quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Angola & Guerra Civil - ‘JONAS SAVIMBI - Combats pour l’Afrique et la démocratie’, avec Atsuté Kokouvi Agbobli - Paris 1997 - MUITO RARO;






Angola & Guerra Civil - Uma importante é histórica obra do género entrevista, em que Jonas Savimbi, líder e fundador da UNITA, responde a inúmeras perguntas relacionadas com o drama que o país atravessou após a descolonização mal conduzida por Portugal e a guerra civil que se seguiu com as invasões dos exércitos do Zaire, Cuba e África do Sul em socorro dos movimentos nacionalistas angolanos 


‘JONAS SAVIMBI - Combats pour l’Afrique et la démocratie’ 
Entretiens avec Atsuté Kokouvi Agbobli 
Edition FAVRE 
Paris 1997 


Livro com 272 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“ ‘JONAS SAVIMBI - Combats pour l’Afrique et la démocratie’ 

JOMAS Savimbi, fondateur et président de ‘Union nationale pour l’indépendance totale de L’ANGOLA (UNITA), c’est l’Homme du refus. Refus du colonialisme portugais d’abord. Refus, ensuite, de la domination étrangère sous toutes ses formes. 
C’est aussi l’homme du courage et de la volonté. Depuis plus de trente ans, ni la coalition de ses ennemis, ni l’abandon de certains de ses plus proches amis, ne l’ont fait dévier d’un objectif qu’il sait devoir atteindre un jour: l’indépendance ‘totale’ de son pays. 
Jonas Savimbi, enfin, c’est l’un des derniers ‘monstres sacrés’ de la scène politique mondiale. C’est l’homme d’État que son charisme désigne à la vindicte des nouveaux colonisateurs, jusqu’à en faire l’homme à abattre. 
À ses pairs africains, aux Américains, aux Français, aux Russes, aux Portugais, Jonas Savimbi dit leurs quatre vérités; pour la première fois, sur le racisme, le pétrole, la guerre et la paix, il s’exprime longuement. Dans le style qui est le sien: clair et direct. 
À l’heure où l’Afrique centrale explose, tandis que de nouvelles et fabuleuses découvertes pérrolières au large de l’Angola viennent aviver les tensions, il faut entendre et méditer le témoignage d’un grand Africain de notre temps.“ 



“JONAS MALHEIRO SAVIMBI, né le 3 août 1934 à Munhango (Angola portugais) et tué au combat le 22 février 2002 à Lucusse (Angola), est un chef nationaliste angolais. Il est né dans la province de Moxico et issu de l’ethnie ovimbundu. Jonas Savimbi était un sociologue, homme politique et guérillero angolais, dirigeant de l'Union nationale pour l'indépendance totale de l'Angola (UNITA) pendant plus de trente ans. Durant la lutte pour l'indépendance et la guerre civile, elle a bénéficié, à différentes étapes, du soutien des gouvernements des États-Unis d'Amérique, de la république populaire de Chine, du régime de l'apartheid de l'Afrique du Sud, de plusieurs dirigeants africains et mercenaires étrangers. Savimbi a passé une grande partie de sa vie à lutter d'abord contre l'occupation coloniale portugaise et, après l'indépendance de l'Angola, contre le gouvernement marxiste angolais. Il est surnommé ‘Galo Negro’ (Coq noir) et ‘Jaguar Negro dos Jagas’ (Jaguar noir des Jagas).”



Do ÍNDICE: 

INTRODUCTION: 
Jonas M. Savimbi, l’UNITA 
L’Afrique et l’histoire 

I. - LE LEGS DE L’HISTOIRE 
- L’indépendance confisquée 
- Solidarités africaines 
- Le jeu des puissances 

II. - LES MANOEUVRES DE LA GUERRE ET DE LA PAIX 
- La longue marche de l’UNITA 
- Les combattants de la liberté 
- La victoire usurpée 

III. - LA DĒMOCRATIE, CONDITION DU DÉVELOPPEMENT ÉCONOMIQUE 
- Un État dans la guerre 
- Pluralisme contre Partie unique 
- Le Président, responsable Suprême 

IV. - UN MONDE IMPITOYABLE 
- Dépasser l’indépendance formelle 
- Dans le cours des grands 
- La panafricanisme nécessaire 


Preço: 72,50€; 

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Portugal & Angola - ‘MEMÓRIAS DA GUERRA COLONIAL - Na Lunda da DIAMANG e dos Quiocos’, de Nuno Roque da Silveira - Lisboa 2024;








