terça-feira, 7 de outubro de 2025

Portugal - Descolonização & História - Revista ‘Jornal Ilustrado’, n. 876 - 12.12.1991 - (‘TIMOR, ONTEM E HOJE’) - Lisboa 1991 - MUITO RARO;








Portugal - Descolonização & História - 


Revista ‘Jornal Ilustrado’, n. 876 - De 12 de Dezembro de 1991.
‘TIMOR, ONTEM E HOJE’ 
Suplemento semanal de ‘O JORNAL’ 
Lisboa 1991 


Exemplar com 36 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Temas em destaque: 
- ‘TIMOR, ONTEM E HOJE’ 

- ‘OS ÚLTIMOS DIAS DOS PORTUGUESES EM TIMOR’, por Rogério Rodrigues e Afonso Praça 

- ‘QUANDO ÉRAMOS BONS AMIGOS’ 

Relações entre Portugal e a Indonésia 
- ‘A FIRMEZA DEPOIS DA AMBIGUIDADE’, por Fernando Vale 





Preço:  0,00€; (Indisponível) 

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Portugal - Angola & Literatura - ‘ACÁCIAS-RUBRAS’, de Diamantino Augusto Cunha - Lisboa 2007 - Muito Raro;




Portugal - Angola & Literatura - 


‘ACÁCIAS-RUBRAS’ 
De Diamantino Augusto Cunha 
Edição do Autor 
Lisboa 2007 


Livro com 240 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa:
O Autor: 
“DIAMANTINO AUGUSTO CUNHA D SILVA nasceu a 27 de Abril de 1942em Valpedre, Penafiel, e cresceu em Rio de Moinhos, no mesmo concelho, a partir dos 5 anos de idade, após a ida do pai para Angola, onde faleceria em 1951. 
Seguindo o exemplo do progenitor, partiu para aquela antiga colónia em 1979, sendo admitido no Banto Totta, onde trabalhou até 1976, e após 1976 nos bancos: Nacional e Popular de Angola.
Regressado a Portugal em 1987, foi integrado no Banco Fonsecas & Burnay, vivendo actualmente em Sacavem na situação de reformado do Banco BPI. 

‘ACÁCIAS-RUBRAS’ narra a história de Mário desde a sua aldeia em Amarante até Angola (Luanda, Huambo, Cela e Serpa Pinto), para onde haviam já partido 
“ 



Do ÍNDICE:

Capítulo I 
Ao 
Capítulo XII 

Glossário 


Preço: 37,50€; 

Portugal - Política & História - ‘MATA CÃES’, de Fernando Correia da Silva - Lisboa 1986 - MUITO RARO;




Portugal - Política & História - Uma importante é marcante obra deste controverso autor e escritor que passagem pelo Brasil no período do Estado Novo 


‘MATA CÃES’ 
De Fernando Correia da Silva 
Edições Salamandra 
Lisboa 1986 


Livro com 212 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“Que é isto ? Um poema ? 
Um conto pitoresco ? Um recordação onírica ? 
Um testemunho realista ? 
Uma reflexão sobre a história recente ? 
‘O livro há-de ser’ - como dizia o Bernardino - ‘do que vai escrito nele’. 
Só abrindo se poderá julgar 
o ‘MATA CÃES’, que não é decerto 
um tranquilizante.“ 


O Autor::
“FERNANDO CORREIA DA SILVA - Nasce em Lisboa, em 1931.

Anos 40, a guerra mundial, a vitória dos Aliados, a campanha do Norton de Matos, a militância no MUD Juvenil, a detenção no presídio de Caxias. A frequência de Ciências Económicas e Financeiras, rua do Quelhas. 

Formação literária? Talvez a turbulência de Camilo, a ladinice pícara de Aquilino, o realismo de Graciliano Ramos e Manuel da Fonseca. Também o sarcasmo de Alexandre O'Neill e a verrina surreal de Mário Henrique Leiria, um e outro seus amigos de aventuras várias. Revolução, também a do imaginário.

