sábado, 4 de outubro de 2025

Portugal & Moçambique - Revista ‘TEMPO’, n. 52 - 12.09.1971 - (CHIBANGA e ASTRONAUTAS AMERICANOS EM SAFARI) - Lourenço Marques 1971 - MUITO RARO;





















Portugal & Moçambique - Uma revista de grande qualidade jornalística e com a publicação de interessantíssimas reportagens e assuntos, particularmente nesta edição a fama e prestígio de Ricardo Chibanga, o único toureiro negro e dois astronautas americanos em Safari no território 


Revista ‘TEMPO’, n. 52 - De 12 de Setembro de 1971. 
‘CHIBANGA DO XIPAMANINE AO SUCESSO’ e ASTRONAUTAS AMERICANOS EM SAFARI 
Director: Eng. Rogério F. de Moura - Director Adjunto: Rui Cartaxana 
Lourenço Marques 1971 


Exemplar com 64 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque:
 CHIBANGA “EL AFRICANO”
- ‘NASCEU NO XIPAMANINE O 1.* NEGRO MATADOR DE TOURO’ 
‘Conta-se que Picasso foi um dia aos touros. Vai muitas vezes. Estava em Frejus, na sua propriedade vizinha de S. Tropez, e mais uma vez foi ver uma tourada. 
Mas essa tarde de Agosto de 1970 ficaria para sempre na memória do genial pintor. 
A primeira surpresa aconteceu quando Picasso viu entrar na arena um toureiro negro, a cor da pele contrastando violentamente com os dourados do ‘traje de luces’, com um andar arrastado e felino, que somava riscos frente ao touro com uma galhardia invulgar.
Ricardo Chibanga era o nome que figurava nos cartazes.’ 
- CHIBANGA DE PICASSO: UMA PESSOA QUE VIVE BEM” 
- PICASSO DE CHIBANGA: “CORDOBÉS E CHIBANGA OS TOUREIROS QUE MAIS ME IMPRESSIONARAM” 
‘Um sonho que se faz realidade’ 
‘A amizade de Eusébio’ 
‘Chibanga recorda’ 
- ‘DA BOLA E DA AMIZADE DE EUSÉBIO AOS REDONDÉIS DE TODO O MUNDO’ 
‘Profissional a sério’ 
- ‘PALMARÉS IMPRESSIONANTES: 180 corridas, 140 orelhas, 29 rabos, 38 vezes aos ombros’ 

- ‘JAMES LOVELL E STUART ROOSA: DOIS “YANKEES” DIFERENTES’ 
Reportagem de Arlindo Bandeira (texto) e António Jorge (fotos) 
- ‘DAS ROTAS DO ESPAÇO ÀS MATAS DE MOÇAMBIQUE’ 
‘Dois Astronautas americanos - James Lovell e Stuar Roosa - vieram caçar a Moçambique. A aventura decorreu no distrito da Beira durante doze dias, nas coutadas da SAFRIQUE: Pômpoé, Nhamacala, Nhamacorora.’ 
‘O Astronauta não destruiu o Homem’ 
‘Eu sou James ! Eu sou Stuart !’ 
‘Caçar em Safari.’ 
‘Paisagem, fauna, apoteose.’ 
- ‘RICOS SÓ EM GLÓRIA’ 
‘Trechos de um diálogo’ 
‘As férias terminaram. O desejo é voltar.’ 
‘…reluz é é oiro!’ 