Portugal & Angola - Um extraordinário livro de memórias do autor, que relata a parte final da sua comissão militar na guerra do ultramar nesta antiga província ultramarina portuguesa, a relação com todos os elementos da sua companhia (oficias, sargentos e soldados), como viu as populações da Lunda nos seus aspectos genuínos e no dia-a-dia, cultura, arte e tradições, a riqueza diamantífera explorada pela DIAMANG, o turismo pelas terras do interior angolano com a publicação de cerca de três centenas de magníficas fotografias 


‘MEMÓRIAS DA GUERRA COLONIAL - Na Lunda da DIAMANG e dos Quiocos’ 
De Nuno Roque da Silveira 
Edição Colibri 
Lisboa 2024 


Livro com 532 páginas, profusamente ilustrado (cerca de 300 fotografias) e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“Ao falarmos sobre a situação no norte de Angola, que nesta altura é o principal teatro de guerra, e dizendo-lhe eu das dificuldades em conseguir desalojar e prender os elementos de uma guerrilha, até porque conhecem melhor o terreno e nele se escondem, disse-me convictamente: - Temos hoje em dia as possibilidades técnicas de traçar no terreno zonas de extermínio, nas quais sistematicamente se poderá fazer um desbaste de toda a vegetação. Isto levará a descobrir todos os terroristas nas matas, que deverão ser pura e simplesmente eliminados.“ 


Da badana: 
“Em 2007 ao dar à estampa as minhas memórias da estadia em Angola como combatente das tropas que para ali iam, prometi escrever sobre o que se passara na segunda parte dessa, como se dizia, missão de soberania, em local de descanso. Infelizmente passaram todos estes anos e penitencio-me por esta minha falta.

No decorrer da leitura das ‘memórias’ que aqui deixo, julgo transmitir a enorme riqueza que me foi oferecida com esta estadia em descanso militar na zona da Lunda dos Diamantes. Também me foi possível transmitir aos soldados mais próximos de mim a iniquidade da guerra em que fôramos obrigados a participar nos meses anteriores lá pelo Zemba, Mucondo, Maria Fernanda… passados todos estes anos, muitos de nós entenderam que da nossa parte, da nossa entrega, não houve resultados heróicos antes a necessidade de um esquecimento modesto e silencioso.“ 


O Autor: 
“NUNO ROQUE SILVEIRA nasceu na Chibia, Angola, em 1940. Fez os seus estudos primários e secundários em Lisboa, Barreiro, Algueirão e Lourenço Marques (hoje Maputo). Licenciado pela Universidade Técnica de Lisboa, ainda pensou voltar à sua terra e exercer a preparação obtida com estudos em Ciências Sociais e em Política Ultramarina, mas acabou por fazer uma pós-graduação em Administração Hospitalar; tendo cumprido a maior parte da sua vida profissional como administrador hospitalar. Anteriormente ainda tinha trabalhado numa forma alemã de Dusseldórfia, acompanhando jornalistas, escritores e cientistas alemães, suíços e austríacos em visitas pormenorizadas as todas as regiões das então colónias de Angola e Moçambique. 

Publicou nesta editora: 
- ‘UM OUTRO LADO DA GUERRA - Zemba, Angola (1963-1964)’; 
- ‘LOURENÇO MARQUES - Acerto de contas com o passado (1951-1965).
Desde 2007 faz trabalho de campo na Feira da Ladra.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
INTRODUÇÃO 

1. - DE ZEMBA PARA A LUNDA 
- Henrique de Carvalho / Lunda 

2. - LUXILO 

3. - UM OUTRO MUNDO SE DESVENDA 
- O memória 

4. - DESEMPENHO DE GUERRA EM SITUAÇÃO DE PAZ 

5. - QUE FAZIAM OS OFICIAIS. QUE FAZIAM OS SARGENTOS. QUE FAZIAM OS SOLDADOS 

6. - O NOSSO MÉDICO FALA-NOS E LEVA-NOS A ANDRADA 

7. - CONHECER A LUNDA DA DIAMANG 
- Muinda 

8. - O BEM-ESTAR NA LUNDA 
- Rodrigo 
- O senhor Nicolau 

9. - OS BAILES NA DIAMANG 
- A família Laranjeira 
- Relações dos nossos militares com os civis 

