domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

África & Moçambique - ‘NA PISTA DO TESOURO DE KRUGER’, de Alfredo Pereira de Lima - Lourenço Marques 1963 - RARO;




África & Moçambique - 


‘NA PISTA DO TESOURO DE KRUGER’ 
De Alfredo Pereira de Lima 
Edição 
Lourenço Marques 1963 


Livro com 128 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
RARO.



Do ÍNDICE: 




Preço: 

Portugal & Descolonização - Semanário ‘O RAIO’, n. 9 - 16.08.1974 - (‘O COLONIALISMO AFRICANO E OS MOVIMENTOS DE LIBERTAÇÃO’) - Covilhã 1974 - Muito Raro;












Portugal & Descolonização - Um Dossier sobre as então províncias ultramarinas portuguesas de África onde o país enfrentou guerras a partir de 1961 e que após 25 de Abril de 1974, com o derrube do Estado Novo, se deu início ao processo de descolonização 


Semanário ‘O RAIO’, n. 9 - De 16 de Agosto de 1974. 
‘O COLONIALISMO AFRICANO E OS MOVIMENTOS DE LIBERTAÇÃO’ 
‘Para se poder ter uma ideia exacta das causas que levaram os Movimentos de Libertação a recorrer à luta armada a fim de libertarem os seus povos de todas as opressões estrangeiras, torna-se necessário ver o que foi a presença portuguesa nas colónias, desde os descobrimentos até agora.’ 
Director: Vitor Ilharco 
Covilhã 1974 


Exemplar com 16 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘O COLONIALISMO AFRICANO E OS MOVIMENTOS DE LIBERTAÇÃO’, por A. Cabral 
I - Dos Descobrimentos até aos fãs do século XIX 
1. Os africanos não eram selvagens 
2. Exploração comercial 
3. Escravatura 
4. Presença simbólica 
II - Últimos cem anos 
5. Partilha de África 
6. Companhias de pilhagem 
7. Trabalho forçado 
8. Situação actual 
9. Movimentos de libertação 
10. Testemunho síntese 
- ‘A LUTA DE LIBERTAÇÃO NAS COLÓNIAS’ 
Os Movimentos de Libertação 
O que são o PAIGC, o MPLA e a FRELIMO 
Como se formaram os Movimentos de Libertação nas colónias portuguesas 
Moçambique, Guiné e Angola 
- ‘O FUNDADOR DA FRELIMO’ - Eduardo Mondlane 

- ‘QUE PORTUGUESES ENCONTROU O 25 DE ABRIL’ 

- ‘FEDERALISTAS…DE QUÊ ?’, por Joaquim Correia 
- ‘P.C.P. - Um partido Fascista !!!’ 


Preço: 25,00€; 

Literatura Luso Africana - ‘UM CERTO GOSTO A TAMARINDO’, de Fernando Amaro Monteiro - Lisboa 2011 - Raro;






Literatura Luso Africana - Contos inspirados nas vivências africanas do autor, um escritor com paragem e vida social e profissional pelos espaços lusófonos e africanos 


‘UM CERTO GOSTO A TAMARINDO’ 
De Fernando Amaro Monteiro 
Editorial Estampa 
Lisboa 2011 


Livro com 160 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“ ‘UM CERTO GOSTO A TAMARINDO’ é uma obra intemporal ! 
Compilando vários contos de temática ultramarina, o autor remete-nos, 
através de um ‘africanismo literário’, para a fascinante realidade de 
paisagem africana. Conta-nos estórias de além-mar, faz-nos sentir o cheiro 
das chuvas tropicais e deixa-nos na boca ‘um certo gosto a tamarindo’. 

(…) É todo este espaço temporal que Fernando Amaro Monteiro fixa. E de 
uma forma literária inegavelmente extraordinária. Pois neste punhado de 
estórias está um punhado de História. Esa que fixou, de uma forma 
definitiva, a gente angolana à gesta do português que nadou no mundo a 
tornar Pátria o Portugal que hoje é Pátria de outras Pátrias (…)“ 
Amândio César - in ‘Notas Prefaciais a Uma Leitura’ 


Da badana:
EXCERTOS DA CRÍTICA A PROPÓSITO DA COLECTÂNEA ‘O CORONEL SARDÓNIA’, DO MESMO AUTOR:

“É um documento exemplar da arte de criar romanesco a partir de uma experiência íntima, vinda de fora para dentro e devolvida, ao diante, na sua maior dimensão humana.
Considero-o um livro exemplar. Considero-o, sem favor, o melhor documento literário deste anos de 1970.“ 
Amândio César, ‘Diário Popular’, Lisboa, 2 de Agosto de 1970 

