quarta-feira, 8 de julho de 2026

Portugal & Moçambique - ‘CARTAS DO ÍNDICO’, de Nuno Lemos Pires - Lisboa 2023;















Portugal & Moçambique - Relato de uma missão da União Europeia de treino de forças especiais do exército moçambicano, visado o combate ao terrorismo em Cabo Delgado, onde militares portugueses tiveram um papel importante e fundamental, sob o comando do autor, um oficial superior com vasta e eficaz carreira no exército português 


‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
De Nuno Lemos Pires 
Edição Nexo Literário 
Lisboa 2023 


Livro com 534 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
‘CARTAS DO ÍNDICO’ 

“(…) uma riquíssima colectânea de textos, escritos em Moçambique, durante uma das mais exigentes e complexas missões que executou na sua já longa e brilhante carreira militar, presta um contributo inestimável às Forças Armadas, pois permite perenizar e divulgar o essencial da missão de treino da União Europeia, constituída pela capacitar os militares moçambicanos no combate ao terrorismo existente na região de Cabo Delgado. 
A qualidade da escrita apresentada que, de forma simples e cuidada, transmite minuciosa e apaixonadamente os episódios mais relevantes vividos pela força que comandou, aliada ao facto de ser um militar de formação sólida e de carácter imbatível (…).“ 
Almirante António Silva Ribeiro 

“Têm as Cartas o estilo honesto de Franco próprio do militar executivo e disciplinado, habituado a mandar e a obedecer, mas também o estilo didáctico e culto do escritor apaixonado pela História. Estão escritas com o coração na mão, por um militar europeu comprometido e humanista que não se limita só a executar, de maneira altamente eficaz, uma missão complexa e delicada - como é a formação de unidades de elite do exército moçambicano -, mas que quer aprofundar o lado mais Humano da sua experiência única e tirar e partilhar lições duradouras.
Embaixador António Sánchez Benedito 

“As ‘VARTAS SÓ ÍNDICO’, constituem memórias de um general português, que ao serviço da UE veio consolidar as relações de cooperação entre Moçambique e a UE. O General Lemos Pires pela sua simplicidade granjeou simpatia e amizade pelo Moçambique todo.
Meu caro General, no final da sua escrita, ‘CARTAS DO ÍNDICO’, parta com a certeza de uma missão cumprida.“ 
Embaixador Mário Saraiva Ngwenya 


Da badana:
“As ‘CARTAS DO ÍNDICO’ são um testemunho pessoal, um relato do comandante da primeira missão da União Europeia em Moçambique. Além de espelharem a paixão do Autor pelas terras moçambicanas, são também uma profunda, e em vários momentos inusitada, reflexão para combater o terrorismo, aliada a uma narrativa clara de esperança e de profundo respeito pelo(s) povo(s) sofredor(és) da região de Cabo Delgado. 
É um livro escrito para todos os que se preocupam com a condição humana, e é, também, um ensaio para todos aqueles, desde académicos e investigadores a curiosos, que se interessam por assuntos africanos. 
Um livro que narra, frequentemente na primeira pessoa, o ‘dia/semana a dia/semana’ de uma missão que contou com a participação de militares e civis provenientes de 12 países da União Europeia (UE), ainda que na sua maioria fossem portugueses, e que, pelo carácter inovador e colaborativo como foi desenvolvida, permitiu que civis e militares, da UE e de outros países aliados de Moçambique, tenham conseguido construir um projecto de paz e de esperança, que junta desenvolvimento e segurança, destinado a edificar um melhor futuro para o povo de Moçambique.“ 


O Autor: 
“NUNO LEMOS PIRES nasceu em Lisboa, Portugal, terminou a Academia Militar (AM) em 1988, e é, actualmente, Brigadeiros-General do Exército / Operações Especiais. 
Participou em varias missões internacionais, destacando-se, Moçambique (1995-1996 e 2021-2022), Angola (2000 e 2001), Espanha (2002-2005), Paquistão (2005) e Afeganistão (2009-2010). 
No âmbito nacional, e de entre as inúmeras funções que desempenhou, destacam-se as de instrução e comando na Escola Prática de Infantaria; Professor de Estratégia e História Militar no Instituto de Altos Estudos Militares, Chefe de Gabinete do Almirante Comandante no NATO Joint Command Lisbon; Comandante do 2.* Batalhão de Infantaria Mecanizada na Brigada Mecanizada de Santa Margarida; Professor de História Militar e Relações Internacionais na AM; Director de Formação na Escola das Armas, em Mafra; Comandante do Corpo de Alunos e do Quartel da Amadora na AM. Desempenhou, igualmente, as funções de Subdirector-geral de Política de Defesa  Nacional no Ministério da Defesa Nacional e coordenador do Centro do Atlântico, e, novamente em contexto internacional, foi Comandante da Força da Missão de Treino da União Europeia em Moçambique (EUTM-Moz), de Setembro de 2021 a Setembro de 2022 (período onde escreveu o livro que é agora levado à estampa). Actualmente é o 2.* Comandante e Director de Ensino na AM. 
O autor é doutorado em História, Defesa e Relações Internacionais pelo ISCTE-IUL (com AM), tem 11 livros publicados e mais de 120 capítulos ou artigos em livros e publicações variadas, sobre temas relacionados com História Militar, Relações Internacionais, Segurança e Defesa, Estratégia e Terrorismo, e colabora frequentemente com diversas Universidades e Institutos, militares e civis, nacionais e internacionais, como palestrante e conferencista.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA DE ABERTURA 
PREFÁCIO 
- António Sánchez Benedito 

