terça-feira, 27 de outubro de 2026

Portugal & Ultramar - ‘A INSTALAÇÃO DE INDÚSTRIAS EM MOÇAMBIQUE’, de Eng. A. B. Ramalho Correia - Lourenço Marques 1955 - Muito Raro;





Portugal & Ultramar - Tese do Autor apresentada ao III Congresso da União Nacional 


‘A INSTALAÇÃO DE INDÚSTRIAS EM MOÇAMBIQUE AUMENTARÁ AS RELAÇÕES ECONÓMICAS COM A METRÓPOLE’ 
De Eng. A. B. Ramalho Correia 
Edição da Câmara do Comércio de Lourenço Marques 
Composto e impresso na Minerva Central - LM 
Lourenço Marques 1955 


Livro com 62 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Do ÍNDICE: 

Abertura 
1. - O Decreto n. 26.509 
2. - O Decreto-lei n. 33.924 
3. - A legislação em Moçambique 
4. - O condicionamento após a guerra 
5. - O desenvolvimento industrial em Moçambique 
6. - Necessidade do condicionamento 
7. - Reforma da legislação 
8. - Objectivos da industrialização no Ultramar 
9. - A indústria metropolitana e a industrialização do Ultramar 
10. - Industriais metropolitanos interessados em Moçambique 
11. - Influência da indústria no consumo 
12. - A indústria de Moçambique e as importações da metrópole 
13. - Factores favoráveis aos industriais metropolitanos 
14. - Conclusões 


Preço: 27,50€; 

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Portugal - Democracia & Terrorismo - ‘CASO FP-25 DE BARIL’ - Alegações do Ministério Público - Lisboa 1985 - MUITO RARO;












Portugal - Democracia & Terrorismo - 


‘CASO FP-25 DE BARIL’ 
Alegações do Ministério Público 
Com Anexo Documental 
Edição do MINISTÉRIO DA JUSTIÇA 
Revisão de Manuel Maria Rosa 
Lisboa 1985 


Livro Documento com 1.052 páginas, muito ilustrado (reprodução de documentos) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

NOTA PREAMBULAR 

ESTÁ PROVADO 
O MINISTÉRIO PÚBLICO ASSUMINDO A SUA RESPONSABILIDADE 
CONSTITUCIONAL E ESTATUTÁRIA DE TITULAR DA ACÇÃO PENAL 
E DEFENSOR DA LEGALIDADE DEMOCRÁTICA 
DIZ : 

I. - DO TERRORISMO EM DEMOCRACIA. 
AS FP-25 DE ABRIL COMO ORGANIZAÇÃO DE TERRORISMO EM PORTUGAL, EXPRESSÃO DO TERRORISMO EM DEMOCRACIA 

II. - DO JULGAMENTO. DA PROVA.
a) - “Campanhas de Julgamento” 
b) - Intimidações e ameaças 
c) - A defesa dos ‘políticos’ à custa dos ‘operacionais’ 
d) - A audiência e a prova 

III. - GÉNESE DO PROJECTO GLOBAL / FORÇAS POPULARES 25 DE ABRIL 
a) - Do PRP à divulgação pública do ‘Manifesto ao Povo Trabalhador’ das FP-25 
b) - Da criação da FUP 
c) - Posições de Otelo, OUT, CLCR, JAR e FUP, face às ‘FP-25’ 

IV. - FINS DO PROJECTO GLOBAL / FORÇAS POPULARES 25 DE ABRIL (Objectivos estratégicos e tácticos) 
A. - Objectivos Estratégicos 
1. - A insurreição armada contra a Democracia 
    1.1 - A tese da contenção de um golpe fascista 
2. - A criação do Exército Popular Revolucionário (EPR) - A ECA como embrião 
B. - A táctica do Projecto Global 
1. - Desestabilizar o sistema económico através de todas as formas de luta, incluindo a violência armada 
2. - A intimidação. A criação do medo e da insegurança. Os sequestros. Os raptos 
3. - Do imposto revolucionário 
4. - As armas. As ameaças. Os atentados. Os assaltos 

V. - DA ESTRUTURA ORGÂNICA DO PROJECTO GLOBAL / FORÇAS POPULARES 25 DE ABRIL  
A) A Organização Política de Massas 
1. - OUT/FUP 
a) - Do II Congresso da OUT ao Congresso da FUP no Vimeiro 
b) - O Congresso da FUP no Vimeiro e as FP-25
c) - As teses da FUP e suas correlações com os documentos da OUT e do PDEC
2. - Órgãos. Dirigentes. Funções da OPM 
B) A Estrutura Civil Armada (ECA) 
1. - A Estrutura Orgânica da ECA/FP-25 
2. - A ECA/FP-25 - Componente armada do Projecto Global 
a) - Da prova Documental 
1 - Documento ‘Vitor Ricardo’ 
2 - Documentos do Réu Macedo Correia 
3 - Documentos do PDEC 
4 - Actas e entrevistas 
b) - Da prova por Declarações 
3. - Estratégia da defesa. Sua refutação 
4. - Funções da Componente ECA no PG/FP-25 
C) A Componente Quartéis 
D) A Componente Óscar 
E) As Subcomponentes ou Frentes de Luta 
1 - A Juventude Autónoma Revolucionária (JAR) 
2 - A Comissão de Luta Contra a Repressão (CLCR) 
3 - A Subcomponente comercial 
A ‘Empresa de Importação e Exportação de Portugal, L.da’ (I.E.P.) 
4 - A ‘Comissão Nacional de Apoio e Solidariedade aos Povos em Luta’ (CNASPEL) 

