sábado, 11 de julho de 2026

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘ADEUS, ATÉ AO MEU REGRESSO !’ - AAVV - Constância 2026;









Portugal & Guerra do Ultramar - Uma obra de profundidade que relata como foi o conflito que o país enfrentou nas suas antigas províncias ultramarinas de África (Angola, Guiné e Moçambique) e descreve as vidas dos militares oriundos do concelho de Constância na defesa da Pátria pelos seus testemunhos das suas vivências, num livro de grande cuidado organizativo, nas suas temáticas, é um excepcional arranjo gráfico, que torna o trabalho merecedor de um plano cimeiro no género e de consulta obrigatória. 


‘ADEUS, ATÉ AO MEU REGRESSO !’ 
Memórias da Guerra Colonial de Ex-combatentes 
do Conselho de Constância 
AAVV - Coordenação de Anabela Cardoso 
Texto de Miguel Luís 
Prefácio de Luís Albuquerque 
Fotografias de ex-combatentes e familiares 
Edição da Câmara Municipal de Constância 
Constância 2026 


Livro de capas duras, com 256 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 


Da contracapa:
“A História da Guerra Colonial, das suas evoluções políticas e militares, já foi feita por diversos autores. O contributo que lhe pudéssemos dar seria pouco mais do que confirmar tendências verificadas já noutros meios.
O nosso objeto de estudo é a população do concelho de Constância. A nossa investigação recai sobre os impactos físicos, psicológicos, sociais, entre outros, da Guerra Colonial, nos nossos ex-combatentes, seus familiares e amigos. Os quotidianos, os sentimentos envolvidos, em que a História militar e política são um plano de fundo.“ 


LISTA DOS PARTICIPANTES - Fontes Orais 
Acacio Gaspar Caldelas (Tancos) - Adelino Alberto Careca (Angola) - Albino Maria de Moura Marques (Angola) - Alexandre António Alves Félix (Angola) - Alice de Fátima Cabral Pissarra (Angola) - António Carlos Reis Ferreira (Moçambique) - António da Rocha do Vale Quaresma (Portugal) - António Fernando Heitor Morais (Angola, Moçambique e Guiné) - Arnaldo Francisco Corda Caxias (Índia e Angola) - Arsénio Gaspar Caldelas (Guiné) - Augusto Afonso Pissarra (Angola e Moçambique) - Augusto Alexandre (Índia) - Augusto Fernando Mendes Guterres (Moçambique) - Carlos Damaso Filipe - Cipriano Morgado Arsénio (Tancos) - Eduardo Manuel da Cruz Conceição (Moçambique e Guiné) - Fernando Alberto Saraiva Gonçalves - Fernando Manuel Alves Morgado da Silva (Guiné) - Fernando Manuel Lopes Boiada (Timor) - Fernando Sombreireiro Varela (Guiné) - Florinda Lopes Boiada - Florinda Mendes Rafael Gaspar - Francisco Maria Morgado (Angola) - Francisco Morgado Calisto Arsénio (Abrantes) - Hermínio José Varela (Angola) - Isidro Maria Carreteiro (Angola e Guiné) - Jacinto Alfaiate Dinis (Angola) - João Adriano Boiada Picão (Guiné) - João António Pires Lopes (Guiné) - João Fernando Barroso Amante (Angola) - João Luísa dos Santos (Moçambique) - João Maria Morgado Arsénio (Angola) - Joaquim dos Mártires Lopes dos Santos de Jesus (Moçambique e Angola) - Joaquim dos Santos Baptista (Moçambique) - José António da Piedade Joaquim (Guiné) - José António Dias Pereira (Moçambique) - José Carlos Morais dos Santos (Moçambique) - José da Silva Marques (Angola) - José Dias Fernandes Rodrigues (Guiné) - José Farinha Francisco (Guiné) - José Gaspar Louro (Moçambique) - José Gaspar Rodrigues (Guiné) - José Inácio Manique (Moçambique) - José Manuel Baião de Oliveira (Moçambique) - José Maria Gaspar da Silva - José Nunes Carlos (Moçambique) - Manuel Agostinho da Cunha Cachucho (Angola) - Manuel António Godinho Sofio (Angola e Guiné) - Manuel de Matos Palácio (Moçambique) - Manuel de Oliveira Alberto (Moçambique) - Manuel João de Moura Ramos Inácio (Moçambique) - Manuel João dos Santos Lopes (Angola) - Março António Correia de Morais e Jurado (Guiné) - Margarida Isabel Pereira Gaspar - Maria Cesaltina Gomes Pereira Dias Ferreira - Maria da Conceição Abreu da Silva Rafael - Maria da Conceição Dias Pereira Bento - Maria Irene Freire Ramos - Maria Isabel dos Santos Baptista - Maria Isabel Gaspar Caldelas - Maria José Moleiro Correia Morais de Jesus - Maria Luísa Brás Gonçalves Lopes- Maria da Saudade Moura Inácio Laranjo - Mário Gabriel Dias Pereira - Mário Rodrigues Pereira (Guiné) - Norberto Dias Pereira (Moçambique) - Óscar Fernando Gaspar (Moçambique) - Otilia de Oliveira Calado Varino - Reinaldo Silvério - Rui Jofre Soares Dias Ferreira (Angola) - Veríssimo Gomes de Matos (Moçambique) - Vitor Manuel de Campos (Guiné) - Zulmira de Jesus Correia Caldelas. 



