domingo, 28 de junho de 2026

Cabo Verde & História - ‘ARISTIDES PEREIRA - Minha Vida, Nossa História’, por José Vicente Lopes - Praia 2012 - MUITO RARO;





Cabo Verde & História - Aristides Pereira Nasceu a 17 de novembro de 1923, foi o primeiro presidente da República de Cabo Verde e empresta o seu nome ao Aeroporto Internacional da Boa Vista, ilha onde nasceu. 


‘ARISTIDES PEREIRA - Minha Vida, Nossa História’ 
Por José Vicente Lopes 
Edição Spleen Edições
Cabo Verde, Praia 2012 


Livro com 494 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.n
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


ARISTIDES PEREIRA: 
“Nascido na ilha da Boa Vista em 1923, Aristides Pereira faleceu em 2011. Tinha 88 anos de idade. Cabo-verdiano, lutou pela libertação da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Foi o braço direito de Amílcar Cabral, líder dessa luta.
Depois do assassinato de Amílcar em Conacri, a 20 de Janeiro de 1973, Aristides Pereira assumiu as rédeas do PAIGC (partido que levou os dois países à independência) e foi Presidente de Cabo Verde nos primeiros 15 anos de independência.”


O Autor: 
“JOSÉ VICENTE LOPES, jornalista e ensaísta, é autor de: 
- ‘Os bastidores da independência’(1996); 
- ‘As causas da independência’ (2003); 
- ‘A explicação do mundo’ (2004); 
- ‘Tarrafal - Chão Bom, Memórias e verdades’ (2010) e 
- ‘Aristides Pereira, Minha vida, nossa história’ (2012). 
Livros sobre a história recente de Cabo Verde, para além de ‘A fortuna dos dias’ (contos, 2007). 
É também autor de textos publicados de forma dispersa na imprensa cabo-verdiana e estrangeira, especialmente Portugal, Inglaterra e França.” 

“ ‘Foi uma sorte Cabo Verde ter tido um Chefe de Estado, após a independência, como Aristides Pereira’. A afirmação é do jornalista José Vicente Lopes, autor do livro-memória ‘ARISTIDES PEREIRA - Minha Vida, Nossa História ‘. Em Roma para uma homenagem a Aristides Pereira, José Vicente Lopes ilustrou, em entrevista à Rádio Vaticano, os bastidores desta obra e a imagem com que ficou desse governante cabo-verdiano.
Cabo Verde celebra neste dia 5 de Julho, 44 anos de independência. Quando se libertou do jugo colonial português, em 1975, era, segundo muitos observadores internacionais, um país inviável devido à extrema pobreza, seca, escassez de recursos materiais em que se encontrava.
Mas hoje, comemora a independência de cara  levantada pelos progressos sociais, económicos, políticos e culturais feitos nestas quatro décadas. Isto fica-se a dever também à classe política que teve imediatamente, com destaque para o Presidente Aristides Pereira - frisa o jornalista cabo-verdiano, José Vicente Lopes, autor de vários livros  sobre o percurso de Cabo Verde desde a luta de libertação, ao período pós independência. Um desses livros é ‘ARISTIDES PEREIRA - Minha Vida, Nossa História’, livro-memória realizado com base em entrevista com aquele combatente pela liberdade da Pátria e primeiro Chefe de Estado da República de Cabo Verde.” 
Dulce Araujo - Rádio Vaticano 


Preço: 77,50€; 

Portugal - Ultramar & Cultura - ‘PERSPECTIVA DE NAÇÃO PORTUGUESA’, de Fernando Sylvan - Lisboa 1965 - MUITO RARO;





Portugal - Ultramar & Cultura - Obra do pensador e ensaísta de Timor com apresentação editorial de António Quadros 


‘PERSPECTIVA DE NAÇÃO PORTUGUESA’ 
De Fernando Sylvan (Abílio Leopoldo Motta-Ferreira) 
Edição da Livraria Portugal 
Lisboa 1965 


