sexta-feira, 15 de maio de 2026

Angola & História - ‘MPLA - A REVOLUÇÃO TRAÍDA - 13 Teses da minha Defesa - NITO ALVES’ - Luanda 2021 - MUITO RARO;









Angola & História - 


‘MPLA - A REVOLUÇÃO TRAÍDA’
13 Teses da minha Defesa - NITO ALVES 
Prefácio de José Reis 
Posfácio de Manuel Santis Torres 
Edição ELIVULU 
Luanda 2021 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa: 
“…Mas quando a minha conversa teve lugar com Frank Carlucci, já a CIA estava bem entrincheirada em Angola e pretendia expulsar a influência soviética pela força e não dialogar com o MPLA…
…A CIA, por sua vez, em 1976, já dispunha de 83 agentes na Angolan Task Force no terreno, num plano de estreita cooperação com a África do Sul ‘e com os chineses, que apoiariam a UNITA e a FNLA na sua luta contra os soviéticos, a quem disputavam o aumento de influência em África’.“
Rui Mateus, ‘CONTOS PROIBIDOS - Memórias de um PS Desconhecido’ 

“…Há algumas semanas, descobri um relatório redigido pela CIA, intitulado ‘The Angolan Leadership: current perspectives and prospects after Neto’. Foi escrito por Randy Pherson e publicado em Dezembro de 1978. Actual presidente da próspera ‘Pherson Associates’, ‘especializada na oferta de formação em técnicas analíticas avançadas, destinadas a analistas que trabalham como métodos analítico básicos de espionagem, contra-terrorismo, contra-informação, negação e engano e segurança interna’, tive esperança de o poder entrevistar, mas, depois de responder a um primeiro e-mail, Randy remeteu-se a um silêncio obstinado… Embora Randy se tenha recusado a conversar comigo, outro norte-americano mostrou-se mais aberto e comunicativo. Refiro-me ao embaixador Don McHenry, um afro-americano que foi vice-representante dos Estados Unidos nas Nações Unidas, entre 1977 e 1979, e exerceu funções como representante permanente entre 1979 e 1981. Numa conversa telefónica, falando do seu gabinete na Universidade de Georgetown, disse-me que tivera uma boa reação com Neto. A,nos mantiveram o que descreveu como ‘conversações produtivas’, em 1977, 1978 e 1979. Segundo McHenry, ao longo deste período, ‘Neto mostrou-se muito interessado em criar uma relação com Os Estados Unidos’… Não obstante, é com surpresa que oiço o embaixador admitir a presença de várias personalidades norte-americanas em Luanda, no dia 27 de Maio de 1977. ‘A nossa presença não era segredo’ disse. Estivermos lá, durante vários dias, e falámos com Lopo do Nascimento (o primeiro-ministro)…“ 
Lara Pawson - ‘EM NIME DO POVO - O Massacre que Angola Silenciou’ 

“…O fantasma de um pretenso ‘grupo Nito’, o fantasma do ‘Golpe de Estadi’ é, como ficou exaustivamente e objectivamente denunciado, demonstrado e desmontado ao longo da minha defesa, uma criação de iniciativa e responsabilidade histórica das forças da reacção interna objectivamente ao serviço do imperialismo, que, para tanto, consertou a sua acção com as forças externas da reacção mundial. São agentes provocadores da própria DISA quem montou o fantasma, como se viu nos documentos comprovados do ponto de vista jurídico, cuja validade jamais seria contestada em nenhum tribunal do mundo. Mas os verdadeiros réus são os advogados da pequena e média burguesia, os conscientes defensores da reacção interna. A aliança reaccionária entre à direita, os anti-comunistas e os maoistas são a expressão do instrumento político-ideológico daquela base social, cuja ampla plataforma é o anti-sovietismo…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Defesa’, 1977 


Da BADANA: 
“…As exigências que acabo de formular não ultrapassam o aspecto formal. A questão de fundo, como claramente venho demonstrando ao longo deste extenso documento que trago à vossa consideração, situa-se em termos ideológicos e de princípio e a História, por mera casualidade perante mim a pesada e inadiável responsabilidade de classificar profundamente o fenómeno em curso, de forma a que os mais altos ideais revolucionários dos operários, dos camponeses, dos intelectuais revolucionários, dos sectores patrióticos da burguesia, em suma, de todo o povo que se levantou em armas há cerca de 16 anos, irmanados numa ampla frente nacional anti-imperialista que é o MPLA, dizendo não à exploração do homem pelo homem e que há pouco definiu sem ambiguidades a sua opção socialista, não sejam traídos por manobras tecidas por oportunistas de todos os países, por manipulações reaccionárias alicerçadas na santa aliança de sociais-democratas e maoistas que embora se sirvam da capa do marxismo-Leninismo, mais não fazem quedavam um fosso cada vez mais profundo entre o MPLA e o movimento revolucionário mundial em geral e o campo socialista em particular, de forma a criar as condições para a implantação de um regime neo-colonial, para uma real e efectiva dependência face ao capitalismo internacional…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Dedesa’, 1977 

