terça-feira, 7 de outubro de 2025

Portugal - Angola & Ultramar - ‘KINDA - E Outras Histórias de uma Guerra Esquecida’, de Carlos Acabado - Porto 2011 - RARO;










Portugal - Angola & Ultramar - Relatos das vivências do autor enquanto piloto da FAP no conflito nesta antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental e dos contactos com as populações africanas 


‘KINDA - E Outras Histórias de uma Guerra Esquecida’ 
De Carlos Acabado 
Edição Caminhos Romanos 
Porto 2011 


Livro com 204 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa: 
“O que narro são factos vividos durante os anos em que Portugal travou as últimas batalhas do Império. Da Bruna densa que ainda hoje envolve a memória desses tempos de luta, emergem, como fantasmas, figuras reais cujos caminhos se cruzaram com o meu. Para os recordar como os vi então, retoquei-lhes o rosto e o perfil, roubando assim à morte, ao tempo e à vida, a possibilidade de os adulterarem. Fixei-os como se os olhasse em fotografia antiga, onde os velhos parecem jovens e os mortos ainda riem, lembrando-os nobres e puros como eram quando, como figurantes, desempenharam um papel no drama que Portugal representou no palco africano.“ 


Da badana: 
“ ‘KINDA - E Outras Histórias de uma Guerra Esquecida’ 

Eis um livro singular ! Ele é composto por dezassete narrativas, HISTÓRIAS VERDADEIRAS, VIVIDAS PELO AUTOR DO ESCRITO, Major Piloto Aviador Carlos Acabado. 
As narrativas referem-se a factos que aconteceram em Angola. Apesar disso, elas não são histórias de guerra, mas sim vivências que “respiram” a guerra. Muitos dos acontecimentos vividos têm no seu seio uma forte carga emocional. Não obstante, e, apesar de alguns dos textos do escritor estarem embebidos em trágicos acontecimentos, a sua forma de escrever é sempre aprazível e tranquila. Nos escritos coabitam a comédia e a tragédia, o burlesco e o drama, a lealdade e a traição, a dignidade e a desonra, a abnegação e a cobardia, o bem e o mal…
Algumas das histórias vividas, por Carlos Acabado, ocorreram em tempos muito conturbados, em circunstâncias invulgares. Ora, é precisamente nessas ocasiões que o verdadeiro carácter dos homens se revela, seja na sua sublime grandeza, seja na sua mesquinha pequenez. 

‘KINDA - E Outras Histórias de uma Guerra Esquecida’ é realmente um livro perfumado de amor por África e também um cântico à Portugalidade e ao Mundo Lusíada. 
É tempo de começar a construir com seriedade, uma Comunidade que englobe a Portugalidade que os lusitanos durante séculos semearam pelo mundo, a lusofonia dos países gerados por Portugal e os milhões de portugueses da diáspora, emigrantes que todos os dias dão lições de amor Pátrio. 

ASSIM SE CUMPRIRÁ PORTUGAL, diria Fernando Pessoa.“ 


O Autor: 
“CARLOS ACABADO
O Autor nasceu na cidade de Évora em 1935. Após ter terminado os estudos liceais, ingressou na Força Aérea Portuguesa, onde tirou o curso de piloto aviador. Em 1963, foi mobilizado para Angola, onde totalizou treze anos ao serviço de Portugal, em sucessivas comissões que assumiu voluntariamente. 
Eram tempos onde além do mais, transportando feridos e doentes para os hospitais, salvou vidas, arriscando não poucas vezes a sua. Entre outras condecorações, foram-lhe atribuídas a Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma e a Cruz de Guerra, está por feitos em combate. 
O Major Carlos Acabado apaixonou-se por África, visitou muitos países deste continente, conheceu os seus povos e estudou os seus usos e costumes.
Publicou ainda ‘MARGEM ESQUERDA - Crónicas de um Alentejo Antigo’ e um livro ilustrado para crianças intitulado ‘Conversas com o Gorila Virunga’.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

