segunda-feira, 1 de junho de 2026

Portugal - Angola & Ultramar - ‘REGULAMENTO DA JUNTA DE POVOAMENTO AGRÁRIO DA CELA’ - Luanda 1958 - MUITO RARO;




Portugal - Angola & Ultramar - Regulamento histórico aprovado pelo Diploma Legislativo n. 2.910, de 27 de Agosto de 1958 


‘REGULAMENTO DA JUNTA DE POVOAMENTO AGRÁRIO DA CELA’ 
Do Governo Geral de Angola 
Edição da Imprensa Nacional de Angola 
Luanda 1958 


Exemplar com 32 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

GOVERNO GERAL DE ANGOLA 
- Diploma Legislativo n. 2.910 

Regulamento da Junta de Povoamento Agrário da Cela 
Capítulo I - Da organização e competência 
Capítulo II - Da constituição e do funcionamento 
Capítulo III - Das receitas e despesas 
Capítulo IV - Dos serviços e pessoal 
Capítulo V - Dos colonos 
Secção I - Das modalidades de povoamento 
Secção II - Do povoamento com base na propriedade familiar 
Secção III - Do povoamento com base na propriedade média 
Capítulo VI - Disposições finais transitórias 

Quadro do Pessoal da Junta de Povoamento Agrário da Cela 
Junta de Povoamento Agrário da Cela 
- Contrato provisório 
- Contrato 
- Alvará 


Preço: 17,50€; 

sábado, 30 de maio de 2026

Moçambique - Ultramar & História - ‘DISTRITO DE TETE’, de Sousa e Silva - Lisboa 1927 - MUITO RARO;







Moçambique - Ultramar & História - Obra dedicada ao desenvolvimento desta área do território desta antiga colónia ultramarina portuguesa 


‘DISTRITO DE TETE’ 
(Alta Zambézia) 
De Pedro Augusto de Sousa e Silva 
Prefácio de Conde de Penha Garcia 
Edição Livraria Portugálya Editora 
Lisboa 1927 


Livro com 188 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


SINOPSE: 
“Obra invulgar que oferece uma descrição detalhada do distrito de Tete, localizado na região da Alta Zambézia, em Moçambique, à época uma colónia ultramarina portuguesa. 
Aborda as características geográficas, a história e os esforços de desenvolvimento (fomento) da região. Profusamente ilustarada com foto-gravuras intercaladas no texto e mapa desdobrável de grandes dimensões no final da obra. O prefácio é assinado pelo Conde de Penha Garcia.” 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Moçambique & Poesia - ‘A PELE DO CAPIM’, de Fátima Negrão - Cantanhede 2016 - MUITO RARO;










Portugal - Moçambique & Poesia - A poesia da autora, africana de ascendência europeia e as ilustrações de um artista relevante moçambicano 


‘A PELE DO CAPIM’ 
De Fátima Negrão 
Ilustrações de João Timane 
Edição da Autora 
Patrocínio do Município de Cantanhede e da 
Junta de Freguesia de Cantanhede e Pocariça 
Cantanhede 2016 


Livro com 76 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Com dedicatória e assinatura da autora. Edição única de 250 exemplares. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


A Autora:
“FÁTIMA NEGRÃO, nascida em solo africano, deixou Moçambique há 42 anos. O cheiro da terra quente marcou a sua vida, incorporando na poesia a cor de sabores exóticos, o sol que queima a pele simples de suas gentes…

O 25 de abril de 1974 mudaria o rumo à sua vida. Deixou o ultramar, seus pais, dois irmãos mais velhos, e veio, com os três mais novos para Portugal. Cada verso da sua poesia reflete este corte nas suas raízes, amores, sonhos…

Obteve o Curso do Magistério Primário, em Moçambique, onde lecionou um ano como professora. Em Portugal, prosseguiu estudos e concluiu formação superior no ensino de crianças com deficiência auditiva e especialização em Língua Gestual Portuguesa. Uma fase da vida dedicada à educação de crianças surdas, abraçando outras causas a elas ligadas. 

Mãe de duas gémeas, vê realizado outro sonho, e investe nele toda a sua generosidade e amor. Em 2009, estreia-se na edição de poesia, em ‘Pedaços’, ilustração de São José, com lançamento em Cantanhede, onde vive presentemente. 

Participou em eventos de divulgação e leitura de poesia, em várias zonas do país, a convite de instituições e inserida no Grupo de Leitura da Biblioteca Municipal de Cantanhede. 