“… Olhando as coisas sob um prisma da contra inteligência, eis como estão a proceder, neste momento, em Angola, os presumíveis oficiais da CIA que, segundo fontes citadas, estão infiltrados na DISA para operações contra-revolucionárias de destabikização política… Essa política tem de acabar definitivamente, há que negar a condução de revolução seguida até agora; esta é uma imperiosa necessidade que se impõe. Não se trata de um quadro nauseante de luta de influências - é falso e reaccionário apresentar assim o problema. É o próprio futuro da revolução que está em causa…
Nito Alves - ‘13 Teses em Minha Defesa’, 1977 

“Tamanho é o manancial de provas que nos revelam aquelas treze questões, grandes na denúncia, que só por si são a arma de arremesso contra os que urdiram a trama. Não fosse assim e não teriam suportado os horrores da tortura e sucumbido, todos aqueles que, em algum momento, passaram os olhos por tão odiadas páginas, ou que a mera suspeita do carrasco assim o tivesse ditado. No interior da DISA, por exemplo, alguns dos seus quadros atingidos pelo ‘fraccionismo’, viram a pena agravada, isto é, foram passados pelas armas, quando, no móbil do crime, aparecia a perversa leitura das perniciosas teses. E quem as leu não viu tudo, pois das 143 páginas policopiadas que foram entregues ao MPLA, há a acrescentar os anexos, um conjunto de documentos probatórios, que levaram sumiço e nunca, mesmo a pedido, nos chegaram às mãos…“ 
José Reis, in ‘ANGOLA O 27 DE MAIO - A História por Contar’ 



Do ÍNDICE: 

Cronologia da vida de Nito Alves 
NOTA PRÉVIA 
Algumas breves palavras sobre a urgência da publicação deste livro 
PREFÁCIO 
“DIREITO À DEFESA” 

13 TESES em minha defesa 
Isto também é a nossa história 
Pontos e causas das divergências 

1.a TESE 
- O método dialético e o método metafísico 
2. TESE 
- Os antecedentes históricos - as diversas frentes de luta guerrilheira nunca se encontraram 
3. TESE 
- O que é ser vanguarda 
4. TESE 
- Unidade nacional 
5. TESE 
- O anti-sovietismo 
6. TESE 
- A CIA e a revolução angolana 
7. TESE 
- Como iludir o povo 
8. TESE 
- A importância do estudo da teoria 
9. TESE 
- A propósito da opção socialista 
10. TESE 
- Um partido leninista ou um partido social-democrata maoista ? 
11. TESE 
- Análise global do 3.* Plenário do Comité Central - o verdadeiro significado dos cinco minutos que entraram na história do MPLA. As teses em confronto 
12. TESE 
- Conclusão final 
As causas reais e objectivos das nossas divergências nos planos filosóficos, ideológico, organizativo e histórico. A dualidade de critérios de disciplina 
13.a TESE 
- Exijo, no imediato, severa Justi aos verdadeiros réus: e verdadeiro veredicto 

Brevíssimas notas à Guisa de Posfácio 


Preço: 

Portugal - PREC & BD - ‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ (Desenhada), de José Paulo Simões - Lisboa 1977 - MUITO RARO;









Portugal - PREC & BD - A esquerda ligada ao PCP lançou quer durante o PREC, quer posteriormente diverso material de combate político na imprensa afecta e nas suas editoras, entre informação diária através do matutino ‘O DIÁRIO’ com cartoons e este álbum extremamente sarcástico e hoje em dia um documento histórico de grande raridade 


‘A DIREITA DE CARA À BANDA’ 
(Desenhada) 
De José Paulo Simões 
Editorial Caminho 
Lisboa 1977 


Álbum de Banda Desenhada, com 40 páginas, totalmente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


PERSONALIDADES RETRATADAS: 
Neste álbum, são retratados inúmeras personalidades políticas, nacionais e estrangeiros, entre uns adversários do PCP e outros mesmo inimigos assumidos pelos dois lados. 
Entre os primeiros reconhecem-se do PS, Mário Soares, Salgado Zenha, Manuel Alegre, Sotto Mayor Cardia, Jorge Campinos, Raúl Rego, António Barreto, Marcelo Curto, Almeida Santos e Lopes Cardoso, do PPD/PSD, Francisco Sá Carneiro e Magalhães Mota, do CDS, Freitas do Amaral e General Galvão de Melo. Dos militares, General António de Spínola, General Kaúlza de Arriaga e o capitão Tomás Rosa. Do regime anterior, Oliveira Salazar, Marcelo Caetano e Américo Tomás. Da descolonização, Jorge Jardim, Holden Roberto e Jonas Savimbi. E ainda Vera Lagoa (Maria Armanda Falcão) a célebre directora do semanário ‘O Diabo’ e Chico da Cuf (Francisco Ferreira, um dissidente do PCP). Dirigentes políticos internacionais, Gerald Ford, Henry Kissinger, Frank Carlucci, Giscard D’Estaing e o escritor e dissidente russo Alexander Soljenistine.
E entre os inimigos e ódios, Acácio Barreiros (UDP) e Arnaldo Matos (MRPP), além do PCP(ml), a AOC, o MDLP e o ELP. 



