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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Portugal & Literatura - ‘NOVEMBRO’, de Jaime Nogueira Pinto - Lisboa 2012 - Raro;






Portugal & Literatura - O autor, viveu com intensidade o período final do regime do Estado Novo e a guerra do Ultramar nas suas mais importantes províncias ultramarinas (Angola, Guiné e Moçambique), a conspiração e reivindicação corporativa dos militares que deu origem ao MFA e ao derrube do Governo de Marcelo Caetano, a revolução de 25 de Abril de 1974 e o período revolucionário até aos finais de 1975 e consequentemente o seu final, assim como o terminus do Império 


‘NOVEMBRO’ 
De Jaime Nogueira Pinto 
Edição Esfera dos Livros 
Lisboa 2012 


Livro com 638 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“Henrique Pinto de Vasconcelos levantou os olhos do jornal. Nunca se cansava daquele mar, daquela Baía, daquela estrada da Barra, das ondas verde-garrafa nos rochedos pardos, dos costeletes burgueses a montante do comboio. No princípio de Julho, com o sol a aquecer, já aparecia gente pelas praias: velhos tímidos e senhoras com crianças cá por cima, famílias na areia, dois ou três rapazes no banho, um cargueiro é um petroleiro no horizonte (…) Afundou-se no banco de trás do carro e voltou ao jornal. (…) Por cá, naquela espécie de diários do Governo que eram os matutinos, não acontecia nada de especial, nem era de esperar que acontecesse.”

“No Portugal tranquilo de 1973, Henrique segue pela Marginal a caminho da Baixa, para mais um conselho de Administração do Banco. Ao fim da tarde, o seu filho Eduardo atravessa a Praça de Londres rumo ao Bunker, um rés-do-chão semi-devoluto que serve de sede a um movimento de jovens nacionalistas radicais. É aí que Alexandre dirige a ‘Ofensiva’. 
Henrique tenta esquecer a mulher desaparecida em romances e relações atípicas. Eduardo move-se não esperança de encontrar Diana. Alexandre procura na paixão política o romantismo e aventura que não encontra na vida.
Mas a História está a preparar-se para tomar conta das histórias destes homens e das mulheres que amam. Num andar de Nova Oeiras, o capitão Vasco de Carvalho abre o segundo maço ‘Português Suave’ e traça, na noite, o plano do golpe militar. 
A torrente da revolução e da contra-revolução vai arrastar os heróis de ‘NOVEMBRO’ por Lisboa, Luanda, Madrid, Londres e Washington. Tal como na tragédia antiga, Henrique e Alexandre vão cumprir um destino, sabendo que grande parte da sua Acção é inútil. 
‘NOVEMBRO’ é o primeiro romance de Jaime Nogueira Pinto, um romance construído a partir da experiência vivida e da história por contar dos que quiseram resistir à História; um fresco realista que descreve com ritmo, entre o Verão de 73 e o Outono de 75. É em Novembro que acabam o Império e a Revolução e com eles os sonhos dos que, em lados opostos, jogaram tudo por um destino e por um país diferente.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

1973 
Capítulo 1
Ao Capítulo 24 

1974 
Capítulo 1 
Ao Capítulo 38 

1975 
Capítulo 1 
Ao Capítulo 55 

NOVEMBRO 
Capítulo 1 
Ao Capítulo 21 

Siglas 


Preço: 32,50€; 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Portugal & Estado Novo - ‘NO TARRAFAL, PRISIONEIRO’, de Joaquim Ribeiro - Porto 1976 - Raro;




Portugal & Estado Novo - Memórias do autor que esteve encarcerado no Tarrafal entre Setembro de 1936 e Setembro de 1962, tendo a designação passado de Campo de Concentração do Tarrafal para Colónia Penal de Cabo Verde 


‘NO TARRAFAL, PRISIONEIRO’ 
De Joaquim Ribeiro 
Edição A Opinião 
Porto 1976 


Livro com 136 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


“Uma das convicções dos antifascistas que estiveram detidos no Tarrafal, era a esperança de que um dia alcançariam a liberdade, quer fosse por vias legais, quer por vias ilegais. Aliás, a esperança, o sonho e a ansiedade pela liberdade faziam parte do quotidiano de todos aqueles que devido a delitos políticos ou comuns se encontravam encarcerados. Cada navio que aportava ao Tarrafal, cada carta que chegava ou cada preso que dava entrada ou saía do Tarrafal era motivo de ansiedade e de sonho para os restantes. Como se referiu, foi com o despertar da Segunda Guerra Mundial e com as suas consequências que Salazar se sentiu obrigado a ir diminuindo de um modo geral a repressão, em particular no Campo de Concentração do Tarrafal. À medida que os exércitos fascistas, alemães e italianos, iam sendo derrubados pelos aliados nas diversas frentes de batalha, a atitude de Salazar e como consequência, os comportamentos dos diretores, dos carcereiros e dos guardas do Campo, diminuíram de agressividade. Foi nessa conjuntura que começaram a surgir os primeiros rumores de que os reclusos do Tarrafal iriam ser postos em liberdade, acreditando-se seriamente que o Tarrafal iria ser encerrado. De facto, nessa altura, em Janeiro de 1944, e como que justificando o boato, foram postos em liberdade os alemães, Willy e Fred, o polaco, Israelvski, o italiano Bartolini, o ex-agente da PIDE António Augusto Pires, o médico Ferreira da Costa, e ainda Cândido de Oliveira, António Guerra e outros mais.”
José Soares 



Do ÍNDICE: 

Homenagem 
Palavras de Abertura 
- Partida para o degredo 
- Primeira direcção 
- Tortura do tabaco 
- Tentativa de fuga 
- Abertura da vala à vista 
- Período agudo 
- A droga ! 
- Recuperação lenta 
- Direcção interina 
- Uma vantagem 
- Nova fuga 
- Trabalho político 
- Segunda direcção 
- Quando as aparências iludem 
- Tomados por sacos de batatas 
- ‘Brigada Brava’ 
- ‘Porta-aviões’ 
- Provocações e agressões em série 
- Quando não se espera um soco nos queixos 
- Corvos é um cão como pretexto para incursões no campo 
- A grande bronca 
- Grupo anti-partido 
- Terceira direcção 
- Quarta direcção 
- Quinta direcção 
- Lista dos falecidos 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

