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domingo, 1 de março de 2026

*** ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO BLOGUE ***





Nesta data, acrescentamos a designação da nossa vocação, a divulgação de ÁFRICA sob todas as temáticas e todos os pontos de vista, com o intuito de prestar melhor colaboração a todos quantos amam este continente e dele querem saber mais, divulgar as suas opiniões, sentimentos e memórias na esperança de o futuro ser muito melhor, mais tolerante e cultural.

Continuamos ao dispor de todos.

1 de Março de 2026 

OS COLABORADORES 


segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Portugal - Ultramar & História - ‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA - Nem Mais um Soldado para as Colónias’, de António Duarte Silva - Lisboa 2025;





Portugal - Ultramar & História - Nesta obra o autor reuniu toda a legislação importante é histórica do processo de descolonização levado a efeito pelo governo português após o derrube do Estado Novo a 25 de Abril de 1974, relativamente às províncias ultramarinas espalhadas pelos diversos continentes: Angola, Cabo Verde, Goa (Estado da Índia), Guiné, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor 


‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’
Nem Mais um Soldado para as Colónias 
De António Duarte Silva 
Edição da Imprensa Nacional 
Lisboa 2025 


Livro com 128 páginas. Novo. 


Da contracapa:
“ ‘A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA’ 
De António Duarte Silva 

A descolonização portuguesa foi uma das causas e objectivos principais do 25 de Abril de 1974. Foi também uma das mais importantes intervenções do Movimento das Forças Armadas (MFA), que se dividiu em duas alas: a que defendia que a descolonização pressupunha a democratização (os ‘spinolistas’) e os que defendiam que não havia democratização sem prévia descolonização (a ala ‘revolucionária’ do MFA).
Na diversidade de todos os casos, a evolução da descolonização portuguesa permite chegar a algumas conclusões comuns: foi tardia, apressada, consensual e conforme ao direito.“ 



Do ÍNDICE: 

- O Programa do MFA e a descolonização 
- Orientações para a descolonização 
- Os fatores da descolonização 
- A Lei n. 7/74, de 27 de Junho (Lei da Descolonização) 
- Guiné-Bissau: o ‘ACORDO DE ARGEL’, de 26 de Agosto de 1974 
- Moçambique: o ‘ACORDO DE LUSAKA’, de 7 de Setembro de 1974 
- São Tomé e Príncipe: o ‘ACORDO DE ARGEL’, de 26 de Novembro de 1974 
- Cabo Verde: o ‘PROTOCOLO DE LISBOA’, de 19 de Dezembro de 1974 
- Angola: o ‘ACORDO DE ALVOR’, de 15 de Janeiro de 1975 
- Timor-Leste: A exceção 
- Estado da Índia: Um tratado especial 
- Macau: A Declaração Conjunta, de 13 de Abril de 1987 
- CONCLUSÃO: Uma descolonização tardia, apressada, consensual e conforme ao direito 
Bibliografia 


Preço: 25,00€; 

quinta-feira, 19 de junho de 2025

Portugal - África & Memórias - ‘JOHNNY MAN: Lisboa - Porto - Luanda - Londres (1970 - 1975)’, de João Van Zeller - Porto 2024;



Portugal - África & Memórias - Memórias das múltiplas vivências do Autor por terras africanas e Portugal, além dos seus inúmeros contactos motivados por razões profissionais 


‘JOHNNY MAN: Lisboa - Porto - Luanda - Londres (1970 - 1975)’ 
De João Van Zeller 
Edições Afrontamento 
Porto, 2024 


Livro com 532 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente.


