sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

África - História & Revolução - 'ANGOLA - CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DO NACIONALISMO MODERNO ANGOLANO', de Edmundo Rocha - Luanda 2002 - MUITO RARO;


 















África - História & Revolução - Uma profunda análise do movimento e personagens do nacionalismo angolano, por quem o viveu de forma empenhada e com recurso a inúmeras fontes documentais e testemunhais, sendo uma das melhores obras dada a seriedade intelectual do autor 


'ANGOLA - CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DO NACIONALISMO MODERNO ANGOLANO (Período 1950-1964)'
De Edmundo Rocha
Edição Kilombelombe
Luanda 2002


Livro com 654 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
Nota para a reprodução de inúmeros documentos históricos das organizações nacionalistas angolanas.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Da contracapa:
"(...) O movimento de libertação nacional angolano, nasceu e desenvolveu-se na fase histórica da descolonização no pós-guerra, 1939 a 1945, não só nos meios urbanos do litoral, em especial em Luanda, mas também na emigração. Emigração em Lisboa e em Paris, e emigração em Léopoldville. Formaram-se duas correntes nacionalistas que evoluíram de costas voltadas uma para a outra, influenciaras por pensamentos políticos totalmente opostos: a corrente Luanda-Lisboa, mais marcada por ideias marxistas, e a corrente Léopoldville-Luanda, influenciada por um sincretismo cristão-protestante tribal.

Na primeira corrente, o marxismo, de tonalidades diferentes, influenciou de maneira decisiva os intelectuais oriundos da pequena burguesia luandense e marcou de maneira indelével os diferentes movimentos nacionalistas, que nasceram nos anos 50, em Luanda e em Lisboa, e que iriam dar origem ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). 

Pelo contrário, a corrente nacionalista na emigração no Congo Léopoldville (Kinshasa), com uma experiência histórica diferente e contacto permanente com a potência colonial belga, constituiu um real motor na gestação e afirmação de um importante baluarte do nacionalismo angolano moderno, a União das Populações de Angola (UPA). 

É que apesar do hermetismo da sociedade portuguesa da época de Salazar, as grandes correntes ideológicas tinham influenciado profundamente as jovens gerações de angolanos. 

É neste quadro evolutivo, interactivo e complexo, que se gera e afirma o processo de libertação angolano, onde se distinguiram pela sua originalidade, tenacidade e sentido histórico, as gerações dos anos cinquenta e sessenta, e se destacaram personalidades como foram: Agostinho Neto, Viriato da Cruz e Mário de Andrade, na corrente marxista; e Holden Roberto na corrente nacionalista da emigração Bakongo. Nesta fase, Jonas Savimbi dava os primeiros passos na política nacionalista só se tendo afirmado a partir de 1967, quando cria a UNITA, motivo por que não entra no quadro deste estudo que se limita ao período de 1950 a 1961." 



O AUTOR: 
“EDMUNDO VICENTE DE MELO ROCHA nasceu em Porto Amboim, actual província do Kwanza Sul, República de Angola, em 21 de Maio de 1931, tendo aí efectuado seus estudos primários e parte dos secundários em Luanda, no Liceu Nacional de Salvador Correia, que completou em Coimbra, Portugal, em 1951. Efectuou seus estudos superiores de Medicina em França, primeiro em Grenoble e depois em Paris, de 1952 a 1954. Em 1954 regressou a Portugal e nesse ano, deu continuidade aos estudos, desta feita na Faculdade de Medicina de Lisboa, que terminou em 1961, especializando-se em Pediatria, e posteriormente, em Imuno-Alergologia. É doutorado em Pediatria pela Faculdade de Medicina de Argel (Argélia). 

