sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Portugal - Política & História - Duplo LP de VINIL - ‘SÁ CARNEIRO - RECORDAÇÃO VIVA’ - Lisboa 1981 - MUITO RARO;
















Portugal - Política & História - Uma obra histórica que preserva a voz do fundador e líder do PPD/ PSD e primeiro-ministro após a vitória da AD (PSD, CDS e PPM) em 1979 e 1980, tragicamente falecido a 4 de Dezembro de 1980 num acidente de avião em Camarate, arredores de Lisboa 


Duplo LP de VINIL - ‘SÁ CARNEIRO - RECORDAÇÃO VIVA’ 
Edição do PSD (Partido Social Democrata) 
Secção E 
Capas de Branco de Oliveira 
Lisboa 1981 


Exemplar composto por 2 LP’s, capas e discos, em muito bom estado de conservação. Excelentes.
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Duplo LP de VINIL - ‘SÁ CARNEIRO - RECORDAÇÃO VIVA’ 

DISCO 1 
Lado A (25’) 
- Hino do PSD ‘POVO LIVRE’ 
- Posse do VI Governo (03.01.1980) 
- Apresentação do Programa do VI Governo (11.01.1980) 
Lado B (25’) 
- Moção de Confiança. Intervenção Final (18.01.1980) 

DISCO 2 
Lado A (25’) 
- Debate Político e Económico do Governo 
- Intervenção Final (06.03.1980) 
Lado B (25’) 
- Continuação do debate político e Económico do Governo 
Intervenção Final (06.03.1980) 
- Análise dos resultados das eleições na Conferência de Imprensa (05.10.1980) 
- Hino Nacional - ‘A Portuguesa’ 


FICHA TÉCNICA: 
INTERVENÇÕES DO DR. SÁ CARNEIRO - R.D.P.
O PSD agradece à RDP, a cedência das intervenções.
EDIÇÃO: Comissão Política da Secção E e do PSD 
Seleccção das Intervenções: Nobre Fernandes e B. Oliveira 
Escrita: 
Seleção - Nobre Fernandes e B. Oliveira 
Coordenação e toda a assistência: B. Oliveira 
Som e montagem: Alberto Nunes e Branco de Oliveira 
Estúdio: MUSICORDE 
Fotografias: Raúl de Nascimento e Comissão Política da Secção E do PSD 



REACÇÕES DE PERSONALIDADES,
PARTIDOS POLÍTICOS 
E ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS 
À MORTE DO DR. FRANCISCO SÁ CARNEIRO 
- “Honrem a memória do Dr. Francisco Sá Carneiro, recordando as suas obras, a sua convicção democrática, a sua dedicação patriótica.” 
General Ramalho Eanes - Presidente da República 

- “Sá Carneiro foi o grande construtor de um projecto de democracia plena justiça social.” 
Pinto Balsemão - Militante n. 2 do PSD e primeiro-ministro 

- “Sá Carneiro um dos maiores estadistas de sempre e um tenaz defensor da Democracia.” 
Leonardo Ribeiro de Almeida - Presidente da Assembleia da República 

- “O Dr. Francisco Sá Carneiro foi um grande homem, um grande lutador e um grande estadista. A História não o esquecerá.” 
Diogo Freitas do Amaral - líder do CDS 

- “Curvo-me respeitosamente perante a memória de Francisco de Sá Carneiro. Importa reconhecer o talento e a frontalidade com que sempre soube lutar pelo que considerava ser o interesse nacional. Adversário político de Sá Carneiro, sempre mantive com ele relações de grande cordialidade, mesmo nos momentos mais difíceis, como é natural em Democracia.” 
Mário Soares - líder do PS 

- “A morte de Sá Carneiro é uma tragédia para Portugal e para a Democracia.” 
Francisco Salgado Zenha 

- “Sá Carneiro foi um dos homens que mais colaborou para forjar um Portugal Democrático e livre. A trágica mote do Primeiro-ministro português provocou-me um dos impactos mais profundos de quantos já sofri, tanto no terreno pessoal como nó político.” 
Adolfo Suarez - Primeiro-ministro espanhol 

