domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Moçambique & Literatura - Revista Cultural ‘LICUNGO’, n. 5 - Nov./2016 - Cascais 2016 - Muito Raro;




Moçambique & Literatura - Uma colectânea de contos e poesia de autores diversos editada pelo Círculo dos escritores moçambicanos na diáspora, em Portugal 


Revista Cultural ‘LICUNGO’, n. 5 - De Novembro de 2016. 
Coordenação de Delmar Maia Gonçalves 
Capa de Isabel Carreira 
Ilustrações de São Passos e Isabel Carreira 
Fotografia de Marques Valentim 
Edição do CEMD Edições (Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora) 
Cascais 2016 


Exemplar com 106 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Do ÍNDICE: 

“Breves Anotações sobre a sociedade moçambicana actual”
Por Delmar Maia Gonçalves 
- “Marrabenta (ritmo que faz uma pessoa dançar até rebentar, explodir) 
Álvaro Giesta 
- “O Status Quo da Poesia” 
Álvaro Giesta 
- “Consciência e Utopia da Diáspora” 
Carlos Jorge Pedroso 
- “Uma interpretação do livro ‘FUZILARAM A UTOPIA’ de Delmar Maia Gonçalves 
Vera Novo Fornelos 
- “O Azarado” 
Ascêncio de Freitas 
- “Goa, a Pérola da Índia” 
Ester de Sousa e Sá 
- “Uma crónica (A mãe e o nobre acto de amamentar os filhos)”
João de Deus Rodrigues 
- “O Pianista” (continuação) 
Sibila Aguiar 
- “Remexendo velhos papéis” 
Rejane Machado 

POESIA 
- Carmen Lúcia Hussein 
- Conceição Alves 
- Conceição Oliveira 
- Conceição Rocha 
- Duo Boci 
- Filipa Vera Jardim 
- Gisela Ramos Rosa 
- Jaime Rafael Munguambe Jr 
- Jorge Campos 
- Jorge Viegas 
- Liliana Lima 
- Lobitino Almeida Ngola 
- Lourdes Peliz 
- Manuel Carlos Chionga 
- Maria João Lopes Gaspar de Oliveira 
- Maria Saturnino 
- Milene Barazzetti 
- Sónia Sultuane 
- Teresa Xavier 
- Vera Novo Fornelos 
- Vitor Burity da Silva 
- Zélia Torres 


Preço: 27,50€; 

Angola & Literatura - ‘A ANGÚSTIA DO FIM’, de Carlos Ferreira - Luanda 2001 - MUITO RARO;




Angola & Literatura - Crónicas, relatos e poesia, fazem parte da bibliografia deste autor, com diversos títulos editados 


‘A ANGÚSTIA DO FIM’ 
De Carlos Ferreira 
Edição Chá de Caxinde 
Luanda 2001 


Livro com 94 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa:
“Nesta colecção, iniciada no mês e ano em que 
Angola completa um quarto de século de 
independência, várias vozes vão exprimir o 
pensamento dos que, internamente ou no exterior, 
sendo ou não angolanos, estão com este país.“


O Autor:
“CARLOS FERREIRA 
40 anos, natural de Luanda. 
Realizador se programas de rádio e co-fundador da Brigada Jovem de Literatura em 1982.
É autor, entre outros, de títulos como ‘Projecto Comum’, ‘Começar de Novo’, ‘Voz à Solta’, ‘Marginal’, ‘Namoro o Mar e Ressaca’, todos de poesia, e ‘Saber a Sal’ (crónicas). Membro da União dos Escritores Angolanos, é ainda autor, premiado várias vezes, de letras para canções.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
- Quatro e meia da manhã 
- Extracto de um diário 
- Dia seguinte 
- 1980 Vitória - Palácio Principal 
- 1991 
- 1997 (extractos do diário) 


Preço: 32,50€; 

Angola - O Continente & História - ‘A PILHAGEM DE ÁFRICA’, de Tom Burgis - Lisboa 2019 - Raro;




