domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Moçambique & História - ‘OS ÚLTIMOS DIAS DE URIA SIMANGO’, de Adelino Timóteo - Maputo 2017 - MUITO RARO;







Moçambique & História -


‘OS ÚLTIMOS DIAS DE URIA SIMANGO’ 
De Adelino Timóteo 
Edição do Autor 
Maputo 2017 


Livro com 196 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa:
“Recuamos cada dia diante da luta, mas ficai certos de que não a evitaremos: os matadores precisam dela e vão precipitar-se sobre nós e moer-nos de pau. Assim terminará o tempo dos feiticeiros e dos fetiches: ou nos bateremos ou apodreceremos nas prisões. É o momento final da Dialética: condenais está guerra mas ainda não ousai declarar-vis solidários com os combatentes; não tenhais medo, confiai nos colonos e mercenários; eles vos obrigarão a lutar. Talvez então, levados à parede, desenfreareis enfim essa violência nova que velhos crimes requentados suscitam em vós. Mas isto, como dizem, é outra história. A do homem. Aproxima-se o tempo, estou certo disso, em que nós nos juntaremos àqueles que a fazem.“ 
Jean-Paul Sartre 


O Autor: 
“ADELINO TIMÓTEO nasce a 3 de Fevereiro de 1970, na cidade da Beira. Formado em docência de língua portuguesa, não chega a exercer a sua profissão. É licenciado em Direito. Exerce o jornalismo paralelamente com as artes plásticas. O Instituto Superior Politécnico e Universitário (ISPU) homenageia-o em 2004 e o Conselho Municipal da Beira (2007), respectivamente pela sua poesia, e pelo seu contributo cultural para a urbe. É cidadão honorário de Quelimane, desde 2015. É Prémio Anual do SNJ para a melhor crónica jornalística (1999). Galardoado Melhor Escritor da Cidade da Beira (2013). Em 2015 a CEMD galardoa-o, em Lisboa, pela ‘excelente e inquestionável qualidade da sua obra…’ Tem poemas traduzidos em italiano (Dis Uguagkianze). São as seguintes publicações deste autor em poesia: ‘Os Segredos da Arte de Amar’ (1999), ‘Viagem à Grécia através da Ilha de Moçambique’ (2002) - Prémio Nacional Revelação de Poesia AEMO, em 2001; ‘A Fronteira do Sublime’ (2006), ‘Dos Frutos do Amor e Desamores até à Partida’ (2011) - Prémio BCI 2011, ‘Livro Mulher’ (2013), ‘Corpo de Cleópatra’ (2016). Na ficção narrativa: ‘Mulungu’ (2007), ‘A Virgem da Babilónia’ (2009), ‘Nação Pária’ (2010), ‘Não Chora, Carmen’ (2013), ‘Nós os do Macurungo’ (2013), ‘Na Aldeia dos Crocodilos’ (2014), ‘Apocalipse dos Predadores’ (2014) e ‘Os oito maridos de Dona Luiza Michaela da Cruz’ (2016). Consta da Antologia da Poesia Moçambicana ‘Nunca Mais é Sábado’ (Dom Quixote, Lisboa), ‘Colectânea Breve da Literatura Moçambicana’ (Identidades), ‘Poesia Sempre’ (2006 - Biblioteca Nacional do Brasil), entre outras.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Abreviaturas e siglas 

