sexta-feira, 5 de junho de 2026

Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - 'MANGA DE RONCO NO CHÃO', de José Manuel Pintassilgo - Lisboa 1973 - MUITO RARO;









Portugal & Ultramar - A guerra na antiga província ultramarina portuguesa da Guiné vista por um jornalista no terreno e com as principais personagens dos acontecimentos 


'MANGA DE RONCO NO CHÃO'
De José Manuel Pintassilgo 
Prefácio de general António de Spínola 
Direcção Geral de Educação Permanente
Lisboa 1972


Livro com 120 páginas, muito ilustrado e em bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Trata-se de um interessante livro sobre o desenrolar da guerra, vista do lado português, na antiga província da Guiné. O autor, conhecido jornalista da época, editou em livro as suas diversas crónicas publicadas na imprensa diária de Lisboa.

Destaque ainda para as excelentes fotografias dos comandos africanos, do general Spínola enquanto governador e comandante militar e para uma fotografia do então capitão Otelo Saraiva de Carvalho a exibir um fuguetão capturado à guerrilha do PAIGC.

O livro constitui um documento histórico de grande valor.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
Por general António de Spínola, Governador Geral e Comandante em Chefe das FA 

- CONTRA-REVOLUÇÃO SOCIAL CUJAS METAS JÁ ESTÃO À VISTA
 - Teixeira Pinto é o símbolo da Guiné 72
Do chão Manjaco irradia a política de africanização; - Ilhotas pulvilhadas ao acaso sobre um vasto lençol de água; - Teixeira Pinto respira progresso; - Porta escancarada para tempos melhores; - A primeira cooperativa de produtores de arroz; - Batucar: exemplo de reordenamento; - O encanto da Guiné prende-nos os sentidos.
- MILITARES E PROFESSORES NA FRENTE DO ENSINO - Reordenar é missão
O maior desmentido à propaganda de Amílcar Cabral; - O 'Snack-Bar' vai abri; - A juventude quer instruir-se para se valorizar; - De dia trabalham, à noite estudam; - O significado dos reordenamentos.
- BULA VIU JURAR O RÉGULO - Ou o restabelecimento das estruturas tradicionais das diferentes etnias da Guiné
Guarde Honra da Mocidade Portuguesa; - Jovens da ANP; - Concelho de Bula criado há dois anos; - Portuguesismo inálteravel; - O que é ser administrador e o que é ser régulo; - ?Contacto directo' que é arma violenta contra o inimigo.
- COM O GENERAL SPÍNOLA EM GAMPORÁ QUE O PAIGC APONTA COMO "BASE DO 2º CORPO DO EXÉRCITO REVOLUCIONÁRIO"
Um dos pontos de maior produção de arroz e trigo; - Como é possível fazer tanto em tão poucas horas; - Para o PAIGC é a "BASE DO 2.º CORPO DO EXÉRCITO REVOLUCIONÁRIO"; - Principiou o reordenamento; - 80 mil quilos de arroz; - Palavras de justiça; - Porto fluvial em construção; - Qual a evolução;  
- SÓ UMA POLÍTICA ULTRAMARINA VERDADEIRAMENTE NACIONAL PODE ASSEGURAR A PROSSECUÇÃO DOS OBJECTIVOS EM QUE LOCALMENTE ESTAMOS COMPROMETIDOS - Palavras do General Spínola
O desenvolvimento da Guiné terá que ser obra dos guinéus; A integração cada vez mais dos Guinéus na evolução da província decorrerá da sua promoção sócio-cultural; A Guiné cada vez mais integrada na comunidade portuguesa; - A antevisão de Portugal do futuro; - Perfeita identidade de pensamento e de acção com o governo central.
- DUAS ARMAS EM CUNTIMA A QUILÓMETRO E MEIO DO SENEGAL - Assistência médica gratuita e exemplo de reordenamento
Senegaleses atravessam a fronteira e vém ao médico; - A poucos metros da primeira tabanca do lado senegalês; - Dois reordenamentos.
- SARE BACAR - 600 metros de estrada alcatroada a que se segue um trilho entre o capim
Porta forte ao terrorismo; - Produtos diversos que senegaleses vendem; - Missão militar e trabalhos civis; - O trilho entre o capim; - A rede de estradas; - Cresce o parque automóvel; - Rumo: Bafatá.
- O ÊXITO NA LUTA CONTRA A TUBERCULOSE É PROVA DA EFICIÊNCIA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE - dia de sol em Bafatá
O famoso 'chame' de Bafatá; - A articulação da rede sanitária da Guiné; - Um ano de assistência médica; - Progresso seguro na luta contra a tuberculose; - Reabriu a Escola de Enfermagem; Cumura: uma lição.
- CUMURA E AS SUAS COORDENADAS - Ou o repto da abnegação de alguns à generosidade de todos
Que é Cumura?; - Novo significado em Fevereiro de 1970; - Roupas de Nápoles e trabalhos de cerâmica; - Do Pavilhão João XXIII à máquina de coser; - Em Bissau: Grupo de amigos de Cumura; . Etapa seguinte: os comandos africanos.
- O PAIGC É CONSTITUÍDO POR MERCENÁRIOS DO MALI SOB O COMANDO DE CABO-VERDIANOS RENEGADOS - Os guinéus regressam à terra
A vitória da grande batalha de Morés; - Zonas e circunstâncias difíceis; - "A sorte protege os audazes"; - Cabo-verdianos comandam mercenários do Mali; - O PAIGC deixou de ter razão.
- A ANO É NA GUINÉ VEÍCULO DA CONTRA-REVOLUÇÃO SOCIAL
Todas as etnias, todas as crenças, todas as condições sociais; - Auscultação dos interesses do povo e esclarecimento das medidas do governo; - O povo exige a continuidade da política "Por uma Guiné melhor".
- O CASO DO FRANCISCO É PROTÓTIPO DA JUVENTUDE DA GUINÉ
Números que falam; - A exportação aumenta; - Aumenta o número de concessões; - Os investimentos até 1973; - Masi uma "Manga de ronco".
- CHEFE MILITAR, GOVERNADOR E ADMINISTRADOR
Ocasiões de perigo; - Na capital do chão Manjaco; - "Lá estarei meu general"; - Encontro no corredor; - Chefe de Tabanca; - Luz acesa até tarde; - "Chão" onde acontece "Manga de Ronco".
- CINCO JOVENS DA GUINÉ NO FESTIIVAL DE "MISS PORTUGAL"
- ÂNGULO POSITIVO.
 


