quarta-feira, 19 de julho de 2017

África & Colonialismo - 'AO SUL DO CUANZA - Ocupação e aproveitamento do antigo Reino de Benguela (1483 a 1942)', de Ralph Delgado (2 Volumes) - Lisboa 1944 - MUITO RARO;




Angola & Colonialismo - Estudo exaustivo da acção colonial de ocupação portuguesa do sul do território, no antigo reino de Benguela


'AO SUL DO CUANZA - Ocupação e aproveitamento do antigo Reino de Benguela (1483 a 1942)' - 2 Volumes
De Ralph Delgado
Edição Imprensa Beleza
Lisboa 1944


Livros com 680 + VIII (Volume I) e 638 + X (Volume II), ilustrados e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Monografia, em dois volumes, dedicada ao estudo do que foi a acção dos portugueses na ocupação e aproveitamento do reino de Benguela, entre 1483 e meados do século XX.



Preço: 0,00€; (Indisponível)

Ultramar & Poesia - 'POETAS DE MOÇAMBIQUE' - AAVV - Lourenço Marques 1961 - MUITO RARO



Ultramar & Poesia - Poetas e poesias de autores moçambicanos na década de sessenta


'POETAS DE MOÇAMBIQUE'
AAVV
Edição (?)
Lourenço Marques 1961 (?)


Livro com 26 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Uma obra de colectânea de poetas e poesias de Moçambique, sem indicação de editora, autor(es) e data de publicação.



Do ÍNDICE:
- RUI NOGAR
'Xicuembo'
- ORLANDO MENDES
'Moleque Mufana'
- JORGE VILLA
'Canção livre da Zambézia'
- GUILHERME DE MELO
'Balada'
'Poema'
- RUI KNOFFLI
'Mularo'
'Naturalidade'
- ORLANDO DE ALBUQUERQUE
'Romance do Negro que não voltou'
- JOSÉ CRAVEIRINHA
'Velha cantiga'
'Elegia à Avó Fanisse'
'Cantiga do negro do batelão'
'Natal'
'Paragem'
- RUI DE NORONHA
'Surge et Ambula'
- ILÍDIO ROCHA
'Poema'
- CARLOS MARIA'
'Paisagem'
'Balada triste'
- GOUVÊA LEMOS
'Canção de Angónia'
- NOÉMIA DE SOUSA
'Se me quiseres conhecer'
- VICTOR MATOS E SÁ
'História'
- JOSÉ CRAVEIRINHA
'Quero ser tambor'
'O amor, A Paz...'
- JORGE VILLA
'Entre o Macuti e Sofala'



Preço: 0,00€; (Indisponível)

Cabo Verde & Literatura - 'HORA DI BAI', de Manuel Ferreira - Lisboa 1972 - MUITO RARO



Cabo Verde & Literatura - A melhor e mais autêntica cultura e sentimento social caboverdiano pela escrita deste consagrado autor


'HORA DI BAI'
De Manuel Ferreira
Capa de Criner y Dintel
Plátano Editora
Lisboa 1972


Livro com 268 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Da contra-capa:
"HORA DI BAI - A linguagem despojada servindo a narrativa pelo caminho mais curto: exploração inteligente dos valores evocativos e poéticos: aliciante e sábio aproveitamento da fácies dialectal característica de Cabo Verde: profunda humanidade no toque das figuras, mesmo daquelas capazes de suscitar o ódio: ausência de panfletarismo e intervenção do autor: fuga cautelosa ao libelo primário: equilíbrio e contenção."
Fernando Assis Pacheco