Em 2016, surge a presente edição, ‘A PELE DO CAPIM’, ilustração de João Timane, moçambicano, que traduz em cor e forma os sentimentos expressos por palavras pela autora.“ 


O Ilustrador: 
“JOÃO TIMANE é já uma referência internacional como artista plástico moçambicano. Nascido em Maputo, em 1991 é, desde muito cedo, um jovem promissor no mundo das Artes Plásticas. 

Frequentou a Escola Nacional de Artes Visuais em Maputo. Tem leccionado a pintura artística às crianças do bairro do Aeroporto, inspirado nos ideais do grande mestre Malangatana, em Maputo, cidade moçambicana onde vive. 

Participou em várias Exposições individuais de Pintura, nomeadamente em 2014, com ‘Retratos de Mil Gotas de Sonho’ e, em 2015, com ‘Entre os Azuis do Índico’ na Mediateca BCI, em Maputo - Moçambique, assim como em muitas outras exposições coletivas dentro e fora do país.

Tem já um extenso currículo como ilustrador de capas para livros dada a sua grande sensibilidade na pintura, podendo citar, a título de exemplo, ‘Vontades de Partir e Outros Desejos’, de Lino Mukurruza; ‘Política e Informação’, de Matias Guente, e ‘Prédio 333’, de Helga Languana. 

É também autor do cartaz do 2.* Open Internacional de Dança Desportiva, em Maputo - Moçambique, e de algumas revistas nacionais e internacionais como, por exemplo, a revista ‘Ómnia’. 

Atualmente frequenta o curso de licenciatura em Engenharia Geológica e de Minas na Universidade Wutive.“ 



Do ÍNDICE: 

A PINTURA POEMA 
- Por António Canteiro 
PRÓLOGO 

- África 
- Morri sozinha 
- Calo, mas sinto ! 
- A paz 
- Como um hino 
- Desafio 
- Contradições 
- É de noite 
- A pele do capim 
- Esperança 
- Corpo 
- Grito de Liberdade 
- Hoje 
- Outono 
- Não desisto 
- O amor acontece 
- Porquê ? 
- Amor 
- Penso e não quero 
- Queria ser 
- Quando…
- Sem abrigo 
- Ser mulher ! 
- Toquei o céu 
- Terra africana 
- Um mau bocado 
- Palavras coloridas 

Glossário 


Preço: 47,50€; 

Guerra Colonial & Guiné - ‘LUGAR DE MASSACRE’, de José Martins Garcia - Lisboa 1991 - RARO;







Guerra Colonial & Guiné - Uma das obras importantes sobre o conflito colonial que Portugal enfrentou nas suas colónias africanas nas décadas de sessenta e setenta em relato nu e cru do autor 


‘LUGAR DE MASSACRE' 
De José Martins Garcia 
Capa de José Teófilo Duarte 
Edição Círculo de Leitores 
Lisboa 1991


Livro de capas duras, sobrecapa, com 178 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
RARO. 


Da contracapa: 
“Entre Paris e a Guiné-Bissau, em 1968, a distância é muito maior do que milhares de quilómetros que as separam. É a distância entre a combatividade romântica e algo ingénua que animava os estudantes nas ruas e a angústia de uma juventude condenada a uma guerra sem sentido que parece eternizar-se. 
Para muitos, aquele ‘LUGAR DE MASSACRE’ (1975) foi o ponto de partida para uma viagem sem regresso…
E ainda que uns poucos alimentem, à partida, algumas ilusões de feitos heróicos, só a degradação os espera - a degradação física e psíquica de quem sabe ter perdido, irremediavelmente, o direito à inocência e ao futuro. 
Par outros, talvez os mais puros, como Pierre Avince, a degradação dos valores éticos, religiosos e ideológicos irá conduzir a uma inexorável degradação da personalidade e à loucura. Para eles, a única forma de escapar à essa outra loucura chamada ‘guerra colonial’.


O AUTOR: 
“JOSÉ MARTINS GARCIA 
Nasceu em Criação Velha, ilha do Pico, Açores, a 17 de Fevereiro de 1941.

Licenciado em Filologia Românica pela universidade de Lisboa, doutorou-se pela Universidade dos Açores, onde presentemente lecciona. 

Cumpriu o Serviço militar de 1965 a 1968, tendo sido mobilizado para a Guiné-Bissau em 1966. 

Foi Leitor de Português na Universidade Católica de Paris (1969-1971), Assistente da Faculdade de Letras de Lisboa (1971-1979) e professor convidado da Brown University, em Providewnce EUA (1979-1984). 

