quinta-feira, 11 de junho de 2026

Angola - História & Literatura - ‘NGHÉRI-HI ? (Maka da grande família)’, de Jacques Arlindo dos Santos - Luanda 2017 - Muito Raro;







Angola - História & Literatura - A história angolana mas miscegenações ao longo dos séculos e o intercâmbio cultural das populações autóctones e as diversas incursões dos colonizadores, nomeadamente europeus 


‘NGHÉRI-HI ?’
(Maka da grande família) 
De Jacques Arlindo dos Santos 
Prefácio de Maria Luísa Dolbeth e Costa 
Edição Caxinde 
Luanda 2017 


Livro com 530 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Exemplar com dedicatória e assinado pelo autor. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


O Autor: 
“JACQUES ARLINDO DOS SANTOS, nasceu na aldeia de Dala-Uso, em Calulo, no Libolo, Província do Kwanza-Sul, no dia 6 de Outubro de 1943. Profissional de Seguros reformado, foi Presidente do Conselho Directivo da Associação Cultural e Tecreativa Chá de Caxinde, do qual é membro fundador, de 1989 a 2016. 

Exerceu a funções director do mensário cultural ‘O Chá’. É escritor, cronista e também livreiro, e ainda membro da União dos Escritores Angolanos, da ADRA e da Associação Tchiweka de Documentação. Em 2204, foi distinguido com o título de Grande Oficial da Ordem do Rio Branco, comenda outorgada pela Embaixada do Brasil em Angola. Publicou ‘CASSECA - Cenas da Vida se Luanda’ (1993), ‘Chove na Grande Kitanda’ (1996), ‘ABC do Bê Ó (1999), ‘Berta Inari ou o Pretérito Inperfeito da Vida’ (Grande Prémio Sonangol de Literatura de 2000), e ‘Kasakas &  arpeais’ (2002).“ 


Da Badana: 
“UMA HISTÓRIA QUE FAZ PARTE DA HISTÓRIA ANGOLANA 
O espaço geográfico que viria a constituir Angola, como estado do século XX, foi palco da vida de numerosas sociedades, quer nas transformações endógenas, quer na relação com o exterior: suas interferências em populações vizinhas, ou delas sofridas, sua resistência pela preservação do espaço e da identidade, sua interacção com o invasor. 
Nesse longo e complexo caminho foi de enorme importância o factor colonial, não só pela destabilização que introduziu no normal evoluir das sociedades autóctones (de que a escravatura é o mais terrífico exemplo), mas também pela multiplicidade de relação que estabeleceu com as sociedades locais (relações sempre de domínio do colonizador, é certo, mas variadas conforme as condições da própria colonização). 
Assim, em certos pontos do território, surgiram fortes miscegenações culturais e físicas que viriam a dar origem a uma elite nativa mais ou menos instruída, mais ou menos participando do comércio, da propriedade capitalista e da administração pública. Uma eleito que se desenvolveu no século XIX e cujos descendentes constituem o grosso da actual elite dirigente de Angola (estes aspectos costumam ser omitidos pela búlgara histórica ou pelas histórias oficias, mas são elemento importante para a compreensão do País). 
O livro ‘NGHERI-HI ?’ retrata todo este processo através da descrição da evolução duma família que se forma a partir de um europeu e de uma africana da sociedade rural e das colaterais relações que o homem vem a ter com outras africanas, daí resultando dezenas de filhos. A consequência é uma multiplicidade de irmãos e primos que, através das suas aventuras e desventuras, vão deixando, também, as mais diversas descendências, mais ou menos inseridas na sociedade dominante, mais ou menos marginalizados dessa sociedade ou atiradas para as rurais origens. Há Ramos descendentes do núcleo inicial que ora ‘clareiam’, ora ‘escurecem’, conforme a natureza dos casamentos ou uniões maritais.“ 
Adolfo Maria 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 

PREFÁCIO 
- Maria Luísa Dolbeth e Costa 
NGHÉRI-HI É UMA HISTÓRIA QUE FAZ PARTE DA HISTÓRIA ANGOLANA 
- Adolfo Maria 
Nota do Autor 

1. - Nghéri-Hi ? 
2. - Morre o homem, fica a fama 
3. - Da vida e da morte de Manuel Jorge 
4. - Francisca Catarina, a primeira e única 
5. - Da presença de Chico Neves 
6. - Um certo Xiku Dya Xiku 
7. - Kasalasala - O após-guerra 
8. - Kasalasala - Tempo de paz 
9. - Musafu - A árvore da vida 
10. - Cenas da vida de antigamente 
11. - O antigo combatente 
12. - Primos como irmãos 
13. - Os ventos da Dipanda 
14. - Jeremias Jorge Pardo 
15. - Luanda encurralada 
16. - O tempo e o vento 
17. - Esperteza de Ngwêta 
18. - Vida de Munhungu 
19. - Santos e pecadores 
20. - Aragens do morro 
21. - Apresenta-se o Brigadeiro Kabiete 
22. - O projecto ‘Festa do Fogo’ 
23. - O livro de Benjamim Jorge 
24. - O engarrafamento 

Bibliografia consultada 
GLOSSÁRIO 


Preço: 67,50€; 

S. Tomé e Principe & Literatura - 'TONGA SOFIA', de Sacramento Neto - Amadora 1994 - MUITO RARO;





S. Tomé e Principe & Literatura - Uma obra literária africana de expressão portuguesa vinda do equador 


'TONGA SOFIA' (2.a edição) 
De Sacramento Neto 
Edição (?) 
Impressão Tipografia Lousanense 
Amadora 1994 


Livro com 132 páginas e em bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.



Da contracapa: 
"A 'FICÇÃO AFRICANA' é escrita por autores africanos da Nova África de expressão portuguesa. 

A 'FICÇÃO AFRICANA' é África vista com verdade é sem preconceitos. 

A 'FICÇÃO AFRICANA' é a história africana narrada por seus próprios protagonistas. 

A 'FICÇÃO AFRICANA' corrige a literatura tendenciosa e falsária que ignora os valores humanos do continente negro. 

Apoie portanto a 'FICÇÃO AFRICANA'." 





