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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘FILHOS DA TERRA’, de António Manuel Hespanha - Lisboa 2019 - Raro;





Portugal - Ultramar & História - A mestiçagem portuguesa que acompanhou todas as fases dos múltiplos territórios do império português ao longo dos séculos 


‘FILHOS DA TERRA’ 
Identidades mestiças nos confins da expansão portuguesa 
De António Manuel Hespanha 
Edição Tinta da China 
Lisboa 2019 


Livro com 368 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“A história da expansão portuguesa 
contada às avessas: não do ponto de vista da 
metrópole, mas sim do ponto de vista daqueles que 
partiram e se instalaram nas margens do Império português. 

António Manuel Hespanha alcança neste livro um feito singular: conta uma história que todos conhecemos - a da expansão portuguesa - segundo uma perspectiva até aqui largamente ignorada. É a perspectiva dos portugueses e seus descendentes que, nos territórios longínquos da expansão, se desviaram da rede do ‘império formal’ para integrarem as sociedades indígenas locais. Será que nessas comunidades - em África, na América, no Oriente - estes mestiços eram de facto portugueses ? Carregariam consigo memórias, sentimentos, valores e traços culturais que se pudessem relacionar com Portugal ? E em tais lugares remotos, fora do controlo da coroa, que visão tinham deles as populações nativas e os estrangeiros ‘concorrentes’ ? 

‘FILHOS DA TERRA’ reconfigura os termos da análise historiográfica e mostra-nos que há uma versões mais rica e policromática da expansão portuguesa e da história social, das pessoas comuns. Partindo das fontes da época, e fugindo a elementos míticos e envolvimentos emocionais, somos, levados a questionar as identidades destes ‘portugueses’ e, com isso, a exercer escrutínio crítico sobre um lugar-comum dos nacionalismo português: o carácter ‘ecológico’, aberto e universalista da ‘presença portuguesa no mundo’.“ 


Da badana:
“Em imagens dos séculos XVI a XIX sobre o Oriente - desde bronzes do Benin e colchas ‘à la manière des Indies’ até biombos namban, passando por pinturas de templos tailandeses e cambojanos e por gravuras de viajantes holandeses, franceses e ingleses - aparecem frequentemente sujeitos com chapeuzinhos nas cabeças, algumas vezes com um arcabuz nas mãos, outras em posição de mando. São ‘portugueses’. Podem usar mais alguma peça do trajo europeu e andar calçados. Mas as suas feições e a cor da pele, quando se podem notar, nem sempre são as características dos ocidentais. Estas figuras representam a ‘gente de chapéu’, um tipo humano e social que restou do contacto entre portugueses e os naturais das zonas de expansão. 
Na verdade, o que mais se lhes ajusta é a designação de ‘filhos da terra’, uma expressão usada na Guiné, em São Tomé, em Angola, em Moçambique, na Índia, em Malaca e em Macau para referir estas comunidades mestiças, na civilização e na cultura. 
No conjunto, elas podem ser consideradas como uma outra face do ‘império’, cuja história, discreta, ambígua, e frequentemente menos cómoda, tem sido pouco cultivada na historiografia portuguesa. 
Este livro procura reunir e tratar conjuntamente elementos para a análise daquilo que se vem chamando desde há uns anos o ‘império sombra’ dos portugueses, ou seja, aquele conjunto de comunidades que, fora das fronteiras formais do Império, sobretudo em África e na Ásia, se consideravam como ‘portugueses’ - qualquer que fosse o sentido disso.“ 


O Autor:
“ANTÓNIO MANUEL HESPANHA nasceu em Coimbra, em 1945. Embora licenciado em Direito, fez a sua carreira ensinando e escrevendo história. A sua tese de Doutoramento - ‘As Vésperas do Leviatahan’, 1986 -, dedicada ao sistema de poderes das monarquias tradicionais europeias, renovou a historiografia sobre a época, realçando a multiplicidade de corpos políticos, de imagens identitárias, de direitos e modos de dominar típicos da época. Essa imagem pluralista do,poder tradicional - que estrutura também os volumes que dirigiu na ‘História de Portugal’ e na ‘História Militar de Portugal’ (Círculo de Leitores) e que deixou marcas nos seus estudos sobre o século XIX, nomeadamente, ‘Guiando a Mão Invisível’, 2004 - subjaz também este livro, em que o ‘império’ é substituído por uma constelação de grupos, de identidades mutáveis e imprecisas. Mesmo nos livros de teoria de direito que publicou (‘O Caleidoscópio do Direito’, 2009, ‘Pluralismo Jurídico e Direito Democrático’, 2013, e ‘O Direito Democrático numa Era Pós-Estatal’, 2018) esta sensibilidade à pluralidade de mecanismos não estaduais de governar é o principal traço da sua originalidade.“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Identidade ‘portuguesa’ ? 
- Perspectiva de análise 

