terça-feira, 15 de novembro de 2016

Portugal & PREC - 'FARPAS SEM SANGUE NA REVOLUÇÃO DOS CRAVOS', de Martins dos Reis e outros - Lisboa 1975 - RARO



Portugal & PREC -


'FARPAS SEM SANGUE NA REVOLUÇÃO DOS CRAVOS'
De Martins dos Reis e outros
Lisboa 1975


Livro com 348 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Preço: 20,00€;

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

África & Cultura - 'DEFESA DO PATRIMÓNIO SÓCIO CULTURAL DE CABO VERDE', de João Lopes Filho - Lisboa 1985



África & Cultura - A defesa da cultura insular de Cabo Verde


'DEFESA DO PATRIMÓNIO SÓCIO CULTURAL DE CABO VERDE'
De João Lopes Filho
Edição Ulmeiro
Lisboa 1985


Livro com 176 páginas e em muito bom estado de conservação.
De difícil localização.
Raro.


Da contra-capa:
"Como uma das missões fundamentais para os países que se libertaram recentemente do domínio colonial é redescobrir o seu passado e, deste modo, procurar reafirmar a sua Identidade Cultural, um conjunto alargado de circunstâncias impõem a Cabo Verde independente a necessidade de verificar a sua 'cultura' e, ao mesmo tempo, preservar os testemunhos e valores do seu património.
São justamente estes aspectos que de há muito vêm sendo objecto das reflexões de João Lopes Filho, como se pode verificar mesmos nos artigos publicados antes da independência de Cabo Verde (incluídos no presente trabalho), que se mostram actuais e em consonância com a política seguida neste campo por aquele país."



Do ÍNDICE:
- ADVERTÊNCIA;
- Possíveis linhas de acção;
- Departamento antropológico;
- Departamento museológico;
- Arquivos e Bibliotecas;
- Criação artística e literária;
- Património monumental arquitectónico;
- Tradição oral;
- Centros culturais;
- Mobilização da população;
- Reajustando;
- A escola perante a herança cultural;

ANEXOS:
- Ensino para uma nova cultura;
- Ligar o ensino à vida;
- Em defesa do património artístico e histórico;
- Em prol da 'memória' cultural de s. Nicolau;



Preço: 22,50€;

Angola & Ultramar - Fotografia da Av.ª Marginal em Luanda (Anos 50) - RARA



Angola & Ultramar - Fotografia da cidade de Luanda ainda sem a avenida marginal definida e poucos edifícios.....


Fotografia da Av.ª Marginal em Luanda (Anos 50)
Em muito bom estado de conservação.
(12,5 x 17,5 cm)


De muito difícil localização.
RARA


Preço: 15,00€;

Portugal - 'OS MISTÉRIOS DA LADEIRA DO PINHEIRO' - Zaragoza - Espanha 1971 - MUITO RARO



Portugal - Os fenómenos em torno da Santa da Ladeira, entre os crentes e os críticos, qual a realidade ?


'OS MISTÉRIOS DA LADEIRA DO PINHEIRO'
Editorial Círculo
Zaragoza - Espanha 1971


Livro com 286 páginas, muito ilustrado (16 páginas) e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Livro editado em Espanha, julga-se para evitar a censura então em vigor em Portugal e com autor desconhecido e sem recenseamento na Biblioteca Nacional.


Da apresentação do livro:
"BREVES APONTAMENTOS DOS FACTOS DE ORDEM SOBRENATURAL VERIFICADOS, DESDE HÁ 10 ANOS, NO LOCAL DAS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS, SITUADOS NA LADEIRA DO PINHEIRO ENTRE TORRES NOVAS E ENTRONCAMENTO."


