segunda-feira, 22 de junho de 2026

Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - ‘SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS’, de António Maria Veríssimo - Samora Correia 2011 - Muito Raro;









Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - O autor relata nesta obra as vivências enquanto militar destacado para esta antiga província ultramarina portuguesa do golfo africano, nos anos de 1968/70 em quadras muito sentidas 


‘SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS’ 
De António Maria Veríssimo 
Edição do Autor 
Samora Correia 2011 


Livro com 130 páginas em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Sinopse: 
“ANTÓNIO MARIA VERÍSSIMO é um poeta popular que nasceu no concelho do Montijo, freguesia de Canha do Ribatejo, Monte de Maria Vicente, no dia 30 de Janeiro de 1947.
O poeta popular escreve quase todos os dias um poema na mesa do almoço. Às vezes chega a acordar a meio da noite com um poema na cabeça e não descansa enquanto não o põe no papel. Passa-os depois numa velhinha máquina de escrever, antes de os enviar para a gráfica.
Os dois anos que passou na Guerra do Ultramar inspiram-no em muitos poemas, tal como a política.
É casado e vive actualmente, com o seu agregado familiar, na freguesia de Samora Correia.” 



Do ÍNDICE: 

Ficha Técnica 
CÉDULA PESSOAL 
Agradecimentos 

- Elvas 
- Dia de embarque 
- Embarcados 
GUINÉ 1969 - Picada que liga a aldeia de Có à aldeia da Peconha 
- 1.* dia de Natal 
- Desgraça 
GUINÉ PORTUGUESA - Sítio de Có 
- Adeus Amores 
- Lavadeira 
- Lavadeira de Olossato 
- Menino soldado 
- Mulheres e crianças de CÓ 
- Esperança 
GUINÉ PORTUGUESA - Sítio de Maqué 
- Quadras diversas 
- Debaixo de fogo 
- Bela 
- Terra batida 
GUINÉ Julho de 1969 
- Nostalgia 
- Madrugada de Abril 
- Caminhada 
- Caçador soldado 
- Abril 
- Do sul ao norte 
- Confissão 
- Escola de Olossado 
- Foste tu 
- 2.* dia de Natal 
- Aqui passa a morte 
- Dor 
- Carta 
- Adeus amigo 
- Deus sabe 
- A dita dura 
- Bananeira 
- Natal de 1969 
- Firme 
- A ferro e fogo 
- Vai a enterrar um terrorista 
- Adeus amigo Faria 


Preço: 27,50€; 

Fauna & Literatura - ‘UMA HISTÓRIA DE AMOR EM ÁFRICA’, de Daphne Sheldrick - Lisboa 2013 - Raro;















Fauna & Literatura - A história de uma família do Quénia dedicada à Vida Selvagem do país, particularmente na recuperação dos animais órgãos, particularmente entre os elefantes e rinocerontes 


‘UMA HISTÓRIA DE AMOR EM ÁFRICA’ 
De Daphne Sheldrick 
Tradução de Cristina Belo e Susana Serrão 
Edição Casa das Letras 
Lisboa 2013 


Livro com 386 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“Esta é a história dos meus antepassados colonos; do meu crescimento na quinta dos meus pais; dos safaris e das noites estreladas; da minha alma gémea David, das minhas filhas Jill e Angela, do nascimento do nosso orfanato de elefantes, da minha vida vivida - tudo interligado com histórias encantadoras de muitos e diversos animais, que enriqueceram incomensuravelmente a minha existência, animais que é amei e conheci como mãe adotiva. 
Tendo como cenário a terra imponente que é África, a origem da humanidade, é aqui que a minha história começa.“ 

“Um retrato admirável do amor, do trabalho e da vida de duas pessoas.
In ‘People’ 

“Comovente e fascinante.” 
In ‘Kirkus Reviews’ 

“Cinco estrelas… Um livro de memórias encantador que levanta a questão sobre o lugar de cada um: tanto de pessoas como animais.“ 
In ‘The Daily Telegraph’ 

“Uma História de Amor em África é, simultaneamente, um incrível livro de memórias e de duas profundas histórias de amor.“ 
In ‘GQ’ 


