segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Portugal & Moçambique - ‘COMBATENTES DO ULTRAMAR INJUSTIÇADOS RECLAMAM JUSTIÇA’, de Abílio Aires - Viseu 2021;










Portugal & Moçambique - O autor relata parte da sua vida pessoal, enquanto militar nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Oriental, a guerra em África nas restantes províncias africanas, a descolonização e o estado de alheamento e abandono que os ex-combatentes sentiram nas décadas seguintes ao final do conflito 


‘COMBATENTES DO ULTRAMAR INJUSTIÇADOS RECLAMAM JUSTIÇA’ 
De Abílio Aires 
Edição do Autor 
Viseu 2021 


Livro com 188 páginas e muito ilustrado. Novo. 


Da contracapa: 
“Abílio Aires, solidário, na reivindicação de direitos que sempre foram negado aos combatentes do Ultramar, conta-nos no seu 13.* livro, ‘COMBATENTES DO ULTRAMAR INJUSTIÇADOS RECLAMAM JUSTIÇA’, a ínfima parte do que passou esta desditosa geração de militares, durante a guerra do Ultramar de 1961 a 1974, em defesa da Nação, longe de tudo quanto amavam, com risco da própria vida. 

Estórias de guerra, com sabor a amor e pólvora, é o que este livro nos oferece, tendo como protagonistas a doce Amélia de olhos meigos e homens feitos para amar que obrigados partiram para a guerra, rumo ao desconhecido, deixando para trás a certeza e a dúvida !

EI-LOS QUE PARTEM !
VOLTARÃO OU NÃO ? “ 


O Autor: 
“ABÍLIO PIRES 
Nascido na freguesia do Castedo, concelho de Torre de Moncorvo, em 1960 emigrou para Moçambique, onde cumpriu o serviço militar obrigatório e permaneceu até 1976, ano em que regressou a Portugal.

Fixou-se em Trás-os-Montes no concelho de Vila Flor (Terras de D. Dinis), onde exerceu funções de técnico agrícola, na Zona Agrária de Vila Flor - Ministério da Agricultura e fundou a Associação de Agricultores do Nordeste Transmontano, da qual foi presidente da Direcção durante dois mandatos. 

Atualmente é reformado, dedicando-se ao que mais prazer lhe dá: família, escrita, criação de minhocas e agricultura! 

Desde 2011 a esta data, publicou 13 livros em poesia e prosa.

Este livro, ‘COMBATENTES DO ULTRAMAR INJUSTIÇADOS RECLAMAM JUSTIÇA’ é a melhor forma que encontra de ajudar está causa, mais que justa, em que esta geração de militares está empenhada! “ 


Outras obras do Autor: 
- ‘À Vila das Flores - Vila Flor CAPITAL DO MUNDO’;
- ‘Poemas de Amor para Vila Flor’; 
- ‘Castedo Minha Terra’; 
- ‘Poesia, Pau é Pedra’; 
- ‘Rumo a Moçambique - Uma Família Transmontana’; 
- ‘A Chave do Sucesso - A Força do Pensamento’; 
- ‘Os Meandros do Amor - Nas Margens do rio - 1968’; 
- ‘Ama Sonha e Voa’; 
- ‘Canta Canta e Encanta’; 
- ‘Coração de África’; 
- ‘Quando Eu for Grande’; 
- ‘O Grito da Minhoca’.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 

- 7643 
- 7645 
- Início da Guerra do Ultramar 
- Ei-los que partem, voltarão ou não ? 
- 7647 
- 7664 
- Reforço Militar 
- Nambuangongo 
- Apanhados do Clima e amor à primeira vista 
- Ida para Vila Junqueiro 
- 7659 
- Guiné-Bissau 
- Madrinhas de Guerra 
- 7605 
- Cancioneiro do Niassa 
- O Miliciano 
- A Erva Lá na Picada 
- O Turra das Minas 
- Estou farto deles 
- Estranha forma de vida 
- Hino do Lunho 
- Taberna do diabo 
- Balada de Canjadude 
- Checa 
- Muidumbe 
- Durante a Recruta 
- 7648 
- 7333 
- 7721 
- António Decide Ficar em Moçambique 
- Mário Despede-se de Moçambique 
- Tentativa de Impedir o Avanço dos Movimentos Nacionalistas 
- Psicossocial 
- António Regressa ao Lioma 
- Tempo de Sonhar 
- 7716 
- 7727 
- Revolução dos Cravos 
- 7717 
- 7676 
- 7654 
- Stress pós-Traumático de Guerra 
- 7655 
- António Encontra Amélia nas Festas de Vila Flor 
- Associação e Movimentos 
- 7642 - Ao partirem para a Guerra do Ultramar 
- 7702 
- ESTATUTO DO ANTIGO COMBATENTE 
- Manifestações de Mágoa e de Dor 
- 7745 
- 7744 
- 7439 
- 7460 
- 7492 
- 7497 
- 7516 
- 7646 
- 7682 
- 7549/
- 7547 
- 7588 
- 7596 
- 7597 
- 7599 
- 7626 
- 7639 
- 7646 
- 7640 
- 7649 
- 7678 
- Marcelino da Mata 
- 7679 
- 7680 
- 7687 
- 7790 
- Mais de Meio Século Depois 
- Reivindicações que nos chegam da Guiné ! 
NÓS, ANTIGOS COMBATENTES DA GUINÉ, 
QUEREMOS VOLTAR A SER PORTUGUESES 
- 7756 
- 7811 
- 7817 
- LUTAR até ao último CUL ! 
- 7833 
- 7837 
- 7851 
- 7858 
- 7884 
- Protocolo Prevê que Freguesias Isentem Antigos Combatentes do Pagamento de Documentos 
- 7892 

Nota Final 
Agradecimentos 


Preço: 

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Portugal & Angola - ‘MEMÓRIAS DA GUERRA COLONIAL - Na Lunda da DIAMANG e dos Quiocos’, de Nuno Roque da Silveira - Lisboa 2024;








Portugal & Angola - Um extraordinário livro de memórias do autor, que relata a parte final da sua comissão militar na guerra do ultramar nesta antiga província ultramarina portuguesa, a relação com todos os elementos da sua companhia (oficias, sargentos e soldados), como viu as populações da Lunda nos seus aspectos genuínos e no dia-a-dia, cultura, arte e tradições, a riqueza diamantífera explorada pela DIAMANG, o turismo pelas terras do interior angolano com a publicação de cerca de três centenas de magníficas fotografias 


‘MEMÓRIAS DA GUERRA COLONIAL - Na Lunda da DIAMANG e dos Quiocos’ 
De Nuno Roque da Silveira 
Edição Colibri 
Lisboa 2024 


Livro com 532 páginas, profusamente ilustrado (cerca de 300 fotografias) e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“Ao falarmos sobre a situação no norte de Angola, que nesta altura é o principal teatro de guerra, e dizendo-lhe eu das dificuldades em conseguir desalojar e prender os elementos de uma guerrilha, até porque conhecem melhor o terreno e nele se escondem, disse-me convictamente: - Temos hoje em dia as possibilidades técnicas de traçar no terreno zonas de extermínio, nas quais sistematicamente se poderá fazer um desbaste de toda a vegetação. Isto levará a descobrir todos os terroristas nas matas, que deverão ser pura e simplesmente eliminados.“ 


Da badana: 
“Em 2007 ao dar à estampa as minhas memórias da estadia em Angola como combatente das tropas que para ali iam, prometi escrever sobre o que se passara na segunda parte dessa, como se dizia, missão de soberania, em local de descanso. Infelizmente passaram todos estes anos e penitencio-me por esta minha falta.