África - Guiné-Bissau & Guerra Colonial - ‘AMÍLCAR CABRAL - E o fim do Império’, de António Duarte Silva - Lisboa 2024 - Raro;






África - Guiné-Bissau & Guerra Colonial - A história do início dos movimentos nacionalistas do PAI ao PAIGC e FLING, o papel de Amílcar Cabral na luta pela independência da Guiné e Cabo Verde, a guerra colonial, a morte / assassinato do fundador em Conacri, a descolonização e a proclamação da independência em Madina de Boé e a ascensão de Cabo Verde em 1975 


‘AMÍLCAR CABRAL - E o fim do Império’
Independências da Guiné-Bissau e Cabo Verde 
De António Duarte Silva 
Edição Temas & Debates 
Lisboa 2024 


Livro com 484 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“NESTE ESTUDO DE HISTÓRIA, DIREITO E POLÍTICA, 
MOSTRA-SE COMO AMÍLCAR CABRAL E O PAIGC 
DIRIGIRAM OS PROCESSOS DE INDEPENDÊNCIA DA 
GUINÉ-BISSAU E DE CABO VERDE, FORAM FONTES 
PRINCIPAIS DO DIREITO INTERNACIONAL DAS 
DESCOLONIZAÇÕES TARDIAS E AGENTES 
DETERMINANTES DO FIM DO 
IMPÉRIO COLONIAL PORTUGUÊS. 

Amílcar Cabral destacou-se não só pelo modo como definiu e enfrentou a luta contra o colonialismo português e a construção da unidade nacional da Guiné-Bissau e Cabo Verde numa perspectiva Pan-africana, como pela diplomacia que desenvolveu em África, na Europa, nos países comunistas, nos Estados Unidos e, sobretudo, em variadas sessões da ONU e da OUA. O PAIGC foi uma criação sua, inicialmente como movimento nacionalista com o objectivo de alcançar, por via pacífica, a independência; após o desencadeamento da luta armada em 1963, tornou-se o mais importante de todos os movimentos de libertação nacional.“ 


O Autor: 
“ANTÓNIO ERNESTO DUARTE SILVA (Arouca, 1944), licenciado e mestre em Direito. Assistente no ISCTE (1973-1978) e da Faculdade de Direito de Lisboa (1975-1987). Técnico superior e Director de Serviços do Tribunal Constitucional (1983-2014). Assessor Científico da Faculdade de Direito de Bissau (1991 e 1995-1996). Professor Auxiliar Convidado do Departamento de Estudos Políticos da FCSH da Universidade Nova de Lisboa (2000-2012).
É autor de numerosos artigos e dos seguintes livros: 
- ‘A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ-BISSAU E A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’ (Porto, Afrontamento, 1997); 
- ‘AMÍLCAR CABRAL - DOCUMENTÁRIO / Textos Políticos e Culturais’ (Apresentação e organização) (Lisboa, Edições Cotovia, 2008); 
- ‘INVENÇÃO E CONSTRUÇÃO DA GUINÉ-BISSAU’ (Coimbra, Almedina, 2010); 
- ‘O IMPÉRIO E A CONSTITUIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA’ (Lisboa, Imprensa de História Contemporânea, 2019); 
- ‘CARLOS TEIXEIRA DA MOTA - O Primeiro Diplomata Português em Luanda (Junho de 1975 - Maio de 1976)’ (org.) (Lisboa, Tinta da China, 2020).“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PRÓLOGO 
APRESENTAÇÃO 
- Explicação de Cabral 
- Autodeterminação, libertação nacional e descolonização 

Capítulo I - CABRAL E O ANTICOLONIALISMO 
Ponto de partida 
- ‘A Geração de Cabral’: reunião de Paris (1957) e Manifesto do MAC 
- O Partido Africano da Independência (PAI): a ‘mais decisiva reunião’ (Bissau, Setembro 1959) 
- Afirmação pública: a II Conferência dos Povos Africanos (Tunes, Janeiro de 1960) 
- O papel de Frantz Fanon 
- Um opúsculo: ‘A Verdade sobre o Colonialismo Português’ (Londres, Junho de 1960) 
- O PAI/PAIGC: a ‘célebre reunião de Dacar’ (Outubro de 1960) 
- Memorando ao Governo Português (Novembro / Dezembro de 1960) 
- Anúncio da Luta Armada: a Conferência de Imprensa em Londres (Dezembro de 1960) 
- O PAI apresenta-se no Cairo (Janeiro e Março de 1961) 
- Situação da luta na Guiné e em Cabo Verde (Março de 1961) 
Ação direta 
- A fundação da CONCP (Casablanca, Abril de 1961) 
- Conferência das organizações nacionalistas da Guiné e das Ilhas de Cabo Verde (Dacar, Julho de 1961) 
- Proclamação da ação direta (Agosto de 1961) 
- Memorando à Assembleia Geral da ONU (Setembro de 1961) 
- Nota Aberta ao Governo português (Outubro de 1961) 
- A Frente de Luta pela Independência Nacional da Guiné (FLING) 

Capítulo II - CABRAL E A LUTA DE LIBERTAÇÃO NACIONAL 
Preparação da luta 
- Estudos relativos à luta armada e ao quadro político 
- Relatório ao Comité Especial da ONU (Conacri, Junho de 1962) 
- Como peticionário na IV Comissão da Assembleia Geral da ONU (Dezembro de 1962) 
- Fundamentos jurídicos da luta de libertação 
- Importância do marxismo e análise da estrutura social 
- A pequena burguesia e o poder 
A luta armada e a arma da teoria 
- Início da luta armada (Janeiro de 1963) 
- Desenvolvimento da luta em Cabo Verde (Julho de 1963) 
- Salazar e a batalha de Como (Operação ‘Tridente’) 
- O Congresso de Cassacá (Fevereiro de 1964) 
- Mandato de Arnaldo Schultz (1964-1968) 
- A Conferência Tricontinental (Havana, Janeiro de 1966) 
- Salazar recorre a Spínola (Maio de 1968) 
- Conferência Afro-Asiática de Cartum (Janeiro de 1969): apoio internacional e relações com Portugal 

