terça-feira, 25 de novembro de 2014

Angola & Ultramar - Revista 'FLAMA', de 05 de Abril de 1974 (Edição especial) - MUITO RARA




Angola - Em edição especial dedicada a toda a antiga província ultramarina portuguesa


Revista 'FLAMA', de 05 de Abril de 1974 - 'ANGOLA, REALIDADE 74'.
Editada em Lisboa. Número especial integralmente dedicado a Angola.

Com 196 páginas e muito ilustrada e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARA.


Temas em destaque:
- ANGOLA QUER ARRANCAR PARA A INDUSTRIALIZAÇÃO;
- GRUPO CUCA - ACREDITAR NO FUTURO É CONSTRUÍ-LO;
- ECONOMIA - O CAMINHO DAS EXPORTAÇÕES;
- A PESC CONSTITUI UM MAR DE PROMESSAS;
- A FORÇA AINDA ESTÁ NO PETRÓLEO, CAFÉ, DIAMANTES E FERRO;
- ONDE O SECTOR PRIVADO TEM UMA PALAVRA A DIZER;
- TOTTA-STANDARD DE ANGOLA: UM BANCO EM EVOLUÇÃO;
- ANGOLA NA HISTÓRIA
1. - Massangano: Aqui se traçou o destino;
2. - Nova Oeiras: Terra Natal da industria;
- NAVANG: A COMPANHIA ARMADORA ANGOLANA;
- JUMBO: UMA GRANDE EMPRESA NASCEU EM ANGOLA;
- PATRANGOL: FOMENTAR A RIQUEZA E IMPULSIONAR A ECONOMIA DE ANGOLA;
- A IMPORTÂNCIA DO CAFÉ PARA A ECONOMIA DE ANGOLA;
- Instituto do Café de Angola
- LUANDA: ...DEPOIS ANGOLA ALONGA-SE;
- Quatro séculos de macrocefalia;
- Arrancada para um crescimento harmónico;
- Desencorajar a construção clandestina;
- Integrar os musseques na cidade;
- A falta de verbas não impede a acção daCâmara;
- BANCO DE ANGOLA: NA SOLIDEZ DE HOJE E PROGRESSO DE AMANHÃ;
- TURISMO EM LUANDA: ABUNDAM AS POTENCIALIDADES;
- ... Escasseiam as infra-estruturas;
- LUANDA: UM PLANO DIRECTOR PARA SOLUCIONAR QUESTÕES;
- BANCO COMERCIAL DE ANGOLA;
- GRUPO SOUSA MACHADO EM ANGOLA;
- GECOL: VINHOS DA ETRÓPOLE ENGARRAFADOS EM ANGOLA;
- AGRICULTURA: ATENUAR OS DESIQUILIBRIOS INTER-REGIONAIS;
- CELA- SNTA COMBA: RECTIFICAR AS VISTAS CURTAS;
- ENSINO: Á PROCURA DE FIGURINO RÓPRIO;
- NOVA LISBOA: O CENTRO DE ANGOLA
- Dinamizante ao nível de capital;
- I.I.A.A. - ANGOLA TEM POSSIBILIDADES DE MATAR A FOME A TODA A EUROPA;
- Instituto de Investigação Veterinária de Angola: APOIO À PROMOÇÃO AGRÁRIA;
- E.R.A. : PROMÇÃO AO VIVO;
- UNIVERSIDADE: FORMAR OS TÉCNICOS QUE ANGOLA PRECISA;
- LOBITO: UMA CIDADE EM TRANSFORMAÇÃO
- Um Plano directo feito com a cabeça;
- O mais importante porto de Angola;
- O MINÉRIO DE FERRO DA COMPANHIA MINEIRA DO LOBITO;
- MOÇAMEDES: A CIDADE CORAGEM
- BENGUELA: DESENVOLVER A INDUSTRIA E ESTIMULAR O COMÉRCIO
- Agricultura e peixe, duas riquezas;
- BENGUELA: UM DISTRITO RECUPERADO DAS CANSEIRAS DO PASSADO
- Pecuária, sisal, Pescas: As grandes riquezas;
- O Turismo arranca a quatro rodas;
- S. FILIPE DE BENGUELA: UMA COLMEIA DE RABALHO;
- SÁ DA BADEIRA: A AGRO-PECUÁRIA E TURISMO DOIS VEIOS POUCO EXPLORADOS
- À espera de ser cidade universitária autêntica;
- Huíla: números oficiais do distrito;
- A Leba encurta distâncias;
- MALANGE: ANDAR DEPRESSA PARA GANHAR A CORRIDA
- Da agricultura ao turismo tudo é riqueza;
- HISTÓRIA DA CABINDA GULF;
- CABINDA: PETRÓLEO E MADEIRA A EXPLOSÃO DA RIQUEZA
- Fixar as populaçõesàs terras;
- A grande arrancada tem dois anos;
- Um mistério verde;
- EVA: UMA PIOEIRA DAS EMPRESAS TRANSPORTADORAS;
- CUANZA-NORTE: À CABEÇA DOS PRODUTORES DE CAFÉ
- Um espírito novo nasce dos erros do passado;
- Uma agro-pecuária em desenvolvimento;
- PROMOÇÃO EDUCACIONAL NA LUNDA;-


