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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘FILHOS DA TERRA’, de António Manuel Hespanha - Lisboa 2019 - Raro;





Portugal - Ultramar & História - A mestiçagem portuguesa que acompanhou todas as fases dos múltiplos territórios do império português ao longo dos séculos 


‘FILHOS DA TERRA’ 
Identidades mestiças nos confins da expansão portuguesa 
De António Manuel Hespanha 
Edição Tinta da China 
Lisboa 2019 


Livro com 368 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“A história da expansão portuguesa 
contada às avessas: não do ponto de vista da 
metrópole, mas sim do ponto de vista daqueles que 
partiram e se instalaram nas margens do Império português. 

António Manuel Hespanha alcança neste livro um feito singular: conta uma história que todos conhecemos - a da expansão portuguesa - segundo uma perspectiva até aqui largamente ignorada. É a perspectiva dos portugueses e seus descendentes que, nos territórios longínquos da expansão, se desviaram da rede do ‘império formal’ para integrarem as sociedades indígenas locais. Será que nessas comunidades - em África, na América, no Oriente - estes mestiços eram de facto portugueses ? Carregariam consigo memórias, sentimentos, valores e traços culturais que se pudessem relacionar com Portugal ? E em tais lugares remotos, fora do controlo da coroa, que visão tinham deles as populações nativas e os estrangeiros ‘concorrentes’ ? 

‘FILHOS DA TERRA’ reconfigura os termos da análise historiográfica e mostra-nos que há uma versões mais rica e policromática da expansão portuguesa e da história social, das pessoas comuns. Partindo das fontes da época, e fugindo a elementos míticos e envolvimentos emocionais, somos, levados a questionar as identidades destes ‘portugueses’ e, com isso, a exercer escrutínio crítico sobre um lugar-comum dos nacionalismo português: o carácter ‘ecológico’, aberto e universalista da ‘presença portuguesa no mundo’.“ 


Da badana:
“Em imagens dos séculos XVI a XIX sobre o Oriente - desde bronzes do Benin e colchas ‘à la manière des Indies’ até biombos namban, passando por pinturas de templos tailandeses e cambojanos e por gravuras de viajantes holandeses, franceses e ingleses - aparecem frequentemente sujeitos com chapeuzinhos nas cabeças, algumas vezes com um arcabuz nas mãos, outras em posição de mando. São ‘portugueses’. Podem usar mais alguma peça do trajo europeu e andar calçados. Mas as suas feições e a cor da pele, quando se podem notar, nem sempre são as características dos ocidentais. Estas figuras representam a ‘gente de chapéu’, um tipo humano e social que restou do contacto entre portugueses e os naturais das zonas de expansão. 
Na verdade, o que mais se lhes ajusta é a designação de ‘filhos da terra’, uma expressão usada na Guiné, em São Tomé, em Angola, em Moçambique, na Índia, em Malaca e em Macau para referir estas comunidades mestiças, na civilização e na cultura. 
No conjunto, elas podem ser consideradas como uma outra face do ‘império’, cuja história, discreta, ambígua, e frequentemente menos cómoda, tem sido pouco cultivada na historiografia portuguesa. 
Este livro procura reunir e tratar conjuntamente elementos para a análise daquilo que se vem chamando desde há uns anos o ‘império sombra’ dos portugueses, ou seja, aquele conjunto de comunidades que, fora das fronteiras formais do Império, sobretudo em África e na Ásia, se consideravam como ‘portugueses’ - qualquer que fosse o sentido disso.“ 


O Autor:
“ANTÓNIO MANUEL HESPANHA nasceu em Coimbra, em 1945. Embora licenciado em Direito, fez a sua carreira ensinando e escrevendo história. A sua tese de Doutoramento - ‘As Vésperas do Leviatahan’, 1986 -, dedicada ao sistema de poderes das monarquias tradicionais europeias, renovou a historiografia sobre a época, realçando a multiplicidade de corpos políticos, de imagens identitárias, de direitos e modos de dominar típicos da época. Essa imagem pluralista do,poder tradicional - que estrutura também os volumes que dirigiu na ‘História de Portugal’ e na ‘História Militar de Portugal’ (Círculo de Leitores) e que deixou marcas nos seus estudos sobre o século XIX, nomeadamente, ‘Guiando a Mão Invisível’, 2004 - subjaz também este livro, em que o ‘império’ é substituído por uma constelação de grupos, de identidades mutáveis e imprecisas. Mesmo nos livros de teoria de direito que publicou (‘O Caleidoscópio do Direito’, 2009, ‘Pluralismo Jurídico e Direito Democrático’, 2013, e ‘O Direito Democrático numa Era Pós-Estatal’, 2018) esta sensibilidade à pluralidade de mecanismos não estaduais de governar é o principal traço da sua originalidade.“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Identidade ‘portuguesa’ ? 
- Perspectiva de análise 

Capítulo I - O ‘IMPÉRIO INFORMAL’ DOS PORTUGUESES 
- Um ‘Império em rede’ 
- O ‘Império na sombra’ 
- As novidades da ‘historiografia do Atlântico’ 