1. - Apresentação 
2. - Algozes no labirinto de Simango 
3. - A morte de Eduardo Mondlane 
4. - Vítima de desqualificação e estigma 
5. - A dicotomia ‘nós’ e os ‘outros’ 
6. - Toque de pedra 
7. - A confissão tácita de Marcelino dos Santos 
8. - Simango bonus pater famílias 
9. - Uria Simango intelectual visionário 
10. - A relação Simango e Eduardo Mondlane 
11. - Ostracsmo e demagogia tsonga contra Simango 
12. - Leo Milas cria tensões e dissidências 
13. - Quando Nashingwea era chamada ‘Ilha de São Tomé’ 
14. - O Padre Mateus Pinho Gwengere 
15. - Dirigentes vivem com a PIDE/DGS à ilharga 
16. - Simango e a relação com os pares do Triunvirato 
17. - Simango rema contra a corrente na diplomacia 
18. - O pragmatismo de Uria Simango e o grito do Vaticano 
19. - Operativo de propaganda e guerra psicológica 
20. - Simango homem culto 
21. - Teoria da conspiração 
22. - O Simango religioso mártir 
23. - O complot tribal machangana / maconde 
24. - ANEXO 1 
25. - ANEXO 2 
26. - Fotos e Documentos 
27. - Bibliografia 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

Portugal & História - ‘O GENERAL QUE COMEÇOU O 25 DE ABRIL DOIS MESES ANTES DOS CAPITÃES’, de João Céu Silva - Lisboa 2024;






Portugal & História - Qual o papel do general do monóculo, que foi como voluntário para Angola no início do conflito e que se destacou como Comandante-Chefe na Guiné, e de regresso a Lisboa Spínola teve um papel decisivo, com a edição do seu livro ‘PORTUGAL E O FUTURO’, na queda do regime com o posterior desencadeamento do golpe dos capitães de Abril no dia 25, que seria o novo Presidente da República do novo regime por escolha da JSN (Junta de Salvação Nacional), renunciando às funções após a radicalização do MFA já sob influência dos oficiais esquerdistas…


‘O GENERAL QUE COMEÇOU O 25 DE ABRIL DOIS MESES ANTES DOS CAPITÃES’ 
De João Céu Silva 
Edição Contraponto 
Lisboa 2024 


Da contracapa:
“CINQUENTA ANOS DEPOIS DO 25 DE ABEIL, E RECORRENDO A 
TESTEMUNHOS INÉDITOS DE INTERVENIENTES DIRETOS NO 
PROCESSO, JOÃO CÉU E SIOVA REVELA-NOS COMO COMEÇOU 
A REVOLUÇÃO QUE FEZ CAIR A DITADURA. 

Ainda hoje muitos não sabem que foi um livro que deu origem ao acontecimento que mudou o país em 1974 e que bastou ao mais prestigiado general português de então apenas uma frase-choque para derrubar em poucos dias o Regime: «A vitória exclusivamente militar é inviável.» Esta declaração do general António de Spínola no seu livro Portugal e o Futuro, sobre a guerra no Ultramar, arrasou por completo a credibilidade do Governo de Marcello Caetano e provocou um autêntico terramoto no país. 

A obra, lançada a 22 de fevereiro de 1974, apresentava uma reflexão demolidora sobre a situação nacional e o futuro das colónias feita por quem melhor os conhecia e teve uma repercussão social e política inédita na sociedade portuguesa. Em poucos dias, os duzentos e trinta mil portugueses que compraram o livro compreenderam que o Estado Novo não tinha soluções para a grave crise que Portugal atravessava e que o Regime estava preso por um fio.

Espalhando-se pelo país como fogo em mato seco, as propostas do general em Portugal e o Futuro abriram o caminho que os capitães de Abril traçariam dois meses depois, no golpe que fez por fim cair o Regime e que o povo português, que acorreu em massa às ruas, transformou numa revolução. Os capitães concederam-lhe a honra de receber o poder das mãos do sucessor de Salazar e nomearam-no presidente da Junta de Salvação Nacional. No entanto, à primeira oportunidade, o general foi descartado, e Spínola não foi capaz de fugir à maldição que lhe estava destinada por se ter antecipado em dois meses ao fazer apenas com palavras um primeiro 25 de Abril.