“Formalmente, este livro intrinsecamente Angolan é obra acabada, a alinhar numa primeira fila da nova estilística ultramarina. Servindo-se de uma exposição plena de maciez verbal, Amaro Monteiro soube captar a expressão oral da classe tratada e introduzi-la no mais lídimo português, fabricando assim um desvio literário que, sem se afastar do,português, lhe atribui maior riqueza e o caracteriza e restringe a um determinado espaço. 
Na sequência de uma tradição ficcional de que se têm visto os frutos, aposto neste volume de contos como uma das mais importantes obras, no género, vindas a lume neste último biénio…“ 
David Mestre, ‘República’, Lisboa, 8 de Maio de 1971 


O Autor:
“FERNANDO AMARO MONTEIRO nasceu em 1935, em Lisboa (‘por acidente’, como usa esclarecer), de uma família com várias gerações ultramarinas (Cabo Verde e Angola). Obviamente, a foto representa-o na fase em que escreveu os, contos aqui reunidos, ou seja, no início dos seus 30 anos. 
O autor foi para Luanda com poucos meses e ali viveu até aos 20 anos, tendo sido aluno do Liceu Nacional Salvador Correia. Veio em 1955 para a Faculdade de Letras de Lisboa.
Exerceu diversas actividades públicas e privadas em Portugal, Moçambique, Angola, França, e Macau. 
Desempenhou também missões de serviço na Guiné e em Cabo Verde.
É doutor em Relações Internacionais pela Universidade Técnicas de Lisboa e Professor aposentado do Ensino Superior Particular. Autor de numerosos livros, conferencista.“ 



Do ÍNDICE: 

Do Autor 
NOTAS PREFACIAIS A UMA LEITURA 
- Por Amândio César 
AOS LEITORES 

- A terra que me escorre nas mãos 
- Joana Maluca 
- Menina Octávia 
- Coronel Sardónia 
- Chefe Noronha 
- Dona Epifania 
- Galiano Sotomaior 
- Padre Florêncio 
- Um Certo Gosto a Tamarindo 
- Marianita 
- A mulher do Júlio ou a mulher do próximo 
- Cela 
- O velório 
- Depois do fim 


Preço: 37,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘CONTACTO COM AS COMUNIDADES MUÇULMANAS DE MOÇAMBIQUE’, de Suleiman Valy Mamede - Lisboa 1970 - MUITO RARO;








Portugal & Ultramar - Detalhes da comunidade muçulmana radicada em Moçambique no período da administração colonial portuguesa 


‘CONTACTO COM AS COMUNIDADES MUÇULMANAS DE MOÇAMBIQUE’ 
De Suleiman Valy Mamede 
Edição do Autor 
Lisboa 1970 


Livro com 88 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
- Por João Filipe Salvado 
NOTA PRELIMINAR 

Chegada à Beira 
- Encontro com os dirigentes da Associação Muçulmana 
- Conferência sobre ‘O Alcorão e o Movimento Ecuménico’ no Centro Africano de Manica e Sofala 
Palavras do Presidente da Associação Muçulmana 
Promessa do Paraíso feita pelo Profeta Muhammad 
O álcool inimigo do Homem 
Muçulmanos ou Maometanos ? 
Guerra Santa 
Poligamia 
O Islão é pré-capitalista ou pró-socialista ? 
Aproximação entre homens de boa vontade 
Nome de Deus 

Chegada a Nampula 
- Recepção no aeroporto 
- Cumprimentos ao Governador do Distrito de Moçambique 
- Convívio no Hotel Portugal 

Partida para o Monapo 

Visita à Ilha de Moçambique 
- Ponte Sarmento Rodrigues 
- Cumprimentos ao Presidente da Câmara Municipal 
- Visita às Mesquitas 
- Jantar na Associação Mahometana 
- Comemoração do Dia do nascimento do Profeta Muhammad na ‘Mesquita Ismail Omar’ 
- Mesquita de Gulamo 
- Discurso do Dr. Baltazar Rebello de Souza 
- A bela vila de Quissoma 
- Conferência sobre ‘O Islão no Espaço Português’ na Liga Luso Africana de Moçambique 
Apresentação feita por Haji Abdurrazaque A. Jamú 
O asufismom
O Islão em Moçambique 
As Confrarias Religiosas Muçulmanas 
A criação da Comunidade Islâmica de Lisboa 
- Jantar de despedida 