Capítulo III - O PAIGC E O MOMENTO DE LIBERTAÇÃO NACIONAL 
Desenvolvimento dos movimentos de libertação nacional 
A luta de libertação nacional enquanto processo revolucionário 
Reestruturação da CONCP (Dar-es-Salam, 1965) 
A perda da centralidade revolucionária da CONCP 
O PAIGC enquanto movimento de libertação nacional 
Os movimentos de libertação nacional enquanto sujeitos do direito internacional 
O PAIGC enquanto proto-Estado 

Capítulo IV - A VIA DA INDEPENDÊNCIA E A MORTE DE CABRAL 
O impasse (1968-1972) 
- O PAIGC em guerra de movimento 
- Reunião do Bureau Político do PAIGC (Boké, Outubro de 1968) 
- Primeira exposição de Spínola ao CSDN (Lisboa, Novembro de 1968) 
- Uma nova estratégia global 
- A crise do PAIGC e o Seminário de Quadros (Novembro de 1969) 
A decisão e o momento de declarar a independência 
Operações especiais (morte dos majores e ataque a Conacri) 
Segunda exposição de Spínola ao CSDN (Lisboa, maio de 1971) 
Cabral e a preparação da Declaração Unilateral de Independência (DUI) 
- Em nome dos movimentos de libertação na Cimeira da OUA (Junho de 1971) 
- A deliberação do Conselho Superior da Luta (Agosto de 1971) 
- No Conselho de Segurança: discurso e resolução 312 (Fevereiro de 1972) 
- Visita da Missão Especial da ONU (Abril de 1972) 
- A eleição da Assembleia Municipal Popular 
- Como representante na IV Comissão da Assembleia Geral da ONU (Outubro de 1972) 
Propostas de negociações (Senghor, Spínola e Gibson Barboza) 
Testamento político (Janeiro de 1973) 
A morte de Cabral 
A via aberta das DUI 

Capítulo V - A PROCLAMAÇÃO DO ESTADO 
Ofensivas e contraofensivas (1972-1973) 
Diligências junto da OUA e em Argel 
O último patamar da guerra 
II Congresso do PAIGC (Julho de 1973) 
Spínola abandona a Guiné (Agosto de 1973) 
A DUI: cerimónia no Boé (Setembro de 1973) 
Textos: a Proclamação e a Constituição 
Efeitos: reações, reconhecimentos e recusas 
A resolução 3061 da ONU (3 de Novembro de 1973) 
Admissão na OUA (20 de Novembro de 1973) 
A diplomacia em curso 

Capítulo VI - O PAIGC E A DESCOLONIZAÇÃO 
A descolonização enquanto modo de formação do Estado (doutrina) 
Na Guiné, o (duplo) princípio do fim do império 
A imposição dos movimentos de libertação nacional 
A DIU e admissão na ONU (1.a fase) 
O ‘Acordo de Argel’ e os comandos africanos 
Bissau à vista 

Capítulo VII - DESCOLONIZAÇÃO E INDEPENDÊNCIA DE CABO VERDE 
A DIU e a Unidade Guiné-Cabo Verde 
Descolonização de Cabo Verde: o Protocolo de Lisboa 
A criação da República de Cabo Verde 
A má sobrevivência do PAIGC 
- III Congresso do PAIGC (1977) 
- O 14 de Novembro de 1980 
- A cisão PAIGC / PAICV (1981) 

Capítulo VIII - TRÊS EPÍLOGOS 
Epílogo 1 - Processos históricos 
(i) - Luta de Libertação Nacional 
(ii) - Fim do Colonialismo Português 
(iii) - Independência da Guiné-Bissau 
(iv) - Independência de Cabo Verde 
Epílogo 2 - Particularidades da Independência da Guiné-Bissau 
- A DUI e a criação originária do Estado 
- A DUI como caso singular da descolonização 
Epílogo 3 - Identidades históricas 
- Nome próprio e data da independência 
- A tomada de Bissau e a chegada a Cabo Verde 
- O PAI fundador e a herança do PAIGC 

BIBLIOGRAFIA 
- Arquivos e documentos oficiais 
- Textos de Amílcar Cabral 
- Referências bibliográficas 

ANEXOS 
I. - Estatutos do Partido Africano da Independência (PAI) (1960) 
II. - Estatutos do PAIGC (1973) 
III. - Programa mínimo e Programa maior do PAIGC (1960) 
IV. - Descolonização de Cabo Verde: o Protocolo de Lisboa (1974) 
V. - Proclamação do Estado de Cabo Verde 
VI. - Biografias (algumas personalidades influentes) 

Siglas e Acrónimos 
Índice Onomástico 


Preço: 57,50€; 

Portugal & Revolução - Revista ‘TRIUNFO’, n. 626 - 28.09.1974 - (‘LOS ARCHIVOS DE LA P.I.D.E.’) - Madrid 1974 - MUITO RARO;











Portugal & Revolução - A revolução portuguesa desencadeada no dia 25 de Abril de 1974, que levou à queda do regime do Estado Novo teve sempre grande repercussão em Espanha onde ainda dominava Francisco Franco, o general que derrotou a esquerda republicana em 1939 e neste exemplar há uma reportagem histórico sobre a PIDE/DGS, a polícia política portuguesa 


Revista ‘TRIUNFO’, n. 626 - De 28 de Setembro de 1974. 
‘LOS ARCHIVOS DE LA P.I.D.E.’ 
Madrid 1974 


Exemplar com 78 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
- ‘LOS ARCHIVOS DE LA P.I.D.E.’ - de René Backmann 
‘Servicios extraordinarios’ 
‘El verdadero dueño’ 
‘La tortura del sueño’ 
‘Ex seminaristas’ 
‘Han compreendido…’ 

Portugal 
- ‘UNA LEY DE PRENSA INOVADORA’ 


