terça-feira, 28 de abril de 2026

Angola & Moçambique - Lote de 5 exemplares de ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - Lisboa 1978/1982 - MUITO RARO;







Angola & Moçambique - Um lote dos 5 exemplares desta magnífica publicação que editou inúmeros estudos de levantamos arqueológicos efectuados no continente africano, nomeadamente nas suas antigas províncias ultramarinas portuguesas 


Lote de 5 exemplares de: 
‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ 
Redactor: Miguel Ramos 
Edição da Junta de Investigações Científicas do Ultramar 
Secção de Pré-História e Arqueologia 
Lisboa 1979/1982 


1. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 1 
Exemplar com 74 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1978 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
As pinturas rupestres de Galanga (Angola)
- J. R. Santos Júnior e Carlos M. N. Ervedosa 
Nota acerca de achados de cerâmica chinesa no Zumbo (Moçambique)
- Miguel da Fonseca Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Noticiário 
Necrologia 


2. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 2 
Exemplar com 74 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1979 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Gravuras rupestres de Monte Negro (Angola) 
- Miguel Ramos 
Contribution portugaise à l’étude archéologique de la vallée du Zambèze 
- Miguel da Fonseca Ramos 
Projecto de remoção e reconstituição de uma torre de um forte português em África 
- Miguel da Fonseca Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Noticiário 


3. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 3 
Exemplar com 88 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1980 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Nota acerca de um esferóide, do tipo ‘bola’ encontrado na área de Hoque (província do Lubango - Angola) 
- Miguel Ramos 
Le gisement acheuléen de Capangombe - S.to António (Angola) 
- Miguel Ramos 
L’age du feu dans le nord-est de l’Angola 
- João Vicente Martins 
Espólios sepulcrais timorenses 
- Miguel Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Museu Nacional de Arqueologia - Uma hipótese de ruptura 
- Miguel Ramos 
Colheita de Amostras para datação pelo radiocarbono (C 14) 
- Miguel Ramos 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré-história de Angola 
Resumos 
Noticiário 
Necrologia 


4. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 4 
Exemplar com 100 páginas, profusamente ilustrado (fotografias, desenhos e mapa) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1981 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Prospections et fouilles préhistoriques en République Centrafricaine 
- R. de Bayle des Hermes 
As escavações de Capangombe e o problema da M.S.A. no SW de Angola 
- Miguel Ramos 
Pedras furadas do Nordeste de Angola 
- J. Vicente Martins 
Acerca da metodologia da cerâmica da Idade do Ferro em Moçambique 
- M. Conceição Rodrigues 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré-história (Angola ) 
- Livia Ferrão 
Resumo 
Noticiário 


5. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 5 
Exemplar com 84 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1982 

Do ÍNDICE 

Editorial - R. de Bayle des Hermes 
Le matériel de broyage des sites des dhars Tichitt et Walata - (République Islamique de Mauritanie) Essai d’élaboration d’une liste-type 
- Sylvie Amblard 
L’outillage pédonculé Atérien de Tabelbala (Sahara algérien) - (Collection César de l’Institut de Paléontologie Humaine) 
- Belaouane Djemila 
Le Paléolitique du Sud-ouest de l’Angola - vue d’ensemble 
- Miguel Ramos 
Os ‘Pemba’ (trincheiras defensivas) no Nordeste de Angola 
- João Vicente Martins 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré história - Angola 
Resumos 
Noticiário 


Exemplares de muito difícil localização. 
MUITO RAROS. 


