terça-feira, 30 de junho de 2015

Angola & MPLA - Da guerra colonial à independência - 'LÚCIO LARA - TCHIWEKA - Imagens de um percurso' - Luanda 2009 - RARO




Angola - Lúcio Lara na história recente do MPLA e de Angola


'LÚCIO LARA - TCHIWEKA - Imagens de um percurso'
Edição ATD (Associação Tchiweka de documentação)
Luanda 2009


Livro de capas duras, com 210 páginas em papel de grande qualidade e como novo.
de difícil localização.
RARO


O autor foi um dos mais influentes membros do MPLA e um apoiantes incondicional do seu mais conhecido membro e que foi o primeiro presidente de Angola, nomeado por esta organização, António Agostinho Neto. Lúcio Lara teve toda a sua vida de adulto preenchida com a militância no MPLA e por isso, conhecer a vida deste homem é conhecer a história do MPLA, dado que esteve em todos os momentos chaves da organização. Da clandestinidade à guerra de guerrilha nas matas contra a presença colonial portuguesa até à descolonização e a paz com a potência colonizadora em 1975 até à guerra civil contra a UNITA e os seus apoiantes da África do Sul, enquanto Angola recebia o apoio 'internacionalista' de cuba e de outros países socialistas.

Esta obra é pois uma importante parte documental da história de Angola, do MPLA e do seu autor. Bem estruturada e cronologicamente correcta, o autor não eliminou casos mais polémicos ou tabus como acontece com outros políticos marxistas da Europa do leste e de África. Assim, fala das tentativas de acordos com a FNLA de Holden Roberto em 1972 e com Jonas Savimbi no Luso em 1975. E insere de resto excelentes fotografias dos acontecimentos.

Uma obra recomendada pelo seu valor histórico e documental.


Da contra-capa:
"Este albúm comemora o 80.º aniversário natalício de um combatente cuja vida está intimamente ligada à história de Angola da segunda metade do século XX.
Lúcio Lara é do Huambo, onde nasceu e adolesceu. viveu também no Lubango, para onde foi concluir os seus estudos secundários e mais tarde em Coimbra e Lisboa, para se dedicar aos estudos universitários. Aí conheceu Ruth Pilinger aquando da sua militância no MUD Juvenil. com quem se casou. Seguiu depois para a Alemanha, iniciando assim a sua fuga à tutela colonial.
O seu ineterrupto envolvimento com os movimentos anti-colonialistas levaram-no a preparar o regresso ao continente africano, pela porte de Tunes, Rabat, depois conackry e finalmente, logo que lhe foi possível, junto com os amigos e compatriotas envolvidos no processo anti-colonial, das nossas já vizinhas Léopoldville (Hoje Kinshasa) e Brazaville.
Viveu esses difíceis anos mergulhado numa inquebrantável motivação pelos ideais que compartilhava com os melhores da sua geração, que com ele desenharam os contornos do MPLA, e durante os quais exerceu funções de primeira importância até ao triunfo da luta contra o colonialismo.
Esteve na primeira fila, pública e dos bastidores, dos momentos cruciais da proclamação da independência e da criação do primeiro governo do país por que lutou a vida inteira. Como na luta de libertação nacional, esteve presente num grande número de frentes, na construção do novo país, enfrentando e ajudando a resolver os problemas mais difíceis, políticos, sociais e simplesmente humanos, até que a idade e a saúde lhe permitiram.
O conhecimento do seu itinerário, da sua longa trajectória de luta e da coerência da sua postura, terá seguramente o condão de inspirar a continuação da sua luta."



Do ÍNDICE:
- PÓRTICO;
- ANOS DE JUVENTUDE (1929-1947);
Rapelle-toi quand m^rmr ce jour lá...
- ANOS DE FORJA (1948-1960);
É tempo companheiro ! Caminhemos...
As 'Portas Africanas'
- ANOS DE LUTA DE LIBERDADE NACIONAL (1961-1974);
Pelo povo, todos ao ataque.
As regiões político-militares.
A educação.
- ANOS DO LIMIAR E DA CONQUISTA DA INDEPENDÊNCIA (1974-1975);
Olhamos-te bandeira agora...
Conferência inter-regional - 12 a 20 de Setembro de 1974.
Acordo de Lunyamege (21 de Outubro de 1974)
Chegada da 1.º delegação do MPLA a Luanda - 8 de Novembro de 1974.
Abertura de delegações do MPLA nas diferentes províncias.
Tentativas de acordos.
Chegada de Neto - 4 de Fevereiro de 1975.
Resistência popular generalizada.
- NO MUNDO
Alguns encontros internacionais.
África
América Latina
Ásia
Europa
- CAMARADA LARA
Outras imagens da vida do combatente (até 2009).
Com alguns companheiros.
Com a família.
Um legado
- TESTEMUNHOS



