segunda-feira, 22 de junho de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘CABO VERDE - Formação e Extinção de Uma Sociedade Escravocrata’, de António Carreira - Bissau 1972 - MUITO RARO;




Portugal - Ultramar & História - Um estudo aprofundado sobre a escravatura no arquipélago 


‘CABO VERDE - Formação e Extinção de Uma Sociedade Escravocrata’ 
(1460 - 1878) 
De António Carreira 
Edição do Centro de Estudos da Guiné Portuguesa 
Bissau 1972 


Livro com 580 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 97,50€; 

Portugal - Ultramar & Colonialismo - ‘HISTÓRIA A HISTÓRIA - ÁFRICA’, de Fernando Rosas - Lisboa 2018 - Raro;





Portugal - Ultramar & Colonialismo - O autor retrata a política e administração colonial nas antigas províncias ultramarinas portuguesas africanas (Angola, Guiné e Moçambique) onde decorreu a guerra colonial entre 1961 e 1974, terminada após a destituição do regime do Estado Novo a 25 de Abril de 1974 e o processo de descolonização 


‘HISTÓRIA A HISTÓRIA - ÁFRICA’ 
De Fernando Rosas 
Edição Tinta da China 
Lisboa 2018 


Livro com 200 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE:
“Do início sangrento da guerra colonial em Angola ao que resta das ‘aldeias portuguesas’ no colonato do Limpopo; da revolta da população branca de Lourenço Marques contra os Acordos de Lusaca à histórica barragem de Cahora Bassa; da ‘Operação Mar Verde’, desastroso ataque à Guiné Conacri, ao campo de concentração do Tarrafal; da Casa dos Estudantes do Império, em Lisboa e Coimbra, onde se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial, ao dramático retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique: Fernando Rosas revisita os lugares simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, e assim recontextualiza polémicas, e discute os momentos decisivos da guerra e os efeitos sociais da queda do regime.
‘HISTÓRIA A HISTÓRIA - ÁFRICA’ surge no decurso de um debate surdo acerca dos tão glosados ‘brandos costumes’ do colonialismo português, revisitando e desconstruindo os seus três grandes mitos: 
- a longa ‘Pax’ imperial portuguesa em África, só interrompida por intriga externa, quando na verdade, em perto de cem anos de ciclo africano do império, mais de 50 foram consumidos em guerras de ocupação e sujeição das populações africanas; 
- o ‘colonialismo de rosto humano’ e a sua temperança cristã, ainda que investigações recentes revelem um poder colonial essencialmente suportado nesse tripé político e social que foram a discriminação jurídica e racial do Estatuto do Indígena, o trabalho forçado e uma política de terras expropriadora em favor da ocupação branca;
- a mitigada violência na África colonial portuguesa, quando hoje se conhece a brutalidade e extensão da violência repressiva da polícia política nas colónias, bem como o rasto massivo de crimes que deixou no seu encalço, os quais ficaram totalmente impunes.
‘HISTÓRIA A HISTÓRIA - ÁFRICA’ condensa décadas de investigação e compõe um grande fresco sobre a época mais conturbada do século XX português.”


O Autor: 
“FERNANDO ROSAS é professor emérito da Universidade Nova de Lisboa e professor catedrático jubilado de História Contemporânea da NOVA FCSH. Foi fundador e presidente do Instituto de História Contemporânea. É autor de uma vasta obra historiográfica com grande foco na Primeira República, no Estado Novo e na Revolução de 1974/1975. Foi autor e apresentador das séries televisivas História a História e História a História África (RTP2 e RTP África, 2016/2017). Entre as suas obras mais recentes editadas pela Tinta-da-china, destacam-se Salazar e o Poder (Prémio Pen Club de Ensaio, 2012); Salazar e os Fascismos (Prémio de História Contemporânea da Fundação Calouste Gulbenkian/Academia Portuguesa de História, 2019) e Ensaios de Abril (2023). Foi deputado à Assembleia da República e candidato à Presidência da República. Integrou a Comissão Instaladora do Museu Municipal do Aljube e é membro da Comissão Instaladora do Museu Nacional do Forte de Peniche. Recebeu a medalha do Ministério da Ciência em 2017. Em 2015, foi condecorado pelo presidente Jorge Sampaio com a Ordem da Liberdade.” 