Preço: 150,00€; (LOTE COMPLETO) 

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Portugal & Guerra Colonial - ‘DIÁRIO DA GUINÉ’ - 2 Volumes - de Mário Beja Santos - Lisboa 2008 - Raros;







Portugal & Guerra Colonial - O autor descreve nesta obra, em dois magníficos volumes muito cuidados graficamente e ilustrados, de forma pormenorizada o período da sua comissão militar em terras de Soncó na ex-província ultramarina portuguesa da Guiné entre os anos de 1968/70, como se fosse um diário muito pessoal, mas enquadrado no que era entendido como a guerra em quadrícula com as restantes unidades militares das várias especialidades e os camaradas e amizades que se fizeram naquela cenário de guerra contra os guerrilheiros do PAIGC 


‘DIÁRIO DA GUINÉ’ - (1968-1969) - I Volume 
Na Terra dos Soncó 
De Mário Beja Santos 
Edição Círculo de Leitores / Temas & Debates 
Lisboa 2008 

Livro de capas duras, com 365 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 

Da contracapa:
“Era uma vez um menino alferes que chegou à Guiné e foi lançado no regulado de Cuor, no Leste, em 1968. A sua missão principal era proteger o rio Geba, garantindo a sua navegação, indispensável para a continuação da guerra. O alferes comandava dois aquartelamentos e alguns dos soldados mais valentes do mundo: caçadores nativos e milícias, gente que vivia no Cuor, em Missirá e em Finete. Mas havia outra missões, para além de proteger o rio: emboscar, patrulhar, minar, atacar e defender, garantir um professor para as crianças, reconstruir quartéis flagelados, levar os doentes ao médico, praticar a justiça com o régulo, um destemido Soncó, neto de Infali Soncó que derrotara Teixeira Pinto no dealbar do século XX. Era uma vez um alferes que aprendeu a trabalhar com um morteiro 81, a emboscar na calada da noite, a enterrar os mortos e a levar os moribundos às costas. Era um vez um alferes que se deslumbrou com as terras dos Soncó e que resolveu escrever um diário para se manter vivi e lembrar aos entes queridos que se estava a fazer um homem. A partir daquela guerra, Cuor e os Soncó viveram sempre no coração do alferes. Era uma vez…“ 

O Autor:
“MÁRIO BEJA SANTOS é assessor principal da Direcção-Geral do Consumidor. Autor dos programas televisivos ‘10 Milhões dê Consumidores’ e ‘Come e Cala’, colaborou ininterruptamente na rádio durante mais de vinte anos, escreve na imprensa diária e regional, é autor de livros sobre consumo, consumidores e qualidade de vida. Professor do ensino superior, fundador da União Geral de Consumidores e da Plataforma Saúde em Diálogo, foi vice-presidente do Conselho Consultivo de Consumidores da Comissão Europeia e Director da Associação Europeia de Consumidores.“ 


Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Nota explicativa para o blogue onde nasceu esta narrativa 
Comentário de Virgínio Briote, co-editor do blogue ‘Luís Graça e Camaradas da Guiné’m
Nota explicativa para os leitores deste diário de guerra 
Agradecimentos 

- Agosto de 1968 
- Setembro de 1968 
- Outubro de 1968 
- Novembro de 1968 
- Dezembro de 1968 
- Janeiro de 1969 
- Fevereiro de 1969 
- Março de 1969 
- Abril de 1969 
- Maio de 1969 
- Junho de 1969 
- Julho de 1969 
- Agosto de 1969 
Glossário 
Leituras de guerra 
Músicas de guerra 



‘DIÁRIO DA GUINÉ’ - (1969-1970) - II Volume 
O Tigre Vadio 
De Mário Beja Santos 
Edição Círculo de Leitores / Temas & Debates 
Lisboa 2008 

Livro de capas duras, com 440 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
Excelente. 
Raros; 


Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 
Pré-texto 
- Por Luís Graça 
Um PRÓLOGO (quase) necessário 

- Agosto de 1969 
- Setembro de 1969 
- Outubro de 1969 
- Novembro de 1969 
- Dezembro de 1969 
- Janeiro de 1970 
- Fevereiro de 1970 
- Março de 1970 
- Abril de 1970
- Maio de 1970 
- Junho de 1970 
- Julho de 1970 
- Agosto de 1970 
Glossário 
Leituras de Guerra 
Músicas de Guerra 


Preço: 92,50€; 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘MEMÓRIAS DO SOFRIMENTO - Na guerra em Moçambique (1966-1968)’, de Alfredo Fonseca - Arganil 2001 - MUITO RARO;


