Do ÍNDICE: 

Nota de Abertura 
PREFÁCIO 
- Por Coronel Luís Paulo Correia Sodré de Albuquerque 

I. - INTRODUÇÃO 
1. - A escolha de um tema 
2. - Entrevistadores e entrevistados 
3. - Resultados: a exposição, o filme e o livro 

II. - CONTEXTO HISTÓRICO 
1. - Portugal ‘contra’ o futuro: o processo internacional de descolonização 
2. - Evolução política e militar duma guerra em três frentes 
A guerra em Angola 
A guerra na Guiné 
A guerra em Moçambique 

III. - MEMÓRIAS DE EX-COMBATENTES DO CONCELHO DE CONSTÂNCIA 
1. - A geração dos jovens mobilizados 
2. - Antes da guerra: da Inspecção à mobilização 
3. - Para a guerra: a mobilização e o embarque 
4. - Fazer a guerra e sobreviver-lhe 
- A contraguerrilha 
- Acção psicológica 
- Impreparação e inexperiência 
5. - A vida no mato 
- Alimentação 
- Doenças e ferimentos 
- Momentos de lazer 
6. - Os mortos na guerra 
7. - As mulheres e a guerra 
- Mães, irmãs, esposas e namoradas 
- As ‘outras’ mulheres 
8. - Regressar a casa 
- O 25 de Abril 
- A reflexão sobre a Guerra Colonial 
- Os impactos de dois anos de serviço 

IV. - ÁLBUM DE MEMÓRIAS 
Portugal 
Angola 
Guiné 
Moçambique 
Índia Portuguesa 
Timor-Leste 

V. - CONCLUSÃO 

Lista de Fontes Orais 
- Agradecimentos 
- Fontes orais 

Referências 
- Fontes primárias: 
Legislação 
Periódicos 
Fontes editadas 
Fontes arquivísticas 
Outras 
- Bibliografia 


Preço: 62,50€; 

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Portugal & Moçambique - ‘CARTAS DO ÍNDICO’, de Nuno Lemos Pires - Lisboa 2023;















Portugal & Moçambique - Relato de uma missão da União Europeia de treino de forças especiais do exército moçambicano, visado o combate ao terrorismo em Cabo Delgado, onde militares portugueses tiveram um papel importante e fundamental, sob o comando do autor, um oficial superior com vasta e eficaz carreira no exército português 


‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
De Nuno Lemos Pires 
Edição Nexo Literário 
Lisboa 2023 


Livro com 534 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
‘CARTAS DO ÍNDICO’ 

“(…) uma riquíssima colectânea de textos, escritos em Moçambique, durante uma das mais exigentes e complexas missões que executou na sua já longa e brilhante carreira militar, presta um contributo inestimável às Forças Armadas, pois permite perenizar e divulgar o essencial da missão de treino da União Europeia, constituída pela capacitar os militares moçambicanos no combate ao terrorismo existente na região de Cabo Delgado. 
A qualidade da escrita apresentada que, de forma simples e cuidada, transmite minuciosa e apaixonadamente os episódios mais relevantes vividos pela força que comandou, aliada ao facto de ser um militar de formação sólida e de carácter imbatível (…).“ 
Almirante António Silva Ribeiro 