10. - VEM DO LADO DO ÍNDICO 
- Regresso à Lunda 
- Um pouco de turismo não faz mal a ninguém 
- Memórias de Zé do Telhado e da Rainha Ginga 
- Na morte de José de Freitas Vieira 

11. - A ENCOMENDA DO LEITÃO 
- Aproxima-se o Natal 
- Visita à Central de Escolha 

12. - O ASSIMILADO 
- Instrução primária 
- O ‘Odemira’ 

13. - NA MORTE DE HUMBERTO DELGADO 
- O ócio 
- … E vamos ter teatro 

14. - MARÇO E A DÁDIVA DE UM DIAMANTE 
- Os ovos da Páscoa 
- Infidelidade em tempo de guerra 

15. - O CANZAR EM PERSPECTIVA 
- De guerreiros passamos a senhores 
- Estaremos no Paraíso ? 
- Ida ao nordeste 
- Permanência no Canzar 

16. - TXONZA, O GRANDE ESCULTOR 
- O grande Soba Cassombo 
- O dia-a-dia no Canzar 
- A cega 

17. - BERNARDO ASPIRA A UM DIA SE CASAR 
- Férias e regresso 
- O Nabais Jorge apaixona-se 
- Protesto 
- Os ferreiros 
- Vem o enfermeiro branco que faltava 
- O Cacimbo e as chuvas 

18. - IDA AO LUSO 
- Tempos difíceis 
- O MPLA dá sinal de vida 
- Domingos no Canzar 

19. - MONUMENTAL ROUBO DE GALINHAS 
Desvario em Luanda ? 
- Convite para a Kapa 18 (k18) 
- Um cantineiro no Canzar 
- O Natal vai mesmo ser aqui 

20. - OS ADEUSES E PREPARATIVOS PARA A VIAGEM 
- Vamos mesmo partir 
- A viagem desejada 
- Estamos em Lisboa 

EPÍLOGO 


Preço: 47,50€; 

domingo, 31 de agosto de 2025

África - UNITA & História - ‘ANGOLA - MEMÓRIA DAS FALA’, de Fonseca Chindondo - Lisboa 2025;




África - UNITA & História - Uma obra fundamental para perceber o outro lado da história do conflito de décadas em Angola, desde a guerra colonial pela independência, a descolonização e a longa guerra civil entre a guerrilha das FALA de Jonas Savimbi e o MPLA de Agostinho Neto e José Eduardo do Santos, de 1975 a 1992 


‘ANGOLA - MEMÓRIA DAS FALA’ 
O avanço ao norte e a guerra psicológica (1975 - 1992) 
De Fonseca Chindondo (Brigadeiro) 
Prefácio de Paula Cristina Roque 
Edição Perfil Criativo - Clube de Autores 
Lisboa 2025


Livro com 308 páginas. 


RESUMO: 
“Esta obra inédita nos cinquenta anos de independência de Angola dá voz a protagonistas da UNITA e das FALA (Forças Armadas de Libertação de Angola), trazendo à luz acontecimentos marcantes da guerra civil angolana e das estratégias de resistência psicológica contra o domínio colonial e pós-colonial. Um livro imprescindível para compreender a complexidade do conflito angolano. 

Com prefácio da Prof. Doutora Paula Cristina Roque, investigadora de renome em segurança e direitos humanos em África, afirma-se como um contributo valioso para o combate ao revisionismo histórico e à hegemonia narrativa do partido-Estado. Entre relatos pessoais, análises táticas e reflexões políticas, a obra constrói uma cronologia rica, carregada de emoção e documentada de um período muito violento e definidor da identidade angolana contemporânea. Resultado de um longo amadurecimento, o conteúdo do livro oferece um testemunho direto de que viveu por dentro da resistência armada. Maia só que uma autobiografia, trata-se de um esforço consciente de preservação da memória colectiva de milhares de angolanos que participaram na Luta de Libertação através da UNITA e das FALA - frequentemente apagados ou mal interpretados pela historiografia oficial angolana. 

Ao longo de mais de 300 páginas, o autor reconstrói episódios marcantes da guerra, desde a sua experiência de infância, passando pela formação como combatente, até ao envolvimento directo no avanço estratégico no norte de Angola e na condução da guerra psicológica. O livro revela, com honestidade e profundidade, os dramas, dilemas e decisões que marcaram a vida dos combatentes num contexto de guerra total.” 