INTRODUÇÃO 
- Um mês antes de partir 
- A despedida da Direcção-Geral de Política de Defesa Nacional (DGPDN) 
- Bruxelas 
- O 11 de Setembro de 2001, em 2021 
- O arranque da EUTM-Moz 
- Uma outra família 
- União de esforços 
- Decidir & decidir 
- Chimoio 
- Na Beira 
- Do Atlantic Centre aos desafios do Índico 
- A cerimónia da EUTM-Moz 
- Escolas 
- A Comunidade de Língua Portuguesa 
- De novo no Chimoio 
- Tete 
- Missa na Catedral de Maputo 
- A equipa Luxemburgo 
- As ‘bolhas’ COVID-19 
- Guerra contra o vento 
- Confinado 
- Guerra contra o vento  - um equilíbrio profundamente desequilibrado 
- Esperar 
- Bem Natal 
- Estamos mesmo juntos 
- O que é mesmo importante 
- O (Re)equilibrar de um desequilíbrio em crescimento 
- Feliz 2022 
- Guerra Cintra o vento e resiliência 
- O valor da vida 
- Falar claro 
- Guerra contra o vento e Forças com tarefas especiais 
- Estar, escutar, sentir e apoiar 
- Pelo que vale mesmo…
- A força das novas gerações 
- Confinado de novo - COVID Ómicron 
- Olhar em frente e acreditar 
- Sem COVID mas prisioneiros COVID 
- Guerra contra o vento e o Modelo do Sistema Estável e Resiliente 
(para resolver situações de conflitualidade) 
- Burocratas e mundo real 
- Respeito e orgulho 
- “Não se preocupe” e / ou “Trust but verify” 
- Guerra na Europa e Dia Nacional da Estónia 
- “Basta” 
- Do realismo para o real 
- Celebrar a felicidade e… a morte na Ucrânia 
- Dia Internacional da Mulher 2022 
- Duas semanas de guerra na Ucrânia 
- Regresso a Cabo Delgado 
- Saudades do futuro 
- O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa no Chimoio 
- Partida das Forças para Cabo Delgado 
- “Ganhámos!”, gritou-me um moçambicano 
- “Pedra a pedra, construindo o novo dia” 
- Determinação, empenho e… enfrentar os inevitáveis 
- Radicalismos, ciência e proximidade 
- Uma Páscoa Santa e repleta de paixão, perdão, fraternidade e esperança 
- Em negação 
- Na linha da frente em Macomia - Cabo Delgado 
- Da Beira ao Chimoio - Esperança m apreensão, confiança é verdade 
- Boane - A Casa do Gaiato 
- Limpeza da orais de Katembe 
- “Tenho / tive também que me ser”, na televisão de Moçambique 
- Novos quatro cavaleiros (hodiernos) do Apocalipse 
- Sonhos de menino 
- “Carros muito bonitos… mas não dão as chaves” 
- O balde de caranguejos 
- A África que sinto 
- De Timor a Moçambique 
- Largo Colégio Militar, Academia do Bacalhau e Dia da Criança 
- Dia de Portugal em Moçambique 
- O ‘Render da Guarda’ na EUTM-Moz 
- Do )fado) vento sombrio, que sopra também, à resiliência 
- “Médén Ágan”: da TVM ao treino integrado no Chimoio 
- O ‘desesperante’ do tempo em que tudo se arrasta 
- Da noite no sul de Moçambique às manhãs no norte do Egito 
- Em Gorongosa, Moçambique encontra o mundo 
- Não se consegue prender a beleza em Moçambique 
- Da ‘chicha’ aos ‘sabonetes’, ou “primeiro presença, depois, presentes” 
- De Nampula a Nacala 
- Da Ilha de Moçambique a Nampula 
- Há sobremesa ? Duvido 
- Finalmente os equipamentos e uma aplicação do modelo tripartido 
(rigor, flexibilidade e disponibilidade total) 
- Um Agosto diferente, porque “a vida é boa, mas é dura…a vida é dura, mas é boa”
- Sinto-me uma ‘criança’ deitada nas ruas de Moçambique 
- Uma pequena, mas significativa, diferença 
- ‘Espíritos Quânticos’ numa última (?) ida ao Chimoio 
- General João de Almeida Bruninho
- ‘Kaya Kwanga’ em Moçambique 
- Do ‘segredo’ é, frequentemente, a arma dos incompetentes aos excelentes momentos 
- Do início da passagem do testemunho aos mixed feelings 
- Sou o 115 dos 115 que comigo estão na Missão EUTM-Moz 
- “Embora afastados pela geografia estamos próximos pela amizade” 
- Hambanine Maxaka 
- Da janela do meu quarto tenho o Índico 
- Do avião ainda vejo o ‘meu’ Índico e digo ‘Hambanine Maxaka’ e, com tristeza R.I.P. 