Suas actividades no âmbito da política podem ser assim resumidas: De 1949 a 1951 foi membro da Casa dos Estudantes do Império (CEI) em Coimbra. O período de 1952 a 1954 pode ser considerado como os anos de formação e de militância no seio do Grupo de Paris, até regressar a Lisboa onde, de 1954 a 1961 deu continuidade as actividades políticas, na clandestinidade, primeiro no MUD Juvenil, de 1954 a 1957, e depois, no Movimento Anti-Colonial (MAC), de 1957 a 1959, de que foi dirigente, e, a seguir, também dirigente do Movimento dos Estudantes Angolanos (MEÃ), de 1959 a 1961. Enviado pelo MEÃ, em Abril de 1961, para o exterior, organizou na Alemanha, juntamente com Luís de Almeida, Desidério Costa e Luísa Gaspar, a fuga de 100 estudantes africanos de Portugal em Junho-Julho de 1961, tendo sido, nesse ano, um dos fundadores da União Geral dos Estudantes dos Países sob Domínio Colonial Português (UGEAN). Com o apoio de Marcelino dos Santos, Secretário Geral da CONCP, organizou em Setembro de 1961, em Rabat (Reino de Marrocos), o Congresso Constitutivo da UGEAN. Fez parte do grupo de 14 angolanos que em Setembro de 1961 instalou o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) em Léopoldville,  Congo Democrático, tendo aí exercido como médico no CVAAR, até 1964, altura em que o MPLA e o CVAAR foram expulsos daquele país. Refugiou-se na Argélia, onde exerceu e leccionou a cadeira de Pediatria na Universidade de Medicina de Argel, de 1964 a 1975, ano em que voltou a Angola, mais exactamente no mês de Setembro. É militante de base do MPLA desde 1961 e militante do nacionalismo angolano desde 1950. 

Dirigiu a Casa de Angola em Portugal e fez parte da Direcção da revista ‘AfroLetras’, edição trimestral dessa Associação Cívica, desde 1998 até 2000, tendo nesse período editado seus números.“ 


Bibliografia: 
“Investigador do nacionalismo angolano e conferencista em Portugal, França e Angola, publicou anteriormente: 
- ‘A Casa dos Estudantes do Império nos anos de fogo. Depoimento sobre a acção política da juventude africana da CEI no quadro da luta pela libertação nacional das Colónias portuguesas’
In, ‘MENSAGEM’ (Número especial do cinquentenário da fundação da Casa dos Estudantes do Império, 1944-1994).
Edição da Associação da Casa dos Estudantes do Império 
Lisboa 1997
- ‘O CLUBE MARÍTIMO AFRICANO - A sua contribuição para a luta pela independência nacional dos países sob domínio colonial português (1955-1961)’
Edição da Câmara Municipal de Lisboa - Biblioteca Museu República e Resistência 
Lisboa 1998.”



Do ÍNDICE:

Glossário de Abreviaturas
Agradecimentos
INTRODUÇÃO 
EDMUNDO ROCHA - Portugal 1999

Capítulo Primeiro
ANGOLA: PERSPECTIVA HISTÓRICA 
1.1 - Os três grupos étnicos principais 
1.2 - A formação da burguesia nacional, geradora do movimento intelectual nos princípios do século XX
1.3 - O associativismo nos anos 10 e 20, percursor do movimento nacionalista dos anos 50 do século XX
1.4 - Conclusão 

Capítulo II
O AMBIENTE POLÍTICO APÓS A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL 
2.1 - Introdução 
2.2 - A situação internacional após a Segunda Guerra Mundial 
2.3 - O Colonialismo esquizofrénico 
2.3.1 - As opções políticas do Estado Novo face ao problema colonial 
2.3.2 - O Pacto Colonial 
2.3.3 - Os grupos económicos portugueses em Angola 
2.3.4 - A dependência económica da metrópole 
2.3.5 - A recusa de Portugal em proceder à colonização 
2.3.6 - A alteração constitucional 
2.3.7 - A atitude da oposição anti-fascista face à questão colonial 
2.3.8 - Os EUA perante a política colonial portuguesa 
2.4 - Estrutura e métodos do colonialismo português em Angola 
2.4.1 - O trabalho forçado 
2.4.2 - As oportunidades de fuga ao ‘contrato’ 
2.4.3 - A emigração para os países vizinhos 
2.4.4 - A realidade da promoção social dos africanos no quadro colonial 
2.4.5 - A única via de libertação possível: a luta armada 