Preço: €67,50; 

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Portugal & Colonialismo - ‘PROBLEMÁTICA DAS RELAÇÕES HUMANAS NO ULTRAMAR PORTUGUÊS’, de António Maria Godinho - Lisboa 1962 - MUITO RARO;




Portugal & Colonialismo - O relacionamento humanos entre as populações nativas das diversas colónias e os portugueses e a administração pública colonial 


‘PROBLEMÁTICA DAS RELAÇÕES HUMANAS NO ULTRAMAR PORTUGUÊS’ 
De António Maria Godinho 
Edição da Agência Geral do Ultramar 
Lisboa 1962 


Livro com 24 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


“ ‘Oração de Sapiência’ proferida ante o claustro pleno da Universidade técnica de Lisboa, na sessão de abertura do ano lectivo de 1961-1962 pelo professor catedrático doutor António Maria Godinho, do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras.


Preço: 17,50€; 

Portugal - Estado Novo & Oposição - ‘O ASSASSÍNIO DO GENERAL HUMBERTO DELGADO’, de Pedro Ramos de Almeida - Lisboa 1978 - Raro;





Portugal - Estado Novo & Oposição - Os planos de assassinato de Humberto Delgado e os seus antecedentes na visão da esquerda conotada com o Partido Comunista Português, organização política com divergências com os apoiantes do general bem conhecidas à época 


‘O ASSASSÍNIO DO GENERAL HUMBERTO DELGADO’ 
A Armadilha Política 
De Pedro Ramos de Almeida 
Edição Editorial Caminho 
Lisboa 1978 


Livro com 96 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“O completo esclarecimento do assassínio do general Humberto Delgado e a punição dos agentes salazaristas que directamente o assassinaram, como de todos os responsáveis por este premeditado e bárbaro crime político, é para os portugueses tanto um inegável actores justiça como, de certo modo, uma exigência do processo de estabilização da democracia portuguesa.”



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- O começo da provocação de Mário Carvalho contra o General Delgado 
- Um plano violento 
- Um revolucionário que tem influência na questura e dificuldades de permanência em Itália 
- ‘Continuador’ de Bernardino Machado 
- O desconhecido herói antifascista 
- Um estranho silêncio 
- … e contactos com um inspector da PIDE 
- Um dólar para os selos 
- … e planos de invasão revolucionária de Portugal 
- Carvalho e Bisongo contra a Conferência Europeia pela Amnistia em Portugal 
- ‘Sopa de Letras’ ou a guerra de desgaste das ‘Frentes’ - uma ‘Conferência’ em Florença 
- Mário Carvalho responsável da propaganda eleitoral dos Partidos Socialista e Social Democrata italianos 
- Um velho ‘plano’ sempre actual 
- O ataque à Frente Patriótica 
- Um estranho negócio de armamentos que passa por Nova Iorque 
- Nascimento da organização fantasma de Mário Carvalho 
- Os financeiros da revolução 
- Pela divisão e pelo colonialismo 
- Os contactos políticos do Dr. Bisogno 
- Uma autobiografia turva 
- A ‘Frente’ Carvalho: um aborto 
- ‘Resistência’… à verdade 
- Uma organização imbatível 
- As principais táticas da ‘Frente’: a inação e o apoio ao governo 
- Uma ‘organização’ cujos métodos se assemelham demasiado aos da PIDE 
- Sólidas posições militares 
- Reeditar o 19 de Outubro de 1921 
- A engrenagem da provocação acelera 
- O General Humberto Delgado não dá o devido valor às advertências do PCP contra Mário Carvalho 
- Um contacto pessoal de consequências dramáticas 
- O objectivo das pressões policiais: separar definitivamente o general Humberto delgado da FPLN 
- Uma falsa conferência: o general Humberto Delgado prende-se na armadilha 
- Um artigo na imprensa italiana 
- Cinco milhões de liras é um barão di Turno 
- A preparação da reunião de Paris 
- Ernesto Castro e Sousa faz o seu aparecimento pela mão de Mário Carvalho 
- A reunião de Paris 
- Pela mão de Mário Carvalho e de ‘Ernesto Castro e Sousa’ 
- O dedo da CIA 
- A véspera do assassínio 
- ‘Ernesto Castro e Sousa’ entre os assassinos 
- Explicações e silêncios comprometedores 
- Quem é E. M. Bisogno ? Onde estava ele no momento do crime ? 
- Praticado o crime, os assassinos tornam-se inocentes 


Preço: 17,50€; 

Angola & História - ‘A ÁFRICA CENTRO-OCIDENTAL NO SÉCULO XIX (1850-1890)’, de Beatrix Heintze - Luanda 2007 - Muito Raro;





Angola & História - A autor tem dedicado a sua investigação à história ancestral do continente africano e particularmente às relações das diversas nações do território que deu origem colonial a Angola e o intercâmbio com as potências europeias em especial Portugal, dos meados do século XV em diante 


‘A ÁFRICA CENTRO-OCIDENTAL NO SÉCULO XIX (1850-1890)’ 
Intercâmbio com o mundo exterior, apropriação, exploração e documentação 
De Beatrix Heintze 
Tradução de Marina Santos 
Colecção Ciências Humanas e Sociais 
Edição Kilombelombe 
Luanda 2007 


Livro com 616 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


A AUTORA: 
“BEATRIX HEINTZE é alemã e foi investigadora no Instituto Frobenius em Frankfurt am Main entre 1969 e 2004. Para além da publicação e divulgação de fontes, as suas pesquisas centram-se na história e na antropologia da África Centro-Ocidental, na história do saber científico e em questões metodológicas. Publicou numerosos estudos históricos e antropológicos, entre os quais se destacam as obras Fontes para a História de Angola do Século XVII (1985 e 1988).”