No decorrer da leitura das ‘memórias’ que aqui deixo, julgo transmitir a enorme riqueza que me foi oferecida com esta estadia em descanso militar na zona da Lunda dos Diamantes. Também me foi possível transmitir aos soldados mais próximos de mim a iniquidade da guerra em que fôramos obrigados a participar nos meses anteriores lá pelo Zemba, Mucondo, Maria Fernanda… passados todos estes anos, muitos de nós entenderam que da nossa parte, da nossa entrega, não houve resultados heróicos antes a necessidade de um esquecimento modesto e silencioso.“ 


O Autor: 
“NUNO ROQUE SILVEIRA nasceu na Chibia, Angola, em 1940. Fez os seus estudos primários e secundários em Lisboa, Barreiro, Algueirão e Lourenço Marques (hoje Maputo). Licenciado pela Universidade Técnica de Lisboa, ainda pensou voltar à sua terra e exercer a preparação obtida com estudos em Ciências Sociais e em Política Ultramarina, mas acabou por fazer uma pós-graduação em Administração Hospitalar; tendo cumprido a maior parte da sua vida profissional como administrador hospitalar. Anteriormente ainda tinha trabalhado numa forma alemã de Dusseldórfia, acompanhando jornalistas, escritores e cientistas alemães, suíços e austríacos em visitas pormenorizadas as todas as regiões das então colónias de Angola e Moçambique. 

Publicou nesta editora: 
- ‘UM OUTRO LADO DA GUERRA - Zemba, Angola (1963-1964)’; 
- ‘LOURENÇO MARQUES - Acerto de contas com o passado (1951-1965).
Desde 2007 faz trabalho de campo na Feira da Ladra.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
INTRODUÇÃO 

1. - DE ZEMBA PARA A LUNDA 
- Henrique de Carvalho / Lunda 

2. - LUXILO 

3. - UM OUTRO MUNDO SE DESVENDA 
- O memória 

4. - DESEMPENHO DE GUERRA EM SITUAÇÃO DE PAZ 

5. - QUE FAZIAM OS OFICIAIS. QUE FAZIAM OS SARGENTOS. QUE FAZIAM OS SOLDADOS 

6. - O NOSSO MÉDICO FALA-NOS E LEVA-NOS A ANDRADA 

7. - CONHECER A LUNDA DA DIAMANG 
- Muinda 

8. - O BEM-ESTAR NA LUNDA 
- Rodrigo 
- O senhor Nicolau 

9. - OS BAILES NA DIAMANG 
- A família Laranjeira 
- Relações dos nossos militares com os civis 

10. - VEM DO LADO DO ÍNDICO 
- Regresso à Lunda 
- Um pouco de turismo não faz mal a ninguém 
- Memórias de Zé do Telhado e da Rainha Ginga 
- Na morte de José de Freitas Vieira 

11. - A ENCOMENDA DO LEITÃO 
- Aproxima-se o Natal 
- Visita à Central de Escolha 

12. - O ASSIMILADO 
- Instrução primária 
- O ‘Odemira’ 

13. - NA MORTE DE HUMBERTO DELGADO 
- O ócio 
- … E vamos ter teatro 

14. - MARÇO E A DÁDIVA DE UM DIAMANTE 
- Os ovos da Páscoa 
- Infidelidade em tempo de guerra 

15. - O CANZAR EM PERSPECTIVA 
- De guerreiros passamos a senhores 
- Estaremos no Paraíso ? 
- Ida ao nordeste 
- Permanência no Canzar 

16. - TXONZA, O GRANDE ESCULTOR 
- O grande Soba Cassombo 
- O dia-a-dia no Canzar 
- A cega 

17. - BERNARDO ASPIRA A UM DIA SE CASAR 
- Férias e regresso 
- O Nabais Jorge apaixona-se 
- Protesto 
- Os ferreiros 
- Vem o enfermeiro branco que faltava 
- O Cacimbo e as chuvas 

18. - IDA AO LUSO 
- Tempos difíceis 
- O MPLA dá sinal de vida 
- Domingos no Canzar 

19. - MONUMENTAL ROUBO DE GALINHAS 
Desvario em Luanda ? 
- Convite para a Kapa 18 (k18) 
- Um cantineiro no Canzar 
- O Natal vai mesmo ser aqui 

20. - OS ADEUSES E PREPARATIVOS PARA A VIAGEM 
- Vamos mesmo partir 
- A viagem desejada 
- Estamos em Lisboa 

EPÍLOGO 


Preço: 

terça-feira, 15 de julho de 2025

África - Moçambique & Antropologia - ‘USOS E COSTUMES DIS BANTOS’, de Henrique A. Junod - Lourenço Marques 1974 - MUITO RARO;





África - Moçambique & Antropologia - 


‘USOS E COSTUMES DIS BANTOS’ - Tomo II 
Vida Mental 
De Henrique A. Junod - 
Edição da Imprensa Nacional de Moçambique 
Lourenço Marques 1974 


Livro com 634 páginas, ilustrado e em bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


A OBRA: 
“ - ‘USOS E COSTUMES DOS BANTOS’, de Henrique A. Junod 
A vida duma tribo sul-africana - Da Missão Suíça da África do Sul. 