Angola - O Continente & História - Um exaustivo e aprofundado trabalho de recolha e análise de informação sobre a forma como as novas elites africanas são cúmplices, associadas das pilhagens de todos os recursos e matérias-primas em África, em benefício próprio com enriquecimentos extraordinários enquanto os seus países e os seus contemporâneos vivem na pobreza e sem o devido desenvolvimento e qualidade de vida que essas receitas desviadas deveria proporcionar…


‘A PILHAGEM DE ÁFRICA’ 
De Tom Burgis 
Edição Vogais 20/20 Editora 
Lisboa 2019 


Livro com 398 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“Uma demonstração poderosa de como a exploração e o tráfico de matérias-primas serve o enriquecimento pessoal de alguns.“ 
‘The Times’ 

“ÁFRICA é o continente mais pobre do mundo - e também o mais rico. Embora concentre apenas 2% do PIB mundial, alberga 15% das reservas de petróleo, 40% do ouro e 80% da platina. No seu subsolo jaz um terço das reservas minerais do planeta. Mas o que poderia constituir a salvação do continente é, pelo contrário, uma maldição. 

Os recursos naturais africanos têm sido alvo de uma pilhagem sistemática. A contrapartida do petróleo e dos diamantes é a corrupção, a violência e desigualdades sociais gritantes. Mas os beneficiários deste saque, assim como as suas vítimas, têm nome. O crescimento acelerado de África é induzido pela voracidade de recursos naturais por parte de economias emergentes como a chinesas  e alimentado  por uma rede sombria de comerciantes, banqueiros e investidores dispostos a subornar as elites políticas locais. 

Em ‘A PILHAGEM DE ÁFRICA’, Tom Burgis, premiado jornalista do ‘Financial Times’, conduz o leitor numa viagem emocionante e frequentemente chocante aos bastidores de uma nova forma de colonialismo. Ao longo de seis anos, o autor abraçou uma missão através da qual se propôs denunciar a corrupção e dar voz aos milhões de cidadãos africanos que sofrem na pele está maldição. Aliando um trabalho aprofundado de investigação a uma narrativa plena de ação, o livro traz  uma nova luz sobre os meandros de uma economia globalizada e a forma como a exploração das matérias-primas africanas concentra a riqueza e o poder nas mãos de poucos.


Da badana:
“O que está a acontecer nos estados donos de recursos em África é uma pilhagem sistemática. Tal como as suas vítimas, os seus beneficiários têm nomes. O saque do sul de África começou no século XIX, quando as expedições de descobridores, enviados imperiais, mineiros, mercadores e mercenários se internavam desde a costa até ao interior do continente, o seu apetite por riquezas minerais aguçado por diamantes e ouro à volta do entreposto que haviam fundado em Joanesburgo. Ao longo da costa africana, os operadores costeiros partiam com escravos, ouro e óleo de palma. Em meados do século XX já era extraído petróleo na Nigéria. À medida que os colonos europeus partiam e os estados africanos conquistavam a sua soberania, os colossos empresariais da indústria dos recursos conservaram os seus interesses. 

Essa máquina de pilhagem foi modernizada. Onde outrora os tratados assinados à força expropriavam os habitantes de África da sua terra, ouro e diamantes, hoje as falanges de advogados que representam as empresas petrolíferas e mineiras com receitas anuais de centenas de milhares de milhões de dólares impõem condições de miséria aos governos africanos e utilizam esquemas de evasão fiscal para retirar receita às nações pobres. Em vez dos antigos impérios, ocultam-se agora redes de multinacionais, agentes e potentados africanos. Estas redes fundem o poder dos estados e das empresas. Não estão alinhados com nenhuma nação e pertencem, antes, a elites transacionais que floresceram na era da globalização. Servem, acima de tudo, o seu próprio enriquecimento.“ 


O Autor:
“TOM BURGIS é um jornalista britânico, repórter do ‘Financial Times’. Foi durante vários anos correspondente do jornal em África. Recebeu diversos prémios pelos seus trabalhos em que denuncia a corrupção vigente no continente africano. Este é o seu primeiro livro.“ 

