sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Angola - Descolonização & História - 'OS (Meus) DIAS DA INDEPENDÊNCIA', de Onofre dos Santos - Lisboa 2019 - Raro;




















Angola & História - A Independência da FNLA e UNITA no Huambo, declarada a 11 de Novembro de 1975, em revelações inéditas e únicas


'OS (MEUS) DIAS DA INDEPENDÊNCIA'
O diário de quem viveu a independência e a guerra de Angola como ministro da FNLA 
De Onofre dos Santos
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2019 


Livro com 192 páginas, muito ilustrado com fotografias e como novo. Excelente. 
De muito difícil localização.
Muito Raro.


Onofre dos Santos foi membro destacado da FNLA, um dos raros brancos desta organização.

O autor, foi um dos ministros do governo de coligação entre a FNLA e a UNITA, constituído no Huambo em 11 de Novembro de 1975, data da independência e designado por governo da República Democrática de Angola.

Onofre dos Santos relata esse período e os seus múltiplos episódios, nomeadamente da convivência nem sempre pacifica e leal entre FNLA e UNITA por um lado e ELNA e FALA, os respectivos exércitos.

Destaque para as excepcionais e raras fotografias da rectaguarda da linha de combate que separava FNLA/UNITA e MPLA, quando já não havia jornalistas internacionais e por isso são raras e valiosas.

Um livro único sobre este período histórico de Angola e a que não se deu o devido valor. 
Imprescindível na compreensão da história da independência do país. 


Da contracapa:
“UMA VISÃO ÚNICA DA INDEPENDÊNCIA DE 
ANGOLA. ESTA NÃO É A VISÃO DE LUANDA, 
É A VISÃO DO ‘OUTRO LADO’.

Onofre dos Santos foi um actor de primeira linha da Independência de Angola, do lado de Holden Roberto e Jonas Savimbi. Ministro da Justiça do Governo que a FNLA e a UNITA formaram, roçou ombros com figuras decisivas, desenhou esperanças no atribulado governo a que pertenceu e viveu ameaças e situações extremas, à sombra da morte mesmo à porta. 
Porque a história só se escreve ao conhecermos a verdade daqueles que a constroem. Onofre dos Santos revela neste diário os acontecimentos que se sucederam àquela 11 de Novembro de 1975, retratando a realidade em que mergulhou e se afogou o ideal de uma geração. Esta é a história da Independência de Angola contada do ‘outro lado’, longe de Luanda, ao lado da FNLA e da UNITA, de sul-africanos e portugueses que se bateram contra o MPLA, as tropas cubanas e os conselheiros soviéticos.“ 


Da badana: 
"À meia-noite do dia 10 para 11 de Novembro, em Luanda, no Ambriz e no Huambo, os líderes dos três movimentos de libertação procederam a uma pressurosa é algo embaraçosa proclamação da Independência de um país partido em três. Portugal, que fora a contraparte do ‘Acordo do Alvor’ no princípio do ano, esteve ausente das três cerimónias, em cada uma das quais, e para seguir o figurino simbólico, se arriou a bandeira das quinas à sombra da qual Angola viverá mais de quatrocentos anos. 
Precisamente à meia-noite, o Miguel Quina, meu único companheiro de viagem a bordo de um velho ‘friendship’, tocou-me na cabeça, acordando-me do sono leve em que procurava refugiar-me do frio do interior do avião, para me dizer que acabáramos do sobrevoar Matadi e estávamos já em território angolano. ‘Parabéns’, acrescentou, ‘estamos na sua terra independente’." 


O AUTOR: 
"ONOFRE DOS SANTOS nasceu em Luanda, Angola, a 16 de Dezembro de 1941, aí fez os seus estudos primários e secundários, enquanto o curso de Direito tirou-o na Universidade de Coimbra, e viveu o período de transição de um país colonial para o país independente que hoje é. 

Regressado a Luanda, exerceu advocacia até 1975. Após os Acordos de Alvor, foi consultor jurídico do primeiro-ministro da FNLA no Governo de Transição e membro da Comissão de Redacção da Lei Fundamental e da Lei Eleitoral. 

À data da independência encontra-se no Ambriz, onde participou nos acordos entre a FNLA e a UNITA que decorreram na altura em que estes dois movimentos de libertação foram rechaçado sede Luanda. No Huambo foi o Ministro da Justiça do Governo da efémera 'República Deus de Angola'. 

A violenta eclosão do conflito entre os três movimentos de libertação de Angola nos dias que antecederam a proclamação da independência do país levou-o a participar numa experiência única que constitui o relato deste livro, ‘OS MEUS DIAS DA INDEPENDÊNCIA’. Depois dos Acordos de Paz de 1991, regressou a Angola, e participou na reunião multipartidária convocada pelo Presidente José Eduardo dos Santos, em Janeiro de 1992. Em 9 de Maio de 1992, foi nomeado director-geral das Eleições que se realizaram em 30 de Novembro desse mesmo ano. Depois disso participou em várias missões eleitorais em representação das Nações Unidas na Guiné-Bissau (1994), Serra Leoa (1995), Bangladesh (1995/1996), Vulkovar na Jugoslávia (1996/1997), Lesotho (1998), República Centro-Africana (1998), Níger (1999) e Costa do Marfim (2000). 