VI. - DA ARTICULAÇÃO ENTRE AS COMPONENTES DO PROJECTO GLOBAL / FORÇAS POPULARES 25 DE ABRIL 
A) A Direcção Político Militar (DPM) 
1. - A Pseudo-autonomia das componentes 
2. - A DPM, órgão de cúpula do Projecto Global. As Direcções Tácticas 
3. - Os representantes na Direcção Político-Militar. Os pseudónimos 
4. - As funções da DPM 
5. - Reuniões da DPM 
B) A circulação da informação entre as componentes, seus órgãos superiores e a DPM. As reuniões da OPM e os plenários da ECA 
1. - As reuniões da OPM 
2. - Os plenários da ECA 
C) Romangens às campas de elementos da Organização mortos em acções armadas 
1. - ‘Caso Carlos Caldas e Vitor David’ 
2. - ‘Caso António Guerreiro’ 
3. - Aspectos comuns 
D) Duas situações paradigmáticas 
1. - ‘A Questão Delmiro Cruel’ 
2. - ‘A Questão Duarte’ 
E) Acções violentas armadas da ECA e seu enquadramento pela OPM. Sete casos exemplares 
1. - ‘Caso SAPEC’ 
2. - ‘Caso Torrão / Cooperativa Boa-Hora’ 
3. - ‘Caso Alfa’ 
4. - ‘Caso Lurgel’ 
5. - ‘Caso de S. Manços’ 
6. - ‘Caso Gelmar’ 
7. - ‘Caso Manuel Pereira Roldão’ 
F) O grande plenário do Projecto Global: O PDEC/Conclave 
1. - Razões da convocação. A preparação 
2. - A reunião. A segurança. As presenças. 
3. - Os documentos apresentados e distribuídos no Conclave 
G) As Finanças da Organização. O assalto dos 108 mil 
H) Os veículos da Organização 
I) A articulação ECA/OPM nas estruturas intermédias e de base 

VII. - DAS ACÇÕES 
A) “Recuperação de Fundos” - Assaltos 
B) Acções diversas 
C) Rebentamento de engenhos explosivos. Atentados à bomba contra pessoas e bens 
D) Baleamentos 
E) Homicídios consumados e tentados 

VIII. - DAS ‘AGENDAS DO LOPES’ AO ‘JARDIM DO CERREGAL’ OU DE COMO NO PROJECTO GLOBAL TUDO ESTÁ RELACIONADO COM TUDO 

IX. - DO ARMAMENTO 

X. - A ARTICULAÇÃO APÓS AS PRISÕES (19.06.84) 

XI. - DOS RÉUS 

XII. - CONCLUSÃO. NÍVEIS DE RESPONSABILIDADE. PENAS 

ANEXO DOCUMENTAL 


Preço: 250,00€; 

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘UM GRANDE MILITAR PORTUGUÊS - General Bettencourt Rodrigues (1918-2011)’ De António Pires Nunes - Lisboa 2024





Portugal & Guerra do Ultramar - Uma biografia pormenorizada de um dos mais brilhantes generais das Forças Armadas Portuguesas com importante e decisiva acção na guerra em Angola, particularmente na zona Leste e no período final do conflito travado na antiga província ultramarina portuguesa da Guiné, substituindo ali a passagem do General António de Spínola, uma obra de leitura e consulta obrigatória sobre a guerra em África 


‘UM GRANDE MILITAR PORTUGUÊS’ 
General Bettencourt Rodrigues (1918-2011) 
De António Pires Nunes 
Edição Tribuna da História 
Lisboa 2024 


Livro com 248 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da Contracapa: 
“Bethencourt Rodrigues é considerado por muitos o melhor general do séc. XX e sê-lo-ia também em qualquer outro Exército.
Foi o único oficial a ser escolhido para três difíceis missões de liderança, nas quais sempre se agigantou: Chefe de Estado-Maior da Região Militar de Angola (61/63), onde combateu a guerrilha no Norte; Comandante da Zona Militar Leste (71/73), onde venceu a Batalha do Leste mediante uma operação militar e um plano de desenvolvimento; Governador e Comandante-Chefe das Forças Amadas da Guine (73/74), onde substituiu o general Spínola depois de este ter desistido de continuar pela força das armas, continuando a senda vencedora que o caracterizava e onde o Golpe Militar de 25 de Abril o foi surpreender.
A forma ignominiosa como foi afastado é a maior mancha da geração de oficiais daquela época.
O General José Manuel de Bethencourt Rodrigues foi um grande português, um grande chefe militar, um comandante de aguda inteligência estratégica e muito apreciado pelos bravos.”
António Pires Nunes - O Autor 


