sexta-feira, 15 de maio de 2026

Angola & História - ‘MPLA - A REVOLUÇÃO TRAÍDA - 13 Teses da minha Defesa - NITO ALVES’ - Luanda 2021 - MUITO RARO;









Angola & História - 


‘MPLA - A REVOLUÇÃO TRAÍDA’
13 Teses da minha Defesa - NITO ALVES 
Prefácio de José Reis 
Posfácio de Manuel Santis Torres 
Edição ELIVULU 
Luanda 2021 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa: 
“…Mas quando a minha conversa teve lugar com Frank Carlucci, já a CIA estava bem entrincheirada em Angola e pretendia expulsar a influência soviética pela força e não dialogar com o MPLA…
…A CIA, por sua vez, em 1976, já dispunha de 83 agentes na Angolan Task Force no terreno, num plano de estreita cooperação com a África do Sul ‘e com os chineses, que apoiariam a UNITA e a FNLA na sua luta contra os soviéticos, a quem disputavam o aumento de influência em África’.“
Rui Mateus, ‘CONTOS PROIBIDOS - Memórias de um PS Desconhecido’ 

“…Há algumas semanas, descobri um relatório redigido pela CIA, intitulado ‘The Angolan Leadership: current perspectives and prospects after Neto’. Foi escrito por Randy Pherson e publicado em Dezembro de 1978. Actual presidente da próspera ‘Pherson Associates’, ‘especializada na oferta de formação em técnicas analíticas avançadas, destinadas a analistas que trabalham como métodos analítico básicos de espionagem, contra-terrorismo, contra-informação, negação e engano e segurança interna’, tive esperança de o poder entrevistar, mas, depois de responder a um primeiro e-mail, Randy remeteu-se a um silêncio obstinado… Embora Randy se tenha recusado a conversar comigo, outro norte-americano mostrou-se mais aberto e comunicativo. Refiro-me ao embaixador Don McHenry, um afro-americano que foi vice-representante dos Estados Unidos nas Nações Unidas, entre 1977 e 1979, e exerceu funções como representante permanente entre 1979 e 1981. Numa conversa telefónica, falando do seu gabinete na Universidade de Georgetown, disse-me que tivera uma boa reação com Neto. A,nos mantiveram o que descreveu como ‘conversações produtivas’, em 1977, 1978 e 1979. Segundo McHenry, ao longo deste período, ‘Neto mostrou-se muito interessado em criar uma relação com Os Estados Unidos’… Não obstante, é com surpresa que oiço o embaixador admitir a presença de várias personalidades norte-americanas em Luanda, no dia 27 de Maio de 1977. ‘A nossa presença não era segredo’ disse. Estivermos lá, durante vários dias, e falámos com Lopo do Nascimento (o primeiro-ministro)…“ 
Lara Pawson - ‘EM NIME DO POVO - O Massacre que Angola Silenciou’ 

“…O fantasma de um pretenso ‘grupo Nito’, o fantasma do ‘Golpe de Estadi’ é, como ficou exaustivamente e objectivamente denunciado, demonstrado e desmontado ao longo da minha defesa, uma criação de iniciativa e responsabilidade histórica das forças da reacção interna objectivamente ao serviço do imperialismo, que, para tanto, consertou a sua acção com as forças externas da reacção mundial. São agentes provocadores da própria DISA quem montou o fantasma, como se viu nos documentos comprovados do ponto de vista jurídico, cuja validade jamais seria contestada em nenhum tribunal do mundo. Mas os verdadeiros réus são os advogados da pequena e média burguesia, os conscientes defensores da reacção interna. A aliança reaccionária entre à direita, os anti-comunistas e os maoistas são a expressão do instrumento político-ideológico daquela base social, cuja ampla plataforma é o anti-sovietismo…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Defesa’, 1977 


