terça-feira, 28 de abril de 2026

Angola & Moçambique - Lote de 5 exemplares de ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - Lisboa 1978/1982 - MUITO RARO;







Angola & Moçambique - Um lote dos 5 exemplares desta magnífica publicação que editou inúmeros estudos de levantamos arqueológicos efectuados no continente africano, nomeadamente nas suas antigas províncias ultramarinas portuguesas 


Lote de 5 exemplares de: 
‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ 
Redactor: Miguel Ramos 
Edição da Junta de Investigações Científicas do Ultramar 
Secção de Pré-História e Arqueologia 
Lisboa 1979/1982 


1. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 1 
Exemplar com 74 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1978 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
As pinturas rupestres de Galanga (Angola)
- J. R. Santos Júnior e Carlos M. N. Ervedosa 
Nota acerca de achados de cerâmica chinesa no Zumbo (Moçambique)
- Miguel da Fonseca Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Noticiário 
Necrologia 


2. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 2 
Exemplar com 74 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1979 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Gravuras rupestres de Monte Negro (Angola) 
- Miguel Ramos 
Contribution portugaise à l’étude archéologique de la vallée du Zambèze 
- Miguel da Fonseca Ramos 
Projecto de remoção e reconstituição de uma torre de um forte português em África 
- Miguel da Fonseca Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Noticiário 


3. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 3 
Exemplar com 88 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1980 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Nota acerca de um esferóide, do tipo ‘bola’ encontrado na área de Hoque (província do Lubango - Angola) 
- Miguel Ramos 
Le gisement acheuléen de Capangombe - S.to António (Angola) 
- Miguel Ramos 
L’age du feu dans le nord-est de l’Angola 
- João Vicente Martins 
Espólios sepulcrais timorenses 
- Miguel Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Museu Nacional de Arqueologia - Uma hipótese de ruptura 
- Miguel Ramos 
Colheita de Amostras para datação pelo radiocarbono (C 14) 
- Miguel Ramos 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré-história de Angola 
Resumos 
Noticiário 
Necrologia 


4. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 4 
Exemplar com 100 páginas, profusamente ilustrado (fotografias, desenhos e mapa) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1981 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Prospections et fouilles préhistoriques en République Centrafricaine 
- R. de Bayle des Hermes 
As escavações de Capangombe e o problema da M.S.A. no SW de Angola 
- Miguel Ramos 
Pedras furadas do Nordeste de Angola 
- J. Vicente Martins 
Acerca da metodologia da cerâmica da Idade do Ferro em Moçambique 
- M. Conceição Rodrigues 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré-história (Angola ) 
- Livia Ferrão 
Resumo 
Noticiário 


5. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 5 
Exemplar com 84 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1982 

Do ÍNDICE 

Editorial - R. de Bayle des Hermes 
Le matériel de broyage des sites des dhars Tichitt et Walata - (République Islamique de Mauritanie) Essai d’élaboration d’une liste-type 
- Sylvie Amblard 
L’outillage pédonculé Atérien de Tabelbala (Sahara algérien) - (Collection César de l’Institut de Paléontologie Humaine) 
- Belaouane Djemila 
Le Paléolitique du Sud-ouest de l’Angola - vue d’ensemble 
- Miguel Ramos 
Os ‘Pemba’ (trincheiras defensivas) no Nordeste de Angola 
- João Vicente Martins 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré história - Angola 
Resumos 
Noticiário 


Exemplares de muito difícil localização. 
MUITO RAROS. 