Preço: 32,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘DOCUMENTOS E NOTAS PARA CINCO SÉCULOS DE HISTÓRIA’, por P. António Ambrósio - Lisboa 1971 - MUITO RARO;




Portugal & Ultramar - Investigação inserida no Boletim trimestral do Banco Nacional Ultramarino nº 87/88, terceiro e quarto trimestres de 1971


‘DOCUMENTOS E NOTAS PARA CINCO SÉCULOS DE HISTÓRIA’ 
- DA MOEDA E FAZENDA EM S. TOMÉ 
Por P. António Ambrósio 
Edição do Banco Nacional Ultramarino 
Lisboa 1971 


Exemplar com 62 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 47,50€; 

Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - ‘SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS’, de António Maria Veríssimo - Samora Correia 2011 - Muito Raro;









Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - O autor relata nesta obra as vivências enquanto militar destacado para esta antiga província ultramarina portuguesa do golfo africano, nos anos de 1968/70 em quadras muito sentidas 


‘SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS’ 
De António Maria Veríssimo 
Edição do Autor 
Samora Correia 2011 


Livro com 130 páginas em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Sinopse: 
“ANTÓNIO MARIA VERÍSSIMO é um poeta popular que nasceu no concelho do Montijo, freguesia de Canha do Ribatejo, Monte de Maria Vicente, no dia 30 de Janeiro de 1947.
O poeta popular escreve quase todos os dias um poema na mesa do almoço. Às vezes chega a acordar a meio da noite com um poema na cabeça e não descansa enquanto não o põe no papel. Passa-os depois numa velhinha máquina de escrever, antes de os enviar para a gráfica.
Os dois anos que passou na Guerra do Ultramar inspiram-no em muitos poemas, tal como a política.
É casado e vive actualmente, com o seu agregado familiar, na freguesia de Samora Correia.” 



Do ÍNDICE: 

Ficha Técnica 
CÉDULA PESSOAL 
Agradecimentos 

- Elvas 
- Dia de embarque 
- Embarcados 
GUINÉ 1969 - Picada que liga a aldeia de Có à aldeia da Peconha 
- 1.* dia de Natal 
- Desgraça 
GUINÉ PORTUGUESA - Sítio de Có 
- Adeus Amores 
- Lavadeira 
- Lavadeira de Olossato 
- Menino soldado 
- Mulheres e crianças de CÓ 
- Esperança 
GUINÉ PORTUGUESA - Sítio de Maqué 
- Quadras diversas 
- Debaixo de fogo 
- Bela 
- Terra batida 
GUINÉ Julho de 1969 
- Nostalgia 
- Madrugada de Abril 
- Caminhada 
- Caçador soldado 
- Abril 
- Do sul ao norte 
- Confissão 
- Escola de Olossado 
- Foste tu 
- 2.* dia de Natal 
- Aqui passa a morte 
- Dor 
- Carta 
- Adeus amigo 
- Deus sabe 
- A dita dura 
- Bananeira 
- Natal de 1969 
- Firme 
- A ferro e fogo 
- Vai a enterrar um terrorista 
- Adeus amigo Faria 


Preço: 27,50€; 

Fauna & Literatura - ‘UMA HISTÓRIA DE AMOR EM ÁFRICA’, de Daphne Sheldrick - Lisboa 2013 - Raro;















Fauna & Literatura - A história de uma família do Quénia dedicada à Vida Selvagem do país, particularmente na recuperação dos animais órgãos, particularmente entre os elefantes e rinocerontes 


‘UMA HISTÓRIA DE AMOR EM ÁFRICA’ 
De Daphne Sheldrick 
Tradução de Cristina Belo e Susana Serrão 
Edição Casa das Letras 
Lisboa 2013 