Capítulo III
A LUTA ANTI-COLONIAL 
3.1 - As associações legais de africanos nos anos 50 
3.1.1 - Introdução 
3.1.2 - As associações legais de africanos em Angola 
3.1.2.1 - A Liga Nacional Africana 
3.1.2.2 - A ANANGOLA 
3.1.2.3 - O Clube dos Ferroviários 
3.1.2.4 - Os angolanos dos musseques 
3.1.3 - As associações de africanos na emigração no Congo-Belga 
3.1.3.1 - A União das Populações do Norte de Angola e ALIAZO 
3.1.4 - As associações legais de africanos em Portugal nos anos 40 (1950 a 1963) 
3.1.4.1 - Introdução 
3.1.4.2 - A Casa dos Estudantes do Império 
3.1.4.2.1 - O ambiente político nos nos cinquenta 
3.1.4.2.2 - A geração do ‘mais velhos’ 
3.1.4.2.3 - A Delegação da CEI em Coimbra 
3.1.4.2.4 - Os anos do ‘verbo’ 
3.1.4.2.5 - A geração ‘a nova vaga’ 
3.1.4.2.6 - A acção da secção cultural da CEI 
3.1.4.2.7 - Transformações sociológicas e políticas na CEI 
3.1.4.2.8 - A CEI, alfobre dos movimentos políticos clandestinos 
3.1.4.3 - O Centro de Estudos Africanos (1950-1954) 
3.1.4.4 - O Clube Marítimo Africano 
3.1.4.4.1 - Introdução histórica 
3.1.4.4.2 - O Clube Marítimo Africano em Lisboa 
3.1.4.4.3 - Uma associação de estudantes e trabalhadores 
3.1.4.4.4 - O ambiente no Clube Marítimo Africano 
3.1.4.4.5 - Uma onda na tumultuosa maré nacionalista…
3.1.4.4.6 - Conclusão 
3.2 - A actividade política clandestina dos angolanos 
3.2.1 - Introdução 
3.2.2 - O núcleo luandense, de 1955 a 1959 
3.2.2.1 - A fundação do Partido Comunista Angolano (PCA) 
3.2.2.2 - Partido da Luta Unida dos Africanos de Angola (PLUAA) - ‘O Manifesto de 1956’ 
3.2.2.3 - A fuga de Viriato da Cruz 
3.2.2.4 - O Movimento para à Independência de Angola (MIA) 
3.2.2.5 - A personalidade de Ilídio Machado 
3.2.2.6 - A saída de Matias Miguéis para o Congo 
3.2.2.7 - André Franco de Sousa 
3.2.2.8 - Os grupos ligados à UPA (Exército de Libertação de Angola - ELA, Grupo dos enfermeiros, etc), e a influência da UPA na capital angolana 
3.2.2.9 - O Grupo dos Católicos 
3.2.2.9.1 - O Padre Joaquim Pinto de Andrade 
3.2.2.9.2 - O Monsenhor Manuel das Neves 
3.2.2.10 - Conclusão 
3.2.3 - O Grupo de Paris 
3.2.4 - O núcleo nacionalista clandestino em Portugal 
3.2.4.1 - O Movimento Anti-Colonialista (MAC) 
3.2.4.1.1 - A criação do MAC em 1957 
3.2.4.1.2 - O Manifesto do MAC 
3.2.4.1.3 - Conclusão 
3.2.4.2 - O Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA). Período de 1959-1961 
3.2.5 - Actividade política clandestina em Luanda: 1959-1961 
3.2.5.1 - O ambiente em Luanda 
3.2.5.2 - Prisões em massa dos nacionalistas 
3.2.5.3 - Lista dos nacionalistas detidos pela PIDE em 1959 (Processo dos 50) 
3.2.5.4 - Agostinho Neto em Luanda 
3.2.5.5 - O Movimento para a Independência Nacional de Angola (MINA) 
3.2.5.6 - Conclusão 
3.2.6 - O núcleo nacionalista na emigração no Congo Belga 
3.2.6.1 - Origens 
3.2.6.2 - A União das Populações do Norte de Angola (UPNA) 
3.2.6.3 - União das Populações de Angola (UPA) 
3.2.6.4 - A influência da UPA em Angola 
3.2.6.5 - Holden Roberto 
3.2.6.6 - Conflitos no seio da UPA 
3.2.6.7 - 1961, o início da guerra de libertação 
3.2.6.8 - Os conflitos com o MPLA 
3.2.6.9 - Possíveis causas do fracasso da UPA 
3.2.7 - O MPLA no interior - MPLA, de 1962 a 1963 

