domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Portugal & Ultramar - ‘EU, FUGITIVO ME CONFESSO… - Memórias da Descolonização’, de Rodrigo Carlos Guedes - Portimão 2025;











Portugal & Ultramar - As memórias de Carlos Guedes, abarcam a história das últimas cinco décadas, desde que nasceu em Vila Pery, Moçambique, assistiu à trágica descolonização e partiu com os comandos de Gilberto Santos e Castro para combater o MPLA e os cubanos, ao lado da FNLA, no norte de Angola e após o colapso angolano colaborou na fundação, organização e treino da RNM (Resistência Nacional Moçambicana) e no início da guerra civil contra o regime ditatorial e marxista da FRELIMO sob a liderança de Samora Machel 


‘EU, FUGITIVO ME CONFESSO… - Memórias da Descolonização’ 
De Rodrigo Carlos Guedes 
Co-autor, António Barreiros 
Edição do Autor 
Portimão 2025 


Livro com 170 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“(…) Mas apareçam todos os outros povos e mostrem se a sua presença, em humanidade, superou ou até se aproximou do respeito e do convívio amigo que Portugal soube criar e favorecer (sobre os portugueses em África). 
E todos verão de quanto é capaz está gente ‘retornada’, que fez de Angola (também de outros territórios portugueses de África) uma das coisas mais lindas e ricas (…). A semente - sobretudo quando a semente é sacrifício - não morre em vão.“ 
Urbano Duarte, 1975 


O Autor: 
“O cidadão RODRIGO CARLOS GUEDES nasceu em Vila Pery (hoje Chimoi), em Moçambique, tendo desde cedo, residido na Beira. 

Em Vila Pery durante 2 anos, antes da revolução de Abril, colaborou no emissor regional, da rádio de Moçambique. 

Passou pela Rodésia, hoje Zimbabwe, onde viveu, espaçadamente, durante cerca de cinco anos, tendo trabalhado no CIO (Center Intelligence Organization), departamento do Primeiro-ministro, Mr. Ian Douglas Smith. No decurso desse período, estabeleceu uma estada esporádica em Angola, no ano de 1975. 

Veio para Portugal no final de 1978, onde no Algarve, voltou às origens do labor dos seguros. 

Nessa província do sul de Portugal decidiu escrever as suas memórias sobre a guerra da pré-independência de Angola, com o título ‘MEMÓRIAS DE UM COMBATENTE’ (e a verdade sobre a fundação da Resistência Nacional Moçambicana). Mais tarde, apurou um outro livro ‘NO CENTRO DO VULCÃO’. 

Em 1978, como já referido, radicou-se em Portugal, por perceber que a polícia secreta de Moçambique, SNASP, o procurava porque ele tinha sido um dos co-fundadores da RNM. 

Rodrigo Carlos Guedes regressou ao seu país natal, em 1992, quando o partido FRELIMO estabeleceu com a RENAMO os Acordos de Paz a 4 de Outubro desse mesmo ano.“ 


Obras do Autor: 
- ‘MEMÓRIAS DE UM COMBATENTE’ - Loulé 2008; 
- ‘NO CENTRO DO VULCÃO’ - Coimbra 2021; 
- ‘EU, FUGITIVO ME CONFESSO… - Memórias da Descolonização’ - Portimão 2025. 



Do ÍNDICE: 

EXÓRDIO 
- Por Joaquim Chito Rodrigues, Tenente-General 
Presidente da Liga dos Combatentes 

PREFÁCIO DA OBRA 
- Por António Barreiros 

INTRODUÇÃO 
Capítulo I. - COMO TUDO COMEÇOU 

Capítulo II. - HISTORIANDO 
- Os Descobrimentos 
- Marcos Históricos 
- As sessões da Assembleia Nacional de 1974=
- Fizeram-se democratas 
- O meu mainato 
- Spínola e a independência 
- O pré-Acordo de Lusaca 
- O Acordo de Lusaca 
- 7 de Setembro de 1974, a revolta dos portugueses 
- A Rádio clandestina de Vila Pery 
- Conversas (Lusaca): militares lusos e da FRELIMO 
- 20X24  - A Lei (Armando) Guebuza 
- Guebuza: guerrilheiro, político e empresário 
- Ponte aérea , fuga dos portugueses 
- Um dia com Kaúlza de Arriaga, em Lisboa 
- Encontro Cor. Santos e Castro  / Gen. Silvério Marques 
- Moçambique, o caos e a miséria instalados pela FRELIMO 
- FRELIMO baniu outros movimentos 