Em sequência publicou ‘ELEIÇÕES ANGOLANAS 1992 - Uma Lição para o Futuro’ e ‘Eleições em Tempo de Cólera’, reunindo crónicas semanais escritas a partir de países onde trabalhou na organização de processos eleitorais. 

Presentemente é Juiz Conselheiro jubilado do Tribunal Constitucional de Angola.

Publicou ainda livros de contos e de histórias curtas, como ‘O Contos da Sereia’, ‘O Astrónomo de Herodes’, ‘O Gosto Amargo do Quinino’ e ‘Memórias de um Dark Horse’, o romance histórico ‘Descompasso - Angola 1962’ e o seu último romance ‘Lenguluka - Crónica de um Amor a Grande Velocidade’. “



Do ÍNDICE: 

A cada um a sua dipanda, de Manuel S. Fonseca 
ADVERTÊNCIA 
‘OS MEUS DIAS DA INDEPENDÊNCIA’ - quase quarenta anos depois 
‘OS MEUS DIAS DA INDEPENDÊNCIA’ - em 2019 ! 
Acrónimos e siglas 

I - A INDEPENDÊNCIA MARCADA PELOS ACORDOS DE ALVOR PARA 11 DE NOVEMBRO DE 1975 - Foi, de facto , declarada unilateralmente e em simultâneo em três locais diferentes: Luanda, Huambo e Ambriz 
- 11 de Novembro 1975: um voo nocturno para o Ambriz 
- 12 de Novembro: um reconhecimento embaraçoso 

II - ENQUANTO LUANDA MARTELAVA E DENUNCIAVA 
Através de todos os meios de comunicação ao seu alcance, aos angolanos e ao mundo, a 'coligação imperialista FNLA-UNITA', estes dois movimentos muito dificilmente se entendiam 
- 13 de Novembro: formando o Governo 
- 14 de Novembro: reunião bipartidária 
- 15 de Novembro: o princípio da rotatividade 
- 16 de Novembro: um jornalista em apuros 
- 17 de Novembro: à espera de Godot 
- 18 de Novembro: um dirigente impertinente 
- 19 de Novembro: Savimbi à porta 
- 20 de Novembro: a importância de um Governo 
- 21 de Novembro: cavalgando as nuvens 
- 22 de Novembro: faz anos o Hendrick e o Chipenda tem um bom augúrio 
- 23 de Novembro: uma sessão vibrante no Uíge 
- 24 de Novembro: uma promeira missão judicial 
- 25 de Novembro: na praia da sereia 
- 26 de Novembro: notícias de Portugal 
- 27 de Novembro: intelligence e segurança 
- 28 de Novembro: Santos e Castro, o velho guerreiro 
- 29 de Novembro: o discurso de Johnny Eduardo 
- 30 de Novembro: um voo frustrado de Kinshasa ao Huambo 

III - A 'REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE ANGOLA' 
Foi criada começando pelos pés... um no norte (Uíge, Zaire, Ambriz), e outro no sul (Huambo, Lubango, um pouco de Lobito e Benguela, Moçâmedes meio esquecida no deserto)… mas era um corpo à procura de uma cabeça que continuava separada, embora quase à vista, em Luanda 
- 1 de Dezembro: chegada triunfal a Nova Lisboa 
- 2 de Dezembro: na missão da Bela Vista 
- 3 de Dezembro: Savimbi falta à posse do Governo 
- 4 de Dezembro: sozinhos no Huambo 
- 5 de Dezembro: o Governo FNLA-UNITA reúne-se pela primeira vez 
- 6 de Dezembro: Graça Tavares fica preso no elevador 
- 7 de Dezembro: Savimbi declara guerra a Chipenda 
- 8 de Dezembro: um serão na província 
- 9 de Dezembro: nas ruas do velho Huambo 
- 10 de Dezembro: dia de pagamento 
- 11 de Dezembro: Graça de Tavares de braço ao peito 
- 12 de Dezembro: manhã de trabalho com N'Dele 
- 13 de Dezembro: o Governo no seu labirinto 
- 14 de Dezembro: um domingo tranquilo 
- 15 de Dezembro: nos caminhos da justiça 
- 16 de Dezembro: inquisição no Lobito 
- 17 de Dezembro: uma reunião de juristas - entre o passado e o futuro 
- 18 de Dezembro: em Benguela com os juristas 
- 19 de Dezembro: uma manhã perdida no Palácio de Benguela 
- 20 de Dezembro: uma reunião difícil com Chingunge 
- 21 de Dezembro: na Caota como em Capri 

