sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Portugal - Angola & Literatura - ‘ACÁCIAS-RUBRAS’, de Diamantino Augusto Cunha - Lisboa 2007 - Muito Raro;






Portugal - Angola & Literatura - Nesta obra o autor, entre os factos e a ficção aborda diversos temas autobiográficos das suas vivências entre o território como província ultramarina portuguesa e a trágica descolonização e guerra civil subsequente 


‘ACÁCIAS-RUBRAS’ 
De Diamantino Augusto Cunha 
Edição do Autor 
Lisboa 2007 


Livro com 240 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa:
O Autor: 
“DIAMANTINO AUGUSTO CUNHA D SILVA nasceu a 27 de Abril de 1942em Valpedre, Penafiel, e cresceu em Rio de Moinhos, no mesmo concelho, a partir dos 5 anos de idade, após a ida do pai para Angola, onde faleceria em 1951. 
Seguindo o exemplo do progenitor, partiu para aquela antiga colónia em 1979, sendo admitido no Banto Totta, onde trabalhou até 1976, e após 1976 nos bancos: Nacional e Popular de Angola.
Regressado a Portugal em 1987, foi integrado no Banco Fonsecas & Burnay, vivendo actualmente em Sacavem na situação de reformado do Banco BPI. 

‘ACÁCIAS-RUBRAS’ narra a história de Mário desde a sua aldeia em Amarante até Angola (Luanda, Huambo, Cela e Serpa Pinto), para onde haviam já partido: o pai em 1955, onde acabaria por morrer quatro anos depois; e sua tia-avó, em 1902, ao encontro de um conterrâneo com quem casara por procuração, e de quem a família deixara de ter notícias ao fim de um anos. 
Admitido num banco, Mário seria colocado numa agência no Huambo, em cuja cidade viria a conhecer, e por quem acabaria por se apaixonar, uma jovem da sua idade, longe de sonhar que o futuro lhe trouxesse tanta felicidade; tantas surpresas e coincidências; como jamais imaginaria que o mesmo futuro lhe reservasse tanta dor, tanto sofrimento, tanto desespero. 
‘ACÁCIAS-RUBRAS’ é uma estória de amor, um amor com sangue da cor das acácias, mas em cujas pétalas acaba por prevalecer o inebriante perfume da Esperança; a mesma esperança que parece transbordar os olhos de uma imagem da Virgem, oferecida pela mãe quando da sua partida para Angola, e que acabará a alumiar, nas densas noites do Bailundo, a humilde cubata de um ex-militar da UNITA, que fez Mário estremecer com os olhos marejados de lágrimas, quando, encarcerado numa prisão daquele movimento, lhe entregou as chaves de casa para que resgatasse a estatueta Santa, e o soldado lhe confessa, num sussurro: 
- Olha, irmão ! Eu me chamar Numa. Num esquece: Numa !…
- Numa?!!! - o olho direito de Mário (o outro era o retrato das agressões que sofrera quando da sua detenção) abriu-se desmesuradamente, forçando o esquerdo a secundá-lo num mesmo espanto, o espanto causado por aquele nome que o transportava ao início do século, por alturas da chegada da sua tia-avó a terras do Planalto. - Numa?!!! O irmão não me vai dizer que è do Bailundo!…
- Ser do Bailundo, sim, irmão… Numa ser do Bimbe. 
- Oh meu Deus! - clamou Mário, quando o militar desaparecia já ao fundo das escadas, extremamente consternado.“ 



Do ÍNDICE:

Capítulo I 
Ao 
Capítulo XII 

Glossário 


Preço: 37,50€; 

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