Capítulo II - ASPECTOS METODOLÓGICOS DE UMA HISTORIOGRAFIA DO ‘IMPÉRIO INFORMAL’ 
- Linhas de orientação 
- Cautelas a ter em conta 
Um exemplo não único da colonização informal 
Uma de muitas tribos 
O ‘portuguesismo’ do Império sombra 
- A observação da identidade: questões de método 
- Um nível diferente de abordagem da história imperial 

Capítulo III - AS ‘PROVÍNCIAS’ DO IMPÉRIO SOMBRA 
- A Guiné 
- A América 
- Angola 
- Moçambique 
- A ‘Índia’ 
O Índico ocidental 
- As ‘praças do Norte’ 
- Goa 
- A Costa do Malabar 
- O Ceilão 
- S. Tomé de Meliapor 
- O Golfo de Bengala 
O Reino de Bengala 
Arracão e Pegu 
Birmânia 
- O Sudoeste Asiático 
Malaca 
O Arquipélago: 
Macassar, O Mar de Timor, As Molucas (Ternate, Amboíno, Tidore) 
Conclusão 
- A Indochina 
O Sião 
O Camboja 
O Vietname 
- Macau 
- O Extremo Oriente 
A China 
O Japão 

Capítulo IV - A ‘TRIBO PORTUGUESA’ 
- Volume demográfico 
- Reinóis 
- ‘Desejo tropical’ e mestiçagem 
- Gente ‘solta’, industriosa, mas menos recomendável 
- Os fatores de prestígio 
Soldados profissionais 
Intérpretes 
Comerciantes 
Médicos e cirurgiões 
Cristãos 

Capítulo V - DOMINAR E ADMINISTRAR ‘A SOMBRA’ 

Capítulo VI - QUESTÕES DE IDENTIDADE: DIFERENCIAÇÃO EXTERNA E HOMOGENEIDADE INTERNA 
- ‘Portugueses’ 
- Divisões e conflitualidades internas 
Divisões dos nativos 
Livres e escravos 
Distinção da cor 
Profissão e riqueza 

Capítulo VII - O UNIVERSALIMO DOS PORTUGUESES 

Notas 
Bibliografia citada 


Preço: 62,50€; 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Portugal - Turismo & Automobilismo - ‘MISSÃO NA ÁSIA - Primeiro “Raid” automóvel Lisboa-Goa’, de Fernando Laidley - Lisboa 1970 - RARO;


















Portugal - Turismo & Automobilismo - Relato de uma extraordinária viagem - à época - entre Lisboa e Goa, numa carrinha ‘Pão de Forma’ da Wolkswagen e as diversas dificuldades e peripécias por que passaram a equipa da iniciativa 


‘MISSÃO NA ÁSIA - Primeiro “Raid” automóvel Lisboa-Goa’ 
De Fernando Laidley 
Capa de Luiz Filipe 
Edições Tapete Mágico 
Lisboa 1970 


Livro com 192 páginas, muito ilustrado (Mapas e fotografias) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa: 
“MAIS UMA VITÓRIA DA BARDAHL 

O autor e os seus companheiros de viagem percorreram nove países num total de mais de 15 mil quilómetros. 
UM ROMANCE DE AVENTURAS VIVIDAS: bloqueados pela neve nas montanhas da Anatólia Central, a 2.200 metros de altitude, com a embraiagem queimada, sob uma temperatura de 35 graus negativos; travessia do desolado deserto do Baluquistão num percurso de mais de 2.000 quilómetros; travessia de regiões infectadas por bandidos; uma luta sem tréguas com a neve, com a lama, com a poeira e com o frio intensíssimo, etc. 
UM DOCUMENTO DE VIAGENS: travessia da Jugoslávia; os estranhos costumes dos persas e dos turcos; Istambul a cidade dos dois continentes; Atenas, cidade de contrastes; dois meses na Índia Portuguesa, etc. 
UM GUIA: para todos aqueles que desejarem viajar até Goa por via terrestre.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
INTRODUÇÃO 

I Parte - DE LISBOA A GOA 
- Partida 
- Na cidade do Duomo, da indústria… e do Scala 
- Rumo à Jugoslávia 
- Eu passei a ‘Cortina de Ferro’ 
- Onde se fala um pouco da Jugoslávia 
- Bratstvo-Iedinstvo 
- Onde se fala dos Gregos 
- Chagada a Ankara 
- A Sibéria Turca 
- Rumo à fronteira Persa 
- Onde atingimos a altitude máxima nesta viagem 
- Onde se fala do Irão 
- Através do Azerbaijão 
- Onde percorremos cerca de quatrocentos quilómetros sem embraiagem 
- Quinze dias em Teerão 
- Rumo ao Sul da Pérsia 
- Fim do primeiro “Raid” automóvel Lisboa-Goa 

II Parte - DOIS MESES NA ÍNDIA PORTUGUESA 
Introdução à segunda Parte  
- Primeiro contacto com a Índia Portuguesa 
- Visitas e descanso 
- Quatro séculos e meio de História 
- Goa, terra de Portugal 
- Visitas ao interior 
- Fortalezas de Goa 
- Dio, a fortaleza heróica 
- Vinte e quatro horas em Damão 
- Ronda pela Fronteira 


