Mostrar mensagens com a etiqueta Política. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Política. Mostrar todas as mensagens

domingo, 2 de agosto de 2026

Angola & História - ‘EU E A UNITA’, de Orlando Castro - Lisboa 2023;





Angola & História - O autor relata as suas ligações de décadas com a UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola), a organização guerrilheira liderada por Jonas Savimbi, onde esteve sempre com espírito crítico e empenhado, tendo saído desiludido com o futuro do país e desta organização política nacionalista 


‘EU E A UNITA’ 
De Orlando Castro 
Prefácio de William Tonet 
Edição Perfil Criativo 
Lisboa 2023 


Livro com 120 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa: 
“(…) 1975, emerge como marco do pico identitário dos ventos de mudança, que não se endeusam em si mesmo, porque o horizonte está aí. 

‘Ao longo dos anos defendo aquilo que considero o mais correcto para a minha terra, Angola. Consigo não agradar nem a gregos (MPLA) nem a troianos (UNITA)’, assegura. 

O autor coloca a carruagem, nos trilhos do Caminho de Ferro, percorrendo os interiores até ao litoral, visionado, em cada apeadeiro a euforia e o declínio de ideologias, responsáveis pelo descarrilamento da soberania de sonhos de uma multirracialidade, nunca desembarcada no hoje/futuro. (…)“ 
William Tonet in PREFÁCIO 


O Autor: 
“ORLANDO CASTRO 

Orlando Castro nasceu em 1954 em Nova Lisboa, Huambo, Angola. 
Jornalista, licenciado em História, é autor dos livros: 
- ‘Algemas da Minha Traição’ (1974); 
- ‘Açores - Realidades Vulcânicas’ (1995); 
- ‘Ontem, Hoje… e Amanhã ?’ (1997); 
- ‘Memórias da Memória’ (2001); 
- ‘Alto HAMA - Crónica PS (diz)taídas’ (2006); 
- ‘Cabinda - Ontem protectorado, hoje colónia, amanhã Nação’ (2011); 
- ‘António Marinho e Pinto - Mudar Portugal’ (2015); 
- ‘Egoísmo’ (2022); 
- ‘Eu e a UNITA’ (2023). 

Co-autor dos 16 volumes da Colecção ‘GUERRA COLONIAL - A História na Primeira Pessoa’, distribuída em 2011 pelo ‘Jornal de Notícias’ e ‘Diário de Notícias’.“


PARA OS (MEUS) MENINOS DO HUAMBO,
PARA TODOS OS (MEUS) MENINOS DE ANGOLA 

Com fios feitos de lágrimas de dor 
os meus meninos do Huambo choram 
ainda marcados pelo muito horror 
da miséria e da fome onde moram. 

Com os lábios de muito dizer aiuê 
soletram pensamentos de esperança 
como quem se alimenta de tanta fé 
inebriada pelos sorrisos de criança. 

Os meus meninos à volta da fogueira 
já aprenderam que dizer a verdade 
será talvez mais uma bonita bandeira 
mas que o melhor é não falar de saudade. 

Com os sorrisos mais lindos do Planalto. 
Essa é uma certeza para a eternidade, 
fazem contas engraçadas de sobressalto 
e subtraem a fome a sonhos de igualdade. 

Dividem a chuva miudinha pelo milho 
como se isso fosse o seu eterno destino, 
soltam ao céu toda a dor feita andarilho 
no seu estilhaçado mundo peregrino. 

Os meus meninos à volta da fogueira 
não vão aprender novas palavras 
porque a dor da miséria é cegueira 
que alimenta todos os dias as lavras. 

Assim descontentes à voltinha da poesia 
juntam palavras do tempo que passa 
para ver se alimentam a barriga vazia 
e se descobrem o fim de tanta desgraça. 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO, por William Tonet 
- A Orla do Orlando que não é Jesus 

EU e a UNITA 
PRIMEIRA PARTE 

FOTOGRAFIAS 
Anos 70 - Nova Lisboa / Huambo 

EU e a UNITA 
SEGUNDA PARTE 
Acordo do Alto Kauango (19 de Maio de 1991) 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

África & Direitos Humanos - Jornal ‘PÚBLICO’, de 30.04.2025 - (‘DEZ DIAS SEM CULPA NO “CALOR INCRÍVEL DE UMA CELA’) - Lisboa 2025 - Raro;





África & Direitos Humanos - A denúncia da violação dos Direitos Humanos e de detenções sem formalismos jurídicos e de forma abusiva na Guiné-Bissau 


Jornal ‘PÚBLICO’, de 30 de Abril de 2025.
‘DEZ DIAS SEM CULPA NO “CALOR INCRÍVEL DE UMA CELA’
Lisboa 2025 


Exemplar com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Raro. 



Tema em destaque: 
- ‘DEZ DIAS SEM CULPA NO “CALOR INCRÍVEL DE UMA CELA CHEIA DE MOSQUITOS NA GUINÉ-BISSAU’, por António Rodrigues 
‘Libertados os cinco detidos pelo fogo posto em máquina de mineração.’ 
“Foi o pior que vivi na minha vida”, afirma Valentina Cirelli. 


Preço: 15,00€; 

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Angola - MPLA & História - Semanário ‘PÁGINA UM’, n. 193 - 16.06.1977 - (“ANGOLA - TUDO SOBRE O GOLPE RACISTA’) - Lisboa 1977 - MUITO;









Angola - MPLA & História - Está edição do semanário ‘PÁGINA UM’ constitui um documento histórico sobre os acontecimentos em torno do 27 de Maio de 1977, que opôs duas alas do MPLA - do lado do governo os netistas de Agostinho Neto e dos fraccionistas de Nito Alves, múltiplas informações, entrevistas, documentos e fotografias das movimentações e dos personagens envolvidos 


Semanário ‘PÁGINA UM’, n. 193 - De 16 de Junho de 1977.
“ANGOLA - TUDO SOBRE O GOLPE RACISTA’ 
‘As cabeças do golpe’ 
Director: Jorge Fagundes 
Lisboa 1977 


Exemplar com 28 páginas (20 + 8 suplemento), muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO. 