1950: ‘COLHEITA’, um livro de poemas.
1952: Uma novela infantil, ‘AS AVENTURAS DE PALHITA, O TOURO’. No mesmo ano, com Alexandre O'Neill, publica ‘A POMBA’, jornal clandestino de poesia militante.
1953: No exterior, com Agostinho Neto, Marcelino dos Santos e Vasco Cabral, declara-se pró independência das futuras pátrias africanas. Regressa a Portugal varando as malhas da polícia política. 
1954: Perseguido pela PIDE, abandona Económicas e salta para o Brasil.
1955: A descoberta de que há outras formas de falar e escrever, afinal a língua portuguesa saiu da estufa, já não é o galego do sul, adaptou-se à vastidão.
1956: Na ‘FOLHA DE S. PAULO’ concebe e dirige a ‘FOLHINHA’, o suplemento infantil editado ainda hoje. 
1960/64: Em São Paulo, coordenador editorial da CULTRIX e depois da DIFUSÃO EUROPÉIA DO LIVRO. Publica dois livros de sucesso, biografias, várias edições, ‘OS DESCOBRIDORES’ e ‘OS LIBERTADORES’. É um dos fundadores do jornal antifascista ‘PORTUGAL DEMOCRÁTICO’. Com Jorge de Sena, Casais Monteiro, Sidónio Muralha,  Fernando Lemos e escritores e artistas brasileiros tais como Maria Bonomi, Guilherme Figueiredo e Cecília Meireles, funda em S. Paulo a GIROFLÉ, editora infantil. Lança ‘O SINDICATO DOS BURROS’, contos infantis.
1964/65 : Em 64, a ditadura  militar no Brasil. Um emprego numa indústria em Fortaleza do Ceará. Por dois anos o Nordeste, a verificação in loco da ostentação e da miséria, vampirismo sem disfarces. Regressa a S. Paulo. Estuda as técnicas da racionalização industrial. 
1966: Uma novela fantástica, ‘A COR DOS HOMENS’: se uma peste transformasse em lilases todos os homens (pretos e brancos) o que seria do racismo? 

O regresso a Portugal: 1974, o 25 de Abril, a liberdade e a euforia, garanti-las para sempre... Trabalha, a tempo inteiro, no movimento das cooperativas de produção. Porém os mandarins a retomarem o poleiro... 

1978: Um livro de divulgação, historietas, ‘25 CONTOS DE ECONOMIA’. 
1986: Um romance: ‘MATA-CÃES’, o herói pícaro a desembarcar em pleno Abril de 74. 
1989: ‘LORD CANIBAL’, outro romance, novas aventuras do Mata-Cães. 
1996: Um dos autores e coordenador editorial do coleccionável do jornal ‘PÚBLICO’: 80 VIDAS QUE A MORTE NÃO APAGA, concisão.  
No mesmo ano lança ainda o romance ‘QUERENÇA’, o contador de histórias e estas a reinventarem a sua vida, despojamento. 
1997: Outro romance fantástico (a editar), ‘MARESIA’: se a espécie humana fosse sujeita a períodos anuais de cio, o que aconteceria às relações entre homens e mulheres?  
No mesmo ano rescreve e amplia a novela de 66, ‘A COR DOS HOMENS’ (também a editar). 
1998: Passa a coordenar VIDAS LUSÓFONAS, (http://www.vidaslusofonas.pt) 
site na Internet direccionado aos mundos lusófonos: o rigor histórico não está condenado à prosa de notário, é possível conviver com as figuras do passado, tudo está a acontecer, cada vida / cada conto, concisão. Até Junho de 2000, para este site escreveu as seguintes biografias: Cândido Rondon, Castro Alves, Cristóvão Colombo, Fernão de Magalhães, Fernão Mendes Pinto, Jesus Cristo, João Ramalho, Manuel Sepúlveda, Pedro Álvares Cabral, António de Oliveira Salazar, Simón Bolívar, Vasco da Gama, Zumbi dos Palmares.
2000: ‘LIANOR’, mais um romance: como fugir ou enfrentar o Mostrengo renascido, se o Labirinto que já coincide com toda a geografia do planeta?”


Obras publicadas do Autor: 
- Colheita (Ed. Autor, Lisboa, 1950 - poemas) 
- As Aventuras de Palhita, o Touro (Ed. Autor, Lisboa, 1952 - novela infantil)  
- Os Descobridores (Cultrix, São Paulo, 1960 - biografias) 
- Os Libertadores (Cultrix, São Paulo, 1961 - biografias) 
- O Sindicato dos Burros (Giroflé, São Paulo, 1963 - contos infantis) 
- A Cor dos Homens (Difel, São Paulo, 1966 - novela) 
- 25 Contos de Economia (O Malho, Lisboa, 1978 - divulgação de temas económicos) 
- Mata-Cães (Salamandra, Lisboa, 1986 - romance) 
- Lord Canibal (Edições O Jornal, Lisboa, 1989 - romance) 
- 80 Vidas Que a Morte Não Apaga (Público, 1996 - coleccionável  coordenado por FCS e autor de 15 das biografias) 
- Querença (Editorial Notícias, 1996 - romance) 
- Lianor (Orabem Editora, Alenquer, 2000 - romance) 



