terça-feira, 30 de julho de 2019

Moçambique & Recursos Naturais - 'A INDUSTRIALIZAÇÃO DA CASTANHA DE CAJÚ - O cajueiro e os seus produtos', de A. Ramalho Correia - Lourenço Marques 1963 - MUITO RARO;



Moçambique & Recursos Naturais - Um dos mais importantes recursos económicos desta antiga colónia portuguesa


'A INDUSTRIALIZAÇÃO DA CASTANHA DE CAJÚ - O cajueiro e os seus produtos'
De A. Ramalho Correia
Edição da Direcção dos Serviços de Economia da Província de Moçambique
Lourenço Marques 1963


Livro com 270 páginas, ilustrado e em bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.



Do ÍNDICE:

INTRODUÇÃO - De A. Ramalho Correia
1. - GENERALIDADES
1.1. - O cajueiro: origem e distribuição actual
1.2. - Distribuição em Moçambique
1.3. - Produtos do cajueiro
1.3.1. - Madeira
1.3.2. - Casca
1.3.3. - Seiva
1.3.4. - Folhas e raízes
1.3.5. - Pedúnculo
1.3.5.1. - Sumo
1.3.5.2. - Doçaria
1.3.5.3. - Figo seco
1.3.5.4. - Bebidas fermentadas
1.3.5.5. - Aguardente
1.3.5.6. - Álcool
1.4. - A castanha
1.4.1. - Amêndoa
1.4.1.1. - Óleo de amêndoa
1.4.1.2. - Tegumento
1.4.2. - Bálsamo
1.4.2.1. - Composição
1.4.2.2. - Extração
1.4.2.3. - Tratamento
1.4.2.4. - Aplicações
1.4.2.5. - Exportação
1.4.3. - Casca

2. - PRODUÇÃO E COMÉRCIO DA CASTANHA
2.1. - Produção
2.2. - Cultura
2.2.1. - Rendimento
2.2.2. - A broca
2.3. - Comércio interno
2.4. - Vendas à indústria
2.4.1. - Preços e especificações
2.4.2. - Fretes
2.5. - Exportações
2.5.1. - Cotações
2.5.2. - Direitos
2.6. - Defeitos da castanha
2.7. - Condições de venda

3. - A INDUSTRIALIZAÇÃO DA CASTANHA
3.1. - Operações
3.1.1. - Armazenamento
3.1.2. - Preparação
3.1.2.1. - Limpeza
3.1.2.2. - Molha
3.1.2.3. - Calibragem
3.1.3. - Extracção do bálsamo
3.1.4. - Descasque
3.1.5. - Secagem
3.1.6. - Despeliculagem
3.1.7. - Estufagem
3.1.8. - Selecção e padronização
3.1.9. - Embalagem
3.2. - Observações sobre o descasque manual
3.2.1. - Zonas de fabrico
3.2.2. - Inconvenientes do descasque manual
3.2.3. - Descasques satélites
3.2.4. - Rendimento
3.3. - Automação
3.4. - Descasques mecânicos
3.4.1. - A quente
3.4.2. - A frio
3.4.3. - Por descompressão
3.4.4. - Eléctricos
3.4.5. - Por congelação
3.5. - Contaminação

4. - A INDUSTRIALIZAÇÃO EM MOÇAMBIQUE
4.1. - O passado
4.1.2. - Autorizações concedidas
4.2. - Condicionamento da indústria
4.1.1. - Orientação em 1954
4.2.2. - Orientação em 1959
4.2.3. - Orientação em 1962
4.2.3.1. - Oficinas satélites
4.3. - Autorizações existentes
4.4. - Empresas em laboração
4.4.1. - Satélites
4.4.2. - Relação geral das pretensões da industrialização da castanha de cajú
4.5. - Elementos estatísticos
4.5.1. - Produção e matéria prima
4.5.2. - Pessoal e salários
4.5.3. - Valores médios de produção
4.5.4. - Rendimentos globais
4.5.5. - Rendimentos por unidade de trabalho
4.6. - Custos