Edição da Imprensa Nacional de Moçambique. Lourenço Marques 1974 
Com 2 volumes de 556, 634 páginas respectivamente. 
Ilustrado com desenhos e esboços, partituras musicais, mostruários de utensilagens e fotogravuras no texto e com um vasto conjunto de fotografias em extratexto.
Obra dividida em duas partes: Tomo I – Vida Social; e Tomo II – Vida Mental.
1ª edição da tradução portuguesa, realizada a partir da tradução francesa publicada em 1936. A 2ª edição inglesa, muito ampliada, foi publicada em 1926. A obra foi editada pela primeira vez em 1912.  
Obra fundamental de antropologia e etnografia, de excepcional interesse para Moçambique, pois o autor recolheu grande parte das informações em conversas com nativos da região de Lourenço Marques (actual Maputo). Junod era missionário motivado pela vontade de evangelizar os povos, mas por outro lado coloca em prática todos os preceitos saídos da Conferência de Edimburgo (1910), que definiu a metodologia dos estudos etnográficos no princípio do século XX.
O autor empreende um inquérito sistemático e completo dos cultos, do direito e das instituições da tribo banta dos Tongas, que ocupava territórios de Moçambique e do Transval (que foi incorporado na República da África do Sul), analisando os sistemas de parentesco e de organização social, os ritos de caça e práticas quotidianas e, finalmente, os alicerces gnosiológicos e cultos ancestrais da tribo Tonga, enriquecidos pelos testemunhos pessoais de membros deste colectivo e pela tradução de contos tradicionais.” 




USOS E COSTUMES DOS BANTOS A Vida Duma Tribo Do Sul De Africa Henrique A. JunodPUBLICAÇ;O: Lourenço Marques : Imprensa Nacional de Moçambique, 1974DESCR. FiSICA: 2 v. ;Br.,  22 cmvol.1: Vida social. – 532 p. : il .vol.2 : Vida mental. – 608 p. : il.
CONTEuDOS:
I volume: "A tribo Tonga"; "A vida do individuo: O homem desde o nascimento até à morte; Evoluç;o duma mulher desde o nascimento até à morte; "A vida da familia e da povoaç;o": A vida da familia; A vida da povoaç;o; "A vida Nacional": O Clan; A evoluç;o do chefe; A Côrte e o Tribunal; O Exército.

II volume: "A vida agricola e industrial"; A vida agricola; A industria dos Tongas; "Vida literária e artistica": Caracteres do intelecto banto; O folclore tonga; A musica; "Vida Religiosa e superstições: Ideas dos Tongas sôbre Natureza e o Homem; Religi;o; Magia; Tabo e moralidade.


Preço: 

segunda-feira, 16 de junho de 2025

Portugal & Ultramar - ‘ANGOLA - Curso de Extensão Universitária’ - AAVV - Lisboa 1964 - MUITO RARO;






Portugal & Ultramar - 


‘ANGOLA - Curso de Extensão Universitária’ 
Ano Lectivo de 1963 - 1964 
AAVV - 
Edição do Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina 
Lisboa 1964 


Livro com 522 páginas, muito ilustrado (fotografias, mapas e quadros) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

NOTA PRÉVIA 
- Por Adriano Moreira 


Raquel Soeiro de Brito 
- ASPECTOS GERAIS DA GEOGRAFIA FÍSICA DE ANGOLA 

Francisco Tenreiro 
- ANGOLA: PROBLEMAS DE GEOGRAFIA HUMANA 

Luís de Matos 
- A FIXAÇÃO DAS FRONTEIRAS DE ANGOLA 

A. da Silva Rego 
- A RECONQUISTA DE LUANDA EM 1648 E ALGUNS PROBLEMAS POR ELA SUSCITADOS 

Óscar Soares Barata 
- ASPECTOS DAS CONDIÇÕES DEMOGRÁFICAS DE ANGOLA 

A. Lima Carvalho 
- ANGOLA: DIFERENCIAÇÃO, ESTRATIFICAÇÃO E MOBILIDADE SOCIAL. 
ALGUNS PROBLEMAS INTRODUTÓRIOS FUNDAMENTAIS 

António de Almeida 
- ALGUNS VELHOS E NOVOS CONCEITOS SOBRE OS POVOS NÃO BANTOS DE ANGOLA 

Jorge Dias 
- ESTRUTURAS SÓCIO-ECONÓMICAS EM ANGOLA 

Narana Coissoró 
- AS INSTITUIÇÕES DE DIREITO COSTUMEIRO NEGRO-AFRICANO 

Henrique Martins de Carvalho 
- POLÍTICA PORTUGUESA COM OS ESTADOS E TERRITÓRIOS VIZINHOS DE ANGOLA 

José Maria Gaspar 
- ANGOLA E OS SERVIÇOS PÚBLICOS NACIONAIS 

José Júlio Gonçalves 
- A INFORMAÇÃO EM ANGOLA - Alguns subsídios para o seu estudo 

João Baptista Nunes Pereira Neto 
- MOVIMENTOS SUBVERSIVOS EM ANGOLA - Tentativa de esboço sócio-político 

Alberto Feliciano Marques Pereira 
- FORMAÇÃO DA JUVENTUDE 

João da Costa Freitas 
- POLÍTICA DE ENSINO EM ANGOLA 

Alfredo de Sousa 
- DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO EM ANGOLA 

José d’Orey 
- POLÍTICA AGRÍCOLA 

Pizarro Beleza 
- REFLEXÕES SOBRE O DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO DE ANGOLA 

Vasco Fortuna 
- ESTRUTURAS ECONÓMICAS DE ANGOLA 


Preço: 77,50€; 

Portugal - Guerra do Ultramar & Moçambique - ‘ONDE O SOL CASTIGA MAIS’, de António Castro - Lisboa 2023;





Portugal - Guerra do Ultramar & Moçambique - Relato minucioso da vida militar do autor nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Oriental 


‘ONDE O SOL CASTIGA MAIS’ 
De António Castro 
Edição Europa Editora 
Lisboa 2023 


Livro com 684 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 


Da contracapa: 
“Enquanto mirava aqueles corpos pálidos, franzinos e seminus, sentia no ar uma desagradável atmosfera de Dachau e Auschwitz; estavam todos condenados. Tentava perceber como é que tantos pais, por temor e respeito a um ‘Deus omnipotente’, chamado Pátria, entregavam, quase sem ripostar, os seus próprios filhos a um destino que se adivinhava sórdido e cruel.
No palco da guerra, a morte não se comprazia com carne doente e estafada. Exigia, sobretudo, corpos tenros e saudáveis para as suas orgias de sangue, e o homem apressava-se a fornecer-lha, como se de um tributo se tratasse. Era um processo que Daniel assimilava com muito custo. - É uma verdadeira perda de tempo. - Insistia o Rebelo pessimista. - Vamos todos ser chamados… - … e lixados com F grande! - Rematou Daniel.”

Na guerra do ultramar, Portugal sofreu 3455 baixas (militares) em Angola, 3136 em Moçambique e 2240 na Guiné, num total de 8831 vidas; tantas como toda a população do atual município de Aljustrel, por exemplo.