Portugal & Guerra do Ultramar - O autor, descreve através dos seus apontamentos os factos ocorridos na guerra em Moçambique, da CART 1542 que cumpriu a sua missão no norte desta antiga província ultramarina portuguesa da África Oriental 


‘MEMÓRIAS DO SOFRIMENTO’
Na guerra em Moçambique (1966-1968) 
De Alfredo Fonseca 
Edição do Autor 
Composição e impresso na Empresa ‘A Comarca de Arganil, L.da’ 
Arganil 2001 


Livro com 208 páginas, muito ilustrado (fotografias e um mapa) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor: 
“ALFREDO FONSECA 
Nasceu em Vale de Açores, freguesia de S. Paio de Mondego em 31/05/1944, filho de Francisco dos Santos Fonseca e Mabília de Jesus Santos.
Reside em S. Pedro de Alva. 
Habilitações literárias: exame de admissão aos liceus. 
Iniciou a actividade profissional como alfaiate. 
Participou na guerra colonial em Moçambique, em zona de risco, de 1966 a 1968. 
Casado com Maria da Conceição Martins Fonseca, é pai de quatro filhos, três rapazes e uma rapariga. 
Foi autarca entre 1972 e 2001: três mandatos como Secretário; três como Presidente da Junta; e um como Presidente da Assembleia de Freguesia. 
Actualmente é sócio-gerente de uma empresa de comercialização de móveis e eletrodomésticos.“ 



Do ÍNDICE: 

Cronologia 

PREÂMBULO 
- Por Celestino Ferreira da Costa (Major reformado) 

APRESENTAÇÃO 

Capítulo I - Breves apontamentos sobre as minhas origens e infância 
Capítulo II 
Capítulo III - Efectivos - CART 1542 
Capítulo IV 
Capítulo V 
Capítulo VI - ‘Operação Maldita’ 
Capítulo VII 
Capítulo VIII 
Capítulo IX 
Capítulo X 
Capítulo XI 
Capítulo XII 
Capítulo XIII 
Capítulo XIV 
Capítulo XV 
Capítulo XVI 
Capítulo XVII 
Capítulo XVIII 
Capítulo XX 
Capítulo XXI 
Capítulo XXII 
Capítulo XXIII 
Capítulo XXIV 
Capítulo XXV 
Capítulo XXVI 
Capítulo XXVII 
Capítulo XXVIII 
Capítulo XXIX 
Capítulo XXX 
Capítulo XXXI 
Capítulo XXXII 
Capítulo XXXIII 
Capítulo XXXIV 
Capítulo XXXV 
Capítulo XXXVI 
Capítulo XXXVII 
Capítulo XXXVIII 
Capítulo XXXIX 
Capítulo XL - Baixas em combate (mortos e feridos) 

Agradecimentos 


Preço: 0,00€ (Indisponível) 

Portugal - Ultramar & História - ‘SORTILÉGIO DA COBRA - Descolonização Obrigatória’, de Mário Jesus da Silva - Lisboa 2005 - Raro;









Portugal - Ultramar & História - O autor percorreu diversos pontos do território nacional e das antigas províncias ultramarinas portuguesas em missão militar e daí o seu vasto conhecimento das últimas décadas do regime do Estado Novo e do conflito com a Índia em Goa e a guerra colonial em Angola, seguida do processos de descolonização e guerra civil entre os movimentos de libertação, o estranho caso do uso e controle dos Catangueses pelo MFA e MPLA e ainda de uma fracassada conspiração para derrube do governo em 1967…


‘SORTILÉGIO DA COBRA - Descolonização Obrigatória’ 
De Mário Jesus da Silva 
Prefácio de Francisco Sarsfield Cabral 
Edição Ésquilo edições e multimédia 
Lisboa 2005 


Livro com 240 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
FACTOS INÉDITOS DA DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA 
DE GOA AOS MASSACRES DE ANGOLA 

