quinta-feira, 20 de agosto de 2026

África - Literatura & História - ‘ANGOLA TERRA ENCANTADA’, de Maria Augusta Borges - Luanda 2024







África - Literatura & História - 


‘ANGOLA TERRA ENCANTADA’ 
Recortes de uma vida 
De Maria Augusta Borges 
Edição Editora Caneta de Estilo 
Luanda 2024 


Livro com 160 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa: 
“Este livro é uma ode à sua existência, consagrada a causas nobres e, sobretudo, às pessoas que tiveram a sorte de, algum dia, com ela se cruzar.
A minha irmã nasceu uns anos antes de mim, em Cabiri, terra angolana de mil histórias e tradições, banhada pelo sol ardente da savana e acarinhada pela brisa fresca do Rio Bengo.
(...)
Desde cedo, a minha irmã Augusta aprendeu que a vida é feita de renovações e desafios, e que a adaptação é a chave para a superação.
Essa sabedoria, aliada à sua paixão pela Medicina, moldou o seu carácter e definiu a sua missão de vida: aliviar o sofrimento do próximo e trazer esperança às suas vidas.
Com a certeza de que esta história ainda terá muitos capítulos por desvendar e construir, desejo que este livro seja um tributo à alma nobre e ao espírito generoso da minha irmã, capaz de inspirar outros a trilharem um caminho semelhante.”
João Borges 


Da badana: 
“Costuma escrever pequenas histórias ficcionadas, aproveitando alguns momentos de inspiração. Gosta muito de ler poesia e prosa, principalmente de escritores angolanos, latino-americanos e portugueses, entre eles: Pepetela, Mário Vargas Lhosa, Jorge Amado, Isabel Allende, José Saramago e José Rodrigues dos Santos. 
Em termos de poesia, destaca: Florbela Espanca e Sofia de Mello Breyner. As biografias de líderes mundiais também lhe proporcionam bons momentos de leitura. 
Outro hobby que lhe dá prazer é a dança, sobretudo a africana. 
Continua feliz e apaixonada pela Medicina e pela vida, pela família, pelos amigos, contudo, com alguma desaceleração da actividade assistencial, por motivos de saúde. 
Ao longo da sua caminhada, os amigos e a família têm sido o seu grande suporte, que a tem ajudado a atenuado o combate de inúmeras contrariedades da vida.“ 


A Autora: 
“MARIA AUGUSTA BORGES 
A autora nasceu a 31 de Maio de 1954, em Cabiri, Província do Bengo, Angola. 
A sua infância foi vivida de forma intensa, no seio de uma modesta família e com parcos recursos, o que não impediu de ser feliz. Na escola sofreu bullying, mas conseguiu superar todas as adversidades e nada a impediu de ‘crescer’ como pessoa e, depois, como profissional.
Tomando a opção de dedicar a sua vida a ajudar a aliviar o sofrimento dos doentes, licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina na Universidade Agostinho Neto, em Luanda.“ 



Do ÍNDICE: 

Nota do Editor 
Dedicatória 
Agradecimentos 
PREFÁCIO 

INTRODUÇÃO 
ANGOLA 
A FAMÍLIA DE MIGÚ 
- A Mãe Maria e o Pai Armando 
- Os avós maternos 
Fernando Paiva e Mónica Pinheiro 
- Os avós paternos 
Daniel Borges e Isabel Pimentel 
- Os tios maternos 
Tio João, Tia Albertina (mãe da Guilhermina), Tia Guiomar, Tio Juvenal (Juca) e Tio Mário 
Avó Paulina 
- Os irmãos da Migú 
Emília, Daniel (Nelito) e Rogério 
Fátima (Fatinha) Carlos Manuel (Carlitos), Margarida (Nené), João (Joãozinho) e Armando 
- Primos maternos 
- Primos paternos (brasileiros) 
A INFÂNCIA DE MIGÚ 
- O Natal 
- As crianças continuavam a sonhar… 
- A etiqueta à mesa de um transmontano 
- A gastronomia transmontana 
- Os Patrícios 
- A escola primária da vila de Cambondo 
- Contratados 
- A Guerra Colonial 
- Luanda, quilómetro 12 
- Recuando no tempo… 
- Mas o tempo não pára…
- O gato ‘aristocrático 
MIGÚ ADOLESCENTE 
- Férias graciosas do pai na Metrópole 
- Família paterna (Trás-os-Montes 
Irmã Isabel Maria, Tio João, Tio César, Tio Manuel e Tio José 
Tia Sara e Tia Maria 
FALECIMENTO DO PAI 
MIGÚ, JOVEM ADULTA 
- A opção por Medicina - Luanda 
- 27 de Maio de 1977 
- Interrupção temporária do curso de Medicina 
- De Luanda a Camacupa 
- Tânia, a primeira filha 
- A fome 
- Regresso a Luanda 
- Ricardo, o filho 
- Nádia, a sobrinha como filha 
- Tempos difíceis em Luanda 
- O estágio em Saúde Pública 
MIGÚ, JOVEM ADULTA 
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A NOVA REALIDADE EM PORTUGAL 
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A VIDA PROSSEGUIU O SEU CURSO… 
INVERNO DEVASTADOR E MUDANÇA DE VIDA 
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A MIGÚ VOLTOU A SORRIR ! 
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‘MÃE CORAGEM’ - O DECLÍNIO 
VEIO A DOENÇA TRAIÇOEIRA 
AS ESTÓRIAS TERMINAM QUASE SEMPRE BEM… 
- O regresso de Migú à sua terra Natal 
MOMENTOS PARA RECORDAR 

