domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Portugal - História & PREC - Semanário ‘A RUA’, n. 60 - 26.05.1977 - (‘EM LONDRES REUNEM-SE KAÚLZA, SILVINO E GALVÃO DE MELO’) - Lisboa 1977 - MUITO RARO;



















Portugal - História & PREC - Semanário conotado com a extrema direita política, enquanto se publicou editou textos e cartoons polémicos sobre o período revolucionário e anos seguintes 


Semanário ‘A RUA’, n. 60 - De 26 de Maio de 1977. 
‘EM LONDRES REUNEM-SE KAÚLZA, SILVINO E GALVÃO DE MELO’ 
Director: Manuel Maria Múrias 
Lisboa 1977 


Exemplar com 24 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
ORGANIZA-SE A OPOSIÇÃO NACIONAL ? 
- ‘EM LONDRES REUNEM-SE KAÚLZA, SILVINO E GALVÃO DE MELO’ 
- ‘ACCIONISTAS EXIGEM REFERENDO’ 
- ‘RAMALHO EANES VISITA A ESPANHA’ 
- ‘DESVARIOS SEPARATISTAS DO PS - Para desacreditar ou desautorizar Eanes’ 
- ‘O GARRAFÃO COM PERNAS ESTAVA LÁ’, por João Venâncio 
- ‘SALAZAR E O 28 DE MAIO’ 
‘Memórias da Guerra Civil’ 
‘O testemunho de Artur Ribeiro Lopes’ 
‘O Exército foi o motor’ 
‘Eram várias as tendências’ 
‘Chefia de Gomes da Costa’ 
‘A mão estendida de Salazar’ 
‘Uma sociedade integrada e autónoma’ 
- MOÇAMBIQUE - ‘A VIOLÊNCIA RACISTA EM MAPUTO’, por Afonso Madeira 
- ‘INDEMNIZAR OS ESPOLIADOS’ 
‘Não o fazer será dar cobertura a actos de banditismo’ 
- ‘FLEC INTIMA CABINDA GULF OIL’ 
- Em S. Tomé: ‘RUÍNA ECONÓMICA E REPRESSÃO POLÍTICA’ 
‘A caminho de uma autêntica colonização’ 


Preço: 27,50€; 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Portugal - Angola & Guerra do Ultramar - ‘MEMÓRIAS DE UM COMBATENTE’, de João Pedro Quintela Leitão - Lisboa 2024;













Portugal - Angola & Guerra do Ultramar - O autor relata as vivências enquanto militar do Exército Português com destaque para a sua experiência no processo de descolonização desta antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental no anos de 1975 


‘MEMÓRIAS DE UM COMBATENTE’ 
Antes e Depois do 25 de Abril de 1974 
De João Pedro Quintela Leitão 
Edições Colibri 
Lisboa 2024 


Livro com 120 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“O lançamento deste livro de memórias nesta data, ano de comemoração do cinquentenário do 25 de Abril, é um contributo é um alerta para que esse espírito se mantenha vivo e perdure para sempre. 
* Serve igualmente para relembrar que não foi fácil percorrer este caminho travando lutas desiguais antes e depois do 25 de Abril de 1974 até aqui, sem nunca desistir, algumas vezes acompanhado por outros camaradas, outras sozinho, mas em todas elas pugnando pela defesa dos ideais da liberdade e da justiça.
* É o estatuto de cidadão livre que me permite hoje escrever este livro, porque há 50 anos isso era impossível.“ 


Da badana: 
“Nesta memória de antigo combatente, tentarei ser fiel aos factos que vivi, nomeadamente, à comissão que cumpri em 1975, em Angola, procurando fazê-lo com bastante detalhe, graças à correspondência mantida com a minha mulher, há 48 anos, e que serviu de base para eu poder descrever todos esses horríveis episódios, assim como a partilha desses acontecimentos com camaradas ainda vivos, como o tenente-coronel Pinheiro Pinto, o Major Alves Pessoa e o João Barba, todos eles ex-combatentes, como eu.“ 


