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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Portugal & História - ‘DESCOBRIMENTOS - E outras ideias politicamente incorretas’, de João Pedro Marques - Lisboa 2023;






Portugal & História - A polémica em torno da história secular portuguesa dos descobrimentos e da escravatura e as tentativas de depurar os factos, isolando uns para enaltecer outros de modo a tornar a narrativa histórica uma campanha ideológica do século XXI 


‘DESCOBRIMENTOS - E outras ideias politicamente incorretas’ 
De João Pedro Marques 
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2023 


Livro com 200 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da Contracapa: 
“Irá Lisboa ter um Museu das Descobertas, como foi prometido, ou continuará essa promessa a ser travada pelo clamor dos radicais de esquerda? Irão esses mesmos radicais prosseguir a sua campanha de desinformação acerca do envolvimento de Portugal na escravatura? Continuarão a querer demolir alguns monumentos e estátuas, bem como alterar os livros escolares e a nossa linguagem do dia-a-dia? E como responderemos nós a essas e a outras pressões? Iremos resistir-lhes ou iremos ceder-lhes, modificando, por exemplo, os programas da disciplina de História do secundário para as satisfazer? Essas são algumas das questões levantadas e respondidas em ‘DESCOBRIMENTOS e Outras Ideias Politicamente Incorrectas’. 
Este livro é um combate contra os apologistas e praticantes do pensamento politicamente correto, que são os mesmos que têm aversão mental aos Descobrimentos e ao Império, e que flagelam Portugal com o tema da escravatura, esforçando-se por transpor essa flagelação para o nosso ensino secundário.” 


O Autor: 
“JOÃO PEDRO MARQUES nasceu em Lisboa, em 1949. Foi professor do ensino secundário e, depois, durante mais de duas décadas, investigador do Instituto de Investigação Científica Tropical e Presidente do Conselho Científico desse Instituto, em 2007-2008.

Doutorado em História pela Universidade Nova de Lisboa, onde leccionou durante a década de 1990, é autor de dezenas de artigos sobre temas de história colonial, e de vários livros, dois dos quais publicados em Nova Iorque e Oxford (The Sounds of Silence, 2006; e, em co-autoria, Who Abolished Slavery? A debate with João Pedro Marques, 2010).

Em 2010, a Porto Editora deu a conhecer o seu primeiro romance  - ‘Os Dias da Febre’ -, a que se seguiu, dois anos depois, ‘Uma Fazenda em África’, um grande sucesso, com múltiplas edições. Desde então, o autor publicou ‘O Estranho Caso de Sebastião Moncada’ (2014), ‘Do Outro Lado do Mar’ (2015), ‘Vento de Espanha’ (2017), ‘A Aluna Americana’ (2019), ‘O Prazer de Guiar’ (2021), ‘Até ao Fim da Terra’ (2023) e ‘Haiti’ (2025).”


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Portugal - Descobrimentos & História - ‘FERNANDO MAGALHÃES’, a biografia por Stefan Zweig e viagem por Gonçalo Cadilhe - Lisboa 2019 - (5 Volumes) - RARO;









Portugal - Descobrimentos & História - Fernão de Magalhães (Sabrosa, Norte de Portugal, c. 1480 – Mactan, Filipinas 27 de abril de 1521) foi um navegador português que se notabilizou por ter liderado a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, a Expedição de Magalhães.


‘FERNANDO MAGALHÃES’ - 5 Volumes 
A biografia por Stefan Zweig e 
A viagem por Gonçalo Cadilhe 
Edição semanário ‘EXPRESSO’ e Altheia 
Lisboa 2019 


Exemplares em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
Com a respectiva caixa arquivadora. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


“O leitor tem nas mãos, portanto, a mais bem sucedida tentativa literária de contar aquela que é, sem exagero, a mais extraordinária expedição marítima da história, e seria interessante especular um pouco sobre as razões que explicam esse sucesso. O talento literário de Zweig, a sua imaginação vivíssima, o seu total domínio técnico do ofício da escrita, tudo isto são certamente explicações, mas talvez a razão mais profunda seja o espanto genuíno do escritor diante daquela que ele chamou ‘a mais extraordinária odisseia na história da humanidade’. Como disse, ‘apossou-se de mim a estranha sensação de narrar alguma coisa de inventado, como que um desejo ou sonho, uma das sagradas lendas da humanidade. E, contudo, é a verdade, a verdade que ressoa como se fosse absolutamente inverosímil!’.”
Henrique Leitão 


Volume 1
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 120 páginas. 

Do ÍNDICE: 
Nota Explicativa 
PREFÁCIO - Magalhães, ou a expedição da longitude 
Por Henrique Leitão (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) 
INTRODUÇÃO 
- Navigare necesse est 
- Fernando de Magalhães na Índia 
- Fernando de Magalhães liberta-se 
- Uma ideia torna-se realidade 
- Uma vontade contra mil obstáculos 

Da contracapa:
“De cinco navios - a expedição de Fernando de Magalhães prova este exemplo - podem perder-se quatro com a carga, duzentos homens de duzentos e sessenta e cinco podem não voltar, marinheiros e capitães talvez percam vida, mas o negociante, esse, apesar de tudo, ainda ganhou, se um só dos cinco navios, um navio pequeno, regressar, passados três anos, bem carregado de especiarias, a carga indemnizará largamente perdas e danos: no século XV, um único saco de pimenta vale mais do que uma vida humana; não nos admiremos se entre a oferta de vidas humanas sem valor e a ardente procura da preciosa especiaria, o resultado seja sempre favorável, largamente vantajoso.“ 
Stefan Zweig 


Volume 2 
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 88 páginas. 

Do ÍNDICE: 
- A partida 
- Fernando de Magalhães procura em vão 
- A revolta 
- O grande momento 


Volume 3 
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE: 
- Fernando de Magalhães descobre o seu reino 
- A morte antes do último triunfo 
- O regresso sem o chefe 
- Aos mortos, ninguém lhes dá razão 
- Cronologia 
- Cópia Der Newen Zeytung aus Presillg Landt 
- Contrato concluído entre sua Magestade e Magalhães e Faleiro sobre o descobrimento das Ilhas das especiarias 
- Lista de despesas feitas com a frota de Magalhães 


Volume 4 
‘A VIAGEM’, por Gonçalo Cadilhe 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE: 
I. - PORTUGAL 
- Vésperas de partida 
- O primeiro passo 
- Crescendo em Lisboa 
II. - ÁFRICA ORIENTAL 
- Escalas em Moçambique 
- O gosto do sangue 
III. - ORIENTE 
- Perplexidade pela Monção 
- Inauguração de Goa 
- No cruzamento do mundo 
- Chegar às Molucas 
IV. - ATLÂNTICO NORTE 
- O destino selado em Azamor 
- Renúncia e abandono 
- Na estrada para Valladolid 
- Tango em Tordesilhas 
- Deixar Sevilha 
Notas 
Bibliografia 

Da contracapa:
“Dos primeiros anos de vida de Magalhães muito pouco se sabe. Nenhuma certeza existe sobre o lugar ou a data do seu nascimento. Sabe-se apenas que terá crescido em Lisboa: excelente ponto de partida para um percurso de vida do tamanho do mundo,“ 
Gonçalo Cadilhe 