Um livro surpreendente e polémico que nos mostra os verdadeiros bastidores da Revolução.“ 


Da badana: 
“ ‘PORTUGAL E O FUTURO’, do general António de Spínola, é talvez o livro mais devastador alguma vez publicado em Portugal, tanto que o presidente da república de então imediatamente o renomeou de ‘Portugal sem Futuro’. Em duas centenas e meia de páginas, Spínola declarava o esforço de guerra em Angola, Moçambique e Guiné condenado ao fracasso, e o Governo entrou em profunda crise na manhã de 22 de Fevereiro de 1974, quando o livro chegou às livrarias, depois de ter iludido a censura e a proibição de todos os superiores. A declaração do general provocou um terramoto político e social de tal ordem que o Regime se esfarelou em dias e, dois meses depois de uma lenta agonia, foi a vez de os militares executarem o golpe que lhe deu fim. 

Em ‘O GENERAL QUE COMEÇOU O 25 DE ABRIL DOIS MESES ANTES DOS CAPITÃES’ conta-se a história de um livro que nasceu na Guiné, para onde Spínola fora enviado por Salazar, um território que era a pior frente de combate ultramarina e que lhe mostrou o caminho a seguir para preservar o Portugal africano através de uma Comunidade Lusíada. De permeio, introduziu com os seus discursos o espírito da contestação entre os seus oficiais e inspirou em muito a rebelião do que iria resultar a Revolução dos Cravos.


O Autor: 
JOÃO CÉU E SILVA nasceu em Alpiarça, em 1959, e viveu no Rio de Janeiro, onde se licenciou em História. Desde 1989 que é jornalista e colaborador do Diário de Notícias.
Recebeu, em 2021, o Prémio Carreira de Jornalismo do festival literário Escritaria e publicou neste mesmo ano Uma Longa Viagem com Vasco Pulido Valente, o sétimo volume de uma série, que conta com os autores José Saramago, António Lobo Antunes, Miguel Torga, Álvaro Cunhal, Manuel Alegre e Maria Filomena Mónica.
A par da investigação literária, também se tem dedicado à histórica: O General Que Começou o 25 de Abril Dois Meses Antes dos Capitães, Álvaro Cunhal e as Mulheres que Tomaram Partido, 1961 – O Ano que Mudou Portugal, 1975 – O Ano do Furacão Revolucionário e Fátima – A Profecia Que Assusta o Vaticano.
Em 2013, recebeu o Prémio Literário Alves Redol com o romance A Sereia Muçulmana. Na ficção publicou também 28 Dias em Agosto, A Hora da Ilusão, Adeus África, Adeus Casablanca e A Segunda Vida de Fernando Pessoa. Em 2022, recebeu o Prémio Joaquim Mestre com o romance Guadiana, da Associação de Escritores do Alentejo. Ano Zero é o seu mais recente romance, galardoado com uma menção honrosa no Prémio Literário Carlos de Oliveira.“ 



Do ÍNDICE: 

- A Operação ‘Portugal e o Futuro’ 
- A ‘Revolução’ dentro de duas pastas 
- Um ‘Esquema’ para proteger o livro 
- Da Alemanha de Hitler à guerra em África 
- “Esse livro precisa de uma resposta” 
- O General Traquinas 
- “Não passo de um capitão de cavalaria” 
- Missão de Natália Correia: seduzir o general 
- Publicar a bem ou a mal 
- Um livro que esticava a corda 
- Usado contra a ditadura militar brasileira 
- EUA: concluio na Abrilada, cegueira em Abril 
- “Todo o regime estava em conspiração” 
- A evolução do pensamento do comandante-chefe 
- A ‘besta negra’ de Spínola 
- Abram ‘alas’ para o PIDE bom 
- A Presidência falhada e o efeito Guiné 
- O falso monóculo e a atração pelo hipnotismo 
- A corte de ‘Os Sete Magníficos’ 
- Um mau dia para todos 
- “As tropas ainda estão na rua” 
- A vingança de um ‘relutante’ Otelo 
- Uma Comenda para o Marechal 
- “Vieram todos da Guiné” 
- De farda de gala à fuga em pijama 
- A luz verde em seis palavras 
- Apagar ‘Portugal e o Futuro’ 
- Uma entrevista fantasma 
- Chuva de cartas ao General 
- Aos vencidos, o lixo da história 

