domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Portugal - Guerra do Ultramar & Angola - ‘NINDA - OS TRILHOS DA ANGÚSTIA’, de Aristides Victor - Porto 2007 - RARO;





Portugal - Guerra do Ultramar & Angola - Relatos pormenorizados da Comissão Militar que o autor cumpriu nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental 


‘NINDA - OS TRILHOS DA ANGÚSTIA’ 
De Aristides Victor 
Prefácio de Abílio Fernandes 
Edições Copy 
Porto 2007 


Livro com 272 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa:
“ ‘NINDA - OS TRILHOS DA ANGÚSTIA’ lembra algumas histórias vividas por homens que serviram a Pátria, desde o ingresso na vida militar até ao seu regresso da Guerra Colonial. Com o sentimento de dever cumprido, independentemente dos motivos e ideologias que nortearam a decisão que os conduziu ao campo de batalha. 

Descrições centradas na vivência dos militares e nos perigos passados em comum, em ambiente de carências de todo o género: más instalações, ausência de afectos, a saudade, a angústia, o sofrimento, o isolamento, os traumas de um viver a prazo. Com especial relevo para as cumplicidades, o espírito de amizade e camaradagem e ainda algumas situações hilariantes. 

Paralelamente à violência da guerra, sobressai a vontade imensa de viver numa clorótica felicidade de aventuras amorosas.


O Autor: 
“ARISTIDES VICTOR nasceu em 1951, em Pampilhosa da Serra. 
Em 1972, integrou o Exército Português, como furriel Miliciano e serviu na Guerra Colonial em Angola, até 1975. 
Em 2007, apresenta a sua primeira obra.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
- Por Abílio Fernandes 

INTRODUÇÃO 
Capítulo I - A CHAMADA 
Capítulo II - PARTIDA PARA ANGOLA 
Capítulo III - SESSA 
Capítulo IV - NINDA 
Capítulo V - AS FÉRIAS 
Capítulo VI - NOVA GAIA 
Capítulo VII - MALANGE 
Capítulo VIII - EXAME DE CONDUÇÃO E AS PEDRAS 
Capítulo IX - O REGRESSO 

EPÍLOGO 

Glossário 


Preço: 0,00€ (Indisponível) 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

África - Guiné-Bissau & Guerra Colonial - ‘AMÍLCAR CABRAL - E o fim do Império’, de António Duarte Silva - Lisboa 2024 - Raro;






África - Guiné-Bissau & Guerra Colonial - A história do início dos movimentos nacionalistas do PAI ao PAIGC e FLING, o papel de Amílcar Cabral na luta pela independência da Guiné e Cabo Verde, a guerra colonial, a morte / assassinato do fundador em Conacri, a descolonização e a proclamação da independência em Madina de Boé e a ascensão de Cabo Verde em 1975 


‘AMÍLCAR CABRAL - E o fim do Império’
Independências da Guiné-Bissau e Cabo Verde 
De António Duarte Silva 
Edição Temas & Debates 
Lisboa 2024 


Livro com 484 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“NESTE ESTUDO DE HISTÓRIA, DIREITO E POLÍTICA, 
MOSTRA-SE COMO AMÍLCAR CABRAL E O PAIGC 
DIRIGIRAM OS PROCESSOS DE INDEPENDÊNCIA DA 
GUINÉ-BISSAU E DE CABO VERDE, FORAM FONTES 
PRINCIPAIS DO DIREITO INTERNACIONAL DAS 
DESCOLONIZAÇÕES TARDIAS E AGENTES 
DETERMINANTES DO FIM DO 
IMPÉRIO COLONIAL PORTUGUÊS. 

