quarta-feira, 6 de maio de 2026

Portugal & Estado Novo - Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - Maio 2016 - (‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’) - Lisboa 2016 - Muito Raro;





Portugal & Estado Novo - Análise histórica da queda da I República, o triunfo do movimento militar do 28 de Maio de 1926, a institucionalização do regime e as ascensão do professor de Coimbra a convite dos militares para restaurar as finanças e a chefia do Governo até 1968, ano em que foi substituído por Marcello Caetano 


Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - De Maio 2016. 
‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’ 
‘As revoltas que antecederam o final da I República - Os anos da Ditadura Militar. As proibições impostas. - As deportações, os exílios e os tribunais militares. As tentativas revolucionárias de 1927 a 1931.’ 
Directora: Cláudia Lobo 
Lisboa 2016 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’  

28 de Maio - Cronologia 
- ‘DEZ ANOS DE AGITAÇÃO’ (1923 - 1932), por Luís Almeida Martins 

- ‘ADEUS ILUSÕES’, por Luís Farinha 
“O meu propósito é ir contra a acção nefasta de todos os políticos e dos partidos e de pôr fim à uma ditadura de políticos irresponsáveis.” - General Gomes da Costa, Junho 1926 

- ‘UM COMPLICADO PUZZLE POLÍTICO’, por Luís Bigotte Chorão 
‘O esperto partidário desfeito pelo 28 de Maio refletia as inquietações e as contradições do tempo.’ 
‘Carta de Cunha Leal a Cabeçadas’ 

- ‘O OCASO LENTO DO PARTIDO SOCIALISTA PORTUGUÊS’, por Luís Farinha 
‘O velho partido de José Fontana viu-se primeiro emparedado entre republicanos e anarquistas e depois em confronto com o marxismo revolucionário dos comunistas.’ 

- ‘NO CENTRO DA REPÚBLICA’ 
‘Muitas foram as formações políticas do tronco republicano.’ 

- ‘A “REVOLTA DOS GENERAIS” ABALA LISBOA’, por Ricardo Silva 
‘A tentativa de golpe militar contra a I República, em 19 de Abril de 1925, foi contida pelas forças leais ao Governo Constitucional, mas verificar-se-ia depois que não passou de um ensaio para o 28 de Maio do ano seguinte.’ 

- ‘OS SARGENTOS ATACAM DE ALMADA’, por Ricardo Silva 
‘Derrotada a “cabeçada” de Mendes Cabeçadas, seguiu-se, em 2 de Fevereiro de 1926, nova tentativa de golpe, está liderada pelos subalternos da Escola Prática de Artilharia, de Vendas Novas.’ 
EM DISCURSO DIRECTO - Humberto Delgado conta, nas suas memórias, como foi ferido a tiro na noite de 2 de Fevereiro de 1926, em Vendas Novas. 

- ‘28 DE MAIO - O DIA QUE DUROU DEZ DIAS’, por Ricardo Silva 
‘Desta vez não chegou a haver tiros, mas o golpe que inaugurou uma ditadura de 48 anos teve todos os ingredientes de guerra civil, num choque entre comandantes e respectivas concepções políticas.’ 
FILME DOS ACONTECIMENTOS - As movimentações iniciadas no dia 27 de Maio em Braga só terminariam a 6 de Junho, com a entrada das forças de Gomes da Costa em Lisboa. 

- ‘APOGEU E QUEDA DO GENERAL DE MAIO’, por Ricardo Silva 
‘Gomes da Costa enterrou as ilusões regeneradoras de Cabeçadas e de muitos republicanos, mas acabaria apeado por Carmona logo em Junho de 1926, depois de durante dias ter transformado o País num quartel.’ 
MENDES CABEÇADAS - O Grande Arrependido 
GOMES DA COSTA - Um Triunfo Breve 
ÓSCAR CARMONA - 25 anos no pódio 

- ‘VISADO PELA COMISSÃO DE CENSURA’, por Joaquim Cardoso Gomes 
‘A liberdade de imprensa desapareceu logo em 24 de Junho de 1926, menos de um mês após o golpe.’ 

- ‘A “VIDA BOA” CONTRA A “BOA VIDA”.’, por Pedro Caldeira Rodrigues 
‘Para atenuar os efeitos da moralização imposta, o teatro de revista apostou na estética modernista e no luxo dos cenários e dos adereços.’ 

- ‘A LENTA MORTE DO SINDICALISMO INDEPENDENTE’, por António Ventura 
‘O golpe militar cortou as asas a um movimento laboral já dividido entre três correntes, e a criação dos “sindicatos nacionais” representou a machadada final.’ 

- ‘UMA JUSTIÇA POLÍTICA DE EXCEÇÃO’, por Irene Flunser Pimentel 
‘A Ditadura Militar (como depois o Estado Novo) sustentava que existia “liberdade de pensamento”, mas criou Tribunais Militares Especiais destinados a punir os seus opositores ativos.’ 

- ‘OS AÇORES NA ROTA DOS PRESOS POLÍTICOS’, por Sérgio Rezendes 
‘O arquipélago atlântico serviu de local de deportação.’ 

- ‘ESPERANÇAS E DESILUSÕES NO EXÍLIO’, por Susana Martins 
‘Começou logo em 1926 o calvário dos oposicionistas expatriados, fugazmente animados pela implantação da II República em Espanha.’ 

- ‘HOMEM-CHRISTO FILHO, O ILUSTRE PROSCRITO’, por Rita Almeida de Carvalho 
‘Aquele que é por muitos considerado o único verdadeiro fascista português teve uma vida breve mas faustosa, trepidante, preenchida e aventurosa.’ 

- ‘PELA DIREITA É QUE PASSA A SER O CAMINHO’, por Luís Farinha 
‘Em 1928, Portugal aprovou o seu primeiro Código da Estrada. Mas o estado das vias e o défice educativo dos cidadãos comprometeram, os efeitos positivos da medida.’ 

