segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Moçambique & Antropologia - ‘UM OLHAR SOBRE O NIASSA’, de P. Luís Wegher - Maputo 1995 - MUITO RARO;









Moçambique & Antropologia - 


‘UM OLHAR SOBRE O NIASSA’ 
Traços Históricos - Etnológicos 
De P. Luís Wegher 
Apresentação de Brazão Mazula 
Prefácio de Higino Tubaldo 
Edições Paulinas 
Maputo 1995 


Livro com 344 páginas, muito ilustrado (fotografias, mapas e desenhos) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“Chama-se LUÍS WEGHER; é italiano, nascido em Trento a 9 de Setembro de 1912; é missionário católico da Consolata, com 56 anos (…) de inteira dedicação aos povos do Niassa e 58 de sacerdócio.
Nas tradições e costumes que o livro conta, tem-se a sensação de ler sabedoria, pelo trato que o Pe. Wegher dá à região e à sua gente. Misto de história e geografia, este ‘OLHAR SOBRE O NIASSA’ vai muito atrás do tempo das Caravelas colher o passado ancestral dos ‘Ayao’, dos Lomué, dos Anyanja…., que mantém intactas as regras de viver legadas pelos antepassados mortos, que eles veneram como ninguém.“ 



Do ÍNDICE: 

Palavras de Abertura 
APRESENTAÇÃO 
PREFÁCIO 

PRIMEIRA PARTE 
Capítulo I - O NIASSA, TERRITÓRIO E LAGO 
1. A região 
2. Um passado de abandono 
3. As suas riquezas 
4. Grandeza e beleza do Lago Niassa 
5. Características 
6. Comércio através do Lago 
7. Os outros três lagos 

Capítulo II - O NIASSA, RIOS, MONTES E ESTAÇÕES 
1. O sistema fluvial do Niassa 
1) - Rio Rovuma 
2) - Rio Lugenda 
3) - Rio Lúrio 
4) - Rio Msalu 
5) - Rio Lucheringo 
2. O sistema orográfico 
3. Estrutura geológica 
4. O clima e a divisão do ano 
1) - A divisão do ano 
2) - Tempo da seca - As queimadas 
2) - Tempo das chuvas 
5. Usos e costumes da época da chuva 
1) - Os remédios agrícola 
2) - A influência da lua 
3) - Súplicas para obter a chuva 

Capítulo III - AS TRIBOS DO NIASSA NAS GRANDES EXPLORAÇÕES 
1. Os heróis da exploração do Niassa, segundo H. A. Johnson 
2. Os Ayao 
3. Os Anyanja 
4. Os Macua 

Capítulo IV - MOVIMENTOS SANGRENTOS NO NIASSA 
1. Os Zimbas, os Zulos, os Maguangares, os Angonis 
2. Primeiras invasões 
3. Primeiros europeus 

Capítulo V - AS GUERRAS DOS AYAO 
1. Guerras dos Ayao contra os invasores 
1) - Primeira guerra contra os Alolo 
2) - Segunda guerra contra os Makwangwala 
3) - Guerra de Catur contra Nlungusi, Jalasse, Makumba e Kwilasya 
2. As guerras civis entre os Ayao 
1) - Guerra de Ce Mataka contra Makanjila 
2) - Guerra de Ce Mataka contra Ce Catur 
3) - Guerra de Ce Mataka contra Malingalile 
NOTA: Cantos de guerra dos soldados de Catur 

Capítulo VI - ORGANIZAÇÃO GUERREIRA E COMBATE 
1. Organização guerreira dos Ayao 
2. Chefes 
3. Armas 
4. Venenos 
5. Como se combatia pelos Ayao 
1) - Os remédios mágicos 
2) - O combate 
3) - O ‘Marini’, o espírito do morto 

Capítulo VII - ORIGEM HISTÓRICA DOS NOMES 
1. As origens do povo Ayao 
2. Origem histórica dos nomes ‘Mataka’ e ‘Catur’ 
1) - O régulo Cê Mataka 
2) - O régulo Catur 
3) - O régulo Cuamba 
4) - O régulo Maniamba 
3. Origem da palavra ‘Macua’ 
Principais chefes e território da sua jurisdição 
1) - Principais chefes Ayao chamados Mwenye ou Sultão e território da sua jurisdição 
2) - Chefes Ayao no território do Malawi 
3) - Os chefes de povoação ou ‘Nduna’ 
4) - Outros grupos étnicos 
Povoações na sua origem histórica 

Capítulo VIII - TOPONÍMIA E ANTROPÓNIMA NAS TRIBOS DO NIASSA 
1. Sua definição 
2. O fenómeno na correspondência 
3. Exemplos de direcção 
4. Escrita dos nomes muçulmanos 
5. Nomes tradicionais ou gentílicos e muçulmanos 
6. Nomes de gentes ou de povoação 
7. Outros nomes muçulmanos 
8. Toponímia e antroponímia da colonização 
9. O problema da troca de letras alfabéticas 