Destaques da obra: 
* Testemunhos diretos do autor sobre bases de concentração, batalhas e reorganização militar;
* Análise aprofundada da guerra psicológica como ferramenta estratégica das FALA;
* Enquadramento histórico das movimentações políticas e sociais de 1975 a 1992;
* Homenagem a figuras esquecidas da luta armada, incluindo familiares do autor;
* Discussão crítica sobre a desinformação, propaganda e manipulação narrativa.
* ‘MEMÓRIA DAS FALA’ não é apenas um livro de memórias militares - é também um documento histórico e político, um ato de resistência e de justiça histórica, essencial para estudantes, investigadores, políticos e todos os interessados na história de Angola. 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

África & Ultramar - ‘PORTUGAL A LÁPIS DE COR’, de Sheila Khan - Coimbra 2015;





África & Ultramar - A análise da problemática colonial enquanto política de Portugal nas suas antigas províncias ultramarinas e das relações das populações que deambularam da Europa para África e vice-versa 


‘PORTUGAL A LÁPIS DE COR’ 
A Sul de uma pós-colonialidade 
De Sheila Khan 
Edição Almedina 
Coimbra 2015 


Livro com 134 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 


Da contracapa:
“Este livro pretende repensar os efeitos do colonialismo português no tempo actual da pós colonialidade portuguesa partindo de uma reunião polifónica com as gentes do ‘Sul’, com investigadores, pensadores, escritores, jornalistas e investigadores portugueses num ‘frente-a-frente’ reflexivo sobre os seguintes tópico: a) as narrativas da vida e da identidade no tempo colonial; b) o encontro entre a realidade humana da experiência ultramarina e a realidade da metrópole sócio-cultural, política e económica do pós 25 de Abril; c) a consciência histórica de Portugal mediante as suas Outras-gentes e o modo como Portugal se tem representado a si mesmo, ora como nação que celebra a sua epopeia lusotropicalista, ora como nação europeia; d) os vários retratos da pós-colonialidade portuguesa. Esta tentativa de diálogo foi possível partindo de uma opção metodológica inspirada na proposta teórica do sociólogo Boaventura de Sousa Santos, a sociologia das ausências, e redefinida aqui como sociologia pós-colonial das ausências, cujo objectivo é reflectir o que é, hoje, a pós-colonialidade portuguesa.“ 


A Autora:
“SHEILA KHAN, é actualmente investigadora no Centro de Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA.UMinho). Doutorada em Estudos Étnicos e Culturais pela Universidade de Warwick. Tem, no seu percurso académico, centrado a sua atenção nos estudos pós-coloniais, com especial enfoque nas relações entre Moçambique e Portugal, incluindo a questão dos imigrantes moçambicanos em Portugal. De entre os temas que tem trabalhado inclui-se a história a literatura moçambicana, literatura portuguesa contemporânea, narrativas de vida e de identidade a partir do Sul global, autoridades de memória e de pós-memória. É de destacar o seu livro, ‘IMIGRANTES AFRICANOS MOÇAMBICANOS’ (Colibri, 2009). Atualmente é comentadora do painel do programa ‘Debate Africano’ da RDP África.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- No fio da navalha 
Agradecimentos 

INTRODUÇÃO 

Capítulo I 
DA MODERNIDADE SITUADAMENTE PORTUGUESA 
À SOCIOLOGIA PÓS COLONIAL DAS AUSÊNCIAS 
1. - A modernidade ocidental como projecto de progresso e civilização 
2. - A retórica da modernidade e a sua lógica de colonialidade 
3. - Da modernidade situadamente portuguesa às suas linhas abissais: O ‘Sul’ interior português 
4. - Reencaminhar a atenção: Da sociologia das ausências à sociologia pós-colonial das ausências 

Capítulo II 
A CONDIÇÃO ITINERANTE DE PORTUGAL 
1. - Portugal híbrido, Portugal Europeu ? A consciência pós-colonial portuguesa 
2. - Momento narrativo I: A pós colonialidade ‘deste lado da linha’ - A imaginação oscilante do centro 
3. - Momento narrativo II: A pós colonialidade ‘do outro lado da linha’ - O lugar do esquecimento 
4. - A retórica multicultural na pós colonialidade portuguesa 
5. - O pós-colonialismo do quotidiano e o pós-colonialismo de reflexão: Dois lados abissais ? 