O AUTOR: 
“António Lopes Pires Nunes, tenente-coronel de Artilharia na situação de reforma, galardoado, entre outras, com a Medalha de Ouro de 'Serviços Distintos', nasceu em Castelo Branco em 1939. Licenciado em História pela Universidade de Coimbra, colaborou com a Universidade Técnica de Lisboa e a Universidade Lusíada em cursos de pós-graduação e mestrados. 
Foi professor do IAEM e da Universidade Lusófona. Sócio Fundador da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, da qual foi vice-presidente; Sócio Efetivo da Revista Militar; membro do Plenário e da Comissão Científica da Comissão Portuguesa de História Militar; Sócio de Mérito da Sociedade Histórica da Independência de Portugal e Sócio Benemérito da Liga dos Combatentes. 
Tem quatro distinções do Prémio de Defesa Nacional, destinado a premiar trabalhos de História Militar (Primeiro Prémio em 1991, 1999 e 2014, Menção Honrosa em 2011). 
Foi designado Comissário da Exposição Universal de Sevilha de 1992, em representação do Ministro da Defesa Nacional, convite que declinou. Tem participado em vários congressos, simpósios e jornadas, nacionais e internacionais, na área da Castelologia, nalguns dos quais foi Secretário-geral e membro da Comissão Científica.
Docente no I Seminário de Formação sobre História, Conservação e Utilização do Património Histórico-Militar, em 1985, organizado pela APAC, e do curso de Museologia Militar, em 1988, organizado pela Direcção do Serviço Histórico-Militar. Conferencista convidado pela Universidade Católica nas Comemorações do VII Centenário do Tratado de Alcanices com um trabalho sobre os castelos do Ribacôa. Orientou a organização da sala da Torre de Menagem do castelo de Bragança e foi membro de uma das comissões da candidatura de Marvão a Património Mundial. Participou no colóquio da Comissão Portuguesa de História Militar de homenagem a Vasco da Gama, com a conferência 'Fortalezas da Era Gâmica'. Tem estudos publicados sobre os castelos de Melgaço, Bragança, Castelo Rodrigo, Castelo Branco.” 



Do ÍNDICE: 

Lista de Abreviaturas 
NOTA INTRODUTÓRIA 
PREFÁCIO 
EPITÁFIO DO GENERAL ESPÍRITO SANTO 

OS MOVIMENTOS INDEPENDENTISTAS ARMADOS 

O GENERAL BETHENCOURT RODRIGUES CHEFE DO ESTADO-MAIOR 
DO QUARTEL-GENERAL DA REGIÃO MILITAR DE ANGOLA 
- A Força Aérea Voluntária 
- A formação dos Quadros Milicianos 
- O Plano de Operações Centauro Grande 
- O Plano Marfim Negro do Comando da Região Militar de Angola 
- O General Bethencourt Rodrigues e os Pára-quedistas na Zona de Intervenção Norte 
- O General Bethencourt Rodrigues e a formação dos Comandos 

O GENERAL BETHENCOURT RODRIGUES COMANDANTE DA ZONA MILITAR LESTE 
- As estratégia em confronto 
- Início das guerrilhas da UNITA e do MPLA 
- A Contra-Ofensiva das Forças Armadas Portuguesas 
- A Cavalaria a cavalo 
- O General Bethencourt Rodrigues e as tropas irregulares 
- A Marinha de Guerra 
- O novo conceito de Contra-Subversão o Despacho de 7 de Outubro de 1967 
- A Directiva Angola em Armas 
- Alteração da estratégia militar em Angola 
Concepção do CCFAA, General Costa Gomes 
- Concretização da Concepção do Comandante-Chefe no Comando da nova Zona Militar Leste 
- Manobra na ZML 
Manobras sobre as populações, o Plano de Desenvolvimento no Leste 
Manobra sobre o terreno 
Manobra de Acção Psicológica 
Manobra de informação e e Contra-Subversão 
A Manobra militar 
Depoimento do Major-General Ferreira Pinto 
As operações decisivas
   O Agrupamento Comando Siroco - 1971 
   O Agrupamento Comando Raio - 1972 (Operação Rojão IH) 
   O Grande Dilema - Atacar a Rota do Luena ou de novo A Rota do Cuando 
     A Operação na Manga do Luena 
     Operação Rubi/IH - A Morte do Cuembe 
   O Golpe Final da Região Ninda-Sete-Chiume 
   Depoimento do Coronel Comando Oliveira Marques 
A Operação Madeira e a aproximação à UNITA 
   Aspectos gerais 
   Génese da Operação Madeira 
   Estudo da Situação e Directiva n. 12/71 da Zona Militar Leste 
   Aspectos particulares 
     Objectivo fixado para a Operação 
     A posição de Jonas Savimbi 
     Ofício do Comandante da ZML ao CCFAA 
   O problema da integração 
   Carta de Savimbi ao Governador-Geral de Angola 
   Aspectos militares 
     O Status Quo e a atribuição de sectores à UNITA 
     Cedência de armamento 
     Operação Consulta 
   O General Bethencourt Rodrigues deixa a Zona Militar Leste 
     A quebra do Acordo 
   Memorando do CEMGFA 
   Carta de Savimbi a um madeireiro 
   Rascunho do CEMGFA sugerindo a substituição do General Hipólito 
   O Comando da Zona Militar Leste e as populações sob controlo da UNITA 
   Apreciação Final 
- Depoimento do Major Carlos Acabado sobre a Força Aérea 
- O Centro Conjunto de Apoio Aéreo - Os Primos 
- Operações e batalhas 
- A expressão da vitória 
- Um último olhar sobre a Zona Militar do Leste 