“Temos aqui um forte e impressivo - porque vivido - retrato de alguns momentos-chave da ‘descolonização obrigatória’. (…) É um testemunho amargo, mas nem por isso menos lúcido e oportuno. Neste país sem memória, a ‘má consciência do colectivo português’ em relação à ‘tragédia da descolonização’ apenas será ultrapassada conhecendo os factos e analisando-os com serenidade. Ouvindo e lendo quem os viveu - e tantos desses preferem silêncio e o esquecimento. Não foi o caso do general Mário Jesus da Silva. Por isso, como português, lhe estou grato.
Francisco Sarsfield Cabral - Excerto do PREFÁCIO 

“Nós, os militares da minha geração, vivemos um emocionante livro de aventuras, rico de emoções e cheio de muitos trabalhos e sacrifícios. Não nos podemos queimar que tenha sido uma vida aborrecida,crotineira, monótona e sedentária. Bem pelo contrário. Mas em todo o processo de descolonização não conseguimos alterar favoravelmente o rumo geral dos acontecimentos. Fomos amachucados como meros peões executantes nessa partida de xadrez difícil e confusa, que foi tão mal jogada por Portugal.“ 
Mário Jesus da Silva 


O Autor:
“MÁRIO JESUS DA SILVA 
O autor é tenente-general do Exército, oriundo da Cavalaria, actualmente na reforma. Além do serviço nas ex-colónias, esteve duas vezes na Bélgica em comissão da NATO, foi sete anos assessor militar do então Primeiro-ministro Prof. Cavaco Silva, regressando depois como Director ao Colégio Militar, que frequentou como aluno.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 

INTRODUÇÃO 

Livro I - GOA 
Goa Inesquecível 
- Missão no Paraíso 
- A Cobra Real 
- Maus presságios 
- Satchitananda Naik 

A Queda de Goa 
- Graves decisões 
- Tensão nervosa 
- A Invasão 
- Mapa de Goa 

Prisioneiros 
- Desminagem em Bicholim 
- Prisioneiros em Pindá 
- 19 de Março de 1962 
- Mal recebidos em Portugal 

Livro II - NA SENDA DA DESCOLONIZAÇÃO 
Angola é Nossa ? 
- Os Dembos 
- No Leste de Angola - A Cameia 
- Abertura da Frente Leste 

1967 - Conspiração falhada 
- Os carros de combate de Santa Margarida 
- Encontros imediatos, Mario Soares 
- Fiasco completo 

São Tomé - O Mundo é pequeno 
- Um paraíso menor 
- Mário Soares em São Tomé 
- Apoio ao Biafra 

25 de Abril nos Açores 
- As ilhas da bruma 
- Ventos da revolução 
- 25 de Abril de 1974 
- PREC mitigado nos Açores 


Livro III - ADEUS A ANGOLA 
- Primacial vermelha em Portugal 
- Ambiente turvo em Angola 
- Primeiros confrontos em Saurimo 
- A Companhia Integrada 421B 
- Os catangueses 
- Saque em Saurimo 
- A completa destruição da cidade 
- Um jantar de grande luxo 
- Expulsão da U.N.I.T.A. da LUNDA 
- Adeus a Angola 
Mapa de Angola 

EPÍLOGO 

CRONOLOGIA DA DESCOLONIZAÇÃO 
Referências Bibliográficas 


Preço: 32,50€; 

Portugal - Brasil & Escravatura - ‘O ÚLTIMO NEGREIRO’, de Miguel Real - Lisboa 2006 - RARO;











Portugal - Brasil & Escravatura - A história do esclavagismo no século XVIII entre África, o Brasil e os negreiros que o dominavam 


‘O ÚLTIMO NEGREIRO’ 
De Miguel Real 
Edição Quidnovi 
Lisboa 2006 


Livro com 398 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa:
“A apaixonante história de Francisco Félix de Sousa, o maior traficante de escravos português, que viveu entre S. Salvador da Bahia e o reino do Daomé (actual Benim) entre meados do século XVIII e meados do século XIX. Construiu um império de barcos, homens e terra, foi negreiro mesmo depois de abolida a escravatura, teve mais de cem filhos e criou um clã imortalizado por Beuce Chatwin em ‘O Vice-Rei de Ajudá’.“


