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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Portugal - PREC & BD - ‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ (Desenhada), de José Paulo Simões - Lisboa 1977 - MUITO RARO;









Portugal - PREC & BD - A esquerda ligada ao PCP lançou quer durante o PREC, quer posteriormente diverso material de combate político na imprensa afecta e nas suas editoras, entre informação diária através do matutino ‘O DIÁRIO’ com cartoons e este álbum extremamente sarcástico e hoje em dia um documento histórico de grande raridade 


‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ 
(Desenhada) 
De José Paulo Simões 
Editorial Caminho 
Lisboa 1977 


Álbum de Banda Desenhada, com 40 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


PERSONALIDADES RETRATADAS: 
Neste álbum, são retratados inúmeras personalidades políticas, nacionais e estrangeiros, entre uns adversários do PCP e outros mesmo inimigos assumidos pelos dois lados. 
Entre os primeiros reconhecem-se do PS, Mário Soares, Salgado Zenha, Manuel Alegre, Sotto Mayor Cardia, Jorge Campinos, Raúl Rego, António Barreto, Marcelo Curto, Almeida Santos e Lopes Cardoso, do PPD/PSD, Francisco Sá Carneiro e Magalhães Mota, do CDS, Freitas do Amaral e General Galvão de Melo. Dos militares, General António de Spínola, General Kaúlza de Arriaga e o capitão Tomás Rosa. Do regime anterior, Oliveira Salazar, Marcelo Caetano e Américo Tomás. Da descolonização, Jorge Jardim, Holden Roberto e Jonas Savimbi. E ainda Vera Lagoa (Maria Armanda Falcão) a célebre directora do semanário ‘O Diabo’ e Chico da Cuf (Francisco Ferreira, um dissidente do PCP). Dirigentes políticos internacionais, Gerald Ford, Henry Kissinger, Frank Carlucci, Giscard D’Estaing e o escritor e dissidente russo Alexander Soljenistine.
E entre os inimigos e ódios, Acácio Barreiros (UDP) e Arnaldo Matos (MRPP), além do PCP(ml), a AOC, o MDLP e o ELP. 



A DIREITA DE CARA À BANDA 
(Desenhada) 
- OS 7 MAGNÍFICOS 
- NOIVADOS 
Ou ‘as paixões inconfessáveis da família direitinha’ 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
À atenção do leitor: esta história não deve ser lida por pessoas nervosas ou reaccionárias !!! 
- JOGO DA GLÓRIA DOS DIREITINHAS 
- O CAPUCHINHO VERMELHO 
Uma dos ‘Direitinhas’ quando crianças 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
A maldição da Múmia 


Preço: 52,50€; 

segunda-feira, 5 de maio de 2025

Moçambique - FRELIMO & Revolução - ‘XICONHOCA - O INIMIGO’ - Maputo 1979 - MUITO RARO;





Moçambique - FRELIMO & Revolução - A figura criada pelo regime de Maputo no pós revolução para denunciar os seus inimigos que eram apelidados de contra revolucionários e bandidos armados que espalhavam por diversas publicações, entre jornais, revistas, livros e cartazes 


‘XICONHOCA - O INIMIGO’ 
FRELIMO 
Edição do Departamento de Trabalho Ideológico 
Maputo 1979 


Livro com 66 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



“A figura do Xiconhoca, criado pelo Departamento de Informação e Propaganda da FRELIMO, simbolizava o arquétipo do moçambicano imoral e corrupto. 
Esta figura, que rapidamente se popularizou, representava ‘todos estes males deixados pelo colonialismo, e que o Povo moçambicano está a combater’. No seu conjunto, as mensagens éticas e políticas que esta figura emblemática do inimigo encerrava transformaram-se rapidamente na marca dos comportamentos a evitar, sob risco de se ser penalizado pela mão implacável da justiça popular, que punia os ‘moçambicanos que pelas suas ideias, pelo seu comportamento, pela sua actuação, servem objectivamente os interesses do inimigo imperialista e comprometem o desenvolvimento do processo revolucionário no nosso País’, segundo ditava a Frelimo em 1979, como alguns exemplos expõem.”


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

terça-feira, 7 de janeiro de 2025

Portugal - Política & Humor - ‘NA PALHETA COM MÁRIO SOARES (1990 a 1993)’, de J. Vilhena - Lisboa 1997 - Muito Raro;





Portugal - Política & Humor - Da autoria de um dos maiores humoristas que se iniciou no género ainda durante o regime do Estado Novo, derrubado em 25 de Abril de 1974 


‘QUATRO ANOS NA PALHETA COM MÁRIO SOARES (1990 a 1993)’ 
De J. Vilhena 
Edição JVL 
Lisboa 1997 


Livro com 170 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Preço: 32,50€; 

sexta-feira, 22 de março de 2024

Angola - Guerra do Ultramar & Humor - ‘ZÉ DA FISGA - Humor Bélico’, de Nando (Fernando da Silva Gonçalves) - Luanda 1970 (?) - MUITO RARO;



















Angola - Guerra do Ultramar & Cartoons - O cartoon do ‘Zé da Fisga’ que não deixou indiferente nenhum militar e até os civis, desde os meados da década de sessenta e que ainda actualmente - mais de cinco décadas depois - faz sorrir e admirar as peripécias do boneco e dos problemas da caserna e da guerra 


‘ZÉ DA FISGA - Humor Bélico’ 
De Nando (Fernando da Silva Gonçalves) 
Edição do Autor 
Luanda 1970 (?) 


Livro com 64 páginas, totalmente ilustrado e em bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


O Autor, o personagem e a análise: 
“O cartoon ‘Zé da Fisga’, que representa o soldado português que combateu na Guerra do Ultramar, entre 1961 e 1974. Publicado na ‘NOTÍCIA’, revista com sede em Luanda (Angola), trata-se de um retracto crítico e humorístico, sem mortos nem feridos. Através do método análise de imagem é dada a conhecer uma das realidades sociais do conflito. 

Para Miguel Sousa Tavares, o humor ‘desarma, o que é bem mais eficaz na guerra. Há, aliás uma longa história da utilização dos cartoons em situação de guerra, como verdadeira arma de propaganda. […] Os cartoonistas eram uma espécie de exército de retaguarda, mobilizado para atacar o inimigo ridicularizando-o e para fortalecer o ânimo das tropas combatentes e civis.’ O humor do ‘Zé da Fisga’, apartidário, segundo o autor do desenho, servia para afastar a atenção de assuntos mais sérios relativos à guerra e para distrair os militares. 

O protagonista/personagem principal do cartoon, baptizado de ‘Zé da Fisga’, era jovem, vestia uniforme de campanha (camuflado) e no bolso direito transportava uma fisga. Segundo os cartoons publicados na ‘NOTÍCIA’, o ‘Zé da Fisga’ era incompetente, distraído e preguiçoso. Gostava de cerveja e adorava mulheres. O militar nunca aparece sozinho. No cartoon, existem personagens secundárias. Refiram-se um sargento autoritário, outros militares e mulheres de várias raças. 

O ‘Zé da Fisga’, cartoon que retractava os soldados portugueses destacados em Angola, ocupava sempre uma página inteira, a cores, no centro da revista. Era, portanto, um lugar de destaque. Foi publicado na ‘NOTÍCIA’ entre 1967 e 1968. Esta personagem foi criada por Fernando da Silva Gonçalves que, na revista, assinava o cartoon com o pseudónimo ‘Nando’. 
 