Preço: 150,00€; (LOTE COMPLETO) 

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Portugal & Guerra Colonial - ‘DIÁRIO DA GUINÉ’ - 2 Volumes - de Mário Beja Santos - Lisboa 2008 - Raros;







Portugal & Guerra Colonial - O autor descreve nesta obra, em dois magníficos volumes muito cuidados graficamente e ilustrados, de forma pormenorizada o período da sua comissão militar em terras de Soncó na ex-província ultramarina portuguesa da Guiné entre os anos de 1968/70, como se fosse um diário muito pessoal, mas enquadrado no que era entendido como a guerra em quadrícula com as restantes unidades militares das várias especialidades e os camaradas e amizades que se fizeram naquela cenário de guerra contra os guerrilheiros do PAIGC 


‘DIÁRIO DA GUINÉ’ - (1968-1969) - I Volume 
Na Terra dos Soncó 
De Mário Beja Santos 
Edição Círculo de Leitores / Temas & Debates 
Lisboa 2008 

Livro de capas duras, com 365 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 

Da contracapa:
“Era uma vez um menino alferes que chegou à Guiné e foi lançado no regulado de Cuor, no Leste, em 1968. A sua missão principal era proteger o rio Geba, garantindo a sua navegação, indispensável para a continuação da guerra. O alferes comandava dois aquartelamentos e alguns dos soldados mais valentes do mundo: caçadores nativos e milícias, gente que vivia no Cuor, em Missirá e em Finete. Mas havia outra missões, para além de proteger o rio: emboscar, patrulhar, minar, atacar e defender, garantir um professor para as crianças, reconstruir quartéis flagelados, levar os doentes ao médico, praticar a justiça com o régulo, um destemido Soncó, neto de Infali Soncó que derrotara Teixeira Pinto no dealbar do século XX. Era uma vez um alferes que aprendeu a trabalhar com um morteiro 81, a emboscar na calada da noite, a enterrar os mortos e a levar os moribundos às costas. Era um vez um alferes que se deslumbrou com as terras dos Soncó e que resolveu escrever um diário para se manter vivi e lembrar aos entes queridos que se estava a fazer um homem. A partir daquela guerra, Cuor e os Soncó viveram sempre no coração do alferes. Era uma vez…“ 

O Autor:
“MÁRIO BEJA SANTOS é assessor principal da Direcção-Geral do Consumidor. Autor dos programas televisivos ‘10 Milhões dê Consumidores’ e ‘Come e Cala’, colaborou ininterruptamente na rádio durante mais de vinte anos, escreve na imprensa diária e regional, é autor de livros sobre consumo, consumidores e qualidade de vida. Professor do ensino superior, fundador da União Geral de Consumidores e da Plataforma Saúde em Diálogo, foi vice-presidente do Conselho Consultivo de Consumidores da Comissão Europeia e Director da Associação Europeia de Consumidores.“ 


Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Nota explicativa para o blogue onde nasceu esta narrativa 
Comentário de Virgínio Briote, co-editor do blogue ‘Luís Graça e Camaradas da Guiné’m
Nota explicativa para os leitores deste diário de guerra 
Agradecimentos 

- Agosto de 1968 
- Setembro de 1968 
- Outubro de 1968 
- Novembro de 1968 
- Dezembro de 1968 
- Janeiro de 1969 
- Fevereiro de 1969 
- Março de 1969 
- Abril de 1969 
- Maio de 1969 
- Junho de 1969 
- Julho de 1969 
- Agosto de 1969 
Glossário 
Leituras de guerra 
Músicas de guerra 



‘DIÁRIO DA GUINÉ’ - (1969-1970) - II Volume 
O Tigre Vadio 
De Mário Beja Santos 
Edição Círculo de Leitores / Temas & Debates 
Lisboa 2008 

Livro de capas duras, com 440 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
Excelente. 
Raros; 


Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 
Pré-texto 
- Por Luís Graça 
Um PRÓLOGO (quase) necessário 

- Agosto de 1969 
- Setembro de 1969 
- Outubro de 1969 
- Novembro de 1969 
- Dezembro de 1969 
- Janeiro de 1970 
- Fevereiro de 1970 
- Março de 1970 
- Abril de 1970
- Maio de 1970 
- Junho de 1970 
- Julho de 1970 
- Agosto de 1970 
Glossário 
Leituras de Guerra 
Músicas de Guerra 