Livro com 100 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor: 
“FERNANDO SYLVAN é o pseudónimo de Abílio Leopoldo Motta-Ferreira (Díli, 26 de agosto de 1917 – Cascais, 25 de dezembro de 1993), intelectual timorense com obra no domínio da poesia, da prosa e também do ensaio.
Saiu ainda criança de Díli, onde nasceu, e viveu a maior parte da sua vida em Portugal, onde acabou por falecer.
Timor funciona, apesar da distância física, como um eixo central da sua obra, tendo este autor dedicado atenção à recuperação de parte significativa do seu património literário e cultural tradicional, com a reescrita de lendas, por exemplo, mas também à reflexão sobre as suas tradições e folclore. O motivo da infância, associado à nostalgia com que recorda a sua vivência em Timor, ilustra muito bem a singularidade de um autor que esteve ligado, durante muito tempo, à Sociedade de Língua Portuguesa, de que foi presidente entre 1976 e 1993.
A sua obra poética é consideravelmente vasta, apesar de dispersa e, no caso dos livros mais antigos, estar praticamente indisponível ou inacessível, tanto aos leitores comuns, como aos próprios investigadores. Com a edição de ‘A Voz Fagueira de Oan Tímor’ (1993, organização de Artur Marcos e Jorge Marrão, prefácio de Maria de Santa Cruz), colmata-se parcialmente essa falta de visibilidade do autor, uma vez que a coletânea recupera e reagrupa textos de volumes anteriores, permitindo uma leitura transversal da obra de Fernando Sylvan.
Os organizadores, Artur Marcos e Jorge Marrão, em paratexto final ao volume, confirmam este desejo de divulgação do autor e da sua obra, promovendo o seu justo reconhecimento:
A razão principal deste agrupamento de poesias de Fernando Sylvan, por nós denominado ‘A Voz Fagueira de Oan Tímor’, é tornar acessível ao público a obra poética que se sabe existir, mas que poucos desfrutaram, fosse por raridade das edições, difusão restrita, circunstâncias várias.
Fernando Sylvan é bastante conhecido e merece apreço:
• já pelo seu trajeto cívico, iniciado há longos anos, desde quando em Portugal era difícil ou perigoso expressar opiniões abertamente;
• já pelo denodo com que desenvolve uma importante atividade de animador cultural à frente da Sociedade da Língua Portuguesa, ligando pessoas de diferentes e apartados lugares, dedicadas ou curiosas pelas coisas do idioma luso. Ademais, contribuindo com o seu jeito de atuação para preservar a Sociedade da Língua Portuguesa como um espaço cultural aberto, onde indivíduos muito diversos em ciência, estar, pensar ou ser, podem encontrar-se e tomar a palavra;
• já pela assunção clara da sua origem insular e o seu altear de voz junto ao povo resistente de Timor-Leste;
• já pelo que escreve.
Contudo, a obra de Fernando Sylvan – criador literário – é, no seu conjunto, menos lida/interpretada/usufruída/reconhecida, apesar do seu valor e recorte próprios, de alguns textos haverem sido largamente difundidos, existirem traduções em diversas línguas (inglês, francês, italiano, sueco, japonês…), grupos culturais leste-timorenses desfraldarem os seus versos de Oan Tímor (“filho de Timor” em tétum) na reivindicação de chão e de identidade e de liberdade.”


