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terça-feira, 7 de janeiro de 2025

Portugal & Hidrografia - ‘RELATÓRIO das CHEIAS DO TEJO’, de Abel de Noronha e Andrade - Lisboa 1938 - Muito Raro;
















Portugal & Hidrografia - Um aprofundado estudo do comportamento da bacia hidrográfica do rio Tejo e dos seus afluentes nos meados da década de trinta do século passado, com explicações do fenómeno para as décadas posteriores e o presente 


‘RELATÓRIO das CHEIAS DO TEJO’ 
E outros rios no inverno de 1935-1936 
De Abel Mário de Noronha Oliveira e Andrade 
Separata do Anuário dos Serviços Hidráulicos 
Edição da Imprensa Nacional 
Lisboa 1938 


Livro com 120 páginas, ilustrado (com 6 plantas e 12 desenhos desdobráveis) e em bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Preço: 77,50€; 

segunda-feira, 21 de agosto de 2023

Angola & Ultramar - ‘MEMÓRIAS DE UM ENFERMEIRO - De aquém e além-mar’, de J. Ernesto Fonseca - Lisboa 2018 - RARO;














Angola & Ultramar - As experiências profissionais do autor, jovem enfermeiro nascido em Coruche, por terras angolanas do interior profundo na década de sessenta, ao Serviço da DIAMANG e o seu regresso ao território nacional europeu onde foi figura destacada da enfermagem e do Hospital de Santarém e ainda a revolução e o PREC pós 25 de Abril de 1974 


‘MEMÓRIAS DE UM ENFERMEIRO - De aquém e além-mar’ 
De Joaquim Ernesto Fonseca 
MODOCROMIA Edições L.da 
Lisboa 2018 


Livro com 194 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.


O Autor: 
“JOAQUIM ERNESTO DA FONSECA nasceu em 1933 no monte Ribeirinho de Chão Barroso, junto ao rio Sorraia; viveu a infância e juventude no lugar de Fajarda onde fez a instrução primária e se iniciou nos trabalhos da agricultura.
Aos 21 anos matriculou-se na Escola de Enfermagem Artur Ravarra em Lisboa e concluído o curso de enfermagem iniciou a respectiva carreira nos Hospitais civis de Lisboa; de 1960 a 1969 trabalhou como enfermeiro na Companhia de Diamantes em Angola e dali regressado iniciou-se como docente na Escola em que se tinha diplomado.
Em 1973 foi nomeado para dirigir a abertura da Escola de Enfermagem de Santarém, então criada, onde se manteve como docente até 1988, altura em que foi nomeado Enfermeiro Director do Hospital de Santarém, de onde se aposentou em 1995.
(…) 
Publicou em 2012 ‘Hospitais de Santarém’ e em 2016 ‘A.R.C.D.D. - Associação Recreativa Cultural e Desportiva Fajardense - Pioneira do Associativismo na Fajarda. 
Tem participado como co-autor em algumas colectâneas de poesia.“ 



Do ÍNDICE:  

PREFÁCIO 
Por Lurdes Asseiro 
Nota Prévia 


1. - INFÂNCIA E JUVENTUDE 
Olhares sobre o horizonte 

2. - ENFERMAGEM ? 
Que estranha profissão ! 

3. - HOSPITAL DOS CAPUCHOS 
Serviços 6 e 5 
- Confusão de sentimentos, vergonha 
- Todos os doentes por igual, ou a cada um sua atenção? 
- Disfarçando o estado de tensão 
- Memória traumatizante 
- Ser ou não, útil à sociedade 

4. - UM EMPURRÃOZINHO NO FUTURO 

5. - ANGOLA 
Amálgama de novas vivências 
- Dundo, realidade e surpresa 
- Um mundo novo, novas experiências 

6. - LÓVUA 
O meu baptismo de mato 
- Quem vê caras… 
- Agora é que é a valer 
- Estranhos mas nobres valores de um povo 

7. - CAPAIA 
Um posto para solteiros 
- Armas no Carumbo ? 
- Outras experiências e memórias 
- ‘Savana da Lunda‘ 