Preço: 77,50€; 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Portugal & História - ‘O GENERAL QUE COMEÇOU O 25 DE ABRIL DOIS MESES ANTES DOS CAPITÃES’, de João Céu Silva - Lisboa 2024;






Portugal & História - Qual o papel do general do monóculo, que foi como voluntário para Angola no início do conflito e que se destacou como Comandante-Chefe na Guiné, e de regresso a Lisboa Spínola teve um papel decisivo, com a edição do seu livro ‘PORTUGAL E O FUTURO’, na queda do regime com o posterior desencadeamento do golpe dos capitães de Abril no dia 25, que seria o novo Presidente da República do novo regime por escolha da JSN (Junta de Salvação Nacional), renunciando às funções após a radicalização do MFA já sob influência dos oficiais esquerdistas…


‘O GENERAL QUE COMEÇOU O 25 DE ABRIL DOIS MESES ANTES DOS CAPITÃES’ 
De João Céu Silva 
Edição Contraponto 
Lisboa 2024 


Da contracapa:
“CINQUENTA ANOS DEPOIS DO 25 DE ABEIL, E RECORRENDO A 
TESTEMUNHOS INÉDITOS DE INTERVENIENTES DIRETOS NO 
PROCESSO, JOÃO CÉU E SIOVA REVELA-NOS COMO COMEÇOU 
A REVOLUÇÃO QUE FEZ CAIR A DITADURA. 

Ainda hoje muitos não sabem que foi um livro que deu origem ao acontecimento que mudou o país em 1974 e que bastou ao mais prestigiado general português de então apenas uma frase-choque para derrubar em poucos dias o Regime: «A vitória exclusivamente militar é inviável.» Esta declaração do general António de Spínola no seu livro Portugal e o Futuro, sobre a guerra no Ultramar, arrasou por completo a credibilidade do Governo de Marcello Caetano e provocou um autêntico terramoto no país. 

A obra, lançada a 22 de fevereiro de 1974, apresentava uma reflexão demolidora sobre a situação nacional e o futuro das colónias feita por quem melhor os conhecia e teve uma repercussão social e política inédita na sociedade portuguesa. Em poucos dias, os duzentos e trinta mil portugueses que compraram o livro compreenderam que o Estado Novo não tinha soluções para a grave crise que Portugal atravessava e que o Regime estava preso por um fio.

Espalhando-se pelo país como fogo em mato seco, as propostas do general em Portugal e o Futuro abriram o caminho que os capitães de Abril traçariam dois meses depois, no golpe que fez por fim cair o Regime e que o povo português, que acorreu em massa às ruas, transformou numa revolução. Os capitães concederam-lhe a honra de receber o poder das mãos do sucessor de Salazar e nomearam-no presidente da Junta de Salvação Nacional. No entanto, à primeira oportunidade, o general foi descartado, e Spínola não foi capaz de fugir à maldição que lhe estava destinada por se ter antecipado em dois meses ao fazer apenas com palavras um primeiro 25 de Abril.

Um livro surpreendente e polémico que nos mostra os verdadeiros bastidores da Revolução.“ 


Da badana: 
“ ‘PORTUGAL E O FUTURO’, do general António de Spínola, é talvez o livro mais devastador alguma vez publicado em Portugal, tanto que o presidente da república de então imediatamente o renomeou de ‘Portugal sem Futuro’. Em duas centenas e meia de páginas, Spínola declarava o esforço de guerra em Angola, Moçambique e Guiné condenado ao fracasso, e o Governo entrou em profunda crise na manhã de 22 de Fevereiro de 1974, quando o livro chegou às livrarias, depois de ter iludido a censura e a proibição de todos os superiores. A declaração do general provocou um terramoto político e social de tal ordem que o Regime se esfarelou em dias e, dois meses depois de uma lenta agonia, foi a vez de os militares executarem o golpe que lhe deu fim. 

Em ‘O GENERAL QUE COMEÇOU O 25 DE ABRIL DOIS MESES ANTES DOS CAPITÃES’ conta-se a história de um livro que nasceu na Guiné, para onde Spínola fora enviado por Salazar, um território que era a pior frente de combate ultramarina e que lhe mostrou o caminho a seguir para preservar o Portugal africano através de uma Comunidade Lusíada. De permeio, introduziu com os seus discursos o espírito da contestação entre os seus oficiais e inspirou em muito a rebelião do que iria resultar a Revolução dos Cravos.


O Autor: 
JOÃO CÉU E SILVA nasceu em Alpiarça, em 1959, e viveu no Rio de Janeiro, onde se licenciou em História. Desde 1989 que é jornalista e colaborador do Diário de Notícias.
Recebeu, em 2021, o Prémio Carreira de Jornalismo do festival literário Escritaria e publicou neste mesmo ano Uma Longa Viagem com Vasco Pulido Valente, o sétimo volume de uma série, que conta com os autores José Saramago, António Lobo Antunes, Miguel Torga, Álvaro Cunhal, Manuel Alegre e Maria Filomena Mónica.
A par da investigação literária, também se tem dedicado à histórica: O General Que Começou o 25 de Abril Dois Meses Antes dos Capitães, Álvaro Cunhal e as Mulheres que Tomaram Partido, 1961 – O Ano que Mudou Portugal, 1975 – O Ano do Furacão Revolucionário e Fátima – A Profecia Que Assusta o Vaticano.
Em 2013, recebeu o Prémio Literário Alves Redol com o romance A Sereia Muçulmana. Na ficção publicou também 28 Dias em Agosto, A Hora da Ilusão, Adeus África, Adeus Casablanca e A Segunda Vida de Fernando Pessoa. Em 2022, recebeu o Prémio Joaquim Mestre com o romance Guadiana, da Associação de Escritores do Alentejo. Ano Zero é o seu mais recente romance, galardoado com uma menção honrosa no Prémio Literário Carlos de Oliveira.“ 



Do ÍNDICE: 