OBRAS DO AUTOR: 
1. - 'A UNIVERSIDADE E A ANSIEDADE ULTRAMARINA', Lisboa 1963; 
2. - 'DA PEDAGOGIA PORTUGUESA E DO DESVALOR DOS EXAMES', Lisboa 1959; 
3. - 'RELAÇÃO HISTÓRICA E FILOSÓFICA ENTRE OS IDIOMAS BASCO E PORTUGUÊS', Lisboa 1959; 
4. - 'ARTE DE AMAR PORTUGAL', Lisboa 1965; 
5. - 'O ENSINO DA LÍNGUA E HISTÓRIA PÁTRIA AQUÉM E ALÉM MAR', Lisboa 1960; 
6. - 'UMA UNIVERSIDADE DO TRABALHO SOCIAL NO HETEROGÉNEO QUADRO PORTUGUÊS', Lisboa 1963; 
7. - 'COMUNIDADE PLURI-RACIAL', Lisboa 1962; 
8. - 'A LÍNGUA E A FILOSOFIA NA ESTRUTURA DA COMUNIDADE', Lisboa 1965; 
9. - 'O IDEAL PORTUGUÊS NO MUNDO', Lisboa 1965; 
10. - 'O ESPAÇO CULTURAL LUSO-BRASILEIRO', Lisboa 1963;
11. - 'O BRASIL E A TEORIA DE COLÓNIAS PORTUGUESAS', Lisboa 1963; 
12. - 'FILOSOFIA E POLÍTICA NO DESTINO DE PORTUGAL', Lisboa 1963; 
13. - 'COMMENT VIT MEURT ET RESSUSCITE LE PEUPLE TIMOR', Santo Tirso 1963; 
14. - 'PERSPECTIVAS UNIVERSAIS DO FUSIONISMO BRASILEIRO', Coimbra 1965; 
15. - 'FUNÇÃO TEOLÓGICA DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ESPAÇO CULTURAL LUSO-BRASILEIRO', Coimbra 1966;
16. - 'FUNDAMENTO FILOSÓFICO DA SITUAÇÃO NÃO-COLONIAL DO BRASIL', Coimbra 1963; 
17. - 'A UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA E A IRRADIACAÇÃO DA LÍNGUA E CULTURA PORTUGUESA', Lisboa 1963;  
18. - 'OBSCINA NARODOV TIMORA', Moscovo 1964; 
19. - 'ASPECTS OF THE FOLK-STORIES IN PORTUGUESE EAST AFRICA (Mozambique)', Athens 1965; 
20. - 'O RACISMO DA EUROPA E A PAZ NO MUNDO - Etnocentrismo, perspectiva, sociedade', Lisboa 1964; 
21. - 'PORQUE SOMOS PORTUGAL (Tribo, Nação, Pátria)', Lisboa 1965; 
22. - 'A CONTRIBUIÇÃO DOS PRÉ-HISTORIADORES E DOS ARQUEÓLOGOS À PROMOÇÃO HUMANA NO ESPAÇO PLURI-PORTUGUÊS AFRO-ASIÁTICO', Porto 1966; 
23. - 'SUBSÍDIOS PARA UMA BIBLIOGRAFIA DE PRÉ-HISTÓRIA E ARQUEOLOGIA SOBRE O ULTRAMAR PORTUGUÊS', Porto 1966; 
24. - '7 POEMAS DE TIMOR', Lisboa 1965; 
25. - 'PERSPECTIVA DE NAÇÃO PORTUGUESA', Lisboa 1965; 
26. - 'A ETNOGRAFIA E ARQUEOLOGIA NA FORMAÇÃO DE PÚBLICO CIENTÍFICO', Póvoa de Varzim 1966; 
27. - 'ARQUEOLOGIA, ETNOGRAFIA E EDUCAÇÃO REGIONAL', Porto 1966; 
28. - 'A LÍNGUA PORTUGUESA NO FUTURO DE ÁFRICA', Braga 1966; 
29. - 'COMUNISMO E CONCEITO DE NAÇÃO EM ÁFRICA', Lisboa 1967; 
30. - ‘MULHER - Ou o livro do teu nome’, Lisboa 1982; 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Portugal - Moçambique & Ultramar - ‘MEMÓRIAS DE UMA VIDA’, de Fernando Correia Soares - Loulé 2009 - MUITO RARO;


















Portugal - Moçambique & Ultramar - O autor, nascido no Algarve, passou grande parte da sua vida profissional pelo território da antiga província ultramarina portuguesa da África Oriental sem esquecer as suas raízes do sul do país e relata nesta sua autobiografia todas essas vivências 


‘MEMÓRIAS DE UMA VIDA’ 
Autobiografia 
De Fernando Correia Soares 
Edição do Autor 
Loulé 2009 


Livro com 270 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


“FERNANDO CORREIA SOARES (1926-2009)
Agraciado com a Medalha Municipal de Mérito Grau Bronze
 