Glossário 
POSFÁCIO 


Preço:  0,00€ (Indisponível) 

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Portugal & África - ‘NOVOS RACISMOS - Perspectivas comparativas’, de Jorge Vala - Oeiras 1999 - MUITO RARO;





Portugal & África - Uma obra organizada por Jorge Vala, que analisa as novas formas de racismo e exclusão social, focando na sua expressão subtil, cultural e psicossociológica,e examina como o racismo se manifesta através da negação da igualdade, preconceito e discriminação quotidiana contra imigrantes e minorias, comparando diferentes contextos sociais.


‘NOVOS RACISMOS - Perspectivas comparativas’ 
De Jorge Vala (Organizador) 
Edição Celta 
Oeiras 1999 


Livro com 180 páginas (com gráficos) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“O conjunto de textos que integram este livro, todos eles construídos a partir de estudos empíricos, visa contribuir para uma análise do racismo em Portugal, que vá para além das perguntas irrelevantes sobre quantos racistas há no nosso país, se há mais racistas aqui do que noutros lados, ou se os portugueses são ou não racistas. A perspectiva comparativa adoptada permite descortinar fortes continuidades do racismo entre contextos sociais muito diversificados. Essas continuidades não decorrem, porém, da unidimensionalidade do fenómeno ou dos factores que lhe subjazem. O racismo é tão diversificado nas suas manifestações e na sua génese que os autores preferem falar em racismos, distinguindo nomeadamente entre racismo flagrante e racismo subtil, para não o reduzir a esta ou aquela das suas manifestações mais visíveis ou identificáveis.“ 


O Organizador e outros participantes: 
“JORGE VALA é professor de psicologia social no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. 
Participam ainda neste livro, Valentim Alexandre, Luciano Arcuri, Stefano Boca, Rodrigo Brito, Leonel Garcia-Marques, Diniz Lopes, Roel W. Meertens, Serge Moscovici, Juan A. Pérez e Thomas F. Petrigrew.“ 



Do ÍNDICE: 

Índice de Figuras e quadros 
Sobre os Autores 

INTRODUÇÃO 
- Por Jorge Vala 

PARTE I - O RACISMO SUBTIL E FLAGRANTE EM PORTUGAL. 
E NA EUROPA: PERSPECTIVAS COMPARATIVAS 
1. - SERÁ O RACISMO SUBTIL MESMO RACISMO ? 
Por Roel Meertens e Thomas F. Pettigrew 
- Amostras e variáveis 
- Conclusões 
- Anexo / Escalas e subescalas de racismo flagrante e subtil 
2. - O RACISMO FLAGRANTE E O RACISMO SUBTIL EM PORTUGAL 
Por Jorge Vala, Rodrigo Brito e Diniz Lopes 
- O racismo flagrante e subtil no contexto das novas abordagens dos racismos 
- Racismo flagrante e racismo subtil: a organização das crenças racistas e os predispores do racismo em Portugal 
- Dimensões de organização das crenças racistas 
- Factores subjacentes ao racismo flagrante e subtil 
- Conclusões 
Anexo I - Indicadores das variáveis independentes utilizadas no modelo comparativo 
Anexo II - Indicadores das variáveis independentes utilizadas no segundo modelo 
3. - POSICIONAMENTOS POLÍTICOS: RACISMO SUBTIL E RACISMO FLAGRANTE EM ITÁLIA 
Por Luciano Arcuri e Stefano Boca 
- Definição do problema 
- Descrição e validação das medidas 
- Racismo e orientação política 
- Reacções psicológicas contra uma ameaça do exogrupo: uma experiência de campo 
- Conclusões 