Do ÍNDICE: 

Abertura 

Capítulo 1 
Ao 
Capítulo 18 

Glossário 



Preço: 25,00€; 

Portugal & Colonialismo - ‘REGULAMENTO DA OCUPAÇÃO E CONCESSÃO DE TERRENOS NAS PROVÍNCIAS ULTRAMARINAS’ - Lisboa 1961 - MUITO RARO;




Portugal & Colonialismo - A legislação aplicável à ocupação e utilização dos terrenos nas províncias ultramarinas portuguesas, particularmente no continente africano 


‘REGULAMENTO DA OCUPAÇÃO E CONCESSÃO DE TERRENOS NAS PROVÍNCIAS ULTRAMARINAS’ 
Edição do Ministério do Ultramar e 
Agência Geral do Ultramar 
Impressão na Imprensa Nacional de Lisboa 
Lisboa 1961 


Exemplar com 80 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

Decreto n. 43.894 

Regulamento da Ocupação e Concessão de Terrenos nas Províncias Ultramarinas 
Título I
Disposições gerais 
Capítulo I - Do domínio público do Estado e do património das províncias 
Capítulo II - Dos terrenos pertencentes ao domínio público do Estado 
Secção I - Do leito do mar na plataforma marítima 
Secção II - Dos outros terrenos pertencentes no domínio público do Estado 
Capítulo III - Das reservas 
Capítulo IV - Das povoações 

Título II 
Dos terrenos vagos 
Capítulo I - Dos direitos sobre terrenos 
Capítulo II - Da classificação dos terrenos 
Capítulo III - Das disposições dos terrenos 
Secção I - Da disposição a favor do património privado da província 
Secção II - Dos forais 
Secção III - Da disposição a favor de particulares 
Secção IV - Da ocupação de terrenos pelas regedorias e seus vizinhos 

Título III 
Disposições finais e transitórias 
Capítulo I - Do cadastro 
Capítulo II - Do registo predial 
Capítulo III - Dos órgãos de execução 
Capítulo IV - Das sanções penais 
Capítulo V - Disposições transitórias 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Império Colonial - ‘DO OUTRO LADO DO MAR’, de João Pedro Marques - Lisboa 2015 - Raro;





Portugal & Império Colonial - Entre África e o Brasil, ódios Morais e amores impossíveis no tempo da escravatura 


‘DO OUTRO LADO DO MAR’ 
De João Pedro Marques 
Edição Porto Editora 
Lisboa 2015 


Livro com 364 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“Tudo começa na Primavera de 1833. Profundamente abalado por um desgosto de amor, o doutor Vasco Lacerda decide abandonar Lisboa para tentar curar o coração ao sol de uma nova vida, nos trópicos. Contudo, no decurso da sua viagem, vê-se arrastado, contra vontade, para o mundo da escravatura e toma contacto directo com realidades de que já ouvira falar, mas que nunca tinha sentido e percebido na sua verdadeira natureza. E trava, também, conhecimento com a gente que, para o melhor e o pior, povoa esse bárbaro mundo: Tarquínio Torcato, o cruel negreiro; Gaspar, o negro que odeia negros; Sara, a escrava que acende o desejo em todos os homens; Quisama, a pretinha que tudo quer aprender; Januário Paraíso, o velho cocheiro que canta canções de amor; e muitos outros e outras que enchem de afectos e de vida um universo de horrível desumanidade.
‘Do Outro Lado do Mar’ leva-nos numa viagem emocionante por esse universo, dos sertões de Angola às fazendas do Brasil, do ventre do navio negreiro à fábrica de açúcar, e mostra-nos como mesmo nos sítios mais improváveis e nas situações mais extremas podem nascer e crescer a solidariedade, a abnegação e fortíssimas relações de amor.“ 


O Autor:
“JOÃO PEDRO MARQUES nasceu em Lisboa, em 1949. Foi professor do ensino secundário e, depois, durante mais de duas décadas, investigador do Instituto de Investigação Científica Tropical e Presidente do Conselho Científico desse Instituto, em 2007-2008.

Doutorado em História pela Universidade Nova de Lisboa, onde leccionou durante a década de 1990, é autor de dezenas de artigos sobre temas de história colonial, e de vários livros, dois dos quais publicados em Nova Iorque e Oxford (‘The Sounds of Silence’, 2006; e, em co-autoria, ‘Who Abolished Slavery?’ A debate with João Pedro Marques, 2010).

Em 2010, a Porto Editora deu a conhecer o seu primeiro romance  - Os Dias da Febre’ -, a que se seguiu, dois anos depois, ‘Uma Fazenda em África’, um grande sucesso, com múltiplas edições. Desde então, o autor publicou ‘O Estranho Caso de Sebastião Moncada’ (2014), ‘Do Outro Lado do Mar’ (2015), ‘Vento de Espanha’ (2017), ‘A Aluna Americana’ (2019), ‘O Prazer de Guiar’ (2021), ‘Até ao Fim da Terra’ (2023) e ‘Haiti’ (2025).“ 



Do ÍNDICE: 

1. - Sonhos desfeitos 
2. - África profunda 
3. - Quatro caminhos para a costa 
4. - Tumbeiro 
5. - De Salvador a Cachoeira 
6. - Reencontro 
7. - O castigo 
8. - Magia negra 
9. - A revolta 

Epílogo 


Preço: 32,50€; 

domingo, 7 de junho de 2026

Angola & Literatura - ‘NOVA ROTA’, de Horácio Nogueira - Sá da Bandeira 1962 - MUITO RARO;







Angola & Literatura - Numa edição da Imbondeiro, com sede em Sá da Bandeira, uma raridade de Horácio Nogueira, exemplar com dedicatória e assinatura do autor 


‘NOVA ROTA’ 
De Horácio Nogueira 
Edição Publicações Imbondeiro 
Impressão Tipografia do ‘Jornal do Fundão’ 
Sá da Bandeira 1962 


Livro com 132 páginas e em muito bom estado de conservação. 
Com dedicatória e assinatura do autor. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREÂMBULO 

SE NÃO GOSTAS DE VERSOS… 

NOVA ROTA 
Livro I 
- Nova rota 
- Ao largo ! 
- “Voz que clama no deserto…” 
- Duc in altum 
- Avante ! 
- Ceará de marear 

AMOR QUE DEUS ME DEU 
Livro II 
- Amor que Deus me deu 
- Linhas paralelas 
- Bucólica 
- Trindades 
- Voz da primeira pedra 
- Natal 
- A tua imagem 
- Estranho rito 
- Turbilhão 
- Místico pendão 
- Malanje 
- Sonhar 

POEMAS DO TEMPO INCERTO 
Livro III 
- Poema do tempo incerto 
- Retrato antigo 
- Poema da tarde morena 
- Às vezes…
- Dualidade 
- Ébrio de estrelas 
- Caminhos de ninguém 
- Deserto 
- Lágrimas não choradas 
- Para quê ? 
- Paradoxos 
- Já morreu 
- Perdão, senhor, Perdão ! 