5. - COMERCIALIZAÇÃO DA AMÊNDOA E DO BÁLSAMO
5.1. - Amêndoa
5.1.1. - Exportação de Moçambique
5.1.2. - Importações nos Estados Unidos
5.1.3. - Especificações
5.1.3.1. - Padronização
5.1.3.2. - Tipos de amêndoa comercial
5.1.3.3. - Outras especificações
5.1.3.4. - Disposições legais
5.1.4. - Cotações
5.1.4.1. - No mercado norte-americano
5.1.4.2. - No mercado inglês
5.1.4.3. - Valores médios
5.1.4.3.1. - Na exportação
5.1.4.3.2. - Na importação nos Estados Unidos
5.1.5. - Embalagens
5.1.6. - Encargos
5.1.6.1. - Direitos
5.1.7. - Condições e contratos de venda
5.1.8. - O mercado mundial
5.1.8.1. - Mercado metropolitano
5.1.9. - Mercado local
5.1.10. - Apresentação
5.2. - Bálsamo (CNSL)
5.2.1. - Exportações de Moçambique
5.2.2. - Importações nos Estados Unidos
5.2.3. - Especificações
5.2.4. - Cotações
5.2.4.1. - Valores médios na fábrica
5.2.4.2. - Valores médios na exportação por tonelada
5.2.4.3. - Valores médios na importação dos Estados Unidos
5.2.5. - Embalagens
5.2.6. - Encargos

6. - PERSPECTIVAS
6.1. - Concorrência internacional
6.1.1. - Brasil
6.1.2. - União Indiana
6.1.3. - Tanganica
6.1.4. - Outros países
6.2. - Território português
6.2.1. - Índia
6.2.2. - Angola
6.2.3. - Guiné
6.2.4. - Cabo Verde
6.2.5. - Metrópole

7. - O CAJÚ NA ECONOMIA DE MOÇAMBIQUE
7.1. - Balança comercial
7.2. - Dependência da União Indiana
7.3. - Dificuldades da industrialização
7.3.1. - Custo da mão-de-obra
7.3.1.1. - Produtividade
7.3.1.2. - Custo
7.3.2. - Falta de mão-de-obra
7.3.3. - Falta de quadros
7.3.4. - Falta de capitais
7.3.5. - Resumo
7.4. - O problema social
7.5. - Concentração ou dispersão da indústria
7.5.1. - A dimensão das empresas
7.5.2. - As capacidades autorizadas
7.5.3. - Localização das unidades fabris
7.6. - Os capitais necessários
7.7. - Diversificação de mercados
7.8. - A industrialização do pedúnculo e das cascas
7.8.1. - Pedúnculo
7.8.1.1. - Doçaria
7.8.1.2. - Sumos
7.8.1.3. - Álcool
7.8.2. - Cascas
7.9. - Perspectivas

8. - BIBLIOGRAFIA GERAL

9. - BIBLIOGRAFIA CONSULTADA



Preço: 90,00€;

Angola & Guerra Colonial - 'S. NICOLAU - TARRAFAL ANGOLANO', de Emílio Filipe - Lisboa 1975 - MUITO RARO;





Angola & Guerra Colonial - O célebre Campo de Concentração no sul de Angola, usado pela administração colonial para encarcerar os nacionalistas angolanos dos Movimentos de Libertação (FLEC, FNLA, MPLA e UNITA, entre outros)


'S. NICOLAU - TARRAFAL ANGOLANO'
De Emílio Filipe
África editora
Lisboa 1975


Livro com 240 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Da badana:
"EMÍLIO FILIPE nasceu no distrito de Leiria, em 1931. Teve uma infância marcada
"