- “A morte do Primeiro-ministro Sá Carneiro privou Portugal e todo o mundo de um líder que simbolizava muitos dos traços mais importantes da Democracia ocidental.” 
Jimmy Carter - Presidente dos EUA 

- “A morte de Sá Carneiro deixa em Portugal um doloroso vazio.” 
Helmut Schmidt - Chanceler da RFA 

- “Fiquei profundamente abalada ao ouvir a notícia da trágica e inesperada morte do Primeiro-ministro Sá Carneiro.” 
Margaret Thatcher - Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha 

- “Profunda admiração e simpatia pelo Primeiro-ministro Sá Carneiro.” 
Rei Gustavo - Suécia 



ALGUNS DADOS SOBRE FRANCISCO SÁ CARNEIRO 
“Nasceu no Porto, em 19 de Julho de 1934, na freguesia da Vitória, Porto, pertencente, pelo lado materno, a uma das mais conhecidas famílias portuenses. Seu pai, o Dr. José Gualberto Sá Carneiro, era oriundo de humildes lavradores, tendo-se formado em direito à custa de ‘sebentas’ estudantis que escrevia, em Coimbra. 
Em 1956 concluiu a licenciatura em Direito, em Lisboa, iniciando imediatamente a sua actividade de advocacia no Porto, a que se dedicou em exclusivo até 25 de Abril de 1974, à excepção de um período em que foi deputado à Assembleia Nacional. Foi sócio fundador e presidente da Mesa da Assembleia Geral da Cooperativa Confronto do Porto, dissolvida em 1972, por os seus fins serem considerados inconvenientes pelo regime então em vigor. 
Foi, durante anos, director da revista dos tribunais.
Em 1969 aceitou a candidatura à Assembleia Nacional, vincando, num comunicado, juntamente com três candidatos pelo seu círculo, a sua independência relativamente ao governo vigente, ao mesmo tempo que declarava estar disposto a bater-se pela consecução efectiva das liberdades públicas e a lutar pela instauração da Democracia em Portugal.
Foi um dos deputados mais activos da XI Legislatura, em que fez 85 intervenções m das quais se destacam 8 projectos de Lei e uma proposta para criar uma comissão de inquérito à actuação da P.I.D.E/D.G.S., para estudar todas as queixas que lhe fossem apresentadas ou de que tivesse conhecimento. 
Lutou, também, pela abolição da censura, levando àquela Assembleia, casos concretos de intervenção da polícia do pensamento. Por considerar não poder continuar a exercer o mandato que lhe havia sido confiado sem quebra da sua dignidade, atitude que justificou em extenso documento, renunciou à sua presença na Assembleia Nacional, renúncia que se tornou efectiva em 2 de Fevereiro de 1973. 
Deu ao semanário ‘Expresso’ uma regular colaboração, colaboração essa que acabou por desaparecer face aos sucessivos cortes de que vinham sendo alvo os seus artigos pela censura. 
É autor das seguintes obras: ‘Uma Tentativa de Participação Política’, Ed. Morais, Lisboa 1971; ‘Revisão da Constituição Política’, Ed. Liv. Figueirinhas, Porto 1971; ‘As Revisões da Constituição Política de 1933’, Ed. Brasília Editora, Porto 1971; ‘Ser ou não Ser Deputado?’, Ed. Arcádia, Lisboa 1973; ‘Vale a pena ser Deputado?’, Ed. Jornal do Fundão, 1973; ‘Por uma Social Democracia Portuguesa’, Ed. Publicações Dom Quixote, Lisboa 1975; ‘Poder Civil, Autoridade Democrática e Social Democracia’, Ed. Publicações Dom Quixote, Lisboa 1975; ‘Impasse’, Ed. Macroplan, 1978; ‘Uma Constituição para os Anos 80’, Ed. Publicações Dom Quixote, Lisboa 1979. 
Em Maio de 1974, é o principal fundador do PPD (Partido Popular Democrático) e assume, logo após a fase de organização as funções de Secretário Geral, cargo em que foi confirmado no 1.* Congresso do Partido, em Novembro de 1974. 
A sua actividade de oposição durante o fascismo granjeou-lhe grande popularidade, o que esteve na origem da sua nomeação para Ministro Adjunto do Primeiro-ministro do I Governo provisório, deixa as funções governativas com a queda desse I Governo pós 25 de Abril e, até Janeiro de 1980, nunca mais exerceu qualquer cargo de governação.
Em 1979 foi um dos fomentadores da formação da Aliança Democrática que englobou o PSD, CDS e PPM. 
Em 3 de Janeiro de 1980 é empossado no cargo de Primeiro-ministro do VI Governo, CArt que exerceu até à sua morte. 
O VI Governo obtém resultados económicos jamais atingidos pelos governos anteriores. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro faleceu tragicamente em 4 de Dezembro de 1980, aos 46 anos de idade, deixando cinco filhos.



