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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Portugal - Guerra Colonial & Moçambique - Revista ‘AFRIQUE-ASIE’, n. 667 - 29.05.1972 - (‘DOMINGOS AROUCA: SEPT ANS D’ATTENTE EN PRISON’) - Paris 1972 - MUITO RARO;








Portugal - Guerra Colonial & Moçambique - A denúncia internacional da perseguição e detenção do Moçambicano Domingos Arouca, um advogado negro nascido em Inhambane e formado na Universidade de Lisboa. Após a independência de Moçambique a 25 de Junho de 1975, concorreu às eleições presidenciais de 1994 e dirigiu o seu partido, a FUMI. Era membro fundador da ordem dos Advogados de Moçambique e do Conselho Superior da Magistratura Judicial. Neste órgão exerceu vários mandatos tendo chegado a ser eleito por proposta consensual da Frelimo, no poder, e da Renamo, o maior partido da oposição.


Revista ‘AFRIQUE-ASIE’, n. 667 - De 29 de Maio de 1972. 
‘DOMINGOS AROUCA: SEPT ANS D’ATTENTE EN PRISON’ 
Paris 1972 


Exemplar com 64 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘DOMINGOS AROUCA: SEPT ANS D’ATTENTE EN PRISON’ 
Par Aquino de Bragança 
‘Les colonialistes portugais n’ont pas pardonné à Domingos Arouca d’être le premier avocat noir du Mozambique’ 
‘Sueveille par la PIDE’ 
‘Camp de Concentration’ 
‘Greve de la faim’ 


BIOGRAFIA: 
“DOMINGOS AROUCA nasceu em Inhambane em 07 de Julho de 1928, numa família de camponeses, e como adolescente, depois de completar a escolaridade, trabalhou como balconista num escritório de advocacia local. Quando fez 16 anos, entrou na escola de enfermagem, e após a conclusão do curso trabalhou como enfermeiro, até aos 21 anos. 
De acordo com uma fonte (seu livro ‘Discursos Políticos’), em 1949, ganhou um prémio significativo na loteria Rhodesiana, país em que tinha ido ilegalmente. Usou esse valor para pagar um bilhete para Portugal, onde trabalhou e estudou ao mesmo tempo, completando a  sua educação secundária e, em seguida, entrou na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. 
Tais oportunidades educacionais eram extremamente difíceis para moçambicanos negros na época. Arouca usou bem o prémio da loteria para prosseguir a sua educação claramente determinante no futuro de sua vida. Formou-se em Direito em Portugal, em 1960, com a idade de 32 anos, tornando-se defensor qualificado de Moçambique na qualidade de primeiro advogado negro.
Arouca voltou a Moçambique e exerceu a advocacia em Lourenço Marques. No entanto, dessa vez ele também passou  à política activa nacionalista e no jornalismo, e em 1965 ele foi eleito para a presidência do Centro Associativo dos Negros de Moçambique . Um mês depois, em 29 de maio, foi preso pela PIDE (A polícia política portuguesa), acusado de pertencer e trabalhar para a FRELIMO e o Centro Associativo foi encerrado. Ao todo, Arouca passou oito anos na prisão, de 1965 a 1973, quatro na Machava e os restantes em Portugal, em condições muito difíceis, no Forte-Prisão de Caxias em Lisboa e na Praça-forte de Peniche, em Leiria.
Arouca foi finalmente libertado em Junho de 1973 e deportado para Moçambique. Foi exilado para a cidade de Inhambane, sua terra natal, onde lhe foi permitido exercer a advocacia. 
Após a queda do regime do Estado Novo em Lisboa e o início do processo de descolonização em Moçambique nos anos de 1974/75, Domingos Arouca ficou infeliz com a chegada  da FRELIMO, com a ideologia marxisma-Leninista, formalizada no III Congresso, em 1977. Assim, regressou a Portugal para fundar o seu próprio partido, a FUMO (Frente Unida Democrática de Moçambique), 3 apresentou-se nos finais da década de 1970 e início de 1980, como o verdadeiro herdeiro de Mondlane. 
Neste altura, Arouca atraiu críticas, ferozes e mesmo sarcásticas  na imprensa moçambicana. Até à liberalização da economia no início de 1990, a FUMO foi um partido notável, principalmente pelo sua defesa de  constituição liberal para Moçambique.
Após a adoção do pluralismo político, Domingos Arouca voltou novamente a Moçambique no início de 1992, tendo concorrido às eleições de 1994 - obteve menos de 1% nas presidenciais - e, daí começou a divisão do  partido, com a proposta de uma união eleitoral com RENAMO,  da qual  Arouca se opunha, acabando por se  demitir. 
Arouca permaneceu activo como advogado até o final de sua vida. 
Morreu em Maputo em Janeiro de 2009 com a idade de 80 anos, tendo ganho algum respeito, até mesmo de seus antigos adversários, como um homem que vincou as suas posições políticas. Lutou contra o racismo, tribalismo  e defendeu sempre uma perspectiva de unidade nacional e da paz em Moçambique.“
Adaptação 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Estado Novo & Oposição - ‘MANUEL DA LUZ GRAÇA - Tarrafalista setubalense’, de Américo Lázaro Leal - Setúbal 2006 - RARO;