A DIREITA DE CARA À BANDA 
(Desenhada) 
- OS 7 MAGNÍFICOS 
- NOIVADOS 
Ou ‘as paixões inconfessáveis da família direitinha’ 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
À atenção do leitor: esta história não deve ser lida por pessoas nervosas ou reaccionárias !!! 
- JOGO DA GLÓRIA DOS DIREITINHAS 
- O CAPUCHINHO VERMELHO 
Uma dos ‘Direitinhas’ quando crianças 
- O CASTELO DOS DIREITINHAS 
A maldição da Múmia 


Preço: 52,50€; 

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Portugal & Estado Novo - Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - Maio 2016 - (‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’) - Lisboa 2016 - Muito Raro;





Portugal & Estado Novo - Análise histórica da queda da I República, o triunfo do movimento militar do 28 de Maio de 1926, a institucionalização do regime e as ascensão do professor de Coimbra a convite dos militares para restaurar as finanças e a chefia do Governo até 1968, ano em que foi substituído por Marcello Caetano 


Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - De Maio 2016. 
‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’ 
‘As revoltas que antecederam o final da I República - Os anos da Ditadura Militar. As proibições impostas. - As deportações, os exílios e os tribunais militares. As tentativas revolucionárias de 1927 a 1931.’ 
Directora: Cláudia Lobo 
Lisboa 2016 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’  

28 de Maio - Cronologia 
- ‘DEZ ANOS DE AGITAÇÃO’ (1923 - 1932), por Luís Almeida Martins 

- ‘ADEUS ILUSÕES’, por Luís Farinha 
“O meu propósito é ir contra a acção nefasta de todos os políticos e dos partidos e de pôr fim à uma ditadura de políticos irresponsáveis.” - General Gomes da Costa, Junho 1926 

- ‘UM COMPLICADO PUZZLE POLÍTICO’, por Luís Bigotte Chorão 
‘O esperto partidário desfeito pelo 28 de Maio refletia as inquietações e as contradições do tempo.’ 
‘Carta de Cunha Leal a Cabeçadas’ 

- ‘O OCASO LENTO DO PARTIDO SOCIALISTA PORTUGUÊS’, por Luís Farinha 
‘O velho partido de José Fontana viu-se primeiro emparedado entre republicanos e anarquistas e depois em confronto com o marxismo revolucionário dos comunistas.’ 

- ‘NO CENTRO DA REPÚBLICA’ 
‘Muitas foram as formações políticas do tronco republicano.’ 

- ‘A “REVOLTA DOS GENERAIS” ABALA LISBOA’, por Ricardo Silva 
‘A tentativa de golpe militar contra a I República, em 19 de Abril de 1925, foi contida pelas forças leais ao Governo Constitucional, mas verificar-se-ia depois que não passou de um ensaio para o 28 de Maio do ano seguinte.’ 

- ‘OS SARGENTOS ATACAM DE ALMADA’, por Ricardo Silva 
‘Derrotada a “cabeçada” de Mendes Cabeçadas, seguiu-se, em 2 de Fevereiro de 1926, nova tentativa de golpe, está liderada pelos subalternos da Escola Prática de Artilharia, de Vendas Novas.’ 
EM DISCURSO DIRECTO - Humberto Delgado conta, nas suas memórias, como foi ferido a tiro na noite de 2 de Fevereiro de 1926, em Vendas Novas. 

- ‘28 DE MAIO - O DIA QUE DUROU DEZ DIAS’, por Ricardo Silva 
‘Desta vez não chegou a haver tiros, mas o golpe que inaugurou uma ditadura de 48 anos teve todos os ingredientes de guerra civil, num choque entre comandantes e respectivas concepções políticas.’ 
FILME DOS ACONTECIMENTOS - As movimentações iniciadas no dia 27 de Maio em Braga só terminariam a 6 de Junho, com a entrada das forças de Gomes da Costa em Lisboa. 

- ‘APOGEU E QUEDA DO GENERAL DE MAIO’, por Ricardo Silva 
‘Gomes da Costa enterrou as ilusões regeneradoras de Cabeçadas e de muitos republicanos, mas acabaria apeado por Carmona logo em Junho de 1926, depois de durante dias ter transformado o País num quartel.’ 
MENDES CABEÇADAS - O Grande Arrependido 
GOMES DA COSTA - Um Triunfo Breve 
ÓSCAR CARMONA - 25 anos no pódio 

- ‘VISADO PELA COMISSÃO DE CENSURA’, por Joaquim Cardoso Gomes 
‘A liberdade de imprensa desapareceu logo em 24 de Junho de 1926, menos de um mês após o golpe.’ 

- ‘A “VIDA BOA” CONTRA A “BOA VIDA”.’, por Pedro Caldeira Rodrigues 
‘Para atenuar os efeitos da moralização imposta, o teatro de revista apostou na estética modernista e no luxo dos cenários e dos adereços.’ 

- ‘A LENTA MORTE DO SINDICALISMO INDEPENDENTE’, por António Ventura 
‘O golpe militar cortou as asas a um movimento laboral já dividido entre três correntes, e a criação dos “sindicatos nacionais” representou a machadada final.’ 

- ‘UMA JUSTIÇA POLÍTICA DE EXCEÇÃO’, por Irene Flunser Pimentel 
‘A Ditadura Militar (como depois o Estado Novo) sustentava que existia “liberdade de pensamento”, mas criou Tribunais Militares Especiais destinados a punir os seus opositores ativos.’ 

- ‘OS AÇORES NA ROTA DOS PRESOS POLÍTICOS’, por Sérgio Rezendes 
‘O arquipélago atlântico serviu de local de deportação.’ 

- ‘ESPERANÇAS E DESILUSÕES NO EXÍLIO’, por Susana Martins 
‘Começou logo em 1926 o calvário dos oposicionistas expatriados, fugazmente animados pela implantação da II República em Espanha.’ 

- ‘HOMEM-CHRISTO FILHO, O ILUSTRE PROSCRITO’, por Rita Almeida de Carvalho 
‘Aquele que é por muitos considerado o único verdadeiro fascista português teve uma vida breve mas faustosa, trepidante, preenchida e aventurosa.’ 

- ‘PELA DIREITA É QUE PASSA A SER O CAMINHO’, por Luís Farinha 
‘Em 1928, Portugal aprovou o seu primeiro Código da Estrada. Mas o estado das vias e o défice educativo dos cidadãos comprometeram, os efeitos positivos da medida.’ 

- ‘AS FINANÇAS DA REVOLUÇÃO E A REVOLUÇÃO NAS FINANÇAS’, por Nuno Valério 
‘Os “heróis” da estabilização financeira de 1922-1932 foram dois militares republicanos esquecidos, um militar revolucionário mal-amado e um civil triunfante.’ 
VITORINO GUIMARÃES - O Esquecido 
ÁLVARO DE CASTRO - O Fim da Inflação 
SINEL DE CORDES - O Mal-Amado 

- ‘A ASCENSÃO DE SALAZAR’, por Filipe Ribeiro de Meneses 
‘Para a transformação da Ditadura Militar numa ditadura nacionalista capaz de “reconciliar o Estado com a nação”, o poderoso ministro das Finanças contou com o apoio decisivo do Presidente da República, Óscar Carmona.’ 

- ‘DITADOR DAS FINANÇAS E FUNDADOR DO “IMPÉRIO”.’, por Ana Catarina Pinto 
‘Foi decisivo o papel de Salazar na captação para a ditadura da burguesia metropolitana, oferecendo-lhe um império.’ 

- ‘IVENS FERRAZ “À PONTA DA CORDA, DO LADO DA REPÚBLICA”.’ por Ana Catarina Pinto 
‘O presidente Carmona arbitrou o conflito de 1929-1939, entre o chefe do Governo e o ministro das Finanças, a favor do segundo, Salazar. E assim foi enterrado o projeto de regresso à República liberal.’ 
IVENS FERRAZ - “Ditador” mas Pouco 

- ‘UMA PEQUENA GUERRA CIVIL’, por Luís Almeida Martins 
‘Entre 3 e 9 de Fevereiro de 1927 ocorreu a primeira tentativa de derrube da ditadura, envolvendo civis e militares em larga escala. Os sublevados do Porto nunca deixariam de acusar Lisboa de não se ter erguido a tempo.’ 

- ‘A EFÉMERA ATLÂNTIDA’, por Luís Almeida Martins 
‘Em 1931, a Madeira chegou a libertar-se da ditadura. Mas seria a última grande tentativa de inverter a situ Antes da institucionalização do Estado Novo.’ 
FERREIRA CAMÕES - O Tenente Rebelde prendeu as autoridades da Ilha 
JÚLIO BOTELHO MONIZ - O Futuro Ministro da Defesa esteve entre as Forças da Ditadura 


Preço: 32,50€; 

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Portugal & Ultramar - ‘TRATADO BREVE DOS RIOS DE GUINÉ’, de Luís Silveira - Lisboa 1946 - MUITO RARO;





Portugal & Ultramar - A descrição das populações da vasta zona da Senegambia e Guiné efectuada pelo capitão André Alves d’Almada em finais do século XVI, em torno dos inúmeros rios e zonas húmidas desta área que deu origem posteriormente a vários países do golfo africano 


Edição Nova do 
‘TRATADO BREVE DOS RIOS DE GUINÉ’ 
Feito pelo Capitão André Álvares d’Almada 
De Luís Silveira 
Edição patrocinada pelo Governo da Colónia da Guiné 
Impressão: Oficina Gráfica Limitada, Lisboa 
Lisboa 1946 


Livro com 108 páginas, exemplar com as ‘folhas por abrir’ e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


SINOPSE: 
“Em 1594, o capitão André Álvares de Almada, natural da ilha de S. Tiago escrevia o documento mais importante sobre o encontro luso-guineense: "Tratado Breve dos Rios de Guiné do Cabo Verde"; desde o rio de Sanagá até aos Baixos de St.ª Ana; de todas as Nações de Negros que há na dita Costa, e dos seus costumes, armas, trajes, juramentos e guerras. Elementos mais valiosos, riqueza documental assim, não existiam na nossa historiografia. No entanto, o trabalho de André Álvares D'Almada andou esquecido. Deve-se a Diogo Köpke, em 1841, relevando trabalho de ter preparado a edição do Tratado, feita à base de um manuscrito que estava recolhido na Biblioteca Pública Municipal do Porto. Em 1946, no âmbito das comemorações do V Centenário do Descobrimento da Guiné, dava-se à estampa a edição nova do tratado.”
Mário Beja Santos - In blogue ‘Luís Graça & Camaradas da Guiné’ 



Do ÍNDICE: 

1. - ESCLARECIMENTO 
2. - Descrição das espécies 

3. - TRATADO BREVE DOS RIOS DA GUINÉ 
PRÓLOGO 
Capítulo I. - Que trata dos negros jalofos 
Capítulo II. - Dos mais costumes destes jalofos 
Capítulo III. - Que trata do Reino do Ale-em-Bicane 
Capítulo IV. - Que trata do Reino de Borçalo 
Capítulo V. - Que trata do Reino de Gâmbia 
Capítulo VI. - Que trata do mais que há neste Reino de Gâmbia 
Capítulo VII. - Que trata dos arriatas e falupos 
Capítulo VIII. - Que trata do Reino do Casamança 
Capítulo IX. - Que trata do Reino dos Buramos 
Capítulo X. - Que trata dos Bijagós 
Capítulo XI. - Que trata do Rio Grande 
Capítulo XII. - Que trata do que há mais nesta terra de Beafares 
Capítulo XIII. - Que trata dos Reinos dos Naluns, Bagas e Coquolins 
Capítulo XIV. - Que trata do Reino dos Sapes 
Capítulo XV. - Que trata como alevantam os reis na terra dos Sapes 
Capítulo XVI. - Que trata dos Sumbas 
Capítulo XVII. - Que trata dalgumas guerras que tiveram estes Manes 
Capítulo XVIII. - De como quiseram conquistar os Manes a terra dos Souzos 
Capítulo XIX. - Da fresquidão desta terra 

4. - Ms. 297 F. G. da BNL. Passs com informações novas 
5. - Ms. 297 F. G. da BNL. Incipit 
6. - Ms. 603 da BPMP - Incipit 
7. - Ms. 525 F. G. da BNL - Incipit 

8. - Registo dos nomes geográficos 
I. - Do texto principal 
II. - Do ms. 297 F. G. da BNL 

9. - Observações 


Preço: 77,50€; 

Angola - História & MPLA - ‘O LADO OVIMBUNDU DE AGOSTINHO NETO’, de Bernardino Luacute - Lisboa 2019 - Raro;









Angola - História & MPLA - A investigação sobre as origens familiares e religiosas do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto 


‘O LADO OVIMBUNDU DE AGOSTINHO NETO’ 
De Bernardino Luacute 
Edição Perfil Criativo 
Lisboa 2019 


Livro com 72 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa: 
“(…) Um dos temas mais importantes para, talvez, perceber a personalidade do primeiro Presidente de Angola, versa nas suas origens sociais. Os arquivos metodistas traçam as origens do seu pai cuja erudição foi apreciada pelos missionários americanos já nos anos de 1920. As origens da mãe não são orquestradas, confessamos ignorar as razões, é isso não faria sentido uma vez que são origens nobres. A sua mãe terá nascido numa embala em Balombo, é isso explica parte da herança sociocultural de Manguxi. O presente texto não apresenta uma hipótese de trabalho, mas sim explora uma facto histórico: origem meridional do primeiro Presidente de Angola (…).“ 
Patricio Batsîkama in PREFÁCIO 


Da Badana: 
“PRIMEIRAS CHUVAS 

Quarenta anos após o falecimento do primeiro presidente de Angola, Dr. António Agostinho Neto, em Moscovo, a 10 de Setembro de 1979, num novo ciclo marcado pelo aprofundar da reconciliação nacional, onde se salienta o funeral do Dr. Jonas Savimbi, e deu-ma surpreendente regeneração do papel do Estado, acompanhada de uma vontade de abertura ao mundo moderno, decidimos trazer à estampa a voz de um autor do Lobito, licenciado em Ciências da Educação - Curso de História pelo Centro Universitário de Benguela (CUB), integrado na Universidade Agostinho Neto. 
Depois de um processo histórico muito marcado pelo combate, a tarefa de reconstruir a(s) História(s) e a valorização das identidade(s) torna-se um caminho complexo que deverá mobilizar autores, instituições e principalmente, os cidadãos que se querem informados. 
A publicação em livro de estudos e memórias é um exercício de serviço público que estamos empenhados em concretizar com sucesso, e que em paralelo deverá impulsionar a organização de debates e encontros de especialistas, dentro e fora da academia. 
Cientes destas dificuldades que vamos encontrar damos início a esta caminhada, acompanhados pelos nossos leitores e autores, numa caminho que se que longo e onde as vozes passem a ter eco, 
É chuva de um tempo seco, águas que vão fazer florir as culturas de todas as lavras.“ 
João Ricardo - Editor 