O Autor: 
“ANTÓNIO MANUEL GONÇALVES CASTRO, Técnico de Informática (grau 2, nível 2), reformado, nasceu em 3 de maio de 1951, em Lisboa, na freguesia dos Anjos.
Licenciado pela Universidade da Vida, Diretor do Instituto das Suas Próprias Ideias, não foi Correspondente de Guerra mas na guerra esteve, e desde sempre Ministro da Administração Interna (na sua própria casa). Começou desde muito cedo a desenvolver o gosto pela leitura e pela escrita (quando começou a ler e a escrever). Compreendeu então que, ao longo dos anos, evoluía nesta área porque, assim que escrevia cada novo texto destruía o anterior (por achá-lo ingénuo, e por vezes demagógico, comprovando deste modo que também evoluía em relação à idade e ao temperamento). A ter guardado tudo o que escreveu (de ótimo ou de péssimo), ao longo de 68 anos, seria considerado hoje em dia um autor, quase tão prolífico como Corin Tellado ou Lope de Vega.
Autodidata, como António Aleixo, Machado de Assis, Charles Dickens, William Faulkner (e tantos outros, com os quais não se pretende comparar), viveu cerca de 25 anos em Moçambique, onde publicou os seus primeiros textos no jornal de ‘Notícias’, de Lourenço Marques (Maputo), no suplemento ‘Coluna em Marcha’, durante a sua vida militar, de 1972 a 1974, no tempo da guerra colonial. Antes de se falar no 25 de Abril, já tinha projetado partir, à procura de novos horizontes, mas o fim da guerra apressou o seu regresso a Portugal. Chegou a publicar um texto humorístico, no Reader’s Digest mas, contingências da vida impediram-no de prosseguir.” 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Revolução & Descolonização - Revista ‘DOMINGO’ de 08.06.2025 - (Portugal & Moçambique - Fotógrafos ‘NO OLHO DA REVOLUÇÃO’) - Lisboa 2025;










Portugal - Revolução & Descolonização - Aquando da revolução de 25 de Abril de 1974, inúmeros jornalistas e fotógrafos internacionais vieram ao país e às então províncias ultramarinas portuguesas fotografar os acontecimentos, sendo as fotografias inéditas sobre os primeiros contactos do exército com os guerrilheiros da FRELIMO em Moçambique 


Revista ‘DOMINGO’ de 08 de Junho de 2025.
Portugal & Moçambique - Fotógrafos ‘NO OLHO DA REVOLUÇÃO’ 
‘As histórias dos estrangeiros que cobriram a revolução de 25 de Abril de 1974 e os meses do PREC. Antes dos Acordos de Paz, Jean-Claude Francolon arranjou um encontro entre os militares e a FRELIMO e fotografou.’ 
Lisboa 2025 


Exemplar com 50 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.


Temas em destaque: 
Portugal & Moçambique 
- Fotógrafos ‘NO OLHO DA REVOLUÇÃO’ 

Do 25 de Abril ao PREC 
- ‘PORTUGAL VISTO PELOS FOTÓGRAFOS ESTRANGEIROS’ 
Por Fernanda Cachão 
‘Francolon entrou em Moçambique e orquestrou fotografias dos soldados com a Frelimo antes da assinatura dos Acordos de Paz.’ 

Setembro de 1974: Perto de Tete, Moçambique imagens de reconciliação, realizadas a pedido do fotógrafo Jean-Claude Francolon. 
Em Tete encontra uma patrulha portuguesa e tem o descaramento de perguntar ao capitão português se o pode apresentar à FRELIMO. Acaba por ser através de um industrial, que consegue chegar à fala com os guerrilheiros. A primeira fotografia que tira deles é a da piroga. Depois tenta que os militares portugueses apareçam noutro registo, mas desarmados. “Depois de hesitarem e consultarem Lisboa, anuem. As mais extraordinárias fotografias são do encontro organizado por mim: em que todos trocam cigarros, falam e riem; e outra em que se cumprimentam.”


Preço: 32,50€; 

Portugal - PREC & História - ‘O CASO RIO MAIOR’, de Meira Burguete - Lisboa 1978 - MUITO RARO;






Portugal - PREC & História - O autor relata diversos episódios relacionados com o processo revolucionário que o país viveu em 1974/75 e o seu final que culminou com os acontecimentos de 25 de Novembro de 1975 e que teve em Rio Maio uma das maiores resistências 


‘O CASO RIO MAIOR’ 
De Meira Burguete 
Edição O SÉCULO 
Lisboa 1978 


Livro com 144 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“JOSÉ ALVES DE MEIRA GAMEIRO BURGUETE nasceu em Constância e tem 47 anos.
Descendente de uma família de tradições republicanas, é casado e pai de três filhos. 
Muito jovem ainda, iniciou-se como colaborador da Imprensa Regional, primeiro na ‘Gazeta do Sul’ de Montijo, depois em muitos outros órgãos locais - ‘Vida Ribatejana’, ‘Jornal de Abrantes’, ‘Vida Social’, ‘Jornal de Vendas Novas’, ‘Diário Feminino’, ‘Ribatejo Ilustrado’, ‘Jornal do Oeste’, ‘A Nossa Terra’ e ‘Diário do Ribatejo’, no qual manteve, ao longo de três anos, várias secções a seu cargo. 
A nível da chamada ‘grande imprensa’, tem artigos dispersos nas páginas de ‘A Luta’, ‘Diário de Lisboa’ e ‘Diário Popular’. 
Dedicou empenho e entusiasmo ao teatro amador, escrevendo textos para representações infantis e uma revista - ‘Constância é assim…’ - em que exaltava ou caricaturava temas da sua terra natal. 
Fez parte da primeira comissão que pretendeu restaurar a Cada dos Arcos, em Constância, onde, segundo a tradição, Luís de Camões viveu desterrado, continuando a iniciativa do seu familiar dr. Adriano Burguete que tentou provar a permanência do Épico naquela vila ribatejana. 
Após o 25 de Abril aderiu ao Partido Socialista, do qual é militante, tendo sido adjunto do gabinete do ministro Jorge Campinos nos VI Governo Provisório e I Governo Constitucional. 
É ajudante da Secretaria Notarial de Cascais, tendo exercido também as funções profissionais em Vendas Novas, Abrantes e Rio Maior.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 

Rio Maio 
13 de Julho de 1975 
Contribuição de Rio Maior para o 25 de Novembro 
A CAP - Confederação dos Agricultores de Portugal e Lopes Cardoso 
Considerações finais 
Escritura da Associação 
Decreto-Lei n. 406-A/75 de 29 de Julho 


Preço: 47,50€; 

Angola & Literatura - ‘DEUS ACORDA’, de Ana Paula de Castro - Lisboa 2006 - Raro;




