terça-feira, 28 de abril de 2026

Angola & Moçambique - Lote de 5 exemplares de ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - Lisboa 1978/1982 - MUITO RARO;







Angola & Moçambique - Um lote dos 5 exemplares desta magnífica publicação que editou inúmeros estudos de levantamos arqueológicos efectuados no continente africano, nomeadamente nas suas antigas províncias ultramarinas portuguesas 


Lote de 5 exemplares de: 
‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ 
Redactor: Miguel Ramos 
Edição da Junta de Investigações Científicas do Ultramar 
Secção de Pré-História e Arqueologia 
Lisboa 1979/1982 


1. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 1 
Exemplar com 74 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1978 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
As pinturas rupestres de Galanga (Angola)
- J. R. Santos Júnior e Carlos M. N. Ervedosa 
Nota acerca de achados de cerâmica chinesa no Zumbo (Moçambique)
- Miguel da Fonseca Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Noticiário 
Necrologia 


2. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 2 
Exemplar com 74 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1979 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Gravuras rupestres de Monte Negro (Angola) 
- Miguel Ramos 
Contribution portugaise à l’étude archéologique de la vallée du Zambèze 
- Miguel da Fonseca Ramos 
Projecto de remoção e reconstituição de uma torre de um forte português em África 
- Miguel da Fonseca Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Noticiário 


3. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 3 
Exemplar com 88 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1980 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Nota acerca de um esferóide, do tipo ‘bola’ encontrado na área de Hoque (província do Lubango - Angola) 
- Miguel Ramos 
Le gisement acheuléen de Capangombe - S.to António (Angola) 
- Miguel Ramos 
L’age du feu dans le nord-est de l’Angola 
- João Vicente Martins 
Espólios sepulcrais timorenses 
- Miguel Ramos e Maria da Conceição Rodrigues 
Museu Nacional de Arqueologia - Uma hipótese de ruptura 
- Miguel Ramos 
Colheita de Amostras para datação pelo radiocarbono (C 14) 
- Miguel Ramos 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré-história de Angola 
Resumos 
Noticiário 
Necrologia 


4. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 4 
Exemplar com 100 páginas, profusamente ilustrado (fotografias, desenhos e mapa) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1981 

Do ÍNDICE: 

Editorial - M. Ramos 
Prospections et fouilles préhistoriques en République Centrafricaine 
- R. de Bayle des Hermes 
As escavações de Capangombe e o problema da M.S.A. no SW de Angola 
- Miguel Ramos 
Pedras furadas do Nordeste de Angola 
- J. Vicente Martins 
Acerca da metodologia da cerâmica da Idade do Ferro em Moçambique 
- M. Conceição Rodrigues 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré-história (Angola ) 
- Livia Ferrão 
Resumo 
Noticiário 


5. - ‘LEBA - Estudos de Pré-História e Arqueologia’ - n. 5 
Exemplar com 84 páginas, profusamente ilustrado (fotografias e desenhos) e em muito bom estado de conservação. 
Lisboa 1982 

Do ÍNDICE 

Editorial - R. de Bayle des Hermes 
Le matériel de broyage des sites des dhars Tichitt et Walata - (République Islamique de Mauritanie) Essai d’élaboration d’une liste-type 
- Sylvie Amblard 
L’outillage pédonculé Atérien de Tabelbala (Sahara algérien) - (Collection César de l’Institut de Paléontologie Humaine) 
- Belaouane Djemila 
Le Paléolitique du Sud-ouest de l’Angola - vue d’ensemble 
- Miguel Ramos 
Os ‘Pemba’ (trincheiras defensivas) no Nordeste de Angola 
- João Vicente Martins 
Contribuição para uma bibliografia sobre o quartenário e a pré história - Angola 
Resumos 
Noticiário 


Exemplares de muito difícil localização. 
MUITO RAROS. 