O Autor: 
“BERNARDINO LUACUTE 
Filho de Pereira Luacute e de Sofia Bernardo Luacute, Bernardino Chambala Bernardo Luacute nasceu em 1979 no Lobito, província de Benguela, Bairro da Boa Esperança. 
Entre 2003 e 2006, frequentou o Centro Universitário de Benguela (CUB), Universidade Agostinho Neto, através do qual obteve, em 2009, o grau de licenciatura. 
Em 2013, a KAT-Editora publicou o trabalho final de curso do Autor, intitulado ‘Tendências Político ideológicas do Processo Nacionalista Angolano (1945-1975)’, tendo o lançamento ocorrido na Universidade Katyavala Bwila de Benguela e no Instituto Médio Politécnico Sol Nascente do Huambo. 
Bernardino Luacuteé, desde 1988, militar das Forças Armadas Angolanas (FAA).“ 



Do ÍNDICE: 

Agradecimentos 
PREFÁCIO 
- Por Patricio Batsîkama 

INTRODUÇÃO 
Biografia de Agostinho Neto 
Naturalidade de Maria da Silva Neto 
Povoação de Kambanjo 
Nação Ovimbundu 
Rapto de Maria da Silva Neto para o trabalho forçado 
Trabalho forçado 
Visita de Agostinho Neto à povoação dr Kambanjo 
Prisão e assassinato de homens negros e letrados da Igreja Protestante 
Móbeis à omissão da naturalidade de Maria da Silva Neto 
Determinação revolucionária de Agostinho Neto 
Messias Agostinho Neto 
Relação de Agostinho Neto com parentes maternos 
Considerações gerais 

Bibliografia 


Preço: 32,50€; 

Angola & Literatura - ‘MUCANDA’, de Geraldo Bessa Victor - Braga 1965 - MUITO RARO;





Angola & Literatura - Da vasta bibliografia desta autor, destaque para esta obra de poesia editada nos meados da década de sessenta 


‘MUCANDA’ 
De Geraldo Bessa Victor 
Edição PAX 
Braga 1965 

Livro com 80 páginas (74 + 6) e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O AUTOR: 
“GERALDO BESSA VICTOR foi um escritor angolano. Escritor, poeta, ensaísta e jornalista angolano, é natural de Luanda, onde nasceu em 1917. Fez os seus estudos liceais em Luanda e passou a exercer funções de empregado bancário.” 


OBRAS DO AUTOR: 
- ‘AO SOM DAS MARIMBAS’ - poemas - Livraria Portugália, Lisboa 1943; 
- ‘MINHA TERRA E MINHA DAMA’ - Ensaios - Lisboa 1952; 
- ‘CUBATA ABANDONADA’ - poemas - AGU, Lisboa 1958;
(Prémio Camilo Pessanha - 1957) 
- ‘MUCANDA’ - poemas - Editora PAX, Braga 1964; 
- ‘SANZALA SEM BATUQUE’ - contos - Editora PAX, Braga 1967; 
- ‘POÈMES AFRICAINS’ - poemas - Editora PAX, Braga 1967; 
- ‘QUINJANGO NO FOLCLORE ANGOLENSE’ - ensaio - Editora PAX, Braga 1970; 
- ‘MUCANDA. CUBATA ABANDONADA’ - reedição num único volume - Edição Kraus Reprint, Nendeln 1970; 
- ‘MONANDENGUE’ - poemas - Livraria Portugal, Lisboa 1973 
(Prémio Camilo Pessanha - 1972) 
- ‘AO SOM DAS MARIMBAS’ - ‘POÉMES AFRICAINS’ - reedição num único volume - Edições Kraus Reprint, Nendeln 1973; 
- ‘INTELECTUAIS ANGOLENSES DOS SÉCULOS XIX E XX - Augusto Bastos’ - ensaio - Edição do autor, Lisboa 1975;


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Angola & Ultramar - LOTE DE 2 POSTAIS ETNÓLOGOS - Luanda 1966 (?) - MUITO RARO;





Angola & Ultramar - Exemplares históricos de postais ilustrativos das populações e etnias desta à época província ultramarina portuguesa da África Ocidental 


LOTE DE 2 POSTAIS ETNÓLOGOS 
1. - Tipo rácico do sul de Angola 
Edição COMER 
Lisboa 1966 (?) 
2. - Homem Dimba - Angola 
Edição Hospital Missionário da Humpata 
Luanda 1966 (?) 


Exemplares não circulados e em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 17,50€; (Lote completo);

Tomar & Literatura. - ‘POEMAS E CANÇÕES POPULARES’, de Manuel António Cordeiro - Tomar 1979 - RARO;






Tomar & Literatura. - O autor reuniu as suas criações entre a poesia e as canções, abordando as mais variadas temáticas da vida quotidiana e editou o livro com impressão local 


‘POEMAS E CANÇÕES POPULARES’ 
De Manuel António Cordeiro 
Edição do Autor 
Composto e impresso em ‘A Gráfica de Tomar’ 
Tomar, Porto da Lage, 1979 


Livro com 120 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 



Preço: 27,50€; 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Portugal & Ultramar - ‘A INFORMAÇÃO EM MOÇAMBIQUE’, de José Júlio Gonçalves - Lisboa 1965 - MUITO RARO;















Portugal & Ultramar - Estudo aprofundado da imprensa e impressão em Moçambique até aos ano de 1964 com muita informação inédita  importante para a sua análise e enquadramento histórico 