Preço: 70,00€

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Guerra colonial & Angola - 'BATALHÃO B. CAÇ. 595 (1963-1966)', de Luís Corrêa de Sá - Lisboa 2003




Guerra colonial & Angola - A guerra em África nos meados da década de sessenta revelada por um dos seus participantes em todos os pormenores


'BATALHÃO B. CAÇ. 595 (1963-1966)'
De Luís Corrêa de Sá
Edição Medialivros
Lisboa 2003


Livro com 198 páginas, capas duras e sobre-capas, de grandes dimensões (26 x 32 cm), muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
Um álbum com grande qualidade gráfica, de papel e acabamentos.
De muito difícil localização.
Muito raro.


O autor foi oficial subalterno no exército português e serviu na guerra em Angola onde cumpriu a sua missão. Munido de uma câmara fotográfica, foi recolhendo as imagens do dia-a-dia, tanto na vida quotidiana e burocrática do aquartelamento, como das missões militares em que participava.

Assim, com todas esta informação e documentação, elaborou um excelente e pormenorizado album da vida dos militares portugueses na guerra colonial de Angola e será eventualmente o melhor livro do género alguma vez editado.

Obra muito procurada e de muito difícil acesso, dada a pequena edição saída para venda. Um documento imprescindível sobre as guerra coloniais portuguesas de África em meados do século XX.


Do ÍNDICE:
- PREFÁCIO;

- MAFRA
Terça-feira, 22.01.63;

- 'CAÇADORES 5'
Quinta-feira, 13.06.63;

- MAGINA NOVA
Sexta-feira, 06.12.63;
Terça-feira, 19.01.1965;

CANGOLA
Terça-feira, 02.02.1965;
Quarta-feira, 09.02.1966;