A par da actividade docente, tem colaborado em vários jornais e revistas, que no âmbito da crítica literária, que no da intervenção cultural. Publicou até ao presente, vinte e seis livros que abrangem os domínios do romance, do conto, da poesia, do teatro e do ensaio, entre os quais destacamos: 
- 'IMITAÇÃO DA MORTE' (Romance, 1982); 
- 'MEMÓRIA DA TERRA' (Romance, 1990); 
- 'KATAFARAUM É UMA NAÇÃO' (contos, 1974); 
- 'MORRER DEVAGAR' (Contos, 1979); 
- 'CONTOS INFERNAIS' (Contos, 1987); e 
- 'TEMPORAL' (poesia, 1986)."



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

PRIMEIRA PARTE 
Capítulo I 
Capítulo II 
Capítulo III 
Capítulo IV 
Capítulo V 
Capítulo VI 
Capítulo VII 
Capítulo VIII 
Capítulo IX 
Capítulo X 
Capítulo XI 

SEGUNDA PARTE 
Capítulo I 
Capítulo II 
Capítulo III 
Capítulo IV 
Capítulo V 
Capítulo VI 


Preço: 17,50€; 

Portugal - Ultramar & Colonialismo - ‘FREIRE DE ANDRADE’, de Eduardo de Noronha - Lisboa 1947 - MUITO RARO;





Portugal - Ultramar & Colonialismo - Nesta Colecção ‘Cadernos Coloniais’ são biografados alguns dos vultos da história portuguesa com Acção importante e decisiva na administração colonial nas diversas parcelas do Império nacional 


‘FREIRE DE ANDRADE’ 
De Eduardo de Noronha 
Edição Esitorial Cosmos 
Da Colecção ‘Cadernos Coloniais’ - exemplar n. 1 
Lisboa 1947 


Livro com 48 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor: 
“O Engenheiro de Minas.
O Comandante da Coluna Sul de Moçambique na campanha de 1895.
O Governador Geral - O Ministro.”



Do ÍNDICE: 

EXPLICAÇÃO 
- O Autor 

I. - O Comissário de Minas 
II. - A rebelião dos indígenas 
III. - Noite de ansiedade 
IV. - Marracuene 
V. - A coluna sul 
VI. - Governador Geral e Ministro 


Preço: 15,00€; 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Portugal - Angola & Guerra do Ultramar - ‘EM ARMAS PELO SONHO DO IMPÉRIO’, de António Chaves - Luanda 2014 - Muito Raro;








Portugal - Angola & Guerra do Ultramar - O autor relata a sua experiência no conflito militar registado nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental entre 1961 e 1974, enquanto oficial subalterno de uma Companhia de Artilharia, nos meados da década de sessenta 


‘EM ARMAS PELO SONHO DO IMPÉRIO’ 
Angola: o mito do império português desfeito por um ex-combatente 
De António Carneiro Chaves 
Edição Mayamba 
Luanda 2014 


Livro com 356 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Da contracapa:
“ÁFRICA foi, desde tempos remotos, alvo de interesses e de cobiça, por parte de nações do continente Europeu. 
De 1961 a 1974, os territórios africanos sob domínio de Portugal foram palco de combate e chão de morte para tantos que aí nasceram e para os que em Portugal continental foram arrancados, na flor da idade, às suas famílias e terras de origem, e enviados para a ‘guerra do Ultramar’. Morte de certa forma, também, para aqueles que regressaram irremediavelmente marcados pelo horror, incapacitados de uma reinserção normal no tecido social da Pátria pela qual foram obrigados a combater. Sobre este caiu um manto de indiferença, incompreensão e silêncio, conferindo-lhes, comodamente, uma espécie de não-existência. Numa escrita por vezes poética na descrição de paisagens e emoções, António Chaves procura, à luz de uma investigação histórica, a génese da explosão nacionalista, as políticas, os preconceitos raciais e sociais que desembocaram na guerra em que participou. Por entre o relato autobiográfico e o ensaio sobressaem as questões prementes da convivência entre a cultura africana e a europeia, tão diferentes entre si, revelando a impreparação, ou pelo menos a dificuldade, de uma parte compreender a outra.”
Glória de Sousa 

