização.
RARO


O autor, que jovem acompanhou os familiares no exílio e campos de refugiados dos simpatizantes da UNITA, editou um livro que ao mesmo tempo que relata a resistência dos angolanos do centro e sul contra a administração do MPLA em Luanda e dos militares cubanos, revela as dissidências e lutas fracticidas dentro da UNITA, com o relato que ficou célebre da queima das feiticeiras num acampamento da organização guerrilheira.

É considerado um livro revelação sobre a história recente angolana e pelo estilo do próprio autor.


Sinopse:
O espaço de "Patriotas" é Angola em guerra com ela própria. Após a descolonização, facções opostas - MPLA e UNITA - lutam pelo poder e espalham morte e destruição pelo território que ambas dizem amar. Sousa Jamba é Hosie Mbueti, que tal como o próprio autor, viveu refugiado na Zâmbia. Tal como ele, não é zambiano na Zâmbia, mas em Angola não é angolano. Sendo um outsider em qualquer lugar, Hosie tem a capacidade de nos mostrar um ponto de vista desapaixonado. Conhecemos um pouco da infância de Hosie, sendo um dos momentos mais intensos de toda a história o da morte dos pais em Capingala, e os pensamentos, sensações e resoluções da criança que de repente se vê sozinha no mundo, no meio de uma guerra. Encontramos Hosie já na Zâmbia. Acompanhamo-lo na sua decisão de se juntar à UNITA, porque acima de tudo Hosie é um ovimbundu. Com ele despedimo-nos dos grandes amigos na Zâmbia. Depois segue-se a incorporação na UNITA, em que Hosie é sujeito a um processo de aculturação e aprendizagem, no quartel general da UNITA, no Huambo. Há um episódio marcante em que Hosie, pronto para a guerra, se perde do seu grupo, desarmado, indefeso, entre o capim, no território do inimigo. Sozinho, com uma angustiante sensação de desamparo, Hosie tem tempo e reflecte sobre a situação que está a viver. Noutro momento, Hosie é feito prisioneiro pelas tropas do MPLA. E aqui há um outro momento de epifania, pois Hosie não deixa de se compadecer do homem que o mantem preso e que subitamente pisa uma mina. Pouco a pouco, as certezas vão-se diluindo no espírito do nosso protagonista. O que é ser patriota afinal? Ler este livro em Angola tem especial significado nas regiões mais a sul, Huambo e Jamba, em particular.


SOUSA JAMBA
"Nasceu em 1966 na Missão Dondi, no centro de Angola.
Seu pai era um conceituado professor que havia fundado a sua própria escola.
Em 1972, a família Jasmba muda-se para o Huambo, onde Sousa Jamba passou a infância.
Em 1976, em consequência da guerra civil, a família Jamba dispersa-se, como tantes outras. Sousa Jamba fugiu para a Zâmbia - daí o facto de escrever em inglês.
Em 1984 regressou a Angola - território controlado pela UNITA.
Em 1986 foi para Londres, estudar jornalismo. É-lhe atribuído o Prémio Shiva Naipaul pelo "The Spectator", jornal em que colabora. Residente actualmente em Londres."

"A partir de material autobiográfico o autor conseguiu fazer um romance de vulto."
Daily Telegraph

"Este romance deve ser leitura obrigatória nas universidades que têm estudos africanos."
The Listerner

"Reaccionário ou não - eu chamava-lhe realista - Sousa Jamba felizmente não é um iedólgo. PATRIOTAS não é um panfleto político mas sim um belo primeiro romance..."
The Spectator

"O livro é um Bildungsroman onde o autor descobre afinal que não é um herói mas sim um escritor."
The Times Library Supplement



Preço: 35,00€

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Angola - MPLA & UNITA - 'Revista - EXPRESSO', de 14 de Novembro de 1992 - 'LUANDA - DEPOIS DA MATANÇA' - MUITO RARA




Angola - A liquidação dos quadros da UNITA em Luanda em 1992


'Revista - EXPRESSO', de 14 de Novembro de 1992.
Editada em Lisboa, com 126 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARA.

Reportagem de Henrique Monteiro, enviado especial do semanário EXPRESSO de Lisboa.
Com 10 páginas e muito ilustradas. Fotografias impressionantes.

'LUANDA - DEPOIS DA MATANÇA'
Luanda depois da matança. Quem de ordem para matar? Quem provocou quem? A quem cabe a responsabilidade? E ainda a história de um grupo de jornalistas que durante umas horas esteve em poder da UNITA.