Da contracapa:
"Esta obra é baseada em depoimentos prestados por:
- Alcino Augusto Valente (Guarda);
- Adão Pedro de Menezes;
- Adolfo João Pedro;
- Agostinho José Neto;
- Agostinho de Sousa (Comandante);
- Ângelo Alfredo;
- Augusto Lote;
- Baltazar de Lima (Director);
- Domingos António Chaves ;
- Eduardo Adão Pascoal;
- Eduardo Artur Valentim;
- Faustino Manuel;
- Firmino Colombo;
- Francisco Teixeira Júnior;
- Gilberto Saraiva de Carvalho;
- Ivo Adão de Jesus;
- J. Jacinto Vandunem;
- João António;
- João Enes Gonçalves (Inspector);
- João Manuel Ebo;
- Nito de Sousa Diogo;
- Sebastião Rogério Suzama;
- Tavares de Pina;
- Teixeira Quarenda;
- Vasco Lourenço de Jesus;
- Vítor Manuel Alves (funcionário);"


Do ÍNDICE:

Dedicatória

ANGOLA EM MINIATURA
RESPONSÁVEIS À SOLTA
PRISÃO SEM LEI

1. As instalações
2. Subalimentação, doença e morte
3. Trabalhos forçados num reino de terror
4. 'Geleiras' - As câmaras da morte
5. As palmatoadas
6. A morte de Gaspar de Quizengue
7. Saturnino
8. Um nacionalista de nome Augusto
9. O crucificado
10. O caso Massaqui
11. O negro humor dos colonialistas


Preço: 47,50€;

Portugal - PIDE & Estado Novo - 'O SEGREDO DAS PRISÕES ATLÂNTICAS', de Acácio Tomás de Aquino - Lisboa 1978 - MUITO RARO;






Portugal - PIDE & Estado Novo - Um relato autobiográfico sobre a prisão e repressão de opositores comunistas e anarquistas e a sua deportação para o Tarrafal, em Cabo Verde


'O SEGREDO DAS PRISÕES ATLÂNTICAS'
De Acácio Tomás de Aquino
Edição Regra do Jogo
Lisboa 1978


Livro com 152 páginas, ilustrado com fotografias e documentos, em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Contém nota introdutória de José Francisco, poema às vítimas do Tarrafal, listas de presos e vinte e cinco anexos onde são transcritos documentos comprovativos que foram elaborados por organizações de presos ligadas ao Partido Comunista Português.

Relato autobiográfico do período de prisão de Acácio Tomás de Aquino.

Detido em Lisboa a 11 de Dezembro de 1933, foi condenado por ser um dos principais responsáveis do movimento revolucionário de 18 de Janeiro de 1934. Depois de um estadia na fortaleza de S. João Baptista, na Ilha Terceira, Açores, foi transferido para a Colónia Penal do Tarrafal, em Cabo Verde, no dia 29 de Outubro de 1936, de onde saiu em liberdade condicional em 1949.

Esta obra constitui uma fonte muito importante para o estudo da repressão durante o Estado Novo e para a história do PCP e de outras organizações sindicais e políticas de esquerda.



ACÁCIO TOMÁS DE AQUINO - Biografia

"Nasceu, em Lisboa, no bairro de Alcântara, a 9 de Novembro de 1899 e aí morreu a 30 de Novembro de 1998.

Exerceu várias profissões: operário da construção civil, trabalhador da Câmara Municipal de Lisboa, de 1918 a 1922, e ferroviário, de 1926 até à sua prisão, em 1933.

Foi militante anarco-sindicalista da Confederação Geral do Trabalho, filiado nos Sindicatos dos Metalúrgicos, dos Trabalhadores do Município e da Construção Civil, entre 1919 e 1933. Foi, ainda, secretário da Federação dos Sindicatos da Construção Civil e da Confederação Geral do Trabalho.

Foi colaborador da imprensa operária e sindical, nos jornais A Batalha e O Construtor. Membro do comité da CGT organizador da greve geral de 18 de Janeiro de 1934, foi preso a 11 de Dezembro de 1933, sob acusação de ter entregue bombas a outro activista na Estação do Rossio, não tendo, portanto, tomado parte nela. Foi condenado a 12 anos de degredo em prisão, pelo Tribunal Militar Especial, no dia 9 de Março de 1934. A 8 de Setembro seguiu para Angra do Heroísmo, sendo transferido para o Tarrafal, Cabo Verde, a 23 de Outubro de 1936. Teve um papel preponderante na Organização Libertária Prisional. Regressou a Portugal a 10 de Novembro de 1949. Todavia, só alcançou a liberdade total, a 22 de Novembro de 1952.