Do ÍNDICE: 

Abertura 
O Autor 

FIM DE SEMANA 
1. - Mata-Cães faz-se ao mar, Ternate à vista 
2. - Lá vem a Catrineta 
3. - As sete vidas do Mata-Cães 
4. - Adamastor e o ‘recuerdo’ d Juanita 
5. - Joel e os luxos tropicais 
6. - Matar o cão 
7. - As andorinhas e o menino-papagaio 
8. - Muonini Moli e Malaca, por entre o sono 

SEGUNDA 
9. - A guerra e os pombinhas no sótão 
10. - Um tremor de almaterra 
11. - Magalhães, Esfola-Gatos e Mata-Cães 
12. - O tecnocrata de esquerda 
13. - O Moura dos Fotolitos 
14. - Fraternidade foi ontem, faz trinta anos 
15. - Conversa de chicha na tasca do Zé das Iscas 
16. - A Pátria Pluricontinental 
17. - Por aqui acima tu sobes, por aqui abaixo tu desces 
18. - O sermão aos contraparentes mansos do lobo mau 
19. - O Toino voltou de França 
20. - O primeiro parto sem dor 

TERÇA 
21. - A tia Cândida vai morrer de fome voluntária 
22. - Muonini Moli outra vez dá à costa, no Restelo 
23. - Aquela filha de olhos fundos 
24. - Fogo e palha 
25. - O Esfola-Gatos na quimera de Ternate 
26. - Magalhães em busca da Passagem 
27. - O Pombo e o Rabino em busca do Verbo Santo 
28. - O patrão dentro do espelho 
29. - O comunismo, os pavões e as aves de rapina 
30. - Maria Maia e a invernada em S. Julião 
31. - O brinquedo nas mãos dos militares 
32. - Marianita e a Catrineta electrónica 
33. - É muita fruta para o Ti’Abílio 
34. - Voltar à terra 
35. - St. António e o irmão Zezinho em Sobre-os-Rios 
36. - Quem me puxa para fora dos meus pegões ? 
37. - A Passagem e a cisterna que por baixo havia 

QUARTA 
38. - O Guerra e a vingança dos pombos 
39. - A pomba-rola tropeça na sarça ardente 
40. - A passagem administrativa ao socialismo 
41. - Maldizer em out-put 
42. - A chuva e os cogumelos 
43. - Matamouros, o menino da Mata e o seu Cão Piloto 
44. - Jacinto de Castro Verde 
45. - Rumo ao socialismo, pois…

QUINTA 
46. - O poleiro tem muita força… 
47. - A terra a quem a trabalha, pois… 
48. - A carrocinha dos cães 
49. - Rinoceronte no redondel 
50. - Salvador Capitão 
51. - A morte antecipada do Tio Diogo 
52. - Deus nos valha 
53. - Os capadores de Chicago 
54. - Marés de mijo 
55. - O escravo Henrique coroado de flores 
56. - Esperança já fanada em palidez 
57. - A tropa saiu à rua 

SEXTA 
58. - Ondas sísmicas no território de Francisco Mata-Cães 


Preço: 27,50€; 

Portugal & História - ‘CONVENTO DE CRISTO - TOMAR’, de Paulo Pereira - Lisboa 2009 - RARO;




Portugal & História - Um importante e histórico monumento Património da Humanidade, assim classificado pela UNESCO e muito procurado por nacionais e estrangeiros dadas as suas características arquitectónicas e marcas nos acontecimentos das ordens militares e religiosas dos Templários e de Cristo, além das suas origens viradas para o estudo e arranque da saga marítima conduzida pelo Infante D. Henrique, o saque durante as invasões francesas e o domínio filipino aqui legitimado nas cortes nacionais 


‘CONVENTO DE CRISTO - TOMAR’ 
Guia 
De Paulo Pereira 
Edição MC (Ministério da Cultura) e IGESPAR 
(Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico)
Lisboa 2009 


Livro com 40 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. 
De muito difícil localização. 
RARO.