O GENERAL BETHENCOURT RODRIGUES GOVERNADOR 
E COMANDANTE-CHEFE DAS FORÇAS ARMADAS NA GUINÉ 
- Depoimento do Coronel Comando Rui Guerra Ribeiro 
- Destino de um herói 

OS ÚLTIMOS ANOS DE BETHENCOURT RODRIGUES 

FALECEU O GENERAL BETHENCOURT RODRIGUES 

OS CHEFES DO ESTADO-MAIOR GENERAL DAS FORÇAS ARMADAS 

BIBLIOGRAFIA 
- Documentos militares 

Agradecimentos 


Preço: 47,50€; 

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

África - Descolonização & História - Revista ‘AFRIQUE ASIE’, n. 66 - 23.09.1974 - (‘GUERRE ET PAIX EN GUINEE-BISSAU - Naissance d’une nation’) Paris 1974 - MUITO RARO;






África - Descolonização & História - Numa edição especial histórica dedicada à Guiné-Bissau, a Amílcar Cabral e ao PAIGC, muito pormenorizada nas múltiplas facetas da guerrilha que os guineenses encetaram entre 1964 e 1974 contra a administração colonial português nesta antiga província ultramarina 


Revista ‘AFRIQUE ASIE’, n. 66 - De 23 de Setembro de 1974. 
‘GUERRE ET PAIX EN GUINEE-BISSAU - Naissance  d’une nation’ 
Paris 1974 


Exemplar com 48 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
- ‘GUERRE ET PAIX EN GUINEE-BISSAU - Naissance  d’une nation’ 
- SPECIAL - ‘GUINÉE BISSAU’ 
‘Cê supplement a été conçu et realisé par: Bruna Amico, Mário de Andrade, Jean-Claude Bodenan, Aquino de Bragança, Jack Bourderie, Basil Davidson, Pierre Luizard, Simon Malley, Tadahiro Ogawa, Marie-Paule de Pina, Camille Sarri, Stephane Urdang et Jacques Vignes.’ 

L’Editorial de Simon Malley 
- “NOUS NÉ SOMMES PAS LES MENDIANTS DE LA LIBERTÉ”

- ‘LE POUVOIR POLITIQUE’ 
‘L’Etat’ 
‘L’Assemblée Nationale Populaire’ 
‘Le Conseil d’Etat’ 
‘Le Conseil des Commissaires d’Etat’ 
‘Le Secretariat Permanent du P.A.I.G.C.’ 

- ‘AMÍLCAR CABRAL ET LA GUERRE DU PEUPLE’, par Mário de Andrade 
‘Sous-tendente la stratégie révolutionnaire de Cabral, le plus pénétrant discours sur la libération nationale.’ 
‘Pas de modèle unique’ 
‘Rendre possible l’impossible’ 
‘Quelle voie ?’ 
‘La condition infra-humaine’ 
‘Une fatalité spécifique’ 
‘Un acte de culture’ 

- ‘UN PONT SUR L’ABIME COLONIAL’, par Basil Davidson 
“Cette guerre fut un succès dès le début… qui supposait un courage enraciné dans les principes d’une participation pratique et acquise…” 
‘Le sens d’une victoire’ 

- ‘COMME UNE LAME D’ACIER…’, par Jacques Vignes 
‘Ceux qui avaient pu rencontrer Cabral en ont conservé un souvenir inoubliable.’ 
“Nous avons déjà vaincu…” 

Historique - Chronologie 
- ‘CINQUANTE ANNÉES DE COMBATS’ 

- ‘LA GUINÉE-BISSAU ET LES ILES DU CAP-VERT’ 

Le P.A.I.G.C. 
- ‘PARTI, PARTI - ETAT, ETAT’ 
‘L’Etat est né de la lutte de libération nationale mais c’est le Parti qui a méné cette lutte.’m
‘L’Administration collective’ 
Aristides Pereira: “Une ligne idéologique claire et ferme” 

Reportage 
- ‘DANS LA BROUSSE AVEC LUIZ CABRAL’, par Jack Bourderie 
‘Notre envoyé spécial Jack Bourderie a visité les zones libérées. Il évoque ici le voyage qu’il a effectué dans l’est du pays en compagnie du président du Conseil d’Etat, à la veille du renversement de la dictature fasciste au Portugal.’ 
‘Un avion, trés haut…’ 
‘Une fantastique chevauchée’ 
“Savante était ta mère…” 

La guerre 
- ‘LA STRATEGIE CENTRIFUGE’ 
“Attaquer l’ennemi là où il est le plus Faigle et où nous sommes les plus fort.” Notre envoyé spécial l’avait constaté sur place avant le cessez-le-feu.’ 
‘Rien vu, rien entendu’ 
‘La victoire politique’ 

Economie
- ‘UNE ECONOMIE STRUCTURELLE DE RESISTANCE’ 
Un entretien avec Vasco Cabral, Commissaire a l’Economie et aux Finances 
“Il nous faut fonder toute notre Economie sur L’agriculture pour l’amener à un niveau qui serve de base au futur développement de l’industrie.” 