Da Badana: 
“DAPHNE SHELDRICK foi a primeira pessoa a alimentar elefantes recém-nascidos. O seu profundo carinho e compreensão, os seus anos de experiência na observação da vida selvagem no Quénia e o seu trabalho pioneiro no aperfeiçoamento da criação de animais e das fórmulas de leite salvaram inúmeros elefantes, rinocerontes e outros animais bebés de uma morte certa. 
Nestas memórias comoventes, Daphane narra sua espantosa relação com vários animais órfãos, incluindo o seu primeiro amor, ‘Bushy’, um antílope de olhar lúcido; ‘Ricky-Ticky-Tavey’, o agitado tecelão-de-cabeça-branca; ‘Huppety’ a zebra travessa; e a magestosa elefanta ‘Eleanor’, com quem Daphne partilhou mais de 40 anos de uma profunda amizade. 
Mas esta é também uma história de amor entre Daphne e David Sheldrick, o famoso director do Parque de Tsavo. Foi o seu amor profundo e apaixonado, a visão extraordinária de David sobre a natureza e a sua trágica morte que inspiraram Daphne, nomeadamente na criação do mundialmente conhecido ‘Fundo David Sheldrick’ para a Protecção da Vida Selvagem e do berçário dos órfãos do Parque Nacional de Nairóbi, onde Daphne continua a viver e a trabalhar. Com enfoque não só na campanha infatigável de David e Daphne para pôr termo  à caça ilegal e a preservação da vida selvagem do Quénia, mas sobretudo em toda a sua capacidade para amarem os animais e na criação de berçários expressamente concebidos para que os animais regressem ao meio selvagem, ‘UMA HISTÓRIA DE AMOR EM ÁFRICA’ transborda amor, compaixão e humor, revelando uma visão rara da vida de uma das mulheres mais notáveis do mundo de hoje.” 


A Autora: 
“Nascida e criada no Quénia, Daphne Sheldrick trabalhou com o marido, David, o lendário director do Parque Nacional de Tsavo Oriental no Quénia, a criar e reabilitar animais selvagens órfãos de inúmeras espécies. 
Desde a morte de David, em 1977, e apoiada pela filha mais velha, Daphne tornou-se internacionalmente conhecida pelos sei trabalho com elefantes e rinocerontes órfãos. Constituiu o ‘Fundo David Sheldrick’ para a Proteção da Vida Selvagem, atualmente dirigido pela filha mais nova, Ângela. 
Em 2001, Daphne Sheldrick recebeu a ‘Ordem da Lança Ardente’ do Quénia, em 2002 o ‘Prémio Carreira’ da BBC e, em 2006, foi-lhe concedido o título de ‘Comendadora do Império Britânico’ pela Rainha, a primeira honra a ser atribuída no Quénia desde a independência em 1963.“ 



Do ÍNDICE; 

Dedicatória 
PRÓLOGO 

1. - Colonos 
2. - Infância 
3. - Em crescimento 
4. - Vida de Casada 
5. - Apaixonada 
6. - Decisões 
7. - Começar de novo 
8. - Amor e órfãos 
9. - Estabelecida 
10. - Conflito 
11. - Descoberta 
12. - Expansão 
13. - Tumulto 
14. - Dor 
15. - Crescimento 
16. - Realização 

EPÍLOGO: David 
Agradecimentos 


Preço: 32,50€: 

Portugal - Ultramar & História - Revista ‘DOMINGO’, de 16.07.2023 - (‘GUERRA COLONIAL - 30 DIAS CERCADOS PELO INIMIGO’) - Lisboa 2023 - MUITO RARO;







Portugal - Ultramar & História - Relatos dramáticos dos últimos grandes combates na Guiné, entre as Forças Armadas Portuguesas e os guerrilheiros do PAIGC, estes com cada vez melhor e mais modernos equipamentos de guerra, fornecidos pelos países do leste europeu 


Revista ‘DOMINGO’, de 16 de Julho de 2023. 
‘GUERRA COLONIAL - 30 DIAS CERCADOS PELO INIMIGO’ 
‘Quase no fim dos combates, em 1973, os militares portugueses destacados para a Guiné viveram dias de terror em Guidage. Os sobreviventes contam como foi.’ 
Lisboa 2023 


Exemplar com 50 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
- ‘GUERRA COLONIAL - 30 DIAS CERCADOS PELO INIMIGO’, por Marta Martins Silva 
‘GUIDAGE, povoado no norte da Guiné, tornou-se sinónimo de sofrimento e morte para os combatentes portugueses que ali estiveram cercados mais de um mês. Sobreviventes contam o que passaram.’ 
- “VAIS PARA GUIDAGE ? TU VAIS MAS É PARAR AO INFERNO, ESTÁS LIXASO !”
‘Naquela povoação da Guiné, que fazia ponteira com o Senegal, os militares portugueses ficaram cercados pelo inimigo durante mais de um mês sem comida, alimentavam-se com borras de café com sal e marmelada e conviviam com os feridos e os mortos, que não eram retirados porque não havia evacuação possível. O cerco a Guidage causou 100 mortos.’ 
- ‘Morreram mais de 3000 militares portugueses na Guiné, ao longo dos 11 anos que durou a guerra naquele território.’ 
‘JOSÉ PECHIRRO, 74 anos, foi mobilizado para a Guiné em 1971. Mal soube que ia para Guidage avisaram-no logo que era “o inferno”.’
- “Naquele dia 23 de Maio de 1973, às 4h da manhã, havia dois cheiros no quartel: a pólvora e a sangue. Os caixões estavam preparados.” - Honório Canelas (73 anos) 
- “Disseram-me quando cheguei: vais ter medo nos primeiros oito dias, depois dá-se a sensação que os outros é que morrem.” - José Pechorro 
‘SALGUEIRO MAIA FOI A GUIDAGE E CONTOU O QUE LÁ VIU.’ 
- “Foram dias seguidos de terror autêntico durante o cerco. Aquilo era ao deus-dará, era salve-se quem puder.” - Carlos Alexandre (74 anos) 
- “Comíamos borras de café com sal, pão e arroz com marmelada. Duante dias não havia mais nada para comer. Zero.” - Carlos Alexandre 


Preço: 27,50€; 

Portugal - Descolonização & História - ‘TIMOR-LESTE - DIREITOS HUMANOS’ - Lisboa 1985 - MUITO RARO;










Portugal - Descolonização & História - Um importante é histórico relatório da Amnistia Internacional sobre o território de Timor, desde o início do processo de descolonização até à invasão e à guerra entre a resistência timorense e os invasores indonésios, com destaque particular para os desmandos na guerra civil entre a FRETILIN e a UDT e a acção repressiva e sangrenta das Forças Armadas da Indonésia 


‘TIMOR-LESTE - DIREITOS HUMANOS’ 
Publicações Amnistia Internacional 
Edição  portuguesa: Secção Portuguesa da Amnistia Portuguesa 
Tradução de Teresa Cruz 
Lisboa 1985 


Livro com 28 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

DIREITOS HUMANOS EM TIMOR-LESTE 
- A invasão de 1975 
- Ofensivas contra a FRETILIN 
- Acesso à Informação 
- Alegados abusos praticados pela FRETILIN 
- Declarações do Governo 
- Recomendações 
- Ondas de repressão 

EXECUÇÕES EXTRA JUDICIAIS E “DESAPARECIMENTOS” 

TORTURA E MAUS TRATOS 

DETENÇÃO 
- A cadeia da Comarca de Díli 
- Ataúro 
- “Aldeias de recolonização” 

“NORMALIDADE” 
- PostScript sobre julgamentos 


Preço: 37,50€; 

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Portugal - Descobrimentos & História - ‘FERNANDO MAGALHÃES’, a biografia por Stefan Zweig e viagem por Gonçalo Cadilhe - Lisboa 2019 - (5 Volumes) - RARO;









Portugal - Descobrimentos & História - Fernão de Magalhães (Sabrosa, Norte de Portugal, c. 1480 – Mactan, Filipinas 27 de abril de 1521) foi um navegador português que se notabilizou por ter liderado a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, a Expedição de Magalhães.


