segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Portugal - Estado Novo & Oposição - Semanário ‘Nascer do SOL’, n. 955 - 13.12.2024 - (‘A PAIXÃO DE UMA COMUNISTA PELO PIDE QUE A TORTUROU’) - Lisboa 2024 - Muito Raro;




















Portugal - Estado Novo & Oposição - Uma extraordinária investigação histórica sobre os laços pessoais, políticos e amorosos entre uma militante comunista e um agente da PIDE, até então ignorada e esquecida, mas que faz parte do quotidiano das vivências do regime do 28 de Maio e a oposição 


Semanário ‘Nascer do SOL’, n. 955 - De 13 de Dezembro de 2024.
‘A PAIXÃO DE UMA COMUNISTA PELO PIDE QUE A TORTUROU’, por Felícia Cabrita 
‘Deixou tudo pelo Partido, até a filha, esteve na URSS e na Guerra Civil de Espanha. Acabou por se juntar a um agente da polícia política.’ 
Director interino: Vitor Rainho 
Lisboa 2024 


Exemplar com 64 páginas (caderno principal) e 32 páginas (suplemento ‘LUZ’), ilustrados e em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘A PAIXÃO DE UMA COMUNISTA PELO PIDE QUE A TORTUROU’ 
- ‘CAROLINA LOFF - A história extraordinária de uma espia portuguesa, da prisão em Lisboa à Moscovo de Estaline.’ 
‘Pertenceu às Juventudes Comunistas, foi trabalhar em Moscovo onde entregou a filha bebé aos cuidados do PC Soviético, militou na Guerra Civil de Espanha, regressou a Portugal, senso ajudada por Álvaro Cunhal. Muito bela, virou a cabeça aos homens. 
Publica-se hoje a primeira parte da vida de Catarina Loff da Fonseca - a quem o futuro reservava uma história extraordinária, que surpreendeu amigos e adversários.’ 
‘Um ambiente de conspiração em casa.’ 
‘Inscrição nas Juventudes Comunistas.’ 
“É perigosíssima”, regista a PIDE. 
- ‘ERA UM TEMPO DE GRANDES PAIXÕES INTELECTUAIS E FÍSICAS. À BELEZA, CAROLINA ACRESCENTAVA A ALEGRIA E SENSUALIDADE, O QUE CONTRASTAVA COM A SUA DURA DISCIPLINA.’ 
‘Grávida de um estudante comunista.’ 
‘A primeira prisão e um parto.’ 
‘Convite para a URSS.’ 
‘Na “Pátria do Socialismo”.’ 
- ‘EM MARÇO DE 1935, COM 24 ANOS E A FILHA AO COLO, INICIA A SUA DIGRESSÃO INTERNACIONAL. UM MÊS DEPOIS, NUMA CARRUAGEM DE 1.a CLASSE, PARTE PARA MOSCOVO.’ 
“Corto-te a cabeça, se revelares a missão.” 
‘Adeus a Moscovo, sem se despedir da filha.’ 
‘A voz da rádio do PCP.’ 
‘Um caso com o General Modesto.’ 
“Acreditei que seria fuzilada.” 
- “CAROLINA DIZIA MUITAS VEZES QUE SOFREU MENOS AQUI, NA PIDE, DO QUE EM ESPANHA. VEIO COM AS PERNAS CHEIAS DE CICATRIZES DA SARNA, COMEU RATOS, TUDO O QUE SE POSSA SUPOR.” 
‘Em Espanha, comeu ratos.’
“Não contaram nada das nossas vidas.” 

- ‘NO FIM DO CHÃO BOM FICA A VERGONHA SILENCIOSA DO CAMPO DA MORTE LENTA.’, texto de Afonso de Melo, no Tarrafal 
‘Paredes amarelas escondem-se em esquinas amarelas. O Campo de Concentração do Tarrafal tem o seu chão de terra a estalar ao sol. CHÃO BOM: Txon bon. Que tem de bom este chão de morte ? Que vergonha silenciosa brota das paredes que rodearam centenas de prisioneiros. E todos sabiam que vinham para aqui para morrer ? Os nomes nunca são apenas nomes…’ 
‘Um inferno amarelo.’ 
‘De cada vez que a desumanidade nós é apresentada em toda a sua desnaturada crueza, então o último lugar onde podemos ir parar é ao silêncio.’ 


Preço: 37,50€; 

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