segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Portugal - Ultramar & História - ‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA - Nem Mais um Soldado para as Colónias’, de António Duarte Silva - Lisboa 2025;





Portugal - Ultramar & História - Nesta obra o autor reuniu toda a legislação importante é histórica do processo de descolonização levado a efeito pelo governo português após o derrube do Estado Novo a 25 de Abril de 1974, relativamente às províncias ultramarinas espalhadas pelos diversos continentes: Angola, Cabo Verde, Goa (Estado da Índia), Guiné, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor 


‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’
Nem Mais um Soldado para as Colónias 
De António Duarte Silva 
Edição da Imprensa Nacional 
Lisboa 2025 


Livro com 128 páginas. Novo. 


Da contracapa:
“ ‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’ 
De António Duarte Silva 

A descolonização portuguesa foi uma das causas e objectivos principais do 25 de Abril de 1974. Foi também uma das mais importantes intervenções do Movimento das Forças Armadas (MFA), que se dividiu em duas alas: a que defendia que a descolonização pressupunha a democratização (os ‘spinolistas’) e os que defendiam que não havia democratização sem prévia descolonização (a ala ‘revolucionária’ do MFA).
Na diversidade de todos os casos, a evolução da descolonização portuguesa permite chegar a algumas conclusões comuns: foi tardia, apressada, consensual e conforme ao direito.“ 



Do ÍNDICE: 

- O Programa do MFA e a descolonização 
- Orientações para a descolonização 
- Os fatores da descolonização 
- A Lei n. 7/74, de 27 de Junho (Lei da Descolonização) 
- Guiné-Bissau: o ‘ACORDO DE ARGEL’, de 26 de Agosto de 1974 
- Moçambique: o ‘ACORDO DE LUSAKA’, de 7 de Setembro de 1974 
- São Tomé e Príncipe: o ‘ACORDO DE ARGEL’, de 26 de Novembro de 1974 
- Cabo Verde: o ‘PROTOCOLO DE LISBOA’, de 19 de Dezembro de 1974 
- Angola: o ‘ACORDO DE ALVOR’, de 15 de Janeiro de 1975 
- Timor-Leste: A exceção 
- Estado da Índia: Um tratado especial 
- Macau: A Declaração Conjunta, de 13 de Abril de 1987 
- CONCLUSÃO: Uma descolonização tardia, apressada, consensual e conforme ao direito 
Bibliografia 


Preço: 25,00€; 

Moçambique & Literatura - ‘HAMINA E OUTROS CONTOS’, de José Vraveirinha - Lisboa 1997 - Raro;





Moçambique & Literatura - Colectânea de contos de José Craveirinha sobre as vivências dos moçambicanos 


‘HAMINA E OUTROS CONTOS’ 
De José Vraveirinha 
Edição Caminho 
Lisboa 1997 


Livro com 126 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da badana: 
“ ‘HAMINA E OUTROS CONTOS’ reúne pequenos textos de ficção escritos pelo autor para ‘tapar buracos’ provocados pelos cortes da censura no jornal ‘O Brado Africano’ (publicado em Lourenço Marques). 
Textos de circunstâncias, produto da ‘força das coisas’ para salvar um jornal a que Craveirinha dedicou todas as suas forças e capacidades, o que neles hoje encontramos é a extraordinária arte poética do autor de ‘Karingana na Karingana’.“ 


O Autor: 
“JOSÉ CRAVEIRINHA (n. 1922, Lourenço Marques), Prémio Camões (1992), é considerado o maior poeta africano de língua portuguesa. Na sua obra destacam-se os livros de poemas ‘Chigubo’, ‘Karingana na Karingana, ‘Maria’. 
É também autor de uma vasta colaboração dispersa por numerosos jornais e revistas, particularmente de Moçambique e Portugal. Poemas seus foram traduzidos em diversas línguas, nomeadamente inglês, francês, italian, russo, suaíli. 
Actualmente vive em Maputo.“ 



Do ÍNDICE: 

Nota de Apresentação 
- Por António Sopa 

Pórtico 

- Hamina “faz hara-quiri” nos templos da Rua Araújo 
- Carta 
- Chigubo 
- História de Sonto: o menino dos jacarés de pau 
- Verão 
- Fantasia em 4 actos 
- Fantasia de ritmos 
- Mamana Fanisse 
- Balada da Deusa e do Rei Velho  e dos meninos pajens 
- Natal 
- Pintura 
- Ziche pescador 
- Besouro 
- A caçada 
Glossário 