IV - PERDIDO O NORTE PELA FNLA, A 'REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE ANGOLA' FICA À MERCÊ DA UNITA... - Apenas o batalhão dito Chipenda constituía um obstáculo à essa inevitável hegemonia da UNITA no sul do país. A breve guerra que eclodiu no planalto visou liquidar no ovo a emergência ou qualquer veleidade de um poder partilhado 
- 22 de Dezembro: um Conselho de Ministros que termina em guerra 
- 23 de Dezembro: Holden chega ao teatro de guerra e enfrenta um dilema 
- 24 de Dezembro: uma consoada para a história 
- 25 de Dezembro: um presente de Natal 
- 26 de Dezembro: não tem casa quem quer 
- 27 de Dezembro: um caso de consciência 
- 28 de Dezembro: o mapa do sofrimento 
- 29 de Dezembro: faz anos o Peyroteo 
- 30 de Dezembro: plano de paz ao pequeno-almoço 
- 31 de Dezembro: o vaivém das comissões de paz 
- 1 de Janeiro de 1976: não pode haver paz sem amor 
- 2 de Janeiro: a UNITA toma o Menongue 
- 3 de Janeiro: um dia na casa de Vin Marshall 
- 4 de Janeiro: fogo na Chipipa 
- 5 de Janeiro: mais crise político-militar 
- 6 de Janeiro: à procura de um banco emissor 
- 7 de Janeiro: o meu plano de paz para o Lubango 
- 8 de Janeiro: plano aprovado, mas... 
- 9 de Janeiro: cheques em vez de dinheiro 
- 10 de Janeiro: discos perdidos 
- 11 de Janeiro: uma questão de meios 
- 12 de Janeiro: ao trabalho com o primeiro-ministro 
- 13 de Janeiro: bens deixados, bens tombados 
- 14 de Janeiro: José N'Dele ocupa-se das finanças do Huambo 
- 15 de Janeiro: Savimbi Presidente? 
- 16 de Janeiro: a motorizada azul 
- 17 de Janeiro: Conselho de Ministros ao sábado 
- 18 de Janeiro: os brancos da UNITA 
- 19 de Janeiro: onde os mistérios da polícia e da vida se encontram 
- 20 de Janeiro: falta de quórum 
- 21 de Janeiro: notícias alarmantes e mosquitos 
- 22 de Janeiro: história de uma bandeira 
- 23 de Janeiro: esperando o avião 
- 24 de Janeiro: a UNITA recebe armamento em Serpa Pinto 

V - GUERREANDO ENTRE SI E DISPERSANDO AS SUAS TROPAS NA INÚTIL OCUPAÇÃO E SAQUE DAS CIDADES - A FNLA e a UNITA ficaram à mercê das forças sul-africanas que guardavam as suas costas ao avanço das FAPLA e dos cubanos que as ajudavam. 
Quando as forças sul-africanas desceram regressando à sua primeira linha de intervenção, a cerca de cem quilómetros da fronteira com a Namíbia, a consequência foi a debandada. Em todas as direcções. Muitos foram os que vieram do Lobito e Benguela e do Huambo até ao Lubango e daqui seguiram em caravanas até à fronteira em Santa Clara (Namacunde). 
- 25 de Janeiro: retaguarda confusa 
- 26 de Janeiro: mais problemas financeiros 
- 27 de Janeiro: 'Os nossos irmãos da UNITA querem-nos matar!" 
- 28 de Janeiro: metralhadoras na mesa 
- 29 de Janeiro: a UNITA abandona a FNLA 
- 30 de Janeiro: divórcio no Huambo 
- 31 de Janeiro: nos braços do slow 
- 1 de Fevereiro: dia de missa e comício 
- 2 de Fevereiro: canoa furada 
- 3 de Fevereiro: o Governo estabelece comissões conjuntas itinerante 
- 4 de Fevereiro: a FNLA entra com o petróleo 
- 5 de Fevereiro: novamente no Lobito com o Carlos Fontoura 
- 6 de Fevereiro: reunião na Associação Comercial 
- 7 de Fevereiro: as 'forças do além' 
- 8 de Fevereiro: fuga para o Lubango 
- 9 de Fevereiro: um comboio cheio de medo cruzando a noite 
- 10 de Fevereiro: Astérix e snoopy 

VI - A ÚLTIMA 'ESTAÇÃO' PARA MILHARES DE ANGOLANOS E PORTUGUESES - Que fugiram de uma independência que enveredava por linhas travessas (e perversas) foi em Vila Pereira d'Eça (Ondjiva), que de pronto se tornou num verdadeiro campo de refugiados sob a autoridade e protecção sul-africanas, aproveitando, para o efeito, os vários edifícios ali existentes. 
- 11 de Fevereiro: assentando arraiais em Pereira d'Eça 
- 12 de Fevereiro: na fronteira ao telefone 
- 13 de Fevereiro: vacinas para todos 
- 14 de Fevereiro: quatro mil vacinados 
- 15 de Fevereiro: um domingo indiferente 
- 16 de Fevereiro: o comandante Lambert discursa e tranquiliza 
- 17 de Fevereiro: barrela e boa disposição 
- 18 de Fevereiro: a caminho de Santa Clara 
- 19 de Fevereiro: entre a espada e a parede 
- 20 de Fevereiro: trabalhos domésticos 
- 21 de Fevereiro: prisioneiros voluntários dos sul-africanos 