O Autor: 
“JOÃO PEDRO QUINTELA LEITÃO, nasceu no Fundão, em 17 de Março de 1948. Antigo aluno dos Pupilos do Exército (1960-1967), foi incorporado no Exército no ano de 1967 como sargento e cumpriu 2 comissões em Angola entre 1969 e 1975. 
* Como Major cumpriu uma comissão de Manutenção de Paz da ONU em Moçambique em 1993.
* Como Tenente-coronel foi, Director interino do DGMT Inspector da DST (Direcção dos Serviços de Transmissões), Subchefe dos Serviços de Transporte do Comando de Logística do Exército e Chefe do Gabinete de Auditoria Técnica e de Qualidade da Direcção de Comunicações e Sistemas de Informação. 
* Na reserva e reforma desempenhou as funções de Secretário-Geral da ADFA.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
APRESENTAÇÃO 

- Origens e antepassados de João Pedro Quintela Leitão 
- Pupilos do Exército na legislação do Estado Novo 
- Entrada no Exército aos 19 anos, com o posto de 2.* Sargento, 1.a comissão em Angola, regresso em 1971 e continuação da luta para sair do Exército 
- Descolonização de Angola, em 1975, e regresso, nos anos de 1976 a 1978 
- Curso de oficiais, promoção a oficial e carreira até à promoção a oficial superior 
- Preparação e missão ONUMOZ, em 1992-1993 
- Actividades desenvolvidas desde 1994 a 17 de Março de 2007, data da passagem à reserva 
- Actividades desenvolvidas na reserva e na reforma, depois de 17 de Março de 2007 
- Análise sobre os graves erros cometidos pela tutela, em 2002 e 2023 


Preço: 27,50€; 

Portugal & História - Revista ‘K’, n. 2 - Nov. 1998 - (‘MARCELO - O MAIOR’) - Lisboa 1998 - MUITO RARO;




Portugal & História - Como tema principal desta edição, destaque para a análise do percurso político e pessoal do último chefe de Governo do Estado Novo, Prof. Marcello Caetano, derrubado pelos militares do MFA a 25 de Abril de 1974, da autoria do analista e polemista Vasco Pulido Valente 


Revista ‘K’, n. 2 - De Novembro de 1998. 
‘MARCELO - O MAIOR’ 
Lisboa 1998 


Exemplar com 68 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque : 
- ‘MARCELO - O MAIOR’, por Vasco Pulido Valente 
- ‘IONESCO, DOSSIER GAY’ 
- ‘A VINGANÇA DE CESARINY’ 
- ‘O NORTE DE PORTUGAL’ 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Estado Novo & História - ‘PORTUGAL ENTRE A PAZ E A GUERRA (1939 - 1945)’, de Fernando Rosas - Lisboa 1995 - Raro;




Estado Novo & História - Análise sobre o trajecto e estratégia de Portugal sob a liderança de António de Oliveira Salazar no período da II Guerra Mundial, enquanto país europeu e detentor de um império territorial ultramarino 


‘PORTUGAL ENTRE A PAZ E A GUERRA (1939 - 1945)’ 
De Fernando Rosas 
Editorial Estampa 
Lisboa 1995 


Livro com 486 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


O Autor: 
“FERNANDO ROSAS é professor emérito da Universidade Nova de Lisboa e professor catedrático jubilado de História Contemporânea da NOVA FCSH. Foi fundador e presidente do Instituto de História Contemporânea. É autor de uma vasta obra historiográfica que, no tocante a Portugal, se centra sobre a Primeira República, o Estado Novo e a Revolução de 1974/1975. 
Foi autor e apresentador das séries televisivas História a História e História a História África (RTP2 e RTP África, 2016 2017). 
Os seus trabalhos estão publicados em Espanha, França, Itália, Alemanha e Brasil. Entre as suas obras mais recentes editadas pela Tinta da china, destacam-se ‘Salazar e o Poder: A Arte de Saber Durar’ (Prémio Pen Club de Ensaio, 2012); ‘Salazar e os Fascismos’ (Prémio de História Contemporânea da Fundação Calouste Gulbenkian/Academia Portuguesa de História, 2019); ‘O Século XX Português’ (coord. de obra coletiva, 2020); ‘A Revolução Portuguesa de 1974 1975’ (coord. de obra coletiva, 2022). 
Foi deputado à Assembleia da República e candidato à Presidência da República. Integrou a Comissão Instaladora do Museu do Aljube e é membro da Comissão Instaladora de Conteúdos e Acompanhamento Museográfica do Museu Nacional do Forte de Peniche. Recebeu a medalha do Ministério da Ciência em 2017. Em 2016, foi condecorado pelo presidente Jorge Sampaio com a Ordem da Liberdade.”