“Têm as Cartas o estilo honesto de Franco próprio do militar executivo e disciplinado, habituado a mandar e a obedecer, mas também o estilo didáctico e culto do escritor apaixonado pela História. Estão escritas com o coração na mão, por um militar europeu comprometido e humanista que não se limita só a executar, de maneira altamente eficaz, uma missão complexa e delicada - como é a formação de unidades de elite do exército moçambicano -, mas que quer aprofundar o lado mais Humano da sua experiência única e tirar e partilhar lições duradouras.
Embaixador António Sánchez Benedito 

“As ‘VARTAS SÓ ÍNDICO’, constituem memórias de um general português, que ao serviço da UE veio consolidar as relações de cooperação entre Moçambique e a UE. O General Lemos Pires pela sua simplicidade granjeou simpatia e amizade pelo Moçambique todo.
Meu caro General, no final da sua escrita, ‘CARTAS DO ÍNDICO’, parta com a certeza de uma missão cumprida.“ 
Embaixador Mário Saraiva Ngwenya 


Da badana:
“As ‘CARTAS DO ÍNDICO’ são um testemunho pessoal, um relato do comandante da primeira missão da União Europeia em Moçambique. Além de espelharem a paixão do Autor pelas terras moçambicanas, são também uma profunda, e em vários momentos inusitada, reflexão para combater o terrorismo, aliada a uma narrativa clara de esperança e de profundo respeito pelo(s) povo(s) sofredor(és) da região de Cabo Delgado. 
É um livro escrito para todos os que se preocupam com a condição humana, e é, também, um ensaio para todos aqueles, desde académicos e investigadores a curiosos, que se interessam por assuntos africanos. 
Um livro que narra, frequentemente na primeira pessoa, o ‘dia/semana a dia/semana’ de uma missão que contou com a participação de militares e civis provenientes de 12 países da União Europeia (UE), ainda que na sua maioria fossem portugueses, e que, pelo carácter inovador e colaborativo como foi desenvolvida, permitiu que civis e militares, da UE e de outros países aliados de Moçambique, tenham conseguido construir um projecto de paz e de esperança, que junta desenvolvimento e segurança, destinado a edificar um melhor futuro para o povo de Moçambique.“ 


O Autor: 
“NUNO LEMOS PIRES nasceu em Lisboa, Portugal, terminou a Academia Militar (AM) em 1988, e é, actualmente, Brigadeiros-General do Exército / Operações Especiais. 
Participou em varias missões internacionais, destacando-se, Moçambique (1995-1996 e 2021-2022), Angola (2000 e 2001), Espanha (2002-2005), Paquistão (2005) e Afeganistão (2009-2010). 
No âmbito nacional, e de entre as inúmeras funções que desempenhou, destacam-se as de instrução e comando na Escola Prática de Infantaria; Professor de Estratégia e História Militar no Instituto de Altos Estudos Militares, Chefe de Gabinete do Almirante Comandante no NATO Joint Command Lisbon; Comandante do 2.* Batalhão de Infantaria Mecanizada na Brigada Mecanizada de Santa Margarida; Professor de História Militar e Relações Internacionais na AM; Director de Formação na Escola das Armas, em Mafra; Comandante do Corpo de Alunos e do Quartel da Amadora na AM. Desempenhou, igualmente, as funções de Subdirector-geral de Política de Defesa  Nacional no Ministério da Defesa Nacional e coordenador do Centro do Atlântico, e, novamente em contexto internacional, foi Comandante da Força da Missão de Treino da União Europeia em Moçambique (EUTM-Moz), de Setembro de 2021 a Setembro de 2022 (período onde escreveu o livro que é agora levado à estampa). Actualmente é o 2.* Comandante e Director de Ensino na AM. 
O autor é doutorado em História, Defesa e Relações Internacionais pelo ISCTE-IUL (com AM), tem 11 livros publicados e mais de 120 capítulos ou artigos em livros e publicações variadas, sobre temas relacionados com História Militar, Relações Internacionais, Segurança e Defesa, Estratégia e Terrorismo, e colabora frequentemente com diversas Universidades e Institutos, militares e civis, nacionais e internacionais, como palestrante e conferencista.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA DE ABERTURA 
PREFÁCIO 
- António Sánchez Benedito 