Capítulo IV
A LUTA CONTRA O COLONIALISMO PORTUGUÊS NO EXTERIOR 
4.1 - Introdução 
4.2 - A Conferência Pan-Africana de Tunes - Janeiro de 1960 
4.2.1 - Apresentação internacional do MAC, do MPLA e do PAI 
4.2.2 - A dissolução do MAC e a criação da FRAIN 
4.2.3 - Encontro com Holden Roberto dirigente da UPA, em Tunes 
4.2.4 - Declaração de compromisso ‘de unidade de luta contra o colonialismo português’ entre o PAI, o MPLA e a UPA 
4.2.5 - Conclusão 
4.3 - Conakry - Sede provisória do MPLA e do PAI (1960-1961) 
4.3.1 - O regresso a África 
4.3.2 - Hugo de Meneses 
4.3.3 - Apoio a Sékou Touré 
4.3.4 - O restabelecimento dos contactos com Luanda, com o Congo e com Lisboa 
4.3.5 - A luta diplomática 
4.3.6 - Os Comités de Apoio ao MPLA 
4.3.7 - As propostas de solução pacífica do problema colonial 
4.3.8 - O MPLA e a ONU 
4.4 - A Frente Revolucionária Africana pela Independência Nacional dos Povos sob o Domínio Colonial Português (FRAIN) 
4.5 - A Conferência das Organizações Nacionalistas das Colónias Portuguesas (CONCP) 
4.5.1 - Criação da CONCP 
4.5.2 - Objectivos da CONCP 
4.5.3 - As principais Acções da CONCP 
4.5.4 - O acolhimento da CONCP a Agostinho Neto em Julho de 1972 
4.5.5 - Conclusão 

Capítulo V
A CONTRIBUIÇÃO DOS JOVENS ESTUDANTES AFRICANOS NA LUTA PELA INDEPENDÊNCIA 
5.1 - Introdução 
5.2 - A fuga dos Estudantes africanos de Portugal em Julho de 1961 
5.2.1 - O apelo do MPLA aos estudantes angolanos do MEA 
5.2.2 - Os preparativos da fuga 
5.2.3 - A incapacidade do MPLA 
5.2.4 - O apoio dos estudantes africanos na Alemanha 
5.2.5 - A ajuda da Assembleia Mundial das Igrejas Protestantes 
5.2.6 - A fuga dos Estudantes de Portugal e os apoios exteriores 
5.2.7 - O incidente em Espanha 
5.2.8 - Consequências da fuga dos Estudantes 
5.2.9 - A divisão entre estudantes africanos em Paris 
5.3 - A UGEAN (União Geral dos Estudantes da África Negra sob Domínio Colonial Português) 
5.3.1 - A criação da UGEAN 
5.3.2 - A importância de J. C. Horta na criação da antena em Liège, porto de abrigo dos revolucionários africanos 
5.3.3 - O estabelecimento de contactos entre a UGEAN e a CEI / MEA 
5.3.4 - O Congresso constitutivo da UGEAN 
5.3.5 - A acção da UGEAN após o I Congresso 
5.4 - A União Nacional dos Estudantes Angolanos (UNEA) 


FONTES DE REFERÊNCIA 
- Fontes primárias 
- Fontes secundárias: obras publicadas e periódicos 

ANEXO DOCUMENTAL 
Nota Introdutória ao anexo documental 
Resumo dos documentos consultados mais importantes 
- Oposição antifascista portuguesa 
- Liga Nacional Africana (LNA) 
- Casa dos Estudantes do Império (CEI) 
- Centro de Estudos Africanos (CEA) 
- Clube Marítimo Africano (CMA) 
- PCA, MLA, MIA 
- Prisões em 1959 - Processo dos 50 
- Matias Miguéis 
- O Clero Africano 
- O Clero Angolano - Joaquim Pinto de Andrade 
- O Clero Angolano - Cónego Manuel das Neves 
- Panfletos - 1958 a 1960 
- Actividade clandestina em Luanda, período de 1959-1960 
- António Agostinho Neto 
- Holden Roberto e UPA 
- MAC - Tunes 
- Conakry 
- FRAIN 
- CONCP 
- Fuga dos Estudantes africanos de Portugal 
- UGEAN: o congresso constitutivo 
- Estudantes 