Preço: 140,00€

Guerra colonial - 'QUEBO - Nos confins da Guiné', de Rui Alexandrino Ferreira - Coimbra 2014




Guerra colonial - Da guerra mortífera ao aparecimento do MFA...


'QUEBO - Nos confins da Guiné'
De Rui Alexandrino Ferreira
Edição Palimage
Coimbra 2014


Livro com 364 páginas, muito ilustrado e como novo.


Da contra-capa:
"Há uma característica da liderança que considero o tempero decisivo capaz de conferir virtude a determinados atributos de comando que, sem ela, podem tornar-se excessivos e transformar-se em defeitos perversos. Refiro-me ao bom senso, o equílibrio moderador que impede que a coragem resvale para temeridade gratuita empurrando os seus homens para riscos desnecessários, que evita que o culto da disciplina dê lugar ao ao autotarismo desumano, que a tolerância resvale para o laxismo (...)
Mas, apesar da sua juventude, o capitão Rui alexandrino Ferreira aliava ao seu entusiasmo contagiante uma notável dose de bom senso, o que lhe permitiu aplicar a sua coragem, o seu sentido de disciplina o seu gosto pela decisão, na medida e no sentido convenientes.
(...) "



Do ÍNDICE:
- Dedicatória;
- Siglas;
- QUEBO - Nos confins da Guiné;
- Nota prévia;
- Agradecimento à minha esposa e às minhas filhas;
- Introdução - UMA REVIRAVOLTA NA VIDA;
Capítulo Zero
- Em jeito de explicação;
Capítulo Primeiro
- Mais que um superior hierárquico um amigo de eleição. Pezarat Correia;
Capítulo Segundo;
- Como fui encontrar a Guiné após dois anos de ausência;
Capítulo Terceiro
- No Pelundo;
Capítulo Quarto
- De Bolama a aldeia Formosa;
Capítulo Quinto
- Os primeiros tempos em Aldeia Formosa, o início da actividade operacional e a tabanca da 18;
Capítulo Sexto
- A velhice, o cerimonial da morte e o povo Fula. Os milicianos na CCaç. 18;
Capítulo Sétimo;
- Ieró Embaló;
Capítulo Oitavo
- O autor fala de si próprio e do 25 de Abril;
Capítulo Nono
- O fim da comissão do BCaç 2892, a chegada do BCaç 3852, as minhas férias e o retorno à guerra;
Capítulo Décimo
- O outro capitão da Aldeia Formosa: Horácio Malheiro;
Capítulo Décimo Primeiro
- A noite dos horrores, ou o conflito armado entre metropolitanos a africanos a ainda a morte de Virgolino Ribeiro Spencer;
Capítulo Décimo Segundo;
- O pensar dos outros;
Capítulo Décimo Terceiro;
- As histórias recambolescas da guerra que escaparam a 'Rumo a Falacunda';
Capítulo Décimo Quarto;
- Muralha Quimérica;
Capítulo Décimo Quinto
- O rescaldo final e as dúvidas sobre algumas coisas, que bem gostaria de ver esclarecidas;
Capítulo Décimo Sétimo
- Porque não fui condecorado com a Torre de Espada, de valor, lealdade e mérito;


Nota: No original, os capítulos passam do 15.º para o 17.º e não faltam páginas.
Trata-se com certeza de gralha.


Obras do autor:
- 'Rumo a Falacunda' - Palimage 2000;
- 'QUEBO - Nos confins da Guiné' - Palimage 2014;


Preço: 30,00€

Ultramar & Guerra colonial - 'ANGOLA - Na África deste tempo', de Horácio de Sá Viana Rebelo - Lisboa 1961



Ultramar - Do antigo govermador-Geral na apresentação da sua actividade nesta antiga colónia portuguesa


'ANGOLA - Na África deste tempo'
De Horácio de Sá Viana Rebelo
Edição de autor
Lisboa 1961


Livro com 296 páginas, em bom estado de conservação.
Apresenta algum desgaste na capa e lombada.
MUITO RARO.

