segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Angola - História & Guerra Civil - ‘NO CONFLITO ANGOLANO “UM SOLDADO” - 15 dias de vida’, de Sabino Sakutala Kakusase - Luanda 2024 - MUITO RARO;

















Angola - História & Guerra Civil - O autor, militar das FALA (Forças Armadas de Libertação de Angola), o exército da UNITA, relata as últimas grandes batalhas da guerra civil contra o governo de Luanda do MPLA com inúmeros pormenores, mapas, testemunhos e fotografias do material envolvido pelas partes beligerantes 


‘NO CONFLITO ANGOLANO “UM SOLDADO” - 15 dias de vida’ 
De Sabino Sakutala Kakusase 
Edição do Autor 
Luanda 2024 


Livro com 236 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. Tiragem de 100 exemplares. 
MUITO, MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 
PREFÁCIO 
- Por Fernando Monteiro Kawewe ‘Dakar’ (Escritor e advogado) 

INTRODUÇÃO 
- Um apelo 
- Os contos dos soldados das FAPLA 

Capítulo I - A GUERRA DE MAVINGA 
1. - Características do terreno 
2. - A base revolucionária de apoio 
3. - Formação do Exército semi-convencional das FALA 
4. - Testemunho de um isento 
5. - O patriotismo, a alma revolucionária 
6. - A Jamba, explicação necessária 
O que é uma Base Revolucionária de Apoio ?
A JAMBA - símbolo da resistência e da liberdade 
7. - O início das operações de libertação e expansão do território 
8. - Recuperação e ressocialização dos homens 
9. - Zona industrial - Nova Aurora 

Capítulo II - ORGANIZAÇÃO DA LOGÍSTICA DAS FALA 
1. - Organização da Logística operacional 
2. -  A função da logística 
3. - A Logística - o bode expiatório 
4. - A organização da logística 
5. - A logística da guerra de guerrilhas 
6. - As linhas logísticas 
7. - Preparação Logística 
8. - Operações Logísticas 

Capítulo III - OFENSIVA DE 1985 
1. - Datas nas ofensivas 
2. - O início da ofensiva de 1985 
3. - O combate final 
4. - Os reforços 
5. - A vida nas bases de Lomba e do Kuzumbia 
6. - Sobre a 25.a (Bug FAPLA) 

Capítulo IV - OFENSIVA DE 1987 
1. - Ofensiva contra as terras livres da UNITA 
2. - A composição do nosso exército e ubicação 
3. - O início da ofensiva 
4. - Zona Autónoma Norte 
5. - Operação na boca do inimigo 
6. - AS FAPLA AVANÇAM 
7. - AS FAPLA ROMPEM LINHAS DAS FALA 
8. - ATAQUE CONTRA 16.a 
9. - Os combates decisivos 
10. - Nova ubicação das forças inimigas 
11. - O inimigo no beco da morte 
12. - Na frente Luvuey 
13. - Fim da ofensiva de 1987 
14. - Ferimento do VIVAX 
15. - A 16.a Brigada fora de combate - 2.* ataque 
16. - Conversas de antigos beligerantes 
17. - Aos angolanos - a desonra 
18. - As Zonas Vermelhas 
19. - O testemunho cubano 
20. - Os comandos SKUBA (Força Marinha das FALA) 
21. - Forças soviéticas na ofensiva de 1987 

Capítulo V - GUERRA NO KUITO KUANAVALE 
1. - Antecedentes 
2. - Revelações cubanas 

Capítulo VI - OFENSIVA DO ÚLTIMO ASSALTO 
1. - O ambiente político e diplomático 
2. - Dezembro de 1989 - início da ofensiva 
3. - Batalhão 89 - As mulheres no combate directo 
4. - O inimigo toma a vila de Mavinga a 22 de Fevereiro de 1990 
5. - A guerra psicológica 
6. - Março de 1990 - Fase final da ofensiva 
7. - Os desabafos matinais 
8. - O comando sem paraquedas 
9. - O fim da ofensiva 
10. - Elementos de vitória da FALA na última ofensiva 
11. - Correlação de forças no Cuando Cubango 
Ofensiva de 1985 
Agosto de 1986 
Último Assalto 
CORPO DE COMANDO DA FRENTE MAVINGA 
Comando da Frente Estratégica Menongue 
Comandantes Operacionais: 
- Gen. Arlindo Pena Ben-Ben 
- Gen. Demóstenes Chilingutila 
2.* Cmdt da Frente: 
- Gen. Black Power 
Chefe da Logística da Frente: 
- T/cor. Sakutala Kalusase 
Comandante da Especialidade: 
- Gen. Abílio Júlio Tarzan 

