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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘UM GRANDE MILITAR PORTUGUÊS - General Bettencourt Rodrigues (1918-2011)’ De António Pires Nunes - Lisboa 2024





Portugal & Guerra do Ultramar - Uma biografia pormenorizada de um dos mais brilhantes generais das Forças Armadas Portuguesas com importante e decisiva acção na guerra em Angola, particularmente na zona Leste e no período final do conflito travado na antiga província ultramarina portuguesa da Guiné, substituindo ali a passagem do General António de Spínola, uma obra de leitura e consulta obrigatória sobre a guerra em África 


‘UM GRANDE MILITAR PORTUGUÊS’ 
General Bettencourt Rodrigues (1918-2011) 
De António Pires Nunes 
Edição Tribuna da História 
Lisboa 2024 


Livro com 248 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da Contracapa: 
“Bethencourt Rodrigues é considerado por muitos o melhor general do séc. XX e sê-lo-ia também em qualquer outro Exército.
Foi o único oficial a ser escolhido para três difíceis missões de liderança, nas quais sempre se agigantou: Chefe de Estado-Maior da Região Militar de Angola (61/63), onde combateu a guerrilha no Norte; Comandante da Zona Militar Leste (71/73), onde venceu a Batalha do Leste mediante uma operação militar e um plano de desenvolvimento; Governador e Comandante-Chefe das Forças Amadas da Guine (73/74), onde substituiu o general Spínola depois de este ter desistido de continuar pela força das armas, continuando a senda vencedora que o caracterizava e onde o Golpe Militar de 25 de Abril o foi surpreender.
A forma ignominiosa como foi afastado é a maior mancha da geração de oficiais daquela época.
O General José Manuel de Bethencourt Rodrigues foi um grande português, um grande chefe militar, um comandante de aguda inteligência estratégica e muito apreciado pelos bravos.”
António Pires Nunes - O Autor 


O AUTOR: 
“António Lopes Pires Nunes, tenente-coronel de Artilharia na situação de reforma, galardoado, entre outras, com a Medalha de Ouro de 'Serviços Distintos', nasceu em Castelo Branco em 1939. Licenciado em História pela Universidade de Coimbra, colaborou com a Universidade Técnica de Lisboa e a Universidade Lusíada em cursos de pós-graduação e mestrados. 
Foi professor do IAEM e da Universidade Lusófona. Sócio Fundador da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, da qual foi vice-presidente; Sócio Efetivo da Revista Militar; membro do Plenário e da Comissão Científica da Comissão Portuguesa de História Militar; Sócio de Mérito da Sociedade Histórica da Independência de Portugal e Sócio Benemérito da Liga dos Combatentes. 
Tem quatro distinções do Prémio de Defesa Nacional, destinado a premiar trabalhos de História Militar (Primeiro Prémio em 1991, 1999 e 2014, Menção Honrosa em 2011). 
Foi designado Comissário da Exposição Universal de Sevilha de 1992, em representação do Ministro da Defesa Nacional, convite que declinou. Tem participado em vários congressos, simpósios e jornadas, nacionais e internacionais, na área da Castelologia, nalguns dos quais foi Secretário-geral e membro da Comissão Científica.
Docente no I Seminário de Formação sobre História, Conservação e Utilização do Património Histórico-Militar, em 1985, organizado pela APAC, e do curso de Museologia Militar, em 1988, organizado pela Direcção do Serviço Histórico-Militar. Conferencista convidado pela Universidade Católica nas Comemorações do VII Centenário do Tratado de Alcanices com um trabalho sobre os castelos do Ribacôa. Orientou a organização da sala da Torre de Menagem do castelo de Bragança e foi membro de uma das comissões da candidatura de Marvão a Património Mundial. Participou no colóquio da Comissão Portuguesa de História Militar de homenagem a Vasco da Gama, com a conferência 'Fortalezas da Era Gâmica'. Tem estudos publicados sobre os castelos de Melgaço, Bragança, Castelo Rodrigo, Castelo Branco.” 



Do ÍNDICE: 

Lista de Abreviaturas 
NOTA INTRODUTÓRIA 
PREFÁCIO 
EPITÁFIO DO GENERAL ESPÍRITO SANTO 

OS MOVIMENTOS INDEPENDENTISTAS ARMADOS 

O GENERAL BETHENCOURT RODRIGUES CHEFE DO ESTADO-MAIOR 
DO QUARTEL-GENERAL DA REGIÃO MILITAR DE ANGOLA 
- A Força Aérea Voluntária 
- A formação dos Quadros Milicianos 
- O Plano de Operações Centauro Grande 
- O Plano Marfim Negro do Comando da Região Militar de Angola 
- O General Bethencourt Rodrigues e os Pára-quedistas na Zona de Intervenção Norte 
- O General Bethencourt Rodrigues e a formação dos Comandos 