LUÍS MEM CORRÊA DE SÁ
"Visconde de Soveral, neto do primeiro e único marquês de Soveral, um dos Vencidos da Vida, conhecido diplomata biografado por Paulo Lowndes Marques.
Tem 72 anos e duas filhas, Camila e Carlota, a residir na Bélgica. É filho de pai português e de uma senhora de rara elegância de origem norueguesa, cujo apelido baptizou um vinho do Porto: Krohn.
Licenciou-se em HEC (Hautes Études Commerciales) na Universidade de Lausanne (Suíça), em 1962, viveu sempre entre o estrangeiro, Lisboa e Sintra, e esteve, durante 26 anos, à frente dos destinos de uma grande empresa de catering fornecedora de plataformas de prospecção petrolífera, do Brasil à Sibéria, passando por Angola.
Mas foi sobre este último país, Angola, e a respeito de um tema bem diferente, que a conversa se desenrolou: o veterano combateu na Guerra de África como alferes miliciano durante dois anos, entre 1964 e 1965, numa missão, embora arriscada, mais estratégica do que bélica: informar companhias de outras geografias da passagem de grupos inimigos, cuja missão era abastecer as tropas que combatiam o exército português. Foram dois anos que considera terem resultado na mais marcante experiência da sua vida, pela heterogeneidade do convívio num cenário de risco onde os laços se estabelecem de uma forma impossível de esquecer e a origem não conta.
Enquanto militar em África, registou as suas vivências e memórias num diário único e actualizado ao dia, publicado em 2003 e contendo mais de 200 fotografias extraordinárias tiradas pelo próprio sobre o quotidiano do teatro de guerra."

VIDA MILITAR - Datas marcantes:
- A 22 de Janeiro de 1963 foi incorporado como soldado-cadete na EPI-Mafra.
- E a 16 de Junho promovido a aspirante-a-oficial miliciano atirador de infantaria, colocado no BC5-Campolide e integrado na CCac535/BCac595.
- Foi mobilizado para o Ultramar. A 01 de Novembro foi promovido a alferes miliciano.
- Em 10 de Novembro embarcou em Lisboa no navio 'Vera Cruz' com o seu batalhão, rumo a Luanda.
- A 29 de Novembro ficou instalado com a sua sub-unidade na Magina (região fronteiriça de Angola com o ex-Congo Belga), um dos 'corredores infiltrantes' da FNLA, organização dirigida por Holden Roberto.
- A 02 de Dezembro o aquartelamento da Magina é alvo de flagelação do IN.
- A 18 de Fevereiro de 1964 o aquartelamento sofre nova flagelação do IN.
- A 15 de Abril a sua sub-unidade sofre cinco mortos durante um emboscada do IN.
- A 26 de Janeiro de 1965 o seu batalhão instala-se em Sanza Pombo, e a CCac535 em Cangola com um pelotão na Quicúa.
- A 20 de Janeiro de 1966 recua com o seu batalhão para o Campo Militar do Grafanil.
- A 05 de Fevereiro inicia no porto de Luanda a viagem de regresso a Portugal.


Preço: 140,00€

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

África & Ultramar - 'Das ÁFRICAS', de José Afonso Furtado e Maria Velho da Costa - Lisboa 1991 - Raro




África - Colectânea de fotografias do continente africano


'Das ÁFRICAS'
De José Afonso Furtado e Maria Velho da Costa
Edição Difusão Cultural
Lisboa 1991


Livro com 96 páginas, muito ilustrado e de tamango grande, em muito bom estado de conservação.
Com textos em português e inglês.
De difícil localização.
Raro.

Com excepcionais fotografias de José Afonso Furtado de diversos países africanos (com destaque para os PALOP's), esta obra com textos de Maria Velho da Costa é uma obra de arte fotográfica.

Fotografias de Marrocos, Cabo Verde, Guiné-Bissau, S. Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique.


Preço: 50,00€

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Timor - 'TIMOR LESTE - O dossier secreto 1973-1975', de J. Chrys Chrystello - Lisboa 1998 - MUITO RARO



Timor - As histórias públicas e secretas da colonização, descolonização e guerra civil


'TIMOR LESTE - O dossier secreto 1973-1975'
De J. Chrys Chrystello
Contemporânea editora
Lisboa 1999


Livro com 164 páginas, muito ilustrado (fotos a p/b e cores), de formato garnde e em excepcional estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.

O autor, radicado em Timor desde a década de setenta do século passado, presenciou e acompanhou os anos finais da colonização e presença da administração portuguesa e com a queda do regime de Marcelo Caetano a 25 de Abril de 1974, viveu o período conturbado que se seguiu, a descolonização e o início da guerra civil com a retirada da administração civil e militar portuguesa para Ataúro e a invasão indonésia em Dezembro de 1975.