No dia 3 de Junho de 1926, a freguesia de Alte viu nascer Fernando Correia Soares, filho de Isabel Cabrita Correia e de José Inácio Soares Júnior, registado no dia 14 do mesmo mês pelo Ajudante do Registo Civil de Alte. Após ter concluído o Ensino Primário na sua terra natal decidiu seguir vida eclesiástica ingressando no Seminário de São José em Faro, mais tarde passou para o de Almada e posteriormente para o Seminário Maior do Patriarcado nos Olivais, do qual recebeu os seus princípios morais de vida, destacou nas suas Memórias. Aos 22 anos, decidiu não prosseguir carreira eclesiástica e regressa à sua aldeia natal. Aí inicia funções na companhia de Seguros ‘O Alentejo’, cumpre o serviço militar e em 1952 ruma a Moçambique, onde permaneceu até 1975, desempenhando aí vários cargos na administração pública. Entretanto casou com a sua conterrânea Julieta Botica, com quem teve três filhos.
No seu regresso vem viver para Loulé onde começa a participar na Comissão de Festas do Carnaval. Com currículo na área do Folclore, já que havia fundado um Rancho Folclórico em Moçambique, foi convidado para formar um Rancho Infantil em Loulé o qual surgiu em 1977. Actualmente conhecido como Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé, este grupo fundador da Associação Grupo dos Amigos de Loulé, foi dirigido, orientado e ensaiado durante 32 anos por Fernando Soares e já promoveu o nome de Loulé, com a interpretação de danças e cantares da zona serrana de Alte, pelo País fora, em Espanha, França, na China, entre outros locais. Em 1999, a Câmara Municipal de Loulé decidiu homenagear este grupo com a atribuição da Medalha Municipal de Mérito – grau prata.
A 10 de Janeiro de 2009 Loulé e o seu Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé despediram-se desta personalidade que tanto fez para a promoção das tradições algarvios através do Folclore algarvio, em geral, e louletano em particular.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

MEMÓRIAS DE UMA VIDA 
- Alte, minha terra 
- O milagre 
- Alvores da vida 
- Escola primária 
- Azinhal 
- 1.* casamento tradicional a que assisti 
- Regresso a Alte 
- O Seminário 
- O Açougue 
- Fabricação de queijo 
- 2.a Guerra Mundial 
- Folclore (Concurso) 
- O acordeão 
- Alte 
- Raízes etnográficas do concelho de Loulé 
a) - Localização e origem - Imagens de Alte - Artesãos 
b) - Folclore e suas raízes 
c) - Concurso da Aldeia mais Portuguesa 
- Mapa com as aldeias concorrentes 
- Os ensaiados 
- Os meus amores 
- O magala Moçambique 
- Rumo a Moçambique 
- Nampula 
- Quadro administrativo 
- Pacificação 
- Chegada da minha mulher 
- 1.* filho - Carlos Alberto 
- Freira controversa 
- Visita Presidencial - Craveiro Lopes 
- Mercados 
- Mongincual 
- Jacaré assassino 
- O leopardo atrevido 
- 2.* filho - José Manuel 
- Concurso para Chefe de Postob
- Nairoto 
- Pista de aterragem e dependências 
- Um parto sem dor 
- Passagem de ano na selva 
- 3.* filho - Fernando 
- 10 de Junho dia da Raça 
- Içar da Bandeira Nacional 
- ‘Maria da Raça’ 
- Folclore Algarvio em África 
- Baile mandado 
- Visita do Ministro do Ultramar - Prof. Silva Cunha 
- Aldeamentos 
- Ponte do rio Mueda arde 
- Lagoa sagrada 
- Cinegética é a arte de caçar 
- A carga do elefante 
- Pavor na Sanzala 
- Circuncisão e ataque do leopardo 
- O meu melhor tiro 
- Não era impala, era leão 
- Leões à pedrada 
- A jibóia 
- Viagem a Negomano 
- Os três almoços 
- No dia do ‘Paquete Santa Maria’ 
- Diabruras do meu Zé Manuel 
- Metuge 
- Um régulo faltoso 
- Visita ao aldeamento de Namau, Metuge 
- Recuperação de uma manada de vacas 
- Festejos - Santos Populares 
- Velhos ciúmes 
- Amor louco 
- Os Maus-Maus 
- Ladroagem 
- Outra recuperação 
- Fuzileiros em apuros 
- Natal molhado 
- O canapane 
- Agricultura em Metuge 
- O regedor Palma 
- A guerra 
- Mentalização 
- O julgamento 
- Penetração e subversão 
- Exemplos de isolamento 
- Apelo de mulheres 
- Outro exemplo 
- Obstinação e advertências 
- Estamos às suas ordens 
- O Motarua 
- Luta armada 
- Reconhecimento 
- Relações com a DGS 
- A guerra dos elefantes 
- Plagiato 
- Se ele pudesse, prendia-me 
- Promoção a Adjunto de Administrador de Concelho 
- Convite 
- Fim da 1.*a parte 