O GENERAL BETHENCOURT RODRIGUES COMANDANTE DA ZONA MILITAR LESTE 
- As estratégia em confronto 
- Início das guerrilhas da UNITA e do MPLA 
- A Contra-Ofensiva das Forças Armadas Portuguesas 
- A Cavalaria a cavalo 
- O General Bethencourt Rodrigues e as tropas irregulares 
- A Marinha de Guerra 
- O novo conceito de Contra-Subversão o Despacho de 7 de Outubro de 1967 
- A Directiva Angola em Armas 
- Alteração da estratégia militar em Angola 
Concepção do CCFAA, General Costa Gomes 
- Concretização da Concepção do Comandante-Chefe no Comando da nova Zona Militar Leste 
- Manobra na ZML 
Manobras sobre as populações, o Plano de Desenvolvimento no Leste 
Manobra sobre o terreno 
Manobra de Acção Psicológica 
Manobra de informação e e Contra-Subversão 
A Manobra militar 
Depoimento do Major-General Ferreira Pinto 
As operações decisivas
   O Agrupamento Comando Siroco - 1971 
   O Agrupamento Comando Raio - 1972 (Operação Rojão IH) 
   O Grande Dilema - Atacar a Rota do Luena ou de novo A Rota do Cuando 
     A Operação na Manga do Luena 
     Operação Rubi/IH - A Morte do Cuembe 
   O Golpe Final da Região Ninda-Sete-Chiume 
   Depoimento do Coronel Comando Oliveira Marques 
A Operação Madeira e a aproximação à UNITA 
   Aspectos gerais 
   Génese da Operação Madeira 
   Estudo da Situação e Directiva n. 12/71 da Zona Militar Leste 
   Aspectos particulares 
     Objectivo fixado para a Operação 
     A posição de Jonas Savimbi 
     Ofício do Comandante da ZML ao CCFAA 
   O problema da integração 
   Carta de Savimbi ao Governador-Geral de Angola 
   Aspectos militares 
     O Status Quo e a atribuição de sectores à UNITA 
     Cedência de armamento 
     Operação Consulta 
   O General Bethencourt Rodrigues deixa a Zona Militar Leste 
     A quebra do Acordo 
   Memorando do CEMGFA 
   Carta de Savimbi a um madeireiro 
   Rascunho do CEMGFA sugerindo a substituição do General Hipólito 
   O Comando da Zona Militar Leste e as populações sob controlo da UNITA 
   Apreciação Final 
- Depoimento do Major Carlos Acabado sobre a Força Aérea 
- O Centro Conjunto de Apoio Aéreo - Os Primos 
- Operações e batalhas 
- A expressão da vitória 
- Um último olhar sobre a Zona Militar do Leste 

O GENERAL BETHENCOURT RODRIGUES GOVERNADOR 
E COMANDANTE-CHEFE DAS FORÇAS ARMADAS NA GUINÉ 
- Depoimento do Coronel Comando Rui Guerra Ribeiro 
- Destino de um herói 

OS ÚLTIMOS ANOS DE BETHENCOURT RODRIGUES 

FALECEU O GENERAL BETHENCOURT RODRIGUES 

OS CHEFES DO ESTADO-MAIOR GENERAL DAS FORÇAS ARMADAS 

BIBLIOGRAFIA 
- Documentos militares 

Agradecimentos 


Preço: 47,50€; 

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

África & Cultura - ‘2011 - GUINÉ-BISSAU’, de Ana Vaz Milheiros - Porto 2012 - MUITO RARO;








África & Cultura - Um roteiro de uma viagem à Guiné-Bissau para a visualização e análise de monumentos e edificações públicas, sob o ponto de vista arquitectónico 


‘2011 - GUINÉ-BISSAU’ 
De Ana Vaz Milheiros 
Edição Circo de Ideias 
Porto 2012 


Livro com 52 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“Está colecção procura construir um mapa afectivo de viagens singulares realizadas por personagens reconhecidas da cultura arquitectónica portuguesa. Um roteiro pelos vários continentes, mas também pelo universo dos autores. 
Italo Calvino, nas suas ‘Cidades Invisíveis’, sonha a viagem de um melancólico Marco Polo seguindo um itinerário traçado sobre um atlas de cidades inventadas que, surpreendentemente, nos falam de Veneza. 
Através desta colecção, como a Veneza de Marco Polo, territórios elevados no mapa, cidades físicas transformadas em território do imaginário, paisagens densas apropriadas pelo poeta.“ 

“Nada garante que Kublai Kan acredite em tudo o que diz Marco Polo ao descrever-lhe as cidades que visitou nas suas missões, mas a verdade é que o imperador dos tártaros continua a ouvir o jovem veneziano com maior atenção e curiosidade que a qualquer outro enviado.“ 
Italo Calvino, in ‘Cidades invisíveis’ 



Do ÍNDICE: 

Guiné-Bissau 
Missão Arquitectónica 
Bissau, cidade da primeira república 
A cidade jardim dos Trópicos 
O futuro de África é a China 
Ruínas pré-coloniais 
Arquitecturas maneiristas 
Estação Meteorológica de Bissau 
O Bairro de Santa Luzia 
O Bairro da Ajuda 
O melhor edifício da cidade 
Geometrias pop 
Migrações africanas 
Mais mundo houvera 
Bafatá 
Um hospital com vista sobre a cidade 
Cantuboel 
Mercados 
A escola primária de Cacheu 
Cine-Canchungo 
A Estação dos CTT de Gabú 
Ponte sobre o rio Mansoa 