Amílcar Cabral destacou-se não só pelo modo como definiu e enfrentou a luta contra o colonialismo português e a construção da unidade nacional da Guiné-Bissau e Cabo Verde numa perspectiva Pan-africana, como pela diplomacia que desenvolveu em África, na Europa, nos países comunistas, nos Estados Unidos e, sobretudo, em variadas sessões da ONU e da OUA. O PAIGC foi uma criação sua, inicialmente como movimento nacionalista com o objectivo de alcançar, por via pacífica, a independência; após o desencadeamento da luta armada em 1963, tornou-se o mais importante de todos os movimentos de libertação nacional.“ 


O Autor: 
“ANTÓNIO ERNESTO DUARTE SILVA (Arouca, 1944), licenciado e mestre em Direito. Assistente no ISCTE (1973-1978) e da Faculdade de Direito de Lisboa (1975-1987). Técnico superior e Director de Serviços do Tribunal Constitucional (1983-2014). Assessor Científico da Faculdade de Direito de Bissau (1991 e 1995-1996). Professor Auxiliar Convidado do Departamento de Estudos Políticos da FCSH da Universidade Nova de Lisboa (2000-2012).
É autor de numerosos artigos e dos seguintes livros: 
- ‘A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ-BISSAU E A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’ (Porto, Afrontamento, 1997); 
- ‘AMÍLCAR CABRAL - DOCUMENTÁRIO / Textos Políticos e Culturais’ (Apresentação e organização) (Lisboa, Edições Cotovia, 2008); 
- ‘INVENÇÃO E CONSTRUÇÃO DA GUINÉ-BISSAU’ (Coimbra, Almedina, 2010); 
- ‘O IMPÉRIO E A CONSTITUIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA’ (Lisboa, Imprensa de História Contemporânea, 2019); 
- ‘CARLOS TEIXEIRA DA MOTA - O Primeiro Diplomata Português em Luanda (Junho de 1975 - Maio de 1976)’ (org.) (Lisboa, Tinta da China, 2020).“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PRÓLOGO 
APRESENTAÇÃO 
- Explicação de Cabral 
- Autodeterminação, libertação nacional e descolonização 

Capítulo I - CABRAL E O ANTICOLONIALISMO 
Ponto de partida 
- ‘A Geração de Cabral’: reunião de Paris (1957) e Manifesto do MAC 
- O Partido Africano da Independência (PAI): a ‘mais decisiva reunião’ (Bissau, Setembro 1959) 
- Afirmação pública: a II Conferência dos Povos Africanos (Tunes, Janeiro de 1960) 
- O papel de Frantz Fanon 
- Um opúsculo: ‘A Verdade sobre o Colonialismo Português’ (Londres, Junho de 1960) 
- O PAI/PAIGC: a ‘célebre reunião de Dacar’ (Outubro de 1960) 
- Memorando ao Governo Português (Novembro / Dezembro de 1960) 
- Anúncio da Luta Armada: a Conferência de Imprensa em Londres (Dezembro de 1960) 
- O PAI apresenta-se no Cairo (Janeiro e Março de 1961) 
- Situação da luta na Guiné e em Cabo Verde (Março de 1961) 
Ação direta 
- A fundação da CONCP (Casablanca, Abril de 1961) 
- Conferência das organizações nacionalistas da Guiné e das Ilhas de Cabo Verde (Dacar, Julho de 1961) 
- Proclamação da ação direta (Agosto de 1961) 
- Memorando à Assembleia Geral da ONU (Setembro de 1961) 
- Nota Aberta ao Governo português (Outubro de 1961) 
- A Frente de Luta pela Independência Nacional da Guiné (FLING) 

Capítulo II - CABRAL E A LUTA DE LIBERTAÇÃO NACIONAL 
Preparação da luta 
- Estudos relativos à luta armada e ao quadro político 
- Relatório ao Comité Especial da ONU (Conacri, Junho de 1962) 
- Como peticionário na IV Comissão da Assembleia Geral da ONU (Dezembro de 1962) 
- Fundamentos jurídicos da luta de libertação 
- Importância do marxismo e análise da estrutura social 
- A pequena burguesia e o poder 
A luta armada e a arma da teoria 
- Início da luta armada (Janeiro de 1963) 
- Desenvolvimento da luta em Cabo Verde (Julho de 1963) 
- Salazar e a batalha de Como (Operação ‘Tridente’) 
- O Congresso de Cassacá (Fevereiro de 1964) 
- Mandato de Arnaldo Schultz (1964-1968) 
- A Conferência Tricontinental (Havana, Janeiro de 1966) 
- Salazar recorre a Spínola (Maio de 1968) 
- Conferência Afro-Asiática de Cartum (Janeiro de 1969): apoio internacional e relações com Portugal 