Volume 5 
‘A VIAGEM’, por Gonçalo Cadilhe 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE:  
V. - ATLÂNTICO SUL 
- A escolha de Carvalho 
- Letras a bordo 
- Retalhos da história 
- Motim no fim do mundo 
- Na Patagónia 
- Um estreito sem nome 
VI. - PACÍFICO 
- O lugar do mar 
- Na Micronésia 
- Choque cultural em Guam 
- A terra é redonda 
- O primeiro dia 
- Contrariar o destino em Cebu 
- Morte de Magalhães 
VII. - O GLOBO TODO 
- A metade conhecida do mundo 
- Final não feliz 
CRONOLOGIA ESSENCIAL 
- Lista de sobreviventes da circum-navegação 
- Tripulantes portugueses da Armada das Molucas 
Notas 
Bibliografia 

Da contracapa:
“À medida que desce o Atlântico, em busca de uma passagem entre os dois oceanos que nada prova que exista, Magalhães enfrenta uma tripulação furiosa e amedrontada. Essa passagem é o momento mais triunfai da vida de Magalhães e, ainda hoje, um marco geográfico no carnet de qualquer viajante.“
Gonçalo Cadilhe 
 

Preço: 52,50€; 

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BIOGRAFIA DE FERNANDO DE MAGALHÃES 
(Norte de Portugal, c. 1480 – Mactan, 27 de abril de 1521) foi um navegador português que se notabilizou por ter liderado a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, a Expedição de Magalhães. 

Nascido numa família nobre, viajou para as Índias Ocidentais em 1505, participando de várias expedições militares. Embarcou, em 1512, na armada de António de Abreu em busca da descoberta das Molucas, também conhecidas como as Ilhas das Especiaria. Mas só um navio, comandado por Francisco Serrão, tresmalhado, chegaria às Molucas do norte (Ternate, Tidore, etc.), produtoras do desejado cravo. Os demais navios regressariam a Malaca após irem apenas às Molucas do sul ou arquipélago de Banda (Buru, Ambom, Seram) produtoras de noz-moscada e maça. Consequentemente, Magalhães não teve conhecimento direto das Molucas do cravo, as mais importantes economicamente à época. A expedição de Fernão de Magalhães e Elcano fazia parte do contexto das viagens de descobrimento, representadas por personalidades como Cristóvão Colombo, Bartolomeu Dias, Américo Vespúcio, Balboa, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, dentre outros. Esse processo de expansão marítima foi impulsionado pelo desejo de se descobrir rotas que levassem às índias em busca das especiarias.

A serviço do rei de Castela, Carlos I, V imperador do Sacro Império Romano-Germânico (também rei de Aragão e Itália entre outros títulos), Magalhães planejou e comandou a expedição marítima que efetuou a primeira viagem de circum-navegação ao globo. Foi o primeiro a alcançar a Terra do Fogo no extremo sul do continente americano, a atravessar o Estreito que hoje leva seu nome e a cruzar o Oceano Pacífico, que nomeou. Fernão de Magalhães foi morto em batalha em Cebu, nas Filipinas durante a expedição, posteriormente chefiada por Duarte Barbosa, João Serrão, João Carvalho, Gonzalo Gómez de Espinosa e, finalmente, Juan Sebastián Elcano até ao regresso em 1522. 

O pinguim-de-magalhães recebeu o seu nome como homenagem, já que Magalhães foi o primeiro Europeu a ter visto um. As aptidões de navegação de Fernão também foram reconhecidas na nomeação de objetos associados à astronomia, incluindo as Nuvens de Magalhães, as crateras lunares de Magalhães, e as crateras marcianas de Magalhães a sonda espacial da NASA Magellan (de Ferdinand Magellan, versão inglesa do nome) e a Carruagem Presidencial dos Estados Unidos da América Ferdinand Magellan, em serviço desde o Presidente Franklin Delano Roosevelt em 1933 até ao Presidente Ronald Wilson Reagan em 1984.

No entanto, as repercussões da viagem de Magalhães e Elcano na época foram bastante reduzidas. A principal foi o início da disputa entre Espanha e Portugal pela posse das Ilhas Molucas. Durante anos os dois impérios reclamaram para si o domínio das ilhas em busca do controle da fonte de especiarias. Carlos I, o rei da Espanha, organizou várias expedições rumo às Molucas com o objetivo de estabelecer um posto avançado no arquipélago, mas todas resultaram em fracassos com altas taxas de mortes e grandes custos para a coroa espanhola. Juan Sebastian Elcano foi uma das fatalidades nessas viagens, falecendo de escorbuto no Oceano Pacífico em 1526. Sete anos depois da viagem de Magalhães, Carlos I, afundado em dívidas, após três expedições fracassadas, foi forçado a desistir e ceder a posse das ilhas aos portugueses. Tentar repetir o trajeto de Magalhães mostrou-se tão complexo que somente reforçou o tamanho do feito que o explorador português realizou.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Portugal & Ultramar - ‘DIÁRIO DE UM ESCRAVO - O Manuscrito de Manni’, de Francisco Lima da Costa - Lisboa 2020;





Portugal & Ultramar - A problema histórica do negócio esclavagista, o tráfico e negócio de escravos entre África e as Américas e os contingentes trazidos para o país 


‘DIÁRIO DE UM ESCRAVO - O Manuscrito de Manni’ 
De Francisco Lima da Costa 
Ilustrações de Guida Casella 
Edição do Autor 
Lisboa 2020 


Livro com 192 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da Contracapa:
“O ‘DIÁRIO DE UM ESCRAVO - O Manuscrito de Manni’ é uma ficção histórica sobre os primeiros escravos africanos a chegarem a Portugal no século XV. 
No primeiro capítulo, o livro desenvolve-se em torno de um personagem do século XXI, Paulo Gonçalves, que descobre no sótão de sua casa de família um manuscrito do século XV escrito por Manni Gonçalves. 
Esse manuscrito relata a história de um dos primeiros escravos a ser capturado na costa ocidental africana em 1441 e a ser trazido para Lagos pelos homens do Infante D. Henrique.”


O Autor:
“FRANCISCO LIMA COSTA é doutorado em Sociologia Industrial, do Trabalho e das Organizações e Mestre em Sociologia Histórica pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Neste contexto, é autor e co-autor de várias publicações académicas.

Este é o seu primeiro trabalho de ficção sob a forma de romance histórico.“ 



Do ÍNDICE:  

Dedicatória 

PREÂMBULO 
Agradecimentos 
PREFÁCIO 
Por Isabel Castro Henriques 

Parte I - LAGOS, RAPOSEIRA, VILA DO BISPO E SAGRES 
Capítulo 1. - Diário de um escravo 
Capítulo 2. - De como fui novamente feito cativo em África e cheguei escravo à cidade de Lagos 
Capítulo 3. - Das novas terras de Lagos e de como me tornei língua 
Capítulo 4. - 1444 e o mercado de escravos em Lagos 
Capítulo 5. - Nos anos que se seguiram - escravos e castigos 

Parte II - LISBOA, ALMADA E SANTARÉM 
Capítulo 6. - De Lagos a Lisboa 
Capítulo 7. - As novas casas de Manni e a Irmandade dos Pretos 
Capítulo 8. - Niami e as ervas, as rezas e os hospitais de Lisboa 
Capítulo 9. - Invocando as sereias nas praias da Caparica 
Capítulo 10. - Niumimansa na senda do Livro da Vida 
Capítulo 11. - Reviver Manni na Lisboa do século XXI 

Bibliografia 


Preço: 25,00€; 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘FILHOS DA TERRA’, de António Manuel Hespanha - Lisboa 2019 - Raro;





Portugal - Ultramar & História - A mestiçagem portuguesa que acompanhou todas as fases dos múltiplos territórios do império português ao longo dos séculos 


‘FILHOS DA TERRA’ 
Identidades mestiças nos confins da expansão portuguesa 
De António Manuel Hespanha 
Edição Tinta da China 
Lisboa 2019 


Livro com 368 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“A história da expansão portuguesa 
contada às avessas: não do ponto de vista da 
metrópole, mas sim do ponto de vista daqueles que 
partiram e se instalaram nas margens do Império português. 