Da BADANA: 
“…As exigências que acabo de formular não ultrapassam o aspecto formal. A questão de fundo, como claramente venho demonstrando ao longo deste extenso documento que trago à vossa consideração, situa-se em termos ideológicos e de princípio e a História, por mera casualidade perante mim a pesada e inadiável responsabilidade de classificar profundamente o fenómeno em curso, de forma a que os mais altos ideais revolucionários dos operários, dos camponeses, dos intelectuais revolucionários, dos sectores patrióticos da burguesia, em suma, de todo o povo que se levantou em armas há cerca de 16 anos, irmanados numa ampla frente nacional anti-imperialista que é o MPLA, dizendo não à exploração do homem pelo homem e que há pouco definiu sem ambiguidades a sua opção socialista, não sejam traídos por manobras tecidas por oportunistas de todos os países, por manipulações reaccionárias alicerçadas na santa aliança de sociais-democratas e maoistas que embora se sirvam da capa do marxismo-Leninismo, mais não fazem quedavam um fosso cada vez mais profundo entre o MPLA e o movimento revolucionário mundial em geral e o campo socialista em particular, de forma a criar as condições para a implantação de um regime neo-colonial, para uma real e efectiva dependência face ao capitalismo internacional…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Dedesa’, 1977 

“… Olhando as coisas sob um prisma da contra inteligência, eis como estão a proceder, neste momento, em Angola, os presumíveis oficiais da CIA que, segundo fontes citadas, estão infiltrados na DISA para operações contra-revolucionárias de destabikização política… Essa política tem de acabar definitivamente, há que negar a condução de revolução seguida até agora; esta é uma imperiosa necessidade que se impõe. Não se trata de um quadro nauseante de luta de influências - é falso e reaccionário apresentar assim o problema. É o próprio futuro da revolução que está em causa…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Defesa’, 1977 

“Tamanho é o manancial de provas que nos revelam aquelas treze questões, grandes na denúncia, que só por si são a arma de arremesso contra os que urdiram a trama. Não fosse assim e não teriam suportado os horrores da tortura e sucumbido, todos aqueles que, em algum momento, passaram os olhos por tão odiadas páginas, ou que a mera suspeita do carrasco assim o tivesse ditado. No interior da DISA, por exemplo, alguns dos seus quadros atingidos pelo ‘fraccionismo’, viram a pena agravada, isto é, foram passados pelas armas, quando, no móbil do crime, aparecia a perversa leitura das perniciosas teses. E quem as leu não viu tudo, pois das 143 páginas policopiadas que foram entregues ao MPLA, há a acrescentar os anexos, um conjunto de documentos probatórios, que levaram sumiço e nunca, mesmo a pedido, nos chegaram às mãos…“ 
José Reis, in ‘ANGOLA O 27 DE MAIO - A História por Contar’ 



Do ÍNDICE: 

Cronologia da vida de Nito Alves 
NOTA PRÉVIA 
Algumas breves palavras sobre a urgência da publicação deste livro 
PREFÁCIO 
“DIREITO À DEFESA” 

13 TESES em minha defesa 
Isto também é a nossa história 
Pontos e causas das divergências 

1.a TESE 
- O método dialético e o método metafísico 
2. TESE 
- Os antecedentes históricos - as diversas frentes de luta guerrilheira nunca se encontraram 
3. TESE 
- O que é ser vanguarda 
4. TESE 
- Unidade nacional 
5. TESE 
- O anti-sovietismo 
6. TESE 
- A CIA e a revolução angolana 
7. TESE 
- Como iludir o povo 
8. TESE 
- A importância do estudo da teoria 
9. TESE 
- A propósito da opção socialista 
10. TESE 
- Um partido leninista ou um partido social-democrata maoista ? 
11. TESE 
- Análise global do 3.* Plenário do Comité Central - o verdadeiro significado dos cinco minutos que entraram na história do MPLA. As teses em confronto 
12. TESE 
- Conclusão final 
As causas reais e objectivos das nossas divergências nos planos filosóficos, ideológico, organizativo e histórico. A dualidade de critérios de disciplina 
13.a TESE 
- Exijo, no imediato, severa Justi aos verdadeiros réus: e verdadeiro veredicto 

Brevíssimas notas à Guisa de Posfácio 


Preço: 

Portugal - PREC & BD - ‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ (Desenhada), de José Paulo Simões - Lisboa 1977 - MUITO RARO;









Portugal - PREC & BD - A esquerda ligada ao PCP lançou quer durante o PREC, quer posteriormente diverso material de combate político na imprensa afecta e nas suas editoras, entre informação diária através do matutino ‘O DIÁRIO’ com cartoons e este álbum extremamente sarcástico e hoje em dia um documento histórico de grande raridade 


‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ 
(Desenhada) 
De José Paulo Simões 
Editorial Caminho 
Lisboa 1977 


Álbum de Banda Desenhada, com 40 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


PERSONALIDADES RETRATADAS: 
Neste álbum, são retratados inúmeras personalidades políticas, nacionais e estrangeiros, entre uns adversários do PCP e outros mesmo inimigos assumidos pelos dois lados. 
Entre os primeiros reconhecem-se do PS, Mário Soares, Salgado Zenha, Manuel Alegre, Sotto Mayor Cardia, Jorge Campinos, Raúl Rego, António Barreto, Marcelo Curto, Almeida Santos e Lopes Cardoso, do PPD/PSD, Francisco Sá Carneiro e Magalhães Mota, do CDS, Freitas do Amaral e General Galvão de Melo. Dos militares, General António de Spínola, General Kaúlza de Arriaga e o capitão Tomás Rosa. Do regime anterior, Oliveira Salazar, Marcelo Caetano e Américo Tomás. Da descolonização, Jorge Jardim, Holden Roberto e Jonas Savimbi. E ainda Vera Lagoa (Maria Armanda Falcão) a célebre directora do semanário ‘O Diabo’ e Chico da Cuf (Francisco Ferreira, um dissidente do PCP). Dirigentes políticos internacionais, Gerald Ford, Henry Kissinger, Frank Carlucci, Giscard D’Estaing e o escritor e dissidente russo Alexander Soljenistine.
E entre os inimigos e ódios, Acácio Barreiros (UDP) e Arnaldo Matos (MRPP), além do PCP(ml), a AOC, o MDLP e o ELP. 



A DIREITA DE CARA À BANDA 
(Desenhada) 
- OS 7 MAGNÍFICOS 
- NOIVADOS 
Ou ‘as paixões inconfessáveis da família direitinha’ 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
À atenção do leitor: esta história não deve ser lida por pessoas nervosas ou reaccionárias !!! 
- JOGO DA GLÓRIA DOS DIREITINHAS 
- O CAPUCHINHO VERMELHO 
Uma dos ‘Direitinhas’ quando crianças 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
A maldição da Múmia 


Preço: 52,50€; 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

África - Património & História - ‘ANGOLA: MUXIMA’, de Luís Mascarenhas Gaivão e Luís Ancã - Porto 2015 - Raro;




África - Património & História - A capital angolana revista em texto e desenhos de dois autores apaixonados pela Luanda secular e as suas populações multirraciais e multiétnicas 


‘ANGOLA: MUXIMA’ 
De Luís Mascarenhas Gaivão e Luís Ancã 
Edição Porto Editora 
Porto 2015 


Livro com 160 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE
“ ‘ANGOLA: MUXIMA’, desenho e texto tem, neste texto polifónico, um objetivo limpo e claro: expressar pelo desenho de um urban sketcher e pelo texto localizado de um natural, os multímodos com que os angolanos constroem a nação angolana.

Esta nação é hoje o resultado transcultural de uma mobilidade intensa que a História testemunha. O legado africano bantu e não bantu, as realidades pluriétnicas em convivência, a influência da longa presença colonial portuguesa e brasileira e o resultado da vontade de ser Nação afirmam uma identidade plural, como desejavam os nacionalistas e o Presidente Agostinho Neto: um só povo, uma só nação, sempre plural.

Os autores, Luís Mascarenhas Gaivão (texto) e Luís Ançã (desenho), estiveram 15 dias mergulhados sociologicamente em Luanda e nos seus municípios. E construíram esta homenagem, pelo desenho natural que finta o turístico e o convencional e pelo texto que fala ’aluandado’, à natureza e humanidade dos irmãos angolanos. Aprenderam com eles como se constroem sonhos, como se conquista a vida, dura, implacável, mas  com o trunfo secreto da alegria e do recomeço. Por isso, é um texto de amor, que, tal como o tempo africano, nunca acaba e se prolonga nos corações que também os cazumbis vêm ocupar.” 