- A Operação ‘Portugal e o Futuro’ 
- A ‘Revolução’ dentro de duas pastas 
- Um ‘Esquema’ para proteger o livro 
- Da Alemanha de Hitler à guerra em África 
- “Esse livro precisa de uma resposta” 
- O General Traquinas 
- “Não passo de um capitão de cavalaria” 
- Missão de Natália Correia: seduzir o general 
- Publicar a bem ou a mal 
- Um livro que esticava a corda 
- Usado contra a ditadura militar brasileira 
- EUA: concluio na Abrilada, cegueira em Abril 
- “Todo o regime estava em conspiração” 
- A evolução do pensamento do comandante-chefe 
- A ‘besta negra’ de Spínola 
- Abram ‘alas’ para o PIDE bom 
- A Presidência falhada e o efeito Guiné 
- O falso monóculo e a atração pelo hipnotismo 
- A corte de ‘Os Sete Magníficos’ 
- Um mau dia para todos 
- “As tropas ainda estão na rua” 
- A vingança de um ‘relutante’ Otelo 
- Uma Comenda para o Marechal 
- “Vieram todos da Guiné” 
- De farda de gala à fuga em pijama 
- A luz verde em seis palavras 
- Apagar ‘Portugal e o Futuro’ 
- Uma entrevista fantasma 
- Chuva de cartas ao General 
- Aos vencidos, o lixo da história 

Nota do Autor 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Portugal & Estado Novo - ‘GENTE COMUM - Uma História na PIDE’, de Aurora Rodrigues - Lisboa 2011 - Raro;;




Portugal & Estado Novo - A autora relata as suas vivências entre a prisão pela PIDE no final do regime ditatorial que foi derrubado a 25 de Abril de 1974… e já em pleno processo revolucionário, como activista do MRPP (partido de extrema-esquerda maoista) acaba novamente detida e encarcerada…pelo COPCON, os militares ao serviço da revolução e liderados por Otelo Saraiva de Carvalho…


‘GENTE COMUM - Uma História na PIDE’ 
De Aurora Rodrigues 
Edição 100Luz 
Lisboa 2011 


Livro com 184 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


SINOPSE: 
“ ‘GENTE COMUM - Uma história na PIDE’ é transcrito, revisto e editado, centrado nos primeiros vinte e cinco anos de Aurora Rodrigues. Da infância aos estudos, da adesão ao MRPP à prisão em Caxias, esta é a história de um testemunho marcado pela tortura e humilhação.

Entre duas tenebrosas prisões, como militante do MRPP, a violentos espancamentos e privação do sono, estes foram anos reservados a uma dura e perigosa realidade experimentada pela mulher que ‘agora’ nos relata em livro, detalhes de um passado ainda vivo na revolta da memória.

Com recolha, introdução, contextualização e notas de António Monteiro Cardoso e Paula Godinho, o livro traça-nos ainda uma viagem pelas suas vivências no Alentejo, região onde ‘granjeou consciência de si e do mundo, pelo contexto social, histórico e político’ de então.”


A Autora: 
“Pouco depois de aderir ao MRPP, em 1972, na sequência do brutal assassinato pela PIDE do camarada de curso José António Ribeiro Santos, Aurora Rodrigues é detida pela polícia política e levada para a prisão de Caxias, onde será torturada barbaramente durante três meses.

A então jovem de 21 anos esteve impedida de dormir cerca de 450 horas; em paralelo, sofreu espancamentos e passou por várias práticas de tortura, tendo o apoio de familiares e amigos e a memória do camarada Ribeiro Santos sido fundamentais para resistir às atrocidades a que foi submetida.

Libertada, vive a Revolução de forma intensa, envolvendo-se mais profundamente no trabalho partidário até ser de novo detida com várias centenas de camaradas, desta vez por iniciativa do COPCON.

Nunca baixando os braços e olhando os torcionários de frente, ‘GENTE COMUM - Uma história na PIDE’ é um relato de uma jovem de grande valentia e de uma mulher extraordinária que lutou intensa e corajosamente pelos seus ideais. Esta é a sua história, agora partilhada com os leitores.“


Preço: 27,50€; 

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Portugal - História & Colonialismo - ‘EM DEFESA DO ULTRAMAR’, de Francisco Manso Preto Cruz - Lisboa 1961 - MUITO RARO;




Portugal - História & Colonialismo - A defesa da política colonial nas possessões ultramarinas espalhadas pelos diversos continentes 


‘EM DEFESA DO ULTRAMAR’ 
De Francisco Manso Preto Cruz 
Edição do Autor 
Lisboa 1961 


Livro com 84 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Preço: 47,50€; 

Portugal - Estado Novo & História - ‘SALAZARISMO EM SANTA COMBA DÃO’, de Maria Gracinda Faustino - Santa Comba Dão 2010 - RARO;







Portugal - Estado Novo & História - Estudo e análise da influência e referências do prof. Dr. António de Oliveira Salazar, vulto destacado da história contemporânea portuguesa que chefiou o governo nacional durante décadas e da sua terra natal 


‘SALAZARISMO EM SANTA COMBA DÃO’ 
De Maria Gracinda Viegas Ferreira Louro Faustino 
Edição da Câmara Municipal de Santa Comba Dão 
Santa Comba Dão 2010 


Livro com 102 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.



Do ÍNDICE: 

Introdução do Tema 
1. - Escolha do Tema 
1.1 - Objectivo do estudo 
2. - Caracterização de Santa Comba Dão 
3. - Salazarismo - Santa Comba Dão 
3.1 - O contributo do Dr. Mário País de Sousa no desenvolvimento local 
3.2 - Desenvolvimento social 
3.3 - Desenvolvimento económico 
3.4 - Desenvolvimento cultural 
4. - Metodologia 
4.1 - Recolha de dados 
4.2 - Documento escritos 
4.3 - Entrevistas 
5. - Análise de dados 
6. - Conclusão 
Guião de entrevista 
7. - Referências bibliográficas 

APÊNDICE 


Preço: 67,50€; 

Portugal - Política & História - ‘O SOCIALISMO E O PS EM PORTUGAL’, coordenação de Fernando Pereira Marques - Lisboa 2017 - Raro;




Portugal - Política & História - Análise e história da evolução do socialismo e do PS (Partido Socialista) que permanece na actualidade política nacional 