Livro com 386 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“Esta é a história dos meus antepassados colonos; do meu crescimento na quinta dos meus pais; dos safaris e das noites estreladas; da minha alma gémea David, das minhas filhas Jill e Angela, do nascimento do nosso orfanato de elefantes, da minha vida vivida - tudo interligado com histórias encantadoras de muitos e diversos animais, que enriqueceram incomensuravelmente a minha existência, animais que é amei e conheci como mãe adotiva. 
Tendo como cenário a terra imponente que é África, a origem da humanidade, é aqui que a minha história começa.“ 

“Um retrato admirável do amor, do trabalho e da vida de duas pessoas.
In ‘People’ 

“Comovente e fascinante.” 
In ‘Kirkus Reviews’ 

“Cinco estrelas… Um livro de memórias encantador que levanta a questão sobre o lugar de cada um: tanto de pessoas como animais.“ 
In ‘The Daily Telegraph’ 

“Uma História de Amor em África é, simultaneamente, um incrível livro de memórias e de duas profundas histórias de amor.“ 
In ‘GQ’ 


Da Badana: 
“DAPHNE SHELDRICK foi a primeira pessoa a alimentar elefantes recém-nascidos. O seu profundo carinho e compreensão, os seus anos de experiência na observação da vida selvagem no Quénia e o seu trabalho pioneiro no aperfeiçoamento da criação de animais e das fórmulas de leite salvaram inúmeros elefantes, rinocerontes e outros animais bebés de uma morte certa. 
Nestas memórias comoventes, Daphane narra sua espantosa relação com vários animais órfãos, incluindo o seu primeiro amor, ‘Bushy’, um antílope de olhar lúcido; ‘Ricky-Ticky-Tavey’, o agitado tecelão-de-cabeça-branca; ‘Huppety’ a zebra travessa; e a magestosa elefanta ‘Eleanor’, com quem Daphne partilhou mais de 40 anos de uma profunda amizade. 
Mas esta é também uma história de amor entre Daphne e David Sheldrick, o famoso director do Parque de Tsavo. Foi o seu amor profundo e apaixonado, a visão extraordinária de David sobre a natureza e a sua trágica morte que inspiraram Daphne, nomeadamente na criação do mundialmente conhecido ‘Fundo David Sheldrick’ para a Protecção da Vida Selvagem e do berçário dos órfãos do Parque Nacional de Nairóbi, onde Daphne continua a viver e a trabalhar. Com enfoque não só na campanha infatigável de David e Daphne para pôr termo  à caça ilegal e a preservação da vida selvagem do Quénia, mas sobretudo em toda a sua capacidade para amarem os animais e na criação de berçários expressamente concebidos para que os animais regressem ao meio selvagem, ‘UMA HISTÓRIA DE AMOR EM ÁFRICA’ transborda amor, compaixão e humor, revelando uma visão rara da vida de uma das mulheres mais notáveis do mundo de hoje.” 


A Autora: 
“Nascida e criada no Quénia, Daphne Sheldrick trabalhou com o marido, David, o lendário director do Parque Nacional de Tsavo Oriental no Quénia, a criar e reabilitar animais selvagens órfãos de inúmeras espécies. 
Desde a morte de David, em 1977, e apoiada pela filha mais velha, Daphne tornou-se internacionalmente conhecida pelos sei trabalho com elefantes e rinocerontes órfãos. Constituiu o ‘Fundo David Sheldrick’ para a Proteção da Vida Selvagem, atualmente dirigido pela filha mais nova, Ângela. 
Em 2001, Daphne Sheldrick recebeu a ‘Ordem da Lança Ardente’ do Quénia, em 2002 o ‘Prémio Carreira’ da BBC e, em 2006, foi-lhe concedido o título de ‘Comendadora do Império Britânico’ pela Rainha, a primeira honra a ser atribuída no Quénia desde a independência em 1963.“ 



Do ÍNDICE; 

Dedicatória 
PRÓLOGO 

1. - Colonos 
2. - Infância 
3. - Em crescimento 
4. - Vida de Casada 
5. - Apaixonada 
6. - Decisões 
7. - Começar de novo 
8. - Amor e órfãos 
9. - Estabelecida 
10. - Conflito 
11. - Descoberta 
12. - Expansão 
13. - Tumulto 
14. - Dor 
15. - Crescimento 
16. - Realização 