Capítulo I - O ‘IMPÉRIO INFORMAL’ DOS PORTUGUESES 
- Um ‘Império em rede’ 
- O ‘Império na sombra’ 
- As novidades da ‘historiografia do Atlântico’ 

Capítulo II - ASPECTOS METODOLÓGICOS DE UMA HISTORIOGRAFIA DO ‘IMPÉRIO INFORMAL’ 
- Linhas de orientação 
- Cautelas a ter em conta 
Um exemplo não único da colonização informal 
Uma de muitas tribos 
O ‘portuguesismo’ do Império sombra 
- A observação da identidade: questões de método 
- Um nível diferente de abordagem da história imperial 

Capítulo III - AS ‘PROVÍNCIAS’ DO IMPÉRIO SOMBRA 
- A Guiné 
- A América 
- Angola 
- Moçambique 
- A ‘Índia’ 
O Índico ocidental 
- As ‘praças do Norte’ 
- Goa 
- A Costa do Malabar 
- O Ceilão 
- S. Tomé de Meliapor 
- O Golfo de Bengala 
O Reino de Bengala 
Arracão e Pegu 
Birmânia 
- O Sudoeste Asiático 
Malaca 
O Arquipélago: 
Macassar, O Mar de Timor, As Molucas (Ternate, Amboíno, Tidore) 
Conclusão 
- A Indochina 
O Sião 
O Camboja 
O Vietname 
- Macau 
- O Extremo Oriente 
A China 
O Japão 

Capítulo IV - A ‘TRIBO PORTUGUESA’ 
- Volume demográfico 
- Reinóis 
- ‘Desejo tropical’ e mestiçagem 
- Gente ‘solta’, industriosa, mas menos recomendável 
- Os fatores de prestígio 
Soldados profissionais 
Intérpretes 
Comerciantes 
Médicos e cirurgiões 
Cristãos 

Capítulo V - DOMINAR E ADMINISTRAR ‘A SOMBRA’ 

Capítulo VI - QUESTÕES DE IDENTIDADE: DIFERENCIAÇÃO EXTERNA E HOMOGENEIDADE INTERNA 
- ‘Portugueses’ 
- Divisões e conflitualidades internas 
Divisões dos nativos 
Livres e escravos 
Distinção da cor 
Profissão e riqueza 

Capítulo VII - O UNIVERSALIMO DOS PORTUGUESES 

Notas 
Bibliografia citada 


Preço: 62,50€; 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Portugal - Turismo & Automobilismo - ‘MISSÃO NA ÁSIA - Primeiro “Raid” automóvel Lisboa-Goa’, de Fernando Laidley - Lisboa 1970 - RARO;


















Portugal - Turismo & Automobilismo - Relato de uma extraordinária viagem - à época - entre Lisboa e Goa, numa carrinha ‘Pão de Forma’ da Wolkswagen e as diversas dificuldades e peripécias por que passaram a equipa da iniciativa 


‘MISSÃO NA ÁSIA - Primeiro “Raid” automóvel Lisboa-Goa’ 
De Fernando Laidley 
Capa de Luiz Filipe 
Edições Tapete Mágico 
Lisboa 1970 


Livro com 192 páginas, muito ilustrado (Mapas e fotografias) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa: 
“MAIS UMA VITÓRIA DA BARDAHL 

O autor e os seus companheiros de viagem percorreram nove países num total de mais de 15 mil quilómetros. 
UM ROMANCE DE AVENTURAS VIVIDAS: bloqueados pela neve nas montanhas da Anatólia Central, a 2.200 metros de altitude, com a embraiagem queimada, sob uma temperatura de 35 graus negativos; travessia do desolado deserto do Baluquistão num percurso de mais de 2.000 quilómetros; travessia de regiões infectadas por bandidos; uma luta sem tréguas com a neve, com a lama, com a poeira e com o frio intensíssimo, etc. 
UM DOCUMENTO DE VIAGENS: travessia da Jugoslávia; os estranhos costumes dos persas e dos turcos; Istambul a cidade dos dois continentes; Atenas, cidade de contrastes; dois meses na Índia Portuguesa, etc. 
UM GUIA: para todos aqueles que desejarem viajar até Goa por via terrestre.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
INTRODUÇÃO 