"Escrita que se desenha e desenhos que se escrevem num livro que entrega a arte à nossa calma, fantasia e paz."
Por Manuel Rui


O AUTOR (Texto):
“LUÍS MASCARENHAS GAIVÃO nasceu em Luanda, em 1948. É licenciado em Filosofia e Humanidades, mestre em Lusofonia e Relações Internacionais e doutor em Sociologia: Pós-colonialismos e Cidadania Global.
Lecionou em várias localidades e países e desempenhou diversos cargos: assessor no Ministério da Educação, formador de formadores na Educação de Adultos em Cabo Verde, Adido Cultural em Luanda, Luxemburgo e Bruxelas, Diretor do Centro Cultural Português em Luanda e no Luxemburgo.
No domínio do humor publicou ‘História de Portugal em Disparates’, ‘Nova e Inédita História de Portugal em Disparates’, ‘Animais Políticos por Natureza’, ‘Monstros do Desporto’, ‘História Desatinada de Portugal’, ‘Estórias de Angola’ e ‘Um Adido Cultural no Luxemburgo: Episódios de uma Diplomacia de Prosápia’. 
Na área das artes plásticas, em coautoria com Luís Ançã, foram editados vários livros de desenho e texto: ‘Angola: Muxima, Desenho e Texto’, ‘Vagos: a Ria, a Terra e o Mar’, ‘Lagoa: Olhar a Terra, Olhar o Mar’ e tem para publicação ‘Lamego: a História, a Terra e a Gente’. 
Na área académica vieram a lume ‘Elementos de Gramática Portuguesa’ (para o ensino de Adultos, em Cabo Verde), ‘Coisas e Sabores de Língua Portuguesa’ (trabalho com os alunos sobre a CPLP), ‘Manuel Rui: Percursos Transculturais na Obra do Escritor’, ‘CPLP: a Cultura como Principal Factor de Coesão’ (dissertação de mestrado), ‘Pelo Sul se faz Caminho: Angola, Transculturação e Atlântico, na Obra de Manuel Rui’ (tese de doutoramento), ‘O Sul Descolonial na obra de Manuel Rui’ e ‘Manuel Rui: Obra, Escritor, Pensamento’. Agora ‘Angola e o Atlântico: Colonialismo, Colonialidade e Epistemologia Descolonial’. 
Tem variados textos em revistas e intervenções em colóquios e congressos, em diversos países.
É agente cultural de inúmeras intervenções quase sempre sobre temática angolana.”


Preço: 52,50€; 

África - FRELIMO & História - ‘APORIAS DO MOÇAMBIQUE PÓS-COLONIAL’, de Boaventura Monjane e Regio Conrado - Maputo 2021 - RARO;





África - FRELIMO & História - Uma análise realista e fundamentada da realidade do Moçambique independente e dirigido de forma autoritária pelo partido que se assenhorou do Estado e que em cerca de cinco décadas não conseguiu minimamente satisfazer as necessidades básicas e mais elementares do seu povo, colocando o país na cauda de todas as tabelas de desenvolvimento e na cimeira do crime e da corrupção…


‘APORIAS DO MOÇAMBIQUE PÓS-COLONIAL’ 
De Boaventura Monjane e Regio Conrado (coordenadores) 
Edição Dajara Press 
Maputo 2021 