A QUEM LER 
- A Floresta da Verdade 
- Chissoia 
- O Professor 
- Um Jantar na Lumbala 
- Kinda 
- O Soba 
- O Caminho para Moimenta da Beira 
- O Chefe de Posto 
- Crónica de uma Missão em Terras do Fim do Mundo 
- Um dia de Natal 
- A Guerra do Professor 
- O Centurião 
- A Avó do Cabo Diniz 
- A Mãe 
- A Ponte do Rio Luío 
- Fascínio 


Preço: 37,50€; 

Angola & Literatura - ‘OS CAMINHOS DA TERRA’, de Fernando Fonseca Santos - Lisboa 1997 - Muito Raro;





Angola & Literatura - As vivências do autor pelas terras do sul angolano e as populações indígenas com quem foi vivendo e observando 


‘OS CAMINHOS DA TERRA’ 
De Fernando Fonseca Santos 
Edição Quetzal Editores 
Lisboa 1997 


Livro com 396 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa:
“E era tudo o que era só seu e não conseguirá nem soubera pôr no que havia escrito e deveria dizer da terra, da guerra, da morte, do medo, dos homens, e o que não ficara nas palavras onde não havia nem sons, nem a luz, nem a cor, nem a dolência das vozes, nem o que estivera nos olhos das pessoas, muito menos o que suspeitara nas almas de quem conhecera e com ele partilhara o pão e a água, os anseios e as dores, os medos, os receios, a carne e o sangue, a comida colhida e caçada, as vinculadas, intuídas e primevas certezas, os seus amigos que lhe ensinaram da morte, que ali se repartia e era mais viva por ser mais vivida, porque vivia neles acordada e eles sabiam como com ela se podia viver e como é que ela se fazia e de que é que ela se fazia, porque fazia fazer, com consciência acendida, quando estava a ser feita. 
Ah! A fraternidade a que ali conhecera o sentido verdadeiro que pusera no lugar onde antes estava apenas o significado virtual de uma palavra, a fraternidade de repartir a água que havia de beber, a carne que conseguiam caçar e as vidas que tinha visto darem-se num superar tranquilo que apagava o que poderia haver de sacrifício nesses actos. 
E agora o seu vazio do que podia haver e era, minguado, um pouco de todas essas partes, o que estava nele e nele se refazia, na mão que segurava a carta, a mão com que escrevera no caderno as notas e os trechos que procurara pôr inteiros, sem encontrar o caminho que o pudesse aproximar de um gesto que vira o Velho fazer, esculpindo no ar o que para ele devia ser inteiro, a mão onde estivera a imprudência maior de não saber sequer se nela havia jeito, e fizera o que não era para guardar, mas que só se poderia repartir com quem tinha caminhado com ele nessa jornada, e antes - dos que estavam vivos -, com esse que conhecia os trilhos que os elefantes traçam ‘no tempo que era de antes do tempo dos homens antigos’ e soubera mostrar-lhos, antes de o levar pela mão pelos caminhos da terra.“ 

O Autor: 
“FERNANDO FONSECA SANTOS é advogado de profissão, natural de Benguela, nascido numa família de fundas raízes angolanas e já tem publicado outro romance ‘SÓ SE FOI AMANHÃ’, Relógio d'água, 1992.“



Do ÍNDICE: 

Capítulo I 
Ao 
Capítulo XVII 

Nota 
Elucidário 


Preço: 27,50€; 

África & História - ‘POR UMA DIMENSÃO MOÇAMBICANA DA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA’, de Severino Elias Ngoenha - Porto 1992 - Muito Raro;






África & História - Estudo e análise da filosofia e política de origem e tradição africana 


‘POR UMA DIMENSÃO MOÇAMBICANA DA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA’ 
De Severino Elias Ngoenha 
Edições Salesianas 
Porto 1992 