O Autor:
“MIGUEL REAL, sintrense, publicou na Quidnovi os romances ‘A Voz da Terra’, ‘O Último Negreiro’ e ‘O Sal da Terra’, as novelas ‘O Último minuto na vida de S.’ e ‘A Ministra’ e os ensaios ‘O Marquês de Pombal e a Cultura Portuguesa’, ‘O Último Eça’, ‘Agostinho da Silva e a Cultura Portuguesa’, ‘Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa’ e ‘Padre António Vieira e a Cultura Portuguesa’.“



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Tábua de personagens 

O SENHOR DOS NAVEGANTES 
- A luz de uma estrela 
FIM DE ANO DE 1797 
- Conceição da Praia - I 
- Ladeira da Barra - I 
- Conceição da Praia - II 
- Ladeira da Barra - II 
- A morte de Julinho 
FRANCESIA 
- Francisco Félix de Sousa e Simão e Dias 
- Simão Dias e o banqueiro Marinhas 
- A Francesia 
MULATARIA 
- Protestos contra o capitão Sacadura e Carolho 
- Simão Dias quer ser cabreiro 
- O futuro é o presente, o presente o futuro, o tempo é todo um 
ESCRAVARIA 
- Ausência de notícias de ‘L’Hirondelle’ 
- Francisco Félix de Sousa e D. Francisquinha 
- Francisco Félix de Sousa e os escravos correços 
- Notícias do capitão Carloto Peixoto 
- Francisco Félix de Sousa, chibateiro da Câmara 
- Francisco Félix de Sousa e Samuel Dias 
“A LIBERDADE É A DOÇURA DA VIDA” 
- O capitão Carloto Peixoto 
- Os três símbolos da Francesia 
- Francisco Félix de Sousa e Samuel Dias acordam um trato 
- Luís Gonzaga das Virgens descobre-se a si próprio 
- Encontro entre Francisco Félix de Sousa e a sua estrela 
- A higiene matinal de D. Francisco José de Portugal 
- A descoberta dos pasquins 
- Recuo da Francesia 
- Luiz Gonzaga das Virgens descoberto 
- Encontro entre Francisco Félix de Sousa e o capitão Carloto Peixoto 
- A filha do desembargador Costa Pinto visita às Recolectas 
- João da Silva Narbona, máscara de Luiz Gonzaga das Virgens 
- Simão Dias torna-se joalheiro 
- Conspiração na alfaiataria de João de Deus Nascimento 
- Simão Dias, ansioso, procura Luís Pires 
DIA 25 DE AGOSTO DE 1798 
- A fuga dos brancos e a prisão dos mulatos 
DEVASSA E MORTE 
- A devassa 
- A explosão da mansão do banqueiro Marinhas 
A PAZ ENCONTRADA POR FRANCISCO FÉLIX DE SOUSA 
- Pedra, o escravo 
- Ajudá 
- O Forte de São João Baptista de Ajudá 
A PAZ NÃO SE ENCONTRA, CONSTRÓI-SE 
- A vida em família 
- A carta do banqueiro Marinhas 
- A iniciação de Francisco Félix de Sousa 
- Francisco Félix de Sousa despede-se do Senhor dos Navegantes 
- A visita de João Luiz Abreu 
FRANCISCO FÉLIX DE SOUSA, O NEGREIRO 
- O Dàdá Adondozan 
- O pacto de sangue 
- A paz construída por Francisco Félix de Sousa 
DECADÊNCIA E MORTE 
- Os últimos dez anos 

EPÍLOGO 
Bibliografia 


Preço: 37,50€; 

Brasil & História - ‘A COLUNA PRESTES’, de Nelson Werneck Sodré - Rio de Janeiro 1980 - MUITO RARO;






Brasil & História - Um dos episódios históricos mais significativos da luta dos brasileiros contra o sistema de governação dos coronéis e latifundiários, a coluna de Carlos Prestes (1898-1990), foi um osso duro de roer pelo regime, liderado por este político que se tornou importante dirigente à época do Partido Comunista Brasileiro (1943-1980) 


‘A COLUNA PRESTES’ 
Análise e Depoimentos 
De Nelson Werneck Sodré 
Edição Civilização Brasileira 
Rio de Janeiro 1980 


Livro com 122 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“ ‘A COLUNA PRESTES’ está entre os acontecimentos mais importantes que se verificaram no Brasil durante a lenta agonia da República Velha. 