Capítulo VII - A GUERRA DOS 16 ANOS 
- O pensamento militar do general Jonas Savimbi 
- Frente de Mavinga 

Galeria I - OFENSIVA DE 1987 - LOMBA 87 
Galeria II - MATERIAL ABANDONADO PELAS FAPLA - ÚLTIMO ASSALTO 1990 - MAVINGA 

Agradecimentos 
Bibliografia 

BIOGRAFIA 
Carreira Militar 


Preço: 57,50€; 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - ‘O FENÓMENO MARCELINO DA MATA’, de Nuno Gonçalo Poças - Lisboa 2022 - Raro;












Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - A história do militar negro das Forças Armadas Portuguesas mais condecorado, guineense e figura incontornável da guerra nesta antiga província ultramarina - entre 1964 e 1974 - que de herói de guerra passou a ser denegrido e até sofreu prisão arbitrária e tortura por revolucionários da extrema esquerda no PREC… 


‘O FENÓMENO MARCELINO DA MATA’ 
O Herói, o vilão e a História 
De Nuno Gonçalo Poças 
Edição Casa das Letras 
Lisboa 2022 


Livro com 206 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“Marcelino da Mata carregava em si o peso das contradições de um passado comum a tantos portugueses ainda vivos. Nessas contradições andará, como quase sempre, a verdade possível.

“A figura de Marcelino da Mata desencadeou um debate público, feroz e inconsequente entre alguma esquerda e uma certa direita no qual o militar mais condecorado da História portuguesa ora surgiu como herói, ora como vilão.
Mas esse debate, em vez da radicalização, merecia serenidade, clarificação e conhecimento. Implicava, mais do que uma biografia de Marcelino, uma discussão sobre a guerra, o período revolucionário, o fim do Império colonial, o racismo, o nosso legado em África independente e a procura de respostas e dos consensos possíveis em temas tão sensíveis. Depois da efémera e tribal discussão que se gerou na sociedade portuguesa após o falecimento do tenente-coronel, Nuno Gonçalo Poças traz-nos, em ‘O FENÓMENO MARCELINO DA MATA’, uma apologia da moderação e lança as bases para um debate desapaixonado sobre episódios do nosso passado recente.“ 


Da badana: 
“Parece evidente que se foram inventando episódios acerca de Marcelino da Mata, e existem testemunhos que afiançam que várias dessas invenções tinham origem no próprio, mas o certo é que, indiferente à mitomania, a lenda crescia durante a guerra à medida que as medalhas e os louvores se sucediam e confirmavam todas as qualidades militares de Marcelino. E o PAIGC, por sua vez, ganhava a Marcelino da Mata um receio e uma raiva crescentes. Provavelmente, ambos os lados estariam a ser vítimas de algum tipo de exagero provocado, por um lado, pelo próprio regime que precisava de homens como Marcelino para fazer valer a sua posição política e, por outro lado, pela forma como o próprio Marcelino fez crescer a sua fama - não se coibindo de exagerar os feitos, acrescentando zeros às perdas inimigas, por exemplo. Os guerrilheiros achavam-no, pois, um sanguinário execrável, sentimento agravado por se tratar de um negro, guineense, que decidira combater, como tantos outros, embora ele com indiscutível sucesso, do lado da força colonizadora contra a independentista.“ 


O Autor: 
“NUNO GONÇALO POÇAS, advogado formado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, é casado e tem duas filhas. É revisor do ‘Internacional Journal of Business Strategy and Automation’, da IGI Global, revista científica norte-americana, onde publicou sobre Ética e Responsabilidade Social nas Decisões Judiciais. É colunista no jornal ‘Observador’, onde também escreve ensaios sobre políticas públicas e História contemporânea. 
É autor do livro ‘PRESOS POR UM FIO - Portugal e as FP-25 de Abril’ (Casa das Letras, 2021).“ 



Do ÍNDICE: 

PRÓLOGO 

I. - MARCELINO NA GUINÉ PORTUGUESA 
1.1 - Um português natural da Guiné-Bissau 
1.2 - Assim nasce um soldado 

II. - OS CAMINHOS DA GUERRILHA 
2.1 - O início da guerra 
2.2 - Amílcar Cabral e o PAIGC 

III. - UMA MÁQUINA DE GUERRA 
3.1 - “Sou o Marcelino” 
3.2 - Operação Tridente 
3.3 - Operação Mar Verde 
3.4 - Operação Ametista Real 
3.5 - O spinolismo na Guiné 