Bibliografia 
Biografias 
- Ana Vaz Milheiros (1968, Lisboa) 
- Eduardo Costa Dias (1946, Funchal);


Preço: 72,50€; 

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Portugal - Ultramar & Poesia - ‘ÁFRICA RAIZ’, de Fernanda de Castro - Lisboa 1966 - MUITO RARO;








Portugal - Ultramar & Poesia - A obra de Fernanda Castro é uma narrativa em verso de fragmentos da vida de várias personagens da Guiné, Fulas, Mancanhas, Manjacos, Papéis, que culmina com a morte de Joaquim Có, com ilustrações do artista angolano Eleutério Sanches 


‘ÁFRICA RAIZ’ 
De Fernanda de Castro 
Capa de Eleutério Sanches 
Ilustrações de Inês Guerreiro 
Edição da Autora 
Lisboa 1966 


Livro com 62 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


A AUTORA: 
“FERNANDA DE CASTEO (1900-1994)

Autora de inúmeros livros, no âmbito da literatura infantil, da poesia, do romance e do teatro, e ainda tradutora (traduziu o Diário, de Katherine Mansfield [1888-1923], e ‘Cartas a um Poeta’, de Rilke [1875-1926]), Fernanda de Castro tem tido a sua obra ignorada nas últimas décadas. Esquecimento a que não será alheia a marginalização da própria obra de seu marido, António Ferro (1895-1956). Factos certamente indissociáveis, pelos menos em parte, da imagem de ligação ao Estado Novo que o casal teve nas décadas de 1930 e 1940 e do entusiasmo que Ferro inicialmente manifestou pelo modelo fascista de Mussolini (1883-1945).

Diversos aspectos autobiográficos da vida da escritora, desde 1906 a 1987, encontram-se registados nas memórias intituladas ‘Ao Fim da Memória’, I (1986) e II (1988), uma reformulação do volume de memórias ‘O Pequeno Eu’, anunciado na década de 1960 e nunca publicado. A actividade da escritora e as suas relações com  elementos do meio artístico e literário, nacional e internacional, encontrar-se-ão também documentadas naquela que se presume seja a sua volumosa correspondência, ainda inédita. Sabe-se que, entre outras personalidades, manteve longa correspondência com a poetisa brasileira Cecília Meireles (1901-1964).

Fernanda de Castro raramente se debruçou sobre a temática africana até à publicação deste longo poema, que surge por  razões particulares. A dedicatória do livro desvenda parte dessas razões – ‘À terra de Bolama, em cujos braços repousa minha Mãe.’ Antes deste volume, havia publicado ‘Mariazinha em África’ (1959), uma obra de literatura infantil, tendo publicado posteriormente ‘Fim de Semana na Gorongosa’ (1973).” 


Obras da Autora: 
POESIA 
- ‘CIDADE EM FLOR’ 
- ‘JARDIM’ 
- ‘DAQUÉM E DALÉM ALMA’ 
- ‘39 POEMAS’ 
- ‘EXÍLIO’ 
- ‘ASA NO ESPAÇO’ 
- ‘A ILHA DA GRANDE SOLIDÃO’ 
ROMANCE 
- ‘O VENENO DO SOL’ 
- ‘MARIA DA LUA’ (Prémio Ricardo Malheiros, da Academia das Ciências) 
- ‘SORTE’ 
- ‘RAIZ FUNDA’ 
LITERATURA INFANTIL 
- ‘VARINHA DE CONDÃO’ (Contos, em colaboração com Teresa Leitão de Barros) 
- ‘O TESOURO DA CASA AMARELA’ (Teatro infantil) 
- ‘MARIAZINHA EM ÁFRICA’ (romance) 
- ‘AS AVENTURAS DE MARIAZINHA’ (romance) 
- ‘A PRINCESA DOS SETE CASTRLOS’ (romance) 
- ‘FIM DE SEMANA NA GORONGOZA’ 
TEATRO 
- ‘A PEDRA NO LAGO’ 
- ‘A ESOADA DE CRISTAL’ 
TRADUÇÕES 
- ‘DIÁRIO’ de Katherine Mansfield 
- ‘CARTAS A UM POETA’, de Rainet Maria Rilke 
NO PRELO
- ‘Rua Velha’ (poesia) 
- ‘Bloco 67’ (poesia) 
- ‘O pequeno Eu’ (diário) 
- ‘Fontebela’ (romance) 


Preço: 52,50€; 

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

África & História - Revista ‘JEUNE AFRIQUE’, n. 330 - 07.05.1967 - (Amílcar Cabral ‘LES AFRICAINS QUI SE BATTENT’) - Paris 1967 - MUITO RARO;











África & História - Uma reportagem em destaque na revista francesa com o líder do PAIGC, movimento de libertação que combatia a administração colonial portuguesa na Guiné, um conflito que decorreu entre 1964 e 1974 