“Beatrix Heintze studied ethnology, Romance languages and literature, history, ancient history and philosophy in Munich and received her doctorate in 1968 with a thesis on "Possession Phenomena in the Middle Bantu Region." After several fellowships (1968/69 from the Gulbenkian Foundation in Lisbon and 1966/67, 1969/70 from the German Research Foundation), she was a research associate at the Frobenius Institute from May 1970 to February 2004. Here she functioned primarily as editor (after the death of the Institute's director, Eike Haberland, also as publisher) of the Institute's journal Paideuma (volumes 1971 - 1997) and of the monograph series "Studien zur Kulturkunde" (volumes 28 to 120 and 122; from 1992 also as editor, then as co-editor with the Institute's new director, Karl-Heinz Kohl). In 1995 she founded her own small series at the Institute, "Afrika-Archiv," reserved for editing sources. Its purpose is to provide less privileged scholars with access to sources that can only be consulted at great expense in time and money or are in private hands. She herself has edited several important European sources on the history and ethnography of Angola in the 17th and 19th centuries. Her own research and publications, based on intensive studies in Portuguese and German archives, are particularly concerned with the history and ethnology of West Central Africa, historical research methods, and the history of science.

Dr. Beatrix Heintze was elected a corresponding member of the Portuguese Academy of Sciences in Lisbon in 2008. She has been honored for her scientific work on the history and ethnology of Lusophone Africa.“


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘ANÁLISE GLOBAL DE UMA GUERRA (Moçambique 1964-1974)’, de Francisco Proença Garcia - Lisboa 2003 - Muito Raro;





Portugal & Guerra do Ultramar - Um estudo aprofundado sobre o conflito que entre 1964/74 opôs a administração colonial portuguesa aos movimentos nacionalistas em Moçambique, situação que culminou com a entrega do poder à FRELIMO liderada por Samora Machel - como ‘único e legítimo representante do povo moçambicano’, decisão do MFA - após o ‘Acordo de Lusaka’, e a independência a 25 de Junho de 1975, ficando o novo estado como uma ditadura marxista leninista com um guerra civil até 1992


‘ANÁLISE GLOBAL DE UMA GUERRA’ 
(Moçambique 1964-1974) 
De Francisco Proença Garcia 
Edição Prefácio 
Lisboa 2003 


Livro com 208 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


SINOPSE: 
“Este livro está estruturado em três capítulos distintos mas inter-relacionados.
O primeiro capítulo procura perspectivar o enquadramento histórico desde o encetar das disputas internacionais pelas soberanias nos territórios africanos, até à afirmação do Terceiro Mundo, após a conferência de Bandung. (..)
O segundo capítulo analisa a conflitualidade global permanente, como surge e se desenvolve o fenómeno subversivo a nível global, para depois passar ao caso específico português. (...)
Por fim analisa-se o comportamento dos povos de Moçambique, das sociedades de religião tradicional, das seitas cristãs nativas e das comunidades cristãs e muçulmanas, no confronto, quer nas suas relações com o poder português quer com a subversão.” 


DA INTRODUÇÃO: 
“Com este livro, não é nossa intenção analisar a história das campanhas em Moçambique no período em apreço, na perspectiva das Forças Armadas Portuguesas.
A análise de vasta documentação oficial e a recolha de depoimentos de algumas personalidades permitem-nos, sim, facultar uma visão original da génese, desenvolvimento e condução da "Guerra Global" em Moçambique.
Esta abordagem, apesar de poder ser considerada parcelar, procura descrever o modo como Portugal definiu e analisou a situação, destacando sobretudo a "resposta possível" ou as iniciativas portuguesas face à subversão, para afirmação da soberania, exercendo acções oportunas, a nível interno e externo.”



Do ÍNDICE: 

RESUMO 
Agradecimentos 

PREFÁCIO 
INTRODUÇÃO 
CONCLUSÃO 
Fontes e Bibliografia 
Abreviaturas 

I Capítulo - OS GRANDES PODERES MUNDIAIS E AS SUAS AMBIÇÕES EM ÁFRICA 
1. - Os grandes poderes mundiais e a África. O Acto Geral da Conferência de Berlim. A partilha de África. Notas. 
2. - Moçambique: linhas de fronteira e substratos sócio-religiosos anteriores e remanescentes. Notas. 
3. - A globalidade da ‘guerra-fria’. O Pan-Africanismo e o Pan-Arabismo. O período anti-colonial na Organização das Nações Unidas. Notas. 
4. - A política interna portuguesa e as ópticas quanto ao Ultramar. Notas. 

II Capítulo - A CONFLITUALIDADE GLOBAL PERMANENTE, O DESPERTAR DOS MOVIMENTOS INDEPENDENTISTAS E A AFIRMAÇÃO DA SOBERANIA PORTUGUESA DE MOÇAMBIQUE 
1. - Estratégias globais de penetração no terceiro mundo. A subversão técnica e a maleabilidade revolucionária. Notas. 
2. - A génese do independentismo em Moçambique. O espírito de Bandung. A FRELIMO, o COREMO e outros movimentos Independentistas de Moçambique. Notas. 
2. 1 - A FRELIMO. Notas. 
2. 2 - A COREMO. Notas. 
3. - Apoios externos aos movimentos Independentistas e sua importância no confronto.
3. 1 - Apoio das grandes potências. Notas. 
3. 2 - Apoio das organizações internacionais. Notas. 
3. 3 - Apoio bilateral. Notas. 
3. 4 - Apoio de organizações não-governamentais. Notas. 
4. - O independentismo e o poder português em confronto. A ‘resposta possível’ e/ou iniciativas portuguesas face à subversão. 
4. 1 - A acção política. Notas. 
4. 2 - A acção militar. Notas. 
4. 3 - A acção sócio-económica. Notas. 
4. 4 - A acção psicológica. A ‘fissura’ civil/militar em Moçambique; suas feições na clivagem da informação e na textura da acção psicológica. Notas. 
4.4. 1 - A acção desenvolvida pelo poder português. Notas. 
4.4. 2 - A acção conduzida pela FRELIMO. Notas. 
4.4. 3 - A importância das informações e da acção psicológica na condução da guerra. Notas. 