Capítulo IX - RESENHA HISTÓRICA DO NIASSA 
1. Lichinga - Vila Cabral 
2. Mandimba e Lichinga 


SEGUNDA PARTE 
Capítulo I - A CHEFIA GENTÍLICA, A MORTE 
1. A sucessão e o herdeiro - A Farinha Sagrada 
2. O ‘Maliro’ ou pranto da morte 
3. Depois da morte do régulo 
4. O enterro do régulo 
5. Enterrados vivos 
6. Hábitos fúnebres 
7. O novo régulo 
8. Morte e enterro comuns 
9. Usos e costumes no ‘Malilo’ 
10. A morte de leprosos e o enterro 
11. Árvores mortuárias 
12. O mistério da morte 
13. O ‘Maliro’ na força da tradição 

Capítulo II - A FAMÍLIA, A SUA INSTITUIÇÃO PRIMITIVA, OS TABUS 
1. A mulher e a rapariga Ayao, no passado 
1) - Suas ocupações 
2) - Como a mulher era preparada para estas ocupações 
3) - Provas a que são submetidas as raparigas 
4) - Papel desempenhado pela mãe na educação dos filhos e das filhas 
5) - A islamização da rapariga e da mulher Ayao 
6) - A escravatura da mulher Ayao 
2. A instituição familiar 
1) - Usos e costumes 
2) - O noivado 
3. A esterilidade e os filhos 
1) - Esterilidade: outros costumes 
2) - A gravidez 
3) - Antes do parto 
4) - O parto 
5) - As festas do ‘pós-parto’ 
6) - Usos e costumes do ‘pós-parto’ 
7) - As doenças das crianças 
4. O parentesco 
1) - Terminologia 
2) - Duas famílias ‘Mbunda’ e ‘Liwasa’ 

Capítulo III - A FAMÍLIA NO MISTERIOSO ENREDO DA SUPERSTIÇÃO 
1. Várias situações e remédios 
2. Os filhos em relação aos pais 
3. Enlace misterioso e pesado 
4. As testemunhas do casamento 
5. ‘Kukutuka Ndaka’ 
6. Rapazes do Niassa 

Capítulo IV - “OS FILHOS DE NINGUÉM” 
1. Situação dolorosa 
2. Os ‘Half-Caste’ 
3. A prova dos factos 
1) - Pierino no Hotel 
2) - Pratos, copos e talheres no Lago Niassa 
3) - A filha do chefe do posto 
4) - “Atira-te pela janela abaixo, está a chegar uma visita” 
5) - “Quem te disse que tu és meu filho ?” 
6) - Aflição terrível de país 
4. Afinal, não foi ele quem me deu este dom ? 
5. Para findar 

Capítulo V - AUTORIDADES E SEUS PODERES, A LEI DE TALIÃO 
1. Os régulos 
2. Chefe de povoação - Nduma 
3. As leis 
4. A justiça e os tribunais 
1) - Tribunal e juizes 
2) - Penas aos condenados 
  a) - Roubos 
  b) - Adultério 
3) - Instrumentos de tortura 
  a) O suplício do Citonga 
  b) Litondolo 
  c) Mbanda 
  d) Makangwa 
  e) Lwembe 
  f) O corte das mãos 
5. O juramento africano 
1) - Maneiras de jurar 
2) - Juramento de veneno 
3) - Juramento de ‘beber o sal’ 
4) - O juramento na Floresta 
6. A lei de Talião e a vingança 
1) - O ‘dente por dente’ bíblico 
2) - As origens da vingança 
7. Queimados vivos 
8. Desterro cruel 
9. O antropófago 
10. A vingança nocturna 
11. Farinha envenenada 
12. Vinganças familiares 
13. Outras vinganças 
1) - Vingança do fogo 
2) - Vingança dos cabelos 
3) - Vingança do vestido 
14. A oferta das panelas 

Capítulo VI - O NIASSA E A SUA RELIGIÃO 
1. A língua dos Bantos 
2. A religião 
3. Os ‘Ayao’ e a sua religião primitiva ou tradicional 
1) - Os Ayao sempre acreditaram em Deus 
2) - A criação do mundo e do homem segundo Ayao 
3) - A ideia do bem e do mal 
4. O significado do Ntanga Lwembe 
5. A árvore sagrada do ‘Msolo’ e do ‘Mtulo’ 
6. ‘Mbopesi’ - o sacrifício 
7. Os Ayao já rezavam, antigamente 
8. Oração pela caça aos elefantes 
9. Não existia oração para se livrar das doenças 
10. Uma síntese conclusiva 