LUZ DI MEU CANTO 
Livro IV 
- Quadra 
- Poema da dor 
- Sinfonia da Flor 
- Quadra 
- Contraste 
- Resposta 
- Certeza das certezas 
- Eternidade 
- Peregrino do eterno 
- Creio 
- Divina geometria 
- Capela interior 
- A minha estrela 
- Pai-nosso 
- Sim 
- Luz do meu canto 


Preço: 67,50€; 

Angola - Guerra Civil & História - ‘ANGOLANOS PELA PAZ’ - FDA - Lisboa 1991 - MUITO RARO;




Angola - Guerra Civil & História - Em vésperas do Acordo de Bicesse, enquanto o conflito armado entre o governo de Luanda do MPLA e a oposição armada da UNITA prosseguiam a guerra, o FDA (Fórum Democrático Angolano), um grupo dissidente de jovens do movimento de Jonas Savimbi, promovia acções pela paz no país, como atesta esta organização 


Fórum - ‘ANGOLANOS PELA PAZ’ 
Paz, já ! Por um cessar-fogo imediato 
Edição e órgãos da FDA 
Lisboa 1991 


Exemplares em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


‘ANGOLANO PARTICIPA NO TEU FUTURO
COMPARECENDO DIA 16/3/1991, PELAS 15 HORAS
NO LAR MILITAR DA C.V.P.
(Av. Rainha D. Amélia - ao Lumiar) 
CONTAMOS CONTIGO’


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘A GUINÉ NO MEU TEMPO… - Da mobilização até ao regresso’, de Santos Oliveira - Lisboa 2019 - RARO;





Portugal & Guerra do Ultramar - O autor faz a descrição da sua comissão de serviço na Guiné, onde desempenhou o comando de uma secção de morteiros na Ilha do Como, Cufar e em Tite 


‘A GUINÉ NO MEU TEMPO…’
Da mobilização até ao regresso 
De Santos Oliveira 
Edição Chiado Editora 
Lisboa 2019 


Livro com 160 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


O Autor: 
“SANTOS OLIVEIRA, nasceu a 29 de Junho de 1942, Cursou a Escola Industrial, fez Mecânica, Desenho de Projecto e trabalhou em simultâneo. Na EPI e CMFED, fez o CSM e Tirocínios Ranger, que foram completados no RI9/CIOE e Batalhão de Paraquedistas. Serviu a Pátria na Metrópole e depois na Província da Guiné para onde foi deslocado, em Rendição Individual. Indigitado pelo CEM e pelo Governador do Território, Comandou uma Secção (muito) reduzida de Morteiros Médios, na Ilha do Cômo, Cufar e Tite, tendo desempenhado plenamente todas as Missões para que foi incumbido. Após o termo da Comissão do Pel Indep de Morteiros 912, acumulou Funções, além das Armas Pesadas, com o Gabinete de Operações do BCaç 1860. ‘Requisitado’ como Sargento Ranger de Prontidão de Sua Excelência o Brigadeiro Arnaldo Schulz, aí permaneceu até final da sua Comissão de Serviço na Província. Semelhantemente com o tempo de Curso do CSM havia sido convidado, em cada turno, a frequentar o COM, na Prontidão era, também, convidado no início de cada Período Lectivo, a frequentar a Academia Militar. Estes ‘carinhos’ prolongaram-se no tempo civil até perfazer 31 anos de idade. Na Metrópole e vida civil, tornou-se Projectista. Cumulativamente e com o apoio da Empresa empregadora, Cursou Relações Públicas, Comunicação e Marketing numa extensão da Universidade Católica do Rio de Janeiro, sendo os últimos anos de actividade (mais de 25) nesta área da Empresa. Editou um Livro de Poesias com o pseudónimo SOL da Esteva.”


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Portugal - Guerra do Ultramar & História - ‘NUNCA ESQUECEREI…’, de Ricardo Durão - Lisboa 2014 - MUITO RARO;






Portugal - Guerra do Ultramar & História - A biografia de um dos militares mais brilhantes das Forças Armadas Portuguesas, com um vasto e riquíssimo currículo enquanto oficial e com diversas comissões cumpridas nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de Angola, Guiné e São Tomé e Príncipe, com intervenção nos acontecimentos do 25 de Abril de 1974 e do PREC (Processo Revolucionário em Curso), e de todos esses acontecimentos e vivências relata na primeira pessoa a sua intervenção, numa obra que é imprescindível de leitura e consulta. 


‘NUNCA ESQUECEREI…’ 
O que não foi contado nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril. E não só…
De Ricardo Durão 
Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa 
Posfácio de Daniel Proença de Carvalho 
Edição SEDA Publicações 
Lisboa 2014 


Livro com 280 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“NÃO HOUVE UM 25 DE ABRIL - HOUVE MÚLTIPLOS 
O Senhor General Ricardo Durão tem uma carreira militar de muito relevo e o seu testemunho, ademais tido como próximo de alguns dos factos apreciados, merece ser lido com atenção e debatido com interesse, concordando uns e discordando outros, caso a caso (…) Ele dá-nos, com este livro, uma oportunidade soberana para revermos a nossa história contemporânea e para apurarmos o que, nela, nos foi ou é gratificante e o que, ao invés, nos penalizou ou penaliza.“ 
Do PREFÁCIO, por Marcelo Rebelo de Sousa 