MANUEL FERREIRA:
Nasceu em Gândara dos Olivais – Leiria em 1917. Concluiu o curso de Farmácia e o curso de Ciências Sociais e Política Ultramarina, tendo frequentado ainda a Faculdade de Letras de Lisboa.
De 1941 a 1947 destacado como expedicionário em Cabo Verde, ali casa e lhe nasce o filho mais velho. Nestes seis anos convive com o grupo da revista Claridade e exerce decisiva influência no aparecimento do grupo Certeza.
Entretanto permanece seis anos na Índia e dois anos em Angola.
Colaboração dispersa pela Revista Vértice, Seara Nova, 'Cultura e Arte' d’'O Comércio do Porto', Página Literária do 'Diário de Lisboa, Revista de Portugal, 'Ocidente', 'Estudos Ultramarinos', 'Colóquio/Letras', 'Província de Angola', e outros.
Foram-lhe atribuídos os prémios Fernando Mendes Pinto para 'Morabeza', Ricardo Malheiros para 'Hora di Bai', Imprensa Cultural para 'A aventura crioula'.
Esta longa experiência ultramarina vai ser decisiva na sua carreira de escritor e explicar a predominância da motivação africana na sua actividade literário, traduzida não só na ficção como no ensino, na literatura infantil, e em artigos, colóquios, etc.

Fonte:
http://livroditera.blogspot.pt/2006/11/hora-di-bai.html


Preço: 0,00€;(Indisponivel)

Cabo Verde & Literatura - 'TERRA TRAZIDA', de Manuel Ferreira (1.ª Edição) - Lisboa 1972 - MUITO RARO



Cabo Verde & Literatura - A melhor e mais autêntica cultura e sentimento social caboverdiano pela escrita deste consagrado autor


'TERRA TRAZIDA' - 1.ª Edição
De Manuel Ferreira
Plátano Editora
Lisboa 1972


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Da contra-capa:
"Está de facto passada a fase patética e retórica das literaturas africanas: Calliban apropriou-se da língua de Prospero e tentou falar mais claro do que este. Como diz Janheinz Jahn, 'a actual geração (...) tem oportunidades de beber numa multidão de tradições', mas deve fazê-lo. como fez Manuel Ferreira, com o grande sopro criador dos verdadeiros eleitos."
Fernando Assis Pacheco


Do ÍNDICE:
- Puchinho
- Bélinha foi ao baile pela primeira vez
- Dia domingo em casa de amigos
- O cargueiro tornou ao Porto
- Antonieta
- Filipe, cabeça de peixe
- D. Ester, chá das cinco
- Amarito
- Uma flor entre os cardos
- Nhô Vicente, conte a história toda
- Os Mandongues de Pujinho Sema
- A visita de nha Joana
- Quando as chuvas não voltam mais
- Nha dos Ramos
- A raiva de nhô João



MANUEL FERREIRA:
Nasceu em Gândara dos Olivais – Leiria em 1917. Concluiu o curso de Farmácia e o curso de Ciências Sociais e Política Ultramarina, tendo frequentado ainda a Faculdade de Letras de Lisboa.
De 1941 a 1947 destacado como expedicionário em Cabo Verde, ali casa e lhe nasce o filho mais velho. Nestes seis anos convive com o grupo da revista Claridade e exerce decisiva influência no aparecimento do grupo Certeza.
Entretanto permanece seis anos na Índia e dois anos em Angola.
Colaboração dispersa pela Revista Vértice, Seara Nova, 'Cultura e Arte' d’'O Comércio do Porto', Página Literária do 'Diário de Lisboa, Revista de Portugal, 'Ocidente', 'Estudos Ultramarinos', 'Colóquio/Letras', 'Província de Angola', e outros.
Foram-lhe atribuídos os prémios Fernando Mendes Pinto para 'Morabeza', Ricardo Malheiros para 'Hora di Bai', Imprensa Cultural para 'A aventura crioula'.
Esta longa experiência ultramarina vai ser decisiva na sua carreira de escritor e explicar a predominância da motivação africana na sua actividade literário, traduzida não só na ficção como no ensino, na literatura infantil, e em artigos, colóquios, etc.