SINOPSE: 
“Este terceiro livro memorialista do autor é um relato rocambolesco de um promissor membro da juventude dourada portuguesa. A caminho das suas promoções profissionais, encontrou figuras literárias como Vladimir Nabokov, Jorge Amado, James Baldwin, artistas como Amália Rodrigues e Mary Martin, líderes políticos como os dos partidos de libertação, o Presidente da República do Zaire Mobutu Sese Seku, além de alguns dos protagonistas portugueses do 25 de Abril. 
O mundo bancário era representado pelo clã Espírito Santo. Mas também pelo segundo investidor em Angola, o First National City Bank, que ali fez uma grande injeção de capital pouco antes da Revolução de 1974, e que a perdeu. 
E do outro lado do Atlântico, o Secretário de Estado Henry Kissinger, com quem o autor também se encontrou, pouco se importava com o continente adormecido, comparado com o Vietname. 
Com humor e abundância de anedotas picantes e sensuais, João van Zeller oferece uma visão panorâmica da descolonização de Angola e da sociedade portuguesa. 
Relegado para o estrangeiro, lançou-se numa nova carreira internacional. Durante a sua vida profissional nos Bancos, o João observou: ‘A esmagadora maioria da gente abastada que encontrei em várias partes do Mundo nunca me pareceu feliz: a abundância parecia trazer obsessões doentias, securas, infelicidades, tudo bem antes de haver heranças’.”
Dennis Redmont, jornalista, antigo correspondente da Associated Press em Portugal, e depois responsável pela área do Mediterrâneo, baseado em Roma.


“Este livro cobre o período que decorreu entre 1970 e 1975, em três geografias distintas: Lisboa/Porto, Luanda e Londres, continuando assim a narrativa memorialista encetada pelo autor nos seus anteriores livros Johnny Boy e Young Johnny, publicados por esta editora em 2019 e 2021.

A Parte 1 aborda a sociedade portuguesa do tempo (num modelo que desapareceu a partir de 1975), destacando alguns dos principais protagonistas do mundo financeiro e industrial de Lisboa e do Porto entre 1970 e o início de 1973.

Angola é o assunto da Parte 2, no período crítico de 1973-75 que antecedeu a independência. E abordado numa óptica inédita, dada a posição que o autor ocupava como CEO de um Banco sediado em Luanda, que associava o então maior Banco do mundo, o Citibank, e o Banco Espírito Santo. As suas responsabilidades levaram João van Zeller a viver e testemunhar na primeira linha, e aqui relatar, o desastre que foi o desabar de uma sociedade e de uma economia que ninguém pôde ou quis evitar.

A Parte 3 do livro acompanha o autor no que resta de 1975. É uma saga entre os Estados Unidos e a Europa em busca de destino, seis meses em que se encontra com figuras internacionais de nomeada, e que terminam em Londres em grande incerteza. Finalmente, um grande Banco inglês oferece-lhe trabalho promissor, iniciando um período de vida mais sereno e de sucesso.”



O AUTOR: 
“João Guilherme Andresen van Zeller, nascido a 15 de Outubro de 1941, é natural do Porto, onde frequentou o ensino primário e secundário.
Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, tendo durante o curso trabalhado na Secção de Imprensa Estrangeira do Secretariado Nacional da Informação, até 1967. Nomeado em finais desse ano Chefe dos Serviços de Imprensa, Rádiodifusão e Televisão de Angola (CITA), após 1970 trabalhou 25 anos na banca, primeiro em Portugal e Angola até 1975, e depois em grandes bancos internacionais nos EUA, Reino Unido e Espanha.
Regressou a Portugal na primeira metade dos anos 90, após ter criado uma empresa de consultoria de gestão. Continuou ligado ao sector financeiro, envolveu-se com a fundação e desenvolvimento da TVI, tendo assumido entre 2004 e 2005 a Presidência da Confederação Portuguesa de Meios de Comunicação Social. Dedicou-se até 2009 a uma propriedade sua no Douro, no sector dos vinhos, integrando então o Conselho Consultivo dos Vinhos do Porto e Douro, e fazendo até hoje parte do Conselho de Fundadores do Museu do Douro. Continua a dedicar-se à gestão, a que acrescem projectos de solidariedade social.
Além de dezenas de artigos assinados em revistas e jornais nacionais e internacionais, as Edições Afrontamento publicaram três livros memorialistas seus.”