Portugal - Estado Novo & Oposição - Nesta obra, é editada a biografia do sindicalista setubalense Manuel da Luz Graça, deportado para o Campo de Concentração do Tarrafal e depoimentos dos seus companheiros e homenagem pelo seu percurso político sindical 


‘MANUEL DA LUZ GRAÇA - Tarrafalista setubalense’ 
De Américo Lázaro Leal 
Edição URAP (União de Resistentes Antifascistas Portugueses);
Setúbal 2006 


Livro com 78 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


SINOPSE: 
“Manuel da Luz Graça foi um operário e resistente antifascista setubalense, conhecido por ter sido um dos presos políticos enviados para o Campo de Concentração do Tarrafal, em Cabo Verde. 
 Filiou-se no Partido Comunista Português (PCP) em 1927. Teve um papel de destaque na organização operária em Setúbal, integrando o Comité Revolucionário local durante a histórica greve de 18 de janeiro de 1934.
Foi detido pela polícia política (PVDE) em fevereiro de 1935, sendo classificado como "extremista". Após passar por várias prisões em Portugal Continental (Aljube e Peniche), foi julgado pelo Tribunal Militar Especial. Em outubro de 1936, fez parte do primeiro grupo de presos enviados para o recém-criado Campo de Concentração do Tarrafal.” 


Da contracapa: 
“Este livro, editado em homenagem ao destacado patriota e combatente antifascista Manuel da Luz Graça é dedicado a todos os resistentes setubalenses que ao longo de 48 anos de regime fascista, nas condições mais adversas e de diferentes formas, deram a sua valiosa contribuição para o derrubamento da ditadura salazarista e para que possamos estar hoje em liberdade, a defender as conquistas do Portugal de Abril.“ 



Do ÍNDICE: 

APRESENTAÇÃO 

INTRODUÇÃO 
- Fotos relacionadas com Manuel Graça e as prisões 
- Notas biográficas sobre Manuel Graça 

I. - SETÚBAL - 1926 
Abordagem: 
- Aos principais sectores da vida económica do concelho de Setúbal 
- As associações de classe e os sindicatos nacionais fascistas 
- O dirigente sindicalista Manuel Graça 
- A sua companheira Maria Arminda Cândido Graça e filhos 

II. - A REPRESSÃO, A PRISÃO, A TORTURA 
Abordagem: 
- Aos métodos de actuação da PVDE / PIDE 
- Ao Campo de Concentração do Tarrafal 
- À actuação do Director e do médico da prisão do Tarrafal 
- Os factos da vida prisional 
- À “frigideira” e ao “segredo” 
- Às fugas e à sua ligação como parte da continuação da luta dos patriotas presos 

III. - O VALOR DA SOLIDARIEDADE 
- Dos familiares dos trabalhadores, dos democratas e dos próprios companheiros da prisão 

IV. - NA CONTINUAÇÃO DA LUTA ATÉ À PONTA FINAL DA VIDA 
Contém: 
- Depoimentos sobre Manuel Graça 
- Carta do Dr. Manuel Baptista dos Reis ao Director da Prisão 
- Lista dos presos deportados para o Tarrafal 
- Lista dos prisioneiros mortos na prisão do Tarrafal 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

terça-feira, 21 de abril de 2026

Portugal - História & Guerra do Ultramar - ‘DA GUERRA NUNCA SE VOLTA’, de Armando Sousa Teixeira - Lisboa 2023;








História & Guerra do Ultramar (Angola, Guiné e Moçambique) - Descrições sobre a guerra nas três antigas províncias ultramarinas portuguesas de África, os dramas dos seus intervenientes do lado nacional e dos movimentos nacionalistas, o papel dos membros do PCP cuja orientação era participar, combater e denunciar o sistema colonial e o combate das Forças Armadas na guerra colonial 


‘DA GUERRA NUNCA SE VOLTA’
Os Caminhos Cruzados da Guerra Colonial 
De Armando Sousa Teixeira  
Edição Página a Página 
Lisboa 2023 


Livro com 418 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente.
De muito difícil localização. 


Da contracapa:
“ ‘PARA A HISTÓRIA DO COLONIALISMO PORTUGUÊS EM ÁFRICA’ 

E com a raiva dos outros 
Matou matou matou 
Até que um dia 
Oh ironia 
Nesse dia havia sol 
Havia esperança 
Havia mulher 
Havia os filhos a mãe uma carta 
Havia havia havia 
Mas esfarelou-se todo 
Todo 
No gargalhar traiçoeiro 
Das granadas 
De bico amarelo 
E de rabo encarnado.“ 
Rui Nogar 



Do ÍNDICE: 

Pródromo (Advertência) 
- Por Mário Moutinho de Pádua 
PREFÁCIO 
- Por José Abílio Mourato 

INTRODUÇÃO - A LUTA DE LIBERTAÇÃO EM ÁFRICA 
- As guerras coloniais e o neocolonialismo 
- O plano colonial de Salazar 
- Guerra do Ultramar ou Guerra Colonial ? 
- A realidade, a ficção e o embuste 
- 25 de Abril, 50 anos, sempre ! 
- Da guerra nunca se volta ! 