NELSON WERNWCK SODRÉ - com a autoridade do historiador já consagrado pelos trabalhos valiosos que vem publicando há quarenta anos -, era o indicado para tratar do tema que ainda hoje tanto interesse desperta. Esta obra vem preencher várias lacunas, pois além da interpretação sempre arguta e exata, traz no apêndice vários depoimentos, inclusive o de LUIZ CARLOS PRESTES. Desta forma, tem-se aqui uma visão panorâmica do episódio, revivendo de maneira oportuna um dos períodos mais agitados da História Brasileira.“ 


“LUÍS CARLOS PRESTES (Porto Alegre, 3 de janeiro de 1898 – Rio de Janeiro, 7 de março de 1990) foi um militar e político comunista brasileiro, uma das personalidades políticas mais influentes no país durante o século XX.

Cônjuge: Olga Benário (1934-1942) - Maria Prestes (1950-1990) 
Filhos(as): Anita Leocádia Prestes; Zoia Prestes
Profissão - engenheiro militar
Serviço militar - Anos de serviço - 1919-1936
Graduação - Capitão 

Prestes ganhou fama nacional ao liderar a Coluna Prestes na década de 1920. Enquanto Plínio Salgado representava a extrema-direita, Prestes era visto como símbolo da esquerda radical. 

Perseguido e preso durante a ditadura do Estado Novo, Prestes perdeu sua companheira Olga Benário, morta na Alemanha Nazista na câmara de gás, após ser entregue àquele regime pelo governo do presidente Getúlio Vargas. Em 1940 foi condenado a trinta anos de prisão pelo assassinato de Elza Fernandes. Cinco anos depois foi anistiado por Vargas, a quem viria a apoiar na eleição presidencial no Brasil em 1950. Durante a ditadura militar brasileira exilou-se na União Soviética após ter os seus direitos políticos cassados, retornando ao Brasil depois da promulgação da Lei da Anistia em 1979.

Foi secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro de 1943 a 1980, defendendo a revolução comunista até o final da vida. Nos seus últimos anos, assistiu ao processo de abertura econômica iniciado por Mikhail Gorbatchov na União Soviética em 1986 (que em 1991 resultaria na sua dissolução) e também a queda do Muro de Berlim em 1989. Sobre a queda do Muro de Berlim, reagiu: ‘Eu não sei o que vai acontecer. Mas é lamentável que tudo isso tenha acontecido dessa maneira’.”



Do ÍNDICE: 

Obras de Nelson Werneck Sodré 

A COLUNA PRESTES 

ANÁLISE 
- Situação Mundial 
- Situação Nacional 
- A República Oligárquica 
- A Ascensão Capitalista 
- Irrompimento do Tenentismo 
- Formação 
- A Marcha 
- O Latifúndio 
- A Missão 
- Prestes 
- A ideologia 
- Papel Histórico 

DEPOIMENTOS 
- Depoimento de Luís Carlos Prestes 
- Depoimento do General Emídio da Costa Miranda 
- Depoimento do Coronel Aristides Correia Leal 


Preço: 32,50€; 

Portugal & Literatura - ‘O CORONEL QUE MORREU DE SENTIDO’, de Afonso Praça - Lisboa 1996;






Portugal & Literatura - Uma obra ficcionada sobre a morte de um oficial de forma estranha da autoria do jornalista Afonso Praça 


‘O CORONEL QUE MORREU DE SENTIDO’ 
De Afonso Praça 
Edição Editorial Notícias 
Lisboa 1996 