Fernando Gonçalves cumpriu serviço militar no Exército, em Portugal e em Angola. Desenhou o ‘Zé da Fisga’, no início da década de 60, para identificar a companhia à qual pertencia – Companhia de Caçadores 371. Antes de embarcar para a colónia, cansou-se de esperar pela distribuição de armamento e, por este motivo, deu ao desenho uma fisga. Desde então, a sua companhia passou a ser conhecida como a ‘Companhia do Zé da Fisga’. Posteriormente, o desenho foi aceite como brasão para ser usado com o uniforme de campanha. Em Angola, Fernando Gonçalves continuou a desenhar. As chefias militares aperceberam-se do talento do jovem e usaram-no para conquistar o apoio das populações. Fernando Gonçalves passou a desenhar imagens de acção psicossocial que depois eram lançadas pela Força Aérea Portuguesa nas matas de Angola. Em 1965, Fernando Gonçalves termina o serviço militar e permanece em Angola, onde constitui família. 

O ‘Zé da Fisga’ foi publicado pela primeira vez no jornal humorístico ‘O Miau’ e passou também pela revista ‘A Palavra’. No entanto, foi na ‘NOTÍCIA’ pela primeira vez a cores, que conquistou fama. Mais tarde, foi ainda publicado em formato postal e associado a anúncios publicitários de marcas de tabaco. 

O ‘Zé da Fisga’ mostrou uma guerra onde os militares nem se cruzavam com o inimigo. Assim se tranquilizava a opinião pública e os próprios militares, imaturos e com fraca instrução militar. 

O cartoon ‘Zé da Fisga’ é, sem dúvida, um dos muitos retractos possíveis do militar português que deixou a metrópole e partiu para a guerra. Não há nele toda a verdade, mas há nele parte da verdade e há nele também pormenores relevantes sobre o quotidiano do militar destacado. Este não é um retracto de todos os militares em geral, mas sim o retracto crítico e humorístico centrado no posto mais baixo da hierarquia militar – o soldado. 

Entre uma imagem e a realidade existe um caminho nem sempre fácil de percorrer. Analisar o ‘Zé da Fisga’ sem conhecimentos sobre a Guerra Colonial e a sociedade portuguesa das décadas de 60 e 70, na metrópole e nas províncias, não nos permite fazer a ligação correcta entre a imagem e a realidade. ‘A fotografia, o filme etnográfico […], os museus e outros recursos imagéticos […], colocam-se como recursos de investigação, por mais que tenham expressividade na percepção em torno dos fenómenos sociais, e, pela sua importância e complexidade aqui revelada, necessitam da reflexão crítica, da compreensão de que resultam de processos também complexos e relativos’. 

Segundo Nuno Severiano Teixeira, a ‘Guerra Colonial é indiscutivelmente um dos temas mais importantes da história recente de Portugal, que deixou marcas e continua ainda a ter marcas na sociedade portuguesa e que é necessário, é urgente que seja estudado. Historiadores mais jovens, sem experiência vivida e sem memória directa do acontecimento’ podem hoje, ‘com maior distanciamento histórico e com grelhas analíticas, fazer um estudo científico, um estudo teórico sobre esta área.’

Esta foi apenas uma das análises possíveis deste cartoon. As mesmas imagens poderiam ser também analisadas, a título de exemplo, pelo olhar de ex-combatentes. O resultado seria certamente outro.” 


Preço: 77,50€; 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Moçambique & FRELIMO - ‘XICONHOCA - O Inimigo’ (1) - Maputo 1979 - MUITO RARO;




Moçambique & FRELIMO - Livro de banda desenhada criado pelo partido do regime, no período após a independência de Moçambique, ocorrida em 25 de Junho de 1975 e publicada também nos diversos órgãos de informação escrita, Xiconhoca simbolizava o inimigo da revolução, o contra-revolucionário 


‘XICONHOCA - O Inimigo’ (1) 
Departamento do Trabalho Ideológico da FRELIMO 
Edição da revista ‘TEMPO’ 
Maputo 1979 


Livro com 42 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.


Personagem elaborada pelos ideólogo do regime marxista da FRELIMO após a inependência desta antiga colónia africana de Portugal, serviu durante muitos anos para combater a oposição interna e externa, quando a querra fronteirição contra o regime da Rhodésia de IanSmith se agudizava em finais da década de setenta do século passado.