Capítulo VII - OS ÁRABES, A SUA RELIGIÃO E A ESCRAVATURA 
1. Primeiros contactos com a tribo Ayao 
1) - A escravatura na tribo Ayao 
2) - A entrega da mercadoria humana 
3) - A marca do reconhecimento 
4) - O rumo à costa 
5) - ‘Citupa’ - A porta de evasão 
6) - “O escravo é como um tambor” 
7) - Os tratados contra a escravatura 
- Nota: The Slave Trade de H. H. Johnson 
2. O islamismo dos Ayao 
1) - A educação e a cultura 
2) - Islamização da paisagem 
3) - Islamização do vestuário 
4) - Islamização da sociedade 
  a) - A oração 
  b) - A cerimónia de circuncisão 
  c) - O casamento 
  d) - Cerimónias fúnebres 
  e) - O Ramadão 
  f) - O terço corânico 
5) - O conceito de Deus - O nome Nlungu substituído por Alá 
6) - O Paraíso Islâmico 
7) - A Mesquita ou casa de oração 

DICIONÁRIO das palavras ‘CI-YAO’ 
Bibliografia 


Preço: 97,50€; 

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Portugal & Moçambique - ‘CARTAS DO ÍNDICO’, de Nuno Lemos Pires - Lisboa 2023;















Portugal & Moçambique - Relato de uma missão da União Europeia de treino de forças especiais do exército moçambicano, visado o combate ao terrorismo em Cabo Delgado, onde militares portugueses tiveram um papel importante e fundamental, sob o comando do autor, um oficial superior com vasta e eficaz carreira no exército português 


‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
De Nuno Lemos Pires 
Edição Nexo Literário 
Lisboa 2023 


Livro com 534 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
‘CARTAS DO ÍNDICO’ 

“(…) uma riquíssima colectânea de textos, escritos em Moçambique, durante uma das mais exigentes e complexas missões que executou na sua já longa e brilhante carreira militar, presta um contributo inestimável às Forças Armadas, pois permite perenizar e divulgar o essencial da missão de treino da União Europeia, constituída pela capacitar os militares moçambicanos no combate ao terrorismo existente na região de Cabo Delgado. 
A qualidade da escrita apresentada que, de forma simples e cuidada, transmite minuciosa e apaixonadamente os episódios mais relevantes vividos pela força que comandou, aliada ao facto de ser um militar de formação sólida e de carácter imbatível (…).“ 
Almirante António Silva Ribeiro 

“Têm as Cartas o estilo honesto de Franco próprio do militar executivo e disciplinado, habituado a mandar e a obedecer, mas também o estilo didáctico e culto do escritor apaixonado pela História. Estão escritas com o coração na mão, por um militar europeu comprometido e humanista que não se limita só a executar, de maneira altamente eficaz, uma missão complexa e delicada - como é a formação de unidades de elite do exército moçambicano -, mas que quer aprofundar o lado mais Humano da sua experiência única e tirar e partilhar lições duradouras.
Embaixador António Sánchez Benedito 

“As ‘VARTAS SÓ ÍNDICO’, constituem memórias de um general português, que ao serviço da UE veio consolidar as relações de cooperação entre Moçambique e a UE. O General Lemos Pires pela sua simplicidade granjeou simpatia e amizade pelo Moçambique todo.
Meu caro General, no final da sua escrita, ‘CARTAS DO ÍNDICO’, parta com a certeza de uma missão cumprida.“ 
Embaixador Mário Saraiva Ngwenya 


Da badana:
“As ‘CARTAS DO ÍNDICO’ são um testemunho pessoal, um relato do comandante da primeira missão da União Europeia em Moçambique. Além de espelharem a paixão do Autor pelas terras moçambicanas, são também uma profunda, e em vários momentos inusitada, reflexão para combater o terrorismo, aliada a uma narrativa clara de esperança e de profundo respeito pelo(s) povo(s) sofredor(és) da região de Cabo Delgado. 
É um livro escrito para todos os que se preocupam com a condição humana, e é, também, um ensaio para todos aqueles, desde académicos e investigadores a curiosos, que se interessam por assuntos africanos. 
Um livro que narra, frequentemente na primeira pessoa, o ‘dia/semana a dia/semana’ de uma missão que contou com a participação de militares e civis provenientes de 12 países da União Europeia (UE), ainda que na sua maioria fossem portugueses, e que, pelo carácter inovador e colaborativo como foi desenvolvida, permitiu que civis e militares, da UE e de outros países aliados de Moçambique, tenham conseguido construir um projecto de paz e de esperança, que junta desenvolvimento e segurança, destinado a edificar um melhor futuro para o povo de Moçambique.“ 