Livro com 112 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 


Da contracapa:
“ ‘O CORONEL QUE MORREU DE SENTIDO’ - Afonso Praça 

Esta história começa no dia em que um coronel reformado apareceu morto, em circunstâncias taoestranhas que permitem todas as suposições. Falou-se de suicídio e de homicídio, e não faltou quem apontasse como autor do crime o próprio Diabo, bem capaz de, na sua incomensurável malvadez, apagar todos os rastos. Oficialmente, o coronel morreu de morte natural. Mas as circunstâncias em que apareceu morto justificam bem todas as dúvidas, e nenhum mal viria ao mundo se o relatório final acabasse por concluir que o criminoso foi mesmo o Diabo. Mas esta não é uma estória do Diabo. Pelo contrário, é uma estória de homens e tão triste que até faz rir.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA PREAMBULAR 

I Parte 
PROSA DE JORNAL 

II Parte 
VERSOS DE CEGO 
- Décimas dedicadas à memória de sua Excelência o senhor coronel Clarimundo 
- CRIME SEM CASTIGO ! 
A morte de um heróico militar que a todos impressionou ! 
Um triste e horrível crime cometido em circunstâncias estranhas! 
Leiam e prestem atenção !!! 
- Alguns versos feitos a propósito de uma morte que muitos consideram estranha embora não tenham qualquer razão ou motivo para isso 


Preço: 15,00€

Angola & História - Suplemento ‘DOMINGO’, de 12.04.2026 - (“AGOSTINHO NETO ADMITIA NEGOCIAR A PAZ COM SAVIMBI’) - Lisboa 2026;












Angola & História - Importante entrevista deste jornalista nacional de ascendência angolana, com vasta dedicação à imprensa especializada em assuntos africanos e diversos livros dedicados a temáticas da sua terra natal 


Suplemento ‘DOMINGO’, de 12 de Abril de 2026.
“AGOSTINHO NETO ADMITIA NEGOCIAR A PAZ COM SAVIMBI’ 
Revista dominical do jornal ‘Correio da Manhã’ 
Lisboa 2026 


Exemplar com 36 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 



Temas em destaque: 
Entrevista de Fernando Madaíl 
- “AGOSTINHO NETO ADMITIA NEGOCIAR A PAZ COM SAVIMBI’ 
‘A INDEPENDÊNCIA de Angola, declarada pelo MPLA, mergulhou o país na guerra civil. Os “retornados” já tinham sido os “bodes expiatórios” da retórica anti-colonial.’ 
- ‘Em Angola. Em 1974, havia segurança e o crescimento económico era de 9% ao ano.’ 
- ‘Neto morreu em Moscovo, no dia de se encontrar com Savimbi.’ 
- ‘140 mil dos que aterraram em Lisboa nasceram em África. Não retornavam!’ 
PERFIL
XAVIER DE FIGUEIREDO - Jornalista de ‘A Província de Angola’, 
entre 1971 e 1975, Xavier de Figueiredo nasceu em 1947, 
em Nova Lisboa (Huambo). 
Trabalhou no ‘Jornal Novo’ e na ANOP. Foi correspondente 
na Guiné-Bissau (1978-1981) e em Moçambique (1982-1983). 
Fundou o ‘África Jornal’. Autor de ‘O Último Ultramarino’ e 
‘Savimbi - Um Homem no seu Martírio’, entre vários livros. 

Moçambique 
- “PERDI TRÊS CAMARADAS EM CONFRONTOS COM O INIMIGO.”
‘O Dia de Reis de 1971 deixou uma marca inesquecível: o inimigo gostava de atacar em datas que associávamos a festividades.’ 
‘Hoje reconhece que foi um ato de coragem inconsciente.’ 
CARLOS NASCIMENTO 
Comissão - Moçambique (1970-1972) 
Força - Companhia de Caçadores 2702 
Info - Casado, com um filho 
Localização - Chitolo, no norte de Moçambique 


Preço: