domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Angola - UNITA & História - Panfleto ‘ANGOLA - S.O.S. JAMBA’ - Lisboa 1990 - MUITO RARO;






Angola - UNITA & História - Cartazes e folhetos semelhantes foram afixados em Lisboa, na zona central entre o Rossio e o Marquês de Pombal, no dia 27 de Janeiro de 1990, coincidindo com a visita do líder da UNITA, Jonas Savimbi, a Lisboa, onde foi recebido pelo então Presidente da República, Dr. Mário Soares e o primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva 


Panfleto ‘ANGOLA - S.O.S. JAMBA’ 
CAMPANHA EM PROL DOS DIREITOS HUMANOS 
Edição e distribuição do FDA (Fórum Democrático de Angola) 
Lisboa 1990 


Exemplar em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 


A iniciativa, edição e distribui deste panfleto - hoje um documento histórico - terá sido da responsabilidade do FDA (Fórum Democrático de Angola), um agrupamento de dissidentes da UNITA, constituído maioritariamente por jovens da organização residentes e estudantes em Lisboa, com o objectivo de denunciar o desaparecimento e morte de inúmeros outros quadros e dirigentes do movimento guerrilheiro. 
Mais tarde, o movimento dissidente do FDA estendeu-se a Luanda e Angola, e juntou esforços à TRD (Tendência Renovadora Democrática). 


Preço: 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Angola - História & UNITA - Suplemento EXTRA da revista ‘NOTÍCIA’, n. 369 - 31.12.1966 (‘NATAL SANGRENTO NO LESTE DE ANGOLA’) - Luanda 1966 - MUITO RARO;















Angola - História & UNITA - 


Suplemento EXTRA da revista ‘NOTÍCIA’, n. 369 - De 31 de Dezembro de 1966.
‘NATAL SANGRENTO NO LESTE DE ANGOLA’ 

Luanda 1966 


Suplemento de 8 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.



O SUPLEMENTO - EXTRA - Revista ‘NOTÍCIA’ n. 369 - 31.12.1966: 
‘NATAL SANGRENTO NO LESTE DE ANGOLA’, do enviado especial Joaquim Cabral 
- ‘QUE NEM UMA ROCHA !’ 
‘Prova e baptismo de fogo da nova organização da “Defesa Civil”: O êxito militar foi possível porque a população não se meteu onde não era chamada.’ 
- ‘A “TORRE E ESPADA” para Teixeira de Sousa’ 
- ‘SERENIDADE E FIRMEZA’ 
Bem Servir 
Armas (abandonadas pelos guerrilheiros) 
Corpos (dos atacantes em grande número) 
Alívio (da população civil, europeus e africanos) 
- ‘A DOR DE UM CÃO QUE PERDEU O DONO’ 
- ‘MOBUTU, OS BARRETES E OS C. F. DE BENGUELA’   


Preço: 

Angola - Literatura & História - ‘AMOR E GUERRA’, de José Carlos Moutinho - Lisboa 2021;






Angola - Literatura & História - A guerra que decorreu nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental, entre 1961 e 1974, é o cenário onde decorre esta obra de José Carlos Moutinho, que ali viveu à época e registou as emoções e o ambiente que tão realista descreve 


‘AMOR E GUERRA’ 
De José Carlos Moutinho 
Prefácio de Onofre dos Santos 
Posfácio de Luísa Ramos 
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2021 


Livro com 176 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“ Será que o amor, o incansável amor, vence sempre todas as barreiras?

A Angola colonial, a par das desigualdades e conflitos subterrâneos, era também um paraíso. Quem chegava era apanhado por um estranho feitiço para o resto da vida. O rumor longínquo da guerrilha assombrava essa aparente harmonia. A guerrilha funciona – é da sua natureza! – pela surpresa. As gigantescas matas cerradas não permitiam a penetração das tropas chegadas de Portugal e eram perfeitas para a ocultação dos guerrilheiros. Nas cidades, porém, iludia-se a guerra: vivia-se freneticamente o dia-a-dia. Praias, vida nocturna, bares e restaurantes conferiam às cidades, em particular a Luanda, um cosmopolitismo sedutor. Luanda tinha feitiço. A guerra, granadas e minas, era lá longe. A música das G3 e das AK não chegava aos ouvidos da cidade. ‘AMOR E GUERRA’ segue um personagem mobilizado para Angola.

Encontrará fatalidades, incertezas e paixões. Eis uma história de vida num paraíso cheio de inóspitas armadilhas. Será que o amor, o incansável amor, vence sempre todas as barreiras?“ 


Da badana: 
“- É muito aborrecido isso, não é, Rafael ? Ter a vida suspensa, depois de anos a estudar, por causa do serviço militar ? - questionou Matilde, visivelmente consternada.
- É uma grande verdade, mas temos de lutar pela Pátria, se bem que esta é uma guerra muito atípica. Afinal, aqui também é Portugal, ou pelo menos pensa-se que assim é. Parece que a guerra que travamos é fratricida, pois se aqui é Portugal, os de cá são portugueses… Mas isso agora não interessa. Posso tratar-te por tu ? E já agora, onde trabalhas, Matilde ? 
- Sim, claro. Realmente, falar de guerra é deprimente. Felizmente que Luanda parece ignorar o que se passa no interior. Aliás, aqui não chega qualquer informação relativa ao que acontece nas zonas de conflito. Estou a trabalhar na Casa de Saúde do Carmo. Ainda sou praticamente estagiária, acabei o meu curso este ano, mas já tinha estado cerca de três meses numa Clínica em Sacavèm. 
- Vamos dançar - disse ousadamente Rafael -, sinto anseio de te ter nos meus braços , Matilde. Mas com todo o respeito - acrescentou.“


O Autor:
“JOSÉ CARLOS MOUTINHO nasceu em Junho de 1944 na freguesia do Sobralinho, em Vila Franca de Xira. 
Ainda jovem, saiu de Portugal para ir viver para Angola, de onde se mudaria mais tarde para o Brasil, retornando a Portugal anos depois. 
Com 15 anos, em Angola, deu os seus primeiros passos na poesia. Contudo, foi na área farmacêutica que faz carreira em Angola e no Brasil, iniciando-se na Informação Médica aos 22 anos e tendo exercido funções até 1980. 
Em Portugal, foi empresário da indústria hoteleira na cidade da Maia, onde ainda hoje reside. 
Até ao momento, participou em mais de 45 colectâneas e conta já com 13 livros editados, entre eles, o seu último romance, ‘A Força de Amar’, e o seu mais recente livro de poesia, ‘Mar de Saudade’. 
Participou com 3 trabalhos no Prémio ‘Professor Mário Clímaco’ de 2017, organizado anualmente pela Academia de Letras, Ciência e Artes de Ponte Nova – ALEPON, tendo sido todos premiados: 2.º lugar para o poema ‘Lonjura do tempo’, Menção honrosa para o poema ‘Sabiá da minha saudade’ e 3.º lugar para a crónica ‘Caçador Profissional’. 
Este romance, ‘AMOR E GUERRA’, é o seu 14.º livro.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 
PREFÁCIO, por Onofre dos Santos 

AMOR E GUERRA 
INTRODUÇÃO 
Capítulo I 
Ao 
Capítulo XXXIII 
EPÍLOGO 

NOTAS DO AUTOR 
POSFÁCIO, por Luísa Ramos 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘CONSCIÊNCIA DA LUSO / TROPICALIDADE’, de António Ferronha - Luanda 1969 - MUITO RARO;




Portugal & Ultramar - O autor atribui a consciência da Luso-Tropicalidade aos princípios humanistas de Portugal, à visão da África pré-portuguesa, constituição, futuro e responsabilidade na colonização 


‘CONSCIÊNCIA DA LUSO / TROPICALIDADE’ 
Ideário de Portugalidade 
De António Ferronha 
Edição do Autor 
Luanda 1969 


Livro com 280 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

I - Parte - OS PRINCÍPIOS HUMANISTAS 
I. - Capítulo - As Civilizações Históricas 
II. - Capítulo - A Civilização Universal 
III. - Capítulo - A Finalidade Superior da Conduta Humana 
IV. - Capítulo - As Minhas Relações com os Outros Homens 
V. - Capítulo - O Respeito da Lei 
VI. - Capítulo - O Cristianismo é a Base Religiosa e Moral de Nossa Sociedade Luso-Tropical 
VII. - Capítulo - O Estado, Espelho da Estrutura e dos Interesses da Nação 

II - Parte - VISÃO DA ÁFRICA PRÉ-PORTUGUESA 
I. - Capítulo - O Aparecimento do Homem Sobre a Terra 
II. - Capítulo - A Evolução Cultural das Primeiras Idades 
III. - Capítulo - A Distribuição do Homem à Superfície da Terra 
IV. - Capítulo - Causas da Diferenciação Cultural dos Povos 
V. - Capítulo - O Caso Típico da África Austral 
VI. - Capítulo - Os Povos Atrasados da África Austral Começam a Sair das Trevas 

III - Parte - CONSTITUIÇÃO DA LUSO-TROPICALIDADE 
I. - Capítulo - Uma Nação em Potência 
II. - Capítulo - Factores Próximos da Fundação de Portugal 
III. - Capítulo - Organização Social dos Primeiros Tempos 
IV. - Capítulo - A Organização Política e Administrativa da Nação nos Primeiros Tempos 
V. - Capítulo - Portugal Realiza-se na Expansão Ultramarina 
VI. - Capítulo - Os Descobrimentos, Obra de Interesse para Toda a Humanidade 
VII. - Capítulo - Integração dos Povos na Cultura Ocidental e no Humanismo Português 
VIII. - Capítulo - Um Exemplo de Portugalidade: Formação e Desenvolvimento da Sociedade Multirracial do Brasil 
IX. - Capítulo - Perplexidades na Vocação de Portugal no Século XVIII 
X. - Capítulo - Os Maus Caminhos do Século XIX 

IV - Parte - FUTURO E RESPONSABILIDADE DA LUSO-TROPICALIDADE 
I. - Capítulo - Para uma Melhor Rentabilidade de Nossa Terra 
II. Capítulo - Uma Nova Orientação Escolar 
III. - Capítulo - A Consciência das Relações Humanas 
IV. - Capítulo - A Nossa Forma de Estado 


Preço: 52,50€; 

Angola & literatura - ‘O CÁGADO NAS FÁBULAS AFRICANAS’, de Francisco Kapitiya - Benguela 2007 - MUITO RARO;






Angola & literatura - Recolha de fábulas africanas em torno dos animais selvagens 


‘O CÁGADO NAS FÁBULAS AFRICANAS’ 
De Francisco Kapitiya 
Capa de Bernardo Carlos Fundulo 
Edição do Secretariado Diocesano de Pastoral 
Benguela 2007 


Livro com 72 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


SINOPSE: 
“ ‘O CÁGADO NAS FÁBULAS AFRICANAS’ é uma recolha do Padre Francisco Kapitiya, sacerdote de Benguela, Angola. É uma recolha de fábulas de diversos autores selecionados pensando na “educação” das crianças, juventude e da população no geral e dar resposta as necessidade de desenvolver a inteligência através das mensagens que as fábulas trás. As fábulas e os contos exprimem a sabedoria dos povos através de animais, pessoas e coisas e constituem uma herança imprescindível na história humana. São instrumentos de educação cujas lições envolvem todos os âmbitos do homem (a moral, a honra, a economia, o poder, o respeito, a tradição, a cultura,etc). Há tradições que conservam essa sabedoria através dos textos escritos, como há também aquelas que ainda transmitem-na de geração em geração por via oral. Em África os mais velhos que asseguram essa tradição representam um número ínfimo, podendo mesmo afirmar que há uma lacuna entre gerações anteriores e actuais.”


O Autor:
“FRANCISCO KAPITIYA é sacerdote diocesano de Benguela, Angola. 
É autor de: ‘Método de Estudo’, ‘Óscar Braga sonho realizado’, ‘ABC de Metodologia Científica’ e ‘Anedotas para todos’. 
Em Angola, os mais velhos que asseguram a tradição oral são poucos, podendo mesmo afirmar que há uma lacuna entre gerações anteriores e actuais. 
Por isso, os centros de intelectualidade, o Ministério da Cultura, os investigadores, os antropólogos, os sociólogos etc, devem unir esforços para que a educação, através de fábulas e contos, se mantenha viva no seio do povo. 
As cenas narradas em fábulas ou contos são agradáveis ao ouvido e as suas lições são percebidas e assimiladas sem outros recursos de compreensão. 
Este trabalho, ainda que insignificante, representa um pequeno esforço do Autor para mostrar ao leitor o modo como o cágado, a quem nas fábulas se atribui a inteligência, sendo um animal pequeno, simples, sem força, sem agilidade, sem defesa notória, inofensivo, raro, que aparece apenas para decisões, vence até elefantes. 
A inteligência é uma poderosa arma ao dispor do homem. Não deve ser trocada, não deve ser esquecida; pelo contrário deve ser desenvolvida através de estudos, de reflexões, de narrações de fábulas, declamações de poemas, discussões académicas, trabalho, etc.“ 
Apoio: Pe. Eduardo Alexandre - Vigário Geral da Diocese de Benguela 


Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
1. - A maratona na floresta 
2. - O Cágado, a Quizumba e a Zebra 
3. - O Cágado e os outros animais 
4. - O Cágado e o Jacaré 
5. - O Chihungu o Cágado 
6. - A Tartaruga dá uma lição bem dada 
7. - O Fígado da Lebre 
8. - O Homem e o Cágado 
9. - A esperteza da Tartaruga 
10. - O Coelho e a Hiena 
11. - O Cágado e a Rapariga que não queria casar 
12. - O Coelho e os outros animais 
13. - A Lebre e a Tartaruga 
14. - O Peru selvagem e outras aves 
15. - O Caçador, o Leão e o Cágado 
16. - A Tartaruga e o Hipopótamo 
17. - A Pacaça, a Raposa, o Papagaio e a Tartaruga 
18. - O Cágado e a Palanca 


Preço: 37,50€; 

Portugal & Estado Novo - ‘NO TARRAFAL, PRISIONEIRO’, de Joaquim Ribeiro - Porto 1976 - Raro;




Portugal & Estado Novo - Memórias do autor que esteve encarcerado no Tarrafal entre Setembro de 1936 e Setembro de 1962, tendo a designação passado de Campo de Concentração do Tarrafal para Colónia Penal de Cabo Verde 


‘NO TARRAFAL, PRISIONEIRO’ 
De Joaquim Ribeiro 
Edição A Opinião 
Porto 1976 


Livro com 136 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


“Uma das convicções dos antifascistas que estiveram detidos no Tarrafal, era a esperança de que um dia alcançariam a liberdade, quer fosse por vias legais, quer por vias ilegais. Aliás, a esperança, o sonho e a ansiedade pela liberdade faziam parte do quotidiano de todos aqueles que devido a delitos políticos ou comuns se encontravam encarcerados. Cada navio que aportava ao Tarrafal, cada carta que chegava ou cada preso que dava entrada ou saía do Tarrafal era motivo de ansiedade e de sonho para os restantes. Como se referiu, foi com o despertar da Segunda Guerra Mundial e com as suas consequências que Salazar se sentiu obrigado a ir diminuindo de um modo geral a repressão, em particular no Campo de Concentração do Tarrafal. À medida que os exércitos fascistas, alemães e italianos, iam sendo derrubados pelos aliados nas diversas frentes de batalha, a atitude de Salazar e como consequência, os comportamentos dos diretores, dos carcereiros e dos guardas do Campo, diminuíram de agressividade. Foi nessa conjuntura que começaram a surgir os primeiros rumores de que os reclusos do Tarrafal iriam ser postos em liberdade, acreditando-se seriamente que o Tarrafal iria ser encerrado. De facto, nessa altura, em Janeiro de 1944, e como que justificando o boato, foram postos em liberdade os alemães, Willy e Fred, o polaco, Israelvski, o italiano Bartolini, o ex-agente da PIDE António Augusto Pires, o médico Ferreira da Costa, e ainda Cândido de Oliveira, António Guerra e outros mais.”
José Soares 



Do ÍNDICE: 

Homenagem 
Palavras de Abertura 
- Partida para o degredo 
- Primeira direcção 
- Tortura do tabaco 
- Tentativa de fuga 
- Abertura da vala à vista 
- Período agudo 
- A droga ! 
- Recuperação lenta 
- Direcção interina 
- Uma vantagem 
- Nova fuga 
- Trabalho político 
- Segunda direcção 
- Quando as aparências iludem 
- Tomados por sacos de batatas 
- ‘Brigada Brava’ 
- ‘Porta-aviões’ 
- Provocações e agressões em série 
- Quando não se espera um soco nos queixos 
- Corvos é um cão como pretexto para incursões no campo 
- A grande bronca 
- Grupo anti-partido 
- Terceira direcção 
- Quarta direcção 
- Quinta direcção 
- Lista dos falecidos 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Aviação & Coleccionismo - Postal do ‘BOEING 707’ da TAP - Lisboa 1973 - MUITO RARO;





Portugal - Aviação & Coleccionismo - Um dos aviões mais usados pelas inúmeras companhias de aviação a nível mundial e pela TAP, nas suas ligações para a Europa e para as antigas províncias ultramarinas portuguesas de África, particularmente Angola e Moçambique 


Postal ilustrado do ‘BOEING 707 - 320 B’, da TAP. 
TAP - Transportes Aéreos Portugueses 
Impresso em Portugal - Of. Gráfica MAP 
Lisboa 1973 


Exemplar em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Preço: 7,50€; 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Portugal - Guerra do Ultramar & Angola - ‘NINDA - OS TRILHOS DA ANGÚSTIA’, de Aristides Victor - Porto 2007 - RARO;





Portugal - Guerra do Ultramar & Angola - Relatos pormenorizados da Comissão Militar que o autor cumpriu nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental 


‘NINDA - OS TRILHOS DA ANGÚSTIA’ 
De Aristides Victor 
Prefácio de Abílio Fernandes 
Edições Copy 
Porto 2007 


Livro com 272 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa:
“ ‘NINDA - OS TRILHOS DA ANGÚSTIA’ lembra algumas histórias vividas por homens que serviram a Pátria, desde o ingresso na vida militar até ao seu regresso da Guerra Colonial. Com o sentimento de dever cumprido, independentemente dos motivos e ideologias que nortearam a decisão que os conduziu ao campo de batalha. 

Descrições centradas na vivência dos militares e nos perigos passados em comum, em ambiente de carências de todo o género: más instalações, ausência de afectos, a saudade, a angústia, o sofrimento, o isolamento, os traumas de um viver a prazo. Com especial relevo para as cumplicidades, o espírito de amizade e camaradagem e ainda algumas situações hilariantes. 

Paralelamente à violência da guerra, sobressai a vontade imensa de viver numa clorótica felicidade de aventuras amorosas.


O Autor: 
“ARISTIDES VICTOR nasceu em 1951, em Pampilhosa da Serra. 
Em 1972, integrou o Exército Português, como furriel Miliciano e serviu na Guerra Colonial em Angola, até 1975. 
Em 2007, apresenta a sua primeira obra.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
- Por Abílio Fernandes 

INTRODUÇÃO 
Capítulo I - A CHAMADA 
Capítulo II - PARTIDA PARA ANGOLA 
Capítulo III - SESSA 
Capítulo IV - NINDA 
Capítulo V - AS FÉRIAS 
Capítulo VI - NOVA GAIA 
Capítulo VII - MALANGE 
Capítulo VIII - EXAME DE CONDUÇÃO E AS PEDRAS 
Capítulo IX - O REGRESSO 

EPÍLOGO 

Glossário  


Preço: 0,00€ (Indisponível) 

Angola - Descolonização & Propaganda - Folheto em BD - ‘COMBATER A CORRUPÇÃO PARA MELHOR RESISTIR’ - Luanda 1975 - MUITO RARO;












Angola - Descolonização & Propaganda - Um folheto histórico da propaganda política do MPLA contra os movimentos de libertação adversários da FNLA e UNITA e dos respectivos líderes, Holden Roberto e Jonas Savimbi no âmbito do processo de descolonização e do início da trágica guerra civil em 1975 


‘COMBATER A CORRUPÇÃO PARA MELHOR RESISTIR’ 
Nas hostes dos assassinos do povo UPA / FNLA / UNITA a corrupção é constante. 
Edição DIP / MPLA 
Luanda 1975 


Exemplar com 12 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 


Este documento histórico, editado pelo DIP / MPLA, está dividido em duas histórias e não há referências aos autores dos textos e das ilustrações. Apenas aparece a designação de ‘Galhanas’ em dois cartoons. 



Preço:  0,00€; (Indisponível)