III Capítulo - OS POVOS DE MOÇAMBIQUE E O SEU COMPORTAMENTO NO CONFRONTO. O RELACIONAMENTO DAS COMUNIDADES SÓCIO-RELIGIOSAS DE MOÇAMBIQUE COM O PODER PORTUGUÊS E COM A SUBVERSÃO. 
1. - Os povos de Moçambique e o seu comportamento no confronto. Notas. 
2. - Comunidades religiosas: 
2. 1 - Igreja Católica. Notas. 
2. 2 - Igrejas Protestantes e seitas cristãs nativas. notas. 
2. 3 - Comunidades muçulmanas. Notas. 


Preço: 37,50€; 

Angola & Literatura - ‘A FAZENDA MALDITA’, de Fande - Porto 2007 - MUITO RARO;




Angola & Literatura - O livro narra uma história que se desenrola em território angolano, misturando elementos de drama, vivências coloniais e as tensões sociopolíticas e humanas características da região.


‘A FAZENDA MALDITA’ 
Romance em Angola 
De Fande 
Edição Papiro Editora 
Porto 2007 


Livro com 146 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
MUITO RARO. 



Preço: 47,50€; 

História - URSS & Ucrânia - ‘FOME VERMELHA’, de Anne Applebaum - Lisboa 2022 - Raro;




História - URSS & Ucrânia - Como o ditador comunista Joseph Stalin imperiosamente condenou milhões de pessoas à morte pela fome com o objectivo de reprimir as aspirações nacionalistas dos ucranianos e assim promover simultaneamente uma purga nos ‘reaccionàrios’, ou seja todos aqueles que não se submetiam ao poder absoluto do tirano…


‘FOME VERMELHA’ 
A Guerra de Estaline Contra a Ucrânia 
De Anne Applebaum 
Edição Bertrand 
Lisboa 2022 


Livro com 544 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização.
Raro. 


SINOPSE: 
“Em 1932-3, quase quatro milhões de ucranianos morreram de fome, tendo sido deliberadamente privados de alimentos. É um dos episódios mais devastadores da história do século xx. Com autoridade e detalhes sem precedentes, ‘FOME VERMELHA’ investiga como isso aconteceu, quem foi o responsável e quais foram as consequências. É o relato mais completo já publicado desses terríveis eventos.
Fome Vermelha baseia-se num manancial de material de arquivo e em testemunhos em primeira mão disponíveis apenas desde o fim da União Soviética, bem como no trabalho de estudiosos ucranianos em todo o mundo. Inclui relatos da fome por aqueles que sobreviveram, descrevendo o que os seres humanos podem fazer quando enlouquecidos pela falta de alimentos. Mostra como o Estado soviético, impiedosamente, usou a propaganda para pôr os vizinhos uns contra os outros, a fim de expurgar elementos supostamente antirrevolucionários. Também regista as ações de indivíduos extraordinários que fizeram todo o possível para aliviar o sofrimento.
Em paralelo com a fome, deu-se um ataque aos líderes culturais e políticos da Ucrânia, e posteriormente entrou-se num período de negação acerca desses acontecimentos. Os relatórios dos censos foram falsificados e a memória foi obliterada. Alguns jornalistas ocidentais acolheram a linha soviética, outros rejeitaram-na corajosamente e foram perseguidos. As autoridades soviéticas estavam empenhadas em obrigar a Ucrânia a abandonar as suas aspirações nacionais, e em enterrá-la juntamente com os seus milhões de vítimas. ‘FOME VERMELHA’, um triunfo da erudição e da empatia humana, é um marco na recuperação daquelas memórias e daquela história. E mostra até que ponto o presente é moldado pelo passado.”


Crítica literária: 
“Meticulosamente investigado, extremamente bem escrito.”
Dominic Sandbrook, The Sunday Times (Livros do Ano)

“Um livro exaustivo, rigoroso e eloquente. A autora lida com questões que até agora careciam de respostas inequívocas.” 
Donald Rayfield, Literary Review



Preço: 27,50€; 

Portugal & História - ‘RUÍNAS DE MIRÓBRIGA’ - AAVV - Santiago de Cacém 1998 (?) - Muito Raro;








Portugal & História - Retrospectiva histórica das ruínas romanas de Miróbriga em Santiago de Cacém 


‘RUÍNAS DE MIRÓBRIGA’ 
AAVV - William Biers, José Caeiro, Albert Leonard Jr. e David Soren 
Edição da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo 
Santiago de Cacém 1998 (?) 


Livro com 22 páginas, ilustrado (fotografias, mapa e desenhos) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Do ÍNDICE: 

ABERTURA 
Agradecimento 

MIRÓBRIGA 
- Planta Geral da Área 

INVESTIGAÇÕES EM MIRÓBRIGA 
(Santiago do Cacém - Portugal - 1981 

NOTAS 


Preço: 27,50€; 

Portugal - Património & História - ‘IGREJAS E CAPELAS DE CAMPO MAIOR’, de P. Jorge Manuel Marques de Matos - Campo Maior 1995 - Muito Raro;








Portugal - Património & História - Inventário histórico das Igrejas e Capelas de Campo Maior 


‘IGREJAS E CAPELAS DE CAMPO MAIOR’ 
De P. Jorge Manuel Marques de Matos 
Edição Paróquias de Campo Maior 
Campo Maior 1995 


Livro com 52 páginas, profusamente ilustrado (fotografias a cores e mapas) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