Temas em destaque 
- ‘ANGOLA - TUDO SOBRE O GOLPE RACISTA’ - Títulos de primeira página 
‘Os últimos momentos da euforia nitista.’
‘A composição do governo fantoche.’ 
‘Os golpistas: que conseguiram e porque fracassaram.’ 
‘Como foi desencadeado o contra-golpe.’ 

Destacável especial de 8 páginas 
- ‘ANGOLA - A CRIMINOSA AVENTURA NITISTA’ 
‘Revelações e documentos de todo o golpe.’ 
- ‘Natureza do golpe, sua preparação e execução.’
- ‘Objectivos do golpe e como se desencadeou.’ 
- ‘A contra-ofensiva.’ 
- ‘Objectivos conseguidos pelos racistas.’ 
‘COMANDANTE PETROFF: Como foram ludibriados os carrascos racistas.’ 
‘DIRECÇÃO MILITAR DA REVOLTA RACISTA’
- Comando do Golpe 
- Unidades do golpe 
‘DOMINGOS FRANCISCO: Os últimos momentos dos chefes racistas’ 
‘RUI COELHO confessa’ 
‘FORTUNATO REVELA GOVERNO FANTOCHE’ 
‘VELOSO: a corrupção em pessoa’ 

- ‘COSTA MARTINS’ - capitão do MFA e ministro do Trabalho nos governos provisórios 


Preço: 97,50€;

Portugal - África & História - Revista ‘AFRIQUE ASIE’, n. 58 - 10.06.1974 - (‘GUINEA-BISSAU: LA VÉRITÉ SUR LES NEGOCIATIONS’) - Paris 1974 - MUITO RARO;















Portugal - África & História - Importante Dossier sobre as negociações entre as novas autoridades portuguesas após o derrube do regime do Estado Novo e os movimentos de libertação, com destaque para as negociações com o PAIGC sobre a Guiné e Cabo Verde, referências aos massacres em Moçambique no final da guerra colonial e o apelo da oposição a Agostinho Neto para a realização de um Congresso do MPLA perante a eminência do processo de descolonização em Angola 


Revista ‘AFRIQUE ASIE’, n. 58 - De 10 de Junho de 1974.
‘GUINEA-BISSAU: LA VÉRITÉ SUR LES NEGOCIATIONS’ 
Paris 1974 


Exemplar com 58 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
- ‘GUINEA-BISSAU: LA VÉRITÉ SUR LES NEGOCIATIONS’ 
Par Aquino de Bragança 
‘Que s’est passé à Londres, entre les négociateurs portugais et guinéens ?
Trois des envoyés spéciaux d’AFRIQUE ASIE’, Aquino de Bragança, Jack Bourderie et Wilfred Burchett, qui ont suivi le déroulement de la première phase des pourparlers, en présentent ici le Dossier.’ 
‘Pressions américaines’ 
“Même avec le diable…” 

Les negociations de Londres 
- ‘LA MORT D’UN PROJET’, par Wilfred Burchett 
‘A Londres, Wilfred Burchett a suivi la prémiere rencontre entre les délégués portugais et africains. Ils s’est souvenu d’autres conférences…’ 
‘Eviter l’impasse’ 

Lisbonne 
- ‘LES CHEMINS DE LA DÉMOCRATIE’, par Aquino de Bragança 
‘On connait encore mal la Partie immergée des forces qui détiennent Aujourd’hui le pouvoir au Portugal.’ 
“Le reste, c’est du vent” 
‘Une direction bicéphale’ 

Les negociations de Londres 
- ‘LA QUESTION DU CAP-VERT’, par Jack Bourderie 
‘Les malentendus’ 
‘Une grande victoire’ 

Mozambique 
- ‘LES 220 JOURS LES PLUS LONGS D’INHAMINGA’ 
‘Le Terrorisme et les massacres perpétrés par les portugais dans et autour d’Inhaminga (Mozambique) entre aoút 1973 et mars 1974 relatés par les Pères travaillant dans cette mission.’ 
Journal des Pères des Sacrés-Coeurs 

- ‘ANGOLA: DERNIÈRES MANOEUVRES DE HOLDEN ROBERTO’ 
Par Pietro Petrucci 

- ‘APPEL POUR UN CONGRÈS DU MPLA’ 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

Política & Autarquias - ‘O PODER LOCAL E AS AMBIÇÕES DE TAVIRA’, de Macário Correia - Lisboa 1997 - MUITO RARO;






Política & Autarquias - A experiência e propostas de análise e trabalho nas autarquias nacionais baseadas na vasta experiência do Autor  


‘O PODER LOCAL E AS AMBIÇÕES DE TAVIRA’ 
De Macário Correia 
Edição ANASD (Associação Nacional dos Autarcas Social Democratas) 
Lisboa 1997 