O Autor: 
“NUNO LEMOS PIRES nasceu em Lisboa, Portugal, terminou a Academia Militar (AM) em 1988, e é, actualmente, Brigadeiros-General do Exército / Operações Especiais. 
Participou em varias missões internacionais, destacando-se, Moçambique (1995-1996 e 2021-2022), Angola (2000 e 2001), Espanha (2002-2005), Paquistão (2005) e Afeganistão (2009-2010). 
No âmbito nacional, e de entre as inúmeras funções que desempenhou, destacam-se as de instrução e comando na Escola Prática de Infantaria; Professor de Estratégia e História Militar no Instituto de Altos Estudos Militares, Chefe de Gabinete do Almirante Comandante no NATO Joint Command Lisbon; Comandante do 2.* Batalhão de Infantaria Mecanizada na Brigada Mecanizada de Santa Margarida; Professor de História Militar e Relações Internacionais na AM; Director de Formação na Escola das Armas, em Mafra; Comandante do Corpo de Alunos e do Quartel da Amadora na AM. Desempenhou, igualmente, as funções de Subdirector-geral de Política de Defesa  Nacional no Ministério da Defesa Nacional e coordenador do Centro do Atlântico, e, novamente em contexto internacional, foi Comandante da Força da Missão de Treino da União Europeia em Moçambique (EUTM-Moz), de Setembro de 2021 a Setembro de 2022 (período onde escreveu o livro que é agora levado à estampa). Actualmente é o 2.* Comandante e Director de Ensino na AM. 
O autor é doutorado em História, Defesa e Relações Internacionais pelo ISCTE-IUL (com AM), tem 11 livros publicados e mais de 120 capítulos ou artigos em livros e publicações variadas, sobre temas relacionados com História Militar, Relações Internacionais, Segurança e Defesa, Estratégia e Terrorismo, e colabora frequentemente com diversas Universidades e Institutos, militares e civis, nacionais e internacionais, como palestrante e conferencista.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA DE ABERTURA 
PREFÁCIO 
- António Sánchez Benedito 

INTRODUÇÃO 
- Um mês antes de partir 
- A despedida da Direcção-Geral de Política de Defesa Nacional (DGPDN) 
- Bruxelas 
- O 11 de Setembro de 2001, em 2021 
- O arranque da EUTM-Moz 
- Uma outra família 
- União de esforços 
- Decidir & decidir 
- Chimoio 
- Na Beira 
- Do Atlantic Centre aos desafios do Índico 
- A cerimónia da EUTM-Moz 
- Escolas 
- A Comunidade de Língua Portuguesa 
- De novo no Chimoio 
- Tete 
- Missa na Catedral de Maputo 
- A equipa Luxemburgo 
- As ‘bolhas’ COVID-19 
- Guerra contra o vento 
- Confinado 
- Guerra contra o vento  - um equilíbrio profundamente desequilibrado 
- Esperar 
- Bem Natal 
- Estamos mesmo juntos 
- O que é mesmo importante 
- O (Re)equilibrar de um desequilíbrio em crescimento 
- Feliz 2022 
- Guerra Cintra o vento e resiliência 
- O valor da vida 
- Falar claro 
- Guerra contra o vento e Forças com tarefas especiais 
- Estar, escutar, sentir e apoiar 
- Pelo que vale mesmo…
- A força das novas gerações 
- Confinado de novo - COVID Ómicron 
- Olhar em frente e acreditar 
- Sem COVID mas prisioneiros COVID 
- Guerra contra o vento e o Modelo do Sistema Estável e Resiliente 
(para resolver situações de conflitualidade) 
- Burocratas e mundo real 
- Respeito e orgulho 
- “Não se preocupe” e / ou “Trust but verify” 
- Guerra na Europa e Dia Nacional da Estónia 
- “Basta” 
- Do realismo para o real 
- Celebrar a felicidade e… a morte na Ucrânia 
- Dia Internacional da Mulher 2022 
- Duas semanas de guerra na Ucrânia 
- Regresso a Cabo Delgado 
- Saudades do futuro 
- O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa no Chimoio 
- Partida das Forças para Cabo Delgado 
- “Ganhámos!”, gritou-me um moçambicano 
- “Pedra a pedra, construindo o novo dia” 
- Determinação, empenho e… enfrentar os inevitáveis 
- Radicalismos, ciência e proximidade 
- Uma Páscoa Santa e repleta de paixão, perdão, fraternidade e esperança 
- Em negação 
- Na linha da frente em Macomia - Cabo Delgado 
- Da Beira ao Chimoio - Esperança m apreensão, confiança é verdade 
- Boane - A Casa do Gaiato 
- Limpeza da orais de Katembe 
- “Tenho / tive também que me ser”, na televisão de Moçambique 
- Novos quatro cavaleiros (hodiernos) do Apocalipse 
- Sonhos de menino 
- “Carros muito bonitos… mas não dão as chaves” 
- O balde de caranguejos 
- A África que sinto 
- De Timor a Moçambique 
- Largo Colégio Militar, Academia do Bacalhau e Dia da Criança 
- Dia de Portugal em Moçambique 
- O ‘Render da Guarda’ na EUTM-Moz 
- Do )fado) vento sombrio, que sopra também, à resiliência 
- “Médén Ágan”: da TVM ao treino integrado no Chimoio 
- O ‘desesperante’ do tempo em que tudo se arrasta 
- Da noite no sul de Moçambique às manhãs no norte do Egito 
- Em Gorongosa, Moçambique encontra o mundo 
- Não se consegue prender a beleza em Moçambique 
- Da ‘chicha’ aos ‘sabonetes’, ou “primeiro presença, depois, presentes” 
- De Nampula a Nacala 
- Da Ilha de Moçambique a Nampula 
- Há sobremesa ? Duvido 
- Finalmente os equipamentos e uma aplicação do modelo tripartido 
(rigor, flexibilidade e disponibilidade total) 
- Um Agosto diferente, porque “a vida é boa, mas é dura…a vida é dura, mas é boa”
- Sinto-me uma ‘criança’ deitada nas ruas de Moçambique 
- Uma pequena, mas significativa, diferença 
- ‘Espíritos Quânticos’ numa última (?) ida ao Chimoio 
- General João de Almeida Bruninho
- ‘Kaya Kwanga’ em Moçambique 
- Do ‘segredo’ é, frequentemente, a arma dos incompetentes aos excelentes momentos 
- Do início da passagem do testemunho aos mixed feelings 
- Sou o 115 dos 115 que comigo estão na Missão EUTM-Moz 
- “Embora afastados pela geografia estamos próximos pela amizade” 
- Hambanine Maxaka 
- Da janela do meu quarto tenho o Índico 
- Do avião ainda vejo o ‘meu’ Índico e digo ‘Hambanine Maxaka’ e, com tristeza R.I.P. 