Capítulo III 
NARRATIVIZANDO A PÓS COLONIALIDADE PORTUGUESA: 
GENTES DO ‘SUL’ MESMO AQUI AO LADO 
1. - Memórias que são mais do que silêncios 
2. - Percepções e experiências subjectivas da/na pós colonialidade portuguesa 

Capítulo IV 
A PÓS COLONIALIDADE PORTUGUESA 
NA EMERGENTE LITERATURA DOS ‘RETORNADOS’ 
1. - Os filhos do retorno: Narrativizando o ‘Sul’ na pós colonialidade portuguesa 
2. - Regressos, desencantos e exílios na literatura pós colonialidade portuguesa 

Capítulo V 
REFLEXÃO FINAL 
A ‘SUL’ DE UMA PÓS COLONIALIDADE 

Bibliografia 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘Revista de ANGOLA’, n 28 - Março 1961 - (‘PROTECÇÃO DA FAUNA E CAÇA EM ANGOLA’) - Luanda 1961 - MUITO RARO;






Portugal & Ultramar - Uma publicação quinzenal de Angola, que editava inúmeras notícias desta província ultramarina portuguesa da África Ocidental 


‘Revista de ANGOLA’, n 28 - Março 1961.
‘PROTECÇÃO DA FAUNA E PARQUES DE CAÇA EM ANGOLA’ 
Director: Arquitecto Fernando Batalha 
Luanda 1961 


Exemplar com 42 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
Editorial 
- ‘O ORGULHO DE BEM SERVIR PORTUGAL’ 
- ‘PROTECÇÃO DA FAUNA E PARQUES DE CAÇA EM ANGOLA’ 
- ‘CHEGOU A LUANDA ONTEM, INESPERADAMENTE, O MINISTRO DO ULTRAMAR’ 
- ‘OS PORTOS DE LUANDA E DO LOBITO REGISTARAM EM 1960 ELEVADO VOLUME DE TRÁFEGO’ 
- ‘PROVOCAÇÃO E RESPOSTA’ - Conferência do Prof. Adriano Moreira 
- ‘O CONCURSO DO MELHOR JARDIM DE LUANDA’ 
- ‘FOI DE 6.608.603$00 O LUCRO DO BANCO COMERCIAL DE ANGOLA’ 
- ‘A NOTÁVEL OBRA DA COMPANHIA DE DIAMANTES DE ANGOLA - No campo de etnomusicologia’, por Dr. Carlos Lopes Cardoso 
- ‘Exposição comemorativa do IV Centenário da chegada a Angola de Paulo Dias de Novais’ 
- ‘NOVA LISBOA ESTABELECE UM PADRÃO DE BAIRRISMO’ 
- ‘A COMPANHIA HIDRO-ELECTRICA DO ALTO CATUMBELA E A BARRAGEM DO LOMAUM’ 
- ‘SÁ DA BANDEIRA vai iniciar a construção de um bairro de casas económicas’ 
- ‘Concurso literário da Câmara de Sá da Bandeira’ 
- ‘É UM AFRICANO PRESTIGIOSO O NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA DE CARMONA’ 
- ‘A CELA dispõe agora de uma bela POUSADA’ 
- ‘A MARCHA DO C.F. DE MOÇÂMEDES E OS JAZIGOS DE FERRO DE CASSINGA’ 
- ‘Breve apontamento sobre a Acção cultural do MUSEU DE ANGOLA’ 
- ‘NEVES E SOUSA - O Menino N’Ganga - expõe em LUANDA’ 
- ‘O Director da Emissora Nacional conferenciou com directores e produtores da Rádio angolana’ 
- ‘LUANDA É UMA CIDADE de que Portugal bem pode orgulhar-se’
- ‘RIQUEZA PECUÁRIA DO SUL DE ANGOLA’ 
- ‘LUANDA RECEBERÁ A ENERGIA ELÉCTRICA DE CAMBAMBE’ 
- ‘O MILHO NO SUL DE ANGOLA’ 
- ‘O INSTITUTO DE ANGOLA - desenvolveu notável actividade’ 
- ‘Fundado o Centro Cultural de Benguela’ 
- ‘Os Finalistas do Liceu Salvador Correia visitam a Metrópole’ 
- ‘O ATLAS DE MOÇAMBIQUE - valiosa contribuição para o progresso da província’ 


Preço: 47,50€; 

Política Internacional - ‘SETE MULHERES DE TIMOR’, de Teresa Amal - Lisboa 2006 - RARO;










Política Internacional - O papel das mulheres na luta pela autodeterminação e independência, contra a invasão Indonésia e a reconstrução do território após o referendo esmagador em que os timorenses optaram pela sua autonomia em 2000, nesta obra com o exemplo de sete dessas mulheres 


‘SETE MULHERES DE TIMOR’ 
‘FETO TIMOR NAIN HITU’ 
De Teresa Amal 
Edição AJPaz (Acção para a Justiça e Paz) 
Lisboa 2006 


Livro com 172 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.