‘A INFORMAÇÃO EM MOÇAMBIQUE’ 
(Contribuição para o seu estudo) 
De José Júlio Gonçalves 
Edição Universidade Técnica de Lisboa 
Lisboa 1965 


Livro com 166 páginas, muito ilustrado (imagens e mapas) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

1. - BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE OS MEIOS E PROCESSOS TRADICIONAIS DE COMUNICAÇÃO UTILIZADOS PELOS AUTÓCTONES PRÉ-GÂMICOS DE MOÇAMBIQUE 

2. - IMPACTO DO ISLÃO NA ÁFRICA ORIENTAL. A DIFUSÃO DO CORÃO E OUTROS LIVROS RELIGIOSOS MUÇULMANOS 

3. - PENETRAÇÃO PORTUGUESA EM TERRAS MOÇAMBICANAS, MEIOS E MÉTODOS DE COMUNICAÇÃO USADOS NOS PRIMEIROS CONTACTOS COM OS AUTÓCTONES E ALIENÍGENAS DE ESTIRPE ÁRABE 
3.1 Os intérpretes (‘línguas’), os gestos, os ‘recados’ e as cartas 

4. - PRIMEIRAS PUBLICAÇÕES LEVADAS PARA MOÇAMBIQUE PELOS CARAVELISTAS E MISSIONÁRIOS PORTUGUESES 
4.1 As Ordenações do Reino, as Cartinhas, as Cartilhas e Cathecismos 
4.2 A comunicação pela imagem: uma imagem do Anjo Gabriel e o retábulo de D. Gonçalo da Silveira 

5. - INTRODUÇÃO DA TIPOGRAFIA EM MOÇAMBIQUE (1854) 
5.1 Primeiros jornais publicados em prelos moçambicanos 
5.1.1 O ‘Boletim do Governo da Província de Moçambique’ (1854): primeiro jornal oficial 
5.1.2 ‘O Progresso’ (1868): primeiro jornal não oficial de Moçambique 
5.2 Primeiras publicações não periódicas impressas em Moçambique 
5.2.1 ‘O Regulamento Geral das Alfândegas da Província de Moçambique’ (1854): primeira separata tirada em prelos moçambicanos 
5.2.2 ‘O Almanach Civil Eclesiástico Histórico Administrativo da Província de Moçambique para o Anno de 1859, 3.* depois do Bissexto (1859)’: primeiro livro impresso em Moçambique 
5.2.2.1 Regime jurídico das actividades tipográficas e informativas à data da instalação do primeiro prelo em Moçambique 
5.3 Contribuições de Mário Costa, Raul Neves Dias e Filipe Gastão de Almeida de Eça para o conhecimento da evolução histórica da Imprensa em Moçambique. Um número especial - ‘A Imprensa de Moçambique’ - comemorativo do 1.* Centenário (1854-1954) da Imprensa de Moçambique 
5.4 Algumas notas sobre a informação sectorial impressa da província de Moçambique 
5.4,1 A imprensa católica em Moçambique 
5.4.2 Publicações protestantes impressas ou circuladas em Moçambique 
5.4.3 Publicações periódicas e não periódicas muçulmanas divulgadas em Moçambique 
5.4.4 Jornais e outras publicações militares moçambicanas de ontem e de hoje 
5.5 Alguns problemas cruciais da informação impressa de Moçambique 
5.5,1 As barreiras linguísticas e culturais. Pluralismo linguístico e cultural. Analfabetismo 
5.5.2 O condicionalismo económico-social. Transportes. Poder aquisitivo dos leitores. Concentração. O jornalismo profissionalizado. Problemas suscitados pela publicidade 
5.5.3 A questão do jornalismo infantil e juvenil: um grave problema a resolver 
5.6 Relação das principais publicações periódicas postas a circular em Moçambique desde 1854 a 1964=
5.7 Notas sobre as publicações impressas em Moçambique. O movimento de algumas bibliotecas locais - um indicador cultural 

6. - A INFORMAÇÃO ÁUDIO-VISUAL 
6.1 Introdução e desenvolvimento do cinema em Moçambique. A frequência dos cinemas e a diferenciação social típica das regiões pluriculturais. Elementos estatísticos 
6.2 Introdução da T.S.F. Em Moçambique 
6.2.1 Quadro das emissoras existentes em Moçambique e respectivas potências 
6.2.2 Problemática da informação auditiva em Moçambique. Poder de penetração, programação, evolução técnica e cultural. Os programas destinados aos autóctones. A chamada ‘hora nativa’ 
6.2.3 A informação auditiva em terras moçambicanas. Estatísticas, audiência aparente e audiência real 
6.3 O turismo: uma fonte de divisas e de informações 

7. - OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO 
7.1 A correspondência postal, fonopostal, telefónica, telegráfica e magnetofónica. Teor estatístico da sua utilização em Moçambique 
7.2 Perspectivas e campos que se abrem à Informação em terras moçambicanas 

8. - LEI DA IMPRENSA EM VIGOR EM MOÇAMBIQUE 

9. - BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 
9.1 Trabalhos assinados 
9.2 Trabalhos não assinados e outros 


Preço: 67,50€; 

