terça-feira, 22 de julho de 2025

Portugal & Literatura - ‘’PRAÇA DA CANÇÃO - O CANTO DAS ARMAS’, de Manuel Alegre - Lisboa 2000;






Portugal & Literatura - Colectânea de poemas de Manuel Alegre das duas principais obras do autor 


‘PRAÇA DA CANÇÃO - O CANTO DAS ARMAS’ 
De Manuel Alegre 
Edição Publicações Dom Quixote 
Lisboa 2000 


Livro com 236 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“Cantados por uns, ditos em recitais e memorizados por outros, os poemas de Manuel Alegre colheram um eco inestimável no coração de quantos sentiram acordar dentro de Simon projecto de liberdade.

Prémio Pessoa
Prémio Fernando Namora 
Grande Prémio de Poesia da A.P.E. 
Prémio da Crítica“ 



Do ÍNDICE: 

PRAÇA DA CANÇÃO (1965) 
Rosas Vermelhas 
Dedicatória 

I. - PRAÇA DA CANÇÃO 
Apresentação 
Canção primeira 
Canção segunda 
Canto peninsular 
Canção de Manuel navegador 
Bicicleta de recados 
Crónica dos filhos de Viriato 
Praça da Canção 
Variações sobre ‘O Poema pouco original do medo’ de Alexandre O’Neill 
Trinta dinheiros 
Fernando Assis Pacheco na Praça da Canção 
Livreiro da esperança 
Para João XXIII 
Poema (em vez de crítica) para António Sérgio 
País de Abril 
Explicações do país de Abril 
Carta de Manuelinho de Évora de Miguel de Vasconcelos ministro do Reino por vontade estranha 
Canção terceira 
II. - ROMANCE DO TEMPO INOCENTE 
Romance do tempo inocente 
Primeiras sílabas 
Romance da Rua de Baixo 
Nem mais na casa velha ameixas verdes 
III. - A RAPARIGA DO PAÍS DE ABRIL 
Canção para o meu amor não se perder no mercado de concorrência 
A rapariga do país de Abril 
Nós voltaremos sempre em Maio 
Sobre um mote de Camões 
Os dois sonetos de amor na hora triste 
IV. - TROVA DO VENTO QUE PASSA 
Trova do amor lusíada 
Trova 
Trova do emigrante 
Como ouvi Linda cantar por seu amigo José 
Trova do vento que passa 
Romance de Pedro Soldado 
V. - NAMBUANGONGO MEU AMOR 
Nambuangongo meu amor 
Com letras de sangue 
As luzes de Nambuangongo 
Três canções com lágrimas e sol para um amigo que morreu na guerra 
- A primeira canção com lágrimas 
- A segunda canção com lágrimas 
- Canção com lágrimas e sol 
Toada do vento africano 
VI. - CORPO RENASCIDO 
Canção de circunstância 
Corpo renascido 
O poeta 
VII. - CANTO DA NOSSA TRISTEZA 
Balada de Fevereiro 
Estou triste 
Canto da nossa tristeza 
Soneto 
Como se faz um poema 
Última página 

Post Scriptum 
Liberdade 


O CANTO DAS ARMAS (1967) 
O Canto e as Armas 

Canto I - PEREGRINAÇÃO 
E de súbito um sino 
Raiz 
E a carne se fez verbo 
E o bosque se fez barco 
Peregrinação 
A batalha de Alcácer Quibir 
Canto II - CONTINUAÇÃO DE ALCÁCER QUIBIR 
As colunas partiam de madrugada 
Às onze da manhã de mil novecentos e sessenta e dois 
O Cristo 
Metralhadoras cantam 
Canto III - REGRESSO 
Regresso 
É preciso um país 
Abaixo el-Rei D. Sebastião 
Canto IV - EMIGRAÇÃO 
Vão-se os homens desta terra 
E alegre se fez triste 
Paris não rima com meu país 
Lágrimas azuis 
Canto V - LUSÍADA EXILADO 
Portugal em Paris 
Exílio 
Pátria expatriada 
Os dois sonetos do amor de Ulisses 
- I 
- II 
Lusíada exilado 
Canto VI - AREIA POR ENTRE OS DEDOS 
Canto a raiz do tempo na raiz do espaço 
Que somos nós 
Canto VII - CANTO DO POETA DESARMADO 
Correio 
Canção com lágrimas palavras armas 
Elegia de Tipasá 
Canto VIII - AS ARMAS 
Poema com h pequeno 
Tempo de não tempo de sim 
Ser ou não ser 
Três sonetos com armas para toda a gente 
- As mãos 
- As palavras 
- A foice e a pena 
Balada do amor militante 
Minha pena minha espada 
No meu país há uma palavra proibida 
Lisboa perto e longe 
Canção tão simples 
Flores para Coimbra 
Letra para um hino 
As armas 
Guitarras do meu país 
Poemarma 


Preço: 25,00€; 

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