PARTE II - RACISMOS E DINÂMICAS NA REPRESENTAÇÃO DA DIFERENÇA 
4. - A SISTEMATIZAÇÃO DOS PREDITORES DO RACISMO: UMA PERSPECTIVA EMPÍRICA 
Por Thomas F. Pettigrew 
- Descrição das amostras e das medidas 
- Os principais preditores do racismo 
- A organização dos preditores do racismo 
- Os factores enquanto preditores do racismo 
- As relações entre personalidade e racismo 
- Serão estes resultados generalizáveis a todas as amostras estudadas ? 
- Implicações teóricas 
- Uma nota final 
5. - AA EXTRAORDINÁRIA RESISTÊNCIA DAS MINORIAS À PRESSÃO DAS MAIORIAS: O CASO DOS CIGANOS EM ESPANHA 
Por Serge Moscovici e Juan Antonio Pérez 
- Conversão e / ou perseguição: das estratégias usadas para converter a minoria cigana em Espanha 
- Resistência à conversão e mudança na representação dos ciganos 
- Dois estudos exploratórios 
6. - O ESTUDO DOS ESTEREÓTIPOS E AS NOVAS ANÁLISES DO RACISMO: SERÃO OS EFEITOS DOS ESTEREÓTIPOS INEVITÁVEIS ? 
Por Leonel Garcia-Marques 
- O modelo dissociativo: principais conceitos 
- O modelo dissociativo: aplicações à presente investigação 
- O modelo dissociativo: aspectos por desenvolver 
- Será o estereótipo inevitável ? Epílogo e conclusões 
7. - O IMPÉRIO E A IDEIA DE RAÇA (Séculos XIX e XX) 
Por Valentim Alexandre 
- O Império de Antiga Regime (1825-1875) 
- Do nacionalismo populista à ‘mística imperial’: racismo e etnocentrismo (1875-1945) 
- A política de integração nacional e o apelo ao luso-tropicalismo 
8. - A CONSTRUÇÃO SOCIAL DA DIFERENÇA: RACIALIZAÇÃO E ETNICIZAÇÃO DAS MINORIAS 
Por Jorge Vala, Diniz Lopes e Rodrigo Brito 
- Crianças organizadoras da ideia de ‘raça’ no senso comum 
- Diferenciação cultural e racismo 
- A organização das percepções de diferenças raciais e de diferenças culturais 
- Distintividade racial, distintividade cultural, escolaridade e conservadorismo 
- Identidades sociais, distintividade racial e distintividade cultural 
- Psicologia social do conhecimento, categorização social e análise da hetero-racialização e hetero-etnicização de minorias 

Referências Bibliográficas 


Preço: 32,50€; 

África & Congo - Postal ‘PANORAMA DU CONGO’ - Bruxelles 1961 - MUITO RARO;





África & Congo - Um postal histórico do Congo Brazzaville do período imediatamente a seguir à independência da Bélgica 


Postal ‘PANORAMA DU CONGO’ - Rapides de la M’Pozo 
De Paul Mathieu et Alfred Bastien 
Carte Postale - Post Card - Postkaart - Postkarte 
Éditions d’Art E. Meertens 
Bruxelles 1961 


Exemplar em muito bom estado de conservação. Excelente.b
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 15,00€; 

domingo, 19 de julho de 2026

África & Literatura - ‘ANGOLA, ME DIZ AINDA’, de José Luís Mendonça - Lisboa 2018 - Raro;






África & Literatura - Uma colectânea de poemas do autor consagrado e com vasta obra bibliográfica editada em Angola e Portugal 


‘ANGOLA, ME DIZ AINDA’ 
De José Luís Mendonça 
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2018 


Exemplar com 96 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Com dedicatória e assinado pelo autor. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“Sou charrua sem tractor.
Sou razão suficiente.
Removo as raízes de um tempo 
que está por nascer em Angola. 

Rasgo a argila de estados 
que ainda não floriram 
de pessoas que não existem 
de mães que nunca pariram 
de crianças sem cabeça 
que sabem cantar o hino 
Angola avante revolução 
pelo poder popular.“


SINOPSE: 
“Um livro que se conjuga e alia ao sopro de mudança política que Angola começou a viver. Um autor já publicado em Portugal na área do romance com uma linha poética que não se reduz à militância, antes dando conta de outras dimensões humanas. Um livro que vai mexer com a comunidade angolana em Portugal.”


