quarta-feira, 8 de julho de 2026

Portugal & Moçambique - ‘CARTAS DO ÍNDICO’, de Nuno Lemos Pires - Lisboa 2023;















Portugal & Moçambique - Relato de uma missão da União Europeia de treino de forças especiais do exército moçambicano, visado o combate ao terrorismo em Cabo Delgado, onde militares portugueses tiveram um papel importante e fundamental, sob o comando do autor, um oficial superior com vasta e eficaz carreira no exército português 


‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
De Nuno Lemos Pires 
Edição Nexo Literário 
Lisboa 2023 


Livro com 534 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
‘CARTAS DO ÍNDICO’ 

“(…) uma riquíssima colectânea de textos, escritos em Moçambique, durante uma das mais exigentes e complexas missões que executou na sua já longa e brilhante carreira militar, presta um contributo inestimável às Forças Armadas, pois permite perenizar e divulgar o essencial da missão de treino da União Europeia, constituída pela capacitar os militares moçambicanos no combate ao terrorismo existente na região de Cabo Delgado. 
A qualidade da escrita apresentada que, de forma simples e cuidada, transmite minuciosa e apaixonadamente os episódios mais relevantes vividos pela força que comandou, aliada ao facto de ser um militar de formação sólida e de carácter imbatível (…).“ 
Almirante António Silva Ribeiro 

“Têm as Cartas o estilo honesto de Franco próprio do militar executivo e disciplinado, habituado a mandar e a obedecer, mas também o estilo didáctico e culto do escritor apaixonado pela História. Estão escritas com o coração na mão, por um militar europeu comprometido e humanista que não se limita só a executar, de maneira altamente eficaz, uma missão complexa e delicada - como é a formação de unidades de elite do exército moçambicano -, mas que quer aprofundar o lado mais Humano da sua experiência única e tirar e partilhar lições duradouras.
Embaixador António Sánchez Benedito 

“As ‘VARTAS SÓ ÍNDICO’, constituem memórias de um general português, que ao serviço da UE veio consolidar as relações de cooperação entre Moçambique e a UE. O General Lemos Pires pela sua simplicidade granjeou simpatia e amizade pelo Moçambique todo.
Meu caro General, no final da sua escrita, ‘CARTAS DO ÍNDICO’, parta com a certeza de uma missão cumprida.“ 
Embaixador Mário Saraiva Ngwenya 


Da badana:
“As ‘CARTAS DO ÍNDICO’ são um testemunho pessoal, um relato do comandante da primeira missão da União Europeia em Moçambique. Além de espelharem a paixão do Autor pelas terras moçambicanas, são também uma profunda, e em vários momentos inusitada, reflexão para combater o terrorismo, aliada a uma narrativa clara de esperança e de profundo respeito pelo(s) povo(s) sofredor(és) da região de Cabo Delgado. 
É um livro escrito para todos os que se preocupam com a condição humana, e é, também, um ensaio para todos aqueles, desde académicos e investigadores a curiosos, que se interessam por assuntos africanos. 
Um livro que narra, frequentemente na primeira pessoa, o ‘dia/semana a dia/semana’ de uma missão que contou com a participação de militares e civis provenientes de 12 países da União Europeia (UE), ainda que na sua maioria fossem portugueses, e que, pelo carácter inovador e colaborativo como foi desenvolvida, permitiu que civis e militares, da UE e de outros países aliados de Moçambique, tenham conseguido construir um projecto de paz e de esperança, que junta desenvolvimento e segurança, destinado a edificar um melhor futuro para o povo de Moçambique.“ 