- ‘MISS MOÇAMBIQUE É MISS PORTUGAL’ 

- ‘DEFINIÇÕES PARA UM CINEMA MOÇAMBICANO’, texto de Maria de Lourdes 

- ‘NEM TUDO ESTÁ CERTO NO MINIBASQUETE’
Texto de Guilherme da Silva Pereira - Fotos de Kok Nam 

- ‘PUBLICIDADE FANTASMA PREJUDICA MOÇAMBIQUE’ 


Preço: 77,50€; 

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Portugal & Angola - ‘MEMÓRIAS DA GUERRA COLONIAL - Na Lunda da DIAMANG e dos Quiocos’, de Nuno Roque da Silveira - Lisboa 2024;








Portugal & Angola - Um extraordinário livro de memórias do autor, que relata a parte final da sua comissão militar na guerra do ultramar nesta antiga província ultramarina portuguesa, a relação com todos os elementos da sua companhia (oficias, sargentos e soldados), como viu as populações da Lunda nos seus aspectos genuínos e no dia-a-dia, cultura, arte e tradições, a riqueza diamantífera explorada pela DIAMANG, o turismo pelas terras do interior angolano com a publicação de cerca de três centenas de magníficas fotografias 


‘MEMÓRIAS DA GUERRA COLONIAL - Na Lunda da DIAMANG e dos Quiocos’ 
De Nuno Roque da Silveira 
Edição Colibri 
Lisboa 2024 


Livro com 532 páginas, profusamente ilustrado (cerca de 300 fotografias) e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“Ao falarmos sobre a situação no norte de Angola, que nesta altura é o principal teatro de guerra, e dizendo-lhe eu das dificuldades em conseguir desalojar e prender os elementos de uma guerrilha, até porque conhecem melhor o terreno e nele se escondem, disse-me convictamente: - Temos hoje em dia as possibilidades técnicas de traçar no terreno zonas de extermínio, nas quais sistematicamente se poderá fazer um desbaste de toda a vegetação. Isto levará a descobrir todos os terroristas nas matas, que deverão ser pura e simplesmente eliminados.“ 


Da badana: 
“Em 2007 ao dar à estampa as minhas memórias da estadia em Angola como combatente das tropas que para ali iam, prometi escrever sobre o que se passara na segunda parte dessa, como se dizia, missão de soberania, em local de descanso. Infelizmente passaram todos estes anos e penitencio-me por esta minha falta.

No decorrer da leitura das ‘memórias’ que aqui deixo, julgo transmitir a enorme riqueza que me foi oferecida com esta estadia em descanso militar na zona da Lunda dos Diamantes. Também me foi possível transmitir aos soldados mais próximos de mim a iniquidade da guerra em que fôramos obrigados a participar nos meses anteriores lá pelo Zemba, Mucondo, Maria Fernanda… passados todos estes anos, muitos de nós entenderam que da nossa parte, da nossa entrega, não houve resultados heróicos antes a necessidade de um esquecimento modesto e silencioso.“ 


O Autor: 
“NUNO ROQUE SILVEIRA nasceu na Chibia, Angola, em 1940. Fez os seus estudos primários e secundários em Lisboa, Barreiro, Algueirão e Lourenço Marques (hoje Maputo). Licenciado pela Universidade Técnica de Lisboa, ainda pensou voltar à sua terra e exercer a preparação obtida com estudos em Ciências Sociais e em Política Ultramarina, mas acabou por fazer uma pós-graduação em Administração Hospitalar; tendo cumprido a maior parte da sua vida profissional como administrador hospitalar. Anteriormente ainda tinha trabalhado numa forma alemã de Dusseldórfia, acompanhando jornalistas, escritores e cientistas alemães, suíços e austríacos em visitas pormenorizadas as todas as regiões das então colónias de Angola e Moçambique. 

Publicou nesta editora: 
- ‘UM OUTRO LADO DA GUERRA - Zemba, Angola (1963-1964)’; 
- ‘LOURENÇO MARQUES - Acerto de contas com o passado (1951-1965).
Desde 2007 faz trabalho de campo na Feira da Ladra.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
INTRODUÇÃO 

1. - DE ZEMBA PARA A LUNDA 
- Henrique de Carvalho / Lunda 

2. - LUXILO 

3. - UM OUTRO MUNDO SE DESVENDA 
- O memória 

4. - DESEMPENHO DE GUERRA EM SITUAÇÃO DE PAZ 

5. - QUE FAZIAM OS OFICIAIS. QUE FAZIAM OS SARGENTOS. QUE FAZIAM OS SOLDADOS 

6. - O NOSSO MÉDICO FALA-NOS E LEVA-NOS A ANDRADA 

7. - CONHECER A LUNDA DA DIAMANG 
- Muinda 

8. - O BEM-ESTAR NA LUNDA 
- Rodrigo 
- O senhor Nicolau 

9. - OS BAILES NA DIAMANG 
- A família Laranjeira 
- Relações dos nossos militares com os civis 