Nota do Autor 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Descolonização & História - ‘CIDADÃO E MARINHEIRO - Homenagem ao Contra-Almirante VÍTOR CRESPO’, organização AAVV - Lisboa 2015;









Portugal - Descolonização & História - Em homenagem ao Almirante Vitor Crespo, os organizadores desta obra reuniram inúmeros testemunhos sobre a personalidade do militar, das suas origens à carreira militar e a sua participação nos acontecimentos de 25 de Abril de 1974 - aquando do derrube do regime do Estado Novo -, no processo revolucionário e enquanto Alto-Comissário de Portugal no processo de descolonização de Moçambique 


‘CIDADÃO E MARINHEIRO - Homenagem ao Contra-Almirante VÍTOR CRESPO’ 
Organização de Carlos de Almada Contreiras, Pedro Lauret e José Freire 
Edições Colibri 
Lisboa 2015


Livro com 228 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 



Do ÍNDICE: 

APRESENTAÇÃO 

TESTEMUNHOS 
Memórias de infância e juventude: Porto de Mós e Leiria 
- Francisco Roque 
Uma carreira Naval 
- António Carlos Fuzeta da Ponte 
Um marinheiro apaixonado pelo saber teórico 
- João Caiado Gago Falcão de Campos 
Vitor Crespo e a Artilharia Naval
- Nuno Vieira Matias 
Um Mestre que marcou uma geração 
- Adelino Rodrigues da Costa 
No comando do N.R.P. ‘Jacinto Cândido’ 
- António Rodrigues Ponte 
No ‘Posto de Comando’ na Pontinha em 25 de Abril de 1974 
- Amadeu Garcia dos Santos 
O Almirante Vitor Crespo e o MFA 
- Manuel Franco Charais 
O imediato pós 25 de Abril de 1974 - Um Testemunho 
- António Romão 
Vitor Crespo, o 1.* Governo Provisório e a descolonização 
- Vasco Vieira de Almeida 
Breve Homenagem ao Almirante Vitor Crespo, honorável ‘Capitão de Abril’ e ilustre político após Abril 
- António Almeida Santos 
O Almirante Vitor Crespo em Moçambique. Contribuição para a criação das bases da futura convivência sã entre Moçambique e Portugal 
- Joaquim Alberto Chissano 
Tempestade em terra firme 
- Óscar Monteiro 
O Almirante Vitor Crespo - Um privilégio tê-lo conhecido e com ele ter podido colaborar 
- Manuel Brandão Alves 
Vitor Crespo: um militar de Abril, obreiro da transição colonial para a cooperação 
- Jorge Sampaio 
Fonte de exemplo 
- António Ramalho Eanes 
Vitor Crespo - Capitão de Abril: marinheiro e cidadão 
- Manuel Martins Guerreiro 
Militar, cidadão, patriota exemplar 
- Vasco Lourenço 
Vitor Crespo, a cultura e o património naval 
- José Luís Leiria Pinto 
O Almirante Vitor Crespo que eu conheci 
- Fernando de Melo Gomes 
De quantos gestos se faz uma democracia: Vitor Crespo - A firmeza serena das convicções 
- Maria Inácia Rezola 
O Almirante Vitor Crespo 
- Luísa Tiago de Oliveira 
Uma figura de cidadão 
- Artur Santos Silva 

ILUSTRAÇÕES 
BIBLIOGRAFIA E ANTOLOGIA DE TEXTOS DA AUTORIA DE VITOR CRESPO 
- Bibliografia activa de Vitor Crespo, seguida de pequena antologia de textos de sua autoria 
- Quatro discursos como Alto-Comissário da República e Comandante-Chefe das Forças Armadas em Moçambique, 1974-1975 
1. Tomada de Posse em Lisboa, a 10 de Setembro de 1974 
2. Discurso pronunciado à chegada a Moçambique, a 11 de Setembro de 1974=
Cidadãos de Moçambique 
Camaradas das Forças Armadas 
Africanos de Moçambique 
Europeus de Moçambique 
3. Tomada de posse do Governo de Transição, a 20 de Setembro de 1974 
4. Mensagem do Alto-Comissário ao cessar funções, a 23 de Junho de 1975 