Nota relativa aos documentos originais dos Arquivos Nacionais - Torre do Tombo (AN / TT) 
Índice remissivo 
Índice dos documentos fac-similados 
Índice das fotografias 
Índice de mapas, de quadros estatísticos e representações gráficas 
EDMUNDO ROCHA: Biobibliografia 


Preço: 0,00€; (Indisponível)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Moçambique & Fotografia - 'FRELIMO AND THE PEOPLE' - Lourenço Marques 1973 - MUITO RARO;




Moçambique & Fotografia - Um importante e histórico documento com fotografias excepcionais das vítimas civis da guerra colonial


'FRELIMO AND THE PEOPLE'
Edição das Forças Armadas Portuguesas
Impressão Tempográfica L.da (LM - Moçambique)
Lourenço Marques 1973


Livro com 32 páginas, muito ilustra (com fotografias a preto e branco e cores) e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Uma publicação dos Serviços de Informação das FAP (Forças Armadas Portuguesas) da Província de Moçambique, com fotografias chocantes das vítimas civis das minas terrestres colocadas, nas estradas e picadas da zona norte, pelos guerrilheiros da FRELIMO durante a guerra que teve lugar entre 1964 e 1974.

O livro, para além das fotografias dos civis indígenas moçambicanos (adultos, crianças, mulheres e velhos), é acompanhado por gráficos com a evolução dos engenhos explosivos colocados pela FRELIMO e as respectivas vítima, verificando-se um crescimento exponencial de feridos e mortos a partir de 1970 ! Este trabalho refere-se unicamente às baixas causadas pelos guerrilheiros entre a população negra, pelo efeitos da colocação de explosivos, com realce para as minas terrestres.

Um livro de grande raridade, com fotografias de grande recorte artístico e chocantes pela apresentação das consequências sofridas pela população indígena com as minas. Um documento histórico e documental.


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A publication of the FAP (Portuguese Armed Forces) Information Services of the Mozambican Province, with shocking photographs of civilian landmine victims placed on the roads and bites of the northern zone by FRELIMO guerrillas during the war between 1964 and 1974.

The book, in addition to photographs of Mozambican indigenous civilians (adults, children, women and the elderly), is accompanied by graphs of the evolution of the explosive devices placed by FRELIMO and their respective victims, with an exponential growth of the wounded and dead to From 1970! This work refers only to the casualties caused by the guerrillas among the black population, due to the effects of the placement of explosives, with an emphasis on landmines.

A book of great rarity, with photographs of great artistic cut and shocking by the presentation of the consequences suffered by the indigenous population with the mines. A documentary and historical document.
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Preço: 100,00€;

Angola - Da guerra colonial à Descolonização - LOTE DE 5 PUBLICAÇÕES DA UNITA - MUITO RARO;















Angola - Da guerra colonial à Descolonização - Um conjunto de documentos históricos do percurso e actividades políticas e militares da UNITA, do período colonial, da descolonização e da guerra civil contra o governo de Luanda do MPLA e do contingente militar cubano 


LOTE DE 5 PUBLICAÇÕES DA UNITA 
1. - ‘UNITA - Ideário e Estrutura’ - Edição da UNITA - Luanda 1975; 
2. - ‘UNITA - Ideário e Estrutura’ - Edição da UNITA - Luanda 1975; 
3. - ‘THE ARMED STRUGGLE IN ANGOLA’ - Edition Black Survival Press - EUA 1974;  
4. - ‘ANGOLA - Seventh Year’ - Edition by UNITA Central Committee - London 1968; 
5. - ‘Angola’s National Liberation - Struggle Through 1976’ - UNITA - Toronto 1977; 
MUITO RAROS. 