IV. - TEMPOS DE PAZ, TEMPOS DE VIOLÊNCIA 
4.1 - A guerra acabou 
4.2 - Revolução e tortura 
4.3 - Depois do PREC 

V. - HERÓI OU VILÃO: UM DEBATE AO LADO 

Bibliografia 


Preço: 37,50€; 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Portugal - Descolonização & História - ‘Stirrings of Nationalism in East Timor - FRETILIN 1974 - 1978’, by Helen Hill - Sidney 2002 - Muito Raro;





Portugal - Descolonização & História - The origins, ideologies and strategies of a nationalist movement in Timor Leste (1974 - 1978) 


‘Stirrings of Nationalism in East Timor - FRETILIN 1974 - 1978’ 
By Helen Hill 
Edition Oxford Press 
Sidney 2002 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
‘STIRRINGS OF NATIONALISM IN EAST TIMOR - FRETILIN 1974 - 1978’ 
“Helen’s book deserves to be published. There is no comparable work on the history of FRETILIN, the information is useful and deserves to be told…
Helen does not limit herself to desceibing, she has a well developed argument to present and an interpretation of how events accurred. 
It Will provide an essential historical reference.” 
Paulo Gorjão 



Do ÍNDICE:  / CONTENTS: 

INTRODUCTION 

1. - EAST TIMOR BEFORE APRIL 1974 
1.1 - East Timor before the coming of the Portuguese 
1.2 - Arrival of the first Portuguese 
1.3 - The establishment of Portuguese colonial rule 
1.4 - The collapse of the monarchy in Portugal 
1.5 - Post 1912 reorganisation of the Administration in Timor 
1.6 - Collapse of the republican government in Portugal - The Estado Novo 
1.7 - World War II and is aftermath 
1.8 - Portugal and international opinion 
1.9 - The Caetano years 
1.10 - Education policy under Salazar and Caetano 

2. - ORIGINS OF RÉSISTANCE TO COLONIAL RULE 
2.1 - The ‘great rebellion’ of 1910 - 1912+
2.2 - World War II and the japonese occupation 
2.3 - 1959 Viqueque uprising 
2.4 - Assimilado protest: The clandestine anti colonialist Group and Seara 

3. - THE EMERGENCE OF FRETILIN: April - November 1974 
3.1 - FRETILIN leaders: backgrounds and ideas 
3.2 - Themes of FRETILIN’s nationalism 
3.3 - The organization of FRETILIN 

4. - CHANGING STRATEGIES FOR CHANGING SITUATIONS 
4.1 - The arrival of the MFA administration in Timor, November 1974 
4.2 - FRETILIN mobilizes support 
4.3 - FRETILIN’s literacy programme 
4.4 - FRETILIN organizes students, workers 
4.5 - Relations between FRETILIN and the army 
4.6 - FRETILIN and UDT form a coalition 
4.7 - FRETILIN intensifies its rural work 
4.8 - FRETILIN’s relations with the Catholic Church 
4.9 - June 26 - 28, 1975, summit Conference in Macau 
4.10 - August 10 1975 - UDT attemps a coup, initiating a civil war 

5. - FRETILIN AS AN ADMINISTRATION 
5.1 - Immediate problems 
5.2 - FRETILIN and the army 
5.3 - The retreat of the UDT 
5.4 - The reoganisation of FRETILIN 
5.5 - The military situation October November 1975 
5.6 - The decision to declare independence 
5.7 - November 28 1975 - declaration of the Democratic Republic of East Timor 
 
6. - THE INVASION AND AFTER 

Conclusion 
Bibliography 
Notes 
Index 


Preço: 62,50€; 

quinta-feira, 14 de novembro de 2024

Tomar & História - ‘FESTA DOS TABULEIROS - Programa Oficial’ - Tomar 1950 - MUITO RARO;








Tomar & História - 


‘FESTA DOS TABULEIROS - Programa Oficial’ 
Edição da Comissão e Comissão Municipal de Turismo 
Impressão nas tipografias ‘Santos & Gouveia’, ‘Havaneza, L.da’ e ‘A Gráfica’ 
Tomar 1950 


Livro com 96 páginas, muito ilustrado (imagens e um mapa de grandes dimensões) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 



Preço: 

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Portugal - Guiné & Guerra do Ultramar - ‘A BATALHA DO QUITAFINE’, de José Francisco Nico - Lisboa 2020 - Muito Raro;