António Manuel Hespanha alcança neste livro um feito singular: conta uma história que todos conhecemos - a da expansão portuguesa - segundo uma perspectiva até aqui largamente ignorada. É a perspectiva dos portugueses e seus descendentes que, nos territórios longínquos da expansão, se desviaram da rede do ‘império formal’ para integrarem as sociedades indígenas locais. Será que nessas comunidades - em África, na América, no Oriente - estes mestiços eram de facto portugueses ? Carregariam consigo memórias, sentimentos, valores e traços culturais que se pudessem relacionar com Portugal ? E em tais lugares remotos, fora do controlo da coroa, que visão tinham deles as populações nativas e os estrangeiros ‘concorrentes’ ? 

‘FILHOS DA TERRA’ reconfigura os termos da análise historiográfica e mostra-nos que há uma versões mais rica e policromática da expansão portuguesa e da história social, das pessoas comuns. Partindo das fontes da época, e fugindo a elementos míticos e envolvimentos emocionais, somos, levados a questionar as identidades destes ‘portugueses’ e, com isso, a exercer escrutínio crítico sobre um lugar-comum dos nacionalismo português: o carácter ‘ecológico’, aberto e universalista da ‘presença portuguesa no mundo’.“ 


Da badana:
“Em imagens dos séculos XVI a XIX sobre o Oriente - desde bronzes do Benin e colchas ‘à la manière des Indies’ até biombos namban, passando por pinturas de templos tailandeses e cambojanos e por gravuras de viajantes holandeses, franceses e ingleses - aparecem frequentemente sujeitos com chapeuzinhos nas cabeças, algumas vezes com um arcabuz nas mãos, outras em posição de mando. São ‘portugueses’. Podem usar mais alguma peça do trajo europeu e andar calçados. Mas as suas feições e a cor da pele, quando se podem notar, nem sempre são as características dos ocidentais. Estas figuras representam a ‘gente de chapéu’, um tipo humano e social que restou do contacto entre portugueses e os naturais das zonas de expansão. 
Na verdade, o que mais se lhes ajusta é a designação de ‘filhos da terra’, uma expressão usada na Guiné, em São Tomé, em Angola, em Moçambique, na Índia, em Malaca e em Macau para referir estas comunidades mestiças, na civilização e na cultura. 
No conjunto, elas podem ser consideradas como uma outra face do ‘império’, cuja história, discreta, ambígua, e frequentemente menos cómoda, tem sido pouco cultivada na historiografia portuguesa. 
Este livro procura reunir e tratar conjuntamente elementos para a análise daquilo que se vem chamando desde há uns anos o ‘império sombra’ dos portugueses, ou seja, aquele conjunto de comunidades que, fora das fronteiras formais do Império, sobretudo em África e na Ásia, se consideravam como ‘portugueses’ - qualquer que fosse o sentido disso.“ 


O Autor:
“ANTÓNIO MANUEL HESPANHA nasceu em Coimbra, em 1945. Embora licenciado em Direito, fez a sua carreira ensinando e escrevendo história. A sua tese de Doutoramento - ‘As Vésperas do Leviatahan’, 1986 -, dedicada ao sistema de poderes das monarquias tradicionais europeias, renovou a historiografia sobre a época, realçando a multiplicidade de corpos políticos, de imagens identitárias, de direitos e modos de dominar típicos da época. Essa imagem pluralista do,poder tradicional - que estrutura também os volumes que dirigiu na ‘História de Portugal’ e na ‘História Militar de Portugal’ (Círculo de Leitores) e que deixou marcas nos seus estudos sobre o século XIX, nomeadamente, ‘Guiando a Mão Invisível’, 2004 - subjaz também este livro, em que o ‘império’ é substituído por uma constelação de grupos, de identidades mutáveis e imprecisas. Mesmo nos livros de teoria de direito que publicou (‘O Caleidoscópio do Direito’, 2009, ‘Pluralismo Jurídico e Direito Democrático’, 2013, e ‘O Direito Democrático numa Era Pós-Estatal’, 2018) esta sensibilidade à pluralidade de mecanismos não estaduais de governar é o principal traço da sua originalidade.“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Identidade ‘portuguesa’ ? 
- Perspectiva de análise 

Capítulo I - O ‘IMPÉRIO INFORMAL’ DOS PORTUGUESES 
- Um ‘Império em rede’ 
- O ‘Império na sombra’ 
- As novidades da ‘historiografia do Atlântico’ 

Capítulo II - ASPECTOS METODOLÓGICOS DE UMA HISTORIOGRAFIA DO ‘IMPÉRIO INFORMAL’ 
- Linhas de orientação 
- Cautelas a ter em conta 
Um exemplo não único da colonização informal 
Uma de muitas tribos 
O ‘portuguesismo’ do Império sombra 
- A observação da identidade: questões de método 
- Um nível diferente de abordagem da história imperial 

Capítulo III - AS ‘PROVÍNCIAS’ DO IMPÉRIO SOMBRA 
- A Guiné 
- A América 
- Angola 
- Moçambique 
- A ‘Índia’ 
O Índico ocidental 
- As ‘praças do Norte’ 
- Goa 
- A Costa do Malabar 
- O Ceilão 
- S. Tomé de Meliapor 
- O Golfo de Bengala 
O Reino de Bengala 
Arracão e Pegu 
Birmânia 
- O Sudoeste Asiático 
Malaca 
O Arquipélago: 
Macassar, O Mar de Timor, As Molucas (Ternate, Amboíno, Tidore) 
Conclusão 
- A Indochina 
O Sião 
O Camboja 
O Vietname 
- Macau 
- O Extremo Oriente 
A China 
O Japão 

Capítulo IV - A ‘TRIBO PORTUGUESA’ 
- Volume demográfico 
- Reinóis 
- ‘Desejo tropical’ e mestiçagem 
- Gente ‘solta’, industriosa, mas menos recomendável 
- Os fatores de prestígio 
Soldados profissionais 
Intérpretes 
Comerciantes 
Médicos e cirurgiões 
Cristãos 

Capítulo V - DOMINAR E ADMINISTRAR ‘A SOMBRA’ 

Capítulo VI - QUESTÕES DE IDENTIDADE: DIFERENCIAÇÃO EXTERNA E HOMOGENEIDADE INTERNA 
- ‘Portugueses’ 
- Divisões e conflitualidades internas 
Divisões dos nativos 
Livres e escravos 
Distinção da cor 
Profissão e riqueza 

Capítulo VII - O UNIVERSALIMO DOS PORTUGUESES 

Notas 
Bibliografia citada 


Preço: 62,50€; 

terça-feira, 1 de abril de 2025

Portugal & Ultramar - ‘ANGOLA NOUTROS TEMPOS’, de Jerónimo Pamplona - Lisboa 2016 - Muito Raro;












Portugal & Ultramar - História e recordações de Angola, antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental, relatadas pelo autor 