CARTAS SOBRE AS ‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
- Cartas às Cartas pelo Autor 
- Carta às Cartas por Mayra Andrade 
- Carta às Cartas por Pedro Saial 

POSFÁCIO 
- Mário Saraiva Ngwenya 


Preço: 37,50€; 

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Portugal - Guerra do Ultramar & História - ‘NUNCA ESQUECEREI…’, de Ricardo Durão - Lisboa 2014 - MUITO RARO;





Portugal - Guerra do Ultramar & História - A biografia de um dos militares mais brilhantes das Forças Armadas Portuguesas, com um vasto e riquíssimo currículo enquanto oficial e com diversas comissões cumpridas nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de Angola, Guiné e São Tomé e Príncipe, com intervenção nos acontecimentos do 25 de Abril de 1974 e do PREC (Processo Revolucionário em Curso), e de todos esses acontecimentos e vivências relata na primeira pessoa a sua intervenção, numa obra que é imprescindível de leitura e consulta. 


‘NUNCA ESQUECEREI…’ 
O que não foi contado nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril. E não só…
De Ricardo Durão 
Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa 
Posfácio de Daniel Proença de Carvalho 
Edição SEDA Publicações 
Lisboa 2014 


Livro com 280 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“NÃO HOUVE UM 25 DE ABRIL - HOUVE MÚLTIPLOS 
O Senhor General Ricardo Durão tem uma carreira militar de muito relevo e o seu testemunho, ademais tido como próximo de alguns dos factos apreciados, merece ser lido com atenção e debatido com interesse, concordando uns e discordando outros, caso a caso (…) Ele dá-nos, com este livro, uma oportunidade soberana para revermos a nossa história contemporânea e para apurarmos o que, nela, nos foi ou é gratificante e o que, ao invés, nos penalizou ou penaliza.“ 
Do PREFÁCIO, por Marcelo Rebelo de Sousa 

“A CONQUISTA DA DEMOCRACIA A SEGUIR AO GOLPE MILITAR VITORIOSO DO 25 DE ABRIL DE 1974 NÃO FOI TAREFA FÁCIL 
A leituras das memórias do General Ricardo Durão relatadas neste livro. Em especial na parte relativa ao que se passou a seguir ao 25 de Abril de 1974, tocou uma nota sensível na minha própria memória. Fui advogado do irmão do autor, o General Rafael Durão, quando ele foi preso na sequência dos acontecimentos do 11 de Março de 1975. Deixei, aliás, registadas em livro (‘Cinco Causas da Injustiça Revolucionária’) algumas peças da defesa desse militar distinto cujo único ‘crime’ foi bater-se pelos autênticos ideais de Abril, a democracia política, com pluralismo e respeito pelos direitos humanos. (…) Nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril algumas dimensões desses acontecimentos foram ignoradas, senão silenciadas. Uma dessas dimensões está bem caracterizada, com fidelidade neste livro.“ 
Do POSFÁCIO - por Daniel Proença de Carvalho 


O Autor: 
“GENERAL RICARDO FERNANDO FERREIRA DURÃO 

Nasceu em Setúbal em 13 de Junho de 1928. 
Tem dois irmãos: Rafael, Major-General do Exército, oriundo de Cavalaria / Paraquedista e Roberto, Coronel de Cavalaria / Comando. 
Fez os estudos primários em Setúbal e os secundários no Colégio Militar (1938-45). 
Frequentou os Preparatórios Militares na Faculdade de Ciências de Lisboa (1945-46) e de Coimbra (1946-47) e completou o Curso de Cavalaria em 1950. 
Foi promovido sucessivamente a Algeres (1950), Tenente (1952), Capitão (1959), Coronel (1974), Brigadeiro (1978), General (1983). 
Frequentou o Curso de Educação Física (1950-51), Curso de Sapadores (1952), Curso de Carros de Combate (1953), Curso de Treino Físico Militar, na Suécia (1954), Curso de Promoção a Capitão (1958-59), Curso de Promoção a Oficial Superior (1967-68), Curso Superior de Comando e Direcção (1977-78), Curso de Defesa Nacional (1981-82). 
Foi praticante desportivo em diversas modalidades (atletismo, rugby, futebol, voleibol, basquetebol, hipismo, esgrima), campeão escolar no salto em altura em 1945, campeão universitário em 110 metros barreiras e 400 metros em 1949, sagrando-se campeão nacional em 110 metros barreiras e foi recordista em 83 metros barreiras. 




Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Marcelo Rebelo de Sousa 

INTRODUÇÃO 
Antecedentes 

A GUERRA DO ULTRAMAR 
- Angola 
- Invasão d Estado da Índia 
- Guiné 
- Moçambique 
- Conclusões 

O 25 DE ABRIL DE 1974 
- Crise Palma Carlos 
- O 28 de Setembro de 1974 
- A Descolonização (I) 
- Unicidade / Liberdade Sindical 
- Institucionalização do MFA - Pacto MFA-Partidos 
- Dinamização Cultural 
- 11 de Março de 1975=
- Tentativa de adiamento de eleições para a Assembleia Constituinte 
- Eleições para a Assembleia Constituinte 
- Desvalorização das eleições - Cunhal no seu melhor 
- Plano Sócio-Económico Melo Antunes 
- Descolonização (II) 
- Terror 
- O Verão Quente - Nacionalizações - Reforma Agrária 
- Tribunal Revolucionário 
- Jornal ‘República’ - Rádio ‘Renascença’ 
- Plano de Acção Política do MFA 
- Discurso de António Barreto (2010) 
- Agravamento da situação - Documento dos Nove 
- Descolonização (III) - Retirnados 
- Saneamento de Jaime Neves 
- Posse do V Governo Provisório (Último de Vasco Gonçalves) 
- Linguagem característica 
- Verdadeira natureza dos partidos 
Revolução ? 
- Demissão de Vasco Gonçalves - 25 de Novembro de 1975 
- Transição para a democracia política 