Preço: 27,50€; 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Angola - Descolonização & História - 'OS (Meus) DIAS DA INDEPENDÊNCIA', de Onofre dos Santos - Lisboa 2019 - Raro;




















Angola & História - A Independência da FNLA e UNITA no Huambo, declarada a 11 de Novembro de 1975, em revelações inéditas e únicas


'OS (MEUS) DIAS DA INDEPENDÊNCIA'
O diário de quem viveu a independência e a guerra de Angola como ministro da FNLA 
De Onofre dos Santos
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2019 


Livro com 192 páginas, muito ilustrado com fotografias e como novo. Excelente. 
De muito difícil localização.
Muito Raro.


Onofre dos Santos foi membro destacado da FNLA, um dos raros brancos desta organização.

O autor, foi um dos ministros do governo de coligação entre a FNLA e a UNITA, constituído no Huambo em 11 de Novembro de 1975, data da independência e designado por governo da República Democrática de Angola.

Onofre dos Santos relata esse período e os seus múltiplos episódios, nomeadamente da convivência nem sempre pacifica e leal entre FNLA e UNITA por um lado e ELNA e FALA, os respectivos exércitos.

Destaque para as excepcionais e raras fotografias da rectaguarda da linha de combate que separava FNLA/UNITA e MPLA, quando já não havia jornalistas internacionais e por isso são raras e valiosas.

Um livro único sobre este período histórico de Angola e a que não se deu o devido valor. 
Imprescindível na compreensão da história da independência do país. 


Da contracapa:
“UMA VISÃO ÚNICA DA INDEPENDÊNCIA DE 
ANGOLA. ESTA NÃO É A VISÃO DE LUANDA, 
É A VISÃO DO ‘OUTRO LADO’.

Onofre dos Santos foi um actor de primeira linha da Independência de Angola, do lado de Holden Roberto e Jonas Savimbi. Ministro da Justiça do Governo que a FNLA e a UNITA formaram, roçou ombros com figuras decisivas, desenhou esperanças no atribulado governo a que pertenceu e viveu ameaças e situações extremas, à sombra da morte mesmo à porta. 
Porque a história só se escreve ao conhecermos a verdade daqueles que a constroem. Onofre dos Santos revela neste diário os acontecimentos que se sucederam àquela 11 de Novembro de 1975, retratando a realidade em que mergulhou e se afogou o ideal de uma geração. Esta é a história da Independência de Angola contada do ‘outro lado’, longe de Luanda, ao lado da FNLA e da UNITA, de sul-africanos e portugueses que se bateram contra o MPLA, as tropas cubanas e os conselheiros soviéticos.“ 


Da badana: 
"À meia-noite do dia 10 para 11 de Novembro, em Luanda, no Ambriz e no Huambo, os líderes dos três movimentos de libertação procederam a uma pressurosa é algo embaraçosa proclamação da Independência de um país partido em três. Portugal, que fora a contraparte do ‘Acordo do Alvor’ no princípio do ano, esteve ausente das três cerimónias, em cada uma das quais, e para seguir o figurino simbólico, se arriou a bandeira das quinas à sombra da qual Angola viverá mais de quatrocentos anos. 
Precisamente à meia-noite, o Miguel Quina, meu único companheiro de viagem a bordo de um velho ‘friendship’, tocou-me na cabeça, acordando-me do sono leve em que procurava refugiar-me do frio do interior do avião, para me dizer que acabáramos do sobrevoar Matadi e estávamos já em território angolano. ‘Parabéns’, acrescentou, ‘estamos na sua terra independente’." 


