domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Igreja & História - ‘SANTO SUDÁRIO’, de Lagrifa Fernandes - Fátima 2002 - Raro;




Igreja & História - Análises em torno do Santo Sudário e do seu historial de séculos 


‘SANTO SUDÁRIO’ 
De Lagrifa Fernandes 
Edição Cidade do Imaculado Coração de Maria 
Fátima 2002 


Livro com 80 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


O Autor: 
“LAGRIFA FERNANDES 
- Diplomado pela Universidade Técnica de Lisboa (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas); Curso de Aperfeiçoamento Profissional.
- Exerceu a aus actividade profissional durante mais de 30 anos no antigo Ultramar português, como hidrometrista, topógrafo de engenharia e assistente técnico do Instituto de Investigação Científica de Angola. Em 1974 foi-lhe concedida uma bolsa de estudos para frequentar a Sorbonne, em Paris. 
- Tomou parte em congressos técnicos e científicos, nomeadamente na Conferência Mundial sobre a Protecção da Natureza, em Banff, Canadá. 
- Foi dirigente de várias instituições culturais angolanas, nomeadamente do Grupo ‘Amigos de Luanda’, do Elos Clube e da Liga para a Protecção da Natureza de Angola. 
- Jornalista: foi redactor do ‘Diário de Luanda’ e do ‘ABC’, colaboração dispersa em outros jornais e revistas; correspondente da Agência ‘N.P.’; e chefe de redacção do jornal ‘Voz de Fátima’ (de 1979 a 1986). 
- Produtor e locutor da Emissora Católica de Angola e de outras estações radiofónicas.
- Esteve presente nas seguintes reuniões internacionais de Sindonologia: 
Bolonha, Simpósio de 7 a 7 de Maio de 1989; 
Cagliari (Sardenha), de 20 a 30 de Abril de 1990; 
Turim, em Junho de 1998; e 
Congresso Mundial de Orvieto (Itália), em Agosto de 2000. 
- Sobre este e outros temas (literários e científicos) já pronunciou centenas de palestras e conferências, nomeadamente nos Estados Unidos. “ 


Obras do Autor: 
Autor de várias peças de teatro, reportagens e livros de poesia: 
- ‘Canção dos Meus Tipoieiros’ (1969); 
- ‘Kaiala’ (1962). 
- ‘Rosa de Ouro’ - Distinguido com o 1.* Prémio, de poesia pelos Serviços Culturais da Câmara Municipal de Luanda (1964). 
Mensões honrosas em outros concursos literários. 
Participou no I Encontro de Escritores de Angola (1963). 
E no I Encontro de Escritores Portugueses (1965). 
Foi membro da Sociedade Portuguesa de Escritores. 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
O QUE É O ‘SANTO SUDÁRIO’ 

O PROBLEMA DA AUTENTICIDADE 
- O que diz a Medicina 
- História 
- Estudos 

O PROBLEMA DA IDENTIDADE 
- Cálculo matemático de probabilidades 
- Singular desafio 

O PROBLEMA DA TRIDIMENSIONALIDADE 
- ‘Flash’
- Algumas citações… 

CONGRESSOS 

CONCLUSÕES 
- As consequências… 
- Mensagem 
- Em louvor… 
- Recado final 
- Testemunhos 

ANEXOS 
- Uma verdade científica 
- Para saber mais… 
- Homenagem 
- Palavras dos Papas 
- ÚLTIMA HORA 


Preço: 27,50€; 

Política Internacional & História - ‘VIVA TIMOR-LESTE !’ - Nova Iorque 2002 - MUITO RARO;
















Política Internacional & História - O território de Timor-Leste, inicialmente como colónia portuguesa, no processo de descolonização e em plena guerra civil - com a administração portuguesa refugiada na ilha de Ataúro - a invasão Indonésia, ocupação e guerra de resistência timorense até ao referendo de 1999, a retirada da potência ocupante, referendo e independência, uma obra das Nações Unidas / UNTAET que divulga o novo país 


‘VIVA TIMOR-LESTE !’ 
Essays - Anecdotes - Photos - October 1999 / 2002 
Edition by UNTAET (United Nations Transitional Administration in East Timor) 
Office of Communication and Public Information (OCPI) 
Nova Iorque 2002 


Livro com 160 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Obra bilíngue, português e tétum. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: / Table of CONTENTS: 

Foreword * Introdusaum 
Our Country at last * Ikus mai ita nia rain 
A Precious Peace * Dame ho haksolok 
The Humanitarian effort * esforsu umanitariu 
Rebuilding a shattered Land * harii nasaun ida nehe rahun 
From devastation to Democracy * Dalan hosi destruisaun ba Demokasia 
Creating a free Press * Harii imprensa nehe livre 
Reviving the economy * Hari fali ekonomia 
The way forward * Dalan ba oim 
Afterword 
Acknowledgments * Obrigadu barak ba 