- ‘AS FINANÇAS DA REVOLUÇÃO E A REVOLUÇÃO NAS FINANÇAS’, por Nuno Valério 
‘Os “heróis” da estabilização financeira de 1922-1932 foram dois militares republicanos esquecidos, um militar revolucionário mal-amado e um civil triunfante.’ 
VITORINO GUIMARÃES - O Esquecido 
ÁLVARO DE CASTRO - O Fim da Inflação 
SINEL DE CORDES - O Mal-Amado 

- ‘A ASCENSÃO DE SALAZAR’, por Filipe Ribeiro de Meneses 
‘Para a transformação da Ditadura Militar numa ditadura nacionalista capaz de “reconciliar o Estado com a nação”, o poderoso ministro das Finanças contou com o apoio decisivo do Presidente da República, Óscar Carmona.’ 

- ‘DITADOR DAS FINANÇAS E FUNDADOR DO “IMPÉRIO”.’, por Ana Catarina Pinto 
‘Foi decisivo o papel de Salazar na captação para a ditadura da burguesia metropolitana, oferecendo-lhe um império.’ 

- ‘IVENS FERRAZ “À PONTA DA CORDA, DO LADO DA REPÚBLICA”.’ por Ana Catarina Pinto 
‘O presidente Carmona arbitrou o conflito de 1929-1939, entre o chefe do Governo e o ministro das Finanças, a favor do segundo, Salazar. E assim foi enterrado o projeto de regresso à República liberal.’ 
IVENS FERRAZ - “Ditador” mas Pouco 

- ‘UMA PEQUENA GUERRA CIVIL’, por Luís Almeida Martins 
‘Entre 3 e 9 de Fevereiro de 1927 ocorreu a primeira tentativa de derrube da ditadura, envolvendo civis e militares em larga escala. Os sublevados do Porto nunca deixariam de acusar Lisboa de não se ter erguido a tempo.’ 

- ‘A EFÉMERA ATLÂNTIDA’, por Luís Almeida Martins 
‘Em 1931, a Madeira chegou a libertar-se da ditadura. Mas seria a última grande tentativa de inverter a situ Antes da institucionalização do Estado Novo.’ 
FERREIRA CAMÕES - O Tenente Rebelde prendeu as autoridades da Ilha 
JÚLIO BOTELHO MONIZ - O Futuro Ministro da Defesa esteve entre as Forças da Ditadura 


Preço: 32,50€; 

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Portugal & Ultramar - ‘TRATADO BREVE DOS RIOS DE GUINÉ’, de Luís Silveira - Lisboa 1946 - MUITO RARO;





Portugal & Ultramar - A descrição das populações da vasta zona da Senegambia e Guiné efectuada pelo capitão André Alves d’Almada em finais do século XVI, em torno dos inúmeros rios e zonas húmidas desta área que deu origem posteriormente a vários países do golfo africano 


Edição Nova do 
‘TRATADO BREVE DOS RIOS DE GUINÉ’ 
Feito pelo Capitão André Álvares d’Almada 
De Luís Silveira 
Edição patrocinada pelo Governo da Colónia da Guiné 
Impressão: Oficina Gráfica Limitada, Lisboa 
Lisboa 1946 


Livro com 108 páginas, exemplar com as ‘folhas por abrir’ e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


SINOPSE: 
“Em 1594, o capitão André Álvares de Almada, natural da ilha de S. Tiago escrevia o documento mais importante sobre o encontro luso-guineense: "Tratado Breve dos Rios de Guiné do Cabo Verde"; desde o rio de Sanagá até aos Baixos de St.ª Ana; de todas as Nações de Negros que há na dita Costa, e dos seus costumes, armas, trajes, juramentos e guerras. Elementos mais valiosos, riqueza documental assim, não existiam na nossa historiografia. No entanto, o trabalho de André Álvares D'Almada andou esquecido. Deve-se a Diogo Köpke, em 1841, relevando trabalho de ter preparado a edição do Tratado, feita à base de um manuscrito que estava recolhido na Biblioteca Pública Municipal do Porto. Em 1946, no âmbito das comemorações do V Centenário do Descobrimento da Guiné, dava-se à estampa a edição nova do tratado.”
Mário Beja Santos - In blogue ‘Luís Graça & Camaradas da Guiné’ 



Do ÍNDICE: 

1. - ESCLARECIMENTO 
2. - Descrição das espécies 

3. - TRATADO BREVE DOS RIOS DA GUINÉ 
PRÓLOGO 
Capítulo I. - Que trata dos negros jalofos 
Capítulo II. - Dos mais costumes destes jalofos 
Capítulo III. - Que trata do Reino do Ale-em-Bicane 
Capítulo IV. - Que trata do Reino de Borçalo 
Capítulo V. - Que trata do Reino de Gâmbia 
Capítulo VI. - Que trata do mais que há neste Reino de Gâmbia 
Capítulo VII. - Que trata dos arriatas e falupos 
Capítulo VIII. - Que trata do Reino do Casamança 
Capítulo IX. - Que trata do Reino dos Buramos 
Capítulo X. - Que trata dos Bijagós 
Capítulo XI. - Que trata do Rio Grande 
Capítulo XII. - Que trata do que há mais nesta terra de Beafares 
Capítulo XIII. - Que trata dos Reinos dos Naluns, Bagas e Coquolins 
Capítulo XIV. - Que trata do Reino dos Sapes 
Capítulo XV. - Que trata como alevantam os reis na terra dos Sapes 
Capítulo XVI. - Que trata dos Sumbas 
Capítulo XVII. - Que trata dalgumas guerras que tiveram estes Manes 
Capítulo XVIII. - De como quiseram conquistar os Manes a terra dos Souzos 
Capítulo XIX. - Da fresquidão desta terra 