I Parte - DE LISBOA A GOA 
- Partida 
- Na cidade do Duomo, da indústria… e do Scala 
- Rumo à Jugoslávia 
- Eu passei a ‘Cortina de Ferro’ 
- Onde se fala um pouco da Jugoslávia 
- Bratstvo-Iedinstvo 
- Onde se fala dos Gregos 
- Chagada a Ankara 
- A Sibéria Turca 
- Rumo à fronteira Persa 
- Onde atingimos a altitude máxima nesta viagem 
- Onde se fala do Irão 
- Através do Azerbaijão 
- Onde percorremos cerca de quatrocentos quilómetros sem embraiagem 
- Quinze dias em Teerão 
- Rumo ao Sul da Pérsia 
- Fim do primeiro “Raid” automóvel Lisboa-Goa 

II Parte - DOIS MESES NA ÍNDIA PORTUGUESA 
Introdução à segunda Parte  
- Primeiro contacto com a Índia Portuguesa 
- Visitas e descanso 
- Quatro séculos e meio de História 
- Goa, terra de Portugal 
- Visitas ao interior 
- Fortalezas de Goa 
- Dio, a fortaleza heróica 
- Vinte e quatro horas em Damão 
- Ronda pela Fronteira 


Preço: 27,50€; 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Portugal - História & Ultramar - ‘AFONSO DE ALBUQUERQUE - O LEÃO DOS MARES DA ÁSIA’, de Geneviève Bouchon - Lisboa 2000 - Raro;




Portugal - História & Ultramar - Impulsionador do Império Português das Índias no princípio do séc. XVI, Afonso de Albuquerque é uma das mais interessantes figuras da Renascença 


‘AFONSO DE ALBUQUERQUE - O LEÃO DOS MARES DA ÁSIA’ 
De Geneviève Bouchon 
Edição Quetzal Editores 
Lisboa 2000 


Livro com 324 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Ilustrado 
De muito difícil localização. 
Raro. 



Preço: 27,50€; 

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Portugal - História & Ultramar - ‘A VERDADE SOBRE O CASO DE GOA’, de Rocha Souto - Lisboa 1958 - MUITO RARO;




Portugal - História & Ultramar - O autor reuniu as suas palestras sobre a crise que o Estado Português da Índia (Goa, Damão e Diu) estavam a atravessar com as ameaças do governo indiano de Nehru em tomar pela força os territórios portugueses seculares, transmitidas pela Rádio Ribatejo e retransmitidas pela Emissora de Goa 


‘A VERDADE SOBRE O CASO DE GOA’ 
De Rocha Souto 
Edição do Autor 
Lisboa 1958 


Livro com 230 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Preço: 15,00€; 

sábado, 6 de dezembro de 2025

Portugal - Angola & Guerra do Ultramar - ‘VALENTINO VIEGAS - Português de Goa, Cidadão do Mundo’, de M. Vieira Pinto - Lisboa 2025;




Portugal - Angola & Guerra do Ultramar - Uma obra que revela a extraordinária vida do goês que optou por manter a nacionalidade e integrar-se totalmente na nação europeia de forma exemplar e competente 


‘VALENTINO VIEGAS - Português de Goa, Cidadão do Mundo’ 
De M. Vieira Pinto 
Edição Âncora Editora 
Lisboa 2025 


Livro com 66 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


SINOPSE:
“Este livro dá-nos a conhecer um percurso de vida verdadeiramente excecional.

Valentino Viegas, nascido no seio de uma família cristã de Goa, assistiu à invasão da sua terra pelas forças armadas indianas, quando frequentava o liceu, na cidade de Pangim. Esperou pelo fim do ano letivo e, sem hesitar, viajou para Portugal, desprovido de recursos e sem conhecer quaisquer pessoas que o pudessem ajudar aqui.

À chegada, foi incorporado no Exército. Combateu em Angola, ganhou uma Cruz de Guerra, completou o curso do liceu, a licenciatura e o doutoramento, e sempre ajudado pela mulher, que conheceu e com a qual se casou em Moçambique, desempenhou cargos públicos, ensinou nas universidades, investigou formulando teses originais, escreveu dezenas de livros e artigos publicados em jornais.

Muito recentemente, o seu percurso na área da educação foi considerado um exemplo de cidadania universal elevada ao máximo expoente.”