EPÍLOGO: David 
Agradecimentos 


Preço: 32,50€: 

Portugal - Ultramar & História - Revista ‘DOMINGO’, de 16.07.2023 - (‘GUERRA COLONIAL - 30 DIAS CERCADOS PELO INIMIGO’) - Lisboa 2023 - MUITO RARO;







Portugal - Ultramar & História - Relatos dramáticos dos últimos grandes combates na Guiné, entre as Forças Armadas Portuguesas e os guerrilheiros do PAIGC, estes com cada vez melhor e mais modernos equipamentos de guerra, fornecidos pelos países do leste europeu 


Revista ‘DOMINGO’, de 16 de Julho de 2023. 
‘GUERRA COLONIAL - 30 DIAS CERCADOS PELO INIMIGO’ 
‘Quase no fim dos combates, em 1973, os militares portugueses destacados para a Guiné viveram dias de terror em Guidage. Os sobreviventes contam como foi.’ 
Lisboa 2023 


Exemplar com 50 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
- ‘GUERRA COLONIAL - 30 DIAS CERCADOS PELO INIMIGO’, por Marta Martins Silva 
‘GUIDAGE, povoado no norte da Guiné, tornou-se sinónimo de sofrimento e morte para os combatentes portugueses que ali estiveram cercados mais de um mês. Sobreviventes contam o que passaram.’ 
- “VAIS PARA GUIDAGE ? TU VAIS MAS É PARAR AO INFERNO, ESTÁS LIXASO !”
‘Naquela povoação da Guiné, que fazia ponteira com o Senegal, os militares portugueses ficaram cercados pelo inimigo durante mais de um mês sem comida, alimentavam-se com borras de café com sal e marmelada e conviviam com os feridos e os mortos, que não eram retirados porque não havia evacuação possível. O cerco a Guidage causou 100 mortos.’ 
- ‘Morreram mais de 3000 militares portugueses na Guiné, ao longo dos 11 anos que durou a guerra naquele território.’ 
‘JOSÉ PECHIRRO, 74 anos, foi mobilizado para a Guiné em 1971. Mal soube que ia para Guidage avisaram-no logo que era “o inferno”.’
- “Naquele dia 23 de Maio de 1973, às 4h da manhã, havia dois cheiros no quartel: a pólvora e a sangue. Os caixões estavam preparados.” - Honório Canelas (73 anos) 
- “Disseram-me quando cheguei: vais ter medo nos primeiros oito dias, depois dá-se a sensação que os outros é que morrem.” - José Pechorro 
‘SALGUEIRO MAIA FOI A GUIDAGE E CONTOU O QUE LÁ VIU.’ 
- “Foram dias seguidos de terror autêntico durante o cerco. Aquilo era ao deus-dará, era salve-se quem puder.” - Carlos Alexandre (74 anos) 
- “Comíamos borras de café com sal, pão e arroz com marmelada. Duante dias não havia mais nada para comer. Zero.” - Carlos Alexandre 


Preço: 27,50€; 

Portugal - Descolonização & História - ‘TIMOR-LESTE - DIREITOS HUMANOS’ - Lisboa 1985 - MUITO RARO;










Portugal - Descolonização & História - Um importante é histórico relatório da Amnistia Internacional sobre o território de Timor, desde o início do processo de descolonização até à invasão e à guerra entre a resistência timorense e os invasores indonésios, com destaque particular para os desmandos na guerra civil entre a FRETILIN e a UDT e a acção repressiva e sangrenta das Forças Armadas da Indonésia 


‘TIMOR-LESTE - DIREITOS HUMANOS’ 
Publicações Amnistia Internacional 
Edição  portuguesa: Secção Portuguesa da Amnistia Portuguesa 
Tradução de Teresa Cruz 
Lisboa 1985 


Livro com 28 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

DIREITOS HUMANOS EM TIMOR-LESTE 
- A invasão de 1975 
- Ofensivas contra a FRETILIN 
- Acesso à Informação 
- Alegados abusos praticados pela FRETILIN 
- Declarações do Governo 
- Recomendações 
- Ondas de repressão 