4. - Ms. 297 F. G. da BNL. Passs com informações novas 
5. - Ms. 297 F. G. da BNL. Incipit 
6. - Ms. 603 da BPMP - Incipit 
7. - Ms. 525 F. G. da BNL - Incipit 

8. - Registo dos nomes geográficos 
I. - Do texto principal 
II. - Do ms. 297 F. G. da BNL 

9. - Observações 


Preço: 77,50€; 

Angola - História & MPLA - ‘O LADO OVIMBUNDU DE AGOSTINHO NETO’, de Bernardino Luacute - Lisboa 2019 - Raro;




Angola - História & MPLA - 


‘O LADO OVIMBUNDU DE AGOSTINHO NETO’ 
De Bernardino Luacute 
Edição Perfil Criativo 
Lisboa 2019 


Livro com 72 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“(…) Um dos temas mais importantes para, talvez, perceber a personalidade do primeiro Presidente de Angola, versa nas suas origens sociais. Os arquivos metodistas traçam as origens do seu pai cuja erudição foi apreciada pelos missionários americanos já nos anos de 1920. As origens da mãe não são orquestradas, confessamos ignorar as razões, é isso não faria sentido uma vez que são origens nobres. A sua mãe terá nascido numa embala em Balombo, é isso explica parte da herança sociocultural de Manguxi. O presente texto não apresenta uma hipótese de trabalho, mas sim explora uma facto histórico: origem meridional do primeiro Presidente de Angola (…).“ 
Patricio Batsîkama in PREFÁCIO 


Da Badana: 
“PRIMEIRAS CHUVAS 

Quarenta anos após o falecimento do primeiro presidente de Angola, Dr. António Agostinho Neto, em Moscovo, a 10 de Setembro de 1979, num novo ciclo marcado pelo aprofundar da reconciliação nacional, onde se salienta o funeral do Dr. Jonas Savimbi, e deu-ma surpreendente regeneração do papel do Estado, acompanhada de uma vontade de abertura ao mundo moderno, decidimos trazer à estampa a voz de um autor do Lobito, licenciado em Ciências da Educação - Curso de História pelo Centro Universitário de Benguela (CUB), integrado na Universidade Agostinho Neto. 
Depois de um processo histórico muito marcado pelo combate, a tarefa de reconstruir a(s) História(s) e a valorização das identidade(s) torna-se um caminho complexo que deverá mobilizar autores, instituições e principalmente, os cidadãos que se querem informados. 

“ 
João Ricardo - Editor 


O Autor: 
“BERNARDINO LUACUTE 
Filho de Pereira Luacute e de Sofia Bernardo Luacute, Bernardino Chambala Bernardo Luacute nasceu em 1979 no Lobito, província de Benguela, Bairro da Boa Esperança. 
Entre 2003 e 2006, frequentou o Centro Universitário de Benguela (CUB), Universidade Agostinho Neto, através do qual obteve, em 2009, o grau de licenciatura. 
Em 2013, a KAT-Editora publicou o trabalho final de curso do Autor, intitulado ‘Tendências Político ideológicas do Processo Nacionalista Angolano (1945-1975)’, tendo o lançamento ocorrido na Universidade Katyavala Bwila de Benguela e no Instituto Médio Politécnico Sol Nascente do Huambo. 
Bernardino Luacuteé, desde 1988, militar das Forças Armadas Angolanas (FAA).“ 



Do ÍNDICE: 

Agradecimentos 
PREFÁCIO 
- Por Patricio Batsîkama 

INTRODUÇÃO 
Biografia de Agostinho Neto 
Naturalidade de Maria da Silva Neto 
Povoação de Kambanjo 
Nação Ovimbundu 
Rapto de Maria da Silva Neto para o trabalho forçado 
Trabalho forçado 
Visita de Agostinho Neto à povoação dr Kambanjo 
Prisão e assassinato de homens negros e letrados da Igreja Protestante 
Móbeis à omissão da naturalidade de Maria da Silva Neto 
Determinação revolucionária de Agostinho Neto 
Messias Agostinho Neto 
Relação de Agostinho Neto com parentes maternos 
Considerações gerais 

Bibliografia 


Preço: 32,50€; 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Portugal - Angola & Literatura - ‘JANELAS DE ORVALHO’, de Graça Arrimar - Tomar 2008 - Muito Raro;






Portugal - Angola & Poesia - A autora, nascidas nas terras do sul de África e radicada na Europa, divide as sua produção poética ente os dois continentes em várias obras já publicadas 


‘JANELAS DE ORVALHO’ 
De Graça Arrimar 
Edição Terras de Linho 
Tomar 2008 


Livro com 126 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


A Autora: 
“GRAÇA ARRIMAR nasceu em 1955, em S. Pedro da Chibia, Angola. Na cidade do Lubango, capital da província da Huíla, concluiu o ensino secundário e iniciou o ensino superior. Nesta cidade escreveu os primeiros poemas e participou em recitais.
Na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, licenciou-se em História e obteve o grau de Mestre em História Regional e Local. 
Já a residir em Tomar, em 1993, concluiu o Curso Superior Especializado em Arqueologia, Arte e Restauro - Arte, no Instituto Superior Politécnico. 
Exerce a sua actividade profissional como professora da Escola de Santa Iria, em simultâneo com a de investigadora no âmbito da História, tendo publicado (em 2002) a obra intitulada ‘A Assistência da Santa Casa da Misericórdia - Os Expostos - 1799-1823’. 
No campo literário, contam-se três livros publicados pela ‘Razão de Ser’: ‘Nos braços do vento’ (em 2000), ‘Viagens de sal e de mel’ (em 2003) e ‘Tomar, um rio de vida’ (em 2005). ‘Silêncios de Outono’ encontra-se no prelo. Colaborou na praça da poesia (secção poesia) da revista literária ‘Entre Letras’. 
Foi autora de ‘Um projecto três escolas’, incentivando a escrita criativa e a leitura expressiva de poesia, no seio escolar. 
Tem dinamizado a participação de jovens, em recitais, com poemas de diversos autores da lusofonia.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Dona do Mundo, por Ana Paula Tavares 