‘ANGOLA NOUTROS TEMPOS’ 
Por terras do Golungo e de Ambaquistas 
De Jerónimo Pamplona 
Prefácio de Paulo Fernandes 
Edição Pangeia Editores
Lisboa 2016 


Livro com 262 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


SINOPSE: 
"Este é um livro de crónicas, contos e poemas que percorre um tempo com início em 1482 e fim em 1974, através das seguintes etapas: 

- Na Introdução relato a evolução da África antiga, desde o aparecimento do Homo Sapiens passando pelo surgimento da agricultura até à fundição do ferro.
Certo é que por volta de 400 a.C. a fundição era praticada na área da atual Nigéria e por volta de 1.000 d.C., outros povos da África Ocidental utilizavam igualmente esta tecnologia». na primeira parte abordo a chegada dos portugueses a Angola.
Incidindo sobre o reino do Ndongo, detenho-me um pouco mais sobre a figura mítica da Rainha Njinga. no final da visita o Governador estranhou que a Embaixadora não chamasse a escrava que se mantinha imóvel sobre a almofada. Njinga riu-se. ‘Deixaria a escrava, retorquiu. Não tinha por habito usar do mesmo assento mais do que uma vez’. 

- Na segunda parte descrevo as personagens e o estatuto dos Ambaquistas e dos Assimilados.
Escrevo de nenhures. É este o meu solo materno pátrio; no qual busco a felicidade e me consolo.

- Na terceira parte centro-me na vida económica e social do Golungo Alto em meados do século XX. 
No dia em que chegava o homem da máquina para passar o filme, o pessoal que quisesse assistir tinha que pagar o bilhete e levar um banco de casa, ou então sentar-se no chão.

- Na quarta parte, num estilo em que a paródia prevalece sobre a sátira, revisitando mais de 25 anos, conto 42 estórias/piadas, que ocorreram em diferentes lugares de convívio e que são aqui compiladas.
‘Para tomar banho?! Claro! Onde é que o Sr. toma banho? Eu?! Eu tomo banho no rio. no rio?! e os Jacarés? Oh, os Jacarés! Não há perigo. Já me conhecem!’

- Na quinta parte narro seis contos, no estilo que poderá chamar-se de short stories.
‘Ó Lia, tu tinhas de lhe dizer que aceitavas o namoro. Sabes, não parece mas, os homens são muito tímidos! Nós, mulheres, temos que, por vezes, tomar a iniciativa.’

- Na última parte percorro, num rally paper imaginário, as ruas do Golungo Alto visitando lugares que nos fazem recordar afetos e emoções vivenciadas.
‘Desde o Luínha para o Golungo lá seguiam; o comboio, automotora e a grazine assim andavam, devagar, devagarinho, nos morros e curvas até gemiam. Algumas vezes, poucas, vejam lá, até descarrilavam!’ “
Jerónimo Pamplona


Da contracapa: 
“Idealizado para ser uma simples evocação da vila angolana Golungo Alto e das suas gentes doutros tempos, este livro ‘ANGOLA NOUTROS TEMPOS’ aparece enquadrado num projecto mais lato, que passou por uma retrospectiva da História Geral de Angola, numa síntese tão bem organizada como articulada. Optando pela História narração, em vez da História problema, com particular e inesperada habilidade, que enriquece sobremaneira contando pequenas estórias que, por outro lado, polvilha de apontamentos cheios de sabor, Jerónimo Pamplona acaba por recordar de maneira indelével especialmente o Golungo Alto das primeiras décadas do século XX, terra de tabaco e de café, de roças e de armazéns de aviados, de grandes florestas, e naturalidade da sua mulher de sempre, onde nasceram grandes personalidades angolanas como o famoso cónego Manuel das Neves, que foi um dos principais impulsionadores da luta de libertação nacional, os dirigentes políticos Mário Pinto de Andrade e o seu irmão Joaquim Pinto de Andrade e Manuel Pedro Pacavira, assim como o poeta José Luís Mendonça, atual director da revista ‘CULTURA’, e à qual estiveram sempre ligados figuras como o poeta António Jacinto, o dirigente político Lopo de Nascimento, o escultor José Rodrigues bem como os seus irmãos António Jacinto Rodrigues, notável arquiteto paisagista, e Irene Guerra Marques, grande figura da cultura angolana. De evocar o grande artista Roberto Silva, que viveu no Golungo Alto vários anos, cuja obra de decoração da Igreja de Santo Hilarião ainda hoje pode ser admirada.“ 
Rodrigues Vaz - Jornalista 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 

PREFÁCIO 
- Por Paulo Figueiredo (Antropólogo) 
INTRODUÇÃO - A ÁFRICA ANTIGA 
- As migrações Bantu (1000 AC - 1600 DC) 
- África Central e Meridional até 1600 
- Alguns termos de comparação 
- O impacto do velho mundo 
- O domínio colonial em África 
- O Cristianismo na África colonial 

Parte I - ANGOLA NOS SÉCULOS XV - XVII 
Capítulo 1 - O eu africano e o outro europeu 
Capítulo 2 - O Reino do Ndongo 
Capítulo 3 - A Rainha Njinga 
Capítulo 4 - Era assim no tempo da Rainha Njinga 
Capítulo 5 - A escravatura em Angola 

Parte II - ANGOLA NOS SÉCULOS XVIII - XX 
Capítulo 1 - O Reino de Angola 
Capítulo 2 - Os Ambaquistas em movimento 
Capítulo 3 - Práticas colónias 

Parte III - CRÓNICAS DO GOLUNGO ALTO 
Capítulo 1 - A região do Golungo Alto 
Capítulo 2 - O ciclo do Café 
Capítulo 3 - O ciclo do Comércio 
Capítulo 4 - Um homem de Deus & do Mundo 
Capítulo 5 - O homem pensa, a obra nasce 
Capítulo 6 - A Festa Rainha 
Capítulo 7 - Farras e festas 

Parte IV - NA HORA DO HUMOR 
Capítulo 1 - Anedotas & Chistes 
Capítulo 2 - Divertidos & Folgazões 
Capítulo 3 - Figuras & Figurões 

Parte V - NA HORA DO CONTO 
Conto 1 - Érica Grade 
Conto 2 - Núria Kasuva 
Conto 3 - Petra Valadares 
Conto 4 - Isadora Ramos 
Conto 5 - Aromas Tropicais 
Conto 6 - O tempo transforma tudo em tempo 

Parte VI - NA HORA DOS AFETOS 
Capítulo 1 - Baú de recordações 
Capítulo 2 - Poetizar 
Capítulo 3 - O olhar de poetas angolanos 

ÍNDICE DOS MAPAS 
I. - As Línguas das Etnias Angolanas 
II. - África Central Ocidental - Regiões 
III. - Localidades de Angola 
IV. - População estimada (1845) 
Reino de Angola 
V. - População estimada (1845) 
Reino de Benguela 
VI. - Campanhas Militares e Legislação 
Período de 1845 a 1900 
VII. - Campanhas Militares e Legislação 
Período de 1900 a 1926 

Bibliografia 
Glossário 
POSFÁCIO 


Preço: 32,50€; 

sábado, 1 de março de 2025

Portugal - Ultramar & História - 'NÓS... SOMOS TODOS NÓS', de Antero Simões - Luanda 1969 - MUITO RARO;




























Portugal - Ultramar & História - Antologia da portugalidade com heróis de todo o império português


'NÓS... SOMOS TODOS NÓS' 
De Antero Simões 
Capa de Carlos Waldemar Figueiredo 
Edição dos Serviços de Publicações do Comissariado Provincial da Mocidade portuguesa em Angola 
Luanda 1969 


Livro com 420 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito dificil localização.
MUITO RARO. 