Preço: 72,50€; 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Angola & História - ‘VIDAS E MORTES DE ABEL CHIVUKUVUKU’, de José Eduardo Agualusa - Lisboa 2023;








Angola & História - A extraordinária vida e ‘mortes’ de Abel Chivukuvuku, um dos mais brilhantes membros da UNITA insubmissos a Savimbi, relatadas por José Eduardo Agualusa com pormenores rocambolescos e trágicos 


‘VIDAS E MORTES DE ABEL CHIVUKUVUKU’ 
Uma Biografia de Angola 
De José Eduardo Agualusa 
Edição Quetzal 
Lisboa 2023 


Livro com 254 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da Abertura: 
“Enquanto esperava as balas, 
as pancadas, a cruel morte que 
viria, Abel Chivukuvuku viu-se 
a si próprio criança, no Dondi, 
escalando as mangueiras e 
nespereiras da horta familiar; 
viu os meninos vestidos de 
fato e gravata, na hora do culto, 
e voltou a experimentar a emoção 
dos tempos em que, à beira 
do palco, escutava o seu irmão a 
cantar com os Cadência 7, 
a melhor banda de rock do planalto 
central de Angola, nos vertiginosos 
anos setenta.“ 


Da contracapa:
“Esta é a histeria um homem cujo nome, Chivukuvuku, significa ‘bravura’. Um homem casado com uma mulher chamada Victória. Um homem nascido a 11 de Novembro (data da independência de Angola), e que dedicou toda a sua vida ao combate pela democratização do seu país.
Abel Epalanga Chivukuvuku sobreviveu a tudo: duas quedas de avião durante a guerra civil, um atentado, uma terrível tentativa de linchamento, várias conspirações e ameaças, sem jamais perder a alegria pela vida e a capacidade de perdoar, de escutar o outro e de dialogar.
No contexto da história recente de Angola, a figura de Abel Chivukuvuku e o seu destino extraordinário evocam o passado e o presente, as exceções e as escolhas, as dificuldades experimentaras por homens livres que nunca desistiram. Por isso, a sua história é também a história de Angola, olhada a partir do Bailundo, no coração da nação ovimbundo.“ 


Da badana: 
“Um homem com uma boa história é praticamente um rei. Se isso for verdade, então o nome de Agualusa pode contar-se entre a nova realeza africana.“ 
‘Financial Times’


O Autor:
“JOSÉ EDUARDO AGUALUSA nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de Dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura. Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro e Berlim. É romancista, contista, cronista é autor de literatura para crianças. 
Os seus romances têm sido distinguidos com os mais prestigiados prémios literários, assim como os seus livros de contos e pra crianças: O Grande Prémio do Conto APE, por exemplo, ou o Grande Prémio de Literatura para crianças da Fundação Calouste Gulbenkian.
Na área do romance, foi galardoado com o Grande Prémio de Literatura da RTP (atribuído a ‘Nação Crioula’, em 1998), e com o Independent Foreign Fiction Prize (por ‘O Vendedor de Passados’, de 2004); ‘Teoria Geral do Esquecimento’ recebeu o Prémio Fernando Namora, em 2013; foi finalista do Man Booker Prize, em 2016; e vencedor do International Dublin Literary Award (antigo IMPAC Dublin Award), em 2017. Mais recentemente, em 2022, José Eduardo Agualusa recebeu o Grande Prémio da Crónica e Dispersos Literários da Associação Portuguesa de Escritores / Câmara Municipal de Loulé pelo livro ‘O Mais Belo Fim do Mundo’. 
A sua obra está publicada na Quetzal e traduzida em mais de trinta línguas.“


Obras do Autor:
- ‘O Ano em que Zumbi Tomou o Rio’; 
- ‘Barroco Tropical’; 
- ‘Catálogo de Sombras’; 
- ‘A Conjura’; 
- ‘A Educação Sentimental dos Pássaros’; 
- ‘Estação das Chuvas’; 
- ‘Um Estranho em Goa’; 
- ‘A Feira dos Assombrados’; 
- ‘Fronteiras Perdidas; 
- ‘O Livro dos Camaleões’; 
- ‘O Mais Belo Fim do Mundo’; 
- ‘As Mulheres do Meu Pai’; 
- ‘Nação Crioula’; 
- ‘O Paraíso e Outros Infernos’; 
- ‘Passageiros em Trânsito’; 
- ‘A Rainha Ginga’; 
- ‘A Sociedade dos Sonhadores Involuntários’; 
- ‘A Substância do Amor e Outras Crónicas’; 
- ‘Teoria Geral do Esquecimento’; 
- ‘O Terrorista Elegante e Outras Histórias’ (com Mia Couto); 
- ‘O Vendedor de Passados’; 
- ‘A Vida no Céu’; e 
- ‘Os Vivos e os Outros’. 