‘FERNANDO MAGALHÃES’ - 5 Volumes 
A biografia por Stefan Zweig e 
A viagem por Gonçalo Cadilhe 
Edição semanário ‘EXPRESSO’ e Altheia 
Lisboa 2019 


Exemplares em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
Com a respectiva caixa arquivadora. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


“O leitor tem nas mãos, portanto, a mais bem sucedida tentativa literária de contar aquela que é, sem exagero, a mais extraordinária expedição marítima da história, e seria interessante especular um pouco sobre as razões que explicam esse sucesso. O talento literário de Zweig, a sua imaginação vivíssima, o seu total domínio técnico do ofício da escrita, tudo isto são certamente explicações, mas talvez a razão mais profunda seja o espanto genuíno do escritor diante daquela que ele chamou ‘a mais extraordinária odisseia na história da humanidade’. Como disse, ‘apossou-se de mim a estranha sensação de narrar alguma coisa de inventado, como que um desejo ou sonho, uma das sagradas lendas da humanidade. E, contudo, é a verdade, a verdade que ressoa como se fosse absolutamente inverosímil!’.”
Henrique Leitão 


Volume 1
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 120 páginas. 

Do ÍNDICE: 
Nota Explicativa 
PREFÁCIO - Magalhães, ou a expedição da longitude 
Por Henrique Leitão (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) 
INTRODUÇÃO 
- Navigare necesse est 
- Fernando de Magalhães na Índia 
- Fernando de Magalhães liberta-se 
- Uma ideia torna-se realidade 
- Uma vontade contra mil obstáculos 

Da contracapa:
“De cinco navios - a expedição de Fernando de Magalhães prova este exemplo - podem perder-se quatro com a carga, duzentos homens de duzentos e sessenta e cinco podem não voltar, marinheiros e capitães talvez percam vida, mas o negociante, esse, apesar de tudo, ainda ganhou, se um só dos cinco navios, um navio pequeno, regressar, passados três anos, bem carregado de especiarias, a carga indemnizará largamente perdas e danos: no século XV, um único saco de pimenta vale mais do que uma vida humana; não nos admiremos se entre a oferta de vidas humanas sem valor e a ardente procura da preciosa especiaria, o resultado seja sempre favorável, largamente vantajoso.“ 
Stefan Zweig 


Volume 2 
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 88 páginas. 

Do ÍNDICE: 
- A partida 
- Fernando de Magalhães procura em vão 
- A revolta 
- O grande momento 


Volume 3 
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE: 
- Fernando de Magalhães descobre o seu reino 
- A morte antes do último triunfo 
- O regresso sem o chefe 
- Aos mortos, ninguém lhes dá razão 
- Cronologia 
- Cópia Der Newen Zeytung aus Presillg Landt 
- Contrato concluído entre sua Magestade e Magalhães e Faleiro sobre o descobrimento das Ilhas das especiarias 
- Lista de despesas feitas com a frota de Magalhães 


Volume 4 
‘A VIAGEM’, por Gonçalo Cadilhe 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE: 
I. - PORTUGAL 
- Vésperas de partida 
- O primeiro passo 
- Crescendo em Lisboa 
II. - ÁFRICA ORIENTAL 
- Escalas em Moçambique 
- O gosto do sangue 
III. - ORIENTE 
- Perplexidade pela Monção 
- Inauguração de Goa 
- No cruzamento do mundo 
- Chegar às Molucas 
IV. - ATLÂNTICO NORTE 
- O destino selado em Azamor 
- Renúncia e abandono 
- Na estrada para Valladolid 
- Tango em Tordesilhas 
- Deixar Sevilha 
Notas 
Bibliografia 

Da contracapa:
“Dos primeiros anos de vida de Magalhães muito pouco se sabe. Nenhuma certeza existe sobre o lugar ou a data do seu nascimento. Sabe-se apenas que terá crescido em Lisboa: excelente ponto de partida para um percurso de vida do tamanho do mundo,“ 
Gonçalo Cadilhe 


Volume 5 
‘A VIAGEM’, por Gonçalo Cadilhe 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE:  
V. - ATLÂNTICO SUL 
- A escolha de Carvalho 
- Letras a bordo 
- Retalhos da história 
- Motim no fim do mundo 
- Na Patagónia 
- Um estreito sem nome 
VI. - PACÍFICO 
- O lugar do mar 
- Na Micronésia 
- Choque cultural em Guam 
- A terra é redonda 
- O primeiro dia 
- Contrariar o destino em Cebu 
- Morte de Magalhães 
VII. - O GLOBO TODO 
- A metade conhecida do mundo 
- Final não feliz 
CRONOLOGIA ESSENCIAL 
- Lista de sobreviventes da circum-navegação 
- Tripulantes portugueses da Armada das Molucas 
Notas 
Bibliografia 