Um exaustivo trabalho de recolha de vultos que se destacaram ao longo da história como heróis, defensores da portugalidade enquanto militares, pioneiros, colonos e cientistas, sendo uns naturais do território europeu, outros nascidos nas parcelas coloniais portuguesas e outras ainda, indígenas desses mesmos territórios.

Aqui são falados os territórios e os personagens que fizeram história em Angola, Cabo Verde, Guiné, Índia (Goa, Damão e Diu), Macau, Moçambique, Portugal (Açores e Madeira), S. Tomé e Príncipe e Timor. A obra constitui pois um docuemento histórico muito completo.



Do ÍNDICE:

A Abrir 
Advertência 

OITO SÉCULOS DE EXISTÊNCIA 
D. AFONSO HENRIQUES 
- O Fundador da Nacionalidade 
PORTUGAL - Um Reino Maravilhoso 
EGAZ MONIZ - Exemplo de Fidelidade à sua palavra 
BELEZA DE PORTUGAL 
LÍNGUA PORTUGUESA 
D. DINIS - O Rei dos ‘Três Arados’ 
LÍNGUA E RELIGIÃO… Elos da Pátria 
RAINHA SANTA ISABEL - O Anjo da Paz 
NUNO ÁLVARES PEREIRA - Paladino da Independência 
GRANDE CONDESTÁVEL - Poesia de Lopes Vieira 
VASCO MARTINS DE MELO - ‘O Homem da Promessa’ 
PORTUGAL - Fiel à sua Missão Histórica 
INFANTE D. HENRIQUE - O Fundador da Escola Náutica de Sagres 
‘Sou um Povo que Quer o Mar que é Teu !’ - Fernando Pessoa, em ‘Mensagem’ 
D. JOÃO II - O ‘Príncipe Perfeito’ 
D. LEONOR DE LENCASTRE - Fundadora das Misericórdias 
DATAS GLORIOSAS - em Descobertas e Conquistas Gloriosas 
GIL VICENTE - O Dramaturgo do Império 
ÁFRICA ! ÁFRICA ! 
ANDRÉ ÁLVARES DE ALMADA - célebre viajante e investigador cabo-verdiano do séc. XVI 
CABO VERDE - ‘Arquipélago Desafortunado’ 
‘Chuva Braba’ - (Terra Queimada, Cabo Verde sofre duras secas) 
AFONSO ÁLVARES - mestre de Teatro da escola vicentina 
A GUINÉ - Sua História 
TRÍPTICO HERÓICO - Dos Descobrimentos 
‘O Lobo e a Cabra do Mato’ (Fábula do Mato) 
- José Osório de Oliveira, em ‘Literatura Africana’ 
PEDRO NUNES - o grande cosmógrafo dos descobrimentos 
‘A FORTALEZA DA MINA’ - Padrão de Amizade 
D. MARIA CORREIA - a Princesa nativa do ‘Príncipe’ 
- Carta de Cidadania de S. Tomé 
- ‘Roça’ - Manuela Margarido (poetisa santomense) 
S. TOMÉ E PRÍNCIPE - Sua História 
DIOGO CÃO - descobridor do Reino do Congo 
- ‘Padrão’ - Fernando Pessoa, em ‘Mensagem’ 
D. AFONSO I - um Rei Cristão e Missionário 
ANGOLA 
- Embaixada de D. Afonso I, Rei do Congo ao Rei de Portugal 
DOIS DIGNOS REGIMENTOS… - De D. Manuel, Rei de Portugal 
PAULO DIAS DE NOVAIS - O Fundador cidade de Luanda 
CASTELOS PORTUGUESES EM ÁFRICA 
- Massangano - Cidadela de Angola 
DUARTE PACHECO PEREIRA - precursor e Álvares Cabral 
O ‘OTCHINGANDJI’ E O REI DA SELVA (Conto de Angola) 
- Moisés M’Bambi 
REGIMENTO DE D. SEBASTIÃO A PAULO DIAS DE NOVAIS QUANDO O MANDOU A ANGOLA 
D. FRANCISCO XAVIER - Grande Apóstolo da Fé, ‘Português por Adopção’ 
“NUNCA ALGUM REI SE ARREPENDEU DE TER CONNOSCO AMIZADE” 
- Poderoso e Nobre Rei de Benim 
BARTOLOMEU DIAS - Recordado na África do Sul 
- CAMBAMBE - Reduto Mandado construir por Manuel Cerveira Pereira em 1604 
A ÁFRICA DO SUL NA HISTÓRIA DE PORTUGAL 
‘O RETRATO’ (Conto Metropolitano) 
SALVADOR CORREIA DE SÁ - O Restaurador de Angola 
CHEGADA A LUANDA 
MUXIMA…
- ‘…Relíquia do Passado’, Tolstoi Moita (Poeta de Angola) 
LUÍS LOPES SEQUEIRA - Um Capitão Ilustre de Angola 
CARTA DE D. SEBASTIÃO AO REI DO CONGO, D. BERNARDO 
JOÃO FERNANDES VIEIRA - Herói Pernambucano da Restauração de Angola 
PREVIDÊNCIA DE VASCO DA GAMA 
CARTA RÉGIA DE FILIPE II, SOBRE O ‘REINO DE BENGUELA’ 
D. GONÇALO DA SILVEIRA - O primeiro ‘Mártir das Missões de Moçambique’ 
- ‘O Lago Chiuta’ - Um Conto de Moçambique 
CARTA RÉGIA DE D. JOSÉ I - Sobre os naturais de Moçambique 
‘O MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS’ - Sinfonia de Pedra à Obra dos Descobrimentos 
D. FRANCISCO DE ALMEIDA - O 1.* vice-Rei das Índias 
O PENSAMENTO DE AFONSO DE ALBUQUERQUE 
AFONSO DE ALBUQUERQUE - O ‘Terríbil’ Leão dos Mares Orientais 
DEPOIS DA CONQUISTA DE GOA 
HISTÓRIA TRÁGICO-MARÍTIMA 
DINIS FERNANDES DE MELO - Piloto euro-africano de Afonso de Albuquerque 
D. ANA FERNANDES - A ‘Velha de Dio’ 
LUÍS DE CAMÕES - O Príncipe dos Poetas Portugueses 
‘OS LUSÍADAS’ - A Bíblia da Portugalidade 
- ‘Camões, Símbolo da Pátria’, Atílio Milano (Poeta Brasileiro) 
BRÁS DE ALBUQUERQUE - Filho e comentador de Afonso de Albuquerque 
D. JOÃO DE BRITO - Herói da Fé e do Império 
A NOSSA MISSÃO HISTÓRICA - Pio XII, Roma, 22 de Junho de 1947 
CERTIDÃO DE BAPTISMO DE VERA CRUZ 
- ‘A Primeira Missa no Brasil’ - Alberto de Monsaraz 
JOSÉ DE ANCHIETA - Um Esteio da Civilização Cristã no Brasil 
ANTÓNIO VIEIRA - Glória da Missionação do Brasil e da Eloquência Portuguesa 
HENRIQUE DIAS - Admirável Comandante em Terras do Brasil 
CARTA DE D. JOSÉ SOBRE OS ÍNDIOS DO BRASIL 
LÍNGUA PORTUGUESA E LÍNGUAS NATIVAS, Marcelo Caetano 
JORGE ÁLVARES - O Primeiro Português em Terras Chinesas 
MACAU - ‘A Pérola do Oriente’ 
- ‘Numa Mão sempre a Espada, Noutra a Pena’ - Camões, Canto VII 
ANTÓNIO GALVÃO - O Fundador da Geografia Histórica 
COSTUMES TIMORENSES 
A LENDA DO CROCODILO (Timor) 
CABINDA - Exemplo de Fidelidade à Nação Portuguesa 
D. FRANCISCO FRANQUE - Um Português Nobre de Cabinda 
OS POVOS DE CABINDA PREFEREM A PROTECÇÃO DE PORTUGAL 
- ‘Tratado de SIMULAMBUCO’ 
MANUEK JOSÉ DE PUNA 
O ESFORÇO DOS PORTUGUESES NO ULTRAMAR 
LUSO-TROPICALISMO - Uma Ciência Portuguesa 
ANTÓNIO FRANCISCO LISBOA - ‘O Aleijadinho’ 
- Mestre Insigne de Escultura e Arquitectura 
É ASSIM O ‘RACISMO’ PORTUGUÊS ! 
- João de Sá, em ‘Diário de Luanda’ 
HONÓRIO PEREIRA BARRETO - Exemplo Invencível de Patriotismo 
- Bom Humor de Honório Barreto 
SILVA PORTO - O Sertanejo-mártir de Angola 
NICOLAU VICENTE DE MESQUITA - Um Herói macaense 
ALFERES FRANCISCO DUARTE - O ‘Pisado’ da Ocupação de Timor contra os holandeses 
POVOAMENTO DO IMPÉRIO 
JOSÉ DE ANCHIETA - Célebre Investigador da Fauna e Flora Angolanas 
‘O Deserto, o Sol e o Vento’ - Lenda Angolana 
‘WELWITSCHIA MIRABILIS’ - Neves de Sousa, em ‘Batuque’ 
FREDERICO WELWITSCH - Um Eminente botânico ao serviço de Angola 
‘heróis de Angola’, por Aurélio Alves (Poeta de Angola) 
PEDRO JOÃO BAPTISTA E AMARO JOSÉ - Pioneiros da Travessia Angola - Moçambique 
‘Mais Longe, Cristóvão ! Mais Longe !’ (Conto Metropolitano) 
MARQUÊS DE SÁ DA BANDEIRA - Ilustre General, Grande Cidadão, Nobre Filantropo 
‘INTERESSE PELAS POPULAÇÕES NATIVAS’ - Marcelo Caetano 
‘Prelúdio’ - Alda Lara (Poetisa de Angola) 