Livro com 168 páginas e em bom estado de conservação. Capa com algum desgaste. Miolo impecável. 
Exemplar com dedicatória e assinatura do autor. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor: 
“JOSÉ MACÁRIO CORREIA nasceu no Barranco da Nora (Tavira) em 1957, licenciado em Engenharia e em Arquitectura Paisagista pelo Instituto de Agronomia (1982). Obteve o grau de Mestre em Economia (1984), tendo iniciado preparação de Doutoramento na Faculdade de Ciências e Tecnologia (U.N. Lisboa) na área da Engenharia do Ambiente. 
Desempenhou funções na Administração Pública, no Governo e no Parlamento. Desenvolveu intensos contactos e relações com as autarquias locais, através da celebração de protocolos e contratos-programas nas áreas do ambiente, saneamento básico, conservação da natureza e defesa do consumidor. 
Enquanto presidente da Comissão de Saúde da Assembleia da República, contactou com dezenas de autarquias com actividades na área da saúde pública e dos estilos de vida saudáveis. 
Do Poder Local tem também a experiência concreta de ter sido eleito Membro da Assembleia Municipal, Vereador na maior Câmara Municipal do país, Deputado na Comissão específica dos assuntos autárquicos e Presidente de uma associação nacional de autarcas. 
Participou nos últimos anos em todos os acontecimentos relevantes das políticas autárquicas: nos Congressos e Exposições da A.N.Municípios Portugueses, da ANAFRE (Freguesias), da Eurocidades, da F.M.Cidades Unidas, no Ibero-americano de Municípios, bem como na discussão das Leis do Poder Local e ainda em palestras e debates em várias zonas do país, além de monitor em acções do Centro de Estudos e Formação Autárquica (Coimbra). 
Este livro reúne mais de 50 posições públicas assumidas no âmbito dos assuntos autárquicos, senso algumas de ordem geral, enquanto outras reflectem um pensamento é uma aplicação concreta ao concelho de Tavira.“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

I. - O PODER LOCAL 
1. - UMA VISÃO SOBRE AS AUTARQUIAS DO FUTURO 
1 - 20 anos de Poder Local 
2 - Plano Estratégico Municipal 
3 - O que não é um Plano Director Municipal 
4 - Poder Local: à procura de outro modelo 
5 - Recomeçar pelas autarquias 
6 - Autárquicas de 97: novas circunstâncias 
7 - Precisamos de qualidade na Administração Local 
8 - Autarcas do terceiro milénio 
9 - Organizar as autarquias do século XXI 
10 - Os jovens e o Poder Local 
11 - Criação de empregos locais 
12 - Novas competências locais 
13 - Acerca das atribuições e competências das freguesias 
14 - Renovar começando pelo Poder Local 
2. - AS PROMESSAS E A REALIDADE DAS COISAS 
1 - Tempo de balanço 
2 - Contradições entre as promessas e a realidade: O Poder Local a descer 
3 - Contradições e incoerências 
4 - O clientelismo 
5 - Concursos locais: a pequena corrupção 
3. - ÓRGÃOS DE INFORMAÇÃO E AUTARQUIAS 
1 - Parcialidade em rádios locais 
2 - Debates locais 
4. - QUESTÕES DELICADAS: URBANISMO E AMBIENTE 
1 - Autarquias e Áreas Protegidas 
2 - Conservação da Natureza a nível local 
3 - Mais betão sobre o litoral 
4 - Contrapartidas urbanísticas: entre a regra e o acaso 
5. - OS AUTARCAS, OS PARTIDOS E AS PALAVRAS DADAS 
1 - Cumprimento dos mandatos 
2 - O valor da palavra 
3 - Continuidade ou mudança 
4 - O caciquismo e as eleições 
5 - O círculo vicioso da mediocridade 
6 - Os partidos e os independentes 
7 - Albufeira: os espinhos da rosa 
6. - A ADIADA REGIONALIZAÇÃO 
1 - Sobre a Regionalização 
2 - Regionalização e referendo 
3 - Revisão Constitucional e Regionalização 
4 - Regionalização: uma peça de teatro mal ensaiada 
5 - Muita parra e pouca uva 
6 - Moer sem grão 
7 - Um Algarve alentejano 

II. - ALGUMAS AMBIÇÕES DE TAVIRA 
1. - O DIAGNÓSTICO 
1 - Tavira a cair 
2 - Descolar do pelotão 
3 - Investimentos municipais no Sotavento 
2. - A ESPECULAÇÃO E OS MITOS 
1 - A urbanização da ilha e da marina 
2 - Na maré das marinas 
3 - Ideias ou intriga 
3. - ALGUMAS PROPOSTAS NOVA 
1 - Centro Cultural do Algarve 
2 - Tavira: um património a valorizar 
3 - Tavira: cidade de acontecimentos 
4 - Tavira no PIDDAC 97 
5 - Autarquias e habitação social 
4. - A MUDANÇA NATURAL 
1 - Pela diferença é pela renovação 
2 - Razões e objectivos de uma candidatura 


Preço: 27,50€; 

Portugal - Política & História - Revista ‘DOMINGO’ - 21.01.2007 - (‘CUNHAL - SALAZAR, O que os une… …E o que os separa’) - Lisboa 2007 - MUITO RARO;










Portugal - Política & História - Destaque para duas reportagens, sobre o confronto de personalidades entre Álvaro Cunhal e Oliveira Salazar e a Pré-publicação de um livro sobre os serviços secretos portugueses 


Revista ‘DOMINGO’ - De 21 de Janeiro de 2007. 
‘CUNHAL - SALAZAR, O que os une… …E o que os separa’ 
Revista dominical do jornal ‘CORREIO DA MANHÃ’ 
Lisboa 2007 


Exemplar com 64 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
Um deles pode ser eleito o melhor português de sempre 
- ‘CUNHAL - SALAZAR, O que os une… …E o que os separa’, texto de Manuel Catarino 
‘ Foram duas das figuras que mais marcaram o século XX português.’ 
‘Descubra as diferenças e semelhanças entre Salazar e Cunhal.’ 
‘CUNHAL E SALAZAR eram implacáveis: ambos mandaram matar adversários.’ 
‘Quando CUNHAL nasceu, em Coimbra, já Salazar era conhecido na cidade.’ 
‘SALAZAR teve romances ocasionais. CUNHAL viveu com várias mulheres.’ 
O QUE OS UNE…:  -  …E O QUE OS SEPARA 
- PERGUNTAS CRUZADAS: 
Respondem Jaime Nogueira Pinto e Odete Santos 

Pré-Publicação - ‘OS SERVIÇOS SECRETOS PORTUGUESES’ 
- ‘OS SEGREDOS DA NOSSA SECRETA’ 
‘O jornalista e escritor José Vegar passou a pente fino a história dos Serviços Secretos Portugueses. É um livro que promete vir a dar muito que falar. Pré-Publicação em exclusivo na DOMINGO.’ 
‘Existe uma competição negativa.’ 
‘A competição entre os organismos é a regra que vigora.’ 
‘Os nossos deputados são avessos à discutir questões de segurança nacional.’ 
‘A solução é adiada desde 1987.’ 

