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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Portugal - Política & História - Revista ‘DOMINGO’ - 21.01.2007 - (‘CUNHAL - SALAZAR, O que os une… …E o que os separa’) - Lisboa 2007 - MUITO RARO;










Portugal - Política & História - Destaque para duas reportagens, sobre o confronto de personalidades entre Álvaro Cunhal e Oliveira Salazar e a Pré-publicação de um livro sobre os serviços secretos portugueses 


Revista ‘DOMINGO’ - De 21 de Janeiro de 2007. 
‘CUNHAL - SALAZAR, O que os une… …E o que os separa’ 
Revista dominical do jornal ‘CORREIO DA MANHÃ’ 
Lisboa 2007 


Exemplar com 64 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
Um deles pode ser eleito o melhor português de sempre 
- ‘CUNHAL - SALAZAR, O que os une… …E o que os separa’, texto de Manuel Catarino 
‘ Foram duas das figuras que mais marcaram o século XX português.’ 
‘Descubra as diferenças e semelhanças entre Salazar e Cunhal.’ 
‘CUNHAL E SALAZAR eram implacáveis: ambos mandaram matar adversários.’ 
‘Quando CUNHAL nasceu, em Coimbra, já Salazar era conhecido na cidade.’ 
‘SALAZAR teve romances ocasionais. CUNHAL viveu com várias mulheres.’ 
O QUE OS UNE…:  -  …E O QUE OS SEPARA 
- PERGUNTAS CRUZADAS: 
Respondem Jaime Nogueira Pinto e Odete Santos 

Pré-Publicação - ‘OS SERVIÇOS SECRETOS PORTUGUESES’ 
- ‘OS SEGREDOS DA NOSSA SECRETA’ 
‘O jornalista e escritor José Vegar passou a pente fino a história dos Serviços Secretos Portugueses. É um livro que promete vir a dar muito que falar. Pré-Publicação em exclusivo na DOMINGO.’ 
‘Existe uma competição negativa.’ 
‘A competição entre os organismos é a regra que vigora.’ 
‘Os nossos deputados são avessos à discutir questões de segurança nacional.’ 
‘A solução é adiada desde 1987.’ 

- ‘O MISTERIOSO “MASCARILHA” ALENTEJANO’ 
“Em Sines, um desconhecido mascara o rosto e anda pela rua à noite a apalpar senhoras.’ 
Text de Maria Ramos Silva - Fotos de João Cortesão 

Foto reportagem 
- ‘MARAVILHAS DO OCEANO’ 


Preço: 27,50€; 

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Portugal - Estado Novo & História - ‘O Essencial sobre A PIDE’, de Irene Flunser Pimentel - Lisboa 2023 - Raro;





Portugal - Estado Novo & História - O historial e análise das polícias políticas da ditadura militar de 28 de Maio de 1926 ao derrube do regime a 25 de Abril de 1974, passando pelas diversas fases que culminou com a transformação da PIDE em DGS por Marcelo Caetano na designada ‘primavera marcelista’ após a sua designação como chefe do governo na sequência da morte de António de Oliveira Salazar 


‘O Essencial sobre A PIDE’ 
De Irene Flunser Pimentel 
Edição da Imprensa Nacional 
Lisboa 2023 


Livro com 142 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“ ‘O Essencial sobre A PIDE’ - Irene Flunser Pimentel 

A PVDE/PIDE/DGS ajudou 
o regime a manter-se, assim como 
outros dos seus grandes pilares, 
a Igreja Católica e sobretudo as 
Forças Armadas, que asseguraram 
a continuidade do regime, em 1958, 
durante o ‘terramoto delgadista’ 
e em todo o período da guerra colonial. 
Mas que a polícia política era essa, 
quais os seus fundamentos, 
práticas e ramificações ?“ 



Do ÍNDICE: 

PRÓLOGO: A tomada da sede da PIDE/DGS 
- Os tiros para o ‘ar’ e a rendição da DGS 

1. - AS POLÍCIAS POLÍTICAS DA DITADURA MILITAR, 1962 - 1932 
- Dois grupos no seio da Ditadura Nacional 