1. - Igreja Matriz 
1.1 - Anexos 
2. - Igreja de São João Baptista 
2.1 - Anexos 
3. - Convento da Imaculada Conceição 
4. - Igreja da Misericórdia 
5. - Capela do Senhor do Castelo 
6. - Igreja Matriz de Ouguela 
7. - Ermida de São João Baptista 
8. - Ermida de Nossa Senhora da Enxara 
9. - Centro Pastoral Verbum-Dei 
CONCLUSÃO 

Bibliografia 


Preço: 27,50€; 

Angola & Cultura - ‘PRÉMIO LITERÁRIO INTERNACIONAL - AGOSTINHO NETO’ - Luanda 1996 - Muito Raro;





Angola & Cultura - As normas que presidiram ao Prémio Literário Internacional, em homenagem a Agostinho Neto, poeta e médico, dirigente do MPLA e primeiro presidente do país após a independência em 11 de Novembro de 1975 


‘PRÉMIO LITERÁRIO INTERNACIONAL - AGOSTINHO NETO’ 
Regulamento 
Edição da Sede do Comité Central do MPLA 
Centro de Documentação e Investigação Histórica 
Luanda 1996 


Exemplar em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Preço: 15,00€; 

segunda-feira, 18 de maio de 2026

África - História & Guiné-Bissau - ‘ARQUIVO AMÍLCAR CABRAL’ - Lisboa 2005 - MUITO RARO;















África - História & Guiné-Bissau - A cooperação entre a Fundação Mário Soares e a Fundação Amílcar Cabral de Bissau para a organização, preservação, recuperação e digitalização dos documentos e fotografias dos espólio pessoal do fundador do PAIGC 


‘ARQUIVO AMÍLCAR CABRAL’ 
Edição FUNDAÇÃO MÁRIO SOARES 
Apoios da Fundação Portugal África e Fundação Amílcar Cabral 
Lisboa 2005 


Livro oblongo, com 16 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da Abertura: 
“Em agosto de 1999, a solicitação das autoridades guineenses, uma equipa do Arquivo & Biblioteca da ‘Fundação Mário Soares’, deslocou-se a Bissau, com o objectivo de salvaguardar o ‘Arquivo Amílcar Cabral’, uma vez que o edifício onde se encontrava tinha sido bombardeado e posteriormente saqueado. 

Não se conheci neste momento a exacta situação daqueles documentos e, não fora o empenhamento e o esforço de Iva Cabral, que já neles começara a trabalhar antes dos acontecimentos entretanto ocorridos na Guiné-Bissau, talvez se tivesse perdido o espólio documental de um dos mais importantes dirigentes africanos. 

Chegada a Bissau, essa equipa deparou-se com duas realidades antagónicas: de um lado, a situação difícil que então ali se vivia, praticamente sem luz eléctrica, ruas intransitáveis, a população ainda traumatizada pelos combates armados recentes e, do outro, a vontade que o primeiro-ministro ministro e a Direcção do PAIGC manifestaram em que se encontrasse uma solução para salvar uma das mais significativas memórias da história e da própria identidades nacional do povo da Guiné-Bissau e de Cabo Verde - os DOCUMENTOS AMÍLCAR CABRAL. 


“Amílcar Cabral é uma figura emblemática do movimento 
anti-colonial dos anos sessenta e uma referência obrigatória, 
ainda hoje, de todos os movimentos 
nacionalistas africanos lusófonos.“ 
Mário Soares 



Do ÍNDICE: 

PROJECTO DE SALVAGUARDA 
DOS DOCUMENTOS AMÍLCAR CABRAL 
- Protocolo 
- Digitalização 
- Exposição 
‘Sou um Simples Africano…’ 
- Descrição e Classificação Documental 
- Fotografia Amílcar Cabral na internet 
- Dossier na internet 
- Blufo em CD-ROM 

SALVAGUARDA E RECUPERAÇÃO DE FOTOGRAFIAS 

ABERTURA AO PÚBLICO DO 
ARQUIVO AMÍLCAR CABRAL 
- Bissau, Praia, Lisboa 

MEMÓRIA, ARQUIVOS E
IDENTIDADE NACIONAL 

CRONOLOBREVE 

Ficha técnica 


Preço: 47,50€; 

Portugal & Brasil - ‘A GUERRA DOS MASCATES’, de Miguel Real - Lisboa 2011 - Raro;





Portugal & Brasil - Entre a realidade e a ficção a história da colonização das terras de Vera Cruz onde a presença portuguesa e os indígenas criaram uma sociedade nova e de miscigenação  


‘A GUERRA DOS MASCATES’ 
De Miguel Real 
Edição Dom Quixote 
Lisboa 2011 


Livro com 456 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE: 
“Miguel Real oferece-nos com ‘A GUERRA DOS MASCATES’ a narrativa de um confronto entre pequenos comerciantes e aristocratas que mobilizou a totalidade da população das cidades de Recife e Olinda no século XVIII. Revoltados contra o poder dos mazombos - senhores todo-poderosos do Pernambuco, proprietários de engenhos de açúcar e herdeiros da elite que expulsou os Holandeses do território -, os mascates insurgem-se contra a exploração de que são vítimas e decidem fazer uma sublevação. Na linha da frente está Vidal Rabelo, cujo casamento com a nobre Leonor Barbalho foi impedido de consumar e que tudo fará para recuperar a «sua recém, recém, recém senhora», nem que seja raptando-a, se for preciso. A seu lado, entre tantos outros, perfilam-se Julinho Telles Fernandes, a corajosa Violante Dias e o grande lutador pela libertação dos escravos Lula Aparecido da Silva. Amor romântico e ódio colectivo, febre de fé e febre de dinheiro, dignidade social e vingança pessoal, conjugam-se na descrição de personalidades inesquecíveis do cândido ao malévolo para compor um romance deliciosamente irónico que confirma Miguel Real como um dos mais portentosos ficcionistas da actualidade.”