Portugal - Angola & Literatura - ‘JANELAS DE ORVALHO’, de Graça Arrimar - Tomar 2008 - Muito Raro;






Portugal - Angola & Poesia - A autora, nascidas nas terras do sul de África e radicada na Europa, divide as sua produção poética ente os dois continentes em várias obras já publicadas 


‘JANELAS DE ORVALHO’ 
De Graça Arrimar 
Edição Terras de Linho 
Tomar 2008 


Livro com 126 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


A Autora: 
“GRAÇA ARRIMAR nasceu em 1955, em S. Pedro da Chibia, Angola. Na cidade do Lubango, capital da província da Huíla, concluiu o ensino secundário e iniciou o ensino superior. Nesta cidade escreveu os primeiros poemas e participou em recitais.
Na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, licenciou-se em História e obteve o grau de Mestre em História Regional e Local. 
Já a residir em Tomar, em 1993, concluiu o Curso Superior Especializado em Arqueologia, Arte e Restauro - Arte, no Instituto Superior Politécnico. 
Exerce a sua actividade profissional como professora da Escola de Santa Iria, em simultâneo com a de investigadora no âmbito da História, tendo publicado (em 2002) a obra intitulada ‘A Assistência da Santa Casa da Misericórdia - Os Expostos - 1799-1823’. 
No campo literário, contam-se três livros publicados pela ‘Razão de Ser’: ‘Nos braços do vento’ (em 2000), ‘Viagens de sal e de mel’ (em 2003) e ‘Tomar, um rio de vida’ (em 2005). ‘Silêncios de Outono’ encontra-se no prelo. Colaborou na praça da poesia (secção poesia) da revista literária ‘Entre Letras’. 
Foi autora de ‘Um projecto três escolas’, incentivando a escrita criativa e a leitura expressiva de poesia, no seio escolar. 
Tem dinamizado a participação de jovens, em recitais, com poemas de diversos autores da lusofonia.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Dona do Mundo, por Ana Paula Tavares 

I Parte 
- Tempo de outro tempo 
- (Des) esperança 
I - Dona do Mundo 
II - Transpirar a terra 
III - Água de sabor a terra 
IV - Planalto da Huíla 
V - Os beijos 
VI - O regresso à terra 
VII - Senhora do Monte 
VIII - Em Janeiro 
IX - Lubango 
X - Chibia 
XI - Desejo de criança 
XII - Rosas de porcelana 
XIII - Ilhéus 
XIV - Segredos 
XV - Namibe 
XVI - Para lá do oceano 
XVII - Um manjar 
XVIII - Advinhar 
XIX - Tempo de colheita 
XX - Cacimbo 
XXI - Rapariga muíla 
XXII - Raiz da terra 
XXIII - Por terras de funanço 
XXIV - Que lugar ? 
XXV - Jogo da macaca 
XXVI - Ancestralidade 
XXVII - Meu pai 
XXVIII - Salalé 
XXIX - A minha gente 
XXX - Mukulucai 
XXXI - A nossa casa 
XXXII - A terra 
XXXIII - À tua imagem 
XXXIV - Silêncio da lua 
XXXV - Os curandeiros 
XXXVI - As cores da infância 
XXXVII - Natal até quando for 

II Parte 
Canção 
XXXVIII - Liberdade 
XXXIX - Estrelas enamoradas 
XL - Mar encantado 
XLI - A vida 
XLII - Calmaria 
XLIII - Beira-mar 
XLIV - Escrever o quê… 
XLV - Uma viagem 
XLVI - Os afectos 
XLVII - Angústia 
XLVIII - Aniversário 
XLIX - Ondas de feitiço 
L - Deusa do Amor 
LI - Caminhos da vida 
LII - A lua 
LIII - Aromas quentes 
LIV - Respirar o teu ar 
LV - Uma miragem 
LVI - Desânimo 
LVII - Angústia 
LVIII - Tentações 
LIX - O tempo 
LX - Carreira da Índia 
LXI - Destino 
LXII - Metamorfose 
LXIII - Dependência 
LXIV - O fascínio do jogo 
LXV - Uma vez… 
LXVI - Um cais no ocaso 
LXVII - Janelas sobre Lisboa 
LXVIII - Crepúsculo dos Deuses 
LXIX - Solidão desejada 
LXX - Caminhadas… 
LXXI - Preâmbulo… 
LXXII - A espera 
LXXIII - Atracção 
LXXIV - Um grito 
LXXV - Calamidade 
LXXVI - O fado 
LXXVII - Palavras de amor 
LXXVIII - A criação 
LXXIX - Inquietude 
LXXX - Preconceitos 
LXXXI - Decepção 
LXXXII - Uma canção 
LXXXIII - Consoada 
LXXXIV - Forças maiores 
LXXXV - Gaivotas 
LXXXVI - Orvalho mágico 
LXXXVII - Um instante 
LXXXVIII - O Outono renasce 
LXXXIX - Encontros… 
XC - Um beijo 
XCI - Anseios e devaneios 
XCII - Desejo maior 
XCIII - Injustiça 
XIV - Luta interior 
XCV - Que estação 
XCVI - Janelas de orvalho 

Glossário 

Nota Biográfica 


Preço: 27,50€;