Portugal - Estado Novo & Oposição - Uma extraordinária investigação histórica sobre os laços pessoais, políticos e amorosos entre uma militante comunista e um agente da PIDE, até então ignorada e esquecida, mas que faz parte do quotidiano das vivências do regime do 28 de Maio e a oposição
Semanário ‘Nascer do SOL’, n. 955 - De 13 de Dezembro de 2024.
‘A PAIXÃO DE UMA COMUNISTA PELO PIDE QUE A TORTUROU’, por Felícia Cabrita
‘Deixou tudo pelo Partido, até a filha, esteve na URSS e na Guerra Civil de Espanha. Acabou por se juntar a um agente da polícia política.’
Director interino: Vitor Rainho
Lisboa 2024
Exemplar com 64 páginas (caderno principal) e 32 páginas (suplemento ‘LUZ’), ilustrados e em muito bom estado de conservação. Excelentes.
De muito difícil localização.
Muito Raro.
Temas em destaque:
- ‘A PAIXÃO DE UMA COMUNISTA PELO PIDE QUE A TORTUROU’
- ‘CAROLINA LOFF - A história extraordinária de uma espia portuguesa, da prisão em Lisboa à Moscovo de Estaline.’
‘Pertenceu às Juventudes Comunistas, foi trabalhar em Moscovo onde entregou a filha bebé aos cuidados do PC Soviético, militou na Guerra Civil de Espanha, regressou a Portugal, senso ajudada por Álvaro Cunhal. Muito bela, virou a cabeça aos homens.
Publica-se hoje a primeira parte da vida de Catarina Loff da Fonseca - a quem o futuro reservava uma história extraordinária, que surpreendeu amigos e adversários.’
‘Um ambiente de conspiração em casa.’
‘Inscrição nas Juventudes Comunistas.’
“É perigosíssima”, regista a PIDE.
- ‘ERA UM TEMPO DE GRANDES PAIXÕES INTELECTUAIS E FÍSICAS. À BELEZA, CAROLINA ACRESCENTAVA A ALEGRIA E SENSUALIDADE, O QUE CONTRASTAVA COM A SUA DURA DISCIPLINA.’
‘Grávida de um estudante comunista.’
‘A primeira prisão e um parto.’
‘Convite para a URSS.’
‘Na “Pátria do Socialismo”.’
- ‘EM MARÇO DE 1935, COM 24 ANOS E A FILHA AO COLO, INICIA A SUA DIGRESSÃO INTERNACIONAL. UM MÊS DEPOIS, NUMA CARRUAGEM DE 1.a CLASSE, PARTE PARA MOSCOVO.’
“Corto-te a cabeça, se revelares a missão.”
‘Adeus a Moscovo, sem se despedir da filha.’
‘A voz da rádio do PCP.’
‘Um caso com o General Modesto.’
“Acreditei que seria fuzilada.”
- “CAROLINA DIZIA MUITAS VEZES QUE SOFREU MENOS AQUI, NA PIDE, DO QUE EM ESPANHA. VEIO COM AS PERNAS CHEIAS DE CICATRIZES DA SARNA, COMEU RATOS, TUDO O QUE SE POSSA SUPOR.”
‘Em Espanha, comeu ratos.’
“Não contaram nada das nossas vidas.”
- ‘NO FIM DO CHÃO BOM FICA A VERGONHA SILENCIOSA DO CAMPO DA MORTE LENTA.’, texto de Afonso de Melo, no Tarrafal
‘Paredes amarelas escondem-se em esquinas amarelas. O Campo de Concentração do Tarrafal tem o seu chão de terra a estalar ao sol. CHÃO BOM: Txon bon. Que tem de bom este chão de morte ? Que vergonha silenciosa brota das paredes que rodearam centenas de prisioneiros. E todos sabiam que vinham para aqui para morrer ? Os nomes nunca são apenas nomes…’
‘Um inferno amarelo.’
‘De cada vez que a desumanidade nós é apresentada em toda a sua desnaturada crueza, então o último lugar onde podemos ir parar é ao silêncio.’
Preço: 37,50€;
















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