O Autor: 
“MIGUEL REAL nasceu em Lisboa em 1953 e é sintrense por adopção. Especialista em cultura portuguesa, possui uma vasta obra dívida entre o ensaio, a ficção e o drama (neste último género sempre em colaboração com Filomena Oliveira), tendo recebido o Prémio de Revelação nas áreas de Ficção e do Ensaio Literário da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Ler / Círculo de Leitores, o Prémio da Associação de Críticos Literários, o Grande Prémio de Teatro da Sociedade Portuguesa de Autores (com Filomena Oliveira) e o Prémio Fernando Namora da Sociedade Estoril-Sol, este último atribuído ao romance ‘A Luz da Terra’, também finalista do Prémio de Romance e Novela da APE. 

É colaborador permanente do ‘JL’, onde faz crítica literária. 

Publicou os seguintes romances: 
- ‘A Verdadeira Apologia de Sócrates’ 
- ‘A Visão de Túndalo por Eça de Queirós’ 
- ‘Memórias de Branca Dias’ 
- ‘A Visa da Terra’ 
- ‘O Último Negreiro’ 
- ‘O Sal da Terra’ 
- ‘O Último Minuto da Vida de S.’ 
- ‘A Ministra’ e 
- ‘As Memórias Secretas da Rinha D. Amélia’.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

I. - O PRINCÍPIO É O CAMINHO DO FIM 
- O casamento não consumado de Vidal Rebelo e Leonor Barbalho 
- Morte dos pais de Julinho no Maranhão I 
- O tabelionário Notário Natário 
- Morte dos pais de Julinho no Maranhão II 
- Olinda - uma luz infinita, uma estrela brilhar 
- João Nunes, o onzeneiro 
- Esclarecimento do título deste romance 
- Mascates e mazombos 
- O convento de São Francisco parece uma república 
- Julinho e Lula Aparecido 
- Nossa Senhora do Aviso 
- A morte de Miguel Rebelo 
- O naufrágio de ‘Nova Esperança’ 
- Duas cartas d’el-rei ao governador Sebastião Castro Caldas 
- Jantar de mazombos 
- O milagre do portão aberto 
- Encontro de amor na cerca 
- Os judeus naufragados e Violante Dias, bisneta de Branca Dias 
- Conciliábulo mascateiro 
- O coiso feito de mãe Anália 
- O bairro de Jesus, nova morada dos judeus 
- Encontro entre Julinho e Violante Dias 
- Lula Aparecido 
- Bernardo Vieira de Mello, senhor do Agreste 
- A impossível conciliação entre o Recife e Olinda 
- A conjura malograda 
- Duplo anúncio de casamento: Julinho e Violante Dias, Lula e Anália 
- O atentado contra o governador 

II. - A GUERRA DOS MASCATES 
Levante dos mazombos e fuga de Sebastião Castro Caldas 
- O Recife é Nosso ! O Recife é nosso ! 
- Ad instar Veneza 
- Pânico no Recife, perdão em Olinda 
- O puro amor e o puro mal 
- A vingança, o amor e o dinheiro 
- O levante dos mascates 
- Cobras e pombas 
- A união dos corpos de Julinho e Violante 
- O testamento de João Cavalcanti 
- O cerco dos mazombos 
- A morte trágica de frei Maria do Amor Divino 
- Julinho Manipula Porão Escorço 
- Violante Dias e quatro pretas jangadeiras 
- O cerco descercado 
- Assalto e devastação do engenho de Camaragibe 
- O regresso de Julinho da Bahia 
- A paz feita de guerra 
- Vitória do Recife 
- A fuga de Porão Escorço, o Dois Olhos 
- O funeral de João Cavalcanti 
- Vida nova no Recife 
- O rapto de Leonor 
- A inconfidência pernambucana 
A morte de mãe Anália: “Com sangue e fogo me despedirei” 

III. - O FIM É O NOVO PRINCÍPIO 
- A penitência de d. Álvaro Manuel da Costa, o bispo 
- A demissão forçada de José Inácio de Arouche e Luís Valençuela Ortiz 
- A morte de d. Lourenço 
- O casamento de Julinho e Violante Dias 
- Fim 


Preço: 27,50€;  

Angola - MPLA & História - ‘DOS SANTOS - ARQUITECTO DA PAZ’, de Domingos Gouveia - Luanda 2011 - Muito Raro;




Angola - MPLA & História - O presente livro é um preito de homenagem ao Presidente da República, José Eduardo dos Santos, pelo seu papel na luta pela conquista da paz, na garantia da protecção às crianças e adolescentes vítimas da guerra e memória desses tempos difíceis quanto dramáticos de Angola.


‘DOS SANTOS - ARQUITECTO DA PAZ’ 
De Domingos Gouveia 
Edição Mayamba 
Luanda 2011 


Livro com 188 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


O Autor: 
“DOMINGOS ALBERTO GOUVEIA nasceu em Malange a 26 de Outubro de 1984. Foi, de Outubro de 1995 a 2002, um dos ex-kandengues do Grupo Tecnocarro, propriedade dos empresários José Récio e Carlos Lages, condoídos com a sorte de várias crianças desfavorecidas, órfãs, muitas delas, e deslocadas de diversas províncias de Angola, outras, devido à guerra civil. 
Em 2002 conclui o ensino médio, tendo-se formado em contabilidade e gestão. Não conseguindo ingressar na Faculdade, optou por fazer vários cursos técnicos básicos e começa a exercitar a escrita de que viria resultar a presente publicação, que é, na verdade, um preito de homenagem ao Presidente da República, José Eduardo dos Santos, pelo seu papel na luta pela conquista da paz, na garantia da protecção às crianças e adolescentes vítimas da guerra e memória desses tempos difíceis quanto dramáticos de Angola. 
Domingos Gouveia foi explicador de Inglês e membro do Grupo Coral da Universidade Católica, sob a direcção do maestro Padre Luís Konjimbi; vive actualmente na cidade do Huambo onde criou e gere uma empresa de prestação de serviços informáticos, denominada Ciber-Welwitschia de Domingos Alberto Gouveia, que emprega 15 funcionários.”