REGRESSO À METRÓPOLE 
- Palma 
- Secretário do governador 
- Melhoramentos rurais 
- Vida social 
- Compra de camiões 
- Mega operação 
- Ilha de Moçambique 
- Secretariar o governador de Tete - Convite 
- ‘Acordo de Lusaka’ e entrega 
- Grandes frustração 
- A minha saída de Moçambique 
- Despedida 
- Último entardecer 
- Chegada a Lisboa 
- Bagagem 
- Nova vida 
- Loulé 
- Criação do Rancho Folclórico infantil de Loulé 
- Operação ao coração 
- Mãe soberana 
- Renúncia 
- Folclore nas escolas 
- Escrevi estas minhas memórias 
- Mãe do Céu ! 
- Cronologia 
- Agradecimentos 

Índice fotográfico 


Preço: 37,50€;  

Portugal - Angola & Poesia - ‘VELHAS LATITUDES’, de Rui Romano - Lisboa 1974 - MUITO RARO;






Portugal - Angola & Literatura - O autor, jornalista com vasta carreira na comunicação social, particularmente na televisão portuguesa, nascido nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental, editou uma excepcional obra onde reuniu os seus poemas de longa data prefaciada pelo consagrado Rodrigo Emílio 


‘VELHAS LATITUDES’ 
De Rui Romano - 
Prefácio de Rodrigo Emílio 
Edição do Autor 
Lisboa 1974 


Livro com 174 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 


Da DEDICATÓRIA: 
“Estes dez anos de exercício poético
- dez anos de aprendizagem e de convívio com o mundo - 
dedico-os a meus filhos e à minha terra: 
ANGOLA.“ 


Do PREFÁCIO: 
“Rui Rimani é nome que responde, criadoramente, por uma infinidade de atribuições, homem que se desmultiplica numa profusão de actividades, rosto que se desmede num sem número de face(ta)s, espírito que se joga em dádiva constante de si mesmo, com aquela versatilidade e aquele eclectismo que são apanágio de todas as sensibilidades polivalentes.
Vocacionado por uma gama enorme de solicitações, Romano detém com ele um raro condão: o condão de saber dar o talento ao manifesto em muitas frentes ao mesmo tempo, e em todas elas com inteira autenticidade. 
Ora, sucede que esse desdobramento latitudinàrio de aptidões vem a achar na poesia o seu denominador comum por excelência.
Rodrigo Emílio 


O Autor: 
“RUI JOSÉ DE SOUSA ROMANO (Luanda 26 Janeiro 1932 - Lisboa 2 Novembro 2000) 

Rui Romano faleceu a 2 de Novembro de 2000. Tinha 68 anos, e havia sido sujeito a uma intervenção cirúrgica há 15 dias. 

Jornalista profissional há 44 anos, estava reformado da Rádio Televisão Portuguesa.

Ao serviço da RTP, Rui Romano fez tudo o que havia para fazer no jornalismo televisivo. Foi autor de grandes reportagens e enviado especial por várias ocasiões ao continente africano, tendo apresentado ainda telejornais, programas desportivos, literários e de cinema.

Depois de 30 anos ligado à televisão pública portuguesa, Rui Romano esperava o regresso ao pequeno ecrã para apresentar um programa «onde pudesse conversar com as pessoas», consequência do que considerava ser uma «longa e rica carreira».

O continente africano acompanhou Rui Romano desde sempre. Foi lá, em Luanda mais precisamente, que nasceu e foi lá que deu os primeiros passos na profissão, estreando-se na Emissora Católica de Angola e trabalhando depois naquela que é a hoje a Rádio Nacional de Angola, onde chegou a ser director de produção e de programação.