Da INTRODUÇÃO:
"Antes de iniciar a descrição sucinta dos factos, que, por força das circunstâncias, estão de antemão sujeitos a criticas tão injustas como disparatadas, devo advertir, seriamente, que toda a matéria exposta foi investigada e comprovada em termos de não deixar dúvidas, como poderá certificar-se aquele que o desejar, pois está aberto a todos o campo da investigação. Não se trata, portanto, de 'fantasias', 'contos' ou 'romances', cheios de enfeites, ornamentos ou poesias, que dão à leitura o encanto e deleite, segundo a imaginação e o génio do autor. Mas aqui, apenas encontrarão a verdade intangível, crua e nua, como Deus a deitou ao mundo, sem uma brisa, suave e amena, que a harmonize com os conceitos da mentalidade ou beleza da arte de escrever."


MARIA DA CONCEIÇÃO MENDES HORTA - A 'Santa da Ladeira':
"Natural de Riachos, Torres Novas, Maria da Conceição Mendes Horta tinha 39 anos quando, internada no Hospital da Misericórdia, na Golegã, com uma leucemia, viu uma imagem do Senhor dos Passos a mexer-se. Terá ficado curada, afirmando desde então que tinha visões e falava com os Santos, reunindo ao seu redor um grupo de fiéis que chegou a trazer à Ladeira do Pinheiro pessoas do outro lado do Atlântico. Morreria em 2003, aos 72 anos, poucas semanas depois de ter sido excomungada por um ramo da Igreja Ortodoxa polaca, a única que apoiou o culto.
É uma história feita de vários episódios e uma certa mística de mártir que sempre rodeou Maria da Conceição, conhecida entre os fiéis por 'Mãe Maria' ou 'Santa da Ladeira' e pelos cépticos como 'bruxa da Meia Via'. Casada por duas vezes, tendo ficado viúva do primeiro marido, teve as suas primeiras visões nos anos 60, procurando desde então que o seu culto fosse aceite pela Igreja Católica. Não só nunca foi aceite como Maria da Conceição entrou em litígio com o pároco local.
A sua casa foi fechada pela GNR em 1972 e só depois do 25 de Abril, e com o fim do Estado Novo, a Igreja Católica Ortodoxa de Portugal deu o seu apoio a Maria da Conceição, criando-se o início da institucionalização do culto."

(fonte: www.mediotejo.net)


Do ÍNDICE:
- Introdução;
I. - O princípio das revelações;
II. - O Mistério da Divina Eucaristia;
III. - A cura ou diagnóstico de doenças;
IV. - A translação misteriosa da vidente;
V. - Mistérios materializados;
VI. - Visões celestiais;
VII. - Prenunciação da mística;
VIII. - Martírios e angústias;
IX. - Milagre dos '40 dias';
X. - Extractos de êxtases;
XI. - Sincronismo de outras aparições;
XII. - Considerações finais.



Preço: 45,00€;

sábado, 5 de novembro de 2016

África & Colonialismo - 'AS ILHAS DE CABO VERDE - Da 'descoberta' à independência nacional (1460-1974)', de Elisa Silva Andrade - Paris 1996 - Muito raro




África & Colonialismo - Uma monografia das ilhas de Cabo Verde, da descoberta portuguesa à independência em 1975


'AS ILHAS DE CABO VERDE - Da 'descoberta' à independência nacional (1460-1974)'
De Elisa Silva Andrade
Edição L'Harmattan
Paris 1996


Livro com 320 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito raro.


Da contra-capa:
"Compreender os mecanismos da dominação económica e da pobreza é descobrir as ilhas de Cabo Verde através de um projecto colonial hesitante e sem meios compatíveis com as suas ambições.
Cabo Verde foi, no espaço atlântico, ora integrado, ora rejeitado, segundo os interesses da metrópole colonial. Inicialmente ilhas afortunadas (entreposto de escravos africanos a serem exportados para a Europa e depois para as Américas, produtor de grogue, açúcar, panos, anil, ...) e base logística da navegação transoceânica, elas foram arruinadas pela dominação portuguesa, pelas companhias masjestáticas... A evolução dos transportes intercontinentais e o atraso na construção do cais acostável em Mindelo, assentaram-lhes o golpe de misericórdia. A emigração maciça (forçada e/ou espontânea), sobretudo dos jovens, constituíram a solução de sobrevivência após as secas e fomes periódicas.
O estudo histórico e social da economia do arquipélago recoloca Cabo Verde no seu meio natural: O continente africano. Atesta-o a longa luta armada, conjuntamente com a Guiné-Bissau, que lhe permitiu ascender à independência política."