I Parte 
- Tempo de outro tempo 
- (Des) esperança 
I - Dona do Mundo 
II - Transpirar a terra 
III - Água de sabor a terra 
IV - Planalto da Huíla 
V - Os beijos 
VI - O regresso à terra 
VII - Senhora do Monte 
VIII - Em Janeiro 
IX - Lubango 
X - Chibia 
XI - Desejo de criança 
XII - Rosas de porcelana 
XIII - Ilhéus 
XIV - Segredos 
XV - Namibe 
XVI - Para lá do oceano 
XVII - Um manjar 
XVIII - Advinhar 
XIX - Tempo de colheita 
XX - Cacimbo 
XXI - Rapariga muíla 
XXII - Raiz da terra 
XXIII - Por terras de funanço 
XXIV - Que lugar ? 
XXV - Jogo da macaca 
XXVI - Ancestralidade 
XXVII - Meu pai 
XXVIII - Salalé 
XXIX - A minha gente 
XXX - Mukulucai 
XXXI - A nossa casa 
XXXII - A terra 
XXXIII - À tua imagem 
XXXIV - Silêncio da lua 
XXXV - Os curandeiros 
XXXVI - As cores da infância 
XXXVII - Natal até quando for 

II Parte 
Canção 
XXXVIII - Liberdade 
XXXIX - Estrelas enamoradas 
XL - Mar encantado 
XLI - A vida 
XLII - Calmaria 
XLIII - Beira-mar 
XLIV - Escrever o quê… 
XLV - Uma viagem 
XLVI - Os afectos 
XLVII - Angústia 
XLVIII - Aniversário 
XLIX - Ondas de feitiço 
L - Deusa do Amor 
LI - Caminhos da vida 
LII - A lua 
LIII - Aromas quentes 
LIV - Respirar o teu ar 
LV - Uma miragem 
LVI - Desânimo 
LVII - Angústia 
LVIII - Tentações 
LIX - O tempo 
LX - Carreira da Índia 
LXI - Destino 
LXII - Metamorfose 
LXIII - Dependência 
LXIV - O fascínio do jogo 
LXV - Uma vez… 
LXVI - Um cais no ocaso 
LXVII - Janelas sobre Lisboa 
LXVIII - Crepúsculo dos Deuses 
LXIX - Solidão desejada 
LXX - Caminhadas… 
LXXI - Preâmbulo… 
LXXII - A espera 
LXXIII - Atracção 
LXXIV - Um grito 
LXXV - Calamidade 
LXXVI - O fado 
LXXVII - Palavras de amor 
LXXVIII - A criação 
LXXIX - Inquietude 
LXXX - Preconceitos 
LXXXI - Decepção 
LXXXII - Uma canção 
LXXXIII - Consoada 
LXXXIV - Forças maiores 
LXXXV - Gaivotas 
LXXXVI - Orvalho mágico 
LXXXVII - Um instante 
LXXXVIII - O Outono renasce 
LXXXIX - Encontros… 
XC - Um beijo 
XCI - Anseios e devaneios 
XCII - Desejo maior 
XCIII - Injustiça 
XIV - Luta interior 
XCV - Que estação 
XCVI - Janelas de orvalho 

Glossário 

Nota Biográfica 


Preço: 27,50€; 

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Portugal - Descolonização & HISTÓRIA - ‘DEIXAR ÁFRICA (1974 - 1977)’, de Alexandra Marques - Lisboa 2024;






Portugal - Descolonização & HISTÓRIA - A autora reuniu informação, documentação e testemunhos da forma como o processo de descolonização foi conduzido pelo MFA (Movimento das Forças Armadas) após o derrube do regime do Estado Novo a 25 de Abril de 1974, onde fica provada a conivência das novas autoridades militares portuguesas nas ex-províncias ultramarinas de Angola e Moçambique com os movimentos nacionalistas marxistas-leninistas (MPLA, FRELIMO e PAIGC), em que estes tiveram carta branca para perseguir, prender e liquidar os seus adversários internos e promover a saída dos cidadãos brancos, mestiços e negros, muitos dos quais nascidos em África - até com várias gerações - e a defesa de vidas e bens dos cidadãos portugueses não foram devidamente protegidas pela administração nacional ainda vigente, antes pelo contrário…


‘DEIXAR ÁFRICA (1974 - 1977)’ 
O Trauma dos Portugueses de Angola e Moçambique 
De Alexandra Marques 
Edição Dom Quixote 
Lisboa 2024  


Livro com 420 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa: 
“Alexandra Marques regressa com um livro sobre uma das páginas mais negras do Portugal contemporâneo - o processo de descolonização de Angola e de Moçambique. Um relato que vem, por fim, contar a verdade chocante sobre o que aconteceu aos portugueses das ex-colónias.

Se deixar África foi um trauma para os portugueses radicados em Angola e Moçambique, que razões o ditaram? O que aconteceu nessas duas maiores colónias portuguesas que impulsionou a sua saída? Que promessas fizeram os decisores militares e políticos do pós-25 de Abril e quais ficaram por cumprir? Que diplomas de expropriação e cerceamento de direitos vigentes foram criados?