“A CONQUISTA DA DEMOCRACIA A SEGUIR AO GOLPE MILITAR VITORIOSO DO 25 DE ABRIL DE 1974 NÃO FOI TAREFA FÁCIL 
A leituras das memórias do General Ricardo Durão relatadas neste livro. Em especial na parte relativa ao que se passou a seguir ao 25 de Abril de 1974, tocou uma nota sensível na minha própria memória. Fui advogado do irmão do autor, o General Rafael Durão, quando ele foi preso na sequência dos acontecimentos do 11 de Março de 1975. Deixei, aliás, registadas em livro (‘Cinco Causas da Injustiça Revolucionária’) algumas peças da defesa desse militar distinto cujo único ‘crime’ foi bater-se pelos autênticos ideais de Abril, a democracia política, com pluralismo e respeito pelos direitos humanos. (…) Nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril algumas dimensões desses acontecimentos foram ignoradas, senão silenciadas. Uma dessas dimensões está bem caracterizada, com fidelidade neste livro.“ 
Do POSFÁCIO - por Daniel Proença de Carvalho 


O Autor: 
“GENERAL RICARDO FERNANDO FERREIRA DURÃO 

Nasceu em Setúbal em 13 de Junho de 1928. 
Tem dois irmãos: Rafael, Major-General do Exército, oriundo de Cavalaria / Paraquedista e Roberto, Coronel de Cavalaria / Comando. 
Fez os estudos primários em Setúbal e os secundários no Colégio Militar (1938-45). 
Frequentou os Preparatórios Militares na Faculdade de Ciências de Lisboa (1945-46) e de Coimbra (1946-47) e completou o Curso de Cavalaria em 1950. 
Foi promovido sucessivamente a Algeres (1950), Tenente (1952), Capitão (1959), Coronel (1974), Brigadeiro (1978), General (1983). 
Frequentou o Curso de Educação Física (1950-51), Curso de Sapadores (1952), Curso de Carros de Combate (1953), Curso de Treino Físico Militar, na Suécia (1954), Curso de Promoção a Capitão (1958-59), Curso de Promoção a Oficial Superior (1967-68), Curso Superior de Comando e Direcção (1977-78), Curso de Defesa Nacional (1981-82). 
Foi praticante desportivo em diversas modalidades (atletismo, rugby, futebol, voleibol, basquetebol, hipismo, esgrima), campeão escolar no salto em altura em 1945, campeão universitário em 110 metros barreiras e 400 metros em 1949, sagrando-se campeão nacional em 110 metros barreiras e foi recordista em 83 metros barreiras. 
Fez parte da selecção nacional de atletismo, tendo participado nos Jogos Olímpicos de Helsínquia (1952) em pentatlo moderno e no Campeonato Europeu em pentatlo militar em França em 1955. 
Prestou serviço em várias unidades da sua Arma, designadamente Regimento de Cavalaria 4 (Santarém), Escola Prática de Cavalaria (Torres Novas e Santarém), Regimento de Cavalaria 7 (Lisboa). 
Desempenhou funções de Instrutor de Educação Física, na Escola do Exército, Comandante do Corpo de Alunos do Colégio Militar, Chefe da Repartição de Instrução da Direcção da Arma de Cavalaria, Comandante do Centro de Educação Física Equitação e Desportos. 
Como Oficial General desempenhou as funções de Comandante da Região Militar Sul (1979/81), Director do Serviço de Justiça e Disciplina do Estado Maior do Exército (1981/83), Director da Arma de Cavalaria (1983/84), Comandante da Região Militar de Lisboa / Governador Militar de Lisboa (1984/87), Juiz Vogal do Supremo Tribunal Militar (1987/93). 
Cumpriu as seguintes comissões no Ultramar: Comandante de Companhia de Cavalaria 122 em Angola (1961/63), Oficial de Operações do Batalhão de Cavalaria 757, 2.* Comandante do Batalhão de Cavalaria 705, chefe de secção de Contra-Informação  / Repartição de Informações do QG do Comando Territorial Independente da Guiné (1965/67), chefe da Repartição de Operações do QG do Comando-Chefe da Guiné (1968/70), Comandante Militar de São Tomé e Príncipe (1971/74). 
Tem a averbado 22 louvores individuais (sendo 9 de Oficial General, 3 de chefe do Estado-Maior do Exército e 3 de Ministro) e 2 colectivos da Companhia de Cavalaria que comandou em Angola. 
Tendo sido promovido por distinção ao posto de Major por feitos em campanha, tem as seguintes condecorações: 
- Medalha de Prata de Valor Militar com Palma. 
- 2 medalhas de Prata de Serviços Distintos com Palma. 
- Grã Cruz da Ordem Militar de Avis. 
- Medalha de Ouro de Serviços Distintos. 
- Medalha de Prata de Serviços Distintos. 
- Medalha de Mérito Militar de 1.a Classe. 
- Medalha de Mérito Militar de 3.a Classe. 
- Medalhas de Ouro e Prata de Comportamento Exemplar. 
- Medalhas Comemorativas das Campanhas de Angola (1961/63) e Guiné (1965/67 e 1968/70). 
- Medalha de Serviços Especiais das Forças Armadas (S. Tomé e Príncipe 1971/74). 
- Medalha Comemorativa de Promoção por Distinção por Feitos Distintos em Campanha. 
- Comendador da Ordem de Mérito Militar do Brasil. 
Após o 25 de Abril de 1974 desempenhou funções de Delegado da Junta de Salvação Nacional no Ministério do Trabalho e foi Delegado da Assembleia do MFA, eleito pela Região Militar de Tomar (1974-1975). 
Transitou para a situação de Reserva em 1987 e passou à reforma em 1995.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Marcelo Rebelo de Sousa 

INTRODUÇÃO 
Antecedentes 

A GUERRA DO ULTRAMAR 
- Angola 
- Invasão d Estado da Índia 
- Guiné 
- Moçambique 
- Conclusões 