Livro com 160 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


O Autor:
“SEVERINO ELIAS NGOENHA nasceu em Maputo no ano de 1972.
Fez os estudos secundários no Liceu Josina Machel. Em 1981 ingressou no seminário Maior S. Pio X de Maputo.
Em 1984 foi continuar os seus estudos em Roma, onde obteve em 1985 bacharelato em filosofia pela Pontifícia Universidade Urbaniana e em 1988 bacharelato em teologia pela mesma Universidade.
Em 1988 obteve também a licenciatura em filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana.
Em 1989 vai a Paris onde continua as suas investigações em vistas do Doutoramento que viria a defender em 1990 na Universidade Gregoriana de Roma. 
Publicou um estrato da sua tese nas edições da Universidade Gregoriana, em 1991, e o texto integral da mesma pelas Edições Salesianas do Porto.
Actualmente encontra-se em Lausanne onde prepara uma obra sobre a filosofia africana.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

INTRODUÇÃO 
Capítulo I - A HISTÓRIA VISTA DA PERIFERIA DO MUNDO 
a) - História e identidade 

Capítulo II - METAMORFOSES DE UM NASCIMENTO 

Capítulo III - POLÍTICA E CULTURA 

Capítulo IV - GOVERNAR-SE OU SER GOVERNADOS ? 
a) - Direito e cultura 

Capítulo V - DOS FUTURÓLOGOS AOS PROFETAS 
a) - Utopia 
b) - Previsão social 
c) - Planetarismo ? 
d) - Pan-Africanismo ? 
e) - Áfrico-Australismo ? 
f) - SADCC ou constelação ? 

Bibliografia 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - História & Ultramar - ‘ANGOLA AND MOZAMBIQUE - The Case Against Portugal’, by Anders Ehnmark and Per Wästberg - New York 1963 - MUITO RARO;






Portugal  - História & Ultramar - A situação sobre a administração colonial portuguesa nas então províncias ultramarinas de África, Angola e Moçambique, analisadas pelos autores suecos e edição publicada em inglês nos Estados Unidos 


‘ANGOLA AND MOZAMBIQUE - The Case Against Portugal’ 
By Anders Ehnmark and Per Wästberg 
Edition by Roy Publishers, INC. 
New York 1963 


Livro de capas duras e sobrecapa, com 176 páginas e ilustrado com mapas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.



Do ÍNDICE: / CONTENTS: 

ANGOLA, per Anders Ehnmark 
I. - Lufuma 
II. - White man’s country 
III. - White man’s city 
IV. - The mystique of violence 
V. - The tradition of violence 
VI. - The rebels 
Notes 

MOZAMBIQUE, per Wästberg 
- Facts 
- Journey through Mozambique 
- Beira-by-the-sea 
- Slums and the world 
- Colonization 
- Lusitania 
- Sacred work 
- The unemployed 
- The emigrants 
- The lifeless serfs 
- Instruments of punishment 
- The schools 
- Christianity 
- Assimilados 
- Increasing racial oppression 
- Silence 
- The white opposition 
- The Africans’ resistance 
- The frontiers 
- Facing the future 
- Letter from an African refugee 


Preço: 127,50€; 

Portugal - Descolonização & História - Revista ‘Jornal Ilustrado’, n. 876 - 12.12.1991 - (‘TIMOR, ONTEM E HOJE’) - Lisboa 1991 - MUITO RARO;








Portugal - Descolonização & História - 


Revista ‘Jornal Ilustrado’, n. 876 - De 12 de Dezembro de 1991.
‘TIMOR, ONTEM E HOJE’ 
Suplemento semanal de ‘O JORNAL’ 
Lisboa 1991 


Exemplar com 36 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Temas em destaque: 
- ‘TIMOR, ONTEM E HOJE’ 

- ‘OS ÚLTIMOS DIAS DOS PORTUGUESES EM TIMOR’, por Rogério Rodrigues e Afonso Praça 

- ‘QUANDO ÉRAMOS BONS AMIGOS’ 

Relações entre Portugal e a Indonésia 
- ‘A FIRMEZA DEPOIS DA AMBIGUIDADE’, por Fernando Vale 





Preço:  0,00€; (Indisponível) 

sábado, 4 de outubro de 2025

Portugal & Moçambique - Revista ‘TEMPO’, n. 52 - 12.09.1971 - (CHIBANGA e ASTRONAUTAS AMERICANOS EM SAFARI) - Lourenço Marques 1971 - MUITO RARO;





















Portugal & Moçambique - Uma revista de grande qualidade jornalística e com a publicação de interessantíssimas reportagens e assuntos, particularmente nesta edição a fama e prestígio de Ricardo Chibanga, o único toureiro negro e dois astronautas americanos em Safari no território 


Revista ‘TEMPO’, n. 52 - De 12 de Setembro de 1971. 
‘CHIBANGA DO XIPAMANINE AO SUCESSO’ e ASTRONAUTAS AMERICANOS EM SAFARI 
Director: Eng. Rogério F. de Moura - Director Adjunto: Rui Cartaxana 
Lourenço Marques 1971 


Exemplar com 64 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque:
 CHIBANGA “EL AFRICANO”
- ‘NASCEU NO XIPAMANINE O 1.* NEGRO MATADOR DE TOURO’ 
‘Conta-se que Picasso foi um dia aos touros. Vai muitas vezes. Estava em Frejus, na sua propriedade vizinha de S. Tropez, e mais uma vez foi ver uma tourada. 
Mas essa tarde de Agosto de 1970 ficaria para sempre na memória do genial pintor. 
A primeira surpresa aconteceu quando Picasso viu entrar na arena um toureiro negro, a cor da pele contrastando violentamente com os dourados do ‘traje de luces’, com um andar arrastado e felino, que somava riscos frente ao touro com uma galhardia invulgar.
Ricardo Chibanga era o nome que figurava nos cartazes.’ 
- CHIBANGA DE PICASSO: UMA PESSOA QUE VIVE BEM” 
- PICASSO DE CHIBANGA: “CORDOBÉS E CHIBANGA OS TOUREIROS QUE MAIS ME IMPRESSIONARAM” 
‘Um sonho que se faz realidade’ 
‘A amizade de Eusébio’ 
‘Chibanga recorda’ 
- ‘DA BOLA E DA AMIZADE DE EUSÉBIO AOS REDONDÉIS DE TODO O MUNDO’ 
‘Profissional a sério’ 
- ‘PALMARÉS IMPRESSIONANTES: 180 corridas, 140 orelhas, 29 rabos, 38 vezes aos ombros’ 

- ‘JAMES LOVELL E STUART ROOSA: DOIS “YANKEES” DIFERENTES’ 
Reportagem de Arlindo Bandeira (texto) e António Jorge (fotos) 
- ‘DAS ROTAS DO ESPAÇO ÀS MATAS DE MOÇAMBIQUE’ 
‘Dois Astronautas americanos - James Lovell e Stuar Roosa - vieram caçar a Moçambique. A aventura decorreu no distrito da Beira durante doze dias, nas coutadas da SAFRIQUE: Pômpoé, Nhamacala, Nhamacorora.’ 
‘O Astronauta não destruiu o Homem’ 
‘Eu sou James ! Eu sou Stuart !’ 
‘Caçar em Safari.’ 
‘Paisagem, fauna, apoteose.’ 
- ‘RICOS SÓ EM GLÓRIA’ 
‘Trechos de um diálogo’ 
‘As férias terminaram. O desejo é voltar.’ 
‘…reluz é é oiro!’ 

- ‘MISS MOÇAMBIQUE É MISS PORTUGAL’ 

- ‘DEFINIÇÕES PARA UM CINEMA MOÇAMBICANO’, texto de Maria de Lourdes 

- ‘NEM TUDO ESTÁ CERTO NO MINIBASQUETE’
Texto de Guilherme da Silva Pereira - Fotos de Kok Nam 

- ‘PUBLICIDADE FANTASMA PREJUDICA MOÇAMBIQUE’ 


Preço: 77,50€; 

Portugal & PALOP’s - ‘A CPLP E SEU ENQUADRAMENTO’, de Maria Regina Marchueta - Lisboa 2003 - Raro;





Portugal & PALOP’s - Uma análise aprofundada da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) constituída por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor 


A CPLP E SEU ENQUADRAMENTO’ 
De Maria Regina Marchueta 
Prefácio de António Martins da Cruz 
Edição do Ministério dos Negócios Estrangeiros 
Biblioteca Diplomática 
Lisboa 2003 


Livro com 190 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 

INTRODUÇÃO 
SOBRE A POLÍTICA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO 
1. - A emergência do Terceiro Mundo e as clivagens Norte - Sul 
2. - A Europa e o diálogo Norte - Sul 

O ESPAÇO LUSÓFONO DE COOPERAÇÃO 
1. - As relações luso / angolanas 
2. - As relações luso / cabo-verdianas 
3. - As relações luso / guineenses 
4. - As relações luso / moçambicanas 
5. - As relações luso / são-tomenses 
6. - As relações luso / brasileiras 
7. - A cooperação de Portugal com Timor-Leste 

O RELACIONAMENTO LUSO-BRASILEIRO COMO PIVOT DA CPLP 

O CONCEITO DA LUSOFONIA 

AS DISTINTAS PERCEPÇÕES SOBRE A CPLP 

A CPLP, UMA REALIDADE POLÍTICA 
1. - A dinâmica interna da CPLP 
2. - A afirmação internacional da CPLP 

CONCLUSÃO 

Bibliografia 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Angola - ‘ASPECTOS DE ALGUNS COSTUMES DA POPULAÇÃO LUANDENSE’, de Ana de Sousa Santos - Luanda 1970 - Muito Raro;




Portugal & Angola - Análise etnológicos da população da capital angolana 


‘ASPECTOS DE ALGUNS COSTUMES DA POPULAÇÃO LUANDENSE’ 
De Ana de Sousa Santos 
Edição do Instituto de Investigação Científica de Angola 
Impresso na Tipografia Angolana 
Luanda 1970 


Livro com 20 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


A Autora: 
“Ana de Sousa Santos fez parte da Divisão de Etnologia e Etnografia do Instituto de Investigação Científica de Angola (IICA).” 



Preço:  0,00€; (Indisponível) 

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Portugal - Política & História - Duplo LP de VINIL - ‘SÁ CARNEIRO - RECORDAÇÃO VIVA’ - Lisboa 1981 - MUITO RARO;
















Portugal - Política & História - Uma obra histórica que preserva a voz do fundador e líder do PPD/ PSD e primeiro-ministro após a vitória da AD (PSD, CDS e PPM) em 1979 e 1980, tragicamente falecido a 4 de Dezembro de 1980 num acidente de avião em Camarate, arredores de Lisboa 


Duplo LP de VINIL - ‘SÁ CARNEIRO - RECORDAÇÃO VIVA’ 
Edição do PSD (Partido Social Democrata) 
Secção E 
Capas de Branco de Oliveira 
Lisboa 1981 


Exemplar composto por 2 LP’s, capas e discos, em muito bom estado de conservação. Excelentes.
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Duplo LP de VINIL - ‘SÁ CARNEIRO - RECORDAÇÃO VIVA’ 

DISCO 1 
Lado A (25’) 
- Hino do PSD ‘POVO LIVRE’ 
- Posse do VI Governo (03.01.1980) 
- Apresentação do Programa do VI Governo (11.01.1980) 
Lado B (25’) 
- Moção de Confiança. Intervenção Final (18.01.1980) 