ENFIM A DEMOCRACIA POLÍTICA 

Bibliografia 

POSFÁCIO 
- Daniel Proença de Carvalho 


Preço: 77,50€; 

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Portugal - Moçambique & Ultramar - ‘MEMÓRIAS DE UMA VIDA’, de Fernando Correia Soares - Loulé 2009 - MUITO RARO;




Portugal - Moçambique & Ultramar - O autor, nascido no Algarve, passou grande parte da sua vida profissional pelo território da antiga província ultramarina portuguesa da África Oriental sem esquecer as suas raízes do sul do país e relata nesta sua autobiografia todas essas vivências 


‘MEMÓRIAS DE UMA VIDA’ 
Autobiografia 
De Fernando Correia Soares 
Edição do Autor 
Loulé 2009 


Livro com 270 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


“FERNANDO CORREIA SOARES (1926-2009)
Agraciado com a Medalha Municipal de Mérito Grau Bronze
 
No dia 3 de Junho de 1926, a freguesia de Alte viu nascer Fernando Correia Soares, filho de Isabel Cabrita Correia e de José Inácio Soares Júnior, registado no dia 14 do mesmo mês pelo Ajudante do Registo Civil de Alte. Após ter concluído o Ensino Primário na sua terra natal decidiu seguir vida eclesiástica ingressando no Seminário de São José em Faro, mais tarde passou para o de Almada e posteriormente para o Seminário Maior do Patriarcado nos Olivais, do qual recebeu os seus princípios morais de vida, destacou nas suas Memórias. Aos 22 anos, decidiu não prosseguir carreira eclesiástica e regressa à sua aldeia natal. Aí inicia funções na companhia de Seguros ‘O Alentejo’, cumpre o serviço militar e em 1952 ruma a Moçambique, onde permaneceu até 1975, desempenhando aí vários cargos na administração pública. Entretanto casou com a sua conterrânea Julieta Botica, com quem teve três filhos.
No seu regresso vem viver para Loulé onde começa a participar na Comissão de Festas do Carnaval. Com currículo na área do Folclore, já que havia fundado um Rancho Folclórico em Moçambique, foi convidado para formar um Rancho Infantil em Loulé o qual surgiu em 1977. Actualmente conhecido como Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé, este grupo fundador da Associação Grupo dos Amigos de Loulé, foi dirigido, orientado e ensaiado durante 32 anos por Fernando Soares e já promoveu o nome de Loulé, com a interpretação de danças e cantares da zona serrana de Alte, pelo País fora, em Espanha, França, na China, entre outros locais. Em 1999, a Câmara Municipal de Loulé decidiu homenagear este grupo com a atribuição da Medalha Municipal de Mérito – grau prata.
A 10 de Janeiro de 2009 Loulé e o seu Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé despediram-se desta personalidade que tanto fez para a promoção das tradições algarvios através do Folclore algarvio, em geral, e louletano em particular.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

MEMÓRIAS DE UMA VIDA 
- Alte, minha terra 
- O milagre 
- Alvores da vida 
- Escola primária 
- Azinhal 
- 1.* casamento tradicional a que assisti 
- Regresso a Alte 
- O Seminário 
- O Açougue 
- Fabricação de queijo 
- 2.a Guerra Mundial 
- Folclore (Concurso) 
- O acordeão 
- Alte 
- Raízes etnográficas do concelho de Loulé 
a) - Localização e origem - Imagens de Alte - Artesãos 
b) - Folclore e suas raízes 
c) - Concurso da Aldeia mais Portuguesa 
- Mapa com as aldeias concorrentes 
- Os ensaiados 
- Os meus amores 
- O magala Moçambique 
- Rumo a Moçambique 
- Nampula 
- Quadro administrativo 
- Pacificação 
- Chegada da minha mulher 
- 1.* filho - Carlos Alberto 
- Freira controversa 
- Visita Presidencial - Craveiro Lopes 
- Mercados 
- Mongincual 
- Jacaré assassino 
- O leopardo atrevido 
- 2.* filho - José Manuel 
- Concurso para Chefe de Postob
- Nairoto 
- Pista de aterragem e dependências 
- Um parto sem dor 
- Passagem de ano na selva 
- 3.* filho - Fernando 
- 10 de Junho dia da Raça 
- Içar da Bandeira Nacional 
- ‘Maria da Raça’ 
- Folclore Algarvio em África 
- Baile mandado 
- Visita do Ministro do Ultramar - Prof. Silva Cunha 
- Aldeamentos 
- Ponte do rio Mueda arde 
- Lagoa sagrada 
- Cinegética é a arte de caçar 
- A carga do elefante 
- Pavor na Sanzala 
- Circuncisão e ataque do leopardo 
- O meu melhor tiro 
- Não era impala, era leão 
- Leões à pedrada 
- A jibóia 
- Viagem a Negomano 
- Os três almoços 
- No dia do ‘Paquete Santa Maria’ 
- Diabruras do meu Zé Manuel 
- Metuge 
- Um régulo faltoso 
- Visita ao aldeamento de Namau, Metuge 
- Recuperação de uma manada de vacas 
- Festejos - Santos Populares 
- Velhos ciúmes 
- Amor louco 
- Os Maus-Maus 
- Ladroagem 
- Outra recuperação 
- Fuzileiros em apuros 
- Natal molhado 
- O canapane 
- Agricultura em Metuge 
- O regedor Palma 
- A guerra 
- Mentalização 
- O julgamento 
- Penetração e subversão 
- Exemplos de isolamento 
- Apelo de mulheres 
- Outro exemplo 
- Obstinação e advertências 
- Estamos às suas ordens 
- O Motarua 
- Luta armada 
- Reconhecimento 
- Relações com a DGS 
- A guerra dos elefantes 
- Plagiato 
- Se ele pudesse, prendia-me 
- Promoção a Adjunto de Administrador de Concelho 
- Convite 
- Fim da 1.*a parte 