Da contracapa:
“Estas são as vozes que mulheres timores estão a fazer ouvir e que são parte do novo Estado independente de Timor-Leste. Estas mulheres, que foram o outro do outro durante tantos séculos, querem fazer ouvir os seus próprios termos, as suas histórias e, com elas, estilhaçar os silêncios que os velhos e os novos tempos queiram impor. 

Sabe-se que elas não passaram nem incólumes nem, distraidamente, pela experiência do colonialismo e da guerra. Elas têm vindo a reflectir, a participar e a contribuir, não apenas para compreender como se resistiu ao ocupante Indonésio, mas também a pensar e a participar na construção do novo Estado que elas querem que seja democrático e independente. Elas estão a pensar e a elaborar as resistências necessárias às adversidades que a independência lhes tem imposto, assim como às tentativas para transformar Timor-Leste num Estado fraco ou falhado, ou seja, incapaz de cumprir o desígnio de se governar a si mesmo.

Esta é, com certeza, apenas uma parte das narrativas de mulheres sobre si e sobre Timor-Leste. Estas, aqui apresentadas neste livro, não pretendem ser mais do que aquilo que são: a textualização do que aconteceu na vida destas mulheres, dos factos e dos acontecimentos e, ao mesmo tempo, a sua  interpretação feita memória e passada a escrito. Elas não são a história de Timor-Leste, mas são, sem dúvida, parte constituinte dela e que precisa de ser contada. Em período pró-independência, o que está em causa não é, pois, contar a história delas; o que está em causa é contar a história de todas e de todos que é comum, mas constituída por ideias e memórias diferentes. Importa pois mudar o nosso olhar de lugar e lançar sobre Timor-Leste e o mundo um conhecimento que tem história, geografia e sexo.“ 


Da badana: 
“ANA PESSOA nasceu em Bobonaro. É, actualmente, Ministra da Administração Estatal do II Governo Constitucional. Problematiza a construção da justiça num dos mais pobres países do mundo e não evita temas como a violência doméstica e a igualdade entre as mulheres e homens no imaginário democrático após a independência. 

FÁTIMA GUTERRES nasceu na Ilha de Ataúro, foi guerrilheira e presa política do regime Indonésio. Cartografa, através das suas palavras, a fuga pelas montanhas durante os primeiros anos da guerra e relata a rendição e a volta à aparente normalidade que se vivia na cidade. 

HERMÍNIA BESSA nasceu em Maubara e retornou a Timor-Leste no ano 2000 depois de 24 anos de exílio em Portugal. Ela mostra, com toda a frontalidade, como a resistência ao ocupante Indonésio foi travada, sem descanso, dentro e fora do país, e como isso é demasiado importante para ser esquecido ou subestimado. 

LÍGIA JESUS nasceu em Ermera. Assessora pessoal do Chefe do II Governo Constitucional, José Ramos Horta, fala-nos de um passado colonial e de uma guerra que a separou durante décadas da terra, da mãe e da irmã. Ela discute o lugar das mulheres no presente e no futuro de Timor-Leste. 

MARIA DOMINGAS ALVES nasceu em Lakló. Foi Assessora para a Igualdade do Chefe do I Governo Constitucional de Timor-Leste. Ao analisar a guerra e o presente pós-bélico , Maria Domingas Alves encontra pontos de estratégia para as mulheres timores prosseguirem na busca de um presente e de um futuro com mais e melhores oportunidades. 

OLANDINA CAEIRO nasceu em Ermera. Foi Comissária Nacional da Comissão de Acolhimento Verdade e Reconciliação (CAVR) e é dirigente de uma organização que luta pelos Direitos Humanos (ETWAVE). A sua história dá-nos o percurso ambivalente e intermitente a que todas as pessoas estiveram sujeitas durante a guerra, em particular as mulheres. 