Commerce 
- ‘DE LA TRAITE AU MAGASIN POPULAIRE’ 
‘Une seulement recette: vendre moins cher que les portugais et acheter à meilleur prix.’ 

Droit 
- ‘JUSTICE ET TRADITIONS’ 
‘Quand les tribunaux du peuple succèdent à la chicotte des colonisateurs…’ 

Paysans 
- ‘LA MOISSON DONT TOUT DEPEND…’ 
“…Sans elle pas de nourriture, pas de commerce, pas d’industrie.”

Education 
- ‘A LA CONQUETE DU SAVOIR UNIVERSEL’ 
‘Il fallait surmonter l’héritage de cinq cents ans d’obscurantisme’ 

Femme 
- ‘COMBATTRE DEUX FOIS !’, par Stephane Urdang 
‘Vaincre lestraditions héritées du passé n’est pas chose facile. Stephane Urdang a été demander à ses soeurs africaines de Guinée comment les choses avaient changé pour elles.’ 


Santé 
- ‘TANT DE VIES SAUVEES !’, par le dr. Camille Sarri 
“Avoir toujours présent l’idée que la santé est notre richesse la plus grande et la force principale de nos combattants et militants.” 

Une interview du Dr. Boal 
- ‘DES SUCCES MAIS D’IMMENSES BESOINS’ 
‘L’envoyé spécial d’Afrique Asie’ à l’Office mondiale de la Santé a interrogé le Dr. Boal, chef du service de Santé du P.A.I.G.C., sur ces succés et ses priblèmes.’ 

Culture 
- ‘EXTIRPER L’IMAGINAIRE’ 

- ‘LA POESIE GUINEO-CAPVERDIENNE’ 
‘Liberté Dix’ - Ovídio Martins (Îles du Cap Vert) 
‘Histoire’ - Agnelo Regalla (Guinée-Bissau) 
‘Hymne Nationale du PAIGC’ (paroles d’Amilcar Cabral) 
‘Chant de Resistance’ (Guinée-Bissau) 


Preço: 

Portugal - Guerra Colocar & História - ‘A MISSÃO ESPECIAL DA ONU NA GUINÉ-BISSAU’ - Conacry 1972 - MUITO RARO;





Portugal - Guerra Colocar & História - Um documento histórico da luta anti-colonial do PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) 


‘A MISSÃO ESPECIAL DA ONU NA GUINÉ-BISSAU’ 
Edição e distribuição do PAIGC 
Conacry 1972 


Exemplar policopiado, com 6 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Estado Novo & Oposição - ‘CATARINA DE BALEIZÃO - 50 ANOS DEPOIS DA MORTE’ - Beja 2004





Portugal - Estado Novo & Oposição - Meio século passado após a morte de Catarina Eufémia, transformada em mártir política pelos comunistas, mantém a polémica sobre todos os acontecimentos em torno desta alentejana, aqui nesta obra exaltada 


‘CATARINA DE BALEIZÃO - 50 ANOS DEPOIS DA MORTE’ 
De Manuel Ribeiro Paiva 
Edição da Cooperativa Cultural Alentejana
Beja 2004 


Livro com 92 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito raro. 


50 ANOS - 1954 / 2004 

“Foi a 19 de Maio de 1954, faz agora 50 anos, que Catarina Eufémia foi assassinada em terras de Baleizão pelas forças do regime fascista.

Lutava por pão e trabalho e, rapidamente, tornou-se um símbolo da resistência do proletariado rural alentejano à repressão e à exploração do salazarismo e, ao mesmo tempo, um símbolo do combate pela liberdade e da emancipação da mulher portuguesa.

Este é um pequeno dossier que reúnue vários documentos sobre Catarina - notícias, testemunhos, discursos, poemas.

Nos tempos que correm, o exemplo de Catarina Eufémia continua a inspirar homens e mulheres que lutam, ainda, pelo fim da exploração, por uma sociedade mais justa e fraterna.”