Depois do 25 de Abril de 1974, colaborou com diversas organizações e jornais libertários, nomeadamente em a Voz Anarquista, de Almada e publica O Segredo das Prisões Atlânticas, sobre a sua experiência na prisão de Angra do Heroísmo e no Tarrafal e nas divergências entre os anarquistas e os comunistas, transcrevendo correspondência entre a Organização Comunista Prisional e a Organização Libertária Prisional, em que critica os comunistas, nomeadamente, Bento Gonçalves, Secretário-geral do Partido Comunista Português, entre outros, acusando-os de colaboracionismo.

Publicou as seguintes obras:
- 'O Segredo das Prisões Atlânticas', Lisboa, A Regra do Jogo, 1978;
E colaborou no volume colectivo 'O 18 de Janeiro e Alguns Antecedentes', Lisboa, A Regra do Jogo, 1978."




Do ÍNDICE:

Dedicatória
Nota Introdutória - José Francisco

A MINHA PRISÃO
Dezembro de 1933

JULGAMENTO E DEPORTAÇÃO
Março a Setembro de 1934

VIOLÊNCIA E CINISMO
Até Outubro de 1936

COM DESTINO AO TARRAFAL
1936
- A caminho do campo de concentração do Tarrafal da Ilha de São Tiago de Cabo Verde

O MÉDICO E O MONSTRO
1937

UMA FUGA FRUSTRADA
1937 - 38

MORRE O PRIMEIRO DEPORTADO
1938

JOÃO DA SILVA, O NOVO CARCEREIRO
1938 - 39

O 'PORTA-AVIÕES' E A BRIGADA BRAVA
1939

'POLÍTICA NOVA' A QUANTO OBRIGAS...!
1939
- Os princípios anarquistas
- Os anarquistas e a guerra
- O fascismo e os libertários
- Os libertários, os comunistas e o fascismo
- A guerra, os comunistas e a situação política portuguesa

VIMOS ABALAR O SEIXAS E O JOÃO SILVA
1939 - 40

MORREU MÁRIO CASTELHANO
1940

NÃO TEM IMPORTÂNCIA... É DOS PASTOS!
1940 - 41

ZANGAM-SE AS COMADRES... OLEGÁRIO ANTUNES É SUBSTITUÍDO
1942

ALGUMA COISA ACONTECEU
1943

TARRAFAL: 7. ANO
A GUERRA DO POSTAL
1943

TÉDIO, DOENÇA E MORTE
1944

HAVERÁ LUGAR PARA A ESPERANÇA?
1945

UNS REGRESSAM, OUTROS CONTINUAM
1945 - 47

OS CAPRICHOS DUMA SENTENÇA
1947 - 49

O REGRESSO

ÀS VÍTIMAS DO TARRAFAL

PRESOS QUE FORAM INAUGURAR O CAMPO DO TARRAFAL - Em 29 de Outubro de 1936

PRESOS QUE DERAM ENTRADA NO CAMPO DO TARRAFAL - Desde 12 de Junho de 1937 a 17 de Outubro de 1943

PRESOS QUE FALECERAM NO CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DO TARRAFAL - Desde 1937 a 1949