Portugal - Guiné & Guerra do Ultramar - A guerra aérea da FAP nos derradeiros anos do conflito nesta antiga província ultramarina portuguesa, quando a guerrilha do PAIGC passou a estar mais preparada e armada para combater a aviação portuguesa e relatada por um dos pilotos que a viveu intensamente 


‘A BATALHA DO QUITAFINE’ 
A contraguerrilha antiaérea na Guiné e a fantasia das áreas libertadas 
De José Francisco Nico 
Edição do Autor 
Lisboa 2020 


Livro com 384 páginas, muito ilustrado (88 fotografias e 42 mapas e infografias) e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. Edição de autor com tiragem única de 500 exemplares. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“Cumpri inúmeras missões durante a minha carreira na Força Aérea Portuguesa. A comissão de serviço na Guiné, porém, sobrepôs-se a qualquer das outras e marcou-me indelevelmente para o resto da vida. A mim e, certamente, a todos que de algum modo partilharam a mesma experiência.

Recordo momentos intensos e decisivos desse período, mas é sobretudo do combate à estratégia das ‘áreas libertadas’, fomentando, dinamizado é apoiado pelo Comité de Descolonização da ONU, materializado no conflito pelo dispositivo de artilharia antiaérea do PAIGC, ou de acontecimentos relacionados, que está narrativa vivida na primeira pessoa desvenda.


Da badana: 
“Este livro é o resultado de uma longa pesquisa sobre a operação da Força Aérea Portuguesa na Guiné, no período entre Outubro de 1967 e Janeiro de 1970, em cumprimento de um objectivo claro que foi neutralizar a tentativa de certificação política de uma ‘área libertada’, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e Sistema Adversário, através do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC). 

Nessa confrontação quando ao exercício da soberania na área, o grupo insurgente, reforçado com militares cubanos, recorreu à artilharia antiaérea convencional para negar o acesso da Força Aérea ao respectivo espaço aéreo. Trata-se, por esta razão, de um documento de cariz histórico-político-militar. 

Para as forças portuguesas foi um empreendimento que teve como actores principais o reduzido grupo de Peixotos, pessoal de manutenção e apoio e os aviões, Fiat G-91/RA, atribuídos à Esquadra 121 do Grupo Operacional 1201, na Base Aérea n. 12, em Bissalanca. 

Como acção de combate conquistou um espaço na memória da ainda curta vida da Força Aérea Portuguesa, em que a sua razão de ser como componente da defesa militar se justificou plenamente, sendo aqui testemunhada nos momentos mais significativos desse esforço para suster o inimigo com que o Sistema Adversário nos presenteou durante a guerra no Ultramar português.“ 



O Autor: 
“O tenente general piloto aviador JOSÉ FRANCISCO FERNANDES NICO na situação de reforma, nasceu em 1942 em Lagos, foi incorporado em 1960 e iniciou a sua carreira como piloto de aviões de caça. 
Entre 1967 e 1970 cumpriu uma comissão de serviço na Guiné. Desempenhou posteriormente funções como piloto instrutor, comandante de esquadra, comandante de grupo operacional e 2.* comandante de base aérea.
No posto de coronel desempenhou funções relacionadas com a segurança e defesa das unidades-base, foi Director das Operações Aéreas no Comando Operacional da Força Aérea (COFA) e Comandante da Base Aérea n. 6, no Montijo. 
Como major-general foi Director da Instrução da Força Aérea e, em seguida, Chefe da Divisão de Planeamento Estratégico Militar do Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA). 
Em Novembro de 1996 assumiu as funções de 2.* Comandante do COFA e de NATO COMPOAIR. 
Promovido a tenente-general em 1998 foi nomeado Director do Instituto de Altos Estudos da Força Aérea. Entre dezembro de 1999 e Fevereiro de 2003 desempenhou o cargo de Comandante do COFA, em acumulação com funções NATO, designadamente SOUTHLANTAIR e Comandante do CAOC 10. 
Exerceu o cargo de Vice-CEMFA até transitar para a situação de reserva, em Dezembro de 2003. 
Dora da efectividade de serviço (reserva e reforma) e durante seis anos foi convidado para ‘Senior Mentor do NATO Command Tranaformation’ aconselhando os comandantes e staffs das NATO Response Forces (NRF) no planeamento e execução de operações aéreas em âmbito conjunto e combinado. 
Durante a comissão Guiné, de 28SET1967 a 30ABR1970, como tenente e capitão, voou na Esquadra de Intervenção 121, foi Comandante da Esquadrilha de Transporte Ligeiro DO-27, Comandante da Esquadra de Apoio de Fogo T6-G e apontador de canhão no AL-III. 
Voou 1582H30, em 31 meses de comissão, cumprindo 1.269 missões de combate, das quais 518 em G-91, 483 em DO-27, 187 em T6-G e 81 em AL-III.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA INTRODUTÓRIA 
Lista de fotografias 
Lista de Infografias e Mapas 