8. - SOMBO 
O mais distante dos Postos do mato 
- O insólito da chegada 
- Outras memórias do Sombo 
- Momento inolvidável 
- Milú - Uma lição de afectos 
- Humildade e dignidade 
- Recurso de contingência 
- Ano novo de 1963 
- ‘Ano Novo, 1963’ 

9. - O REGRESSO À LUNDA 
Posto de Canzar 
- O Catorze 
- O Soba Kassombo 
- O Muahymba 
- Particularidades do Canzar 
- Issula, a menina de ninguém 
- Memórias para um poema 
- ‘Nachidongo’ 

10. - DUNDO 
Terceiro contrato 

11. - DE REGRESSO À METRÓPOLE 
- Novas experiências - Situações embaraçosas 
- Enfermagem não é só para mulheres ? 

12. - SANTARÉM 
Uma nova e derradeira etapa 
- Enfermagem - Uma Escola ? 
- Abaixo as Direcções das Escolas 
- Chantagem com o MFA ? 
- Hospital Distrital de Santarém, um passado a transpor 
- Um paradoxo, ou talvez não 
- Que não vá o enfermeiro além da seringa ! 
- Psiquiatria, um mundo fantástico 
- Um ‘senhor’ Ministro  (como tantos outros) 


Preço: 27,50€; 

quinta-feira, 9 de março de 2023

Santarém - ‘RIACHOS - Usos e Costumes’, de Fernando Rui da Clara Maria - Lisboa 1985 - MUITO RARO;




Santarém - O autor recolheu toda a informação que conseguiu reunir sobre esta pequena localidade do distrito de Santarém 


‘RIACHOS - Usos e Costumes’ 
De Fernando Rui da Clara Maria 
Edição do Autor 
Lisboa 1985 


Livro com 268 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Preço: 37,50€; 

terça-feira, 26 de julho de 2022

Portugal & História - ‘A TOMADA DE SANTARÉM AOS MOUROS’, de José Henriques Barata - Santarém 1939 - MUITO RARO;




Portugal & História - Uma obra da autoria deste professor liceal e então Director do Atneu Comercial 


‘A TOMADA DE SANTARÉM AOS MOUROS’
- Na História, na Lenda e na Arte (15 de Março de 1147) 
De José Henriques Barata (1894-1957) 
Edição da Comissão das Festas da Cidade 
Santarém 1939 


Livro com 20 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Sobre o livro: 
“Uma brochura, de 20 páginas,  que não pretende mais do que vulgarizar entre os estudantes da  região ribatejana um pouco do que a história, a lenda e a arte nos contam àcêrca da tomada da cidade de Santarém aos mouros, há 792 anos (no dia 15 de Março de 1147). Para o efeito José Henriques Barata consultou a bibliografia publicada, desde ‘De Expugnatione Scalabis’, a crónica poética, pouco posterior ao glorioso feito, escrita por um monge de Alcobaça, aos historiadores seus contemporâneos. Daqui resultou um texto delicioso. Se nos dias de hoje o seu interesse é apenas literário,  aquando da edição,1939, pretendia, ainda, divulgar conhecimento.  

O texto descreve a importância da cidade - estratégica, económica e moral - os factos da história de Portugal e da islâmica que facilitaram a tomada, a intervenção divina, as mensagens dos astros que pronunciavam a vitória cristã, os factos heróicos e de honra, a coragem e a carnificina na batalha, os cercos posteriores do crescente e as respostas da cruz e as lendárias acções de ricos homens e infanções. Tudo ilustrado com fotografias de documentos coevos, de trabalhos de pintores, de desenhadores, de ceramistas e de gravadores alusivos aos factos e às lendas. 

A verdadeira história cultural da conquista de Santarém é esta. Aquela que todos conhecem. A da pátria que se fez com a intervenção de Deus e de homens com coragem e  honra, dispostos a sacificar a vida por valores. A verdade da interpretação histórica, a que se limita à análise e interpretação documetal, é outra e é fria.”