Preço: 47,50€; 

terça-feira, 1 de abril de 2025

Portugal & Ultramar - ‘ANGOLA NOUTROS TEMPOS’, de Jerónimo Pamplona - Lisboa 2016 - Muito Raro;












Portugal & Ultramar - História e recordações de Angola, antiga província ultramarina portuguesa da África Ocidental, relatadas pelo autor 


‘ANGOLA NOUTROS TEMPOS’ 
Por terras do Golungo e de Ambaquistas 
De Jerónimo Pamplona 
Prefácio de Paulo Fernandes 
Edição Pangeia Editores
Lisboa 2016 


Livro com 262 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


SINOPSE: 
"Este é um livro de crónicas, contos e poemas que percorre um tempo com início em 1482 e fim em 1974, através das seguintes etapas: 

- Na Introdução relato a evolução da África antiga, desde o aparecimento do Homo Sapiens passando pelo surgimento da agricultura até à fundição do ferro.
Certo é que por volta de 400 a.C. a fundição era praticada na área da atual Nigéria e por volta de 1.000 d.C., outros povos da África Ocidental utilizavam igualmente esta tecnologia». na primeira parte abordo a chegada dos portugueses a Angola.
Incidindo sobre o reino do Ndongo, detenho-me um pouco mais sobre a figura mítica da Rainha Njinga. no final da visita o Governador estranhou que a Embaixadora não chamasse a escrava que se mantinha imóvel sobre a almofada. Njinga riu-se. ‘Deixaria a escrava, retorquiu. Não tinha por habito usar do mesmo assento mais do que uma vez’. 

- Na segunda parte descrevo as personagens e o estatuto dos Ambaquistas e dos Assimilados.
Escrevo de nenhures. É este o meu solo materno pátrio; no qual busco a felicidade e me consolo.

- Na terceira parte centro-me na vida económica e social do Golungo Alto em meados do século XX. 
No dia em que chegava o homem da máquina para passar o filme, o pessoal que quisesse assistir tinha que pagar o bilhete e levar um banco de casa, ou então sentar-se no chão.

- Na quarta parte, num estilo em que a paródia prevalece sobre a sátira, revisitando mais de 25 anos, conto 42 estórias/piadas, que ocorreram em diferentes lugares de convívio e que são aqui compiladas.
‘Para tomar banho?! Claro! Onde é que o Sr. toma banho? Eu?! Eu tomo banho no rio. no rio?! e os Jacarés? Oh, os Jacarés! Não há perigo. Já me conhecem!’

- Na quinta parte narro seis contos, no estilo que poderá chamar-se de short stories.
‘Ó Lia, tu tinhas de lhe dizer que aceitavas o namoro. Sabes, não parece mas, os homens são muito tímidos! Nós, mulheres, temos que, por vezes, tomar a iniciativa.’

- Na última parte percorro, num rally paper imaginário, as ruas do Golungo Alto visitando lugares que nos fazem recordar afetos e emoções vivenciadas.
‘Desde o Luínha para o Golungo lá seguiam; o comboio, automotora e a grazine assim andavam, devagar, devagarinho, nos morros e curvas até gemiam. Algumas vezes, poucas, vejam lá, até descarrilavam!’ “
Jerónimo Pamplona