Chrys chrystello reune um grande quantidade de informação sobre aquele período, muita de carácter reservado ou nunca divulgado e apresenta nesta sua obra o dossier secreto de Timor entre os anos de 1973 e 1975.

Uma obra fundamental para conhecer a história recente e dramática da descolonização do território, motivo invocado pelo regime militar indonésio para a invasão e ocupação de duas décadas e meia.


DO ÍNDICE:
Capítulo I
(PRELÚDIO) TIMOR LESTE 1973
1. - À chegada; 2. - Prognósticos, petróleo e turistas australianos; 3. - História; 4. - População (4.1 Recenseamento; 4.2 Religião e crenças animistas; 4.3 A lenda de Timor e o crocodilo; 4.4 dialectos); 5. - Estratificação social, política, étnica e histórica (5.1 Os primeiros habitantes; 5.2 População chinesa; 5.3 Muçulmanos (ou arábes); 5.4 Os grupos timorenses; 5.4.1 Os grupos de hierarquia tradicional; 5.4.2 Os povos costeiros; 5.4.3 Os miscegenados; 5.4.4 Os estudntes); 5.5 Os europeus;
Capítulo II
O GOVERNO PORTUGUÊS EM TIMOR LESTE

1. - Governadores e governados; 2. - Hierarquia administrativa e realinhamento de elites;
Capítulo III
O BARRIL DE POLVORA

1. - 1973, MÊS A MÊS: UM DIÁRIO DE EVENTOS EM RETOSPECTIVA, UM ANO ANTES DA REVOLUÇÃO; 2. - 1974; UMA NOVA ERA (2.1 Um 'enfant terrible'; 2.2 Horta ataca de novo; 2.3 Um mês predestinado; 2.4 A revolução das flores; 2.5 1974, a expectativa, a fraude e o desencanto; 2.6 Partidos políticos embrionários; 2.7 UDT contra ASDT; 2.8 A controvérsia de Blanchinna a médica e os médicos a bela e o monstro da democracia; 2.9 A passagem do facho; 2.10 Sondagens à opinião pública - pela primeira vez em Timor; 2.11 As manobras inqualificadas; 2.12 Desemprego, discriminação, subemprego, exploração; 2.13 Filas para a comida e o pânico;);
Capítulo IV
A ECONOMIA, NA PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR

1. - O governo pronuncia-se; 2. -A agrícultura sob escrutínio: 3. - Três vias para a descolonização - duas formas de estar no mundo perdido de Timor; 4. - A religião e a Igreja em timor; 5. - O governo que não governou; 6. - Alfândegas; 7. - Pecuária; 8. - Uma segunda regata, um segundo jornal e outro manifesto político; 9. - Águas de Timor ou águas paradas de Timor?;
Capítulo V
A CONTAGEM DECRESCENTE