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

A ORDEM DO TEMPLO 
- Os Templários 
- O ‘Processo’ contra os Templários 
- A Ordem de Cristo 

O CASTELO DE TOMAR 
- Almedina (circuito amuralhado) 
- A Fortaleza Medieval 

A CHAROLA TEMPLÁRIA (Rotunda) 
- A Rotunda Românica (séculos XII - XIII) 
- Os Claustros Góticos (século XV) 
- A Rotunda no Tempo do Rei D. Manuel 

O ALTO-CORO MANUELINO 
- A Fachada Ocidental (1510 - 1513) 
- O Interior do Coro (1513 - 1515/1525?) 
- Porta Sul (1515) 

O CONVENTO DE CRISTO (1530-1620) 
- As Obras (1530 - 1551) 
- Claustro de Santa Bárbara 
- O Claustro Grande (empreitada de João Castilho) 
- Cruzeiro, Corredor do Dormitório e Capela 
- Refeitório e ‘Adega’ 
- Sala do Capítulo 
- O Claustro da Hospedaria 
- Os Claustros dos Corvos e da Micha 
- Salas de Noviciado 
- Claustro Grande ou de D. João III 
- Portaria Nova e Enfermaria Monástica 

Bibliografia 


Preço: 27,50€; 

Angola & Literatura - ‘FILHOS DA PÁTRIA’, de João Melo - Lisboa 2001 - Raro;




Angola & Literatura - Nesta obra do escritor e político angolano, são editados dez contos do quotidiano da vida dos seus cidadãos 


‘FILHOS DA PÁTRIA’ 
De João Melo 
Edição Caminho 
Lisboa 2001 


Livro com 174 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da badana:
“Até onde é capaz de ir a capacidade de humilhação do ser humano ? É com esta interrogação que João Melo inicia a sua mais recente viagem pelas estórias do quotidiano angolano. A cada virar da página somos surpreendidos com a sua forma clara e honesta de apresentar os diferentes personagens, homens e mulheres que a todo o momento se movem entre uma realidade extremamente dura e os sonhos sempre aliados face à severidade do dia-a-dia, num movimento que se torna muitas vezes demasiado alucinante, demasiado presente. 
Utilizando, como ele mesmo diz, uma “prosa rápida e rasteira”, o autor prende-nos pela acção ritmada que contém em si mesma muito da alma africana, pela ironia simples (embora não simplista…) e todavia plenamente ligada a uma reflexão profunda e cuidada das questões que são o ponto central de cada um dos dez contos, onde a palavra e a imagem se entrelaçam de forma admirável numa dança que abre diferentes caminhos (conforme a sensibilidade e a opinião do leitor), sem que nela se intrometa qualquer tipo de decadência, mesmo quando está parece evidente.“ 


O Autor: 
“JOÃO MELO é jornalista, escritor, publicitário e professor. Nasceu em Luanda em 1955. 
Estudou Direito em Coimbra e em Luanda. Licenciou-se em Comunicação Social e fez o mestrado em Comunicação e Cultura no Rio de Janeiro. 
Dirigiu vários meios de comunicação angolanos, estatais e privados.
Foi Secretário-geral da União dos Escritores Angolanos (UEA).
Actualmente, além de presidente da Comissão Directiva da UEA, dirige uma agência de comunicação privada e é deputado à Assembleia Nacional. 
Obras publicadas: 
- ‘Definição’ (1985); 
- ‘Fabukema’ (1986); 
- ‘Poemas Angolanos’ (1989); 
- ‘Tanto Amor’ (1989); 
- Canção do Nosso Tempo’ (1991); 
- ‘O Caçador de Nuvens’ (1993); 
- ‘Limites e Redundâncias’ (1997); 
- ‘Jornalismo e Política’ (1991); 
- ‘Imitação de Sartre e Simone de Beauvoir’ (1999); e 
- ‘Filhos da Pátria’ (2001).“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

- O elevador 
- Tio, mi dá só cem 
- Natasha 
- O efeito estufa 
- O homem que nasceu para sofrer 
- Ngola Kiluanje 
- Shakespeare ataca de novo 
- O cortejo 
- O feto 
- Abel e Caim 

Glossário 


Preço: 25,00€; 

terça-feira, 30 de setembro de 2025

Portugal & Ultramar - ‘OS MILITARES PORTUGUESES E A DESCOLONIZAÇÃO EM CABO VERDE’, de Sandra Cunha Pires - Lisboa 2022 - Raro;










Portugal & Ultramar - Nesta obra, a autora analisa e revela de forma inédita, como se processou a descolonização e a independência de Cabo Verde - a 5 de Julho de 1975 - e de que forma os militares do MFA (Movimento das Forças Armadas) controlaram e garantiram o processo e a transferência do poder para o PAIGC, sem que houvesse eleições a que todas as formações políticas locais pudessem concorrer e os cabo-verdianos se pronunciassem 