AMBOS fomos personagens de uma guerra que ninguém queria, mas que era imprescindível e inevitável, dada a justeza das reivindicações dos povos de Angola e a inflexibilidade do Governo português. 
Por isso o Antigo pegou em armas e lutou - quiçá contra as suas convicções, por um lado, e pelo amor da pátria, por outro - dilacerado pelas mesmas dolorosas contradições por que eu mesma passava ao desejar que os portugueses saíssem incólumes e, simultaneamente, não afrontassem os chamados ‘turras’, em cujas fileiras se contava um dos seres mais importantes da minha vida: o meu irmão. 
Assim explico a relutância em ler a obra: tema em ferida, ainda aberta e na qual, quando assim é, não apetece mexer. 
Mas a excelência do escritor e a história em comum eram imperativos incontornáveis e li-a. Não de um só folgo, porque as memórias obrigam a parar, mas com a delícia de quem, relembrando, descobre que, afinal, não dói tanto assim, há maneiras e maneiras de tomar o mundo nos braços. O António pega-lhe com doçura, mas determinação.” 
Eduarda Correia 


O Autor:
“ANTÓNIO CARNEIRO CHAVES nasceu em 20.11.1943 num pequeno povoado de montanha  no norte de Portugal. Negrões, concelho de Montalegre onde viveu a sua infância. 
É licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia de Lisboa e Mestre em Economia Europeia pelo Instituto de Estudos Europeus da Universidade Livre de Bruxelas. Na Bélgica foi correspondente da RTP, do semanário ‘O JORNAL’, antecessor da revista ‘Visão’ e de outros órgãos de comunicação. 
Foi bolseiro do Instituto para a Alta Cultura, bolseiro do Governo Belga e da Fundação Gulbenkian para a realização de estudos no domínio da Comunidade Europeia. 
Foi quadro superior do Instituto do Comércio Externo de Portugal, responsável pelo acompanhamento da conjuntura económica nacional e internacional e do sistema monetário internacional (incluindo o FMI), tendo publicado variados estudos imprensa especializada. Foi docente do Ensino Superior nas áreas de Gestão e de Marketing Internacional e consultor das mais destacas empresas portuguesas neste domínio. 
Desenvolveu durante duas décadas uma intensa actividade como empresário.
Dedicou-se desde muito cedo ao labor jornalístico, tendo colaborado em vários órgãos de informação de âmbito nacional e regional, onde sempre pugnou pela elevação dos valores da cultura e do desenvolvimento local.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 

Parte I 
INÍCIO DA VIDA MILITAR 
- 1964 - Chamada ao serviço militar 
- Apresentação no Quartel de Mafra 
- O início da recruta 
- Marchas finais 
- Embarque para a Ilha de S. Miguel, Açores 
- Recruta nos Açores 
- Jantar de boases-vindas na Bateria de Artilharia em Pinta Delgada 
- Armando Maçanita da Silva rumo ao Nambuangongo em 1961 
- Salazar e os milionários 
- Reacção dos movimentos pela Independência de Angola 
- ‘Operação Viriato’ 
- Natureza e sociedade na Ilha de S. Miguel 
- Acidente mortal no rio Douro 
- Codeçoso e Negrões: ligação histórica 
- Da Aldeia de Negrões à viagem de barco para Angola 
- Embarque, 9 de Janeiro de 1965 
- Notas de viagem 
- Leituras a bordo 
- Pisões: ponto de confluência e hospitalidade 
- Primeira ligação de política 
- Último dia da viagem marítima 

Parte II 
NORTE DE ANGOLA 
- Desembarque em Luanda 
- Luanda, 25 de Janeiro de 1965 
- Caxito - Companhia de Caçadores 482 
- Fazenda do Bim Jesus (2 de Abril de 1965) 
- Uma Páscoa diferente 
- Regresso ao Caxito 
- Quadros da vida real no interior do quartel do Caxito 
- Caxito às portas da guerra 
- Alcides, o ‘impedido’ da Companhia 482 
- De Luanda para Sá da Bandeira 
- Instalação e correspondência 
- A recruta em Sá da Bandeira 
- Colocação em Vila Roçadas 
- Memória inquietante 