Preço: 150,00€; (LOTE COMPLETO) 

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Portugal & Guerra Colonial - ‘DIÁRIO DA GUINÉ’ - 2 Volumes - de Mário Beja Santos - Lisboa 2008 - Raros;







Portugal & Guerra Colonial - O autor descreve nesta obra, em dois magníficos volumes muito cuidados graficamente e ilustrados, de forma pormenorizada o período da sua comissão militar em terras de Soncó na ex-província ultramarina portuguesa da Guiné entre os anos de 1968/70, como se fosse um diário muito pessoal, mas enquadrado no que era entendido como a guerra em quadrícula com as restantes unidades militares das várias especialidades e os camaradas e amizades que se fizeram naquela cenário de guerra contra os guerrilheiros do PAIGC 


‘DIÁRIO DA GUINÉ’ - (1968-1969) - I Volume 
Na Terra dos Soncó 
De Mário Beja Santos 
Edição Círculo de Leitores / Temas & Debates 
Lisboa 2008 

Livro de capas duras, com 365 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 

Da contracapa:
“Era uma vez um menino alferes que chegou à Guiné e foi lançado no regulado de Cuor, no Leste, em 1968. A sua missão principal era proteger o rio Geba, garantindo a sua navegação, indispensável para a continuação da guerra. O alferes comandava dois aquartelamentos e alguns dos soldados mais valentes do mundo: caçadores nativos e milícias, gente que vivia no Cuor, em Missirá e em Finete. Mas havia outra missões, para além de proteger o rio: emboscar, patrulhar, minar, atacar e defender, garantir um professor para as crianças, reconstruir quartéis flagelados, levar os doentes ao médico, praticar a justiça com o régulo, um destemido Soncó, neto de Infali Soncó que derrotara Teixeira Pinto no dealbar do século XX. Era uma vez um alferes que aprendeu a trabalhar com um morteiro 81, a emboscar na calada da noite, a enterrar os mortos e a levar os moribundos às costas. Era um vez um alferes que se deslumbrou com as terras dos Soncó e que resolveu escrever um diário para se manter vivi e lembrar aos entes queridos que se estava a fazer um homem. A partir daquela guerra, Cuor e os Soncó viveram sempre no coração do alferes. Era uma vez…“ 

O Autor:
“MÁRIO BEJA SANTOS é assessor principal da Direcção-Geral do Consumidor. Autor dos programas televisivos ‘10 Milhões dê Consumidores’ e ‘Come e Cala’, colaborou ininterruptamente na rádio durante mais de vinte anos, escreve na imprensa diária e regional, é autor de livros sobre consumo, consumidores e qualidade de vida. Professor do ensino superior, fundador da União Geral de Consumidores e da Plataforma Saúde em Diálogo, foi vice-presidente do Conselho Consultivo de Consumidores da Comissão Europeia e Director da Associação Europeia de Consumidores.“ 


Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Nota explicativa para o blogue onde nasceu esta narrativa 
Comentário de Virgínio Briote, co-editor do blogue ‘Luís Graça e Camaradas da Guiné’m
Nota explicativa para os leitores deste diário de guerra 
Agradecimentos 

- Agosto de 1968 
- Setembro de 1968 
- Outubro de 1968 
- Novembro de 1968 
- Dezembro de 1968 
- Janeiro de 1969 
- Fevereiro de 1969 
- Março de 1969 
- Abril de 1969 
- Maio de 1969 
- Junho de 1969 
- Julho de 1969 
- Agosto de 1969 
Glossário 
Leituras de guerra 
Músicas de guerra 



‘DIÁRIO DA GUINÉ’ - (1969-1970) - II Volume 
O Tigre Vadio 
De Mário Beja Santos 
Edição Círculo de Leitores / Temas & Debates 
Lisboa 2008 

Livro de capas duras, com 440 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
Excelente. 
Raros; 


Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 
Pré-texto 
- Por Luís Graça 
Um PRÓLOGO (quase) necessário 

- Agosto de 1969 
- Setembro de 1969 
- Outubro de 1969 
- Novembro de 1969 
- Dezembro de 1969 
- Janeiro de 1970 
- Fevereiro de 1970 
- Março de 1970 
- Abril de 1970
- Maio de 1970 
- Junho de 1970 
- Julho de 1970 
- Agosto de 1970 
Glossário 
Leituras de Guerra 
Músicas de Guerra 


Preço: 92,50€; 

sábado, 18 de abril de 2026

Portugal & Ultramar - ‘PRESENÇA LUSO-ASIÁTICA E MUTAÇÕES CULTURAIS NO SUL DE MOÇAMBIQUE’, de António Rita-Ferreira - Lisboa 1982 - RARO;