O Autor: 
“NUNO LEMOS PIRES nasceu em Lisboa, Portugal, terminou a Academia Militar (AM) em 1988, e é, actualmente, Brigadeiros-General do Exército / Operações Especiais. 
Participou em varias missões internacionais, destacando-se, Moçambique (1995-1996 e 2021-2022), Angola (2000 e 2001), Espanha (2002-2005), Paquistão (2005) e Afeganistão (2009-2010). 
No âmbito nacional, e de entre as inúmeras funções que desempenhou, destacam-se as de instrução e comando na Escola Prática de Infantaria; Professor de Estratégia e História Militar no Instituto de Altos Estudos Militares, Chefe de Gabinete do Almirante Comandante no NATO Joint Command Lisbon; Comandante do 2.* Batalhão de Infantaria Mecanizada na Brigada Mecanizada de Santa Margarida; Professor de História Militar e Relações Internacionais na AM; Director de Formação na Escola das Armas, em Mafra; Comandante do Corpo de Alunos e do Quartel da Amadora na AM. Desempenhou, igualmente, as funções de Subdirector-geral de Política de Defesa  Nacional no Ministério da Defesa Nacional e coordenador do Centro do Atlântico, e, novamente em contexto internacional, foi Comandante da Força da Missão de Treino da União Europeia em Moçambique (EUTM-Moz), de Setembro de 2021 a Setembro de 2022 (período onde escreveu o livro que é agora levado à estampa). Actualmente é o 2.* Comandante e Director de Ensino na AM. 
O autor é doutorado em História, Defesa e Relações Internacionais pelo ISCTE-IUL (com AM), tem 11 livros publicados e mais de 120 capítulos ou artigos em livros e publicações variadas, sobre temas relacionados com História Militar, Relações Internacionais, Segurança e Defesa, Estratégia e Terrorismo, e colabora frequentemente com diversas Universidades e Institutos, militares e civis, nacionais e internacionais, como palestrante e conferencista.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA DE ABERTURA 
PREFÁCIO 
- António Sánchez Benedito 

INTRODUÇÃO 
- Um mês antes de partir 
- A despedida da Direcção-Geral de Política de Defesa Nacional (DGPDN) 
- Bruxelas 
- O 11 de Setembro de 2001, em 2021 
- O arranque da EUTM-Moz 
- Uma outra família 
- União de esforços 
- Decidir & decidir 
- Chimoio 
- Na Beira 
- Do Atlantic Centre aos desafios do Índico 
- A cerimónia da EUTM-Moz 
- Escolas 
- A Comunidade de Língua Portuguesa 
- De novo no Chimoio 
- Tete 
- Missa na Catedral de Maputo 
- A equipa Luxemburgo 
- As ‘bolhas’ COVID-19 
- Guerra contra o vento 
- Confinado 
- Guerra contra o vento  - um equilíbrio profundamente desequilibrado 
- Esperar 
- Bem Natal 
- Estamos mesmo juntos 
- O que é mesmo importante 
- O (Re)equilibrar de um desequilíbrio em crescimento 
- Feliz 2022 
- Guerra Cintra o vento e resiliência 
- O valor da vida 
- Falar claro 
- Guerra contra o vento e Forças com tarefas especiais 
- Estar, escutar, sentir e apoiar 
- Pelo que vale mesmo…
- A força das novas gerações 
- Confinado de novo - COVID Ómicron 
- Olhar em frente e acreditar 
- Sem COVID mas prisioneiros COVID 
- Guerra contra o vento e o Modelo do Sistema Estável e Resiliente 
(para resolver situações de conflitualidade) 
- Burocratas e mundo real 
- Respeito e orgulho 
- “Não se preocupe” e / ou “Trust but verify” 
- Guerra na Europa e Dia Nacional da Estónia 
- “Basta” 
- Do realismo para o real 
- Celebrar a felicidade e… a morte na Ucrânia 
- Dia Internacional da Mulher 2022 
- Duas semanas de guerra na Ucrânia 
- Regresso a Cabo Delgado 
- Saudades do futuro 
- O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa no Chimoio 
- Partida das Forças para Cabo Delgado 
- “Ganhámos!”, gritou-me um moçambicano 
- “Pedra a pedra, construindo o novo dia” 
- Determinação, empenho e… enfrentar os inevitáveis 
- Radicalismos, ciência e proximidade 
- Uma Páscoa Santa e repleta de paixão, perdão, fraternidade e esperança 
- Em negação 
- Na linha da frente em Macomia - Cabo Delgado 
- Da Beira ao Chimoio - Esperança m apreensão, confiança é verdade 
- Boane - A Casa do Gaiato 
- Limpeza da orais de Katembe 
- “Tenho / tive também que me ser”, na televisão de Moçambique 
- Novos quatro cavaleiros (hodiernos) do Apocalipse 
- Sonhos de menino 
- “Carros muito bonitos… mas não dão as chaves” 
- O balde de caranguejos 
- A África que sinto 
- De Timor a Moçambique 
- Largo Colégio Militar, Academia do Bacalhau e Dia da Criança 
- Dia de Portugal em Moçambique 
- O ‘Render da Guarda’ na EUTM-Moz 
- Do )fado) vento sombrio, que sopra também, à resiliência 
- “Médén Ágan”: da TVM ao treino integrado no Chimoio 
- O ‘desesperante’ do tempo em que tudo se arrasta 
- Da noite no sul de Moçambique às manhãs no norte do Egito 
- Em Gorongosa, Moçambique encontra o mundo 
- Não se consegue prender a beleza em Moçambique 
- Da ‘chicha’ aos ‘sabonetes’, ou “primeiro presença, depois, presentes” 
- De Nampula a Nacala 
- Da Ilha de Moçambique a Nampula 
- Há sobremesa ? Duvido 
- Finalmente os equipamentos e uma aplicação do modelo tripartido 
(rigor, flexibilidade e disponibilidade total) 
- Um Agosto diferente, porque “a vida é boa, mas é dura…a vida é dura, mas é boa”
- Sinto-me uma ‘criança’ deitada nas ruas de Moçambique 
- Uma pequena, mas significativa, diferença 
- ‘Espíritos Quânticos’ numa última (?) ida ao Chimoio 
- General João de Almeida Bruninho
- ‘Kaya Kwanga’ em Moçambique 
- Do ‘segredo’ é, frequentemente, a arma dos incompetentes aos excelentes momentos 
- Do início da passagem do testemunho aos mixed feelings 
- Sou o 115 dos 115 que comigo estão na Missão EUTM-Moz 
- “Embora afastados pela geografia estamos próximos pela amizade” 
- Hambanine Maxaka 
- Da janela do meu quarto tenho o Índico 
- Do avião ainda vejo o ‘meu’ Índico e digo ‘Hambanine Maxaka’ e, com tristeza R.I.P. 