Revista ‘JEUNE AFRIQUE’, n. 330 - Dec07 de Maio de 1967. 
Amílcar Cabral ‘LES AFRICAINS QUI SE BATTENT’, par Ibrahima Signaté 
‘Mais oui. Malgré les défaillances et les désillusions, il y a encore des Africains qui se battent bien. A leur tête, un chef: Amílcar Cabral. Il a liberté, organisé, administré la moitié de son pays, la Guinée dite portugaise.’ 
Directeur général: Béchir Ben Yahmed 
Paris 1967 


Exemplar com 62 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
Amílcar Cabral dit comment il a libérté la moitié de son pays 
- ‘LES AFRICAINS QUI SE BATTENT’ 
- ‘AMÍLCAR CABRAL A GAGNE LA MOITIÉ DE LA BATAILLE’ 
‘Un demi-pays, une demi-liberté c’est beaucoup pour des hommes qui ont lutté seuls ou presque seuls. C’est déjá la promesse de la victoire totale. Il y a donc des Africains qui se battent avec succès. 
Notre collaborateur, Ibrahima Signaté a rencontré récemment Cabral qui lui a expliqué comment on administre un morceau de patrie libéré.’ 
- ‘Pédagogie du maquis’ 
- ‘Comme au Vietnam’ 
- ‘Le mérite de l’initiative’ 
- ‘Príncipes humanitaires’ 

Swaziland 
- ‘LE MINI-ROI A GAGNÉ’, par Mário Sampaio 


Preço: 77,50€; 

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Portugal - África & Ultramar - ‘O IMPÉRIO PORTUGUÊS ENTRE O REAL E O IMAGINÁRIO’, de Adelino Torres - Lisboa 1991 - MUITO RARO;





Portugal - África & Ultramar - Um estudo aprofundado da economia nas parcelas do Império colonial, particularmente nas ex-colónias africanas 


‘O IMPÉRIO PORTUGUÊS ENTRE O REAL E O IMAGINÁRIO’ 
De Adelino Torres 
Prefácio de Alfredo Margarido 
Edição ESCHER 
Lisboa 1991 


Livro com 360 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“Se os ‘cinco séculos’ de colonização portuguesa obtiveram resultados que muitos consideram insatisfatórios, mesmo do ponto de vista da colonização, isso deve-se antes de mais à vitória duradoura (trágica para Portugal e também para as suas colónias) do Mercantilismo sobre o liberalismo no século XIX. 
Da persistência do quadro de referência mercantilista - que se estende desde os primeiros contactos com África até aos anos 1960 - resulta a maior parte dos obstáculos ao progresso sonhado por muitas gerações. 
A consolidação do movimento mercantilista em finais do século XIX, e o cortejo de medidas que o acompanharam nas colónias - reforço do Pacto Colonial, isolamento alfandegário, fraca implantação da moeda, actividade polémica do Banco Nacional Ultramarino, legislação do trabalho obsoleta - perpetuaram a velha ordem anterior ao projecto económico liberal até ao final da primeira metade do século XX, apesar do esforço, e a vários títulos genial, de Norton de Matos. 
Contrariamente a certas teses tradicionais, o problemático desfasamento entre o real e o imaginário na obra colonizadora portuguesa, não se deve, como alguns supõem, ao capitalismo, mas, precisamente, à sua ausência nos territórios africanos. Da monarquia à Primeira República e desta ao ‘Estado Novo’, a continuidade fundamental na política da colonização portuguesa é, antes de mais, dominada pelo pensamento mercantilista, adversário da modernidade. 
Neste final do nosso século parece ser possível construir, em bases novas, um relacionamento, radicalmente diferente do passado, entre Portugal e as nações africanas, suas ex-colónias. As convergências serão porém, facilitaras se uns e outros eliminarem da sua memória mitologias e retóricas vãs. O que importa não é tecer libelos, em fim de contas de horizonte limitado, mas assumir a lição dos acontecimentos com o rigor possível para que o presente e, sobretudo, a construção do futuro, não seja, mais uma vez, punhados de ilusões, soçobrados ou projectos por terminar…“ 

Do PREFÁCIO de Alfredo Margarido: 
“Este trabalho analisa o que será, de agora em diante, um elemento central na explicação do facto colonial português: a existência de várias burguesias cujos interesses são mais concorrenciais do que convergentes. 
A leitura indispensável da obra de Adelino Torres pode mostrar-se inconformável. Mas será o conhecimento destinado a assegurar o conforto ou apenas a incomodidade criadora ?“


O Autor:
“ADELINO TORRES é professor Catedrático do Instituto de Economia e Gestão (Universidade Técnica de Lisboa). 
Publicou 4 livros e tem em preparação duas outras obras. 
Tem igualmente trabalhos publicados em revistas portuguesas e estrangeiras como ‘Análise Social’ (Lisboa), ‘Estudos de Economia’ (Lisboa), ‘NRF-Nouvelle Revue Française’ (Gallimard, Paris) 
É membro do CESA - Centro de Estudos Sobre África do Instituto Superior de Economia e Gestão.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Por Alfredo Margarido 
Dedicatória 