Preço: 77,50€; 

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Portugal & Angola - ‘MEMÓRIAS DA GUERRA COLONIAL - Na Lunda da DIAMANG e dos Quiocos’, de Nuno Roque da Silveira - Lisboa 2024;








Portugal & Angola - Um extraordinário livro de memórias do autor, que relata a parte final da sua comissão militar na guerra do ultramar nesta antiga província ultramarina portuguesa, a relação com todos os elementos da sua companhia (oficias, sargentos e soldados), como viu as populações da Lunda nos seus aspectos genuínos e no dia-a-dia, cultura, arte e tradições, a riqueza diamantífera explorada pela DIAMANG, o turismo pelas terras do interior angolano com a publicação de cerca de três centenas de magníficas fotografias 


‘MEMÓRIAS DA GUERRA COLONIAL - Na Lunda da DIAMANG e dos Quiocos’ 
De Nuno Roque da Silveira 
Edição Colibri 
Lisboa 2024 


Livro com 532 páginas, profusamente ilustrado (cerca de 300 fotografias) e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“Ao falarmos sobre a situação no norte de Angola, que nesta altura é o principal teatro de guerra, e dizendo-lhe eu das dificuldades em conseguir desalojar e prender os elementos de uma guerrilha, até porque conhecem melhor o terreno e nele se escondem, disse-me convictamente: - Temos hoje em dia as possibilidades técnicas de traçar no terreno zonas de extermínio, nas quais sistematicamente se poderá fazer um desbaste de toda a vegetação. Isto levará a descobrir todos os terroristas nas matas, que deverão ser pura e simplesmente eliminados.“ 


Da badana: 
“Em 2007 ao dar à estampa as minhas memórias da estadia em Angola como combatente das tropas que para ali iam, prometi escrever sobre o que se passara na segunda parte dessa, como se dizia, missão de soberania, em local de descanso. Infelizmente passaram todos estes anos e penitencio-me por esta minha falta.

No decorrer da leitura das ‘memórias’ que aqui deixo, julgo transmitir a enorme riqueza que me foi oferecida com esta estadia em descanso militar na zona da Lunda dos Diamantes. Também me foi possível transmitir aos soldados mais próximos de mim a iniquidade da guerra em que fôramos obrigados a participar nos meses anteriores lá pelo Zemba, Mucondo, Maria Fernanda… passados todos estes anos, muitos de nós entenderam que da nossa parte, da nossa entrega, não houve resultados heróicos antes a necessidade de um esquecimento modesto e silencioso.“ 


O Autor: 
“NUNO ROQUE SILVEIRA nasceu na Chibia, Angola, em 1940. Fez os seus estudos primários e secundários em Lisboa, Barreiro, Algueirão e Lourenço Marques (hoje Maputo). Licenciado pela Universidade Técnica de Lisboa, ainda pensou voltar à sua terra e exercer a preparação obtida com estudos em Ciências Sociais e em Política Ultramarina, mas acabou por fazer uma pós-graduação em Administração Hospitalar; tendo cumprido a maior parte da sua vida profissional como administrador hospitalar. Anteriormente ainda tinha trabalhado numa forma alemã de Dusseldórfia, acompanhando jornalistas, escritores e cientistas alemães, suíços e austríacos em visitas pormenorizadas as todas as regiões das então colónias de Angola e Moçambique. 