Capítulo III. - EU, FUGITIVO ME CONFESSO… 
- A Rodésia, o primeiro passo para fugir 
- Os sentimentos e memórias do fugitivo 
- O Machel marxista e o marxismo moçambicano 
- Milhares de deportados das cidades para os campos 
- Abandonados 
- ‘Guerra’ perdida 
- Os refugiados contribuíram para a nova Era de Portugal 

Capítulo IV. - TESTEMUNHOS 

Capítulo V. - CURIOSIDADES 
- Uma força de sermos portugueses 
- O que eu penei 
- Sérgio Vieira e o primeiro livro de R. Carlos Guedes 
- Abandonou a Monarquia 
- R. Carlo Guedes procurado pela SNASP 
- As mulheres da minha vida 
- Peripécias em Vila Pery 
- FRELIMO derrete Moçambique 
- Homenagens 
- Honra aos que partiram 

O Autor e Editor 
O co-Autor 
Frases de figuras célebres 


Preço: 

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Angola - Moçambique & Descolonização - ‘NO CENTRO DO VULCÃO’, de Rodrigo Carlos Guedes - Coimbra 2021 - Raro;























Angola - Moçambique & Descolonização - O autor relata pormenorizadamente a convulsão que ocorreu nestas duas antigas províncias ultramarinas portuguesas, após o 25 de Abril de 1974, e o processos trágico da descolonização, tendo estado integrado no ELNA, o exército da FNLA de Holden Roberto, que combateu o MPLA e o contingente cubano, em conjunto com os comandos liderados pelo coronel Gilberto Santos e Castro e após o colapso angolano seguiu para a Rhodesia de Ian Smith, tendo estado na origem da organização e criação do embrião da RNM (Resistência Nacional Moçambicana) à época liderada por André Matadi Matsgaissa, para combater a ditadura marxista da FRELIMO de Samora Machel 


‘NO CENTRO DO VULCÃO’ 
Os segredos da Guerra Civil de Angola e da Fundação da Resistência Nacional Moçambicana 
De Rodrigo Carlos Guedes 
Edição do Autor 
Coimbra 2021 


Livro com 240 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“RODRIGO CARLOS GUEDES nasceu em Vioa Pery (hoje Chimoio) - Moçambique, a 26 de Março de 1951. 

Numa luta contínua pela honra a uma bandeira, a portuguesa, a qual sempre considerou sua e, também, na defesa incessante de nobres ideais, R. Carlos Guedes dedicou a sua vida a reunir elementos, alguns que o próprio viveu na primeira pessoa, com a intenção de revelar o que possa contribuir para se escrever e ficar para a História. 

‘NO CENTRO DO VULCÃO’ é um relato Histórico, cronológico e, na maioria dos factos narrados, impregnado do inédito, fundamentado por testemunhos e por documentos. 

Com base nas imagens da contracapa - da esquerda para a direita, o crachá dos Comandos do ELNA/Exército de Libertação Nacional de Angola; a bandeira da FNLA/Frente Nacional de Libertação de Angola; o emblema da OPVDCM/Organização Provincial de Voluntários de Defesa Civil de Moçambique; e a Bandeira da Resistência Nacional Moçambicana - vou seguir, e por ordem cronológica, o andamento da História, contando os factos e os acontecimentos mais marcantes, os que constituem os supremos relatos que traçaram o rumo dos caminhos, muito cruzados, do que é Angola e Moçambique, hoje ficam segredos da Guerra Civil de Angola e da Fundação da Resistência Nacional Moçambicana.“ 


Obras do Autor: 
- ‘MEMÓRIAS DE UM COMBATENTE’ - Loulé 2008; 
- ‘NO CENTRO DO VULCÃO’ - Coimbra 2021; 
- ‘EU, FUGITIVO ME CONFESSO… - Memórias da Descolonização’ - Portimão 2025.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
- Por Cristina Pimentel Ferreira 
CONTRIBUTOS PARA A HISTÓRIA 
- Nota do Autor 

Capítulo I. - OPVDCM, O TEMPO E O MODO (Porque em Abril de 1974…) 
- OPVDCM - Introdução 
- A OPVDCM 
- Emblema e uniforme 
- Posicionar o tempo para se compreender o modo 
- O Movimento de Vila Pery e da Beira 
- O Governo entrega armas militares 
- Porque em Abril de 1974… 
- Os faits-divers dos acontecimentos 
- Um passeio de Chaimite 
- O penteado do Sr. Capitão 
- Moçambique pós-revolução e pré-independência, a insegurança 