O 25 DE ABRIL DE 1974 
- Crise Palma Carlos 
- O 28 de Setembro de 1974 
- A Descolonização (I) 
- Unicidade / Liberdade Sindical 
- Institucionalização do MFA - Pacto MFA-Partidos 
- Dinamização Cultural 
- 11 de Março de 1975=
- Tentativa de adiamento de eleições para a Assembleia Constituinte 
- Eleições para a Assembleia Constituinte 
- Desvalorização das eleições - Cunhal no seu melhor 
- Plano Sócio-Económico Melo Antunes 
- Descolonização (II) 
- Terror 
- O Verão Quente - Nacionalizações - Reforma Agrária 
- Tribunal Revolucionário 
- Jornal ‘República’ - Rádio ‘Renascença’ 
- Plano de Acção Política do MFA 
- Discurso de António Barreto (2010) 
- Agravamento da situação - Documento dos Nove 
- Descolonização (III) - Retirnados 
- Saneamento de Jaime Neves 
- Posse do V Governo Provisório (Último de Vasco Gonçalves) 
- Linguagem característica 
- Verdadeira natureza dos partidos 
Revolução ? 
- Demissão de Vasco Gonçalves - 25 de Novembro de 1975 
- Transição para a democracia política 

ENFIM A DEMOCRACIA POLÍTICA 

Bibliografia 

POSFÁCIO 
- Daniel Proença de Carvalho 


Preço: 77,50€; 

Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - 'MANGA DE RONCO NO CHÃO', de José Manuel Pintassilgo - Lisboa 1973 - MUITO RARO;










Portugal & Ultramar - A guerra na antiga província ultramarina portuguesa da Guiné vista por um jornalista no terreno e com as principais personagens dos acontecimentos 


'MANGA DE RONCO NO CHÃO'
De José Manuel Pintassilgo 
Prefácio de general António de Spínola 
Direcção Geral de Educação Permanente
Lisboa 1972


Livro com 120 páginas, muito ilustrado e em bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Trata-se de um interessante livro sobre o desenrolar da guerra, vista do lado português, na antiga província da Guiné. O autor, conhecido jornalista da época, editou em livro as suas diversas crónicas publicadas na imprensa diária de Lisboa.

Destaque ainda para as excelentes fotografias dos comandos africanos, do general Spínola enquanto governador e comandante militar e para uma fotografia do então capitão Otelo Saraiva de Carvalho a exibir um fuguetão capturado à guerrilha do PAIGC.

O livro constitui um documento histórico de grande valor.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
Por general António de Spínola, Governador Geral e Comandante em Chefe das FA 

- CONTRA-REVOLUÇÃO SOCIAL CUJAS METAS JÁ ESTÃO À VISTA
 - Teixeira Pinto é o símbolo da Guiné 72
Do chão Manjaco irradia a política de africanização; - Ilhotas pulvilhadas ao acaso sobre um vasto lençol de água; - Teixeira Pinto respira progresso; - Porta escancarada para tempos melhores; - A primeira cooperativa de produtores de arroz; - Batucar: exemplo de reordenamento; - O encanto da Guiné prende-nos os sentidos.
- MILITARES E PROFESSORES NA FRENTE DO ENSINO - Reordenar é missão
O maior desmentido à propaganda de Amílcar Cabral; - O 'Snack-Bar' vai abri; - A juventude quer instruir-se para se valorizar; - De dia trabalham, à noite estudam; - O significado dos reordenamentos.
- BULA VIU JURAR O RÉGULO - Ou o restabelecimento das estruturas tradicionais das diferentes etnias da Guiné
Guarde Honra da Mocidade Portuguesa; - Jovens da ANP; - Concelho de Bula criado há dois anos; - Portuguesismo inálteravel; - O que é ser administrador e o que é ser régulo; - ?Contacto directo' que é arma violenta contra o inimigo.
- COM O GENERAL SPÍNOLA EM GAMPORÁ QUE O PAIGC APONTA COMO "BASE DO 2º CORPO DO EXÉRCITO REVOLUCIONÁRIO"
Um dos pontos de maior produção de arroz e trigo; - Como é possível fazer tanto em tão poucas horas; - Para o PAIGC é a "BASE DO 2.º CORPO DO EXÉRCITO REVOLUCIONÁRIO"; - Principiou o reordenamento; - 80 mil quilos de arroz; - Palavras de justiça; - Porto fluvial em construção; - Qual a evolução;  
- SÓ UMA POLÍTICA ULTRAMARINA VERDADEIRAMENTE NACIONAL PODE ASSEGURAR A PROSSECUÇÃO DOS OBJECTIVOS EM QUE LOCALMENTE ESTAMOS COMPROMETIDOS - Palavras do General Spínola
O desenvolvimento da Guiné terá que ser obra dos guinéus; A integração cada vez mais dos Guinéus na evolução da província decorrerá da sua promoção sócio-cultural; A Guiné cada vez mais integrada na comunidade portuguesa; - A antevisão de Portugal do futuro; - Perfeita identidade de pensamento e de acção com o governo central.
- DUAS ARMAS EM CUNTIMA A QUILÓMETRO E MEIO DO SENEGAL - Assistência médica gratuita e exemplo de reordenamento
Senegaleses atravessam a fronteira e vém ao médico; - A poucos metros da primeira tabanca do lado senegalês; - Dois reordenamentos.
- SARE BACAR - 600 metros de estrada alcatroada a que se segue um trilho entre o capim
Porta forte ao terrorismo; - Produtos diversos que senegaleses vendem; - Missão militar e trabalhos civis; - O trilho entre o capim; - A rede de estradas; - Cresce o parque automóvel; - Rumo: Bafatá.
- O ÊXITO NA LUTA CONTRA A TUBERCULOSE É PROVA DA EFICIÊNCIA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE - dia de sol em Bafatá
O famoso 'chame' de Bafatá; - A articulação da rede sanitária da Guiné; - Um ano de assistência médica; - Progresso seguro na luta contra a tuberculose; - Reabriu a Escola de Enfermagem; Cumura: uma lição.
- CUMURA E AS SUAS COORDENADAS - Ou o repto da abnegação de alguns à generosidade de todos
Que é Cumura?; - Novo significado em Fevereiro de 1970; - Roupas de Nápoles e trabalhos de cerâmica; - Do Pavilhão João XXIII à máquina de coser; - Em Bissau: Grupo de amigos de Cumura; . Etapa seguinte: os comandos africanos.
- O PAIGC É CONSTITUÍDO POR MERCENÁRIOS DO MALI SOB O COMANDO DE CABO-VERDIANOS RENEGADOS - Os guinéus regressam à terra
A vitória da grande batalha de Morés; - Zonas e circunstâncias difíceis; - "A sorte protege os audazes"; - Cabo-verdianos comandam mercenários do Mali; - O PAIGC deixou de ter razão.
- A ANO É NA GUINÉ VEÍCULO DA CONTRA-REVOLUÇÃO SOCIAL
Todas as etnias, todas as crenças, todas as condições sociais; - Auscultação dos interesses do povo e esclarecimento das medidas do governo; - O povo exige a continuidade da política "Por uma Guiné melhor".
- O CASO DO FRANCISCO É PROTÓTIPO DA JUVENTUDE DA GUINÉ
Números que falam; - A exportação aumenta; - Aumenta o número de concessões; - Os investimentos até 1973; - Masi uma "Manga de ronco".
- CHEFE MILITAR, GOVERNADOR E ADMINISTRADOR
Ocasiões de perigo; - Na capital do chão Manjaco; - "Lá estarei meu general"; - Encontro no corredor; - Chefe de Tabanca; - Luz acesa até tarde; - "Chão" onde acontece "Manga de Ronco".
- CINCO JOVENS DA GUINÉ NO FESTIIVAL DE "MISS PORTUGAL"
- ÂNGULO POSITIVO.
 