CARTAS SOBRE AS ‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
- Cartas às Cartas pelo Autor 
- Carta às Cartas por Mayra Andrade 
- Carta às Cartas por Pedro Saial 

POSFÁCIO 
- Mário Saraiva Ngwenya 


Preço: 37,50€; 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Portugal - PREC & BD - ‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ (Desenhada), de José Paulo Simões - Lisboa 1977 - MUITO RARO;









Portugal - PREC & BD - A esquerda ligada ao PCP lançou quer durante o PREC, quer posteriormente diverso material de combate político na imprensa afecta e nas suas editoras, entre informação diária através do matutino ‘O DIÁRIO’ com cartoons e este álbum extremamente sarcástico e hoje em dia um documento histórico de grande raridade 


‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ 
(Desenhada) 
De José Paulo Simões 
Editorial Caminho 
Lisboa 1977 


Álbum de Banda Desenhada, com 40 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


PERSONALIDADES RETRATADAS: 
Neste álbum, são retratados inúmeras personalidades políticas, nacionais e estrangeiros, entre uns adversários do PCP e outros mesmo inimigos assumidos pelos dois lados. 
Entre os primeiros reconhecem-se do PS, Mário Soares, Salgado Zenha, Manuel Alegre, Sotto Mayor Cardia, Jorge Campinos, Raúl Rego, António Barreto, Marcelo Curto, Almeida Santos e Lopes Cardoso, do PPD/PSD, Francisco Sá Carneiro e Magalhães Mota, do CDS, Freitas do Amaral e General Galvão de Melo. Dos militares, General António de Spínola, General Kaúlza de Arriaga e o capitão Tomás Rosa. Do regime anterior, Oliveira Salazar, Marcelo Caetano e Américo Tomás. Da descolonização, Jorge Jardim, Holden Roberto e Jonas Savimbi. E ainda Vera Lagoa (Maria Armanda Falcão) a célebre directora do semanário ‘O Diabo’ e Chico da Cuf (Francisco Ferreira, um dissidente do PCP). Dirigentes políticos internacionais, Gerald Ford, Henry Kissinger, Frank Carlucci, Giscard D’Estaing e o escritor e dissidente russo Alexander Soljenistine.
E entre os inimigos e ódios, Acácio Barreiros (UDP) e Arnaldo Matos (MRPP), além do PCP(ml), a AOC, o MDLP e o ELP. 