"A capital de Angola voltou a ser de uma só cor, sem o pluralismo que lhe conferiam os cartazes do MPLA e da UNITA, os retratos de Eduardo dos Santos e de Savimbi"

Em frente de cada um dos locais, carros queimados - as famosas GMC em que os dirigentes do Galo Negro se faziam transportar. De resto, a cidade está como sempre: suja, desorganizada, empestada de um cheiro de detritos e de morte."

"O MPLA mandou recolher os civis e voltou a falar de Bicesse. Mas, uma coisa parece certa: o movimento de Savimbi não voltará a entrar em Luanda carregado de armas."

"A agitação que se seguiu às eleições foi um enorme 'bluff'. A UNITA fingia-se mais forte do que era, e o MPLA mais inocente."

"Pensar que o 1 de Novembro em Luanda foi um 'golpe comunista' é o mesmo que chamar ao 25 de Novembro em Lisboa um 'golpe fascista'."



Outros etmas em destaque:
- O FILHO DAS MÁQUINAS
Rui de arvalho em Estugarda;
- FINAL A TERRA GIRA - De Rui de Carvalho;
- A LESTE DE TIMOR - De Mark Derby;
O povo de Timor-Leste não foi o único a revoltar-se contra a ocupação da Indonésia. Em Iriam Jaya, na Papua-Ocidental, zona controlada por Jakarta desde 1963, uma guerrilha, convicta mas mal equipada, bate-se pela independência total.
- TIMOR, UM ANOS DEPOIS - Pe José Lopes baptista;
- OS PINTORES DA LINHA MAGINOT - De Alain Hohnadel
Reportagem com 6 páginas muito liustradas;
- HISTÓRIA DE UM DESASTRE MILITAR - De Rui Cardoso;
- A MALDIÇÃO DOS MORCEGOS - De Mário de Carvalho;
- OS REIS DA LEZÍRIA - De Jorge Van Krieken e Luiz de Carvalho (fotos);


Preço: 80,00€

Angola & Guerra Colonial - 'Revista EXPRESSO', n.º 1.324, de 14 de Março de 1998 - 'ANGOLA 1961 - O GRANDE MASSACRE' - MUITO RARA




Angola - Reportagem dos massacres de 15 de Março de 1961 e depoimentos de Holden Roberto e outros dirigentes da UPA


'Revista expresso', N.º 1.324, de 14 de Março de 1998.
editada em Lisboa, com 114 páginas e muito ilustrada.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARA.


Uma grande reportagem da autoria da jornalista Felícia Cabrita, sobre os massacres de 15 de Março de 1961 no norte de Angola, perpretados pela UPA de Holden Roberto e que deram início à guerra colonial que se estendeu posteriormente à Guiné e Moçambique. A autora, deslocou-se a Angola, onde confrontou e recolheu as declarações de Holden Roberto e de outros dirigentes e comandantes dos grupos da UPA que levaram a efeito as acções e os massacres. Em simultâneo, são editadas as declarações e testemunhos de colonos sobreviventes e de corajosos homens civis que pegaram em armas para defenderem os seus familiares e empregados.

Um documento único e histórico de incomparável valor documental para a história de Angola e da guerra colonial.


'ANGOLA 1961 - O GRANDE MASSACRE'
"O 1.º DIA DO FIM DO IMPÉRIO
A 15 de Março de 1961, em Angola, bandos armados da UPA destruíram fazendas e vilas e assassinaram dois mil colonos portugueses. Foi o início de uma tragédia imensa, que abriu caminho para 14 anos de guerra. A Índia já havia caído. E era preciso defender África."

"EUGÉNIA DA RESSURREIÇÃO: Os rebeldes agarravam as crianças pelo pescoço e atiravam-nas ao ar."

"LAURA SOUA PINTO: Perdeu os pais e mais dez pessoas da família. Nunca conseguiu ser feliz. E alivia a dor com doses de barbitúricos."

"NECAS NUNES: Com uma arma de caça grossa, o jovem colono enfrentou os rebeldes e, só à sua conta, matou 72 indígenas. Depois, fugiu com a mã e cinco crianças até encontrar a comanhia do Alferes Robles, na qual se integrou como voluntário destemido."

"VÍTOR POÇO: Estudava no liceu de Luanda. Na véspera do massacre partiu para a fazenda. era páscoa. Poucos dias depois, assistia à morte do pai."

Temas:
'1. - Manhã de terror; 2. - a tramoia de José Lello; 3. - A ferro e fogo; 4. - Mulher de armas; 5. - À beira da loucura; 6. - A demarcação do líder da UPA; 7. - Salva pelo anj-da-guarda; 8. - Chegada do exército; 9. - Duas semanas em fuga; 10. - Matar primeiro, perguntar depois;

"HOLDEN ROBERTO - Líder da UPA: Na sua casa em Luanda, revê o plano de oprações de 15 de Março."