Da contracapa:
“À medida que desce o Atlântico, em busca de uma passagem entre os dois oceanos que nada prova que exista, Magalhães enfrenta uma tripulação furiosa e amedrontada. Essa passagem é o momento mais triunfai da vida de Magalhães e, ainda hoje, um marco geográfico no carnet de qualquer viajante.“
Gonçalo Cadilhe 
 

Preço: 52,50€; 

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BIOGRAFIA DE FERNANDO DE MAGALHÃES 
(Norte de Portugal, c. 1480 – Mactan, 27 de abril de 1521) foi um navegador português que se notabilizou por ter liderado a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, a Expedição de Magalhães. 

Nascido numa família nobre, viajou para as Índias Ocidentais em 1505, participando de várias expedições militares. Embarcou, em 1512, na armada de António de Abreu em busca da descoberta das Molucas, também conhecidas como as Ilhas das Especiaria. Mas só um navio, comandado por Francisco Serrão, tresmalhado, chegaria às Molucas do norte (Ternate, Tidore, etc.), produtoras do desejado cravo. Os demais navios regressariam a Malaca após irem apenas às Molucas do sul ou arquipélago de Banda (Buru, Ambom, Seram) produtoras de noz-moscada e maça. Consequentemente, Magalhães não teve conhecimento direto das Molucas do cravo, as mais importantes economicamente à época. A expedição de Fernão de Magalhães e Elcano fazia parte do contexto das viagens de descobrimento, representadas por personalidades como Cristóvão Colombo, Bartolomeu Dias, Américo Vespúcio, Balboa, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, dentre outros. Esse processo de expansão marítima foi impulsionado pelo desejo de se descobrir rotas que levassem às índias em busca das especiarias.

A serviço do rei de Castela, Carlos I, V imperador do Sacro Império Romano-Germânico (também rei de Aragão e Itália entre outros títulos), Magalhães planejou e comandou a expedição marítima que efetuou a primeira viagem de circum-navegação ao globo. Foi o primeiro a alcançar a Terra do Fogo no extremo sul do continente americano, a atravessar o Estreito que hoje leva seu nome e a cruzar o Oceano Pacífico, que nomeou. Fernão de Magalhães foi morto em batalha em Cebu, nas Filipinas durante a expedição, posteriormente chefiada por Duarte Barbosa, João Serrão, João Carvalho, Gonzalo Gómez de Espinosa e, finalmente, Juan Sebastián Elcano até ao regresso em 1522. 

O pinguim-de-magalhães recebeu o seu nome como homenagem, já que Magalhães foi o primeiro Europeu a ter visto um. As aptidões de navegação de Fernão também foram reconhecidas na nomeação de objetos associados à astronomia, incluindo as Nuvens de Magalhães, as crateras lunares de Magalhães, e as crateras marcianas de Magalhães a sonda espacial da NASA Magellan (de Ferdinand Magellan, versão inglesa do nome) e a Carruagem Presidencial dos Estados Unidos da América Ferdinand Magellan, em serviço desde o Presidente Franklin Delano Roosevelt em 1933 até ao Presidente Ronald Wilson Reagan em 1984.

No entanto, as repercussões da viagem de Magalhães e Elcano na época foram bastante reduzidas. A principal foi o início da disputa entre Espanha e Portugal pela posse das Ilhas Molucas. Durante anos os dois impérios reclamaram para si o domínio das ilhas em busca do controle da fonte de especiarias. Carlos I, o rei da Espanha, organizou várias expedições rumo às Molucas com o objetivo de estabelecer um posto avançado no arquipélago, mas todas resultaram em fracassos com altas taxas de mortes e grandes custos para a coroa espanhola. Juan Sebastian Elcano foi uma das fatalidades nessas viagens, falecendo de escorbuto no Oceano Pacífico em 1526. Sete anos depois da viagem de Magalhães, Carlos I, afundado em dívidas, após três expedições fracassadas, foi forçado a desistir e ceder a posse das ilhas aos portugueses. Tentar repetir o trajeto de Magalhães mostrou-se tão complexo que somente reforçou o tamanho do feito que o explorador português realizou.