CARTAS SOBRE AS ‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
- Cartas às Cartas pelo Autor 
- Carta às Cartas por Mayra Andrade 
- Carta às Cartas por Pedro Saial 

POSFÁCIO 
- Mário Saraiva Ngwenya 


Preço: 37,50€; 

África & História - ‘AFRIQUE DU SUD - Enquête sur la violence (1990-1992)’ - Amnesty Internacional - Paris 1992 - Muito Raro;







África & História - Um relatório e documento histórico muito raro editado em Paris pela Amnesty International, focado na violência política e as violações dos direitos humanos na África do Sul durante o período de transição que antecedeu o fim do Apartheid.


‘AFRIQUE DU SUD - Enquête sur la violence (1990-1992)’ 
Amnesty Internacional 
Paris 1992 


Livro com 128 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Da contracapa: 
“AFRIQUE DU SUD 

L’Afrique du Sud a été marquée ces deux dernières années par de profonds contrastes: les lois inhumaines régissant l’appartheid ont été abeigées et le gouvernement a entamé des négociations avec ces anciens ennemis pour mettre un terme à la domination de la minorité blanche, mais, pendant cette même pèriode, d’horribles violences ont été perpetrées. Plus de 7.000 personnes ont trouvé la mort lors d’assassinats visant des personnes précises, d’attaques armées menées contre des communautés noites ou des passagers de trains de banlieue, et des injustifés des forces de sécurité. Nombre de communautés noites vivent presque constamment dans la terreur. 
Amnesty International expose dans le présent rapport la participarion incessante des forces de sécurité aux tortures et aux assassinats. L’Organisation conclut que l’absence de mesures gouvernementales efficaces et imoartiales pour endigner la violence et rendre les forces de sécurité responsables de leurs actes fait peser une menace sur les perspectives de transation démocratique em Afrique du Sud.“ 



Do ÍNDICE: / SOMMAIRE: 

INTRODUCTION 
- Impunité pour les ‘escadrons de la mort’ 
- Répression au Bophuthatswana 
- Collusion de la police et de l’armée avec l’Inkatha 
- La Police du Kwazulu, un danger pour la population 
- Inefficacité de la police dans la ‘guerre des táxis’ du Cap 
- Enquête sur la police du Transvaal occidental 
- Conclusions 

- Propositions d’Amnesty InternaTional 
- Amnesty International 
- Repères 


Preço: 27,50€; 

Moçambique & Direitos Humanos - ‘O QUE SE ESTÁ A PASSAR EM CABO DELGADO’ - Amnistia Internacional - Lisboa 2026;




Moçambique & Direitos Humanos - A secção portuguesa da Amnistia Internacional em campanha pela recolha de fundos e apoio à população moçambicana do norte do país, vítimas do terrorismo islâmico 