- ‘O MISTERIOSO “MASCARILHA” ALENTEJANO’ 
“Em Sines, um desconhecido mascara o rosto e anda pela rua à noite a apalpar senhoras.’ 
Text de Maria Ramos Silva - Fotos de João Cortesão 

Foto reportagem 
- ‘MARAVILHAS DO OCEANO’ 


Preço: 27,50€; 

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Cabo Verde - Política & História - ‘A TORTURA EM NOME DO PARTIDO ÚNICO’, de Onésimo Silveira - São Vicente 1991 - MUITO RARO;








Cabo Verde - Política & História - Os desmandos, a repressão e tortura que caracterizou a governação do PAICV nos anos do partido único, numa compilação orientada pelo grande intelectual Onésimo Silveira 


‘A TORTURA EM NOME DO PARTIDO ÚNICO’ 
O PAICV e a sua Polícia Política - Depoimentos 
De Onésimo Silveira - Compilação e Introdução 
Prefácio Silvestre Évora 
Edição Terra Nova e Ponto & Vírgula 
Cabo Verde, São Vicente 1991 


Livro com 186 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 


UMA OPINIÃO SOBRE O LIVRO: 
“Um Livro, que de cabeceira deve ser, para todas as gerações de Cabo-verdianos aterem sobre a  história de  CV e os desmandos dos 15 anos da independência.Assuntos delicados
Obra e compilação de depoimentos do DR. Onésimo Silveira, grande intelectual e figura que esteve , também ele, na luta armada.
Hoje, apeteceu-me navegar nos depoimentos plasmados no livro em apreço e aprofundar na  política do Paicv durante os 15 anos de partido único.
Não é fácil lembrar os depoimentos vertidos neste livro no ano que se comemora os 50 anos de independência e a teimosia em resistir a um pedido de desculpas aos torturados, à sociedade , pelo regime do partido único.
Convido a juventude a embarcar comigo, que entrego a bússola da história e o azimute que nos leva a bom porto. Convido a uma leitura serena e façam por tirar as ilações e saibam dos amargos de boca  que o povo sofreu no consulado do partido único.
Na nossa perspetiva existem livros que não são apenas páginas escritas para lembrar um passado de má memória, são gritos de dor ,memórias de horror e testemunhos de coragem que nos dilacera.Política
‘A TORTURA  EM NOME DO PARTIDO ÚNICO’ é um desses livros . Um documento que incomoda, porque rasga o véu da hipocrisia e revela o que muitos tentam esconder, que entre 1975 e 1990 , Cabo Verde viveu sobre uma ditadura de partido único, governado pelo Paicv, onde pensar diferente era  crime e discordar podia custar a liberdade e a vida.
A juventude de hoje precisa saber que os 15 anos de governação do Paicv não foram apenas ‘tempos difíceis’, mas tempos de repressão, censura, tribunais populares, perseguição politica e tortura.
A chamada ‘polícia política’, inspirada nos métodos mais sombrios, foi usada para intimidar, prender e castigar quem oussasse levantar a voz.
A sociedade terá que estar atenta, porque muitos tentem apagar a história e diga que é “coisa do passado”,  que não vale a pena reabrir feridas.Cumprimento da lei
No nosso entender, como é óbvio , a história não pode ser enterrada , pois o silêncio sobre os crimes do passado é o terreno fértil para que tais actos se repitam.
Convido a todos, para que leiam, releiam esse livro e possam trazer esse passado/ presente que constitui uma mancha vergonhosa na nossa história como país independente, que ficará para sempre gravado na memória do povo, por forma a que não-mais se permita que a democracia seja ultrajada e para que os valores sacros como a liberdade, justiça, legalidade, sejam preservados e defendidos contra toda e qualquer tentativa de ULTRAJE!”


O Autor: 
“ONÉSIMO SILVEIRA (Mindelo, 1935 - 29 de abril de 2021) foi um político, diplomata, escritor e tradutor de Cabo Verde. É considerado um dos mais proeminentes da elite literária de Cabo Verde.

Nascimento - 1935 - Mindelo
Morte - 29 de abril de 2021 (85–86 anos)

Ocupação - escritor, político, embaixador, tradutor
Cargo(s) - membro da Assembleia Nacional de Cabo Verde

Biografia:
Nasceu em 1935 na ilha de São Vicente e estudou em Uppsala, na Suécia durante a década de 1960, depois de ter passado um período na China. Fez o doutoramento em Ciências Políticas, pela Universidade de Uppsala (Suécia), em 1976, ano em que começou a trabalhar na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.
Foi crucial para o início do trabalho de solidariedade com o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).
Foi embaixador de Cabo Verde em Portugal, em 2002, e o primeiro presidente da Câmara Municipal do Mindelo, em 1992.
Em 2012 recebeu o Doutoramento Honoris Causa pela Universidade do Mindelo, em Cabo Verde. 
Faleceu em 29 de abril de 2021, vítima de doença prolongada.” 