Preço: 27,50€; 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Portugal - História & Ultramar - ‘AFONSO DE ALBUQUERQUE - O LEÃO DOS MARES DA ÁSIA’, de Geneviève Bouchon - Lisboa 2000 - Raro;




Portugal - História & Ultramar - Impulsionador do Império Português das Índias no princípio do séc. XVI, Afonso de Albuquerque é uma das mais interessantes figuras da Renascença 


‘AFONSO DE ALBUQUERQUE - O LEÃO DOS MARES DA ÁSIA’ 
De Geneviève Bouchon 
Edição Quetzal Editores 
Lisboa 2000 


Livro com 324 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Ilustrado 
De muito difícil localização. 
Raro. 



Preço: 27,50€; 

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Portugal - História & Ultramar - ‘A VERDADE SOBRE O CASO DE GOA’, de Rocha Souto - Lisboa 1958 - MUITO RARO;




Portugal - História & Ultramar - O autor reuniu as suas palestras sobre a crise que o Estado Português da Índia (Goa, Damão e Diu) estavam a atravessar com as ameaças do governo indiano de Nehru em tomar pela força os territórios portugueses seculares, transmitidas pela Rádio Ribatejo e retransmitidas pela Emissora de Goa 


‘A VERDADE SOBRE O CASO DE GOA’ 
De Rocha Souto 
Edição do Autor 
Lisboa 1958 


Livro com 230 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Preço: 15,00€; 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Portugal - Índia & História - ‘UM ESTRANHO EM GOA’, de José Eduardo Agualusa - Lisboa 2000 - Raro;





Portugal - Índia & História - As vivências de Goa e dos goeses, analisada por quem conhece a história e os  costumes introduzidos pelos portugueses nestes territórios que foram designados por Eatado Português da Índia até à sua anexação por Nehru em 1961 após séculos de administração colonial 


‘UM ESTRANHO EM GOA’ 
De José Eduardo Agualusa 
Edição Cotovia / Fundação Oriente 
Lisboa 2000 


Livro com 176 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


O Autor:
“JOSÉ EDUARDO AGUALUSA nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de Dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura em Lisboa. Jornalista, vive actualmente no Rio de Janeiro, Brasil.
Publicou nove livros, entre os quais os romances ‘Estação das Chuvas’ (1996) e ‘Nação Crioula’ (1997). “ 



Do ÍNDICE:

Dedicatória 
- Plácido Domingo contempla o Mandovi 
- O observador de pássaros 
- Cuidado com a serpente 
- Filhos de cobra 
- A caixa 
- ‘Freedom Fighters’ 
- Lua nova 
- O cerco 
- Como fazer uma múmia 
- Pretidão de Amor 
- O Oráculo de Shri Manguesh 
- O esplendor 
- Anhanguera 

Nota 
Agradecimentos 


Preço: 25,00€; 

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Portugal - Ultramar & História - ‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA - Nem Mais um Soldado para as Colónias’, de António Duarte Silva - Lisboa 2025;





Portugal - Ultramar & História - Nesta obra o autor reuniu toda a legislação importante é histórica do processo de descolonização levado a efeito pelo governo português após o derrube do Estado Novo a 25 de Abril de 1974, relativamente às províncias ultramarinas espalhadas pelos diversos continentes: Angola, Cabo Verde, Goa (Estado da Índia), Guiné, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor 


‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’
Nem Mais um Soldado para as Colónias 
De António Duarte Silva 
Edição da Imprensa Nacional 
Lisboa 2025 


Livro com 128 páginas. Novo. 


Da contracapa:
“ ‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’ 
De António Duarte Silva 

A descolonização portuguesa foi uma das causas e objectivos principais do 25 de Abril de 1974. Foi também uma das mais importantes intervenções do Movimento das Forças Armadas (MFA), que se dividiu em duas alas: a que defendia que a descolonização pressupunha a democratização (os ‘spinolistas’) e os que defendiam que não havia democratização sem prévia descolonização (a ala ‘revolucionária’ do MFA).
Na diversidade de todos os casos, a evolução da descolonização portuguesa permite chegar a algumas conclusões comuns: foi tardia, apressada, consensual e conforme ao direito.“ 



Do ÍNDICE: 

- O Programa do MFA e a descolonização 
- Orientações para a descolonização 
- Os fatores da descolonização 
- A Lei n. 7/74, de 27 de Junho (Lei da Descolonização) 
- Guiné-Bissau: o ‘ACORDO DE ARGEL’, de 26 de Agosto de 1974 
- Moçambique: o ‘ACORDO DE LUSAKA’, de 7 de Setembro de 1974 
- São Tomé e Príncipe: o ‘ACORDO DE ARGEL’, de 26 de Novembro de 1974 
- Cabo Verde: o ‘PROTOCOLO DE LISBOA’, de 19 de Dezembro de 1974 
- Angola: o ‘ACORDO DE ALVOR’, de 15 de Janeiro de 1975 
- Timor-Leste: A exceção 
- Estado da Índia: Um tratado especial 
- Macau: A Declaração Conjunta, de 13 de Abril de 1987 
- CONCLUSÃO: Uma descolonização tardia, apressada, consensual e conforme ao direito 
Bibliografia 