2. - A CHEGADA DE SALAZAR AO PODER E A POLÍCIA DE VIGILÂNCIA E DE DEFESA DO ESTADO (PVDE), 1933 - 1945 
- Crimes de ‘rebelião’ e a criação da Polícia de Defesa Política e Social (PDPS) 
- A Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE) 
- Os alvos e métodos da PVDE 
- Uma PVDE à semelhança das polícias políticas fascista e nazi ? 
- Polícia política na Itália fascista e a PVDE 
- As polícias nazis e a PVDE 
- Polícias na Espanha de Franco 
- A PVDE durante a II Guerra Mundial e o PCP 
- Os presos da PVDE, até 1945 

3. - A POLÍCIA INTERNACIONAL DE DEFESA DO ESTADO (PIDE), 1945 - 1969 
- As primeiras duas fases da vida da PIDE, 1945 - 1960 
- A ‘internacionalização’ da PIDE 
- Homero de Matos substitui Neves Graça, na direcção da PIDE, 1960 - 1962 
- A terceira fase da vida da PIDE e a remodelação da Direcção, 1962 - 1969 
- A PIDE e as empresas 
- Os alvos da PIDE. Para que serviam as prisões ? 
- Uma polícia eficaz ? Os métodos da PIDE: informadores e tortura 
- A rede de informadores 
- A violência e a tortura nos interrogatórios 
- Objectivos de tortura e como nasce um torcionário 
- Modalidades de tortura: espancamentos, ‘estátua’ e ‘sono’ 
- O exemplo da CIA 
- O isolamento 
- Mulheres torturadas 
- Torturas com conotações sexuais e os terríveis anos de 1965 - 1966 

4. - A DGS, DURANTE O MARCELISMO 
- A quarta fase da vida da PIDE/DGS: recrudescimento das torturas 
- Marcello Caetano e a DGS: uma organização de ‘Intelligence’ ? 
- A reorganização da DGS, em 1972 

5. - O FIM DA DGS 
- O destino do director e de outros directores de serviços da DGS 
- O que aconteceu nas colónias ainda em guerra ? 
- Criação da Comissão de Extinção da PIDE/DGS 
- A Lei n. 8/75 de criminalização dos elementos da PIDE/DGS 
- O 25 de Novembro de 1975 e a aprovação da Constituição de 1976 
- Houve um processo de justiça de transição em Portugal ? O caso da PIDE/DGS 

NOTAS FINAIS: para que serviu a polícia política em Portugal ? 

Fontes 
Bibliografia 


Preço: 25,00€; 

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Portugal & Estado Novo - Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - Maio 2016 - (‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’) - Lisboa 2016 - Muito Raro;





Portugal & Estado Novo - Análise histórica da queda da I República, o triunfo do movimento militar do 28 de Maio de 1926, a institucionalização do regime e as ascensão do professor de Coimbra a convite dos militares para restaurar as finanças e a chefia do Governo até 1968, ano em que foi substituído por Marcello Caetano 


Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - De Maio 2016. 
‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’ 
‘As revoltas que antecederam o final da I República - Os anos da Ditadura Militar. As proibições impostas. - As deportações, os exílios e os tribunais militares. As tentativas revolucionárias de 1927 a 1931.’ 
Directora: Cláudia Lobo 
Lisboa 2016 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’  

28 de Maio - Cronologia 
- ‘DEZ ANOS DE AGITAÇÃO’ (1923 - 1932), por Luís Almeida Martins 

- ‘ADEUS ILUSÕES’, por Luís Farinha 
“O meu propósito é ir contra a acção nefasta de todos os políticos e dos partidos e de pôr fim à uma ditadura de políticos irresponsáveis.” - General Gomes da Costa, Junho 1926 

- ‘UM COMPLICADO PUZZLE POLÍTICO’, por Luís Bigotte Chorão 
‘O esperto partidário desfeito pelo 28 de Maio refletia as inquietações e as contradições do tempo.’ 
‘Carta de Cunha Leal a Cabeçadas’ 

- ‘O OCASO LENTO DO PARTIDO SOCIALISTA PORTUGUÊS’, por Luís Farinha 
‘O velho partido de José Fontana viu-se primeiro emparedado entre republicanos e anarquistas e depois em confronto com o marxismo revolucionário dos comunistas.’ 