10. - VEM DO LADO DO ÍNDICO 
- Regresso à Lunda 
- Um pouco de turismo não faz mal a ninguém 
- Memórias de Zé do Telhado e da Rainha Ginga 
- Na morte de José de Freitas Vieira 

11. - A ENCOMENDA DO LEITÃO 
- Aproxima-se o Natal 
- Visita à Central de Escolha 

12. - O ASSIMILADO 
- Instrução primária 
- O ‘Odemira’ 

13. - NA MORTE DE HUMBERTO DELGADO 
- O ócio 
- … E vamos ter teatro 

14. - MARÇO E A DÁDIVA DE UM DIAMANTE 
- Os ovos da Páscoa 
- Infidelidade em tempo de guerra 

15. - O CANZAR EM PERSPECTIVA 
- De guerreiros passamos a senhores 
- Estaremos no Paraíso ? 
- Ida ao nordeste 
- Permanência no Canzar 

16. - TXONZA, O GRANDE ESCULTOR 
- O grande Soba Cassombo 
- O dia-a-dia no Canzar 
- A cega 

17. - BERNARDO ASPIRA A UM DIA SE CASAR 
- Férias e regresso 
- O Nabais Jorge apaixona-se 
- Protesto 
- Os ferreiros 
- Vem o enfermeiro branco que faltava 
- O Cacimbo e as chuvas 

18. - IDA AO LUSO 
- Tempos difíceis 
- O MPLA dá sinal de vida 
- Domingos no Canzar 

19. - MONUMENTAL ROUBO DE GALINHAS 
Desvario em Luanda ? 
- Convite para a Kapa 18 (k18) 
- Um cantineiro no Canzar 
- O Natal vai mesmo ser aqui 

20. - OS ADEUSES E PREPARATIVOS PARA A VIAGEM 
- Vamos mesmo partir 
- A viagem desejada 
- Estamos em Lisboa 

EPÍLOGO 


Preço: 47,50€; 

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘OS ETERNOS ESQUECIDOS’ - AAVV - Almada 2009 - MUITO RARO;




















Portugal & Guerra do Ultramar - Está obra pretende homenagear os homens que oriundos do território de Almada prestaram serviço militar nas diversas parcelas do território ultramarino do Império colonial português: Angola, Cabo Verde, Guiné, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Índia e Timor 


‘OS ETERNOS ESQUECIDOS’ 
AAVV - Comissão de elaboração do livro 
Edição Comissão - Apoios da CM de Almada e Vila da Trafaria 
Almada 2009 


Livro de grandes dimensões (…), muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.


COMISSÃO: 
Alfredo Pisco, António Oliveira, Euclides Soares, Ezequiel Pais, Ilídio Pinheiro (Pesquisa e análise), João Freitas (Coordenação gráfica ), José Manuel Martins e Manuel Fernandes. 



Do ÍNDICE: 