PASCOELA BARRETO nasceu em Bazar-Tete. É Embaixadora da República Democrática de Timor-Leste em Lisboa e tem exercido, ao longo da sua vida, diferentes responsabilidades políticas no contexto da luta pela autodeterminação e independência do seu país. A sua narrativa é eminentemente política, pensando e sugerindo formas concretas de avançar para todas e todos.“ 


A Autora:
“TERESA AMAL nasceu no Huambo em Angola. 
Estudou Filosofia, Ciências da Educação e Sociologia.
Tem vários trabalhos publicados sobre Timor-Leste entremos quais o livro ‘VOZES DAS MULHERES DE TIMOR-LESTE’ onde analisa a reconstrução pós bélica de Timor-Leste a partir dos pontos de vista das mulheres. 
É doutoranda do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra onde faz um estudo comparado entre Moçambique e Timor-Leste sobre as estratégias de poder e autoridade das mulheres.
Coordena projectos de Desenvolvimento Local e de Cooperação Internacional no âmbito não-governamental. É formadora sénior dos Centros Europeus de Juventude do Conselho da Europa e professora da Escola Superior de Educação de Coimbra.“ 



Do ÍNDICE: 

Agradecimentos 
PREFÁCIO 
- Por Fátima Campos Ferreira 

INTRODUÇÃO 
Sete Mulheres de Timor / Feto Timor Nain Hitu 

SETE MULHERES DE TIMOR 
- Ana Maria Pessoa Pereira da Silva Pinto 
- Fátima Guterres 
- Maria Hermínia Martins de Santos Bessa 
- Lígia de Jesus 
- Maria Domingas Fernandes Alves 
- Maria Olandina Isabel Caeiro Alves 
- Pascoela Barreto 


Preço: 47,50€; 

Portugal & História - ‘MIRANDELA - Roteiro de uma cidade’, de João Luís Teixeira Fernandes - Mirandela 1991 - MUITO RARO;






Portugal & História - Mirandela cidade e o concelho em roteiro histórico e turístico pormenorizado 


‘MIRANDELA - Roteiro de uma cidade’ 
Toponímia, Indicadores de Caracterização e Figuras Ilustres 
De João Luís Teixeira Fernandes 
Edição da Repartição de Finanças 
Mirandela 1991 


Livro com 112 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

1. - APRESENTAÇÃO 
2. - INTRODUÇÃO 
3. - Situação geográfica 
4. - A História e Cronologia Histórica 
5. - Indicadores de Caracterização 
6. - Divisão Administrativa do Concelho 
7. - Roteiros Turísticos 

II 
1. - Mirandela: Origem do Topónimo 
2. - Topónima e Figuras Ilustres 
3. - Organismos, Instituições e Serviços Públicos, Associações e Colectividades 
4. - Repartição de Finanças de Mirandela: Caracterização 


Preço: 32,50€; 

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Angola - Guerra Civil & História - Lote de 3 exemplares ‘MUANGAI’ - órgão da UNITA - Angola 1979/80 - MUITO RARO;



Angola - Guerra Civil & História - Na sequência da guerra civil que ocorreu em pleno período da descolonização entre os três movimentos de libertação, após o domínio maioritário do território pelo MPLA com a ajuda decisiva do contigente militar cubano, o conflito continuo com o recuo da UNITA, liderada por Jonas Savimbi, para o sul e leste, que foi divulgando as suas actividades de guerrilha através deste seu órgão de informação 


Lote de 3 exemplares ‘MUANGAI’ 
1. - ‘MUANGAI’, n. 1 - Out. / Nov. 1979; 
2. - ‘MUANGAI’, n. 2 - Dez. 1979; 
3. - ‘MUANGAI’, n. 3 - Jan. / Fev. 1980; 


Exemplares em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
MUITO RAROS. 



Lote de 3 exemplares ‘MUANGAI’  

1. - ‘MUANGAI’, n. 1 - Out. / Nov. 1979; 
Exemplar com 24 páginas e ilustrado.

Temas em destaque: 
KWACHA 
- Suplemento da JURA 
- Neto morre na URSS 
- XII Conferência anual da UNITA 
- A demagogia de Daniel Chipenda 
- O 11 de Novembro - Uma data histórica 




2. - ‘MUANGAI’, n. 2 - Dez. 1979; 
Exemplar com 24 páginas e ilustrado. 

Temas em destaque: 
- LUANDA 
Três grupos preparam assalto ao poder 
- Carniceiros de Fidel no extermínio dos angolanos 




3. - ‘MUANGAI’, n. 3 - Jan. / Fev. 1980; 
Exemplar com 36 páginas e ilustrado.