Do ÍNDICE: 

Abertura 

- A segunda morte de Abel Epalanga Chivukuvuku 
- A linhagem dos homens-pássaros 
- Os meninos do Dondi 
- A fase romântica da guerra 
- Operação Cabinda e a primeira morte de Abel Epalanga Chivukuvuku 
- Nem sempre a pior queda resulta de um desastre aéreo 
- A batalha do Lomba 
- De como Jonas Savimbi acendeu a alta fogueira que acabou por queimá-lo 
- No coração do inimigo 
- As primeiras eleições 
- A segunda morte de Abel Chivukuvuku, segundo o seu matador - e a imprevisível ressurreição 
- Um exílio interior, seguido de nova ressurreição política 
- O testamento de Jonas Savimbi 
EPÍLOGO 

Agradecimentos 
Breve bibliografia 


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Ver entrevista do autor sobre esta obra aqui: 


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Preço: 32,50€;

Angola & Literatura - ‘COLONIZADOS E COLONIZADORES’, de Raúl David - 3 Edições da Obra - Luanda 1975, 78 e Lisboa 1984 - MUITO RARO;




Angola & Literatura - As três edições históricas desta obra do escritor Raul David, as suas primeiras saídas em Luanda e a última em edição na capital portuguesa, Lisboa 


Primeira Edição: 
‘COLONIZADOS E COLONIZADORES’ 
De Raúl David 
Edição LIVRANGOL 
Luanda 1975

Livro com 104 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 


Do ÍNDICE: 

O Autor 
Dedicatória 
A título de PRÓLOGO 

- Manuel Karitoko 
- Sorte Madrasta 
- Limite de uma aspiração 
- Kalupuku-Puku 
- Os valentões 
- Humanidade sem reservas 
- O Juiz foi apenas testemunha 



Segunda Edição: 
‘COLONIZADOS E COLONIZADORES’ 
De Raul David 
Edição Actualidade Editora 
Luanda 1978 

Livro com 104 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 


Do ÍNDICE: 

O Autor 
Esclarecimento 
Dedicatória 
A título de PRÓLOGO 

- Manuel Karitoko 
- Sorte Madrasta 
- Limite de uma aspiração 
- Kalupuku-Puku 
- Os valentões 
- Humanidade sem reservas 
- O Juiz foi apenas testemunha 



Terceira Edição: 
‘COLONIZADOS E COLONIZADORES’ - (Obra aumentada) 
Raul David 
Edições 70 
Lisboa 1984 

Livro com 200 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito raro. 


O Autor: 
“RAÚL DAVID, nome literário de Raúl Mateus ou Raúl Mateus David, funcionário público, nasceu na Ganda, província de Benguela, aos 23 de Abril de 1918. 
Fez instrução primária na vila da sua naturalidade e os estudos secundários no Seminário Menor do Sagrado Coração de Jesus, no Galangue. Exerceu diversas actividades; entre elas a de feitor no interior do país, facto que lhe proporcionou estudar a língua Umbundu, de que é conhecedor. 
Membro fundador da União dos Escritores Angolanos, esteve presente em algumas organizações culturais entre as quais se destacam o 2.* Encontro dos Escritores Afro-Asiáticos  (Luanda, 1979). 
Além de ‘Colonizados e Colonizadores’ que constituiu a sua estreia literária (1.a Ed. 1984; 2.a ed. 1978; 3.a Ed. ampliada, 1984) publicou as seguintes obras:“ 


Obras do Autor: 
- ‘COLONIZADOS E COLONIZADORES’ - Luanda 1975; E 1978; 
- ‘POEMAS’ - Luanda 1977; 
- ‘CONTOS TRADICIONAIS DA NOSSA TERRA’ - Luanda 1979; 
- ‘COLONIZADOS E COLONIZADORES’ - Lisboa 1984 (3.* edição aumentada); 
- ‘ESCAMOTEADOS DA LEI’ - Luanda 1987. 


Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
A título de PRÓLOGO 

- Manuel Karitoko 
- Sorte Madrasta 
- Limite de uma aspiração 
- Kalupuku-Puku 
- Os valentões 
- Humanidade sem reservas 
- O Juiz foi apenas testemunha 
- O ‘Olho de Vidro’ 
- A lavadeira da vizinha 
- A carta do mestre 
- A queixa de Kuleilala 
- O detective ocasional 
- O Cantinflas de Roçadas 
- No comboio das seis 
- O perneta 
- No banco dos réus 
- A morte do presidiário 
- O boi do Chipandeka 
- O cão da Miquelina 
- Brio de morte 
- A Jaqueira 
- Rescaldo de fim-de-ano 

Glossário 
O Autor 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

Política Internacional & Guerra - Coligação & UNICEF - ‘NÃO ÀS CRIANÇAS SOLDADOS !’ - Lisboa 1999 - Muito Raro;











Política Internacional & Guerra - Revista editada pela organização COLIGAÇÃO em defesa dos direitos das crianças a nível internacional e denúncia da sua utilização como soldados nas diversas milícias, grupos rebeldes, exércitos e forças armadas pelo inúmeros países de todos os continentes…


‘NÃO ÀS CRIANÇAS SOLDADOS !’  
Tradução de Catarina de Albuquerque e Maria da Conceição Antunes 
Edição Coligação & UNICEF 
Lisboa 1999 


Exemplar com 30 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque:  
- ‘CRIANÇAS SOLDADO: UMA PANORÂMICA GERAL’ 
‘DIEUDONNÉ, 16 anos, soldado rebelde e veterano de guerra’ 
- ‘UM FENÓMENO EM CRESCIMENTO’ 
‘Rapazes soldados excluídos’ 
- ‘PORQUE DEVEM OS MENORES DE 18 ANOA SEREM EXCLUÍDOS DAS FORÇAS ARMADAS ?’ 
- ‘CRIANÇAS SOLDADOS: UMA SITUAÇÃO DE TRABALHO INFANTIL’ 
- ‘AS NORMAS LEGAIS’ 
Direito Internacional Humanitário 
Regras Internacionais de Direitos Humanos 
- ‘ESTADOS QUE RECRUTAM MENORES DE 18 ANOS PARA AS FORÇAS ARMADAS’ 
Novembro de 1998 
- ‘PAÍSES EM QUE COMPROVADAMENTE AS CRIANÇAS (Menores de 18 anos) ESTÃO A SER UTILIZADAS EM CONFLITOS ARMADOS OU QUE O FORAM RECENTEMENTE’ 
Novembro de1998 
‘Carta enviada por uma rapariga de uma escola de Aboke’ (Uganda) 
‘Raparigas do Kosovo querem Matar’ 
‘A guerra mortal do Afeganistão é um jogo de crianças’ 
Colômbia: “Pequenas Abelhas” e “Pequenas Campainhas” 
- ‘PROPOSTA DA COLIGAÇÃO PARA UM PROTOCOLO FACULTATIVO EFICAZ’ 
- ‘PASSAR DOS PRINCÍPIOS À PRÁTICA’ 
‘Evitar o recrutamento e a participação’ 
‘Punir aqueles que recrutam crianças menores’ 
‘Desmobilização das crianças soldados’ 
‘MILÍCIAS DE CRIANÇAS NA SERRA LEOA RELUTANTES EM DEPOR AS ARMAS’ 
- ‘A COLIGAÇÃO PARA ACABAR COM A UTILIZAÇÃO DE CRIANÇAS SOLDADOS’ 

Seleção Bibliográfica 
Contctos da COLIGAÇÃO 
Informações sobre os Membros do Comité 


Preço: 27,50€; 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

África - Guiné-Bissau & Guerra Colonial - ‘AMÍLCAR CABRAL - E o fim do Império’, de António Duarte Silva - Lisboa 2024 - Raro;






África - Guiné-Bissau & Guerra Colonial - A história do início dos movimentos nacionalistas do PAI ao PAIGC e FLING, o papel de Amílcar Cabral na luta pela independência da Guiné e Cabo Verde, a guerra colonial, a morte / assassinato do fundador em Conacri, a descolonização e a proclamação da independência em Madina de Boé e a ascensão de Cabo Verde em 1975 


‘AMÍLCAR CABRAL - E o fim do Império’
Independências da Guiné-Bissau e Cabo Verde 
De António Duarte Silva 
Edição Temas & Debates 
Lisboa 2024 


Livro com 484 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“NESTE ESTUDO DE HISTÓRIA, DIREITO E POLÍTICA, 
MOSTRA-SE COMO AMÍLCAR CABRAL E O PAIGC 
DIRIGIRAM OS PROCESSOS DE INDEPENDÊNCIA DA 
GUINÉ-BISSAU E DE CABO VERDE, FORAM FONTES 
PRINCIPAIS DO DIREITO INTERNACIONAL DAS 
DESCOLONIZAÇÕES TARDIAS E AGENTES 
DETERMINANTES DO FIM DO 
IMPÉRIO COLONIAL PORTUGUÊS. 