“Um retrato vigoroso de uma voraz máquina de pilhagem. Uma composição profícua em exemplos que mostram as ligações entre empresas corruptas e as elites africanas.” 
‘The Economist’ 

“Um excelente documento sobre a exploração. Tom Burgis prestou um grande serviço a algumas das pessoas mais pobres do mundo.“ 
‘Financial Times’ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Nota do Autor 

INTRODUÇÃO - A Maldição das Riquezas 
Capítulo 1. - Futungo, SA 
Capítulo 2. - “É Proibido Urinar no Parque” 
Capítulo 3. - Incubadoras de Pobreza 
Capítulo 4. - Guanxi 
Capítulo 5. - Quando os Elefantes lutam, a Erva é Espezinhada 
Capítulo 6. - Uma Ponte para Pequim 
Capítulo 7. - Finanças e Cianeto 
Capítulo 8. - Isto Não Tem Nada Que Ver com Deus 
Capítulo 9. - Ouro Negro 
Capítulo 10. - Os Novos Reis do Dinheiro 
EPÍLOGO - Cumplicidade 

Notas 
Agradecimentos 


Preço: 37,50€; 

Portugal & Literatura - ‘NASCIDO NO ESTADO NOVO’, de Fernando Dacosta - Lisboa 2001 - Raro;




Portugal & Literatura - Uma obra sobre o regime derrubado a 25 de Abril de 1974, o Estado Novo, que a crítica reconheceu como uma importante obra sobre a história das cerca de cinco décadas da ditadura 


‘NASCIDO NO ESTADO NOVO’ 
Narrativa 
De Fernando Dacosta 
Edição 
Lisboa 2001 


Livro com 376 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“Na tarde de 25 de Abril, a mulher de Américo Thomaz ordena, indignada, ao marido 
que mande prender os militares que o vão prender. O grande ditador do século XX não 
era para ser Salazar mas Sidónio Pais. Natália Correia profetiza: o império soviético 
começará a desandar após a derrota que os comunistas sofrerão em Portugal.
Sá Carneiro faz uma revolução (na Revolução) ao impor a amante à sociedade 
da época. D. Maria, ex-governanta de Salazar, ludibria os elementos do COPCON que lhe 
entram na casa de Benfica. Marcelo Caetano morre no Rio de ressentimento, 
desespero e autismo. Agostinho da Silva antevê: vem aí o liberalismo selvagem, 
o desemprego massivo, o neocolonialismo, o neo-esclavagismo, o neo-feudalismo e 
o neoterrorismo.“ 


Da badana: 
‘NASCIDO NO ESTADO NOVO’ 

“Portugal e o seu destin tornaram-se num tema obsessivo para tantos dos nossos melhores escritores - Mário Cláudio, Agustina, Saramago, Dacosta, Almeida Faria, Lobo Antunes, Eduardo Lourenço.“ 
Marcelo Rebelo de Sousa (Congresso do PSD);

“Um livro indispensável para conhecer a história recente de Portugal.“ 
Javier García (‘El País’) 

“Não há nada de semelhante na moderna literatura portuguesa. Fernando Dacosta é um escritor que urge ser conhecido fora de Portugal.“ 
Celso de Oliveira (‘World Literature Today’, Universidade de Oklahoma, EUA) 

“Fernando Dacosta tem sido um dos mais significativos intérpretes do universo do chamado Estado Novo, ditadura de fato cinzento e não se uniforme, dirigida por pessoas com formação universitária e não por militares.“ 
Henrik Nilsaon (‘Svenska Dagbladet’, Suécia) 

“Uma consumada arte de construção da escrita que nunca deixa de nos surpreender.“ 
E. M. de Mello e Castro (JL) 