Parte I. - CONTRAGUERRILHA ANTIAÉREA NA GUINÉ 
- Confrontos de Assimetrias 
Desequilíbrios versus desequilíbrios 
Vantagens do PAIGC 
Génese das guerras de libertação nos territórios ultramarinos 
As assimetrias favoráveis ao PAIGC 
- O Cripto Império dos ‘Cavalos de Tróia’ 
Portugueses aliados do inimigo sempre os houve e haverá 
Oposição, uma aventura chique e romântica 
A Nação não contava, o importante era o regime 
Responsabilidade de ter feito muito melhor 
- Primeiros Anos da Defesa Antiaérea do PAIGC 
Um passado de conflitualidade 
Primeiras baixas em voo 
Conflitualidade endémica naquela área de África 
Evolução da guerrilha antiaérea após 1964 
- Guerrilha Antiaérea e o Know-how Cubano 
Amílcar Cabral hipnotiza os cubanos 
As DShK nas flagelações aos aquartelamentos 
Assessoria antiaérea cubana no Quitafine 
Obséquios e afectos em honra de um agressor 

Parte II. - ESPECIFICIDADES DA CONTRAGUERRILHA ANTIAÉREA 
- Detecção das Antiaéreas 
Os pilotos raramente se apercebiam do fogo antiaéreo 
Detecção das munições tracejantes 
- Adversários Atípicos 
Um espaço aéreo partilhado 
- Eficácia do Poder Aéreo na Guiné 
As diferentes formas de combater 
A manutenção e prontidão das aeronaves 
Limitações funcionais da Força Aérea 
Descobrindo a guerrilha antiaérea 

Parte III. - PRIMEIROS MESES DA BATALHA DO QUITAFINE 
- Situação no Quitafine 
Projecto da operação ‘Apocalipse’ 
A táctica antiaérea altera-se radicalmente 
As antiaéreas fixas uma nova estratégia do PAIGC 
Capacidade de Contraguerrilha antiaérea 
Cassumba, Cassequelã, Dameol e Banir 
- Acossando o Inimigo 
Deram-nos uma missão 
Alguma sorte num mar de contrariedades 
PAIGC decide defender o terreno 
“Sentados nos pelos do cú” 
- Cassebeche, o Cavalo de Batalha 
Construção dos primeiros espaldões no Cassebeche 
As incursões nocturnas 
Operação ‘Regar’ e ‘Prestígio’ 
Eclosão nas ‘Cuevas del Vasquez’ 

Parte IV. - MOMENTOS MARCANTES DA BATALHA DO QUITAFINE 
- Uma Grande Surpresa 
Uma organização do terreno notável 
Operação ‘Martelada III’ 
O ataque de 7 de Março de 1968 
O rosto do inimigo 
- Operação ‘Tempestade Betelguese’ 
Heliassalto no Quitafine 
A guerrilha evita o contacto, evade-se e dispersa 
- Deixem-nos Engordar, Vamos apanhá-los à Mão 
Ingredientes e contornos de uma decisão 
Construindo mais uma estrada para a ‘Guiné Melhor’ 
Aterragem inopinada no Cassebecge 
O Comandante do Grupo 1201 torce o nariz 
- Operação ‘Vulcano’ 
O Comandante-Chefe à noite no Quitafine 
Detalhes da Ópera ‘Vulcano’ 
A máquina aérea de contraguerrilha em acção 
Ataque inicial e colocação da primeira vaga de assalto 
O inimigo resiste e mantém a capacidade antiaérea 
Avaliação da situação 
A reacção do inimigo intensifica-se 
Reconhecer o erro em prosseguir com a operação 
Finalmente a decisão de retirar 
- Ressaca e Lições da Operação ‘Vulcano’ 
Contabilização dos danos para ambos os lados 
O que sobrou do dispositivo antiaéreo 
Operação ‘Vulcano’ em retrospectiva 
O ensaio prévio e as fragilidades do plano no presente 
- O Final da Batalha do Quitafine 
Derradeiras acções Contraguerrilha antiaérea 
Operação ‘Cravo Azul’, um epitáfio 