LOTE DE 5 PUBLICAÇÕES DA UNITA 
1. - UNITA - Ideário e Estrutura’ 
Edição UNITA 
Luanda 1975 

Livro com 20 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 


2. - ‘UNITA - Ideário e Estrutura’ (mini) 
Edição da UNITA 
Luanda 1975 
Livro com 20 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 


3. - ‘THE ARMED STRUGGLE IN ANGOLA’ 
Edition by Black Survival Press 
EUA, Boston 1974 

Livro com 32 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 

Do ÍNDICE: 
INTRODUCTION 
NECESSITY FOR A REVOLUTIONARY IDEOLOGY 
UNITA’s EARL HISTORY 
- Mobilization of population 
- Urban recruitment 
- The Angolan Woman 
- Liberated zones 
FOREIGN COVERAGE OR THE ‘MYSTERIOUS’ LACK OF IT REGARDING UNITA 
EVIDENCES OF UNITA’s ACTIVITIES INSIDE ANGOLA 
FOREIGN AID AND UNITA’s POLICY SELF-RELIANCE 
ATTEMPTS AT UNIFICATION 
ALLIANCES WITH OTHER LIBARATION MOVEMENTS 
THE PROGRAMME OF UNITA 
Appendix 


4. - ‘ANGOLA - Seventh Year’ 
Edition by UNITA Central Committee - London 1968; 

Livro com 48 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 

Do ÍNDICE: / CONTENTS: 
1. INTRODUCTION 
2. THE FEATURES OF THE PORTUGUESE COLONIALISM 
a) - The resistance of the Angolan people 
b) - The birth of the Angolan nationalism 
c) - The immigrants and the forces of tribal society 
3. FEBRUARY THE 4TH, 1961 AND MPLA 
4. MARCH THE 15TH, 1961 AND UPA 
5. THE CREATION OF THE OUS AND THE ANGOLAN PROBLEM 
6. WHY UNITA ? 
a) - December 25th, 1966 
b) - The progress of UNITA 
c) - The world Press and the activities of UNITA 
7. ANGOLA - THE COVETED PEARL 
8. THE GENUINE UNITY 
9. TO THE STUDENTS AND TO THE ANGOLAN INTELLECTUALS 
10. MESSAGE TO THE PORTUGUESE PEOPLE 
11. OUR REVOLUTIONARY SOLIDARITY WITH THE FIGHTING PEOPLE OF THE WORLD 
12. To Fight is to Suffer 


5. - ‘UNITA - Angola’s National Liberation - Struggle Through 1976’ 
Edition UNITA office in New York - USA 
Canadá, Toronto 1977 

Livro com 40 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 

Do ÍNDICE: 
I - INTRODUCTION 
II - Press Statement Heralding the Current Phase of Armed National Liberation Struggle 
III - The Final Communique of the River Cuanza Conference  
IV - The River Cuanza Manifesto 
V - A Summary of the 1976 Events in Angola by Comrade Jonas Savimbi 
VI - An Address to All Peoples of the World by Comrade Jonas Savimbi 


Preço:   0,00€; (Indisponível) 

Portugal & Ultramar - ‘RUMO À INDUSTRIALIZAÇÃO DE ANGOLA’, de Alberto Diogo - Luanda 1963 - MUITO RARO;
















Portugal & Ultramar - A industrialização de Angola no início do desenvolvimento galvanizado pelo início da guerra colonial nesta antiga colónia portuguesa 


‘RUMO À INDUSTRIALIZAÇÃO DE ANGOLA’ 
De Alberto Diogo 
Edição da Junta de Desenvolvimento Industrial 
E do Fundo de Fomento de Produção e Exportação 
Luanda 1963 


Livro com 196 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Do ÍNDICE: 

SÍNTESE 
Por Alberto Diogo - Luanda, Março de 1963 

1. IMPORTÂNCIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO DE ANGOLA 
1.1 - Industrialização e desenvolvimento económico 
1.2 - O problema africano e a Europa 
1.3 - Conclusões 

2. OS FACTORES DA INDUSTRIALIZAÇÃO DE ANGOLA 
2. 1 - Energia 
2.2 - Matérias-primas 
2.3 - Transportes e vias de comunicação 
2.4 - Tecnologia 
2.5 - A população e o povoamento 
2.6 - Financiamentos 
2.7 - Conclusões 

3. CONDICIONALISMO LEGAL 
3.1 - Condicionalismo económico 
3.2 - Tecnologia nos empreendimentos industriais 
3.3 - Higiene e segurança industrial 
3.4 - Protecção às indústrias 
3.5 - Atracção de capitais 
3.6 - Serviços indústrias 
3.7 - Conclusões 