Livro com 312 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


SINOPSE:
“Este livro escrutina o impacto significativo da independência em diferentes sectores da sociedade moçambicana. Quarenta e cinco anos após a independência, Moçambique conheceu várias transformações. O Moçambique pós-colonial é hoje, em muitos aspectos, diferente do Moçambique colonial. No entanto, existem muitas questões permanentes relativas a essas transformações e ao seu impacto na maioria do povo moçambicano.
Ao salientar as contradições de todos os processos políticos e sociais em Moçambique pós-colonial, neste livro levantamos questões que visam desconstruir alguns mitos sobre o país.
Temas como estado, desenvolvimento, política, cultura, nação, políticas públicas, políticas agrárias e outros são questionados em abordagens teóricas inovadoras e progressivas, a fim de compreender o passado, o presente e o futuro de Moçambique numa perspectiva crítica. Por conseguinte, cada tema do livro é tratado de uma perspectiva crítica para melhor captar as aporias dos últimos quarenta e cinco anos de independência.
A liberalização política que deveria permitir mais partilha de poder e mais respeito pelos direitos políticos e cívicos consolidou, pelo contrário, um regime autoritário que utiliza a ajuda internacional e os benefícios da indústria extractiva não para transformar o país, mas para construir a sua hegemonia política, económica e social em todo o país.
Defendemos neste livro a tese de que é impossível compreender a verdadeira dinâmica social, política, económica e cultural sem considerar o ‘povo’ como uma categoria essencial de análise.
Apesar de muitas transformações positivas que ocorreram após a independência, Moçambique ainda preserva muitas heranças coloniais e, portanto, várias transformações estão ainda por implementar.
Neste trabalho afirmamos que Moçambique é governado por elites que são incapazes de descolonizar o projecto de desenvolvimento que ainda está ancorado na agenda da capital internacional.
O objectivo deste livro é dar uma melhor compreensão do que tem sido o processo de independência em Moçambique e porque é que o país pós-colonial ainda é colonial na sua estrutura política e económica. Assim, são dados muitos exemplos para dar ao leitor a possibilidade de confrontar as perspectivas teóricas aqui utilizadas com os casos concretos.
Todos os estudos deste livro mostram que quarenta anos de independência não foram vividos da mesma forma pelas elites que governam o país e pelas populações que vivem sob o seu domínio. Por um lado, as elites no poder e os seus parentes beneficiaram, e ainda beneficiam dos recursos do país, enquanto que uma grande parte da população continua à espera das promessas da independência.
De um ponto de vista político a económico, os estudos que compõem o livro destacam como o ‘desenvolvimento’ em Moçambique tem estado em contradição com as necessidades do país. Significa que o actual modelo de desenvolvimento responde muito mais à capital internacional do que à transformação social de Moçambique.” 


OS AUTORES: 
“BOAVENTURA MONJANE doutorou-se em Pós-colonialismos e Cidadania Glob- al na Faculdade de Economia/Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal. É pesquisador de pós-doutoramento, hospedado pelo Insti- tute for Poverty Land and Agrarian Studies (PLAAS, University of the Western…

REGIO CONRADO é formado em Ciência Política, em Filosofia e em Jornalismo. Mestre em Ciência Política pelo Sciences po Bordeaux-França, doutorando em Ciência Política pelo Sciences Po Bordeaux (Universidade de Bordeaux). e docente de Estudos Políticos (Ciência Política) no Sciencespo…”


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Moçambique & Guerra do Ultramar - Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, de 05.01.1973 - (‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’) - Lisboa 1973 - MUITO RARO;







Portugal - Moçambique & Guerra do Ultramar - Em reportagem directamente de Porto Amélia, o matutino publicado em Lisboa edita um trabalho sobre os antigos guerrilheiros da FRELIMO capturados e detidos na Fortaleza do Ibo, aquando de uma visita do ex-dirigente daquela organização e dissidente, Lázaro Kavandame 


Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, de 05 de Janeiro de 1973. 
‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’ 
Lisboa 1973 


Exemplar com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’ 
Durante a visita de Lázaro Cavandame aos reclusos da Fortaleza do Ibo 
- Reportagem de Porto Amélia 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - PREC & História - Jornal ‘SUNDAY TELEGRAPH’, n. 709 - 29.09.1974 - (‘MANY ARRESTS AS LISBON JUNTA “SMASH RIGTHIST PLOT”.’) - London 1974 - MUITO RARO;








Portugal - PREC & História - Uma das inúmeras reportagens publicadas na imprensa internacional sobre as diversas etapas do Processo Revolucionário em Curso no país, após o derrube do regime do Estado Novo a 25 de Abril de 1974 e neste caso os acontecimentos em torno do designada ‘Manifestação da Maioria Silenciosa’ quando a 28 de Setembro os apoiantes do presidente da república General Spínola quiseram manifestar o seu apoio e a esquerda radical e militar impediram o encontro em consequência a demissão daquele que foi designado Presidente pelo MFA 


Jornal ‘SUNDAY TELEGRAPH’, n. 709 - De 29 de Setembro de 1974. 
‘MANY ARRESTS AS LISBON JUNTA “SMASH RIGTHIST PLOT”.’ 
London 1974 


Exemplar com 34 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘MANY ARRESTS AS LISBON JUNTA “SMASH RIGTHIST PLOT”.’ 
‘Portugal’s military rulers claimed last night to have crushed a Right-wing plot to restore the dictatorship toppled last April. Over 200 people have arreates.’
- ‘MUITAS PRISÕES APÓS JUNTA DE LISBOA “DESMANTELAR COMPLÔ DE DIREITA”.’ 
‘Os governantes militares de Portugal afirmaram, na noite passada, ter sufocado uma conspiração de direita para restaurar a ditadura derrubada em abril passado. Mais de 200 pessoas foram presas.’
By Harold Sieve in Lisbon 
- ‘Spinola setback’ 
- ‘Snipers seized’ 
- ‘Arms in hearse’ 