Preço: 25,00€; 

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘OS ETERNOS ESQUECIDOS’ - AAVV - Almada 2009 - MUITO RARO;




















Portugal & Guerra do Ultramar - Está obra pretende homenagear os homens que oriundos do território de Almada prestaram serviço militar nas diversas parcelas do território ultramarino do Império colonial português: Angola, Cabo Verde, Guiné, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Índia e Timor 


‘OS ETERNOS ESQUECIDOS’ 
AAVV - Comissão de elaboração do livro 
Edição Comissão - Apoios da CM de Almada e Vila da Trafaria 
Almada 2009 


Livro de grandes dimensões (…), muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.


COMISSÃO: 
Alfredo Pisco, António Oliveira, Euclides Soares, Ezequiel Pais, Ilídio Pinheiro (Pesquisa e análise), João Freitas (Coordenação gráfica ), José Manuel Martins e Manuel Fernandes. 



Do ÍNDICE: 

TRAFARIA 
- História 
- Edificações e vestígios Árabes 

ANGOLA 
- Adelino Augusto Bolé Eleutério - Pára-quedista 
- Agnelo de Macedo Fernandes - Pára-quedista 
- Aires Manuel de Andrade Araújo - Batalhão de Caçadores 8 
- Albino Borges Guimarães - Batalhão de Caçadores 5 
- Américo Fernando Leocárdio Capitão - Batalhão de Caçadores 5=
- António Rodrigues de Almeida - RAL 1 e BCP 
- António Carlos Espada - Regimento de Infantaria 5 
- António José Rosado Nunes - B.Art. 1925 
- António Joaquim Nunes Rocha - Regimento de Infantaria 1 
- António José de Lima e Silva - Companhia 241 
- Armando Godinho Correia - Regimento de Engenharia 1 
- Armando Macias Carapuça - Escola de Fuzileiros 
- Artur Almeida Santos - Bat. Caç. 2886/
- Carlos Manuel Santos Costa - Regimento de Infantaria 13 
- Carlos Teodoro Ferreira Gonçalves Doutel - Regimento de Cavalaria de Santarém 
- Carlos Eugénio Marques Martins - Regimento de Infantaria 4 
- Carlos Alberto Ferreira Ribeiro - Regimento de Infantaria 3 
- Carlos Alberto Antunes de Sousa - Força Aérea 
- Ernesto dos Prazeres Calha Guaparrão - EPC Santarém 
- Faustino Manuel Pombeiro Cuco - Companhia Cav. 483=
- Fernando Sérgio Faria Barreiros - CISC 
- Fernando Manuel Barreiros Braga - BA 2 
- Fernando Laurestim dos Santos Duarte - Batalhão de Caçadores 6/
- Florentino de Oliveira Pereira - RAAF 
- Francisco Manuel Martins dos Santos - Batalhão de Caçadores 6 
- Henrique Fernando Valente Leitão - EPE 
- Herói dos Santos Silvério - RAL 1 
- Ilídio Fernando de Freitas Fernandes Pinheiro - Regimento de Infantaria 3 
- João José da Conceição Abreu - RJ 11 
- João de Oliveira Bentes - Batalhão de Cavalaria 8 
- João Manuel Castanheira Bezelga - RAL 2 
- João Arnaldo Conceição Ferreira - Bat. 2890;
- João Luís Lopes Machado - Serviço Cartográfico do Exército 
- Joaquim Manuel Bárbara Guerreiro - Batalhão 1875 
- Joaquim José Carvalho de Almeida - Marinheiro 
- Jorge Luís da Silva Marques - Bat. 2910 
- José João Baleixo de Almeida - Companhia de Caçadores 1101/72 
- José Ventura dos Reis Neves - Regimento de cavalaria 7 
- José Caeiro Santos - Batalhão de Caçadores 8 
- José António Rosa da Silva - CDMM 
- Júlio Manuel Alves Gago Roque - Regimento de Infantaria 1 
- Luís Filipe Ferreira Brás - Regimento de Comandos 
- Luís Manuel Simas Dias - EPC 
- Manuel António Coelho da Conceição - Cavalaria 7 
- Manuel Marques Fernandes - Batalhão de Caçadores 7 
- Mário Domingos Pereira de Sousa do Nascimento - R. Eng. 1 
- Mário Augusto Rebelo - Regimento de Infantaria 3 
- Paulo Eduardo da Rocha Rodrigues - R. Engenharia 1 
- Rui Manuel Martins e Santos - Regimento de Infantaria 11 
- Valdemar Pragal Amorim - BC 8 
- Valdemar Leitão Casimiro - RL 1 
- Victor Manuel Carapeto Silva Risa - Companhia de Comandos 
- Vitor Manuel Fabião da Cunha - BC 8 
- Vitor Manuel Neves Lopes - CDMM
- Vitor Manuel Martins Pires - Regimento de Infantaria 7 
- Vladimiro Cordeiro Sousa - Regimento de Cavalaria 3 