O autor, que exerceu o cargo de Governador-Geral de Angola, editou esta obra com parte das suas intervenções ao longo do seu exércício, com a reprodução dos discrusos que então proferiu nas mais variadas circunstâncias.

Um interessante e histórico documentos.


Preço: 50,00€

Portugal & 25 de Abril de 1974 - 'ALVORADA EM ABRIL', de Otelo Saraiva de Carvalho - Lisboa 1984 - RARO




Portugal - Da autoria do principal estratega do golpe do 25 de Abril de 1974


'ALVORADA EM ABRIL'
De Otelo Saraiva de Carvalho
Edição Ulmeiro
Lisboa 1984


Livro com 672 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


O livro escrito pelo 'cérebro' do golpe de 25 de Abril de 1974, que derrubou o regime do Estado Novo, em que o seu autor reproduz inúmeros documentos sobre aquele acpontecimento de que foi sem margems para dúvidas um dos principais elementos.

Da contra-capa:
"Neste livro se fala - De Soldados e generais. - De cabos, de brigadeiros - De furriéis e de coronéis. - De sargentos, tenentes-coronéis - Subalternos e majores - Sobretudo, de capitães.

É dedicado, - Com o meu fraterno sentimento - De camaradagem - E admiração, - Atodos aqueles - Dentre eles.

Que de alguma forma contribuíram - Para que um 25 de abril - Fosse possível em Portugal.

Eles foram 'Os Capitães de Abril' - Que restituiram - Às Forças Armadas - O seu prestígio há muito tempo perdido - E permitiram - Ao bem-amado Povo trabalhador português - Tocar finalmente - Com as mãos ambas e sôfregas - Nal alvorada daquele dia - A LIVERDADE."
"