SERPA PINTO - Heróico Explorador dos Mistérios Africanos 
‘Ao Colono Português’ - Luís Sá 
A COLONIZAÇÃO DE ANGOLA’ - Norton de Matos, em ‘África Nossa’ 
MANUEL PINHEIRO CHAGAS - Um dedicado Ministro do Ultramar 
BACIA DO LUBANGO - Obra do esforço madeirense 
‘A Uma Africana’ - Artur de Paiva (Luanda, 1876) 
ARTUR DE PAIVA - Herói da Civilização Portuguesa de Angola 
D. ANTÓNIO BARROSO - O Bispo Missionário dos 3 Continentes 
‘O MUNDO QUE O PORTUGUÊS CRIOU’ - José Pinheiro da Silva, em ‘ABC’ jornal de Angola 
ANTÓNIO CÂNDIDO GONÇALVES CRESPO - Um Homem Grande das Letras Pátrias 
‘AS VITÓRIAS DE ÁFRICA’ - António Enes, em ‘A Guerra em África em 1895’ 
LOURENÇO MARQUES - A Sala de Visitas do Índico 
‘D. LUÍS FILIPE VISITA MOÇAMBIQUE’ 
ANTÓNIO ENES - Intemerato Defensor da Soberania Portuguesa em Moçambique 
‘MÚSICA E CANTO’ - Coral da Escola de Professores no Cuima (Angola) 
“ISTO SÓ OS PORTUGUESES PODEM FAZER EM ÁFRICA” 
- Aires de Ornelas sobre a visita de D. Luís Filipe a Moçambique 
MOUZINHO DE ALBUQUERQUE - O Valente Pacificador de Moçambique 
‘MORNA’ - Expressão lírica do sentimento cabo-verdiano 
ROBERTO DUARTE SILVA - Um Notável Homem das Ciências Físico-Químicas 
‘Morabeza’ - Yolanda Morazzo (Poetisa de Cabo Verde) 
‘GOA… HÁ-DE VOLTAR’ - Augusto de Castro, em ‘Diário de Notícias’ 
‘Vamos Inventar Goa!…’, por Amândio César 
ANTÓNIO CAETANO GAMA PINTO - Notável Oftalmologista Goês 
‘CANDIMBA’ (Folclore de Angola) 
JOAQUIM CORDEIRO DA MATA - Notável Figura de Autodidacta do séc. XIX 
‘Sedução’ - Cordeiro da Mata, em ‘Delírios’ 
“ANGOLA É PORTUGAL E PORTUGAL É DOS PORTUGUESES” 
- Discurso do Almirante Américo Tomás em visita a Luanda, a 16 de Setembro de 1963 
LUÍS DA CÂMARA PESTANA - O Grande Renovador da Medicina Portuguesa 
‘A ASSISTÊNCIA NO ULTRAMAR’ (Dois Depoimentos Valiosos) 
NORTON DE MATOS - Um ‘Homem’ do Ultramar 
‘NOVA LISBOA - Coração de Angola’ 
- Por Maria da Conceição Nobre, em ‘Antologia de Poesias Angolanas’ 
“TUDO PARA TODOS” (Pensamentos Civilizadores) - de Norton de Matos 
GENERAL JOÃO DE ALMEIDA - Vulto Insigne da Nossa Epopeia Ultramarina 
‘PANORAMA DA EDUCAÇÃO EM ANGOLA’ (Ano de 1968) 
HENRIQUE DE PAIVA COUCEIRO - Um Grande Governador de Angola 
‘ANGOLA, TERRA SAGRADA !’ - Marcelo Caetano 
‘O LICEU - “FÁBRICA DE HOMENS” - Olavo Bilac 
LUÍS SAMBI - Uma Extraordinária Figura de Angola 
‘Suave Milagre’ - (Conto Metropolitano) 
TOMÁS VIEIRA DA CEUZ - Um Poeta das Coisas de Angola 
‘Romagem ao Quicombo’ - por Tomás Vieira da Cruz 
‘O COLONATO DA CELA’ - Um Exemplo do Esforço Português 
‘Kalundu’, de Bessa Victor (Escritor e poeta angolano) 
LUANDA - Um Símbolo do esforço português 
- Julião Quintinha, em ‘África Misteriosa’ 
‘Baião de Luanda’, de Reis Ventura, em ‘Antologia de Poesias Angolanas 
MANUEL DOS SANTOS TORRES - Filho Ilustre de Luanda 
“VOCÊS, PORTUGUESES, SÃO DIFERENTES…” 
OS BAILUNDOS - Exemplo de Fidelidade à Nação 
ALDA LARA - A Poetisa das Acácias Rubras 
‘O DESENVOLVIMENTO DO ULTRAMAR’ 
‘A JUVENTUDE E AS ACTUAIS IDEOLOGIAS’, por Fernando Simões Alberto 
GAGO COUTINHO E SACADURA CABRAL - Bravis Pioneiros da Aviação 
‘SENTIDO EDUCATIVO DA OBRA DA MOCIDADE PORTUGUESA’ 
- Prof. Marcelo Caetano 
ANTÓNIO CARNEIRO PACHECO - Fundador da Mocidade Portuguesa 
- Exemplo do Professor, Ministro e Diplomata 
‘PORTUGUESES, SOLDADOS DE CRISTO’, por Suzanne Chantal 
‘A UNIDADE NACIONAL’, do discurso de Salazar 
JOSÉ LOPES - O ‘Poeta do Atlântico’ 
‘A REVOLUÇÃO NACIONAL’ 
- “Sei o que quero e para onde vou” - Salazar 
‘Pátria da Alegria’, de João de Barros, em ‘Vida Vitoriosa’ 
TIMOR - A Beleza das suas paisagens 
D. ALEIXO CORTE-REAL - O Destemido Régulo de Timor 
‘ REVOLUÇÃO QUE É RECONSTRUÇÃO’, de Augusto de Castro 
ANTÓNIO SARDINHA - Magnífico Defensor das Tradições Nacionais 
‘ESCOLA E PROMOÇÃO’ - Em Angola 
MESTRE VIANA DA MOTA - Grande Musicólogo e Concertista 
A “ILHA DO MEIO DO MINDO” 
‘Lembrança’, de Neves e Sousa 
‘Minha Ilha’, de Francisco José Tenreiro 
FRANCISCO TENREIRO - Ilustre Geógrafo e poeta santomense 
CARTA DE APRESENTAÇÃO - Exemplo de Portugalidade
- por Boaventura Setungo 
ANICETO DO ROSÁRIO - Valente Português da Defesa de Goa 
‘OITO ANOS DE LUTA…’ - Testemunho de Fé no Futuro da Nação 
- Por Ten-Cor. Rebocho Vaz 
ALFERES MOTA DA COSTA - Das Fileiras da Mocidade ao Sacrifício Extremo 
LOBITO - Salão Nobre de Angola 
‘A RESISTÊNCIA PORTUGUESA’ - Singular Testemunho 
- Por Mugur Valahu (escritor romeno), em ‘Angola, Chave de África’ 
LINHARES DE ALMEIDA - Um herói da Defesa da Guiné 
BISSAU - Capital da Guiné 
‘Terra Ardente da Guiné’, de Augusto Casimiro, em ‘Portugal Africano’ 
‘PORTUGUESES SALVAM PORTUGUESES’ 
- Saraiva, o Menino Encontrado nos Dembos 
‘Carta de um Militar’ - (Da Revista ‘Facho’) 
‘PORTUGUESES SALVAM PORTUGUESES’ 
- Basílio Farahane, um Heróico professor de Moçambique 
‘CONSTRUINDO PARA OS OUTROS, EM ANGOLA !’ 
- Brigadas da Acção Social da Mocidade Portuguesa 
‘PORTUGUESES SALVAM PORTUGUESES’ 
- José Tchimunga, o Vencedor do Leão (Alto Cuanza) 
‘Malange, A Portentosa’, de Tolstoi Nunes Moita 
ANTÓNIO CORREIA DE OLIVEIRA - Um Poeta da Portugalidade 
‘EXEMPLO CONSOLADOR - À Comissão Provincial das Cantinas Escolares - Luanda 
- O Mestre Escolar Ricardo Catungunha 
SALVADOR BARATA FEIO - Notável escultor de Angola 
‘Flor do Deserto’, de João da Chela, em ‘Antologia de Poesias Angolanas’ 
‘A HOTA MAIS LONGA’, por Morão Correia 
ÓSCAR RIBAS - Um Exímio Etnógrafo e Escritor Angolano 
‘Os Humildes’ (Extracto dum Conto Angolano) 
‘Petróleo’, de Tomás Jorge, em ‘Areal’ 
IRMÃ MARIA DA GLÓRIA ARRAIANO - Uma Vida na Educação da Juventude Feminina de Angola 
‘Cristo do Lubango’, de Galvão Balsa 
‘SÁ DA BANDEIRA - A Princesa da Chela 
‘…E OS SEUS FABULOSOS TESOUROS’, por Maurício Soares 
‘AS MISSÕES PORTUGUESAS’, por João Evangelista de Lima Vidal 
‘IRMÃO EVARISTO’ - 75 Anos de vida Missionária em Cabinda 
‘UM PLANO PARA A JUVENTUDE ANGOLANA’ 
ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR - Genial Chefe do Governo, Fundador do Estado Novo 
“Salazar Identificou-se em Angola com o próprio espírito da Pátria” 
- Marcelo Caetano na sua visita a Luanda, em 15 de Abril de 1969 
‘LUSITANIDADE’ - Património de Oito Séculos 
- Por Marcelo Caetano 
‘PORTUGAL - “Terra de Santa Maria” - O Chefe de Estado sauda em Fátima 
‘O PORTUGUÊS’ - Língua Ecuménica 
‘PORTUGAL ! - Berço Primeiro e Leito Final’ 
- Por Tomás Ribeiro, em ‘D. Jaime’ 

Principais obras consultadas 
 

Preço: 77,50€; 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

África & Igreja - ‘OS JESUÍTAS EM MOÇAMBIQUE (1541 - 1991)’, de José Augusto Alves de Sousa - Braga 1991 - Muito Raro;


















África & Igreja - A história secular desta ordem religiosa na evangelização de Moçambique 


‘OS JESUÍTAS EM MOÇAMBIQUE (1541 - 1991)’ 
De José Augusto Alves de Sousa 
Edição da Livraria Apostolado da Imprensa 
Braga 1991 


Livro com 216 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“Este livro é a história duma vida - a vida dos Jesuítas em Moçambique. É uma história já muito longa, pois começou em 1541; com a passagem de S. Francisco Xavier pela Ilha de Moçambique, e se prolonga até aos nossos dias. Devido à vicissitudes dos tempos, esta história foi algumas vezes interrompida, mas nem por isso se deixou de contar e viver. É o que pretende, mais uma vez, este livro. Os Jesuítas chegaram a Moçambique, por 4 vezes, com desejo de permanecerem e, por três vezes, tiveram que abandonar o terreno de missão sempre promissor. Regressaram pela última vez, a Moçambique em 20 de Agosto de 1941 e, este ano, em 20 de Agosto, celebram o cinquentenário do 4.* período da sua missão. Este livro pretende ajudar os Jesuítas e todos os seus amigos a viverem esta efeméride em alegria e festa.“ 

“O autor, JOSÉ AUGUSTO DE SOUSA, nasceu em Magueija - Lamego, em 1933. Entrou na Companhia de Jesus em 1952 e ordenou-se sacerdote em 1966. Licenciou-se em Filosofia, em Braga, e em Teologia, na Faculdade de S. Francisco de Borja, em Barcelona. Frequentou, ainda, o Instituto Pastoral ‘Lumeje Vitae’, em Bruxelas. Foi enviado como missionário para Moçambique em 1960 e a partir, sobretudo, de 1968, o seu trabalho tem sido a formação de catequistas. Tem publicado alguns catecismos, alguns livros sobre a Bíblia é uma Metodologia Catequística. Exerceu o cargo de Provincial da Vice-Província de Moçambique e foi Vigário Geral e Vigário Episcopal da Pastoral na Arquidiocese da Beira. Actualmente, é Director do Secretariado Diocesano de Pastoral na Diocese de Tete.“