VII - RESGATE E REGRESSO AO PONTO DE PARTIDA 
- 22 de Fevereiro: a hora do resgate 
- 23 de Fevereiro: serviços secretos em acção 
- 24 de Fevereiro: a noite da má língua 
- 25 de Fevereiro: com visto por quarenta e oito horas 
- 26 de Fevereiro: preparativos tranquilos de partida 
- 27 de Fevereiro: um dia em Pretória 
- 28 de Fevereiro: de volta ao bureau 
- 29 de Fevereiro: domingo de carnaval 
- 1 de Março: histórias do divino mestre 
- 2 de Março: a última ceia 
- 3 de Março: estrela perdida 

VINTE E CINCO ANOS DEPOIS: Os meus companheiros dos dias da independência 
- Da FNLA 
- Da UNITA 
- E outros companheiros 


Preço: 47,50€; 

Angola & Literatura - ‘NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’, de Mário Simões de Sousa Araújo - Luanda 2025;






Angola & Literatura - A nova literatura angolana, da autoria deste docente universitário com vasto currículo académico que aborda a debandada da população civil no período da descolonização nos anos de 1974/75, a diáspora e o retorno à pátria 


NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’ 
De Mário Simões de Sousa Araújo 
Edição 
Luanda 2025 


Livro com 114 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. 

Da badana:
“A independência de Angola, proclamada a 11 de Novembro de 1975, teve um sabor agridoce. Doce pela justiça da conquista, pela alegria da celebração e pela esperança num futuro se paz e prosperidade para o povo angolano. Abre pela guerra civil que antecedeu e sucedeu a esse acto histórico, legítimo e há muito esperado. Na verdade, o conflito interno alterou radicalmente o destino de centenas de milhares de cidadãos, que enfrentaram o fenómeno da emancipação nacional conforme a sua capacidade de resistência, sobrevivência e sofrimento. De acordo com essa capacidade, milhões permaneceram no território, enquanto milhares o abandonaram, voluntariamente ou forçados pelas circunstâncias. Uns e outros, fustigados pela luta fratricida em curso. 
É da diáspora empreendida por aqueles que partiram que a obra ‘NOSSO PAÍS, NÃO A NOSSA TERRA’ se ocupa, tendo como matéria-prima a vivência de doze famílias, com factos que dizem respeito à colonização, descolonização e consequente retorno ou refúgio em Portugal. A escrita romanceada desses factos revela os sentimentos diversos dos protagonistas da diáspora - entre os quais o próprio autor -, como a dor da despedida, a incerteza quanto ao futuro e a angústia de recomeçar do zero em terras lusas. Ainda que o seu principal propósito seja revelar tais sentimentos, a obra configura-se também como uma análise social desse período marcante da história dos povos angolano e português.“ 


O Autor:
“MÁRIO SIMÕES DE SOUSA ARAÚJO 

Nasceu aos 25 de Dezembro de 1961, na cidade do Uíge, antiga Carmona. 
É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas - variante de Estudos Portugueses, pela Facukde Letras da Universidade Clássica de Lisboa; Mestre em Cultura e Comunicação pela Universidade dos Açores e Pós Graduado em Metodologia de Investigação Científica e em Processo de Ensino / Aprendizagem no Ensino Superior pela Universidade Lusíada de Angola (ULA).
Entre 2002 e 2016 foi docente de Língua Portuguesa, na ULA. Em 2016 acumulou esta função com a de Director adjunto da Faculdade de Direito e Relações Internacionais nesta Universidade. 
Foi articulista nos periódicos ‘Revista Africana’ (Liga Africana) e ‘Jornal Cultura’ (Edições Novembro) e revisor textual da obra ‘Angola no Conselho de Segurança da ONU’, de Belarmino Van Dúnem. 
Desde 2017, é presidente do Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia, acumulando com a docência das disciplinas de português jurídico, Direito Romano e Latim Forense, Comunicação Pessoal e Empresarial e do Módulo I Atenção Psicopedagógica na sala de aula no Curso de Agregação Pedagógica e Capacitação de Docentes.
Autora das obras: 
- ‘As Festas do Espírito Santo no Conselho de Ponta Delgada’; 
- ‘Uma Expressão da Religiosidade Popular’ (2002); 
- ‘NÓS’ (2020); 
- ‘Os Desamores do Amor’ (2023); 
- ‘NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’ (2025); e 
- MARCADAS PELO PASSADO’.“ 



Do ÍNDICE: 

PRÓLOGO 

- Livra-nos da fúria dos homens ! 
- Caos 
- A força interior que os olhos irradiam 
- Vão embora ! Está terra não é vossa ! 
- Vocês vão, mas voltam , não é ?! 
- Colo materno 
- O milagre 
- Isto não é a minha terra, a minha terra é lá ! 
- Comandante Catete 
- Angola fica sempre na memória e no coração 
- O inimigo no nosso quintal 
- Ser feliz na guerra 

Nota do Autor 


Preço: 37,50€; 

Angola & Literatura - ‘MARCADAS PELO PASSADO’, de Mário Simões de Sousa Araújo - Luanda 2025;






Angola & Literatura - Obra da nova literatura angolana deste docente universitário com vasto currículo académico 


‘MARCADAS PELO PASSADO’ 
De Mário Simões de Sousa Araújo 
Edição Luefe Khayari 
Luanda 2025 


Livro com 122 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. 