Do ÍNDICE:


Agradecimentos;
PREFÁCIO de Michel Lesourd;
INTRODUÇÃO;

PARTE I
ORIGEM E FORMAÇÃO DA SOCIEDADE CAOVERDIANA

Capítulo I
O ACHAMENTO E A COLONIZAÇÃO DAS ILHAS DE CABO VERDE:
1. - As condições internas de Portugal que o levaram ao grande empreendimento das 'descobertas';
2. - Achamento e forma de povoamento de Cabo Verde:
A - A chegada dos portugueses a Cabo Verde; B - O povoamento das ilhas; C - As origens étnicas da população de Cabo Verde;

Capítulo II
SOCIEDADE, MEIO AMBIENTE E SUBSISTÊNCIA:
1. - Organização dos espaços;
2. - Cruzamento de povos e constituição de uma cultura;
3. - Subsistência;

PARTE II
CONSTITUIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ESCLAVAGISTA

Capítulo I
NATUREZA E MODO DE INSERÇÃO DA ECONOMIA CABOVERDIANA NA ECONOMIA MUNDIAL:
1. - Produtos de exportação:
A - Os escravos; B - As culturas de rentabilidade; C - Os produtos da pecuária; D - Os produtos de extracção;
2. - Organização e evolução do comércio nas ilhas:
A - Correntes de troca; B - As grandes companhias monopolistas; C - Regulamentação das trocas e a limitação sistemática dos privilégios inicialmente atribuídos à classe dominante em Cabo Verde;

Capítulo II
FORMAS DE APROPRIAÇÃO E DIVISÃO DA SOCIEDADE EM CLASSES:
1. - Regime de propriedade;
2. - Classes e grupos sociais em presença:
A - Os senhores brancos; B - Os escravos;

Capítulo III
AS FINANÇAS REAIS E AS FINANÇAS PÚBLICAS COMO MECANISMO DE EXTRACÇÃO DIRECTA DAS RIQUEZAS REALIZADAS EM CABO VERDE

Capítulo IV
DECLÍNIO E FIM DA SOCIEDADE ESCLAVAGISTA:
1. - Convergência de factores externos e internos na decadência do sistema;
2. - Movimentos sociais;
3. - O processo de abolição do tráfico de escravos e da escravatura;
4. - Decomposição e reconstituição de novas classes e camadas sociais com o processo de degradação da sociedade escravocrata;
5. - Desequilíbrio do ecosistema como resultado da sobre-exploração do homem e da natureza;

PARTE III
CONSTITUIÇÃO DO CAPITALISMO DEPENDENTE

Capítulo I
À ESCRAVATURA SUCEDE O CAPITALISMO COLONIAL:
1. - Para uma nova forma de exploração colonial;
2. - Valorização do arquipélago colo colónia de serviço:
A - Para o exterior; B - A nivel interno;
3. - Organização do poder colonial e legitimação ideológica:
A - A legitimação ideológica do poder colonial; B - Formas de organização e evolução do poder colonial em Cabo Verde;
4. - A emigração como dado estrutural da sociedade caboverdiana:
A - As causas profundas da emigração caboverdiana; B - A emigração 'voluntária', 'espontânea' ou 'livre'; C - O impacto da emigração caboverdiana;

Capítulo II
SITUAÇÃO SÓCIO-ECONÓMICA NAS VÉSPERAS DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL:
1. - Bloqueio da situação agrária resultante do período anterior:
A - Regime de propriedade e relações de produção; B - Estado das técnicas e nível de produção;
2. - A industrialização impossível;
A - As industrias extractivas; B - As industrias de transformação;
3. - O comércio interno;
4. - O comércio externo;
5. - A problemática das classes sociais em Cabo Verde;