Capítulo Um - Zé da Granja 
- Dona Gumerzinda 
- A Segunda Guerra Mundial 
- Armar aos pássaros 
- O Manuel da Granja finou-se 

Capítulo Dois - Bela Mandil 
- A Praia da Rocha 
- O encontro do MUD Juvenil em Bela Mandil 
- OAssaltobda PIDE 

Capítulo Três - O canhão, as festas e a guerra 
- O canhão 
- As festas 
- Fim do Império 
- O ‘Olho de Vidro’ 
- O padrinho 
- Há fogo 
- Guerra em Angola 

Capítulo Quatro - Mestre Milágá 
- Uma crença no Zezito 
- Moço de Maiorial 
- A vila de Redondo 
- A aldeia da Granja 
- Marina de Guerra 
- A Fragata. ‘Diogo Gomes’ 
- Fuzileiros Especiais 

Capítulo Cinco - Mudar de vida 
- Terras do sul: Portimão 
- José Douro e Vitor Parreira 
- Vitor e Teresa 
- A cidade do Sado 
- Notícias de Portimão 
- Vida de tropa 
- ‘Santa Liberdade’ 

Capítulo Seis - Cruz de Guerra 
- Viagem inesquecível 
- O avô ‘Capitão’ 
- A guerra omnipresente 
- Heroísmo versus cobardia 

Capítulo Sete - Guerra crua e sanguina 
- Vitor Parreira ‘Caracol’ 
- Início da Guerra Colonial 
- José Douro, sargento do exército português 
- Levantamento da UPA 
- A revolta no noroeste 

Capítulo Oito - Nas margens do rio Luqueia 
- O rio Luqueia na terra dos bacongos 
- A Operação ‘Golpe Baixo’ 
- A revolta nos Dembos 
- Chamamento de mãe 
- Refúgio perdido 
- Um cenário de devastação num deserto humano 

Capítulo Nove - Menino da guerra 
- A viagem pela Pátria 
- ‘Preto da Guiné’ 
- Pupilos do Exército 
- O noroeste continua em brasa 
- Massacres nos Dembos 
- O ódio rácico 
- A NATO apoia o colonialismo 

Capítulo Dez - Fogo amigo 
- José Saraiva sargento fuzileiro 
- A guerra complica-se 
- António de Spínola na Guiné 
- Os manuais da APSIC 
- O instrutor cubano 
- Operação ‘Mar Verde’ 

Capítulo Onze - Spínola e a APSIC não ganham a guerra 
- O Movimento Nacionalista e a luta de libertação na Guiné 
- A Tabanca 
- Um tiro no tarrafo 
- A deserção 
- Mestiçagens 

Capítulo Doze - Ligações perigosas (não jures camarada!) 
- Do outro lado do rio 
- Namorar em tempo de repressão 
- Na António Maria Cardoso 
- Efeitos colaterais 
- Amor em tempo de luta 
- Casa comigo ? 
- Não jures camarada ! 

Capítulo Treze - Laços de sangue e consciência 
- A vingança em marcha 
- Médicos para a guerra 
- Tarde de amor 
- Ir ou não ir, a questão ! 
- A frente sul / Sudeste do MPLA 
- Operação ‘Tubarão’ 
- Na morte de Luís Fuste 

Capítulo Catorze - Na véspera de acontecimentos importantes - A partida 
- Dar o ‘salto’ ou ir à guerra ? 
- O enfermeiro Naci 
- Militarismo e resistência 
- A perseguição anunciada 
- Um destino assumido 
- Formar Batalhão na Amadora 
- Amor em tempo de guerra - A partida 

Capítulo Quinze - Guiné derrota anunciada 
- Curso de Operações Especiais 
- O encarniçamento da guerra 
- A emboscada 
- Politicamente activos, politicamente suspeitos 
- Uma dinâmica imparável 
- O assassinato de Amílcar Cabral 
- A derrota anunciada 

Capítulo Dezasseis - Em Angola a guerra continua 
- José Douro de volta a Angola 
- Os movimentos nacionalistas em Angola 
- Zala, planalto dos Dembos 
- Fazenda Santa Isabel, Quitexe 
- A guerra de libertação no Leste de Angola 
- Chefe Galumbo 
- Saliente do Gazombo 

Capítulo Dezassete - Conhecendo a velha África, prisão, tortura e castigo 
- Chipera foram ruins aqueles tempos 
- Rusga da PIDE 
- As malhas que a repressão tecia 
- A tortura ia começar no reduto norte de Caxias 
- No reduto sul de Caxias 
- A contra-fé 
- O processo disciplinar vingativo 
- A Casa de Reclusão no Forte da Trafaria 

Capítulo Dezoito - Amanhecer em Lisboa, entardecer em Nangade 
- Ir ou não ir, era novamente a questão 
- Notícias da guerra 
- Nancaràri, no planalto dos Macondes 
- Quartel-General em Nampula 
- No grande perímetro militar do Rovuma 
- O sargento-ajudante 
- A cor da fome 
- Um assomo de dignidade 
- Os massacres eram inevitáveis ? 