Fonte:
http://livroditera.blogspot.pt/2006/11/hora-di-bai.html


Preço: 0,00€;(Indisponível)

Guerra do Ultramar & África Austral - Semanário 'O INDEPENDENTE', n. 904, de 9 de Setembro de 2005 ('EMBAIXADOR DE PORTUGAL REPRESENTADO EM HOMENAGEM A ANTIGOS MERCENÁRIOS DO APARTHEID') - Lisboa 2005 - Muito Raro;




Guerra do Ultramar & África Austral - Uma homenagem a Francisco Daniel Roxo, José Pinto Ribeiro e Ponciano Soeiro, três portugueses que lutaram nas forças militares sul africanas integrados no Batalhão Búfalo 32 nos finais da década de setenta e faleceram em combate em Angola


Semanário 'O INDEPENDENTE', n. 904, de 9 de Setembro de 2005
('EMBAIXADOR DE PORTUGAL REPRESENTADO EM HOMENAGEM A ANTIGOS MERCENÁRIOS DO APARTHEID')

Lisboa 2005


Jornal com 44 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito Raro.



Tema em destaque:

África do Sul
- 'EMBAIXADOR DE PORTUGAL REPRESENTADO EM HOMENAGEM A ANTIGOS MERCENÁRIOS DO APARTHEID'

- 'PORTUGAL HOMENAGEIA APARTHEID'
Embaixada em Pretória esteve representada numa homenagem a três mercenários portugueses que combateram pelo Apartheid.
Entre os quais um ex-agente da PIDE.
- Reportagem de Francisco Teixeira e Mônica Moniz Ribeiro.

- 'O QUE ERA O BATALHÃO BÚFALO'



Preço: 7,50€;

Portugal & Poesia - 'UM CANTO DE VIDA E MORTE', de Vasco de Lima Couto - Lisboa 1981 - Raro



Portugal & Poesia - Edição póstuma dos grande poeta português


'UM CANTO DE VIDA E MORTE'
De Vasco de Lima Couto
Edic Editora
Lisboa 1981


Livro com 88 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Raro.


Preço: 37,50€;

Guerra Colonial & Angola - Revista 'NS - Notícias Sábado', de 29 de Janeiro de 2011 ('PARA ANGOLA E EM FORÇA') - Muito Raro




Guerra Colonial & Angola - Um revista dedicada à análise dos 50 anos do início da guerra colonial naquela antiga colónia portuguesa


Revista 'NS - Notícias Sábado', de 29 de Janeiro de 2011.
('PARA ANGOLA E EM FORÇA')
"Há 50 anos, o ataque a uma prisão em Luanda deu início ao que veio a ser a Guerra Colonial.
História dos primeiros 86 dias."



Editada em Lisboa, como suplemento do jornal 'DIÁRIO DE NOTÍCIAS'.
Com 75 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação.

De muito difícil localização.
Muito rara.


Temas em destaque:
- ANGOLA
A GUERRA COMEÇOU HÁ 50 ANOS
O drama de quem assistiu aos primeiros tiros.
"Esta sexta-feira, 4 de Fevereiro, cumprem-se cinquenta anos desde que começou a guerra em Angola. Grupos armados atacaram esquadras e prisões em Luanda, matando seis polícias e um cabo do exército português. Em meados de Março, no norte do território, centenas de fazendeiros foram massacrados - e então o medo tornou-se pânico. Lisboa tardou a reagir. as primeiras tropas da metrópole só desembarcaram em Luanda a 1 de Maio. Esta é a história desses 86 dias de incerteza."
Texto: Ricardo J. Rodrigues - Fotografia: arquivo DN

- Entrevista
ADRIANO MOREIRA
O Ministro do Ultramar em 1961 conta como tudo começou.
"Foi o Ministro do Ultramar que em 1961 apanhou o início da Guerra Colonial. Professor de Direito, teve rédea livre de Salazar para fazer as mudanças que considerasse necessárias na relação metrópole-colónias até que beliscou demasiados interesses. Em 1963, apresentou a demissão e regressou à vida académica. após o 25 de Abril, foi PreGlobalimagens