Preço: 92,50€; 

sábado, 18 de abril de 2026

Portugal & Guerra do Ultramar - Revista ‘HISTÓRIA’, n. 35 - Dez. 2021 - (‘FACES OCULTAS DA GUERRA COLONIAL’) - Porto 2021 - Raro;






Portugal & Guerra do Ultramar - O conflito militar que o país enfrentou nas suas antigas províncias ultramarinas de África entre 1961 e 1974 (Angola, Guiné e Moçambique) e que acabou por contribuir decisivamente para a 25 de Abril o derrube do regime do Estado Novo pelos militares, e as consequências no contigente militar que ficou com graves sequelas e constituíram os Deficientes das Forças Armadas, analisadas e expostas, dado que ainda é um assunto muito pouco divulgado na história da Guerra Colonial 


Revista ‘HISTÓRIA’, n. 35 - De Dezembro de 2021. 
‘FACES OCULTAS DA GUERRA COLONIAL’ & 
‘CAMINHOS QUE LEVARAM A 13 ANOS DE GUERRA COLONIAL’
Director-Geral: Domingos de Andrade - Directora: Inês Cardoso 
Porto 2021 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.



Temas em destaque: 
- ‘FACES OCULTAS DA GUERRA COLONIAL’ 
‘O conflito traumático do Portugal contemporâneo e a luta dos deficientes das Forças Armadas.’ 
- ‘TREZE ANOS A ANDAR RAPIDAMENTE E EM FORÇA’, texto de Pedro Olavo Simões 
‘A Guerra Colonial (1961-1974) era o inevitável destino do regime salazarista, que via no império condição essencial à sua durabilidade e que, face à incontornável emergência do movimento descolonizador após a Segunda Guerra Mundial, fez finca-pé numa ideia falsa de execionalidade nacional. Antes de dar a palavra a quem lá andou, deixamos uma breve pincelada sobre como lá se chegou.’ 
‘Impérios Portugueses’ 
‘A salvo dos ventos de mudança’ 
‘As revoltas de 1961’ 

- ‘VIDAS MOLDADAS A FERRO E FOGO’ 
Texto de Pedro Olavo Simões e fotografias de Leonel de Castro 
‘Escondidos pelo regime tombado em 1974, os deficientes das Forças Armadas uniram-se na sua associação e conquistaram, lutando, o reconhecimento da dignidade e os direitos que lhes eram devidos. E reinventaram, cada um no seu universo pessoal, vidas diferentes mas plenas e ricas. Deles são estas páginas.’ 
“Antes Nosso Senhor o levasse.” 
- Francisco Janeiro, ferido em Moçambique 
- Ilídio Lázaro, comando em Moçambique 
- João Simão, ferido em Angola  
‘As grandes batalhas por direitos’ 
- José Silva, ferido na Guiné 
- João Vasconcelos, combatente em Angola 
‘Consciência política inexistente’ 
- Nicolau Azevedo, ferido em Moçambique 
- Manuel Sousa, ferido em Moçambique 
‘Ambições perdidas’ 
- António Marques, ferido na Guiné 
- Fernando Ribeiro, ferido em Moçambique 
‘Sair do Abismo’ 
- Albino Loureiro, ferido em Moçambique 
- Silvério Rodrigues, ferido na Guiné 
- José Guerreiro de Sá, ferido em combate 
- Arlindo Santos, ferido em Angola 
‘Vidas reinventadas’ 
‘Os que não se desfardaram’ 
- Armando Alves, ferido em Moçambique 
‘Lázaro, erguido dos mortos’ 
- António Neves, comando ferido em Angola 

Cinema e História 
- ‘O TABU DA GUERRA’, por João Antunes (crítico de cinema) 
‘Apesar da existência de várias abordagens ao tema, a reflexão sobre a Guerra Colonial no cinema ainda não é uma prática corrente entre nós. Por um lado, parece haver resistências emocionais à abordagem do problema;  por outro lado, há em Portugal uma endémica falta de meios para levar a cabo produções realistas e rigorosas.’ 