Moçambique - ‘O QUE SE ESTÁ A PASSAR EM CABO DELGADO É DESUMANO’ 
Director: Pedro A. Neto 
Edição da Amnistia Internacional 
Lisboa 2026 


Exemplar com 20 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 


Temas em destaque: 
Editorial 
- ‘VISÃO DE FUTURO’ 
Moçambique 
- ‘O QUE SE ESTÁ A PASSAR EM CABO DELGADO É DESUMANO’ 
- ‘DIREITOS CIVIS E POLÍTICOS: UMA LUTA CONSTANTE PELO MUNDO’ 
- ‘DIREITOS AMBIENTAIS SÃO DIREITOS HUMANOS’ 
- ‘AS TECNOLOGIAS DE VIGILÂNCIA E OS DIREITOS HUMANOS DO FUTURO’ 
- ‘A DEFENDER OS DIREITOS HUMANOS NO MUNDO - 49 EM PORTUGAL’ 
- ‘A AMNISTIA INTERNACIONAL POR QUEM FAZ PARTE DO CAMINHO’ 
Sofia Branco, Patrícia Filipe, Ana Filipa Costa, Ivo Canelas 


Preço: 25,00€; 

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Portugal - Zaire & Descolonização - ‘CAETANO, SPÍNOLA E MOBUTU (1968-1974)’, de Rui Bonita Velez - Lisboa 2017 - MUITO RARO;






Portugal - Zaire & Descolonização - As relações políticas e diplomáticas entre os dois países, desde a parte final do regime do Estado Novo, a guerra em Angola com o apoio de Mobutu à guerrilha da UPA/FNLA de Holden Roberto, a presença portuguesa no país e na descolonização o encontro do então presidente da república portuguesa, General António de Spínola na ilha do Sal com o Presidente zairense 


CAETANO, SPÍNOLA E MOBUTU’ 
As Relações Bilaterais entre Portugal e o Zaire (1968 a 1974) 
De Rui Bonita Velez 
Prefácio de Luís Nuno Rodrigues 
Edição Fronteira do Caos Editores 
Porto 2017 


Livro com 386 páginas (XVI + 370) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da CONTRACAPA: 
“Este livro tem por objectivo principal o estudo das relações bilaterais entre Portugal e o Zaire, no período compreendido entre 1968 e 1974.
Está sustentado num estudo comparativo entre o regime de Marcello Caetano e aquele que, liderado por António de Spínola, assumiu os destinos de Portugal após o 25 de Abril de 1974. O propósito fixou-se na identificação de continuidades ou rupturas entre as linhas de acção política adoptadas relativamente ao Zaire, na perspectiva de solucionar os principais impasses políticos de ambos os regimes. Tal situação marcou o relacionamento dos actores em causa, o Zaire e Portugal.
Um dos aspectos inovadores deste trabalho consiste na defesa de que, apesar de conseguirmos identificar alguns elementos de confluência durante este período, Portugal relacionou-se com o Zaire estabelecendo relações oscilantes e evolutivas sem um padrão comum de actuação política entre os dois regimes que marcaram este período da História Contemporânea Portuguesa.
Para um entendimento perfeito da problemática em análise, esta é enquadrada pelo estudo das orientações da política ultramarina portuguesa e na forma como se traduziram na defesa dos interesses nacionais estabelecidos, permitindo avaliar a importância do Zaire na resolução da questão angolana. Por outro lado, no contexto da política externa e africana de Mobutu, analisámos a evolução do seu posicionamento político relativamente a Portugal no sentido de influenciar a questão de Angola em seu próprio benefício.” 


O Autor: 
“RUI MANUEL PROENÇA BONITA VELEZ nasceu a 24 de Março de 1970, em Lisboa. É Oficial do Exército, da Arma de Infantaria, Licenciado em Ciências Militares pela Academia Militar, Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Doutor em História Moderna e Contemporânea pelo ISCTE-IUL. É autor do livro "Salazar Tchombé, O Envolvimento de Portugal na Questão do Catanga (1961 a 1967)".
Cumpriu uma missão de serviço no Kosovo, como Oficial de Ligação do 2. BI/BLI ao Quartel-General da KFOR, entre Janeiro e Setembro de 2005.
Actualmente pertence ao Corpo Docente da Academia Militar, onde lecciona Teoria Geral da Estratégia e Geografia Militar. É ainda Coordenador Científico do Mestrado Integrado em Ciências Militares, especialidade de Infantaria e Cavalaria, e investigador no CEHCP do ISCTE-IUL.
Nota: O Coronel Rui Velez encontra-se actualmente na situação de Reserva.”  