Da badana:
“Sem fugir do real não há 
literatura, mas sim mero 
recorte do real, texto 
informativo ou jornalístico, 
ou mero relatório de polícia.“ 
José Luís Mendonça 


O Autor: 
“JOSÉ LUÍS MENDONÇA, licenciado em Direito, tem vindo a exercer, também, o jornalismo nas colunas de diversos jornais angolanos. É diretor e redator-chefe do semanário ‘Cultura - Jornal Angolano de Artes e Letras’ editado em Luanda. Publicou, o seu primeiro livro ‘Chuva Novembrina’, em 1981. Membro da União de Escritores Angolanos, em linha natural com todos os jovens escritores da denominada “novíssima geração”, a sua produção escrita desponta como reflexo de uma situação histórica demasiado centralizadora e redutora, os seus textos constroem-se como uma unidade que gravita em torno do “sentir” do sujeito poético face à morte das utopias vanguardistas e revolucionárias dos anos 60 e 70 e do seu desencanto com a realidade do presente e a incerteza do futuro.“


Obras do Autor:
- ‘Chuva Novembrina’ - Poemas - INALD - Luanda 1981; 
- ‘Gíria de Cacimbo’ - Poemas - UEA - Luanda 1986; 
- ‘Respirar as mãos na Pedra’ - Poemas - UEA - Luanda 1990; 
- ‘Quero Acordar a Alva’ - Poemas - INALD - Luanda 1996; 
- ‘Se a Água Falasse’ - Poemas - Primeiro Prémio Jogos Florais do Caxinde - Luanda 1997; 
- ‘Logarítmos da Alma’ - Poemas - UEA - Luanda 1998; 
- ‘Ngoma do Negro Metal’ - Poemas - Edição Chá de Caxinde - Luanda 2000; 
- ‘Um Canto para Mussuemba’ - Antologia de Poesia - INCM-Casa da Moeda - Lisboa 2002; 
- ‘Cal & Grafia’ - Antologia de 20 anos de poesia - Edição Kilombelombe - Luanda 2005; 
- ‘Nua Maresia’ - Poemas - UEA - Luanda 2005; 
- ‘Um Voo de Borboleta no Mecanismo Inerte doTemoo’ - Poemas - INALD - Luanda 2006; 
- ‘Poesia Manuscrita pelos Hipocampos’ - Poemas - UEA - Luanda 2010; 
- ‘Olfactos do Afecto’ - Poemas - UEA - Luanda 2010; 
- ‘Africalema’ - Antologia de poemas - Edição Nóssomos  Vila Nova de Cerveira 2011; 
- ‘Saias Sem Mim à Rua esta Manhã’ - Edição Nóssomos - Vila Nova de Cerveira 2011; 
- ‘Esse País Chamado Corpo de Mulher’ - UEA - Luanda 2012: 
- ‘O Reino das Casuarinas’ - Romance - Edição Leya - Lisboa 2014; 
- ‘Luanda Fica Longe e outras Estórias Austrais’ - Contos - Texto Editores - Luanda 2016;



Do ÍNDICE: 

ANGOLA, ME DIZ AINDA 
- Murmúrios de bagas de mulemba 
- Angola, me diz ainda 
- Privatizaram os monumentos 
- Praça da não-independência 
- No bolso de traz das calças 
- Charrua 
- A rosa oculta 
- Carta para Agostinho Neto 
- Crise económica 
- O povo é feito de barro 
- Perdão, povo angolano ! 
- Poema preto de fome 
- No jango do sol 
- Escuta o negro, carnaval 
- Canção de roda no Morro Bento 
- Jacaré bangão 
- A cada questão o seu feitiço 
- De mulher a zungueira 
- Menino morto de rua 
- Ser e não ser 
- Que martelaste, António 
- Canto ao dia de hoje 
- O fim da guerra 
- De olhos fechados 
- Eu, o poeta marginal 
- Avenida Brasil 
- Cabuenha 
- Eu nunca hei-de ser presidente da república 
- O poeta sabe mafumeiras 
- Rua do comércio 
- Parágrafos de silêncio 
- Se eu fosse ministro 
- Encontrei brancos a comer no meu prato 
- O último Ngola 
- Beijar-te na Mutamba ao meio-dia 
- Praça da Independência 

MUJIMBOS DAS CIGARRAS 
- Revelação 
- Corrida armamentista 
- Atenção às fotografias ! 
- O homem e o boi 
- O cão não faz a guerra 
- A cor da Humanidade 
- Noticidiàrio 
- Dinheiro 
- Os grandes actores de cinema 
- África grande 

POÉTICAS PARA UM MUSEU DE CERA 
- HOJI YA HENDA 
- AO CAMARADA TOMBADO EM 1975 
- RICARDO DE MELLO 
- MARIA DO CARMO MEDINA 
- WANHENGA XITU 

Obras do Autor 


Preço: 47,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘MOÇAMBIQUE - Viagem Presidencial - 1964’ - Lisboa 1964 - MUITO RARO;






Portugal & Ultramar - Em edição do Serviço Nacional de Informação, a visita do Presidente Américo Tomás a Moçambique em 1964, mereceu esta edição de grande raridade e qualidade, profusamente ilustrada com excelentes fotografias do acontecimento 