Preço: 27,50€; 

Brasil & História - ‘O GOVERNO JOÃO GOULART’, de Luiz Alberto Moniz Bandeira - Rio de Janeiro 2001 - Raro;





Brasil & História - A história do,ambiente político do país no período de governação de João Goulart na primeira parte da década de sessenta do século passado 


‘O GOVERNO JOÃO GOULART’ 
As lutas sociais no Brasil 1961 - 1964 
De Luiz Alberto Moniz Bandeira 
Edição Revan 
Rio de Janeiro 2001 


Livro com 320 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
‘O GOVERNO JOÃO GOULART’ - As lutas sociais no Brasil 1961 - 1964 

“A defesa do princípio de autodeterminação dos povos, em sua máxima amplitude, tornou-se o ponto crucial da política externa do Brasil (…). É pois, compreensível que desagrade profundamente à consciência do povo Brasil qualquer forma de intervenção num Estado americano inspirada na alegação de incompatibilidade com o seu regime político (…) Receio que nós tenhamos abeirado sem, antes, esgotar todos os recursos para evitá-lo, de um risco que o povo brasileiro teme tanto quanto o norte-americano; o da guerra nuclear. (Temos) esperança de que não sejam usadas contra Cuba medidas militares capazes de agravar o risco já desmedido da presente situação. Para tudo que possa significar esforço de preservação da paz, sem quebra do respeito à soberania dos povos, pode Vossa Excelência contar com a colaboração sincera do governo e do povo do Brasil.“ 
Trechos da carta de 24.10.62 do Presidente Goulart
ao Presidente Kennedy em resposta à que este lhe enviara, pressionado-o a 
participar de uma invasão militar a Cuba, no auge da ‘crise dos mísseis’ com a URSS. 



Do ÍNDICE: 

Nota do Editor 
PREFÁCIO 
DE VARGAS A GOULART 

Capítulo I - Goulart, populismos e trabalhismo - Origens e evolução do PTB - Ascensão e queda do ministro do Trabalho - A república sindicalista e a campanha contra o movimento operário 

Capítulo II - As divergências com o Governo Kubitschek - O programa das reformas de base e as mudanças constitucionais - O PTB como partido de esquerda 

Capítulo III - Goulart e o parlamentarismo - Fatores da inflação - Início da conspirata - A questão de Hanna e a política externa independente - O caso da ITT

Capítulo IV - A questão agrária - O duelo entre Goulart e o Congresso - A emergência do proletariado e o surgimento do CGT - A campanha do plebiscito 

Capítulo V - A articulação do empresariado contra o governo - A criação do IBAD e do IPÊS - A actuação da CIA e o papel da Embaixada dos EUA 

Capítulo VI - Fortalecimento da esquerda nas eleições de 62 - O bloqueio de Cuba - A proposta de Kennedy para intervenção e a recusa de Goulart - As pressões americanas 

Capítulo VII - A vitória no plebiscito - O significado da ajuda americana - San Tiago Dantas em Washington - O impasse do Plano Trienal - As contradições na área do governo 

Capítulo VIII - O escândalo da AMFORP - A queda de San Tiago Dantas e a reação de Washington - Sargentos e radicalização nas Forças Armadas - As medidas económicas e nacionalistas do governo 

Capítulo IX - Realizações do governo de Goulart - A retomada do projecto de Vargas - Fechamento do IBAD - Os militares e as greves políticas - O levante dos sargentos de Brasília 

Capítulo X - Os preparativos para a contra-revolução - O papel de Vernon Walters e dos agentes da CIA - Boinas Verdes no Brasil - A tentativa de decretar o estado de sítio 

Capítulo XI - A conspiração militar e a participação dos EUA - O assassínio de Kennedy - O plano do levante - Os informes do SFICI - A ofensiva política de Goulart 