Visita a Quelimane 
- Recepção na principal Mesquita da cidade 
- Conferência sobre ‘O Islão e o Direito’ no Centro Africano de Zambézia 
Apresentação feita por um dirigente da Comunidade Muçulmana 
O Sunismo e o Xiismo 
As fontes do Direito 
A essência do Direito Muçulmano 
- Convívio na residência do Delegado da Comunidade Islâmica de Lisboa 

Cancelamento da Ida a Vila Cabral 
- Homenagem prestada ao D. Eurico Dias Nogueira pela Comunidade Islâmica de Lisboa 
- Encontro ecuménico e singular em Lisboa 
- Discurso do Desembargador Francisco José Velozo 

De novo em Nampula 
- Conferência sobre ‘O Alcorão na actualidade’ no Cine-Teatro Almeida Garrett 
Apresentação pelo Delegado da C.I.L. 
Mandamentos da Religião Islâmica 
Mensagem do Alcorão 
Difusão do Alcorão no Mundo 
- Jantar na residência do Delegado da C.I.L. 
- Jantar de despedida na ‘Residencial Monte Carlo’ 

Nota Final 
- Levantamento da Cultura Islâmica 
- IV Congresso de Estudos Árabes e Islâmicos realizado em Lisboa e Coimbra 
- Necessidade de uma maior aproximação entre a C.I.L. e as suas congéneres do Espaço Português 
- Onomástica Islâmico Portuguesa 

Bibliografia 


Preço: 37,50€; 

África & Informação - ‘A IGREJA ANGOLANA E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL’, de Tony Neves e Fátima Kavate - Braga 1995 - Muito Raro;





África & Informação - O papel da comunicação social e da Igreja em Angola na difusão da doutrina cristã e a ética e deontologia dos jornalista na sua actividade profissional e social 


‘A IGREJA ANGOLANA E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL’ 
De Tony Neves e Fátima Kavate 
Edição Arquidiocese do Huambo 
Braga 1995 


Livro com 148 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Do ÍNDICE: 

APRESENTAÇÃO 

I. - A IGREJA ANGOLANA E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (MCS) 

I Parte 
INTRODUÇÃO 
1.1 - A COMUNICAÇÃO SOCIAL HOJE 
- 1.1 - ‘Era da Comunicação’ na ‘aldeia global’ 
- 1.2 - O ‘homem prolongado’ na era do ‘self media’ 
- 1.3 - Novas tecnologias e o ‘mundo numa pasta’ 
- 1.4 - Modelações do ‘vi, ouvi, li’ 
- 1.5 - Manipulação: Enganar ‘sem dor’ 
- 1.6 - Um direito e um dever: deontologia 
1.2 - IGREJA E COMUNICAÇÃO SOCIAL 
- 2.1 - Da ‘IntervMirifica’ à ‘Aetatis Novaes’: o Evangelho à boleia ? 
- 2.2 - Nova era e nova cultura 
- 2.3 - Opinião pública ‘intra-muros’: jornalistas ‘carteiros’ ? 
- 2.4 - O ‘tradicional’ e o ‘novo’ 
- 2.5 - ‘Medialfabetização’ ou ‘Educomunicação’ 

NOTAS BIBLIOGRÁFICAS 

II Parte 
INTRODUÇÃO 
1. - A Igreja em África (SCEAM) e a Comunicação Social 
2. - A Igreja na África Austral (IMBISA) e a Comunicação Social 
3. - A Igreja Angolana (CEAST) e a Comunicação Social 
3.1 - O ‘ontem’: as cebolas do Egipto 
3.2 - O ‘Hoje’: da ligeira abertura à nova guerra 
3.3 - O ‘amanhã’: proposta de um plano de Pastoral das Comunicações 
CONCLUSÃO GERAL 
NOTAS BIBLIOGRÁFICAS 

II. - OS LEIGOS ANGOLANOS E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HOJE 
INTRODUÇÃO 
1. - A Igreja e a Comunicação Social 
2. - Uso e possibilidades que oferecem os MCS 
- 2.1 - Ao serviço da nova evangelização 
- 2.2 - Ao serviço do diálogo com o mundo actual 
- 2.3 - Ao serviço do Homem e da Cultura 
- 2.4 - Ao serviço da comunidade humana e progresso 
- 2.5 - Ao serviço da comunidade eclesial 
3. - Urgências 
4. - A nossa acção hoje nos MCS 
NOTAS BIBLIOGRÁFICAS 