Temas em destaque: 
Assim vai a nossa terra 
- HISTÓRICOS CONTRA PRÓ SOVIÉTICOS 
Galeria de Heróis 
- “EU ESTIVE NA GUERRA” 
Dr. Jonas Savimbi 
- ALVOR: O GRANDE MALOGRO 




Preço:   0,00€; (Indisponível) 

Portugal & Ultramar - ‘DIAMANTES DE ANGOLA’ - 2 Volumes - de João Vieira Santa Ana Júnior - Vila Real de Santo António 1970 - MUITO RAROS;





Portugal & Ultramar - A obra reúne artigos de denúncia do monopólio da exploração dos diamantes nas Lundas, na então província ultramarina portuguesa de Angola e peças das contestações na justiça e órgãos da administração do Estado, sendo um importante documento histórico 


‘DIAMANTES DE ANGOLA’ - 2 Volumes 
De João Vieira Santa Ana Júnior 
Edição do Autor 
Impressão na LitoGRÁFICA DO SUL 
Vila Real de Santo António 1970 


Livros com 120 páginas (I Volume) e 28 páginas (II Volume) e ambos em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
De muito difícil localização. 
MUITO RAROS.



Preço: 77,50€; 

Portugal & Literatura - ‘CANHENHOS DA ILHA’, de Horácio Bento de Gouveia - Funchal 1966;










Portugal & Literatura - Uma magnífica obra que reúne crónicas, contos e relatos do Autor sobre a Madeira , as suas tradições, costumes, história e populações 


‘CANHENHOS DA ILHA’ 
De Horácio Bento de Gouveia (1901 - 1983) 
Ilustrações de António Aragão 
Edição da Junta Geral do Funchal 
Composição e Impressão na Tipografia ‘Jornal da Madeira’ 
Funchal 1966 


Livro com 296 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
Nunca lido, possui todas as páginas por ‘abrir’.
De muito difícil localização.
Raro. 



Do ÍNDICE: 

Aos leitores 
Nota Preambular 
- Natal que não Volta 
- Primavera 
Mais pensada do que sentida 
- Da vida rústica 
A ambição é como incêndio 
- A telefonia matou o Rajão 
- Outono 
- Madeira, terra das flores 
- Crónica de Outono 
A Romaria do Rosário 
- Tradição 
A matança do porco 
- O Homem e o ambiente rústico 
- Memórias da Ilha 
Os velhos cais do norte 
- Ambiente rústico 
E a tormenta passou 
- Acabou-se o Verão 
- Vindimas 
- Mundo da ingenuidade e da mudança 
- Da cidade 
Roteiro sentimental 
- A aldeia tem a sua alma 
- Caso da rua 
- Da História da Madeira 
O que os livros antigos relatam da Freguesia da Ponta Delgada 
- O Homem e o ambiente 
- Dia de Entrudo 
- Emigração de outrora 
Madeirenses em Hawai 
- Março 
- Do concreto ao abstracto 
De flor de Janeiro, ninguém enche o celeiro 
- Da História da Madeira 
Amor desvairado 
- Caniçal 
Uma povoação diferente 
- Vindimas 
- Novembro 
- O Natal na cidade 
A festa no campo 
- Crónica rural 
Onde está a justiça 
- O norte da Ilha 
- O norte da Ilha, ontem e hoje 
- O meio e o psíquico - Paisagem 
- Funchal 
Cidade fresca 
- Ainda se cantam as janeiras 
- Emigração 
- Passou o Natal 
- O Funchal 
D’outrora 
- As lanternas 
Das ‘Missas do Parto’ 
- Trinta anos depois 
- Velhas arcas de castanho 
Psicologia duma época 
- Manhã de neblina 
- No correr de Julho 
- Os olhos não se cansam de ver 
- A felicidade do homem 
- Bom Jesus da Ponta Delgada 
- Presente e passado 
- Poesia e realidade 
- Norte da Ilha 
Um porto piscatório em decadência 
- Janeiro 
- Uma jornada à região Fanal 
- Regionalismo 
A casa madeirense 
- A paisagem e o social 
Chão dos loiros 
- Arraial que já não é 
- Reflexões 
- Vive-se, mas o trabalho é duro ! 
- Senhora fidalga 
Da ‘Corte do Norte’ 
- S. Vicente, Capelinha à beira-mar 
- Ruralismo 
O mundo começou assim 
- Do Funchal que já foi 
- Da vida da cidade 
José Guitarrista 
- Da vida da cidade 
O rabequista do bar do campo D. Carlos I 
- Os Morgados da casa da Silveira 
- A Língua 
Do Brasil e de Portugal 



Preço: 47,50€;