ANEXOS
Anexo 1 - Solidariedade prisional
Anexo 2 - SAUDAÇÃO (1. de Maio de 1937)
Anexo 3 - Documento da Organização Libertária do Tarrafal
Anexo 4 - Documento da Organização Libertária Prisional
Anexo 5 - Documento da Organização Prisional do Tarrafal do Partido Comunista Português
Anexo 6 - Documento da Organização Libertária Prisional
Anexo 7 - Documento da Organização Comunista Prisional do Tarrafal
Anexo 8 - Documento dos comunistas afastados da Organização Comunista Prisional
Anexo 9 - Documento da Organização Libertária Prisional
Anexo 10 - A Comissão
Anexo 11 - Posição adoptada pela Organização Libertária
Anexo 12 - Documento da Organização Comunista Prisional
Anexo 13 - Documento da Organização Libertária Prisional
Anexo 14 - Documento da Organização Libertária Prisional
Anexo 15 - Documento da Organização Comunista Prisional
Anexo 16 - Documento da Organização Libertária Prisional
Anexo 17 - ASSUNTOS
Anexo 18 - OS LIBERTÁRIOS TOMAM POSIÇÃO - Comité da Organização Libertária
Anexo 19 - Carta de V. de Sousa e L. Felizardo
Anexo 20 - Exposição entregue ao director, capitão Filipe de Barros (Tarrafal, 5 de Junho de 1944)
Anexo 21 - Documento da O.C.A. (Afastado)
Anexo 22 - Documento do Comité da Organização Libertária Prisional
Anexo 23 - Posição da C.G.A. - Resolução
Anexo 24 - ACTA
Anexo 25 - Documento da Organização Comunista Prisional



Preço: 37,50€;

África & Ultramar - 'A CAMINHO DO NORDESTE ANGOLANO', de João Augusto Dias de Carvelho - Lisboa 1974 - MUITO RARO;




África & Ultramar - Uma retrospectiva do território angolano por onde serviu Henrique de Carvalho, em descrição do seu filho, coronel do exército português


'A CAMINHO DO NORDESTE ANGOLANO'
De João Augusto Dias de Carvalho (Coronel)
Edição do autor (Liga dos Combatentes)
Lisboa 1974


Livro com 104 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.



Do ÍNDICE:

Pórtico

I
CONVITE INESPERADO

II
'A ÁFRICA É ASSUNTO PORTUGUÊS'

III
NO IMPÉRIO DO CAFÉ

IV
NO HUAMBO

V
RUMO A PUNGO ANDONGO E ÀS QUEDAS DO DUQUE DE BRAGANÇA

VI
MANHÃ EM MALANGE

VII
NA ROTA DOS DIAMANTES
1.a Homenagem a Henrique de Carvalho

VIII
A CIDADE 'HENRIQUE DE CARVALHO' RECEBE O FILHO DO SEU PATRONO



Preço: 35,00€;

África - Literatura & Ultramar - 'NATUREZA MORTA', de José-Augusto França - Lisboa 1982 - RARO;



África - Literatura & Ultramar - Uma obra surpreendente deste grande intelectual português, cujo cenário é Luanda, a então capital da ex-colónia portuguesa de Angola, em finais da década de quarenta


'NATUREZA MORTA'
De José-Augusto França
Editorial Estampa
Lisboa 1982


Livro com 218 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Da contracapa:
"... uma obra na qual se condensam uma aptidão narrativa, uma experiência africana e uma visão do absurdo na maior parte dos aspectos da existência actual.

... um romance que é, ao mesmo tempo, um importante documento sociológico é uma obra literária de raro quilate.

JORGE DE SENA
('Portucale', 1950)"




Do ÍNDICE:

TRISTE ÁFRICA
Prefácio de Eduardo Lourenço

NATUREZA MORTA

NOTA DO AUTOR, À DISTÂNCIA
De José-Agusto França




Preço: 27,50€;

Moçambique & Colonialismo - 'A PRISÃO DO GUNGUNHANA', de Mouzinho de Albuquerque - Coimbra 2010 - RARO;



Moçambique & Colonialismo - A documentação completa da captura do chefe Vátua Gungunhana em Chaimite, pelo capitão Mouzinho d'Albuquerque


'A PRISÃO DO GUNGUNHANA'
De Mouzinho de Albuquerque
Angelus Novus, Editira
Coimbra 2010


Livro com 106 páginas, em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
RARO.


Da contracapa:
"Editado 'em suplemento ao Boletim Oficial do Governo-Geral da Província de Moçambique (Número 9 de 1896)', com o título 'RELATÓRIO SOBRE A PRISÃO DO GUNGUNHANA', por 'Joaquim Mouzinho d'Albuquerque, capitão de Cavalaria', o texto que agora se reedita é um documento central nas 'campanhas de pacificação' levarás a cabo pelo exército português visando a afirmação de uma política imperial nas colónias portuguesas de África em finais do séc. XIX.