O AUTOR: 
"ONOFRE DOS SANTOS nasceu em Luanda, Angola, a 16 de Dezembro de 1941, aí fez os seus estudos primários e secundários, enquanto o curso de Direito tirou-o na Universidade de Coimbra, e viveu o período de transição de um país colonial para o país independente que hoje é. 

Regressado a Luanda, exerceu advocacia até 1975. Após os Acordos de Alvor, foi consultor jurídico do primeiro-ministro da FNLA no Governo de Transição e membro da Comissão de Redacção da Lei Fundamental e da Lei Eleitoral. 

À data da independência encontra-se no Ambriz, onde participou nos acordos entre a FNLA e a UNITA que decorreram na altura em que estes dois movimentos de libertação foram rechaçado sede Luanda. No Huambo foi o Ministro da Justiça do Governo da efémera 'República Deus de Angola'. 

A violenta eclosão do conflito entre os três movimentos de libertação de Angola nos dias que antecederam a proclamação da independência do país levou-o a participar numa experiência única que constitui o relato deste livro, ‘OS MEUS DIAS DA INDEPENDÊNCIA’. Depois dos Acordos de Paz de 1991, regressou a Angola, e participou na reunião multipartidária convocada pelo Presidente José Eduardo dos Santos, em Janeiro de 1992. Em 9 de Maio de 1992, foi nomeado director-geral das Eleições que se realizaram em 30 de Novembro desse mesmo ano. Depois disso participou em várias missões eleitorais em representação das Nações Unidas na Guiné-Bissau (1994), Serra Leoa (1995), Bangladesh (1995/1996), Vulkovar na Jugoslávia (1996/1997), Lesotho (1998), República Centro-Africana (1998), Níger (1999) e Costa do Marfim (2000). 

Em sequência publicou ‘ELEIÇÕES ANGOLANAS 1992 - Uma Lição para o Futuro’ e ‘Eleições em Tempo de Cólera’, reunindo crónicas semanais escritas a partir de países onde trabalhou na organização de processos eleitorais. 

Presentemente é Juiz Conselheiro jubilado do Tribunal Constitucional de Angola.

Publicou ainda livros de contos e de histórias curtas, como ‘O Contos da Sereia’, ‘O Astrónomo de Herodes’, ‘O Gosto Amargo do Quinino’ e ‘Memórias de um Dark Horse’, o romance histórico ‘Descompasso - Angola 1962’ e o seu último romance ‘Lenguluka - Crónica de um Amor a Grande Velocidade’. “



Do ÍNDICE: 

A cada um a sua dipanda, de Manuel S. Fonseca 
ADVERTÊNCIA 
‘OS MEUS DIAS DA INDEPENDÊNCIA’ - quase quarenta anos depois 
‘OS MEUS DIAS DA INDEPENDÊNCIA’ - em 2019 ! 
Acrónimos e siglas 

I - A INDEPENDÊNCIA MARCADA PELOS ACORDOS DE ALVOR PARA 11 DE NOVEMBRO DE 1975 - Foi, de facto , declarada unilateralmente e em simultâneo em três locais diferentes: Luanda, Huambo e Ambriz 
- 11 de Novembro 1975: um voo nocturno para o Ambriz 
- 12 de Novembro: um reconhecimento embaraçoso 

II - ENQUANTO LUANDA MARTELAVA E DENUNCIAVA 
Através de todos os meios de comunicação ao seu alcance, aos angolanos e ao mundo, a 'coligação imperialista FNLA-UNITA', estes dois movimentos muito dificilmente se entendiam 
- 13 de Novembro: formando o Governo 
- 14 de Novembro: reunião bipartidária 
- 15 de Novembro: o princípio da rotatividade 
- 16 de Novembro: um jornalista em apuros 
- 17 de Novembro: à espera de Godot 
- 18 de Novembro: um dirigente impertinente 
- 19 de Novembro: Savimbi à porta 
- 20 de Novembro: a importância de um Governo 
- 21 de Novembro: cavalgando as nuvens 
- 22 de Novembro: faz anos o Hendrick e o Chipenda tem um bom augúrio 
- 23 de Novembro: uma sessão vibrante no Uíge 
- 24 de Novembro: uma promeira missão judicial 
- 25 de Novembro: na praia da sereia 
- 26 de Novembro: notícias de Portugal 
- 27 de Novembro: intelligence e segurança 
- 28 de Novembro: Santos e Castro, o velho guerreiro 
- 29 de Novembro: o discurso de Johnny Eduardo 
- 30 de Novembro: um voo frustrado de Kinshasa ao Huambo 