Capítulo Dezanove - Viva o 25 de Abril 
- Miséria em Nangade 
- A guerra continua cruenta 
- Tentativa de golpe de mão: vêm aí os ‘turras’ ! 
- Páginas de um diário de guerra 
- Junto à fogueira do guerrilheiro 
- Longe da Pátria, lugar de saudade 

Capítulo Vinte - Fim da Guerra ! Viva a Revolução ! 
- Jaz morto e arrefece: o menino de sua mãe 
- José Douro: dos Dembos ao MFA em Luanda 
- Zé da Granja: fuzileiro de Abril 
- João Trigueiro: o dia seguinte 

APÊNDICE - Para a História do Colonialismo Português em África 
- A Colonização de Angola 
- A Luta de Libertação em Angola 
- A Colonização da Guiné 
- A Colonização de Moçambique 


Preço: 52,50€: 

terça-feira, 17 de março de 2026

Portugal - Ultramar & Literatura - ‘O ANJO BRANCO’, de José Rodrigues dos Santos - Lisboa 2010 (1.a edição) - RARO;









Portugal - Guerra do Ultramar & Literatura - O autor, define está obra como sendo, embora de ficção, inspirada em factos reais vividos pelo principal personagem, o médico que ficou conhecido como o anjo branco, seu pai, que exerceu a medicina no mato profundo de Moçambique no período mais agudo da guerra colonial e presenciou abusos dos dois lados do conflito que decorreu entre 1964 e 1974 


‘O ANJO BRANCO’ (1.a Edição) 
De José Rodrigues dos Santos 
Edição Gradiva 
Lisboa 2010 


Livro com sobrecapa, de 678 páginas, ilustrado  (mapa de Moçambique e Tete) e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa:
“A vida de José Branco mudou nomeia em que entrou naquela aldeia perdida no coração de África e se deparou com o terrível segredo.

O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve uma ideia revolucionária: criar o Serviço Médico Aéreo.

No seu pequeno avião, José Cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai atenções e o médico que chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda no mato.

Chamam-lhe o Anjo Branco. 

Mas a guerra colonial rebenta é um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar.

Inspirado em factos reais e desfilando uma galeria de personagens digna de uma grande produção, ‘O ANJO BRANCO’ afirma-se como o mais pujante romance jamais publicado sobre a guerra colonial - e, acima de tudo, sobre os últimos anos da presença portuguesa em África.“ 


Crítica Internacional à Obra de José Rodrigues dos Santos: 
“José Rodrigues dos Santos mantém o leitor colado à história.
‘Corriere della Sera’ - Itália 

“Um estilo de escrita prodigiosamente poético e melódico que enfeitiça o leitor.“
‘Literaturzirkel Belletristik’ - Alemanha 

“Dos mais inteligentes romances da literatura contemporânea.“ 
‘Standart’ - Bulgária 

“As histórias de José Rodrigues dos Santos estão cheias de substância e a sua leitura é galvanizante.
‘La Opinión’ - Espanha 

“Escrito com bom humor é uma erudição que resultam numa linguagem fluída.“ 
‘Bravo’ - Brasil  

“José Rodrigues dos Santos fascina e informa, ao mesmo tempo que entretém.
‘Shelf Awareness’ - Estados Unidos 

“Um romance com profundidade.
‘Misdaadromans’ - Holanda 


O Autor:
“JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS nasceu em 1964 em Moçambique. Abraçou o jornalismo em 1981, na Rádio Macau, tendo ainda trabalhado na BBC e sido colaborador permanente da CNN. 
Doutorado em Ciências da Comunicação, é agora professor da Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP. Trata-se de um dos mais premiados jornalistas portugueses, galardoado com dois prémios do Clube Português de Imprensa e três da CNN, entre outros. 
Este é o seu oitavo romance.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Parte Um - PARAÍSO 
Capítulo I 
Ao 
Capítulo XVI 

Parte Dois - PURGATÓRIO 
Capítulo I 
Ao 
Capítulo XLVIII 

Parte Três - INFERNO 
Capítulo I 
Ao 
Capítulo XIV 

EPÍLOGO 

Nota Final 


Preço: 47,50€; 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Moçambique - História & Descolonização - ‘JORGE JARDIM - O ANO DO ADEUS AO ULTRAMAR’, de Adelino Timóteo - Maputo 2024 - Muito Raro;