MOÇAMBIQUE 
- Albino Manuel de Jesus Rosa - Escola Prática de Sacavem 
- Alfredo Garcia Besugo Pisco - BAT 2837 
- Américo José Rodrigues Jorge - CCaç. 1794 
- Amândio Neves Lopes - Companhia 4215 
- António Luís Nunes Franco - Regimento de Infantaria 1 
- António Marcão Calado - CArt. 2745 
- Armindo da Costa Gomes - Destacamento de Fuzileiros Especiais 
- Carlos José d’Almeida Piedade - Bat. Caç. 1936 
- Carlos Manuel Barroso Delié - Batalhão de Transmissões 2 
- Carlos Fonseca Martins - Companhia 2862 
- Eduardo Afonso da Costa Pita Grós - Regimento de Caçadores Pára-quedistas 32 
- Francisco da Silva Saragoça Pereira - CICA 3, Companhia 1478 
- Francisco Fernando Lopes Dimas da Veiga - Pelotão AD 2082 
- Gaspar António Salino Costa - CICA 3 - Esquadrão de Cavalaria 
- João Francisco da Conceição Barra - Comp. Caçadores 4144 
- João Crispim Fialho Barradas - Regimento de Infantaria 15 
- João Florêncio de Freitas - Regimento de Caçadores Pára-quedistas 31 
- João Francisco Alexandre Cravo - PAD 3116 
- José Manuel Borges Martins - RAL 1 
- José Luís Aires de Oliveira - EPI, C. Caç. 3872 
- Jorge Manuel Esteves Pinto - Batalhão Caçadores 2837 
- Jerónimo Augusto Castanheira da Silva - Batalhão de Caçadores 8 
- Luís Manuel Conceição Ferreira - 
- Mário João Leitão Casimiro - Polícia Militar, CPM 2576 
- Manuel Salvador Rosa Luís - C. Caç. 550 
- Manuel Isidoro do Rosário Afonso - BCP 31 
- Manuel Correia de Andrade - Escola de Fuzileiros - Dep. n. 2 
- Pedro Machado Medeiros - Regimento de Infantaria 3 
- Silvestre Carvalho Rosado - CCS 2837 
- Vitor Manuel da Silva (Da Glória) - 

GUINÉ 
- Adelino de Sousa dos Santos - Regimento de Cavalaria 3 
- Américo Henrique Rebelo Duarte - Regimento de Infantaria 16 
- António de Oliveira Bentes - Companhia de Caçadores 
- António Manuel Coimbra Oliveira - Companhia Caçadores 4150 
- António Mário Tenreiro dos Reis - Regimento de Caçadores 6 
- Carlos Humberto da Silva Bernardes - Regimento de Infantaria 3 
- Carlos Alberto Nascimento Gonçalves - RSS, Comp. C. 1501 
- Carlos Manuel Colaço Ribeiro - Polícia Militar 
- Cesaltino Augusto da Costa Oliveira - LDMM 
- Euclides da Silva Soares - BA 1 
- Ezequiel Inácio Pais - Comp. 2521 
- Fernando César das Neves Pita - BA 1 
- Fernando António da Costa e Silva - Companhia 3640 
- Fernando Jacinto da Silva - Companhia de Cavalaria 2483 
- Henrique Manuel da Conceição Joaquim - Depósito Geral de Adidos 
- Henrique Manuel Crena Martins - Regimento de Infantaria 5 
- Horácio Augusto Bale Louro - Regimento de Caçadores Pára-quedistas 12 
- Jeremias Carlos Gonçalves Monteiro - Batalhão de Pára-quedistas 3381 
- João Manuel Alves Pereira - RL 1 
- Joaquim Edgar Fernandes Moreira - C. Caçadores 4641 
- José Domingos Carrasco de Almeida - Regimento de Infantaria 3, Pel. Mort. 980 
- José Maria Catarino - BT 1912 / Comp. 1686 
- José Carlos Lima Feiteira - BC 8, Companhia 4616 
- José Manuel Ferreira Ribeiro - Bat. 790 / Comp. 789 
- José Manuel Adião Silva - CICA 3 - CC 2317 
- Liberto Dias Henrique - 
- Manuel Augusto Conceição Lopes Duarte - RI 3, BCAV. 3864 
- Manuel Lopes Rodrigues - Polícia Militar 
- Miguel Marques Félix - Batalhão de Sapadores Caminhos de Ferro - Comp. 617 
- Silvino Neto de Matos - Regimento Cavalaria 8 - Esquadrão Rec. 
- Vasco Joaquim Gomes Batalhão de Caçadores 2685 
- Vitor Manuel Soares Gonçalves - Escola Prática de Sacavem 

TIMOR 
- Carlos Alberto da Costa Santos - RI 2 
- Celestino da Silva Gaspar - Companhia de Intendência 
- Fernando Jorge Martins dos Santos - RI 3 
- Francisco Ildefonso Mendes Conde - CICA 3 - Eng. 
- Raúl Nunes Esteves - EPE, Destacamento Eng. 