‘MOÇAMBIQUE - Viagem Presidencial - 1964’ 
Edição do S.N.I. e da Companhia Nacional Editora 
Lisboa 1964 


Álbum de grandes dimensões, com 74 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 77,50€; 

Angola & Ultramar - LOTE DE 3 POSTAIS, MALANGE E HUMPATA - Angola 1969 - MUITO RAROS;






Angola & Ultramar - Três postais desta antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental de grande raridade 


LOTE DE 3 POSTAIS, MALANGE E HUMPATA 
1. - ‘GABELA’ - Angola 
Edição da Câmara Municipal da Gabela / Comer Lisboa 
2. - ‘GABELA’ - Angola 
Edição da Câmara Municipal da Gabela / Comer Lisboa 
3. - ‘CAPRICÓRNIO’ 
Edição do Hospital Missionário de Vouga - Humpata 
Angola 

Angola 1969 

Exemplares não circulados e em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
MUITO RAROS. 


Preço: 25,00€;  (Lote completo) 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Antropologia & Literatura - ‘ÁFRICA - NEGRITUDE, CRIOULISMO E ASSIMILAÇÃO EM ANGOLA’, de Lupi Fialho - Lisboa 2023;





Antropologia & Literatura - O livro analisa como a ‘Negritude’ - movimento literário e político fundado por nomes como Aimé Césaire e Léopold Senghor  - foi aplicada à realidade da África Lusófona. A obra investiga ainda o fenómeno do assimilacionismo e critica o conceito de luso-tropicalismo’ face à realidade local, bem como a associação errónea do termo ‘crioulo’ em Angola. Explora a complexa sociologia, história e política colonial angolana através destas três correntes identitárias.


‘ÁFRICA - NEGRITUDE, CRIOULISMO E ASSIMILAÇÃO EM ANGOLA’ 
O Anti-Cristo da Colonização 
De Lupi Fialho 
Edição LISBON - International Press 
Lisboa 2023 


Livro com 228 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 


SINOPSE: 
“Mais importante do que o conteúdo das ideias e das derivações, das falsas deduções, da História da colonização europeia dos séculos XV e XVI, em particular da colonização Ibérica, para o movimento woke, o peso da palavra, o jogo do sentido, ou da falta de sentido, das ideias que se apropriam de conceitos mal elaborados, é o que marca posição. 

Não é de espantar que o alvo directo, e de mais fácil apreensão para o movimento, seja o complexo das redes sociais e uma certa imprensa irresponsavelmente manipuladora que serve os seus interesses políticos mais radicais, que teima em maltratar as estéticas e os valores da civilização europeia presente na colonização, sejam eles os etnocêntricos, sejam ele os cristocêntricos, que foram, e continuam a ser, assimilados pelos ex-colonizados. Falamos aqui das estéticas e dos valores da Francofonia, da Lusofonia e da Hispanofonia, de que falava Léopold Senghor.

As raízes deste movimento woke encontram-se no pós II Grande Guerra, em que os existencialistas marxistas, cujo expoente foi Jean-Paul Sartre, tentaram, sobretudo a partir da década de 50 do século passado, destruir o papel desses valores e dessas estéticas, a ponto de no seu texto Orphée Noire este existencialista dogmático ter ensaiado uma definição pouco inteligente de Negritude, dela dizendo que é o racismo anti-racista. 

Felizmente, apesar de tudo e de alguns desencontros ideológicos, que a Legitime Defense e, mais tarde, o Movimento Presence Africaine, estavam dotados de mentes mais inteligentes, sensíveis e conhecedoras do significado da civilização negra, como Aimé Césaire, Léopold Senghor, Léon Damas, Alioune Diop e outros, que puseram a ridículo esta tese, em particular Léopold Senghor no seu célebre discurso de 21 de Abril de 1961 na Sorbonne.

Pretende-se neste ensaio tratar as questões e as raízes da Negritude e compreender a sua ligação ao errado qualificativo de Crioulos, onde ela não existe e, sobretudo, ao Assimilacionismo e ao seu pressuposto, no caso que nos interessa da África Lusófona, o Luso Tropicalismo.”