Cabo Verde & Literatura - ‘ESCARPAS CABOVERDEANAS’, de Maria da Luz Monteiro de Macedo - Lisboa 1939 - MUITO RARO;




Cabo Verde & Literatura - Uma das duas obras literárias editadas pela autora, professora e poetisa do arquipélago atlântico 


‘ESCARPAS CABOVERDEANAS’ 
De Maria da Luz Monteiro de Macedo 
Edição 
Lisboa 1939 


Livro com 76 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


A Autora: 
MARIA DA LUZ MONTEIRO DE MACEDO 
Nasceu a 22 de Setembro de 1922 em N. Senhora da Conceição, São Filipe, Fogo, Cabo Verde. 
Faleceu em Maio de 2003, em Portugal, aos 80 anos de idade. 
Foi casada com João Francisco Martins e tiveram dois filhos: Mário Monteiro de Macedo Martins e 
Maria da Luz Monteiro de Macedo. 
Professora do ensino secundário na cidade da Praia, ilha de Santiago (foi professora de Português). 
Depois de reformada passou a viver em Lisboa. 
Colaboradora do ‘Cabo Verde - Boletim de Propaganda e Informação’e do ‘O Arquipélago’. 



Obras editadas: 
- ‘ROSAS DO OUTONO’ - Lisboa 1937; e 
- ‘ESCARPAS CABOVERDEANAS’ - Lisboa 1939. 













Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Africanidade & Literatura - ‘ESTÓRIAS DE ÁFRICA’, de Augusto Carlos - Lisboa 2011 - Raro;





Africanidade & Literatura - Obra onde o ficcionista descreve as suas vivências entre o real e a ficção 


‘ESTÓRIAS DE ÁFRICA’ 
De Augusto Carlos 
Edição Nova Vaga 
Lisboa 2011 


Livro com 136 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


O AUTOR: 
“AUGUSTO CARLOS, luso-moçambicano, engenheiro, filósofo, já apelidado de ‘profeta da Natureza’, de 55 anos, nasceu na província de Gaza, em Moçambique, e reside há muitos anos no concelho de Sintra. 
Publicou conhecidas obras como ‘O Flamingo da Asa Quebrada e Outras Histórias’ (que integra o Plano Nacional de Leitura – PNL ‘Ler+’), ‘O Cântico dos Melros’ ou ‘Mar Imenso’. 
O autor é deveras solicitado para percorrer escolas, levando humanismo e pacifismo – numa escrita mágica e simbólica – aos alunos e professores ávidos de saber mais.” 


Preço: 25,00€; 

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘REVISTA’ do jornal ‘Expresso’, n. 1.117 - 26.03.1994 - (Marcelo Caetano - ‘CEDER À BEIRA DO FIM’) - Lisboa 1994 - MUITO RARO;






Portugal & Guerra do Ultramar - 


‘REVISTA’ do semanário ‘Expresso’, n. 1.117 - De 26 de Março de 1994. 
Marcelo Caetano - ‘CEDER À BEIRA DO FIM’ - ‘REENCONTRO EM LONDRES’ 
‘Marcello Caetano tentou negociar um cessar-fogo com o PAIGC a poucas semanas do 25 de Abril. Um segredo com 20 anos que só agora é desvendado.’ 
Lisboa 1994 


Exemplar com 82 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
Marcelo Caetano 
- ‘CEDER À BEIRA DO FIM’ - ‘RECONTRO EM LONDRES’
- A REUNIÃO QUE VEIO TARDE DEMAIS’ 
Texto de José Pedro Castanheira e fotos de A.P. Ferreira 
‘Marcelo Caetano tentou um acordo de cessar-fogo com o PAIGC. Foi, em Londres, há 20 anos. Só agora, os participantes acederam a desvendar o mistério.’ 
‘Embaixador Britânico de visita à Guiné’ 
‘A Nigéria alinha’ 
‘…e contacta o PAIGC’ 
‘Passaportes falsos’ 
“Que Deus vos acompanhe” 
‘Nosso Cônsul em Milão’ 
‘Uma única condição’ 
‘O “TIMES” é um cravo vermelho’ 