‘O SOCIALISMO E O PS EM PORTUGAL’ 
Coordenação de Fernando Pereira Marques 
Edição Âncora Editora 
Lisboa 2017 


Livro com 328 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


SINOPSE: 
“Apesar da incipiente industrialização, as ideias socialistas chegaram ao nosso país nos anos 50 do século XIX quando ainda se viviam as sequelas da Patuleia, guerra civil que contribuiu para abalar os alicerces da monarquia. Viriam a surgir, assim, as primeiras associações visando ‘os melhoramentos das classes laboriosas’, os primeiros periódicos e textos doutrinários. 
Em 1875, mesmo antes de que isso acontecesse noutros países mais desenvolvidos, foi fundado o Partido Socialista. Figuras como Antero de Quental e José Fontana fariam com que o socialismo entre nós tivesse, desde logo, características muito especiais no que concerne à sua componente libertária e ética. Isto não impediria que também aqui se repercutissem as divisões programáticas em curso no resto da Europa o que, no contexto da sociedade portuguesa, ajudaria à hegemonia das ideias republicanas e do anarco-sindicalismo no movimento operário. 
Durante a I República os socialistas tiveram expressão modesta a nível sindical e parlamentar, apesar de chegarem a estar presentes em governos e terem contribuído para reformas significativas. 
Não admira, pois, que durante o Estado Novo o socialismo se tivesse amalgamado com a oposição democrática republicana, apesar de sempre existirem tentativas no sentido de afirmar a sua identidade. Até que, em 1964, Mário Soares, Tito de Morais, Ramos da Costa, entre outros, criaram a Acção Socialista Portuguesa, embrião do actual Partido Socialista fundado em 1973. 
Este, após o derrube da ditadura a 25 de Abril de 1974, tornar-se-ia a força decisiva para a construção do Portugal democrático dos dias de hoje e continua a desempenhar o papel fulcral que é conhecido. 
Recorrendo a vários autores de diversas formações académicas, pretende-se com este livro recordar o passado do socialismo português, para melhor analisar o seu presente e perspectivar o futuro.”


O Autor: 
“FERNANDO PEREIRA MARQUES, (1948) diplomou-se na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS) de Paris. É doutor de Estado em Sociologia pela Universidade Jules Verne/Picardie (Amiens-França), foi professor catedrático convidado na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, onde dirigiu o 2.º Ciclo de Ciência Política, e é investigador integrado no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa (IHC). 
Entre outros cargos, foi deputado à Assembleia da República, dirigente nacional do Partido Socialista, membro da delegação portuguesa na União da Europa Ocidental (UEO) e na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa. 
É autor de várias obras nas áreas do ensaio e da investigação, e é director da revista Finisterra (fundada por Eduardo Lourenço). 
Membro da Liga de União e de Acção Revolucionária (LUAR), foi preso durante uma operação em 1968, tendo cumprido três anos de reclusão. Sobre essa organização, publicou, na Colecção Ephemera da Tinta-da-china, os livros ‘Uma Nova Concepção de Luta’ (2016) e ‘O Desejo de Revolução’ (2024).”


Preço: 25,00€; 

Portugal - História & Ultramar - ‘A VERDADE SOBRE O CASO DE GOA’, de Rocha Souto - Lisboa 1958 - MUITO RARO;




Portugal - História & Ultramar - O autor reuniu as suas palestras sobre a crise que o Estado Português da Índia (Goa, Damão e Diu) estavam a atravessar com as ameaças do governo indiano de Nehru em tomar pela força os territórios portugueses seculares, transmitidas pela Rádio Ribatejo e retransmitidas pela Emissora de Goa 


‘A VERDADE SOBRE O CASO DE GOA’ 
De Rocha Souto 
Edição do Autor 
Lisboa 1958 


Livro com 230 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Preço: 15,00€; 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Portugal - África & Ultramar - ‘PATRÕES DA DESORDEM’, de Agostinho Caramelo - Vila do Conde 1974 - Muito Raro;







Portugal - África & Ultramar - Análise do autor sobre a penetração comunista nos países africanos com origem nos marxistas leninistas da Rússia e maoistas da China Popular de Mao-Sté-Tung 


‘PATRÕES DA DESORDEM’ 
De Agostinho Caramelo 
Edição do Autor 
Vila do Conde 1974 


Livro com 256 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
Com dedicatória e assinatura do autor. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“1920 - 1973 

Sangue, revoluções - assassinatos raptos - traições sabotagens - ‘complots’ greves - perseguições suores gelados - fugas assaltos - profanações tumultos - ‘putschs’ roubos - espionagem incêndios 
(…) 
“ 


Da badana: 
“Aos verdadeiros interessados pelos problemas de África, chama-se a atenção para o livro ‘PATRÕES DA DESORDEM’: 
Estudo sobre a penetração comunista russa e neomarxista chinesa nos povos do continente africano, desde 1920 a fins de 1975.“ 


Obras do Autor:
- ‘Luta da Vida pela vida’; 
- ‘Espírito em Liberdade’; 
- ‘Drama Íntimo’ (1.* edição); 
- ‘Drama Trágico dos Filhos da Miséria’; 
- ‘O Mundo Dorme’; 
- ‘Drama Íntimo’ (2.* edição); 
- ‘FOGO (Tempo Primeiro) - Desespero’; 
- ‘FOGO (Tempo Segundo) - Angústia’; 
- ‘FOGO (Tempo Terceiro) - Incerteza’; 
- ‘FUMO’; 
- ‘Fabricantes de Infernos’; 
- ‘PATRÕES DA DESORDEM’. 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

MOTIVOS 
- Política 
- Literatura 
- Nacionalismo 
- Advertência 


Preço: 27,50€; 

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Portugal - Estado Novo & História - LOTE DE 28 LIVROS E 2 REVISTAS SOBRE O TARRAFAL - MUITO RAROS;





















Portugal - Estado Novo & História - Um lote histórico e de grande raridade sobre o Campo de Concentração do Tarrafal, localizado em Santiago, arquipélago de Cabo Verde 