Preço: 25,00€; 

África & História - Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 54.640 - 25.11.2018 (NOTÍCIAS DE ANGOLA - ‘O Encontro dos Generais que já foram Inimigos’) - Lisboa 2018 - MUITO RARO;

























África & História - O jornal matutino de Lisboa, editou nesta data um suplemento com importantes reportagens do seu director que para o efeito efectuou deslocações a Angola onde recolheu os elementos que usou neste trabalho histórico 


Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 54.640 - De 25 de Novembro de 2018.
NOTÍCIAS DE ANGOLA - ‘O Encontro dos Generais que já foram Inimigos’ 
Director: Ferreira Fernandes 
Lisboa 2018 


Exemplar com 64 páginas (48 + suplemento com 16), ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
Suplemento 1864 
NOTÍCIAS DE ANGOLA - Cinco reportagens de Ferreira Fernandes 

- ‘BOAS NOTÍCIAS’ 

- ‘DE LUANDA À QUIBALA SEM IR À VOLTA’ 
‘Se é para falar de Luanda-Quibala, há que fazer Luanda-Quibala. Há oito anos era uma pista, há três anos virou um empecilho. E agora já funciona, e está a ser reconstruída por chineses e lusófonos, a estrada essencial e imprescindível.’ 

- ‘DOIS GENERAIS SAÍRAM DO SEU LABIRINTO’ 
General do MPLA Roberto Leal Monteiro e general da UNITA Antonino Filipe Jeremias 
‘O mestiço foi general do MPLA, o negro, da UNITA. Neste reencontro, Ngongo e Antonino recapitulam o que os levou , depois de lutarem um contra o outro de AK nas mãos, a deputados da mesma pátria, pertencendo à Comissão Militar e de Segurança da Assembleia Nacional angolana.’ 

- ‘CINEMA REGRESSA AO HUAMBO’, retro de José Kaliengue / ‘O PAÍS’ 

- “ARRANCAR CLAMORES E LÁGRIMAS”, Assim é a Orquestra Kaposoka 
‘A Orquesta Sinfónica Kaposoka fica numa rua de terra batida de Luanda. Sob a batuta de Pedro dos Reis Françony, ex-seminarista e ex-militar, que conta como meninos e meninas aprendem a ser homens e mulheres através de Mozart, Beethoven e Verdi.’ 

- ‘DE MULETAS, MAS CAMPEÕES MUNDIAIS’ 
‘A 4 de Novembro, a equipa angolana de futebol para amputados foi campeã mundial no México. Voltaram a Luanda e agora são vistos como motivadores de orgulho.’ 

- ‘ZUNGUEIRAS E BANCAS NA ORDEM’ 
‘O Governo angolano lançou a Operação Resgate - para organizar a venda na rua e, no fundo, resgatar leis já existentes para que se pratiquem. O assunto é nacional e anima discussões sociais. Na TV passam programas de debate.’ 



Jornal 
Política Nacional 
- ‘A GERINGONÇA PRESA POR UMA TRAGÉDIA ORÇAMENTAL’ 

Carlos Carreiras, Presidente da Câmara de Cascais, em entrevista 
- “SE RIO MANTIVER O TRILHO, DUVIDO QUE O PSD GANHE ELEIÇÕES.” 

O País 
- “AS PEDREIRAS LEVARAM-ME DOIS IRMÃOS. É SÓ ARMADILHAS.” 

- “JÁ NÃO SEOLHA PARA NÓS COMO UMA TERRA DE CLEPTOMANÍACOS INSTALADOS NO PODER.”, entrevista de Marina Marques 
Luís Fernando. ‘Jornalista, deixou de o ser para assumir as funções de secretário de Imprensa do Presidente angolano. Começou, também, a escrever um livro sobre o primeiro ano de mandato, ‘NOTÍCIAS DO PALÁCIO’, cheio de pormenores. Na terça-feira é lançado em Portugal.’ 