Do ÍNDICE:
- Prefácio (Eduardo Lourenço);
Parte I
DE 1964 A 194: EM QUE MEDIDA A PORTUGUESA HISTÓRIA RECENTE CONTRIBUIU PARA A FORMAÇÃO DO 'MOVIMENTO DOS CAPITÃES'
- 1. 'A proletarização das Forças Armadas'; 2. 'O General sem Medo'; 3. Pela primeira vez, 'O Meia Nau'; 4. 'Para Angola, rapidamente e em força'; 5. 'Olho por olho, dente por dente...'; 6. A face oculta de um herói; 7. 'Dez mil Arcanjos com espadas flamejantes'; 8. Uns fabianos, vagamente militares de opereta; 9. 'O botas' bate a bota; 10. Fazer sinal à esquerda e virar à direita; 11. Um candidato a presidente na linha de montagem; 12. 'O meu General é doido'; 13. 'Para o Povo se faz a Feira'; 14. 'A monobra psicológica em curso'; 15. Marcelo e o 'estado de subversão'; 16. O 'Congresso dos Combatentes'. Aqueles badamecos!; 17. Espetando os penduricalhos; 18. Um elefante no jardim;
Parte II
A PENÚLTIMA GOTA DO CÁLICE OU DE COMO OS CAPITÃES ENTRARAM EM CÓLERA
- 1. O Decreto-Lei n.º 353/73. 'O Meia Nau' mete água; 2. Manifestação de força: cento e trinta e seis capitães em Évora!; 3. 'O Meia Nau' naufraga. O Movimento organiza-se; 4. Via para a reconquista do prestígio: golpe militar ou legalismo?; 5. Um 'velho' tenente-coronel impaciente. Segunda intervenção; 6. Entre nós, pela primeira vez, um coronel; 7. Kaúlza e os capitães. Despolitizados mas não tanto, general!; 8. O Movimento rompe num pequeno espaço aéreo. 9. Os acontecimentos de Moçambique. O Movimento politiza-se; 10. Programa para o Movimento, precisa-se; 11. 'PORTUGAL E O FUTURO': uma acha na fogueira; 12. Prepara-se o miniplenário; 13. 5 de Março de 1974. O Movimento define-se; 14. Capitães em 'sequestro'. Algumas horas de total clandestinidade; 15. 'a ordem de operações vem assinada pelo nosso general?';
Parte III
A ÚLTIMA GOTA DO CÁLICE OU DE COMO SE CHEGA FINALMENTE À CONCLUSÃO DE QUE 'ISTO VAI À PORRADA'
- 1. 'A Bigada do Reumático'; 2. 'Mandem daí uma bateria pra Lisboa'; 3. A máquina repressiva do regime é posta em movimento; 4. 'Só a coluna das Caldas vem a caminho'; 5. O fim da aventura. E agora capitães?; 6. 'Reina a ordem em todo o país';
Parte IV
O TRIUNFALISMO DO REGIME E A TEIMOSIA DOS CAPITÃES OU DE COMO PERDER UMA BATALHA NÃO SIGNIFICA NECESSARIAMENTE PERDER A GUERRA
- 1. Sporting, 2 - Porto, 0; 2. A lógica do poder; 3. Pessimismo e apreensão; 4. Tudo se explica. Lamçam-se as bases para a 'viragem histórica'; 5. Algumas dificuldades inesperadas; 6. A ideia de manobra; 7. A importância da informação radiodifundida no conceito da operação; 8. Que é feito dos boinas-verdes?; 9. A organização militar. Forças amigas, neutras e inimigas; 10. A organização política e a responsabilidade da escolha dos 'crânios dirigentes'; 11. 'Alternativa ? Qual alternativa?; 12. 'Nunca mais farei guerra nenhuma no Ultramar'; 13. 'O Mapa das Estradas?; 14. 'Alea jacta est'; 15. 'O Povo é quem mais ordena'; 16. Primeiros objectivos: 'Mónaco, México, Tóquio'. A informação audio-visual é nossa; 17. 'A situação está sem alteração e sob controlo'; 18. 'Inscreve: Aeroporto da Portela conquistado e controlado às quatro e vinte.'; 19. 'Aqui, Posto de comando do Movimento das Forças Armadas.' 20. Pobres homúnclos desgarrados; 21. Alarme nas hostes governamentais!; 22. 'Senhor Presidente, a revolução está na rua!'; 23. 'Imaginas o que é estar à janela do gabinete do ministro?'; 24. 'Agora já é tarde!'; 25. 'Tudo em bem no Mar da Palha...'; 26. Um ídolo popular; 27. O Movimento domina a situação em todo o país; 28. 'Antes de mais nada não me chame camarada'; 29. 'Prende mas é esses gajos...'; 30. 'Parece-me que não há nada a fazer, meu general!'; 31. Resolve-se a situação. O poder não cai na rua; 32. Boatos e outras coisas da reacção; 33. A melhor prenda que me podias dar; 34. 'A Pátria est´-vos agradecida; 35. 'Olha que o tipo é cá preciso;
ANEXOS
Do I ao XXXIII
Índice de abreviaturas e siglas;
Índice onomástico.



Preço: 32,50€

Portugal & Descolonização - 'A INVENTONA DO 28 DE SETEMBRO', de A. Neves Anacleto - Lisboa 1976 - Raro



Portugal & Descolonização - A denúncia da manipulação da descolonização em favro da FRELIMO por parte das autoridades militares portuguesas


'A INVENTONA DO 28 DE SETEMBRO (Quem a fez?)'
De A. Neves Anacleto
Edição de autor
Lisboa 1976


Livro com 178 páginas e em muito bom estado de conservação.
De difícil localização.
Raro.


O autor, um cidadão oposicionista e interveniente no regime anterior com conflitos com as autoridades e a PIDE/DGS revela episódios e denuncia a manipulação das novas autoridades em favor dos representantes revolucionários da FRELIMO em Moçambique e de partidos marxistas em Portugal e detrimento de outras forças, nomeadamente naquela ex-colónia portuguesa, de personalidades como Joana simeão, Máximo dias e Lázaro Kavandame, entre outros.