‘OS MILITARES PORTUGUESES E A DESCOLONIZAÇÃO EM CABO VERDE’ 
De Sandra Cunha Pires 
Edições Colibri 
Lisboa 2022 


Livro com 466 páginas, ilustrado (com a reprodução de documentos) e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“Como a autora demonstra, o MFA assume um papel nuclear, não só porque desencadeara a própria revolução, mas principalmente porque q ação dos seus membros no terreno procurou assegurar uma transição pacífica, quer através do controlo da atuação do corpo expedicionário, quer da gestão das expectativas da sua população que irrompem em desencontradas direcções, libertas já dos diques da censura colonial. 
Ao interligar a história das FAP e a atuação do grupo político MFA a autora procurou, por outro lado, ir mais fundo na compreensão de várias dimensões do ‘fenómeno’MFA, tal como vivido localmente por um conjunto de decisores com responsabilidades político-militares, sujeitos a múltiplos condicionalismos - tratando um tema até aqui completamente inédito. E que ela objetiva, indo à procura dos entrosamentos entre o papel destes militares e a multiplicidade de formas de ação dos diversos protagonistas cabo-verdianos da luta pela independência, de como procuraram interagir com eles e com a população, estabelecendo, mesmo pontualmente, alianças informais para assegurar o objectivo da descolonização.


Da badana: 
“O objetivo deste livro é o de estudar a intervenção dos militares portugueses no decurso da descolonização e transição para a independência em Cabo Verde, entre 25 de Abril de 1974 e 5 de Julho de 1975. Analisa-se a ação militar e política das forças armadas locais, nas relações estabelecidas tanto com a população como com as correntes nacionalistas, de modo a apurar em que medida contribuíram para a fase final da descolonização. Foi possível concluir que as forças armadas (FAP e MFA) participaram ativamente na vida do arquipélago, e que a conjugação da função militar com a forma como foram assumindo decisões políticas asseguraram a transição pacífica à independência, num ambiente com frequência explosivo.


A Autora: 
“SANDRA CUNHA PIRES
Doutorada em História pelo Programa Interuniversitário de Doutoramento em História (ICS e Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, a Universidade Católica de Portuguesa e a Universidade de Évora), Mestre em História Defesa e Relações Internacionais (ISCTE-IUL e Academia Militar de Lisboa), Licenciada em História Moderna e Contemporânea (ISCTE-IUL). 
Funcionária do Arquivo Municipal de Lisboa integra a equipa editorial da revista científica ‘Cadernos do Arquivo Municipal’.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatórias 
Glossário de siglas 

PREFÁCIO, de Ana Mouta Faria 

Agradecimentos 
NOTA PRÉVIA 

INTRODUÇÃO 

Capítulo 1 - A COLONIZAÇÃO EM CABO VERDE 
1.1 - Características geográficas e demográficas do território 
1.2 - Especificidades do colonialismo português no arquipélago 
1.3 - O discurso de ‘excepcionalidade’: os cabo-verdianos são ‘mais portugueses do que africanos’ ? 

Capítulo 2 - NACIONALISMO E RESISTÊNCIA EM CABO VERDE 
2.1 - Resistência e mobilização política da população no período colonial 
2.2 - Formações políticas clandestinas 
2.3 - Organizações internacionais: as colónias portuguesas deixaram de estar sós ! 
2.4 - Deportados, presos políticos e julgamentos de cabo-verdianos como impulso à consciência nacionalista 
2.5 - Das companhias de milícias ao recrutamento ‘forçado’ de ‘indígenas’ para as tropas portuguesas 

Capítulo 3 - DISPOSITIVO MILITAR E FORÇAS REPRESSIVAS EM CABO VERDE 
3.1 - Organização e missão das Forças Armadas Portuguesas antes do 25 de Abril 
3.2 - Origem da PIDE em Cabo Verde 
3.3 - Outras forças policiais e para-militares: Polícia de Segurança Pública e Legião Portuguesa 
3.3.1 - Polícia de Segurança Pública em Cabo Verde 
3.3.2 - Legião Portuguesa em Cabo Verde 
3.4 - “Vá com força. Tenha fé. O nosso carro ainda não anda, mas um dia vai andar!”: as FAP em Cabo Verde e o despertar da consciência anti-colonial 