REGRESSO À METRÓPOLE 
- Palma 
- Secretário do governador 
- Melhoramentos rurais 
- Vida social 
- Compra de camiões 
- Mega operação 
- Ilha de Moçambique 
- Secretariar o governador de Tete - Convite 
- ‘Acordo de Lusaka’ e entrega 
- Grandes frustração 
- A minha saída de Moçambique 
- Despedida 
- Último entardecer 
- Chegada a Lisboa 
- Bagagem 
- Nova vida 
- Loulé 
- Criação do Rancho Folclórico infantil de Loulé 
- Operação ao coração 
- Mãe soberana 
- Renúncia 
- Folclore nas escolas 
- Escrevi estas minhas memórias 
- Mãe do Céu ! 
- Cronologia 
- Agradecimentos 

Índice fotográfico 


Preço: 37,50€;  

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Portugal & História - ‘RUÍNAS DE MIRÓBRIGA’ - AAVV - Santiago de Cacém 1998 (?) - Muito Raro;




Portugal & História - 


‘RUÍNAS DE MIRÓBRIGA’ 
AAVV - 
Edição 
Santiago de Cacém 1998 (?) 


Muito Raro; 


Do ÍNDICE: 


Preço: 27,50€; 

Portugal - Património & História - ‘IGREJAS E CAPELAS DE CAMPO MAIOR’, de P. Jorge Manuel Marques de Matos - Campo Maior 1995 - Muito Raro;




Portugal - Património & História - 


‘IGREJAS E CAPELAS DE CAMPO MAIOR’ 
De P. Jorge Manuel Marques de Matos 
Edição Paróquias de Campo Maior 
Campo Maior 1995 


Livro com 52 páginas, profusamente ilustrado (fotografias a cores e mapas) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

1. - Igreja Matriz 
1.1 - Anexos 
2. - Igreja de São João Baptista 
2.1 - Anexos 
3. - Convento da Imaculada Conceição 
4. - Igreja da Misericórdia 
5. - Capela do Senhor do Castelo 
6. - Igreja Matriz de Ouguela 
7. - Ermida de São João Baptista 
8. - Ermida de Nossa Senhora da Enxara 
9. - Centro Pastoral Verbum-Dei 
CONCLUSÃO 

Bibliografia 


Preço: 27,50€; 

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Política Internacional - ‘A AGENDA PERDIDA DA RECONSTRUÇÃO PÓS-BÉLICA: O Caso de Timor-Leste’, de Mónica Rafael Simões - Coimbra 2001 - Muito Raro;




Política Internacional - A reconstrução do país após mais de duas décadas e meia de ocupação Indonésia e as políticas de conciliação entre as facções independentista e os colaboracionistas com os ocupantes, após a restauração da autonomia e os massacres dos grupos terroristas contra as populações civis 


‘A AGENDA PERDIDA DA RECONSTRUÇÃO PÓS-BÉLICA: O Caso de Timor-Leste’ 
De Mónica Rafael Simões 
Prefácio de Vital Moreira 
Edição Quarteto 
Coimbra 2001 


Livro com 120 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito raro. 


“Uma das tarefas incontornáveis do processo de reconstituição das sociedades saídas de regimes repressivos ou de guerras civis destruidoras consiste na reconciliação nacional.
Neste aspecto, um dos problemas mais árduos e controversos tem a ver com a maneira como se encara o passado muitas vezes ainda dramaticamente vivo, das violações mais grosseiras dos direitos humanos.
A vasta literatura sobre a transição democrática em países saídos de regimes violentamente repressivos ou de devastadores conflitos armados internos, mostra que as opções caem numa de duas dicotomias quanto ao modo de encarar a passada violação dos direitos humanos: esquecer / lembrar, perdoar/ punir.” 
Vital Moreira - in PREFÁCIO 


Preço: 27,50€; 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Angola & História - ‘MPLA - A REVOLUÇÃO TRAÍDA - 13 Teses da minha Defesa - NITO ALVES’ - Luanda 2021 - MUITO RARO;