Parte III 
RESENHA HISTÓRICA 
- Conquista de Ceuta 
- Explorações marítimas na costa de África 
- Gil Eanes dobra o Cabo Bojador 
- Os primeiros escravos negros 
- O primeiro leilão de escravos africanos 
- Evolução do comércio de escravos 
- Rudeza e violência entre marinheiros 
- Rei do Congo e rei de Portugal, aliança entre iguais 
- Primeiros olhares de fascínio pelo Oriente 
- Comércio atlântico de escravos - um comércio triangular 
- Formação do capital e advento do sistema capitalista 
- Breve resenha da escravidão em África 
- Relação directa entre o crescimento da produção de açúcar de cana e o aumento do comércio transatlântico de escravos 
- Rota dos escravos de África, no continente africano e no atlântico 
- Transporte atlântico de escravos 
- Comércio atlântico de escravos e as relações angolano-brasileiras 
- O fim da escravatura 
- O fim da escravatura em Portugal 
- Abolição da escravatura no Brasil 
- Repercussões em Angola do fim da escravatura 
- Condenados ao degredo e comércio de escravos 
- Povoamento branco em Angola 
- A era industrial 
- Antecedentes da Conferência de Berlim de 1884-85 
- Desenvolvimento da colónia brasileira 
- Segunda metade do século XIX em Portugal 
- A situação de Angola na década de 1880 
- Conferência de Berlim (15 Nov. 1884 - 26 Fev. 1885) 
- Mapa cor-de-rosa 

Parte IV 
SUL DE ANGOLA 
- Demarcação e ocupação do sul de Angola 
- Povoamento do sul de Angola 
- Povoamento a partir de colonos livres 
- Bóeres na colonização da Humpata 
- De uma ilha para um continente 
- Do mar para a serra - penosa viagem 
- Campanhas militares do sul de Angola 
- Desastre militar do Vale do Pembe 
- Manuel do sobrado 
- Deportação para Lisboa de Gungunhana 
- Destacamento em Oncócua 
- Velho André 
- O povoamento rural branco no tempo do Estado Novo 
- Economia e sociedade em África 
- O fenómeno urbano 
- Trabalhado assalariado e empresa 
- Instabilidade e absentismo no trabalho 
- Reflexões de uma noite sem sono 
- Eu tive, também, um animal de estimação 
- Ideias dominantes no século XX e primeira metade do século XX 
- Política colonial portuguesa na década de 1950 
- Acto Colonial 
- O luso-tropicalismo 
- Carta de João Barroso da Fonte em Dezembro de 1966 
- Perdi o chapéu e a mala 
- Um azar nunca vem só 
- Aproximação à minha viagem de Lisboa a Montalegre 
- Em jeito de adeus a Angola 
- O fim do império ultramarino 
- Por debaixo das crostas da guerra 

Bibliografia 


Preço: 77,50€; 

Portugal & História - ‘GOVERNADORES DE MACAU’, de Jorge Santos Alves - Lisboa 2013 - Raro;




Portugal & História - Uma magnífica obra sobre a presença portuguesa nesta antiga província ultramarina da Ásia, através da história e biografia dos seus governadores ao longo dos séculos 


‘GOVERNADORES DE MACAU’ 
De Jorge Santos Alves 
Edição Livros Oriente 
Lisboa 2013 


Livro de capas duras, com 526 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE: 
“Trata-se de uma obra que apresenta de forma ordenada cronologicamente, as biografias de todos os capitães-gerais, Governadores, encarregados de Governos, Governadores interinos e, ainda, conselhos de Governo, que assumiram nas suas mãos os destinos da administração portuguesa de Macau, desde o século XVII até ao final do século XX.”