3
Da contracapa: 
“Um país em busca da libertação, vivências em caos, promessas quebradas e vidas interrompidas, são as linhas de base que traçam o roteiro para fazer desfilar três personagens femininas, pertencentes a gerações sequentes: Ana, Eva e Maria, cujas vidas desenrolam-se tendo como pano de fundo vicissitudes históricas do período compreendido entre 1961 e 2020. A combinação intrínseca do percurso de vida dessas três mulheres com a narrativa histórica que importa cicatrizar, provoca sentimentos tão díspares como a curiosidade, a esperança, a revolta e a compaixão.

Através de factos históricos , mas, sobretudo, pela pluralidade de sentimentos, ‘MARCADAS PELO PASSADO’ apresenta situações primordiais que revelam o rumo de uma história de conquistas e perdas, de sofrimento e esperança, de busca por um mundo melhor numa narrativa em que as personagens tipo dão voz à mundivivência de inúmeras mulheres anónimas cuja existência ficou condicionada pelo flagelo da colonização e pelas consequências sociais da descolonização. 

Escrita numa linguagem cativante, que, por vezes, roça o lirismo, ‘MARCADAS PELO PASSADO’ é uma Novela que busca conquistar o seu lugar na prateleira das literaturas contemporâneas angolana e portuguesa.“ 


O Autor:
“MÁRIO SIMÕES DE SOUSA ARAÚJO 

Nasceu aos 25 de Dezembro de 1961, na cidade do Uíge, antiga Carmona. 
É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas - variante de Estudos Portugueses, pela Facukde Letras da Universidade Clássica de Lisboa; Mestre em Cultura e Comunicação pela Universidade dos Açores e Pós Graduado em Metodologia de Investigação Científica e em Processo de Ensino / Aprendizagem no Ensino Superior pela Universidade Lusíada de Angola (ULA).
Entre 2002 e 2016 foi docente de Língua Portuguesa, na ULA. Em 2016 acumulou esta função com a de Director adjunto da Faculdade de Direito e Relações Internacionais nesta Universidade. 
Foi articulista nos periódicos ‘Revista Africana’ (Liga Africana) e ‘Jornal Cultura’ (Edições Novembro) e revisor textual da obra ‘Angola no Conselho de Segurança da ONU’, de Belarmino Van Dúnem. 
Desde 2017, é presidente do Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia, acumulando com a docência das disciplinas de português jurídico, Direito Romano e Latim Forense, Comunicação Pessoal e Empresarial e do Módulo I Atenção Psicopedagógica na sala de aula no Curso de Agregação Pedagógica e Capacitação de Docentes.
Autora das obras: 
- ‘As Festas do Espírito Santo no Conselho de Ponta Delgada’; 
- ‘Uma Expressão da Religiosidade Popular’ (2002); 
- ‘NÓS’ (2020); 
- ‘Os Desamores do Amor’ (2023); 
- ‘NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’ (2025); e 
- MARCADAS PELO PASSADO’.“ 



Do ÍNDICE: 

- Na mão esquerda de Eva, um anel de coconote 
- O descobrimento de um ramo de flores silvestres 
- Janeiro, o mês das sementeiras 
- Uma página envelhecida a virar-se sozinha 
- Maria. Como a mãe de todos 
- Para salvar o espírito da pátria 
- Os grilos e as cigarras testemunham o silêncio 
- Nos anéis do cabelo a resposta que não tem
- Numa noite escura como o breu 
- O coração num lugar onde ninguém chega 
- Amor Philia 
- A última herdeira de uma linhagem 


Preço: 37,50€;

Portugal - Guerra do Ultramar & História - Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 54.067 - 01.05.2017 - (‘O QUE SABEM OS PORTUGUESES DO SEU PASSADO COLONIAL ?’) - Lisboa 2017 - Muito Raro;










Portugal - Guerra do Ultramar & História - Mais de quatro décadas após o 25 de Abril e o fim do império colonial português, nesta ano de 2017, o balanço e a análise do colonialismo e do racismo estivarem em questão até pela forma como o assunto é abordado nos mais escolares e na história nacional 


Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 54.067 - De 01 de Maio de 2017.
‘O QUE SABEM OS PORTUGUESES DO SEU PASSADO COLONIAL ?’ 
Lisboa 2017 


Exemplar com 40 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Temas em destaque: 
GRANDE REPORTAGEM 
- ‘O QUE SABEM OS PORTUGUESES DO SEU PASSADO COLONIAL ?’ 
- “NÃO SABEMOS O LADO VERDADEIRO DA NOSSA HISTÓRIA”
‘O que sabem os portugueses do passado colonial português ? Conhecem a importância de Portugal na escravatura e no tráfico de negros e quando acabai realmente com eles ? Têm ideia do que sucedeu a seguir, e do papel do racismo no nosso colonialismo ? Houve leis racistas em Portugal ? Até Quando ? Que se aprende sobre tudo isto na Escola ?’ 
Reportagem de Fernanda Câncio 