Portugal & Ultramar - Análise da presença europeia e asiática nos antigos reinos e impérios nativos nos territórios que actualmente compõe Moçambique na costa ocidental africana 


‘PRESENÇA LUSO-ASIÁTICA E MUTAÇÕES CULTURAIS NO SUL DE MOÇAMBIQUE’ 
De António Rita-Ferreira 
Edição do Instituto de Investigação Científica / Junta de Investigações Científicas do Ultramar 
Lisboa 1982 


Livro com 282 páginas, ilustrado com diversos mapas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 

Capítulo I. - AMBIENTE FÍSICO 
Notas 

Capítulo II. - CLÃS, TRIBIS, ESTADOS, REINOS, IMPÉRIOS 
Notas 

Capítulo III. - OS PRIMEIROS BANTOS E OS PRIMEIROS ASIÁTICOS 
Notas 

Capítulo IV. - A IDADE RECENTE DO FERRO, OS ASIÁTICOS E OS EUROPEUS 
Notas 

Capítulo V. - PRINCIPAIS DESLOCAÇÕES POPULACIONAIS E UNIDADES ÉTNICAS E POLÍTICAS 
1. - Imigrações Chona-carangas (Shona-Karanga) 
Notas 
2. - Imigrações sothos 
Notas 
3. - Imigrações proto-angunes 
Notas 
4. - Imigrações venda 
Notas 

Capítulo VI. - O CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO 
Notas 

Capítulo VII. - ECONOMIA DE MERCADO E PENETRAÇÃO COMERCIAL EURO-ASIÁTICA 
1. - Generalidades 
2. - Intercâmbio pelo porto de Inhambane 
3. - A barra do Limpopo 
4. - Intercâmbio pelo porto de Lourenço Marques 
5. - O comércio no período angune 
6. - Notas 

Capítulo VIII. - A CULTURA TSONGA 
1. - Migrações e história política 
Notas 
2. - Definição da cultura stonga 
Notas 
3. - Aumento dimensional das unidades políticas 
Notas 

Capítulo IX, - A CULTURA CHOPE 
Notas 

Capítulo X. - A CULTURA BITONGA 
Notas 

Capítulo XI. - OS URRONGAS 
Notas 

Capítulo XII. - AS INVASORES ANGUNES DO SÉC. XIX E O IMPÉRIO DE GAZA 
Notas 

CONCLUSÃO 
Bibliografia 
Principais obras do Autor 


Preço: 52,50€; 

Cabo Verde & Literatura - ‘TERRA TRAZIDA’, de Manuel Ferreira - Lisboa 1980 - Raro;





Cabo Verde & Literatura - Uma das obras mais importantes sobre as vivências do arquipélago e dos seus habitantes 


‘TERRA TRAZIDA’ 
De Manuel Ferreira 
Edição Plátano 
Lisboa 1980 


Livro com 172 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


O Autor: 
“MANUEL FERREIRA - Nasceu em Gândara dos Olivais – Leiria em 1917. Concluiu o curso de Farmácia e o curso de Ciências Sociais e Política Ultramarina, tendo frequentado ainda a Faculdade de Letras de Lisboa.
De 1941 a 1947 destacado como expedicionário em Cabo Verde, ali casa e lhe nasce o filho mais velho. Nestes seis anos convive com o grupo da revista Claridade e exerce decisiva influência no aparecimento do grupo Certeza.
Entretanto permanece seis anos na Índia e dois anos em Angola. 
Colaboração dispersa pela Revista Vértice, Seara Nova, 'Cultura e Arte' d’'O Comércio do Porto', Página Literária do 'Diário de Lisboa, Revista de Portugal, 'Ocidente', 'Estudos Ultramarinos', 'Colóquio/Letras', 'Província de Angola', e outros. 
Foram-lhe atribuídos os prémios Fernando Mendes Pinto para 'Morabeza', Ricardo Malheiros para 'Hora di Bai', Imprensa Cultural para 'A aventura crioula'.
Esta longa experiência ultramarina vai ser decisiva na sua carreira de escritor e explicar a predominância da motivação africana na sua actividade literário, traduzida não só na ficção como no ensino, na literatura infantil, e em artigos, colóquios, etc.”



