Moçambique - A deserção para a Tanzânia e adesão à FRELIMO - Da independência ao cargo de Ministro da Segurança
'MEMÓRIAS EM VOO RASANTE'
'MEMÓRIAS EM VOO RASANTE'
Contributos para a História política recente da África Austral
De Jacinto Veloso
Editora Papa-letras
Lisboa, 2007
Livro com 290 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
Raro.
Jacinto Veloso, piloto do Força Aérea Portuguesa no início da década de sessenta em Moçambique, desertou e foi entregar-se à FRELIMO onde foi recebido pelos lideres da guerrilha marxista anti-portuguesa e acabou por se integrar naquela organização e ocupou ao longo do perído de guerra várias funções de confiança e responsabilidade, sendo um elemento 'protegido' de Samora Machel.
Após a independência seria convidado para Ministro em vários governos dirigidos por Samora Machel, com destaque para o Ministério da Segurança Interna, que tutelava a polícia política temida pelos opositores, a SNASP. E foi ainda sob a sua presença naqiuele ministério que o Secretário-Geral da RENAMO, Dr. Evo Fernandes foi raptado e assassinado em Portugal, por dois portugueses com ligações à referida polícia política.
É um livro de memórias sobre a sua actividades militar e política e constitui um dos mais importantes achegas para a compreensão da história recente de Moçambique, da descolonização e da própria FRELIMO.
Da contracapa:
De Jacinto Veloso
Editora Papa-letras
Lisboa, 2007
Livro com 290 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
Raro.
Jacinto Veloso, piloto do Força Aérea Portuguesa no início da década de sessenta em Moçambique, desertou e foi entregar-se à FRELIMO onde foi recebido pelos lideres da guerrilha marxista anti-portuguesa e acabou por se integrar naquela organização e ocupou ao longo do perído de guerra várias funções de confiança e responsabilidade, sendo um elemento 'protegido' de Samora Machel.
Após a independência seria convidado para Ministro em vários governos dirigidos por Samora Machel, com destaque para o Ministério da Segurança Interna, que tutelava a polícia política temida pelos opositores, a SNASP. E foi ainda sob a sua presença naqiuele ministério que o Secretário-Geral da RENAMO, Dr. Evo Fernandes foi raptado e assassinado em Portugal, por dois portugueses com ligações à referida polícia política.
É um livro de memórias sobre a sua actividades militar e política e constitui um dos mais importantes achegas para a compreensão da história recente de Moçambique, da descolonização e da própria FRELIMO.
Da contracapa:
“Um livro com revelações inéditas para quem quer conhecer os últimos quarenta anos da História da África Austral, escrito por um dos seus principais protagonistas e tendo como pano de fundo o conflito Leste-Oeste.
O autor participou na luta de libertação de Moçambique e desempenhou um papel importante em todo o processo de negociações que conduziram ao Acordo de Não Agressão é Boa Vizinhança com a África do Sul, mais conhecido por Acordo de Nkomati. Também participou na série de negociações que contribuíram para a independência da Namíbia, a retirada das tropas sul-africanas e cubanas de Angola e para o desmantelamento do Apartheid na África do Sul. Depois de tantos anos de guerra, todo esse esforço possibilitou o alcançar da paz em Moçambique.
Este livro manifesta a opinião do autor sobre diversos acontecimentos e factos históricos, contendo algumas revelações de interesse.
No dia 12 de Março de 1963, o autor abandonou Moçambique pilotando um avião militar, rumo a Dar-es-Salam, manifestando dessa forma a sua oposição à guerra colonial que se preparava e a sua adesão à luta de libertação de Moçambique.
Estas memórias lêem-se com facilidade e despertam, capítulo a capítulo, uma inconfidência curiosidade que se mantém até à última linha. O conceito de interesse nacional é uma constante ao longo do livro, ilustrado e documentado, que inclui o texto integral do Acordo de Cessar-fogo entre a FRELIMO e o Estado Português em Lusaka, a 7 de Setembro de 1974.“
ÍNDICE:
PORQUÊ EM VOO RASANTE?
01. Um passo arrojado (1963);
02. Anos de luta (1963-1968);
03. Na frente diplomática (1968-1975);
04. Tempo de esperança (1974-1980);
05. Quando os elefantes lutam (1980-1983);
06. Na senda da paz (1983-1984);
07. O 'romper do cerco' (1983-1987);
08. O 'Caso Socimo';
09. Reconciliação (1987-1994);
10. Recordar Eduardo Mondlane;
Um passado com dimensão de futuro.
DOCUMENTOS
O AUTOR:
Jacinto Veloso nasceu e cresceu em Lourenço Marques, hoje Maputo.
Nos anos 50 foi para Lisboa prosseguir os seus estudos. Frequentou a Academia Militar, onde terminou o curso de piloto-aviador.
No início de 1963, juntamente com João Ferreira, o autor abandonou Moçambique com destino a Dar-es-Salaam, na Tanzânia, pilotando um avião da Força Aérea Portuguesa e tornando-se membro da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO).
Participou activamente na luta de libertação nacional, tendo cumprido diversas e arriscadas missões no exterior.
Após a independência de Moçambique, ocupou vários cargos governativos do país. (…)
Como ele próprio afirma, a sua vida tem sido dedicada a servir o Estado, sempre na defesa do interesse nacional.
Importa também referir que dirigiu a comissão intergovernamental que negociou a assinatura do Acordo de Nkomati com o regime de Pretória.
No âmbito do processo da procura da paz para a África Austral, juntamente com o ministro angolano Kito Rodrigues, Jacinto Veloso trabalhou no início de 1983 com Chester Crocker e Frank Wisner, do State Department, acabando por se encontrar com George Shultz, secretário de Estado, e com o então vice-presidente George Bush, no seu escritório da Casa Branca, em Washington.
Dois anos depois fez parte da delegação chefiada pelo Presidente Samora Machel que, na capital norte-americana, realizou importantes negociações com o Presidente Ronald Reagan para o estabelecimento da paz em todo o sul de África.
Preço: €32,50.
O AUTOR:
Jacinto Veloso nasceu e cresceu em Lourenço Marques, hoje Maputo.
Nos anos 50 foi para Lisboa prosseguir os seus estudos. Frequentou a Academia Militar, onde terminou o curso de piloto-aviador.
No início de 1963, juntamente com João Ferreira, o autor abandonou Moçambique com destino a Dar-es-Salaam, na Tanzânia, pilotando um avião da Força Aérea Portuguesa e tornando-se membro da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO).
Participou activamente na luta de libertação nacional, tendo cumprido diversas e arriscadas missões no exterior.
Após a independência de Moçambique, ocupou vários cargos governativos do país. (…)
Como ele próprio afirma, a sua vida tem sido dedicada a servir o Estado, sempre na defesa do interesse nacional.
Importa também referir que dirigiu a comissão intergovernamental que negociou a assinatura do Acordo de Nkomati com o regime de Pretória.
No âmbito do processo da procura da paz para a África Austral, juntamente com o ministro angolano Kito Rodrigues, Jacinto Veloso trabalhou no início de 1983 com Chester Crocker e Frank Wisner, do State Department, acabando por se encontrar com George Shultz, secretário de Estado, e com o então vice-presidente George Bush, no seu escritório da Casa Branca, em Washington.
Dois anos depois fez parte da delegação chefiada pelo Presidente Samora Machel que, na capital norte-americana, realizou importantes negociações com o Presidente Ronald Reagan para o estabelecimento da paz em todo o sul de África.
Preço: €32,50.

















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