- ‘AS LISTAS DOS DEPUTADOS ÀS PRIMEIRAS CORTES CONSTITUINTES’ 
Texto de Vital Moreira e José Domingues 


Preço: 32,50€; 

Cabo Verde & Literatura - ‘TERRA TRAZIDA’, de Manuel Ferreira - Lisboa 1980 - Raro;





Cabo Verde & Literatura - Uma das obras mais importantes sobre as vivências do arquipélago e dos seus habitantes 


‘TERRA TRAZIDA’ 
De Manuel Ferreira 
Edição Plátano 
Lisboa 1980 


Livro com 172 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


O Autor: 
“MANUEL FERREIRA - Nasceu em Gândara dos Olivais – Leiria em 1917. Concluiu o curso de Farmácia e o curso de Ciências Sociais e Política Ultramarina, tendo frequentado ainda a Faculdade de Letras de Lisboa.
De 1941 a 1947 destacado como expedicionário em Cabo Verde, ali casa e lhe nasce o filho mais velho. Nestes seis anos convive com o grupo da revista Claridade e exerce decisiva influência no aparecimento do grupo Certeza.
Entretanto permanece seis anos na Índia e dois anos em Angola. 
Colaboração dispersa pela Revista Vértice, Seara Nova, 'Cultura e Arte' d’'O Comércio do Porto', Página Literária do 'Diário de Lisboa, Revista de Portugal, 'Ocidente', 'Estudos Ultramarinos', 'Colóquio/Letras', 'Província de Angola', e outros. 
Foram-lhe atribuídos os prémios Fernando Mendes Pinto para 'Morabeza', Ricardo Malheiros para 'Hora di Bai', Imprensa Cultural para 'A aventura crioula'.
Esta longa experiência ultramarina vai ser decisiva na sua carreira de escritor e explicar a predominância da motivação africana na sua actividade literário, traduzida não só na ficção como no ensino, na literatura infantil, e em artigos, colóquios, etc.”



Do ÍNDICE: 

Abertura 
Dedicatória 
- Puchinho
- Bélinha foi ao baile pela primeira vez
- Dia domingo em casa de amigos
- O cargueiro tornou ao Porto
- Antonieta
- Filipe, cabeça de peixe
- D. Ester, chá das cinco
- Amarito
- Uma flor entre os cardos
- Nhô Vicente, conte a história toda
- Os Mandongues de Pujinho Sema
- A visita de nha Joana
- Quando as chuvas não voltam mais
- Nha dos Ramos
- A raiva de nhô João

Glossário 


Preço: 37,50€; 

Portugal - ‘TEM COISAS, TI MANEL, TEM COISAS…’, de Camilo Mortágua - Lisboa 2010 - Raro;






Portugal - O autor, depois de uma vida dedicada ao combate contra a ditadura do Estado Novo, estabeleceu-se no Alentejo onde se dedicou à vida rural 


‘TEM COISAS, TI MANEL, TEM COISAS. TEM COISAS MÁS DE ENTENDER…
MANDARAM FAZER A AÇORDA E AGORA NA A QUEREM COMER!’
Moda popular alentejana 
De Camilo Mortágua 
Edição Esfera do Caos 
Lisboa 2010 


Livro com 104 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“NOVAS UTOPIAS, 
PARA RESOLVER 
VELHOS PROBLEMAS 
Uma crítica política e social do Portugal contemporâneo, escrita por que acredita nas virtudes do desenvolvimento rural e da abordagem local.

PALAVRAS SIMPLES, 
PENSAMENTOS
RÚSTICOS 
Diz o poeta que ‘a canção é uma arma’. 