III. - TEXTOS ESCOLHIDOS 
- ‘Aetatis Novaes’ (Conselho Pontifício para Com. Sociais) 
- A CEAST e os M. C. Social (1990/94) 
- Diálogo da Igreja com os Mass Media (L. F. Proença) 
- A Destinação Universal da Informação (L. Meetrs) 
- A Presença Católica no âmbito dos MCS (Pont. C. C. Soc.) 
- Que Informação para Angola ? (J. Pinto de Andrade) 
- Nota Pastoral da Arquidiocese do Huambo 
- Ética da Comunicação Social (D. Terra) 
- Código Deontológico dos Jornalistas Portugueses 
- A Justiça e os Meios de Comunicação Social (M. Linscool) 
- A Com. Social num Programa de Pastoral Diocesana (S. Santos) 
- Alô Kamba 1 (Comissão da Juventude da Arquidiocese do Huambo) 
- Alô Kamba 2 (capa) 
- Alô Kamba 4 (capa) 
- Alô Kamba 5 (capa) 
- Dez Mandamentos do Cristão perante a Com. Social (M. Pinto) 
- Os Dez Princípios da Imprensa na Igreja (K. Donlon) 
- Oração para a viagem de regresso do Satélite (C. Matini) 


Preço: 32,50€; 

Portugal & Literatura - ‘TERRA VERDE’, de Amândio César - Braga 1969 - MUITO RARO;






Portugal & Literatura - Um conto de Natal editado pela PAX Editora de Braga deste autor multifacetado e de inúmeras actividades literárias, docentes, de crítica e jornalismo 


‘TERRA VERDE’ 
De Amândio César 
Editora PAX 
Braga 1969 


Livro com 32 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor:
“AMÂNDIO CÉSAR é nome literário de Amândio César Pires Monteiro (Arcos de Valdevez, 1921- Alto de São João, 1987), dedicou-se ao jornalismo, foi professor, poeta, ficcionista, ensaísta, contista e critico literário, tendo sido elogiado por Jorge de Sena, David Mourão Ferreira, Maria de Lourdes Belchior, Padre Manuel Fernandes, António Manuel Couto Viana, José Moreira e outros. 

Desenvolveu ainda, em Braga e em Lisboa, a actividade de Jornalista comprometido com o Estado Novo. Licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, foi Professor do Ensino Técnico. 

Foi um dos elementos do Grupo Poesia Nova e o fundador da revista Quatro Ventos (Braga, 1954-1957).“


Preço: 27,50€; 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Portugal & História - ‘VASCO ROCHA VIEIRA - TODOS OS PORTOS A QUE CHEGUEI’, de Pedro Vieira - Lisboa 1981 - Muito Raro;




Portugal & História - Uma biógrafa pormenorizada do último represente da administração portuguesa em Macau, quando este território foi devolvido à República Popular da China no ano de 1999


‘VASCO ROCHA VIEIRA - TODOS OS PORTOS A QUE CHEGUEI’ 
De Pedro Vieira 
Edição Gradiva 
Lisboa 1981 


Livro com 448 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Do PREFÁCIO: 
“Merecedor era Vasco Rocha Vieira da distinção da Ordem da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito com que a Nação assinala, ao Povo, os seus melhores filhos, para a todos servirem, pelo menos, de exemplo e de reflexão. Tal não aconteceu, o que, só por si, já é surpreendente e incompreensível; mas, mais surpreendente e mais incompreensível foi assistir à tentativa de assassinato cívico de um homem que tanto serviu o País, perpetuada através da manipulação comunicativa da chamada questão ‘Fundação Jorge Álvares’.”
António Ramalho Eanes - General, ex-presidente da República 

 
SINOPSE: 
“A memória colectiva guarda a imagem de Vasco Rocha Vieira com a bandeira nacional colada ao peito, em 19 de Dezembro de 1999, a poucas horas do retorno de Macau à soberania da República Popular da China, expressão de um processo de transição bem sucedido e último acto de uma governação que constitui um ponto alto da história de Portugal e motivo de orgulho para os Portugueses. 
 
Outra seria a memória se, em 1996, Jorge Sampaio tivesse nomeado um novo Governador para o território, como inicialmente pareceu ser sua intenção. Assim não aconteceu e o recém-eleito Presidente da República confirmou no cargo Vasco Rocha Vieira, que havia sido escolhido cinco anos antes por Mário Soares para Governador, num período complexo da vida de Macau. No entanto, a partir de então, Rocha Vieira ver-se-ia confrontado com problemas inesperados e atitudes de difícil explicação no seu relacionamento com o Presidente Sampaio. Muitos aspectos desse relacionamento surgem agora à luz do dia, permitindo aos leitores ter uma visão mais completa do papel do último representante da soberania portuguesa em Macau no encerramento do ciclo do Império.
 