A DIREITA DE CARA À BANDA 
(Desenhada) 
- OS 7 MAGNÍFICOS 
- NOIVADOS 
Ou ‘as paixões inconfessáveis da família direitinha’ 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
À atenção do leitor: esta história não deve ser lida por pessoas nervosas ou reaccionárias !!! 
- JOGO DA GLÓRIA DOS DIREITINHAS 
- O CAPUCHINHO VERMELHO 
Uma dos ‘Direitinhas’ quando crianças 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
A maldição da Múmia 


Preço: 52,50€; 

segunda-feira, 11 de maio de 2026

África - História & Informação - ‘MOZAMBIQUE’, by Colin Darch - Denver 1987 - Muito Raro;








África - História & Informação - Uma obra monográfica sobre Moçambique com inúmera informação sobre o país nas mais diversas temáticas e mais de sete centenas de notas explicativas e referências das respectivas fontes 


‘MOZAMBIQUE’ 
By Colin Darch with Calisto Pacheleke 
Em Associação com o Centro de Estudos Africanos - Universidade Eduardo Mondlane 
Edition by CLIO PRESS 
World Bibliographical Series 
Denver 1987 


Livro de capas duras, com 362 páginas, ilustrado com mapa e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 
.
SINOPSE: 
“An introduction intended to provide sufficient background on Mozambique is followed by 735 annotated entries, arranged under the following subject headings: the country and its people - travellers' accounts and exploration - geography - flora and fauna - prehistory and archaeology - history - population and demography - anthropology and ethnography - languages - religion - social conditions - political economy - constitution and the legal system - party and government administration - foreign and economic relations - finance and banking - trade - industry - agriculture and cooperatives - transport and communications - employment, manpower and migrant labour - labour movement and the trade unions - statistics - ecology and the environment - education - science, technology and research - literature - the arts - museums and archives - mass media - directories and reference sources - bibliographies.” 

“Uma introdução destinada a fornecer um contexto geral adequado sobre Moçambique é seguida por 735 verbetes comentados, organizados sob os seguintes tópicos: o país e seu povo – relatos de viajantes e exploração – geografia – flora e fauna – pré-história e arqueologia – história – população e demografia – antropologia e etnografia – línguas – religião – condições sociais – economia política – constituição e sistema jurídico – administração partidária e governamental – relações externas e econômicas – finanças e setor bancário – comércio – indústria – agricultura e cooperativas – transportes e comunicações – emprego, mão de obra e trabalhadores migrantes – movimento trabalhista e sindicatos – estatísticas – ecologia e meio ambiente – educação – ciência, tecnologia e pesquisa – literatura – artes – museus e arquivos – meios de comunicação – diretórios e fontes de referência – bibliografias.”


DEDICATION: 
“To the memory of Aquino de Bragança, 
Director of the Centro de Estudos Africanos, 
killed alongside President Samora Moisés Machel 
in the aeroplane crash at Mbuzini 
on 19 October 1986; and to the memory of Ruth First, 
Research Director of the Centro de Estudos Africanos, 
killed by a parcela-bomba in Maputo on 17 August 1982.“



Do ÍNDICE: 