Preço: 17,50€; 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Portugal - Índia & História - ‘UM ESTRANHO EM GOA’, de José Eduardo Agualusa - Lisboa 2000 - Raro;





Portugal - Índia & História - As vivências de Goa e dos goeses, analisada por quem conhece a história e os  costumes introduzidos pelos portugueses nestes territórios que foram designados por Eatado Português da Índia até à sua anexação por Nehru em 1961 após séculos de administração colonial 


‘UM ESTRANHO EM GOA’ 
De José Eduardo Agualusa 
Edição Cotovia / Fundação Oriente 
Lisboa 2000 


Livro com 176 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


O Autor:
“JOSÉ EDUARDO AGUALUSA nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de Dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura em Lisboa. Jornalista, vive actualmente no Rio de Janeiro, Brasil.
Publicou nove livros, entre os quais os romances ‘Estação das Chuvas’ (1996) e ‘Nação Crioula’ (1997). “ 



Do ÍNDICE:

Dedicatória 
- Plácido Domingo contempla o Mandovi 
- O observador de pássaros 
- Cuidado com a serpente 
- Filhos de cobra 
- A caixa 
- ‘Freedom Fighters’ 
- Lua nova 
- O cerco 
- Como fazer uma múmia 
- Pretidão de Amor 
- O Oráculo de Shri Manguesh 
- O esplendor 
- Anhanguera 

Nota 
Agradecimentos 


Preço: 25,00€; 

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Portugal - Ultramar & História - ‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA - Nem Mais um Soldado para as Colónias’, de António Duarte Silva - Lisboa 2025;





Portugal - Ultramar & História - Nesta obra o autor reuniu toda a legislação importante é histórica do processo de descolonização levado a efeito pelo governo português após o derrube do Estado Novo a 25 de Abril de 1974, relativamente às províncias ultramarinas espalhadas pelos diversos continentes: Angola, Cabo Verde, Goa (Estado da Índia), Guiné, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor 


‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’
Nem Mais um Soldado para as Colónias 
De António Duarte Silva 
Edição da Imprensa Nacional 
Lisboa 2025 


Livro com 128 páginas. Novo. 


Da contracapa:
“ ‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’ 
De António Duarte Silva 

A descolonização portuguesa foi uma das causas e objectivos principais do 25 de Abril de 1974. Foi também uma das mais importantes intervenções do Movimento das Forças Armadas (MFA), que se dividiu em duas alas: a que defendia que a descolonização pressupunha a democratização (os ‘spinolistas’) e os que defendiam que não havia democratização sem prévia descolonização (a ala ‘revolucionária’ do MFA).
Na diversidade de todos os casos, a evolução da descolonização portuguesa permite chegar a algumas conclusões comuns: foi tardia, apressada, consensual e conforme ao direito.“ 



Do ÍNDICE: 

- O Programa do MFA e a descolonização 
- Orientações para a descolonização 
- Os fatores da descolonização 
- A Lei n. 7/74, de 27 de Junho (Lei da Descolonização) 
- Guiné-Bissau: o ‘ACORDO DE ARGEL’, de 26 de Agosto de 1974 
- Moçambique: o ‘ACORDO DE LUSAKA’, de 7 de Setembro de 1974 
- São Tomé e Príncipe: o ‘ACORDO DE ARGEL’, de 26 de Novembro de 1974 
- Cabo Verde: o ‘PROTOCOLO DE LISBOA’, de 19 de Dezembro de 1974 
- Angola: o ‘ACORDO DE ALVOR’, de 15 de Janeiro de 1975 
- Timor-Leste: A exceção 
- Estado da Índia: Um tratado especial 
- Macau: A Declaração Conjunta, de 13 de Abril de 1987 
- CONCLUSÃO: Uma descolonização tardia, apressada, consensual e conforme ao direito 
Bibliografia 


Preço: 25,00€; 

quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Portugal - Índia & Ultramar - ‘ANDRÉ FURTADO DE MENDONÇA’, de José Moreira Campos - Lisboa 1951 - MUITO RARO;






Portugal - Índia & Ultramar - A biografia e os feitos do capitão-mor na Índia, André Furtado de Mendonça 


A Vida Heróica do Grande Capitão 
‘ANDRÉ FURTADO DE MENDONÇA’ 
De José Moreira Campos 
Edição do Autor 
Lisboa 1951 