EXECUÇÕES EXTRA JUDICIAIS E “DESAPARECIMENTOS” 

TORTURA E MAUS TRATOS 

DETENÇÃO 
- A cadeia da Comarca de Díli 
- Ataúro 
- “Aldeias de recolonização” 

“NORMALIDADE” 
- PostScript sobre julgamentos 


Preço: 37,50€; 

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Portugal - Descobrimentos & História - ‘FERNANDO MAGALHÃES’, a biografia por Stefan Zweig e viagem por Gonçalo Cadilhe - Lisboa 2019 - (5 Volumes) - RARO;









Portugal - Descobrimentos & História - Fernão de Magalhães (Sabrosa, Norte de Portugal, c. 1480 – Mactan, Filipinas 27 de abril de 1521) foi um navegador português que se notabilizou por ter liderado a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, a Expedição de Magalhães.


‘FERNANDO MAGALHÃES’ - 5 Volumes 
A biografia por Stefan Zweig e 
A viagem por Gonçalo Cadilhe 
Edição semanário ‘EXPRESSO’ e Altheia 
Lisboa 2019 


Exemplares em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
Com a respectiva caixa arquivadora. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


“O leitor tem nas mãos, portanto, a mais bem sucedida tentativa literária de contar aquela que é, sem exagero, a mais extraordinária expedição marítima da história, e seria interessante especular um pouco sobre as razões que explicam esse sucesso. O talento literário de Zweig, a sua imaginação vivíssima, o seu total domínio técnico do ofício da escrita, tudo isto são certamente explicações, mas talvez a razão mais profunda seja o espanto genuíno do escritor diante daquela que ele chamou ‘a mais extraordinária odisseia na história da humanidade’. Como disse, ‘apossou-se de mim a estranha sensação de narrar alguma coisa de inventado, como que um desejo ou sonho, uma das sagradas lendas da humanidade. E, contudo, é a verdade, a verdade que ressoa como se fosse absolutamente inverosímil!’.”
Henrique Leitão 


Volume 1
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 120 páginas. 

Do ÍNDICE: 
Nota Explicativa 
PREFÁCIO - Magalhães, ou a expedição da longitude 
Por Henrique Leitão (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) 
INTRODUÇÃO 
- Navigare necesse est 
- Fernando de Magalhães na Índia 
- Fernando de Magalhães liberta-se 
- Uma ideia torna-se realidade 
- Uma vontade contra mil obstáculos 

Da contracapa:
“De cinco navios - a expedição de Fernando de Magalhães prova este exemplo - podem perder-se quatro com a carga, duzentos homens de duzentos e sessenta e cinco podem não voltar, marinheiros e capitães talvez percam vida, mas o negociante, esse, apesar de tudo, ainda ganhou, se um só dos cinco navios, um navio pequeno, regressar, passados três anos, bem carregado de especiarias, a carga indemnizará largamente perdas e danos: no século XV, um único saco de pimenta vale mais do que uma vida humana; não nos admiremos se entre a oferta de vidas humanas sem valor e a ardente procura da preciosa especiaria, o resultado seja sempre favorável, largamente vantajoso.“ 
Stefan Zweig 


Volume 2 
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 88 páginas. 

Do ÍNDICE: 
- A partida 
- Fernando de Magalhães procura em vão 
- A revolta 
- O grande momento 


Volume 3 
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE: 
- Fernando de Magalhães descobre o seu reino 
- A morte antes do último triunfo 
- O regresso sem o chefe 
- Aos mortos, ninguém lhes dá razão 
- Cronologia 
- Cópia Der Newen Zeytung aus Presillg Landt 
- Contrato concluído entre sua Magestade e Magalhães e Faleiro sobre o descobrimento das Ilhas das especiarias 
- Lista de despesas feitas com a frota de Magalhães 