O Autor: 
“LUÍS FIALHO nasceu em 13 de Fevereiro de 1955. Por mero acaso nasceu em Lisboa, quando tudo apontava para que nascesse em Luanda, para onde regressou com apenas 15 dias. 
Após uns anos no Colégio Militar, de onde saiu no final do quinto ano do Liceu contra sua vontade, face à circunstância de que não havia ali a alínea ‘E’ do então chamado Curso Complementar dos Liceus, que dava acesso ao curso de Direito, acabou o Liceu em Nova Lisboa, actualmente Huambo. Formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Lisboa em 1980. 
Após uma passagem pelo ensino nessa Faculdade e na Universidade Lusíada, abandonou-o para se dedicar, em exclusivo, à sua actividade profissional com uma longa carreira nos domínios dos petróleos, e não só, como advogado e jurisconsulto, com passagens pela gestão. 
Foi essa longa carreira que lhe permitiu correr entre Portugal, os EUA, vários países da Europa e de África, em particular Angola e alguns do Médio Oriente, onde ganhou larga experiência, quer a nível nacional, quer a nível internacional. 
Agora, limita-se basicamente, a ler e a escrever, que é o que gosta de fazer.“ 



Do ÍNDICE: 

NOTA INTRODUTÓRIA 

I. - NEGRITUDE E CULTURA 
1. - Aimé Césaire 
2. - Léopold Senghor 

II. - LUSO-TROPICALISMO E CRIOULISMO 
A - Luso-Tropicalismo 
1. - Gilberto Freire 
B - Crioulismo em Angola 
1. - Introdução ao tema 
2. - Mário António 
3. - Uma primeira conclusão 

III. - CORRENTES NEGACIONISTAS 
A - As correntes moderadas 
1. - Orlando Albuquerque 
2. - Leonel Cosme 
3. - Exemplo errado de Cabo Verde em Leonel Cosme 
B - Correntes radicais. O Anti-Cristo da Colonização
1. - Considerações introdutórias
2. - Victor Kajibanga 
3. - Buanga Fele 
4. - Claudia Castelo 
5. - A Miscigenação Não compreendido por Cláudia Castelo 
6. - Maria da Conceição Neto 

IV. - CRIOULISMO E ASSIMILAÇÃO 
1. - Nota Introdutória aos Temas 
2. - Crioulismo e Mário António 
3. - O papel do jornalismo e a consolidação da elite intelectual urbana 
4. - Crioulismo e Lusofonia 
5. - Assimilação cultural 
6. - A questão do dialecto crioulo 
7. - Aculturação e negritude: Não crioulismo
8. - Assimilação e associação 

Bibliografia 


Preço: 42,50€; 

Portugal - Descolonização & História - ‘TIMOR - ABANDONO E TRAGÉDIA’, de José Alberto Morais da Silva e Manuel Amaro Bernardo - Lisboa 2023;




Portugal - Descolonização & História - Uma obra de análise profunda do processo que Timor atravessou desde que em Lisboa o MFA derrubou o regime do Estado Novo e deu início à descolonização, que redundou numa guerra civil entre timorenses (UDT, KOTA, APODETI, PT e FRETILIN), a que sucedeu a invasão pela Indonésia em Dezembro de 1975 perante a incapacidade e passividade da Administração portuguesa civil e militar, que culminou com a retirada para a ilha de Ataúro 


‘TIMOR - ABANDONO E TRAGÉDIA’ 
De José Alberto Morais da Silva e Manuel Amaro Bernardo 
Edição Âncora Editora 
Lisboa 2023 


Livro com 282 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


SINOPSE: 
“Neste livro os autores assumem que Timor foi uma terra esquecida, abandonada e martirizada. Sem fazer juízos de valor sobre as opiniões expressas pelos autores (designadamente no que concerne à opinião sobre a atuação militar e política de alguns camaradas), mas tendo vivido intensamente como cidadão os momentos de apoio à independência de Timor, entendo que passados cerca de 23 anos da primeira edição, a mensagem principal continua atual.

Confirmei isso mesmo na relação de trabalho que fui tendo com vários oficiais timorenses, alguns dos quais com funções de grande responsabilidade. Confirmo ainda, com particular satisfação, que o desejo dos autores de que tudo deveria ser feito em prol do Povo timorense, "que soube resistir ao invasor indonésio e merece ser um País", tem sido consolidado pelo tempo histórico, inclusivamente a sua inclusão na lusofonia.

Efetivamente, pouco depois da primeira edição desta obra, em abril de 2001, os timorenses foram às urnas e escolheram Xanana Gusmão como o novo presidente. A 20 de maio de 2002 (Dia da Restauração da Independência), Timor-Leste tornou-se independente como república unitária semipresidencialista, na sequência de um esforço conjunto da comunidade internacional em que Portugal (e os portugueses) teve papel de relevo.

Entretanto, os cerca de 1,3 milhões de timorenses, numa mescla de vários grupos étnicos, passaram a ter o tétum e o português como línguas oficiais. E o jovem País passou a fazer parte de várias Organizações Internacionais, nas quais se inclui a CPLP. Apesar das receitas decorrentes de reservas de petróleo e gás natural, a maioria da população ainda depende da agricultura de subsistência e quase metade da população vive em extrema pobreza (ao nível do índice do desenvolvimento humano ainda se situa em torno do 140º lugar).” 