Preço: 47,50€; 

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Portugal & História - LOTE DE 3 LIVROS - HISTÓRIA DE SANTARÉM - Muito Raros;








Portugal & História - Obras de grande importância para a história de Santarém e das suas populações 


LOTE DE 3 LIVROS - HISTÓRIA DE SANTARÉM 
1. - ‘SANTARÉM NO TEMPO’, de Virgílio Arruda, Santarém 1971 - Muito Raro; 
2. - ‘SANTARÉM QUINHENTISTA’, de Maria Ângela da Rocha Beirante - Lisboa 1981 - RARO; 
3. - ‘SANTARÉM ENTRE AS GUERRAS LIBERAIS (1820-1835)’, de Luís Eugénio Ferreira - Santarém 1977 - Muito Raro; 



‘SANTARÉM NO TEMPO' - (62,50€;)
De Virgílio Arruda 
Colaboração artística de A. Braz Ruivo
Edição da Comissão Municipal de Turismo
Santarém 1971


Livro com 616 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito raro.


"Santarém é um livro de pedra em que a mais interessante e mais poética parte das nossas crónicas está escrita.
Rico de iluminuras, de recortados, de florões, de imagens, de arabescos e arrendados primorosos, o livro era o maio belo e o mais precioso de Portugal. Inquadernado em esmalte de verde e prata pelo Tejo e por mais ribeiras, fechado a broches de bronze por suas fortes muralhas góticas, o magnífico livro devia durar sempre, em quanto a mão do Creador se não estendesse para apagar as memórias da creatura.
GARRETT"



Do ÍNDICE: 

Dedicatória
PREFÁCIO 
Prof. Veríssimo Serrão

- 'E tal he Santarém' 
- Santa Iria, meu amor primeiro 
- Meditação da tomada 
- O milagre a que chamaram Santíssimo 
- Os Meninos de Alfange 
- S. Frei Gil de Santarém 
- Santarém monástica 
- A questão das emparedadas 
- D. Dinis não fez tudo quanto quis 
- Justiça de Pedro o Cru 
- O Rei Formoso 
- Arraial por D. Beatriz 
- A sereia sanguinária 
- A vingança de Leonor Teles 
- A tese de Nun'Álvares 
- O Alfageme na vida e no palco 
- Ao clarão de Aljubarrota 
- D. Pedro de Meneses e o aléo 
- O capitão de Alcácer 
- O Infante Santo voltou 
- A Rainha d. Leonor 
- Santarém e D. João II 
- O Africano e a Beltraneja 
- O rei jogava o xadrez 
- A 'excelente senhora' 
- O príncipe sonha 
- A Marcha nupcial 
- A morte espera-o 
- A saudade que deixou 
- Pedro Álvares Cabral, morador em Santarém 
- Mestre Gil e os frades 
- D. António Rei de Portugal 
- Frei Luís de Sousa, o príncipe da prosa 
- A Padroeira da restauração 
- O primeiro lugar, depois de Lisboa 
- Sá da Bandeira e a sua época 
- A menina dos olhos verdes 
- Garrett e Passos Manuel 
- Herculano e Santarém 
- O fazendeiro de Vale de Lobos 
- As surpresas de Fialho 
- O poeta assassinado pelo jornalista 
- Braancamp Freire e a sua casa 
- A Internacional Feira do Ribatejo 
- Alguns de Santarém no mundo 
- O apóstolo de Santarém 
- As opiniões do rei Afonso 
- O caso da rua das esteiras 
- O Cristo de Mont'trás



'SANTARÉM QUINHENTISTA' - (52,50€) 
De Maria Ângela V. Rocha Beirante 
Obra sibsidiada pelo fundo de Fomento Cultural
Lisboa 1981


Livro com 310 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.