- ‘NO CENTRO DA REPÚBLICA’ 
‘Muitas foram as formações políticas do tronco republicano.’ 

- ‘A “REVOLTA DOS GENERAIS” ABALA LISBOA’, por Ricardo Silva 
‘A tentativa de golpe militar contra a I República, em 19 de Abril de 1925, foi contida pelas forças leais ao Governo Constitucional, mas verificar-se-ia depois que não passou de um ensaio para o 28 de Maio do ano seguinte.’ 

- ‘OS SARGENTOS ATACAM DE ALMADA’, por Ricardo Silva 
‘Derrotada a “cabeçada” de Mendes Cabeçadas, seguiu-se, em 2 de Fevereiro de 1926, nova tentativa de golpe, está liderada pelos subalternos da Escola Prática de Artilharia, de Vendas Novas.’ 
EM DISCURSO DIRECTO - Humberto Delgado conta, nas suas memórias, como foi ferido a tiro na noite de 2 de Fevereiro de 1926, em Vendas Novas. 

- ‘28 DE MAIO - O DIA QUE DUROU DEZ DIAS’, por Ricardo Silva 
‘Desta vez não chegou a haver tiros, mas o golpe que inaugurou uma ditadura de 48 anos teve todos os ingredientes de guerra civil, num choque entre comandantes e respectivas concepções políticas.’ 
FILME DOS ACONTECIMENTOS - As movimentações iniciadas no dia 27 de Maio em Braga só terminariam a 6 de Junho, com a entrada das forças de Gomes da Costa em Lisboa. 

- ‘APOGEU E QUEDA DO GENERAL DE MAIO’, por Ricardo Silva 
‘Gomes da Costa enterrou as ilusões regeneradoras de Cabeçadas e de muitos republicanos, mas acabaria apeado por Carmona logo em Junho de 1926, depois de durante dias ter transformado o País num quartel.’ 
MENDES CABEÇADAS - O Grande Arrependido 
GOMES DA COSTA - Um Triunfo Breve 
ÓSCAR CARMONA - 25 anos no pódio 

- ‘VISADO PELA COMISSÃO DE CENSURA’, por Joaquim Cardoso Gomes 
‘A liberdade de imprensa desapareceu logo em 24 de Junho de 1926, menos de um mês após o golpe.’ 

- ‘A “VIDA BOA” CONTRA A “BOA VIDA”.’, por Pedro Caldeira Rodrigues 
‘Para atenuar os efeitos da moralização imposta, o teatro de revista apostou na estética modernista e no luxo dos cenários e dos adereços.’ 

- ‘A LENTA MORTE DO SINDICALISMO INDEPENDENTE’, por António Ventura 
‘O golpe militar cortou as asas a um movimento laboral já dividido entre três correntes, e a criação dos “sindicatos nacionais” representou a machadada final.’ 

- ‘UMA JUSTIÇA POLÍTICA DE EXCEÇÃO’, por Irene Flunser Pimentel 
‘A Ditadura Militar (como depois o Estado Novo) sustentava que existia “liberdade de pensamento”, mas criou Tribunais Militares Especiais destinados a punir os seus opositores ativos.’ 

- ‘OS AÇORES NA ROTA DOS PRESOS POLÍTICOS’, por Sérgio Rezendes 
‘O arquipélago atlântico serviu de local de deportação.’ 

- ‘ESPERANÇAS E DESILUSÕES NO EXÍLIO’, por Susana Martins 
‘Começou logo em 1926 o calvário dos oposicionistas expatriados, fugazmente animados pela implantação da II República em Espanha.’ 

- ‘HOMEM-CHRISTO FILHO, O ILUSTRE PROSCRITO’, por Rita Almeida de Carvalho 
‘Aquele que é por muitos considerado o único verdadeiro fascista português teve uma vida breve mas faustosa, trepidante, preenchida e aventurosa.’ 

- ‘PELA DIREITA É QUE PASSA A SER O CAMINHO’, por Luís Farinha 
‘Em 1928, Portugal aprovou o seu primeiro Código da Estrada. Mas o estado das vias e o défice educativo dos cidadãos comprometeram, os efeitos positivos da medida.’ 