Amílcar Cabral destacou-se não só pelo modo como definiu e enfrentou a luta contra o colonialismo português e a construção da unidade nacional da Guiné-Bissau e Cabo Verde numa perspectiva Pan-africana, como pela diplomacia que desenvolveu em África, na Europa, nos países comunistas, nos Estados Unidos e, sobretudo, em variadas sessões da ONU e da OUA. O PAIGC foi uma criação sua, inicialmente como movimento nacionalista com o objectivo de alcançar, por via pacífica, a independência; após o desencadeamento da luta armada em 1963, tornou-se o mais importante de todos os movimentos de libertação nacional.“ 


O Autor: 
“ANTÓNIO ERNESTO DUARTE SILVA (Arouca, 1944), licenciado e mestre em Direito. Assistente no ISCTE (1973-1978) e da Faculdade de Direito de Lisboa (1975-1987). Técnico superior e Director de Serviços do Tribunal Constitucional (1983-2014). Assessor Científico da Faculdade de Direito de Bissau (1991 e 1995-1996). Professor Auxiliar Convidado do Departamento de Estudos Políticos da FCSH da Universidade Nova de Lisboa (2000-2012).
É autor de numerosos artigos e dos seguintes livros: 
- ‘A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ-BISSAU E A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’ (Porto, Afrontamento, 1997); 
- ‘AMÍLCAR CABRAL - DOCUMENTÁRIO / Textos Políticos e Culturais’ (Apresentação e organização) (Lisboa, Edições Cotovia, 2008); 
- ‘INVENÇÃO E CONSTRUÇÃO DA GUINÉ-BISSAU’ (Coimbra, Almedina, 2010); 
- ‘O IMPÉRIO E A CONSTITUIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA’ (Lisboa, Imprensa de História Contemporânea, 2019); 
- ‘CARLOS TEIXEIRA DA MOTA - O Primeiro Diplomata Português em Luanda (Junho de 1975 - Maio de 1976)’ (org.) (Lisboa, Tinta da China, 2020).“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PRÓLOGO 
APRESENTAÇÃO 
- Explicação de Cabral 
- Autodeterminação, libertação nacional e descolonização 

Capítulo I - CABRAL E O ANTICOLONIALISMO 
Ponto de partida 
- ‘A Geração de Cabral’: reunião de Paris (1957) e Manifesto do MAC 
- O Partido Africano da Independência (PAI): a ‘mais decisiva reunião’ (Bissau, Setembro 1959) 
- Afirmação pública: a II Conferência dos Povos Africanos (Tunes, Janeiro de 1960) 
- O papel de Frantz Fanon 
- Um opúsculo: ‘A Verdade sobre o Colonialismo Português’ (Londres, Junho de 1960) 
- O PAI/PAIGC: a ‘célebre reunião de Dacar’ (Outubro de 1960) 
- Memorando ao Governo Português (Novembro / Dezembro de 1960) 
- Anúncio da Luta Armada: a Conferência de Imprensa em Londres (Dezembro de 1960) 
- O PAI apresenta-se no Cairo (Janeiro e Março de 1961) 
- Situação da luta na Guiné e em Cabo Verde (Março de 1961) 
Ação direta 
- A fundação da CONCP (Casablanca, Abril de 1961) 
- Conferência das organizações nacionalistas da Guiné e das Ilhas de Cabo Verde (Dacar, Julho de 1961) 
- Proclamação da ação direta (Agosto de 1961) 
- Memorando à Assembleia Geral da ONU (Setembro de 1961) 
- Nota Aberta ao Governo português (Outubro de 1961) 
- A Frente de Luta pela Independência Nacional da Guiné (FLING) 

Capítulo II - CABRAL E A LUTA DE LIBERTAÇÃO NACIONAL 
Preparação da luta 
- Estudos relativos à luta armada e ao quadro político 
- Relatório ao Comité Especial da ONU (Conacri, Junho de 1962) 
- Como peticionário na IV Comissão da Assembleia Geral da ONU (Dezembro de 1962) 
- Fundamentos jurídicos da luta de libertação 
- Importância do marxismo e análise da estrutura social 
- A pequena burguesia e o poder 
A luta armada e a arma da teoria 
- Início da luta armada (Janeiro de 1963) 
- Desenvolvimento da luta em Cabo Verde (Julho de 1963) 
- Salazar e a batalha de Como (Operação ‘Tridente’) 
- O Congresso de Cassacá (Fevereiro de 1964) 
- Mandato de Arnaldo Schultz (1964-1968) 
- A Conferência Tricontinental (Havana, Janeiro de 1966) 
- Salazar recorre a Spínola (Maio de 1968) 
- Conferência Afro-Asiática de Cartum (Janeiro de 1969): apoio internacional e relações com Portugal 