Do ÍNDICE:

Introdução
Fontes utilizadas 
Abreviaturas usadas 

Capítulo I - A TESSITURA URBANA
As portas e a defesa da vila 
A alcaçova 
A Freguesia de S. Martinho 
A Rua do Relógio 
A Praça da Vila 
A Freguesia de S. Nicolau 
A freguesia do Milagre e a residência dos Cabrais 
As antigas Paróquias do Pereiro 
O Salvador e o Terreiro dos Paços 
Pelas calçadas e encostas 
RIBEIRA: Terra de assalariados e Mesteirais 
O Alfange 
A vida religiosa estimulante do surto urbano 
MONTIRAZ: De lugar da forca a Convento Beneditino 

Capítulo II - A PROPRIEDADE SUBURBANA
A caminho das Omnias 
Em direcção à ponte da Asseca 
Do Rego dos Manços às hortas das Fontainhas 
Quintas e cerrados a caminho de Sanya Maria dos Anjos 
Os olivais de Vale de Estacas e do Zeimoto 
As hortas da Assacaia e as vinhas de Alvisquer 

Capítolo III - UMA ECONOMIA EM MUTAÇÃO
Santarém na expansão 
O trato dos Alambéis 
A Aacumulação de capital e a aquisição de bens móveis 
Aumento da grande propriedade imobiliária 
Enfraquecimento do sector primário e revigoramento do secundário 
- Profissões e produtos artesanais mais relevantes 
- Alguns salários e serviços 
A actividade comercial 
- Agentes, lugares de troca e tributação 
- Produtos, sua proveniência e preços 
- Transportes e comunicações 
Receitas e despesas do Município 
Desequilibrio entre a agricultura e a pastoricia 

Capítulo IV - A SOCIEDADE
A população da vila e termo 
- O censo de 1527 
- O numeramento de 1537 
O Município 
- O Foral manuelino 
- Os agentes da Administração municipal 
- Luta da burguesia local contra os agentes do poder central e a alta nobreza 
- Tensões internas 
Aspectos da vida quotidiana 
- Os perigos da existência 
- A assistência 
- A alimentação 
- Festas e procissões 

Pistas a explorar 
CONCLUSÃO 
Apêndice 
Bibliografia 



‘SANTARÉM ENTRE AS GUERRAS LIBERAIS (1820 - 1835)' - (52,50€)
De Luís Eugénio Ferreira 
Edição da Junta Distrital de Santarém 
Santarém 1977


Livro com 182 páginas (24 x 17 cm), ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Exemplar assinado pelo autor.
De muito difícil localização.
Muito Raro.



Do ÍNDICE: 

Nota prévia

Capítulo I
1820
- A Revolução 

Capítulo II 
1821
1. - Pobreza antiga 
2. - As bases para uma Constituição
3. - O regresso de D. João VI à corte de Lisboa 

Capítulo III 
1822
1. - Quem cumpre a Lei ?
2. - Lei eleitoral para deputados
3. - Mesas eleitorais de Santarém
4. - O Juramento da Constituição 

Capítulo IV
1823 - 1824 - Entre dois Maios
1. - D. Miguel em Santarém com Té-deum
2. - Repressão como palavra de ordem
3. - Beijemos a mão do sereníssimo Infante 

Capítulo V
1825 - 1826 
1. - Pobreza é tema constante 
2. - Quem jura uma vez... duas e três
3. - Quebrar os escudos a D. João VI 
4. - A Carta Constitucional. Beijemos a mão a D. Pedro IV

Capítulo VI
1828
1. - Festejar o regresso antes do tempo
2. - Uma denúncia mais 
3. - Como fazer procuradores às cortes
4. - Mobilizar milícias e consciências

Capítulo VII 
1828 - 1830
1. - Nas cortes com palavras 
2. - Notícias da vila
3. - A Salvaterra para o beija-mão

Capítulo VIII
1831
1. - Afundar a esquadra francesa 
2. - Quando o rei faz anos
3. - Primeiras notícias da rebelião
4. - A peste e os vareiros

Capítulo IX
1833 - O quente verão de 1833 

Capítulo X
1833 - 1834 - Acontecimentos sem registo 

Capítulo XI
1834 
1. - No rescaldo da ocupação
2. - Os leais servidores
3. - Novas leis para se cumprir
4. - Morte de D. Pedro IV

- CONCLUSÃO 
- APÊNDICES


Preço: ver os valores em cada um dos títulos. 