Preço: 77,50€; 

Portugal - Ultramar & História - ‘O General RAMALHO EANES’, de M. Vieira Pinto - Lisboa 2014 - Raro;




Portugal - Ultramar & História - Uma biografia com as vivências de Ramalho Eanes, General que foi eleito como o primeiro Presidente após o 25 de Abril e levou o país do final do PREC à democracia institucional 


‘O General RAMALHO EANES e a história recente de Portugal’ 
De M. Vieira Pinto 
Edição D. G. Edições 
Lisboa 2014 


Livro com 440 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


O Autor e a Obra: 
“Tendo tido, M. Vieira Pinto, uma educação militar e agradando-lhe muito escrever sobre este tema, decidiu, agora reformado, dar vida a um livro que, não sendo uma biografia, relata a vida de um general em vários aspetos. Esta obra, pensada para todos os públicos, mas especialmente para os mais jovens, fala das várias etapas da vida do general Ramalho Eanes desde o seu nascimento à sua infância e juventude. Conta-nos episódios que marcaram a história Portuguesa como o 25 de abril e de que forma a personagem principal deste livro esteve envolvida neles explicando os seus objetivos e motivações.” 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

África & PALOP’s - ‘RECORDANDO… PORTUGAL E CABO VERDE’, de Fernando A. Guerreiro - Lisboa 2000 - MUITO RARO;





África & PALOP’s - Uma obra sobre as vivências do Autor entre o continente europeu e o arquipélago africano, profusamente ilustrado e com as suas obras de pintura e acrílico estampadas 


‘RECORDANDO… PORTUGAL E CABO VERDE’ 
De Fernando A. Guerreiro 
Prefácio de Maria do Rosário Pedreira 
Capas e desenhos de Armando Lopes 
Edição do Autor 
Lisboa 2000 


Livro com 120 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 


Da contracapa:
“ ‘RECORDANDO… PORTUGAL E CABO VERDE’ 

Nada se perde, tudo se transforma, é a lei fatídica deste universo em constante evolução, de metamorfoses em metamorfoses, chegando a este ser que é humano, neste planeta chamado Terra, onde cada um, quer queira, quer não, tem de percorrer o seu caminho, nascer para morrer.
Todos têm a sua história durante a sua vivência.
Este pequenos contos fazem parte de alguns percursos do Autor.“ 


“Pois bem, foi isso que aconteceu a Fernando Guerreiro. Seguramente apaixonado pelos livros e pela sua magia, arrancou às suas memórias episódios singelos e dispersos – alguns cómicos, outros dramáticos, outros quase trágicos — e vem agora relatá-los neste pequeno livro com a simplicidade que lhe conhecemos. E, ao lê-lo, ficamos com a sensação de que Fernando Guerreiro quer partilhar connosco o seu passado de menino pobre da capital, quer que ouçamos as mornas que tocava e cantava em Cabo Verde para esquecer os sustos e as moscas nos pratos de comida, quer que saibamos o muito que conseguiu amar as mulheres nas mais adversas situações, quer que não o esqueçamos por todas as razões e mais algumas, sobretudo pelo muito que fez pelos livros todos estes anos.” 
in Prefácio por Maria do Rosário Pedreira


O Autor:
“FERNANDO A. GUERREIRO nasceu em 1920, na linda Lisboa, cidade das sete colinas, no já demolido Pátio das Parreiras, que estava situado dentro do Miradouro de Santa Luzia, ali mesmo por cima do antiquíssimo bairro de ALFAMA. 
Começou a trabalhar em artes gráficas aos 12 anos.
Actualmente encontra-se na produção de livros de uma conceituada editora.
Publicou a sua primeira obra em 1997 com o título ‘Vivências e Poesias de Cabo Verde e Portugal’.“ 


OBRAS DO AUTOR: 
- ‘VIVÊNCIAS E POESIAS DE CABO VERDE E PORTUGAL’ (1997); 
- ‘RECORDANDO… PORTUGAL E CABO VERDE’ (2000); 
- ‘MISSIVAS DE AMOR… - Viajantes no Tempo’. 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA DO AUTOR 

PREFÁCIO - Por Maria do Rosário Pedreira 
Sobre o Autor - Por Telma Filipa Guerreiro Ferreira 
Agradecimentos 

PORTUGAL 
- Oh ! Fon, Fé e Nando 
- Inocente com castigo 
- Ourivesaria ambulante 
- Maus instintos ? 
- Divagando 
- Os trabalhadores da saúde 
- Viagem através da música 
- Artes Gráficas 
- Avenida de Luísa Todi 

CABO VERDE 
- Advinhas com cartas 
- Rebate falso 
- Recordando Idalina 
- Santa ou Satanás ? 
- O violão… aquela voz 
- O fantasma, aquela lata 
- A crioula Vandinha 
- Último dia em Cabo Verde 


Preço: 37,50€; 

África - Revolução & História - Revista ‘SUNDAY TIMES - Magazine’ - 10.10.1971 - (‘ANGOLA, MOZAMBIQUE and PORTUGUESE GUINEA’) - London 1971 - MUITO RARO;

























África - Revolução & História - Um Dossier de análise dos países africanos, entre os estados independentes e os territórios sob administração de Portugal à época: Angola, Guiné e Moçambique. Destaque além da análise, as fotografias históricas da época. 