A tomada de Chaimite (28 de Dezembro de 1895) e subsequente rendição e prisão do chefe dos Vátuas, Gungunhana, foi celebrada euforicamente pelo Estado português, sendo Mouzinho alcandorado ao estatuto de herói, estatuto que aliás veio a sofrer um desgaste rápido. De facto, com essa vitória militar Portugal assegurava o seu controlo territorial de Moçambique, refutando grande parte das veleidades de outras potências europeias ao domínio sobre parte da colónia, e conseguindo um tónico anímico importante após a humilhação do 'Ultimatum', cinco anos antes, em 1890."



Do ÍNDICE:

Nota preambular

RELATÓRIO SOBRE O APRISIONAMENTO DO GUNGUNHANA
Lourenço Marques, 16 de Janeiro de 1896

DOCUMENTOS
- Doc. n. 1
Languéne, 17 de Dezembro de 1895 (Confidencial n. 5)
Ao chefe do Estado-maior do Comissariado Régio - Do Governador do Distrito Militar de Gaza
- Doc. n. 2
Relatório do 1.* Tenente Sanches de Miranda
- Doc. n. 3
Relação dos chefes de povoação que têm vindo a prestar vassalagem desde 17 até 21 de Dezembro
- Doc. n. 4
Languéne, 21 de Dezembro de 1895
Ao chefe do Estado-maior do Comissariado Régio - Do governador do Distrito Militar de Gaza
- Doc. n. 5
Posto de Chimoco - Destacamento no Chimoco, 19 de Novembro de 1895
Ao Sr. Governador do Distrito Militar de Gaza
Do comandante do destacamento misto de Inhambane
- Doc. n. 6
Languéne, 18 de Dezembro de 1895
Ao comandante do posto de Languéne
- Doc. n. 7
Governo do Distrito Militar de Gaza
Relação de oficiais e praças que sob o meu comando efectuaram a captura do ex-régulo de Gaza Gungunhana no Chaimite (Alto Bilene)
- Doc. n. 8
Distrito Militar de Gaza - Ordem n. 1 - Languéne, 24 de Dezembro de 1895
Por ordem do Sr. Governador do Distrito
- Doc. n. 9
Posto de Languéne, 21 de Dezembro de 1895
Ordem de marcha n. 2
- Doc. n. 10
Bordo da Capello fundeada no Limpopo - 26 de Dezembro de 1895
Ordem de marcha n. 3
- Doc. n. 11
N. 63 (RESERVADO) - Lourenço Marques, 31 de Dezembro de 1895
- Doc. n. 12
Relação das espingardas e carabinas encontradas em Chaimite e que pertenciam ao Gungunhana
- Doc. n. 13
Guia - Relação de valores capturados na prisão de Gungunhana

VIDA E OBRA DE MOUZINHO DE ALBUQUERQUE


Preço: 20,00€;

África & Ultramar - '33 ANOS EM ANGOLA - Histórias de João Fernandes Costa', de José Romão Ferreira - Faro 2010 (?) - RARO;



África & Ultramar - A biografia de um homem que promoveu o desenvolvimento e a modernidade em Luanda e Angola, enquanto província colonial portuguesa


'33 ANOS EM ANGOLA - Histórias de João Fernandes Costa'
De José Romão Ferreira
Edição do autor (?)
Faro 2010 (?)


Livro com 128 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Da contracapa:
"JOÃO FERNANDES COSTA
Nascido em 1927

Este nome nada dirá ao público em geral e, todavia, trata-se dum homem ilustre de que Portugal deve orgulhar-se e a quem Angola deveria prestar uma sincera homenagem."