Capítulo III - O PAIGC E O MOMENTO DE LIBERTAÇÃO NACIONAL 
Desenvolvimento dos movimentos de libertação nacional 
A luta de libertação nacional enquanto processo revolucionário 
Reestruturação da CONCP (Dar-es-Salam, 1965) 
A perda da centralidade revolucionária da CONCP 
O PAIGC enquanto movimento de libertação nacional 
Os movimentos de libertação nacional enquanto sujeitos do direito internacional 
O PAIGC enquanto proto-Estado 

Capítulo IV - A VIA DA INDEPENDÊNCIA E A MORTE DE CABRAL 
O impasse (1968-1972) 
- O PAIGC em guerra de movimento 
- Reunião do Bureau Político do PAIGC (Boké, Outubro de 1968) 
- Primeira exposição de Spínola ao CSDN (Lisboa, Novembro de 1968) 
- Uma nova estratégia global 
- A crise do PAIGC e o Seminário de Quadros (Novembro de 1969) 
A decisão e o momento de declarar a independência 
Operações especiais (morte dos majores e ataque a Conacri) 
Segunda exposição de Spínola ao CSDN (Lisboa, maio de 1971) 
Cabral e a preparação da Declaração Unilateral de Independência (DUI) 
- Em nome dos movimentos de libertação na Cimeira da OUA (Junho de 1971) 
- A deliberação do Conselho Superior da Luta (Agosto de 1971) 
- No Conselho de Segurança: discurso e resolução 312 (Fevereiro de 1972) 
- Visita da Missão Especial da ONU (Abril de 1972) 
- A eleição da Assembleia Municipal Popular 
- Como representante na IV Comissão da Assembleia Geral da ONU (Outubro de 1972) 
Propostas de negociações (Senghor, Spínola e Gibson Barboza) 
Testamento político (Janeiro de 1973) 
A morte de Cabral 
A via aberta das DUI 

Capítulo V - A PROCLAMAÇÃO DO ESTADO 
Ofensivas e contraofensivas (1972-1973) 
Diligências junto da OUA e em Argel 
O último patamar da guerra 
II Congresso do PAIGC (Julho de 1973) 
Spínola abandona a Guiné (Agosto de 1973) 
A DUI: cerimónia no Boé (Setembro de 1973) 
Textos: a Proclamação e a Constituição 
Efeitos: reações, reconhecimentos e recusas 
A resolução 3061 da ONU (3 de Novembro de 1973) 
Admissão na OUA (20 de Novembro de 1973) 
A diplomacia em curso 

Capítulo VI - O PAIGC E A DESCOLONIZAÇÃO 
A descolonização enquanto modo de formação do Estado (doutrina) 
Na Guiné, o (duplo) princípio do fim do império 
A imposição dos movimentos de libertação nacional 
A DIU e admissão na ONU (1.a fase) 
O ‘Acordo de Argel’ e os comandos africanos 
Bissau à vista 

Capítulo VII - DESCOLONIZAÇÃO E INDEPENDÊNCIA DE CABO VERDE 
A DIU e a Unidade Guiné-Cabo Verde 
Descolonização de Cabo Verde: o Protocolo de Lisboa 
A criação da República de Cabo Verde 
A má sobrevivência do PAIGC 
- III Congresso do PAIGC (1977) 
- O 14 de Novembro de 1980 
- A cisão PAIGC / PAICV (1981) 

Capítulo VIII - TRÊS EPÍLOGOS 
Epílogo 1 - Processos históricos 
(i) - Luta de Libertação Nacional 
(ii) - Fim do Colonialismo Português 
(iii) - Independência da Guiné-Bissau 
(iv) - Independência de Cabo Verde 
Epílogo 2 - Particularidades da Independência da Guiné-Bissau 
- A DUI e a criação originária do Estado 
- A DUI como caso singular da descolonização 
Epílogo 3 - Identidades históricas 
- Nome próprio e data da independência 
- A tomada de Bissau e a chegada a Cabo Verde 
- O PAI fundador e a herança do PAIGC 

BIBLIOGRAFIA 
- Arquivos e documentos oficiais 
- Textos de Amílcar Cabral 
- Referências bibliográficas 

ANEXOS 
I. - Estatutos do Partido Africano da Independência (PAI) (1960) 
II. - Estatutos do PAIGC (1973) 
III. - Programa mínimo e Programa maior do PAIGC (1960) 
IV. - Descolonização de Cabo Verde: o Protocolo de Lisboa (1974) 
V. - Proclamação do Estado de Cabo Verde 
VI. - Biografias (algumas personalidades influentes) 