INTRODUÇÃO 
- Um mês antes de partir 
- A despedida da Direcção-Geral de Política de Defesa Nacional (DGPDN) 
- Bruxelas 
- O 11 de Setembro de 2001, em 2021 
- O arranque da EUTM-Moz 
- Uma outra família 
- União de esforços 
- Decidir & decidir 
- Chimoio 
- Na Beira 
- Do Atlantic Centre aos desafios do Índico 
- A cerimónia da EUTM-Moz 
- Escolas 
- A Comunidade de Língua Portuguesa 
- De novo no Chimoio 
- Tete 
- Missa na Catedral de Maputo 
- A equipa Luxemburgo 
- As ‘bolhas’ COVID-19 
- Guerra contra o vento 
- Confinado 
- Guerra contra o vento  - um equilíbrio profundamente desequilibrado 
- Esperar 
- Bem Natal 
- Estamos mesmo juntos 
- O que é mesmo importante 
- O (Re)equilibrar de um desequilíbrio em crescimento 
- Feliz 2022 
- Guerra Cintra o vento e resiliência 
- O valor da vida 
- Falar claro 
- Guerra contra o vento e Forças com tarefas especiais 
- Estar, escutar, sentir e apoiar 
- Pelo que vale mesmo…
- A força das novas gerações 
- Confinado de novo - COVID Ómicron 
- Olhar em frente e acreditar 
- Sem COVID mas prisioneiros COVID 
- Guerra contra o vento e o Modelo do Sistema Estável e Resiliente 
(para resolver situações de conflitualidade) 
- Burocratas e mundo real 
- Respeito e orgulho 
- “Não se preocupe” e / ou “Trust but verify” 
- Guerra na Europa e Dia Nacional da Estónia 
- “Basta” 
- Do realismo para o real 
- Celebrar a felicidade e… a morte na Ucrânia 
- Dia Internacional da Mulher 2022 
- Duas semanas de guerra na Ucrânia 
- Regresso a Cabo Delgado 
- Saudades do futuro 
- O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa no Chimoio 
- Partida das Forças para Cabo Delgado 
- “Ganhámos!”, gritou-me um moçambicano 
- “Pedra a pedra, construindo o novo dia” 
- Determinação, empenho e… enfrentar os inevitáveis 
- Radicalismos, ciência e proximidade 
- Uma Páscoa Santa e repleta de paixão, perdão, fraternidade e esperança 
- Em negação 
- Na linha da frente em Macomia - Cabo Delgado 
- Da Beira ao Chimoio - Esperança m apreensão, confiança é verdade 
- Boane - A Casa do Gaiato 
- Limpeza da orais de Katembe 
- “Tenho / tive também que me ser”, na televisão de Moçambique 
- Novos quatro cavaleiros (hodiernos) do Apocalipse 
- Sonhos de menino 
- “Carros muito bonitos… mas não dão as chaves” 
- O balde de caranguejos 
- A África que sinto 
- De Timor a Moçambique 
- Largo Colégio Militar, Academia do Bacalhau e Dia da Criança 
- Dia de Portugal em Moçambique 
- O ‘Render da Guarda’ na EUTM-Moz 
- Do )fado) vento sombrio, que sopra também, à resiliência 
- “Médén Ágan”: da TVM ao treino integrado no Chimoio 
- O ‘desesperante’ do tempo em que tudo se arrasta 
- Da noite no sul de Moçambique às manhãs no norte do Egito 
- Em Gorongosa, Moçambique encontra o mundo 
- Não se consegue prender a beleza em Moçambique 
- Da ‘chicha’ aos ‘sabonetes’, ou “primeiro presença, depois, presentes” 
- De Nampula a Nacala 
- Da Ilha de Moçambique a Nampula 
- Há sobremesa ? Duvido 
- Finalmente os equipamentos e uma aplicação do modelo tripartido 
(rigor, flexibilidade e disponibilidade total) 
- Um Agosto diferente, porque “a vida é boa, mas é dura…a vida é dura, mas é boa”
- Sinto-me uma ‘criança’ deitada nas ruas de Moçambique 
- Uma pequena, mas significativa, diferença 
- ‘Espíritos Quânticos’ numa última (?) ida ao Chimoio 
- General João de Almeida Bruninho
- ‘Kaya Kwanga’ em Moçambique 
- Do ‘segredo’ é, frequentemente, a arma dos incompetentes aos excelentes momentos 
- Do início da passagem do testemunho aos mixed feelings 
- Sou o 115 dos 115 que comigo estão na Missão EUTM-Moz 
- “Embora afastados pela geografia estamos próximos pela amizade” 
- Hambanine Maxaka 
- Da janela do meu quarto tenho o Índico 
- Do avião ainda vejo o ‘meu’ Índico e digo ‘Hambanine Maxaka’ e, com tristeza R.I.P. 

CARTAS SOBRE AS ‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
- Cartas às Cartas pelo Autor 
- Carta às Cartas por Mayra Andrade 
- Carta às Cartas por Pedro Saial 

POSFÁCIO 
- Mário Saraiva Ngwenya 


Preço: 37,50€; 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Portugal - PREC & BD - ‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ (Desenhada), de José Paulo Simões - Lisboa 1977 - MUITO RARO;









Portugal - PREC & BD - A esquerda ligada ao PCP lançou quer durante o PREC, quer posteriormente diverso material de combate político na imprensa afecta e nas suas editoras, entre informação diária através do matutino ‘O DIÁRIO’ com cartoons e este álbum extremamente sarcástico e hoje em dia um documento histórico de grande raridade 


‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ 
(Desenhada) 
De José Paulo Simões 
Editorial Caminho 
Lisboa 1977 


Álbum de Banda Desenhada, com 40 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


PERSONALIDADES RETRATADAS: 
Neste álbum, são retratados inúmeras personalidades políticas, nacionais e estrangeiros, entre uns adversários do PCP e outros mesmo inimigos assumidos pelos dois lados. 
Entre os primeiros reconhecem-se do PS, Mário Soares, Salgado Zenha, Manuel Alegre, Sotto Mayor Cardia, Jorge Campinos, Raúl Rego, António Barreto, Marcelo Curto, Almeida Santos e Lopes Cardoso, do PPD/PSD, Francisco Sá Carneiro e Magalhães Mota, do CDS, Freitas do Amaral e General Galvão de Melo. Dos militares, General António de Spínola, General Kaúlza de Arriaga e o capitão Tomás Rosa. Do regime anterior, Oliveira Salazar, Marcelo Caetano e Américo Tomás. Da descolonização, Jorge Jardim, Holden Roberto e Jonas Savimbi. E ainda Vera Lagoa (Maria Armanda Falcão) a célebre directora do semanário ‘O Diabo’ e Chico da Cuf (Francisco Ferreira, um dissidente do PCP). Dirigentes políticos internacionais, Gerald Ford, Henry Kissinger, Frank Carlucci, Giscard D’Estaing e o escritor e dissidente russo Alexander Soljenistine.
E entre os inimigos e ódios, Acácio Barreiros (UDP) e Arnaldo Matos (MRPP), além do PCP(ml), a AOC, o MDLP e o ELP. 



A DIREITA DE CARA À BANDA 
(Desenhada) 
- OS 7 MAGNÍFICOS 
- NOIVADOS 
Ou ‘as paixões inconfessáveis da família direitinha’ 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
À atenção do leitor: esta história não deve ser lida por pessoas nervosas ou reaccionárias !!! 
- JOGO DA GLÓRIA DOS DIREITINHAS 
- O CAPUCHINHO VERMELHO 
Uma dos ‘Direitinhas’ quando crianças 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
A maldição da Múmia 


Preço: 52,50€; 

Guiné & Cabo Verde - ‘DO PAIGC AO PAICV’ - Mem Martins 1981 - MUITO RARO;










Guiné & Cabo Verde - Documentos fundamentais para a análise e compreensão da divisão que se registou no PAIGC após em Bissau João Bernardo Vieira ter derrubado Luís Cabral em 1980, e tomado a liderança do PAIGC (partido único comum à Guiné e a Cabo Verde) e do Estado guineense, com a denúncia da supremacia dos quadros originários do arquipélago Caboverdiano, levando estes à separação com a designação de PAICV (Partico Africano para a Independência de Cabo Verde). 


‘DO PAIGC AO PAICV’ 
Documentos 
Edição PAICV 
Impressão Gráfica Europan, L.da 
Mem Martins 1981 


Livro com 132 páginas, em bom estado de conservação, capa com algum desgaste e miolo impecável. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da INTRODUÇÃO: 
“Fundado a 19 de Setembro de 1956 por Amílcar Cabral, Aristides Pereira, Luís Cabral, entre outros jovens patriotas da Guiné e Cabo Verde esteve durante cerca de 25 anos à frente de uma das mais árduas lutas de libertação que conheceu o continente africano, para se consolidar, primeiro como movimento político-armado escudado nas largas massas da população, desenvolvendo depois, com brilhantes sucessos, uma Acção armada e diplomática contra a potência colonizadora, dando finalmente aos dois países, que libertou da dominação portuguesa, as bases da sua afirmação no concreto das nações e da consolidação das conquistas arrancadas com tanto sacrifício. 
No contexto do ‘Movimento Libertador Africano’, a própria concepção do PAIGC como partido binacional surge não só como uma necessidade estratégica da luta pela independência dos povos da Guiné e de Cabo Verde, mas também como resposta concreta à ideia pan-africanista da necessidade de unidade a nível continental. 
(…) 
Ignorando a ideologia do Partido e os mecanismos do seu funcionamento, os homens do golpe do 14 de Novembro de 1980 preferiram recorrer às armas, bloqueando logo a seguir todas as hipóteses de diálogo com uma torrente de declarações públicas insensatas que atingiriam gravemente o prestígio da gloriosa luta de libertação dos povos da Guiné-Bissau e Cabo Verde. 
Dolorosa mas clara evidência: o PAIGC estava enfermo dos desvios denunciados pelo seu Secretário-Geral na reunião do CSL de Junho de 1980, e foi destruído pelo folpe que lhe vibraram os homens do 14 de Novembro. 
A reflexão colectiva que levou os militantes de Cabo Verde à dolorosa conclusão da destruição do PAIGC e à proclamação do PAICV como força continuadora da obra encetada em Cabo Verde sob a égide do partido de Cabral foi longa e amadurecida. 
(…)“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Sobre alguns problemas ideológicos no seio do PAIGC 
(Extracto do Relatório do Secretário-Geral do PAIGC ao CSL em Junho de 1980) 
- Despachos 
- Comunicado do Conselho de Ministros 
- Mensagens trocadas entre o Secretário-Geral do PAIGC e o Comandante 
de Brigada João Bernardo Vieira 
- Comunicação do Secretário-Geral do PAIGC 
- Comunicado do CNCV do PAIGC 
- Cimeira de Luanda - Comunicado 
- Conferência Nacional dos militantes do PAIGC.
Discurso do camarada Secretário-Geral 
- Proclamação 
- Resolução Geral 
- Discurso do Primeiro-ministro, Comandante de Brigada Pedro Pires 
no comício de encerramento do I.* Congresso do PAICV 
- Discurso do Secretário-Geral camarada Aristides Maria Pereira 
no encerramento do I.* Congresso do PAICV 


Preço: 47,50€; 

Portugal & História - ‘VIRIATO’, de Paulo Farmhouse Alberto - Lisboa 1986 - Raro;





Portugal & História - A saga e ousadia do líder lusitano que se opôs com tenacidade e coragem aos enviados de Roma no território actual do país 


‘VIRIATO’ 
De Paulo Farmhouse Alberto 
Edição Inquérito 
Lisboa 1986 


Livro com 86 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE: 
“Viriato, na Hispânia, um Lusitano de nascimento, sendo pastor e salteador, foi para todos os romanos motivo do maior terror, a princípio atacando os caminhos, depois devastando as províncias, por último vencendo, pondo em fuga, subjugando exércitos de pretores e cônsules romanos.”



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Circunstância Histórica 
- As guerras da Lusitânia antes de Viriato 
Sérvio Suplício Galba e o massacre de 151 
- Viriato 
- Os Lusitanos sob Viriato 
- O Tratado de 140 a. c. 
- Servilio Cepião e o fim da guerra de Viriato 
- Depois de Viriato 

ALGUNS TEXTOS ANTIGOS SOBRE VIRIATO 
- A eleições de Viriato 
- Retrato de Viriato 
- Viriato: o chefe ideal 
- O banquete 
- Eloquência e razão 
- A morte 
- O funeral 

Breve referência bibliográfica de consulta básica 


Preço: 17,50€; 

Portugal - Índia & Literatura - ‘O SIGNO DA IRA’, de Orlando da Costa - Lisboa 1972 - RARO;







Portugal - Índia & Literatura - O autor nascido em 1929 em Lourenço Marques (Maputo) - Moçambique, estudou, formou-se e trabalhou em Portugal, onde foi várias vezes detido pela PIDE antes do 25 de Abril. Português, militante do PCP, grande parte da obra de Orlando da Costa tem por temática o então estado português da Índia, onde passou a infância e a juventude.