“ ‘GOVERNADORES DE MACAU’ é uma obra de Paulo Jorge Sousa Pinto, António Martins do Vale, Teresa Lopes da Silva e Alfredo Gomes Dias, com coordenação de Jorge dos Santos Alves e António Vasconcelos de Saldanha, numa edição de 2013 da Livros do Oriente.
O título Governador de Macau, criado em 1623, era dado a um oficial do Império português para a protecção e gestão executiva do território colonial de Macau. Era nomeado pelo Chefe de Estado (rei ou Presidente da República) de Portugal. Ao longo da presença portuguesa existiram 110, a esmagadora maioria militares.
O posto foi substituído pelo cargo de Chefe do Executivo de Macau a 20 de Dezembro de 1999, após a transferência de soberania (e da administração) de Macau para a China. Antes da criação do título de Governador, Macau era administrado e governado directamente pelo Leal Senado, a primeira câmara municipal de Macau e o símbolo da autoridade local.
‘GOVERNADORES DE MACAU’ biografa todos os capitães-gerais, governadores, encarregados de governo, governadores interinos e, ainda, conselhos de Governo.
O livro começou a ser escrito em 1997 mas só ficou concluído no ano passado. Duas razões explicam este longo parto. Por um lado, explica o editor Rogério Beltrão Coelho, ‘atrasos de vária ordem, que se prenderam basicamente com a instabilidade editorial em Macau após a transferência, levaram a que só em 2013 – assinalando os 500 anos da chegada de Jorge Álvares à China – o livro Governadores de Macau saia do prelo, como é de tradição dizer-se’. Não por acaso, certamente, os dois momentos correspondem a duas fases do seu próprio financiamento: a primeira, relativa à investigação e à produção dos textos, contou com o apoio da Universidade de Macau, do Instituto Politécnico de Macau e da anterior Fundação Macau; já a segunda, relativa à produção editorial e gráfica de GOVERNADORES DE MACAU’ teve o patrocínio da Fundação Jorge Álvares, Fundação Casa de Macau e Banco Nacional Ultramarino (Macau) )atraso teve uma outra consequência: os textos estão escritos no português anterior ao acordo ortográfico).  Mas Beltrão Coelho também reconhece que ‘foi de todo prudente deixar que o tempo oferecesse o distanciamento que o saber histórico aconselha’. Até porque se o trabalho de investigação e de redacção até ao penúltimo governador estava concluído no início de 2000, ‘impunha-se algum distanciamento temporal relativamente ao consulado do governador que protagonizou o processo de transição e a transferência da administração para a China. Todos os governadores (em sentido lacto) deixaram em Macau uma marca (nuns casos muito suave, noutros muito profunda) do seu empenhamento e capacidade.
Porém, a História determinou que fosse o último governador a concluir projectos e estruturas novos ou herdados dos seus antecessores. As condições financeiras permitiram, em menos de dez anos, atingir metas e concretizar objectivos de forma a transferir para a República Popular da China uma Macau rica em infra-estruturas e preparada para entrar no século XXI. Por estas razões, o texto sobre este último governo resultou mais extenso do que a maioria dos anteriores’. O editor garante que ‘ao longo das cinco centenas de páginas desta obra, desfilam, ordenadas cronologicamente, as biografias de todos os capitães-gerais, governadores, encarregados de governo, governadores interinos e, ainda, conselhos de Governo, que assumiram nas suas mãos os destinos da administração portuguesa de Macau, desde o século XVII até ao final do século XX’, mas esclarece que ‘não é uma História de Macau, mas apresenta-se como um esforço de síntese de uma realidade histórica complexa como é a de Macau, onde se cruzam os tempos e os ritmos das mutações que foram ocorrendo na China, em Portugal e no seu Império, e mais globalmente na Ásia Oriental’, prometendo uma ‘uma interpretação globalizante de uma realidade social que se foi formando e desenvolvendo na península de Macau, no sul da China’. D. Francisco Mascarenhas (1623-1626) é o primeiro dos 155 biografados (...)”
Excerto de artigo da autoria de João Paulo Meneses - jornal ‘Ponto Final’ de 18.2.2013


Preço: 67,50€; 

Portugal - Descolonização & História - ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 53.526 - 04.11.2015 - (‘HISTÓRIAS DOS QUE VOLTARAM COM A INDEPENDÊNCIA DAS EX-COLÓNIAS’) - Lisboa 2015 - Muito Raro;




Portugal - Descolonização & História - 


‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 53.526 - De 04 de Novembro de 2015.
‘HISTÓRIAS DOS QUE VOLTARAM COM A INDEPENDÊNCIA DAS EX-COLÓNIAS’ 
‘40 anos depois, os caixotes voltaram ao Padrão dos Descobrimentos numa instalação integrada na exposição “RETORNAR - Traços da Memória”.’ 
Director: André Macedo - Directora Adjunta: Mónica Bello 
Lisboa 2015 


Exemplar com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Muito raro. 


Temas em destaque: 
- ‘RETORNAR, OU SEJA, TORNAR VIVAS AS MEMÓRIAS QUE TEMOS DE ÁFRICA’ 
Reportagem de Maria João Caetano 
Exposição. ‘A partir de hoje, entre o Padrão dos Descobrimentos e a Galeria Av. da Índia, em Lisboa, a exposição “RETORNAR - Traços de Memória’ apresenta os testemunhos de quem viveu nas colónias de Angola e Moçambique.’
- ‘O que é retornar ?’ 
- ‘A vergonha do desapossamento.’ 

- ‘COSTA ADMITE ASSINAR DOIS ACORDOS: UM COM O BLOCO E OUTRO COM PCP.’ 
Alternativa. Negociação tem sido feita a dois e não há plano para encontro tripartido. Acordos separados permitiriam ultrapassar divergências 
- ‘PS admite assinar acordos diferentes com BE e PCP.’ 

- ‘O CINEMA E A POLÍTICA JUNTARAM-SE NO ADEUS A FONSECA E COSTA.’ 

- ‘VÃO OS SEMIDEPUTADOS DEPUTAR, ENFIM ?’
Por Ferreira Fernandes 

- ‘JEAN PATRICE KEKA, O CONGOLÊS QUE QUER PÔR RATOS NO ESPAÇO’ 
Jean-Patrice Keka procura doadores para o seu projecto. Ainda não tem nenhum. 


Preço: 27,50€;

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Angola & História - ‘VIDAS E MORTES DE ABEL CHIVUKUVUKU’, de José Eduardo Agualusa - Luanda 2024;




Angola & História - A extraordinária vida e ‘mortes’ de Abel Chivukuvuku, um dos mais brilhantes membros da UNITA insubmissos a Savimbi, relatadas por José Eduardo Agualusa com pormenores rocambolescos e trágicos 


‘VIDAS E MORTES DE ABEL CHIVUKUVUKU’ 
Uma Biografia de Angola 
De José Eduardo Agualusa 
Edição Elivulu Editora 
Luanda 2024 


Livro com 232 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


SINOPSE: 
“Este livro conta a história de um homem cujo nome, Chivukuvuku, significa bravura. Um homem casado com uma mulher chamada Victória. Um homem nascido a 11 de Novembro (data da Independência de Angola) e que dedicou toda a sua vida ao combate pela democratização do seu país. Abel Epalanga Chivukuvuku sobreviveu a duas quedas de avião durante a Guerra Civil, a um atentado e a uma terrível tentativa de linchamento, sem jamais perder a alegria pela vida e a capacidade de perdoar, de escutar o outro, de dialogar. A sua história é também a história de Angola, olhada a partir do Bailundo, no coração da nação ovimbundo.”


O Autor:
“JOSÉ EDUARDO AGUALUSA nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de Dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura. Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro e Berlim. É romancista, contista, cronista é autor de literatura para crianças. 
Os seus romances têm sido distinguidos com os mais prestigiados prémios literários, assim como os seus livros de contos e pra crianças: O Grande Prémio do Conto APE, por exemplo, ou o Grande Prémio de Literatura para crianças da Fundação Calouste Gulbenkian.
Na área do romance, foi galardoado com o Grande Prémio de Literatura da RTP (atribuído a ‘Nação Crioula’, em 1998), e com o Independent Foreign Fiction Prize (por ‘O Vendedor de Passados’, de 2004); ‘Teoria Geral do Esquecimento’ recebeu o Prémio Fernando Namora, em 2013; foi finalista do Man Booker Prize, em 2016; e vencedor do International Dublin Literary Award (antigo IMPAC Dublin Award), em 2017. Mais recentemente, em 2022, José Eduardo Agualusa recebeu o Grande Prémio da Crónica e Dispersos Literários da Associação Portuguesa de Escritores / Câmara Municipal de Loulé pelo livro ‘O Mais Belo Fim do Mundo’. 
A sua obra está publicada na Quetzal e traduzida em mais de trinta línguas.“


Obras do Autor:
- ‘O Ano em que Zumbi Tomou o Rio’; 
- ‘Barroco Tropical’; 
- ‘Catálogo de Sombras’; 
- ‘A Conjura’; 
- ‘A Educação Sentimental dos Pássaros’; 
- ‘Estação das Chuvas’; 
- ‘Um Estranho em Goa’; 
- ‘A Feira dos Assombrados’; 
- ‘Fronteiras Perdidas; 
- ‘O Livro dos Camaleões’; 
- ‘O Mais Belo Fim do Mundo’; 
- ‘As Mulheres do Meu Pai’; 
- ‘Nação Crioula’; 
- ‘O Paraíso e Outros Infernos’; 
- ‘Passageiros em Trânsito’; 
- ‘A Rainha Ginga’; 
- ‘A Sociedade dos Sonhadores Involuntários’; 
- ‘A Substância do Amor e Outras Crónicas’; 
- ‘Teoria Geral do Esquecimento’; 
- ‘O Terrorista Elegante e Outras Histórias’ (com Mia Couto); 
- ‘O Vendedor de Passados’; 
- ‘A Vida no Céu’; e 
- ‘Os Vivos e os Outros’. 