Publicou nesta editora: 
- ‘UM OUTRO LADO DA GUERRA - Zemba, Angola (1963-1964)’; 
- ‘LOURENÇO MARQUES - Acerto de contas com o passado (1951-1965).
Desde 2007 faz trabalho de campo na Feira da Ladra.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
INTRODUÇÃO 

1. - DE ZEMBA PARA A LUNDA 
- Henrique de Carvalho / Lunda 

2. - LUXILO 

3. - UM OUTRO MUNDO SE DESVENDA 
- O memória 

4. - DESEMPENHO DE GUERRA EM SITUAÇÃO DE PAZ 

5. - QUE FAZIAM OS OFICIAIS. QUE FAZIAM OS SARGENTOS. QUE FAZIAM OS SOLDADOS 

6. - O NOSSO MÉDICO FALA-NOS E LEVA-NOS A ANDRADA 

7. - CONHECER A LUNDA DA DIAMANG 
- Muinda 

8. - O BEM-ESTAR NA LUNDA 
- Rodrigo 
- O senhor Nicolau 

9. - OS BAILES NA DIAMANG 
- A família Laranjeira 
- Relações dos nossos militares com os civis 

10. - VEM DO LADO DO ÍNDICO 
- Regresso à Lunda 
- Um pouco de turismo não faz mal a ninguém 
- Memórias de Zé do Telhado e da Rainha Ginga 
- Na morte de José de Freitas Vieira 

11. - A ENCOMENDA DO LEITÃO 
- Aproxima-se o Natal 
- Visita à Central de Escolha 

12. - O ASSIMILADO 
- Instrução primária 
- O ‘Odemira’ 

13. - NA MORTE DE HUMBERTO DELGADO 
- O ócio 
- … E vamos ter teatro 

14. - MARÇO E A DÁDIVA DE UM DIAMANTE 
- Os ovos da Páscoa 
- Infidelidade em tempo de guerra 

15. - O CANZAR EM PERSPECTIVA 
- De guerreiros passamos a senhores 
- Estaremos no Paraíso ? 
- Ida ao nordeste 
- Permanência no Canzar 

16. - TXONZA, O GRANDE ESCULTOR 
- O grande Soba Cassombo 
- O dia-a-dia no Canzar 
- A cega 

17. - BERNARDO ASPIRA A UM DIA SE CASAR 
- Férias e regresso 
- O Nabais Jorge apaixona-se 
- Protesto 
- Os ferreiros 
- Vem o enfermeiro branco que faltava 
- O Cacimbo e as chuvas 

18. - IDA AO LUSO 
- Tempos difíceis 
- O MPLA dá sinal de vida 
- Domingos no Canzar 

19. - MONUMENTAL ROUBO DE GALINHAS 
Desvario em Luanda ? 
- Convite para a Kapa 18 (k18) 
- Um cantineiro no Canzar 
- O Natal vai mesmo ser aqui 

20. - OS ADEUSES E PREPARATIVOS PARA A VIAGEM 
- Vamos mesmo partir 
- A viagem desejada 
- Estamos em Lisboa 

EPÍLOGO 


Preço: 47,50€; 

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Portugal - Moçambique & Guerra do Ultramar - ‘AS HIENAS TAMBÉM CHORAM’, de João Carlos Sarabando - Porto 2006 - RARO;




Portugal - Moçambique & Guerra do Ultramar - O conflito nesta antiga província ultramarina portuguesa, zona norte do território é o cenário desta obra, localizado nos anos de 1972/74 em vésperas do final da guerra e o início da descolonização 


‘AS HIENAS TAMBÉM CHORAM’ 
De João Carlos Sarabando 
Edição Papiro Editora
Porto 2006 


Livro com 456 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.


SINOPSE: 
“O livro ficciona as vivências de um punhado de soldados que entre 1972 e 1974 participou na guerra colonial, no Norte de Moçambique. Numa linguagem crua, quase de caserna, e sempre na perspectiva do homem ainda em formação e do soldado miliciano carne para canhão regista um universo de histórias/contradições/conflitos, quase sempre marginais à história.”


O Autor: 
“JOÃO CARLOS SARABANDO - Nasceu em 1950.