Preço: €67,50; 

Portugal - História & PALOP’s - Semanário ‘TEMPO’, de 30.07.1987 - (‘DUPLA NACIONALIDADE PARA PORTUGAL E ANGOLA’) - Lisboa 1987 - Muito Raro;







Portugal - História & PALOP’s - Uma histórica e importante entrevista de André Franco de Sousa, um dos fundadores do MPLA, detido pela PIDE nos inícios da década de sessenta aquando do início da guerra colonial e depois da independência sofreu igualmente a detenção do governo angolano. Em oposição ao regime do MOLA fundou a UNANGOLA (União dos Angolanos no Exterior). 


Semanário ‘TEMPO’, de 30 de Julho de 1987.
‘DUPLA NACIONALIDADE PARA PORTUGAL E ANGOLA’ 
Lisboa 1987 


Exemplar com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Tema em destaque: 
Reclamada por fundador do MPLA 
- ‘DUPLA NACIONALIDADE PARA PORTUGAL E ANGOLA’ 
Entrevista de José Mateus 
‘Ele fundou há 31 anos o MPLA. A PIDE prendeu-o durante 9 anos, seguidos de mais alguns de residência fixa, o MPLA teve-o preso 15 meses. O histórico assalto, em 1961, à cadeia de Luanda foi feito para o libertar. O assalto falhou e ele fez longos anos no Tarrafal. Hoje, vive em Lisboa, onde fundou e dirige a UNANGOLA, União dos Angolanos no exterior. Não reconhece ao MPLA-PT a organização que fundou em 1956 e acha que hoje Angola precisa de um movimento popular de libertação. Para isso, tem uma arma: o diálogo. É angolano, tem 55 anos e o seu nome é André Franco de Sousa.’ 

- ‘COMUNICADO’ 
De apresentação da UNAGOLA, editado em Lisboa, datado de 4 de Setembro de 1987 e subscrito por André Franco de Sousa (Presidente da Direcção-Geral) e por Emanuel Nunes Curdo (1.* Secretário da Direcção-Geral). 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Revolução & História - Revista ‘NEWSWEEK’ - 24.03.1975 - (‘PORTUGAL - UNDER THE ARMY’) - Washington 1975 - MUITO RARO;




Portugal - Revolução & História - Uma reportagen na imprensa internacional sobre o processo revolucionário nacional após o derrube do regime do Estado Novo e o recrudescer dos movimentos esquerdistas para o controlo da evolução política 


Revista ‘NEWSWEEK’ - De 24 de Março de 1975. 
‘PORTUGAL - UNDER THE ARMY’ 
Washington 1975 


Exemplar com 48 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘PORTUGAL - UNDER THE ARMY’ 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

S. Tomé e Príncipe & Literatura - ‘O TESTEMUNHO DE CRISTINA’, de Sacramento Neto - Amadora 1995 - MUITO RARO;





S. Tomé e Principe & Literatura - Uma obra literária africana de expressão portuguesa vinda do equador 


'O TESTEMUNHO DE CRISTINA’ 
De Sacramento Neto 
Edição (?) 
Execução Gráfica - Gráfica 2000 
Amadora 1995 


Livro com 120 páginas e em bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.



Da contracapa: 
"A 'FICÇÃO AFRICANA' é escrita por autores africanos da Nova África de expressão portuguesa. 

A 'FICÇÃO AFRICANA' é África vista com verdade é sem preconceitos. 

A 'FICÇÃO AFRICANA' é a história africana narrada por seus próprios protagonistas. 

A 'FICÇÃO AFRICANA' corrige a literatura tendenciosa e falsária que ignora os valores humanos do continente negro. 

Apoie portanto a 'FICÇÃO AFRICANA'." 




Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Capítulo I 
Ao 
Capítulo XVIII 

Extractos da Conferência proferida pelo Autor, 
em 9 de Julho de 1993 no Museu Nacional de S. Tomé e Príncipe 



Preço: 25,00€; 

Portugal & PALOP’s - ‘VIAGEM A MOÇAMBIQUE’, de Maria de Jesus Barroso Soares - Coimbra 2009 - Raro;




Portugal & PALOP’s - A obra é um relato de Maria de Jesus Barroso Soares sobre a sua viagem a Moçambique em 1991, que documenta a sua intervenção humanitária e no processo de paz, incluindo testemunhos de figuras como Joaquim Chissano e Afonso Dhlakama 


‘VIAGEM A MOÇAMBIQUE’ 
De Maria de Jesus Barroso Soares 
Prefácio de Joaquim Chissano e Afonso Dhlakama 
Edição Fundação Pro Dignidade 
Gráfica de Coimbra 
Coimbra 2009 


Livro com 150 páginas, ilustrado (fotografias, mapas e documentos) e em muito bom estado de conservação. Excelente.n
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE: 
“Por ocasião do falecimento do líder da Renamo Afonso Dhlakama, a Notícias UCCLA recorda a viagem que Maria Barroso realizou a Moçambique, em setembro de 1991, a convite da Conferência Episcopal da África Austral, sendo cardeal de Moçambique D. Alexandre dos Santos.
 