Vitor Saúde Maria 
- ‘O RIVAL DE NINO’ 
‘Como o Rui Patrício não apareceu, eu achei que não deveria estar presente na reunião. Afinal de contas, eu era Comissário de Estado dos Negócio Estrangeiros.’ 
‘Os 535 de Dolphin Square’ 
‘Impasse sobre Cabo Verde’ 
‘Novo encontro a 5 de Maio…’ 
‘… cancelado pelo 25 de Abril’ 

Silvino da Luz 
- ‘DE GUERRILHEIRO A MINISTRO’ 
‘Villas-Boas ofereceu-me um exemplar do livro ‘Portugal e o Futuro’. Creio que foi o primeiro exemplar a chegar a Conacri. Conservo-o na minha casa do Mindelo.’ 

Gil Fernandes 
- ‘DIPLOMATA “MADE IN USA”.’ 
‘Estou certo que toda a conversa foi gravada. Só se fossem idiotas é que não o fariam… Os serviços secretos britânicos não brincam, são dos melhores do mundo, ao lado dos israelitas e dos da ex-RDA.’ 

Villas-Boas 
- ‘O HOMEM DOS IMPOSSÍVEIS’ 
‘Nas minhas deambulações pela zona de Victória encontrei um amigo. Fiquei um bocado aflito e arranjei uma desculpa: disse-lhe que se tratava de uma aventura amorosa. Acho que ele não acreditou.’ 

- ‘UM SEGREDO COM VINTE ANOS’ 
‘Américo Tomaz, Silva Cunha e Baltazar Rebelo de Sousa não foram informados da cimeira de Londres.’ 
‘Silêncio de Marcello’ 
‘Spínola e Costa Gomes’ 

- ‘NAPALM: A REALIDADE DIANTE DOS OLHOS’ 
‘Os militares portugueses gostam pouco da palavra Napalm. No entanto, a sua utilização durante a guerra colonial era um facto bem conhecido dos combatentes.’ 
- ‘A GUERRA DO FOGO’, texto de Frederico Carvalho 
‘Napalm foi usado com frequência na guerra colonial. Mas, para os militares é um assunto tabu.’ 
‘Atrás das chamas vão os soldados’ 
‘A velha camponesa e o fogo do céu’ 
‘600 litros largados em voo rasante’ 
‘O pó que vinha da Alemanha’ 
‘Um fogo que arde sem se ver’ 


Preço: 

Portugal - História & Literatura - ‘NO CASTELO DE ALMOUROL’, de Arthur Lambert da Fonseca - Lisboa 1972 (?) - Raro;




Portugal - História & Literatura - Obra de ficção em torno deste castelo erguido no meio do leito do rio Tejo próximo de Vila Nova da Barquinha pelos templários nos inícios da nacionalidade portuguesa, durante a reconquista territorial dos séculos XXII e XXIII 


‘NO CASTELO DE ALMOUROL’ 
De Arthur Lambert da Fonseca 
Edição Livraria Sampedro 
Lisboa 1972 (?) 


Livro com 172 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro; 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

sábado, 13 de junho de 2026

África & História - ‘THE RISE & FALL OF THE ZULU NATION’, by John Laband - South Africa 1997 - RARO;















Africa & History - A historical look at the Zulu nation portrays a politically sophisticated, administratively integrated, and militarily effective polity which was overthrown by the British Empire only because it was a pre-industrial society which lacked firepower

África & História - Uma análise histórica da nação Zulu que retrata uma organização politicamente sofisticada, administrativamente integrada e militarmente eficaz, que foi derrotada pelo Império Britânico apenas por ser uma sociedade pré-industrial carente de poder de fogo.



‘THE RISE & FALL OF THE ZULU NATION’ 
By John Laband 
Edition by Arms and Armour 
South Africa 1997 


Livro com 518 páginas, muito ilustrado (mapas, desenhos e fotografias da época) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


The Author / O Autor: 
“JOHN LABAND is a South African historian and writer, specialising in Anglo-Zulu and Boers wars. He is Professor Emeritus and Chair of History at Wilfrid Laurier University, Canada, and is a Life Member of Clare Hall, Cambridge University, England.”