- Testemunhos
PESADELOS NO MATO
Ex-combatentes revelam segredos que continuam a atormentá-los.
"Durante 13 anos que durou a Guerra do Ultramar passaram por África oitocentos mil portugueses. Destes, estima-se que 150 mil sofram hoje de stress de guerra."
Texto: Ricardo J. Rodrigues - Ilustração: Luís Lázaro

- Censura
UMA TRAGÉDIA ABAFADA
RECEITA PARA COZINHAR UMA GUERRA EM LUME BRANDO
Como o regime escondeu a realidade aos portugueses.
"Entre 1961 e 1974 foram muitos os acontecimentos que tiveram a Guerra Colonial como motor de contestação. O regime tentou abafar os seus ecos mas não conseguiu travar o descontentamento que, conforme se adiava uma solução política para o Ultramar, fazia ouvir-se cada vez com mais força."
Texto: João Céu e Silva - Fotografia: Arquivo DN

- LIVROS - GUERRA COLONIAL
O COMBATE PELA INVESTIGAÇÃO
Romances, memórias e ensaios assinalam cinquentenário.
"O cinquentenário do início da Guerra Colonial está a ser evocado com produção literária de vários géneros. Há romances, relatos, investigações pouco volumosas e outras quase enciclopédicas. Cinquenta anos depois, é o momento de afugentar os fantasmas e sistematizar o que aconteceu e a sua compreensão."
Texto: João Céu e Silva - Fotografia: Rui Coutinho / Globalimagens



Preço: 30,00€;

Templários - 'OS TEMPLÁRIOS ESTÃO ENTRE NÓS', de Gérard de Sède - Lisboa 1970 - MUITO RARO



Templários - Os mistérios dos tesouros e riquezas acumuladas pelos cavaleiros ao longo da sua existência


'OS TEMPLÁRIOS ESTÃO ENTRE NÓS'
De Gérard de Sède
Editorial Estúdios cor
Lisboa 1970 (?)


Livro com 280 páginas, ilustrações e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Da contra-capa:
"Partindo da aventura singular de um investigador solitário, Roger Lhomoy, guarda do castelo de Gisors, Gerard de Séde descreve-nos os transes dessa secreta odisseia tecida à volta de uma enigma: o fabuloso tesouro dos Templários estaria sepultado numa cripta secreta do Castelo ?

Com a convicção dos iluminados, Roger Lhomoy não duvida de que as suas investigações sejam frutuosas. Mas por todos os lados espreitam-no os perigos de uma tradição esotérica com quarenta séculos de história que permanece estranhamente viva nos subterrâneos do mundo actual. Mas a aventura terá um desfecho vitorioso. Na pista das investigações relatadas neste livro, André Malraux confia à arqueologia oficial a missão de levar a cabo as escavações iniciadas pelo guarda do castelo. Os resultados são decepcionantes. Até que... num dia de Maio de 1970, dois pedreiros espanhóis que abriam uma vala para colocar uma canalização, vêm surgir diante dos seus olhos uma grande ânfora de bronze da qual jorra uma chuva de peças de prata da época em que os Templários eram senhores do Castelo de Gisors. Esta sensacional descoberta, que é posterior à publicação deste livro vem silenciar o cepticismo daqueles que o leram com se de romanesca arqueologia se tratasse. Mas o romance transforma-se em vida..."/b>


Do ÍNDICE:
I PARTE
'O VELHO HOMEM E A TERRA'
- Um exorcista no estábulo
- Um jardineiro muito tranquilo
- A fabulosa cripta
- Abaixo os vencedores !
- Dois mecenas e uma toupeira
- Um automóvel, um labirinto... e um telefonema

II PARTE
'A DUPLA VIDA DOS TEMPLÁRIOS'
- Nove cavaleiros guardavam um campo...
- A espada e o xadrez
- A quebra
- A cornucópia
- A queda
- O processo
- A sombra de uma dúvida
- Genealogia dos Deuses
- E sobre esta pedra...
- Os maravilhosos segredos de Mestre Roncelin
- Baphomet
- A herança
- O vaudeville (canção popular)
- E o tesouro ?