Da contracapa: 
“Idealizado para ser uma simples evocação da vila angolana Golungo Alto e das suas gentes doutros tempos, este livro ‘ANGOLA NOUTROS TEMPOS’ aparece enquadrado num projecto mais lato, que passou por uma retrospectiva da História Geral de Angola, numa síntese tão bem organizada como articulada. Optando pela História narração, em vez da História problema, com particular e inesperada habilidade, que enriquece sobremaneira contando pequenas estórias que, por outro lado, polvilha de apontamentos cheios de sabor, Jerónimo Pamplona acaba por recordar de maneira indelével especialmente o Golungo Alto das primeiras décadas do século XX, terra de tabaco e de café, de roças e de armazéns de aviados, de grandes florestas, e naturalidade da sua mulher de sempre, onde nasceram grandes personalidades angolanas como o famoso cónego Manuel das Neves, que foi um dos principais impulsionadores da luta de libertação nacional, os dirigentes políticos Mário Pinto de Andrade e o seu irmão Joaquim Pinto de Andrade e Manuel Pedro Pacavira, assim como o poeta José Luís Mendonça, atual director da revista ‘CULTURA’, e à qual estiveram sempre ligados figuras como o poeta António Jacinto, o dirigente político Lopo de Nascimento, o escultor José Rodrigues bem como os seus irmãos António Jacinto Rodrigues, notável arquiteto paisagista, e Irene Guerra Marques, grande figura da cultura angolana. De evocar o grande artista Roberto Silva, que viveu no Golungo Alto vários anos, cuja obra de decoração da Igreja de Santo Hilarião ainda hoje pode ser admirada.“ 
Rodrigues Vaz - Jornalista 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 

PREFÁCIO 
- Por Paulo Figueiredo (Antropólogo) 
INTRODUÇÃO - A ÁFRICA ANTIGA 
- As migrações Bantu (1000 AC - 1600 DC) 
- África Central e Meridional até 1600 
- Alguns termos de comparação 
- O impacto do velho mundo 
- O domínio colonial em África 
- O Cristianismo na África colonial 

Parte I - ANGOLA NOS SÉCULOS XV - XVII 
Capítulo 1 - O eu africano e o outro europeu 
Capítulo 2 - O Reino do Ndongo 
Capítulo 3 - A Rainha Njinga 
Capítulo 4 - Era assim no tempo da Rainha Njinga 
Capítulo 5 - A escravatura em Angola 

Parte II - ANGOLA NOS SÉCULOS XVIII - XX 
Capítulo 1 - O Reino de Angola 
Capítulo 2 - Os Ambaquistas em movimento 
Capítulo 3 - Práticas colónias 

Parte III - CRÓNICAS DO GOLUNGO ALTO 
Capítulo 1 - A região do Golungo Alto 
Capítulo 2 - O ciclo do Café 
Capítulo 3 - O ciclo do Comércio 
Capítulo 4 - Um homem de Deus & do Mundo 
Capítulo 5 - O homem pensa, a obra nasce 
Capítulo 6 - A Festa Rainha 
Capítulo 7 - Farras e festas 

Parte IV - NA HORA DO HUMOR 
Capítulo 1 - Anedotas & Chistes 
Capítulo 2 - Divertidos & Folgazões 
Capítulo 3 - Figuras & Figurões 

Parte V - NA HORA DO CONTO 
Conto 1 - Érica Grade 
Conto 2 - Núria Kasuva 
Conto 3 - Petra Valadares 
Conto 4 - Isadora Ramos 
Conto 5 - Aromas Tropicais 
Conto 6 - O tempo transforma tudo em tempo 

Parte VI - NA HORA DOS AFETOS 
Capítulo 1 - Baú de recordações 
Capítulo 2 - Poetizar 
Capítulo 3 - O olhar de poetas angolanos 

ÍNDICE DOS MAPAS 
I. - As Línguas das Etnias Angolanas 
II. - África Central Ocidental - Regiões 
III. - Localidades de Angola 
IV. - População estimada (1845) 
Reino de Angola 
V. - População estimada (1845) 
Reino de Benguela 
VI. - Campanhas Militares e Legislação 
Período de 1845 a 1900 
VII. - Campanhas Militares e Legislação 
Período de 1900 a 1926 

Bibliografia 
Glossário 
POSFÁCIO 


Preço: 32,50€; 

sábado, 31 de dezembro de 2022

Portugal & Ultramar - ‘A MULHER NAS MALHAS DA GUERRA COLONIAL’, de Ana Bela Vinagre - Lisboa 2011 - Muito Raro;













Ultramar - (Angola, Guiné e Moçambique) - A mulher portuguesa tem-se afirmado ao longo da nossa história, pelo seu espírito de iniciativa, abnegação, compreensão e sensibilidade face a situações históricas conturbadas.