Preço: 27,50€; 

Angola & Cultura - ‘FOLCLORE ANGOLANO - Quinhentos Provérbios Quiocos’, de P. Adriano Correia Barbosa - Santo Tirso 1984 - Muito Raro;




Angola & Cultura - Uma importante obra editada no Cinquentenário das Missões Católicas Beneditinas em Angola. 1933 - 1983 


‘FOLCLORE ANGOLANO’
Quinhentos Provérbios Quiocos 
De P. Adriano Correia Barbosa 
Edições ORA & LABORA - Mosteiro de Singeverga 
Santo Tirso 1984 


Livro com 330 páginas, texto bilíngue e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro; 


Interessante estudo sobre provérbios quiocos angolanos, devidamente explicados e contextualizados. Os provérbios são apresentados na língua nativa original, seguindo-se uma análise morfológica, uma tradução livre e outra literal e, finalmente, uma interpretação.


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘ANGOLA - YOUR NEIGHBOUR’, by António J. Alfaro Cardoso - Joanesburgo 1950 - MUITO RARO;











Portugal - Ultramar & História - Análise aprofundada do autor - delegado económico do Governo Geral de Angola - sobre esta à época província ultramarina portuguesa na África Ocidental e vizinha da pujante república da África do Sul 


‘ANGOLA - YOUR NEIGHBOUR’ 
By Dr. António J. Alfaro Cardoso 
Edição do Autor 
Joanesburgo 1950 


Livro com 146 páginas, ilustrado (mapa e fotografias) e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

FOREWORD 

Chapter I. - Brief Historical Note 
Chapter II. - Geography, area and limits 
Chapter III. - Orography and water supply 
Chapter IV. - Geology 
Chapter V. - Climate: rainfall, temperature and humidity 
Chapter VI. - Flora and fauna 
Chapter VII. - Population, european and native; migration 
Chapter VIII. - Harbours, sea and river routes 
Chapter IX. - Railways 
Chapter X. - Roads and road Transport 
Chapter XI. - Airways 
Chapter XII. - Post, telegraphs and telephones 
Chapter XIII. - Most important towns and villages 
Chapter XIV. - Tourist attractions, hunting and game reserves 
Chapter XV. - Government and public administration 
Chapter XVI. - Education 
Chapter XVII. - Culture 
Chapter XVIII. - Native policy 
Chapter XIX. - Currency, banking and finance 
Chapter XX. - Production in general 
Chapter XXI. - Agricultural and pastoral production 
Chapter XXII. - Forest and fisheries 
Chapter XXIII. - Mining industry 
Chapter XXIV. - Manufacturing industries 
Chapter XXV. - Commerce in general 
Chapter XXVI. - Imports and exports. Balance of Trade 
Chapter XXVII. - Trade with the Union of South Africa 


Preço: 62,50€; 

Portugal & Estado Novo - Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - Maio 2016 - (‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’) - Lisboa 2016 - Muito Raro;





Portugal & Estado Novo - Análise histórica da queda da I República, o triunfo do movimento militar do 28 de Maio de 1926, a institucionalização do regime e as ascensão do professor de Coimbra a convite dos militares para restaurar as finanças e a chefia do Governo até 1968, ano em que foi substituído por Marcello Caetano 


Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - De Maio 2016. 
‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’ 
‘As revoltas que antecederam o final da I República - Os anos da Ditadura Militar. As proibições impostas. - As deportações, os exílios e os tribunais militares. As tentativas revolucionárias de 1927 a 1931.’ 
Directora: Cláudia Lobo 
Lisboa 2016 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’  

28 de Maio - Cronologia 
- ‘DEZ ANOS DE AGITAÇÃO’ (1923 - 1932), por Luís Almeida Martins 

- ‘ADEUS ILUSÕES’, por Luís Farinha 
“O meu propósito é ir contra a acção nefasta de todos os políticos e dos partidos e de pôr fim à uma ditadura de políticos irresponsáveis.” - General Gomes da Costa, Junho 1926 