LOTE DE 28 LIVROS E 2 REVISTAS SOBRE O TARRAFAL 
1. - ‘O SEGREDO DAS PRISÕES ATLÂNTICAS’ - (42,50€) 
De Acácio Tomás de Aquino - Edição A Regra do Jogo - Lisboa 1978 
2. - MEMÓRIAS DE UM PRISIONEIRO DO TARRAFAL’ - (37,50€) 
De Correia Pires - Edições Dêagá - Lisboa 1975 
3. - ‘ANGOLANOS NO TARRAFAL - Alguns casos de habeas corpus’ - (27,50€) 
AAVV - Edição Afrontamento - Porto 1974 
4. - ‘S. NICOLAU - TARRAFAL ANGOLANO’ - (47,50€) 
De Emílio Filipe - África Editora - Lisboa 1975 
5. - ‘TARRAFAL - Testemunhos’ (Assinado por alguns dos autores) - (77,50€) 
AAVV - Editorial Caminho - Lisboa 1978 
6. - ‘A ACHADA GRANDE DO TARRAFAL’ - (32,50€) 
De Franco de Sousa - Edição Alfaómega - Lisboa 1979/
7. - ‘NO TARRAFAL, PRISIONEIRO’ - (37,50€) 
De Joaquim Ribeiro - Editorial ‘A Opinião - Porto 1976 
8. - ‘NAS TREVAS DA LONGA NOITE - Da guerra de Espanha ao Campo do Tarrafal’ - (37,50€) 
De Manuel Firmo - Edição Publicações Europa-América - Lisboa 1975 
9. - ‘DOSSIER TARRAFAL’ - (37,50€) 
AAVV - Edições Avante - Lisboa 2006 
10. - ‘TARRAFAL MEU AMOR VERDADEIRO’ - (42,50€) 
De Gabriel Raimundo - Edições Margem - Lisboa 1996 
11. - ‘MEMÓRIA VIVA DO TARRAFAL’ - (37,50€) 
De Gilberto de Oliveira - Edições Avante - Lisboa 1987 
12. - ‘TARRAFAL - CAMPO DA MORTE LENTA’ - (27,50€) 
De Pedro Soares - Edições Avante - Lisboa 1977 
13. - ‘TARRAFAL - O PÂNTANO DA MORTE’ - (37,50€) 
De Cândido de Oliveira - Edição Editorial República - Lisboa 1974 
14. - ‘TARRAFAL - ALDEIA DA MORTE’ - ‘O Diário da B5’ - (52,50€) 
De Manuel Francisco Rodrigues - Edição Brasília Editora - Porto 1974 
15. - ‘TARRAFAL - A História - A Terra - As Gentes’ (72,50€) 
De José Tavares Gomes (jornalista) - Edição do Secretariado Administrativo do Tarrafal - Cabo Verde 1989 
16. - ‘O CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DO TARRAFAL (1936 - 1954)’ - (57,50€) 
De José Manuel Soares Tavares - Edições Colibri - Lisboa 2007 
17. - ‘TARRAFAL 1975 - O Campo do Silêncio’ - (37,50€) 
De Sandra Inês Cruz - Edições Afrontamento - Porto 2025 
18. - ‘TARRAFAL - CHÃO BOM - MEMÓRIAS E VERDADES’ - 2 Volumes - (350,00€) 
De José Vicente Lopes - Edição IIPC (Instituto de Investigação e do Património Culturais - Cabo Verde, Cidade da Praia 2010 
19. - ‘TARRAFAL - Memória do Campo de Concentração’ - (67,50€) 
Coordenador David Santos e AAVV - Edição Fundação Mário Soares - Lisboa 2010 
20. - ‘TARRAFAL NA MEMÓRIA DOS PRISIONEIROS (1936-1954)’ - (Indisponível) 
De Nélida Maria Freire Brito - Edição Dinossauro - Lisboa 2006 
21. - ‘PRESOS POLÍTICOS ALGARVIOS EM ANGRA DO HEROÍSMO E NO TARRAFAL’ - (47,50€) 
De Maria João Raminhos Duarte - Edições Colibri e Câmara Municipal de Portimão - Lisboa 2009 
22. - ‘TARRAFAL - CAMPO DE CONCENTRAÇÃO - Presos Políticos e Sociais (1936-54 e 1961-74)’ - (97,50€) 
De Alfredo Caldeira e João Esteves (Coordenação) - Edições Colibri - Lisboa 2024 
23. - ‘CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO EM CABO VERDE:
As ilhas como espaço de deportação e de prisão no Estado Novo’ - (Indisponível) 
De Victor Barros - Edição da Imprensa da Universidade de Coimbra - Coimbra 2009 
24. - 'SOBREVIVER EM TARRAFAL DE SANTIAGO' - (52,50€) 
De António Jacinto - Ilustrações de José Rodrigues - Edição INALD (Instituto Nacional do Livro e do Disco) - Luanda 1982 
25. - 'DOSSIER P.I.D.E. - OS HORRORES E CRIMES DE UMA POLÍCIA' - (27,50€) 
Edição Agência Portuguesa de Revistas - Lisboa, 1974 
26 - 'A PIDE/DGS na guerra colonial 1961-1974' - (72,50€) 
De Dalila Cabrita Mateus - Edição Terramar - Lisboa 2011 
27 - '48 ANOS DE FASCISMO EM PORTUGAL' - (27,50€) 
De Carme D. Carvalhas - Edição Maria da fonte - Lisboa 1974 
28. - ‘PAVEL - UM HOMEM NÃO SE APAGA’ - (37,50€) 
A História do mais misterioso militante comunista 
De Edmundo Pedro - Prefácio de Mário Soares - Edição Parsifal - Lisboa 2014 

29. - ‘TARRAFAL - NUNCA MAIS !’ - (62,50€) 
Textos de Aurélio Santos e Leandro Martins - Edição da URAP ( União de Resistentes Antifascistas Portugueses) - Lisboa 2013 
30. - Revista ‘TABU’, n. 7 - De 28 de Outubro de 2006. - (37,50€) 
‘TARRAFAL - 70 Anos - O CAMPO DA MORTE’ 
Lisboa 2006 


De muito difícil localização. 
MUITO RAROS.