Preço: 37,50€; 

Moçambique - FRELIMO & História - ‘SAMORA MACHEL - UMA BIOGRAFIA’, de Allen Isaacman e Barbara Isaacman - Maputo 2022 - MUITO RARO;






Moçambique - FRELIMO & História - Uma das mais completas biografias do primeiro presidente do país, líder da Frente de Libertação após o assassinato de Eduardo Mondlane em 1969, das suas origens, adesão à luta armada, ascensão na direção política e militar, o triunvirato com Marcelino dos Santos e Uria Simango, a liderança, a independência e a tentativa de construção do ‘Homem Novo’ esmagando toda a contestação e oposição, até ao Acordo de Nkomati, uma ‘rendição’ ao Apartheid e a sua morte em circunstâncias ainda hoje não totalmente apuradas 


‘SAMORA MACHEL - UMA BIOGRAFIA’ 
De Allen Isaacman e Barbara Isaacman 
Prefácio de Albie Sachs 
Edição Outro Mundo 
Maputo 2022 


Livro com 280 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“Filho de pequenos agricultores, Samora Machel (1933-1986) tornou-se uma das principais figuras da luta contra o colonialismo português em Moçambique. Membro destacado da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), comandante militar vitorioso conduziu o seu povo à independência, celebrada em 25 de Junho de 1975, senso proclamado o primeiro presidente da República Popular de Moçambique. 
Os autores desta biografia, Allen e Barbara Isaacman, viveram muitas destas mudanças em Moçambique, nomeadamente no período após a independência. 
Este livro, que junta recordações pessoais, pesquisa de arquivo e o resultado de um conjunto de entrevistas, analisa a trajectória de Machel: os primeiros anos de vida, a sua relação com a história africana, a sua politização em Maputo, quando se tornou enfermeiro, a fuga e envolvimento na guerra de libertação com a FRELIMO, o desejo partilhado com Eduardo Mondlane da formação de uma sociedade socialista e não racialista em Moçambique, a tomada do poder, as inúmeras conquistas de pós-independência, a guerra civil e o difícil contexto externo, mas também os conflitos internos, os diversos erros e as derivas autoritárias.
Por fim, interpreta as circunstâncias incertas da sua morte, em 1986, quando o seu avião se despenhou, e a vida de Moçambique no período pós-Machel. Este livro é feito por investigadores politicamente comprometidos, mas que perfilham uma conhecida frase de Edward Said: ‘nunca a solidariedade antes da crítica’.“ 


Os Autores: 
“Ao longo de várias décadas, ALLEN ISAACMAN e BARBARA ISAACMAN ergueram um dos mais relevantes projetos de investigação histórica sobre a África Austral, e especialmente sobre o território que corresponde hoje às fronteiras de Moçambique. Como outros académicos da sua geração, envolveram-se nas lutas anti-coloniais e mantiveram, depois da independência de Moçambique, uma colaboração com as suas estruturas académicas, ensinando e formando novos investigadores.
Nas suas obras, o recurso intensivo às narrativas orais coloca no centro da análise as estratégias das populações africanas e o modo como se confrontaram com a presença colonial europeia. 
Rejeitando visões eurocêntricas da história africana, recuperaram o processo de formação das sociedades locais, relataram as suas fracturas internas, lutas próprias e formas de resistência. Allen e Barbara Isaacman produziram igualmente uma análise detalhadas única do colonialismo português, referindo-se às formas de estruturação do poder colonial e ao papel da escravatura, do trabalho forçado, da violência, da presença do Estado colonial e dos seus agentes.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO, por Albie Sachs 
Agradecimentos 

PRÓLOGO - O Desafio da Representação 

1. - VIVER NO COLONIALISMO 
- A criação de um insubmisso 
- Sul de Moçambique: O Contexto Colonial 
- A Vida sob o Jugo Colonial 

2. - A EDUCAÇÃO POLÍTICA INICIAL DE SAMORA MACHEL 
- A Criação de um Lutador pela liberdade (1950-63) 
- A carreira de Enfermeiro de Samora 
- Panorama Político em Mudança em Moçambique 
- Actividade Anticolonial de Samora 

3. - A LUTA DENTRO DA LUTA (1962-70) 
- Treino Militar na Argélia 
- Divisões no Seio da FRELIMO 
- Ascensão de Samora ao Poder 

4. - SAMORA E A LUTA ARMADA (1964-75) 
- Preparação para a Luta Armada 
- Implementação de Estratégias para Prosseguir a Luta Armada 
- As Zonas Libertadas e Aldeamentos: Um Campo de Trabalho 
- O Custo da Guerra 
- Os Acordos de Lusaka e as suas Repercussões 