Capítulo III - O PAIGC E O MOMENTO DE LIBERTAÇÃO NACIONAL 
Desenvolvimento dos movimentos de libertação nacional 
A luta de libertação nacional enquanto processo revolucionário 
Reestruturação da CONCP (Dar-es-Salam, 1965) 
A perda da centralidade revolucionária da CONCP 
O PAIGC enquanto movimento de libertação nacional 
Os movimentos de libertação nacional enquanto sujeitos do direito internacional 
O PAIGC enquanto proto-Estado 

Capítulo IV - A VIA DA INDEPENDÊNCIA E A MORTE DE CABRAL 
O impasse (1968-1972) 
- O PAIGC em guerra de movimento 
- Reunião do Bureau Político do PAIGC (Boké, Outubro de 1968) 
- Primeira exposição de Spínola ao CSDN (Lisboa, Novembro de 1968) 
- Uma nova estratégia global 
- A crise do PAIGC e o Seminário de Quadros (Novembro de 1969) 
A decisão e o momento de declarar a independência 
Operações especiais (morte dos majores e ataque a Conacri) 
Segunda exposição de Spínola ao CSDN (Lisboa, maio de 1971) 
Cabral e a preparação da Declaração Unilateral de Independência (DUI) 
- Em nome dos movimentos de libertação na Cimeira da OUA (Junho de 1971) 
- A deliberação do Conselho Superior da Luta (Agosto de 1971) 
- No Conselho de Segurança: discurso e resolução 312 (Fevereiro de 1972) 
- Visita da Missão Especial da ONU (Abril de 1972) 
- A eleição da Assembleia Municipal Popular 
- Como representante na IV Comissão da Assembleia Geral da ONU (Outubro de 1972) 
Propostas de negociações (Senghor, Spínola e Gibson Barboza) 
Testamento político (Janeiro de 1973) 
A morte de Cabral 
A via aberta das DUI 

Capítulo V - A PROCLAMAÇÃO DO ESTADO 
Ofensivas e contraofensivas (1972-1973) 
Diligências junto da OUA e em Argel 
O último patamar da guerra 
II Congresso do PAIGC (Julho de 1973) 
Spínola abandona a Guiné (Agosto de 1973) 
A DUI: cerimónia no Boé (Setembro de 1973) 
Textos: a Proclamação e a Constituição 
Efeitos: reações, reconhecimentos e recusas 
A resolução 3061 da ONU (3 de Novembro de 1973) 
Admissão na OUA (20 de Novembro de 1973) 
A diplomacia em curso 

Capítulo VI - O PAIGC E A DESCOLONIZAÇÃO 
A descolonização enquanto modo de formação do Estado (doutrina) 
Na Guiné, o (duplo) princípio do fim do império 
A imposição dos movimentos de libertação nacional 
A DIU e admissão na ONU (1.a fase) 
O ‘Acordo de Argel’ e os comandos africanos 
Bissau à vista 

Capítulo VII - DESCOLONIZAÇÃO E INDEPENDÊNCIA DE CABO VERDE 
A DIU e a Unidade Guiné-Cabo Verde 
Descolonização de Cabo Verde: o Protocolo de Lisboa 
A criação da República de Cabo Verde 
A má sobrevivência do PAIGC 
- III Congresso do PAIGC (1977) 
- O 14 de Novembro de 1980 
- A cisão PAIGC / PAICV (1981) 