Do ÍNDICE:

Biografia do autor

INTRODUÇÃO

I Capítulo
II Capítulo
III Capítulo

I APÊNDICE
Homenagem de amigos

II APÊNDICE
Alguns poemas de autoria de João Costa


Preço: 0,00€; (Indisponível)

Política & Ideologias - 'INTRODUÇÃO AOS MARXISMOS', de J. B. Fages - Lisboa 1974;



Política & Ideologias - As diversas teorias marxistas, ou os diversos marxismos


'INTRODUÇÃO AOS MARXISMOS'
De J. B. Fages
Moraes editores
Lisboa 1974



Do ÍNDICE:

INTRODUÇÃO

REFERÉNCIAS HISTÓRICAS

capítulo I - Lénine e a iniciativa revolucionária
1. O Partido Revolucionário
2. Capitalismo e imperialismo
3. A rotura revolucionária
4. O estado soviético e a ditadura do partido
Lénine filósofo?
Capítulo II - Trotsky e a revolução internacional
1. O Movimento trotskysta
2. Análises e perspectivas
3. Estratégias e tácticas
4. A crítica do estalinismo
Capítulo III - Estaline e o sistema burocrático
1. O sistema económico e político
2. Justificações ideológicas
Capítulo IV - Rosa Luxemburgo e a paixão revolucionária
1. O primado da revolução
2. A greve de massas
3. A espontaneidade revolucionária
4. O proletariado e o partido
5. Internacionalismo e questão nacional
Capítulo V - Lukács e a revolução cultural
1. Do idealismo subjectivo ao idealismo objetivo
2. Da dialética hegeliana à práxis marxista
3. O 'grande realismo'
Capítulo VI - Pannekoek e a ultra-esquerda
1. Ciência e ideologia
2. A dupla frente crítica: o revisionismo, o anarquismo
3. Duas novas frentes: o oportunismo e o radicalismo de partido
4. Os conselhos operários
Capítulo VII - Otto Bauer e a revolução lenta
1. Perante a revolução soviética
2. A revolução lenta
3. Para lá das cisões: o socialismo integral
Capítulo VIII - Gramsci e o humanismo revolucionário
1. Originalidade radical do marxismo
2. Elaborações filosóficas
3. A massa, os intelectuais e a cultura
Capítulo IX - Wilhelm Reich e o freudo-marxismo
1. Neurose e sociedade
2. A família patriarcal
3. Psicanálise do fascismo
Capítulo X - Lefebvre e a renovação crítica
1. Novas alienações
2. A reformulação teórica
3. A diferença contra a in-diferença
Capítulo XI - Althusser e a nova leitura de Marx
1. O dito e o não-dito de Marx
2. Ciência e conhecimento
3. Estruturas e contradições
4. Regresso crítico de Marx
5. Lénine e a filosofia
Capítulo XII - Mao Tsétung e a refundição do homem
1. Da guerra revolucionária à revolução permanente
2. Luta teórica e teoria da luta
3. A ciência das leis da guerra
4. Revolução cultural

DISSEMINAÇÃO DO MARXISMO
REFERÉNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ÍNDICE COMPLEMENTAR


Preço: 15,00€;

quarta-feira, 24 de julho de 2019

África & Literatura - 'MITOS, FEITIÇOS E GENTE DE MOÇAMBIQUE', de Edgar Nasi Pereira - Lisboa 1998 - Raro;




África & Literatura - Narrativas e contos do que o autor viu e assistiu durantes décadas entre as populações de todo o território de Moçambique no período colonial


'MITOS, FEITIÇOS E GENTE DE MOÇAMBIQUE'
De Edgar Nasi Pereira
Edição CAMINHO
Lisboa 1998


Livro com 214 páginas, ilustrado e como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
Raro.


Da contracapa:
"MITOS, FEITIÇOS E GENTE DE MOÇAMBIQUE é o fruto de uma longa permanência do autor em Moçambique. Detentor de conhecimentos e experiências riquíssimos, resultantes de convivência estreita e profunda com as populações locais, Edgar Nasi Pereira descreve, com invulgar abundância de pormenores e testemunhos, comportamentos, superstições, mitos, a vivência quotidiana das populações, o misticismo, as tradições, práticas rituálicas e cerimonialismos étnicos onde a presença de estranhos era tabu.

