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quarta-feira, 25 de setembro de 2019
Angola & Guerra Colonial - Revista 'AUTO DEFESA', n. 5, de Setembro de 1967 - MUITO RARA;
Angola & Guerra Colonial - Uma revista de informação e propaganda da OPVDCA que inclui inúmeros textos de divulgação da actividade dos seus membros na vigilância e defesa do território, um documento histórico
Revista 'AUTO DEFESA', n. 5, de Setembro de 1967 -
Órgão de Propaganda e Informação da O.P.V.D.C.A.
(Organização Provincial de Voluntários e Defesa Civil de Angola)
Direção E. Baptista Cerqueira
Edição do Comando Provincial
Luanda 1967
Revista com 48 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARA.
Da Abertura:
15 DE MARÇO - Um marco de presença inabalável
Quinze de Março de 1961... Quinz de Março de 1967...
Seis anos vão decorridos sobre a data dolorosa em que bandos de assassinos violaram a fronteira portuguesa de Angola e desferiram a sua sanha genocida sobre milhares de vítimas indefesas.
E passado o espanto inicial, compreensívelmente gerado por tanto horror, os portugueses de Angola, aqui nados e criados ou radicados, foram buscar ao sofrimento as forças morais que lhes permitiram dizer 'NÃO'! à horda assassina.
A lição veio do NORTE - e com ela se manteve a unidade da Pátria e foi possível dar significado e eficiência à frase histórica:
"PARA ANGOLA, RAPIDAMENTE E EM FORÇA !"
(...)
AUTO-DEFESA
Do ÍNDICE:
- Factos que a imprensa não relatou
A OPVDCA E AS INUNDAÇÕES DE LUANDA - De E. Baptista Cerqueira
- 15 DE MARÇO
MARÇO DE PRESENÇA INABALÁVEL
- EM TERRAS BANHADAS PELO RIO PODEROSO
- O MAJOR ERNESTO AUGSTO RAMOS
Deixou o Estado Maior da Organização
- Um exemplo de Auto-Protecção
OS VIZINHOS EXERCITAM-SE PARA A DEFESA DA SUA TERRA
ZAIRE - Por E. Baptista Cerqueira
- Auto-Defesa em S.to António da Muinha
- Auto-Defesa em Nova Lisboa
- Auto-Defesa na Gabela
- A OPVDCA NO CINEMA
UM PUNHADO DE HERÓIS - Por E. Baptista Cerqueira
- Escudo de Armas para
VILA TEIXEIRA DE SOUSA
No sector 'D' de Luanda
- RONDA DA IMPRENSA - ESPECIALIZADA ESTRANGEIRA
- MABECOS - Por Sines Fernandes
NA DEFESA ACTIVA OU DEFESA PASSIVA, NO TIRO E MANEJO DE ARMAS
NA DEFESA PESSOAL, NO SOCORRISMO, NAS TRANSMISSÕES, NOS SALVAMENTOS, NA LUTA CONTRA INCÊNDIOS
Reportagem publicada inicialmente no jornal de Luanda, 'O COMÉRCIO'
- AUTO-DEFESA NO LOBITO
Inauguração do sub-sector 'F'
- Auto-Defesa em Benguela
- Auto-Defesa em Luanda
- 1. Curso da OPVDCA na Muxima
- Auto-Defesa em Cabinda
- ESTATUTO
Da Organização Provincial de Volutarios e Defesa Civil de Angola
- MANUAL DE PRIMEIROS SOCORROS
I - Fracturas nos membros inferiores
Preço: 75,00€;
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
Angola & Ultramar - ‘A ÚLTIMA JÓIA’, de Luís Rodrigues - Loures 2006 - MUITO RARO;
‘A ÚLTIMA JÓIA’
De Luís Rodrigues
Edição do autor
Loures 2006
Livro com 352 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
APRESENTAÇÃO DA OBRA:
“O título deste livro - ‘A ÚLTIMA JÓIA’ - não pretende ser apenas um retrato de acontecimentos trazidos de longe pela memória do autor, mas é também e indubitavelmente um livro de HISTÓRIA.
‘A ÚLTIMA JÓIA’ foi estruturado segundo uma linha condutora que se desenrola ao longo da época do terrorismo em Angola e que se por vezes parece saltar no tempo, logo em seguida retoma uma sequência de acontecimentos - contos acontecidos - que não foram esquecidos.
‘A ÚLTIMA JÓIA’ não se destina apenas àqueles que conheceram Angola daqueles tempos e daqueles lugares e que a todo o momento a recordam, ou mesmo àqueles que, por alguma razão, procuram esquecê-la.
‘A ÚLTIMA JÓIA’ destina-se principalmente àqueles que nunca conheceram Angola, aquele mundo distante e tão diferente de qualquer outro e que acerca de África ainda hoje nada sabem.
‘A ÚLTIMA JÓIA’ fala-nos de uma Angola de ontem vista pelos olhos de quem a viveu no passado e não a esqueceu.
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Sendo este um livro de contos verídicos todos fizeram mesmo parte das vidas das próprias pessoas que nele figuram.
No grande cadinho do tempo todos irão fundir-se, deles extraindo resultantes, relacionando características, diversificando opiniões, alimentando enfim a própria história.
E foi desta forma que veio a acontecer que àqueles que então saíram de Angola perderam tudo. Mas os que ficaram não ganharam nada.
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Portanto, este livro constitui-se também em contributo para a História de Angola. “
O AUTOR:
“De seu nome completo LUÍS FERNANDO DE SÁ FARIA OLIVEIRA RODRIGUES, nasceu em Estarreja, distrito de Aveiro, em 31 de Janeiro de 1929.
Licenciou-se em Ciências Geográficas pela Universidade Clássica de Lisboa.
Em 1959 embarcou para Angola, como professor do Liceu, onde viveu e conheceu durante 14 anos os acontecimentos relatados na presente obra.
Foi reitor de vários liceus, mas foi o cargo que ocupou como Adjunto de Hidrografia e Director da Brigada de Estudos dos Rios de Angola que lhe proporcionou um profundo conhecimento de toda a realidade angolana.
Foi dirigente de várias organizações culturais e desportivas e autor de vários trabalhos de carácter científico e didáctico.
Em 25 de Abril de 1974 era reitor do Liceu Nacional Salazar em Lourenço Marques.
Em 1975, a paixão por África levou-o em comissão de serviço como cooperante na qualidade de professor de liceu, à República da Guiné-Bissau.
Posteriormente desempenhou vários cargos dirigentes na Câmara Municipal de Loures e no Ministério da Educação. Mais tarde regeu uma cadeira de Geografia Humana e Política na Universidade Moderna.
Presentemente dedica-se a investigações genealógicas e ao registo de outras memórias que planeia dar a conhecer.“
Do ÍNDICE:
Dedicatória
ABERTURA
A ÚLTIMA JÓIA
Em Memória
POSFÁCIO
Preço: 37,50€;
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