Capítulo VIII - TRÊS EPÍLOGOS 
Epílogo 1 - Processos históricos 
(i) - Luta de Libertação Nacional 
(ii) - Fim do Colonialismo Português 
(iii) - Independência da Guiné-Bissau 
(iv) - Independência de Cabo Verde 
Epílogo 2 - Particularidades da Independência da Guiné-Bissau 
- A DUI e a criação originária do Estado 
- A DUI como caso singular da descolonização 
Epílogo 3 - Identidades históricas 
- Nome próprio e data da independência 
- A tomada de Bissau e a chegada a Cabo Verde 
- O PAI fundador e a herança do PAIGC 

BIBLIOGRAFIA 
- Arquivos e documentos oficiais 
- Textos de Amílcar Cabral 
- Referências bibliográficas 

ANEXOS 
I. - Estatutos do Partido Africano da Independência (PAI) (1960) 
II. - Estatutos do PAIGC (1973) 
III. - Programa mínimo e Programa maior do PAIGC (1960) 
IV. - Descolonização de Cabo Verde: o Protocolo de Lisboa (1974) 
V. - Proclamação do Estado de Cabo Verde 
VI. - Biografias (algumas personalidades influentes) 

Siglas e Acrónimos 
Índice Onomástico 


Preço: 57,50€; 

Portugal & Revolução - Revista ‘TRIUNFO’, n. 626 - 28.09.1974 - (‘LOS ARCHIVOS DE LA P.I.D.E.’) - Madrid 1974 - MUITO RARO;











Portugal & Revolução - A revolução portuguesa desencadeada no dia 25 de Abril de 1974, que levou à queda do regime do Estado Novo teve sempre grande repercussão em Espanha onde ainda dominava Francisco Franco, o general que derrotou a esquerda republicana em 1939 e neste exemplar há uma reportagem histórico sobre a PIDE/DGS, a polícia política portuguesa 


Revista ‘TRIUNFO’, n. 626 - De 28 de Setembro de 1974. 
‘LOS ARCHIVOS DE LA P.I.D.E.’ 
Madrid 1974 


Exemplar com 78 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
- ‘LOS ARCHIVOS DE LA P.I.D.E.’ - de René Backmann 
‘Servicios extraordinarios’ 
‘El verdadero dueño’ 
‘La tortura del sueño’ 
‘Ex seminaristas’ 
‘Han compreendido…’ 

Portugal 
- ‘UNA LEY DE PRENSA INOVADORA’ 


Preço: 77,50€; 

Portugal - Descolonização & História - ‘ANGOLA - ACORDO PARA A INDEPENDÊNCIA’ - Lote de 3 Documentos - Lisboa 1975 - MUITO RARO;










Portugal - Descolonização & História - O ‘ACORDO DO ALVOR’ foi um documento assinado entre Portugal, potência administrante da então província ultramarina de Angola e os movimentos de libertação angolanos que lutavam pela independência - FNLA (Frente Nacional de Libertação de Angola), MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola’ e UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola) - reunidos entre 10 e 15 de Janeiro de 1975 na vila do Alvor, onde foi decido o cessar-fogo entre as partes e a data da independência para 11 de Novembro desse mesmo ano. 


‘ANGOLA - ACORDO PARA A INDEPENDÊNCIA’ 
Edição do Ministério da Comunicação Social 
Lisboa 1975 


Livro com 32 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Lote de 3 exemplares em português, espanhol e inglês. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

ACORDO 
- Discurso pronunciado pelo Dr. Agostinho Neto, presidente do M.P.L.A. 
- Discurso proferido pelo Presidente da República, general Francisco da Costa Gomes 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 


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O ACORDO DO ALVOR 
Composto por 60 artigos o documento assinado em Alvor deixava claro que, após a data de sua independência, Angola seria um estado livre e soberano. Seria adotada uma constituição, mediada por um governo de transição composto pela presença de um alto-comissariado português em conjunto com um colégio presidencial ocupado por um membro de cada movimento de libertação. 