- ‘UM COMPLICADO PUZZLE POLÍTICO’, por Luís Bigotte Chorão 
‘O esperto partidário desfeito pelo 28 de Maio refletia as inquietações e as contradições do tempo.’ 
‘Carta de Cunha Leal a Cabeçadas’ 

- ‘O OCASO LENTO DO PARTIDO SOCIALISTA PORTUGUÊS’, por Luís Farinha 
‘O velho partido de José Fontana viu-se primeiro emparedado entre republicanos e anarquistas e depois em confronto com o marxismo revolucionário dos comunistas.’ 

- ‘NO CENTRO DA REPÚBLICA’ 
‘Muitas foram as formações políticas do tronco republicano.’ 

- ‘A “REVOLTA DOS GENERAIS” ABALA LISBOA’, por Ricardo Silva 
‘A tentativa de golpe militar contra a I República, em 19 de Abril de 1925, foi contida pelas forças leais ao Governo Constitucional, mas verificar-se-ia depois que não passou de um ensaio para o 28 de Maio do ano seguinte.’ 

- ‘OS SARGENTOS ATACAM DE ALMADA’, por Ricardo Silva 
‘Derrotada a “cabeçada” de Mendes Cabeçadas, seguiu-se, em 2 de Fevereiro de 1926, nova tentativa de golpe, está liderada pelos subalternos da Escola Prática de Artilharia, de Vendas Novas.’ 
EM DISCURSO DIRECTO - Humberto Delgado conta, nas suas memórias, como foi ferido a tiro na noite de 2 de Fevereiro de 1926, em Vendas Novas. 

- ‘28 DE MAIO - O DIA QUE DUROU DEZ DIAS’, por Ricardo Silva 
‘Desta vez não chegou a haver tiros, mas o golpe que inaugurou uma ditadura de 48 anos teve todos os ingredientes de guerra civil, num choque entre comandantes e respectivas concepções políticas.’ 
FILME DOS ACONTECIMENTOS - As movimentações iniciadas no dia 27 de Maio em Braga só terminariam a 6 de Junho, com a entrada das forças de Gomes da Costa em Lisboa. 

- ‘APOGEU E QUEDA DO GENERAL DE MAIO’, por Ricardo Silva 
‘Gomes da Costa enterrou as ilusões regeneradoras de Cabeçadas e de muitos republicanos, mas acabaria apeado por Carmona logo em Junho de 1926, depois de durante dias ter transformado o País num quartel.’ 
MENDES CABEÇADAS - O Grande Arrependido 
GOMES DA COSTA - Um Triunfo Breve 
ÓSCAR CARMONA - 25 anos no pódio 

- ‘VISADO PELA COMISSÃO DE CENSURA’, por Joaquim Cardoso Gomes 
‘A liberdade de imprensa desapareceu logo em 24 de Junho de 1926, menos de um mês após o golpe.’ 

- ‘A “VIDA BOA” CONTRA A “BOA VIDA”.’, por Pedro Caldeira Rodrigues 
‘Para atenuar os efeitos da moralização imposta, o teatro de revista apostou na estética modernista e no luxo dos cenários e dos adereços.’ 

- ‘A LENTA MORTE DO SINDICALISMO INDEPENDENTE’, por António Ventura 
‘O golpe militar cortou as asas a um movimento laboral já dividido entre três correntes, e a criação dos “sindicatos nacionais” representou a machadada final.’ 

- ‘UMA JUSTIÇA POLÍTICA DE EXCEÇÃO’, por Irene Flunser Pimentel 
‘A Ditadura Militar (como depois o Estado Novo) sustentava que existia “liberdade de pensamento”, mas criou Tribunais Militares Especiais destinados a punir os seus opositores ativos.’ 

- ‘OS AÇORES NA ROTA DOS PRESOS POLÍTICOS’, por Sérgio Rezendes 
‘O arquipélago atlântico serviu de local de deportação.’ 

- ‘ESPERANÇAS E DESILUSÕES NO EXÍLIO’, por Susana Martins 
‘Começou logo em 1926 o calvário dos oposicionistas expatriados, fugazmente animados pela implantação da II República em Espanha.’ 