"BERNARDO PINTO - Comandante da UPA: Num só dia matou 14 pessoas, incluindo mulheres e crianças. Não se sente arrependido."

ANTIGOS MEMBROS DA UPA PRESENTES: José Lello; Gonçalves Menino; Bernardo Pinto; Holden Roberto; Manuel Bernardo e Pedro Rodrigues.



Outros temas em destaque:
- SUZANA CAMACHO: Militante da adopção;
- 11 DE MARÇO DE 1975
VINTE PERGUNTAS A COSTA GOMES
Recolha de declarações históricas sobre aqueles acontecimentos do processo de averiguações militares e com destaque entre outras revelações, a questão da 'Matança da Páscoa';
- CABO VERDE, A FERRO E GAITA
Reportagem sobre a música caoverdiana com 6 páginas ilustradas;


Preço: 75,00€

Angola - Guerra colonial & FNLA - 'Revista EXPRESSO', n.º 1.830, de 25 de Abril de 1998 - 'HISTÓRIA DE UM RAPTO' - MUITO RARA





Angola & FNLA - Quando em 1970 a FNLA raptou duas crianças e as entregou à Cruz Vermelha Internacional


'Revista EXPRESSO', n.º 1.830, de 25 de Abril de 1998.
Editada em Lisboa, com 130 paginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação.
De nuito, muito difícil localização.
MUITO RARA.


Uma extraordinária reportagem da jornalista Felícia Cabrita, sobre o rapto de duas crianças no norte de Angola, por parte dos guerrilheiros da FNLA liderada por Holden Roberto, após a morte da mãe, o seu transporte até Kinshasa, capital do Zaire. Acolhidas no seio da família e da casa de Holden Roberto, foram alimentadas e entregues à Cruz Vermelha Internacional, com a FNLA a explorar o facto, na comunicação social internacional, para desmentir a imagem de assassínos impiedosos que perdurava desde as maranças de 15 de Março de 1961! E no acto de entrega das crianças à delegação portuguesa na Suiça, seriam subtraídas por uma operação de 'comandos' portugueses, que evitou assim o testemunho da imprensa internacional...

Por iniciativa da jornalista, uma das sobreviventes, deslocou-se a Angola 28 anos após aqueles trájicos acontecimentos e encontrou-se com os principais elementos da FNLA que estiveram na operação de ataque à Fazenda de S.tª Eulália e no rapto e transporte das crianças até ao Zaire.


Reportagem de Felícia Cabrita. Com 11 páginas e muito ilustradas.

'HISTÓRIA DE UM RAPTO'
"Paula, 4 anos, vivia em Angola. Os guerrilheiros da FNLA mataram a sua mãe e levaram-na. 28 anos depois, reencontrou os seus raptores".

'LÁ ONDE MORREU A INFÂNCIA'
"Tinha apenas quatro anos quando um grupo de guerrilheiros da FNLA a raptou e lhe matou a mãe, numa noça a noroeste de Luanda. Quase 30 anos passados sobre a data da tragédia, que marcou o início do império do delírio da guerra em África, Paula voltou à terra onde nasceu para se reencontrar com os raptores."

'Lavar a morte com rapto; Dor e calúnia; Comandante Ama-seca; Bloqueio zairense; 'Raptadas' à informação;

'AO ENCONTRO DA MEMÓRIA'
Descrição do encontro entre a jovem raptada e os principais dirigentes militares da FNLA envolvidos na operação relatada.



Outros temas em destaque:
- 'CHERNOBYL: 12 ANOS DE AMEAÇA LETAL'
Com 10 páginas e muito ilustrada.
Reportagem na Ucrânia, de Luísa Meireles e fotografias de Rui Ochôa;
- 'TUDO COMEÇOU EM ÁFRICA'
Análises do DNA confirmam a origem africana da espécie humana.
A nossa árvore genealógica parece ter começado há 137 mil anos, quando 500 homens decidiram sair de África;
- O MURO DE NICÓSIA'
Reportagem de 7 páginas e fotografias de Margarida Martins.


Preço: 50,00€

Angola & guerra na África Austral - 'Revista EXPRESSO', de 14 de Agosto de 1982 - 'OPERAÇÃO KUBANGO' - Muito rara




Angola - A denúncia de uma 'conspiraçã' designada por 'Operação KUBANGO'


'Revista - EXPRESSO', de 14 de Agosto de 1982.
Editada em Lisboa, com 48 páginas, muito ilustrada e em muito bom estao de conservação.
De muito diícil localização.
Muito rara.