I PARTE 
Capítulo 1 - A CRISE DO PARADIGMA MULTISECULAR : COLONIZAÇÃO PORTUGUESA E VITÓRIA DO MERCANTILISMO 
Capítulo 2 - PENETRAÇÃO DE CAPITAIS EM ANGOLA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX 
1. - Uma ocupação colonial tardia 
2. - O problema dos capitais em Portugal 
3. - Capital metropolitano e capital colonial 
4. - As pautas aduaneiras da colonização 
5. - Das pautas aos produtos 
6. - Dos produtos aos transportes 
6.1 - Os carregadores 
6.2 - O caminho de ferro no século XIX 
6.3 - Marinha Mercante 
7. - Penetração do capital financeiro em Angola 

II PARTE 
Capítulo 3 - CAPITAL, ‘CAPITALISMO’ E TRABALHO NA VIRAGEM DO SÉCULO 
1. - Duas questões preliminares 
2. - O trabalho e sua reprodução 
3. - Legislação do trabalho: da abolição do tráfico à abolição da escravatura 
4. - Legislação do trabalho: da abolição da escravatura ao trabalho livre 
5. - Impossibilidade do trabalho assalariado livre ? Entre a tradição africana e o proto-capitalismo 
Capítulo 4 - CONFLITOS NOS TRIBUNAIS COLONIAIS 
1. - Economia, sociedade e práticas esclavagistas 
2. - Réus africanos 
3. - ‘Exportação’ de trabalhadores para S. Tomé 
4. - Expressões do conflito entre burguesia do litoral e burguesia do sertão 
5. - Dos tribunais ao quotidiano 
Capítulo 5 - MERCADORIAS, MOEDAS E PODER 
1. - O duo álcool-açúcar na economia angolana 
2. - A diferenciação das moedas-mercadorias 
3. - Da diferenciação à hierarquia das moedas-mercadorias 
4. - O controlo dos circuitos monetários 
Capítulo 6 - AS CONTRADIÇÕES DO PROJECTO ECONÓMICO 
1. - O proto-capitalismo colonial ameaçado 
2. - O ‘Estado Novo’ e a velha ordem mercantilista 

Conclusão 

- Bibliografia 
- Índice dos quadros 
- Índice dos gráficos e mapas 


Preço: 37,50€; 

domingo, 2 de agosto de 2026

África & Direitos Humanos - Jornal ‘PÚBLICO’, de 30.04.2025 - (‘DEZ DIAS SEM CULPA NO “CALOR INCRÍVEL DE UMA CELA’) - Lisboa 2025 - Raro;





África & Direitos Humanos - A denúncia da violação dos Direitos Humanos e de detenções sem formalismos jurídicos e de forma abusiva na Guiné-Bissau 


Jornal ‘PÚBLICO’, de 30 de Abril de 2025.
‘DEZ DIAS SEM CULPA NO “CALOR INCRÍVEL DE UMA CELA’
Lisboa 2025 


Exemplar com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Raro. 



Tema em destaque: 
- ‘DEZ DIAS SEM CULPA NO “CALOR INCRÍVEL DE UMA CELA CHEIA DE MOSQUITOS NA GUINÉ-BISSAU’, por António Rodrigues 
‘Libertados os cinco detidos pelo fogo posto em máquina de mineração.’ 
“Foi o pior que vivi na minha vida”, afirma Valentina Cirelli. 


Preço: 15,00€; 

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Portugal - África & História - Revista ‘AFRIQUE ASIE’, n. 58 - 10.06.1974 - (‘GUINEA-BISSAU: LA VÉRITÉ SUR LES NEGOCIATIONS’) - Paris 1974 - MUITO RARO;















Portugal - África & História - Importante Dossier sobre as negociações entre as novas autoridades portuguesas após o derrube do regime do Estado Novo e os movimentos de libertação, com destaque para as negociações com o PAIGC sobre a Guiné e Cabo Verde, referências aos massacres em Moçambique no final da guerra colonial e o apelo da oposição a Agostinho Neto para a realização de um Congresso do MPLA perante a eminência do processo de descolonização em Angola 


Revista ‘AFRIQUE ASIE’, n. 58 - De 10 de Junho de 1974.
‘GUINEA-BISSAU: LA VÉRITÉ SUR LES NEGOCIATIONS’ 
Paris 1974 


Exemplar com 58 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
- ‘GUINEA-BISSAU: LA VÉRITÉ SUR LES NEGOCIATIONS’ 
Par Aquino de Bragança 
‘Que s’est passé à Londres, entre les négociateurs portugais et guinéens ?
Trois des envoyés spéciaux d’AFRIQUE ASIE’, Aquino de Bragança, Jack Bourderie et Wilfred Burchett, qui ont suivi le déroulement de la première phase des pourparlers, en présentent ici le Dossier.’ 
‘Pressions américaines’ 
“Même avec le diable…” 

Les negociations de Londres 
- ‘LA MORT D’UN PROJET’, par Wilfred Burchett 
‘A Londres, Wilfred Burchett a suivi la prémiere rencontre entre les délégués portugais et africains. Ils s’est souvenu d’autres conférences…’ 
‘Eviter l’impasse’ 