Do ÍNDICE: 

Abertura 
Dedicatória 
- Puchinho
- Bélinha foi ao baile pela primeira vez
- Dia domingo em casa de amigos
- O cargueiro tornou ao Porto
- Antonieta
- Filipe, cabeça de peixe
- D. Ester, chá das cinco
- Amarito
- Uma flor entre os cardos
- Nhô Vicente, conte a história toda
- Os Mandongues de Pujinho Sema
- A visita de nha Joana
- Quando as chuvas não voltam mais
- Nha dos Ramos
- A raiva de nhô João

Glossário 


Preço: 37,50€; 

Portugal - ‘TEM COISAS, TI MANEL, TEM COISAS…’, de Camilo Mortágua - Lisboa 2010 - Raro;






Portugal - O autor, depois de uma vida dedicada ao combate contra a ditadura do Estado Novo, estabeleceu-se no Alentejo onde se dedicou à vida rural 


‘TEM COISAS, TI MANEL, TEM COISAS. TEM COISAS MÁS DE ENTENDER…
MANDARAM FAZER A AÇORDA E AGORA NA A QUEREM COMER!’
Moda popular alentejana 
De Camilo Mortágua 
Edição Esfera do Caos 
Lisboa 2010 


Livro com 104 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“NOVAS UTOPIAS, 
PARA RESOLVER 
VELHOS PROBLEMAS 
Uma crítica política e social do Portugal contemporâneo, escrita por que acredita nas virtudes do desenvolvimento rural e da abordagem local.

PALAVRAS SIMPLES, 
PENSAMENTOS
RÚSTICOS 
Diz o poeta que ‘a canção é uma arma’. 

Se a canção é uma arma, sê-lo-à essencialmente pelo discurso.
Se o discurso é a arma, as palavras que o compõe são as munições…
As balas ! 
Mas as palavras só são como balas quando despidas das roupagens de disfarce que lhes deturpam os sentidos e as desviam dos alvos genuínos. As palavras, para atingirem a força e o impacto das balas, têm de ser usadas como vieram ao mundo, nuas e portadoras de futuro. Só assim podem ser munições eficazes para o combate democrático. “ 


O Autor:
“CAMILO MORTÁGUA 
Entre os inimigos de Salazar que lutaram de armas na mão contra o Estado Novo destacaram-se dois homens: Camilo Mortágua e Hermínio da Palma Inácio - os últimos revolucionários românticos. A eles se devem os golpes mais espectaculares que abalaram a ditadura. Mas a história da acção directa contra o regime há-de reservar a Camilo Mortágua um capítulo muito especial, pela sua perseverança na luta, ao longo de mais de vinte anos, iniciada em Janeiro de 1961, com a participação na ‘Operação Dulcineia’ - o desvio do paquete português ‘Santa Maria’ - e prosseguida com o assalto ao avião da TAP, em Marrocos, no mesmo ano, e com a LUAR, de que foi um dos fundadores, até ao 25 de Abril. 

Nos últimos anos tem trabalhado na concepção e implementação de programas e projectos de desenvolvimento local, assim como na mobilização de pessoas e grupos socialmente desprotegidos e na animação e organização de comunidades em risco de exclusão. 

Presidente da DELOS Constellation, Association International pour le Développement Local Soutenable (1994-2002). Co-fundador e primeiro Presidente da ACVER, Associação Internacional para o Desenvolvimento e Cooperação de Comunidades Locais. Presidente da APURE, Associação para as Universidades Rurais Europeias. Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Portuguesa.“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Por José Ferragolo da Veiga 

Tem coisas, ti Manel, tem coisas 
Razão de ser 

Os sujos filhos da mãe 

Parte 1 
COLOCANDO A MOLDURAC
- As cidades e os campos. Os urbanos e os rurais 
- Por um conceito de desenvolvimento rural 

Tem coisas, ti Manel, tem coisas…
Filosofias enchem barrigas? 
Pensamentos rústicos 

Parte 2 
O RECHEIO DA MOLDURA 
- A importância da abordagem local em todas as frentes das luta políticas, sociais e económicas 
- Por um novo equilíbrio social, económico e político entre os diferentes sectores da actividade humana 