Que retrato socioeconómico de Angola traçou o então ministro da Economia, Vasco Vieira de Almeida? O que foi feito para que pudessem salvar parte das poupanças? Como se processou a fuga até aos pontos de embarque? Como se vivia no campo de refugiados de Nova Lisboa, equiparado a um campo nazi por um capitão do MFA? Como foi a epopeia dos aportados a Portugal em traineiras e dos que se acolheram na África do Sul? O que fizeram as autoridades pelos portugueses que estavam nas prisões dos Movimentos armados? E se não houve uma guerra civil em Moçambique antes da independência, por que partiram quase todos os portugueses?

O que foi negociado nas reuniões secretas entre Melo Antunes e a delegação da Frelimo na capital da Tanzânia, antes do Acordo de Lusaca? O que aconteceu em Lourenço Marques no dia 7 de Setembro de 1974 e no massacre de brancos em 21 de Outubro? Que legislação emitiu o Governo de Transição e o Alto-Comissário, Vítor Crespo? E o que se passava nos campos de reeducação da Frelimo, para onde tantos portugueses foram levados?“


Da badana:
“A que se deveu a mágoa e a revolta dos portugueses que deixaram Angola e Moçambique ? A investigação empreendida deu origem à tese doutoral ‘DEIXAR ÁFRICA (1974 - 1977) Experiência e Trauma dos Portugueses de Angola e Moçambique’ (2017), na qual se baseia este livro. 
Distanciado da versão oficial - de ter sido uma descolonização e historicamente inevitável - está, por isso, mais próximo da visão crítica de conceituados autores ocidentais que a descrevem como caótica, desordenada e de prolongada violência, constituindo um momento traumático para quem estava em retirada. A descolonização gerou transições turbulentas, guerras civis sangrentas e a instauração de regimes totalitários nas duas ex-colónias portuguesas, que motivaram o êxodo das populações, radicadas e autóctones. 

Talvez por isso, em 1984, a opinião pública nacional tinha já uma ideia desencantada e até mesmo negativa do processo, alegando que as independências africanas tinham sido concedidas sem se defender os direitos dos portugueses lá radicados. Esta ideia foi tida por errónea, esperando-se que se apagasse da memória colectiva. O que não aconteceu. Porque não foi um processo desejado, pacífico e bem-sucedido para quem deixou Angola e Moçambique à pressa, fugindo ao ódio e ao revanchismo. A violência física e psicológica (sofrida ou observada) e o colapso dos sistemas (de saúde, ensino, justiça, segurança e administração) ditaram a partida, não obstante as perdas materiais e emocionais que implicava. Perderam lugares de pertença, o estatuto socioeconómico e o património adquirido e sofreram danos (Morais e/ou físicos) antes e durante o êxodo. Foram (como disse Costa Pinto) ‘os grandes perdedores’ da descolonização e, por isso, a sua voz não foi ouvida.“ 


A Autora: 
“ALEXANDRA MARQUES nasceu em 1968, em Lisboa, onde vive atualmente. Foi jornalista de política nacional e europeia de 1991 a 2014. É doutorada em História Contemporânea pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e autora da obra Segredos da Descolonização de Angola.”



Do ÍNDICE: 

Siglas 

I. - A PARTIDA DE ANGOLA: DA INCERTEZA AO DESESPERO 

1. - INQUIETOS E APREENSIVOS 
- Promessas e contradições 
- Abusos e retaliações 
- A exploração do medo 
- Ataques aos muceques 
- À espera de ficar 
- O partidarismo branco 
- Cercados e acossados 
- Atemorizados e agredidos 
- A agonia da escolha 
- Desprotegidos e ameaçados 
- Em estado de guerra 
- Desalojados em Luanda 

2. - UM ÊXODO DOLOROSO 
- Indesejados nas duas pátrias 
- Inseguros e perturbados 
- A nacionalidade do retorno 
- Fugindo à guerra 
- Por terra até Portugal 
- Flagelados: rumo ao sul 
- Despojados por decretos 
- O colapso e a ingerência 

3. - ULTRAJADOS NO ADEUS 
- Presos e raptados 
- Como num campo nazi 
- Refugiados na RAS 
- Nos meandros da ponte aérea 
- No caos da partida
- Na realidade pós-colonial 


II. - A PARTIDA DE MOÇAMBIQUE 

1. - NO TURBILHÃO REVOLUCIONÁRIO 
- Revoltados com a tropa 
- Evoluídos e destribalizados 
- Pressionados pela FRELIMO 
- À beira da rendição 
- Nas reuniões secretas 
- Antes de Lusaca 
- O 7 de Setembro 
- ‘O Povo Unido jamais será vendido’ 

2. - RUMO AO TOTALITARISMO 
- A caça aos reaccionários 
- Massacrados na vingança 
- Com medo da violência 
- Sob a ruína e a censura 
- Prisões e campos de trabalho 
- Impelidos pelo pânico 

3. - NO EXPURGO PÓS COLONIAL 
- Expropriados pelas leis 
- Cerceados nos direitos 
- Acossados pelas autoridades 
- Poderes abusivos 
- Detidos após a independência 
- Violentados e expulsos 
- Indignados à chegada 
- Expulsos pela nacionalidade 

Notas 
Índice onomástico 


Preço: 47,50€; 

Portugal - Guerra Colonial & Moçambique - Revista ‘AFRIQUE-ASIE’, n. 667 - 29.05.1972 - (‘DOMINGOS AROUCA: SEPT ANS D’ATTENTE EN PRISON’) - Paris 1972 - MUITO RARO;








Portugal - Guerra Colonial & Moçambique - A denúncia internacional da perseguição e detenção do Moçambicano Domingos Arouca, um advogado negro nascido em Inhambane e formado na Universidade de Lisboa. Após a independência de Moçambique a 25 de Junho de 1975, concorreu às eleições presidenciais de 1994 e dirigiu o seu partido, a FUMI. Era membro fundador da ordem dos Advogados de Moçambique e do Conselho Superior da Magistratura Judicial. Neste órgão exerceu vários mandatos tendo chegado a ser eleito por proposta consensual da Frelimo, no poder, e da Renamo, o maior partido da oposição.