Um documento histórico de muito interesse e raridade.


Preço: 77,50€; 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Portugal - PREC & Cartoon - ‘REVOLUSAM’, de Sam - Lisboa 1976 - MUITO RARO;












Portugal - PREC & Humor - Um álbum com cartoons de um dos mais interventiva artistas especializados no género 


‘REVOLUSAM’ 
De Sam 
Capa e arranjo gráfico de José Cândido 
Edição Livraria Bertrand 
Lisboa 1976 


Livro com 118 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


“Os desenhos deste volume são, na sua maioria inéditos.
Inserem-se, no entanto, alguns que já foram publicados no ‘Jornal do Fundão’, no ‘Sempre Fixe’, no ‘Jornal Novo’ e na ‘Seara Nova’.” 


Preço: 25,00€; 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Política & Humor - ‘FOICE & MARTELO’, de Ben Lewis - Lisboa 2008 - Raro;

 





Política & Humor - As anedotas, a sátira e o sarcasmo ao serviço da crítica política perante a ausência de liberdade e pluralismo político nos países dominados pela ideologia marxista-leninista 


‘FOICE & MARTELO’ 
De Ben Lewis - 
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2008 


Livro com 366 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da badana: 
“Qual a diferença entre o 
comunismo e o capitalismo? 
O capitalismo é a exploração do homem pelo homem… e o comunismo é exactamente o contrário. 

As anedotas comunistas são parte significativa da herança cultural dos quase 80 anos de experimentação política conhecida como  comunismo, vividos no século XX na Rússia e na Europa de Leste. 
Os corajosos e sardónicos cidadãos dos antigos países comunistas, envolvidos na teia invisível da polícia secreta, ameaçados com a prisão ou os trabalhos forçados, confrontados com um sistema que deixava as lojas vazias e os bombardeava com propaganda estatal, transformaram o simples acto de contar anedotas numa autêntica forma de arte da crítica. Em resposta, os regimes comunistas contrapunham o seu próprio humor oficial, disseminado através de revistas satíricas controladas pelo estado. Enquanto perdurou o regime comunista, os seus apoiantes e oponentes travaram uma extraordinária e singular batalha no campo do humor. 
Este livros conduz-nos, numa viagem única e irresistível, pela história da era comunista (1917-1989), contada através de inúmeras anedotas e das histórias e percursos de vida daqueles que as contaram - um acabando no Gulag e outros como figuras de relevo do sistema, ou estrelas do palco e dos ecrãs.  
Escrito num registo humorístico e inteligente, culturalmente valioso e historicamente revelador, abundantemente ilustrado por material de arquivo pouco conhecido - cartoons políticos, caricaturas, fotos e posters de propaganda -, ‘FOICE & MARTELO’ é a fantástica história de um sistema político que, literalmente, morreu de riso.“ 


Da contracapa: 
“Estaline discursava numa assembleia de fábrica.
- ‘O mais precioso bem na União Soviética é a vida humana’, diz.
Alguém na assembleia tem um ataque de tosse.
- ‘Quem está a tossir?’, pergunta Estaline.
Silêncio.
- ‘Muito bem, chamem o NKVD’, diz o ditador.
O NKVD, a polícia política de Estaline, irrompe na sala e metralha a assistência. Pouco depois apenas sete operários se mantém de pé.
Estaline volta a perguntar: ‘Quem tossiu?’.
Um dos sobreviventes levanta o braço.
- ‘Está com uma terrível constipação, camarada’, diz Estaline. ‘Apanhe o meu carro e vá lá para o hospital’.“ 


O AUTOR: 
“Cineasta, apresentador de televisão e escritor britânico. 
Ben Lewis escreve regularmente para a revista ‘Prospect’ onde possui uma coluna sobre arte, e para os jornais ‘Evening Standard’ e ‘Sunday Telegraph’. Publicou, aliás, na ‘Prospect’ um artigo sobre anedotas comunistas que se veio a revelar um enorme sucesso. Em 2006, realizou o documentário ‘Hammes and Tickle: The communist joke book’, exibido em diversas canais televisivos de todo o mundo. Antes, tinha realizado ‘The King of communism: The Pomp & Pageantry of Nicolae Ceausescu’ (2002) e ‘Blowing Up Paradise’ (2005), entre outros. Entre os projectos que se encontra actualmente a desenvolver encontra-se um filme sobre o boom da arte contemporânea e outro sobre a ‘Stasi’ (polícia política da ex-RDA).



Do ÍNDICE: 

Agradecimentos 
PREFÁCIO 
INTRODUÇÃO 

1. - O riso no tempo de Lenine 
2. - Estaline e o sorriso sarcástico 
3. - Anedotas nazistas versus anedotas comunistas 
4. - O Bloco Soviético 
5. - A Idade de Ouro das anedotas comunistas 
6. - Anedotas estagnadas 
7. - Um fim mordaz 
8. - A brincadeira acabou 
9. - Conclusão 

Bibliografia 
Índice remissivo 


Preço: 25,00€; 

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Angola & Descolonização- Revista 'GAIOLA ABERTA', n.º 22, de 01.10.1975 (ROSA COUTINHO - ‘O GRANDE SOBA VERMELHO’) - Lisboa 1975 - MUITO RARO;







Angola & Humor - Caricatura sobre a descolonização desta antiga província ultramarina portuguesa 


Revista 'GAIOLA ABERTA', n.º 22 - 01 de Outubro de 1975. 
ROSA COUTINHO - ‘O GRANDE SOBA VERMELHO’ 
Tendo como fundador e director, José Vilhena 
Lisboa 1975 

Revista com 18 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Com a capa dedicada à descolonização de Angola.
Ao centro da caricatura reconhece-se o Almirante Rosa Coutinho, como Soba (O Grande Soba Vermelho - em rodapé...), à esquerda o presidente do MPLA (Agostinho Neto) e deitados a assistir, Holden Roberto da FNLA e Jonas Savimbi da UNITA. Como troféus, Rosa Coutinho exibe as cabeças de 2 'retornados', os portugueses que tiveram de encetar a fuga daquela antiga colónia portuguesa !



Temas em destaque: 
Descolonização 
- ROSA COUTINHO - ‘O GRANDE SOBA VERMELHO’
Aos senhores doutores
- ‘M. SOARES E A. CUNHAL’ 
O fotógrafo estava lá 
- ‘Fugindo ao COPCON - CABRAL DESCOBRE O BRASIL’ 
Variações sobre a Ceia 
- ‘A ÚLTIMA CEIA DO MDP/CDE’ 
Poster nas páginas centrais 
- ‘O NOVO MESSIAS - COMPANHEIRO VASCO, PROLETÁRIO E MÁRTIR’ 
O nosso esforço social-jornalístico não pára 
- ‘EÇA DE QUEIROZ VAI COLABORAR NA GAIOLA ABERTA’ 
- ‘O NÚ É REACCIONÁRIO’ 


Preço: 25,00€; 

terça-feira, 26 de julho de 2022

Portugal & Política - Revista ‘GAIOLA ABERTA’, n. 52, de 15.08.1977 - (ÁLVARO CUNHAL - ‘PEREGRINAÇÃO À TERRA SANTA’) - Lisboa 1977 - MUITO RARO;







Portugal & Política - A revista fundada por José Vilhena que marcou a crítica e o combate aos acontecimentos e personagens do período revolucionário e pós revolução na política nacional 


Revista ‘GAIOLA ABERTA’, n. 52, de 15 de Agosto de 1977.
ÁLVARO CUNHAL - ‘PEREGRINAÇÃO À TERRA SANTA’ 
Editada em Lisboa, tendo como fundador e director, José Vilhena 
Lisboa 1977 


Revista com 16 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.