Capítulo II. - ELNA, NA DEFESA DA LIBERDADE 
- ELNA, na defesa da Liberdade - Introdução 
- Os movimentos para a independência de Angola 
- A FNLA, ex-UPA, o 1.* Movimento 
- O MPLA, o marxismo em movimento 
- A UNITA, do dissidente da FNLA, J. Savimbi 
- 25 de Abril de 1974 e o cessar-fogo 
- Na luta pela liberdade de Angola, a pré-independência 
- Alguns apontamentos e episódios, a minha vivência em Angola 
- O relato do coronel Gilberto Santos e Castro, na guerra de pré-independência de Angola 
- Guerra que se perde, estando (praticamente) ganha 
- ‘Bombardeiro’ improvisado ataca Luanda 
- Os que tombaram em Angola 
- Holden, como soldado e como homem 
- Chipenda, braço direito de Holden (sul de Angola) 
- Prisioneiros, o Remédios e os outros (7 anos de cárcere de Luanda) 
- Zairenses, tropa de saque 
- Cubanos, em Angola (diário de um deles) 
- A CIA no terreno 

Capítulo III. - RNM: RESISTÊNCIA AO VULCÃO (marxista) DA FRELIMO 
- RNM: resistência ao vulcão (marxista) da Frelimo 
- Fundação da RNM 
- A1.a ideia da RNM e a primeira incursão 
- Perpetuar os que defenderam Moçambique Democrático 
- Moçambicanos irreverentes apostados em escorraçar os marxistas 
- Frelimo: apoderou-se do poder, marxizando o País 

Capítulo IV. - DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA 
- Documentos (Introdução) 

Capítulo V. - TESTEMUNHOS: MARCA DE UM TEMPO 
- Testemunhos - Introdução 
- Do tempo de Angola 
- Fernando Xavier, meu pai 
- Fernando F. Xavier, no cumprimento do dever 
- O Zé, o Remédios 
- Teixeira Pinto, o Comando 
- Do tempo de Moçambique 
- Moçambicano traça retrato de Dhlakama 
- A. Dhlakama deixa mensagem aos moçambicanos 
- Os ideólogos da RNM 
- Olhar da moçambicana (já) no tempo de eleições livres e democráticas 
- Angola e Moçambique - Vulcões Sociais Adormecidos 

Capítulo VI. - AS IMAGENS, AS DE MIL PALAVRAS 
- Imagens (Introdução) 
- As fotos e as legendas para a História 
(As mais de 40 imagens que falam por si…) 

Capítulo VII. - HOMENAGEANDO 
- Homenageando - Introdução 
- Coronel G. Santos e Castro: o fundador dos Comandos que se heroicizou pela Liberdade 
- Major Alves Cardoso: um valente militar 
- Fernando F. Xavier: a intelligence ao serviço de Portugal 
- Rui M. Nunes da Silva: com os cheiros das picadas, no mato 
- André M. Matsangaissa, o 1.* Comandante da RNM 
- Evo Fernandes, assassinado pela SNASP 
- Orlando Cristina, um dos co-fundadores da RNM 
- Afonso Dhlakama, o sonhador de Moçambique Livre e Democrático 
- Aos outros… 

Capítulo VIII. - NOTAS BIOGRÁFICAS 
- Introdução 
- Gilberto Santos e Castro, Militar, Combatente, Comando, Português 
- Holden Roberto (Álvaro) 

Capítulo IX. - NOTAS BIBLIOGRÁFICAS 
Introdução

Capítulo X. - OS FEITORES DA OBRA 
- O autor / editor, notas soltas 
- O co-autor, uma vida dedicada ao jornalismo e a outras causas 

Saudação Familiar 
Agradecimentos 


Preço: 27,50€; 

domingo, 23 de novembro de 2025

Portugal & História - ‘O IMPÉRIO DERROTADO’, de Kenneth Maxwell - São Paulo 2006 - MUITO RARO;






Portugal & História - A revolução portuguesa que a 25 de Abril de 1974 com o pretexto de reivindicação corporativa e salarial derrubou o regime do Estado Novo, analisada e esmiuçada pelo autor, investigador e historiador britânico 