Siglas e Acrónimos 
Índice Onomástico 


Preço: 57,50€; 

Portugal & Revolução - Revista ‘TRIUNFO’, n. 626 - 28.09.1974 - (‘LOS ARCHIVOS DE LA P.I.D.E.’) - Madrid 1974 - MUITO RARO;











Portugal & Revolução - A revolução portuguesa desencadeada no dia 25 de Abril de 1974, que levou à queda do regime do Estado Novo teve sempre grande repercussão em Espanha onde ainda dominava Francisco Franco, o general que derrotou a esquerda republicana em 1939 e neste exemplar há uma reportagem histórico sobre a PIDE/DGS, a polícia política portuguesa 


Revista ‘TRIUNFO’, n. 626 - De 28 de Setembro de 1974. 
‘LOS ARCHIVOS DE LA P.I.D.E.’ 
Madrid 1974 


Exemplar com 78 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
- ‘LOS ARCHIVOS DE LA P.I.D.E.’ - de René Backmann 
‘Servicios extraordinarios’ 
‘El verdadero dueño’ 
‘La tortura del sueño’ 
‘Ex seminaristas’ 
‘Han compreendido…’ 

Portugal 
- ‘UNA LEY DE PRENSA INOVADORA’ 


Preço: 77,50€; 

Portugal - Descolonização & História - ‘ANGOLA - ACORDO PARA A INDEPENDÊNCIA’ - Lote de 3 Documentos - Lisboa 1975 - MUITO RARO;










Portugal - Descolonização & História - O ‘ACORDO DO ALVOR’ foi um documento assinado entre Portugal, potência administrante da então província ultramarina de Angola e os movimentos de libertação angolanos que lutavam pela independência - FNLA (Frente Nacional de Libertação de Angola), MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola’ e UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola) - reunidos entre 10 e 15 de Janeiro de 1975 na vila do Alvor, onde foi decido o cessar-fogo entre as partes e a data da independência para 11 de Novembro desse mesmo ano. 


‘ANGOLA - ACORDO PARA A INDEPENDÊNCIA’ 
Edição do Ministério da Comunicação Social 
Lisboa 1975 


Livro com 32 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Lote de 3 exemplares em português, espanhol e inglês. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

ACORDO 
- Discurso pronunciado pelo Dr. Agostinho Neto, presidente do M.P.L.A. 
- Discurso proferido pelo Presidente da República, general Francisco da Costa Gomes 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 


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O ACORDO DO ALVOR 
Composto por 60 artigos o documento assinado em Alvor deixava claro que, após a data de sua independência, Angola seria um estado livre e soberano. Seria adotada uma constituição, mediada por um governo de transição composto pela presença de um alto-comissariado português em conjunto com um colégio presidencial ocupado por um membro de cada movimento de libertação. 

Os comissários portugueses do processo foram (pela ordem de posse): Almirante António Rosa Coutinho, General António da Silva Cardoso, General Ernesto Ferreira de Macedo e Almirante Leonel Cardoso. 

O GOVERNO DE TRANSIÇÃO 
O acordo estabeleceu o Conselho Presidencial do Governo de Transição liderado em governo alternado por Lopo do Nascimento (MPLA), Johnny Eduardo Pinnock (FNLA) e José Ndele (UNITA). 

Ministério da Informação com a seguinte configuração: ministro Manuel Rui (MPLA), secretariado por Jaka Jamba (UNITA) e Hendrick Vaal Neto (FNLA). 

Ministério do Trabalho e Segurança Social com a seguinte configuração: ministro António Dembo (UNITA), secretariado por Cornélio Caley (MPLA) e Baptista Nguvulu (FNLA). 

Ministério do Interior com a seguinte configuração: ministro Ngola Kabangu (FNLA), secretariado por Henrique Onambwé (MPLA) e João Mulombo Vaikene (UNITA). 

Ministério da Economia com a seguinte configuração: ministro Vasco Vieira de Almeida (Portugal-Junta de Salvação Nacional); comportava as seguintes secretarias especiais: Secretaria de Estado da Indústria e Energia, sob comando de Augusto Lopes "Tutu" Teixeira (MPLA); Secretaria de Estado das Pescas, sob comando de Manuel Alberto Teixeira Coelho (UNITA), e; Secretaria de Estado do Comércio e Turismo, sob comando de Graça Tavares (FNLA). 