Revista ‘SUNDAY TIMES - Magazine’ - De 10 de Outubro de 1971. 
‘Planet Earth 3: BLACK AFRICA, WHITE ÁFRICA’ 
‘ANGOLA, MOZAMBIQUE and PORTUGUESE GUINEA’ 
London 1971 


Exemplar com 80 páginas, profusamente ilustrada, capa danificada, miolo em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘Planet Earth 3: BLACK AFRICA, WHITE ÁFRICA’ 
- ‘ANGOLA, MOZAMBIQUE and PORTUGUESE GUINEA’ 
Análise dos países africanos e território sob administração colonial: 
South Africa, Namíbia (South West Africa), Swaziland, Lesotho, Botswana, Angola, mozambique, Rhodesia, Malawi, Madagascar, Mauritius, Zâmbia, Tanzânia, Uganda, Kenya, Ethiopia, Somalia, Afars and Issas, Rwanda, Burundi, Nigeria, Ghana, Sierra Leone, The Gâmbia, Senegal, Guinea, Ivory Coast, Mali, Upper Volta, Niger, Dahomey, Togo, Cameron, Chad, Central African Republic, Gabon, Congo (Kinshasa), Congo (Brazzaville), Equatorial Guinea, Portuguese Guinea, Liberia. 


Preço: 47,50€; 

África - História & Congo - ‘VIE ET MORT DE LUMUMBA’, de Pierre de Vos - Paris 1961 - MUITO RARO;








África - História & Congo - A saga das vivências de Patrice Lumumba na independência e no governo do Congo Kinshasa, antecedente do Zaire de Mobutu 


‘VIE ET MORT DE LUMUMBA’ 
De Pierre de Vos 
Èdition Calmann Lévy 
Paris 1961 


Livro com 264 páginas, ilustrado com um mapa e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa: 
“ ‘Alors, tu es toujours invulné- rable? Tu continues à cracherles bales?” Pieds etpoings liés, battu et épuisé, Lumumba n'eut que la force d'acquiescer. Son bourreau noir lui enfonça une baïonnete entre les côtes et un blanc lui tira le coup de grâce.
Ainsi s'achevait dans la brousse prèsd'Elisabethville, aufondd'un camion, la vie extraordinaire de Patrice Lumumba, escroc, patriote et prophète. Dans le livre qu'il lui consacre, Pierre de Vos — qui
connaissait Lumumba depuis dix ans —décrit l'ascen- sion incroyable du petit commis des postes de Stanley- ville jusqu'à son accession aux fonctions de Premier Ministre. Ni saint, ni bandit, et certainement pas communiste, Lumumba prenait ses appuis où il les trouvait, sans être inféodé à personne. D'une ambition dévorante, il ne devint xénophobe qu'au lendemain de la mutinerie de l'armée en juillet 1960, mutinerie qui avait été dirigée contre lui.
Personnage d'une dimension peu commune en Afrique noire, Lumumba serait sans doute devenu, s'il avait vécu, le champion du panafricanisme avant des Sekou Touré, des Kwanne Nkrumah, des Tom Mboya ou des Jomo Kenyatta. Disparu, il continuera pendant longtemps encore à dominer la vie politique africaine. Pour les Noirs, il est maintenant « le prophète qui marche sur les nuages » et il est significatif que les nationalistes de l'Angola portugais aient entamé la lutte pour la libération de leur pays au cri de ‘Viva Lumumba!’
‘VIE ET MORT DE LUMUMBA’ jette un jour nouveau sur les événements qui ont bouleversé le monde depuis juillet 1960.”



Do ÍNDICE: / Table des Matières: 

DE LA TOMBE AU BERCEAU 
“Botte charité chrétienne me crispe” 
JE N’AI PRIS QUE L’ARGENT VOLÉ PAR LES BELGES 
LUMUMBA DEVIENT UN SLOGAN 
DÉCOUVERTE DU PANAFRICANISME 
MIEUX QU’UN DÉMAGOGUE 
CANDIDAT DICTATEUR 
CONGO UNI, PAYS FORT ! 
 Dr. JEKYLL ET Mr. HYDE 
“Baudouin vient libérer Lumumba” 
“Je pardonne aux Belges” 
“M. Eyskens aura été mon nègre” 
LA BELGIQUE PERD SOM ‘PARI CONGOLAIS’ 
QUAND ON TOMBE DANS UN PUITS 
TRAHI PAR LES SIENS 
SI JE MEURS DEMAIN 
SI JE MEURS DEMAIN 


Preço: 37,50€;