‘O IMPÉRIO DERROTADO’ 
Revolução e Democracia em Portugal 
De Kenneth Maxwell 
Tradução de Laura Teixeira Motta 
Edição Companhia das Letras 
Brasil, São Paulo 2006 


Livro com 334 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa: 
“PORTUGAL era subdesenvolvido, arcaico e o último império colonial na África quando, em 25 de Abril de 1974, sua Revolução dos Cravos surpreendeu, fascinou e alarmou o mundo: um golpe militar derrubou a longa ditadura salazarista e abriu caminho para a independência das colónias portuguesas no Ultramar. Em plena Guerra Fria, a esquerda assumiu o poder em um país da Europa Ocidental. Mas o sonho inicial dos revolucionários durou pouco, enveredou por caminhos imprevistos e, para que a democracia se estabelecesse em Portugal nos moldes como é hoje, a revolução ‘precisou ser somada’. 
Salientando os económicos, políticos, sociais e psicológicos que interferiram nos rumos da revolução e analisando o contexto internacional, no qual Portugal ocupava uma posição geopolítica estratégica, Kenneth Maxwell faz uma análise imparcial e rigorosa do processo de construção da democracia portuguesa.

“Vívido e rico em detalhes, um relato sensacional.
Foreign Affairs 

“Combinação poderosa e persuasiva de força académica e mérito literário. Deveria tornar-se leitura obrigatória para todos os estudiosos da história e da política portuguesa.
Comparative Politics 


Da badana:
“Em uma cena do belo filme ‘Capitães de Abril’, vemos os militares revoltosos e seus tanques de guerra dirigindo-se ao confronto e à tomada do poder. A certa altura, porém, o comboio empaca, singelamente, diante de um sinal de trânsito vermelho. 
A simbologia algo cómica da cena se desdobra em significados contraditórios: o impulso revolucionário e o respeito à ordem; a força contra a força e a deferência ao espaço público; a cor vermelha como símbolo e como impedimento; as dúvidas sobre o sentido da responsabilidade e sobre quais sinais deveriam, ou não, ser ultrapassados; a exceção e a regra. Tudo aquilo que, como diz Kenneth Maxwell, caracterizou a revolução portuguesa de 1974, esse processo ‘impressionante em seu poder psicológico, mas limitado na capacidade de reordenar a sociedade’. Todos esses paradoxos que rumam ao ajuste democrático e liberal (resultado da vitória dos moderados liderados por Mário Soares, o ‘Kerensky português’) são desvendados neste livro, escrito por um historiador acostumado a costurar as contradições e os processos de formação tanto de Portugal quanto do Brasil. 
A Revolução dos Cravos e tudo aquilo que lhe diz respeito - a descolonização da África, a redemocratização de Portugal (e da vizinha Espanha, e da América Latina), o fim da Guerra Fria, a reordenação da Europa - está longe de nós por estar tão perto. Isso é algo que este livro brilhante e sereno nos ensina: ‘quanto mais próximo de nós é o passado, mais distante nos parece’. Maxwell elimina essa distância da proximidade (que os historiadores tanto temem) trazendo não apenas a análise local da revolução anti-salazarista e seus desdobramentos, mas também seu contexto e repercussão internacional, destacando a atabalhoada intervenção norte-americana. 
E a proximidade restituída nos traz o presente. O Autor acredita que estudar a ‘revolução domada’ e seu desfecho moderado pode ajudar a estabelecer um caminho possível para países na mesma condição, como os ex-países comunistas que hoje procuram a democracia e a integração à Europa liberal. O leitor poderá julgar se esta lição, e esta aposta, faz sentido. Também para isso, não há material melhor do que este livro.“ 
Francisco Alambert 


O Autor: 
“KENNETH MAXWELL é professor visitante do Departamento de História e ‘senior fellow’ do Centro de Estudos Latino-Americanos de Harvard. Leccionou em Yale, Princeton, Columbia e Kansas. Escreve sobre o Brasil, a América Latina e os países ibéricos para diversos jornais e revistas.“ 



Do ÍNDICE: 

Agradecimentos 
Glossário 

INTRODUÇÃO 
1. - Prisioneiros da História 
2. - Os guardas pretorianos 
3. - Golpe de Estado 
4. - Conflitos e confusões 
5. - Dilemas africanos 
6. - Revolução 
7. - Contra-revolução 
8. - A revolução domada 
9. - Arrumação da casa 
Conclusão 

Notas 
Ensaio Bibliográfico 
Bibliografia 
Índice remissivo 


Preço: 