Angola & História - O documento histórico da defesa e justificação das atitudes de Nito Alves e do seu grupo após a suspensão de dirigente pelo CC do MPLA, sendo este dirigente o elemento preferencial do PCUS e da URSS, nas relações bilaterais e internacionalistas, tendo estado em representação de Angola no 25.* Congresso em Moscovo, acompanhado de José Van Dúnem em Fevereiro de 1977…


‘MPLA - A REVOLUÇÃO TRAÍDA’
13 Teses da minha Defesa - NITO ALVES 
Prefácio de José Reis 
Posfácio de Manuel Santis Torres 
Edição ELIVULU 
Luanda 2021 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
Nota: as fotografias não fazem parte do livro. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa: 
“…Mas quando a minha conversa teve lugar com Frank Carlucci, já a CIA estava bem entrincheirada em Angola e pretendia expulsar a influência soviética pela força e não dialogar com o MPLA…
…A CIA, por sua vez, em 1976, já dispunha de 83 agentes na Angolan Task Force no terreno, num plano de estreita cooperação com a África do Sul ‘e com os chineses, que apoiariam a UNITA e a FNLA na sua luta contra os soviéticos, a quem disputavam o aumento de influência em África’.“
Rui Mateus, ‘CONTOS PROIBIDOS - Memórias de um PS Desconhecido’ 

“…Há algumas semanas, descobri um relatório redigido pela CIA, intitulado ‘The Angolan Leadership: current perspectives and prospects after Neto’. Foi escrito por Randy Pherson e publicado em Dezembro de 1978. Actual presidente da próspera ‘Pherson Associates’, ‘especializada na oferta de formação em técnicas analíticas avançadas, destinadas a analistas que trabalham como métodos analítico básicos de espionagem, contra-terrorismo, contra-informação, negação e engano e segurança interna’, tive esperança de o poder entrevistar, mas, depois de responder a um primeiro e-mail, Randy remeteu-se a um silêncio obstinado… Embora Randy se tenha recusado a conversar comigo, outro norte-americano mostrou-se mais aberto e comunicativo. Refiro-me ao embaixador Don McHenry, um afro-americano que foi vice-representante dos Estados Unidos nas Nações Unidas, entre 1977 e 1979, e exerceu funções como representante permanente entre 1979 e 1981. Numa conversa telefónica, falando do seu gabinete na Universidade de Georgetown, disse-me que tivera uma boa reação com Neto. A,nos mantiveram o que descreveu como ‘conversações produtivas’, em 1977, 1978 e 1979. Segundo McHenry, ao longo deste período, ‘Neto mostrou-se muito interessado em criar uma relação com Os Estados Unidos’… Não obstante, é com surpresa que oiço o embaixador admitir a presença de várias personalidades norte-americanas em Luanda, no dia 27 de Maio de 1977. ‘A nossa presença não era segredo’ disse. Estivermos lá, durante vários dias, e falámos com Lopo do Nascimento (o primeiro-ministro)…“ 
Lara Pawson - ‘EM NIME DO POVO - O Massacre que Angola Silenciou’ 

“…O fantasma de um pretenso ‘grupo Nito’, o fantasma do ‘Golpe de Estadi’ é, como ficou exaustivamente e objectivamente denunciado, demonstrado e desmontado ao longo da minha defesa, uma criação de iniciativa e responsabilidade histórica das forças da reacção interna objectivamente ao serviço do imperialismo, que, para tanto, consertou a sua acção com as forças externas da reacção mundial. São agentes provocadores da própria DISA quem montou o fantasma, como se viu nos documentos comprovados do ponto de vista jurídico, cuja validade jamais seria contestada em nenhum tribunal do mundo. Mas os verdadeiros réus são os advogados da pequena e média burguesia, os conscientes defensores da reacção interna. A aliança reaccionária entre à direita, os anti-comunistas e os maoistas são a expressão do instrumento político-ideológico daquela base social, cuja ampla plataforma é o anti-sovietismo…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Defesa’, 1977 


Da BADANA: 
“…As exigências que acabo de formular não ultrapassam o aspecto formal. A questão de fundo, como claramente venho demonstrando ao longo deste extenso documento que trago à vossa consideração, situa-se em termos ideológicos e de princípio e a História, por mera casualidade perante mim a pesada e inadiável responsabilidade de classificar profundamente o fenómeno em curso, de forma a que os mais altos ideais revolucionários dos operários, dos camponeses, dos intelectuais revolucionários, dos sectores patrióticos da burguesia, em suma, de todo o povo que se levantou em armas há cerca de 16 anos, irmanados numa ampla frente nacional anti-imperialista que é o MPLA, dizendo não à exploração do homem pelo homem e que há pouco definiu sem ambiguidades a sua opção socialista, não sejam traídos por manobras tecidas por oportunistas de todos os países, por manipulações reaccionárias alicerçadas na santa aliança de sociais-democratas e maoistas que embora se sirvam da capa do marxismo-Leninismo, mais não fazem quedavam um fosso cada vez mais profundo entre o MPLA e o movimento revolucionário mundial em geral e o campo socialista em particular, de forma a criar as condições para a implantação de um regime neo-colonial, para uma real e efectiva dependência face ao capitalismo internacional…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Dedesa’, 1977 