UM HOMEM DO LADO CERTO DA HISTÓRIA 
“E nem podia! Quem esteve do lado certo da história não tem medo do seu julgamento!
Onésimo Silveira esteve do lado certo da história em 1963 com o seu ensaio ‘Consciencialização na literatura caboverdeana’, publicado pela Casa dos Estudantes do Império em Coimbra onde estudava.
Até então era editado na Praia o ‘Boletim Cabo Verde’ (de 1949 até 1963) mais os dois números do ‘Suplemento Cultural’ de junho e julho de 1962. A chamada geração ‘Boletim Cabo Verde’ revelou uma plêiade de jovens poetas, contistas e outros prosadores, desde o ensaio à crítica literária. Cito aqui Arménio Vieira, Corsino Fortes, Mário e Aguinaldo Fonseca, Yolanda Morazzo, Terêncio Anahory, Guilherme Rocheteau, Teobaldo Virgínio, Ovidio Martins… e porventura Amilcar Cabral, ainda jovem estudante.
O jovem Onésimo, também ele menino da geração pós-claridosa, marca a diferença do ponto de vista das tendências literárias do seu tempo. Foi, porventura, um dos mais aguerridos anticonformistas da geração dos anos 60, e há quem considere o seu ensaio como uma pedra no charco, rompendo com a linha auto-contemplativa de ‘Claridade’ que considerou inadequada e obsoleta face à realidade colonial.
O jovem ‘Cuxim’ estava do lado certo da História ao apontar o dedo ao colonialismo português, ainda que de forma velada. Outras plumas vão seguir o mesmo caminho, algumas erigindo-se em arma de contestação.
Enquanto a França e o Reino-Unido se resignavam em conceder a independência às suas colónias em África, Salazar assobiava para o lado e a guerra anticolonial eclodia na Guiné.
Silveira escolhe o lado certo da História e passa a representar o PAIGC na Suécia onde reside.
Mas em 1973, quando foi a Conakry para as exéquias de Cabral, não gostou do que viu: a ‘unidade Guiné-Cabo Verde’ era mais um dogma político do Partido do que uma realidade, e a tensão era palpável. Sete anos depois, com o golpe de Estado de Nino Vieira, em novembro de 1980, certamente pensou – “eu já sabia”. Tinha razão, o Onésimo.
Já nas vésperas da independência, desentende-se com o PAIGC e bate com a porta. O democrata convicto, que vivia na Suécia e não em Moscovo, já devia pressentir os desmandos do futuro partido-Estado que havia servido com zelo. Deve ter-se sentido bastante incomodado ao ver caboverdeanos seus patrícios serem encarcerados no Tarrafal enquanto o povo gritava vivas à ‘unidade Guiné-Cabo Verde’!
Onésimo sabia que a manipulação das consciências era a marca dos regimes totalitários, podendo ir até à negação do seu semelhante. Estava do lado certo da História ao bater com a porta.
Quem ficou a perder foi o PAIGC pois em 1976 Silveira obtém o seu doutoramento pela Universidade sueca de Upsala, passando a servir como funcionário diplomático das Nações Unidas.
Em 1986 fui convidado ao simpósio comemorativo dos 50 anos de ‘Claridade’, e lembro-me do seu discurso soando como uma mea culpa perante Baltasar Lopes e Manuel Lopes, os fundadores presentes. No fundo, quis dizer que ninguém devia ser julgado fora do seu tempo e do seu contexto existencial. Mais uma vez, do lado certo da História…
Também me lembro da sua reaparição espetacular em 1990, ato contínuo à abertura política. Na hora certa, como bom democrata que era, calcorreando as ruas de S. Vicente de megafone na mão no seu “suzuki” sonorizado. Fez campanha “tambour battant” pelo MpD, mas por conta própria, sem militar no novel partido. Com os seus ares atípicos, seu nó “butterfly”, seus suspensórios e sua cabeleira ao vento, houve quem pensasse, não o conhecendo, que o homem era algum lunático extravagante.
Escreveu então “A TORTURA EM NOME DO PARTIDO ÚNICO’, com depoimentos de vozes discordantes denunciando as sevícias que sofreram sob o regime. Era chegada a hora da mudança, e mais uma vez Onésimo Silveira estava do lado certo da História.
Nenhuma pasta lhe foi atribuída no Governo de Carlos Veiga, mas Onésimo ganhou três vezes as eleições para a Câmara Municipal de S. Vicente e deixou a sua marca como autarca. A termo “l’enfant terrible” se afastaria do MpD, guardando as suas distâncias com o Primeiro-Ministro Carlos Veiga. Chegou até a denunciar um ‘estado de fome’ em S. Vicente por alegada incúria do governo central!
Onésimo tentou quebrar a dualidade MpD/PAICV fundando, em 1998, o PTS, mas o seu partido não deu em nada, como não deu em nada a sua inconclusiva candidatura à Presidência da República em 2001.
Em vez disso foi nomeado Embaixador em Lisboa, deixando estupefactos os seus correligionários que não compreenderam essa súbita reaproximação ao Presidente Pedro Pires que tratara de ditador 10 anos atrás, declarando a guerra ao PAICV. Fica o mistério desse arranjo político que o isolou dos seus seguidores e admiradores.
Muitos viram em “Cuxim” um político calculista, inconsequente, movido por interesses que chegaram a imperar sobre os escrúpulos da moral. Mas, diga-se o que se disser, uma coisa é certa: Onésimo Silveira não foi uma pessoa qualquer. Homem do mundo com uma cosmovisão da vida, foi também homem de causas e convicções – e lutava por elas.
Uma das suas causas era a regionalização administrativa, por uma distribuição mais equitativa da insularidade, seus recursos e falta deles. Nesse particular, a ilha de S. Vicente, que o viu nascer, perdeu um dos seus mais combativos porta-estandartes.
Ficaram conhecidas as suas tiradas irónicas contra o Primeiro-Ministro José Maria Neves e a sua ‘República de Santiago’.
Também, a falar ou a escrever, nenhum outro político se media com este intelectual e homem de letras. “Cuxim” para o povo, convivia e jogava uril com qualquer pé-descalço, mas em seus comícios e discursos falava o Dr. Onésimo, em bom português vernáculo, com a maior naturalidade deste mundo, opondo-se sem complexos ao Alupec e seus mentores. Verdadeiro “mucim de Soncent”, Cuxim, aliás Dr. Onésimo, era muito querido pelo seu bom povo que três vezes o sufragou nas urnas.
Cabo Verde perde um dos seus mais exímios tribunos, de uma retórica ímpar que só ouvi num Abílio Duarte, antigo Presidente da Assembleia Nacional, Aristides Pereira ou António Mascarenhas Monteiro que foram Presidentes da República.
Cala-se o poeta e escritor, homem de cultura, ensaísta e polemista, um político como poucos, diplomata de requinte, também conhecido pelo seu caráter insubmisso, por vezes imprevisível. Desaforo não engolia, de onde quer que viesse – e é, curiosamente, essa sua irreverência que o ‘empurrou’, muitas vezes, para o lado certo da História… enfim, nem sempre, mas ninguém é perfeito.
E quem viveu do lado certo da história, não tem medo do seu julgamento!”