Da contracapa:
"The kingdom forged by Shaka kaSenzangakhona was once one of the most powerful and sophisticated black states in Africa. In its mere sixty years of independent existence it weathered rebellions by discontented subjects and ambitious princes, intrusions by traders, missionaries and land-hungry settlers, and a determined invasion by the Voortrekkers. It took the British at the height of their imperial power six months and a full military campaign to bring the kingdom down. Thereafter, Zululand was broken up, consigned to bitter civil war, and eventually annexed piecemeal, its land given over to white farmers, in a poignant saga of humiliation and loss. . To understand contested developments in KwaZulu-Natal today, it is imperative to comprehend the troubled course of Zululand as it was wrested away from its own kings and passed into the hands of colonial masters. This book provides the key". 


About the book:
“South African historian Laband is a distinguished scholar of Zulu history whose work remains unknown in the U.S. outside specialist circles. That should change with the appearance of this book. Initially published in South Africa in 1995 as Rope of Sand, this is the finest analysis to date of the Zulu kingdom's origins and nature, its complex internal politics and the conflicts with Boer and Briton that finally laid it low. Without neglecting such cultural elements as the importance for the Zulu warrior of purification after battle, which frequently influenced the conduct of campaigns, Laband treats the Zulu polity in a historical rather than an anthropological context. He demonstrates that, at its height, the Zulu kingdom was the most politically sophisticated, administratively integrated and militarily effective polity, black or white, south of the Zambesi. Laband emphasizes the central political and ritual role of the king while establishing the cultural restraints on royal power and the constant challenges from royal relatives and other great chiefs. Not only Shaka but his successors, notably Mpande and Ctsehwayo, emerged as skillful politicians and sophisticated diplomats. Laband's perceptive analysis of the relationship between war and politics in the Zulu system shows that the Zulu kingdom neither decayed from within nor conquered itself to destruction. Instead, it was overthrown by a British Empire whose superiority in a specific aspect of warmaking--the application of firepower to the battlefield--proved too much for a pre-industrial society by no means at a dead end when it faced the Gatlings and Martinis at Ulundi. Illustrations.”



Do ÍNDICE: / CONTENTS: 

List of Maps 
PREFACE 
Acknowledgments 

PROLOGUE - The killing of a King 

PART I - THE PLAITING OF THE ROPE 
1. - A Land and its people 
2. - Climbing the long rope 
3. - He who thunders as he sits 
4. - Go every one to war ! 

PART II - THE BREAKING OF THE ROPE 
5. - Black horn that devours men 
6. - You are the quiet one, O Great Elephant 
7. - ‘You thrust in an Evil Spear’ 
8. - Blood river 
9. - The Maqonqqo hills 
10. - Between the English and the Boers 
11. - And the Thukela turned red 
12. - The young tiger 

PART III - WARDING OFF THE FALLING TREE 
13. - Mr shepstone crowns a king 
14. - He who builds homes with spears 
15. - The eagle and the four hawks 
16. - The whistling of winds 
17. - ‘You will attack by daulight !’ 
18. - Bread smelling of people’s blood 
19. - The fight at Jim’s 
20. - ‘The small guns are the worst’ 
21. - While the white people were still tired 
22. - Breaking the neck of the Zulu power 
23. - ‘The English Burrow in the ground like wild pigs’
24. - I ask for peace 
25. - What is there to stop them ? 
26. - We may now plough again 

PART IV - LIKE WATER SPLIT ON THE GROUND 
27. - Until the Queen restores me to Zululand 
28. - Am I run away from my dog ? 
29. - The calabash and its contents were shattered 
30. - Like a calf tied up on one side of the hedge 
31. - We cannot live together with the man who killed our king 
32. - Applying the torch of war 
33. - Summoning the fire engine 
34. - The Queen alone disposes the land 

EPILOGUE - Towards the New Kingdom 

Glossary 
Notes 
Picture Acknowledgments and sources 
Select Bibliography 


Preço: 62,50€;