Moçambique - Descolonização & História - ‘KANIMAMBO’, de Tânia Jorge - Lisboa 2008 - MUITO RARO;






Moçambique & História - Romance baseado em factos verídicos do conhecimento da autora e que se desenrolam entre o final da administração colonial portuguesa nesta então província ultramarina da África Oriental, o processo trágico da descolonização que o MFA conduziu com a entrega do poder à FRELIMO marxista e a ditadura que se seguiu 


‘KANIMAMBO’ 
De Tânia Jorge 
Edição Chiado Editora 
Lisboa 2008 


Livro com 200 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa: 
“ ‘KANIMAMBO’ retrata o percurso de uma família de ‘Retornados’ que nunca se sentiu como tal. Um percurso que se inicia nas estradas poeirentas da colónia portuguesa de Moçambique, no começo da década de 50, e continua a fazer-se em terras lusitanas até aos nossos dias. 

Beatriz, depois de ser afastada da mãe com apenas dois anos, conhece o amor nos braços de José, com que. Forma família. 

A conturbada Revolução dos Cravos, a 25 de Abril de 1974, e a fuga de casa da sua filha mais velha vêm abalar a harmonia em que se habituou a viver. 

Os anos que se seguem são difíceis e dolorosos para milhares de pessoas que, como eles, se vêem obrigadas a partir da terra que consideravam ser a sua. 

Depois de atravessar um oceano e de perder o lar e o marido, Beatriz espera a sua velhice rodeada pelo afecto dos filhos e das netas. Mas a vida nem sempre revela aquilo que esperamos…“ 


A Autora: 
“TÂNIA JORGE - Nascida a 30 de Abril de 1975 em Lourenço Marques (actual Maputo), Tânia Jorge veio para Portugal com apenas 11 meses de idade. Licenciada em Comunicação Social pela Universidade do Minho, o gosto pela escrita foi sempre uma constante na sua vida. 
A obra ‘KANIMAMBO’, um romance baseado em factos verídicos, é dedicado à mulher que mais admira em todo o planeta: a sua avó.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 
PRÓLOGO 

Parte I 
Capítulo I 
Ao 
Capítulo XXII 

Parte II 
INTRODUÇÃO 
Capítulo In
Ao 
Capítulo XI 

EPÍLOGO 

Nota da Autora 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Portugal - Estado Novo & História - LOTE DE 28 LIVROS E 2 REVISTAS SOBRE O TARRAFAL - MUITO RAROS;





















Portugal - Estado Novo & História - Um lote histórico e de grande raridade sobre o Campo de Concentração do Tarrafal, localizado em Santiago, arquipélago de Cabo Verde 