Se a canção é uma arma, sê-lo-à essencialmente pelo discurso.
Se o discurso é a arma, as palavras que o compõe são as munições…
As balas ! 
Mas as palavras só são como balas quando despidas das roupagens de disfarce que lhes deturpam os sentidos e as desviam dos alvos genuínos. As palavras, para atingirem a força e o impacto das balas, têm de ser usadas como vieram ao mundo, nuas e portadoras de futuro. Só assim podem ser munições eficazes para o combate democrático. “ 


O Autor:
“CAMILO MORTÁGUA 
Entre os inimigos de Salazar que lutaram de armas na mão contra o Estado Novo destacaram-se dois homens: Camilo Mortágua e Hermínio da Palma Inácio - os últimos revolucionários românticos. A eles se devem os golpes mais espectaculares que abalaram a ditadura. Mas a história da acção directa contra o regime há-de reservar a Camilo Mortágua um capítulo muito especial, pela sua perseverança na luta, ao longo de mais de vinte anos, iniciada em Janeiro de 1961, com a participação na ‘Operação Dulcineia’ - o desvio do paquete português ‘Santa Maria’ - e prosseguida com o assalto ao avião da TAP, em Marrocos, no mesmo ano, e com a LUAR, de que foi um dos fundadores, até ao 25 de Abril. 

Nos últimos anos tem trabalhado na concepção e implementação de programas e projectos de desenvolvimento local, assim como na mobilização de pessoas e grupos socialmente desprotegidos e na animação e organização de comunidades em risco de exclusão. 

Presidente da DELOS Constellation, Association International pour le Développement Local Soutenable (1994-2002). Co-fundador e primeiro Presidente da ACVER, Associação Internacional para o Desenvolvimento e Cooperação de Comunidades Locais. Presidente da APURE, Associação para as Universidades Rurais Europeias. Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Portuguesa.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Por José Ferragolo da Veiga 

Tem coisas, ti Manel, tem coisas 
Razão de ser 

Os sujos filhos da mãe 

Parte 1 
COLOCANDO A MOLDURAC
- As cidades e os campos. Os urbanos e os rurais 
- Por um conceito de desenvolvimento rural 

Tem coisas, ti Manel, tem coisas…
Filosofias enchem barrigas? 
Pensamentos rústicos 

Parte 2 
O RECHEIO DA MOLDURA 
- A importância da abordagem local em todas as frentes das luta políticas, sociais e económicas 
- Por um novo equilíbrio social, económico e político entre os diferentes sectores da actividade humana 

Os novos deuses 
Novas utopias, para resolver velhos problemas 
Reflexões rurais 

Por uma outra segurança social 

Tem coisas, ti Manel, tem coisas… 
Uma questão de género 


Preço: 27,50€; 

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Moçambique - História & Arquitectura - ‘IBO - A Casa e o Tempo’, de Júlio Carrilho - Lisboa 2015 - RARO;




Moçambique - História & Arquitectura - O património histórico e arquitectónico da ilha do IBO 


‘IBO - A Casa e o Tempo’ 
De Júlio Carrilho 
Edição Caleidoscópio 
Lisboa 2015 


Livro de capas duras, com 212 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO; 



SINOPSE:
“Ao fim de muitos anos de tentar dirigir esta máquina de pensar, que é a Faculdade de Arquitectura e de Planeamento Físico, são trabalhos como este que me dão alguma certeza de que, afinal, valeu a pena insistir na criação de uma tradição de pensamento, de uma atitude mental e de um espírito de constante curiosidade e intransigência intelectual e científica. Mas, e sobretudo, um espírito aberto à universalidade do saber que reconhece sem paternalismos as sofridas e sofisticadas ciências da sobrevivência e dos conhecimentos que se aprendem no leite da mãe, no exemplo do pai e no esforço da comunidade. Só com estas armas mentais e com estes instrumentos emocionais se pode fazer justiça a uma cultura que não se encaixa nos códigos da escrita, da formula abstracta e da erudição livresca ou literária. “


O Autor: 
“JÚLIO CARRILHO, Arquitecto Moçambicano, douturado pela Universidade de Roma, professor na Universidade Eduardo Mondlane, enfoque na abordagem e compreensão dos processos de transformação territorial de matriz orgânica nos espaços urbanos ditos informais.” 