‘O SIGNO DA IRA’ 
De Orlando da Costa 
Edição Círculo de Leitores 
Lisboa 1972 


Livro de capas duras, com 246 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


O Autor e a sua Obra: 
ORLANDO ANTÓNIO FERNANDES DA COSTA 
(Lourenço Marques, 2 de Julho de 1929 - Lisboa 27 de Janeiro de 2006) 
“Com ‘O SIGNO DA IRA’, publicado em 1961, obteve ORLANDO DA COSTA o Prémio ‘Ricardo Malheiros’ desse mesmo ano. Três anos mais tarde, em 1964, seguiu-se novo romance: ‘Podem chamar-me Eurídice’. Estes dois livros de ficção colocaram definitivamente Orlando da Costa no primeiro plano dos modernos ficcionistas da sua geração, graças à sua capacidade inventiva e de construção e expressão literária que basicamente assentam nos fundamentos e na actualização das contradições sociais e do ser humano, inspiradores das autênticas vias da criação artística de raiz realista. 
Orlando da Costa nasceu a 2 de Julho de 1929, em Lourenço Marques. É porém, em Goa, na Índia que passa toda a sua infância e vive até aos 18 anos. 
Concluídos os estudos secundários vem para Portugal em 1947 e licencia-se em 1953, em História e Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa. Após uma curta experiência no professorado dedica-se à publicidade, profissão que exerce actualmente em Lisboa. 
A sua actividade literária inicia-se em 1951 com a publicação de um livro de poesia ‘A Estrada e a Voz’, integrado na colecção ‘Cancioneiro Geral’. Ainda dentro desta colecção virão a lume mais dois livros de poemas, ‘Os Olhos sem Fronteira’ (1953) e ‘Sete Odes do Canto Comum’ (1955) que haveriam de o creditar como um dos mais importantes poetas portugueses da actualidade. 
Em 1971, Orlando da Costa volta aos escaparates das livrarias desta vez com uma peça de teatro ‘Sem Flores nem Coroas’ que obteve a melhor recepção por parte dos críticos da especialidade.“


PEQUENA BIOGRAFIA: 
“De nome completo Orlando António Fernandes da Costa, poeta, ficcionista e autor dramático português nascido em 1929, em Lourenço Marques (hoje Maputo), em Moçambique, no seio de uma família goesa, de brâmanes católicos, e falecido, com 76 anos de idade, a 27 de janeiro de 2006, em Lisboa, tendo vivido a infância e a adolescência em Goa (antiga Índia Portuguesa), criado na localidade de Margão, de onde partiu muito do perfume e sabor de seus escritos. Era filho de Luís Afonso Maria da Costa, goês católico, descendente direto por varonia de Marada Poi, Brâmane Gaud Saraswat do século XVI. A sua mãe era Amélia Fréchaut Fernandes, nascida em Moçambique de mãe francesa. Em Goa estudou o secundário no Liceu Nacional Afonso de Albuquerque, onde teve como companheiro de estudos Fernando do Rego, o qual publicou um lindo perfil biográfico de Orlando, quando este faleceu.

Durante os anos 50 passou a maior parte de seu tempo na Casa dos Estudantes do Império, uma instituição criada principalmente para estudantes de casas das colónias que estavam a estudar na metrópole. Lá, ele entrou em contacto com muitos dos futuros líderes dos movimentos nacionalistas das colónias, como o MPLA, a FRELIMO e o PAIGC. Entre 1950 e 1953 ele foi preso três vezes pelo governo de Salazar. Em 1954 juntou-se ao Partido Comunista Português (PCP) durante o regime ditatorial, quando ainda o partido estava proscrito, e ele desenvolveu o seu trabalho político na região de Lisboa. Poucos dias antes de falecer, a 5 de janeiro de 2006, recebeu das mãos de Jorge Sampaio o grau de Comendador da Ordem da Liberdade. À data da sua morte, desenvolvia no PCP atividade na área da cultura literária.

Casou pela primeira vez com a jornalista Maria Antónia de Assis dos Santos, duma família laica, republicana e liberal do Seixal, que pertencia ao conselho geral da Fundação Mário Soares. O casal teve uma filha, Isabel dos Santos da Costa, que com três anos, faleceu num acidente de viação, e um filho, o político António Costa, hoje primeiro-ministro do governo português. Em 1962 divorciaram-se, e Orlando casou de novo com Inácia Martins Ramalho de Paiva, da qual teve um filho, o jornalista Ricardo Costa do jornal Expresso.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Abertura 

Capítulo Um 
ao 
Capítulo Dez 


Preço: 22,50€; 