O autor relacionada a queda do General António de Spínola em Setembro de 1974, com o agudizar e radicalização do processo de descolonização em Moçambique, onde as autoridades políticas, administrativas e militares terão tomado partido pela FRELIMO (em detrimento das restantes forças e individualidades moçambicanas), pondo assim fim a uma possível instauração de um regime democrático e eleições livres e a entrega do poder ao movimento guerrilheiro, ou seja a um partido único, como de facto viria a acontecer.


do ÍNDICE:
- Uma explicação;
- A MOTIVAÇÃO DO 25 DE ABRIL;
- A MINHA FALTA DE ENTUSIASMO PELO 25 DE ABRIL;
- O PROGRAMA DO M.F.A.;
- O PROGRAMA DA FRELIMO;
- A TRAIÇÃO DE PORTUGUESES;
- O CÉREBRO...;
- O PORQUÊ DE UM PANFLETO;
- O DISCURSO DE SPÍNOLA DE 10 DE SETEMBRO;
- A MANIFESTAÇÃO DA MAIORIA SILENCIOSA;
1. - Indicentes com a colagem de cartazes muito suspeitos; 2. - Parece gorada a anunciada manifestação atribuida à extrema-direita; 3. - O que dizem os nossos correspondentes; 4. - As inscrições para a manifestação eram na sede do Partido Liberal no Porto; 5. - MDP: "Manifestação-burla que ofenderia o nosso povo"; 6. - Ainda o caso da manifestação dita da maioria silenciosa!!!; 7. - A nossa posição; 8. - O que devemos fazer;
- O DIA 28 DE SETEMBRO;
- DA NOITE AO DIA;
- PARA CÁ DO 28 DE SETEMBRO;
- POUCO TEMPO DEPOIS...;
- OUTRO AINDA PIOR... O 25 DE ABRIL NÃO FOI NACIONAL;
- PARTE FINAL;
- ADENDA;


Preço: 30,00€

domingo, 28 de junho de 2015

Ultramar & Literatura - 'MENSAGEM - Casa dos Estudantes do Império' - Lisboa 1996 - 2 volumes - MUITO RARO




Ultramar - A reedição das publicações da CEI em 2 volumes


'MENSAGEM - Casa dos Estudantes do Império' (2 volumes)
Edição ALAC (África, Literatura, Arte e Cultura)
Lisboa 1996

Um excepcional edição da ALAC em 2 volumes num total de 1.466 páginas.
Em muito bom estado de cobnservação, excepcional.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO


'MENSAGEM - Casa dos Estudantes do Império'
Volume I

Livro com 720 páginas.

Do ÍNDICE:
- Nota prévia;
- INTRODUÇÃO - 'Uma Casa de Mensagens Anti-Imperiais', de Pires Laranjeira;
- MENSAGEM n.º 01 - Julho de 1948;
- MENSAGEM n.º 02 - Setembro de 1948;
- MENSAGEM ANGOLANA - Outubro de 1948;
- MENSAGEM n.º 4 - 5 - 6 - Outubro, Novembro e Dezembro de 1948;
- MENSAGEM n.º 7 - Janeiro de 1949;
- MENSAGEM n.º 8 - 9 - 10 - Fevereiro, Março e Abril de 1949;
- MENSAGEM n.º 11 - Maio a Dezembro de 1949;
- MENSAGEM n.º 12 - Janeiro a Julho de 1949;
- Separata da MENSAGEM (Dedicado à poesia em Moçambique);
- MENSAGEM n.º 13 - Janeiro de 1952;
- Boletim da CEI - Ano I - n.º 1 - Novembro de 1957 - RELATÓRIO E CONTAS;
- Boletim da CEI - Ano I - n.º 2 - Janeiro de 1958;
- Boletim da CEI - Ano I - n.º 3 - Fevereiro de 1958;
- Boletim da CEI - Ano I - n.º 4 - Março de 1958;
- Boletim da CEI - Ano I - n.º 5 - Abril de 1958;
- Boletim da CEI - Ano I - n.º 6 - 1958;
- Boletim da CEI - Ano I - n.º 7 - Novembro de 1958;
- Boletim da CEI - Ano II - n.º 1 - Janeiro de 1959 (Dedicado aos poetas de Angola);
- Boletim da CEI - Ano II - n.º 8 - Janeiro de 1959;
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano II - n.º 3 - Abril de 1959 (Dedicado ao estudante ultramarino);



'MENSAGEM - Casa dos Estudantes do Império'
Volume II

Livro com 746 páginas.