Temas em destaque: 
Cartoon da capa 
- ÁLVARO CUNHAL - ‘PEREGRINAÇÃO À TERRA SANTA’
- ‘TERCEIRA E ÚLTIMA CARTA AO DR. MÁRIO SOARES’ 
O fotógrafo estava lá 
- ‘A JUSTA LUTA DA MARIA DA FONTE’ 
Série VIDAS EXEMPLARES 
- ‘GABRIELA’ (2) 
Poster das centrais 
- MÁRIO SOARES - ‘TEM MÚSICA?’, com o júri nacional 
Ainda a absolvição da social-intriguista 
- ‘VERA LAGOA’ 
Na contracapa - ÁLBUM DAS GLÓRIAS
- MELO ANTUNES - ‘O HOMEM DA CHAVE’ (constituição) 


Preço: 17,50€; 

quinta-feira, 7 de julho de 2022

Portugal & Humor - Revista ‘GAIOLA ABERTA’ - LOTE DOS 3 PRIMEIROS EXEMPLARES - Lisboa 1975 - MUITO RARO;


 









 







Portugal & Humor - Uma revista muito interventiva na luta política do período revolucionário que se seguiu ao 25 de Abril de 1974, com vendas recordes nas bancas, graças ao humor de José Vilhena e aos seus desenhos muito certeiros na crítica aos personagens e acontecimentos da época 


Revista ‘GAIOLA ABERTA’ - LOTE DOS 3 PRIMEIROS EXEMPLARES 
Quinzenário de Mau Humor 
Editada em Lisboa, tendo como fundador e director, José Vilhena 
1. - Exemplar n. 1 - De 15.05.1974; 
2. - Exemplar n. 2 - De 01.06.1974; 
3. - Exemplar n. 3 - De 15.06.1974; 
Lisboa 1975 


1. - Exemplar n. 1 - De 15 de Maio de 1974.
Capa com LUÍS DE CAMÕES e General ANTÓNIO DE SPÍNOLA 

Revista com 16 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO. 

Temas em destaque: 
- Capa com LUÍS DE CAMÕES e General ANTÓNIO DE SPÍNOLA 
- ‘MEUS SENHORES: A GAIOLA ESTÁ ABERTA…’, por José Vilhena 
Poster das centrais:
- DITADORES NO INFERNO: Salazar, Adolf e Mussolini 
- ‘AS COMEMORAÇÕES DO 28 DE MAIO’ 
A fotonovela 
- ‘FOLHETIM PIDE’ - I 


2. - Exemplar n. 2 - De 1 de Junho de 1974. 
Capa com MARCELO CAETANO na retrete a pedir os discursos de Américo Tomaz…

Revista com 16 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO. 

Temas-chave em destaque: 
- Capa com MARCELO CAETANO na retrete a pedir os discursos de Américo Tomaz…
- ‘JÁ TEMOS CENSURA!!’
Poster das centrais 
- ‘NA HORA DO ALINHANÇO’, os vira-casacas do pós 25 de Abril 
- ‘FINALMENTE DIVULGADA A MENSAGEM DE FÁTIMA’ 
- ‘MISS PORTUGAL (à porta fechada)’ 
A fotonovela 
- ‘FOLHETIM PIDE’ - II 


3. - Exemplar n. 3 - De 15 de Junho de 1974.
Capa sobre a revolução de 25 de Abril, com todos os principais personagens…

Revista com 16 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO. 

Temas em destaque: 
A menina liberdade vai fazer dois meses 
- Capa sobre a revolução de 25 de Abril, com todos os principais personagens…
- ‘NEM TUDO ERA MAU SOB O REGIME FASCISTA’ 
- ‘OS ESTRANHOS ACONTECIMENTOS DE SANTA COMBA’ 
Poster das centrais
- ‘AS PAREDES PINTADAS…’ - por anarcas, comunistas, maoistas, trostkistas e outros pintores…
- ‘OS MALEFÍCIOS DA POLÍTICA PARTIDÁRIA E DA LUTA DE CLASSES’ 
A fotonovela 
- ‘FOLHETIM PIDE’ - III 


Preço: 77,50€;