Os novos deuses 
Novas utopias, para resolver velhos problemas 
Reflexões rurais 

Por uma outra segurança social 

Tem coisas, ti Manel, tem coisas… 
Uma questão de género 


Preço: 27,50€; 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Portugal & 25 de Abril de 1974 - Revista ‘L’HISTOIRE’, n. 517 - Mars 2024 - (‘LA RÉVOLUTION DES OEILLETS’) - Paris 2024 - MUITO RARO;






















Portugal & 25 de Abril de 1974 - O movimento militar que derrubou o regime do Estado Novo, pelo movimento dos capitães, também ficou conhecido pela ‘Revolução dos Cravos’, surge nesta edição francesa analisada ao pormenor e de forma desenvolvida pelas causas e consequências 


Revista ‘L’HISTOIRE’, n. 517 - Mars 2024. 
‘LA RÉVOLUTION DES OEILLETS’ 
‘En moins de vingt-quatre heures, le 25 avril 1974, de jeunes officiers reversent une dictature en place depuis quatre décennies. La pauvreté et les guerres coloniales lui ont été fatales. Mais, au lendemain de la pacifique révolution des Oeillets qui a fait naître d’immenses espoirs, le processus de transation démocratique s’avère long et chaotique. Pendant deux années, marquées par des avancées sociales et des tentatives d’insurrections, le Portugal se cherche un destin. Jusqu’à la Constitution et aux élections d’avril 1976, qui consacrent la démocratie.’ 
Paris 2024 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
1974 PORTUGAL 
- ‘LA RÉVOLUTION DES OEILLETS’ 
‘Em menos de 24 horas, em 25 de abril de 1974, jovens oficiais derrubaram uma ditadura que vigorava há quatro décadas. A pobreza e as guerras coloniais foram a sua ruína. Mas, na sequência da pacífica Revolução dos Cravos, que gerara imensas esperanças, o processo de transição democrática revelou-se longo e caótico. Durante dois anos, marcados por progressos sociais e tentativas de levantes, Portugal procurou o seu destino. Até à Constituição e às eleições de abril de 1976, que consagraram a democracia.’ 

- ‘LISBONNE, 1974 - LE PRINTEMPS DES CAPITAINES’, par Yves Léonard 
‘Pour renverser une dictature vieille d’un demi-siècle, en finir avec les guerres coloniales et instaurer la démocratie, de jeunes officiers ont pris les armes. En une journée, le 15 avril 1974, le régime est tombé. Suscitant d’immenses espoirs, bien au-delà des frontières du pays.’ 
‘Le déclencheur colonial’ 
‘LA VRAIE NATURE DU SALAZARISME’ 
‘En Afrique, il n’y aplus rien à espérer, ni splendeur à préserver. On parle d’un ‘Vietnam portugais’. 
‘La fleur au fusil.’ 
‘L’initiative d’une fleuriste, qui distribue des oeillets aux soldats du capitaine Maia baptise lavrévolution.’ 
‘ “Spinochet” et les militaires.’ 
‘La révolution s’arrête à 30 km de Lisbonne.’ 
‘L’unité de façade du MFA s’est bientôt lézardée en révélant des clivages profonds.’ 
‘Une fois établie la démocratie, le temps de la révolution faite par des militaires “la fleur au fusil” ‘achève.’ 
- LE 25 AVRIL 1974, EN DIRECT’ - Heure par heure 
- ‘LES HOMMES-CLÉS DE LA TRANSITION’ 
(Otelo de Carvalho - Álvaro Cunhal - Melo Antunes - Vasco Gonçalves) 
- ‘MÁRIO SOARES, “SOCIALISTE DU POSSIBLE”.’ 

- ‘SORTIR DU CAUCHEMAR COLONIAL’, par Guillaume Blanc 
‘Dans les années 1960, Salazar sait que la pérennité de l’Estado Nov repose sur celle de son empire colonial. Les interminables e anachroniques guerres d’indépendance africaines ont joué un rôle déterminant dans la révolution d’avril 1974. Quatorze années d’usure et de violences ont retourné une génération de soldats contre le gouvernement. 