Rui Romano foi assessor para a Comunicação Social da Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, Maria de Jesus Barroso, um cargo que acumulava com a sua vida académica, sendo docente da Universidade Moderna.”


Preço: 77,50€; 

S. Tomé e Principe & Literatura - 'PENETRA', de Sacramento Neto - Amadora 1989 - MUITO RARO;





S. Tomé e Principe & Literatura - Uma obra literária africana de expressão portuguesa vinda do equador 


'PENETRA’ 
De Sacramento Neto 
Edição (?) 
Amadora 1989 


Livro com 128 páginas e em bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.



Da contracapa: 
"A 'FICÇÃO AFRICANA' é escrita por autores africanos da Nova África de expressão portuguesa. 

A 'FICÇÃO AFRICANA' é África vista com verdade é sem preconceitos. 

A 'FICÇÃO AFRICANA' é a história africana narrada por seus próprios protagonistas. 

A 'FICÇÃO AFRICANA' corrige a literatura tendenciosa e falsária que ignora os valores humanos do continente negro. 

Apoie portanto a 'FICÇÃO AFRICANA'." 




Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Capítulo 1
Ao 
Capítulo 20 


Preço: 25,00€; 

Portugal - Angola & Ultramar - ‘REGULAMENTO DA JUNTA DE POVOAMENTO AGRÁRIO DA CELA’ - Luanda 1958 - MUITO RARO;




Portugal - Angola & Ultramar - Regulamento histórico aprovado pelo Diploma Legislativo n. 2.910, de 27 de Agosto de 1958 


‘REGULAMENTO DA JUNTA DE POVOAMENTO AGRÁRIO DA CELA’ 
Do Governo Geral de Angola 
Edição da Imprensa Nacional de Angola 
Luanda 1958 


Exemplar com 32 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

GOVERNO GERAL DE ANGOLA 
- Diploma Legislativo n. 2.910 

Regulamento da Junta de Povoamento Agrário da Cela 
Capítulo I - Da organização e competência 
Capítulo II - Da constituição e do funcionamento 
Capítulo III - Das receitas e despesas 
Capítulo IV - Dos serviços e pessoal 
Capítulo V - Dos colonos 
Secção I - Das modalidades de povoamento 
Secção II - Do povoamento com base na propriedade familiar 
Secção III - Do povoamento com base na propriedade média 
Capítulo VI - Disposições finais transitórias 

Quadro do Pessoal da Junta de Povoamento Agrário da Cela 
Junta de Povoamento Agrário da Cela 
- Contrato provisório 
- Contrato 
- Alvará 


Preço: 17,50€; 

sábado, 30 de maio de 2026

Moçambique - Ultramar & História - ‘DISTRITO DE TETE’, de Sousa e Silva - Lisboa 1927 - MUITO RARO;







Moçambique - Ultramar & História - Obra dedicada ao desenvolvimento desta área do território desta antiga colónia ultramarina portuguesa 


‘DISTRITO DE TETE’ 
(Alta Zambézia) 
De Pedro Augusto de Sousa e Silva 
Prefácio de Conde de Penha Garcia 
Edição Livraria Portugálya Editora 
Lisboa 1927 


Livro com 188 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


SINOPSE: 
“Obra invulgar que oferece uma descrição detalhada do distrito de Tete, localizado na região da Alta Zambézia, em Moçambique, à época uma colónia ultramarina portuguesa. 
Aborda as características geográficas, a história e os esforços de desenvolvimento (fomento) da região. Profusamente ilustarada com foto-gravuras intercaladas no texto e mapa desdobrável de grandes dimensões no final da obra. O prefácio é assinado pelo Conde de Penha Garcia.” 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Moçambique & Poesia - ‘A PELE DO CAPIM’, de Fátima Negrão - Cantanhede 2016 - MUITO RARO;










Portugal - Moçambique & Poesia - A poesia da autora, africana de ascendência europeia e as ilustrações de um artista relevante moçambicano 


‘A PELE DO CAPIM’ 
De Fátima Negrão 
Ilustrações de João Timane 
Edição da Autora 
Patrocínio do Município de Cantanhede e da 
Junta de Freguesia de Cantanhede e Pocariça 
Cantanhede 2016 