- ‘HOMEM-CHRISTO FILHO, O ILUSTRE PROSCRITO’, por Rita Almeida de Carvalho 
‘Aquele que é por muitos considerado o único verdadeiro fascista português teve uma vida breve mas faustosa, trepidante, preenchida e aventurosa.’ 

- ‘PELA DIREITA É QUE PASSA A SER O CAMINHO’, por Luís Farinha 
‘Em 1928, Portugal aprovou o seu primeiro Código da Estrada. Mas o estado das vias e o défice educativo dos cidadãos comprometeram, os efeitos positivos da medida.’ 

- ‘AS FINANÇAS DA REVOLUÇÃO E A REVOLUÇÃO NAS FINANÇAS’, por Nuno Valério 
‘Os “heróis” da estabilização financeira de 1922-1932 foram dois militares republicanos esquecidos, um militar revolucionário mal-amado e um civil triunfante.’ 
VITORINO GUIMARÃES - O Esquecido 
ÁLVARO DE CASTRO - O Fim da Inflação 
SINEL DE CORDES - O Mal-Amado 

- ‘A ASCENSÃO DE SALAZAR’, por Filipe Ribeiro de Meneses 
‘Para a transformação da Ditadura Militar numa ditadura nacionalista capaz de “reconciliar o Estado com a nação”, o poderoso ministro das Finanças contou com o apoio decisivo do Presidente da República, Óscar Carmona.’ 

- ‘DITADOR DAS FINANÇAS E FUNDADOR DO “IMPÉRIO”.’, por Ana Catarina Pinto 
‘Foi decisivo o papel de Salazar na captação para a ditadura da burguesia metropolitana, oferecendo-lhe um império.’ 

- ‘IVENS FERRAZ “À PONTA DA CORDA, DO LADO DA REPÚBLICA”.’ por Ana Catarina Pinto 
‘O presidente Carmona arbitrou o conflito de 1929-1939, entre o chefe do Governo e o ministro das Finanças, a favor do segundo, Salazar. E assim foi enterrado o projeto de regresso à República liberal.’ 
IVENS FERRAZ - “Ditador” mas Pouco 

- ‘UMA PEQUENA GUERRA CIVIL’, por Luís Almeida Martins 
‘Entre 3 e 9 de Fevereiro de 1927 ocorreu a primeira tentativa de derrube da ditadura, envolvendo civis e militares em larga escala. Os sublevados do Porto nunca deixariam de acusar Lisboa de não se ter erguido a tempo.’ 

- ‘A EFÉMERA ATLÂNTIDA’, por Luís Almeida Martins 
‘Em 1931, a Madeira chegou a libertar-se da ditadura. Mas seria a última grande tentativa de inverter a situ Antes da institucionalização do Estado Novo.’ 
FERREIRA CAMÕES - O Tenente Rebelde prendeu as autoridades da Ilha 
JÚLIO BOTELHO MONIZ - O Futuro Ministro da Defesa esteve entre as Forças da Ditadura 


Preço: 32,50€; 

Portugal & PREC - Revista ‘O SÉCULO ILUSTRADO’, n. 1911 - 24.08.1974 - (‘GENERAL SPÍNOLA: FÉRIAS NO LUSO’) - Lisboa 1974 - Muito Raro;





Portugal & PREC - Reportagem com o Presidente da República proposto pelo MFA, General António de Spínola, em férias nas termas do Luso e o papel dos militares neste período revolucionário que se seguiu após o 25 de Abril de 1974, nas campanhas de alfabetização no norte do país 


Revista ‘O SÉCULO ILUSTRADO’, n. 1911 - De 24 de Agosto de 1974.
‘GENERAL SPÍNOLA: FÉRIAS NO LUSO’ 
Director: J. R. Redondo Júnior 
Lisboa 1974 


Exemplar com 68 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘GENERAL SPÍNOLA: FÉRIAS NO LUSO’ 
- ‘JOSÉ FALCÃO: MORTE EM BARCELONA’ 
- ‘ALFABETIZAÇÃO EM TRÁS-OS-MONTES’ 
- Entrevista com MARTINS PEREIRA 
- ‘COM EMIGRANTES NA ALEMANHA’ 
- ‘DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DA RESISTÊNCIA’ 
- ‘OS DIAS DA LIBERDADE NÉ GRÉCIA’ 


Preço: 27,50€;