‘A MULHER NAS MALHAS DA GUERRA COLONIAL’ 
De Ana Bela Vinagre 
Edição Fonte da Palavra 
Lisboa 2011 


Livro com 192 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Muito Raro. 


A AUTORA: 
“ANA BELA VINAGRE nasceu no Bombarral a 16 de Maio de 1954, residente em Leiria. Licenciada em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, possui o Curso de Especialização em Ciências Documentais – Arquivo. Directora do Arquivo Distrital de Leiria, em regime de substituição, teve a seu cargo a organização dos seus fundos documentais.” 


Da contracapa: 
“Quando o conflito armado eclodiu e à medida que os meses se sucediam, crescia nas mães que tinham filhos pequenos, a esperança de que, chegada a hora de os verem envergar a farda para cumprir o serviço militar, a guerra já tivesse terminado.

Quantas se enganaram!...

Nos bastidores duma guerra colonial sem fim à vista, ficavam mães, esposas, namoradas, irmãs, que depois de um doloroso adeus, a que o Tejo já se habituara, à vista de imensos lenços brancos de despedida, na metrópole lutavam, diariamente, contra uma saudade imensurável e o medo do espectro da morte, que a qualquer momento lhes poderia bater à porta. Em silêncio, engoliam as próprias lágrimas, calavam a revolta, escondiam a sua indignação. O sofrimento era atroz.
As namoradas e esposas, povoadas de projectos e de sonhos, viram-se traídas e defraudadas na sua juventude, esperando o fim de um pesadelo, que a cada dia, parecia mais distante.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
Agradecimentos 

PROPOSIÇÃO 
Nota Introdutória 
- A Mulher - Retrospectiva de um percurso 
- A Mulher no Estado Novo 
- O contributo da Mulher do Movimento Nacional Feminino 
- O socorro das Mulheres da Cruz Vermelha Portuguesa 
- O incentivo da ‘Avó Celeste’ 
- A acção das enfermeiras pára-quedistas 
- O papel das Madrinhas de Guerra 
- A ‘Mãe Militar’ dos açorianos em Leiria 
- O som de Maria Estefânia Anacoreta 
- As Mulheres que acompanharam os maridos para África 
- Mães, noivas, esposas, irmãs… Que Mulheres ! 
- O monumento alusivo à Mulher do Combatente 
- Conclusão 