TRAFARIA 
- História 
- Edificações e vestígios Árabes 

ANGOLA 
- Adelino Augusto Bolé Eleutério - Pára-quedista 
- Agnelo de Macedo Fernandes - Pára-quedista 
- Aires Manuel de Andrade Araújo - Batalhão de Caçadores 8 
- Albino Borges Guimarães - Batalhão de Caçadores 5 
- Américo Fernando Leocárdio Capitão - Batalhão de Caçadores 5=
- António Rodrigues de Almeida - RAL 1 e BCP 
- António Carlos Espada - Regimento de Infantaria 5 
- António José Rosado Nunes - B.Art. 1925 
- António Joaquim Nunes Rocha - Regimento de Infantaria 1 
- António José de Lima e Silva - Companhia 241 
- Armando Godinho Correia - Regimento de Engenharia 1 
- Armando Macias Carapuça - Escola de Fuzileiros 
- Artur Almeida Santos - Bat. Caç. 2886/
- Carlos Manuel Santos Costa - Regimento de Infantaria 13 
- Carlos Teodoro Ferreira Gonçalves Doutel - Regimento de Cavalaria de Santarém 
- Carlos Eugénio Marques Martins - Regimento de Infantaria 4 
- Carlos Alberto Ferreira Ribeiro - Regimento de Infantaria 3 
- Carlos Alberto Antunes de Sousa - Força Aérea 
- Ernesto dos Prazeres Calha Guaparrão - EPC Santarém 
- Faustino Manuel Pombeiro Cuco - Companhia Cav. 483=
- Fernando Sérgio Faria Barreiros - CISC 
- Fernando Manuel Barreiros Braga - BA 2 
- Fernando Laurestim dos Santos Duarte - Batalhão de Caçadores 6/
- Florentino de Oliveira Pereira - RAAF 
- Francisco Manuel Martins dos Santos - Batalhão de Caçadores 6 
- Henrique Fernando Valente Leitão - EPE 
- Herói dos Santos Silvério - RAL 1 
- Ilídio Fernando de Freitas Fernandes Pinheiro - Regimento de Infantaria 3 
- João José da Conceição Abreu - RJ 11 
- João de Oliveira Bentes - Batalhão de Cavalaria 8 
- João Manuel Castanheira Bezelga - RAL 2 
- João Arnaldo Conceição Ferreira - Bat. 2890;
- João Luís Lopes Machado - Serviço Cartográfico do Exército 
- Joaquim Manuel Bárbara Guerreiro - Batalhão 1875 
- Joaquim José Carvalho de Almeida - Marinheiro 
- Jorge Luís da Silva Marques - Bat. 2910 
- José João Baleixo de Almeida - Companhia de Caçadores 1101/72 
- José Ventura dos Reis Neves - Regimento de cavalaria 7 
- José Caeiro Santos - Batalhão de Caçadores 8 
- José António Rosa da Silva - CDMM 
- Júlio Manuel Alves Gago Roque - Regimento de Infantaria 1 
- Luís Filipe Ferreira Brás - Regimento de Comandos 
- Luís Manuel Simas Dias - EPC 
- Manuel António Coelho da Conceição - Cavalaria 7 
- Manuel Marques Fernandes - Batalhão de Caçadores 7 
- Mário Domingos Pereira de Sousa do Nascimento - R. Eng. 1 
- Mário Augusto Rebelo - Regimento de Infantaria 3 
- Paulo Eduardo da Rocha Rodrigues - R. Engenharia 1 
- Rui Manuel Martins e Santos - Regimento de Infantaria 11 
- Valdemar Pragal Amorim - BC 8 
- Valdemar Leitão Casimiro - RL 1 
- Victor Manuel Carapeto Silva Risa - Companhia de Comandos 
- Vitor Manuel Fabião da Cunha - BC 8 
- Vitor Manuel Neves Lopes - CDMM
- Vitor Manuel Martins Pires - Regimento de Infantaria 7 
- Vladimiro Cordeiro Sousa - Regimento de Cavalaria 3 