“O Programa é muito grande e não há tempo para tudo, mas a ideia que resulta pode ser a de Portugal como entidade integradora, de um colonialismo suave. É quase um branqueamento.” 
- Cecília Cunha (Professora de História no Liceu Camões) 
“É importante mostrar que não é tudo perfeito e não fomos os maiores do mundo. Porque essa é a ideia com que se fica muitas vezes.” 
Bernardo Gouveia (17 anos) 
“O indígena era basicamente a escumalha da sociedade colonial. Como não eram cidadãos portugueses mão tinham direitos. Era possível então o trabalho forçado…” 
Tomé Mendonça (18 anos) 
“Temos 12 anos de escolaridade. Devemos aproveitar para nós educarmos sobre assuntos que não são falados em mais lado nenhum, porque ainda são tabu.”
Marta Sanches (17 anos) 

- “PERSOYE NOS MANUAIS A NARRATIVA DE QUE FOMOS BONS COLONIZADORES.” 
‘Duas investigadoras concluíram que os manuais escolares obliteram o racismo do colonialismo português e trivializam a escravatura.’ 

O DEBATE QUE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA LANÇOU
“ O poder político português reconheceu a injustiça da escravatura quando a aboliu em parte do seu território, pela mão do Marquês de Pombal, em 1761.”
As declarações de Marcelo, a 13 de Abril, no antigo entreposto de escravos de Gorée, no Senegal, gabando o ‘humanismo’ português, lançaram um debate sobre a forma como Portugal vê o seu passado colonial e sobre os mitos da nossa história. 


ANTÓNIO COSTA 
- “O Modelo de Economia não pode assentar em baixos salários e nas limitações dos direitos dos trabalhadores.” 
- ‘PS TRAVA PCP NA REPOSIÇÃO DA CONTRATAÇÃO COLECTIVA’ 


Preço: 25,00€; 

Portugal & Literatura - ‘NOVEMBRO’, de Jaime Nogueira Pinto - Lisboa 2012 - Raro;






Portugal & Literatura - O autor, viveu com intensidade o período final do regime do Estado Novo e a guerra do Ultramar nas suas mais importantes províncias ultramarinas (Angola, Guiné e Moçambique), a conspiração e reivindicação corporativa dos militares que deu origem ao MFA e ao derrube do Governo de Marcelo Caetano, a revolução de 25 de Abril de 1974 e o período revolucionário até aos finais de 1975 e consequentemente o seu final, assim como o terminus do Império 


‘NOVEMBRO’ 
De Jaime Nogueira Pinto 
Edição Esfera dos Livros 
Lisboa 2012 


Livro com 638 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“Henrique Pinto de Vasconcelos levantou os olhos do jornal. Nunca se cansava daquele mar, daquela Baía, daquela estrada da Barra, das ondas verde-garrafa nos rochedos pardos, dos costeletes burgueses a montante do comboio. No princípio de Julho, com o sol a aquecer, já aparecia gente pelas praias: velhos tímidos e senhoras com crianças cá por cima, famílias na areia, dois ou três rapazes no banho, um cargueiro é um petroleiro no horizonte (…) Afundou-se no banco de trás do carro e voltou ao jornal. (…) Por cá, naquela espécie de diários do Governo que eram os matutinos, não acontecia nada de especial, nem era de esperar que acontecesse.”

“No Portugal tranquilo de 1973, Henrique segue pela Marginal a caminho da Baixa, para mais um conselho de Administração do Banco. Ao fim da tarde, o seu filho Eduardo atravessa a Praça de Londres rumo ao Bunker, um rés-do-chão semi-devoluto que serve de sede a um movimento de jovens nacionalistas radicais. É aí que Alexandre dirige a ‘Ofensiva’. 
Henrique tenta esquecer a mulher desaparecida em romances e relações atípicas. Eduardo move-se não esperança de encontrar Diana. Alexandre procura na paixão política o romantismo e aventura que não encontra na vida.
Mas a História está a preparar-se para tomar conta das histórias destes homens e das mulheres que amam. Num andar de Nova Oeiras, o capitão Vasco de Carvalho abre o segundo maço ‘Português Suave’ e traça, na noite, o plano do golpe militar. 
A torrente da revolução e da contra-revolução vai arrastar os heróis de ‘NOVEMBRO’ por Lisboa, Luanda, Madrid, Londres e Washington. Tal como na tragédia antiga, Henrique e Alexandre vão cumprir um destino, sabendo que grande parte da sua Acção é inútil. 
‘NOVEMBRO’ é o primeiro romance de Jaime Nogueira Pinto, um romance construído a partir da experiência vivida e da história por contar dos que quiseram resistir à História; um fresco realista que descreve com ritmo, entre o Verão de 73 e o Outono de 75. É em Novembro que acabam o Império e a Revolução e com eles os sonhos dos que, em lados opostos, jogaram tudo por um destino e por um país diferente.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

1973 
Capítulo 1
Ao Capítulo 24 

1974 
Capítulo 1 
Ao Capítulo 38 

1975 
Capítulo 1 
Ao Capítulo 55 

NOVEMBRO 
Capítulo 1 
Ao Capítulo 21 

Siglas 


Preço: 32,50€; 

África & Igreja - ‘O ECHO D’ÁFRICA’ - Roma 1907 - MUITO RARO;