Preço: 47,50€; 

segunda-feira, 30 de março de 2026

História & Ultramar - ‘PORTUGAL E ÁFRICA’, de David Birmingham - Lisboa 2003 - Raro;





História & Ultramar - A história de Angola, remota e recente, da colonização europeia e particularmente da presença portuguesa e as múltiplas etnias angolas, e as relações seculares entre uns e outros, numa obra de um dos mais profundo investigadores e historiadores da história africana e angolana 


‘PORTUGAL E ÁFRICA’ 
De David Birmingham 
Edição Vega 
Lisboa 2003 


Livro com 256 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“Considerado muito justamente como um dos pioneiros da moderna historiografia angolana, ou seja, aquela que se distingue por uma visão dos homens africano e angolano finalmente ajustada aos seus próprios interesses e idiossincrasias mas não colidindo com valores universais reconhecidos, David Birmingham tem-se notabilizado também por impor a noção de uma história africana independente, extirpara de falsos conceitos e de ideologias ultrapassadas. 
‘PORTUGAL E ÁFRICA’ está nessa linha e constitui uma introdução temática à História de Angola que não só se reveste da maior utilidade para todos quantos a desejam conhecer melhor ou estudá-la como vem preencher uma grave lacuna até agora existente nessa historiografia.“ 


Da contracapa: 
“Em ordem cronológica, obedecendo a critérios pedagógicos claros, de fácil e agradável acesso, são-nos expostos assuntos de importância primordial para uma adequada percepção do passado angolano remoto e próximo. Igualmente nos garante o autor um quadro metodológico do fio dos acontecimentos e de prováveis desenvolvimentos determinantes ao aparecimento de Angola moderna, que competirá depois a outros aprofundar ou criticar em caso de necessidade ou desacordo.
Destaca-se nesta obra o cuidado de David Birmingham em procurar compreender a História de África a partir de uma perspectiva que corresponda aos mais que legítimos interesses dos africanos, bem como a sua preocupação de conseguir inscrevê-la no âmbito mais alargado de um entendimento onde se insere a expansão europeia, neste caso, em primeiro lugar, a portuguesa. 
De sublinhar é também a atenção particular que ele dedica à interação entre africanos e portugueses, negros e brancos, nos mais diversos campos de encontro de ambos ao longo de épocas sucessivas.


O Autor: 
“DAVID BIRMINGHAM é sem dúvida um dos pioneiros da moderna historiografia angolana, ou seja, aquela que se distingue por uma visão dos homem africano e angolano finalmente ajustada aos seus próprios interesses e idiossincrasias mas não colidindo com valores universais reconhecidos. 
Livros como ‘The Portuguese Conquest of Angola’ (1965), ‘TRADE AND CONFLICT IN ANGOLA - The Mbundu and their Neighbours under the influence of the Portuguese 1483-1790’ (1968) abrem uma longa lista de títulos que deram azo a estudos posteriores e se tornaram indispensáveis para pessoas desejosas de aprender a confirmam a originalidade e comprometimento do Autor.
‘PORTUGAL E ÁFRICA’, que ora se apresenta ao leitor português, presta-se, como nenhum outro publicado até à data, a uma introdução temática à História de Angola de que tanto estávamos carentes.“ 



Do ÍNDICE:

Nota Explicativa 
Considerações preliminares 
- Por Arlindo Barbeitos 
PREFÁCIO 

1. - O impacto de Portugal em África 
2. - Os colonizadores e a Idade do Ferro Africana 
3. - O Regimento da Mina 
4. - O comércio africano inicial em Angola 
5. - Tradições, migrações e canibalismo 
6. - Conquistadores Ibéricos e resistentes africanos no Reino do Kongo 
7. - Angola e a Igreja 
8. - ‘Way of Death’ de Joseph Miller 
9. - Os Barões do café de Cazengo 
10. - A Grã-Bretanha e o Ultimato de 1890 
11. - O colonialismo em Angola: a experiência de Kinyama 
12. - Juventude e guerra em Angola 
13. - O 27 de Maio 
14. - Angola revisitada 
15. - Preto e branco na ficção angolana 

NOTAS 


Preço: 47,50€; 