Angola & Literatura - Nesta obra a autora e os personagens andam esperançosos se encontra. Paz para um povo que conheceu décadas de guerras fratricidas 


‘DEUS ACORDA’ 
De Ana Paula de Castro 
Edição Papiro Editora 
Lisboa 2006 


Livro com 257 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


“ ‘DEUS ACORDA’ é um romance para se ler de uma forma arrebatada, inquieta e apaixonadamente esperando que a autora não se esqueça de, tão breve quanto o possível, nos informar como Ojna tem procurado cumprir a promessa ao seu irmão Adrocasued de construir Angola na paz e no progresso.
Uma promessa que se tem mostrado de difícil cumprimento.
Mas tal como ‘DEUS ACORDA’ de certeza que Angola irá, seguramente, encontrar as asas do avião que lhe mostrará o seu verdadeiro caminho.”
Eugénio Costa Almeida


A Autora: 
“Ana Paula de Castro, nasceu em Angola em 20 de maio de 1949. 
Passou parte da sua juventude em Luanda onde frequentou o Liceu Salvador Correia, ingressando mais tarde os estudos académicos, para a cidade de Silva Porto na Escola Comercial e Industrial, onde recebeu notas de louvor. Mais tarde em Luanda Frequentou a Escola Comercial Vicente Ferreira, seguindo os estudos de economia e estagiou no Banco Totta Stand. 
Tirou em Luanda o curso de Controle Tráfego Aéreo, homologado pela Aeronáutica Civil de Lisboa. Trabalhou na Nav Ep. e exerceu o cargo de supervisora da Torre de Lisboa. 
Após a reforma, criou espaço para se dedicar ao seu desejo de Escrita de narrativa em prosa, humanista de inquietudes realista que seduz o leitor através de diálogos vivos e comoventes, que a carateriza como mulher da liberdade e direitos iguais, onde bem expressa, que a democracia no seu rigor, é o respeito absoluto do ser humano no seu coletivo.”


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Do Estado Novo ao PREC - ‘O 25 DE ABRIL - VISTO DO OUTRO LADO’, por José António Saraiva - Lisboa 2023;






Portugal - Do Estado Novo ao PREC - A revolução levada a cabo pelo militares e que terminou com o regime de Marcelo Caetano e os dias antecedentes e as horas do dia 25 de Abril com o chefe do Governo refugiado no Quartel da GNR do Largo do Carmo, são o temas da conversa do filho com o autor do livro 


‘O 25 DE ABRIL - VISTO DO OUTRO LADO’ 
Conversas com Miguel Caetano, filho do último chefe do Governo do Estado Novo 
Por José António Saraiva 
Moderação de José Cabrita Saraiva 
Edição Gradiva 
Lisboa 2023;


Livro com 100 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 


Da contracapa:
“A família do Almirante Américo Thomaz não simpatizava com o meu pai, principalmente uma das filhas. E quando vão para a Madeira, depois do 25 de Abril, o ambiente era desagradabilíssimo. Não pela relação do meu pai com o Thomaz e vice-versa, mas porque a filha provocava toda a gente. Nem percebo como é que não aconteceu um incidente mais desagradável, porque a minha irmã não é boa de assoar. Quando depois foram para o Brasil, o meu pai fez questão de regularmente visitar o Thomaz. E ele, segundo o meu pai, me contava, recebia-o normalissimamente.“ 
Miguel Caetano 


O Autor: 
“JOSÉ ANTÓNIO SARAIVA 
Nasce em 1948 em Lisboa. Forma-se em Arquitectura, actividade que exerce entre 1969 e 1983. Dá aulas no Centro de Formação da RTP entre 1977 e 1980. Autor da grande reportagem televisiva ‘O 25 de Abril, Três Anos Depois’ e da série ‘Os Anos do Século’. Colabora em variadíssimos jornais e revistas entre 1965 e 1983. Director do semanário ‘Expresso’ de 1983 a 2005. Fundador e director do semanário ‘Sol’ entre 2006 e 2015. Ganha o Prémio Luca de Tena de jornalismo ibérico do diário espanhol ‘ABC’ em 2005. Professor convidado da Universidade Católica no Instituto de Estudos Políticos, onde leccionou entre 2000 e 2015 a cadeira de Política Portuguesa. Publicou vários livros de política e história, e também quatro romances.“ 



Do ÍNDICE: 

Marcelo Caetano e a derrocada do regime 
Como nasceram estas conversas 

PRIMEIRO DIA - “Salazar sabia manobrar as pessoas, o meu pai não tinha habilidade.” 
SEGUNDO DIA - “No dia 25 de Abril pensei que o meu pai podia ter ficado morto ali no meio.” 
TERCEIRO DIA - “Ditador é o menos, incomoda-me muito que chamem fascista ao meu pai.” 

Miguel Caetano, notas curriculares 

EPÍLOGO 


Preço: 27,50€; 

Moçambique & História - ‘A FRELIMO, O MARXISMO E A CONSTRUÇÃO DO ESTADO NACIONAL’ (1962 - 1983)’, de Luís de Brito - Lisboa 2019 - Raro;




Moçambique & História - Uma profunda análise teórica sobre o domínio marxista na formação e domínio da FRELIMO, da sua fundação, guerra pela independência e na descolonização a supremacia sob o patrocínio do MFA (Movimento das Forças Armadas), o acesso exclusivo ao poder como ‘único representante legítimo do povo moçambicano’ e a implantação da ditadura de partido único para a construção do socialismo científico e a guerra civil enquanto a repressão atingiu os seus níveis máximos de violação dos Direitos do Homem 


A FRELIMO, O MARXISMO E A CONSTRUÇÃO DO ESTADO NACIONAL (1962 - 1983)’ 
De Luís de Brito 
Edição IESE - Instituto de Estudos Sociais e Económicos 
Lisboa 2019


Livro com 164 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Raro. 


SINOPSE: 
“Neste estudo sobre a Frelimo e o Marxismo, que abarca o período de 1962-1983, o autor explora as condições sócio-históricas particulares em Moçambique que levaram o grupo de liderança da Frelimo a produzir um discurso político cuja referência teórica era o marxismo. Tenta também mostrar, para além das representações oficiais, qual o conteúdo real da política seguida pela Frelimo em nome do marxismo e da construção do socialismo. Por fim, o autor analisa a evolução dos conflitos internos entre diferentes grupos, como o grupo dirigente se formou durante essas lutas e por que meios construiu a sua hegemonia no seio do movimento independentista e, depois, no Estado independente.”