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Santarém & História - ‘A VILA DE ALCANEDE’, de Joaquim do Vale Cruz - Santarém 1995 - Raro;










Santarém & História - Uma monografia muito completa da Vila de Alcanede, que foi sede de concelho até meados do século XIX e é por escassos anos


‘A VILA DE ALCANEDE’ 
De Joaquim do Vale Cruz 
Capa de José Quaresma 
Edição da Câmara Municipal de Santarém 
Santarém 1995 


Livro com 148 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“A fundação de Alcanede teria sido, segundo alguns historiadores, atribuída aos romanos, cerca do ano 150 A.C. pelo menos no que se refere ao castelo, parece, porém, que não existia neste local povoação alguma e que tendo ido D. Afonso Henriques, em romaria, de Santarém a nossa senhora da Nazaré, de quem era muito devoto, lhe pareceu conveniente e mandou edificar o castelo e Vila de Alcanede, dezasseis anos depois de ter tomado Santarém aos mouros. 

Em 1163, D. Afonso Henriques, segundo um documento do arquivo de Santa Cruz, deu-lhe Foral e mandou-a povoar por seu vassalo Gonçalo Mendes de Sousa. 

Em 1333, foi-lhe dado novo Foral. Em 22 de Dezembro de 1514, D. Manuel deu-lhe outro Foral, que foi publicado nesta Vila, em 6 de Dezembro de 1517. 

Alcanede teve grande importância na zona, tendo sido sede de concelho, a cuja categoria foi elevada por decreto de 16 de Maio de 1832. O concelho a que pertenceram zonas hoje pertencentes aos concelhos de Rio Maior e Santarém, foi suprimido por decreto de 24 de Outubro de 1855. 

Zona de predominância agrícola, sobretudo na produção de azeite, possui ainda indústrias de transformação de carnes e de extracção de pedra. 

Está monografia de Joaquim do Vale Cruz, tem como fim principal a divulgação das raízes históricas que importa preservar, para que ‘procuremos no passado um suporte cognitivo e afectivo que nos permita uma melhor inserção no presente’... e no futuro.“ 



Do ÍNDICE: 

Nota Prévia 
De José Miguel Correia Noras (Presidente da Câmara Municipal de Santarém) 

Apresentação 
HISTÓRIA E GEOGRAFIA 
O CASTELO DE ALCANEDE 
1. Notícia histórica 
2. Antes da restauração 
3. As obras de restauração 
OUTROS MONUMENTOS 
- Igreja Matriz 
- Igreja da Misericórdia 
- Ponte romana, ou medieval ? 
- A Câmara 
- Cruzeiro 
- Pelourinho 
- Forca 
O FORAL MANUELINO DE PERNES E ALCANEDE 
- Glossário 
O PRIOR LOPO VAZ FOLGADO 
CURIOSIDADES 
- O Santíssimo Milagre e Alcanede 
- Em Alcanede também cai neve 
- Aurora boreal 
- Brasão de Alcanede 
- Capela de Valverde 
- Sebastião da Costa Carneiro 
- Paulo Carvalho 
- A Inquisição no termo de Alcanede 
- Fósseis em Alcanede 

Bibliografia 


Preço: 32,50€; 

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Portugal & Revolução - 'PARTICIPAÇÃO DA ESCOLA PRÁTICA DE CAVALARIA', de Joaquim Manuel Correia Bernardo - Lisboa 2002 - Muito Raro;





Portugal & Revolução - Uma obra de recolha e divulgação da forma como as forças da EPC de Santarém se envolveram com homens e material nos acontecimentos do 25 de Abril de 1974, sob o comando do capitão Salgueiro Maia, relatado por quem os viveu empenhadamente


'PARTICIPAÇÃO DA ESCOLA PRÁTICA DE CAVALARIA (No 25 de Abril de 1974)'
De Joaquim Manuel Correia Bernardo
Capa de José Quaresma
Edição do autor
Lisboa 2002


Livro com 144 páginas, ilustrado e com reprodução de documentos históricos e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Muito Raro.