Do ÍNDICE: 

Abertura 

- A segunda morte de Abel Epalanga Chivukuvuku 
- A linhagem dos homens-pássaros 
- Os meninos do Dondi 
- A fase romântica da guerra 
- Operação Cabinda e a primeira morte de Abel Epalanga Chivukuvuku 
- Nem sempre a pior queda resulta de um desastre aéreo 
- A batalha do Lomba 
- De como Jonas Savimbi acendeu a alta fogueira que acabou por queimá-lo 
- No coração do inimigo 
- As primeiras eleições 
- A segunda morte de Abel Chivukuvuku, segundo o seu matador - e a imprevisível ressurreição 
- Um exílio interior, seguido de nova ressurreição política 
- O testamento de Jonas Savimbi 
EPÍLOGO 

Agradecimentos 
Breve bibliografia 


Preço: 27,50€; 

Tomar & Cultura - ‘BOLETIM CULTURAL’, n. 17 - Out 92 (TEMÁTICA CENTRAL SOBRE O RIO NABÃO) Tomar 1992 - Muito Raro;





Tomar & Cultura -  Um dos inúmeros boletins culturais editados na Câmara Municipal de Tomar ao longo de décadas com trabalhos históricos e de investigação, particularmente da historiografia local, divulgando o património do concelho dos tempos longínquos da pré-história à actualidade, reunindo um vasto grupo de estudiosos, investigadores e cientistas 


‘BOLETIM CULTURAL’, n. 17 - Outubro de 1992 
TEMÁTICA CENTRAL SOBRE O RIO NABÃO 
Edição da Câmara Municipal de Tomar 
Tomar 1992 


Exemplar com 214 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.b
De muito difícil localização.
Muito raro. 


FICHA TÉCNICA 
Propriedade e edição: 
- Câmara Municipal de Tomar 
Direcção: 
- Presidente da Câmara Municipal 
Coordenação: 
- Salete da Ponte 
Conselho de Redacção: 
- António Martiniano, António C. Godinho, Carlos Veloso, 
Helena Romero, Manuel Guimarães, Manuel Miguel e Urbano Figueiredo 
Fotografia: 
- António Martiniano 
Orientação Gráfica: 
- Helena Romero 
Execução Gráfica: 
- ‘A Gráfica de Tomar’ 
Tiragem: 
- 1.500 exemplares 
Colaboradores deste número: 
- Ana Rosa da Cruz, António C. Godinho, António Duarte, Carlos Veloso, Daniela Marta Antunes, Ernesto J. Nazaré A. Jana, Filomena Gaspar, Filomena Santos Barata, Gonçalo Afonso Dias, José Manuel Alho, Luís Oosterbeek, Luís da Silva Fernandes, Maria João Mêndia de Castro, Mário Rui Silvestre, Salete da Ponte e Sergio Lopes 



Do ÍNDICE: 

Estatuto do Colaborador
- O Conselho de Redacção 
EDITORIAL 

O RIO NOSSO EM CADA DIA
- António Duarte 

RIO NABÃO - Originalidade geográfica e ecológica na área do Agroal 
- José Manuel Alho e Sérgio Lopes 

O RIO NABÃO HÁ 4000 ANOS 
O Povoado da Finte Quente e o mais antigo povoado no vale do Nabão 
- L. Oosterbeek e A. Rosa 

O RIO, AS RODAS E OS AÇUDES 
- Salete da Ponte 

SOBRE OS RIOS QUE VÃO 
- Mário Rui Silvestre 

O RIO NA HISTÓRIA E NA CULTURA 
- Carlos Veloso 

O RIO HÁ 100 ANOS…
- Maria João Mendia de Castro 

O RIO GRANDE DE TOMAR 
- António Carlos Godinho 

O AQUEDUTO DOS PEGÕES - Subsídio para o seu estudo 
- Ernesto José Nazaré Alves Jana 

A ESPISTEMOLOGIA DA TRANSIÇÃO - Galileu 
- Luís Oosterbeek 

INSCRIÇÃO ROMANA DA PONTE DE PAU 
- Luís Fernandes 

ARQUEOMUSEOGRAFIA - Valorizar as pré-existências 
- Salete da Ponte 

MUSEU DE SÍTIO - Rua de Sembrano - Beja 
- Gonçalo Afonso Dias, Daniela Marta Antunes e Maria Filomena Santos Barata 

AS MINAS SE OURO DO POÇO REDONDO 
- Filomena Gaspar 

O BOLETIM CULTURAL DA CÂMARA DE TOMAR EM RETROSPECTIVA 
- Carlos Veloso 


Preço: 47,50€;