É arquiteto pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, e riscador de projetos desde o tempo dos presépios e das palavras desenhadas:
 Em 2005, ‘Lumião – Tempos do Arco da Velha’, escava algumdo património social da sua aldeia Natal.
 Em 2006, “As Hienas também choramk, falam de outras guerras nas margens do rio Mazóe, Tete, Moçambique, entre 1972/74.
Em 2012 e no romance “Pelo gosto da Aventura…’ ficciona o heroísmo da lusa diáspora por terras de Portugal… da Venezuela e do Canadá.
Agora em ‘O Mundo é Quadrado’, e depois de ter navegado pelas suas esquinas, relata a razão do quadrado, e da terra de Viriato não passar de um jardim à beira-mar.”



Do ÍNDICE: 

Agradecimentos 
A MODO DE PREFÁCIO 
PRÓLOGO 

Capítulo I 
- Abrir o tempo 
Capítulo II 
- Acordar para o Mato 
Capítulo III 
- Chioco, mística e sangue 
Capítulo IV 
- Espírito de Goba 
Capítulo V 
- Os dias sem horas 
Capítulo VI 
- O fim do princípio 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Angola - ‘SACRIFÍCIO VÃO E O SENTIMENTO DA VIDA’, de António Gonçalves Gomes - Vila Real 1988 - Muito Raro;





Portugal & Angola - Nesta obra, o autor, um transmontano que também fez daquela antiga província ultramarina portuguesa na África Ocidental a sua Pátria, recorda o território com amargura pela descolonização trágica a que se seguiu uma guerra civil que o obrigou a regressar à Vila Real à semelhança de muitos milhares de outros portugueses e angolanos 


‘SACRIFÍCIO VÃO E O SENTIMENTO DA VIDA’ 
De António Gonçalves Gomes 
Edição do Autor 
Vila Real 1988 


Livro com 96 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da INTRODUÇÃO: 
“Amigos leitores, tudo o que neste livro foi escrito foi empregue meu carinho e singeleza nascpalavras, são poemas saídos do fundo da alma tentando tocar nos corações desta tão nobre gente Lusitana. Ao falar-vos de África, nos escritos o leitor observa uma certa revolta, Esper que seja compreendida já que na verdade são testemunhos vividos por este vosso compatriota. 
Hoje muitos políticos já se vergam perante a má descolonização da nossa então África Portuguesa. 
Será que os nossos antepassados ao descobrirem novos mundos, não estavam a pensar nos seus irmãos vindouros ? 
Ainda hoje me sinto vítima da então exemplar descolonização, não propriamente pelos bens materiais mas sim morais, tantos factos deixados ao acaso.
Será que um pai exemplar deixa o seu filho ao abandono sem antes lhe dar as coisas certas para a sua independência ?
Sou Transmontano natural de uma aldeia serrana - Galegos - Valnogueiras - a escassos quilómetros de Vila Real. Nesta linda cidade vivo desde a saída forçada de Luanda - Angola.
Peço perdão, por alguma falha que possa ter sido mostrada no meu fraco vocabulário português mas naquele tempo quem vivia para lá da serra só muito tarde ou nunca teria meios para a transpor e chegar junto à vila ou cidade da civilização.


Um POEMA: 
PATRIOTISMO RECUSADO 

Fui para Angola 
E a Pátria defendi 
Por raiva de alguns traidores
Todos os bens, que lá tinha, eu perdi.

Ao defender Angola,
Meus antepassados recordei; 
Por perdermos essa terra
Muitas lágrimas chorei. 

Angola, linda terra,
Foi lá que meus filhos nasceram 
Os traidores destruíram 
Muitos Portugueses morreram. 

Sofreram muitos Portugueses 
E irmãos Angolanos também 
Depois de tanto sofrimento, 
Essa culpa é de quem ? 

Brancos, Pretos e Mestiços 
Bons Portugueses, pois então 
Roubáramo-nos tudo o que tínhamos, 
Afinal quem é o ladrão ? 