O Autor:
“FERNANDO DACOSTA 

Romancista, dramaturgo, jornalista, Fernando Dacosta nasceu em Luanda donde foi, ainda criança, para o Alto Douro. Após frequentar o liceu na cidade de Lamego, fixa-se em Lisboa, cursa Letras e inicia-se no jornalismo e na literatura. Actualmente pertence aos quadros da ‘Visão’. 
Foi director dos ‘Cadernos de Reportagem’ e co-editor da ‘Relógio d’água’. 
Apresentou, durante 1991 e 1992 um rubrica sobre livros na RTP 1. 
A peça ‘Um Jipe em Segunda Mão’ vale-lhe o Grande Prémio de Teatro da RTP, o Prémio da Associação Portuguesa de Críticos e o Prémio Casa da Imprensa. ‘A Súplica’, ‘Sequestraram o Senhor Presidente’ e ‘A Nave Adormecida’ são outros dos seus trabalhos dramatúrgicos. 
‘Os Retornados Estão a Mudar Portugal’ detém o Prémio Clube Português de Imprensa. ‘Moçambique, Todo o Sofrimento do Mundo’, recebe os galardões Gazeta e Fernando Pessoa em 1991. ‘O Despertar dos Idosos’, o prémio Gazeta de 1994. 
Com o romance ‘O Viúvo’ conquista o Prémio de Literatura Círculo de Leitores. ‘Os Enfieis’ são o seu último romance e ‘Máscaras de Salazar’ (dez edições) a sua última narrativa.“ 



Do ÍNDICE: 

I. - PRIMAVERA 
- Adeus Estado Novo 
- Populações concordatas 
- Dissolveu-se devagar 
- Ascensão e queda 
- Os dias de ressentimento 
- A presidenta 
- Horas de vertigem 
- Afectos indestrutíveis 
- O baile do Império 
- Aliviados mas vazios 
- Sem abril 
- Capitães indestrutíveis.

II. - VERÃO 
- Vícios verticais 
- Carnavais chungas 
- O pássaro 
- Casas de passe 
- Mundo abdómen 
- Galãs do Estado Novo 
- Navio na cidade 
- A subversão do riso 
- Bec sem saída 
- Cronista de bordo 
- Maravilhosa Edite 
- A imperadora 
- Lágrimas para Amália 
- Mãe-coragem 
- Mutantes excepcionais 
- O Avô Lisboa 
- As seduções de Sidónio 

III. - ESTIO 
- A natalidade de Natália 
- Esposo-irmão 
- Descomplicar a cultura 
- Aventuras desesperantes 
- A paixão do século 
- Memória silenciada 
- Triângulo religioso 
- O carteiro de Deus 
- O santo pagão 
- O cardeal esfíngico 
- Tocar Chopin 

IV. - INVERNO 
- Matar África 
- O pecado da Igreja 
- A invenção de Abril 
- Caçadores caçados 
- A odisseia do retorno 
- África sempre 
- Cidade de negros 
- Enlouquecer em África 

V. - OUTONO 
- O sequestro 
- Avareza afectiva 
- Entre regimes 
- Milenarismo português 
- Violência silenciosa 
- Morder a língua 
- O cume de Saramago 
- O despertar dos idosos 
- Purificar o sangue 
- Um ser que veio do futuro 
- Branco de segunda 
- As cinco estações 


Preço: 25,00€; 

África & Literatura - ‘TRIBALICES’, de Henri Lopes - Lisboa 1980 - MUITO RARO;




África & Literatura - Esta a obra mais destacada deste autor, que passou pelas mais altas funções governamentais pelo governo do Congo-Brazzaville - apesar da sua nascença em Kinshasa… - que recebeu o mais importante galardão literário da África Negra 


‘TRIBALICES’ 
DE Henri Lopes 
Edições 70 
Lisboa 1980 


Livro com 120 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“VOZES DE ÁFRICA 

Nestes oito contos, Henri Lopes 
denuncia o neocolonialismo que tem dominado 
e continua a dominar tantos países africanos.
Referindo-se aos tempos do Congo 
‘independente’ do Abade Fulbert Youlou, 
o autor desfere um ataque violento 
contra os senhores de um poder caracterizado pelo 
despotismo, pela corrupção e pela incapacidade.“ 