Moçambique - História & Descolonização - Os avatares do mais misterioso e audacioso luso-moçambicano do século XX, que tentou negociar, discretamente, através do chamado ‘Programa de Lusaka’, um processo multi-racial de descolonização, que evitasse o êxodo e a debandada desesperada de 250 mil cidadãos brancos moçambicanos 


‘JORGE JARDIM - O ANO DO ADEUS AO ULTRAMAR’ 
De Adelino Timóteo 
Edição AT 
Maputo 2024 


Livro com 290 páginas, ilustrado (reprodução de documentos) e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


SINOPSE: 
“Obra muito importante para o estudo do período final da administração portuguesa em Moçambique e nos primeiro anos do novo país independente, focada numa das personalidades mais complexas dessa época, Jorge Jardim. São abordadas as questões das lutas internas na Frelimo, o assassínio de Eduardo Mondlane, a acção de Costa Gomes e do MFA em Portugal e em Moçambique, a vida de Jorge Jardim depois do 25 de Abril até falecer prematuramente, o comportamento dos dirigentes da Frelimo em 1974 e 1975 e nos anos seguintes e os terríveis fins dos opositores da Frelimo.”


Da contracapa:
“Está obra pretende-se um farol, com material inédito, buscando iluminar os acontecimentos do após 25 de Abril de 1974, assim como o episódio trágico de 7 de Setembro, em Lourenço Marques, no mesmo ano. Com enfoque no Eng. Jorge Jardim, trata-se de um ângulo inédito e distinto de contar também sobre os derradeiros momentos da luta armada de libertação e os demais acontecimentos que lhe sucederam, vinculando-o a uma tentativa humana e de redenção de se acercar à FRELIMO, através do ‘Programa de Lusaka’, com que buscava evitar a debandada de 250 mil bancos de Moçambique. 
Debaixo da lenda desta personalidade e com informação devidamente contextualizada, o autor esmiuça os factos, que marcaram o fim do Ultramar português e a emergência de um novo conflito, debaixo da consigna da guerra fria. 
Afamado como uma das mais ímpares e insignes personalidades da África Austral, purgado pela Junta de Salvação Nacional, dos capitães de Abril, Jorge Jardim, tratado como um monstro, esgrime os seus argumentos, mas não consegue impor o seu plano em cima da mesa, no tratado de Lusaka. Daí resvala-se para um plano secundário e assiste desencantado o processo dramático e trágico da descolonização desde a periferia. 
Cinquenta nos depois, olhando para o pensamento de Jorge Jardim, é possível depreender que, mais do que votá-lo ao ostracismo e ao tabu, Jorge Jardim foi um nacionalista, que pretendeu contribuir com o seu pensar particular, que mantivesse a dignidade da maioria e dos derrotados, numa harmonia comum, sem se ferirem uns aos outros. 
Ao desenterrar o perfil deste homem complexo, raro, pretensamente anti-racista, com as suas contradições e partes encantadora, como todos os seres humanos comuns, o autor oferece a oportunidade de se esgravatar sobre a documentação e testemunhos interessantes de uma figura enigmática, esclarecendo sobre os momentos que mediaram a morte de Eduardo Mondlane, com isto demonstrando que a história é um processo dinâmico, em permanente construção. 
A relevância de documentar com intensidade esse período de ouro da história contemporânea é um serviço à Nação.“ 


O Autor:
“ADELINO TIMÓTEO nasceu a 3 de Fevereiro de 1970, na Beira, em Moçambique. 
É formado na área da docência em Língua Portuguesa, mas não exerceu a profissão. Ingressou no jornalismo em 1994, na cidade da Beira, no ‘Diário de Moçambique’, e, mais tarde, tornou-se correspondente do semanário ‘Savana’, na mesma cidade. 
É licenciado em Direito e exerce a função de jornalista no semanário ‘Canal de Moçambique’. 
Além disso, é artista plástico e já realizou várias exposições individuais de artes, em Moçambique e no estrangeiro. 
Obras publicadas, entre poesia, romances e biografias: 
- ‘Os Segredos da Arte de Amar’, Maputo, AEMO, 1998; 
- ‘Viagem à Grécia através da Ilha de Moçambique’, Maputo, Ndjira, 2002; 
- ‘A Fronteira do Sublime’, Maputo, AEMO, 2006; 
- ‘Mulungu’, Maputo, Texto, 2007; 
- ‘A Virgem da Babilónia’, Maputo, Texto, 2009; 
- ‘Nação Pária’, Maputo, Alcance, 2010; 
- Na Aldeia dos Crocodilos’, Maputo, Escola Portuguesa de Moçambique, 2011; 
- ‘Dos Frutos do Amor e Desamores até à Partida’, Maputo, Alcance, 2011; 
- ‘Não Chora Carmen’, Maputo, Alcance, 2013; 
- ‘Nós, os de Macurungo’, Maputo, Alcance, 2013; 
- ‘Livro Mulher’, Maputo, Alcance, 2013; 
- ‘Apocalipse dos Predadores’, Lisboa, Chiado, 2014; 
- ‘Os Oito Maridos de Dona Luiza Michaela da Cruz’, Maputo, Alcance, 2017; 
- ‘Os Últimos Dias de Uria Simango’, Maputo, 2018; 
- ‘Na Aldeia dos Crocodilos. Contos de Moçambique’, São Paulo, Kapulana, 2018; 
- ‘Volúpia de Pedra’, Maputo, 2018; 
- ‘Afonso Dhlakama - a Longa Luta em Defesa da Democracia’ - 2019; 
- ‘O Feiticeiro Branco’ - 2020; 
- ‘A Luz Diáfana do Amor’ - 2021; 
- ‘O Voo das Fagulhas’ - 2021; 
- ‘Daviz Simango: a Difícil Transição à Democracia’ - 2022; 
- ‘A Biblioteca debaixo da Cidade’ - 2023; e 
- ‘JORGE JARDIM - O Ano do Adeus ao Ultramar’ - 2024.“ 