Preço: 47,50€;  

sábado, 25 de outubro de 2025

Portugal - Política & História - LOTE DE 12 AUTOCOLANTES DE EANES / PRD - Lisboa 1980/90 - MUITO RAROS;




Portugal - Política & História - Conjunto de autocolantes históricos do general Ramalho Eanes, o primeiro Presidente da República eleito democraticamente após o 25 de Abril de 1974 e no seu segundo mandato (1980-86) incentivou a criação de um partido, o PRD (Partido Renovador Democrático) que apesar de ter tido uma boa votação na sua estreia foi descaindo até ao ponto de ter sido extinto anos depois 


LOTE DE 12 AUTOCOLANTES DE EANES / PRD 
1. - ‘MAIS PORTUGAL - PRD’ 
2. - ‘VOTA EANES’ 
3. - ‘MAIS PORTUGAL COM EANES’ - Vota PRD’ 
4. - ‘EANES - II CONVENÇÃO NACIONAL’ Porto 17 - 18 - 19 - Out. 1986 
5. - ‘EANES É PORTUGAL’ 
6. - ‘VOTA PRD - Sim à honestidade e competência’ 
7. - ‘PRD - RENOVAR A CONFIANÇA, ORGANIZAR A ESPERANÇA’ 
8. - ‘EANES É PORTUGAL’ 
9. - ‘EANES - RUMO CERTO’ 
10. - ‘EANES - SENTIDO ÚNICO - Para a Democracia’ 
11. - ‘MAIS PORTUGAL - PRD’m
12. - ‘EANES’ 

Lisboa 1980/90 


Exemplares em muito bom estado de conservação. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RAROS.


Preço: 77,50€; (LOTE COMPLETO) 

Portugal - Política & História - LOTE DE 3 AUTOCOLANTES DO MDP/CDE - Lisboa 1975 - MUITO RARO;




Portugal - Política & História - Organização política resultante da junção de dois movimentos políticos que actuavam já antes do 25 de Abril de 1974, A CDE (Comissão Democrática Eleitoral) e o MDP (Movimento democrático Português), o MDP/CDE apareceu após a revolução dominado pelos seus membros comunistas e concorreu às eleições legislativas sempre coligado ao PCP, tendo surgido na opinião pública uma nova designação para o partido, MDP/CDE (Maneira Disfarçada do Partido Comunista Disputar Eleições)… 


LOTE DE 3 AUTOCOLANTES DO MDP/CDE 
1. - ‘CAMPANHA ELEITORAL PARA A ASSEMBLEIA CONSTITUINTE’ 
‘MDP/CDE - 1975’ 
2. - ‘VOTA MDP/CDE’ - ‘Movimento Democrático Português’ 
3. - ‘MDP/CDE’ 

Lisboa 1975 


Exemplares em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.



Preço:  32,50€; (LOTE COMPLETO) 

Portugal - Política & História - Autocolante do MRPP - Lisboa 1976 - MUITO RARO;




Portugal - Política & História - Organização política fundada antes ainda da revolução de 25 de Abril de 1974, com a queda do regime do Estado Novo, o MRPP foi liderado por Arnaldo Matos - líder histórico - mais tarde adoptou a designação de PCTP (Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses) 


Autocolante do MRPP (Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado)
1. - ‘ORGANIZAR O CONGRESSO DE DEZEMBRO’ 
‘Unir-se às massas , liquidar os liquidacionistas’ - ‘MRPP - VIVA O PARTIDO !’ 

Lisboa 1976 


Exemplar em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Preço: 7,50€; 

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Portugal & Ultramar - ‘O JORNALISMO PORTUGUÊS E A GUERRA COLONIAL’, organização de Silvia Torres - Lisboa 2016 - Raro;

















Portugal & Ultramar - Uma obra de análise sobre a forma como o conflito militar que Portugal enfrentou nas suas antigas províncias ultramarinas africanas (Angola, Guiné e Moçambique), entre 1961 e 1974, por parte da imprensa nacional, do território europeu e daquelas províncias 


‘O JORNALISMO PORTUGUÊS E A GUERRA COLONIAL’ 
Organização de Silvia Torres 
Edição Guerra & Paz 
Lisboa 2016 


Livro com 432 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“Armor Pires Mota conseguiu relatar a guerra da Guiné, com pormenores manchados de sangue e lágrimas, através de um jornal regional ao qual a censura não deu importância. Fernando Gonçalves criou o ‘Zé Povinho da Guerra Colonial’ em Angola e pintou humoristicamente o conflito. Em Moçambique, Jorge Ribeiro gravou as mensagens de Natal dos soldados, que, por vezes, desejavam ‘Boas Festas para a esposa e para a noiva’ ou ‘um Ano Novo cheio de propriedades’. Fernando Correia, ao serviço da Emissora Nacional, não contou a verdade sobre a guerra porque não o deixaram. Estas e outras memórias das decisões de 60 e 70 do século XX, sobre Portugal, Angola, Guiné e Moçambique, preenchem este livro, ‘um exterminador implacável de lugares comuns e de ideias feitas sobre a Guerra Colonial e também, por arrastamento, sobre o jornalismo em geral e o jornalismo de guerra em particular’, na opinião do ex-combatente Carlos Matos Gomes.“ 

“ESTÁ OBRA INCLUI SILÊNCIOS DE ONTEM, 
ANÁLISES DE HOJE E LIÇÕES PARA AMANHÃ.’