1. - Timor, um transatlântico imobilizado ou os malefícios da palavra?; 2. - Setembro, um mês de espera (2.1 Uma exoneração pu a demissão frustrada que deveria ter sido? 2.2 A renovação do jornal "V. T."; 2.3 Setembro de 1974: A Indonésia obtém o assentimento da Australia (para incorporar Timor) e começa a desestabilizar o território com vista à sua anexação; 2.4 A crise agrava-se; 2.5 Telecomunicações e serviços postais; 2.6 Unidade anti-APODETI - Ou a história da primeira aliança táctica UDT - FRETILIN; 2.7 FRETILIN - Um partido renovado, uma nova ideologia renovadora; 2.8 De como governar o povo é fazer visitas políticas; 2.9 A Indonéisa diz sim à reintegração de Timor;); 3. - A visita (3.1 A descoberta de uma nova "religião"; 3.2 Os cristãos e a política, ou os resultados da visita;); 4. - Outubro 1974, a vida após a visita (4.1 O auxílio económico ou os défices do transatlântico; 4.2 Petróleo e prospecções; 4.3 O MFA (Movimento das Forças Armadas) aprova a nomeação do novo governador; 4.4 Rufam os tambores contra a FRETILIN; 4.5 Desordenamento em busca de um rei porque o roque já lá estava;); 5. - Novembro 1974, o começo do fim (5.1 FRETILIN em Tribunal; 5.2 Inflação define novos preços; Novembro 18, 1974: um novo começo ou uma cavalgada para o fim?;) 6. - Dezembro; os primeiros passos para a autodeterminação (6.1 A FRETILIN busca apoios externos; 6.2 Uma consciência hoje, uma força a ter em conta no futuro; 6.3 A descolonização segundo Almeida Santos; 6.4 Os monárquicos de viva voz; 6.5 A timorização das tropas; 6.6 A FRETILIN tem um novo manual político: as palavras para lavrar revoluções; 6.7 Enganar o povo sempre enganado; 6.8 A primeira conferência de imprensa do novo elenco governativo; 6.9 O Bispo de Dili: entre a reacção e a revolução; 6.10 Para criar um conselho de Governo em Timor; 6.11 A nova Lei de Imprensa; 6.12 O regresso de Ramos Horta e o auxílio internacional à FRETILIN; 6.13 Os sentimentos portugueses para com Timor;);
Capítulo VI
1975: O FIM DA HISTÓRIA DE TIMOR?

1. - Todos os peões do micropolítico xadrez decidem mover-se e o governo emite uma mensagem (1.1 Apelo da FRETILIN; 1.2 A FRETILIN reconhece Portugal; 1.3 Um desaire para o governo; 1.4 O Governador, os partidos políticos e a RTP; 1.5 Por uma justiça timorense; 1.6 O ensino e as vias da educação descolonizadas; 1.7 Coligação sim, APODETI não;); 2. - Os antecedentes da guerra e a cimeira (2.1 As manobras de bastidor; 2.2 O Golpe; 2.3 Não há reacção portuguesa; 2.4 Portugal está no limiar de uma guerra civil; 2.5 Reféns portugueses; 2.6 Retirada dos portugueses; 2.7 A guerra civil termina; 2.8 Comos os mídia viram o golpe de estado; 2.9 Manobras da diplomacia australiana; 2.10 Imprensa da Australia preocupa-se com refugiados; 2.11 Como findou a guerra civil; 2.12 Como a imprens viu a invasão iminente; 2.13 Interesses australianos; 2.14 A Indonésia atrai os portugueses; 2.15 Curta independência; 2.16 Finalmente acontece a brutal invasão; 2.17 - Timor, os mídia e a cena política internacional: jornalistas australianos foram mortos para silenciar os gritos de revolta do mundo contra a Indonésia; 2.18 Os portugueses deixam o território de Timor Leste e a Indonésia instala um governo fantoche; 2.19 A condenação da ONU; 2.20 Delegação da ONU a Timor; 2.21 200 mil mortos e nem o gado escapou; 2.22 Como a imprensa viu a invasão; 2.23 Um sumário de eventos;);

ADENDA I
TIMOR: ALGUNS FACTOS E DADOS ESTATÍSTICOS

1. - Localização; 2. - Orografia; 3. - Hidrografia; 4. - Geologia; 5. - Climatologia; 6. - Economia (6.1 Comércio e Industria; 6.2 Fauna e Flora, Agricultura e Pescas; 6.3 Petróleo;);

ADENDA II
(AMINHA PRESENÇA AUSTRALIANA NUM) SEMINÁRIO SOBRE TIMOR LESTE, PORTUGAL E A COMUNIDADE INTERNACIONAL

1. - Breve sumário; 2. - A sessão de abertura; 3. - A representação da austrália;

CONCLUSÃO
- 24 anos depois: "TIMOR LESTE após as mortes, o fogo e os campos de concentração é TEMPO DE MUDANÇA";