Depoimentos de Mulheres que viveram , conviveram e sobreviveram a situações decorrentes da Guerra Colonial 
- “Também tive o meu pesadelo…” 
Ana Bela Vinagre 
- “Jamais me conformarei…” 
Mercedes Castanho Teixeira Meluz 
- O Olhar de minha mãe 
Ana Maria Lemos Val de Ovelha 
- “Ele teve a ‘graça’ de voltar !” 
Maria Emília da Piedade Pinto Silva Vieira 
- A minha presença no Movimento Nacional Feminino 
Maria Antonieta Brito 
- Recordar tempos difíceis 
Maria do Rosário Morais Font 
- “Eu queria era ir com ele…” 
Maria Juvelina Duarte Marques Lopes 
- “Aquela farda representou para mim, a perda da liberdade.” 
Maria Odete Neto Martins 
- “Recuperei o namorado vivo, depois de dado como morto.” 
Fernanda Braga Marquinhos 
- A minha carreira no Pára-quedismo 
Maria do Céu Cruz Policarpo Vidigal 
Alferes Enfermeira Pára-quedista 
- “Sonhei ! … e fui enfermeira pára-quedista.” 
Eugénia do Espírito Santo Sousa 
Capitão Enfermeira Pára-quedista 
- A Enfermagem Portuguesa e a Guerra Colonial 
Rosa Glória Barros Costa Serra 
- ‘Imbondeiro’, ‘machimbombo’, ‘machamba’, ‘unimogue’…
Ana Rita Gaspar Vieira 
- Carta Aberta a um pai coragem 
Ana Marta Crespo 
- 4 de Junho de 2010 - “Faz hoje 38 anos que partiste.” 
Maria Teresa Ferreira Vieira 
- “Quando regressei… vim diferente !” 
Florbela Queiroz -Actriz 
- “Apoiei-me no trabalho e nos aerogramas.” 
Maria Natércia da Silva Santos Salgueiro Maia 
Viúva do capitão de Cavalaria Fernando Salgueiro Maia 
- “O que me ajudou a viver foram os meus filhos.”
Maria Manuela de Almeida Sousa e Ribeiro Castelo 
Viúva do capitão piloto aviador Fernando Santos Castelo 
- “A minha passagem por África em tempos de guerra.” 
Isabel Cid Lauret 

ANEXOS
- Assistência às Forças Armadas 
- Secção Auxiliar Feminina da Cruz Vermelha Portuguesa 
Relatório - 1968 
Relatório - 1973 
- Transcrição de algumas cartas da ‘Avó Celeste’ 
- Monumento à Mulher do ex-Combatente 
Memória descritiva dos autores 

APÊNDICE DOCUMENTAL 

ÍNDICES 
- Depoimentos 
- Anexos 
- Apêndice documental 
- Fotografias 

FONTES E BIBLIOGRAFIA 
- Jornais 
- Bibliografia 
Siglas 


Preço: 32,50€; 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Guerra Colonial & Angola - 'AO SERVIÇO DA PÁTRIA' (Álbum do Batalhão de Caçadores nº 451) 1963-65 ‘ - Luanda 1965 - MUITO RARO;











Guerra Colonial & Angola - Um livro que relata as actividades deste batalhão militar do exército durante a sua permanência nesta antiga província ultramarina portuguesa 


‘AO SERVIÇO DA PÁTRIA' (Álbum do Batalhão de Caçadores nº 451)  1963-65 ‘ 
Edição do BAT Caç 
Luanda 1965 


Livro com 36 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Preço: 0,00€; (Indisponível)

terça-feira, 8 de maio de 2018

África & Ultramar português - ‘DOSSIER SUR LES COLONIES PORTUGAISES’ - AAVV - Bruxelles 1971 - MUITO RARO;



 





África & Ultramar português - Um dossier com informações sobre a luta dos diversos movimentos de libertação que em Angola, Guiné e Moçambique lutavam contra a administração colonial portuguesa 


‘DOSSIER SUR LES COLONIES PORTUGAISES’ 
AAVV 
Préface et présentation de François Houtart 
Édition EVU 
Bruxelles 1971 


Livro com 118 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Preço: 67,50€; 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

LIVROS DO ULTRAMAR E GUERRA COLONIAL - BLOG - 100,000 VISITAS ! - Atingimos hoje este número após 3 anos de actividade.




LIVROS DO ULTRAMAR E GUERRA COLONIAL - BLOG - 100,000 VISITAS !
- Atingimos hoje este número após 3 anos de actividade.


Os nossos agradecimentos a todos os visitantes e interessados nos livros aqui divulgados.
Será possível continuar com as vossas visotas e apoio.
Cumprimentos para todos e o nosso grande obrigado.

E curiosamente, hoje tb já batemos o recorde de visitas diárias.
Até às 21,30h já nos visitaram mais de 340 interessados !
E terminamos com 374 visitas...


A Direcção
26 de Janeiro de 2015