LOTE DE 28 LIVROS E 2 REVISTAS SOBRE O TARRAFAL 
1. - ‘O SEGREDO DAS PRISÕES ATLÂNTICAS’ - (42,50€) 
De Acácio Tomás de Aquino - Edição A Regra do Jogo - Lisboa 1978 
2. - MEMÓRIAS DE UM PRISIONEIRO DO TARRAFAL’ - (37,50€) 
De Correia Pires - Edições Dêagá - Lisboa 1975 
3. - ‘ANGOLANOS NO TARRAFAL - Alguns casos de habeas corpus’ - (27,50€) 
AAVV - Edição Afrontamento - Porto 1974 
4. - ‘S. NICOLAU - TARRAFAL ANGOLANO’ - (47,50€) 
De Emílio Filipe - África Editora - Lisboa 1975 
5. - ‘TARRAFAL - Testemunhos’ (Assinado por alguns dos autores) - (77,50€) 
AAVV - Editorial Caminho - Lisboa 1978 
6. - ‘A ACHADA GRANDE DO TARRAFAL’ - (32,50€) 
De Franco de Sousa - Edição Alfaómega - Lisboa 1979/
7. - ‘NO TARRAFAL, PRISIONEIRO’ - (37,50€) 
De Joaquim Ribeiro - Editorial ‘A Opinião - Porto 1976 
8. - ‘NAS TREVAS DA LONGA NOITE - Da guerra de Espanha ao Campo do Tarrafal’ - (37,50€) 
De Manuel Firmo - Edição Publicações Europa-América - Lisboa 1975 
9. - ‘DOSSIER TARRAFAL’ - (37,50€) 
AAVV - Edições Avante - Lisboa 2006 
10. - ‘TARRAFAL MEU AMOR VERDADEIRO’ - (42,50€) 
De Gabriel Raimundo - Edições Margem - Lisboa 1996 
11. - ‘MEMÓRIA VIVA DO TARRAFAL’ - (37,50€) 
De Gilberto de Oliveira - Edições Avante - Lisboa 1987 
12. - ‘TARRAFAL - CAMPO DA MORTE LENTA’ - (27,50€) 
De Pedro Soares - Edições Avante - Lisboa 1977 
13. - ‘TARRAFAL - O PÂNTANO DA MORTE’ - (37,50€) 
De Cândido de Oliveira - Edição Editorial República - Lisboa 1974 
14. - ‘TARRAFAL - ALDEIA DA MORTE’ - ‘O Diário da B5’ - (52,50€) 
De Manuel Francisco Rodrigues - Edição Brasília Editora - Porto 1974 
15. - ‘TARRAFAL - A História - A Terra - As Gentes’ (72,50€) 
De José Tavares Gomes (jornalista) - Edição do Secretariado Administrativo do Tarrafal - Cabo Verde 1989 
16. - ‘O CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DO TARRAFAL (1936 - 1954)’ - (57,50€) 
De José Manuel Soares Tavares - Edições Colibri - Lisboa 2007 
17. - ‘TARRAFAL 1975 - O Campo do Silêncio’ - (37,50€) 
De Sandra Inês Cruz - Edições Afrontamento - Porto 2025 
18. - ‘TARRAFAL - CHÃO BOM - MEMÓRIAS E VERDADES’ - 2 Volumes - (350,00€) 
De José Vicente Lopes - Edição IIPC (Instituto de Investigação e do Património Culturais - Cabo Verde, Cidade da Praia 2010 
19. - ‘TARRAFAL - Memória do Campo de Concentração’ - (67,50€) 
Coordenador David Santos e AAVV - Edição Fundação Mário Soares - Lisboa 2010 
20. - ‘TARRAFAL NA MEMÓRIA DOS PRISIONEIROS (1936-1954)’ - (Indisponível) 
De Nélida Maria Freire Brito - Edição Dinossauro - Lisboa 2006 
21. - ‘PRESOS POLÍTICOS ALGARVIOS EM ANGRA DO HEROÍSMO E NO TARRAFAL’ - (47,50€) 
De Maria João Raminhos Duarte - Edições Colibri e Câmara Municipal de Portimão - Lisboa 2009 
22. - ‘TARRAFAL - CAMPO DE CONCENTRAÇÃO - Presos Políticos e Sociais (1936-54 e 1961-74)’ - (97,50€) 
De Alfredo Caldeira e João Esteves (Coordenação) - Edições Colibri - Lisboa 2024 
23. - ‘CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO EM CABO VERDE:
As ilhas como espaço de deportação e de prisão no Estado Novo’ - (Indisponível) 
De Victor Barros - Edição da Imprensa da Universidade de Coimbra - Coimbra 2009 
24. - 'SOBREVIVER EM TARRAFAL DE SANTIAGO' - (52,50€) 
De António Jacinto - Ilustrações de José Rodrigues - Edição INALD (Instituto Nacional do Livro e do Disco) - Luanda 1982 
25. - 'DOSSIER P.I.D.E. - OS HORRORES E CRIMES DE UMA POLÍCIA' - (27,50€) 
Edição Agência Portuguesa de Revistas - Lisboa, 1974 
26 - 'A PIDE/DGS na guerra colonial 1961-1974' - (72,50€) 
De Dalila Cabrita Mateus - Edição Terramar - Lisboa 2011 
27 - '48 ANOS DE FASCISMO EM PORTUGAL' - (27,50€) 
De Carme D. Carvalhas - Edição Maria da fonte - Lisboa 1974 
28. - ‘PAVEL - UM HOMEM NÃO SE APAGA’ - (37,50€) 
A História do mais misterioso militante comunista 
De Edmundo Pedro - Prefácio de Mário Soares - Edição Parsifal - Lisboa 2014 

29. - ‘TARRAFAL - NUNCA MAIS !’ - (62,50€) 
Textos de Aurélio Santos e Leandro Martins - Edição da URAP ( União de Resistentes Antifascistas Portugueses) - Lisboa 2013 
30. - Revista ‘TABU’, n. 7 - De 28 de Outubro de 2006. - (37,50€) 
‘TARRAFAL - 70 Anos - O CAMPO DA MORTE’ 
Lisboa 2006 


De muito difícil localização. 
MUITO RAROS.


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