PREFACE 
INTRODUCTION 
THE COUNTRYAND ITS PEOPLE 
TRAVELLERS ACCOUNTS AND EXPLORATION 
GEOGRAPHY 
- General 
- Maps atlases 
FLORA AND FAUNA 
PREHISTORY AND ARCHAELOGY 
HISTORY 
- Africa in general 
- The Portuguese Empire 
- Mozambique 1498-1964 
- FRELIMO and the armed struggle (1964-74) 
POPULATION AND DEMOGRAPHY 
- General 
- Censuses 
ANTROPOLOGY AND ETHNOGRAPHY 
LANGUAGES 
- General 
- Makua Lomwe 
- Nyanja-Sena 
- Shona 
- Tsonga 
- Minor languages (Chooe-Bitonga, Makonde, Swahili-Kimwani, Yao) 
RELIGION 
SOCIAL CONDITIONS 
- General 
- Children 
- Health 
- Hunger 
- Women 
POLITICAL ECONOMY 
CONSTITUTION AND THE LEGAL SYSTEM 
PARTY AND GOVERNEMENT ADMINISTRATION 
- Colonial administration 
- The Frelimo Party 
- The People’s Republic 
FOREIGN AND ECONOMIC RELATIONS 
- General 
- With the West 
- With Socialist countries 
- With southern Africa 
FINANCE AND BANKING 
TRADE 
INDUSTRY 
AGRICULTURE AND CO-OPERATIVES 
TRANSPORT AND COMMUNICATIONS 
EMPLOYMENT, MANPOWER AND MIGRANT LABOUR 
LABOUR MOUVEMENT AND THE TRADE UNIONS 
STATISTICS 
- General 
- Statistical spurces 
ECOLOGY AND THE ENVIRONMENT 
- General 
- Urbanization 
EDUCATION 
SCIENCE, TECHNOLOGY AND RESEARCH 
LITARATURE 
- Criticism and bibliography 
- In Portuguese 
- In national Languages 
THE ARTS 
- General 
- ‘Banda Desenhada’ 
- Music 
- Paintings, murals and photography 
- Theatre and film 
- Wood carving 
MUSEUMS AND ARCHIVES 
MASS MEDIA 
- Newspapers 
- General periodicals 
DIRECTORIES AND CURRENT REFERENCE SOURCES 
BIBLIOGRAPHIES 
- Africa and the Portuguese Empire 
- Mozambique 
INDEX OF AUTHORS, TITLES AND SUBJECTS 

MAP OF MOZAMBIQUE 


Preço: 120,00€; 

África - Escravatura & História - ‘O NAVIO NEGREIRO - Uma história humana’, de Marcus Rediker - Lisboa 2023 - Raro;




África - Escravatura & História - Uma reconstrução detalhada de uma época traumática da História mundial quando povos, particularmente o africano, foi escravizado aos milhões pelos negreiros europeus e árabes, após terem também sido vítimas dos seus próprios irmãos das etnias vizinhas…


‘O NAVIO NEGREIRO - Uma história humana’ 
De Marcus Rediker
Edição Editora Desassossego 
Lisboa 2023


Livro com 416 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Raro. 


SINOPSE: 
“Durante três séculos, os navios negreiros transportaram milhões de pessoas das costas de África até à América. Apesar do muito que já se conhece sobre a escravatura, pouco se sabe sobre estas embarcações e os seus passageiros. Através de uma investigação detalhada, Markus Rediker recria com pormenores assustadores a vida, a morte e o terror dos escravos - mas também das tripulações -, bem como o dia a dia nos navios e as doenças, motins e violência.

Apresentando histórias reais - como a do jovem raptado da sua aldeia e vendido como escravo por uma tribo vizinha, ou a do capitão que nutria um prazer sádico em manter o seu inferno particular -, Rediker relata a tragédia e o desespero, mas igualmente a coragem e resiliência de pessoas despojadas das suas vidas e dispostas a tudo pela sua liberdade.”


CRÍTICA DA IMPRENSA: 
“Um estudo brilhante sobre o comércio de escravos no Atlântico. Um livro verdadeiramente magnífico.”
In - ‘Sunday Telegraph’ 

Preço: 27,50€; 

Moçambique & História - ‘NGUNGUNYANE’, de Gerhard J. Liesegang - Maputo 1996 - MUITO RARO;




Moçambique & História - A história do imperador de Gaza (1884-1895) que enfrentou os militares portugueses contando com apoio sub-reptício da Grã Bretanha e acabou derrotado por Mouzinho de Albuquerque, levado para Lisboa, exilado nos Açores com parte da sua corte (familiares e esposas) onde acabounoor falecer e deixar descendentes 