MOÇAMBIQUE 
- Albino Manuel de Jesus Rosa - Escola Prática de Sacavem 
- Alfredo Garcia Besugo Pisco - BAT 2837 
- Américo José Rodrigues Jorge - CCaç. 1794 
- Amândio Neves Lopes - Companhia 4215 
- António Luís Nunes Franco - Regimento de Infantaria 1 
- António Marcão Calado - CArt. 2745 
- Armindo da Costa Gomes - Destacamento de Fuzileiros Especiais 
- Carlos José d’Almeida Piedade - Bat. Caç. 1936 
- Carlos Manuel Barroso Delié - Batalhão de Transmissões 2 
- Carlos Fonseca Martins - Companhia 2862 
- Eduardo Afonso da Costa Pita Grós - Regimento de Caçadores Pára-quedistas 32 
- Francisco da Silva Saragoça Pereira - CICA 3, Companhia 1478 
- Francisco Fernando Lopes Dimas da Veiga - Pelotão AD 2082 
- Gaspar António Salino Costa - CICA 3 - Esquadrão de Cavalaria 
- João Francisco da Conceição Barra - Comp. Caçadores 4144 
- João Crispim Fialho Barradas - Regimento de Infantaria 15 
- João Florêncio de Freitas - Regimento de Caçadores Pára-quedistas 31 
- João Francisco Alexandre Cravo - PAD 3116 
- José Manuel Borges Martins - RAL 1 
- José Luís Aires de Oliveira - EPI, C. Caç. 3872 
- Jorge Manuel Esteves Pinto - Batalhão Caçadores 2837 
- Jerónimo Augusto Castanheira da Silva - Batalhão de Caçadores 8 
- Luís Manuel Conceição Ferreira - 
- Mário João Leitão Casimiro - Polícia Militar, CPM 2576 
- Manuel Salvador Rosa Luís - C. Caç. 550 
- Manuel Isidoro do Rosário Afonso - BCP 31 
- Manuel Correia de Andrade - Escola de Fuzileiros - Dep. n. 2 
- Pedro Machado Medeiros - Regimento de Infantaria 3 
- Silvestre Carvalho Rosado - CCS 2837 
- Vitor Manuel da Silva (Da Glória) - 

GUINÉ 
- Adelino de Sousa dos Santos - Regimento de Cavalaria 3 
- Américo Henrique Rebelo Duarte - Regimento de Infantaria 16 
- António de Oliveira Bentes - Companhia de Caçadores 
- António Manuel Coimbra Oliveira - Companhia Caçadores 4150 
- António Mário Tenreiro dos Reis - Regimento de Caçadores 6 
- Carlos Humberto da Silva Bernardes - Regimento de Infantaria 3 
- Carlos Alberto Nascimento Gonçalves - RSS, Comp. C. 1501 
- Carlos Manuel Colaço Ribeiro - Polícia Militar 
- Cesaltino Augusto da Costa Oliveira - LDMM 
- Euclides da Silva Soares - BA 1 
- Ezequiel Inácio Pais - Comp. 2521 
- Fernando César das Neves Pita - BA 1 
- Fernando António da Costa e Silva - Companhia 3640 
- Fernando Jacinto da Silva - Companhia de Cavalaria 2483 
- Henrique Manuel da Conceição Joaquim - Depósito Geral de Adidos 
- Henrique Manuel Crena Martins - Regimento de Infantaria 5 
- Horácio Augusto Bale Louro - Regimento de Caçadores Pára-quedistas 12 
- Jeremias Carlos Gonçalves Monteiro - Batalhão de Pára-quedistas 3381 
- João Manuel Alves Pereira - RL 1 
- Joaquim Edgar Fernandes Moreira - C. Caçadores 4641 
- José Domingos Carrasco de Almeida - Regimento de Infantaria 3, Pel. Mort. 980 
- José Maria Catarino - BT 1912 / Comp. 1686 
- José Carlos Lima Feiteira - BC 8, Companhia 4616 
- José Manuel Ferreira Ribeiro - Bat. 790 / Comp. 789 
- José Manuel Adião Silva - CICA 3 - CC 2317 
- Liberto Dias Henrique - 
- Manuel Augusto Conceição Lopes Duarte - RI 3, BCAV. 3864 
- Manuel Lopes Rodrigues - Polícia Militar 
- Miguel Marques Félix - Batalhão de Sapadores Caminhos de Ferro - Comp. 617 
- Silvino Neto de Matos - Regimento Cavalaria 8 - Esquadrão Rec. 
- Vasco Joaquim Gomes Batalhão de Caçadores 2685 
- Vitor Manuel Soares Gonçalves - Escola Prática de Sacavem 

TIMOR 
- Carlos Alberto da Costa Santos - RI 2 
- Celestino da Silva Gaspar - Companhia de Intendência 
- Fernando Jorge Martins dos Santos - RI 3 
- Francisco Ildefonso Mendes Conde - CICA 3 - Eng. 
- Raúl Nunes Esteves - EPE, Destacamento Eng. 