- ‘AS FINANÇAS DA REVOLUÇÃO E A REVOLUÇÃO NAS FINANÇAS’, por Nuno Valério 
‘Os “heróis” da estabilização financeira de 1922-1932 foram dois militares republicanos esquecidos, um militar revolucionário mal-amado e um civil triunfante.’ 
VITORINO GUIMARÃES - O Esquecido 
ÁLVARO DE CASTRO - O Fim da Inflação 
SINEL DE CORDES - O Mal-Amado 

- ‘A ASCENSÃO DE SALAZAR’, por Filipe Ribeiro de Meneses 
‘Para a transformação da Ditadura Militar numa ditadura nacionalista capaz de “reconciliar o Estado com a nação”, o poderoso ministro das Finanças contou com o apoio decisivo do Presidente da República, Óscar Carmona.’ 

- ‘DITADOR DAS FINANÇAS E FUNDADOR DO “IMPÉRIO”.’, por Ana Catarina Pinto 
‘Foi decisivo o papel de Salazar na captação para a ditadura da burguesia metropolitana, oferecendo-lhe um império.’ 

- ‘IVENS FERRAZ “À PONTA DA CORDA, DO LADO DA REPÚBLICA”.’ por Ana Catarina Pinto 
‘O presidente Carmona arbitrou o conflito de 1929-1939, entre o chefe do Governo e o ministro das Finanças, a favor do segundo, Salazar. E assim foi enterrado o projeto de regresso à República liberal.’ 
IVENS FERRAZ - “Ditador” mas Pouco 

- ‘UMA PEQUENA GUERRA CIVIL’, por Luís Almeida Martins 
‘Entre 3 e 9 de Fevereiro de 1927 ocorreu a primeira tentativa de derrube da ditadura, envolvendo civis e militares em larga escala. Os sublevados do Porto nunca deixariam de acusar Lisboa de não se ter erguido a tempo.’ 

- ‘A EFÉMERA ATLÂNTIDA’, por Luís Almeida Martins 
‘Em 1931, a Madeira chegou a libertar-se da ditadura. Mas seria a última grande tentativa de inverter a situ Antes da institucionalização do Estado Novo.’ 
FERREIRA CAMÕES - O Tenente Rebelde prendeu as autoridades da Ilha 
JÚLIO BOTELHO MONIZ - O Futuro Ministro da Defesa esteve entre as Forças da Ditadura 


Preço: 32,50€; 

terça-feira, 21 de abril de 2026

Portugal - História & Guerra do Ultramar - ‘DA GUERRA NUNCA SE VOLTA’, de Armando Sousa Teixeira - Lisboa 2023;








História & Guerra do Ultramar (Angola, Guiné e Moçambique) - Descrições sobre a guerra nas três antigas províncias ultramarinas portuguesas de África, os dramas dos seus intervenientes do lado nacional e dos movimentos nacionalistas, o papel dos membros do PCP cuja orientação era participar, combater e denunciar o sistema colonial e o combate das Forças Armadas na guerra colonial 


‘DA GUERRA NUNCA SE VOLTA’
Os Caminhos Cruzados da Guerra Colonial 
De Armando Sousa Teixeira  
Edição Página a Página 
Lisboa 2023 


Livro com 418 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente.
De muito difícil localização. 


Da contracapa:
“ ‘PARA A HISTÓRIA DO COLONIALISMO PORTUGUÊS EM ÁFRICA’ 

E com a raiva dos outros 
Matou matou matou 
Até que um dia 
Oh ironia 
Nesse dia havia sol 
Havia esperança 
Havia mulher 
Havia os filhos a mãe uma carta 
Havia havia havia 
Mas esfarelou-se todo 
Todo 
No gargalhar traiçoeiro 
Das granadas 
De bico amarelo 
E de rabo encarnado.“ 
Rui Nogar 



Do ÍNDICE: 

Pródromo (Advertência) 
- Por Mário Moutinho de Pádua 
PREFÁCIO 
- Por José Abílio Mourato 

INTRODUÇÃO - A LUTA DE LIBERTAÇÃO EM ÁFRICA 
- As guerras coloniais e o neocolonialismo 
- O plano colonial de Salazar 
- Guerra do Ultramar ou Guerra Colonial ? 
- A realidade, a ficção e o embuste 
- 25 de Abril, 50 anos, sempre ! 
- Da guerra nunca se volta ! 