DISCO 2 
Lado A (25’) 
- Debate Político e Económico do Governo 
- Intervenção Final (06.03.1980) 
Lado B (25’) 
- Continuação do debate político e Económico do Governo 
Intervenção Final (06.03.1980) 
- Análise dos resultados das eleições na Conferência de Imprensa (05.10.1980) 
- Hino Nacional - ‘A Portuguesa’ 


FICHA TÉCNICA: 
INTERVENÇÕES DO DR. SÁ CARNEIRO - R.D.P.
O PSD agradece à RDP, a cedência das intervenções.
EDIÇÃO: Comissão Política da Secção E e do PSD 
Seleccção das Intervenções: Nobre Fernandes e B. Oliveira 
Escrita: 
Seleção - Nobre Fernandes e B. Oliveira 
Coordenação e toda a assistência: B. Oliveira 
Som e montagem: Alberto Nunes e Branco de Oliveira 
Estúdio: MUSICORDE 
Fotografias: Raúl de Nascimento e Comissão Política da Secção E do PSD 



REACÇÕES DE PERSONALIDADES,
PARTIDOS POLÍTICOS 
E ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS 
À MORTE DO DR. FRANCISCO SÁ CARNEIRO 
- “Honrem a memória do Dr. Francisco Sá Carneiro, recordando as suas obras, a sua convicção democrática, a sua dedicação patriótica.” 
General Ramalho Eanes - Presidente da República 

- “Sá Carneiro foi o grande construtor de um projecto de democracia plena justiça social.” 
Pinto Balsemão - Militante n. 2 do PSD e primeiro-ministro 

- “Sá Carneiro um dos maiores estadistas de sempre e um tenaz defensor da Democracia.” 
Leonardo Ribeiro de Almeida - Presidente da Assembleia da República 

- “O Dr. Francisco Sá Carneiro foi um grande homem, um grande lutador e um grande estadista. A História não o esquecerá.” 
Diogo Freitas do Amaral - líder do CDS 

- “Curvo-me respeitosamente perante a memória de Francisco de Sá Carneiro. Importa reconhecer o talento e a frontalidade com que sempre soube lutar pelo que considerava ser o interesse nacional. Adversário político de Sá Carneiro, sempre mantive com ele relações de grande cordialidade, mesmo nos momentos mais difíceis, como é natural em Democracia.” 
Mário Soares - líder do PS 

- “A morte de Sá Carneiro é uma tragédia para Portugal e para a Democracia.” 
Francisco Salgado Zenha 

- “Sá Carneiro foi um dos homens que mais colaborou para forjar um Portugal Democrático e livre. A trágica mote do Primeiro-ministro português provocou-me um dos impactos mais profundos de quantos já sofri, tanto no terreno pessoal como nó político.” 
Adolfo Suarez - Primeiro-ministro espanhol 

- “A morte do Primeiro-ministro Sá Carneiro privou Portugal e todo o mundo de um líder que simbolizava muitos dos traços mais importantes da Democracia ocidental.” 
Jimmy Carter - Presidente dos EUA 

- “A morte de Sá Carneiro deixa em Portugal um doloroso vazio.” 
Helmut Schmidt - Chanceler da RFA 

- “Fiquei profundamente abalada ao ouvir a notícia da trágica e inesperada morte do Primeiro-ministro Sá Carneiro.” 
Margaret Thatcher - Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha 

- “Profunda admiração e simpatia pelo Primeiro-ministro Sá Carneiro.” 
Rei Gustavo - Suécia 