Livro com 186 páginas, ilustrado com duas estampas do biografado, em bom estado de conservação. Lombada com algum estrago. Miolo impecável. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Obras do Autor: 
- ‘A Luta pelo Poder Naval’; 
- ‘A Invasão da Inglaterra através dos Tempos’; 
- ‘Guerra no Mar’; 
- ‘Caminhos de Invasão’; 
- ‘Corsários Célebres’; 
- ‘D. Francisco de Almeida, 1.* Vive-Rei da Índia’; 
- ‘O Último Capitão’; 
- ‘A Vida Heróica do Grande Capitão - ANDRÉ FURTADO DE MENDONÇA’. 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 

Capítulo I 
- As Naus da Índia 
Capítulo II 
- Goa Maravilhosa 
Capítulo III 
- Soldados da Índia 
Capítulo IV 
- Perante a Perda da Independência 
Capítulo V 
- O Capitão André Furtado de Mendonça 
Capítulo VI 
- O Capitão-Mor 
Capítulo VII 
- A Destruição de Cunhale 
Capítulo VIII 
- Do Triunfo à Desilusão 
Capítulo IX 
- Os Rebeldes 
Capítulo X 
- O General dos Mares do Sul 
Capítulo XI 
- A Defesa de Malaca 
Capítulo XII 
- Como se Perde uma Armada 
Capítulo XIII 
- A Perda do Domínio Marítimo 
Capítulo XIV 
- André Furtado, Governador 
Capítulo XV 
- Regresso e Morte do Herói 


Preço: 52,50€; 

sexta-feira, 4 de julho de 2025

Portugal & Ultramar - ‘A LENDA NEGRA DA ÍNDIA PORTUGUESA’, de George Davison Winius - Lisboa 1994 - Muito Raro;





Portugal & Ultramar - Contributo para o estudo da corrupção política nos impérios do início da Europa moderna 


‘A LENDA NEGRA DA ÍNDIA PORTUGUESA’ 
Diogo do Couto, os seus contemporâneos e o ‘Soldado Prático’ 
De George Davison Winius 
Tradução de Ana Barradas 
Edição ANTÍGONA 
Lisboa 1994 


Livro com 218 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“ALCÁCER QUIBIR 

Verdugo, que esmagaste a Índia aos pés…
Eis aqui, Portugal, o que tu foste ! 
Repulsivo morfético d’Aoste…
Eis aqui, Portugal, o que tu és !

Os Gamas, Albuquerques e Sodrés, 
Alçando a Cruz em sanguinoso poste, 
Bradam ser Cristo o general da hoste, 
Se os povos sangra o ferro português.

Terrível vai mostrar-se a Providência, 
Arrancando das mãos da prepotência 
A levantou-a raça acorrentada.

Índia, escrava gentil, espera um pouco…
Lá vem sobre Marrocos um rei louco…
Eis Alcácer Quibir ! Estás vingada.

Camilo Castelo Branco 


Não pode a ANTÍGONA alhear-se, nesta inesgotável quadra de comemorações culturais & patrióticas dos tesouros escondidos que a nação encerra.
E dentre as mais ocultas pátrias, a ‘LENDA NEGRA DA ÍNDIA PORTUGUESA’, mui frutuoso descobrimento em temática assaz ignorada, esta que versa os índicos negócios - dada à estampa, azadamente, em época faustosa de corrupção democrática.
Camilo Castelo Branco, já manifestamente anticolonialista no séc. XIX, é para aqui trazido como bofetada sem mão na cambada escriba deste nosso tempo vil - o duma manhosa servidão agora voluntária.“ 


Da badana: 
“Todos os testemunhos indicam que a Ásia Portuguesa já era notoriamente corrupta em finais do séc. XVI. 
O mais famoso de todos é o de Diogo do Couto e pode dizer-se que a ele se deve a Lenda Negra. Também existe um manuscrito, praticamente desconhecido, de um modesto soldado português, Francisco Rodrigues de Silveira. Mas houve outros, a maior parte dos quais da autoria de estrangeiros. 
George Winius, historiador norte-americano, examina primeiro o depoimento contemporâneo no seu contexto histórico, para a seguir pôr as seguintes questões: O que era  de facto a corrupção naquela época ? Poderá ser comparada com o que hoje consideramos corrupção? Terá ela sido consequência da incapacidade de Portugal para construir um sistema de dominação apoiado em civis ? Ou terá resultado do sistema europeu de nomeação de funcionários, transportado para uma região em que as possibilidades de fazer fortuna eram muitas ?
George Winius examina todas estas questões e procura dar resposta a duas outras, postas pelos seus colegas da Universidade de Leidein: Terão estes relatos sido descritos por homens ressentidos, postos à margem do sistema ? E seria a natureza desse sistema europeia, ou indiana ?“ 