‘NGUNGUNYANE’ 
DE Gerhard J. Liesegang 
Edição do ARPAC (Arquivo e Património Cultural) 
Maputo 1996 


Livro com 124 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 37,50€; 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

África - Património & História - ‘ANGOLA: MUXIMA’, de Luís Mascarenhas Gaivão e Luís Ancã - Porto 2015 - Raro;




África - Património & História - A capital angolana revista em texto e desenhos de dois autores apaixonados pela Luanda secular e as suas populações multirraciais e multiétnicas 


‘ANGOLA: MUXIMA’ 
De Luís Mascarenhas Gaivão e Luís Ancã 
Edição Porto Editora 
Porto 2015 


Livro com 160 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE
“ ‘ANGOLA: MUXIMA’, desenho e texto tem, neste texto polifónico, um objetivo limpo e claro: expressar pelo desenho de um urban sketcher e pelo texto localizado de um natural, os multímodos com que os angolanos constroem a nação angolana.

Esta nação é hoje o resultado transcultural de uma mobilidade intensa que a História testemunha. O legado africano bantu e não bantu, as realidades pluriétnicas em convivência, a influência da longa presença colonial portuguesa e brasileira e o resultado da vontade de ser Nação afirmam uma identidade plural, como desejavam os nacionalistas e o Presidente Agostinho Neto: um só povo, uma só nação, sempre plural.

Os autores, Luís Mascarenhas Gaivão (texto) e Luís Ançã (desenho), estiveram 15 dias mergulhados sociologicamente em Luanda e nos seus municípios. E construíram esta homenagem, pelo desenho natural que finta o turístico e o convencional e pelo texto que fala ’aluandado’, à natureza e humanidade dos irmãos angolanos. Aprenderam com eles como se constroem sonhos, como se conquista a vida, dura, implacável, mas  com o trunfo secreto da alegria e do recomeço. Por isso, é um texto de amor, que, tal como o tempo africano, nunca acaba e se prolonga nos corações que também os cazumbis vêm ocupar.” 


"Escrita que se desenha e desenhos que se escrevem num livro que entrega a arte à nossa calma, fantasia e paz."
Por Manuel Rui


O AUTOR (Texto):
“LUÍS MASCARENHAS GAIVÃO nasceu em Luanda, em 1948. É licenciado em Filosofia e Humanidades, mestre em Lusofonia e Relações Internacionais e doutor em Sociologia: Pós-colonialismos e Cidadania Global.
Lecionou em várias localidades e países e desempenhou diversos cargos: assessor no Ministério da Educação, formador de formadores na Educação de Adultos em Cabo Verde, Adido Cultural em Luanda, Luxemburgo e Bruxelas, Diretor do Centro Cultural Português em Luanda e no Luxemburgo.
No domínio do humor publicou ‘História de Portugal em Disparates’, ‘Nova e Inédita História de Portugal em Disparates’, ‘Animais Políticos por Natureza’, ‘Monstros do Desporto’, ‘História Desatinada de Portugal’, ‘Estórias de Angola’ e ‘Um Adido Cultural no Luxemburgo: Episódios de uma Diplomacia de Prosápia’. 
Na área das artes plásticas, em coautoria com Luís Ançã, foram editados vários livros de desenho e texto: ‘Angola: Muxima, Desenho e Texto’, ‘Vagos: a Ria, a Terra e o Mar’, ‘Lagoa: Olhar a Terra, Olhar o Mar’ e tem para publicação ‘Lamego: a História, a Terra e a Gente’. 
Na área académica vieram a lume ‘Elementos de Gramática Portuguesa’ (para o ensino de Adultos, em Cabo Verde), ‘Coisas e Sabores de Língua Portuguesa’ (trabalho com os alunos sobre a CPLP), ‘Manuel Rui: Percursos Transculturais na Obra do Escritor’, ‘CPLP: a Cultura como Principal Factor de Coesão’ (dissertação de mestrado), ‘Pelo Sul se faz Caminho: Angola, Transculturação e Atlântico, na Obra de Manuel Rui’ (tese de doutoramento), ‘O Sul Descolonial na obra de Manuel Rui’ e ‘Manuel Rui: Obra, Escritor, Pensamento’. Agora ‘Angola e o Atlântico: Colonialismo, Colonialidade e Epistemologia Descolonial’. 
Tem variados textos em revistas e intervenções em colóquios e congressos, em diversos países.
É agente cultural de inúmeras intervenções quase sempre sobre temática angolana.”