Capítulo Um - Zé da Granja 
- Dona Gumerzinda 
- A Segunda Guerra Mundial 
- Armar aos pássaros 
- O Manuel da Granja finou-se 

Capítulo Dois - Bela Mandil 
- A Praia da Rocha 
- O encontro do MUD Juvenil em Bela Mandil 
- OAssaltobda PIDE 

Capítulo Três - O canhão, as festas e a guerra 
- O canhão 
- As festas 
- Fim do Império 
- O ‘Olho de Vidro’ 
- O padrinho 
- Há fogo 
- Guerra em Angola 

Capítulo Quatro - Mestre Milágá 
- Uma crença no Zezito 
- Moço de Maiorial 
- A vila de Redondo 
- A aldeia da Granja 
- Marina de Guerra 
- A Fragata. ‘Diogo Gomes’ 
- Fuzileiros Especiais 

Capítulo Cinco - Mudar de vida 
- Terras do sul: Portimão 
- José Douro e Vitor Parreira 
- Vitor e Teresa 
- A cidade do Sado 
- Notícias de Portimão 
- Vida de tropa 
- ‘Santa Liberdade’ 

Capítulo Seis - Cruz de Guerra 
- Viagem inesquecível 
- O avô ‘Capitão’ 
- A guerra omnipresente 
- Heroísmo versus cobardia 

Capítulo Sete - Guerra crua e sanguina 
- Vitor Parreira ‘Caracol’ 
- Início da Guerra Colonial 
- José Douro, sargento do exército português 
- Levantamento da UPA 
- A revolta no noroeste 

Capítulo Oito - Nas margens do rio Luqueia 
- O rio Luqueia na terra dos bacongos 
- A Operação ‘Golpe Baixo’ 
- A revolta nos Dembos 
- Chamamento de mãe 
- Refúgio perdido 
- Um cenário de devastação num deserto humano 

Capítulo Nove - Menino da guerra 
- A viagem pela Pátria 
- ‘Preto da Guiné’ 
- Pupilos do Exército 
- O noroeste continua em brasa 
- Massacres nos Dembos 
- O ódio rácico 
- A NATO apoia o colonialismo 

Capítulo Dez - Fogo amigo 
- José Saraiva sargento fuzileiro 
- A guerra complica-se 
- António de Spínola na Guiné 
- Os manuais da APSIC 
- O instrutor cubano 
- Operação ‘Mar Verde’ 

Capítulo Onze - Spínola e a APSIC não ganham a guerra 
- O Movimento Nacionalista e a luta de libertação na Guiné 
- A Tabanca 
- Um tiro no tarrafo 
- A deserção 
- Mestiçagens 

Capítulo Doze - Ligações perigosas (não jures camarada!) 
- Do outro lado do rio 
- Namorar em tempo de repressão 
- Na António Maria Cardoso 
- Efeitos colaterais 
- Amor em tempo de luta 
- Casa comigo ? 
- Não jures camarada ! 

Capítulo Treze - Laços de sangue e consciência 
- A vingança em marcha 
- Médicos para a guerra 
- Tarde de amor 
- Ir ou não ir, a questão ! 
- A frente sul / Sudeste do MPLA 
- Operação ‘Tubarão’ 
- Na morte de Luís Fuste 

Capítulo Catorze - Na véspera de acontecimentos importantes - A partida 
- Dar o ‘salto’ ou ir à guerra ? 
- O enfermeiro Naci 
- Militarismo e resistência 
- A perseguição anunciada 
- Um destino assumido 
- Formar Batalhão na Amadora 
- Amor em tempo de guerra - A partida 

Capítulo Quinze - Guiné derrota anunciada 
- Curso de Operações Especiais 
- O encarniçamento da guerra 
- A emboscada 
- Politicamente activos, politicamente suspeitos 
- Uma dinâmica imparável 
- O assassinato de Amílcar Cabral 
- A derrota anunciada 

Capítulo Dezasseis - Em Angola a guerra continua 
- José Douro de volta a Angola 
- Os movimentos nacionalistas em Angola 
- Zala, planalto dos Dembos 
- Fazenda Santa Isabel, Quitexe 
- A guerra de libertação no Leste de Angola 
- Chefe Galumbo 
- Saliente do Gazombo 