Capítulo III
A INDEPENDÊNCIA NACIONAL COMO ÚNICA SAÍDA PARA O BLOQUEIO COLONIAL:
1. - O impasse da colonização portuguesas;
2. - Génese do movimento de libertação nacional;
3. - Constituição do Estado nacional e perspectivas de desenvolvimento:
A - Constituição do Estado Caboverdiano sob a hegemonia da pequena-burguesia 'revolucionária'; B - A racionalização das estruturas herdadas da colonização; C - Perspectivas abertas pela política de desenvolvimento económico preconizada pelo Estado caboverdiano;

- CONCLUSÃO;
- ANEXOS;
- Bibliografia;
- Abreviaturas usadas no texto;



ELISA SILVA ANDRADE:
"Economista, historiadora, é de nacionalidade caboverdiana. Viveu em Portugal, Argélia, Senegal, França, Angola e encontra-se actualmente em Cabo Verde onde faz consultoria para organismos do sistema das Nações Unidas e da cooperação bilateral. Investigadora em Ciências Humanas e Sociais, é autora de diversos trabalhos nomeadamente sobre a emigração caoverdiana e a condição feminina em África.
Participou em duas obras colectivas:
- 'Bourgs et villes em Afrique Lusophone', Ed. L'Harmattan, Paris 1989;
- 'Le rôle de l'Afrique dans la recontre des deux mondes (1492-1992)', Ed. UNESCO, Paris 1995."


Preço: 0,00; (Indisponível)

Portugal & Estado novo - 'CARTA ABERTA A SALAZAR', de Henrique Galvão - Caracas 1960 - MUITO RARO



Portugal & Estado novo - O autor já em oposição total a Salazar, denuncia o regime e as suas políticas em Portugal e nas ex-colónias


'CARTA ABERTA A SALAZAR'
De Henrique Galvão
Edição do Movimento Nacional Independente
Caracas 1960


Livro com 104 páginas (4.ª edição) e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


O autor, depois de ter sido um dos primeiros apoiantes do Estado Novo e admirador de António de Oliveira Salazar, e após ter passado por diversas funções de nomeação política, nomeadamente em Angola, rompeu com o regime e passou à oposição dura e firme, tendo escrito este documento político de grande significado e resultante das suas experiências nas referidas funções.

É um dos documentos mais importantes da oposição ao regime salazarista.


Palavras do autor na apresentação:
"Esta é a 4ª edição da Carta Aberta a Salazar escrita no Hospital de Santa Maria actualizada depois da minha evasão durante o mês que andei a monte antes do asilo na Embaixada da Argentina. A 1ª edição impressa em Lisboa foi quase totalmente apreendida pela PIDE. Por ela respondem atualmente num dos Plenarios salazarinos mais inocentes no caso do que as 11.000 origens. A 2ª e a 3ª edição apareceram em Braga e no Porto - e tiveram o mesmo destino. Convido a PIDE a apreender esta."


Preço: 0,00€; (Indisponível)

África - 'DE MOÇAMBIQUE A PORTUGAL(Reinterpretações Identitárias do Hinduísmo em Viagem) ', de Susana Trovão Pereira Bastos e José Gabriel Pereira Bastos - Lisboa 2001



África - A comunidade hundu em Moçambique e Portugal


'DE MOÇAMBIQUE A PORTUGAL (Reinterpretações Identitárias do Hinduísmo em Viagem)'
De Susana Trovão Pereira Bastos e José Gabriel Pereira Bastos
Edição Fundação Oriente
Lisboa 2001


Livro com 388 páginas, ilustrado e como novo. em excelente estado de conservação.