Os comissários portugueses do processo foram (pela ordem de posse): Almirante António Rosa Coutinho, General António da Silva Cardoso, General Ernesto Ferreira de Macedo e Almirante Leonel Cardoso. 

O GOVERNO DE TRANSIÇÃO 
O acordo estabeleceu o Conselho Presidencial do Governo de Transição liderado em governo alternado por Lopo do Nascimento (MPLA), Johnny Eduardo Pinnock (FNLA) e José Ndele (UNITA). 

Ministério da Informação com a seguinte configuração: ministro Manuel Rui (MPLA), secretariado por Jaka Jamba (UNITA) e Hendrick Vaal Neto (FNLA). 

Ministério do Trabalho e Segurança Social com a seguinte configuração: ministro António Dembo (UNITA), secretariado por Cornélio Caley (MPLA) e Baptista Nguvulu (FNLA). 

Ministério do Interior com a seguinte configuração: ministro Ngola Kabangu (FNLA), secretariado por Henrique Onambwé (MPLA) e João Mulombo Vaikene (UNITA). 

Ministério da Economia com a seguinte configuração: ministro Vasco Vieira de Almeida (Portugal-Junta de Salvação Nacional); comportava as seguintes secretarias especiais: Secretaria de Estado da Indústria e Energia, sob comando de Augusto Lopes "Tutu" Teixeira (MPLA); Secretaria de Estado das Pescas, sob comando de Manuel Alberto Teixeira Coelho (UNITA), e; Secretaria de Estado do Comércio e Turismo, sob comando de Graça Tavares (FNLA). 

Ministério do Planeamento e Finanças a cargo do ministro Saíde Mingas (MPLA). 
Ministério da Justiça a cargo do ministro Diógenes Boavida (MPLA).
Ministério dos Transportes e Comunicação a cargo do ministro Joaquim Albino Antunes da Cunha (Portugal-Junta de Salvação Nacional). 
Ministério da Saúde e Assuntos Sociais a cargo do ministro Samuel Abrigada (FNLA).
Ministério das Obras Públicas, Habitação e Urbanismo a cargo do ministro Manuel Alfredo Resende de Oliveira (Portugal-Junta de Salvação Nacional).
Ministério da Educação e Cultura a cargo do ministro Jerónimo Elavoko Wanga (UNITA). 
Ministério da Agricultura a cargo do ministro Mateus Neto (FNLA).
Ministério dos Recursos Naturais a cargo do ministro Jeremias Chitunda (UNITA). 

A hierarquia militar do Governo de Transição ficou da seguinte forma: 
Comandante da Região Militar de Angola, general Ernesto Ferreira de Macedo; 
Comandante da 2ª Região Aérea, brigadeiro José Ferreira Valente; 
Comandante da Base Naval de Angola, almirante Leonel Cardoso, e; 
Comandos de Área com Pedro Timóteo "Barreiro" Kiakanwa (FNLA), João Jacob Caetano "Monstro Imortal" (MPLA) e "Edmundo Rocha" Sabino Sandele (UNITA). 


Cabo Verde & Literatura - ‘A VERDADE DE CHINDO LUZ’, de Joaquim Arena - Lisboa 2006 - Raro;






Cabo Verde & Literatura - As vivências em Portugal da comunidade cabo-verdiana na diáspora 


‘A VERDADE DE CHINDO LUZ’ 
De Joaquim Arena 
Edição Oficina do Livro 
Lisboa 2006 


Livro com 248 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“Às reprimendas de Nitinha seguia-se a sua fuga para os bares crioulos da zona de S. Bento. Ali, John Luzona tinha a prodigiosa habilidade para reinventar, por breves momentos, um cantinho acolhedor das ilhas. As empregadas crioulas habituaram-se, com o tempo, aos seus apalpões e à rudeza carinhosa na voz, já aquecida pela aguardente. Seguia-se depois uma certa exaltação ante a perspectiva de poder impressionar com as suas fantásticas e venturosas passagens pelos lugares mais inóspitos do planeta. Esse era o John Luzona que ele próprio admirava e gostava de reencontrar quando chegava a Lisboa.“ 


Da badana:
“Arsénio Cruz é um jornalista que durante semanas acompanhou a ascensão meteórica de Chindo Luz à categoria de estrela televisiva do momento. O suicídio de Chindo Luz, depois de vencer um ‘reality show’ de sucesso, deixa todos espantados e é motivo suficiente para que Baldo, o irmão mais novo, inicie uma investigação sobre o caso. 