CABO VERDE 
- António Joaquim Oliveira - BC 8 - Pelotão de Comando e Serviços 2969 

SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE 
- Carlos Manuel Leitão Casimiro - Polícia Militar 
- José António Gonçalves Augusto. RI 7 - CCS 

ÍNDIA PORTUGUESA 
- Acúrcio Alfredo Santos Correia - Regimento de Artilharia Ligeira 3 
- José Carlos Nogueira António - Regimento de Artilharia 1 
- José Joaquim Santos Monteiro - RI 5 - Caçadores 7 

VÁRIAS PROVÍNCIAS 
- Aureliano Pereira - BFE 
- Edmundo Silva Machado - Caçadores de Tete 
- Edmundo José Pimentel Pereira - Esquadrão de Reconhecimento 54 
- José Augusto dos Santos Lourenço - CDMM 
- José da Silva - Bat. Reg. Transmissões 


Preço: 97,50€; 

quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Portugal - Índia & Ultramar - ‘ANDRÉ FURTADO DE MENDONÇA’, de José Moreira Campos - Lisboa 1951 - MUITO RARO;






Portugal - Índia & Ultramar - A biografia e os feitos do capitão-mor na Índia, André Furtado de Mendonça 


A Vida Heróica do Grande Capitão 
‘ANDRÉ FURTADO DE MENDONÇA’ 
De José Moreira Campos 
Edição do Autor 
Lisboa 1951 


Livro com 186 páginas, ilustrado com duas estampas do biografado, em bom estado de conservação. Lombada com algum estrago. Miolo impecável. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Obras do Autor: 
- ‘A Luta pelo Poder Naval’; 
- ‘A Invasão da Inglaterra através dos Tempos’; 
- ‘Guerra no Mar’; 
- ‘Caminhos de Invasão’; 
- ‘Corsários Célebres’; 
- ‘D. Francisco de Almeida, 1.* Vive-Rei da Índia’; 
- ‘O Último Capitão’; 
- ‘A Vida Heróica do Grande Capitão - ANDRÉ FURTADO DE MENDONÇA’. 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 

Capítulo I 
- As Naus da Índia 
Capítulo II 
- Goa Maravilhosa 
Capítulo III 
- Soldados da Índia 
Capítulo IV 
- Perante a Perda da Independência 
Capítulo V 
- O Capitão André Furtado de Mendonça 
Capítulo VI 
- O Capitão-Mor 
Capítulo VII 
- A Destruição de Cunhale 
Capítulo VIII 
- Do Triunfo à Desilusão 
Capítulo IX 
- Os Rebeldes 
Capítulo X 
- O General dos Mares do Sul 
Capítulo XI 
- A Defesa de Malaca 
Capítulo XII 
- Como se Perde uma Armada 
Capítulo XIII 
- A Perda do Domínio Marítimo 
Capítulo XIV 
- André Furtado, Governador 
Capítulo XV 
- Regresso e Morte do Herói 


Preço: 52,50€; 

sexta-feira, 4 de julho de 2025

Portugal & Ultramar - ‘A LENDA NEGRA DA ÍNDIA PORTUGUESA’, de George Davison Winius - Lisboa 1994 - Muito Raro;





Portugal & Ultramar - Contributo para o estudo da corrupção política nos impérios do início da Europa moderna 


‘A LENDA NEGRA DA ÍNDIA PORTUGUESA’ 
Diogo do Couto, os seus contemporâneos e o ‘Soldado Prático’ 
De George Davison Winius 
Tradução de Ana Barradas 
Edição ANTÍGONA 
Lisboa 1994 


Livro com 218 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“ALCÁCER QUIBIR 

Verdugo, que esmagaste a Índia aos pés…
Eis aqui, Portugal, o que tu foste ! 
Repulsivo morfético d’Aoste…
Eis aqui, Portugal, o que tu és !

Os Gamas, Albuquerques e Sodrés, 
Alçando a Cruz em sanguinoso poste, 
Bradam ser Cristo o general da hoste, 
Se os povos sangra o ferro português.

Terrível vai mostrar-se a Providência, 
Arrancando das mãos da prepotência 
A levantou-a raça acorrentada.

Índia, escrava gentil, espera um pouco…
Lá vem sobre Marrocos um rei louco…
Eis Alcácer Quibir ! Estás vingada.

Camilo Castelo Branco 


Não pode a ANTÍGONA alhear-se, nesta inesgotável quadra de comemorações culturais & patrióticas dos tesouros escondidos que a nação encerra.
E dentre as mais ocultas pátrias, a ‘LENDA NEGRA DA ÍNDIA PORTUGUESA’, mui frutuoso descobrimento em temática assaz ignorada, esta que versa os índicos negócios - dada à estampa, azadamente, em época faustosa de corrupção democrática.
Camilo Castelo Branco, já manifestamente anticolonialista no séc. XIX, é para aqui trazido como bofetada sem mão na cambada escriba deste nosso tempo vil - o duma manhosa servidão agora voluntária.“ 