Da badana:
“O presente livro, centrado na década de 69 e na primeira metade da década de 70 do século XX, tem como propósito contribuir para o aprofundamento e para iniciar de um processo de questionamento de uma dupla temática: o jornalismo português e a Guerra Colonial. Como foi feita a cobertura jornalística da Guerra Colonial pelos jornalistas portugueses da Metrópole (Portugal) e das províncias ultramarinas envolvidas no conflito - Angola, Guiné (actual Guiné-Bissau) e Moçambique ? Esta obra não responde directamente a esta questão mas apresenta-se como um contributo para alcançar a resposta. Assim, através de testemunhos e de abordagens de investigadores, historiadores, jornalistas, militares e ainda de uma locutora de rádio e de um cartonista, pretende-se caracterizar o jornalismo português (da Metrópole e das províncias ultramarinas) da época, reflectir sobre os efeitos da cobertura jornalística do conflito na prática do jornalismo em Portugal e ainda analisar o jornalismo português praticado num período crítico, ou seja, durante o maior conflito armado da história de Portugal.“ 


A Organizadora: 
“SILVIA TORRES nasceu em Mogofores, em 1982. Licenciada em Jornalismo e Comunicação, começou por ser jornalista do ‘Diário de Coimbra’. Entre 2008 e 2014, como oficial da Força Aérea Portuguesa, trabalhou na Rádio Lajes (Terceira - Açores) e no Centro de Recrutamento da Força Aérea (Lisboa), cumprindo ainda uma missão de cooperação técnico-militar em Timor-Leste. Actualmente é doutoranda em Ciências da Comunicação e bolseira de investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. A sua pesquisa centra-se não cobertura jornalística da Guerra Colonial feita pela imprensa portuguesa de Angola, Guiné e Moçambique, entre 1961 e 1974. O facto de ser filha de um ex-combatente justifica o interesse pessoal e académico pelo conflito.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

PREFÁCIO 

INTRODUÇÃO
- Por Carlos de Matos Gomes 

1. - O JORNALISMO PORTUGUÊS E A GUERRA COLONIAL 
- O jornalismo português durante o Estado Novo: apesar de tudo moveu-se 
Carlos Baptista 
- Um retrato dos meios de comunicação portugueses vigentes nas colónias / províncias ultramarinas sobretudo durante a Guerra Colonial 
Silvia Torres 
- O sentido fabricado do início da guerra em Angola na imprensa de Lisboa 
Tânia Alves 
- A ditadura, o telejornalismo português e a Guerra Colonial 
Francisco Rui Cádima 
- O Jornalismo na Guerra Colonial 
Otelo Saraiva de Carvalho 

2. - A CENSURA 
- A Censura à Imprensa no Estado Novo 
Alberto Arons de Carvalho 
- A Censura em Angola durante a Guerra Colocar 
José Filipe Pinto 

3. - AS MEMÓRIAS 

3.1 - ENTREVISTAS 
Agostinho Azevedo 
Armor Pires Mota 
Baptista Bastos 
Cesário Borga 
Diamantino Pereira Monteiro 
David Borges 
Fernando Correia 
Fernando Dacosta 
Fernando Farinha 
Fernando Gonçalves 
Francisco Pinto Balsemão 
João Palmeiro 
Joaquim Letria 
Jorge Ribeiro 
José Manuel Barroso 
Maria Helena Saltão 
Moutinho Pereira 
Otelo Saraiva de Carvalho 

3.2 - TESTEMUNHOS 
- Guiné, Spínola, o jornalismo e eu 
Avelino Rodrigues 
- A guerra do outro lado do espelho 
Manuela Gonzaga 
- De assessor de imprensa nos Comandos de Angola a repórter da guerra nos musseques de Luanda 
Rodrigues Vaz 
- O Comando e a opinião pública: Moçambique 1970 
Fontes Ramos 