CABO VERDE 
- António Joaquim Oliveira - BC 8 - Pelotão de Comando e Serviços 2969 

SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE 
- Carlos Manuel Leitão Casimiro - Polícia Militar 
- José António Gonçalves Augusto. RI 7 - CCS 

ÍNDIA PORTUGUESA 
- Acúrcio Alfredo Santos Correia - Regimento de Artilharia Ligeira 3 
- José Carlos Nogueira António - Regimento de Artilharia 1 
- José Joaquim Santos Monteiro - RI 5 - Caçadores 7 

VÁRIAS PROVÍNCIAS 
- Aureliano Pereira - BFE 
- Edmundo Silva Machado - Caçadores de Tete 
- Edmundo José Pimentel Pereira - Esquadrão de Reconhecimento 54 
- José Augusto dos Santos Lourenço - CDMM 
- José da Silva - Bat. Reg. Transmissões 


Preço: 97,50€; 

Europa & II Grande Guerra - ‘CAMP DE CONCENTRATION - NATZWILLER STRUTHOF’ - Paris 1982 - Muito Raro;





















Europa & II Grande Guerra - Neste livro, o Campo de Concentração de Natzwiller Struthof é apresentado com as características que teve e fotografias dos dias em que foi tomado pelo exército norte-americano aquando da queda do regime nazi e a invasão da Europa pelos aliados entre meados de 1944 e o ano seguinte, com a publicação de fotografias das vítimas impressionantes 


‘CAMP DE CONCENTRATION - NATZWILLER STRUTHOF’ 
Edition du Comité National Pour L’Erection et la Conservation 
D’un Mémorial de la Déportation au Struthof 
Paris 1982 


Livro com 96 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Obra em língua francesa e legendas em francês e alemão. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


NATZWILLER STRUTHOF foi um campo de concentração nazista localizado nos Vosges, perto da vila alsaciana de Natzwiller (alemão: Natzweiler) e da cidade de Schirmeck, cerca de 50 km a sudoeste de Estrasburgo, na França. Foi o único campo nazista localizado no atual território francês. Na época, a área da Alsácia-Lorena onde se encontrava era administrado pela Alemanha e parte integral do Reich alemão.

Entrada do campo principal (atrás aparece parte do monumento erguido depois da guerra em homenagem às vítimas)
Natzweiler-Struthof está localizado em: França

Localização de Natzweiler-Struthof na França
Coordenadas - 48° 27' 17" N 7° 5' 16" E
Localização - Natzwiller, Alsácia-Lorena
Operado por Schutzstaffel (SS)
Atividade - 1941– 1945
Mortos - 4 431 (documentado) - 22 000 (estimado)
Libertado por Exército dos Estados Unidos
Website - Memorial Neuengamme 