África & Igreja - Resenha da actividade missionária no continente, com inúmeras referências às então colónias portuguesas de Angola e Moçambique 


‘O ECHO D’ÁFRICA’ 
Edição da Sociedade de S. Pedro Claver 
Roma 1907 


Livro de capas duras, com 192 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

O que é e o que quer ‘O ECHO D’ÁFRICA’ 
- ‘DIFFERENTES MISSÕES DA ZAMBÉZIA’ 
I. Zumbo 
II. Boroma 
III. Chupanga 
IV. Quelimane 
V. Kwalain 
- ‘MISSÃO DE S. JOSÉ DE MÔNGUÉ’, por Padre Alberto Teixeira 
- ‘PREFEITURA APOSTÓLICA DO CONGO PORTUGUEZ’, por Irmã Fernanda Maria 
- ‘MISSÃO DE BOROMA ZAMBÉZIA’ - companhia de Jesus 
- ‘CARTA DO REV.do P. ALBERTO TEIXEIRA’, missionário da África Oriental Portugueza 
- ‘VICARIATO APOSTÓLICO DO NYASSA’ (Padres Brancos) 
- ‘CARTA DO REV.do P. RAFAEL’, missionário da África Oriental Portugueza 
- ‘MISSÃO DA LUNDA’ (Padres do Espírito Santo) 
- ‘A MISSÃO DE LÂNDANA’ 
- MISSÃO DA ZAMBÉZIA’ (Companhia de Jesus) 


Preço: 37,50€; 

Angola - História & FAPLA - ‘PROJECTO DE REGULAMENTO DE ORDEM UNIDA’ - Luanda 1977 - MUITO RARO;











Angola - História & FAPLA - Um documento histórico da formação das forças armadas de Angola sob o governo do MPLA, após a independência do país registada a 11 de Novembro de 1975


‘PROJECTO DE REGULAMENTO DE ORDEM UNIDA’ 
República Popular de Angola 
Ministério da Defesa 
FAPLA - Forças Armadas Populares de Libertação de Angola 
Luanda 1977 


Exemplar com 64 páginas, ilustrado e com grande desgaste nas capas, conforme as imagens. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da Abertura: 
“O Regulamento de Ordem Unida determina os movimentos de marcha sem armas e com armas: as formaturas das subunidades e unidades a pé e montando viaturas: a forma de prestar continência e realizar Revista à formatura: posição da Bandeira da unidade militar na formatura, formas de tirá-la e devolvê-la; os deveres dos militares antes da formação e na formatura e as condições a que se deve satisfazer a Instrução de Ordem Unida deles bem como os métodos de deslocamento dos militares no campo da batalha. 

Por este Regulamento em pé de igualdades militares, navios e subunidades regem-se todos os Estados-maiores, Repartições (Direcções) e estabelecimentos de ensino das Forças Armadas da RPA.“ 



Do ÍNDICE: 

Abertura 

Capítulo 1. - Generalidades 
Capítulo 2. - Movimentos e marcha sem arma 
Capítulo 3. - Movimentos e marcha com arma 
Capítulo 4. - Continências, saída da formatura e apresentação ao chefe 
Capítulo 5. - Movimentos ‘deitar (ao combate)’, ‘levantar’ lanços rastejos 
Capítulo 6. - Formações da secção 
Capítulo 7. - Formações do Pelotão 
Capítulo 8. - Formações de Campanha 
Capítulo 9. - Formações do Batalhão 
Capítulo 10. - Formações da Brigada 
Capítulo 11. - Formações das subunidades durante as acções em viaturas 
Capítulo 12. - Revista à formatura 
Capítulo 13. - Da Bandeira 

ANEXOS 


Preço: 72,50€; 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘MEMÓRIAS DE ANGOLA’, de Eduardo Alberto Franco Barata - Oeiras 2021 - Raro;










Portugal & Guerra do Ultramar - A missão militar do autor no norte de Angola, então província ultramarina portuguesa da África Ocidental onde decorreu o conflito armado entre 1961 e 1974, com descrição pormenorizada das inúmeras operações em que participaram contra os guerrilheiros nacionalistas 


‘MEMÓRIAS DE ANGOLA’ 
Aventuras e desventuras em terras distantes 1963 - 1966 
De Eduardo Alberto Franco Barata 
Edição Âncora Editora 
Oeiras 2021 


Livro com 182 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“Escrever sobre um tema como o da Guerra do Ultramar, num tempo em que alguns pretendem reescrever à sua maneira a História, renegando um passado, constitui em si um ato de coragem e valor. Estas memórias são e serão, seguramente, um valioso contributo para essa mesma história, de um passado recente, que tocou todos os que, de uma forma ou de outra, o viveram, sofreram e no fim de tudo o venceram. A História também se faz de memórias, daqueles que viveram os factos, das vivências pessoais que ficam para lá dos relatos oficiais e os complementam. 
(…) 
Li de uma assentada e gostei, porque vivi e senti a cada curva de uma picada, em cada acção de patrulha, em cada momento de meditação, de angústia e dúvida, em cada decisão espontânea. 
(…) 
As dezenas de operações realizadas, descritas com clareza e com um realismo, e simplicidade que envolve e transporta para a ação quem lê. Presente, nesses relatos, a tensão e ansiedade antes da partida para mais uma operação, o destino no momento fatídico e a imprevisibilidade da guerra à espreita em cada curva, escondida no denso capim. 
(…) 
Em suma um relato empolgante, que mostra como a maioria dos que serviram a Pátria nestas paragens, nos confina de um Portugal longínquo de então, o fizeram com dignidade e sacrifício, cumprindo o melhor que souberam e puderam as missões que lhes foram pedidas.“ 
Tenente-General António Carlos de Sá Campos Gil - in POSFÁCIO 