Preço: (LOTE COMPLETO) Contactar o blogue 
Vendas de livros isolados, quando disponíveis, preços nos títulos 

Portugal & Literatura - ‘NASCIDO NO ESTADO NOVO’, de Fernando Dacosta - Lisboa 2001 - Raro;






Portugal & Literatura - Uma obra sobre o regime derrubado a 25 de Abril de 1974, o Estado Novo, que a crítica reconheceu como uma importante obra sobre a história das cerca de cinco décadas da ditadura 


‘NASCIDO NO ESTADO NOVO’ 
Narrativa 
De Fernando Dacosta 
Edição 
Lisboa 2001 


Livro com 376 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“Na tarde de 25 de Abril, a mulher de Américo Thomaz ordena, indignada, ao marido 
que mande prender os militares que o vão prender. O grande ditador do século XX não 
era para ser Salazar mas Sidónio Pais. Natália Correia profetiza: o império soviético 
começará a desandar após a derrota que os comunistas sofrerão em Portugal.
Sá Carneiro faz uma revolução (na Revolução) ao impor a amante à sociedade 
da época. D. Maria, ex-governanta de Salazar, ludibria os elementos do COPCON que lhe 
entram na casa de Benfica. Marcelo Caetano morre no Rio de ressentimento, 
desespero e autismo. Agostinho da Silva antevê: vem aí o liberalismo selvagem, 
o desemprego massivo, o neocolonialismo, o neo-esclavagismo, o neo-feudalismo e 
o neoterrorismo.“ 


Da badana: 
‘NASCIDO NO ESTADO NOVO’ 

“Portugal e o seu destin tornaram-se num tema obsessivo para tantos dos nossos melhores escritores - Mário Cláudio, Agustina, Saramago, Dacosta, Almeida Faria, Lobo Antunes, Eduardo Lourenço.“ 
Marcelo Rebelo de Sousa (Congresso do PSD);

“Um livro indispensável para conhecer a história recente de Portugal.“ 
Javier García (‘El País’) 

“Não há nada de semelhante na moderna literatura portuguesa. Fernando Dacosta é um escritor que urge ser conhecido fora de Portugal.“ 
Celso de Oliveira (‘World Literature Today’, Universidade de Oklahoma, EUA) 

“Fernando Dacosta tem sido um dos mais significativos intérpretes do universo do chamado Estado Novo, ditadura de fato cinzento e não se uniforme, dirigida por pessoas com formação universitária e não por militares.“ 
Henrik Nilsaon (‘Svenska Dagbladet’, Suécia) 

“Uma consumada arte de construção da escrita que nunca deixa de nos surpreender.“ 
E. M. de Mello e Castro (JL) 


O Autor:
“FERNANDO DACOSTA 

Romancista, dramaturgo, jornalista, Fernando Dacosta nasceu em Luanda donde foi, ainda criança, para o Alto Douro. Após frequentar o liceu na cidade de Lamego, fixa-se em Lisboa, cursa Letras e inicia-se no jornalismo e na literatura. Actualmente pertence aos quadros da ‘Visão’. 
Foi director dos ‘Cadernos de Reportagem’ e co-editor da ‘Relógio d’água’. 
Apresentou, durante 1991 e 1992 um rubrica sobre livros na RTP 1. 
A peça ‘Um Jipe em Segunda Mão’ vale-lhe o Grande Prémio de Teatro da RTP, o Prémio da Associação Portuguesa de Críticos e o Prémio Casa da Imprensa. ‘A Súplica’, ‘Sequestraram o Senhor Presidente’ e ‘A Nave Adormecida’ são outros dos seus trabalhos dramatúrgicos. 
‘Os Retornados Estão a Mudar Portugal’ detém o Prémio Clube Português de Imprensa. ‘Moçambique, Todo o Sofrimento do Mundo’, recebe os galardões Gazeta e Fernando Pessoa em 1991. ‘O Despertar dos Idosos’, o prémio Gazeta de 1994. 
Com o romance ‘O Viúvo’ conquista o Prémio de Literatura Círculo de Leitores. ‘Os Enfieis’ são o seu último romance e ‘Máscaras de Salazar’ (dez edições) a sua última narrativa.“ 



Do ÍNDICE: 

I. - PRIMAVERA 
- Adeus Estado Novo 
- Populações concordatas 
- Dissolveu-se devagar 
- Ascensão e queda 
- Os dias de ressentimento 
- A presidenta 
- Horas de vertigem 
- Afectos indestrutíveis 
- O baile do Império 
- Aliviados mas vazios 
- Sem abril 
- Capitães indestrutíveis.

II. - VERÃO 
- Vícios verticais 
- Carnavais chungas 
- O pássaro 
- Casas de passe 
- Mundo abdómen 
- Galãs do Estado Novo 
- Navio na cidade 
- A subversão do riso 
- Bec sem saída 
- Cronista de bordo 
- Maravilhosa Edite 
- A imperadora 
- Lágrimas para Amália 
- Mãe-coragem 
- Mutantes excepcionais 
- O Avô Lisboa 
- As seduções de Sidónio 

III. - ESTIO 
- A natalidade de Natália 
- Esposo-irmão 
- Descomplicar a cultura 
- Aventuras desesperantes 
- A paixão do século 
- Memória silenciada 
- Triângulo religioso 
- O carteiro de Deus 
- O santo pagão 
- O cardeal esfíngico 
- Tocar Chopin 

IV. - INVERNO 
- Matar África 
- O pecado da Igreja 
- A invenção de Abril 
- Caçadores caçados 
- A odisseia do retorno 
- África sempre 
- Cidade de negros 
- Enlouquecer em África 

V. - OUTONO 
- O sequestro 
- Avareza afectiva 
- Entre regimes 
- Milenarismo português 
- Violência silenciosa 
- Morder a língua 
- O cume de Saramago 
- O despertar dos idosos 
- Purificar o sangue 
- Um ser que veio do futuro 
- Branco de segunda 
- As cinco estações 


Preço: 25,00€;