O Autor:
“HENRI LOPES 
Nasceu a 12 de Setembro de 1937, em Kinshasa (Zaire). Após os estudos primários em Brazzaville e Bangui, prosseguiu os seus estudos em França, em Nantes e Paris. Aqui licenciou-se em História e leccionou, durante dois anos, em Liceus da região parisiense. 
De 1957 a 1961, foi membro do Comité Executivo da Federação dos Estudantes da África Negra em França e presidente da Associação dos Estudantes Congoleses. 
De regresso ao Congo-Brazzaville, em 1965, passou rapidamente do ensino da História, na Escola Normal da África Central, para a Direcção-Geral de Ensino. Isto antes de se tornar ministro da Educação Nacional, primeiro-ministro e ministro das Finanças, sucessivamente. 
Autor de artigos e poemas, tornou-se conhecido a partir de 1972, quando foi atribuído o Grande Prémio Literário da África Negra ao seu livro de contos ‘TRIBALICES’. Publicou posteriormente dois romances: ‘La Nouvelle Romance’ (1976) e ‘Sans Tam-Tam’ (1977).“ 



Do ÍNDICE: 

O Autor e o Livro 
Dedicatória 

PREFÁCIO
- Por Guy Tirolien 

- A fuga da mão hábil 
- Ah, Apolline ! 
- O senhor deputado 
- O antigo combatente 
- O homem da sociedade 
- O adiantamento 
- A garrafa de uísque 
- A conspiração 


Preço: 25,00€; 

sábado, 15 de novembro de 2025

África Austral & Rhodesia - ‘RHODESIANS NEVER DIE’, by Peter Godwin e Ian Hancock - London 1993






África Austral & Rhodesia - A resistência e luta do regime minoritário liderado por Ian Smith contra a guerrilha negra da ZAPU de Mugabe e a ZANU de Joshua Nkomo 


‘RHODESIANS NEVER DIE: 
The Impact of War and Political Change on White Rhodesia (1970-1980)’ 
By Peter Godwin e Ian Hancock 
Edition Boabab Books 
London 1993 


Livro com 420 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 


SINOPSE: 
“This book tells the story of how White Rhodesians, three-quarters of whom were ill-prepared for revolutionary change, reacted to the "terrorist" war and the onset of black rule in the 1970s. It shows how internal divisions--both old and new--undermined the supposed unity of White Rhodesia, how most Rhodesians begrudgingly accepted the inevitability of black majority rule without adjusting to its implications, and how the self-appointed defenders of Western civilization sometimes adopted uncivilized methods of protecting the "Rhodesian way of life." This is a lively and accessible account, based on careful archival research and numerous personal interviews. It sets out to tell the story from the inside and to incorporate the diverse dimensions of the Rhodesian experience. The authors suggest that the Rhodesians were more differentiated than has often been assumed and that perhaps their greatest fault was an almost infinite capacity for self-delusion.”


“Este livro narra a história de como os rodesianos brancos, dos quais três quartos estavam mal preparados para a mudança revolucionária, reagiram à guerra "terrorista" e ao início do governo negro na década de 1970. Mostra como as divisões internas — antigas e novas — minaram a suposta unidade da Rodésia Branca, como a maioria dos rodesianos aceitou, a contragosto, a inevitabilidade do governo da maioria negra sem se adaptar às suas implicações, e como os autoproclamados defensores da civilização ocidental por vezes adotaram métodos incivilizados para proteger o "modo de vida rodesiano". Trata-se de um relato vívido e acessível, baseado em pesquisa de arquivo minuciosa e inúmeras entrevistas pessoais. O livro busca contar a história a partir de uma perspectiva interna e incorporar as diversas dimensões da experiência rodesiana. Os autores sugerem que os rodesianos eram mais diversificados do que se costuma supor e que talvez seu maior defeito tenha sido uma capacidade quase infinita de autoengano.” 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘COMPANHIA DE CAÇADORES 2418 - Na Guerra em Moçambique (1968-1970)’, de Fernando Carvalho - Porto 2021;