Ministério do Planeamento e Finanças a cargo do ministro Saíde Mingas (MPLA). 
Ministério da Justiça a cargo do ministro Diógenes Boavida (MPLA).
Ministério dos Transportes e Comunicação a cargo do ministro Joaquim Albino Antunes da Cunha (Portugal-Junta de Salvação Nacional). 
Ministério da Saúde e Assuntos Sociais a cargo do ministro Samuel Abrigada (FNLA).
Ministério das Obras Públicas, Habitação e Urbanismo a cargo do ministro Manuel Alfredo Resende de Oliveira (Portugal-Junta de Salvação Nacional).
Ministério da Educação e Cultura a cargo do ministro Jerónimo Elavoko Wanga (UNITA). 
Ministério da Agricultura a cargo do ministro Mateus Neto (FNLA).
Ministério dos Recursos Naturais a cargo do ministro Jeremias Chitunda (UNITA). 

A hierarquia militar do Governo de Transição ficou da seguinte forma: 
Comandante da Região Militar de Angola, general Ernesto Ferreira de Macedo; 
Comandante da 2ª Região Aérea, brigadeiro José Ferreira Valente; 
Comandante da Base Naval de Angola, almirante Leonel Cardoso, e; 
Comandos de Área com Pedro Timóteo "Barreiro" Kiakanwa (FNLA), João Jacob Caetano "Monstro Imortal" (MPLA) e "Edmundo Rocha" Sabino Sandele (UNITA). 


Cabo Verde & Literatura - ‘A VERDADE DE CHINDO LUZ’, de Joaquim Arena - Lisboa 2006 - Raro;






Cabo Verde & Literatura - As vivências em Portugal da comunidade cabo-verdiana na diáspora 


‘A VERDADE DE CHINDO LUZ’ 
De Joaquim Arena 
Edição Oficina do Livro 
Lisboa 2006 


Livro com 248 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“Às reprimendas de Nitinha seguia-se a sua fuga para os bares crioulos da zona de S. Bento. Ali, John Luzona tinha a prodigiosa habilidade para reinventar, por breves momentos, um cantinho acolhedor das ilhas. As empregadas crioulas habituaram-se, com o tempo, aos seus apalpões e à rudeza carinhosa na voz, já aquecida pela aguardente. Seguia-se depois uma certa exaltação ante a perspectiva de poder impressionar com as suas fantásticas e venturosas passagens pelos lugares mais inóspitos do planeta. Esse era o John Luzona que ele próprio admirava e gostava de reencontrar quando chegava a Lisboa.“ 


Da badana:
“Arsénio Cruz é um jornalista que durante semanas acompanhou a ascensão meteórica de Chindo Luz à categoria de estrela televisiva do momento. O suicídio de Chindo Luz, depois de vencer um ‘reality show’ de sucesso, deixa todos espantados e é motivo suficiente para que Baldo, o irmão mais novo, inicie uma investigação sobre o caso. 

Baldo e Chindo cresceram num dos bairros da zona oriental de Lisboa, no seio de uma família de emigrantes cabo-verdianos. Após o 25 de Abril, a família ocupou num casarão antigo, local de passagem para muitos compatriotas. Após a morte do irmão, Baldo acompanha a mãe por uma errância pela ilha natal, onde conhecerá Eva Lima, responsável por uma ONG, que o vai recolocar, com a ajuda de Arsénio Cruz, na pista do misterioso desaparecimento de Chindo Luz. 

Traçando um primoroso retrato de um certo Portugal dos últimos trinta anos, ‘A VERDADE DE CHINDI LUZ’ é uma obra que nos apresenta o processo de descoberta da identidade cultural pelas comunidades emigrantes que habitam na orla das grandes cidades, mas que nos proporciona, também, uma viagem ao mundo das figuras saudosistas da ‘Dolise cita’ das Colónias sob os auspícios do Imprensa.“ 


O Autor:
“JOAQUIM ARENA nasceu em 1964, na Ilha de São Vicente, CaboVerde, filho de pai português e mãe cabo-verdiana. 
No final dos anos sessenta chega com a família a Portugal. Depois de viajar pela Europa, regressa a Lisboa, no início dos anos noventa, onde se licencia em Direito.
Dirige algumas revistas de temática lusófona, como a África Hoje’, ao mesmo tempo que desenvolve projectos na área musical. 
Em 1998, regressa a Cabo Verde, onde funda o jornal ‘O Cidadão’. Actualmente vive entre Lisboa e S. Vicente. É advogado, músico e jornalista. 
‘A VERDADE DE CHINDO LUZ’ é o seu primeiro romance.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Primeira Parte 
- Verdade & Consequência 

Segunda Parte 
- A estrada das Ilhas 

Terceira Parte 
- O Lago 


Preço: 17,50€;