Lisbonne 
- ‘LES CHEMINS DE LA DÉMOCRATIE’, par Aquino de Bragança 
‘On connait encore mal la Partie immergée des forces qui détiennent Aujourd’hui le pouvoir au Portugal.’ 
“Le reste, c’est du vent” 
‘Une direction bicéphale’ 

Les negociations de Londres 
- ‘LA QUESTION DU CAP-VERT’, par Jack Bourderie 
‘Les malentendus’ 
‘Une grande victoire’ 

Mozambique 
- ‘LES 220 JOURS LES PLUS LONGS D’INHAMINGA’ 
‘Le Terrorisme et les massacres perpétrés par les portugais dans et autour d’Inhaminga (Mozambique) entre aoút 1973 et mars 1974 relatés par les Pères travaillant dans cette mission.’ 
Journal des Pères des Sacrés-Coeurs 

- ‘ANGOLA: DERNIÈRES MANOEUVRES DE HOLDEN ROBERTO’ 
Par Pietro Petrucci 

- ‘APPEL POUR UN CONGRÈS DU MPLA’ 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Portugal - Estado Novo & História - ‘O Essencial sobre A PIDE’, de Irene Flunser Pimentel - Lisboa 2023 - Raro;





Portugal - Estado Novo & História - O historial e análise das polícias políticas da ditadura militar de 28 de Maio de 1926 ao derrube do regime a 25 de Abril de 1974, passando pelas diversas fases que culminou com a transformação da PIDE em DGS por Marcelo Caetano na designada ‘primavera marcelista’ após a sua designação como chefe do governo na sequência da morte de António de Oliveira Salazar 


‘O Essencial sobre A PIDE’ 
De Irene Flunser Pimentel 
Edição da Imprensa Nacional 
Lisboa 2023 


Livro com 142 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“ ‘O Essencial sobre A PIDE’ - Irene Flunser Pimentel 

A PVDE/PIDE/DGS ajudou 
o regime a manter-se, assim como 
outros dos seus grandes pilares, 
a Igreja Católica e sobretudo as 
Forças Armadas, que asseguraram 
a continuidade do regime, em 1958, 
durante o ‘terramoto delgadista’ 
e em todo o período da guerra colonial. 
Mas que a polícia política era essa, 
quais os seus fundamentos, 
práticas e ramificações ?“ 



Do ÍNDICE: 

PRÓLOGO: A tomada da sede da PIDE/DGS 
- Os tiros para o ‘ar’ e a rendição da DGS 

1. - AS POLÍCIAS POLÍTICAS DA DITADURA MILITAR, 1962 - 1932 
- Dois grupos no seio da Ditadura Nacional 

2. - A CHEGADA DE SALAZAR AO PODER E A POLÍCIA DE VIGILÂNCIA E DE DEFESA DO ESTADO (PVDE), 1933 - 1945 
- Crimes de ‘rebelião’ e a criação da Polícia de Defesa Política e Social (PDPS) 
- A Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE) 
- Os alvos e métodos da PVDE 
- Uma PVDE à semelhança das polícias políticas fascista e nazi ? 
- Polícia política na Itália fascista e a PVDE 
- As polícias nazis e a PVDE 
- Polícias na Espanha de Franco 
- A PVDE durante a II Guerra Mundial e o PCP 
- Os presos da PVDE, até 1945 

3. - A POLÍCIA INTERNACIONAL DE DEFESA DO ESTADO (PIDE), 1945 - 1969 
- As primeiras duas fases da vida da PIDE, 1945 - 1960 
- A ‘internacionalização’ da PIDE 
- Homero de Matos substitui Neves Graça, na direcção da PIDE, 1960 - 1962 
- A terceira fase da vida da PIDE e a remodelação da Direcção, 1962 - 1969 
- A PIDE e as empresas 
- Os alvos da PIDE. Para que serviam as prisões ? 
- Uma polícia eficaz ? Os métodos da PIDE: informadores e tortura 
- A rede de informadores 
- A violência e a tortura nos interrogatórios 
- Objectivos de tortura e como nasce um torcionário 
- Modalidades de tortura: espancamentos, ‘estátua’ e ‘sono’ 
- O exemplo da CIA 
- O isolamento 
- Mulheres torturadas 
- Torturas com conotações sexuais e os terríveis anos de 1965 - 1966 

4. - A DGS, DURANTE O MARCELISMO 
- A quarta fase da vida da PIDE/DGS: recrudescimento das torturas 
- Marcello Caetano e a DGS: uma organização de ‘Intelligence’ ? 
- A reorganização da DGS, em 1972 

5. - O FIM DA DGS 
- O destino do director e de outros directores de serviços da DGS 
- O que aconteceu nas colónias ainda em guerra ? 
- Criação da Comissão de Extinção da PIDE/DGS 
- A Lei n. 8/75 de criminalização dos elementos da PIDE/DGS 
- O 25 de Novembro de 1975 e a aprovação da Constituição de 1976 
- Houve um processo de justiça de transição em Portugal ? O caso da PIDE/DGS 

NOTAS FINAIS: para que serviu a polícia política em Portugal ? 