Baldo e Chindo cresceram num dos bairros da zona oriental de Lisboa, no seio de uma família de emigrantes cabo-verdianos. Após o 25 de Abril, a família ocupou num casarão antigo, local de passagem para muitos compatriotas. Após a morte do irmão, Baldo acompanha a mãe por uma errância pela ilha natal, onde conhecerá Eva Lima, responsável por uma ONG, que o vai recolocar, com a ajuda de Arsénio Cruz, na pista do misterioso desaparecimento de Chindo Luz. 

Traçando um primoroso retrato de um certo Portugal dos últimos trinta anos, ‘A VERDADE DE CHINDI LUZ’ é uma obra que nos apresenta o processo de descoberta da identidade cultural pelas comunidades emigrantes que habitam na orla das grandes cidades, mas que nos proporciona, também, uma viagem ao mundo das figuras saudosistas da ‘Dolise cita’ das Colónias sob os auspícios do Imprensa.“ 


O Autor:
“JOAQUIM ARENA nasceu em 1964, na Ilha de São Vicente, CaboVerde, filho de pai português e mãe cabo-verdiana. 
No final dos anos sessenta chega com a família a Portugal. Depois de viajar pela Europa, regressa a Lisboa, no início dos anos noventa, onde se licencia em Direito.
Dirige algumas revistas de temática lusófona, como a África Hoje’, ao mesmo tempo que desenvolve projectos na área musical. 
Em 1998, regressa a Cabo Verde, onde funda o jornal ‘O Cidadão’. Actualmente vive entre Lisboa e S. Vicente. É advogado, músico e jornalista. 
‘A VERDADE DE CHINDO LUZ’ é o seu primeiro romance.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Primeira Parte 
- Verdade & Consequência 

Segunda Parte 
- A estrada das Ilhas 

Terceira Parte 
- O Lago 


Preço: 17,50€; 

Américas & História - ‘CARTA DO FIM DO MUNDO’, de José Manuel Fajarda - Lisboa 1996;





Américas & História - O mundo novo do continente americano em história romanceada 


‘CARTA DO FIM DO MUNDO’ 
De José Manuel Fajarda 
Edição Editorial Teorema 
Lisboa 1996; 


Livro com 166 páginas e em muito bom estado de conservação. 


Da contracapa:
“Acabado de chegar à América, Colombo tem de regressar à Espanha para dar notícia do Descobrimento. O Almirante deixa em ‘La Española’ 39 homens encarregados de levantarem o Forte de la Navidad e constituírem a vanguarda da evangelização do continente. Vamos conhecer os acontecimentos do dia a dia dessa gente, as constantes surpresas com que se defrontam e as intrigas e disputas que surgem no seio de tão pequena comunidade, através da carta que Domingo Pérez, tanoeiro, escreve ao seu irmão. Saberemos, também, do seu amor por Nagala, a criatura mais formosa e digna de admiração que viu na sua vida, e da existência, no meio d floresta tropical, de um português, Álvaro de Almeyda, que há muitos anos, se transformou num Deus, o Yucemí dos Índios. 