Parte V. - OUTRAS ACÇÕES ANTIAÉREAS DO PAIGC 
- O Abate do Comandante do Grupo 1201 
Reconhecimento visual ao corredor de Guileje 
Um reconhecimento fotográfico que correu mal 
Gandembel, um presente para o PAIGC 
Afinal não era o inimigo, mas “à noite todos os gatos são pardos” 
Reacção do Grupo Operacional 
Briefing no COMCHEFE 
A tese da armadilha e a manipulação da DGS pelo PAIGC 
- Um Ataque com ‘Olhos Azuis’ 
Do ideal missionário à ajuda humanitária 
A decisão 
Era impossível falhar aquele alvo 
Reconhecimento pós-ataque 
Uma razão para o suicídio do PAIGC 
- Último Suspiro da Artilharia Antiaérea do PAIGC 
Canhões AA de 37 mm no corredor de Guileje 
Operação ‘Pérola Azul’ 
A melhor arma dos G-91 Contraguerrilha 

Parte VI. - EPÍLOGO 
- Resiliência da Força e a Contribuição Vital do Poder Aéreo 
- Defesa Antiaérea e Antiaérea Ofensiva 
- A Guerrilha em Posições Fixas 
- Os ‘Santuários’ do PAIGC mesmo ali ao lado 
- Missões Assimétricas e a Declaração Unilateral de Independência 
- Resultados da Batalha de Quitafine 
- Benefícios da ‘Guerra de Libertação’ 

Abreviaturas e Soglas 
Bibliografia 
Índice remissivo 


Preço: 67,50€; 

sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Portugal - Do 25 de Abril ao PREC - Revista ‘MUNDO’, n. 1820 - 22.03.1975 - (‘TOCATA Y FUGA’) - Madrid 1975 - MUITO RARO;











Portugal - Do 25 de Abril ao PREC - 


Revista ‘MUNDO’, n. 1820 - 22 de Março de 1975.
General Spínola - ‘TOCATA Y FUGA’ 
Madrid 1975 


Exemplar com 128 páginas, ilustrado e em bom estado de conservação. Capas com sinais de desgaste. Miolo em muito bom estado. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
- General Spínola - ‘TOCATA Y FUGA’ 


Preço: 

sábado, 5 de outubro de 2024

Moçambique & Ultramar - Revista ‘TEMPO’, n. 136 - 22.04.1973 - (‘LEI DE TERRAS DO ULTRAMAR’) - Lourenço Marques 1973 - MUITO RARO;




Moçambique & Ultramar - 


Revista ‘TEMPO’, n. 136 - De 22 de Abril de 1973.
‘LEI DE TERRAS DO ULTRAMAR’ 
Director: Eng. Rogério F. de Moura 
Director adjunto: Rui Cartaxana - Chefe de Redacção: Mota Lopes 
Lourenço Marques 1973 


Exemplar com 65 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
- ‘LEI DE TERRAS DO ULTRAMAR’ 


Preço:  

Portugal - Guerra do Ultramar & PREC - ‘Fotobiografias século XX - ANTÓNIO SPÍNOLA’, de Joaquim Vieira - Lisboa 2004 - Raro;




Portugal - Guerra do Ultramar & PREC - Uma importante obra, muito pormenorizada sobre a biografia de um dos expoentes dos conflitos militares nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de Angola e Guiné, a deposição do regime do Estado Novo de Salazar e Marcelo Caetano e a revolução de 25 de Abril de 1974 em que assumiu as funções de primeiro Presidente da República nomeado pelo MFA e a sua posterior participação no PREC, o processo revolucionário dos anos de 1974/75… 


‘Fotobiografias século XX - ANTÓNIO SPÍNOLA’ 
De Joaquim Vieira 
Edição Temas & Debates 
Lisboa  2004 


Livro de capas duras, com 200 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.n
Raro.



Sobre a Obra: 
Fotobiografia de António de Spínola, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo. A pesquisa iconográfica é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.


Preço: 47,50€; 

Moçambique & Igreja - ‘SANGUE QUE A TERRA BEBEU’, de João Coelho Baptista - Fátima 1993 - RARO;









Moçambique & Igreja - Acontecimentos decorridos na guerra civil que opôs o governo da FRELIMO e a guerrilha da RENAMO, de 1977 a 1992 - Narração do atentado e rapto ao Padre João Coelho Baptista e acompanhantes por parte da RENAMO, a 1 de Março de 1982. - Atentado ao carro do Padre José Fernando da Rocha Martins, com consequências mortais para o Padre José Ariel Granada Serna, no mesmo sítio, a 15 de Fevereiro de 1991 


‘SANGUE QUE A TERRA BEBEU’ 
De Padre João Coelho Baptista 
Edição Missões CONSOLATA 
Fátima 1993 


Livro com 142 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.