Durante a visita Maria Barroso conseguiu obter do Presidente Joaquim Chissano e do líder da Renamo, Afonso Dhlakama, a garantia de que seria criada uma zona de paz em redor de Ressano Garcia, de 20 km, antes dos acordos de Roma, o que foi escrupulosamente cumprido. Nessa ocasião o Cardeal D. Alexandre do Nascimento nomeou pároco de Ressano Garcia o Padre Bretão Jean Pierre le Scour que coordenada na região de Masungulo, na África do Sul e na fronteira com Moçambique, um campo de refugiados moçambicanos.
 
No regresso Maria Barroso, que na altura estava acompanhada pelo atual Secretário-Geral da UCCLA, Vitor Ramalho, escreveu um livro que tem por título ‘VIAGEM A MOÇAMBIQUE’ com prefácios, entre outros, do ex-Presidente da República Joaquim Chissano e do líder da Renamo Afonso Dhlakama.
 
Publicado em 2009, o livro ‘VIAGEM A MOÇAMBIQUE’ tem a chancela da Gráfica de Coimbra e apresenta testemunhos do Cardel Alexandre dos Santos (Cardeal de Maputo); Joaquim Alberto Chissano (Presidente de Moçambique); Afonso Djakama e Maria de Jesus Barroso Soares.” 


A Autora: 
“Maria de Jesus Simões Barroso Soares, natural do Algarve, casada com o Dr. Mário Soares, tem dois filhos e cinco netos. Licenciada em Histórico- Filosóficas, com o curso de arte dramática do Conservatório Nacional; possui Doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Aveiro, pela Universidade de Lisboa e pelo Lesley College de Boston. Foi agraciada com 28 condecorações e outras distinções académicas e honoríficas de que destacamos a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade [Portugal]. Pedagoga, deputada, fundadora do Partido Socialista. Pertence a 31 organizações nacionais e internacionais. É Presidente da Pro Dignitate – Fundação de Direitos Humanos e da Fundação Aristides de Sousa Mendes. Da sua colaboração na imprensa, destaque para os artigos nos jornais Diário Económico e Diário de Notícias e na revista Christus. Destaque, também, para os textos de sua autoria reunidos nos livros A Firmeza das Convicções e Olhares e para os livros ‘Cruz Vermelha’ e ‘Viagem a Moçambique’.”


Preço: 27,50€; 

Portugal & Literatura - ‘RAIZ DE LADO NENHUM’, de Mendes Bota - Lagoa 1992 - Muito Raro;






Portugal & Literatura - A segunda obra poética do autor, uma personalidade algarvia de relevo na política local e nacional que reuniu os seus escritos nesta última edição 


‘RAIZ DE LADO NENHUM’ 
De Mendes Bota 
Edição ‘Tribuna do Algarve’ 
Capa e fotografia de Arthur Ligne 
Gravuras de José Maria Oliveira 
Lagoa 1992 


Livro com 80 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Exemplar com dedicatória e assinatura do autor. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


O Autor: 
“JOSÉ MENDES BOTA nasceu em Loulé, a 4 de Agosto de 1955. Personalidade multifacetada, cedo se revelou no campo da música, da rádio e do jornalismo. A vocação poética, essa, uma licenciatura em Economia é uma carreira política de doze anos não parecem ter afectado. 
‘RAIZ DE LADO NENHUM’ é, depois de ‘TRIÂNGULOS DO DESESPERO’ (publicado em 1987), uma fascinante colectânea de poemas escritos com o coração, a confirmação da maturidade de um poeta tão surpreendente quanto inesperado.“ 


Da contracapa:
“Corolário comovente deste sentir-se ‘a tripulação amotinada de uma caravela sem vento’ é, no poema Estrela Inacessível o verso: ‘quem medeia poder trocar cada aplauso por um afago’. 
Respeitável confissão da dilacerante ambiguidade de quem, vivendo cercado de multidões ululantes quer-lhe exigiam a palavra que conduz ao redil do entorpecimento do não pensar, engole o som que atrai a estrela propiciadora dos afectos.“ 
Natália Correia 

“Livro intimista, tocante e profundo, esta é uma obra articulada pela mão de quem sabe, por tanto a ter sentido do seu âmago. ‘RAIZ DE LADO NENHUM’ tem o aspecto de pedra preciosa que, quer desbastemos de um lado ou de outro, por lhe ser tão inerente, sempre o seu brilho se mantém. 
Estamos sem sombra de dúvida, perante mais uma prova concludente da força poética inerente ao povo algarvio.“ 
Manuel Neto dos Santos 


Obras do Autor:
- ‘PODER LOCAL’ - 1986; 
- ‘TRIÂNGULOS DE DESESPERO’ - 1987 (Poesia); 
- ‘DEZ ANOS DE INTERVENÇÃO’ - 1990; 
- ‘VENCER NA EUROPA, APROXIMAR AO PAÍS’ - 1990; e 
- ‘RAIZ DE LADO NENHUM’ - 1992 (Poesia). 



Do ÍNDICE: 

PRÉ-VERSAÇÃO 
CARTA DE NATÁLIA CORREIA 

- Passarela cósmica 
- Edição especial 
- Delgada ponta do meu porto 
- No tempo das sombras luminosas 
- Pronto-a-versar 
- Saga dos nostálgicos 
- O adeus dos vencidos 
- Natal dos exilados 
- Estrela inacessível 
- Escritura possível 
- Qual Natal 
- Poema triste sem homem 
- Carnaval tudo 
- Torre de Belém 
- Controle fechado 
- Contra maré 
- Carlos segundo 
- Hasta siempre 
- Amizade estelar 
- Lágrimas de monstro 
- Raiz de lado nenhum 
- Fazer Maio em Janeiro 
- Regresso ao Mar 
- Derradeiro amor primeiro 
- Outra margem 
- Na nossa pequena aldeia 
- Partir de novo 
- Leito profundo 
- Carvão e cinza 
- Algarve expresso 
- Abraço 
- Amor campeão 

COMENTÁRIO 
- Por Manuel Neto dos Santos 


Preço: 32,50€; 

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Portugal - Moçambique & Ultramar - ‘MEMÓRIAS DE UMA VIDA’, de Fernando Correia Soares - Loulé 2009 - MUITO RARO;


