Do ÍNDICE:
- INTRODUÇÃO;
- Negociando com a genealogia: o argumento;

Parte I
O TRABALHO DE TERRENO COMO CRISE-ANÁLISE
Capítulo 1 - Primeiros encontros etnográficos em Portugal;
Capítulo 2 - 'À espera do pedido':identidades suspensas;
Capítulo 3 - 'Sinto-me antes de tudo hindu' ou 'os portugueses têm inveja dos indianos': uma estratégia identitária multi-referencial ambivalente;
Capítulo 4 - 'É bom ser português e hindu': uma estratégia de estruturação identitária caracterizada pela presença múltipla;
Capítulo 5 - A ilusão da alteridade étnica: sabedorias identitárias;
Capítulo 6 - Elaborando o perigo do esmagamento identitário:'Era uma vez uma casta que exploradores que acabou arruinada';
Capítulo 7 -Encontros potenciais com a imago da mãe sedutora: desejos e angústias dos que partem diariamente;
Capítulo 8 -' Fiel ao chamamento da Deusa' e 'português até à morte': preocupações identitárias doa mais velhos com as tentações de desidentificação que pesam sobre os mais jovens;
Capítulo 9 - Investir em Portugal 'sem pedinchar': da manutenção da autonomia identitária à afirmação do hinduísmo como uma religião transnacional;
Capítulo 10 - O brâmane que não constituía uma 'referência suprema' e a mulher hindu que partia em viagem: encontros reveladores com a diversidade vivida;
Capítulo 11 - Primeiros encontros etnográficos na Índia (Diu);
Capítulo 12 - Contornando o (suposto) desejo de engolfamento especular 'entre portugueses';
Capítulo 13 - Mesmo os homens de estatuto depreciado são mulheres admiráveis: iniciação ao tranvestismo identitário;
Capítulo 14 - Mesmo uma estrangeira pode ser adoptada: iniciação ao mundo dos renunciantes que voltaram a casar;
Capítulo 15 - Iniciações homofílias e sua subversão;
Capítulo 16 - Quando os desejos de justiça se encontram: comunicações primordiais de homens para homens;
Capítulo 17 - As estratégias identitárias lêem-se entre si;

Parte II
ENCONTRAR O 'OUTRO' É SEMPRE REENCONTRÁ-LO...
ORGANIZADORES FANTASMÁTICOS DO ENCONTRO INTERCULTURAL
Capítulo 18 - Aprofundando o design metodológico;
Capítulo 19 - As representações identitárias inter-nacionais dos hindus-gujaratis residentes em Lisboa;
Capítulo 20 - Das representações identitárias inter-nacionais às representações micro-sociais (de género e geração): primeiro ensaio de interpretação;
Capítulo 21 - A profundando a análise identitária: a dimensão oculta das representações etnonacionais;

Parte III
DE MOÇAMBIQUE A PORTUGAL - REINTERPRETAÇÕES IDENTITÁRIAS DO HINDUÍSMO 'GUJARATI' EM VIAGEM
Capítulo 22 - De uma definição unívoca, local e coerente do conceito de hinduísmo aos manejos identitários do 'Sanatan Dharam';
Capítulo 23 - Reinterpretar, tendo em conta as novas geometrias identitárias;
Capítulo 24 - 'A religião é um assunto das senhoras': uma reinterpretação contramisógina do hinduísmo 'gujarati';
Capítulo 25 - Incorporar sem desdiferenciar e diferenciar sem clivar: a centralidade da Deusa hindu (e das suas formas terrenas);
Capítulo 26 - Descrever a possessão sem trair: um ensaio semântico intercultural;
Capítulo 27 - Reconfigurando a diferença entre o 'eu' e o 'outro': manejos identitários da possessão;
Capítulo 28 - 'A nora que confundia tudo': recusando a enfatuação de uma modalidade identitária em detrimento de outra;
Capítulo 29 - Engravidar do 'resto': elaborando a tensonalidade identitária entre os mais velhos e mais novos:
Capítulo 30 - 'O mundo inteiro começou a balançar, a virar': elaborando os excessos nasrcísicos dos homens sobre as mulheres;
Capítulo 31 - Evitando o 'mais sofrimento' decorrente das inflações identitárias excessivas: comunicações de inconsciente a inconcicente;
Capítulo 32 - 'A separação é tão ilusória como a ideia de que o espaço dentro de um pote é distinto à sua volta': construções de alteridade étnica;
Capítulo 33 - Para além da perturbação contextual: reinterpretações vantajosas da 'Pequena Tradição' em viagem;
Capítulo 34 - Quando eles opõem mais do que elas: vicissitudes da construção de uma identidade masculina;
Capítulo 35 - Onde está quem?;