Da contracapa: 
“Ninguém 
Tem maior amor 
Do que aquele 
Que dá a sua vida 
Pelos seus amigos.” 
(João, 15, 13) 



Do ÍNDICE: 

A Razão destas Páginas 
- Padre Pietro Trabucco 
APRESENTAÇÃO 
- Herculano Neves da Silva (Superior Provincial) 

Capítulo I. - NO LUGAR FATÍDICO 
- Uma viagem sem coluna militar ? 
- Em Massangulo 
- A emboscada 
- Artur, eu te baptizo 
- Eu vos absolvo 
- Salomão ! Salomão ! 
- A morte de perto ? 
- Perdoar o quê ? 
- Presença do Beato Allamano 

Capítulo II. - MUDANÇA DE CENÁRIO 
- Soldados da RENAMO 
- Adolescentes armados 
- A trote pelo mato 
- Partilha dos despojos 
- Mais uma etapa 
- Primeiros socorros e um apelo 
- Primeira noite ao relento 
- Primeiro dia de marcha 

Capítulo III. - NA BASE DE MANDIMBA 
- Um ‘médico’ invisível 
- Era dia de carnaval 
- Cuidados dos enfermeiros 
- Sangue inocente 

Capítulo IV. - QUARTA-FEIRA DE CINZAS 
- Coisas de espantar ! 
- Um penso especial 
- Ordem de partida 
- As despedidas, último apelo 

Capítulo V. - RUMO A MWACANHA 
- A comitiva 
- O comboio 
- A primeira queda 
- Travessia do Lugenda 
- Segunda queda 
- O rei da selva 
- Primeiro domingo da Quaresma - sem Missa 
- Com muitos mosquitos 
- E algumas lágrimas 
- O trilho perdido 
- Terceira queda 
- Chegada à Base 

Capítulo VI. - NA BASE DE MWACANHA 
- Primeiras impressões 
- Como ocupava o tempo 
- Várias mensagens 
- Intervenção da Santa Sé 

Capítulo VII. - CONVERSAS COM OS GRANDES 
- A guerra 
- A Democracia 
- Imagem da RENAMO 
- A Fome e a Fartura 
- A crítica 
- A primeira página da História 
- Esperança apesar de tudo 
- Heroísmo do povo 
- Questões sociais e outras 

Capítulo VIII. - A SAÍDA 
- Regresso ao ponto zero 
- As declarações 
- Ordem de arrancar 
- A Consolata estava lá 
- Rumo à pista 
- Um exército de ‘inimigas’ 
- Avião no ar 
- Adeus MWACANHA 
- Escala em Lichinga 
- Um café muito especial 
- Chegada a Maputo 
- O veredicto 
- Última surpresa 

Capítulo IX. - A EMBOSCADA AO PADRE ARIEL 
- Perfil biográfico 
- Actividade intensa 
- Férias antecipadas 
- O atentado 
- Morte imediata 
- O assalto 
- Irmã Rebeca, a mulher forte 
- Luto na Diocese e no Instituto 
- Funeral do Padre Ariel 

APÊNDICE 
- Funerais das quatro vítimas 
- Carta ao Santo Padre 
- Resposta de Sua Santidade 
- Apelos pungentes 
- Ariel, Mártir do Dever 


Preço: 32,50€; 

Portugal - África & Literatura - ‘SINFONIA DE BRANCO’, de Henrique de Pina Cardoso - Lisboa 1980 - RARO;





Portugal - África & Literatura - As saudades do continente africano e das suas gentes, expressas em poesia pelo autor 


‘SINFONIA DE BRANCO’ 
De Henrique de Pina Cardoso 
Capa de Luísa Viegas 
Edição do Autor 
Lisboa 1980 


Livro com 40 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

SORRISO 


Preço: 32,50€; 

Angola & Literatura - ‘MAYOMBE’, de Pepetela - Luanda 1985 - RARO;




Angola & Literatura - Uma das obras mais importantes e históricas da literatura moderna angolana 


‘MAYOMBE’ 
De Pepetela 
Edição da União dos Escritores Angolanos 
Luanda 1985 


Livro com 300 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.