Ilustrações
Bibliografia



Preço: 90,00€

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Portugal & Revolução - 'DOSSIER TERRORISMO' - Lisboa 1977 - RARO



Portugal & Revolução - As acções violentas de carácter político oriundas dos sectores da direita


'DOSSIER TERRORISMO'
Edições Avante
Lisboa 1977


Livro com 180 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Do ÍNDICE:
- Nota prévia;
1. - Um plano geral da subversão fascista;
2. - Os métodos, os alvos e o conteúdo político do terrorismo. A estatística do terror;
3. - Cronologia dos atentados;
4. - Terrorismo e propaganda terrorista. do terror propagandístico ao terror físico. A cobertura iedológica do terrorismo;
5. - Terrorismo e terroristas. As organizações e os quadros do terrorismo;
6. - Combate ao terrorismo. As boas intenções não desmantelaram a rede;
7. - Pressões e cumplicidades impedem o desmantelamento das organizações terroristas;



Preço: 22,50€

Portugal & Caça - 'A PERDIZ NO RECEITUÁRIO IBÉRICO', de Mário Varela Soares - Lisboa 1998



Caça - As receitas em torno da perdiz


'A PERDIZ NO RECEITUÁRIO IBÉRICO'
De mário Varela Soares
Edição Meriberiaca Liber
Lisboa 1998


Livro com 208 páginas e em muito bom estado de conservação.

Do prefácio:
"(...)
Poe entre cá e lá saltam-nos as perdizes no prato e na memória em receitas semelhantes mas diferenciadas, aqui e ali, pelos humores das cozinheiras e os amores da mesa.
Passemos, portanto, à mesa.
Lavada a boca e ajustada a placa, é tempo de se pensar, na terra, como ganhar o Céu por via de uma perdiz."


Do ÍNDICE:
- Prefaciando;
01. - As receitas históricas, literárias e mundanas...;
02. - As receitas autárquicas, anárquicas, regionalistas e bairristas...;
03. - As receitas prestimosas mas não menos famosas...;
04. - As receitas assim e assadas...;
05. - As receitas estafadas e estufadas...;
06. - As receitas de ceboladas e escabeches...;
07. - As receitas das dietas gordas...;
08. - As receitas das histórias de encantar...;
09. - As receitas com chocolate...;
10. - As receitas enformadas...;
11. - As receitas ajardinadas com couves e repoulhos...;
12. - Receitas onomásticas...;
13. - As receitas para durar...;
14. - As receitas das sopainas e outras comezainas...;
15. - Perdizes com salero...;
16. - Conceitos e preceitos;



Preço: 25,00€

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Portugal - Lote de 4 livros do PPD e JSD - RAROS



Portugal - Livros com documentação histórica do PPD e da JSD, a juventude do partido


Lote de 4 livros do PPD e JSD - RAROS
Relace para o primeiro programa do PPD e o programa de governo, além de documentação da estrutura juvenil e dos
seus dirigentes da altura.
documentação histórica e de difícil localização.
Raros.


LOTE COMPLETO
1. - 'PROGRAMA DO PARTIDO POPULAR DEMOCRÁTICO'
Edição PPD
Tipografia Guerra, Viseu - 1974
Livro com 144 páginas e em bom estado de conservação.

2. - 'PPD - PROGRAMA DE GOVERNO - Política económica'
Edição PPD
Tipografia Guerra, Viseu - 1976
Livro com 128 páginas e em muito bom estado de conservação.

3. - 'JSD - JUVENTUDE SOCIAL DEMOCRATA'
Edição JSD - Lisboa 1981
Livro com 24 páginas, ilustrado com fotografias e em muito bom estado de conservação.

4. - 'JSD - 3 ANOS DE LUTA SOCIAL DEMOCRATA'
Edição JSD - Lisboa 1977
Livro com 64 páginas e em muito bom estado de conservação.