O presente livro não se limita ao período de cerca de nove anos no Palácio da Praia Grande, mas percorre outras etapas da vida pública de um português que deixou uma marca de competência e de carácter no exercício das suas responsabilidades. Recuando no tempo, o testemunho de Vasco Rocha Vieira introduz-nos ainda nos bastidores da sua intervenção institucional ou de simples cidadão em fases marcantes da vida do País, do 25 de Abril de 1974 em Macau ao 25 de Novembro de 1975 ao lado de Eanes, e de chefe do Estado-Maior do Exército com apenas 36 anos a Ministro da República para os Açores nos anos de consolidação da autonomia regional.
 
Sem deixar de ser um livro sobre um menino que nasceu em Lagoa, cresceu em Moçambique até aos dez anos, foi aluno do Colégio Militar e escolheu a carreira das Armas, este é, antes de mais, um livro sobre a história recente de Portugal e sobre um dos seus protagonistas, Vasco Rocha Vieira.”


Preço: 52,50€; 

Portugal & Estado Novo - ‘GENTE COMUM - Uma História na PIDE’, de Aurora Rodrigues - Lisboa 2011 - Raro;;




Portugal & Estado Novo - A autora relata as suas vivências entre a prisão pela PIDE no final do regime ditatorial que foi derrubado a 25 de Abril de 1974… e já em pleno processo revolucionário, como activista do MRPP (partido de extrema-esquerda maoista) acaba novamente detida e encarcerada…pelo COPCON, os militares ao serviço da revolução e liderados por Otelo Saraiva de Carvalho…


‘GENTE COMUM - Uma História na PIDE’ 
De Aurora Rodrigues 
Edição 100Luz 
Lisboa 2011 


Livro com 184 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


SINOPSE: 
“ ‘GENTE COMUM - Uma história na PIDE’ é transcrito, revisto e editado, centrado nos primeiros vinte e cinco anos de Aurora Rodrigues. Da infância aos estudos, da adesão ao MRPP à prisão em Caxias, esta é a história de um testemunho marcado pela tortura e humilhação.

Entre duas tenebrosas prisões, como militante do MRPP, a violentos espancamentos e privação do sono, estes foram anos reservados a uma dura e perigosa realidade experimentada pela mulher que ‘agora’ nos relata em livro, detalhes de um passado ainda vivo na revolta da memória.

Com recolha, introdução, contextualização e notas de António Monteiro Cardoso e Paula Godinho, o livro traça-nos ainda uma viagem pelas suas vivências no Alentejo, região onde ‘granjeou consciência de si e do mundo, pelo contexto social, histórico e político’ de então.”


A Autora: 
“Pouco depois de aderir ao MRPP, em 1972, na sequência do brutal assassinato pela PIDE do camarada de curso José António Ribeiro Santos, Aurora Rodrigues é detida pela polícia política e levada para a prisão de Caxias, onde será torturada barbaramente durante três meses.

A então jovem de 21 anos esteve impedida de dormir cerca de 450 horas; em paralelo, sofreu espancamentos e passou por várias práticas de tortura, tendo o apoio de familiares e amigos e a memória do camarada Ribeiro Santos sido fundamentais para resistir às atrocidades a que foi submetida.

Libertada, vive a Revolução de forma intensa, envolvendo-se mais profundamente no trabalho partidário até ser de novo detida com várias centenas de camaradas, desta vez por iniciativa do COPCON.

Nunca baixando os braços e olhando os torcionários de frente, ‘GENTE COMUM - Uma história na PIDE’ é um relato de uma jovem de grande valentia e de uma mulher extraordinária que lutou intensa e corajosamente pelos seus ideais. Esta é a sua história, agora partilhada com os leitores.“


Preço: 27,50€; 

Portugal Continental & Insular - ‘MEMÓRIAS DAS ILHAS DESAFORTUNADAS’, de Manuel Barbosa - Coimbra 1981 - Raro;





Portugal Continental & Insular - As vivências dos açoreanos das diversas ilhas do arquipélago do atlântico 


‘MEMÓRIAS DAS ILHAS DESAFORTUNADAS’ 
De Manuel Barbosa 
Edição do Autor 
Coimbra 1981 


Livro com 214 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Preço: 27,50€;