David Leite - 29 de abril 2021


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Política & História - Jornal ‘ACÇÃO SOCIALISTA’, n. 112 - 15.01.1981 -(‘SER A ESPERANÇA DA JUVENTUDE’) - Lisboa 1981 - Muito Raro;






Portugal - Política & História - Um exemplar histórico do órgão oficial do PS (Partido Socialista) do ano de 1981, enquanto partido da oposição e um governo da AD (Aliança Democrática) constituído por membros do PSD/PPD, CDS e PPM e liderado por Francisco Pinto Balsemão 


Jornal ‘ACÇÃO SOCIALISTA’, n. 112 - De 15 de Janeiro de 1981.
‘SER A ESPERANÇA DA JUVENTUDE E DO SOCIALISMO’ 
Director: Alfredo Barroso 
Lisboa 1981 


Exemplar com 16 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Temas em destaque: 
Margarida Marques eleita secretário-coordenador da JS 
- ‘SER A ESPERANÇA DA JUVENTUDE E DO SOCIALISMO’ 

- NOVO SECRETARIADO DA FAUL ( Federação da Área Urbana de Lisboa) 
Hermínio da Palma Inácio e Francisco Igrejas Caeiro eleitos coordenadores 

Revisão Constitucional 
- ‘DEPUTADOS SOCIALISTAS DEBATEM PROJECTO DO PS’ 

- ‘AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS OS PRESIDENCIALISMOS E O BLOCO CENTRAL’ 
Artigo de Joaquim Mestre 

A visita de Mário Soares ao concelho de Vila do Conde 
- ‘MAIS UM EXEMPLO DA NOTÁVEL GESTÃO DOS AUTARCAS DO PS’ 

Zenha à saída de encontro com o Governo 
- ‘PS PELA PARLAMENTARIZAÇÃO MAS CINTRA A CONCENTRAÇÃO DE PODERES NO EXECUTIVO’ 


Preço: 7,50€; 

domingo, 19 de julho de 2026

Portugal & Ultramar - ‘MOÇAMBIQUE - Viagem Presidencial - 1964’ - Lisboa 1964 - MUITO RARO;






Portugal & Ultramar - Em edição do Serviço Nacional de Informação, a visita do Presidente Américo Tomás a Moçambique em 1964, mereceu esta edição de grande raridade e qualidade, profusamente ilustrada com excelentes fotografias do acontecimento 


‘MOÇAMBIQUE - Viagem Presidencial - 1964’ 
Edição do S.N.I. e da Companhia Nacional Editora 
Lisboa 1964 


Álbum de grandes dimensões, com 74 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 77,50€; 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Moçambique - FRELIMO & História - ‘SAMORA MACHEL - UMA BIOGRAFIA’, de Allen Isaacman e Barbara Isaacman - Maputo 2022 - MUITO RARO;






Moçambique - FRELIMO & História - Uma das mais completas biografias do primeiro presidente do país, líder da Frente de Libertação após o assassinato de Eduardo Mondlane em 1969, das suas origens, adesão à luta armada, ascensão na direção política e militar, o triunvirato com Marcelino dos Santos e Uria Simango, a liderança, a independência e a tentativa de construção do ‘Homem Novo’ esmagando toda a contestação e oposição, até ao Acordo de Nkomati, uma ‘rendição’ ao Apartheid e a sua morte em circunstâncias ainda hoje não totalmente apuradas 


‘SAMORA MACHEL - UMA BIOGRAFIA’ 
De Allen Isaacman e Barbara Isaacman 
Prefácio de Albie Sachs 
Edição Outro Mundo 
Maputo 2022 


Livro com 280 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“Filho de pequenos agricultores, Samora Machel (1933-1986) tornou-se uma das principais figuras da luta contra o colonialismo português em Moçambique. Membro destacado da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), comandante militar vitorioso conduziu o seu povo à independência, celebrada em 25 de Junho de 1975, senso proclamado o primeiro presidente da República Popular de Moçambique. 
Os autores desta biografia, Allen e Barbara Isaacman, viveram muitas destas mudanças em Moçambique, nomeadamente no período após a independência. 
Este livro, que junta recordações pessoais, pesquisa de arquivo e o resultado de um conjunto de entrevistas, analisa a trajectória de Machel: os primeiros anos de vida, a sua relação com a história africana, a sua politização em Maputo, quando se tornou enfermeiro, a fuga e envolvimento na guerra de libertação com a FRELIMO, o desejo partilhado com Eduardo Mondlane da formação de uma sociedade socialista e não racialista em Moçambique, a tomada do poder, as inúmeras conquistas de pós-independência, a guerra civil e o difícil contexto externo, mas também os conflitos internos, os diversos erros e as derivas autoritárias.
Por fim, interpreta as circunstâncias incertas da sua morte, em 1986, quando o seu avião se despenhou, e a vida de Moçambique no período pós-Machel. Este livro é feito por investigadores politicamente comprometidos, mas que perfilham uma conhecida frase de Edward Said: ‘nunca a solidariedade antes da crítica’.“ 