Preço: 35,00€ (Lote completo)

domingo, 2 de novembro de 2014

Portugal, Revolução & Descolonização - 'SEGREDOS DE ABRIL', de José Manuel Barroso - Lisboa 1995 - RARO




Portugal - Da revolução à descolonização, as pequenas estórias da história


'SEGREDOS DE ABRIL'
De José Manuel Barroso
Editorial Notícias
Lisboa 1995


Livro com 194 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
Com prefácio de José Medeiros Ferreira, professor catedrático, político e ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros.
De difícil localização.
RARO.

O autor reuniu uma série de informações de pequenos e grandes acontecimentos que influenciaram uns e outros nem por isso, o desenrolar da revolução em Portugal após o derrube do regime de Marcelo Caetano a 25 de Abril de 1974 e todo o processo de descolonização de Angola, Cabo Verde, Guiné, Macau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Timor.

De próximo do General Spínola na Guiné a familiar da família de Mário Soares, José Manuel Barrosos foi jornalista e acompanhou de forma priviligiada todos estes acontecimentos, sendo por isso de grande importância os seus relatos.

Do ÍNDICE:
Apresentação;
Prefácio;
Introdução;
01. - A PRIMEIRA ESCOLHA POLÍTICA DO MFA NO 25 DE ABRIL

O Congresso de Aveiro ao poder; - O 'Golpe de Kaúlza' e o Movimento: o capitão espião; - Cronologia.
02. - A LUTA PELO PODER NO MFA NOS PRIMEIROS DIAS DA REVOLUÇÃO
Um golpe dentro do golpe; - O regresso do outro Vasco: 'e ele já estava lá'; - Notas à margem.
03. - O MFA À PROCURA DA INSTITUCIONALIZAÇÃO DO SEU PODER
O protocolo nunca assinado; - 'Um plano para a Nação' em Abril de 1973: como nascem os três 'D'; - Notas à margem.
04. - O DIA EM QUE O MFA DERROTA SPÍNOLA E O PCP PERCEBE QUE PODE AVANÇAR
Manutenção militar, 13 de Junho; - O PCP e a reunião da Manutenção Militar: em frente marche; - Notas à margem.
05. - PARA UM OUTRO 25 DE ABRIL
O convite a Marcelo Caetano; - Um relato pessoal da Guiné de 1972: Spínola e Soares; - Notas à margem.
06. - O PRIMEIRO ENCONTRO DE LUSAKA ENTRE DELEGAÇÕES DE PORTUGAL E DA FRELIMO
'Queres sentar-te deste lado?'; - Voando sobre uma Lei clandestina; - Notas à margem.
07. - O PÓS-28 DE SETEMBRO E O PLANO ECONÓMICO DE MELO ANTUNES
Conter o companheiro Vasco; - Melo antunes e o Partido Comunista: o grande equívoco; - Notas à margem.
08. - O 'VERDADEIRO 11 DE MARÇO' OU O GOLPE CONTRA O SECTOR COMUNISTA
A sisão do Palácio de Belém; - De conspiração em conspiração 'o bicho' saiu; - Notas à margem.
09. - COMO FORAM 'INVENTADAS' AS NEGOCIAÇÕES PARA A INDEPENDÊNCIA DE CABO VERDE
O amigo que veio da Praia; - O grande timoneiro redefiniu o rumo; - Notas à margem.
10. - CONGRESSOS DO POVO DA GUINÉ
O spinolismo de esquerda; - A senha limite do 25 de Abril; - Notas à margem;
11. - A UNICIDADE SINDICAL
Vasco contra Vasco; - A tribuna militar do MFA e da revolução; - Notas à margem.
12. - DE FIDEL DE CASTRO PARA PORTUGAL
A mensagem secreta: - Como foi ganha a batalha de Luanda; - Notas à margem.
13. - POR QUE É QUE OS FUZILEIROS NÃO ACTUARAM NO 25 DE NOVEMBRO
Um trabalho de sapa; 'O PC quis rectificar o curso dos acontecimentos; - Notas à margem.
14. - O PAPEL DO PCP NO 25 DE NOVEMBRO
A última cavalgada para o poder; - Renegociar o poder numa posição de força até ao limite da guerra civil; - Fita do tempo.