O Autor:
“EDUARDO ALBERTO FRANCO BARATA nasceu em Cascais, é casado, tem dois filhos e cinco netos. 
Licenciado em Ciências Farmacêuticas pela Faculdade de Farmácia do Porto, onde foi professor auxiliar, assistente e investigador. Foi também professor auxiliar na Faculdade Farmácia de Lisboa e no Instituto S.C.S. Egaz Monoz. Possui pós-graduações em farmacopidemologia pela FFUL e em ciência cosmética pela Alfa Wasserman. Tem o curso de AEGP do IDN. 
Foi director técnico dos laboratórios: dermatológicos da Vichy, farmacêuticos da Vitória, e Searle. Consultor da AIC, responsável de dermofarmácia dos cursos de formação contínua da ANF. Perito da Ordem dos Farmacêuticos, membro de várias sociedades da especialidade e empresário na área cosmética. 
Tem publicados vários trabalhos científicos e livros técnicos, é conferencista no ramo das ciências farmacêuticas e realizou mais de duas dezenas de exposições de pinturas e desenhos da sua autoria. 
Cumpriu o serviço militar em Angola, de 1963 a 1966, como oficial miliciano,“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Nota Prévia 
PREFÁCIO, por José Magalhães Alves 

INTRODUÇÃO 

Parte I - MAFRA, HOSPITAL E FORMAÇÃO DA UNIDADE 
- Incorporação 
- 2.* ciclo do COM 
- Hospital Militar 
- Minas e armadilhas 
- Formação da Unidade 
- Algarve 

Parte II - VIAGEM - LUANDA 
- Luanda - Grafanil 

Parte III - QUANZA NORTE 
- Dondo 
- Primeiro susto 
- Grande susto 
- Barragem de Cambambe 
- Incêndio do capim 
- Operação ‘Marabunta’ 
- Operação ‘Omo Cinzento’ 

Parte IV - UÍGE 
- Quitexe 
- Fazenda Liberato 
- Distribuição de correio 
- Operação ‘Zambe’ 
- Operação ‘Chelas Dois’ 
- Operação ‘Outra Vez’ 
- Operação ‘Rompe e Rasga’ 
- Férias 
- Novo comandante 
- Operação ‘Comprido’ 
- Operação ‘Serra do Pingano’ 
- Aldeia Viçosa 
-  Receção pela população 
- Visita de uma delegação sul-africana 
- O verificado de registo criminal 
- Aniversário do embarque em Lisboa 
- Operação ‘Directiva VA-40’ 
- Operação ‘Cheque-Mate’ 
- Operação ‘Meio Dange’ 
- O problema da água 
- Permanência em Aldeia Viçosa 
- A minha veia de taxidermista 
- Operação ‘Outra Gente’ 
- Operação ‘Grande Escovadela’ 
- As cantáridas 
- Operação ‘Cheque Mate’ 
- Operação ‘Marabunta’ 
- Operação ‘Vigário’ 
- Operação ‘Reduzida’ 
- Aniversário da chegada a Angola 
- A nossa vivência em Aldeia Viçosa 
- Operação ‘Reduzida’ 
- Operação na ‘Serra da Cadeada’ 
- Operação ‘Dominó’ 
- As ‘boleias’ para a metrópole 
- Operação com os Comandos 
- Operação ‘Aniversário’ 
- Operação ‘Alpinismo’ 
- Considerações sobre acidentes decorridos em operações 
- O meu estado de saúde 
- Operação ‘Canários’ 
- Operação ‘Dona Chiça’ 
- Operação na serra ‘Vamba’ 
- Operação ‘Despedida’ 
- Mais uma operação no vale do Vamba 
- Operações ‘Satisfação’ I e II 
- O Batalhão de Caçadores 547 
- Considerações sobre o pessoal do 4.* GC 
- Rendição pela CArt. 429 

Parte V - LUNDA NORTE 
- A caminho de Camaxilo 
- Caungula 
- Reconhecimento da zona de Acção 
- A vida em Caungula 
- Problemas com o abastecimento 
- Reconstrução dum tanque de água 
- Uma situação complicada com o pessoal 
- A última missão 
- Visita a sanzalas perdidas no infinito 
- Encontro imprevisto com babuínos 
- Em casa do administrador 
- O dente de elefante 
- Regresso a Luanda 
- O regresso 

Comentários Finais 
POSFÁCIO, por António Carlos de Sá Campos Gil  (Tenente-General)
ANEXOS 


Preço: 37,50€;