Revista ‘AFRIQUE-ASIE’, n. 667 - De 29 de Maio de 1972. 
‘DOMINGOS AROUCA: SEPT ANS D’ATTENTE EN PRISON’ 
Paris 1972 


Exemplar com 64 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘DOMINGOS AROUCA: SEPT ANS D’ATTENTE EN PRISON’ 
Par Aquino de Bragança 
‘Les colonialistes portugais n’ont pas pardonné à Domingos Arouca d’être le premier avocat noir du Mozambique’ 
‘Sueveille par la PIDE’ 
‘Camp de Concentration’ 
‘Greve de la faim’ 


BIOGRAFIA: 
“DOMINGOS AROUCA nasceu em Inhambane em 07 de Julho de 1928, numa família de camponeses, e como adolescente, depois de completar a escolaridade, trabalhou como balconista num escritório de advocacia local. Quando fez 16 anos, entrou na escola de enfermagem, e após a conclusão do curso trabalhou como enfermeiro, até aos 21 anos. 
De acordo com uma fonte (seu livro ‘Discursos Políticos’), em 1949, ganhou um prémio significativo na loteria Rhodesiana, país em que tinha ido ilegalmente. Usou esse valor para pagar um bilhete para Portugal, onde trabalhou e estudou ao mesmo tempo, completando a  sua educação secundária e, em seguida, entrou na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. 
Tais oportunidades educacionais eram extremamente difíceis para moçambicanos negros na época. Arouca usou bem o prémio da loteria para prosseguir a sua educação claramente determinante no futuro de sua vida. Formou-se em Direito em Portugal, em 1960, com a idade de 32 anos, tornando-se defensor qualificado de Moçambique na qualidade de primeiro advogado negro.
Arouca voltou a Moçambique e exerceu a advocacia em Lourenço Marques. No entanto, dessa vez ele também passou  à política activa nacionalista e no jornalismo, e em 1965 ele foi eleito para a presidência do Centro Associativo dos Negros de Moçambique . Um mês depois, em 29 de maio, foi preso pela PIDE (A polícia política portuguesa), acusado de pertencer e trabalhar para a FRELIMO e o Centro Associativo foi encerrado. Ao todo, Arouca passou oito anos na prisão, de 1965 a 1973, quatro na Machava e os restantes em Portugal, em condições muito difíceis, no Forte-Prisão de Caxias em Lisboa e na Praça-forte de Peniche, em Leiria.
Arouca foi finalmente libertado em Junho de 1973 e deportado para Moçambique. Foi exilado para a cidade de Inhambane, sua terra natal, onde lhe foi permitido exercer a advocacia. 
Após a queda do regime do Estado Novo em Lisboa e o início do processo de descolonização em Moçambique nos anos de 1974/75, Domingos Arouca ficou infeliz com a chegada  da FRELIMO, com a ideologia marxisma-Leninista, formalizada no III Congresso, em 1977. Assim, regressou a Portugal para fundar o seu próprio partido, a FUMO (Frente Unida Democrática de Moçambique), 3 apresentou-se nos finais da década de 1970 e início de 1980, como o verdadeiro herdeiro de Mondlane. 
Neste altura, Arouca atraiu críticas, ferozes e mesmo sarcásticas  na imprensa moçambicana. Até à liberalização da economia no início de 1990, a FUMO foi um partido notável, principalmente pelo sua defesa de  constituição liberal para Moçambique.
Após a adoção do pluralismo político, Domingos Arouca voltou novamente a Moçambique no início de 1992, tendo concorrido às eleições de 1994 - obteve menos de 1% nas presidenciais - e, daí começou a divisão do  partido, com a proposta de uma união eleitoral com RENAMO,  da qual  Arouca se opunha, acabando por se  demitir. 
Arouca permaneceu activo como advogado até o final de sua vida. 
Morreu em Maputo em Janeiro de 2009 com a idade de 80 anos, tendo ganho algum respeito, até mesmo de seus antigos adversários, como um homem que vincou as suas posições políticas. Lutou contra o racismo, tribalismo  e defendeu sempre uma perspectiva de unidade nacional e da paz em Moçambique.“
Adaptação 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Estado Novo & Oposição - ‘MANUEL DA LUZ GRAÇA - Tarrafalista setubalense’, de Américo Lázaro Leal - Setúbal 2006 - RARO;





Portugal - Estado Novo & Oposição - Nesta obra, é editada a biografia do sindicalista setubalense Manuel da Luz Graça, deportado para o Campo de Concentração do Tarrafal e depoimentos dos seus companheiros e homenagem pelo seu percurso político sindical 


‘MANUEL DA LUZ GRAÇA - Tarrafalista setubalense’ 
De Américo Lázaro Leal 
Edição URAP (União de Resistentes Antifascistas Portugueses);
Setúbal 2006 


Livro com 78 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


SINOPSE: 
“Manuel da Luz Graça foi um operário e resistente antifascista setubalense, conhecido por ter sido um dos presos políticos enviados para o Campo de Concentração do Tarrafal, em Cabo Verde. 
 Filiou-se no Partido Comunista Português (PCP) em 1927. Teve um papel de destaque na organização operária em Setúbal, integrando o Comité Revolucionário local durante a histórica greve de 18 de janeiro de 1934.
Foi detido pela polícia política (PVDE) em fevereiro de 1935, sendo classificado como "extremista". Após passar por várias prisões em Portugal Continental (Aljube e Peniche), foi julgado pelo Tribunal Militar Especial. Em outubro de 1936, fez parte do primeiro grupo de presos enviados para o recém-criado Campo de Concentração do Tarrafal.” 