Preço: 52,50€; 

África - FRELIMO & História - ‘APORIAS DO MOÇAMBIQUE PÓS-COLONIAL’, de Boaventura Monjane e Regio Conrado - Maputo 2021 - RARO;





África - FRELIMO & História - Uma análise realista e fundamentada da realidade do Moçambique independente e dirigido de forma autoritária pelo partido que se assenhorou do Estado e que em cerca de cinco décadas não conseguiu minimamente satisfazer as necessidades básicas e mais elementares do seu povo, colocando o país na cauda de todas as tabelas de desenvolvimento e na cimeira do crime e da corrupção…


‘APORIAS DO MOÇAMBIQUE PÓS-COLONIAL’ 
De Boaventura Monjane e Regio Conrado (coordenadores) 
Edição Dajara Press 
Maputo 2021 


Livro com 312 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


SINOPSE:
“Este livro escrutina o impacto significativo da independência em diferentes sectores da sociedade moçambicana. Quarenta e cinco anos após a independência, Moçambique conheceu várias transformações. O Moçambique pós-colonial é hoje, em muitos aspectos, diferente do Moçambique colonial. No entanto, existem muitas questões permanentes relativas a essas transformações e ao seu impacto na maioria do povo moçambicano.
Ao salientar as contradições de todos os processos políticos e sociais em Moçambique pós-colonial, neste livro levantamos questões que visam desconstruir alguns mitos sobre o país.
Temas como estado, desenvolvimento, política, cultura, nação, políticas públicas, políticas agrárias e outros são questionados em abordagens teóricas inovadoras e progressivas, a fim de compreender o passado, o presente e o futuro de Moçambique numa perspectiva crítica. Por conseguinte, cada tema do livro é tratado de uma perspectiva crítica para melhor captar as aporias dos últimos quarenta e cinco anos de independência.
A liberalização política que deveria permitir mais partilha de poder e mais respeito pelos direitos políticos e cívicos consolidou, pelo contrário, um regime autoritário que utiliza a ajuda internacional e os benefícios da indústria extractiva não para transformar o país, mas para construir a sua hegemonia política, económica e social em todo o país.
Defendemos neste livro a tese de que é impossível compreender a verdadeira dinâmica social, política, económica e cultural sem considerar o ‘povo’ como uma categoria essencial de análise.
Apesar de muitas transformações positivas que ocorreram após a independência, Moçambique ainda preserva muitas heranças coloniais e, portanto, várias transformações estão ainda por implementar.
Neste trabalho afirmamos que Moçambique é governado por elites que são incapazes de descolonizar o projecto de desenvolvimento que ainda está ancorado na agenda da capital internacional.
O objectivo deste livro é dar uma melhor compreensão do que tem sido o processo de independência em Moçambique e porque é que o país pós-colonial ainda é colonial na sua estrutura política e económica. Assim, são dados muitos exemplos para dar ao leitor a possibilidade de confrontar as perspectivas teóricas aqui utilizadas com os casos concretos.
Todos os estudos deste livro mostram que quarenta anos de independência não foram vividos da mesma forma pelas elites que governam o país e pelas populações que vivem sob o seu domínio. Por um lado, as elites no poder e os seus parentes beneficiaram, e ainda beneficiam dos recursos do país, enquanto que uma grande parte da população continua à espera das promessas da independência.
De um ponto de vista político a económico, os estudos que compõem o livro destacam como o ‘desenvolvimento’ em Moçambique tem estado em contradição com as necessidades do país. Significa que o actual modelo de desenvolvimento responde muito mais à capital internacional do que à transformação social de Moçambique.” 