Como diz Luís Sepulveda no PRÓLOGO, ‘Temos nas mãos um livro inesquecível’.“ 



Do ÍNDICE: 

PRÓLOGO 
- O ROMANCISTA COMO INIMIGO DO ESQUECIMENTO 

Dedicatória 

- Carta do Fim do Mundo 

Apêndice 
Glossário 
Agradecimentos 


Preço: 12,50€; 

Portugal & PALOP’s - ‘UTOPIA - SEIS DESTINOS - Política de Cooperação’, de Gaspar da Silva - Lisboa 1997 - RARO;






Portugal & PALOP’s - A política portuguesa de cooperação com os países da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) 


‘UTOPIA - SEIS DESTINOS - Política de Cooperação’ 
De Gaspar da Silva 
Edição 4 Margens Editora 
Lisboa 1997 


Livro com 252 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa: 
“… A África tem direito a um futuro. A preparação desse futuro tem que ser colocada em profundidade. A emancipação política do mundo africano realizar-se-à na conjunção da emancipação do ‘Homem’ e no superar as dependências económicas. 
A política de cooperação portuguesa tem de se fundamentar na experiência. Da nossa própria procura do caminho para a modernidade e democraticidade. 
A multiplicidade de acções de cooperação desencadeadas por todos os departamentos ministeriais, onde é de bom tom ter um ‘gabinete de relações externas’ projectam-se no terreno sem coordenação, provocando inúmeras vezes duplicação de projectos sectoriais, dispersando o investimento global em parcelas sem expressão e com resultados inexpressivos.


O Autor:
“GASPAR DA SILVA entrou no M.N.E., em 1956 tendo ocupado vários postos entreteles, Madrid, Cônsul Geral em Paris em Junho de 1974, primeiro embaixador na Índia, primeiro Director Gerak para a Cooperação, Embaixador em Paris e em Roma. 
Possui condecorações nacionais e estrangeiras, destacando-se a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, Comendador da Legião De Honra da França e da Ordemde Isabel, a Católica, de Espanha. 
Professor convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas de Lisboa e da Universidade do Minho.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA PRELIMINAR 
INTRODUÇÃO 
- Modernização 

COOPERAÇÃO I - O Reencontrar da Sabedoria 
- Ajuda Pública, Privada e de Organismos Internacionais 
- Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (C.P.L.P) 
INTERMEZZO - Dialética Africana 
- Representatividade das Autoridades Tradicionais 
- Ajuda da União Europeia 
COOPERAÇÃO II - O Reencontrar do Pragmatismo 
- Princípios da Cooperação 
- Comissão Nacional para a Cooperação 
- Cooperação para o Desenvolvimento no Plano Bilateral 
CONCLUSÃO 

ANEXOS 
- Instituto de Investigação Científica Tropical 
- Cronologia Resumida da Evolução Orgânica da Cooperação 
- Programas de cooperação da U.E. com os países africanos de expressão portuguesa 
- Projecto EDDI - Ensino e Desenvolvimento no Domínio da Informática 

Bibliografia 


Preço: 27,50€; 

África & História - Jornal ‘PÚBLICO’, de 11.11.2025 - (‘INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA - A “DERROTA” DO PAÍS QUE “ERA PARA SER DE NÓS TODOS”.’) - Lisboa 2025 - Muito Raro;



















África & História - Aos 50 anos de independência - ocorrida a 11 de Novembro de 1975 -, e em paz desde 2002, o balanço é muito negativo relativamente à falta de qualidade de vida da esmagadora população angolana que se deixou há décadas de acreditar no regime tutelado pelo MPLA omnipresente no Estado já também não acalenta grandes esperanças nas organizações da oposição 


Jornal ‘PÚBLICO’, de 11 de Novembro de 2025. 
‘INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA - A “DERROTA” DO PAÍS QUE “ERA PARA SER DE NÓS TODOS”.’ 
Lisboa 2025 


Exemplar com 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Tema em destaque: 
DESTAQUE - Independência de Angola: 50 anos 
- ‘INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA - A “DERROTA” DO PAÍS QUE “ERA PARA SER DE NÓS TODOS”.’ - por António Rodrigues 
‘Angola é hoje a mais sagrada desesperança, parafraseando o livro de Agostinho Neto, do que naquele 11 de Novembro de 1975, quando declarou a independência. E já nem a elite acredita no futuro do país.’ 
‘Aberrante e alarmante’ 
‘Autocolonialismo’ 
“O país parece existir como território e população, mas não como comunidade política coesa, orientada por um Estado que assuma as suas responsabilidades fundamentais.”
Rui Verde - Jurista 