Volume 4 
‘A VIAGEM’, por Gonçalo Cadilhe 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE: 
I. - PORTUGAL 
- Vésperas de partida 
- O primeiro passo 
- Crescendo em Lisboa 
II. - ÁFRICA ORIENTAL 
- Escalas em Moçambique 
- O gosto do sangue 
III. - ORIENTE 
- Perplexidade pela Monção 
- Inauguração de Goa 
- No cruzamento do mundo 
- Chegar às Molucas 
IV. - ATLÂNTICO NORTE 
- O destino selado em Azamor 
- Renúncia e abandono 
- Na estrada para Valladolid 
- Tango em Tordesilhas 
- Deixar Sevilha 
Notas 
Bibliografia 

Da contracapa:
“Dos primeiros anos de vida de Magalhães muito pouco se sabe. Nenhuma certeza existe sobre o lugar ou a data do seu nascimento. Sabe-se apenas que terá crescido em Lisboa: excelente ponto de partida para um percurso de vida do tamanho do mundo,“ 
Gonçalo Cadilhe 


Volume 5 
‘A VIAGEM’, por Gonçalo Cadilhe 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE:  
V. - ATLÂNTICO SUL 
- A escolha de Carvalho 
- Letras a bordo 
- Retalhos da história 
- Motim no fim do mundo 
- Na Patagónia 
- Um estreito sem nome 
VI. - PACÍFICO 
- O lugar do mar 
- Na Micronésia 
- Choque cultural em Guam 
- A terra é redonda 
- O primeiro dia 
- Contrariar o destino em Cebu 
- Morte de Magalhães 
VII. - O GLOBO TODO 
- A metade conhecida do mundo 
- Final não feliz 
CRONOLOGIA ESSENCIAL 
- Lista de sobreviventes da circum-navegação 
- Tripulantes portugueses da Armada das Molucas 
Notas 
Bibliografia 

Da contracapa:
“À medida que desce o Atlântico, em busca de uma passagem entre os dois oceanos que nada prova que exista, Magalhães enfrenta uma tripulação furiosa e amedrontada. Essa passagem é o momento mais triunfai da vida de Magalhães e, ainda hoje, um marco geográfico no carnet de qualquer viajante.“
Gonçalo Cadilhe 
 

Preço: 52,50€; 

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BIOGRAFIA DE FERNANDO DE MAGALHÃES 
(Norte de Portugal, c. 1480 – Mactan, 27 de abril de 1521) foi um navegador português que se notabilizou por ter liderado a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, a Expedição de Magalhães. 

Nascido numa família nobre, viajou para as Índias Ocidentais em 1505, participando de várias expedições militares. Embarcou, em 1512, na armada de António de Abreu em busca da descoberta das Molucas, também conhecidas como as Ilhas das Especiaria. Mas só um navio, comandado por Francisco Serrão, tresmalhado, chegaria às Molucas do norte (Ternate, Tidore, etc.), produtoras do desejado cravo. Os demais navios regressariam a Malaca após irem apenas às Molucas do sul ou arquipélago de Banda (Buru, Ambom, Seram) produtoras de noz-moscada e maça. Consequentemente, Magalhães não teve conhecimento direto das Molucas do cravo, as mais importantes economicamente à época. A expedição de Fernão de Magalhães e Elcano fazia parte do contexto das viagens de descobrimento, representadas por personalidades como Cristóvão Colombo, Bartolomeu Dias, Américo Vespúcio, Balboa, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, dentre outros. Esse processo de expansão marítima foi impulsionado pelo desejo de se descobrir rotas que levassem às índias em busca das especiarias.

A serviço do rei de Castela, Carlos I, V imperador do Sacro Império Romano-Germânico (também rei de Aragão e Itália entre outros títulos), Magalhães planejou e comandou a expedição marítima que efetuou a primeira viagem de circum-navegação ao globo. Foi o primeiro a alcançar a Terra do Fogo no extremo sul do continente americano, a atravessar o Estreito que hoje leva seu nome e a cruzar o Oceano Pacífico, que nomeou. Fernão de Magalhães foi morto em batalha em Cebu, nas Filipinas durante a expedição, posteriormente chefiada por Duarte Barbosa, João Serrão, João Carvalho, Gonzalo Gómez de Espinosa e, finalmente, Juan Sebastián Elcano até ao regresso em 1522. 