O tema principal da revista editada pelo semanário EXPRESSO de Lisboa é:
Nos bastidores da OPERAÇÃO KUBANGO
'ANGOLA - OS DOCUMENTOS SECRETOS DA CONSPIRAÇÃO'
Reportagem de Joaquim vieira e Miguel de sousa Tavares

Documentos e informações recolhidas pelo EXPRESSO indiciam a preparação de um golpe de estado pró-Ocidental em Angola. Muitos desses factos foram confirmados, mas persiste a dúvida sobre a complexidade da manobra. De qualquer modo, os acontecimentos descritos não podem ser fruto do acaso.

Empresa sul-africana contrata mercenários

Assuntos: 1. Encontro em Londres; 2. Plano da Operação; 3. Forças poderosas; 4. Ligações à CIA?; 5. Objectivos políticos; 6. Contactos prévios; 7. Reunião noSheraton; 8. "Todo o apoio"; 9. Merenários; 10. Plano miitar;



Um documento histórico, de acontecimentos ocorridos escassos anos após a descolonização, guerra cvil e indpendência de Angola. Com diversas páginas, fotografias e reproduções de documentos.

Outros temas em destaque:
- ANOP: OS ANOS DA MORTE LENTA - De Nuno Pacheco;
- PPM: CRISE À PORTA FECHADA - De João Carreira Bom;
- PC(R): CRISE DEPOIS DA QUEDA - De João Carlos Espada;


Preço: 47,50€

Guerra colonial - 'Revista EXPRESSO',n.º 1.309, de 29 de Novembro de 1997 - 'GUINÉ CONAKRY (1969-1997) - PRISIONEIROS DE GUERRA' - Muito raro




Guiné-Bissau - Encontro dos prisioneiros de Conakry resatados na 'Operação MAR VERDE'


'Revista EXPRESSO', n.º 1.309, de 29 Novembro 1997.
Editada em Lisboa, com 122 páginas, muito ilustrada.
Em muito bom esado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito rara.


O semanário 'EXPRESSO', editado em Lisboa, juntou os sobreviventes da prisão do PAIGC em Conakry, 27 anos após aqueles acontecimentos, fazendo uma retrospectiva dos anos passados entre o serviço militar na Guiné Bissau, a captura e prisão pelos guerrilheiros e o resgate efectuado na 'Operação MAR VERDE', dirigida por Alpoim Calvão em finais de 1970.

Dos 25 prisioneiros resgatados então, foi possível localizar 16 e juntar esse homens para efectuar este trabalho josnalístico e hstórico, com fotografias da actualidade e da prisão de Conackry.


Temas em destaque da revista:
- GUINÉ-CONACKRY
1969-1997: PRISIONEIROS DE GUERRA
- OS ANOS DO CATIVEIRO
Entrevista com Cabral; - Visita de Thomaz; - Meias lavadas; - Sofrer como os outros; - Vinte dias a pé; Sete anos de cadeia;

- OS PRESOS: João Vaz (52 anos - comerciante); José Lauro (53 anos - Funcionário da EDP); Luís Vieira (52 anos - Ajudante de Pedreiro); António Duarte (52 anos - Ajudante de Pedreiro); Manuel Silva (52 anos - Torneiro mecânico); Jerónimo sousa (52 anos - Motorista); Vítor Capítulo (52 anos - Fiscal municipal); Antóio Rosa (51 anos - Prof. de Educação Física); Geraldino Contino (52 anos - Quadro da TAP); José Teixeira (52 anos - Construtor Civil); Rafael Ferreira (50 anos - Empregado de armazém); José Morais (52 anos - Vigilante); Jacinto Barradas (52 anos - Comerciante); António Lobato (57 anos - Oficial da Força aérea); Agostinho Duarte (52 anos - Operário); e Manuel Oliveira (53 anos - Operário);
(Reportagem com 13 páginas e muito ilustrada)


"27 ANOS DEPOIS DE CONACRY
O EXPRESSO juntou, no último sábado, em Lisboa, 16 dos 25 militares portugueses libertados das cadeias do PAIGC na sequência da invasão da Guiné-conacky pelas tropas de Alpoim Calvão.
O encontro conincidiu com a data de aniversário da operação, ustamente considerada a mais espectacular de todas as missões realizadas pelas Forças Armadas portuguesas nas três frentes de batalha.
Desse grupo de ex-prisioneiros, um já morreu, dois estão na Madeira, três vivem no estrangeiro e outros tantos em parte incerta. Desde o regresso à pátria, na primeira semana de Dezembro de 1970, nunca mais se haviam visto. Alguns vivem em condições de pobreza aflitiva; outros ainda não se refizeram física e psicologicamente doa anos horríveis nas cadeias de Conakry.
Texto de José Manuel Saraiva



Preço: 35,00€