III PARTE
O ENIGMA DE GISORS
- Afinidades antecipadas
- Os construtores
- Os amantes da Rainha Branca
- O Castelo dos três carros
- Ísis
- Tu estás escondida no Vexin...
- E finalmente as provas

ANEXO 1 - Ponto de vista de uma hermetista
ANEXO 2 - Cronologia
Bibliografia



Preço: 25,00€;

Portugal & História - 'NOTAS HISTÓRICAS, ARQUEOLÓGICAS E ETNOGRÁFICAS DO BAIXO ALENTEJO', de Abel Viana - Beja 1956 - MUITO RARO



Portugal & História - O espólio e inventário da presença romana na zona


'NOTAS HISTÓRICAS, ARQUEOLÓGICAS E ETNOGRÁFICAS DO BAIXO ALENTEJO'
De Abel Viana (Bolseiro do Instituto de Alta Cultura)
Separata do arquivo de Beja
Beja 1956


Livro com 48 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Do ÍNDICE:
- NOTAS HISTÓRICAS, ARQUEOLÓGICAS E ETNOGRÁFICAS DO BAIXO ALENTEJO
1 - Estação romana do Monte da Salsa: Estátua de Esculápio
2 - Estação romana da fonte da Pipa
3 - Achados arqueológicos da zona de Beja, no museu particular de José de Mendonça Furtado Januário
4 - Cemitério medieval do Largo de Santo amaro, em Beja
5 - Lápide mitraica de Beja
6 - O 'profeta'
7 - Feiras alentejanas
8 - Tesouro monetário de Vale de Açor
9 - Estação romana da Represa
10 - Romaria de Nossa Senhora de Guadalupe
11 - Estação romana de Santa Margarida do Sado
12 - Esgrafitos



Preço: 27,50€

sábado, 15 de julho de 2017

Angola - POESIA & PALOP's - 'ANTOLOGIA DA POESIA NEGRA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA', de Mário de Andrade - Paris 1959 - MUITO RARO




Angola & PALOP's - Recolha de poesia de expressão portuguesa das ex-colónias africanas


'ANTOLOGIA DA POESIA NEGRA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA'
De Mário Pinto de Andrade
Edição Pierre Jean Oswald
Paris 1959


Livro com 108 páginas e em bim estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


MÁRIO PINTO DE ANDRADE (1928 - 1990):
Ensaísta e ativista político angolano, Mário Coelho Pinto de Andrade nasceu a 21 de agosto de 1928, no Golungo Alto (Angola).
Em 1930 foi para Luanda, onde fez os estudos primários no Seminário de Luanda e concluiu, em 1948, os estudos secundários no Colégio das Beiras. Partiu para Lisboa, nesse mesmo ano, para estudar Filologia Clássica na Faculdade de Letras de Lisboa. Juntamente com outros estudantes e intelectuais de países africanos lusófonos, como Agostinho Neto, Amílcar Cabral e Francisco José Tenreiro, criou o Centro de Estudos Africanos, em 1951, com o objetivo de refletir sobre problemáticas importantes de África.
Em 1954, António de Andrade partiu para o exílio em Paris, onde conheceu outros círculos africanos, relacionando-se com Leopold Senghor, Nélson Mandela, entre outros. Foi chefe de redação, entre 1951 e 1958, da conceituada revista Présence Africaine e, em 1956, participou no 1.º Congresso de Escritores e Artistas Negros, tendo, três anos mais tarde, tomado parte no 2.º Congresso, em Roma.
Na década de 60, tornou-se ativista político e exerceu o cargo de Presidente do MPLA, entre 1959 e 1962 e o de Secretário-Geral desse movimento, entre 1962 e 1972.
Dedicou-se, no entanto, aos estudos de sociologia e à atividade de diversas publicações antológicas e de obras literárias.
Assim, publicou:
- 'Poesia Negra de Expressão Portuguesa', em colaboração com Francisco Tenreiro, Lisboa 1953;
- 'Antologia da Poesia Negra de Expressão Portuguesa' (1958);
- 'Literatura Africana de Expressão Portugesa', Alger, 2 vol., (1967 - 1968);
- 'La Poésie Africaine d'Expression Portugaise' (1969):
- 'Antologia Temática da Poesia Africana (Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné, Angola, Moçambique)', Lisboa, 2 vol. (1976 - 1979);
- 'Amilcar Cabral - Essai de Biographie Politique'(1980);
- 'As origens do Nacionalismo Africano'(1997), entre muitos outros.
Por ser considerado um dos mais importantes ensaístas angolanos do século XX e tendo sido o primeiro africano de língua portuguesa a elaborar textos críticos e estético-doutrinários sobre a poesia africana lusófona, o Ministério da Cultura de Angola decidiu criar o Prémio de Ensaio Literário Mário Pinto de Andrade.
Em 1990, Mário de Andrade faleceu em Londres.