O pinguim-de-magalhães recebeu o seu nome como homenagem, já que Magalhães foi o primeiro Europeu a ter visto um. As aptidões de navegação de Fernão também foram reconhecidas na nomeação de objetos associados à astronomia, incluindo as Nuvens de Magalhães, as crateras lunares de Magalhães, e as crateras marcianas de Magalhães a sonda espacial da NASA Magellan (de Ferdinand Magellan, versão inglesa do nome) e a Carruagem Presidencial dos Estados Unidos da América Ferdinand Magellan, em serviço desde o Presidente Franklin Delano Roosevelt em 1933 até ao Presidente Ronald Wilson Reagan em 1984.

No entanto, as repercussões da viagem de Magalhães e Elcano na época foram bastante reduzidas. A principal foi o início da disputa entre Espanha e Portugal pela posse das Ilhas Molucas. Durante anos os dois impérios reclamaram para si o domínio das ilhas em busca do controle da fonte de especiarias. Carlos I, o rei da Espanha, organizou várias expedições rumo às Molucas com o objetivo de estabelecer um posto avançado no arquipélago, mas todas resultaram em fracassos com altas taxas de mortes e grandes custos para a coroa espanhola. Juan Sebastian Elcano foi uma das fatalidades nessas viagens, falecendo de escorbuto no Oceano Pacífico em 1526. Sete anos depois da viagem de Magalhães, Carlos I, afundado em dívidas, após três expedições fracassadas, foi forçado a desistir e ceder a posse das ilhas aos portugueses. Tentar repetir o trajeto de Magalhães mostrou-se tão complexo que somente reforçou o tamanho do feito que o explorador português realizou.

Cabo Verde & Literatura - ‘ESCARPAS CABOVERDEANAS’, de Maria da Luz Monteiro de Macedo - Lisboa 1939 - MUITO RARO;




Cabo Verde & Literatura - Uma das duas obras literárias editadas pela autora, professora e poetisa do arquipélago atlântico 


‘ESCARPAS CABOVERDEANAS’ 
De Maria da Luz Monteiro de Macedo 
Edição 
Lisboa 1939 


Livro com 76 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


A Autora: 
MARIA DA LUZ MONTEIRO DE MACEDO 
Nasceu a 22 de Setembro de 1922 em N. Senhora da Conceição, São Filipe, Fogo, Cabo Verde. 
Faleceu em Maio de 2003, em Portugal, aos 80 anos de idade. 
Foi casada com João Francisco Martins e tiveram dois filhos: Mário Monteiro de Macedo Martins e 
Maria da Luz Monteiro de Macedo. 
Professora do ensino secundário na cidade da Praia, ilha de Santiago (foi professora de Português). 
Depois de reformada passou a viver em Lisboa. 
Colaboradora do ‘Cabo Verde - Boletim de Propaganda e Informação’e do ‘O Arquipélago’. 



Obras editadas: 
- ‘ROSAS DO OUTONO’ - Lisboa 1937; e 
- ‘ESCARPAS CABOVERDEANAS’ - Lisboa 1939. 













Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Africanidade & Literatura - ‘ESTÓRIAS DE ÁFRICA’, de Augusto Carlos - Lisboa 2011 - Raro;





Africanidade & Literatura - Obra onde o ficcionista descreve as suas vivências entre o real e a ficção 


‘ESTÓRIAS DE ÁFRICA’ 
De Augusto Carlos 
Edição Nova Vaga 
Lisboa 2011 


Livro com 136 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


O AUTOR: 
“AUGUSTO CARLOS, luso-moçambicano, engenheiro, filósofo, já apelidado de ‘profeta da Natureza’, de 55 anos, nasceu na província de Gaza, em Moçambique, e reside há muitos anos no concelho de Sintra. 
Publicou conhecidas obras como ‘O Flamingo da Asa Quebrada e Outras Histórias’ (que integra o Plano Nacional de Leitura – PNL ‘Ler+’), ‘O Cântico dos Melros’ ou ‘Mar Imenso’. 
O autor é deveras solicitado para percorrer escolas, levando humanismo e pacifismo – numa escrita mágica e simbólica – aos alunos e professores ávidos de saber mais.” 


Preço: 25,00€;