4. A INDÚSTRIA TRANSFORMADORA 
4.1 - Indústrias da alimentação, com excepção das bebidas 
4.2 - Indústrias de bebidas 
4.3 - Indústrias do tabaco 
4.4 - Indústrias têxteis 
4.5 - Fabrico de calçado, vestuário e outros têxteis em obra 
4.6 - Indústrias da madeira 
4.7 - Indústrias do papel e dos artigos de papel 
4.8 - Indústrias poligraficas 
4.9 - Curtumes e artigos de coiro e pele 
4.10 - Indústria da borracha 
4.11 - Indústrias químicas 
4.12 - Indústrias dos derivados do petróleo e do carvão 
4.13 - Indústrias dos produtos minerais não metálicos 
4.14 - Indústrias metalúrgicas de base 
4.15 - Fabricação de produtos metálicos, com excepção de máquinas e material de transporte 
4.16 - Construção de máquinas, com excepção das eléctricas 
4.17 - Construção de máquinas e material eléctrico 
4.18 - Construção de material de transporte 
4.19 - Indústrias transformadoras não especificadas 

5. CONCLUSÕES FINAIS 
5.1 - Indústrias existentes para as quais se não justifica o aumento do número das instalações 
5.2 - Indústrias novas ou já existentes para as quais é imediato o interesse de novas instalações 
5.3 - Indústrias de interesse condicionado 

ANEXO 
1. - Mapa das indústrias de Angola 
2. - Gráfico 3 - Evolução do capital investido nas indústrias de Angola 
3. - Convenções da O.I.T. 


Preço: 77,50€; 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Guiné-Bissau & Poesia - 'NOTI', de Kaoberdiano Dambará /Edição PAIGC) França 1965 - MUITO RARO




Guiné-Bissau & Poesia - Um dos mais representativos livros de poesia dedicada e sobre a luta de libertação.


'NOTI'
De Kaoberdiano Dambará
Edição PAIGC
França 1965


Livro com 56 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Raríssimo livro de poemas em crioulo, publicado em França em 1965 pelo PAIGC, da autoria de Kaoberdiano Dambará (pseudónimo de Felisberto Vieira Lopes), e com introdução de Ioti Kunta (pseudónimo de Jorge Querido). Uma das obras poéticas mais representativas da poesia engajada na luta de libertação da Guiné e Cabo Verde.



Felisberto Vieira Lopes (Kaoberdiano Dambará):

• Anotações gerais.
Nasceu na ilha de Santiago (Assomada - Santa Catarina - Cabo Verde) em 1937. Licenciado em Direito, em Lisboa, Portugal. Advogado.
Como poeta usou o pseudónimo de Kaoberdiano Dambará. Colaborou no Boletim dos alunos do Liceu Gil Eanes e no Novo Jornal de Cabo Verde e, depois da independência de Cabo Verde, Raízes, etc.
Figura em: Literatura africana de expressão portuguesa, (vol. l, poesia) Argel, Argélia, 1967; Vuur en ritme, Amesterdão, Holanda, 1969; When bullets begin to flower, Nairobi, Quénia, 1972; Who's is who in African Literature, Tubingen, R.F.A., 1972; Antologia temática da poesia africana l - na noite grávida de punhais, Lisboa, 1976; Antologia temática da poesia africana 2 - o canto armado, Lisboa, 1979; Contravento - Antologia bilingue de poesia cabo-verdiana, Taunton, Massachusetts. E.U.A., 1982.

• Publicou: 'Nóti', edição do PAIGC, Paris, França 1964.