Fontes 
Bibliografia 


Preço: 25,00€; 

sábado, 11 de julho de 2026

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘ADEUS, ATÉ AO MEU REGRESSO !’ - AAVV - Constância 2026;









Portugal & Guerra do Ultramar - Uma obra de profundidade que relata como foi o conflito que o país enfrentou nas suas antigas províncias ultramarinas de África (Angola, Guiné e Moçambique) e descreve as vidas dos militares oriundos do concelho de Constância na defesa da Pátria pelos seus testemunhos das suas vivências, num livro de grande cuidado organizativo, nas suas temáticas, é um excepcional arranjo gráfico, que torna o trabalho merecedor de um plano cimeiro no género e de consulta obrigatória. 


‘ADEUS, ATÉ AO MEU REGRESSO !’ 
Memórias da Guerra Colonial de Ex-combatentes 
do Conselho de Constância 
AAVV - Coordenação de Anabela Cardoso 
Texto de Miguel Luís 
Prefácio de Luís Albuquerque 
Fotografias de ex-combatentes e familiares 
Edição da Câmara Municipal de Constância 
Constância 2026 


Livro de capas duras, com 256 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 


Da contracapa:
“A História da Guerra Colonial, das suas evoluções políticas e militares, já foi feita por diversos autores. O contributo que lhe pudéssemos dar seria pouco mais do que confirmar tendências verificadas já noutros meios.
O nosso objeto de estudo é a população do concelho de Constância. A nossa investigação recai sobre os impactos físicos, psicológicos, sociais, entre outros, da Guerra Colonial, nos nossos ex-combatentes, seus familiares e amigos. Os quotidianos, os sentimentos envolvidos, em que a História militar e política são um plano de fundo.“ 


LISTA DOS PARTICIPANTES - Fontes Orais 
Acacio Gaspar Caldelas (Tancos) - Adelino Alberto Careca (Angola) - Albino Maria de Moura Marques (Angola) - Alexandre António Alves Félix (Angola) - Alice de Fátima Cabral Pissarra (Angola) - António Carlos Reis Ferreira (Moçambique) - António da Rocha do Vale Quaresma (Portugal) - António Fernando Heitor Morais (Angola, Moçambique e Guiné) - Arnaldo Francisco Corda Caxias (Índia e Angola) - Arsénio Gaspar Caldelas (Guiné) - Augusto Afonso Pissarra (Angola e Moçambique) - Augusto Alexandre (Índia) - Augusto Fernando Mendes Guterres (Moçambique) - Carlos Damaso Filipe - Cipriano Morgado Arsénio (Tancos) - Eduardo Manuel da Cruz Conceição (Moçambique e Guiné) - Fernando Alberto Saraiva Gonçalves - Fernando Manuel Alves Morgado da Silva (Guiné) - Fernando Manuel Lopes Boiada (Timor) - Fernando Sombreireiro Varela (Guiné) - Florinda Lopes Boiada - Florinda Mendes Rafael Gaspar - Francisco Maria Morgado (Angola) - Francisco Morgado Calisto Arsénio (Abrantes) - Hermínio José Varela (Angola) - Isidro Maria Carreteiro (Angola e Guiné) - Jacinto Alfaiate Dinis (Angola) - João Adriano Boiada Picão (Guiné) - João António Pires Lopes (Guiné) - João Fernando Barroso Amante (Angola) - João Luísa dos Santos (Moçambique) - João Maria Morgado Arsénio (Angola) - Joaquim dos Mártires Lopes dos Santos de Jesus (Moçambique e Angola) - Joaquim dos Santos Baptista (Moçambique) - José António da Piedade Joaquim (Guiné) - José António Dias Pereira (Moçambique) - José Carlos Morais dos Santos (Moçambique) - José da Silva Marques (Angola) - José Dias Fernandes Rodrigues (Guiné) - José Farinha Francisco (Guiné) - José Gaspar Louro (Moçambique) - José Gaspar Rodrigues (Guiné) - José Inácio Manique (Moçambique) - José Manuel Baião de Oliveira (Moçambique) - José Maria Gaspar da Silva - José Nunes Carlos (Moçambique) - Manuel Agostinho da Cunha Cachucho (Angola) - Manuel António Godinho Sofio (Angola e Guiné) - Manuel de Matos Palácio (Moçambique) - Manuel de Oliveira Alberto (Moçambique) - Manuel João de Moura Ramos Inácio (Moçambique) - Manuel João dos Santos Lopes (Angola) - Março António Correia de Morais e Jurado (Guiné) - Margarida Isabel Pereira Gaspar - Maria Cesaltina Gomes Pereira Dias Ferreira - Maria da Conceição Abreu da Silva Rafael - Maria da Conceição Dias Pereira Bento - Maria Irene Freire Ramos - Maria Isabel dos Santos Baptista - Maria Isabel Gaspar Caldelas - Maria José Moleiro Correia Morais de Jesus - Maria Luísa Brás Gonçalves Lopes- Maria da Saudade Moura Inácio Laranjo - Mário Gabriel Dias Pereira - Mário Rodrigues Pereira (Guiné) - Norberto Dias Pereira (Moçambique) - Óscar Fernando Gaspar (Moçambique) - Otilia de Oliveira Calado Varino - Reinaldo Silvério - Rui Jofre Soares Dias Ferreira (Angola) - Veríssimo Gomes de Matos (Moçambique) - Vitor Manuel de Campos (Guiné) - Zulmira de Jesus Correia Caldelas. 