- CONCLUSÃO;
- Constantemente negociada, finitamente flexível: acerca da identidade hindu em diáspora;
- Bibliografia;
- Glossário;
- Anexos;
- Documentos Iconográficos;



Preço: 25,00€;

Angola - Exemplar do 'JORNAL DE ANGOLA', n.º 16,431, de 02 de Agosto de 1976 ('II ANIVERSÁRIO DAS FAPLA') - MUITO RARO




Angola - As comemorações do II aniversário de constituição das FAPLA (exército do MPLA)


Exemplar do 'JORNAL DE ANGOLA', n.º 16,431, de 02 de Agosto de 1976.
('II ANIVERSÁRIO DAS FAPLA')

Editado em Luanda, tendo como director Fernando da Costa Andrade.
Com alguns sinais de uso, mas em bom estado de conservação.


De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Temas em destaque:
- 'DEFESA, PRODUÇÃO E DISCIPLINA SÃO AS NOSSAS PRINCIPAIS TAREFAS'
Definiu o camarada Presidente Neto na Av.ª 4 de Fevereiro;
"O camarada Presidente Agostinho Neto proferiu ontem de manhã, na tribuna de honra da Parada Militar das FAPLA na Av.ª 4 de Fevereiro e antes do início do desfile, um importante discurso onde, para além de recordar as etapas históricas que conduziram à proclamação das FAPLA, em 1 de Agosto de 1974, falou de vários aspectos da presente fase de reconstrução nacional."
- EDITORIAL
Dedicado ao desfile das FAPLA - II Aniversário;
- 'ACEITAMOS A RESPONSABILIDADE DE LEVAR ATÉ AO FIM A REVOLUÇÃO ANGOLANA'
Lúcio Lara e Lopo do Nascimento (primeiro ministro) no lançamento da primeira pedra ao memorial do soldado desconhecido;
- 'PRESERVAR A CULTURA CUBANA E ENRIQUECER O TEMPO LIVRE DO POVO'
Reportagem do 'JORNAL DE ANGOLA' em Cuba;
- FAPLA
COMANDANTES DE COLUNA
- Henrique Teles Carreira (Iko); - João Luís Neto (Xietu); - Pedro Maria Tonha (Pedalé);- Jacob Caetano João (Monstro imortal); - César Augusto (Kiluanji);- Eduardo Ernesto (Bakalof); - Eugénio Veríssimo da Costa (Nzaji); - Paulo Silva Mungungu (Dangereux); - António dos Santos França (Ndalu); - Henrique de Carvalho Santos (Onambua); - Bonifácio Kinda (Cantiga); - José Manuel Paiva (Bula Matadi); - David António Moisés (Ndozi); - Zacarias José Pinto (Bolingo); - António Gaspar Ramos (Dimuca); - Eurico Gonçalves; - António Bernardo Chinyama (Maninga); - Rui Filomeno de Sá (Dibala); - Santana André Pitra (Petrof); - Filipe Neto (Dimbondua); - Francisco Magalhães Paiva (N'vunda); - Alexandre Rodrigues (Kito); - Ernesto Kaiombo (Liberdade); - Mendes António de Castro (Delfim C); - Pedro Castro Van-Dúnem (Loy); - Sihanouk;

MAJORES
- Nito Alves; - Sayd Mingas (Lutuima); - Manuel Francisco Tuta (Batalha); - Evaristo Domingos (Kimba); - Joaquim Rangel Varela (Quim); - Gonçalves da Silva (Margoso); - Miguel João Luís (Ivadi); - Evaristo de Sousa Neves (Kapica); - Pedro Lima (Foguetão); - Rui G. Cardoso de Matos (Maio); - José Matos (Siliveli); - Salviano Jesus Sequeira (Kianda); - Rafael Sapilinha (Sambalanga); - Alberto Bento Ribeiro (Cabulo); - Mário Afonso de Almeida (Kassessa); - José Antunes (Voina); - Agostinho Cunha (Mazembe); - António Chipululu (Capela); - Pedro Chimbumba (Leopardo); - Daniel Prata (África); - Manuel Pais (Atenção Tuga); - Levende Musuwall (Samussumina); - João Manuel Martins (Petit); - Carlos Pestana Heinekeu (Katiana); - Tiago Martins (Katongo); - João Condestável (Lumumba); - Frederico Mulyenu (Mbila Chitama); - Marcos António; - Carlos Manuel (Max); - António Ramos (Ciclone); - Malamba D. rosa (Facho); - Moisés Mikolo (Téte dos Tombos); - Francisco (Van Troy); - Daniel de Almeida Paulino (Gandhyl);