À MEMÓRIA DE CATARINA EUFÉMIA, MILITANTE COMUNISTA ALENTEJANA
“Não conheci directamente Catarina Eufémia, mas acompanhei de perto a luta em que ela perdeu a vida. Segui as manobras e as provocações da PIDE e da GNR em torno do seu funeral. Conheci vários seus familiares.
Poucos dias depois deste cruel assassinato fui transferido para o distrito de Beja, como funcionário do Partido Comunista Português, sendo responsável pela organização. Vivi de perto todo esse crime do fascismo, o assassinato de Catarina.
Passaram-se 49 anos. Peço desculpa por repetir a descrição de acontecimentos conhecidos mas, às vezes, é bom relembrar a história.
Foi a 19 de Maio de 1954, no começo das ceifas, numa luta por melhores jornas, nas redondezas de Baleizão, onde o famigerado Carrajola, um tenente da GNR de Beja, num acto de ódio criminoso, assassinou Catarina com uma rajada de metralhadora. Por lutar por melhores jornas!
Os trabalhadores agrícolas de Baleizão estavam em greve, reivindicavam melhores jornas nas ceifas. A GNR tinha a aldeia cercada. Próximo dali, um rancho, arregimentado pelo agrário, «furou» a greve. Catarina e mais 14 companheiras romperam o esquema da GNR e foram ao encontro do grupo que ceifava. Foram interceptadas pelo tenente Carrajola que as questionou, cheio de ódio, sobre o que queriam elas. Catarina respondeu: «Quero pão para matar a fome aos meus filhos!» Em resposta, o criminoso Carrajola disparou uma rajada de metralhadora, matando Catarina...
Este bárbaro crime provocou profunda dor e revolta no Pais, em particular na região de Beja e na terra baleizoeira. O fascismo matava homens e mulheres por lutarem por Pão e Trabalho, pela Liberdade e pela Democracia.
Uma das fortalezas alentejanas da resistência antifascista, Baleizão, era onde o PCP, na clandestinidade, contava com forte influência e onde as mulheres comunistas tinham uma activa militância na luta revolucionária contra a ditadura salazarista, na luta pela Liberdade.
Há gente que não gosta do PCP e procura negar que Catarina fosse militante do Partido. É necessário dar luta contra essas mentiras. Catarina Eufémia era não só militante, desde 1953, como era também membro do Comité Local de Baleizão do PCP e um dos seus membros mais activos.
Catarina Eufémia tornou-se um nome querido e respeitado, não só entre os militantes comunistas mas entre muitos milhares de portugueses e portuguesas. Não é por acaso que, ao longo destes 49 anos, largas centenas de pessoas dos vários cantos do País vão todos os anos, em Maio, ao comício do Partido em homenagem à camponesa de Baleizão.
O nome de Catarina está gravado na longa história do nosso Partido. Catarina é uma mártir da resistência antifascista e um símbolo da coragem na luta sem tréguas contra a ditadura, pelo Pão, pelo Trabalho, pela Liberdade e pela Democracia em Portugal.”

Alentejo, 1 de Fevereiro de 2002
António Gervásio - Dirigente do PCP na clandestinidade, nos anos 50, no Alentejo


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

História - Revista ‘ÁFRICA 21’, n. 103 - Dez. 2016 - (‘1975 - O ANO DE QUASE TODAS AS INDEPENDÊNCIAS’) - Luanda 2016 - MUITO RARO;





História - A revista editada em Luanda publica um dossier com o balanço dos 40 anos de independência das antigas províncias ultramarinas portuguesas de África 


Revista ‘ÁFRICA 21’, n. 103 - Dezembro de 2016.
‘1975 - O ANO DE QUASE TODAS AS INDEPENDÊNCIAS’ 
Guiné-Bissau, 24 de Setembro de 1973 - Moçambique, 25 Junho - São Tomé e Príncipe, 12 de Jukho - Cabo Verde, 5 de Julho - Angola, 11 de Novembro 
Director: Carlos Pinto Santos 
Luanda 2016 


Exemplar com 96 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
- ‘1975 - O ANO DE QUASE TODAS AS INDEPENDÊNCIAS’ 
Aos Leitores 
- ‘QUATRO DÉCADAS DE INDEPENDÊNCIA’, por Carlos Pinto Santos 
- ‘ENTRE A INDEPENDÊNCIA E O PRESENTE’ 
Por João Melo, Natacha Mosso, Baldedjo Bá, Paulo Machicane e Juvenal Rodrigues 
- ‘OS 40 ANOS NINGUÉM NOS TIRA’, por João Melo 
‘Os angolanos não receberam a independência numa bandeja de prata.’
Depoimentos de Jaka Jamba (Deputado da UNITA), Lindo Bernardo Tito (deputado do CASA-CE) e Carlos Figueiredo (Ativista social) 
- Cabo Verde - ‘DE PAÍS INVIÁVEL A EXEMPLO EM ÁFRICA’, por Natacha Mosso 
‘ O arquipélago viu reduzidas as ajudas que vinha recebendo dos seus tradicionais parceiros de desenvolvimento, em consequência da sua ascensão à categoria de país de rendimento médio.’ 
- Guiné-Bissau - ‘A INDEPENDÊNCIA FOI HÁ 42 ANOS’, por Baldedjo Bá 
‘Nenhuma legislatura e nenhum presidente da República conseguiram terminar os seus mandatos.’ 
“A Guiné-Bissau dispõe de todas as condições para se desenvolver.” 
Francisca Pereira (veterana da luta pela independência) 
- Moçambique - ‘POBREZA ENSOMBRA 40 ANOS DE INDEPENDÊNCIA’, por Paulo Machicane 
‘Em 1997, morriam duas em cada dez crianças com idade inferior a cinco anos, mas essa proporção reduziu-se até metade em 2011.’ 
“Com a independência conquistámos a nossa dignidade.” 
General João Palembe (combatente pela independência) 
- São Tomé e Príncipe - ‘ENTRE A DESILUSÃO E A ESPERANÇA’, por Juvenal Rodrigues 
‘O país tem condições para explorar diversos tipos de turismo, desde o luxuoso ao científico, passando pelo rural.’m
“O país perdeu capacidade de valorizar eficazmente os seus recursos.” 
Leonel Mário d’Alva (economista, foi membro fundador do CLSTP) 

Entrevista - Patricio Batsîkama, historiador angolano 
- “CABE AOS PRÓPRIOS AFRICANOS REESCREVER A SUA ÁFRICA”
Por João Carlos 

Obras de Arte Tchokwé desaparecidas do Museu do Dundo 
- ‘À CAÇA DE TESOUROS DESAPARECIDOS’, por Celso Malavoloneke 
‘Os expatriados que levaram as obras de arte de Angola revenderam-nas a coleccionadores privados por quantias astronómicas.’ 