JORGE JARDIM: 
“Jorge Pereira Jardim (Lisboa, 13-11-1919 - Libreville, Gabão, 01-12-1982) 
Engenheiro agrónomo, foi Secretário de Estado do Comércio e Indústria, de 1948 a 1952, deputado à Assembleia Nacional, em duas legislaturas, de 1953 a 1961. Passou depois a exercer funções em empresas privadas, tais como administrador da fábrica da Lusalite no Dondo, em Moçambique, administrador de várias empresas do grupo Champalimaud, em Moçambique, tendo construído um império económico, que incluía o Interbanque, no Gabão. 
Esteve em Angola a apoiar a formação de milícias em 1961, e desenvolveu uma densa rede de contactos na África Austral, que incluía, os presidentes do Malawi e da Zâmbia. Tentou contribuir, com o ‘Programa de Lusaka’, para uma via pluralista para a independência de Moçambique, tendo falhado devido ao apoio dos militares portugueses à Frelimo.”



Do ÍNDICE: 

1. - JORGE JARDIM: O HOMEM, O MITO, A LENDA 
1.1 O Kissinger luso-moçambicano 

2. - A CAVALGADA AMERICANA SOBRE O ULTRAMAR PORTUGUÊS 
2.1 As manobras do enviado especial de Salazar e de Marcello Caetano 
2.2 Das prisões dos Padres de Macúti e de Burgos 
2.3 PIDE/DGS e o seu destema repressivo 
2.4 A expulsão dos missionários estrangeiros 
2.5 Os bispos vistos sob a lupa da PIDE/DGS 

3. - A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS: A SENTENÇA DE UMA MORTE ESPERADA 
3.1 Os partidos emergentes 
3.2 Jorge Jardim na lista negra da JSN 
3.3 Joana Simeão e Máximo Dias vítimas da escalada da violência 

4. - MANDATO DE CAPTURA A JORGE JARDIM 
4.1 Jardim na encruzilhada dos seus detractores 
4.2 Paris e o rosário da liberdade 
4.3 Jardim leva Domingos Arouca ao banquete de Banda 
4.4 Jardim no centro da rota de colisão Portugal / Malawi 
4.5 Jardim na corrida pela independência 
4.6 Marcello ultrapassa Jardim na corrida 
4.7 As posições diplomáticas de Banda e Kaunda sobre Moçambique 

5. - POMBEIRO DE SOUSA: A MÃO ESQUERDA DE JORGE JARDIM 
5.1 Coligação única liderada por Domingos Arouca 
5.2 Kaunda impressionado com o negociador Jorge Jardim 
5.3 Manifesto de Lusaka e o eclipse de Jardim 

6. - A CHEGADA AO PODER DO DETRACTOR INTERNO DE JARDIM 
6.1 Dr. Soares de Melo a caminho da investidura em Lisboa 
6.2 Spínola empossa novos governadores-gerais 

7. - A COLIGAÇÃO CONSPIRATÓRIA PARA A DETENÇÃO DOS OPOSITORES 
7.1 Costa Gomes e a ‘Operação Jorge Jardim’ 
7.2 A debandada dos sinistros agentes da PIDE/DGS 
7.3 Soares de Melo congela contas e ordena a prisão de Jardim 

8. - FRELIMO E JARDIM ODEIAM-SE ATÉ ÀS ENTRANHAS 
8.1 Jardim tenta recuperar o protagonismo 
8.2 Jardim prepara-se para a batalha judicial 

9. - O ESBOÇO DE UM HIPOTÉTICO PRÉ-ACORDO E AS MUDANÇAS REPENTINAS 
9.1 Governador-Geral Soares de Melo demite-se 
9.2 Correu ‘longe demais’ e chegou demasiado ‘atrasado’
9.3 Jardim iludido 
9.4 Jardim e António de Figueiredo em Mbabane 
9.5 Ultrapassado por Melo Antunes 