Turismo no arquipélago das Quirimbas
Ilha de Ibo, um encanto decadente 
Expresso, 30 de Setembro
Paola Rolletta


A ilha do Ibo - no arquipélago das Quirimbas - é um destino que começa a aparecer nos roteiros turísticos mais sofisticados a cinco e seis estrelas, como Quilálea e Matemo. 

O Ibo ainda mantém um ar decadente, e já despertou o interesse nacional e internacional pelo grande património arquitectónico que possui, pelo que representa na história dos povos português e moçambicano. 

"Casas de pedra e limo, bichos obstinados na sua quietude. Pacientes, embalados pelo vaivém das marés. Deixando que o sal lhes carcuma a pele por terem desde há muito desistido de contrariar o tempo", escreveu numa estória da ilha, João Paulo Borges Coelho. 

As ruínas das casas, as ruínas das varandas, elemento tão característico da ilha, as ruínas das estradas, tudo isto foi levantado e estudado pela Faculdade de Arquitectura e Planeamento Físico (FAPF) de Maputo e publicado agora em livro, "Ibo - a Casa e o Tempo" pela pena de Júlio Carrilho, poeta e arquitecto e oriundo do Ibo. É apresentado ao público, em Maputo, juntamente com "Pemba, as Duas Cidades", levantamento da cidade de cimento e da "informal": a expansão recente da antiga Porto Amélia é constituída da adaptação à resistência permanente no ambiente urbano de uma tipologia de casa pré-colonial transformada e evoluída através de uma sabedoria antiga e ainda viva.

A ilha do Ibo já foi um terra de comércio de escravos. Quando a capital dos grupo de ilhas Quirimbas foi mudado para Pemba, a ilha do Ibo já não foi mais nada. Ficou refém das marés vivas e do esquecimento do tempo, com as varandas sempre mais vazias e sempre mais decadentes. Já se pensou fazer dela o centro de Zona Especial de Turismo, mas não deu em nada. 

Hoje o ambiente é mais favorável e muito se deve à mudança de mentalidade da qual a FAPF é certamente uma das principais mentoras, com o director José Forjaz e uma equipa de arquitectos moçambicanos e italianos que estão a levar a cabo o levantamento do património arquitectónico moderno moçambicano. 

Em Moçambique, onde os monumentos históricos não são certamente uma presença significativa, parece ainda mais importante tutelar este património arquitectónico que constitui a cara mais evidente das cidades de cimento, seja pela qualidade específica seja pela dimensão e o papel urbano, elemento importante pelo turismo urbano e sustentável, actual aposta de desenvolvimento.

"Ibo- a casa e o tempo" tem o aspecto mais de um diário de viagem do que um tratado de arquitectura. Júlio Carrilho, entre plantas urbanas e fotos de edifícios, relata as entrevistas feitas com os velhos habitantes que todos os segredos sabem das casas, das argamassas, da cal e das ervas usadas para ser mais forte. Reconhece um espaço especial a quem quando a maré não deixa pescar, come apenas maçanicas. 

E faz um acto de amor para com a sua ilha, alimentando o optimismo da convicção de que "também o presente ciclo de degradação e um certo marasmo será ultrapassado pela redescoberta da riqueza natural, de novas vocações para o relançamento económico e social e da importância do património tangível e intangível das ilhas no seu conjunto e do Ibo, em particular".