África - História & Política - Revista ‘TRÊS CONTINENTES’, n. 3 - Set. 1980 - (MOÇAMBIQUE - ‘AUTOCRÍTICA DO CC DA FRELIMO’ e ‘O MARXISMO DE SAMORA’) - Lisboa 1980 - MUITO RARO;





















África - História & Política - A revolução marxista leninista em Moçambique pela FRELIMO e a sua análise por Aquino de Bragança e a situação na África do Sul do regime do Apartheid são dois dos grandes temas desta edição 


Revista ‘TRÊS CONTINENTES’, n. 3 - De Setembro de 1980. 
MOÇAMBIQUE - ‘AUTOCRÍTICA DO CC DA FRELIMO’ e ‘O MARXISMO DE SAMORA’ 
Director: José Antunes Ribeiro 
Lisboa 1980 


Exemplar com 66 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
MOÇAMBIQUE 
- ‘AUTOCRÍTICA DO COMITÉ CENTRAL DA FRELIMO’, por António Makwala 
‘O Comité Central do Partido FRELIMO acaba de reafirmar na prática o seu respeito pela prestação de contas ao povo ao fazer publicamente a sua autocrítica através da publicação da resolução final da sua 7.a Sessão decorrida cá capital moçambicana entre os dias 17 e 19 do passado mês.’ 
‘Zimbabwe’ 
‘Medalha do internacionalismo para Samora Machel.’ 

- ‘O MARXISMO DE SAMORA’, por Aquino de Bragança 
(Comunicação apresentada no Congresso de Sociologia, em Upsala, Suécia.) 
‘Como a luta armada se tornou revolução, tal como “um rio que, à medida que avança, engrossa incorporando novas forças e atira progressivamente para as margens as impurezas que transporta”.’ 
‘As massas deserdadas’ 
‘Dualidade de poderes’ 
‘Resolver a crise’ 
‘Os blocos de classe’ 

DOSSIER ÁFRICA DO SUL, por J. Fernandes Ribeiro 
- ‘ÁFRICA DO SUL ISOLADA CONTRA ÁFRICA’ 
- ‘A MÁQUINA MILITAR DA R.A.S.’ 
- ‘ENQUADRAMENTO MILITAR DOS CIVIS’ 
- ‘A VENDA DE ARMAS À ÁFRICA DO SUL’ 
‘Angola 1975’ 
‘Bruxelas: elo de ligação da ‘Operação Miami’ 
‘Para que servem os embargos ?’
- ‘A BOMBA ATÓMICA DE PRETÓRIA’ 

- ‘AOS MÁRTIRES DE SOWETO’ 
- ‘UGANDA: Estabilidade difícil’ 


Preço: 27,50€; 

Angola & Agricultura - ‘A JUNTA DE EXPORTAÇÃO DE CAFÉ COLONIAL EM ANGOLA’, de Ramos de Souza - Luanda 1946 - MUITO RARO;




Angola & Agricultura - Obra contendo um conjunto de dados estatísticos, económicos, produção, da atividade de produção e exportação do café, em Angola e também de outras províncias ultramarinas portuguesas na época 


‘A JUNTA DE EXPORTAÇÃO DE CAFÉ COLONIAL EM ANGOLA’ 
Cinco Anos de Cativeiro 1941/45 
De Ramos de Souza 
Edição da Junta de Exportação de Café de Angola / JUNCAFÉ 
Luanda 1946 


Livro com 154 páginas e Anexos, em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

Capítulo I. - DEFESA DA PRODUÇÃO 
a) - Fixação inicial de preço 
b) - Situação do mercado interno quando a JUNCAFÉ se instala em Angola 
c) - Operações realizadas pela JUNCAFÉ 
d) - Assistência Financeira 
e) - Assistência Técnica 
f) - Apresentação do café 
g) - Sacaria 
h) - Armazenagem 
i) - Coordenação da actividade económica e combate à concorrência desregada 
j) - Números relativos à produção 

Capítulo II. - CADASTRO 

Capítulo III. - TRANSPORTES 
a) - Transporte terrestre 
b) - Transporte marítimo 

Capítulo IV. - EXPORTAÇÃO 

Capítulo V. - MERCADOS
a) - Império 
b) - União Sul Africana 
c) - Espanha 
d) - América do Norte 
e) - Outros países 

ANEXOS
1 a 19
Relação das Firmas de Angola inscritas na JUNCAFÉ 


Preço: 0,00€; (Indisponível)