Livro com 76 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Com dedicatória e assinatura da autora. Edição única de 250 exemplares. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


A Autora:
“FÁTIMA NEGRÃO, nascida em solo africano, deixou Moçambique há 42 anos. O cheiro da terra quente marcou a sua vida, incorporando na poesia a cor de sabores exóticos, o sol que queima a pele simples de suas gentes…

O 25 de abril de 1974 mudaria o rumo à sua vida. Deixou o ultramar, seus pais, dois irmãos mais velhos, e veio, com os três mais novos para Portugal. Cada verso da sua poesia reflete este corte nas suas raízes, amores, sonhos…

Obteve o Curso do Magistério Primário, em Moçambique, onde lecionou um ano como professora. Em Portugal, prosseguiu estudos e concluiu formação superior no ensino de crianças com deficiência auditiva e especialização em Língua Gestual Portuguesa. Uma fase da vida dedicada à educação de crianças surdas, abraçando outras causas a elas ligadas. 

Mãe de duas gémeas, vê realizado outro sonho, e investe nele toda a sua generosidade e amor. Em 2009, estreia-se na edição de poesia, em ‘Pedaços’, ilustração de São José, com lançamento em Cantanhede, onde vive presentemente. 

Participou em eventos de divulgação e leitura de poesia, em várias zonas do país, a convite de instituições e inserida no Grupo de Leitura da Biblioteca Municipal de Cantanhede. 

Em 2016, surge a presente edição, ‘A PELE DO CAPIM’, ilustração de João Timane, moçambicano, que traduz em cor e forma os sentimentos expressos por palavras pela autora.“ 


O Ilustrador: 
“JOÃO TIMANE é já uma referência internacional como artista plástico moçambicano. Nascido em Maputo, em 1991 é, desde muito cedo, um jovem promissor no mundo das Artes Plásticas. 

Frequentou a Escola Nacional de Artes Visuais em Maputo. Tem leccionado a pintura artística às crianças do bairro do Aeroporto, inspirado nos ideais do grande mestre Malangatana, em Maputo, cidade moçambicana onde vive. 

Participou em várias Exposições individuais de Pintura, nomeadamente em 2014, com ‘Retratos de Mil Gotas de Sonho’ e, em 2015, com ‘Entre os Azuis do Índico’ na Mediateca BCI, em Maputo - Moçambique, assim como em muitas outras exposições coletivas dentro e fora do país.

Tem já um extenso currículo como ilustrador de capas para livros dada a sua grande sensibilidade na pintura, podendo citar, a título de exemplo, ‘Vontades de Partir e Outros Desejos’, de Lino Mukurruza; ‘Política e Informação’, de Matias Guente, e ‘Prédio 333’, de Helga Languana. 

É também autor do cartaz do 2.* Open Internacional de Dança Desportiva, em Maputo - Moçambique, e de algumas revistas nacionais e internacionais como, por exemplo, a revista ‘Ómnia’. 

Atualmente frequenta o curso de licenciatura em Engenharia Geológica e de Minas na Universidade Wutive.“ 



Do ÍNDICE: 

A PINTURA POEMA 
- Por António Canteiro 
PRÓLOGO 

- África 
- Morri sozinha 
- Calo, mas sinto ! 
- A paz 
- Como um hino 
- Desafio 
- Contradições 
- É de noite 
- A pele do capim 
- Esperança 
- Corpo 
- Grito de Liberdade 
- Hoje 
- Outono 
- Não desisto 
- O amor acontece 
- Porquê ? 
- Amor 
- Penso e não quero 
- Queria ser 
- Quando…
- Sem abrigo 
- Ser mulher ! 
- Toquei o céu 
- Terra africana 
- Um mau bocado 
- Palavras coloridas 

Glossário 


Preço: 47,50€; 

Guerra Colonial & Guiné - ‘LUGAR DE MASSACRE’, de José Martins Garcia - Lisboa 1991 - RARO;







Guerra Colonial & Guiné - Uma das obras importantes sobre o conflito colonial que Portugal enfrentou nas suas colónias africanas nas décadas de sessenta e setenta em relato nu e cru do autor 


‘LUGAR DE MASSACRE' 
De José Martins Garcia 
Capa de José Teófilo Duarte 
Edição Círculo de Leitores 
Lisboa 1991


Livro de capas duras, sobrecapa, com 178 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
RARO. 