- 'FALA O POVO' - Opiniões recolhidas durante o desfile das FAPLA;
- 'ESTAS GUERRAS DO POVO FORAM GANHAS COM O ESFORÇO DESTE ANÓNIMO FILHO DO POVO'
Afirmou o Comandnat xietu no lançamento da primeira pedra memorial ao Soldado Desconhecido.
- 'A LUTA CONTINUA - A VITÓRIA É CERTA'
Reportagem ilustrada nas centrais sobre o desfile das FAPLA na Av.ª 4 de Fevereiro (Antiga avenida Marginal);



Preço: 0,00€ (Indisponível)

Angola & Descolonização - 'Boletim Informativo do MFA', n.º 19, de 30 de Maio de 1975 ('A SITUAÇÃO EM ANGOLA') - Muito raro




Angola & Descolonização - As informações do MFA sobre a descolonização e a situação política nesta antiga colónia portuguesa em meados de 1975


'Boletim Informativo do MFA', n.º 19, de 30 de Maio de 1975.
('A SITUAÇÃO EM ANGOLA')

Órgão de informação do MFA (Movimento das Forças Armadas). Editado em Lisboa, da responsabilidade da 5.ª Divisão do EMGFA.
Em muito bom estado de conservação.


De muito, muito difícil localização.
Muito Raro.


Temas em destaque:
- 'ANGOLA - Especial'
- 'A SITUAÇÃO EM ANGOLA E AS NOSSAS TAREFAS'
O papel das Forças Armadas Portuguesas;
As relações entre os Movimentos de Libertação;
O Exército Nacional e a Unidade Nacional Angolana;
Independência Nacional;
- 'A POSIÇÃO DO CONSELHO DA REVOLUÇÃO'
Neutralidade activa;
- 'O PAPEL DOS MILITARES PORTUGUESES EM ANGOLA'
- 'ANGOLA - ACORDO PARA A INDEPENDÊNCIA'
(Transcrição integral do 'ACORDO DO ALVOR' assinado em Janeiro de 1975 entre Portugal e a FNLA, MPLA e UNITA)
- 'A IMPRENSA E A DESCOLONIZAÇÃO'
- 'A QUESTÃO DA COLÓNIA PORTUGUESA EM ANGOLA'
- 'COMUNICADO DO ALTO-COMISSÁRIO' (01 de Maio de 1975)
Sobre os acontecimentos em Luanda na madrugada de 29 de Abril de 1975;
- 'BOLO ANGOLANO'
(Descrição das riquezas e potencialidades esta colónia portuguesa)
- 'UNIDADE E LUTA' - Por Amílcar Cabral;
(Fundador e dirigente do PAIGC).



Preço: 25,00€

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Ultramar & Colonialismo - 'ANGOLA - Apontamentos sobre a ocupação e início do estabelecimento dos Portugueses no Congo, Angola e Benguela', de Alfredo de Albuquerque Felner - Coimbra 1933 - MUITO RARO




Ultramar & Colonialismo - As primeiras incursões dos missionários, colonos e exército português no litoral e interior de Angola


'ANGOLA - Apontamentos sobre a ocupação e início do estabelecimento dos Portugueses no Congo, Angola e Benguela'
(Extraídos de Documentos Históricos)
De Alfredo de Albuquerque Felner
Imprensa da Universidade
Coimbra 1933 (1.º Edição)