Operação

As operações no campo duraram entre 21 de abril de 1941 e o início de setembro de 1944, quando os prisioneiros e a guarda foram evacuados para Dachau. Depois de mais de três anos de funcionamento, estes prisioneiros sobreviventes foram obrigados a realizar uma Marcha da Morte até a Alemanha, enquanto uma pequena unidade de SS continuou a cuidar das operações restantes. Em 23 de novembro de 1944 ele foi o primeiro campo descoberto e liberado pelos Aliados na Europa Ocidental, ainda ocupado por este pequeno staff nazista, no mesmo dia em que atingiram Estrasburgo. 
O número total de prisioneiros que por lá passaram nestes três anos atingiu 52 000, oriundos de diversos países, entre eles Polônia, União Soviética, Holanda, Noruega, Eslovênia e França. Ele foi estabelecido especialmente para receber os atingidos pelo Nacht und Nebel, o edito de Adolf Hitler de fins de 1941, especialmente integrantes dos movimentos de resistência. Estima-se que cerca de 22 000 morreram no campo e seus subcampos. 
Ele possuía um crematório e uma câmara de gás improvisada, não usada para extermínios em massa; mesmo assim judeus foram mortos nela, na época em que Josef Kramer – futuro comandante e carrasco de milhões deles em Auschwitz – comandou o campo. Ciganos também foram gaseificados ali como cobaias para o teste de novos gases letais. Um total de 4 431 mortes foram documentadas,[carece de fontes] causadas por trabalhos forçados extenuantes, experiências médicas, inanição e tratamento violento; entre os executados estavam quatro agentes do Special Operations Executive – SOE, o serviço de espionagem e sabotagem britânico criado por Winston Churchill durante a guerra: Sonya Olschanezky, Diana Rowden, Vera Leigh e Andrée Borrel, as quatro executadas no mesmo dia, 6 de julho de 1944, com injeções letais de fenol. 
Como o número de mulheres prisioneiras era pequeno, apenas sete guardas femininas SS trabalharam em Natzweiler-Struthof e 15 no complexo de subcampos adjacentes. Sua principal função era vigiar as prisioneiras trazidas para experiências médicas ou execuções; várias guardas também eram trazidas ao campo para treinamento, seguindo depois para outros campos no interior da Alemanha. Dois pilotos da RAF que participaram da Grande Escapada e foram mortos pela Gestapo foram cremados ali. 

A coleção de esqueletos judeus
Natzweiler-Struthof também produziu uma coleção de esqueletos de judeus especialmente assassinados para estudos de anatomia em institutos alemães. Ela foi composta de um grupo de 115 judeus escolhidos a dedo por suas notadas características raciais estereotipadas. Wolfram Sievers e Rudolf Brandt, dois oficiais da Ahnenerbe, uma organização de Estado nazista dedicada ao estudo da herança ancestral, eram os responsáveis por conseguir os esqueletos para o Instituto de Anatomia da Reichsuniversität Straßburg criada em 1940 e localizada na Alsácia. Em 1943, um total de 87 deles – 46 eram judeus gregos da cidade de Tessalônica – foi transferido de Auschwitz para lá, onde 86 foram mortos na câmara de gás e uma baleada por se recusar a entrar na câmara. Os corpos dos 57 homens e das 29 mulheres foram enviados para Estrasburgo para estudos. Em 1944, com a aproximação dos Aliados, havia preocupação entre os nazistas sobre a possibilidade dos corpos serem descobertos, já que, mantidos congelados, eles ainda não haviam sido descarnados. A primeira parte do processo era o de fazer moldes anatômicos dos corpos antes de reduzi-los a esqueletos. 
Quando os Aliados libertaram a Alsácia em 1945, encontraram na universidade 86 corpos de homens e mulheres dos quais em 70 faltavam o crânio. 
Durante muitos anos as identidades destas 87 vítimas da macabra coleção permaneceram desconhecidas à exceção de um, Menachem Taffel (prisioneiro nº 107 969, tatuado no braço), um judeu polonês que vivia em Berlim, graças aos esforços do caçadores de nazistas Serge e Beate Klarsfeld. Em 2003, o Dr. Hans-Joachim Lang, um professor alemão da Universidade de Tübigen, conseguiu a identificação de todos, comparando os números dos corpos encontrados em Estrasburgo com os números dos prisioneiros vacinados em Auschwitz. 
Wolfram Sievers e Rudolf Brandt foram presos pelos Aliados após a guerra, julgados e condenados à morte no Julgamento dos Médicos em Nuremberg (1946/47). Os dois foram enforcados em 2 de junho de 1948 na prisão de Landsberg.



Do ÍNDICE: / TABLE DES MATIERES: 

PRÉFACE 

Le Système concentrationnaire 
Brèves indications sur les principaux Camps 
Historique du Camp de Natzwiller - Struthof 
Bilan de la déportation 


Preço: 32,50€;