III - A 'REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE ANGOLA' 
Foi criada começando pelos pés... um no norte (Uíge, Zaire, Ambriz), e outro no sul (Huambo, Lubango, um pouco de Lobito e Benguela, Moçâmedes meio esquecida no deserto)… mas era um corpo à procura de uma cabeça que continuava separada, embora quase à vista, em Luanda 
- 1 de Dezembro: chegada triunfal a Nova Lisboa 
- 2 de Dezembro: na missão da Bela Vista 
- 3 de Dezembro: Savimbi falta à posse do Governo 
- 4 de Dezembro: sozinhos no Huambo 
- 5 de Dezembro: o Governo FNLA-UNITA reúne-se pela primeira vez 
- 6 de Dezembro: Graça Tavares fica preso no elevador 
- 7 de Dezembro: Savimbi declara guerra a Chipenda 
- 8 de Dezembro: um serão na província 
- 9 de Dezembro: nas ruas do velho Huambo 
- 10 de Dezembro: dia de pagamento 
- 11 de Dezembro: Graça de Tavares de braço ao peito 
- 12 de Dezembro: manhã de trabalho com N'Dele 
- 13 de Dezembro: o Governo no seu labirinto 
- 14 de Dezembro: um domingo tranquilo 
- 15 de Dezembro: nos caminhos da justiça 
- 16 de Dezembro: inquisição no Lobito 
- 17 de Dezembro: uma reunião de juristas - entre o passado e o futuro 
- 18 de Dezembro: em Benguela com os juristas 
- 19 de Dezembro: uma manhã perdida no Palácio de Benguela 
- 20 de Dezembro: uma reunião difícil com Chingunge 
- 21 de Dezembro: na Caota como em Capri 

IV - PERDIDO O NORTE PELA FNLA, A 'REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE ANGOLA' FICA À MERCÊ DA UNITA... - Apenas o batalhão dito Chipenda constituía um obstáculo à essa inevitável hegemonia da UNITA no sul do país. A breve guerra que eclodiu no planalto visou liquidar no ovo a emergência ou qualquer veleidade de um poder partilhado 
- 22 de Dezembro: um Conselho de Ministros que termina em guerra 
- 23 de Dezembro: Holden chega ao teatro de guerra e enfrenta um dilema 
- 24 de Dezembro: uma consoada para a história 
- 25 de Dezembro: um presente de Natal 
- 26 de Dezembro: não tem casa quem quer 
- 27 de Dezembro: um caso de consciência 
- 28 de Dezembro: o mapa do sofrimento 
- 29 de Dezembro: faz anos o Peyroteo 
- 30 de Dezembro: plano de paz ao pequeno-almoço 
- 31 de Dezembro: o vaivém das comissões de paz 
- 1 de Janeiro de 1976: não pode haver paz sem amor 
- 2 de Janeiro: a UNITA toma o Menongue 
- 3 de Janeiro: um dia na casa de Vin Marshall 
- 4 de Janeiro: fogo na Chipipa 
- 5 de Janeiro: mais crise político-militar 
- 6 de Janeiro: à procura de um banco emissor 
- 7 de Janeiro: o meu plano de paz para o Lubango 
- 8 de Janeiro: plano aprovado, mas... 
- 9 de Janeiro: cheques em vez de dinheiro 
- 10 de Janeiro: discos perdidos 
- 11 de Janeiro: uma questão de meios 
- 12 de Janeiro: ao trabalho com o primeiro-ministro 
- 13 de Janeiro: bens deixados, bens tombados 
- 14 de Janeiro: José N'Dele ocupa-se das finanças do Huambo 
- 15 de Janeiro: Savimbi Presidente? 
- 16 de Janeiro: a motorizada azul 
- 17 de Janeiro: Conselho de Ministros ao sábado 
- 18 de Janeiro: os brancos da UNITA 
- 19 de Janeiro: onde os mistérios da polícia e da vida se encontram 
- 20 de Janeiro: falta de quórum 
- 21 de Janeiro: notícias alarmantes e mosquitos 
- 22 de Janeiro: história de uma bandeira 
- 23 de Janeiro: esperando o avião 
- 24 de Janeiro: a UNITA recebe armamento em Serpa Pinto 

V - GUERREANDO ENTRE SI E DISPERSANDO AS SUAS TROPAS NA INÚTIL OCUPAÇÃO E SAQUE DAS CIDADES - A FNLA e a UNITA ficaram à mercê das forças sul-africanas que guardavam as suas costas ao avanço das FAPLA e dos cubanos que as ajudavam. 
Quando as forças sul-africanas desceram regressando à sua primeira linha de intervenção, a cerca de cem quilómetros da fronteira com a Namíbia, a consequência foi a debandada. Em todas as direcções. Muitos foram os que vieram do Lobito e Benguela e do Huambo até ao Lubango e daqui seguiram em caravanas até à fronteira em Santa Clara (Namacunde). 
- 25 de Janeiro: retaguarda confusa 
- 26 de Janeiro: mais problemas financeiros 
- 27 de Janeiro: 'Os nossos irmãos da UNITA querem-nos matar!" 
- 28 de Janeiro: metralhadoras na mesa 
- 29 de Janeiro: a UNITA abandona a FNLA 
- 30 de Janeiro: divórcio no Huambo 
- 31 de Janeiro: nos braços do slow 
- 1 de Fevereiro: dia de missa e comício 
- 2 de Fevereiro: canoa furada 
- 3 de Fevereiro: o Governo estabelece comissões conjuntas itinerante 
- 4 de Fevereiro: a FNLA entra com o petróleo 
- 5 de Fevereiro: novamente no Lobito com o Carlos Fontoura 
- 6 de Fevereiro: reunião na Associação Comercial 
- 7 de Fevereiro: as 'forças do além' 
- 8 de Fevereiro: fuga para o Lubango 
- 9 de Fevereiro: um comboio cheio de medo cruzando a noite 
- 10 de Fevereiro: Astérix e snoopy 

VI - A ÚLTIMA 'ESTAÇÃO' PARA MILHARES DE ANGOLANOS E PORTUGUESES - Que fugiram de uma independência que enveredava por linhas travessas (e perversas) foi em Vila Pereira d'Eça (Ondjiva), que de pronto se tornou num verdadeiro campo de refugiados sob a autoridade e protecção sul-africanas, aproveitando, para o efeito, os vários edifícios ali existentes. 
- 11 de Fevereiro: assentando arraiais em Pereira d'Eça 
- 12 de Fevereiro: na fronteira ao telefone 
- 13 de Fevereiro: vacinas para todos 
- 14 de Fevereiro: quatro mil vacinados 
- 15 de Fevereiro: um domingo indiferente 
- 16 de Fevereiro: o comandante Lambert discursa e tranquiliza 
- 17 de Fevereiro: barrela e boa disposição 
- 18 de Fevereiro: a caminho de Santa Clara 
- 19 de Fevereiro: entre a espada e a parede 
- 20 de Fevereiro: trabalhos domésticos 
- 21 de Fevereiro: prisioneiros voluntários dos sul-africanos 

VII - RESGATE E REGRESSO AO PONTO DE PARTIDA 
- 22 de Fevereiro: a hora do resgate 
- 23 de Fevereiro: serviços secretos em acção 
- 24 de Fevereiro: a noite da má língua 
- 25 de Fevereiro: com visto por quarenta e oito horas 
- 26 de Fevereiro: preparativos tranquilos de partida 
- 27 de Fevereiro: um dia em Pretória 
- 28 de Fevereiro: de volta ao bureau 
- 29 de Fevereiro: domingo de carnaval 
- 1 de Março: histórias do divino mestre 
- 2 de Março: a última ceia 
- 3 de Março: estrela perdida 

VINTE E CINCO ANOS DEPOIS: Os meus companheiros dos dias da independência 
- Da FNLA 
- Da UNITA 
- E outros companheiros 


Preço: 47,50€; 

Angola & Literatura - ‘NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’, de Mário Simões de Sousa Araújo - Luanda 2025;






Angola & Literatura - A nova literatura angolana, da autoria deste docente universitário com vasto currículo académico que aborda a debandada da população civil no período da descolonização nos anos de 1974/75, a diáspora e o retorno à pátria 


NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’ 
De Mário Simões de Sousa Araújo 
Edição 
Luanda 2025 


Livro com 114 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. 

Da badana:
“A independência de Angola, proclamada a 11 de Novembro de 1975, teve um sabor agridoce. Doce pela justiça da conquista, pela alegria da celebração e pela esperança num futuro se paz e prosperidade para o povo angolano. Abre pela guerra civil que antecedeu e sucedeu a esse acto histórico, legítimo e há muito esperado. Na verdade, o conflito interno alterou radicalmente o destino de centenas de milhares de cidadãos, que enfrentaram o fenómeno da emancipação nacional conforme a sua capacidade de resistência, sobrevivência e sofrimento. De acordo com essa capacidade, milhões permaneceram no território, enquanto milhares o abandonaram, voluntariamente ou forçados pelas circunstâncias. Uns e outros, fustigados pela luta fratricida em curso. 
É da diáspora empreendida por aqueles que partiram que a obra ‘NOSSO PAÍS, NÃO A NOSSA TERRA’ se ocupa, tendo como matéria-prima a vivência de doze famílias, com factos que dizem respeito à colonização, descolonização e consequente retorno ou refúgio em Portugal. A escrita romanceada desses factos revela os sentimentos diversos dos protagonistas da diáspora - entre os quais o próprio autor -, como a dor da despedida, a incerteza quanto ao futuro e a angústia de recomeçar do zero em terras lusas. Ainda que o seu principal propósito seja revelar tais sentimentos, a obra configura-se também como uma análise social desse período marcante da história dos povos angolano e português.“ 


O Autor:
“MÁRIO SIMÕES DE SOUSA ARAÚJO 

Nasceu aos 25 de Dezembro de 1961, na cidade do Uíge, antiga Carmona. 
É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas - variante de Estudos Portugueses, pela Facukde Letras da Universidade Clássica de Lisboa; Mestre em Cultura e Comunicação pela Universidade dos Açores e Pós Graduado em Metodologia de Investigação Científica e em Processo de Ensino / Aprendizagem no Ensino Superior pela Universidade Lusíada de Angola (ULA).
Entre 2002 e 2016 foi docente de Língua Portuguesa, na ULA. Em 2016 acumulou esta função com a de Director adjunto da Faculdade de Direito e Relações Internacionais nesta Universidade. 
Foi articulista nos periódicos ‘Revista Africana’ (Liga Africana) e ‘Jornal Cultura’ (Edições Novembro) e revisor textual da obra ‘Angola no Conselho de Segurança da ONU’, de Belarmino Van Dúnem. 
Desde 2017, é presidente do Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia, acumulando com a docência das disciplinas de português jurídico, Direito Romano e Latim Forense, Comunicação Pessoal e Empresarial e do Módulo I Atenção Psicopedagógica na sala de aula no Curso de Agregação Pedagógica e Capacitação de Docentes.
Autora das obras: 
- ‘As Festas do Espírito Santo no Conselho de Ponta Delgada’; 
- ‘Uma Expressão da Religiosidade Popular’ (2002); 
- ‘NÓS’ (2020); 
- ‘Os Desamores do Amor’ (2023); 
- ‘NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’ (2025); e 
- MARCADAS PELO PASSADO’.“ 



Do ÍNDICE: 

PRÓLOGO 

- Livra-nos da fúria dos homens ! 
- Caos 
- A força interior que os olhos irradiam 
- Vão embora ! Está terra não é vossa ! 
- Vocês vão, mas voltam , não é ?! 
- Colo materno 
- O milagre 
- Isto não é a minha terra, a minha terra é lá ! 
- Comandante Catete 
- Angola fica sempre na memória e no coração 
- O inimigo no nosso quintal 
- Ser feliz na guerra 

Nota do Autor 


Preço: 37,50€; 

Angola & Literatura - ‘MARCADAS PELO PASSADO’, de Mário Simões de Sousa Araújo - Luanda 2025;






Angola & Literatura - Obra da nova literatura angolana deste docente universitário com vasto currículo académico 


‘MARCADAS PELO PASSADO’ 
De Mário Simões de Sousa Araújo 
Edição Luefe Khayari 
Luanda 2025 


Livro com 122 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. 