Da contracapa: 
"O Mayombe começa com um comunicado de guerra. Eu escrevi o comunicado e...o comunicado pareceu-me muito frio, coisa para jornalista, e eu continuei o comunicado de guerra para mim, assim nasceu o livro." - Pepetela 

“Escrito no período em que Pepetela participou na guerra pela libertação do seu país, Mayombe é uma narrativa que mergulha fundo na organização dos combatentes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), trazendo à tona as suas dúvidas, contradições, medos e convicções. Os bravos guerrilheiros que lutam no interior da densa floresta tropical confrontam-se não só com as tropas portuguesas, mas também com as diferenças culturais e sociais que procuram superar em direcção a uma Angola unificada e livre.”


Preço: 27,50€; 

Portugal - Literatura & Angola - ‘POE-MAS COM-SENTIDOS’, de Wanda Ramos - Lisboa 1986 - Raro;






Portugal - Literatura & Angola - Uma das obras literárias da angolana Wanda Ramos editada em Portugal 

‘POE-MAS COM-SENTIDOS’ 
De Wanda Ramos 
Edição Ulmeiro 
Lisboa 1986 


Livro com 82 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização. 
Raro.


A AUTORA: 
WANDA RAMOS - Nasceu no Dundo, Angola, em 1948. De volta a Portugal nove anos depois, aqui prosseguiu os seus estudos, tendo-se licenciado em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras de Lisboa.
Grande parte da sua vida profissional tem sido dedicada à tradução e revisão literária, mas desempenhou anteriormente funções de secretária e de professora do ensino secundário. 
Tem colaborado, entre 1972 e o presente, em diversos jornais e revistas literárias, com crónicas, poemas e textos em prosa, e foi colaboradora permanente da revista ‘ÁFRICA’. 
Das obras traduzidas, poder-se-ão citar autores  como Christopher Hill, André Martinet, John Lyons, Michel Galmiche, David Cooper, Bruno Munari, Jan Morris, Henri Laborit. 
Tem poemas e textos seus incluídos em algumas antologias, designadamente: ‘ANTOLOGIA DA POESA PORTUGUESA (1940-1977)’, 2. Volume, Moraes Editores, 1980, e ‘EXPERIÊNCIA DE LIBERDADE ‘, Diabril, Lisboa, 1975.
É membro da actual Direcção da Associação Portuguesa de Escritores.“ 


OBRAS DA AUTORA: 
Poesia 
- ‘NAS COXAS DO TEMPO’, poesia, edição da autora (1970); 
- ‘E CONTUDO CANTAR SEMPRE, poesia, Editorial Inova - Porto 1970; 
- ‘QUE RIO VEM FORÇAR A ENTRADA DESTA CASA?’, poesia, in Ao Jovem Poesia Portuguesa ‘, Limiar - Porto 1979; 
- ‘INTIMIDADE DA FALA’, prosa poética, edição & Etc - Lisboa 1983; 
- ‘POE-MAS COM-SENTIDOS’, Edição Ulmeiro - Lisboa 1986; 
Ficção: 
- ‘PERCURSOS (Do Luachimo ao Lucena’, ficção, Editorial Presença - Lisboa 1981; 
- ‘AS INCONTÁVEIS VÉSPERAS’, Edição Ulmeiro - Lisboa 1983; 
Contos: 
- ‘A CASA, O MAR’, Editorial Caminho - Lisboa 1985; 
- ‘’VIGÍLIA, Edições Rolim - Lisboa 1985; 


Da contracapa: 
“Wanda Ramos, num texto intitulado ‘Nas Coxas do Tempo’ e publicado em 1970, sinaliza qualitativamente, em minha opinião, o sentido reorientador - isto é, cruzado com o discurso florbelino do desejo, mas assumidamente mais ‘húmido’ na sua presentificação vocabular e metafórica - da consciência feminina na poesia portuguesa que irá consolidar-se a partir de 1974. Consagrando um léxico do sexo, do corpo e dos sinais do corpo em desejo, Wanda Ramos não só explora exaustivamente os paradigmas culturais da sexualidade mas também ergue vibrantemente as metáforas sexuais por uma intenção profunda de enfatizar o seu desejo elementar de relação com o mundo e/ou de comunicação natural com as forças mais vitais que sustentam o amor e a imaginação humana.“ 
In Manuel Frias Martins, ‘10 Anos de Poesia em Portugal, 1974-1984. Leitura de uma década, Ed. Caminho, Lisboa 1986.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

I - NAS COXAS DO TEMPO 

II - POE-MAS-COM-SENTIDOS 

III - BRUMAS 

Nota da Autora 
Fontes das citações 


Preço: 25,00€;