Obras do Autor: 
- ‘SACRIFÍCIO VÃO E O SENTIMENTO DA VIDA’ - Vila Real - 1988; 
- ‘OS MILITARES EM ÁFRICA - OS LEOPARDOS’ - Vila Real - 2002; 
- ‘MEMÓRIAS DE UMA ALDEIA QUE FOI VILA / HONRA / COUTO - PANÓIAS’ - 2004; 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

- Ânsia de viver 
- Patriotismo recusado 
- Força de vencer 
- Glória e decadência 
- Irmãos Brasil 
- Mundial do México 86 
- Merece o pão que comes 
- Eu te saúdo minha linda princesa 
- Uma volta a Vila Real 
- Linha do Corgo 
- Em homenagem ao amigo Padre Borges 
- Medicinais paralelas 
- Aos bombeiros de Portugal 
- Aos Escutas 
- Vidas passadas 
- Vinte e cinco de Abril 
- Uma lembrança a alguns altos senhores 
- Funcionários públicos 
- Uma achega não faz mal 
- Trabalho vão 
- Será necessário 
- Talvez um exemplo 
- Meditando 
- Aos reclusos 
- Trabalho e pão 
- Família na Aldeia 
- Estações do ano 
- Água pura 
- Os nossos animais 
- As nossas flores 
- Sonho bom 
- Anjos do mal 
- África de todos 
- A ver, vamos 

QUE MAL FIZEMOS 


Preço: 27,50€; 

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

África & História - ‘ANGOLA - RECONSTRUÇÃO NACIONAL’ - Paris 1983 (?) - MUITO RARO;


















África & História - O país em apresentação para a comunidade internacional, num documento com excepcionais fotografias do território e da sua população 


‘ANGOLA - RECONSTRUÇÃO NACIONAL’ 
Edições DEPPI 
MPLA 
Realização e impressão Delroisse 
Paris 1983 (?) 


Folheto com 20 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

ALGUNS ELEMENTOS 
- Situação 
- Superfície 
- Fronteiras 
- População 
- Divisão territorial 
CLIMA L 
FLORA 
FAUNA 
MPLA - Partido do Trabalho 
- Órgão superiores do Partido 
- Órgãos do Estado 
ORGANIZAÇÕES DE MASSAS E ASSOCIAÇÕES 
O BRAÇO ARMADO DO POVO ANGOLANO 
RELAÇÕES EXTERIORES 
AGRICULTURA 
INDÚSTRIA 
PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS 
DESPORTO E CULTURA 
CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A RECONSTRUÇÃO NACIONAL 


Preço: 32,50€; 

África - História & Informação - Revista ‘Actualidad ANGOLA’, n. 1 - Maio 1996 - (‘LA DIRECCIÓN DE LOS CAMINOS DE LA PAZ’) - Madrid 1996 - MUITO RARO;





















África - História & Informação - Uma publicação da Embaixada de Angola em Espanha com entrevistas e diversas informações e actualidades 


Revista ‘Actualidad ANGOLA’, n. 1 - Maio de 1996.
‘LA DIRECCIÓN DE LOS CAMINOS DE LA PAZ’ 
Edición da Embaixada de Angola em Espanha 
Madrid 1996 


Exemplar com 48 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
- ‘Carta de ASSUNÇÃO DOS ANJOS’, Embajador de Angola en España 
- ‘LA DIRECCIÓN DE LOS CAMINOS DE LA PAZ’
- ‘EL PRESIDENTE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS ENCONTROSE EN LA CASA BLANCA CON BILL CLINTON’ 
- ‘ENTREVISTA AL PRIMER MINISTRO DR. MARCOLINO MOÇO’
“La inversión debe apoyar la estabilidad de Angola” 
- ‘LOS NUEVOS DESAFIOS DE LA INDUSTRIALIZACIÓN EN ANGOLA’ 
“Con la Paz, Angola crecerá de 5 a 100% em 1997” 
- ‘D. JONNY PINOCK EDUARDO - Secretario de Estado de Cooperación de Angola en la Conferencia Internacional de Europa y Africa Austral’ 
- ‘ENTREVISTA CON EL DIRECTOR DE ENDIAMA’ 
- ‘EN ANGOLA: CATOCA EL CUARTO MAYOR YACIMIENTO DEL MUNDO’ 
- ‘EL EMBAJADOR DE ANGOLA HABLA EN LA SOCIEDAD DE ESTUDIOS INTERNACIONALES’ 
- ‘Angola y España refuerzan la cooperación para el desarrollo’ 


Preço: 32,50€;