Do ÍNDICE:
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano III - n.º 1 - Janeiro de 1960;
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano III - n.º 2 - Fevereiro de 1960;
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano III - n.º 3-4 - Março / Abril de 1960;
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano III - n.º 5-6 - 1960;
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano III - n.º (?) - 1961 (?);
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano XIV - n.º (?) - 1962;
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano XIV - n.º 3 - Agosto de 1962;
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano XIV - n.º 4 - Novembro de 1962;
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano XV - n.º 1 - Abril de 1963;
- MENSAGEM - Boletim da CEI - Ano XV - n.º 2 - Junho de 1963;
- CEI - 'FOME OU ABUNDÂNCIA', de Álvaro Mateus - Fevereiro de 1964;



Preço: 275,00€

Moçambique & Descolonização - Lote de 2 revistas 'TEMPO', n.º 191 e 193 de 1974 - MUITO RARAS



Moçambique & Descolonização -


Lote de 2 revistas 'TEMPO', n.º 191 e 193 de 1974.
Editadas em Lourenço Marques, Moçambique.
Muito ilustradas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARAS.


1. - Revista 'TEMPO', n.º 191 - de 12 de Maio de 1974.
Com 64 páginas.

Temas en destaque:
- MOÇAMBIQUE E O FUTURO: momento político;
Textos de Mota Lopes, José Quatorze, Albino Magaia e Luís David.
Fotografias de Ricardo Rangel, Kok Nam e Fernando Galamba.
- O POVO DISSE NÃO AO GUMO - "RUA GUMO" - Gritaram milhares de pessoas no Xipamanine
Histórica manifestação pró-FRELIMO
- UNIÃO DE 'MOÇAMBICANOS': "Segurar isto..."
'União de Moçambicanos' une-se ao FICO
- FRELIMO: O QUE É - Cessar-fogo príncipio de paz?;
1 - Ideologia e história; 2 - Do nacionalismo Africano à revolução; 3 - Propostas de cessar-fogo, príncipio de Paz
Texto de Carlos alexandre
- JOAQUIM ALVES (Vilanculos) - Construção, declínio e queda de um pequeno império
- POPULAÇÃO LISBOETA NUMA VERDADEIRA CAÇA AO "PIDE";
- CARTA ABERTA AOS MOÇAMBICANOS

5 páginas - António de Almeida Santos


2. - Revista 'TEMPO', n.º 193 - de 2 de Julho de 1974.
Com 64 páginas.

Temas em destaque:
- MOÇAMBIQUE E O FUTURO: Momento político
- DR. ALMEIDA SANTOS - Ministro da Coordenação Interterritorial
- QUE PRETENDEM OS GRUPOS POLÍTICOS MINORITÁRIOS?

Democratas: campanha de esclarecimento (Dr. João Afonso dos Santos)
PRUMO: Sobrevivência das estruturas sócio-económicas actuais (Dr. Joaquim Nunes Carvalho)
- QUE PENSA A FRELIMO DO GUMO?
Emissões da FRELIMO denunciam dirigentes e objectivos do GUMO
- "RECEBI A REBDIÇÃO DE MARCELO CAETANO"
Entrevista do capitão Salgueiro Maia
- BOMBEIROS MUNICIPAIS CONTRA 2.º COMANDANTE - (Teixeira Lopes)
- PORTUGAL - Constituição do novo governo
- A III REPÚBLICA PORTUGUESA TEM PRESIDENTE E GOVERNO PROVISÓRIO

'TEMPO' esteve presente - Rui Cartaxana enviado especial
- "QUEM FEZ A REVOLUÇÃO FOI O POVO E O MOVIMENTO DAS FORÇAS ARMADAS"
Entrevista exclusiva do Almirante Rosa Coutinho - Rui Cartaxa e fotos de Luís F. Baptista
- COMO E PORQUÊ SE DEU O PRIMEIRO E ÚNICO DESVIO DE UM AVIÃO EM MOÇAMBIQUE
Texto de Calane da Silva
- SAMORA MACHEL
Texto com 5 páginas e várias fotografias
- GREVE NO NOSSO COLEGA "DIÁRIO"
O primeiro grito de liberdade e independência da imprensa moçambicana
- 'OS RATOS E O NAVIO' - Rui Cartaxana


Preço: 0,00€ (Indisponivel)