Portugal & Guerra do Ultramar - Relato da comissão militar que decorreu em Moçambique entre 1968 e 1970, então uma província ultramarina portuguesa da África Oriental 


‘COMPANHIA DE CAÇADORES 2418 - Na Guerra em Moçambique (1968-1970)’ 
De Fernando Carvalho 
Edição 5Livros 
Porto 2021 


Livro com 318 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa: 
“ ‘COMPANHIA DE CAÇADORES 2418 - Na guerra em Moçambique (1968-1970)’ 

Esta é a nossa história, vivida na missão da C. Caç. 2418 em MOÇAMBIQUE.
História que é nossa, que a nós diz respeito, que só nós a compreendemos... porque só nós a vivemos. Se a queremos recordar, nos seus bons e maus momentos, façamos isso enquanto estamos VIVOS! Os nossos filhos, netos e amigos nunca compreenderão (na sua maior parte) este nosso sentimento, esta nossa  vivência e apenas terão acesso a alguma informação sobre a História da Guerra de África, entre 1961 e 1974, onde não estás tu, não estou eu, nem está a C.Caç. 2418. Somos nós que temos de "gritar" que a guerra existiu... Porque o silêncio que nos envolve, sobre este período, é ensurdecedor!
A C.Caç. 2418 foi constituída em Chaves, no Batalhão de Caçadores 10, em 25 de Junho de 1968, aquando da I.A.O. (Instrução de Aperfeiçoamento Operacional), com o nomeado comandante Capitão Miliciano Acácio Gomes Tomás. Foi destinada a Moçambique, como Companhia Independente.
Saímos de Chaves em 22 de Julho de 1968, embarcamos em Lisboa, no paquete Vera Cruz, no dia 23 de Julho de 1968 e regressamos no paquete Niassa, que atracou em Lisboa no dia 16 de Setembro de 1970.
Citamos todos locais onde iniciou e nos levou a nossa missão: Chaves, Massangulo, Maniamba, Catur, Sone, Canxixe, Tambara, Furancungo, Vila Gamito e, em cada local recordamos os momentos que ainda ocorrem nas nossas memórias. 
 
Motivos de orgulho: 
Trabalhámos muito, sacrificámo-nos, sofremos. 
Cumprimos a nossa missão.”


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - História & Política - Semanário ‘PORTUGAL SOCIALISTA’, n. 104 - 15.07.76 - (‘RAMALHO EANES NA TOMADA DE POSSE’) - Lisboa 1976 - MUITO RARO;












Portugal - História & Política - A eleição do primeiro presidente da República após o 25 de Abril de 1974, em eleições livres, com a vitória esmagadora do general Ramalho Eanes, sobre os restantes candidatos que se apresentaram a sufrágio, em reportagem a tomada de posse no órgão oficial do Partido Socialista 


Semanário ‘PORTUGAL SOCIALISTA’, n. 104 - De 15 de Julho de 1976. 
‘RAMALHO EANES NA TOMADA DE POSSE’ 
Director: Sottomayor Cardia 
Lisboa 1976 


Exemplar com 16 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
O Presidente Ramalho Eanes na tomada de posse: 
- “ESTA NÃO É, NÃO PODE NEM DEVE SER TAREFA DE UM HOMEM OU SEQUER DE UM GOVERNADOR TEM DE SER MISSÃO DO POVO PORTUGUÊS.” 
- ‘ASSEGURAR A CONSOLIDAÇÃO DA DEMOCRACIA E ABRIR CAMINHO PARA UMA SOCIEDADE SOCIALISTA.’ 
Vasco da Gama Fernandes: 
- “FALTOU A ALGUNS HOMENS A NOÇÃO DO QUE É E DEVE SER A LIBERDADE.” 
- ‘ENCONTRO DE RAMALHO EANES COM TRABALHADORES RURAIS EM ÉVORA’ 

Mário Soares: 
- “ABSENTISMO DEFRAUDA A ECONOMIA PORTUGUESA.” 