Da contracapa:
"(...) O reencontro passados tantos anos provocou, como não podia deixar de ser, a oportunidade para longas conversas que serviram, não só para recordar tão precioso e belo momento vivido numa idade em que 'o sonho comanda a vida' mas, também, para actualizar registos de memória, preenchendo lacunas que o tempo trouxera e corrigindo alguns factos que a traiçoeira fantasia do esquecimento fizera modelar.

Por outro lado, sentimos em todos aqueles que nos acompanharam naquela celebração, nomeadamente nos jovens militares da Escola Prática de Cavalaria a quem o 25 de Abril apanhara ainda em idade escolar ou porventura nascidos já depois daquela data, um enorme querer saber como tinha sido o envolvimento e a participação da Escola Prática naquele feito.

De facto na EPC não existe nenhum documento que dê testemunho dessa época, para além do Relatório da Operação 'FIM DE REGIME' que o capitão Salgueiro Maia elaborou logo após o 25 de Abril e que abrange, no que diz respeito apenas à parte operacional, aquele dia e os dois seguintes. (...)"



O AUTOR:
"JOAQUIM MANUEL CORREIA BERNARDO fez os seus estudos secundários no Liceu de Santarém findos os quais ingressou na Academia onde concluiu o curso de Cavalaria.

Terminado este, apresenta-se na Escola Prática de Cavalaria em Outubro de 1963, para a frequência do Tirocínio para Oficial do Quadro Permanente ficando, após a sua conclusão e já promovido ao posto de Alferes, colocado na Escola Prática onde passa a exercer funções de instrução ligadas à formação dos Cursos de Oficais e Sargentos Milicianos bem como dos futuros Oficiais do Quadro da Arma de Cavalaria.

Já no posto de capitão é ferido gravemente em combate em Julho de 1969, no teatro de operações da Guiné, sendo evacuado para o Hospital Militar de Lisboa e posteriormente para a Alemanha onde inicia a sua recuperação física.

Após o regresso a Portugal no final desse ano e ainda durante o seu período de convalescença volta à sua Escola Prática onde se irá manter até Setembro de 1983 já com a patente de tenente-coronel.

A publicação do Decreto-lei n. 355/73, de 13 de Julho, vem encontrá-lo a desempenhar as funções de de Adjunto do Director da Instrução da EPC cumulativamente com a chefia do Gabinete de Estudos e é nessas funções que acompanha todo o desenrolar dos acontecimentos que irão culminar no '25 de Abril de 1974'.

Após a saída da EPC foi colocado no Distrito de Recrutamento e Mobilização de Santarém onde exerceu as funções de subchefe e, mais tarde quando foi promovido a Coronel, as de chefe do DRM. Com a extinção desse órgão de recrutamento em 1993 aceita o convite para o lugar de subdirector da recém criada Direcção de Recrutamento, onde se manterá até ao mês de Agosto de 1996, data em que deixa o serviço activo."



ESCOLA PRATICA DE CAVALARIA:
"Na segunda metade do século XIX, quando por toda a Europa se começa a pensar no continente africano, surge a ideia da criação de uma unidade de instrução das principais armas do Exército, nascendo assim, em 1887 e na vila de Mafra, a Escola Prática de Infantaria e Cavalaria. Não teve esta Escola uma longa existência; o aumento dos efectivos provocado pela corrida à colonização de África e a decorrente necessidade de especialização levou a que, a 17 de Abril de 1890, fosse extinta a Escola comum e criadas Escolas Práticas independentes. Nascia a Escola Prática de Cavalaria (EPC).

Sediada provisoriamente em Vila Viçosa, onde se manteve por um período de doze anos, a EPC é transferida em 30 de Janeiro de 1902 para Torres Novas, onde a influência dos ensinamentos extraídos das duas guerras mundiais dá origem à introdução dos meios motorizados e blindados.

Nova transferência da EPC, em 1957, de Torres Novas para Santarém, onde ainda hoje se mantém, vem marcar um ponto alto na evolução da Cavalaria Portuguesa com a entrada em serviço de novas viaturas destinadas a equipar as Unidades da Arma.