Portugal - Moçambique & Ultramar - O autor, nascido no Algarve, passou grande parte da sua vida profissional pelo território da antiga província ultramarina portuguesa da África Oriental sem esquecer as suas raízes do sul do país e relata nesta sua autobiografia todas essas vivências 


‘MEMÓRIAS DE UMA VIDA’ 
Autobiografia 
De Fernando Correia Soares 
Edição do Autor 
Loulé 2009 


Livro com 270 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


“FERNANDO CORREIA SOARES (1926-2009)
Agraciado com a Medalha Municipal de Mérito Grau Bronze
 
No dia 3 de Junho de 1926, a freguesia de Alte viu nascer Fernando Correia Soares, filho de Isabel Cabrita Correia e de José Inácio Soares Júnior, registado no dia 14 do mesmo mês pelo Ajudante do Registo Civil de Alte. Após ter concluído o Ensino Primário na sua terra natal decidiu seguir vida eclesiástica ingressando no Seminário de São José em Faro, mais tarde passou para o de Almada e posteriormente para o Seminário Maior do Patriarcado nos Olivais, do qual recebeu os seus princípios morais de vida, destacou nas suas Memórias. Aos 22 anos, decidiu não prosseguir carreira eclesiástica e regressa à sua aldeia natal. Aí inicia funções na companhia de Seguros ‘O Alentejo’, cumpre o serviço militar e em 1952 ruma a Moçambique, onde permaneceu até 1975, desempenhando aí vários cargos na administração pública. Entretanto casou com a sua conterrânea Julieta Botica, com quem teve três filhos.
No seu regresso vem viver para Loulé onde começa a participar na Comissão de Festas do Carnaval. Com currículo na área do Folclore, já que havia fundado um Rancho Folclórico em Moçambique, foi convidado para formar um Rancho Infantil em Loulé o qual surgiu em 1977. Actualmente conhecido como Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé, este grupo fundador da Associação Grupo dos Amigos de Loulé, foi dirigido, orientado e ensaiado durante 32 anos por Fernando Soares e já promoveu o nome de Loulé, com a interpretação de danças e cantares da zona serrana de Alte, pelo País fora, em Espanha, França, na China, entre outros locais. Em 1999, a Câmara Municipal de Loulé decidiu homenagear este grupo com a atribuição da Medalha Municipal de Mérito – grau prata.
A 10 de Janeiro de 2009 Loulé e o seu Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé despediram-se desta personalidade que tanto fez para a promoção das tradições algarvios através do Folclore algarvio, em geral, e louletano em particular.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

MEMÓRIAS DE UMA VIDA 
- Alte, minha terra 
- O milagre 
- Alvores da vida 
- Escola primária 
- Azinhal 
- 1.* casamento tradicional a que assisti 
- Regresso a Alte 
- O Seminário 
- O Açougue 
- Fabricação de queijo 
- 2.a Guerra Mundial 
- Folclore (Concurso) 
- O acordeão 
- Alte 
- Raízes etnográficas do concelho de Loulé 
a) - Localização e origem - Imagens de Alte - Artesãos 
b) - Folclore e suas raízes 
c) - Concurso da Aldeia mais Portuguesa 
- Mapa com as aldeias concorrentes 
- Os ensaiados 
- Os meus amores 
- O magala Moçambique 
- Rumo a Moçambique 
- Nampula 
- Quadro administrativo 
- Pacificação 
- Chegada da minha mulher 
- 1.* filho - Carlos Alberto 
- Freira controversa 
- Visita Presidencial - Craveiro Lopes 
- Mercados 
- Mongincual 
- Jacaré assassino 
- O leopardo atrevido 
- 2.* filho - José Manuel 
- Concurso para Chefe de Postob
- Nairoto 
- Pista de aterragem e dependências 
- Um parto sem dor 
- Passagem de ano na selva 
- 3.* filho - Fernando 
- 10 de Junho dia da Raça 
- Içar da Bandeira Nacional 
- ‘Maria da Raça’ 
- Folclore Algarvio em África 
- Baile mandado 
- Visita do Ministro do Ultramar - Prof. Silva Cunha 
- Aldeamentos 
- Ponte do rio Mueda arde 
- Lagoa sagrada 
- Cinegética é a arte de caçar 
- A carga do elefante 
- Pavor na Sanzala 
- Circuncisão e ataque do leopardo 
- O meu melhor tiro 
- Não era impala, era leão 
- Leões à pedrada 
- A jibóia 
- Viagem a Negomano 
- Os três almoços 
- No dia do ‘Paquete Santa Maria’ 
- Diabruras do meu Zé Manuel 
- Metuge 
- Um régulo faltoso 
- Visita ao aldeamento de Namau, Metuge 
- Recuperação de uma manada de vacas 
- Festejos - Santos Populares 
- Velhos ciúmes 
- Amor louco 
- Os Maus-Maus 
- Ladroagem 
- Outra recuperação 
- Fuzileiros em apuros 
- Natal molhado 
- O canapane 
- Agricultura em Metuge 
- O regedor Palma 
- A guerra 
- Mentalização 
- O julgamento 
- Penetração e subversão 
- Exemplos de isolamento 
- Apelo de mulheres 
- Outro exemplo 
- Obstinação e advertências 
- Estamos às suas ordens 
- O Motarua 
- Luta armada 
- Reconhecimento 
- Relações com a DGS 
- A guerra dos elefantes 
- Plagiato 
- Se ele pudesse, prendia-me 
- Promoção a Adjunto de Administrador de Concelho 
- Convite 
- Fim da 1.*a parte 

REGRESSO À METRÓPOLE 
- Palma 
- Secretário do governador 
- Melhoramentos rurais 
- Vida social 
- Compra de camiões 
- Mega operação 
- Ilha de Moçambique 
- Secretariar o governador de Tete - Convite 
- ‘Acordo de Lusaka’ e entrega 
- Grandes frustração 
- A minha saída de Moçambique 
- Despedida 
- Último entardecer 
- Chegada a Lisboa 
- Bagagem 
- Nova vida 
- Loulé 
- Criação do Rancho Folclórico infantil de Loulé 
- Operação ao coração 
- Mãe soberana 
- Renúncia 
- Folclore nas escolas 
- Escrevi estas minhas memórias 
- Mãe do Céu ! 
- Cronologia 
- Agradecimentos 

Índice fotográfico 


Preço: 37,50€;