Livro com 593 páginas, de grandes dimensões (29 x 21 cm), ilustrado, capas duras e encadernação da época de pele, miolo limpo e em muito bom estado de conservação.
Ilustrado com um mapa a cores de grandes dimensões (80 x 50 cm), de Angola (edição de 1914) e escala 1:2.000.000 - 'Carta de Angola com as datas das primeiras ocupações da costa e indicação dos principais caminhos percorridos por missionários, colonos e tropas portuguesas até 1639'.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO


Uma grandiosa obra, exaustiva na recolha de elementos históricos sobre a penetração colonial dos portugueses e o seu estabelecimento em vastas zonas do litoral e interior de Angola, com a indicação dos caminhos percorridos por missionários, colonos e as tropas do exército ao longos dos primeiros séculos.


ALFREDO FREDERICO DE ALBUQUERQUE FELNER (1872-1937)
- Oficial do Exército, governador de Moçâmedes (agora Namibe) e da Huíla;
Assentou praça em 1888, cursando a Escola do Exército: Alferes de infantaria em 1893, Tenente em 1900; capitão em 1909; Major em 1916; Ten-coronel em 1917, e Coronel em 1928.
Em 1925 estava na situação de adido ao Ministério das Colónias, quando se dedicou apaixonadamente aos estudos da História de Angola - de que deve ser considerado um dos criadores - frequentando assiduamente os arquivos nacionais, de onde conseguiu arrancar preciosa documentação histórica, dando à estampa pela primeira vez o inquérito de Abreu de Brito - 'Sumário e descrição do Reino de Angola de 1592' - da Biblioteca da Ajuda, pelo qual se esclarece a vida política e económica de Angola nos tempos do seu primeiro governador, Paulo Dias de Novais (1575-1589) e no efémero governo do seu sucessor Luís Serrão.
A esse trabalho seguiu-se o seu livro 'Angola apontamentos sobre a ocupação e início do estabelecimento dos portugueses no Congo, Angola e Benguela', editado pela Imprensa da Universidade de Coimbra em 1933. Este trabalho, acompanhado de abundante e preciosa documentação, estuda a época dos descobrimentos, mormente a viagem que levou à descoberta do estuário do Zaire e do Reino do Congo, tratando de seguida dos acontecimentos de que, em tempos da Rainha Regente, D. Catarina, resultou na ocupação de Angola. A conquista destas vastas regiões da costa ocidental africana, incluindo para sul o Reino de Benguela, e ainda a ocupação holandesa, constituem a matéria do valioso livro, em que a notícia dos acontecimentos é acompanhada a par e passo pelo documento que lhe corresponde.
Esta obra é sem dúvida o primeiro trabalho de sistematização da história de Angola; e pela forma exaustiva como se acha baseada, ficará inegavelmente como a primeira tentativa segura de ordenação de tão vasta e dispersa matéria. Nela provou Felner as suas qualidades de paciente investigador e organizador e ainda de lúcido evocador de épocas obscuras e pouco menos que desconhecidas. Os últimos anos da sua vida foram empregados ainda em reunir activamente materiais para um novo trabalho, que teria o mesmo título de 'Angola, Apontamentos sobre a colonização dos planaltos e Sul de Angola'. Esse estudo que só veio a ser publicado já depois do seu falecimento foi editado em 1940, pela Agência Geral das Colónias, e é também um riquíssimo repositório de documentação que vai de 1675 a 1893, referente ao estabelecimento dos portugueses no Sul de Angola, que o ilustre escritor havia coligido para trabalho de maior fôlego e em continuidade do livro publicado em 1933, mas a que a sua pena infelizmente já não pôde dar corpo.
Fora ainda dos seus trabalhos de historiador, a sua actividade foi grande, como administrador da Companhia de Pescarias de Angola (dedicando-se no exercício desse cargo ao desenvolvimento do fabrico de conservas de peixe em Moçâmedes, Namibe); director da Secção Ultramarina do Banco Burnay; tomou parte na 1ª Grande Guerra; e pertenceu à Comissão dos Padrões da Grande Guerra.


Preço: 0,00€ (Indisponível)