Preço: 57,50€; 

Ultramar & Colonialismo - 'FORT JESUS AND THE PORTUGUESE IN MOMBASA', de C. R. Boxer e Carlos Azevedo - London 1960 - MUITO RARO



Ultramar & Colonialismo - A presença e influência dos navegadores e comerciantes portugueses nesta zona da África oriental


'FORT JESUS AND THE PORTUGUESE IN MOMBASA (1593-1729)'
De C. R. Boxer e Carlos Azevedo
Edition Hollis & Carter
London 1960


Livro de capas duras e sobre-capas, com 140 páginas, ilustrado com fotografias e mapas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


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- 'FORT JESUS AND THE PORTUGUESES IN MOMBASA (1593-1729)', by C. R. Boxer & Carlos de Azevedo deals with the Portuguese period of Fort Jesus at Mombasa, which is commonly considered to be an outstanding historical monument on the Swahili coast. Illustrated with b&w photos and drawn maps and plans.
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Preço: 90,00€;

Descolonização - 'ANGOLA RUMO À INDEPENDÊNCIA (Tomada de posse do governo de Transição)' - Luanda 1975 - MUITO RARO



Descolonização - A tomada de posse do governo de transição, constituído por representantes de Portugal, FNLA, MPLA e UNITA


'ANGOLA RUMO À INDEPENDÊNCIA (Tomada de posse do governo de Transição)'
Edição do Ministério da Informação
Luanda 1975


Livro com 36 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


O elenco governativo repartido por Portugal e os movimentos de libertação angolanos (FNLA, MPLA e UNITA), destinado a preparar esta antiga colónia portuguesa para a independência, após a constituição de um exército único com guerrilheiros daquelas 3 organizações e com a eleição de uma Assembleia Constituinte, por parte de todos os cidadãos recenseados! Na sequência do 'Acordo do Alvor', de Janeiro de 1975, em que a potência colonial reconheceu o direito à independência e os referidos movimentos de libertação os representantes legítimos do povo angolano.


Preço: 55,00€;

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Angola & Literatura - 'UM GRANDE NEGÓCIO', de Orlando de Albuquerque - Lobito 1972 - MUITO RARO;





Angola & Literatura - Da autoria de uma das maiores referências da literatura africana no final do período colonial


'UM GRANDE NEGÓCIO' - (1.ª edição)
De Orlando de Albuquerque
Edição 'Cadernos Capricórnio' em separata do jornal 'O LOBITO'
Lobito 1972l


Livro com 16 páginas e em excelente estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO. 


ORLANDO DE ALBUQUERQUE:
Coordenador destes Cadernos Capricórnio (sendo o vertente o primeiro da extensa colecção), escritor e médico, terá colhido ensinamento literário na proximidade e admiração pela sua esposa, a poetisa Alda Lara. No geral, a sua prosa tem «[...] a particularidade de revelar o conhecimento das estruturas mentais dos componentes das sociedades tradicionais, o que não é vulgar na ficção angolana. [...]» (Manuel Ferreira, Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, vol. 2, ICP – Biblioteca Breve, Lisboa, 1977)


Preço:   0,00€; (Indisponível) 

Portugal & Estado novo - 'O ULTRAMAR E O PENSAMENTO DE SALAZAR' - Lisboa 1970 - MUITO RARO



Portugal & Estado novo - Recolha antológica de pensamentos de António de Oliveira Salazar, enquanto Presidente do Conselho de Ministros


'O ULTRAMAR E O PENSAMENTO DE SALAZAR'
Autor (?)
Edição (?)
Lisboa 1970 (?)


Livro com 36 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Do ÍNDICE:
- PRÓLOGO;

- É Portugal que revive (09.10.1939);
- Portugal incorpora novos territórios no seu próprio ser nacional (17.05.1931);
- Ali é Portugal (08.06.1936);
- Um corpo territorial e político feito pela história dos séculos (28.04.1934);
- Integração das partes em todo mais coeso (30.11.1954);
- Integração e igualitarismo político (06.1961);
- Entre nós constituímos a variedade da unidade;
Perante os outros somos simplesmente a unidade (01.06.1933);
- Unidade moral, unidade política, unidade económica (28.05.1953);
- Elementos integrantes da mesma unidade Pátria (30.05.1956);
- Uma tendência secular (01.11.1957);
- Motivação sociológica (26.07.1963);
- Realidade social e histórica e não ficção política e jurídica (30.11.1960);
- O que tem e o que não tem a ver com a estrutura constitucional (30.06.1961);
- Não pode mudar-se a estrutura da Nação pela pressão de razões estranhas ao seu próprio ser (12.08.1963);
- Tem muita força quem tem razão (20.09.1935);



Preço: 37,50€;