Durante a guerra de África, entre 1961 e 1974, o esforço desenvolvido pela Escola centrou-se na formação de grandes contingentes de Quadros para os Regimentos de Cavalaria, tendo sido directamente mobilizada uma única Subunidade, o Esquadrão de Cavalaria 122.

Teve a EPC papel de relevo na preparação e execução das operações do '25 de Abril de 1974' e disso é a presente obra testemunho. A evolução ocorrida até finais de 1975 levou a que, em 25 de Novembro desse ano, de novo sob o comando do então capitão Salgueiro Maia, forças da EPC marchassem sobre Lisboa.

Normalizada a situação política tem a Escola Prática de Cavalaria, desde então conduzido a renovação da instrução face a novos equipamentos, doutrinas, organizações e modelos de serviço militar, continuando o desempenho da sua missão primária, a formação dos Quadros e Especialistas da Arma de Cavalaria.

A excelência dos serviços prestados pela Escola Prática de Cavalaria foi reconhecida com a Ordem Militar de Cristo, a Medalha de Ouro dos Serviços Distintos, a Ordem da Liberdade, a a mais alta condecoração nacional, a Ordem da Torre e Espada do Valor, Lealdade e Mérito."




Do ÍNDICE:

NOTA JUSTIFICATIVA

ANTECEDENTES
1. O exército português e a guerra nas colónias
2. A Nação. A sociedade civil e a guerra colonial

O MOVIMENTO DOS CAPITÃES
1. Reacção ao Decreto 353/73
2. Interiorização de uma intervenção militar

O MOVIMENTO DOS OFICIAIS DAS FORÇAS ARMADAS
1. A preparação da revolução
2. Do livro do General Spínola ao 16 de Março
3. Do 16 de Março ao 25 de Abril
4. Acção da Escola Prática de Cavalaria



Preço: 42,50€;

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Portugal & História - 'SANTARÉM ENTRE AS GUERRAS LIBERAIS (1820 - 1835)', de Luís Eugénio Ferreira - ASSINADO - Santarém 1977 - Muito Raro




Portugal & História - Santarém e a sua região nos conflitos liberais dos inícios do século XIX


'SANTARÉM ENTRE AS GUERRAS LIBERAIS (1820 - 1835)'
De Luís Eugénio Ferreira
Edição da Junta Distrital de Santarém
Santarém 1977


Livro com 182 páginas (24 x 17 cm), ilustrado e em muito bom estado de conservação. Exemplar assinado pelo autor.
De muito difícil localização.
Muito Raro.


Do ÍNDICE:
- Nota prévia

Capítulo I
1820
- A Revolução

Capítulo II
1821
1. - Pobreza antiga
2. - As bases para uma Constituição
3. - O regresso de D. João VI à corte de Lisboa

Capítulo III
1822
1. - Quem cumpre a Lei ?
2. - Lei eleitoral para deputados
3. - Mesas eleitorais de Santarém
4. - O Juramento da Constituição

Capítulo IV
1823 - 1824 - Entre dois Maios
1. - D. Miguel em Santarém com Té-deum
2. - Repressão como palavra de ordem
3. - Beijemos a mão do sereníssimo Infante

Capítulo V
1825 - 1826
1. - Pobreza é tema constante
2. - Quem jura uma vez... duas e três
3. - Quebrar os escudos a D. João VI
4. - A Carta Constitucional. Beijemos a mão a D. Pedro IV

Capítulo VI
1828
1. - Festejar o regresso antes do tempo
2. - Uma denúncia mais
3. - Como fazer procuradores às cortes
4. - Mobilizar milícias e consciências

Capítulo VII
1828 - 1830
1. - Nas cortes com palavras
2. - Notícias da vila
3. - A Salvaterra para o beija-mão

Capítulo VIII
1831
1. - Afundar a esquadra francesa
2. - Quando o rei faz anos
3. - Primeiras notícias da rebelião
4. - A peste e os vareiros

Capítulo IX
1833 - O quente verão de 1833

Capítulo X
1833 - 1834 - Acontecimentos sem registo

Capítulo XI
1834
1. - No rescaldo da ocupação
2. - Os leais servidores
3. - Novas leis para se cumprir
4. - Morte de D. Pedro IV