O Autor: 
“GEORGE DAVISON WINIUS nasceu em Sr. Louis, Missouri, nos Estados Unidos, em 1928, formando-se no Bowdoin College e na Universidade de Columbia. Foi professor entre 1965 e 1976 na Universidade da Florida, em Gainesville, e actualmente exerce funções docentes na Universidade de Leiden, na Holanda, onde escreve para a ‘Itinerário’. Entre as suas anteriores publicações, são de registar ‘The Fatal History of Portuguese Ceylon’, 1971, e ‘A Fundação do Império Português 1415-1580’, Vega 1994, escrito de parceria com o falecido Bailey W. Diffie.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
INTRODUÇÃO: informação necessária para especialistas não portugueses 

1. - Vicissitudes de um cronista honesto 
2. - O ‘Soldado Prático’: os argumentos 
3. - As razões do ‘Soldado Prático’ 
4. - Observações dos visitantes no tempo de Couto 
5. - A ‘Reformação’ de Silveira: o verdadeiro soldado prático 
6. - A ‘Reformação’ de Silveira: medidas paliativas 
7. - No tempo antigo 
8. - Aos olhos do mundo moderno 
9. - Um segundo olhar 

Apêndice: Corrupção nos ‘Documentos Remetidos’ ou ‘Livros das Monções’ 
Bibliografia 


Preço: 32,50€; 

sábado, 31 de maio de 2025

Portugal - Ultramar & Colonialismo - ‘NOTAS SOBRE O ESTADO PORTUGUÊS DA ÍNDIA’ - Lisboa 1954 - Muito Raro;





Portugal - Ultramar & Colonialismo - Notas Sobre o Estado Português da Índia. Goa, Damão e Diu 


‘NOTAS SOBRE O ESTADO PORTUGUÊS DA ÍNDIA’ 
Edição do Ministério do Ultramar e Agência Geral do Ultramar 
Lisboa 1954 


Livro com 36 páginas e em muito bom estado de conservação. Miolo impecável, capa com sinais de uso. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Com razão escreveu ao tempoo este grande homem, humano e justo Governador e Capitão-Geral da Índia Afonso de Albuquerque: 
“E quanto às cousas da Índia não digo nada porque ela falará por si e por mim”.
Ao cabo de quatro séculos e meio ainda ecoam no Mandovi e no Zuari estas proféticas e inesquecíveis palavras do herói e do homem sábio e justo que soube honesta e humanamente administrar Goa como se nela não houvesse senão portugueses, sem distinção de cores, de credos religiosos e de castas.



Do ÍNDICE: 

- Algumas notas históricas. A libertação de Goa em 1510 
- O território actual 
Extensão. Clima 
População 
Religiões 
Usos e Costumes 
Sistema monetário 
Pesos e Medidas 
Principais produções e actividades 
A paisagem 
Os monumentos históricos
- Os príncipios tradicionais portugueses que regulam a vida das sociedades multiraciais 


Preço: 32,50€; 

sexta-feira, 4 de abril de 2025

Portugal & Estado Novo - Guerra Colonial & História - ‘CASABLANCA - O Início do Isolamento Português’, de José Duarte de Jesus - Lisboa 2006 - Muito Raro;

















Portugal - Estado Novo & História - O autor relata o ambiente vivido nos países do Norte de África, nomeadamente Marrocos e Argélia, onde os líderes dos movimentos de libertação das então colónias portuguesas encontravam asilo e apoio diplomático, e da oposição portuguesa, com recurso a documentos, testemunhos e a imprensa local com noticiário das actividades dos que combatiam o regime liderado por António de Oliveira Salazar 


‘CASABLANCA - O INÍCIO DO ISOLAMENTO PORTUGUÊS’ 
Memórias Diplomáticas: Marrocos 1961 - 1963 
De José Duarte de Jesus 
Prefácio de Adriano Moreira 
Edição Gradiva 
Lisboa 2006 


Livro com 190 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“O leitor tem nas mãos um livro de leitura empolgante que conte um dos períodos históricos ‘quentes’ de Portugal.