Da contracapa: 
“Este livro, editado em homenagem ao destacado patriota e combatente antifascista Manuel da Luz Graça é dedicado a todos os resistentes setubalenses que ao longo de 48 anos de regime fascista, nas condições mais adversas e de diferentes formas, deram a sua valiosa contribuição para o derrubamento da ditadura salazarista e para que possamos estar hoje em liberdade, a defender as conquistas do Portugal de Abril.“ 



Do ÍNDICE: 

APRESENTAÇÃO 

INTRODUÇÃO 
- Fotos relacionadas com Manuel Graça e as prisões 
- Notas biográficas sobre Manuel Graça 

I. - SETÚBAL - 1926 
Abordagem: 
- Aos principais sectores da vida económica do concelho de Setúbal 
- As associações de classe e os sindicatos nacionais fascistas 
- O dirigente sindicalista Manuel Graça 
- A sua companheira Maria Arminda Cândido Graça e filhos 

II. - A REPRESSÃO, A PRISÃO, A TORTURA 
Abordagem: 
- Aos métodos de actuação da PVDE / PIDE 
- Ao Campo de Concentração do Tarrafal 
- À actuação do Director e do médico da prisão do Tarrafal 
- Os factos da vida prisional 
- À “frigideira” e ao “segredo” 
- Às fugas e à sua ligação como parte da continuação da luta dos patriotas presos 

III. - O VALOR DA SOLIDARIEDADE 
- Dos familiares dos trabalhadores, dos democratas e dos próprios companheiros da prisão 

IV. - NA CONTINUAÇÃO DA LUTA ATÉ À PONTA FINAL DA VIDA 
Contém: 
- Depoimentos sobre Manuel Graça 
- Carta do Dr. Manuel Baptista dos Reis ao Director da Prisão 
- Lista dos presos deportados para o Tarrafal 
- Lista dos prisioneiros mortos na prisão do Tarrafal 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

terça-feira, 28 de abril de 2026

Angola & Moçambique - Lote de 5 exemplares de ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - Lisboa 1978/1982 - MUITO RARO;







Angola & Moçambique - Um lote dos 5 exemplares desta magnífica publicação que editou inúmeros estudos de levantamos arqueológicos efectuados no continente africano, nomeadamente nas suas antigas províncias ultramarinas portuguesas 


Lote de 5 exemplares de: 
‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ 
Redactor: Miguel Ramos 
Edição da Junta de Investigações Científicas do Ultramar 
Secção de Pré-História e Arqueologia 
Lisboa 1979/1982 


1. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 1 
Exemplar com 74 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1978 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
As pinturas rupestres de Galanga (Angola)
- J. R. Santos Júnior e Carlos M. N. Ervedosa 
Nota acerca de achados de cerâmica chinesa no Zumbo (Moçambique)
- Miguel da Fonseca Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Noticiário 
Necrologia 


2. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 2 
Exemplar com 74 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1979 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Gravuras rupestres de Monte Negro (Angola) 
- Miguel Ramos 
Contribution portugaise à l’étude archéologique de la vallée du Zambèze 
- Miguel da Fonseca Ramos 
Projecto de remoção e reconstituição de uma torre de um forte português em África 
- Miguel da Fonseca Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Noticiário 


3. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 3 
Exemplar com 88 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1980 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Nota acerca de um esferóide, do tipo ‘bola’ encontrado na área de Hoque (província do Lubango - Angola) 
- Miguel Ramos 
Le gisement acheuléen de Capangombe - S.to António (Angola) 
- Miguel Ramos 
L’age du feu dans le nord-est de l’Angola 
- João Vicente Martins 
Espólios sepulcrais timorenses 
- Miguel Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Museu Nacional de Arqueologia - Uma hipótese de ruptura 
- Miguel Ramos 
Colheita de Amostras para datação pelo radiocarbono (C 14) 
- Miguel Ramos 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré-história de Angola 
Resumos 
Noticiário 
Necrologia 


4. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 4 
Exemplar com 100 páginas, profusamente ilustrado (fotografias, desenhos e mapa) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1981 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Prospections et fouilles préhistoriques en République Centrafricaine 
- R. de Bayle des Hermes 
As escavações de Capangombe e o problema da M.S.A. no SW de Angola 
- Miguel Ramos 
Pedras furadas do Nordeste de Angola 
- J. Vicente Martins 
Acerca da metodologia da cerâmica da Idade do Ferro em Moçambique 
- M. Conceição Rodrigues 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré-história (Angola ) 
- Livia Ferrão 
Resumo 
Noticiário 


5. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 5 
Exemplar com 84 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1982 

Do ÍNDICE 

Editorial - R. de Bayle des Hermes 
Le matériel de broyage des sites des dhars Tichitt et Walata - (République Islamique de Mauritanie) Essai d’élaboration d’une liste-type 
- Sylvie Amblard 
L’outillage pédonculé Atérien de Tabelbala (Sahara algérien) - (Collection César de l’Institut de Paléontologie Humaine) 
- Belaouane Djemila 
Le Paléolitique du Sud-ouest de l’Angola - vue d’ensemble 
- Miguel Ramos 
Os ‘Pemba’ (trincheiras defensivas) no Nordeste de Angola 
- João Vicente Martins 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré história - Angola 
Resumos 
Noticiário 


Exemplares de muito difícil localização. 
MUITO RAROS. 