Da badana: 
“Todos os testemunhos indicam que a Ásia Portuguesa já era notoriamente corrupta em finais do séc. XVI. 
O mais famoso de todos é o de Diogo do Couto e pode dizer-se que a ele se deve a Lenda Negra. Também existe um manuscrito, praticamente desconhecido, de um modesto soldado português, Francisco Rodrigues de Silveira. Mas houve outros, a maior parte dos quais da autoria de estrangeiros. 
George Winius, historiador norte-americano, examina primeiro o depoimento contemporâneo no seu contexto histórico, para a seguir pôr as seguintes questões: O que era  de facto a corrupção naquela época ? Poderá ser comparada com o que hoje consideramos corrupção? Terá ela sido consequência da incapacidade de Portugal para construir um sistema de dominação apoiado em civis ? Ou terá resultado do sistema europeu de nomeação de funcionários, transportado para uma região em que as possibilidades de fazer fortuna eram muitas ?
George Winius examina todas estas questões e procura dar resposta a duas outras, postas pelos seus colegas da Universidade de Leidein: Terão estes relatos sido descritos por homens ressentidos, postos à margem do sistema ? E seria a natureza desse sistema europeia, ou indiana ?“ 


O Autor: 
“GEORGE DAVISON WINIUS nasceu em Sr. Louis, Missouri, nos Estados Unidos, em 1928, formando-se no Bowdoin College e na Universidade de Columbia. Foi professor entre 1965 e 1976 na Universidade da Florida, em Gainesville, e actualmente exerce funções docentes na Universidade de Leiden, na Holanda, onde escreve para a ‘Itinerário’. Entre as suas anteriores publicações, são de registar ‘The Fatal History of Portuguese Ceylon’, 1971, e ‘A Fundação do Império Português 1415-1580’, Vega 1994, escrito de parceria com o falecido Bailey W. Diffie.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
INTRODUÇÃO: informação necessária para especialistas não portugueses 

1. - Vicissitudes de um cronista honesto 
2. - O ‘Soldado Prático’: os argumentos 
3. - As razões do ‘Soldado Prático’ 
4. - Observações dos visitantes no tempo de Couto 
5. - A ‘Reformação’ de Silveira: o verdadeiro soldado prático 
6. - A ‘Reformação’ de Silveira: medidas paliativas 
7. - No tempo antigo 
8. - Aos olhos do mundo moderno 
9. - Um segundo olhar 

Apêndice: Corrupção nos ‘Documentos Remetidos’ ou ‘Livros das Monções’ 
Bibliografia 


Preço: 32,50€; 

sábado, 31 de maio de 2025

Portugal - Ultramar & Colonialismo - ‘NOTAS SOBRE O ESTADO PORTUGUÊS DA ÍNDIA’ - Lisboa 1954 - Muito Raro;





Portugal - Ultramar & Colonialismo - Notas Sobre o Estado Português da Índia. Goa, Damão e Diu 


‘NOTAS SOBRE O ESTADO PORTUGUÊS DA ÍNDIA’ 
Edição do Ministério do Ultramar e Agência Geral do Ultramar 
Lisboa 1954 


Livro com 36 páginas e em muito bom estado de conservação. Miolo impecável, capa com sinais de uso. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Com razão escreveu ao tempoo este grande homem, humano e justo Governador e Capitão-Geral da Índia Afonso de Albuquerque: 
“E quanto às cousas da Índia não digo nada porque ela falará por si e por mim”.
Ao cabo de quatro séculos e meio ainda ecoam no Mandovi e no Zuari estas proféticas e inesquecíveis palavras do herói e do homem sábio e justo que soube honesta e humanamente administrar Goa como se nela não houvesse senão portugueses, sem distinção de cores, de credos religiosos e de castas.



Do ÍNDICE: 

- Algumas notas históricas. A libertação de Goa em 1510 
- O território actual 
Extensão. Clima 
População 
Religiões 
Usos e Costumes 
Sistema monetário 
Pesos e Medidas 
Principais produções e actividades 
A paisagem 
Os monumentos históricos
- Os príncipios tradicionais portugueses que regulam a vida das sociedades multiraciais 


Preço: 32,50€; 

sexta-feira, 4 de abril de 2025

Portugal & Estado Novo - Guerra Colonial & História - ‘CASABLANCA - O Início do Isolamento Português’, de José Duarte de Jesus - Lisboa 2006 - Muito Raro;

















Portugal - Estado Novo & História - O autor relata o ambiente vivido nos países do Norte de África, nomeadamente Marrocos e Argélia, onde os líderes dos movimentos de libertação das então colónias portuguesas encontravam asilo e apoio diplomático, e da oposição portuguesa, com recurso a documentos, testemunhos e a imprensa local com noticiário das actividades dos que combatiam o regime liderado por António de Oliveira Salazar 


‘CASABLANCA - O INÍCIO DO ISOLAMENTO PORTUGUÊS’ 
Memórias Diplomáticas: Marrocos 1961 - 1963 
De José Duarte de Jesus 
Prefácio de Adriano Moreira 
Edição Gradiva 
Lisboa 2006 


Livro com 190 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“O leitor tem nas mãos um livro de leitura empolgante que conte um dos períodos históricos ‘quentes’ de Portugal.