Percorrendo centenas de milhares de quilómetros por picadas incómodas e trilhos impensáveis, varando carreiros através de florestas densas, recorrendo a estratagemas e calcorreando terras virgens de enxada e pouco pisadas por botas de europeu, conseguiu intrometer-se no ambiente telúrico, procurando ser aceite e quando possível integrar-se no dia-a-dia sociofamiliar dos diversos grupos, a que só raros tinham acesso.

Caçador por paixão, julgador, por dever de ofício, dos conflitos decorrentes do viver quotidiano das populações nativas, narrador hábil de conversas cordiais e íntimas, o autor transforma estas páginas em quadros vivos de cor, magia, feitiço, mistério, oferecendo-nós um ensaio sociológico e antropológico exaustivo, rigoroso e aliciante sobre os povos e gente de Moçambique nas várias décadas em que aí viveu."


O AUTOR:
"EDGAR NASI PEREIRA nasceu em Almada em 17 de Julho de 1921. Fez o liceu na Guarda e em 1944 concluiu em Lisboa o Curso Superior Colonial. Ingressou no Quadro Administrativo de Moçambique em 1946, tendo atingido o cume da carreira em 1974. No exercício das suas funções, sobretudo como Administrador, conheceu pormenorizadamente Moçambique de norte a sul.

Em 1963 Licenciou-se em Ciências Sociais e Políticas, tendo apresentado uma Tese sobre Macuas. A partir de 1967 dirigiu os serviços de Radiodifusão e Cinema.

Para o RCM, escreveu o programa semanal NO MUNDO DA REALIDADE E DA MAGIA, que durou mais de dois anos, e CALEIDOSCÓPIO DA VIDA, que se lhe seguiu, visando divulgar o seu modo de interpretar certos usos e costumes das populações africanas. Publicou textos de carácter antropológico e etnográfico em revistas e jornais, com maior incidência na RM de Lourenço Marques, cuja colaboração durou cerca de cinco anos."



Do ÍNDICE:

NOTA EXPLICATIVA

- Destinos
- Relembrança
- Tambalica - o nhabeze
- Justiças
- Antropofagia
- Tabus do parto
- Vidas
- Caveti - a magia de um tambor Macua
- Fanação
- O rito e a fé
- Ordálios - juízos de Deus
- Segredos tradicionais
- Levirato
- Servidão doméstica
- Feitiçaria
- Mutilações étnicas
- O sonho do Capoca

Glossário
Índice das ilustraçõe


Preço: 32,50€;

Colonialismo & Ultramar - 'FOMENTO E POVOAMENTO ESTRATÉGICOS - Solução do problema de Angola?', de José Pequito Rebelo - Lisboa 1966 - Raro;




Colonialismo & Ultramar - Uma análise dos povoamento colonial das províncias ultramarinas de África em particular de Angola


'FOMENTO E POVOAMENTO ESTRATÉGICOS - Solução do problema de Angola?'
De José Pequito Rebelo
Edição Anuário Comercial de PorTugland
Lisboa 1966


Livro com 116 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Raro.


Colectânea de artigos do autor, publicados nos jornais 'O DEBATE', de Lisboa, 'O COMÉRCIO' de Luanda e o 'NOTÍCIAS' de Lourenço Marques, nos primeiros meses de 1965.



Do ÍNDICE:

I PARTE
- Fomento e povoamento ao serviço da estratégia
- Vias de comunicação e de vitória
- Pelas estradas da guerra virá a paz
- Fomento estratégico e planificação
- Fomento estratégico e industrialização

II PARTE
- Aplausos sem efectivação à doutrina da ocupação estratégica
- Soldados-colonos, povoamento oficial, povoamento livre
- Princípios sempre válidos no povoamento tradicional
- Povoamento e aforamento
- O trabalho rural em África
- O regime do povoamento e a sua reforma
- Acção militar directa no povoamento e fomento estratégicos
- Modos de acção militar na estratégia demográfico-económica



Preço: 27,50€;