Os Autores: 
“Ao longo de várias décadas, ALLEN ISAACMAN e BARBARA ISAACMAN ergueram um dos mais relevantes projetos de investigação histórica sobre a África Austral, e especialmente sobre o território que corresponde hoje às fronteiras de Moçambique. Como outros académicos da sua geração, envolveram-se nas lutas anti-coloniais e mantiveram, depois da independência de Moçambique, uma colaboração com as suas estruturas académicas, ensinando e formando novos investigadores.
Nas suas obras, o recurso intensivo às narrativas orais coloca no centro da análise as estratégias das populações africanas e o modo como se confrontaram com a presença colonial europeia. 
Rejeitando visões eurocêntricas da história africana, recuperaram o processo de formação das sociedades locais, relataram as suas fracturas internas, lutas próprias e formas de resistência. Allen e Barbara Isaacman produziram igualmente uma análise detalhadas única do colonialismo português, referindo-se às formas de estruturação do poder colonial e ao papel da escravatura, do trabalho forçado, da violência, da presença do Estado colonial e dos seus agentes.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO, por Albie Sachs 
Agradecimentos 

PRÓLOGO - O Desafio da Representação 

1. - VIVER NO COLONIALISMO 
- A criação de um insubmisso 
- Sul de Moçambique: O Contexto Colonial 
- A Vida sob o Jugo Colonial 

2. - A EDUCAÇÃO POLÍTICA INICIAL DE SAMORA MACHEL 
- A Criação de um Lutador pela liberdade (1950-63) 
- A carreira de Enfermeiro de Samora 
- Panorama Político em Mudança em Moçambique 
- Actividade Anticolonial de Samora 

3. - A LUTA DENTRO DA LUTA (1962-70) 
- Treino Militar na Argélia 
- Divisões no Seio da FRELIMO 
- Ascensão de Samora ao Poder 

4. - SAMORA E A LUTA ARMADA (1964-75) 
- Preparação para a Luta Armada 
- Implementação de Estratégias para Prosseguir a Luta Armada 
- As Zonas Libertadas e Aldeamentos: Um Campo de Trabalho 
- O Custo da Guerra 
- Os Acordos de Lusaka e as suas Repercussões 

5. - POLÍTICA, PERFORMANCE E PODER POPULAR (1975-CA 1977) 
- Construir uma Nação 
- Construção de um Estado: Política pós-Colonial 
- Transformar a Sociedade 
- Transformações Económicas 
- Reconstituição da sua Família 

6. - O MARXISMO DE SAMORA MACHEL E A DEFESA DA REVOLUÇÃO (1977-82) 
- Rumo ao Socialismo 
- A Defesa da Revolução: Combate ao Inimigo Interno 
- Em Defesa da Soberania Moçambicana 
Alianças Regionais, Não-Alinhamento e Aliados Naturais 
- A Defesa da Nação contra a Desestabilização Sul Africana 

7. - O DESENROLAR DA REVOLUÇÃO SOCIALISTA MOÇAMBICANA (1983-86) 
- O Recuo do Socialismo 
- Operação Produção 
- Acordo de Nkomati 

8. - QUEM MATOU SAMORA ? 
- Prelúdio do Despenhamento 
- A Morte de Samora: Indícios de Assassinato 

9. - A VIDA POLÍTICA PÓSTUMA DE SAMORA E A POLÍTICA DA MEMÓRIA 
- Suprimir o Socialismo, Suprimir Samora 
- Recordar a Partir de Baixo 

CONCLUSÃO: A Vida de Samora Revisitada 

NOTAS 
LEITURA RECOMENDADA 
Glossário 


Preço: 77,50€; 

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Portugal - Estado Novo & História - ‘O Essencial sobre A PIDE’, de Irene Flunser Pimentel - Lisboa 2023 - Raro;





Portugal - Estado Novo & História - O historial e análise das polícias políticas da ditadura militar de 28 de Maio de 1926 ao derrube do regime a 25 de Abril de 1974, passando pelas diversas fases que culminou com a transformação da PIDE em DGS por Marcelo Caetano na designada ‘primavera marcelista’ após a sua designação como chefe do governo na sequência da morte de António de Oliveira Salazar 


‘O Essencial sobre A PIDE’ 
De Irene Flunser Pimentel 
Edição da Imprensa Nacional 
Lisboa 2023 


Livro com 142 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“ ‘O Essencial sobre A PIDE’ - Irene Flunser Pimentel 

A PVDE/PIDE/DGS ajudou 
o regime a manter-se, assim como 
outros dos seus grandes pilares, 
a Igreja Católica e sobretudo as 
Forças Armadas, que asseguraram 
a continuidade do regime, em 1958, 
durante o ‘terramoto delgadista’ 
e em todo o período da guerra colonial. 
Mas que a polícia política era essa, 
quais os seus fundamentos, 
práticas e ramificações ?“ 



Do ÍNDICE: 

PRÓLOGO: A tomada da sede da PIDE/DGS 
- Os tiros para o ‘ar’ e a rendição da DGS 

1. - AS POLÍCIAS POLÍTICAS DA DITADURA MILITAR, 1962 - 1932 
- Dois grupos no seio da Ditadura Nacional 