4. - O JORNALISMO E A HISTÓRIA 
- Jornalismo e investigação histórica 
Aniceto Afonso 
- Tempo longo e tempo breve na convergência da história e do jornalismo 
José Manuel Tengarrinha 
- Desinformação e descolonização 
Joaquim Furtado 


Preço: 37,50€; 

Moçambique & Literatura - ‘O REGRESSO DO MORTO’, de Suleiman Cassamo - Lisboa 1997 - Raro;





Moçambique & Literatura - Uma colectânea de contos deste escritor moçambicano que associa a sua actividade literária ao ensino universitário 


‘O REGRESSO DO MORTO’ 
Contos 
De Suleiman Cassamo 
Edição Caminho 
Lisboa 1997 


Livro com 96 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“ ‘O REGRESSO DO MORTO’, colectânea de contos, foi publicado pela primeira vez em Moçambique em 1989 e obteve uma excelente acolhimento da crítica e do público. Foi-lhe atribuído o Prémio da Associação dos Escritores Moçambicanos. 
Esse acolhimento foi inteiramente justificado. Suleiman Cassamo tinha nessa altura 27 anos e os contos revelavam o início de um voz nas letras de Moçambique. 
A área geográfica em que a acção dos contos decorre é a da capital, Maputo, e a circundante - o ‘caniço’, Manhiça, Marracuene, a região de savana banhada pelo rio incomati. Mas está também muito presente o Jone, as minas do transval, pátria dos magaíças. 
A língua ronha irrompe pelo português, rasgando o caminho a musicalidades novas. 
Histórias de grande densidade, cheias de dramático e sentimentalidades, fazem desta colectânea uma das obras mais significativas das letras moçambicanas.
‘O REGRESSO DO MORTO’ foi já publicado em francês.“  


“SULEIMAN CASSAMO nasceu em Moçambique em 1972. Actualmente vive em Maputo e é professor na Universidade Eduardo Mondlane. Em 1996 foi eleito secretário-geral da Associação dos Escritores Moçambicanos.



Do ÍNDICE::

Dedicatória 

- Ngilina, tu vai morrer 
- Laurinda tu vai mbrunhar 
- Nyeleti 
- Madalena, xiluva do meu coração 
- As mãos da vida 
- O funeral do Bobi 
- José, pobre Pai Natal 
- Vovó Velina 
- Casamento de um casado 
- O regresso do morto 

Glossário 


Preço: 17,50€; 

Cabo Verde - ‘RETALHOS DE UMA CULTURA’, de Maria Alice Fernandes - Oeiras 2002 - MUITO RARO;








Cabo Verde - Contos, lendas, tradições e mezinhas, além da arte da autora num livro muito autobiográfico 


‘RETALHOS DE UMA CULTURA’ 
“Tchápa-Tchápa” 
Santiago - Cabo Verde 
De Maria Alice Fernandes 
Edição da Câmara Municipal de Oeiras 
Oeiras 2002 


Livro com 126 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa:
“Este livro constitui a concretização de um sonho. 
Por isso, dou graças a DEUS PAI EM CRISTO !!! 
Quero agradecer de todo o coração ao meu falecido esposo, filhos, que acreditaram mesetas recolhas e memórias, a minha irmã Túja e o meu pai de criação Isidor Soares pela escola primária que me deram. 
Com especial apreço, um BEM HAJA à Câmara Municipal de Oeiras, na pessoa do Senhor Presidente Dr. Isaltino Morais que tornou possível este sonho. 
Agradeço também aos meus amigos do Casino do Estoril, De. Lima de Carvalho e Dr. Edgardo Xavier, que muito me ajudaram a divulgar a nossa cultura através dos meus quadros; ao nosso Embaixador em Portugal Dr. João Higino, pelo seu encorajamento e ao casal amigo de infância Laláchu e Fáfá pelo seu parecer e força ! “ 
Maria Alice Fernandes 



Do ÍNDICE 

República de Cabo Verde 
ABERTURAS 
- Isaltino Afonso Morais (Presidente da Câmara) 
- João Higino (Embaixador de Cabo Verde em Portugal) 
- N. Lima de Carvalho (Director da Galeria de Arte do Casino Estoril) 
- Edgardo Xavier (Membro Internacional de Críticos de Arte) 