Capítulo 4 - O CAMINHO PARA A INDEPENDÊNCIA 
4.1 - (Re)estruturação das Forças Armadas Portuguesas e organização do MFA no território, entre 25 de Abril e 31 de Dezembro de 1974 
4.1.1 - Organização e missão do Movimento das Forças Armadas em Cabo Verde: “Um dever Histórico a cumprir (…) doa a quem doer” 
4.1.2 - Reestruturação das FAP em Cabo Verde: “As Forças Armadas actuarão!” 
4.2 - Desmantelamento das estruturas repressivas coloniais 
4.2.1 - A libertação dos presos políticos do Tarrafal 
4.2.2 - A extinção da PIDE/DGS 
4.3 - Controlo das forças policiais e militares 
4.3.1 - Polícia de Segurança Pública 
4.3.2 - FAP: tropas (expedicionárias e de recrutamento local) desajustadas do ‘espírito do MFA’ 
4.4 - Os militares portugueses e as novas e velhas organizações partidárias: submissão ‘aos desígnios da revolução’ 
4.4.1 - União Democrática de Cabo Verde (UDC) 
4.4.2 - União dos Povos das Ilhas de Cabo Verde: da independência ‘total’ à solução federalista 
4.4.3 - PAIGC - Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde e suas organizações políticas 
4.4.3.1 - Grupo de Acção Democrática de Cabo Verde 
4.4.3.2 - Frente Ampla Nacional Anticolonial 
4.4.3.3 - Milícias populares e comités de vigilância como garantes da ‘ordem revolucionária’ 
4.4.3.4 - Sob os olhos dos militares: mobilização popular e PAIGC 
4.5 - “Que fortes e misteriosas forças se opõem à descolonização do Arquipélago” ? 
4.5.1 - As negociações: “E… vae victis” 
4.5.2 - Os EUA contra a independência de Cabo Verde ‘sob a égide do PAIGC’ 
4.5.3 - A definição do estatuto específico de Cabo Verde: dificuldades e tensões 
4.6 - Finalmente, o acordo de Lisboa 

Capítulo 5 - O PERÍODO DE TRANSIÇÃO: “A VOSSA TERRA SERÁ PARA O VOSSO POVO” 
5.1 - Criação, composição e competências do Governo de Transição 
5.2 - Reestruturação e nova missão do MFA/FAP 
5.3 - O papel da ONU no processo de transição cabo-verdiano 
5.4 - Desmobilização e repatriamento das forças militares e militarizadas 
5.5 - As novas Forças Armadas e militarizadas cabo-Verdianas 
5.6 - Transferência do poder 
CONCLUSÕES 

Fontes 
Bibliografia 
ANEXOS 


Preço: 67,50€; 

Portugal & Colonialismo - ‘TIMOR ESSE DESCONHECIDO’, de Filipe Themudo Barata - Lisboa 1973 - MUITO RARO;






Portugal & Colonialismo - Uma descrição pormenorizada do território de Timor pelo autor, governador do território entre 1959 e 1963, à época uma colónia portuguesa no Extremo Oriente 


‘TIMOR ESSE DESCONHECIDO’ 
De Filipe José Freire Themudo Barata 
Edição do Instituto Superior de Ciências e Política Ultramarina 
Lisboa 1973 


Livro com 24 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Preço:   0,00€; (Indisponível) 

Portugal - África & História - Semanário ‘AZ’, n. 1 - 11.09.1984 - (Destaque - ‘GUERRA CIVIL EM MOÇAMBIQUE’) - Lisboa 1984 - MUITO RARO;





















Portugal - África & História - Uma grande reportagem sobre a guerra civil em Moçambique quando a oposição armada da RENAMO e o governo da FRELIMO se sentaram à mesa em Pretória para chegarem à Paz no país que vinha vivendo o conflito desde 1976


Semanário ‘AZ’, n. 1 - De 11 de Setembro de 1984. 
Destaque - ‘GUERRA CIVIL EM MOÇAMBIQUE’ e ‘LOBISOMEM EM SANTARÉM ?’ 
Director: Mário de Oliveira 
Lisboa 1984 


Exemplar com 52 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Temas em destaque: 
GUERRA CIVIL EM MOÇAMBIQUE 
- ‘FRELIMO E RENAMO À PROCURA DA PAZ’, por Sobral de Oliveira 
‘Delegações da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) e da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), que há anos combatem pelo controlo político da antiga colónia portuguesa, reuniram-se recentemente na capital sul-africana, num encontro que os observadores políticos consideram histórico e surpreendente.’ 
‘Início das conversações em Pretória’ 

Evo Fernandes 
- “TER UM HINO E UMA BANDEIRA NÃO É SINÓNIMO DE LIBERDADE.” 