Capítulo XII - A implementação do Acordo Militar Brasil-EUA - A guerra revolucionária de Bilac Pinto - O aguçamento das lutas sociais - Alternativas a Goulart 

Capítulo XIII - As reformas de Goulart - A proposta de reforma agrária - As marchas da Família - O papel de Castello Branco - A CIA e o motim dos marinheiros - O levante de Minas Gerais 

Capítulo XIV - Os EUA e a Operação Brother SAM - Pressões contra o CGT - Tentativas de resistência - O colapso militar, fracasso da greve geral e queda do governo 

Capítulo XV - A popularidade do governo Goulart às vésperas do golpe - O exílio - Ameaças de invasão do Uruguai - A ruptura entre Brizola e Goulart - A reconciliação - A morte de Goulart 

CONCLUSÃO 
Notas 
Abreviaturas e Siglas 
Fontes impressas 
Jornas e revistas 
Abreviaturas dos Arquivos 
Referências bibliográficas 
Índice Onomástico 
Apresentação de Ênio Silveira 


Preço: 27,50€; 

Portugal - Revolução & Descolonização - Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 38,849 - 07.05.1974 - (COSTA GOMES SOBRE O POVO ANGOLANO) - Lisboa 1974 - Muito Raro;




























Portugal - Revolução & Descolonização - Noticiário diverso sobre a revolução, com destaque para a nomeação do General António de Spínola para as funções de Presidente da República, enquanto o general Costa Gomes fez deslocações a Moçambique e Angola, para reuniões com as Forças Armadas destacadas nestas duas províncias ultramarinas e como factor negativo, a enorme quantidade de cidadãos que foram vítimas de falsas acusações populares de ligações com a PIDE/DGS e que tiveram de recorrer aos novos titulares do poder para emitir desmentidos públicos… 


Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, n. 38,849 - De 07 de Maio de 1974.
COSTA GOMES SOBRE O POVO ANGOLANO 
Director: Fernando Fragoso 
Lisboa 1974 


Exemplar com 12 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Temas em destaque: 
Costa Gomes em Conferência de Imprensa após o regresso de Luanda 
- ‘TROUXE A CONVICÇÃO DE QUE O POVO ANGOLANO É NUM GRANDE ESPAÇO PORTUGUÊS UM MAGNÍFICO EXEMPLO DA VERDADEIRA VOCAÇÃO LUSO-TROPICAL’ 

- ‘O GENERAL SPÍNOLA recebeu durante uma hora o Prof. Adelino da Palma Carlos.’ 

- ‘MÁRIO SOARES REGRESSOU A LISBOA’ 
“Creio que o Partido Comunista deve participar em futuros governos.” 
Afirmou o líder do Partido Socialista numa conferência de imprensa em Roma. 

- ‘O General ANTÓNIO DE SPÍNOLA será o Presidente da República no Governo Provisório.’ 

- ‘O Tenente-coronel Soares Fabião delegado da Junta de Salvação Nacional na Guiné.’ 

Partido Popular Democrático 
- FUNDAÇÃO DE UM NOVO PARTIDO’ 
Comunicado subscrito por Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Magalhães Mota 

Álvaro Cunhal: 
- ‘O QUE É FUNDAMENTAL PARA O FUTURO DE PORTUGAL É A ALIANÇA ENTRE A MASSA POPULAR E AS FORÇAS ARMADAS.’ 

- ‘A ITÁLIA, A AUSTRÁLIA E A BOLÍVIA RECONHECEM O NOVO REGIME PORTUGUÊS’ 

Opinião do ‘IZVESTIA’: 
- ‘PORTUGAL SÓ SE LIBERTARÁ DO SEU PASSADO FASCISTA QUANDO RECONHECER O DIREITO DOS POVOS À INDEPENDÊNCIA’ 