MARIA ALICE FERNANDES 
- Por Horácio Santos (Contador de Estórias) 

INTRODUÇÃO 
- Cantar do Galo = Relógio do Povo 
- A mulher boa 
- A mulher má 
- O que é o Batuku 
- Espírito de Partilha em Cabo Verde 
- Escrava que pariu branco 
- Pisando o milho no pilão 
- Conversas de amigas 
- O diálogo do compadre feijão com o seu compadre milho 
- Djunta-mó = colaboração 
- Vendedeira de carvão 
- Nho Néné e sua mandióca 
- Regresso de um emigrante 
- Kumpadri Nhónhó di pépa Ku si kumpadri Tátá 
- Conversa do pardal com a sua comadre mosca 
- Moinho da nha Carlota 
- Nhu Martinho ku nhu katchôr 
- Nhu Lôbu ku Carneirinho 
- Zé Ninguém 
- A fábula da D. Pulga 
- A queixa da D. Vassoura 
- A mangueira humilde e o coqueiro vaidoso 
- A ribeira da fornalha 
- Pic-nic no campo 
- Bá = Josefa Andrade 
- O sorriso das crianças 
- Mulher no lar 
- O advento da nova África 
- Diálogo das árvores 
- Fumador de Binde 
- Fumador di Bindi 
- Xarope de grão 
- Xarope di argrion 
- Meu irmão 
- Trapitchi 
- O senhor garoupa pintada 
- A ‘corta’ do milho 
- Engarnel e a Túdja 
- Finte de Lima 
- Mãe África 
- A Paz; 
- Bâti-Bôli 
- Djonzinho di nha esperança 
- Há alguns anos atrás em Cabo Verde ilha de Santiago 
- Remédio da terra 

RECOLHAS DE MEMÓRIA 
QUERO HOMENAGEAR TRÊS GRANDES MULHERES 
DE SÃO DOMINGOS - SANTIAGO, CABO VERDE 
- A ‘Pírla’ da Babósa, para o paludismo 
- Alho assado - para dor de dente 
- Alho cozido - para abcesso 
- Alho e azeite da purgueira - para varizes 
- Azeite da purgueira 
- ‘Cândia Purga’ 
- Babosa para queda de cabelo 
- Babosa para acabar com as verrugas 
- Babosa para micose nos pés 
- Babosa e manteiga pura para ferida 
- Banho de eucalipto, alecrim e rosmaninho para febre e constipação 
Significados 

- Namoro e casamento antigo no meio rural em Santiago - Cabo Verde 
- O abuso dos homens grandes 
- O casamento de Joãozinho e Mariazinha - Cabo Verde, Santiago 

PRONOMES PESSOAIS (Santiago) 
PALAVRA E FRASES EM PORTUGUÊS E EM KRIOLU 
ADINHOS EM CRIOULO DE SANTIAGO 


Preço: 62,50€; 

Portugal & História - Revista ‘25 DE ABRIL’ - Edição Especial - ‘OS HOMENS DA REVOLUÇÃO’ - Lisboa s/ data - Muito Raro;




















Portugal & História - Os principais acontecimentos do golpe militar do Movimento dos Capitães que a 25 de Abril de 1974 derrubaram o regime do Estado Novo e as mais importantes personalidades militares e civis que contribuíram para a oposição e alteração da ditadura para a democracia 


Revista ‘25 DE ABRIL’ - Edição Especial 
‘OS HOMENS DA REVOLUÇÃO’ - ‘Tudo sobre o golpe militar que mudou Portugal’ 
Gerente: Eduardo Gradiz - Redacção: Rita Montenegro 
Edição PP / Presspeople 
Lisboa s/ data 


Exemplar com 66 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Do ÍNDICE: 

‘OS HOMENS DA REVOLUÇÃO’ - ‘Tudo sobre o golpe militar que mudou Portugal’ 
- O impacto das personalidades mais importantes no 25 de Abril 
- Contexto histórico de Portugal até 1974 
- Antecedentes e causas da Revolução dos cravos 
- Os principais eventos do 25 de Abril de 1974 
- As personalidades-chave na revolução dos cravos 
- A luta pela liberdade: o papel de Mário Soares na História de Portugal 
- Álvaro Cunhal - um homem que lutou por um país livre 
- O papel do Povo Português na Revolução 
- O legado do 25 de Abril e a Democracia em Portugal 
- A Construção da Democracia 


Preço: 27,50€;