10. - PLANOS DE JARDIM VISAVAM INTERESSES ECONÓMICOS 
10.1 ‘O Século’na berlinda de Jardim em Paris 

11. - JORGE JARDIM AVANÇA NO PLANO TÁCTICO 
11.1 Mário Soares e as ameaças de Jardim a Machel 
11.2 Protagonismo de Banda no ‘The Daily Times’ 
11.3 Imprensa arregimentada ao estilo Pravda e Novosti 
11.4 Jardim ‘persona non grata’ na Swazilandia 
11.5 O princípio da incerteza absorve Jorge Jardim 

12. - 7 DE SETEMBRO EM LUSAKA: O ADEUS AO ULTRAMAR 
12.1 A caixa dos segredos do acordo 
12.2 A tragédia humana de 7 de Setembro 
12.3 O fracasso do MML e o êxodo da população branca 
12.4 Jorge Jardim na África do Sul 
12.5 O Governo de Transição 
12.6 Banda aconselha Jardim a exilar-se na Espanha 

13. - A QUEDA DE SPÍNOLA E A ASCENSÃO DE COSTA GOMES 
13.1 Agosto amargo 
13.2 Gelo sobre os tapetes de Belém 
13.3 Morte a Spínola ! 
13.4 Spínola e a longa noite de insónia 
13.5 As últimas cartadas de Spínola 
13.6 Um golpe de astúcia 
13.7 Costa Gomes cai na cadeira como um anjo 

14. - OS DESACATOS DE 21 DE OUTUBRO EM LOURENÇO MARQUES 
14.1 Cão de guarda enamora-se do lobo 
14.2 O desnorte de Banda 

15. - A NOITE DAS FACAS LONGAS: O DRAMA DE JOANA SIMEÃO 

16. - MACHEL CHAMA ‘PERÚ’ A URIA SIMANGO 

17. - JORGE JARDIM E A MORTE DE EDUARDO MONDLANE 
17.1 Carta de Jardim a Horácio de Sá Viana Rebelo 
17.2 As ‘mil e uma versões’ de um assassinato 
17.3 Machel e a arma ‘doble fio’ 
17.4 Do golpe palaciano de Machel a Uria Simango 
17.5 Perfil de verdugo de Eduardo Mondlane 
17.6 O rapto do Padre Gwengere 

18. - ÓSCAR KAMBONA, JORGE JARDIM E O ASSASSINATO DE KARUME 
18.1 O nascimento do comunismo em Zanzibar 
18.2 Herói da revolução 
18.3 Exílio de Ali Sultani 
18.4 João Tudela e os contornos do ‘Programa de Lusaka’ 

19. - O FIM DO IDÍLIO 
19.1 Da viagem triunfal do Rovuma ao Maputo 
19.2 As intentonas de Lisboa e Lourenço Marques 

20. - A FRELIMO E O MARXISMO-LENINISMO 
20.1 ‘El enfant terrible’ na clandestinidade 
20.2 A voz da Quizumba 
20.3 O clã gabonês anti-Mitterrand 

21. - A MORTE DE ‘LAWRENCE DE ÁFRICA’ 
21.1 Estado Português e Costa Gomes no banco dos réus 
21.2 Jardim e Costa Gomes nos bastidores da cortina de fumo 
21.3 Eu acendi o rastilho 
21.4 ‘Programa de Lusaka’: afinal um jogo de ‘cabra-cega’ 

22. - Bibliografia 
23. - Telegramas diplomáticos dos EUA consultados 
24. - Anexos 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 


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NOTA:
As fotografias aqui editadas não fazem parte da obra em apresentação. 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Portugal - Estado Novo & Oposição - Semanário ‘Nascer do SOL’, n. 955 - 13.12.2024 - (‘A PAIXÃO DE UMA COMUNISTA PELO PIDE QUE A TORTUROU’) - Lisboa 2024 - Muito Raro;




















Portugal - Estado Novo & Oposição - Uma extraordinária investigação histórica sobre os laços pessoais, políticos e amorosos entre uma militante comunista e um agente da PIDE, até então ignorada e esquecida, mas que faz parte do quotidiano das vivências do regime do 28 de Maio e a oposição 


Semanário ‘Nascer do SOL’, n. 955 - De 13 de Dezembro de 2024.
‘A PAIXÃO DE UMA COMUNISTA PELO PIDE QUE A TORTUROU’, por Felícia Cabrita 
‘Deixou tudo pelo Partido, até a filha, esteve na URSS e na Guerra Civil de Espanha. Acabou por se juntar a um agente da polícia política.’ 
Director interino: Vitor Rainho 
Lisboa 2024 