Preço: 47,50€; 

Moçambique - Guerra Civil & História - Semanário ‘TEMPO’, de 29.10.1987 - (‘AMBIÇÕES TERRITORIAIS JUSTIFICAM AUXÍLIO À FRELIMO DA INGLATERRA’) - Lisboa 1987 - MUITO RARO;






Moçambique - Guerra Civil & História - Um importante entrevista quando a oposição armada moçambicana em torno da RENAMO reunia quadros políticos e intelectuais de renome e capacidade académica e prestigiados, como foi o caso do Prof. Dr. Luís Benjamim Serapião, que nos EUA representou o movimento guerrilheiro 


Semanário ‘TEMPO’, de 29 de Outubro de 1987.
‘AMBIÇÕES TERRITORIAIS JUSTIFICAM AUXÍLIO À FRELIMO DA INGLATERRA’ 
Director: Nuno Rocha 
Lisboa 1987 


Exemplar com 68 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
Luís Serapião, da RENAMO 
- ‘AMBIÇÕES TERRITORIAIS JUSTIFICAM AUXÍLIO À FRELIMO DA INGLATERRA E DOS PAÍSES DA LINHA DA FRENTE’ 
‘Os factores de resistência moçambicana são mais internos que externos. A FRELIMO enganou o povo moçambicano - acusa Luís Benjamim Serapião, representante permanente da RENAMO em Washington, em entrevista exclusiva que naquela cidade concedeu ao ‘TEMPO’. O nosso entrevistado nasceu na Beira (Moçambique), é professor agregado de retaliações internacionais na Universidade americana de Washington, onde se licenciou e diplomou em vários cursos, como o de relações internacionais e estudos África (1975). É ainda diplomado em Lei Internacional Pública pela Universidade Católica americana (1971), tem o curso de Filosofia do Seminário Maior de Maputo (1964) e vasta obra bibliográfica.’ 
‘A FRELIMO aprendeu bem as tácticas coloniais.’ 
‘RENAMO defende um sistema político aberto.’ 
‘A FRELIMO já negociou com a RENAMO.’ 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

Política Internacional - ‘A AGENDA PERDIDA DA RECONSTRUÇÃO PÓS-BÉLICA: O Caso de Timor-Leste’, de Mónica Rafael Simões - Coimbra 2001 - Muito Raro;




Política Internacional - A reconstrução do país após mais de duas décadas e meia de ocupação Indonésia e as políticas de conciliação entre as facções independentista e os colaboracionistas com os ocupantes, após a restauração da autonomia e os massacres dos grupos terroristas contra as populações civis 


‘A AGENDA PERDIDA DA RECONSTRUÇÃO PÓS-BÉLICA: O Caso de Timor-Leste’ 
De Mónica Rafael Simões 
Prefácio de Vital Moreira 
Edição Quarteto 
Coimbra 2001 


Livro com 120 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito raro. 


“Uma das tarefas incontornáveis do processo de reconstituição das sociedades saídas de regimes repressivos ou de guerras civis destruidoras consiste na reconciliação nacional.
Neste aspecto, um dos problemas mais árduos e controversos tem a ver com a maneira como se encara o passado muitas vezes ainda dramaticamente vivo, das violações mais grosseiras dos direitos humanos.
A vasta literatura sobre a transição democrática em países saídos de regimes violentamente repressivos ou de devastadores conflitos armados internos, mostra que as opções caem numa de duas dicotomias quanto ao modo de encarar a passada violação dos direitos humanos: esquecer / lembrar, perdoar/ punir.” 
Vital Moreira - in PREFÁCIO 


Preço: 27,50€; 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Angola & História - ‘MPLA - A REVOLUÇÃO TRAÍDA - 13 Teses da minha Defesa - NITO ALVES’ - Luanda 2021 - MUITO RARO;












Angola & História - O documento histórico da defesa e justificação das atitudes de Nito Alves e do seu grupo após a suspensão de dirigente pelo CC do MPLA, sendo este dirigente o elemento preferencial do PCUS e da URSS, nas relações bilaterais e internacionalistas, tendo estado em representação de Angola no 25.* Congresso em Moscovo, acompanhado de José Van Dúnem em Fevereiro de 1977…


‘MPLA - A REVOLUÇÃO TRAÍDA’
13 Teses da minha Defesa - NITO ALVES 
Prefácio de José Reis 
Posfácio de Manuel Santis Torres 
Edição ELIVULU 
Luanda 2021 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
Nota: as fotografias não fazem parte do livro. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa: 
“…Mas quando a minha conversa teve lugar com Frank Carlucci, já a CIA estava bem entrincheirada em Angola e pretendia expulsar a influência soviética pela força e não dialogar com o MPLA…
…A CIA, por sua vez, em 1976, já dispunha de 83 agentes na Angolan Task Force no terreno, num plano de estreita cooperação com a África do Sul ‘e com os chineses, que apoiariam a UNITA e a FNLA na sua luta contra os soviéticos, a quem disputavam o aumento de influência em África’.“
Rui Mateus, ‘CONTOS PROIBIDOS - Memórias de um PS Desconhecido’ 

“…Há algumas semanas, descobri um relatório redigido pela CIA, intitulado ‘The Angolan Leadership: current perspectives and prospects after Neto’. Foi escrito por Randy Pherson e publicado em Dezembro de 1978. Actual presidente da próspera ‘Pherson Associates’, ‘especializada na oferta de formação em técnicas analíticas avançadas, destinadas a analistas que trabalham como métodos analítico básicos de espionagem, contra-terrorismo, contra-informação, negação e engano e segurança interna’, tive esperança de o poder entrevistar, mas, depois de responder a um primeiro e-mail, Randy remeteu-se a um silêncio obstinado… Embora Randy se tenha recusado a conversar comigo, outro norte-americano mostrou-se mais aberto e comunicativo. Refiro-me ao embaixador Don McHenry, um afro-americano que foi vice-representante dos Estados Unidos nas Nações Unidas, entre 1977 e 1979, e exerceu funções como representante permanente entre 1979 e 1981. Numa conversa telefónica, falando do seu gabinete na Universidade de Georgetown, disse-me que tivera uma boa reação com Neto. A,nos mantiveram o que descreveu como ‘conversações produtivas’, em 1977, 1978 e 1979. Segundo McHenry, ao longo deste período, ‘Neto mostrou-se muito interessado em criar uma relação com Os Estados Unidos’… Não obstante, é com surpresa que oiço o embaixador admitir a presença de várias personalidades norte-americanas em Luanda, no dia 27 de Maio de 1977. ‘A nossa presença não era segredo’ disse. Estivermos lá, durante vários dias, e falámos com Lopo do Nascimento (o primeiro-ministro)…“ 
Lara Pawson - ‘EM NIME DO POVO - O Massacre que Angola Silenciou’ 