Da contracapa: 
“Entre Paris e a Guiné-Bissau, em 1968, a distância é muito maior do que milhares de quilómetros que as separam. É a distância entre a combatividade romântica e algo ingénua que animava os estudantes nas ruas e a angústia de uma juventude condenada a uma guerra sem sentido que parece eternizar-se. 
Para muitos, aquele ‘LUGAR DE MASSACRE’ (1975) foi o ponto de partida para uma viagem sem regresso…
E ainda que uns poucos alimentem, à partida, algumas ilusões de feitos heróicos, só a degradação os espera - a degradação física e psíquica de quem sabe ter perdido, irremediavelmente, o direito à inocência e ao futuro. 
Par outros, talvez os mais puros, como Pierre Avince, a degradação dos valores éticos, religiosos e ideológicos irá conduzir a uma inexorável degradação da personalidade e à loucura. Para eles, a única forma de escapar à essa outra loucura chamada ‘guerra colonial’.


O AUTOR: 
“JOSÉ MARTINS GARCIA 
Nasceu em Criação Velha, ilha do Pico, Açores, a 17 de Fevereiro de 1941.

Licenciado em Filologia Românica pela universidade de Lisboa, doutorou-se pela Universidade dos Açores, onde presentemente lecciona. 

Cumpriu o Serviço militar de 1965 a 1968, tendo sido mobilizado para a Guiné-Bissau em 1966. 

Foi Leitor de Português na Universidade Católica de Paris (1969-1971), Assistente da Faculdade de Letras de Lisboa (1971-1979) e professor convidado da Brown University, em Providewnce EUA (1979-1984). 

A par da actividade docente, tem colaborado em vários jornais e revistas, que no âmbito da crítica literária, que no da intervenção cultural. Publicou até ao presente, vinte e seis livros que abrangem os domínios do romance, do conto, da poesia, do teatro e do ensaio, entre os quais destacamos: 
- 'IMITAÇÃO DA MORTE' (Romance, 1982); 
- 'MEMÓRIA DA TERRA' (Romance, 1990); 
- 'KATAFARAUM É UMA NAÇÃO' (contos, 1974); 
- 'MORRER DEVAGAR' (Contos, 1979); 
- 'CONTOS INFERNAIS' (Contos, 1987); e 
- 'TEMPORAL' (poesia, 1986)."



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

PRIMEIRA PARTE 
Capítulo I 
Capítulo II 
Capítulo III 
Capítulo IV 
Capítulo V 
Capítulo VI 
Capítulo VII 
Capítulo VIII 
Capítulo IX 
Capítulo X 
Capítulo XI 

SEGUNDA PARTE 
Capítulo I 
Capítulo II 
Capítulo III 
Capítulo IV 
Capítulo V 
Capítulo VI 


Preço: 17,50€; 

Portugal - Ultramar & Colonialismo - ‘FREIRE DE ANDRADE’, de Eduardo de Noronha - Lisboa 1947 - MUITO RARO;





Portugal - Ultramar & Colonialismo - Nesta Colecção ‘Cadernos Coloniais’ são biografados alguns dos vultos da história portuguesa com Acção importante e decisiva na administração colonial nas diversas parcelas do Império nacional 


‘FREIRE DE ANDRADE’ 
De Eduardo de Noronha 
Edição Esitorial Cosmos 
Da Colecção ‘Cadernos Coloniais’ - exemplar n. 1 
Lisboa 1947 


Livro com 48 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor: 
“O Engenheiro de Minas.
O Comandante da Coluna Sul de Moçambique na campanha de 1895.
O Governador Geral - O Ministro.”



Do ÍNDICE: 

EXPLICAÇÃO 
- O Autor 

I. - O Comissário de Minas 
II. - A rebelião dos indígenas 
III. - Noite de ansiedade 
IV. - Marracuene 
V. - A coluna sul 
VI. - Governador Geral e Ministro 


Preço: 15,00€;