Preço:  0,00€; (Indisponível);

África - FRELIMO & Revolução - ‘FORÇAS ARMADAS DE MOÇAMBIQUE - FPLM’ - Maputo 1981 - MUITO RARO;




















África - FRELIMO & Revolução - Livro com edição do Ministério da Defesa de Moçambique e dedicado ao enaltecimento das FPLM (Forças Populares de Libertação de Moçambique), a estrutura militar da FRELIMO do período da guerra contra a administração colonial portuguesa de 1964-1974 e se transformou nas Forças Armadas do novo país após a independência a 25 de Junho de 1975 


‘FORÇAS ARMADAS DE MOÇAMBIQUE’
FPLM - Braço Armado do Povo 
Edição da Direcção Nacional de Propaganda e Publicidade 
MINFO - Ministério da Defesa da R. P. de Moçambique 
Maputo 1981 


Livro com 40 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da Abertura: 
“Moçambicanas e Moçambicanos: Operários e camponeses, trabalhadores das plantações, das serrações e das concessões, trabalhadores das minas, dos caminhos de ferro, dos portos e das fábricas, intelectuais, funcionários, estudantes, soldados moçambicanos do exército português, homens, mulheres e jovens, patriotas: 

   Em vosso nome, a FRELIMO proclama hoje, solenemente, a insurreição geral armada do povo moçambicano, contra o colonialismo português, para a conquista da independência total e completa de Moçambique. O nosso combate não cessará senão com a liquidação total e completa do colonialismo português.“ 


Da contracapa: 
“25 de Setembro 
dia histórico para o nosso Moçambique 
dia triste por causa dos mártires tombados 
e dia feliz pelo encorajamento do nosso povo 
25 de Setembro 
contigo estivémos 
contigo estamos 
e contou estaremos eternamente.


Preço: 97,50€; 

Portugal - PREC & Descolonização - Revista ‘VISÃO’, n. 581 - 22.04.2004 - (‘Fotos de Sebastião Salgado - 30 ANOS 25 DE ABRIL’) - Lisboa 2004 - MUITO RARO;














Portugal - PREC & Descolonização - Algumas das mais significativas fotografias do mundialmente conhecido fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado que captou no período revolucionário a que se seguiu ao 25 de Abril de 1974 e no processo de descolonização em Angola e Moçambique 


Suplemento d Revista ‘VISÃO’, n. 581 - De 22 de Abril de 2004.
‘As Fotos de Sebastião Salgado - ESPECIAL 30 ANOS 25 DE ABRIL’ 
EDIÇÃO HISTÓRICA 
Lisboa 2004 


Exemplar com 34 páginas, totalmente ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO; 



Da Abertura: 
“O FOTÓGRAFO DA REVOLUÇÃO 

Este suplemento especial da ‘VISÃO’ é inteiramente preenchido com fotos, muitas delas inéditas em álbum, obtidas em Portugal por Sebastião Salgado nos anos de brasa de 1974-1975. 
Brasileiro radicado em França, Sebastião Salgado - hoje um dos mais famosos e geniais fotógrafos do mundo, bem conhecido dos nossos leitores por termos divulgado uma parte significativa da sua obra - viveu entre nós com a família durante oito meses, em 1975. Da casa alugada na Graça, em Lisboa, partia para o ‘país real’ e ainda para Angola e Moçambique (quase sempre ‘à boleia’ da Força Aérea), fotografando as cenas do PREC e do processo de descolonização. Recorda ainda com saudade as bichas para o pão em que as pessoas discutiam tudo ou as deslocações profissionais da sua mulher, Lélia, também repórter fotográfica, ao Palácio de Belém, confiando o filho pequeno aos soldados da GNR. 
Nascido em 1944, em Aimorés, Minas Gerais, Sebastião Salgado estudou Economia em São Paulo, EUA e Paris. Foi só depois de se ter entusiasmado a captar imagens com a máquina de Lélia durante uma viagem por África que se decidiu a abraçar a carreira que o celebrizaria (antes trabalhara como economista para a Organização Mundial do café). Depois de ter colaborado com a Sygma e a Gamma, integrou a prestigiosa cooperativa Magnum. Estabelecido em Paris, fundou aí a Amazonas Images. 
Após a estada em Portugal, Salgado percorreu durante sete anos regiões remotas da América Latina, recolhendo imagens para o livro e a exposição ‘Outras Américas’, uma reflexão sobre a vida e a resistência cultural dos camponeses índios. Em meados da década de 80 trabalhou 15 meses com a NOG Francesa ‘Médicos Sem Fronteira’ nas estepes africanas do Sahel. De 1986 a 1992 focalizou a sua atenção no tema ‘Trabalho’, objecto de uma exposição que correu mundo e inaugurou o CCB, em Lisboa. A exposição ‘Êxodos’ (patente em 2000 no Pavilhão de Portugal do Parque das Nações, com o patrocínio da ‘VISÃO’) é outro momento alto da sua obra. Ambos estes trabalhos foram em devido tempo publicados em fascículos pela nossa revista. 
Sebastião Salgado foi este ano presidente do Júri do Prémio ‘VISÃO’ Fotojornalismo.