Capítulo Dezassete - Conhecendo a velha África, prisão, tortura e castigo 
- Chipera foram ruins aqueles tempos 
- Rusga da PIDE 
- As malhas que a repressão tecia 
- A tortura ia começar no reduto norte de Caxias 
- No reduto sul de Caxias 
- A contra-fé 
- O processo disciplinar vingativo 
- A Casa de Reclusão no Forte da Trafaria 

Capítulo Dezoito - Amanhecer em Lisboa, entardecer em Nangade 
- Ir ou não ir, era novamente a questão 
- Notícias da guerra 
- Nancaràri, no planalto dos Macondes 
- Quartel-General em Nampula 
- No grande perímetro militar do Rovuma 
- O sargento-ajudante 
- A cor da fome 
- Um assomo de dignidade 
- Os massacres eram inevitáveis ? 

Capítulo Dezanove - Viva o 25 de Abril 
- Miséria em Nangade 
- A guerra continua cruenta 
- Tentativa de golpe de mão: vêm aí os ‘turras’ ! 
- Páginas de um diário de guerra 
- Junto à fogueira do guerrilheiro 
- Longe da Pátria, lugar de saudade 

Capítulo Vinte - Fim da Guerra ! Viva a Revolução ! 
- Jaz morto e arrefece: o menino de sua mãe 
- José Douro: dos Dembos ao MFA em Luanda 
- Zé da Granja: fuzileiro de Abril 
- João Trigueiro: o dia seguinte 

APÊNDICE - Para a História do Colonialismo Português em África 
- A Colonização de Angola 
- A Luta de Libertação em Angola 
- A Colonização da Guiné 
- A Colonização de Moçambique 


Preço: 52,50€: 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Portugal & 25 de Abril de 1974 - Revista ‘L’HISTOIRE’, n. 517 - Mars 2024 - (‘LA RÉVOLUTION DES OEILLETS’) - Paris 2024 - MUITO RARO;






















Portugal & 25 de Abril de 1974 - O movimento militar que derrubou o regime do Estado Novo, pelo movimento dos capitães, também ficou conhecido pela ‘Revolução dos Cravos’, surge nesta edição francesa analisada ao pormenor e de forma desenvolvida pelas causas e consequências 


Revista ‘L’HISTOIRE’, n. 517 - Mars 2024. 
‘LA RÉVOLUTION DES OEILLETS’ 
‘En moins de vingt-quatre heures, le 25 avril 1974, de jeunes officiers reversent une dictature en place depuis quatre décennies. La pauvreté et les guerres coloniales lui ont été fatales. Mais, au lendemain de la pacifique révolution des Oeillets qui a fait naître d’immenses espoirs, le processus de transation démocratique s’avère long et chaotique. Pendant deux années, marquées par des avancées sociales et des tentatives d’insurrections, le Portugal se cherche un destin. Jusqu’à la Constitution et aux élections d’avril 1976, qui consacrent la démocratie.’ 
Paris 2024 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
1974 PORTUGAL 
- ‘LA RÉVOLUTION DES OEILLETS’ 
‘Em menos de 24 horas, em 25 de abril de 1974, jovens oficiais derrubaram uma ditadura que vigorava há quatro décadas. A pobreza e as guerras coloniais foram a sua ruína. Mas, na sequência da pacífica Revolução dos Cravos, que gerara imensas esperanças, o processo de transição democrática revelou-se longo e caótico. Durante dois anos, marcados por progressos sociais e tentativas de levantes, Portugal procurou o seu destino. Até à Constituição e às eleições de abril de 1976, que consagraram a democracia.’ 