Colocado em Marrocos, um jovem diplomata assiste aos acontecimentos que aí se desenrolam, participando em episódios de extrema importância histórica. Entretanto, recolhe a documentação a que vai tendo acesso, pois o seu sentido de dever a isso o impele.
É graças a esses documentos e à memória do então jovem diplomata que se torna possível conhecer hoje com maior exactidão o que se passou verdadeiramente em Casablanca em 1961. 
E, na verdade, Marrocos era na altura um verdadeiro turbilhão: com a morte de Mohamed V, ascende ao trono Hassan II: a guerra na Argélia dificulta as relações de Marrocos com os seus vizinhos: a equipa de Henrique Galvão desvia um avião da TAP em Casablanca: os movimentos nacionalistas das Colónias portuguesas surgem unidos na Conferência de Casablanca: Galvão e Delgado permanecem em Marrocos: os serviços secretos tentam assassinar delgado, que o embaixador protege. A guerra colonial inicia-se em Angola. Goa é invadida. 
Em Portugal, o Ministro da Defesa, General Botelho Moniz, tenta um golpe de estado: outro grupo tenta tomar o quartel de Beja. Vive-se uma curta ‘Primavera de esperança’ com o jovem ministro Adriano Moreira.
E Casablanca ocupa sempre um lugar central nos acontecimentos da época.“ 


O Autor: 
“JOSÉ MANUEL DUARTE DE JESUS nasceu em Lisboa, em Dezembro de 1935. 
Com formação académica em História, Filosofia e Lógica Matemática, ingressou na carreira diplomática em Dezembro de 1960 e serviu como diplomata em diversos países da Europa Ocidental e de Leste, do Magrebe, da África Subsariana, da Ásia e da América. Foi afastado da carreira diplomática entre 1965 e 1974. Actualmente, embora ainda ligado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, é docente no Instituto Superior de Ciências Sociais, da Universidade Técnica de Lisboa. 
Tem obra publicada, nomeadamente sobre a China e a Ásia.“ 



Do ÍNDICE: 

Nota Prévia 
PREFÁCIO - Por Adriano Moreira 

Parte I 
O INÍCIO NO PALÁCIO DAS NECESSIDADES E EM RABAT 
1. - As três fases da diplomacia portuguesa do pós-guerra. Salazar e Sampayo marca a época da Segunda Guerra Mundial. Paulo Cunha representa a diplomacia do pós guerra. Marcello Mathias é o ministro da transição. Franco Nogueira protagoniza a diplomacia da guerra do Ultramar 
2. - O Marrocos que antecedeu a minha chegada. O Marrocos que encontrei 
3. - A Embaixada em Rabat e as primeiras experiências duma missão no estrangeiro. Manuel Homem de Mello, embaixador com qualidades invulgares 

Parte II 
ANNUS HORRIBILIS DO SALAZARISMO - VISTO DE MARROCOS 
1. - Preocupações de Marrocos nas vésperas da independência da Argélia: o triângulo Ibérica-França-Marrocos. Encontro com Ferhat Abbas, o autor de ‘L’indépendance Confisqué’ 
2. - A Conferência de Casablanca reúne, pela primeira vez, os MLCP (Movimentos de Libertação das Colónias Portuguesas ‘, uma semana depois de se iniciar em Portugal a curta primavera Adrianista. O embaixador de Portugal é convidado a assistir. O papel preponderante de Marcelino dos Santos e de outras figuras ligadas ao movimento de emancipação de Goa. Amílcar Cabral 
3. - O espião estrangeiro ao serviço da PIDE actua em África 
4. - Humberto Delgado e Henrique Galvão em Marrocos: diferentes tomadas de posição sobre África. A operação ‘Vagô’. A tentativa de assassinato de Humberto Delgado em território marroquino e o papel da embaixada 
5. - O golpe do general Botelho Moniz e a reacção marroquina 
6. - A tomada de Goa. O primeiro baptismo diplomático. Declarações de Marcelino dos Santos e de Aquino de Bragança 
7. - Emigração da comunidade judaica de Marrocos 
8. - A crise de Bizerta. A preocupação marroquina 

Parte III 
1962 - 1963 
1. - Mudança de embaixador e de estilo 
2. - A apresentação de credenciais 
3. - 1962 - O ano em que Hassan II procura estabilizar suas relações externas 
4. - Continuação do imbróglio Argélia-Marrocos e suas repercussões internas e externas. A primeira Constituição 
5. - A CONCP. As ajudas de Marrocos. A ida à Conferência do Cairo. Que queremos nós em África? Assembleia Geral da ONU. Tentativa de acreditar um embaixador residente em Madrid. Longas conversas com Abdelkrim Moussa 
6. - A questão do armamento russo versus americano ou o perigo da chamada ‘infiltração soviética’ em Marrocos. A posição da embaixada face às diversas visões dos serviços de informação in loco. 
7. - O fim de 62 e o início de 63 deixam antever instabilidade social e militar 
8. - A questão de IFNI e as relações com a Espanha. O exemplo de Goa invocado pelo ISTIQLAL 
9. - “Aí, Deus ! Acabaram-se os dias.” 