5. - POLÍTICA, PERFORMANCE E PODER POPULAR (1975-CA 1977) 
- Construir uma Nação 
- Construção de um Estado: Política pós-Colonial 
- Transformar a Sociedade 
- Transformações Económicas 
- Reconstituição da sua Família 

6. - O MARXISMO DE SAMORA MACHEL E A DEFESA DA REVOLUÇÃO (1977-82) 
- Rumo ao Socialismo 
- A Defesa da Revolução: Combate ao Inimigo Interno 
- Em Defesa da Soberania Moçambicana 
Alianças Regionais, Não-Alinhamento e Aliados Naturais 
- A Defesa da Nação contra a Desestabilização Sul Africana 

7. - O DESENROLAR DA REVOLUÇÃO SOCIALISTA MOÇAMBICANA (1983-86) 
- O Recuo do Socialismo 
- Operação Produção 
- Acordo de Nkomati 

8. - QUEM MATOU SAMORA ? 
- Prelúdio do Despenhamento 
- A Morte de Samora: Indícios de Assassinato 

9. - A VIDA POLÍTICA PÓSTUMA DE SAMORA E A POLÍTICA DA MEMÓRIA 
- Suprimir o Socialismo, Suprimir Samora 
- Recordar a Partir de Baixo 

CONCLUSÃO: A Vida de Samora Revisitada 

NOTAS 
LEITURA RECOMENDADA 
Glossário 


Preço: 77,50€; 

Moçambique & Literatura - ‘ÁFRICA COLONIAL’, de Afonso Ribeiro - Lourenço Marques 1975 - MUITO RARO;




Moçambique & Literatura - Uma obra do autor editada na ainda cidade de Lourenço Marques (actual Maputo) no seu refúgio e exílio dada a censura de que era vítima em Portugal 


‘ÁFRICA COLONIAL’ 
De Afonso Ribeiro 
Edição Publicações NOTÍCIAS 
Lourenço Marques 1975 


Livro com 180 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor: 
“AFONSO RIBEIRO nasceu em 1911, na Vila da Rua, Moimenta da Beira, foi professor primário e conhecedor profundo das classes pobres das zonas rurais, da sua vida árdua, aliada à falta de solidariedade dos proprietários de terras. Inspiração que passou, sem artifícios, para os seus catorze livros, nos quais desmistifica a vida feliz e saudável da vida no campo e constrói narrativas reais de existências tristes, de fome, doença e trabalho agrícola ’escravo’. 
Como um dos fundadores do ‘Sol Nascente’, em 1938 publicou ‘Ilusão Na Morte’, obra censurada pela PIDE, que o consagrou como precursor do neorrealismo. A sua vida ficou marcada pela perseguição do regime de Salazar, que o impediu de ser docente, o levou para o jornalismo, e até após a sua fuga para Moçambique, não só lhe fechou todas as portas, como chegou a levá-lo para a prisão. Dez anos após o seu regresso a Portugal, em 1986, já mergulhado num certo esquecimento e falta de dinheiro, escreve ainda ‘A Árvore e os Frutos’.
O brilhante autor e contista da ’Vila da Rua’ morreu em Cascais, em 1993.” 


Obra do Autor: 
Contos 
- ‘Ilusão na Morte’; 
- ‘Povo’; 
- ‘Da vida dos Homens’; 
- ‘África Colonial’; 
- ‘A Árvore e os Frutos’; 
- ‘Vila da Rua’; 
Romances 
- ‘Aldeia’; 
- ‘Trampolim’; 
- ‘Escada de Serviço’; 
- ‘O Pão da Vida’; 
- ‘O Caminho da Agonia’; 
Teatro 
- ‘Três Setas Apontadas ao Futuro’; 



Do ÍNDICE: 

Explicação Necessária 

- O AMARGO PESO DA SOLIDÃO 
- ENQUANTO AGUARDA QUE PATRÃO CHAME 
- NOITE DE CHACAIS 
- A ATRACÇÃO DAS PALAVRAS 
- ENTRE DOIS MUNDOS 
- TRÊS HISTÓRIAS DE MOLEQUES COM ALGUMAS NOTAS DE ABERTURA À LAIA DE PRÓLOGO 
- PRIMEIRA HISTÓRIA: 
PANOS PARA A VELHA MAMANA 
- SEGUNDA HISTÓRIA: 
VÉSPERAS DE NATAL 
- TERCEIRA HISTÓRIA: 
UM PÁSSARO TODO BONITO - UM PÁSSARO DE MADEIRA QUE NÃO CHEGOU A SER FEITO 
- OS DESENRAIZADOS 
- LIBERTAÇÃO 
- O FUTURO COLONIZADOR 
- NAS TREVAS DA NOITE É QUE AS MADRUGADAS SE GERAM 

Glossário 


Preço: 27,50€;