Portugal & Literatura - ‘CINCO DIAS, CINCO NOITES’, de Manuel Tiago - Lisboa 2001;






Portugal & Literatura - Obra de grande carga política em que o autor, fervoroso opositor do regime do Estado Novo relata as peripécias da oposição para enfrentar a repressão nomeadamente aquando da fuga do território nacional 


‘CINCO DIAS, CINCO NOITES’ 
De Manuel Tiago 
Capa de José Serrão 
Edições Avante 
Lisboa 2001 


Livro com 88 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 


O Livro: 
“ ‘CINCO DIAS, CINCO NOITES’ é uma novela que nos conta a história de uma passagem de fronteira a salto durante o fascismo salazarista. Escrita por Manuel Tiago (Álvaro Cunhal), adaptada com exemplar qualidade ao cinema por José Fonseca e Costa, este pequeno elogio da coragem, no dizer do seu prefaciador, Manuel Gusmão, viria a ser classificado por Sophia Mello Breyner Andresen como um dos melhores textos portugueses narrativos do século XX.”


Da badana:
“Recompondo-se, o velho assoou-se lentamente a limpar a vista com o lenço, abanando a cabeça.
- Olhe - disse ele - É aquela. 
E apontou com o queixo afilado. 
André logo simpatizara com a mulher que arquitetara o cão, com os seus olhos francos e afáveis e os seus traços enérgicos e nobres. Depois da história do velho, mais simpática lhe parecia. Olhou-a pois com nova atenção, a procurar reconstituir o seu rosto em criança. O velho agarrou porém o olhar e logo corrigiu, já a rir: 
- Não é essa! É a outra! 
A outra! A menina terna é corajosa era a ‘bruxa’! 
Ao espírito de André veio porém então não o rosto convulsionado pela cólera, mas aquelas mãos mimosas e claras, que se moviam, despertas e hábeis, na costura. 

“ 

O Autor: 
“MANUEL TIAGO - Pseudónimo literário de Álvaro Cunhal, que com ele assinou obras de ficção, designadamente ‘Até Amanhã, Camaradas’ (1975), ‘Cinco Dias, Cinco Noites’ (1975) e ‘A Estrela de Seis Pontas’ (1994, adaptado para cinema por José Fonseca e Costa). A verdadeira identidade de Manuel Tiago só foi confirmada aquando da publicação deste último romance. Durante anos, muito se especulou acerca da autoria das obras.”


Obras do Autor: 
- ‘Até Amanhã Camaradas’ 
- ‘Cinco Dias, Cinco Noites’ 
- ‘A Estrela de Seis Pontas’ 
- ‘A Casa de Eulália’ 
- ‘Fronteiras’ 
- ‘Um Risco na Areia’ 



Do ÍNDICE: 

Capítulo 1 
Ao 
Capítulo 14 


Preço: 

África & Literatura - ‘POETAS DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE’ - Antologia da Casa dos Estudantes do Império - Lisboa 1963 - MUITO RARO;




África & Literatura - Uma Antologia da poesia e poetas oriundos do arquipélago de São Tomé e Príncipe de grande raridade 


‘POETAS DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE’ 
Antologia da Casa dos Estudantes do Império 
Prefácio de Alfredo Margarido 
Edição CEI 
Lisboa 1963 


Livro policopiado, com 97 páginas (94 + III) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Preço: 0,00€; (Indisponível) 

sexta-feira, 27 de março de 2026

Angola & História - ‘EM BUSCA DE KÁBÀSÀ !… - Estudos e reflexões sobre o “Reino” do Ndòngò’, de Virgílio Coelho - Luanda 2010 - RARO;







Angola & História - Estudos sobre os diversos reinos do território que na actualidade pertencem ao país 


‘EM BUSCA DE KÁBÀSÀ !… - Estudos e reflexões sobre o “Reino” do Ndòngò’ 
Contribuições para a História de Angola 
De Virgílio Coelho 
Edição Kilombelombe 
Luanda 2010 


Livro com 470 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização.
RARO. 