3
Da contracapa: 
“Um país em busca da libertação, vivências em caos, promessas quebradas e vidas interrompidas, são as linhas de base que traçam o roteiro para fazer desfilar três personagens femininas, pertencentes a gerações sequentes: Ana, Eva e Maria, cujas vidas desenrolam-se tendo como pano de fundo vicissitudes históricas do período compreendido entre 1961 e 2020. A combinação intrínseca do percurso de vida dessas três mulheres com a narrativa histórica que importa cicatrizar, provoca sentimentos tão díspares como a curiosidade, a esperança, a revolta e a compaixão.

Através de factos históricos , mas, sobretudo, pela pluralidade de sentimentos, ‘MARCADAS PELO PASSADO’ apresenta situações primordiais que revelam o rumo de uma história de conquistas e perdas, de sofrimento e esperança, de busca por um mundo melhor numa narrativa em que as personagens tipo dão voz à mundivivência de inúmeras mulheres anónimas cuja existência ficou condicionada pelo flagelo da colonização e pelas consequências sociais da descolonização. 

Escrita numa linguagem cativante, que, por vezes, roça o lirismo, ‘MARCADAS PELO PASSADO’ é uma Novela que busca conquistar o seu lugar na prateleira das literaturas contemporâneas angolana e portuguesa.“ 


O Autor:
“MÁRIO SIMÕES DE SOUSA ARAÚJO 

Nasceu aos 25 de Dezembro de 1961, na cidade do Uíge, antiga Carmona. 
É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas - variante de Estudos Portugueses, pela Facukde Letras da Universidade Clássica de Lisboa; Mestre em Cultura e Comunicação pela Universidade dos Açores e Pós Graduado em Metodologia de Investigação Científica e em Processo de Ensino / Aprendizagem no Ensino Superior pela Universidade Lusíada de Angola (ULA).
Entre 2002 e 2016 foi docente de Língua Portuguesa, na ULA. Em 2016 acumulou esta função com a de Director adjunto da Faculdade de Direito e Relações Internacionais nesta Universidade. 
Foi articulista nos periódicos ‘Revista Africana’ (Liga Africana) e ‘Jornal Cultura’ (Edições Novembro) e revisor textual da obra ‘Angola no Conselho de Segurança da ONU’, de Belarmino Van Dúnem. 
Desde 2017, é presidente do Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia, acumulando com a docência das disciplinas de português jurídico, Direito Romano e Latim Forense, Comunicação Pessoal e Empresarial e do Módulo I Atenção Psicopedagógica na sala de aula no Curso de Agregação Pedagógica e Capacitação de Docentes.
Autora das obras: 
- ‘As Festas do Espírito Santo no Conselho de Ponta Delgada’; 
- ‘Uma Expressão da Religiosidade Popular’ (2002); 
- ‘NÓS’ (2020); 
- ‘Os Desamores do Amor’ (2023); 
- ‘NOSSO PAÍS, MAS NÃO A NOSSA TERRA’ (2025); e 
- MARCADAS PELO PASSADO’.“ 



Do ÍNDICE: 

- Na mão esquerda de Eva, um anel de coconote 
- O descobrimento de um ramo de flores silvestres 
- Janeiro, o mês das sementeiras 
- Uma página envelhecida a virar-se sozinha 
- Maria. Como a mãe de todos 
- Para salvar o espírito da pátria 
- Os grilos e as cigarras testemunham o silêncio 
- Nos anéis do cabelo a resposta que não tem
- Numa noite escura como o breu 
- O coração num lugar onde ninguém chega 
- Amor Philia 
- A última herdeira de uma linhagem 


Preço: 37,50€;