ALGUNS DADOS SOBRE FRANCISCO SÁ CARNEIRO 
“Nasceu no Porto, em 19 de Julho de 1934, na freguesia da Vitória, Porto, pertencente, pelo lado materno, a uma das mais conhecidas famílias portuenses. Seu pai, o Dr. José Gualberto Sá Carneiro, era oriundo de humildes lavradores, tendo-se formado em direito à custa de ‘sebentas’ estudantis que escrevia, em Coimbra. 
Em 1956 concluiu a licenciatura em Direito, em Lisboa, iniciando imediatamente a sua actividade de advocacia no Porto, a que se dedicou em exclusivo até 25 de Abril de 1974, à excepção de um período em que foi deputado à Assembleia Nacional. Foi sócio fundador e presidente da Mesa da Assembleia Geral da Cooperativa Confronto do Porto, dissolvida em 1972, por os seus fins serem considerados inconvenientes pelo regime então em vigor. 
Foi, durante anos, director da revista dos tribunais.
Em 1969 aceitou a candidatura à Assembleia Nacional, vincando, num comunicado, juntamente com três candidatos pelo seu círculo, a sua independência relativamente ao governo vigente, ao mesmo tempo que declarava estar disposto a bater-se pela consecução efectiva das liberdades públicas e a lutar pela instauração da Democracia em Portugal.
Foi um dos deputados mais activos da XI Legislatura, em que fez 85 intervenções m das quais se destacam 8 projectos de Lei e uma proposta para criar uma comissão de inquérito à actuação da P.I.D.E/D.G.S., para estudar todas as queixas que lhe fossem apresentadas ou de que tivesse conhecimento. 
Lutou, também, pela abolição da censura, levando àquela Assembleia, casos concretos de intervenção da polícia do pensamento. Por considerar não poder continuar a exercer o mandato que lhe havia sido confiado sem quebra da sua dignidade, atitude que justificou em extenso documento, renunciou à sua presença na Assembleia Nacional, renúncia que se tornou efectiva em 2 de Fevereiro de 1973. 
Deu ao semanário ‘Expresso’ uma regular colaboração, colaboração essa que acabou por desaparecer face aos sucessivos cortes de que vinham sendo alvo os seus artigos pela censura. 
É autor das seguintes obras: ‘Uma Tentativa de Participação Política’, Ed. Morais, Lisboa 1971; ‘Revisão da Constituição Política’, Ed. Liv. Figueirinhas, Porto 1971; ‘As Revisões da Constituição Política de 1933’, Ed. Brasília Editora, Porto 1971; ‘Ser ou não Ser Deputado?’, Ed. Arcádia, Lisboa 1973; ‘Vale a pena ser Deputado?’, Ed. Jornal do Fundão, 1973; ‘Por uma Social Democracia Portuguesa’, Ed. Publicações Dom Quixote, Lisboa 1975; ‘Poder Civil, Autoridade Democrática e Social Democracia’, Ed. Publicações Dom Quixote, Lisboa 1975; ‘Impasse’, Ed. Macroplan, 1978; ‘Uma Constituição para os Anos 80’, Ed. Publicações Dom Quixote, Lisboa 1979. 
Em Maio de 1974, é o principal fundador do PPD (Partido Popular Democrático) e assume, logo após a fase de organização as funções de Secretário Geral, cargo em que foi confirmado no 1.* Congresso do Partido, em Novembro de 1974. 
A sua actividade de oposição durante o fascismo granjeou-lhe grande popularidade, o que esteve na origem da sua nomeação para Ministro Adjunto do Primeiro-ministro do I Governo provisório, deixa as funções governativas com a queda desse I Governo pós 25 de Abril e, até Janeiro de 1980, nunca mais exerceu qualquer cargo de governação.
Em 1979 foi um dos fomentadores da formação da Aliança Democrática que englobou o PSD, CDS e PPM. 
Em 3 de Janeiro de 1980 é empossado no cargo de Primeiro-ministro do VI Governo, CArt que exerceu até à sua morte. 
O VI Governo obtém resultados económicos jamais atingidos pelos governos anteriores. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro faleceu tragicamente em 4 de Dezembro de 1980, aos 46 anos de idade, deixando cinco filhos.



Preço: 77,50€;