Preço: 37,50€; 

terça-feira, 1 de abril de 2025

Portugal & Angola - ‘O FENÓMENO DA EMIGRAÇÃO PORTUGUESA’, de José de Sousa Bettencourt - Luanda 1961 - MUITO RARO;




Portugal & Angola - Interessante e importante estudo sobra a emigração portuguesa para Angola e outras parcelas do ultramar, enriquecido com mapa de Portugal desdobrável de grande formato indicando a origem geográfica dos emigrantes. 


‘O FENÓMENO DA EMIGRAÇÃO PORTUGUESA’ 
De José de Sousa Bettencourt 
Edição do Instituto de Investigação Científica de Angola
Departamento de Ciências Humanas
Divisão de Sociologia 
Luanda 1961 


Livro com 96 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 

Capítulo I - INTRODUÇÃO 
a) - Problemática 
b) - Condições geofísicas do continente português 
c) - Tipo racial 
d) - Evolução da população 

Capítulo II - PROLEGÓMENOS DA EXPANSÃO PORTUGUESA 
a) - Factores prováveis de mutação social 
b) - A expedição a Ceuta 
c) - As ilhas adjacentes 
d) - Limite geográfico dos descobrimentos 

Capítulo III - A EMIGRAÇÃO NOS SÉCULOS XV A XVIII 
a) - Expressão numérica 
b) - Formas institucionais de fixação 
c) - Contactos sócio culturais 

Capítulo IV - A EMIGRAÇÃO NA ÉPOCA MODERNA 
a) - Panorama social 
b) - As correntes emigratórias no século XIX 
c) - Os portugueses nos Estados Unidos da América 
d) - A emigração de 1900 a 1957 
e) - Características 

Capítulo V - POLÍTICA DE EMIGRAÇÃO 
a) - Possibilidades demográficas 
b) - A emigração e as Comunidades Portuguesas no Estrangeiro 
c) - A emigração e o Ultramar Português 

Capítulo VI - A EMIGRAÇÃO - FENÓMENO SOCIOLÓGICO 
a) - Interdependência dos factores determinantes 
b) - Sobre o acerto de um sistema de acção 
c) - Consequências sócio culturais 

Bibliografia 
APÊNDICE 


Preço: 77,50€; 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

Portugal - Colonialismo & Ultramar - ‘CARTILHA COLONIAL’, de Pedro Muralha - Lisboa 1928 - MUITO RARO;


















Portugal - Colonialismo & Ultramar - “Breve resenha histórica, geográfica e económica das Colónias Portuguezas” 


‘CARTILHA COLONIAL’ 
O esforço portuguez na África, América, Ásia e Oceania 
De Pedro Muralha 
Edição 
Impressão Tipografia LUSO-GRAFICA 
Lisboa 1928 

Livro de capas duras, 96 páginas, muito ilustrado (fotografias e mapas) e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

Homenagem do Autor 
PREÂMBULO 

AS NOSSAS DESCOBERTAS MARÍTIMAS 
Lição I 
Lição II 
Lição III
AS NOSSAS CONQUISTAS 
Lição IV 
Lição V 
Lição VI 
A NOSSA EXTENSÃO TERRITORIAL, POPULAÇÃO E DIVISÃO POR ZONAS 
Lição VII 
Lição VIII 
Lição IX 
Lição X 
CIDADES, RIOS NAVEGÁVEIS, PORTOS, CAMINHOS DE FERRO E CLIMAS 
Lição XI 
Lição XII 
Lição XIII
Lição XIV 
AS POSSIBILIDADES ECONÓMICAS DAS COLÓNIAS ULTRAMARINAS 
Lição XV 
Lição XVI 
Lição XVII 
Lição XVIII 
Lição XIX 
AS MISSÕES RELIGIOSAS 
Lição XX 
AS CORRENTES EMIGRATÓRIAS 
Lição XXI 
A COLONISAÇÃO PORTUGUEZA EM PAÍZES ESTRANGEIROS 
Lição XXII 
Lição XXIII 
Lição XXIV 
Lição XXV 

Erratas 

MAPAS GEOGRÁFICOS 
Cabo Verde 
África 
Guiné 
Ilha de São Tomé 
Angola 
Cabinda 
Moçambique 
Goa 
Ilha de Diu 
Damão 
Macau 
Timor 


Preço: 37,50€;