Do ÍNDICE: 

Palavras de Abertura - P. Cirilo Moisés Mateus 
INTRODUÇÃO 
- P. José Augusto Alves de Sousa 

I. - OS EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS COM O EVANGELISTA LUCAS 
- Uma porta de entrada da nossa missão 

II. - A NOSSA MISSÃO… 
- A nossa missão no seio da Trindade e no rosto de Cristo 
- A nossa missão segundo Santo Inácio 
- A realização da missão 
- A realização da missão em Moçambique 

III. - …NA IGREJA QUE ESTÁ EM MOÇAMBIQUE 
A IGREJA DO PASSADO 
- A caminho da Índia 
- Separação da Arquidiocese de Goa (1612) 
- Decadência progressiva (1700 - 1875) 
- Sinais de esperança (1875 - 1940) 
- A Igreja em crescimento (1940 - 1975) 
A criação das Dioceses 
Aumento de missionários 
A criação de novas Missões 
A actividade missionária no campo do ensino e da saúde 
A fundação de Seminários Maiores e Menores 
A Acção Social da Igreja em favor da Justiça e da Paz 
A renovação pastoral 

A IGREJA DO PRESENTE 
- As dificuldades 
As nacionalizações 
Os Campos de Reeducação 
A guerra da Rodésia 
O terceiro Congresso 

- As Germinações e o Crescimento 
A busca de identidade 
A criação da Hierarquia Local 
A ‘USAREMO’ 
‘Viver a Fé no Moçambique de Hoje’ 
A Assembleia Nacional de Pastoral 
A Pastoral da Paz 

A IGREJA NOSSA MÃE 

IV. - NÓS E OS QUATRO PERÍODOS DA NOSSA MISSÃO 
- Nós… e o nosso ‘modo de ser’
Como amigos no Senhor 
Com espírito de trabalho e de colaboração cristã 
Com espírito de discernimento 
Com autêntico ‘sentir com a Igreja’ 
- Disto somos testemunhas 

V. - O PRIMEIRO PERÍODO DA NOSSA MISSÃO (1560 - 1572) 
- A Missão em Tongue 
- A Missão no Reino do Monomotapa 
Akunda Satani na Andzache 
No Reino de Monomotapa 
Maria na Missão ao Reino do Monomotapa 
Os frutos da Missão ao Reino do Monomotapa 
‘Sangue de Mártires, Semente de Cristãos’ 
- A continuação da Missão no Reino de Monomotapa 

VI. - O SEGUNDO PERÍODO DA NOSSA MISSÃO (1610 - 1759) 
- A Missão no século XVII 
- A Missão no século XVIII 
- O destino da nossa Missão no seu segundo período 

VII. - O TERCEIRO PERÍODO DA NOSSA MISSÃO (1881 - 1910) 
Os mortos testemunham 
Os anciãos falam 
- A Missão ‘com as mãos limpas e o coração puro’ 
- Em Mopeia, Tete e Sena (Paróquias canonicamente constituídas) 
- Em Quelimane (Evangelizar através do ensino) 
- Em Boroma (O modelo das Missões) 
- Em Milange - Tumbini (Ide por todo o mundo) 
- Em Nhamússua (Bembe) - Móngue (ir até às origens) 
- Em Coloane (Voltada para o desenvolvimento) 
- Em Ricico - Miruro (Zumbo) (Desejo de abraçar a tradição) 
- Em Chupanga - Chire (Bastar-se a si mesmo) 
- Em Lifidzi Angónia (Um sinal de esperança) 
- O destino da nossa Missão no seu terceiro período 

VIII. - O QUARTO PERÍODO DA NOSSA MISSÃO (20 de Agosto de 1941…) 
- A nossa Missão e algumas Instituições e pessoas 
O Governo Português 
A Igreja Universal e local 
A Companhia de Jesus 
A Província Portuguesa 
- Os primeiros missionários 
De Fátima até Lifidzi 
Em Lifidzi 
- A Missão com o mesmo nome: ‘MISSÃO DA ZAMBÉZIA’ 
Atender aqueles que estão dentro 
Ir aos que estão longe 
- A Missão com outro nome: ‘Vice-Província de Moçambique’ 
Desde fins de 1966 até meados de 1975 
Desde meados de 1975 até 1982 
Desde 1983 até 1986 
Desde 1987 em diante 
- A nossa Missão e a Cultura 

IX. - MISSÕES, PARÓQUIAS E OUTRAS OBRAS 
- Missões e Paróquias 
- Missão de S. Francisco Xavier - Lifidzi 
- Missão de S. José de Boroma 
- Missão de Nossa Senhora da Conceição de Marara 
- Missão do Imaculado Coração de Maria da Fonte Boa 
- Paróquia de Nossa Senhora de Fátima - Beira 
- Missão de S. Miguel Arcanjo - Chiritse 
- Missão de Cristo Rei da Mpenha 
- Paróquia de S. João Baptista de Matacuane - Beira 
- Paróquia de Nossa Senhora do Livramento - Quelimane 
- Missão de Santo Inácio de Msaladzi 
- Paróquia-Missão de Nossa Senhora das Graças - Ulóngue 
- Missão de Nossa Senhora da Conceição - Zóbue 
- Paróquia de S. Tiago Maior - Tete 
- Missão de S. Benedito - Manga 
- Missão de S. Pedro Claver - Dómue 
- Missão de Lichinga 
- Paróquia dos Santos Mártires da Uganda de Matundo - Tete 
- Paróquia-Missão de S. João Baptista de Moatize 
- Paróquia de Nossa Senhora do Amparo - Matola bairro 
- Missão de Cristo Rei da Gorongosa 
- Paróquia de S. João Baptista - Matola fomento 
- Paróquia de S. Gabriel - Matola cidade 
- Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Nhamatanda 
- Paróquia de Santa Ana - Ganya (Malawi) 

OUTRAS OBRAS 
- Escola normal de Boroma 
- Residência de Santo Inácio - Lourenço Marques 
- Seminário de S. João de Brito do Zóbue 
- O Centro Catequético de Nazaré e o Centro de Investigação Pastoral de Moçambique 
- Noviciado da Beira 
- Lar do Estudante 
- Secretariado da Conferência Episcopal de Moçambique (CEM) 
- Obras de carácter diocesano e interdiocesano 
- Residência de Maputo 
- Centro Catequético S. Carlos Lwanga - Dómue 

X. - OS QUE SEMEIAM EM LÁGRIMAS RECOLHEM COM ALEGRIA 
- O Momento das Nacionalizações 
- O momento das Prisões e Expulsões 
- O momento dos Raptos e do Martírio 
- Os Molhos de Espigas 
A Fé e a Perseverança dos Cristãos de Angónia 
A Herança de Santo Inácio 
A Cruz: Sucesso da nossa Missão 
A nossa vocação de Jesuítas 

XI. - O ‘MAGIS’ INACIANO NO QUARTO PERÍODO DA NOSSA MISSÃO 
- Entrar em discernimento 
- ‘Escolher o que mais nos conduz…’ 
Evangelização 
Promoção vocacional 
Inculturação 
Dignificação da pessoa humana 
- O ‘Magis’ Inaciano e Jesus Cristo 


Preço: 77.50€;