História 
- ‘O DIA DA INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA FOI UMA NOITE ENTRE GUERRAS’ 
Por António Rodrigues 
‘Agostinho Neto declarou a independência antes de qualquer preâmbulo. Apagada a luz, foram todos matar-se pela Pátria nova que tanto sangue lhes custara,’ 
“Eram todos inimigos uns dos outros e ninguém sabia com certeza quem iria morrer. Às mãos de quem, quando e onde. E porquê.” 
Ryszard Kapuscinski - Repórter polaco 
‘O fracasso de Alvor’ 
‘Dependente de guerra’ 

Actualidade - Entrevista 
- “AS ELITES ANGOLANAS NÃO CONFIAM NO FUTURO DO PAÍS” 
Texto de António Rodrigues - Rui Gaudêncio, fotografia 
Ricardo Soares de Oliveira - ‘As estratégias de diversificação económica não foram bem sucedidas e “um dia destes”, em Angola, “não haverá dinheiro para alimentar as massas críticas do regime”, que estão “alienadas” e “zangadas”.’ 
“O resultado é que podemos chegar a 2027 com uma rua, uma sociedade, uma juventude que não estão institucionalizadas no sistema de competição política formal, que já não acreditam no MPLA nem na oposição como veículo de mudança e transformação.” 


Preço: 32,50€; 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

África & Direitos Humanos - ‘PARA COMPREENDER AS CRIANÇAS MOÇAMBICANAS’, por Lucena Muianga e Alexandrino José - Maputo 1996 - Muito Raro;












África & Direitos Humanos - A problemática do apoio às crianças em Moçambique, particularmente das que fizeram parte dos contendores na guerra civil como meninos soldados 


‘PARA COMPREENDER AS CRIANÇAS MOÇAMBICANAS’ 
Por Lucena Muianga e Alexandrino José 
Edição do Centro de Estudos Africanos 
Colecção Nosso Chão 
Maputo 1996 


Livro com 212 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 
Índice das Ilustrações 
Abreviaturas 

PREFÁCIO - Graça Machel 
INTRODUÇÃO - Alexandrino José 

I. - EDUCAÇÃO INFANTIL 
1. - O atendimento da criança moçambicana em idade pré-escolar 
- Maria da Graça Cruz 
2. - Educação e cuidados de criança em idade pré-escolar em Moçambique. 
Estudos de caso em alguns distritos 
- Miguel Mausee, Amélia Sitoe e Lúcia Mairosse 
3. - Reflexão sobre as escolinhas comunitárias em Moçambique 
- Maria Timbana 

II. - REINTEGRAÇÃO 
4. - Reintegração das crianças combatentes / jovens soldados desmobilizados em Moçambique: 
necessidades e recursos 
- Helen Charnley e Terezinha da Silva 
5. - Alguns aspectos do programa de atendimento à criança em situação difícil na Província de Tete 
- Fernando Ribeiro 
6. - Crianças ex-milicianos: vítimas e perpetradores  - modelo de reabilitação psico-terapêutico e psico-social da Associação Moçambicana de Saúde Pública (AMOSAPU) 
- Bóia Júnior e Ilídio Silva 

III. - ESCOLARIDADE 
7. - Que conhecimentos, capacidade e habilidade deve o professor possuir para orientar o processo de ensino-aprendizagem na língua portuguesa na escola primária do 1.* grau ? 
- Manuel Golia 
9. - Género, normas, valores culturais e direito à escolaridade obrigatória. O exemplo de três escolas no distrito da Manhiça 
Lucena Muianga 

Bibliografia 
ANEXOS 
1. Direitos das Crianças Moçambicanas 
2. Convenção dos Direitos das Crianças 
3. Lista de Ensaístas 


Preço: 37,50€;