Soutomayor Cardia 
- “NÃO HÁ DEMOCRACIA SEM DEBATE PÚBLICO.” 

- ‘PRIMEIRO ANIVERSÁRIO DA INDEPENDÊNCIA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE’ 


Preço: 15,00€; 

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Portugal & Angola & História - ‘BICESSE: O CAMINHO DA PAZ’, de Sónia Neto - Lisboa 2025;




Portugal & Angola & História - A 31 de Maio de 1991, sob os auspícios do então primeiro-ministro português, Cavaco Silva e do ministro dos Negócios Estrangeiros, Durão Barroso, o presidente de Angola e líder do MPLA, José Eduardo dos Santos estendeu a mão ao líder da oposição armada, Jonas Savimbi, líder da UNITA e assim que confirmou o ‘Acordo de Bicesse’ e o regresso da paz ao país ao fim de três décadas quase interruptas…


‘BICESSE: O CAMINHO DA PAZ’ 
Na voz dos seus protagonistas 
De Sónia Neto 
Prefácio de Tête Angola e Paulo Rangel 
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2025 


Livro com 160 páginas. 


“Se houve um desígnio que uniu os protagonistas dos Acordos de Bicesse, com diferentes ideologias, convicções e razões, foi o de abrirem o caminho à paz em Angola. Nestes testemunhos é transversal o sentimento de patriotismo, missão cumprida, inquietude provocada pelo bem maior e profundo amor a Angola.”
Sónia Neto in INTRODUÇÃO 


“ ‘BICESSE: O CAMINHO DA PAZ - Na voz dos seus protagonistas’, de Sónia Neto, partilha as experiências daqueles que abriram o caminho da paz em Angola. Pela primeira vez, 22 testemunhos de angolanos e portugueses revelam a memória e o conhecimento de quem viveu as difíceis negociações dos históricos ‘Acordos de Bicesse’, assinados a 31 de maio de 1991.

Ao recordar um marco histórico nas relações internacionais e na diplomacia contemporânea, este livro assegura que a experiência dos que ousaram negociar em tempos de guerra fica registada para as gerações futuras.

Um documento único que dá a conhecer em maior profundidade o processo de um esforço negocial – os actores, a estratégia, os detalhes e as adversidades – permitindo compreender o legado de um momento histórico que mudou para sempre a história de Angola.”


A Autora: 
“SÓNIA NETO - Nascida em Luanda (1969), desempenhou funções de chefe de gabinete do Ministro de Estado para os Negócios Estrangeiros da República Democrática de Timor-Leste e Nobel da Paz, José Ramos Horta e posteriormente foi Conselheira Sénior do Representante Especial das Nações Unidaspara Timor-Leste, Atul Khare.
Exerceu funções de Conselheira para África no Grupo de Reflexão do Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, durante os dois mandatos. Foi re-conduzida no cargo pelo Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.
Foi Embaixadora da União Europeia junto da República da Guiné-Bissau.
Foi agraciada pelo Estado timorense com a Medalha Nacional de Mérito «como reconhecimento do seu pro¬fissionalismo que contribuiu de modo significativo para a paz, reconstrução e estabilidade nacional» e distinguida pelo Reino de Espanha com a Ordem de Isabel a Católica e pelo Estado guineense com a Ordem Nacional Colinas de Boé.
Concluiu a parte curricular do Doutoramento em História, Defesa e Relações Internacionais, no ISCTE. Actualmente é enviada especial da presidente do Secretariado Permanente da Cimeira Mundial dos Nobéis da Paz e exerce funções de Conselheira para o Ismaili Imamat para as Relações Diplomáticas.
É autora do livro ‘Por Timor-Memórias de Dez Anos de Independência’ e Co-autora de ‘Um Europeu Lusófono’.”


Preço: 37,50€;