- CONCLUSÃO
- APÊNDICES



Preço: 52,50€; 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Portugal - 'SANTARÉM - HISTÓRIA E ARTE', de Joaquim Veríssimo Serrão - Santarém 1951 - RARO



Portugal - Um edição da Comissão Municipal de Turismo de Santarém para divulgar as potencialidades, história e populações locais


'SANTARÉM - HISTÓRIA E ARTE'
De Joaquim Veríssimo Serrão
Edição da Comissão Municipal de Turismo
Santarém 1951


Livro com 84 páginas, ilustrado com fotografias e desenhos e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


A obra é da autoria do historiador Joaquim Veríssimo Serrão e o desenho da capa do pintor Eduardo Rosa Mendes, ambos originários de Santarém. Uma edição da Comissão Municipal de Turismo de Santarém, com fotografias, desenhos e um mapa desdobrável. O Prefácio é assinado pelo Presidente da Comissão de Turismo, Joaquim Augusto de Barros e Mattos.


Preço: 47,50€;

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Portugal & Património- 'SANTARÉM NO TEMPO', de Virgílio Arruda - Santarém 1971 - Muito raro;


 


 

 

 

 

 

 

 

 

 


Portugal - A histórica cidade e as suas populações ao longo dos tempos


'SANTARÉM NO TEMPO'
De Virgílio Arruda
Colaboração artística de A. Braz Ruivo
Edição da Comissão Municipal de Turismo
Santarém 1971


Livro com 616 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito raro.


"Santarém é um livro de pedra em que a mais interessante e mais poética parte das nossas crónicas está escrita.
Rico de iluminuras, de recortados, de florões, de imagens, de arabescos e arrendados primorosos, o livro era o maio belo e o mais precioso de Portugal. Inquadernado em esmalte de verde e prata pelo Tejo e por mais ribeiras, fechado a broches de bronze por suas fortes muralhas góticas, o magnífico livro devia durar sempre, em quanto a mão do Creador se não estendesse para apagar as memórias da creatura.
GARRETT"



Do ÍNDICE:
- Dedicatória;
- Prefácio - Prof. Veríssimo Serrão;
- 'E tal he Santarém';
- Santa Iria, meu amor primeiro;
- Meditação da tomada;
- O milagre a que chamaram Santíssimo;
- Os Meninos de Alfange;
- S. Frei Gil de Santarém;
- Santarém monástica;
- A questão das emparedadas;
- D. Dinis não fez tudo quanto quis;
- Justiça de Pedro o Cru;
- O Rei Formoso;
- Arraial por D. Beatriz;
- A sereia sanguinária;
- A vingança de Leonor Teles;
- A tese de Nun'Álvares;
- O Alfageme na vida e no palco;
- Ao clarão de Aljubarrota;
- D. Pedro de Meneses e o aléo;
- O capitão de Alcácer;
- O Infante Santo voltou;
- A Rainha d. Leonor;
- Santarém e D. João II;
- O Africano e a Beltraneja;
- O rei jogava o xadrez;
- A 'excelente senhora';
- O príncipe sonha;
- A Marcha nupcial;
- A morte espera-o;
- A saudade que deixou;
- Pedro Álvares Cabral, morador em Santarém;
- Mestre Gil e os frades;
- D. António Rei de Portugal;
- Frei Luís de Sousa, o príncipe da prosa;
- A Padroeira da restauração;
- O primeiro lugar, depois de Lisboa;
- Sá da Bandeira e a sua época;
- A menina dos olhos verdes;
- Garrett e Passos Manuel,
- Herculano e Santarém;
- O fazendeiro de Vale de Lobos;
- As surpresas de Fialho,
- O poeta assassinado pelo jornalista;
- Braancamp Freire e a sua casa;
- A Internacional Feira do Ribatejo;
- Alguns de Santarém no mundo;
- O apóstolo de Santarém;
- As opiniões do rei Afonso,
- O caso da rua das esteiras;
- O Cristo de Mont'trás;



Preço: 62,50€;