- ‘LISBONNE, 1974 - LE PRINTEMPS DES CAPITAINES’, par Yves Léonard 
‘Pour renverser une dictature vieille d’un demi-siècle, en finir avec les guerres coloniales et instaurer la démocratie, de jeunes officiers ont pris les armes. En une journée, le 15 avril 1974, le régime est tombé. Suscitant d’immenses espoirs, bien au-delà des frontières du pays.’ 
‘Le déclencheur colonial’ 
‘LA VRAIE NATURE DU SALAZARISME’ 
‘En Afrique, il n’y aplus rien à espérer, ni splendeur à préserver. On parle d’un ‘Vietnam portugais’. 
‘La fleur au fusil.’ 
‘L’initiative d’une fleuriste, qui distribue des oeillets aux soldats du capitaine Maia baptise lavrévolution.’ 
‘ “Spinochet” et les militaires.’ 
‘La révolution s’arrête à 30 km de Lisbonne.’ 
‘L’unité de façade du MFA s’est bientôt lézardée en révélant des clivages profonds.’ 
‘Une fois établie la démocratie, le temps de la révolution faite par des militaires “la fleur au fusil” ‘achève.’ 
- LE 25 AVRIL 1974, EN DIRECT’ - Heure par heure 
- ‘LES HOMMES-CLÉS DE LA TRANSITION’ 
(Otelo de Carvalho - Álvaro Cunhal - Melo Antunes - Vasco Gonçalves) 
- ‘MÁRIO SOARES, “SOCIALISTE DU POSSIBLE”.’ 

- ‘SORTIR DU CAUCHEMAR COLONIAL’, par Guillaume Blanc 
‘Dans les années 1960, Salazar sait que la pérennité de l’Estado Nov repose sur celle de son empire colonial. Les interminables e anachroniques guerres d’indépendance africaines ont joué un rôle déterminant dans la révolution d’avril 1974. Quatorze années d’usure et de violences ont retourné une génération de soldats contre le gouvernement.’ 
‘Goa, le début de la fin’ 
‘Afrique: faire la guerre sur trois fronts.’ 
‘Le Portugal déniait aux “indigènes” une Identité et une culture en propre.’ 
‘Pacifismo ici, violence là.’ 
‘On ne serait chiffrer les morts, les prisonniers, les torturés et les victimes des violences de l’ordre colonial.’ 

- ‘ANGOLA, MOZAMBIQUE ET GUINÉE-BISSAU: Une Indépendance tardive.’ 
- ‘SPÍNOLA ET L’ENNEMI GUINÉEN’ 

- ‘LA RÉVOLUTION VUE DE FRANCE’, par Victor Pereira 
‘800.000 Portugais en France em 1974.’ 
‘Le ministre de l’Intérieur obtient l’annulation du MFA sur le territoire français.’ 
- Politique Française - ‘LES OEILLETS DIVISENT LA GAUCHE’

- “LA TRANSITION A ÉTÉ RÉUSSIE’
Entretien avec Leonor Beleza 


Preço: 47,50€; 

segunda-feira, 23 de março de 2026

Portugal - Estado Novo & Ultramar - Jornal ‘DIÁRIO DA MANHÃ’, n, 12.521 - 28.05.1966 - (‘COMEMORAÇÕES DO 40.* ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO’) - Lisboa 1966 - MUITO RARO;
















Portugal - Estado Novo & Ultramar - Uma edição histórica do jornal da UN (União Nacional) de comemoração dos 40.* aniversário da instauração do regime e noticiário sobre o acontecimento em território europeu e nas províncias ultramarinas 


Jornal ‘DIÁRIO DA MANHÃ’, n, 12.521 - De 28 de Maio de 1966. 
‘COMEMORAÇÕES DO 40.* ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO NACIONAL DE 28 DE MAIO’ 
Director: Barradas de Oliveira - Editor: António da Fonseca 
Lisboa 1966 - 


Exemplar com 12 páginas e em muito bom estado de conservação. 
Nota para um corte no cabeçalho da primeira página. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
Começaram hoje em Braga 
- ‘AS COMEMORAÇÕES DO 40.* ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO NACIONAL DE 28 DE MAIO’ 
‘O CHEFE DE ESTADO SEGUIU ONTEM PARA O NORTE DO PAÍS’ 
‘VIAJOU DE AVIÃO PARA O PORTO O PRESIDENTE DO CONSELHO’ 
‘SALAZAR - Cidadão honorário da cidade da Praia’ 