“… Olhando as coisas sob um prisma da contra inteligência, eis como estão a proceder, neste momento, em Angola, os presumíveis oficiais da CIA que, segundo fontes citadas, estão infiltrados na DISA para operações contra-revolucionárias de destabikização política… Essa política tem de acabar definitivamente, há que negar a condução de revolução seguida até agora; esta é uma imperiosa necessidade que se impõe. Não se trata de um quadro nauseante de luta de influências - é falso e reaccionário apresentar assim o problema. É o próprio futuro da revolução que está em causa…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Defesa’, 1977 

“Tamanho é o manancial de provas que nos revelam aquelas treze questões, grandes na denúncia, que só por si são a arma de arremesso contra os que urdiram a trama. Não fosse assim e não teriam suportado os horrores da tortura e sucumbido, todos aqueles que, em algum momento, passaram os olhos por tão odiadas páginas, ou que a mera suspeita do carrasco assim o tivesse ditado. No interior da DISA, por exemplo, alguns dos seus quadros atingidos pelo ‘fraccionismo’, viram a pena agravada, isto é, foram passados pelas armas, quando, no móbil do crime, aparecia a perversa leitura das perniciosas teses. E quem as leu não viu tudo, pois das 143 páginas policopiadas que foram entregues ao MPLA, há a acrescentar os anexos, um conjunto de documentos probatórios, que levaram sumiço e nunca, mesmo a pedido, nos chegaram às mãos…“ 
José Reis, in ‘ANGOLA O 27 DE MAIO - A História por Contar’ 



Do ÍNDICE: 

Cronologia da vida de Nito Alves 
NOTA PRÉVIA 
Algumas breves palavras sobre a urgência da publicação deste livro 
PREFÁCIO 
“DIREITO À DEFESA” 

13 TESES em minha defesa 
Isto também é a nossa história 
Pontos e causas das divergências 

1.a TESE 
- O método dialético e o método metafísico 
2. TESE 
- Os antecedentes históricos - as diversas frentes de luta guerrilheira nunca se encontraram 
3. TESE 
- O que é ser vanguarda 
4. TESE 
- Unidade nacional 
5. TESE 
- O anti-sovietismo 
6. TESE 
- A CIA e a revolução angolana 
7. TESE 
- Como iludir o povo 
8. TESE 
- A importância do estudo da teoria 
9. TESE 
- A propósito da opção socialista 
10. TESE 
- Um partido leninista ou um partido social-democrata maoista ? 
11. TESE 
- Análise global do 3.* Plenário do Comité Central - o verdadeiro significado dos cinco minutos que entraram na história do MPLA. As teses em confronto 
12. TESE 
- Conclusão final 
As causas reais e objectivos das nossas divergências nos planos filosóficos, ideológico, organizativo e histórico. A dualidade de critérios de disciplina 
13.a TESE 
- Exijo, no imediato, severa Justi aos verdadeiros réus: e verdadeiro veredicto 

Brevíssimas notas à Guisa de Posfácio 


Preço: 67,50€; 

Portugal - PREC & BD - ‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ (Desenhada), de José Paulo Simões - Lisboa 1977 - MUITO RARO;









Portugal - PREC & BD - A esquerda ligada ao PCP lançou quer durante o PREC, quer posteriormente diverso material de combate político na imprensa afecta e nas suas editoras, entre informação diária através do matutino ‘O DIÁRIO’ com cartoons e este álbum extremamente sarcástico e hoje em dia um documento histórico de grande raridade 


‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ 
(Desenhada) 
De José Paulo Simões 
Editorial Caminho 
Lisboa 1977 


Álbum de Banda Desenhada, com 40 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


PERSONALIDADES RETRATADAS: 
Neste álbum, são retratados inúmeras personalidades políticas, nacionais e estrangeiros, entre uns adversários do PCP e outros mesmo inimigos assumidos pelos dois lados. 
Entre os primeiros reconhecem-se do PS, Mário Soares, Salgado Zenha, Manuel Alegre, Sotto Mayor Cardia, Jorge Campinos, Raúl Rego, António Barreto, Marcelo Curto, Almeida Santos e Lopes Cardoso, do PPD/PSD, Francisco Sá Carneiro e Magalhães Mota, do CDS, Freitas do Amaral e General Galvão de Melo. Dos militares, General António de Spínola, General Kaúlza de Arriaga e o capitão Tomás Rosa. Do regime anterior, Oliveira Salazar, Marcelo Caetano e Américo Tomás. Da descolonização, Jorge Jardim, Holden Roberto e Jonas Savimbi. E ainda Vera Lagoa (Maria Armanda Falcão) a célebre directora do semanário ‘O Diabo’ e Chico da Cuf (Francisco Ferreira, um dissidente do PCP). Dirigentes políticos internacionais, Gerald Ford, Henry Kissinger, Frank Carlucci, Giscard D’Estaing e o escritor e dissidente russo Alexander Soljenistine.
E entre os inimigos e ódios, Acácio Barreiros (UDP) e Arnaldo Matos (MRPP), além do PCP(ml), a AOC, o MDLP e o ELP. 