Do Comandante-Chefe de Angola 
- ‘EXORTAÇÃO À DEFESA DO TERRITÓRIO E POPULAÇÕES E APELO AOS MOVIMENTOS DE LIBERTAÇÃO’
- ‘CONSELHEIROS MILITARES EM QUATRO JORNAIS MOÇAMBICANOS’ 
- ‘INCIDENTE NUMA MANIFESTAÇÃO EM LOURENÇO MARQUES’ 
- ‘AVIÕES RODESIANOS ABATIDOS EM MOÇAMBIQUE’, segundo comunicado da Frelimo 
- ‘PEDIDA A REVISÃO DO “CASO ANGOCHE”.’, em Lourenço Marques 
- ‘MIMO, NOVO AGRUPAMENTO POLÍTICO EM MOÇAMBIQUE’ 
- ‘EXONERADO O COMANDANTE DA P.S.P. EM CABO VERDE’ 
- ‘REGRESSO A LISBOA DO REPRESENTANTE DIPLOMÁTICO DA RODÉSIA’ u
- ‘AGOSTINHO NETO NÃO ATENDE O PEDIDO DOS NOVOS DIRIGENTES MILITARES PORTUGUESES PARA DEPOR AS ARMAS.’ 
- ‘OPTIMISMO MODERADO DE AGOSTINHO NETO’, em Copenhaga 
- ‘UM CABO NEGRO DA POLÍCIA RODESIANA MORTO POR TROPAS ZAMBIANAS’ 


Preço: 25,00€; 

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Moçambique & Guerra Civil - ‘A CAUSA DAS ARMAS’, de Christian Geffray - Porto 1991 - MUITO RARO;














Moçambique & Guerra Civil - Análise aprofundada da origem, liderança e métodos de actuação da guerrilha da RENAMO na sua luta contra a ditadura marxista leninista da FRELIMO, numa zona do norte do território 


‘A CAUSA DAS ARMAS’ 
Antropologia da guerra contemporânea em Moçambique 
De Christian Geffray 
Tradução de Adelaide Odete Ferreira 
Edição Afrontamento 
Porto 1991 


Livro com 188 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

NOTA PRÉVIA 
INTRODUÇÃO 
1. A agressão estrangeira 
2. A frelimo: pensar a Nação 
3. O Estado aldeão 
4. A chegada da Renamo e a investigação 

1. - A TEORIA DOS CHEFES SOBRE A ORIGEM DA GUERRA 

2. - A DISSIDÊNCIA DOS CHEFES E DAS SUAS POPULAÇÕES. HISTÓRIA DA IMPLANTAÇÃO LOCAL DA RENAMO 
1. A leste da estrada 360, ao sul do rio Mecubúri 
2. A norte do rio Mecubúri 

3. - AS MOTIVAÇÕES DA DISSIDÊNCIA 
1. A alegria 
2. Os régulos não fazem a guerra 
3. Porquê a Macuane ? 

4. - A BASE 
1. Os recrutas 
2. Os soldados 
3. Companheiros de guerra e moleques 

5. - OS ‘MAMBOS’ 
1. A redistribuição espacial do povoamento em zona dissidente 
2. O imposto em comida 
3. A condição sérvio dos cativos 
4. M’jiba e capeceiros 

6. - A DESILUSÃO 
1. O que querem os dissidentes, o que quer a Renamo 
2. Do mal-entendido à desilusão 

7. - AS ZONAS GOVERNAMENTAIS 
1. Shoshorona e casas de bonecas 
2. O perfil baixo da Frelimo 
3. A honra da frelimo e o problema militar 
4. As colunas e a honra dos soldados 

CONCLUSÃO 

ANEXOS: 
Anexo 1 - Do outro lado da estrada 360 
Anexo 2 - O funeral de Khomala 
Anexo 3 - Postos avançados: informação recolhida e cartografada pelos serviços de segurança de Namapa 
Anexo 4 - Pataka 
Anexo 5 - Relato de um rapto: António Mwanahumu 
Anexo 6 - Panfletos governamentais (Lei de Amnistia e apelo à entrega) 
Anexo 7 - Relatórios e correspondência dos serviços de segurança de Namapa 


Preço: 72,50€;