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

O MOÇAMBIQUE COLONIAL 
- Dependência colonial e integração regional 
- Exportação de mão-de-obra e economia de serviços 
- A estrutura da economia colonial 
- O Estado Novo 
- Os limites do “nacionalismo económico” 
- Trabalho forçado e culturas obrigatórias 
- Um sistema social bloqueado 

A FORMAÇÃO DA FRELIMO 
- A constituição da Frelimo 
- No norte, os Makonde 
- No sul, os Assimilados 
- Anticolonialismo e nacionalismo 

A LUTA PELA INDEPENDÊNCIA 
- Que luta? 
- A preparação da guerra 
- Uma guerra difícil 
- Lutas de poder 
- As “Zonas Libertadas”

MARXISMO E LIBERTAÇÃO 
- A CONCP 
- A revolução 
- O mal-entendido 
- Um discurso eficaz 

MOÇAMBIQUE INDEPENDENTE: O NOVO ESPAÇO POLÍTICO 
- Que independência? 
- A Frelimo no poder 
- O novo campo político 
- Que marxismo? 
- Os militares 

AS CIDADES 
- A cidade no discurso da Frelimo antes da independência 
- “O Povo Organizado” 
- A cidade, espaço privilegiado do poder 
- A “Operação Produção” 

O CAMPO 
- A política de aldeamento 
- O Estado e a economia rural 
- O campesinato “cativo” 

CONCLUSÃO 

Anexo I – Tabelas Estatísticas 

Bibliografia 
1. Livros e artigos publicados 
2. Trabalhos e documentos não publicados 
3. Documentos da Frelimo e do Governo                                                                                                                                      A – Publicados
B – Não publicados 
4. Estatísticas
5. Jornais e revistas 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

sexta-feira, 13 de junho de 2025

Angola & Literatura - ‘40 - 40 ANOS - 40 CONTOS - 40 AUTORES’ - AAVV - Luanda 2015 - Muito Raro;





Angola & Literatura - Na passagem do 40* aniversário da independência, foi lançada esta Antologia com textos de 40 autores angolanos e respectivas biografias 


‘40 - 40 ANOS - 40 CONTOS - 40 AUTORES’ 
Antologia 
AAVV 
Organização - Sonangol e Mayamba Editora 
Editor - Arlindo Isabel 
Capa de Carlos Roque 
Edição 
Luanda 2015 


Livro com 378 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa:
Adriano Mixinge 
Albino Carlos 
Aníbal Simões 
António Fonseca 
António Gonçalves 
António Quino 
António Setas 
Arnaldo Santos 
Augusto Alfredo 
Carmo Neto 
Chicoadão 
Conceição Luís Cristóvão 
Dário de Melo 
David Capelenguela 
Domingos de Barros Neto 
Fragata de Morais 
Gociante Patissa 
Hendrik Vaal Neto 
João Melo 
Jonuel Gonçalves 
José Luís Mendonça 
José Mena Abrantes 
Laurindo Vieira 
Luciano Canhanga 
Luís Fernando 
Luís Rosa Lopes 
Manuel Rui 
Maria Celestina Fernandes 
Maria Eugénia Neto 
Maria Helena Miguel 
Marta Santos 
Ondjaki
Onofre dos Santos 
Paula Russa 
Pepetela 
Ras Nguimba Ngola 
Roderick Nehone 
Silvino Mazunga 
Vlady Russo 
Zetho Cunha Gonçalves 


Da badana:
“A independência é também filha da Literatura enquanto forma de expressão de ideias e de divulgação do ideário da luta pelo resgaste da soberania nacional usurpada pelo poder colonial, ora denunciando as práticas repressivas e a tentativa de interiorização da nossa cultura, por um lado, ora, por outro, desenvolvendo todo um esforço no sentido da exaltação da angolanidade, consubstanciada nos usos e costumes endógenos e no direito natural de pertencer à cultura universal. 
Com esta Antologia de contos de 40 autores angolanos, a ‘Sonangol’ e a ‘Mayamba Editora’, promotoras desta iniciativa, rendem preito ao 40.* aniversário da Independência Nacional.“ 



Do ÍNDICE:

Dedicatória 
Nota de Apresentação 

COM O MUNDO NAS MÃOS, de Adriano Mixinge 
OS AMIGOS DE TRINDADE E TOBAGO, de Albino Carlos 
A LEBRE E A LUA, de Aníbal Simões 
A LAGOA DO NOVAES, de António Fonseca 
MAIOMBOLA, de António Gonçalves 
INOCÊNCIA, de António Quino 
O FEITIÇO CONTRA OS FEITICEIROS, de António Setas 
NA MBANZA DO MIRANDA, de Arnaldo Santos 
QUANDO LÉNINE DORMIU LÁ EM CASA, de Augusto Alfredo 
DIÁSPORA, de Carmo Neto 
VER, OUVIR E… FALAR !!!, de Chicoadão 
DOCE PAIXÃO OU O DURO PREÇO DA IMPRUDÊNCIA?, de Conceição Luís Cristóvão 
OS FILHOS DO PADRE, de Dário de Melo 
NIKOLÉ, de David Capelenguela 
PELOS MEANDROS DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL, de Domingos de Barros Neto 
AMOR DE PERDIÇÃO, de Fragata de Morais 
O HOMEM QUE PLANTAVA AVES, de Gociante Patissa 
O PREÇO DE UMA MENINA, de Hendrik Vaal Neto 
TRINTA E CINCO ANOS, de João Melo 
COM MARCAÇÃO CERRADA NA GRANDE ÁREA, de Jonuel Gonçalves 
O BAR DO TEMPO, de José Luís Mendonça 
MENINOS BREVES, de José Mena Abrantes 
ELES LUTARAM PELA PÁTRIA…, de Laurindo Vieira 
O FALSO LEÃO, de Luciano Canhanga 
O VIAJANTE, de Luís Fernando 
POR AQUELAS COINCIDÊNCIAS…, de Luís Rosa Lopes 
O PÁTIO DAS INSÓNIAS, de Manuel Rui 
OS SAPATOS APERTADO, de Maria Celestina Fernandes 
A LENDA DAS ASAS E DA MENINA MESTIÇA-FLOR, de Maria Eugénia Neto 
LONJURAS DE UMA AMIZADE, de Maria Helena Miguel 
MANA CANJONJA, de Marta Santos 
A MULATA, O MOSQUITO E CHET BAKER, de Ondjaki 
RAIO DE GUERRA!, de Onofre dos Santos 
LENDHÓ, de Paula Russa 
MAGIAS DO MAR, de Pepetela 
O HOMEM DE QUARENTA, de Ras Nguimba Ngola 
RELATO DE UM CONTADOR CONTADO, de Roderick Nehone 
O CÁGADO E O RELÂMPAGO, de Silvino Mazunga 
SONHANDO ACORDADO, de Vlady Russo 
A FILHA DO SOL, de Zetho Cunha Gonçalves 


Preço: 67,50€; 

Portugal - Estado Novo & Revolução - ‘AS MENTIRAS DE MARCELLO CAETANO’, de Antonino Cruz e Vitoriano Rosa - Lisboa 1974 - Raro;











Portugal - Estado Novo & Revolução - Os autores, que pretendem rebater a obra de Marcelo Caetano ‘DEPOIMENTO’, garantem que ‘este livro contém documentos confidenciais eventualmente chocantes - mas verdadeiros !’


‘AS MENTIRAS DE MARCELLO CAETANO’ 
Resposta a um Falso ‘DEPOIMENTO’ 
De Antonino Cruz e Vitoriano Rosa 
Edição da Agência Portuguesa de Revistas 
Lisboa 1974 


Livro com 192 páginas, muito ilustrado  (fotografias e documentos) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.



Do ÍNDICE: 

 A RAZÃO DE SER DESTE LIVRO 
- Por Vitoriano Rosa e Antonino Cruz 

- BIOGRAFIA DO ‘DEPOENTE’ 
- UMA AMOSTRA DO ‘DEPOIMENTO: Em cada frase uma mentira 
- A PROTECÇÃO DOS ‘AMIGOS’ E ‘CUNHADOS’ 
- MENTIRAS A GRANEL 
- A FAMIGERADA ‘POLÍTICA DO ESPÍRITO’ DE MARCELO CAETANO 
- O FALSO CATOLICISMO DE MARCELO DESMASCARADO COM A SUA TENAZ PERSEGUIÇÃO AOS CATÓLICOS 
- NADA SE PODIA FAZER EM PORTUGAL SEM O VISTO DA CENSURA 
- A CAÇA ÀS BRUXAS DEVORAVA TODOS OS MINISTÉRIOS, GOVERNOS CIVIS E SERVIÇOS OFICIAIS, NÃO FOSSE O PATRÃO MARCELO ZANGAR-SE COM A FALTA DE VIGILÂNCIA 
- O DINHEIRO NÃO CHEGAVA PARA TUDO 
- A ESTRANHA FORMA DE DIALOGAR (CALAR) DE UM PROFESSOR DE DIREITO… 
- COMO MARCELO ‘ALIVIOU’ A CENSURA 
- AS MENTIRAS SOBRE O ULTRAMAR 
- A INALTERÁVEL INDIFERENÇA DE MARCELO PERANTE OS ‘MÉTODOS DE TRABALHO’ DA P.I.D.E. 


Preço: 25,00€;

Portugal - 25 de Abril de 1974 & História - Jornal ‘A CAPITAL’ de 26.04.74 - (‘JUNTA APRESENTA PROGRAMA’) - Lisboa 1974 - MUITO RARO;





Portugal - 25 de Abril de 1974 & História - Na sequência do derrube do regime do Estado Novo liderado à época por Marcello Caetano, os militares do MFA criaram uma JSN (Junta de Salvação Nacional) liderada pelo General António de Spínola 


Jornal ‘A CAPITAL’, n. 2214 - de 26 de Abril de 1974.
‘JUNTA APRESENTA PROGRAMA’ 
Director: Henrique Martins de Carvalho - José Júlio Gonçalves 
Lisboa 1974 


Exemplar com 48 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
Encontro com a informação 
- ‘JUNTA APRESENTA PROGRAMA’ 
- Diverso noticiário sobre a revolução ocorrida na véspera 


Preço: 32,50€; 

Descolonização & Ultramar - ‘ANGOLA EM MIM - Memórias da Cela e da Infância Perdida’, de Elmiro Chaves - Idaho, EUA 2025;




Descolonização & Ultramar - As memórias da infância do autor que nasceu no interiores de Angola, então uma província ultramarina portuguesa da África Ocidental 


 ‘ANGOLA EM MIM - Memórias da Cela e da Infância Perdida’ 
De Elmiro Chaves 
Edição do Autor 
Middleton, Idaho - EUA 2025 


Com 116 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


O AUTOR: 
“JOÃO ELMIRO DA ROCHA CHAVES, conhecido desde a infância como Miro, nasceu em Angola numa época de contrastes — entre horizontes promissores e murmúrios de mudança. Cresceu em Santa Comba, Cela, onde viveu os seus anos formativos rodeado de amigos que marcaram para sempre o seu carácter e a sua visão do mundo.

Testemunha dos últimos suspiros da Angola colonial e dos primeiros sussurros da sua independência, Miro partiu do país ainda criança, levando consigo memórias gravadas a fogo — da escola, da família, da terra vermelha, das chuvas tropicais e da bola de trapos no recreio.

Radicado nos Estados Unidos, construiu uma carreira notável como engenheiro eletrónico, tendo servido na Marinha dos EUA a bordo do porta-aviões USS John F. Kennedy, e mais tarde contribuído para o desenvolvimento tecnológico na Micron Technology, onde deixou um legado de inovação, liderança e integridade.

Ao longo da vida, nunca deixou de escrever. Apaixonado pela língua portuguesa, e com alma poética herdada de Camões, cultivou a escrita como forma de resgatar a infância e homenagear as suas raízes. Este livro é o reflexo disso mesmo: um regresso ao menino de Cela — não para o prender ao passado, mas para lhe dar voz no presente.

Pai, avô, esposo, engenheiro, veterano, poeta e contador de histórias, João Elmiro da Rocha Chaves acredita que a memória é o que nos mantém inteiros. E que escrever é a melhor forma de voltar sem nunca ter saído.” 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
Dedicatória 
Epígrafe

Primeira Parte — O BRILHO DA INFÂNCIA 
Capítulo 1 – O Primeiro Corte
O rito de iniciação e o nascimento da pertença 
Capítulo 2 – Os Irmãos do Pátio
A descoberta da amizade verdadeira 
Capítulo 3 – O Recreio e a Bola de Trapos
O jogo como escola de vida 
Capítulo 4 – O Professor Manuel Bento e a Régua de Madeira
A disciplina que forma carácter 
Capítulo 5 – A Caderneta e o Orgulho do Pai
O saber como herança emocional 
Capítulo 6 – A Merenda Partilhada — Sabores de Cela
Afeto embrulhado em papel de jornal 

Segunda Parte - QUANDO O TENPO COMEÇOU A MUDAR 
Capítulo 7 – A Primeira Fuga para o Rio
A ousadia da liberdade 
Capítulo 8 – Mila, o Campeão e o Companheiro Improvável
A liderança que se dá pelo exemplo 
Capítulo 9 – Chuvas Tropicais e Cadernos Molhados
A vida que escorre tinta e ensina resiliência 
Capítulo 10 – Quando a Guerra Sussurrava pelas Janelas
Os sinais da ruptura que ninguém queria ouvir 
Capítulo 11 – O Último Dia de Escola
O adeus que ficou para sempre 

FECHO 
EPÍLOGO – Angola no Coração, Sempre
Quando a terra natal é mais que geografia 
Agradecimentos 
Sobre o Autor 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Política & PREC - ‘POR UM PODEROSO MOVIMENTO DE MASSAS ANTICAPITALISTA’ - MES - Lisboa 1975 - MUITO RARO;





Portugal - Política & PREC - Um documento histórico deste movimento político da esquerda portuguesa surgida no período revolucionário após o 25 de Abril de 1974 


‘POR UM PODEROSO MOVIMENTO DE MASSAS ANTICAPITALISTA’ 
Edição do MES (Movimento de Esquerda Socialista) 
Lisboa 1975 


Exemplar com 18 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Preço:  0,00€; (Indisponível) 

segunda-feira, 9 de junho de 2025

África - Revolução & MPLA - ‘DESCONSEGUIRAM ANGOLA’, de António Costa Silva - Lisboa 2025;







África - Revolução & MPLA - “Este livro é um sonho perdido ou um pesadelo fútil ou uma loucura portátil”, assim é apresentada obra de António Costa Silva, angolano de origem portuguesa que, no período da descolonização e da independência de Angola, nos anos de 1975/77, esteve engajado no MPLA  e numa corrente minoritária maoista, tendo sido perseguido, preso e torturado nos acontecimentos fraccionistas do 27 de Maio e depois novamente aceite na família do partido governante 


‘DESCONSEGUIRAM ANGOLA’ 
De António Costa Silva 
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2025 


Livro com 208 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente.


SINOPSE:
“A farra estava nice… Bundas caloríficas e perfumes das europas… Luanda de sábado à noite. 

‘DESCONSEGUIRAM ANGOLA’ é um romance que António Costa Silva publicou, em edição restrita, sob peudónimo, mas que agora assume publicamente.
‘DESCONSEGUIRAM ANGOLA’ fala-nos de um período vivido já há meio século, quando se tentava construir uma nação no meio de uma guerra, que se prolongaria por mais 27 anos! Hoje, nas vastas chanas do leste e nas planuras cuito-cuanavalescas, já não se ouvem os canhões nem se bombardeiam civis, mas as lavras continuam por lavrar, com temor das muitas minas outrora plantadas.  
Há vários livros dentro deste livro: o do regresso imaginado à infância, o da vida e das histórias de Luanda, o dos rios ancestrais de África, e o da guerra. Há um cruzamento de caminhos sob o cenário da guerra, a mais longa da história de Angola, que marcou o país, as pessoas, as palavras. 
A guerra, essa, não acabou. Antes se transformou numa desconseguerra, sobretudo em cenários urbanos, e em milhões na refrega, em combates diários pela sobrevivência, nos raides à carga dos camiões, à caça dos bagos de arroz, finalmente apreendidos por estes guerrilheiros urbanos que combatem agora sem armas, unidos sob a mesma bandeira invisível, a da luta contra a fome.
‘DESCONSEGUIRAM ANGOLA’ interroga o instinto belicista do género humano, realizando uma peregrinação através da história recente de Angola e da banalidade do mal.

Todas as palavras estão incendiadas pela guerra, as próprias palavras usam fato de combate.”


O Autor:
“ANTÓNIO COSTA SILVA (António José da Costa Silva) nasce a 23 de Novembro de 1952 em Catabola, Angola. Estudante na Universidade de Luanda, militou nos Comités Amílcar Cabral e na Organização Comunista de Angola. É preso, pelo MPLA, a 22 de Dezembro de 1977. Sobrevive à tortura e escapa mesmo a um fuzilamento, sendo libertado após duas greves de fome. Inicia então, na Sonangol, uma carreira na área dos petróleos.
As sequelas da tortura, em particular a deterioração da visão, levam-no a prcurar tratamento em Portugal e Espanha. Licencia-se em Engenharia de Minas no IST, concluindo o mestrado em Engenharia de Petróleos no Imperial College. Obtém o doutoramento pelas duas Faculdades.
Na vida profissional passa pela Companhia Portuguesa de Serviços, pela multinacional francesa CGG, pelo Instituto Francês do Petróleo e, a partir de 2003, na Partex, empresa da fundação Calouste Gulbenkian. Foi ministro da Economia e do Mar do XXIII Governo Constitucional da República Portuguesa. É Professor Aposentado do Instituto Superior Técnico.”



Do ÍNDICE: 

Nota Introdutória 

I. - Zico acorda sábado à tarde e começara a décima guerra civil angolana 
II. - Zebidal recebe Silvino no aeroporto de Luanda 
III. - Os malucais da Baixa de Luanda 
IV. - O Coronel Mamona, o livro e o Girabola 
V. - A fuga de Malange, o Largo Serpa Pinto e a incrível história de Lobo Latom 
VI. - A farra de sábado à noite, o livro e o amor 
VII. - Zico e Mity, a guerra e a infância, o hospital do Cuito 
VIII. - A nação da demência, o Anangola e Sete Cintra Todos 
IX. - O livro, kota Venâncio e o incrível mujimbo do Homem-Jibóia 
X. - O Cortejo, o Museu de Quinaxixe e o Carnaval 
XI. - A Estrada da Brigada, o Roque e outra vez o Homem-Jibóia 
XII. - A Conferência de Imprensa do Coronel Mamona, o adventista do sétimo dia e a guerra 
XIII. - O livro, a incrível história de Artur Maluco e o Capitão Chuvisco 
XIV. - Abel Quitumbo desconfia e a multidão impacienta-se 
XV. - Zico e o livro, Sapalalo e os maralhões de Luanda 
XVI. - Luís Fabião explica o Homem-Jibóia 
XVII. - A batalha 
XVIII. - O Homem é um animal não confiável 
XIX. - A Avenida Brasil e as ruínas do continente 
XX. - O hospital dos dois nomes e o concurso no Cine Karl Marx 
XXI. - O recrutamento da arma secreta 
XXII. - Março em Luanda 
XXIII. - O juramento de bandeira 
XXIV. - A tertúlia na Baixa de Luanda 
XXV. - Dona Eufrasina Mamona e o microondas 
XXVI. - A conversa dos amigos 
XXVII. - Do Coronel Mamona ao Moxico 
XXVIII. - O Processo-Jibóia 
XXIX. - O petróleo e o sonho 
XXX. - O Largo do Pelourinho 
XXXI. - O Museu e a pomada mágica 
XXXII. - Huambo e a Menina Paz 


Preço: 32,50€;