“…O fantasma de um pretenso ‘grupo Nito’, o fantasma do ‘Golpe de Estadi’ é, como ficou exaustivamente e objectivamente denunciado, demonstrado e desmontado ao longo da minha defesa, uma criação de iniciativa e responsabilidade histórica das forças da reacção interna objectivamente ao serviço do imperialismo, que, para tanto, consertou a sua acção com as forças externas da reacção mundial. São agentes provocadores da própria DISA quem montou o fantasma, como se viu nos documentos comprovados do ponto de vista jurídico, cuja validade jamais seria contestada em nenhum tribunal do mundo. Mas os verdadeiros réus são os advogados da pequena e média burguesia, os conscientes defensores da reacção interna. A aliança reaccionária entre à direita, os anti-comunistas e os maoistas são a expressão do instrumento político-ideológico daquela base social, cuja ampla plataforma é o anti-sovietismo…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Defesa’, 1977 


Da BADANA: 
“…As exigências que acabo de formular não ultrapassam o aspecto formal. A questão de fundo, como claramente venho demonstrando ao longo deste extenso documento que trago à vossa consideração, situa-se em termos ideológicos e de princípio e a História, por mera casualidade perante mim a pesada e inadiável responsabilidade de classificar profundamente o fenómeno em curso, de forma a que os mais altos ideais revolucionários dos operários, dos camponeses, dos intelectuais revolucionários, dos sectores patrióticos da burguesia, em suma, de todo o povo que se levantou em armas há cerca de 16 anos, irmanados numa ampla frente nacional anti-imperialista que é o MPLA, dizendo não à exploração do homem pelo homem e que há pouco definiu sem ambiguidades a sua opção socialista, não sejam traídos por manobras tecidas por oportunistas de todos os países, por manipulações reaccionárias alicerçadas na santa aliança de sociais-democratas e maoistas que embora se sirvam da capa do marxismo-Leninismo, mais não fazem quedavam um fosso cada vez mais profundo entre o MPLA e o movimento revolucionário mundial em geral e o campo socialista em particular, de forma a criar as condições para a implantação de um regime neo-colonial, para uma real e efectiva dependência face ao capitalismo internacional…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Dedesa’, 1977 

“… Olhando as coisas sob um prisma da contra inteligência, eis como estão a proceder, neste momento, em Angola, os presumíveis oficiais da CIA que, segundo fontes citadas, estão infiltrados na DISA para operações contra-revolucionárias de destabikização política… Essa política tem de acabar definitivamente, há que negar a condução de revolução seguida até agora; esta é uma imperiosa necessidade que se impõe. Não se trata de um quadro nauseante de luta de influências - é falso e reaccionário apresentar assim o problema. É o próprio futuro da revolução que está em causa…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Defesa’, 1977 

“Tamanho é o manancial de provas que nos revelam aquelas treze questões, grandes na denúncia, que só por si são a arma de arremesso contra os que urdiram a trama. Não fosse assim e não teriam suportado os horrores da tortura e sucumbido, todos aqueles que, em algum momento, passaram os olhos por tão odiadas páginas, ou que a mera suspeita do carrasco assim o tivesse ditado. No interior da DISA, por exemplo, alguns dos seus quadros atingidos pelo ‘fraccionismo’, viram a pena agravada, isto é, foram passados pelas armas, quando, no móbil do crime, aparecia a perversa leitura das perniciosas teses. E quem as leu não viu tudo, pois das 143 páginas policopiadas que foram entregues ao MPLA, há a acrescentar os anexos, um conjunto de documentos probatórios, que levaram sumiço e nunca, mesmo a pedido, nos chegaram às mãos…“ 
José Reis, in ‘ANGOLA O 27 DE MAIO - A História por Contar’ 



Do ÍNDICE: 

Cronologia da vida de Nito Alves 
NOTA PRÉVIA 
Algumas breves palavras sobre a urgência da publicação deste livro 
PREFÁCIO 
“DIREITO À DEFESA” 

13 TESES em minha defesa 
Isto também é a nossa história 
Pontos e causas das divergências 

1.a TESE 
- O método dialético e o método metafísico 
2. TESE 
- Os antecedentes históricos - as diversas frentes de luta guerrilheira nunca se encontraram 
3. TESE 
- O que é ser vanguarda 
4. TESE 
- Unidade nacional 
5. TESE 
- O anti-sovietismo 
6. TESE 
- A CIA e a revolução angolana 
7. TESE 
- Como iludir o povo 
8. TESE 
- A importância do estudo da teoria 
9. TESE 
- A propósito da opção socialista 
10. TESE 
- Um partido leninista ou um partido social-democrata maoista ? 
11. TESE 
- Análise global do 3.* Plenário do Comité Central - o verdadeiro significado dos cinco minutos que entraram na história do MPLA. As teses em confronto 
12. TESE 
- Conclusão final 
As causas reais e objectivos das nossas divergências nos planos filosóficos, ideológico, organizativo e histórico. A dualidade de critérios de disciplina 
13.a TESE 
- Exijo, no imediato, severa Justi aos verdadeiros réus: e verdadeiro veredicto 

Brevíssimas notas à Guisa de Posfácio 


Preço: 67,50€;