Exemplar com 64 páginas (caderno principal) e 32 páginas (suplemento ‘LUZ’), ilustrados e em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘A PAIXÃO DE UMA COMUNISTA PELO PIDE QUE A TORTUROU’ 
- ‘CAROLINA LOFF - A história extraordinária de uma espia portuguesa, da prisão em Lisboa à Moscovo de Estaline.’ 
‘Pertenceu às Juventudes Comunistas, foi trabalhar em Moscovo onde entregou a filha bebé aos cuidados do PC Soviético, militou na Guerra Civil de Espanha, regressou a Portugal, senso ajudada por Álvaro Cunhal. Muito bela, virou a cabeça aos homens. 
Publica-se hoje a primeira parte da vida de Catarina Loff da Fonseca - a quem o futuro reservava uma história extraordinária, que surpreendeu amigos e adversários.’ 
‘Um ambiente de conspiração em casa.’ 
‘Inscrição nas Juventudes Comunistas.’ 
“É perigosíssima”, regista a PIDE. 
- ‘ERA UM TEMPO DE GRANDES PAIXÕES INTELECTUAIS E FÍSICAS. À BELEZA, CAROLINA ACRESCENTAVA A ALEGRIA E SENSUALIDADE, O QUE CONTRASTAVA COM A SUA DURA DISCIPLINA.’ 
‘Grávida de um estudante comunista.’ 
‘A primeira prisão e um parto.’ 
‘Convite para a URSS.’ 
‘Na “Pátria do Socialismo”.’ 
- ‘EM MARÇO DE 1935, COM 24 ANOS E A FILHA AO COLO, INICIA A SUA DIGRESSÃO INTERNACIONAL. UM MÊS DEPOIS, NUMA CARRUAGEM DE 1.a CLASSE, PARTE PARA MOSCOVO.’ 
“Corto-te a cabeça, se revelares a missão.” 
‘Adeus a Moscovo, sem se despedir da filha.’ 
‘A voz da rádio do PCP.’ 
‘Um caso com o General Modesto.’ 
“Acreditei que seria fuzilada.” 
- “CAROLINA DIZIA MUITAS VEZES QUE SOFREU MENOS AQUI, NA PIDE, DO QUE EM ESPANHA. VEIO COM AS PERNAS CHEIAS DE CICATRIZES DA SARNA, COMEU RATOS, TUDO O QUE SE POSSA SUPOR.” 
‘Em Espanha, comeu ratos.’
“Não contaram nada das nossas vidas.” 

- ‘NO FIM DO CHÃO BOM FICA A VERGONHA SILENCIOSA DO CAMPO DA MORTE LENTA.’, texto de Afonso de Melo, no Tarrafal 
‘Paredes amarelas escondem-se em esquinas amarelas. O Campo de Concentração do Tarrafal tem o seu chão de terra a estalar ao sol. CHÃO BOM: Txon bon. Que tem de bom este chão de morte ? Que vergonha silenciosa brota das paredes que rodearam centenas de prisioneiros. E todos sabiam que vinham para aqui para morrer ? Os nomes nunca são apenas nomes…’ 
‘Um inferno amarelo.’ 
‘De cada vez que a desumanidade nós é apresentada em toda a sua desnaturada crueza, então o último lugar onde podemos ir parar é ao silêncio.’ 


Preço: 37,50€; 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Angola - História & UNITA - Suplemento EXTRA da revista ‘NOTÍCIA’, n. 369 - 31.12.1966 (‘NATAL SANGRENTO NO LESTE DE ANGOLA’) - Luanda 1966 - MUITO RARO;















Angola - História & UNITA - Um documento histórico sobre a Guerra colonial nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental, que relata um dos primeiros ataques da guerrilha da organização fundada e liderada por Jonas Savimbi contra a vila fronteiriça de Teixeira de Sousa e que redundou num fracasso militar perante a desorganização dos atacantes, parcamente armados e a resistência dos civis e dos militares ali aquartelados 


Suplemento EXTRA da revista ‘NOTÍCIA’, n. 369 - De 31 de Dezembro de 1966.
‘NATAL SANGRENTO NO LESTE DE ANGOLA’ 

Luanda 1966 


Suplemento de 8 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.



O SUPLEMENTO - EXTRA - Revista ‘NOTÍCIA’ n. 369 - 31.12.1966: 
‘NATAL SANGRENTO NO LESTE DE ANGOLA’, do enviado especial Joaquim Cabral 
- ‘QUE NEM UMA ROCHA !’ 
‘Prova e baptismo de fogo da nova organização da “Defesa Civil”: O êxito militar foi possível porque a população não se meteu onde não era chamada.’ 
- ‘A “TORRE E ESPADA” para Teixeira de Sousa’ 
- ‘SERENIDADE E FIRMEZA’ 
Bem Servir 
Armas (abandonadas pelos guerrilheiros) 
Corpos (dos atacantes em grande número) 
Alívio (da população civil, europeus e africanos) 
- ‘A DOR DE UM CÃO QUE PERDEU O DONO’ 
- ‘MOBUTU, OS BARRETES E OS C. F. DE BENGUELA’   


Preço:  0,00€; (Indisponível)