A DIREITA DE CARA À BANDA 
(Desenhada) 
- OS 7 MAGNÍFICOS 
- NOIVADOS 
Ou ‘as paixões inconfessáveis da família direitinha’ 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
À atenção do leitor: esta história não deve ser lida por pessoas nervosas ou reaccionárias !!! 
- JOGO DA GLÓRIA DOS DIREITINHAS 
- O CAPUCHINHO VERMELHO 
Uma dos ‘Direitinhas’ quando crianças 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
A maldição da Múmia 


Preço: 52,50€; 

Guiné & Cabo Verde - ‘DO PAIGC AO PAICV’ - Mem Martins 1981 - MUITO RARO;










Guiné & Cabo Verde - Documentos fundamentais para a análise e compreensão da divisão que se registou no PAIGC após em Bissau João Bernardo Vieira ter derrubado Luís Cabral em 1980, e tomado a liderança do PAIGC (partido único comum à Guiné e a Cabo Verde) e do Estado guineense, com a denúncia da supremacia dos quadros originários do arquipélago Caboverdiano, levando estes à separação com a designação de PAICV (Partico Africano para a Independência de Cabo Verde). 


‘DO PAIGC AO PAICV’ 
Documentos 
Edição PAICV 
Impressão Gráfica Europan, L.da 
Mem Martins 1981 


Livro com 132 páginas, em bom estado de conservação, capa com algum desgaste e miolo impecável. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da INTRODUÇÃO: 
“Fundado a 19 de Setembro de 1956 por Amílcar Cabral, Aristides Pereira, Luís Cabral, entre outros jovens patriotas da Guiné e Cabo Verde esteve durante cerca de 25 anos à frente de uma das mais árduas lutas de libertação que conheceu o continente africano, para se consolidar, primeiro como movimento político-armado escudado nas largas massas da população, desenvolvendo depois, com brilhantes sucessos, uma Acção armada e diplomática contra a potência colonizadora, dando finalmente aos dois países, que libertou da dominação portuguesa, as bases da sua afirmação no concreto das nações e da consolidação das conquistas arrancadas com tanto sacrifício. 
No contexto do ‘Movimento Libertador Africano’, a própria concepção do PAIGC como partido binacional surge não só como uma necessidade estratégica da luta pela independência dos povos da Guiné e de Cabo Verde, mas também como resposta concreta à ideia pan-africanista da necessidade de unidade a nível continental. 
(…) 
Ignorando a ideologia do Partido e os mecanismos do seu funcionamento, os homens do golpe do 14 de Novembro de 1980 preferiram recorrer às armas, bloqueando logo a seguir todas as hipóteses de diálogo com uma torrente de declarações públicas insensatas que atingiriam gravemente o prestígio da gloriosa luta de libertação dos povos da Guiné-Bissau e Cabo Verde. 
Dolorosa mas clara evidência: o PAIGC estava enfermo dos desvios denunciados pelo seu Secretário-Geral na reunião do CSL de Junho de 1980, e foi destruído pelo folpe que lhe vibraram os homens do 14 de Novembro. 
A reflexão colectiva que levou os militantes de Cabo Verde à dolorosa conclusão da destruição do PAIGC e à proclamação do PAICV como força continuadora da obra encetada em Cabo Verde sob a égide do partido de Cabral foi longa e amadurecida. 
(…)“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Sobre alguns problemas ideológicos no seio do PAIGC 
(Extracto do Relatório do Secretário-Geral do PAIGC ao CSL em Junho de 1980) 
- Despachos 
- Comunicado do Conselho de Ministros 
- Mensagens trocadas entre o Secretário-Geral do PAIGC e o Comandante 
de Brigada João Bernardo Vieira 
- Comunicação do Secretário-Geral do PAIGC 
- Comunicado do CNCV do PAIGC 
- Cimeira de Luanda - Comunicado 
- Conferência Nacional dos militantes do PAIGC.
Discurso do camarada Secretário-Geral 
- Proclamação 
- Resolução Geral 
- Discurso do Primeiro-ministro, Comandante de Brigada Pedro Pires 
no comício de encerramento do I.* Congresso do PAICV 
- Discurso do Secretário-Geral camarada Aristides Maria Pereira 
no encerramento do I.* Congresso do PAICV 


Preço: 47,50€; 

Portugal & História - ‘VIRIATO’, de Paulo Farmhouse Alberto - Lisboa 1986 - Raro;





Portugal & História - A saga e ousadia do líder lusitano que se opôs com tenacidade e coragem aos enviados de Roma no território actual do país 


‘VIRIATO’ 
De Paulo Farmhouse Alberto 
Edição Inquérito 
Lisboa 1986 


Livro com 86 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE: 
“Viriato, na Hispânia, um Lusitano de nascimento, sendo pastor e salteador, foi para todos os romanos motivo do maior terror, a princípio atacando os caminhos, depois devastando as províncias, por último vencendo, pondo em fuga, subjugando exércitos de pretores e cônsules romanos.”



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Circunstância Histórica 
- As guerras da Lusitânia antes de Viriato 
Sérvio Suplício Galba e o massacre de 151 
- Viriato 
- Os Lusitanos sob Viriato 
- O Tratado de 140 a. c. 
- Servilio Cepião e o fim da guerra de Viriato 
- Depois de Viriato 

ALGUNS TEXTOS ANTIGOS SOBRE VIRIATO 
- A eleições de Viriato 
- Retrato de Viriato 
- Viriato: o chefe ideal 
- O banquete 
- Eloquência e razão 
- A morte 
- O funeral 

Breve referência bibliográfica de consulta básica 


Preço: 17,50€;