Preço: 42,50€; 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘MEMÓRIAS DO SOFRIMENTO - Na guerra em Moçambique (1966-1968)’, de Alfredo Fonseca - Arganil 2001 - MUITO RARO;


























Portugal & Guerra do Ultramar - O autor, descreve através dos seus apontamentos os factos ocorridos na guerra em Moçambique, da CART 1542 que cumpriu a sua missão no norte desta antiga província ultramarina portuguesa da África Oriental 


‘MEMÓRIAS DO SOFRIMENTO’
Na guerra em Moçambique (1966-1968) 
De Alfredo Fonseca 
Edição do Autor 
Composição e impresso na Empresa ‘A Comarca de Arganil, L.da’ 
Arganil 2001 


Livro com 208 páginas, muito ilustrado (fotografias e um mapa) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor: 
“ALFREDO FONSECA 
Nasceu em Vale de Açores, freguesia de S. Paio de Mondego em 31/05/1944, filho de Francisco dos Santos Fonseca e Mabília de Jesus Santos.
Reside em S. Pedro de Alva. 
Habilitações literárias: exame de admissão aos liceus. 
Iniciou a actividade profissional como alfaiate. 
Participou na guerra colonial em Moçambique, em zona de risco, de 1966 a 1968. 
Casado com Maria da Conceição Martins Fonseca, é pai de quatro filhos, três rapazes e uma rapariga. 
Foi autarca entre 1972 e 2001: três mandatos como Secretário; três como Presidente da Junta; e um como Presidente da Assembleia de Freguesia. 
Actualmente é sócio-gerente de uma empresa de comercialização de móveis e eletrodomésticos.“ 



Do ÍNDICE: 

Cronologia 

PREÂMBULO 
- Por Celestino Ferreira da Costa (Major reformado) 

APRESENTAÇÃO 

Capítulo I - Breves apontamentos sobre as minhas origens e infância 
Capítulo II 
Capítulo III - Efectivos - CART 1542 
Capítulo IV 
Capítulo V 
Capítulo VI - ‘Operação Maldita’ 
Capítulo VII 
Capítulo VIII 
Capítulo IX 
Capítulo X 
Capítulo XI 
Capítulo XII 
Capítulo XIII 
Capítulo XIV 
Capítulo XV 
Capítulo XVI 
Capítulo XVII 
Capítulo XVIII 
Capítulo XX 
Capítulo XXI 
Capítulo XXII 
Capítulo XXIII 
Capítulo XXIV 
Capítulo XXV 
Capítulo XXVI 
Capítulo XXVII 
Capítulo XXVIII 
Capítulo XXIX 
Capítulo XXX 
Capítulo XXXI 
Capítulo XXXII 
Capítulo XXXIII 
Capítulo XXXIV 
Capítulo XXXV 
Capítulo XXXVI 
Capítulo XXXVII 
Capítulo XXXVIII 
Capítulo XXXIX 
Capítulo XL - Baixas em combate (mortos e feridos) 

Agradecimentos 


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