Exortação Pastoral dos Bispos de Moçambique 
- “ESTÁ GUERRA É UM MAL QUE URGE ULTRAPASSAR” 
Afirmam em recente exortação pastoral às comunidades cristãs, os bispos de Moçambique, a qual traduz, na sua essência, um autêntico apelo à paz na antiga colónia portuguesa do Índico.’ 
‘A urgência da Paz’ 
‘O sofrimento aumenta’ 
‘Esta guerra não serve o nosso povo’ 
‘Violências e crimes’ 
‘O Acordo de N’komati’ 
‘Outros passos se impõe’ 
‘O combate à fome’ 
‘O combate à violação da justiça’
‘Medidas desumanas e degradantes’ 
‘Administração da Justiça’  
‘A violência armada’ 
‘Esta guerra é uma guerra intolerável’ 
‘Um apelo à reconciliação nacional’ 
‘As populações afectadas pela guerra’ 
‘A Paz empenha a todos’ 

Os portugueses ainda acreditam em Lendas 
- ‘LOBISOMEM EM SANTARÉM ?’, por Judith Jorge 

Rui Machete em entrevista 
- “AO GENERAL EANES FALTA CARISMA, LUCIDEZ E DETERMINAÇÃO’ 
Entrevista de João Ladeiras 

Derrota humilhante do Partido Liberal 
- ‘CONSERVADORES VENCEM ELEIÇÕES NO CANADÁ’ 

Opinião 
- ‘RELANÇAR O GOVERNO - debelar a crise’, por António Capucho 

- ‘O PAÍS E O SISTEM ECOLÓGICO CORRE PERIGO’ 
Por Adulcino Silva 

Astronomia 
- ‘REFLECTINDO SOBRE O MACROSOSMOS…’ (1), pelo tenente-coronel Teles Grilo 

O sentir do Seleccionador Nacional de Futebol José Torres aos 46 anos 
- “SOU UM HOMEM FELIZ E PLENAMENTE REALIZADO” 

A FECHAR…
- Álvaro Cunhal: ‘RESSURREIÇÃO DOS MONOPÓLIOS FASCISTAS’ 
- Lucas Pires: ‘O GOVERNO DESTRUIU A ECONOMIA’ 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Angola & Guerra Civil - ‘JONAS SAVIMBI - Combats pour l’Afrique et la démocratie’, avec Atsuté Kokouvi Agbobli - Paris 1997 - MUITO RARO;






Angola & Guerra Civil - Uma importante é histórica obra do género entrevista, em que Jonas Savimbi, líder e fundador da UNITA, responde a inúmeras perguntas relacionadas com o drama que o país atravessou após a descolonização mal conduzida por Portugal e a guerra civil que se seguiu com as invasões dos exércitos do Zaire, Cuba e África do Sul em socorro dos movimentos nacionalistas angolanos 


‘JONAS SAVIMBI - Combats pour l’Afrique et la démocratie’ 
Entretiens avec Atsuté Kokouvi Agbobli 
Edition FAVRE 
Paris 1997 


Livro com 272 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“ ‘JONAS SAVIMBI - Combats pour l’Afrique et la démocratie’ 

JOMAS Savimbi, fondateur et président de ‘Union nationale pour l’indépendance totale de L’ANGOLA (UNITA), c’est l’Homme du refus. Refus du colonialisme portugais d’abord. Refus, ensuite, de la domination étrangère sous toutes ses formes. 
C’est aussi l’homme du courage et de la volonté. Depuis plus de trente ans, ni la coalition de ses ennemis, ni l’abandon de certains de ses plus proches amis, ne l’ont fait dévier d’un objectif qu’il sait devoir atteindre un jour: l’indépendance ‘totale’ de son pays. 
Jonas Savimbi, enfin, c’est l’un des derniers ‘monstres sacrés’ de la scène politique mondiale. C’est l’homme d’État que son charisme désigne à la vindicte des nouveaux colonisateurs, jusqu’à en faire l’homme à abattre. 
À ses pairs africains, aux Américains, aux Français, aux Russes, aux Portugais, Jonas Savimbi dit leurs quatre vérités; pour la première fois, sur le racisme, le pétrole, la guerre et la paix, il s’exprime longuement. Dans le style qui est le sien: clair et direct. 
À l’heure où l’Afrique centrale explose, tandis que de nouvelles et fabuleuses découvertes pérrolières au large de l’Angola viennent aviver les tensions, il faut entendre et méditer le témoignage d’un grand Africain de notre temps.“ 



