Portugal & Literatura - Colectânea de poemas de Manuel Alegre das duas principais obras do autor
‘PRAÇA DA CANÇÃO - O CANTO DAS ARMAS’
De Manuel Alegre
Edição Publicações Dom Quixote
Lisboa 2000
Livro com 236 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente.
Da contracapa:
“Cantados por uns, ditos em recitais e memorizados por outros, os poemas de Manuel Alegre colheram um eco inestimável no coração de quantos sentiram acordar dentro de Simon projecto de liberdade.
Prémio Pessoa
Prémio Fernando Namora
Grande Prémio de Poesia da A.P.E.
Prémio da Crítica“
Do ÍNDICE:
PRAÇA DA CANÇÃO (1965)
Rosas Vermelhas
Dedicatória
I. - PRAÇA DA CANÇÃO
Apresentação
Canção primeira
Canção segunda
Canto peninsular
Canção de Manuel navegador
Bicicleta de recados
Crónica dos filhos de Viriato
Praça da Canção
Variações sobre ‘O Poema pouco original do medo’ de Alexandre O’Neill
Trinta dinheiros
Fernando Assis Pacheco na Praça da Canção
Livreiro da esperança
Para João XXIII
Poema (em vez de crítica) para António Sérgio
País de Abril
Explicações do país de Abril
Carta de Manuelinho de Évora de Miguel de Vasconcelos ministro do Reino por vontade estranha
Canção terceira
II. - ROMANCE DO TEMPO INOCENTE
Romance do tempo inocente
Primeiras sílabas
Romance da Rua de Baixo
Nem mais na casa velha ameixas verdes
III. - A RAPARIGA DO PAÍS DE ABRIL
Canção para o meu amor não se perder no mercado de concorrência
A rapariga do país de Abril
Nós voltaremos sempre em Maio
Sobre um mote de Camões
Os dois sonetos de amor na hora triste
IV. - TROVA DO VENTO QUE PASSA
Trova do amor lusíada
Trova
Trova do emigrante
Como ouvi Linda cantar por seu amigo José
Trova do vento que passa
Romance de Pedro Soldado
V. - NAMBUANGONGO MEU AMOR
Nambuangongo meu amor
Com letras de sangue
As luzes de Nambuangongo
Três canções com lágrimas e sol para um amigo que morreu na guerra
- A primeira canção com lágrimas
- A segunda canção com lágrimas
- Canção com lágrimas e sol
Toada do vento africano
VI. - CORPO RENASCIDO
Canção de circunstância
Corpo renascido
O poeta
VII. - CANTO DA NOSSA TRISTEZA
Balada de Fevereiro
Estou triste
Canto da nossa tristeza
Soneto
Como se faz um poema
Última página
Post Scriptum
Liberdade
O CANTO DAS ARMAS (1967)
O Canto e as Armas
Canto I - PEREGRINAÇÃO
E de súbito um sino
Raiz
E a carne se fez verbo
E o bosque se fez barco
Peregrinação
A batalha de Alcácer Quibir
Canto II - CONTINUAÇÃO DE ALCÁCER QUIBIR
As colunas partiam de madrugada
Às onze da manhã de mil novecentos e sessenta e dois
O Cristo
Metralhadoras cantam
Canto III - REGRESSO
Regresso
É preciso um país
Abaixo el-Rei D. Sebastião
Canto IV - EMIGRAÇÃO
Vão-se os homens desta terra
E alegre se fez triste
Paris não rima com meu país
Lágrimas azuis
Canto V - LUSÍADA EXILADO
Portugal em Paris
Exílio
Pátria expatriada
Os dois sonetos do amor de Ulisses
- I
- II
Lusíada exilado
Canto VI - AREIA POR ENTRE OS DEDOS
Canto a raiz do tempo na raiz do espaço
Que somos nós
Canto VII - CANTO DO POETA DESARMADO
Correio
Canção com lágrimas palavras armas
Elegia de Tipasá
Canto VIII - AS ARMAS
Poema com h pequeno
Tempo de não tempo de sim
Ser ou não ser
Três sonetos com armas para toda a gente
- As mãos
- As palavras
- A foice e a pena
Balada do amor militante
Minha pena minha espada
No meu país há uma palavra proibida
Lisboa perto e longe
Canção tão simples
Flores para Coimbra
Letra para um hino
As armas
Guitarras do meu país
Poemarma
Preço: 25,00€;



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