Do ÍNDICE: 

Nota de Abertura 
PREFÁCIO 
- Por Coronel Luís Paulo Correia Sodré de Albuquerque 

I. - INTRODUÇÃO 
1. - A escolha de um tema 
2. - Entrevistadores e entrevistados 
3. - Resultados: a exposição, o filme e o livro 

II. - CONTEXTO HISTÓRICO 
1. - Portugal ‘contra’ o futuro: o processo internacional de descolonização 
2. - Evolução política e militar duma guerra em três frentes 
A guerra em Angola 
A guerra na Guiné 
A guerra em Moçambique 

III. - MEMÓRIAS DE EX-COMBATENTES DO CONCELHO DE CONSTÂNCIA 
1. - A geração dos jovens mobilizados 
2. - Antes da guerra: da Inspecção à mobilização 
3. - Para a guerra: a mobilização e o embarque 
4. - Fazer a guerra e sobreviver-lhe 
- A contraguerrilha 
- Acção psicológica 
- Impreparação e inexperiência 
5. - A vida no mato 
- Alimentação 
- Doenças e ferimentos 
- Momentos de lazer 
6. - Os mortos na guerra 
7. - As mulheres e a guerra 
- Mães, irmãs, esposas e namoradas 
- As ‘outras’ mulheres 
8. - Regressar a casa 
- O 25 de Abril 
- A reflexão sobre a Guerra Colonial 
- Os impactos de dois anos de serviço 

IV. - ÁLBUM DE MEMÓRIAS 
Portugal 
Angola 
Guiné 
Moçambique 
Índia Portuguesa 
Timor-Leste 

V. - CONCLUSÃO 

Lista de Fontes Orais 
- Agradecimentos 
- Fontes orais 

Referências 
- Fontes primárias: 
Legislação 
Periódicos 
Fontes editadas 
Fontes arquivísticas 
Outras 
- Bibliografia 


Preço: 62,50€; 

África & Cultura - Jornal ‘PÚBLICO’ - 01.04.2025 - (‘LISBOA, UMA GENEALOGIA VISUAL DA DIÁSPORA AFRICANA’) - Lisboa 2025 - Raro;





África & Cultura - Sobre o lançamento de um álbum de fotografias dedicadas à diáspora africana em Portugal nas últimas cinco décadas 


Jornal ‘PÚBLICO’ - De 01 de Abril de 2025.
‘LISBOA, UMA GENEALOGIA VISUAL DA DIÁSPORA AFRICANA’ 
Lisboa 2025 


Exemplar com 36 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 



Tema em destaque: 
- ‘LISBOA, UMA GENEALOGIA VISUAL DA DIÁSPORA AFRICANA’, por Sérgio B. Gomes 
‘Depois de uma exposição, um livro que, a partir da fotografia, aprofunda uma reflexão tão necessária quanto intrincada: como se retratou a diáspora africana em Lisboa ?’ 

‘ÁLBUNS DE FAMÍLIA - Fotografias da Diáspora Africana na Grande Lisboa (1975-hoje)’ 
Org. Filipa Lowndes Vicente, Inocência Mata e Sofia Diniz
(Tinta da China, 176 págs;) 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

segunda-feira, 6 de julho de 2026

África - Revolução & História - Revista ‘SUNDAY TIMES - Magazine’ - 10.10.1971 - (‘ANGOLA, MOZAMBIQUE and PORTUGUESE GUINEA’) - London 1971 - MUITO RARO;

























África - Revolução & História - Um Dossier de análise dos países africanos, entre os estados independentes e os territórios sob administração de Portugal à época: Angola, Guiné e Moçambique. Destaque além da análise, as fotografias históricas da época. 


Revista ‘SUNDAY TIMES - Magazine’ - De 10 de Outubro de 1971. 
‘Planet Earth 3: BLACK AFRICA, WHITE ÁFRICA’ 
‘ANGOLA, MOZAMBIQUE and PORTUGUESE GUINEA’ 
London 1971 


Exemplar com 80 páginas, profusamente ilustrada, capa danificada, miolo em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘Planet Earth 3: BLACK AFRICA, WHITE ÁFRICA’ 
- ‘ANGOLA, MOZAMBIQUE and PORTUGUESE GUINEA’ 
Análise dos países africanos e território sob administração colonial: 
South Africa, Namíbia (South West Africa), Swaziland, Lesotho, Botswana, Angola, mozambique, Rhodesia, Malawi, Madagascar, Mauritius, Zâmbia, Tanzânia, Uganda, Kenya, Ethiopia, Somalia, Afars and Issas, Rwanda, Burundi, Nigeria, Ghana, Sierra Leone, The Gâmbia, Senegal, Guinea, Ivory Coast, Mali, Upper Volta, Niger, Dahomey, Togo, Cameron, Chad, Central African Republic, Gabon, Congo (Kinshasa), Congo (Brazzaville), Equatorial Guinea, Portuguese Guinea, Liberia. 


Preço: 47,50€;