Preço: 150,00€; (LOTE COMPLETO) 

Portugal & África - ‘ANGOLA - O MEIO FÍSICO E POTENCIALIDADES AGRÁRIAS’, de A. Castanheira Diniz - Lisboa 1991 - Muito Raro;










Portugal & África - Obra de estudo e divulgação do meio físico, climático e das potencialidades agrárias de Angola, com descrição província a província e a ilustração de cerca de meia centena de mapas informativos 


‘ANGOLA - O MEIO FÍSICO E POTENCIALIDADES AGRÁRIAS’ 
De A. Castanheira Diniz 
Edição da Cooperação Portuguesa 
Instituto para a Cooperação Económica 
Lisboa 1991 


Livro com 192 páginas, muito ilustrado com mapas (cerca de 150) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Do ÍNDICE: 

Lista dos Mapas 
PRÓLOGO 
- Por Jorge Eduardo da Costa Oliveira 
INTRODUÇÃO 

1. - MEIO FÍSICO 
1.1 - Hipsometria é Hidrografia 
1.2 - Geomorfologia 
1.3 - Geologia e Litologia 
1.4 - Clima 
1.5 - Solos 
1.6 - Zonas Fito-Geográficas 
1.7 - Zonas Geo-Climàticas 

2. - RECURSOS AGRÍCOLAS 
2.1 - Tipos de exploração agrícola. Zonagem dos tipos de regadio 
2.2 - Exigências mesológicas das culturas. Zonas mais favoráveis à sua exploração 
1 - Abacateiro 
2 - Algodoeiro 
3 - Amendoim 
4 - Ananaz 
5 - Arroz 
6 - Bananeira 
7 - Batata 
8 - Batata doce 
9 - Cacaueiro 
10 - Café arábica 
11 - Café robusta 
12 - Cajueiro 
13 - Cana de açúcar 
14 - Citrinos 
15 - Coleira. Árvore da cola 
16 - Ervilha Congo 
17 - Feijão 
18 - Feijão cutelinho 
19 - Feijão macunde 
20 - Fruticultura das regiões temperadas 
21 - Gergelim 
22 - Girassol 
23 - Goiabeira 
24 - Mamoeiro 
25 - Mandioca 
26 - Mangueira 
27 - Maracujá 
28 - Massambala 
29 - Massango 
30 - Milho 
31 - Palmeira desdém 
32 - Plantas aromáticas 
33 - Produtos hortícolas 
34 - Rícino 
35 - Sisal 
36 - Soja 
37 - Tabaco 
38 - Trigo 
39 - Urena 
40 - Vielo 

3. - RECURSOS FLORESTAIS 
3.1 - Recursos da floresta natural 
3.2 - Recursos da floresta exótica 

4. - RECURSOS PECUÁRIOS 
4.1 - Pastagem natural. Tipos de cobertura herbácea: árvores e arbustos forrageiros 
4.2 - Bovinicultura dos povos pastores 
4.3 - Bovinicultura de carne 
4.4 - Bonivicuktura leiteira 
4.5 - Ovinos caracul 
4.6 - Caprinos 

Bibliografia 


Preço: 150,00€; 

África - Guerra Civil & História - ‘MANAGING ARMS IN PEACE PROCESSES: MOZAMBIQUE’, by Eric Berman - New York 1996 - RARO;





África - Guerra Civil & História - Análise do Processo de Paz em Moçambique sob a condução das Nações Unidas e da ONUMOZ na mediação das partes em litígio militar, o governo da RELIMO e a oposição armada da RENAMO, após o AGP (Acordo Geral de Paz) assinado em Roma sob a mediação da Comunidade de Santo Egídio 


‘MANAGING ARMS IN PEACE PROCESSES: MOZAMBIQUE’ 
By Eric Berman 
Edition by UNIDIR (United Nations Institute for Disarmament Research 
New York 1996 


Livro com 114 páginas, ilustrado com mapas e quadros e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 



Do ÍNDICE: / Table of CINTENTS: 

Previous DCR Project Publications 
PREFACE - Sverre Lodgaard 
Acknowledgments 
Author’s Acknowledgments 
Project Introduction 
List of Acronyms 

INTRODUCTION 

Chapter 1 - THE CONFLICT AND ITS RESOLUTION 
The Historical context and the two Parties 
- The Portuguese and Colonial Mozambique 
- FRELIMO and Mozambique at Independence 
- RENAMO and Post-Independent Mozambique 
Toward a Political settlement 
- The Nkomati Accords 
- Outside support dwindles 
- The General Peace Agreement 

Chapter 2 - THE UNITED NATIONS AND ONUMOZ 
Underlying Dynamics 
- Tensions between the Government and the United Nations 
- The Expanding role of the United Nations 
- Understanding the timetable 
The Peace keeping Operations takes shape 
- The significance and effect of UNAVEM II 
- The size of the force 
- ONUMOZ Military Deployment 

Chapter 3 - THE TWO PARTIES’ ARMED FORCES AND ARSENALS 
Force Structures 
- The Government 
- RENAMO 
External Military Support 
- The Government 
- RENAMO 
Operations Assessment 
- The Government 
- RENAMO 

Chapter 4 - DESMOBILIZATION AND DISARMAMENT 
As Planned 
- The Government’s intention Act Unilaterally 
- The Parties’ Commitments According to the GPA 
- The United Nations’ Approach 
As Imolemented 
- Assembly Areas 
- The FADM 
- Control and Destruction of Weapons 
- CTNAs 
- The Reintegration Program for Demobilized Soldiers 

CONCLUSION 

ANNEXES 
I. - Desmobilization: Final numbers 
II. - Disarmament: Final numbers 

BIBLIOGRAPHY 

MAPS
I. - Mozambique 
II. - Mozambique’s 10 Provinces 
III. - ONUMOZ Deployment as of June 1994 
IV. - Mozambique Superimposed Over Europe 

Tables 
I. - The General Peace Agreement for Mozambique 
II. - ONUMOZ Mandate 
III. - The ONUMOZ Military Component 
IV. - Monthly Deployment of ONUMOZ Blue Helmets 

UNIDIR Publications 


Preço: 37,50€;