“JONAS MALHEIRO SAVIMBI, né le 3 août 1934 à Munhango (Angola portugais) et tué au combat le 22 février 2002 à Lucusse (Angola), est un chef nationaliste angolais. Il est né dans la province de Moxico et issu de l’ethnie ovimbundu. Jonas Savimbi était un sociologue, homme politique et guérillero angolais, dirigeant de l'Union nationale pour l'indépendance totale de l'Angola (UNITA) pendant plus de trente ans. Durant la lutte pour l'indépendance et la guerre civile, elle a bénéficié, à différentes étapes, du soutien des gouvernements des États-Unis d'Amérique, de la république populaire de Chine, du régime de l'apartheid de l'Afrique du Sud, de plusieurs dirigeants africains et mercenaires étrangers. Savimbi a passé une grande partie de sa vie à lutter d'abord contre l'occupation coloniale portugaise et, après l'indépendance de l'Angola, contre le gouvernement marxiste angolais. Il est surnommé ‘Galo Negro’ (Coq noir) et ‘Jaguar Negro dos Jagas’ (Jaguar noir des Jagas).”



Do ÍNDICE: 

INTRODUCTION: 
Jonas M. Savimbi, l’UNITA 
L’Afrique et l’histoire 

I. - LE LEGS DE L’HISTOIRE 
- L’indépendance confisquée 
- Solidarités africaines 
- Le jeu des puissances 

II. - LES MANOEUVRES DE LA GUERRE ET DE LA PAIX 
- La longue marche de l’UNITA 
- Les combattants de la liberté 
- La victoire usurpée 

III. - LA DĒMOCRATIE, CONDITION DU DÉVELOPPEMENT ÉCONOMIQUE 
- Un État dans la guerre 
- Pluralisme contre Partie unique 
- Le Président, responsable Suprême 

IV. - UN MONDE IMPITOYABLE 
- Dépasser l’indépendance formelle 
- Dans le cours des grands 
- La panafricanisme nécessaire 


Preço: 72,50€; 

Portugal - São Tomé e Príncipe & Literatura - ‘A NAU DE QUIXIBÁ’, de Alexandre Pinheiro Torres - Lisboa 1989 - Raro;

 




Portugal - São Tomé e Príncipe & Literatura - Uma obra cujo cenário é este arquipélago africano 


‘A NAU DE QUIXIBÁ’ 
De Alexandre Pinheiro Torres 
Edição Caminho 
Lisboa 1989 


Livro com 248 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


O Autor: 
“ALEXANDRE PINHEIRO TORRES nasceu a 27 de dezembro de 1921, em Amarante. 
Na Universidade do Porto tirou o bacharelato em Físico-Química e, mais tarde, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas. 
Foi professor do ensino secundário e fundador da revista A Serpente e, enquanto residia em Coimbra, empenhou-se na publicação do Novo Cancioneiro, de que faziam parte os mais destacados poetas da altura. Foi romancista, poeta e ensaísta, tendo vasta obra publicada nas diversas áreas, e colaborou, como crítico literário, em diversas publicações, como as revistas Seara Nova e Gazeta Musical e de Todas as Artes ou do Jornal de Letras, Artes e Ideias e Diário de Lisboa. 
Da convivência com esses poetas, com o movimento dos neorrealistas e na sequência de ter feito parte do júri da Sociedade Portuguesa de Escritores, que atribuiu ao livro ‘Luuanda’, de José Luandino Vieira, o Grande Prémio de Ficção, foi, em 1965, proibido pelo Estado Novo de exercer a docência. 
Exilou-se, então, primeiro no Brasil e, depois, em Cardiff, no País de Gales, onde foi professor na respetiva universidade e onde criou a disciplina de Literatura Africana de Expressão Portuguesa. 
Em 1976 criou o Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros. 
Recebeu em 1979 o Prémio de Ensaio Jorge de Sena atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores, em 1983 o Prémio de Ensaio Ruy Belo e o Prémio de Poesia pela APE. 
É cidadão honorário de São Tomé e Príncipe e membro da Academia Maranhense de Letras de São Luís do Maranhão, Brasil. 
Parte importante do seu vasto espólio foi doado à Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim. Alexandre Pinheiro Torres faleceu em Cardiff a 3 de agosto de 1999.“



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO à primeira edição 
Dedicatória 

Capítulo I 
Ao 
Capítulo XX 

POSFÁCIO 
Do verdadeiro e do possível em ‘A NAU DE QUIXIBÁ’ 


Preço: 25,00€;