Da contracapa:
“ ‘EM BUSCA DE KÁBÀSÀ !… - Estudos e reflexões sobre o “Reino” do Ndòngò’ - Contribuições para a História de Angola, é uma obra que, como o próprio título indica, pretende abordar a dimensão histórica do “Reino” do Ndòngò, uma unidade política centralizada que, de acordo com as tradições orais, escritas e orais-escritas, antigas e contemporâneas, terá emergido entre os rios Kwànzà e Lúkàlà nos séculos XII-XIII, florescido a norte e a sul do rio Kwànzà até ao séc XVI, período em que foi achado pelos navegadores portugueses, cujos contactos originaram o seu declínio e queda na segunda metade do século XVII. 
Os estudos que compõe este livro foram todos produzidos durante a década de 1990. Foi um período que consideramos muito importante para a nossa vida afectiva e intelectual, um período inigualável no plano pessoal porque excepcionalmente criativo. (…) Enquadram-se no âmbito da Antropologia Histórica, um género particular de observação dos fenómenos humanos, incarnando o novo curso de uma História que entende cultivar tanto s virtudes teóricas quanto éticas da aproximação relativista. É por isso que a dimensão histórica constitui a estratégia fundamental de reflexão desta colectânea, pois, ela tende a ressaltar o conhecimento endógeno da sociedade e da cultura no antigo “Reino” do Ndòngò, por um lado ao procurar evitar a análise partilhada de conhecimentos, experiências e saberes das disciplinas da antropologia e da história, e por outro, ao incorporar um referencial crítico que é possibilitado pela Antropologia Histórica. Ao falar de dimensão histórica estaremos em primeiro lugar a referirmo-nos a um plano interactivo, chamando a atenção para o conjunto de relações que cada unidade política e sócio-cultural (Mátàmbà, Hàdì e Mpúngù à Ndóngò) mantém entre si num mesmo período e contexto espacial e a unidade política e sociocultural que destas resulta (o Estado centralizado de Ndòngò), em período posterior. São justamente essas modalidades de interacção que, na perspectiva aqui adoptada, desempenham um papel crucial no sentido de explicar as estruturas e os seus modelos de funcionamento no espaço e no tempo.“ 


O Autor: 
“VIRGÍLIO COELHO é antropólogo, diplomado pela École Pratique des Hautes Études (EPHE), Universidade de Paris - Sorbonne (França), onde também efectuou estudos doutorais em Antropologia Social e Cultural, sob a direção do senhor Prof. Doutor Michel Carty. Concluiu o Mestrado: Diplôme d’Études Approfondis (DEA), na especialidade de ‘Anthropologie comparée des Religions d’Afrique, d’Orient et d’Extreme Orient’, em 1988, sob a direcção da senhor Prof.a Doutora Jacqueline Duvernay-Bolens. 
É investigador (Assessor Principal) do Ministério da Cultura, onde dirigiu algumas das suas instituições, de entre as quais o Departamento de Folclore da Direcção Nacional de Arte (DINARTE) e a Delegação Provincial de Luanda (DPL). De Janeiro de 2003 a Setembro de 2008, foi vice-Ministro da Cultura para o Património e Investigação Científica, no âmbito do Governo de unidade e reconstrução nacional (GURN). 
(…) 
É autor de cerca de cinquenta estudos e artigos versando os temas mais variados.“ 



Do ÍNDICE:  

PREFÁCIO 

Capítulo I - “EM BUSCA DE KÁBÀSÀ… 
Uma tentativa de explicação da estrutura político-administrativa do “Reino” do Ndòngò

Capítulo II - “OS DE DENTRO, OS DE FORA E OS OUTROS”
Análise sucinta de um modelo estrutural de organização administrativa e urbana do “Reino” de Ndòngò, desde a sua fundação até fins do século XVI 

Capítulo III - A SOCIEDADE ‘TÚMÚNDÒNGÒ’ ANTIGA 

Capítulo IV - 
Para uma compreensão da instituição ndòngò no exercício do poder dos Ngòla, nos séculos XVI-XVII 

Capítulo V - 
A data fundação do “Reino” do Ndòngò 

Capítulo VI - 
A historiografia sobre o “Reino” do Ndòngò no contexto da História de Angola: problemas e perspectivas 

Bibliografia 
MAPA 
Índice Remissivo 
Índice de figuras de quadros e Mapa 
VIRGÍLIO COELHO - Bibliografia 


Preço: 97,50€;