ANO 40 DA REVOLUÇÃO 
- ‘FORÇAS DAS UNIDADES AQUARTELADAS NO ALGARVE COMEMORAM A DATA GLORIOSA’ 
- CRONOLOGIA - ‘40 ANOS DE VIDA NACIONAL’ 
- ‘AS COMEMORAÇÕES DA REVOLUÇÃO NACIONAL NAS ILHAS E ULTRAMAR’ 
‘Inauguração de uma linha de montagem de automóveis em Moçambique’ 
‘Inaugurações em Cabo Verde’ 
‘Iniciaram-se as comemorações em S. Tomé e Príncipe’ 
‘Várias manifestações na cidade da Beira’ 
- ‘Comemorações no distrito da Zambézia’ 

- ‘DECRETADA UMA AMNISTIA DE ELEVADO NÚMERO DE ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS’
‘Em consideração do interesse excepcional de que se reveste para a vida pública portuguesa o aniversário da revolução nacional e do comportamento altamente meritório das Forças Armadas na defesa da integridade territorial do país.’ 

- ‘UNIÃO NACIONAL - QUARENTA ANOS’ 
- ‘A ÍNDIA PORTUGUESA ESTÁ PRESENTE’ 

- ‘COMUNICADO DAS FORÇAS ARMADAS DE ANGOLA’ 
- ‘UM BUSTO DO ENG. TRIGO DE MORAIS NO LIMPOPO’ 
- ‘DESPENHOU-SE UMA AVIONETA EM MOÇAMBIQUE - Morreram os 2 ocupantes’ 
- ‘TEM CEM ANOS UM GUERREIRO QUE RECORDA A HEROICIDADE DE MOUZINHO’ 
- ‘DEIXA MOÇAMBIQUE O ANTIGO SECRETÁRIO GERAL DA PROVÍNCIA’ 
- ‘CONTINGENTE DE TROPAS QUE SEGUIU PARA O ULTRAMAR’ 
- Exército - ‘MILITARES FALECIDOS EM ANGOLA’ 
- ‘MOVIMENTO NACIONAL FEMININO AGRADECE A COLABORAÇÃO DA IMPRENSA MOÇAMBICANA. 

- ‘ESTÁ SALVO O ÚLTIMO PORTUGUÊS PRISIONEIRO DOS REBELDES DO BONDO’ 

- ‘AS RELÍQUIAS DE SANTO ANTÓNIO QUE VÊM DE PÁDUA A LISBOA’ 


Preço: 37,50€; 

quinta-feira, 5 de março de 2026

Portugal - Estado Novo & Oposição - ‘A LIBERDADE TEM UM PREÇO’, de Luís Calafate - Póvoa do Varzim 1975 - MUITO RARO;








Portugal - Estado Novo & Oposição - O autor, oficial do exército português, descreve a sua odisseia desde que participou numa tentativa de derrube do regime e foi para o exílio na Venezuela, onde teve contactos com Henrique Galvão e Humberto Delgado até ao seu regresso à Pátria após a revolução de 25 de Abril de 1974 


‘A LIBERDADE TEM UM PREÇO’ 
De Luís Calafate (Tenente-coronel) (1915 - 1996) 
Edição do Autor 
Composto e Impresso na Tipografia Camões 
Distribuição REGIMPRENSA, Amadora. 
Póvoa do Varzim 1975 


Livro com 256 páginas (240 + XVI), ilustrado (fotografias e documentos) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor:
“O Tenente Coronel Luís Calafate (1915 - 1996) fez parte do grupo de militares que participaram, em 1959 no Movimento Militar Independente de 11 de Março, que ficou conhecido por  Revolta da Sé. Depois de um longo asilo político na Embaixada da Venezuela seguiu para o exílio onde continuou a luta pela democracia em Portugal.”



Do ÍNDICE: 

I. - O ASILO POLÍTICO NA EMBAIXADA DA VENEZUELA EM PORTUGAL 
1. Explicação 
2. Monólogo 
3. Segurança da família 
4. Sondagens 
5. Exercícios de despoluição mental 
6. Entre Bolívar, ‘E Libertador’ e Salazar, o ditador 

II. - NO EXÍLIO 
7. A chegada 
8. O apoio da imprensa consolida-se 
9. A Universidade também colabora 
10. Finalmente em Caracas, Galvão e Delgado 

III. - ÚLTIMO DESAFIO: O REGRESSO 
11. A guerra colonial 
12. E a Democracia triunfou ! 


Preço: 37,50€;