Preço: 90,00€;

Angola & Ultramar - Conjunto de postais de MALANGE - Período colonial - Anos 20 - MUITO RARO



Angola & Colonialismo - Um magnífico conjunto de testemunhos das populações angolanas e um documento histórico


Conjunto de postais de MALANGE - Período colonial - Anos 20.
Com fotografias de populações indígenas e de colonos.

Em muito bom estado de conservação.

De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Preço: 75,00€;

Portugal & política - Colecção de 25 calendários 'ÁLVARO CUNHAL - Desenhos da Prisão' - MUITO RARO



Portugal & política - Um conjunto de reproduções de obras plásticas do ex-líder do Partido Comunista, Álvaro Cunhal


Colecção de 25 calendários 'ÁLVARO CUNHAL - Desenhos da Prisão'.
Em estado excepcional de conservação. Colecção completa, de 25 exemplares.

Com a respectiva caixa de recolha.
Edição do Organismo dos Gráficos do PCP. Ano de 1990.


De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Preço: 45,00€;

terça-feira, 11 de julho de 2017

Moçambique & Guerra Colonial (BD) - 'WIRIYAMO - O MASSACRE', de Luís Adriano Guevane - Maputo 1984 - MUITO RARO;






Moçambique & Guerra Colonial (BD) - Uma original banda desenhada sobre um dos episódios mais marcantes do conflito armado entre a administração portuguesa e os guerrilheiros nos início dos anos setenta


'WIRIYAMO - O MASSACRE'
De Luís Adriano Guevane
Edição do Instituto Nacional do Livro e do Disco
Maputo 1984


Livro com 32 páginas, todo ilustrado, em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Uma obra de grande raridade e a única BD dedicada aos acontecimentos de Wiriyamo, um massacre de aldeãos da zona de Tete, ocorrido em 1971, no centro de Moçambique e atribuído às tropas especiais do exército português.



LUÍS ADRIANO GUEVANE:
"O jovem moçambicano, autor - guião e desenhos - de 'WIRIYAMO, O MASSACRE', nasceu em Nacala-a-Velha, em 1965 e cresceu em Nacala-Porto.
Em 1979 foi para Maputo, onde permanece até hoje.
Nessa cidade completou os seus estudos e hoje exerce ali a sua profissão de professor do ensino secundário.
Guevane, desde muito novo que demonstrou o seu gosto pelo desenho e, em 1984, resolveu-se a tentar a BD - o resultado é aquele que aqui apresentamos. O resultado da sua primeira tentativa pois neste momento, Guevane está 'às voltas' com nova 'história de quadradinhos'.
Para além da BD - e do professorado - Luís Guevane também se dedica à poesia - tendo alguns dos seus poemas já publicado em 'CHARRUA', revista literária editada pela Associação de escritores moçambicanos."



Preço: 72,50€;