Cultura 
- ‘PAPÉIS DA PRISÃO’, ‘OU A AMARGA EPOPEIA DE UM POVO’ 
Por Zetho Cunha Gonçalves 

Livro do mês 
- ‘MULHERES DE CINZA’ - RESGATA O PASSADO MOÇAMBICANO’
Por Rodrigues Vaz 

Opinião de Jonuel Gonçalves 
- ‘URGENTE COORDENAR O DESENVOLVIMENTO DOS PALOP’ 

A crónica de Pepetela 
- ‘CRÓNICA DE SÃO PAULO DO BRASIL’ 

A crónica de Luís Carlos Patraquim 
- ‘CUIDAR’ 

A crónica de Germano Almeida 
- ‘LURA, A BADIA ALFACINHA’ 

Última página 
- ‘CARTA AO PRESIDENTE’, por João Melo 

Odebrecht 
- ‘LAVA JATO - e situação económica em Angola não comprometem investimentos’ 

Sem previsão de terminar 
- ‘JULGAMENTO DE ATIVISTAS ANTIGOVERNAMENTAIS ANGOLANOS’ 

- ‘PARTIDO SOCIALISTA PORTUGUÊS E MPLA - Querem preservar cooperação luso-angolana’ 

- ‘ANGOLA - EUA, MANTÊM AGENDA POSITIVA’ 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Ultramar - 'NOTÍCIA SOBRE MOÇAMBIQUE' - Lourenço Marques 1956 - MUITO RARO;








Portugal & Ultramar - Informações muito completas da vida social, administrativa, pública, comercial e histórica de Moçambique à época uma província ultramarina portuguesa da África Oriental 


‘NOTÍCIA SOBRE MOÇAMBIQUE' 
Edição da Repartição Técnica de Estatística 
Composto e impresso na Minerva Central 
Lourenço Marques 1956 


Livro com 122 páginas, ilustrado com mapas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

I. - SITUAÇÃO 
II. - ESTRUTURA 
- Geologia 
- Relevo 
- Rios 
- Clima 
III. - VIDA VEGETAL E ANIMAL 
- Flora 
- Fauna 
IV. - HISTÓRIA 
- Pré-História 
- História Moderna 
- Cronologia 
V. - DEMOGRAFIA 
- Povos 
- Religião 
- Folclore 
- Línguas 
- Vida indígena 
- População 
- Governo e administração 
- Divisão administrativa 
VI. - SAÚDE, ENSINO E CULTURA 
- Saúde 
- Ensino 
- Cultura 
VII. - PRODUÇÃO 
- Minas 
- Florestas 
- Agricultura 
- Pecuária 
- Pesca 
- Caça 
- Indústria 
VIII. - FINANÇAS 
IX. - COMÉRCIO 
- Comércio externo 
- Comércio interno 
X. - COMUNICAÇÕES 
- Portos 
- Navegação 
- Caminhos de Ferro 
- Estradas 
- Vias aéreas 
- Correios, Telégrafos e Telefones 
XI. - COLONIZAÇÃO 
- Passado 
- Presente 
- Futuro

INFORMAÇÕES 
- Informações 
- Representação diplomática e consular da União da África do Sul 
- Consulados
- Agências de Turismo 
- Hotéis 
- Pensões 
- Pousadas 
- Restaurantes 
- Colectividades 
- Farmácias 
- Auto-Ónibus 
- Praça de automóveis 
- Piscinas 
- ‘Boites’ 


Preço: 25,00€; 

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘MEMÓRIAS DE UM VELHO MARINHEIRO E SOLDADO DE ÁFRICA’, de João de Azevedo Coutinho - Lisboa 1941 - MUITO RARO;












Portugal - Ultramar & História - As memórias do autor enquanto militar e governante, com destaque para as últimas campanhas militares de combate aos sobas que contestavam a administração portuguesa no centro e norte de Moçambique 


‘MEMÓRIAS DE UM VELHO MARINHEIRO E SOLDADO DE ÁFRICA’ 
De João de Azevedo Coutinho 
Edição Livraria Bertrand 
Lisboa 1941 


Livro com 674 páginas, ilustrado e com fotografia do autor, capas amarelecidas, miolo impecável. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor: 
“JOÃO DE AZEVEDO COUTINHO (Alter do Chão 1865 - 1944) foi um político e militar português, figura conhecida por termo a inúmeras revoltas de povos africano, tendo sido mais tarde nomeado governador de Moçambique.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
À “MOCIDADE PORTUGUESA” 
Lisboa, 10 de Julho de 1941 

Capítulo I - GUARDA-MARINHA - PELA PRIMEIRA VEZ EM MOÇAMBIQUE 
- Primeiros anos - Na Escola Naval 
- A caminho de Moçambique 
- Em Moçambique 
- A caminho de Lisboa 
- No ‘Mac-Mahon’ 