Colocado em Marrocos, um jovem diplomata assiste aos acontecimentos que aí se desenrolam, participando em episódios de extrema importância histórica. Entretanto, recolhe a documentação a que vai tendo acesso, pois o seu sentido de dever a isso o impele.
É graças a esses documentos e à memória do então jovem diplomata que se torna possível conhecer hoje com maior exactidão o que se passou verdadeiramente em Casablanca em 1961. 
E, na verdade, Marrocos era na altura um verdadeiro turbilhão: com a morte de Mohamed V, ascende ao trono Hassan II: a guerra na Argélia dificulta as relações de Marrocos com os seus vizinhos: a equipa de Henrique Galvão desvia um avião da TAP em Casablanca: os movimentos nacionalistas das Colónias portuguesas surgem unidos na Conferência de Casablanca: Galvão e Delgado permanecem em Marrocos: os serviços secretos tentam assassinar delgado, que o embaixador protege. A guerra colonial inicia-se em Angola. Goa é invadida. 
Em Portugal, o Ministro da Defesa, General Botelho Moniz, tenta um golpe de estado: outro grupo tenta tomar o quartel de Beja. Vive-se uma curta ‘Primavera de esperança’ com o jovem ministro Adriano Moreira.
E Casablanca ocupa sempre um lugar central nos acontecimentos da época.“ 


O Autor: 
“JOSÉ MANUEL DUARTE DE JESUS nasceu em Lisboa, em Dezembro de 1935. 
Com formação académica em História, Filosofia e Lógica Matemática, ingressou na carreira diplomática em Dezembro de 1960 e serviu como diplomata em diversos países da Europa Ocidental e de Leste, do Magrebe, da África Subsariana, da Ásia e da América. Foi afastado da carreira diplomática entre 1965 e 1974. Actualmente, embora ainda ligado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, é docente no Instituto Superior de Ciências Sociais, da Universidade Técnica de Lisboa. 
Tem obra publicada, nomeadamente sobre a China e a Ásia.“ 



Do ÍNDICE: 

Nota Prévia 
PREFÁCIO - Por Adriano Moreira 

Parte I 
O INÍCIO NO PALÁCIO DAS NECESSIDADES E EM RABAT 
1. - As três fases da diplomacia portuguesa do pós-guerra. Salazar e Sampayo marca a época da Segunda Guerra Mundial. Paulo Cunha representa a diplomacia do pós guerra. Marcello Mathias é o ministro da transição. Franco Nogueira protagoniza a diplomacia da guerra do Ultramar 
2. - O Marrocos que antecedeu a minha chegada. O Marrocos que encontrei 
3. - A Embaixada em Rabat e as primeiras experiências duma missão no estrangeiro. Manuel Homem de Mello, embaixador com qualidades invulgares 

Parte II 
ANNUS HORRIBILIS DO SALAZARISMO - VISTO DE MARROCOS 
1. - Preocupações de Marrocos nas vésperas da independência da Argélia: o triângulo Ibérica-França-Marrocos. Encontro com Ferhat Abbas, o autor de ‘L’indépendance Confisqué’ 
2. - A Conferência de Casablanca reúne, pela primeira vez, os MLCP (Movimentos de Libertação das Colónias Portuguesas ‘, uma semana depois de se iniciar em Portugal a curta primavera Adrianista. O embaixador de Portugal é convidado a assistir. O papel preponderante de Marcelino dos Santos e de outras figuras ligadas ao movimento de emancipação de Goa. Amílcar Cabral 
3. - O espião estrangeiro ao serviço da PIDE actua em África 
4. - Humberto Delgado e Henrique Galvão em Marrocos: diferentes tomadas de posição sobre África. A operação ‘Vagô’. A tentativa de assassinato de Humberto Delgado em território marroquino e o papel da embaixada 
5. - O golpe do general Botelho Moniz e a reacção marroquina 
6. - A tomada de Goa. O primeiro baptismo diplomático. Declarações de Marcelino dos Santos e de Aquino de Bragança 
7. - Emigração da comunidade judaica de Marrocos 
8. - A crise de Bizerta. A preocupação marroquina 

Parte III 
1962 - 1963 
1. - Mudança de embaixador e de estilo 
2. - A apresentação de credenciais 
3. - 1962 - O ano em que Hassan II procura estabilizar suas relações externas 
4. - Continuação do imbróglio Argélia-Marrocos e suas repercussões internas e externas. A primeira Constituição 
5. - A CONCP. As ajudas de Marrocos. A ida à Conferência do Cairo. Que queremos nós em África? Assembleia Geral da ONU. Tentativa de acreditar um embaixador residente em Madrid. Longas conversas com Abdelkrim Moussa 
6. - A questão do armamento russo versus americano ou o perigo da chamada ‘infiltração soviética’ em Marrocos. A posição da embaixada face às diversas visões dos serviços de informação in loco. 
7. - O fim de 62 e o início de 63 deixam antever instabilidade social e militar 
8. - A questão de IFNI e as relações com a Espanha. O exemplo de Goa invocado pelo ISTIQLAL 
9. - “Aí, Deus ! Acabaram-se os dias.” 


Preço: 37,50€;