2. - A CHEGADA DE SALAZAR AO PODER E A POLÍCIA DE VIGILÂNCIA E DE DEFESA DO ESTADO (PVDE), 1933 - 1945 
- Crimes de ‘rebelião’ e a criação da Polícia de Defesa Política e Social (PDPS) 
- A Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE) 
- Os alvos e métodos da PVDE 
- Uma PVDE à semelhança das polícias políticas fascista e nazi ? 
- Polícia política na Itália fascista e a PVDE 
- As polícias nazis e a PVDE 
- Polícias na Espanha de Franco 
- A PVDE durante a II Guerra Mundial e o PCP 
- Os presos da PVDE, até 1945 

3. - A POLÍCIA INTERNACIONAL DE DEFESA DO ESTADO (PIDE), 1945 - 1969 
- As primeiras duas fases da vida da PIDE, 1945 - 1960 
- A ‘internacionalização’ da PIDE 
- Homero de Matos substitui Neves Graça, na direcção da PIDE, 1960 - 1962 
- A terceira fase da vida da PIDE e a remodelação da Direcção, 1962 - 1969 
- A PIDE e as empresas 
- Os alvos da PIDE. Para que serviam as prisões ? 
- Uma polícia eficaz ? Os métodos da PIDE: informadores e tortura 
- A rede de informadores 
- A violência e a tortura nos interrogatórios 
- Objectivos de tortura e como nasce um torcionário 
- Modalidades de tortura: espancamentos, ‘estátua’ e ‘sono’ 
- O exemplo da CIA 
- O isolamento 
- Mulheres torturadas 
- Torturas com conotações sexuais e os terríveis anos de 1965 - 1966 

4. - A DGS, DURANTE O MARCELISMO 
- A quarta fase da vida da PIDE/DGS: recrudescimento das torturas 
- Marcello Caetano e a DGS: uma organização de ‘Intelligence’ ? 
- A reorganização da DGS, em 1972 

5. - O FIM DA DGS 
- O destino do director e de outros directores de serviços da DGS 
- O que aconteceu nas colónias ainda em guerra ? 
- Criação da Comissão de Extinção da PIDE/DGS 
- A Lei n. 8/75 de criminalização dos elementos da PIDE/DGS 
- O 25 de Novembro de 1975 e a aprovação da Constituição de 1976 
- Houve um processo de justiça de transição em Portugal ? O caso da PIDE/DGS 

NOTAS FINAIS: para que serviu a polícia política em Portugal ? 

Fontes 
Bibliografia 


Preço: 25,00€; 

sábado, 11 de julho de 2026

Angola - Descolonização & História - ‘O FILHO DA PRETA - A Demanda de um filho esquecido’, de Francisco Rabaça - Lisboa 2009 - Raro;








Angola - Descolonização & História - Uma obra em que o autor relata os dramas causados pela trágica e sangrenta descolonização, um processo levado a efeito de forma apressada pelos militares portugueses do MFA que provocou além de milhares de mortes, feridos e refugiados, a separação dramática de inúmeras famílias 


‘O FILHO DA PRETA’
A Demanda de um filho esquecido em Angola 
De Francisco Rabaça - Quirimbo 70 
Edição Planeta Editora 
Lisboa 2009 


Livro com 212 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“UMA HISTÓRIA VERÍDICA 

Angola não foi só um sonho de muitos portugueses que partiram em busca de novas oportunidades, longe da Metrópole pobre e sem futuro, que Salazar permitia acontecer. Muitos dos portugueses encontraram uma vida de luta árdua, realizaram os seus sonhos e prosseguem encantados com o povo acolhedor, sentindo o apelo da vida desconcertante, saboreando e cultivando os dias com alma africana. Alguns, enamoraram-se pelas jovens que desde sempre pisaram aquele chão encarnado quente e generoso. Outros, abandonaram os seus filhos africanos.
Este romance é dedicado aos filhos abandonados por alguns portugueses, que deixaram para trás o fruto tão generosamente nascido de um amor eterno a uma terra doce. 

‘O FILHO DA PRETA’ relata a luta de um filho mulato esquecido e rejeitado pelo pai. 
É um romance que recorda o cheiro de uma África nunca esquecida. Desde a sanzala africana onde nasceu e viveu os primeiros anos de infância, aos anos turbulentos da Guerra da Independência, acompanha-se a vida de António, um médico reconhecido, numa luta de solidão, angústia e sobrevivência até encontrar a família que o julgava perdido.”


Da badana: 
“Quirimbo 70 é um filho de Angola, perdido no tempo e no mundo que vai ao encontro da sua identidade e raízes. 
Com o seu regresso a Portugal, deixou a terra prometida e o sonho de uma vida. 
Em ‘O FILHO DA PRETA’, revela-nos o quotidiano dos portugueses nas sanzalas angolanas, a luta de um povo pela sua independência e a demanda de um filho pela família perdida, que o destino teima em conciliar. 
Quirimbo 70 escreve desde jovem e cria um espaço é um tempo que aprisiona o fantasma de África e da sua Angola, um país que já só existe nas recordações de quem ali viveu os melhores anos da sua vida.“ 


Da Dedicatória: 
“Para os abandonados que ficaram por África, 
Para aqueles a quem os seus pais rejeitaram, 
Aqueles que os seus irmãos nunca viram, 
Porque simplesmente não sabem que existem. 
Para esses mulatos abandonados e esquecidos, 
Dedico este livro.“ 


O Autor: 
“ ‘Quirimbo 70’ é mais um filho de Angola, perdido no tempo e no mundo por onde anda numa busca constante pela sua identidade e raizes. Escreve desde jovem em demanda de um espaço e de um tempo onde possa matar o fantasma de África e da sua Angola.” 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Capítulo 1 
Capítulo 2 
Capítulo 3 
Capítulo 4 
Capítulo 5 
Capítulo 6 
Capítulo 7 
Capítulo 8 
Capítulo 9 
Capítulo 10 
Capítulo 11 

EPÍLOGO 


Preço: 27,50€;