Capítulo II - HÁ 52 ANOS 
- Chilomo 
- Campanha do Chire 

Capítulo III - DO RUO AO LOMUÉ 
- Milange - O Mataca 

Capítulo IV - DOIS DESASTRES 
- Mafunda e Inhachirondo 

Capítulo V - DESAPONTAMENTOS 
- Em Angola 

Capítulo VI - DE NOVO EM MOÇAMBIQUE 
- Nos Namarrais 

Capítulo VII - GOVERNANDO A ZAMBÉZIA 
- Campanha dos prazos de Sena contra o Cambuemba 

Capítulo VIII - MAGANJA DA COSTA 
- João Bonifácio 
- Conquista de Angoche 
- M’passué 
- Decepção 

Capítulo IX - BARUÉ 
- Última campanha (Extractos do Relatório Oficial) 
- Coluna de operações do Barué 
- O Barué - A Gorongoza os prazos Tongas 
- Notícia histórica 
- Os habitantes 
- Informações sobre o inimigo 
- Colunas auxiliares e linhas de operações 
- Constituição das colunas 
- As operações de guerra 
Mobilização 
Concentração das forças regulares 
Concentração geral 
- As operações nos prazos Tongas 
- Da Chiramba para Inhangone 
- Marcha sobre Inhachirondo e combate de Missongue 
- Demora em Missongue e operações nos territórios do Chipitura volta a Missongue e ida a Zamuka-M’gombe 
- Apresentação do Chipitura e regresso à Chiramba 
- Regresso ao Chinde - Conclusões 
- A ocupação executada 
A futura ocupação 
O Barué e a Companhia de Moçambique 
- As forças 
- Os oficiais 

Capítulo X - CONCLUSÃO 


Preço: 77,50€; 

Portugal & Revolução - ‘O PLANO B DO 25 DE ABRIL’, de Luís Eugénio Ferreira - Santarém 2005 - Muito Raro;







Portugal & Revolução - Uma obra que junta factos à ficção, em que ambos poderiam perfeitamente ser parte real da história dos acontecimentos sobre o 25 de Abril de 1974, com epicentro em Santarém e na coluna militar da EPC (Escola Prática de Cavalaria) 


‘O PLANO B DO 25 DE ABRIL’ 
De Luís Eugénio Ferreira 
Prefácio do coronel Joaquim Manuel Correia Bernardo 
Edição JORTEJO Edições 
Santarém 2005 


Livro com 144 páginas, ilustrado com mapa de Santarém e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Da contracapa: 
“ ‘O PLANO B DO 25 DE ABRIL’ é um romance assente na nossa realidade histórica recente, da autoria do escritor Luís Eugénio Ferreira. Trata-se do desenvolvimento ficcional de uma situação que a história só não registou porque o golpe militar do 25 de Abril triunfou, não havendo lugar, por conseguinte, ao plano militar alternativo da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, de onde partiu a coluna militar comandada por Salgueiro Maia. O Prefácio deste livro sobre o ‘Plano B’ é assinado pelo coronel Joaquim Manuel Correia Bernardo, capitão de Abril na EPC, onde ficou como comandante a partir da noite do 25 de Abril e coordenador do referido ‘Plano B’. 
É ele próprio que testemunha: ‘Efectivamente, o chamado ‘Plano B’ existiu e foi concebido pelos Oficiais da EPC ligados ao Movimento dos Capitães, após a malograda e extemporânea saída dos militares das Caldas da Rainha, em 16 de Março desse ano. (…) Felizmente o que estava planeado para se desenrolar em Lisboa correu bem e o ‘Plano B’ não chegou a entrar em acção, a não ser na imaginação fértil e produtiva do Luís Eugénio Ferreira que nos oferece esta visão dos acontecimentos ao mesmo tempo plena de verosimilhança ectão cheio de ternura’.“ 


O Autor: 
“LUÍS EUGÉNIO FERREIRA iniciou-se no jornalismo no ‘Século Ilustrado’ em 1947. A partir de 1950 reside em Santarém, onde foi professor do Ensino Técnico. Foi membro da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Santarém a seguir ao 25 de Abril de 1974. Fez um estágio em Paris, como bolseiro do Governo Francês. Foi correspondente da ‘Vértice’, do ‘Jornal Magazine’ e da revista ‘Sul’ de Florianópolis. Foi reformado pelo Instituto de Formação em Telecomunicações, como especialista em Formação. 
É autor de várias obras: 
- ‘História da Literatura Americana’, editada pela Arcádia; 
- ‘Walt Whitman, Vida e Pensamento’, da Editora Panorama; 
- ‘Tratados Postais Assinados por Portugal’, edição dos CTT; 
- ‘Santarém, memórias da cidade’, edição JORTEJO; e 
- ‘O Plano B do 25 de Abril’, edição JORTEJO.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Por coronel Joaquim Manuel Correia Bernardo 

Parte I 
A CASA DAS DUAS PORTAS 

Parte II 
O PLANO B 

SANTARÉM - Centro Histórico (mapa) 
O AUTOR 


Preço: 37,50€;