OS AUTORES: 
“BOAVENTURA MONJANE doutorou-se em Pós-colonialismos e Cidadania Glob- al na Faculdade de Economia/Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal. É pesquisador de pós-doutoramento, hospedado pelo Insti- tute for Poverty Land and Agrarian Studies (PLAAS, University of the Western…

REGIO CONRADO é formado em Ciência Política, em Filosofia e em Jornalismo. Mestre em Ciência Política pelo Sciences po Bordeaux-França, doutorando em Ciência Política pelo Sciences Po Bordeaux (Universidade de Bordeaux). e docente de Estudos Políticos (Ciência Política) no Sciencespo…”


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Moçambique & Guerra do Ultramar - Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, de 05.01.1973 - (‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’) - Lisboa 1973 - MUITO RARO;







Portugal - Moçambique & Guerra do Ultramar - Em reportagem directamente de Porto Amélia, o matutino publicado em Lisboa edita um trabalho sobre os antigos guerrilheiros da FRELIMO capturados e detidos na Fortaleza do Ibo, aquando de uma visita do ex-dirigente daquela organização e dissidente, Lázaro Kavandame 


Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, de 05 de Janeiro de 1973. 
‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’ 
Lisboa 1973 


Exemplar com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’ 
Durante a visita de Lázaro Cavandame aos reclusos da Fortaleza do Ibo 
- Reportagem de Porto Amélia 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - PREC & História - Jornal ‘SUNDAY TELEGRAPH’, n. 709 - 29.09.1974 - (‘MANY ARRESTS AS LISBON JUNTA “SMASH RIGTHIST PLOT”.’) - London 1974 - MUITO RARO;








Portugal - PREC & História - Uma das inúmeras reportagens publicadas na imprensa internacional sobre as diversas etapas do Processo Revolucionário em Curso no país, após o derrube do regime do Estado Novo a 25 de Abril de 1974 e neste caso os acontecimentos em torno do designada ‘Manifestação da Maioria Silenciosa’ quando a 28 de Setembro os apoiantes do presidente da república General Spínola quiseram manifestar o seu apoio e a esquerda radical e militar impediram o encontro em consequência a demissão daquele que foi designado Presidente pelo MFA 


Jornal ‘SUNDAY TELEGRAPH’, n. 709 - De 29 de Setembro de 1974. 
‘MANY ARRESTS AS LISBON JUNTA “SMASH RIGTHIST PLOT”.’ 
London 1974 


Exemplar com 34 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘MANY ARRESTS AS LISBON JUNTA “SMASH RIGTHIST PLOT”.’ 
‘Portugal’s military rulers claimed last night to have crushed a Right-wing plot to restore the dictatorship toppled last April. Over 200 people have arreates.’
- ‘MUITAS PRISÕES APÓS JUNTA DE LISBOA “DESMANTELAR COMPLÔ DE DIREITA”.’ 
‘Os governantes militares de Portugal afirmaram, na noite passada, ter sufocado uma conspiração de direita para restaurar a ditadura derrubada em abril passado. Mais de 200 pessoas foram presas.’
By Harold Sieve in Lisbon 
- ‘Spinola setback’ 
- ‘Snipers seized’ 
- ‘Arms in hearse’ 


Preço: 27,50€; 

Angola & Cultura - ‘FOLCLORE ANGOLANO - Quinhentos Provérbios Quiocos’, de P. Adriano Correia Barbosa - Santo Tirso 1984 - Muito Raro;




Angola & Cultura - Uma importante obra editada no Cinquentenário das Missões Católicas Beneditinas em Angola. 1933 - 1983 


‘FOLCLORE ANGOLANO’
Quinhentos Provérbios Quiocos 
De P. Adriano Correia Barbosa 
Edições ORA & LABORA - Mosteiro de Singeverga 
Santo Tirso 1984 


Livro com 330 páginas, texto bilíngue e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro; 


Interessante estudo sobre provérbios quiocos angolanos, devidamente explicados e contextualizados. Os provérbios são apresentados na língua nativa original, seguindo-se uma análise morfológica, uma tradução livre e outra literal e, finalmente, uma interpretação.


Preço: 0,00€; (Indisponível)