Preço: 40,00€

NOTA: Para ver mais sobre o envio de tropas cubanas para Angola, ver aqui:
Otelo aconselhou Fidel Castro a avançar rumo a Angola
http://www.dw.de/otelo-aconselhou-fidel-castro-a-avan%C3%A7ar-rumo-a-angola/a-17507318

Moçambique & colonialismo - 'A DEFESA DE LOURENÇO MARQUES', de Eduardo de Noronha - Lisboa 1936 - Raro



Moçambique - A defesa da capital da colónia contra as investidas vátuas de finais so século XIX


'A DEFESA DE LOURENÇO MARQUES'
De Eduardo de Noronha
Edição da Agência-Geral do Ultramar
Lisboa 1936


Livro com 52 páginas e em bom estado de conservação.
de difícil localização.
Raro.

Do ÍNDICE:
A DEFESA DE LOURENÇO MARQUES
I
De 1833 a 1885
Os Vátuas
II
A doublez de Gungunhana e dos seus conselheiros
III
Ataque renhido - Um traidor?
IV
O ataque de 14 de Outubro de 1894
V
As últimas vitimas e os derradeiros esforços



Preço: 17,50€

sábado, 1 de novembro de 2014

Moçambique & Literatura - 'GODIDO e outros contos', de João Dias - Lisboa 1952 - MUITO RARO



Moçambique & Literatura - Contos de um moçambicano desaparecido prematuramente


'GODIDO'
De João Dias
CEI - Casa dos Estudantes do Império
1.ª edição
Lisboa 1952


Livro com 104 páginas e ilustrado com a fotografia do autor.
Em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO

João Bernardo Dias (1926-1949)
Nasceu em Lourenço Marques a 21 de Maio de 1926.
Filho de um jornalista prestigiado no meio africano (Estácio Dias), cedo começou a manifestar a sua decidida vocação para as letras e para o jornalismo. São de bem cedo os seus primeiros escritos. ainda jovem estudante do liceu, registava em cadernos íntimos as suas reacções e as impressões da vida que os seus olhos ávidos iam apreendendo... Esses seus 'cadernos de juventude', a par da ingenuidade própria da pouca idade. revelam já um espírito de observação e uma avidez de justiça, qualidades que o iriam caracterizar pela vida vida fora.
Negro, a pigmentação da pelo trouxe-lhe dissabores e humilhações que ele sentiu como poucos da sua raça... Possuidor de uma inteligência elevada e de uma sensibilidade exarcerbada, o que para os outros era fatalismo da vida ou das condições sociais, tornou-se para ele um drama pungente, drama esse que em muito contribuiu para o trágico desfecho que a sua curta vida teve.
Frequentou a Faculdade de Direito de Coimbra durante três anos, tendo por último pedido transferência para Lisboa, onde veio a falecer poucos meses depois, a 25 de Março de 1949. Desde a primeira hora foi um dos mais entusiastas elementos dos 'moçambicanos na metrópole', componente de 'conjunto' e colaborador de vários jornais e revistas, tanto do continente como do ultramar. dedicou-se à crítica cinematográfica, ao conto e ao jornalismo. A morte surpreendeu-o quando o seu espírito começava a ter maturidade e 'consciência social e humana', que nos faziam esperar dele uma obra digna dos ideais por que pugnou.
Deixou colaboração dispersa em: 'Itinerário', 'LM Guardian', 'O Brado Africano', 'Agora', 'A Ilha', 'Vértice', 'Gazeta de Coimbra', 'Via Latina', 'Meridiano', etc.


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