sábado, 13 de junho de 2026

África & História - ‘THE RISE & FALL OF THE ZULU NATION’, by John Laband - South Africa 1997 - RARO;


Africa & History - A historical look at the Zulu nation portrays a politically sophisticated, administratively integrated, and militarily effective polity which was overthrown by the British Empire only because it was a pre-industrial society which lacked firepower

África & História - Uma análise histórica da nação Zulu que retrata uma organização politicamente sofisticada, administrativamente integrada e militarmente eficaz, que foi derrotada pelo Império Britânico apenas por ser uma sociedade pré-industrial carente de poder de fogo.



‘THE RISE & FALL OF THE ZULU NATION’ 
By John Laband 
Edition by Arms and Armour 
South Africa 1997 


Livro com 518 páginas, muito ilustrado (mapas, desenhos e fotografias da época) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


The Author / O Autor: 
“JOHN LABAND is a South African historian and writer, specialising in Anglo-Zulu and Boers wars. He is Professor Emeritus and Chair of History at Wilfrid Laurier University, Canada, and is a Life Member of Clare Hall, Cambridge University, England.”


Da contracapa:
"The kingdom forged by Shaka kaSenzangakhona was once one of the most powerful and sophisticated black states in Africa. In its mere sixty years of independent existence it weathered rebellions by discontented subjects and ambitious princes, intrusions by traders, missionaries and land-hungry settlers, and a determined invasion by the Voortrekkers. It took the British at the height of their imperial power six months and a full military campaign to bring the kingdom down. Thereafter, Zululand was broken up, consigned to bitter civil war, and eventually annexed piecemeal, its land given over to white farmers, in a poignant saga of humiliation and loss. . To understand contested developments in KwaZulu-Natal today, it is imperative to comprehend the troubled course of Zululand as it was wrested away from its own kings and passed into the hands of colonial masters. This book provides the key". 


About the book:
“South African historian Laband is a distinguished scholar of Zulu history whose work remains unknown in the U.S. outside specialist circles. That should change with the appearance of this book. Initially published in South Africa in 1995 as Rope of Sand, this is the finest analysis to date of the Zulu kingdom's origins and nature, its complex internal politics and the conflicts with Boer and Briton that finally laid it low. Without neglecting such cultural elements as the importance for the Zulu warrior of purification after battle, which frequently influenced the conduct of campaigns, Laband treats the Zulu polity in a historical rather than an anthropological context. He demonstrates that, at its height, the Zulu kingdom was the most politically sophisticated, administratively integrated and militarily effective polity, black or white, south of the Zambesi. Laband emphasizes the central political and ritual role of the king while establishing the cultural restraints on royal power and the constant challenges from royal relatives and other great chiefs. Not only Shaka but his successors, notably Mpande and Ctsehwayo, emerged as skillful politicians and sophisticated diplomats. Laband's perceptive analysis of the relationship between war and politics in the Zulu system shows that the Zulu kingdom neither decayed from within nor conquered itself to destruction. Instead, it was overthrown by a British Empire whose superiority in a specific aspect of warmaking--the application of firepower to the battlefield--proved too much for a pre-industrial society by no means at a dead end when it faced the Gatlings and Martinis at Ulundi. Illustrations.”



Do ÍNDICE: / CONTENTS: 

List of Maps 
PREFACE 
Acknowledgments 

PROLOGUE - The killing of a King 

PART I - THE PLAITING OF THE ROPE 
1. - A Land and its people 
2. - Climbing the long rope 
3. - He who thunders as he sits 
4. - Go every one to war ! 

PART II - THE BREAKING OF THE ROPE 
5. - Black horn that devours men 
6. - You are the quiet one, O Great Elephant 
7. - ‘You thrust in an Evil Spear’ 
8. - Blood river 
9. - The Maqonqqo hills 
10. - Between the English and the Boers 
11. - And the Thukela turned red 
12. - The young tiger 

PART III - WARDING OFF THE FALLING TREE 
13. - Mr shepstone crowns a king 
14. - He who builds homes with spears 
15. - The eagle and the four hawks 
16. - The whistling of winds 
17. - ‘You will attack by daulight !’ 
18. - Bread smelling of people’s blood 
19. - The fight at Jim’s 
20. - ‘The small guns are the worst’ 
21. - While the white people were still tired 
22. - Breaking the neck of the Zulu power 
23. - ‘The English Burrow in the ground like wild pigs’
24. - I ask for peace 
25. - What is there to stop them ? 
26. - We may now plough again 

PART IV - LIKE WATER SPLIT ON THE GROUND 
27. - Until the Queen restores me to Zululand 
28. - Am I run away from my dog ? 
29. - The calabash and its contents were shattered 
30. - Like a calf tied up on one side of the hedge 
31. - We cannot live together with the man who killed our king 
32. - Applying the torch of war 
33. - Summoning the fire engine 
34. - The Queen alone disposes the land 

EPILOGUE - Towards the New Kingdom 

Glossary 
Notes 
Picture Acknowledgments and sources 
Select Bibliography 


Preço: 62,50€; 

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Portugal & Literatura - ‘RAIZ DE LADO NENHUM’, de Mendes Bota - Lagoa 1992 - Muito Raro;




Portugal & Literatura - A segunda obra poética do autor, uma personalidade algarvia de relevo na política local e nacional que reuniu os seus escritos nesta última edição 


‘RAIZ DE LADO NENHUM’ 
De Mendes Bota 
Edição ‘Tribuna do Algarve’ 
Capa e fotografia de Arthur Ligne 
Gravuras de José Maria Oliveira 
Lagoa 1992 


Livro com 80 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Exemplar com dedicatória e assinatura do autor. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


O Autor: 
“JOSÉ MENDES BOTA nasceu em Loulé, a 4 de Agosto de 1955. Personalidade multifacetada, cedo se revelou no campo da música, da rádio e do jornalismo. A vocação poética, essa, uma licenciatura em Economia é uma carreira política de doze anos não parecem ter afectado. 
‘RAIZ DE LADO NENHUM’ é, depois de ‘TRIÂNGULOS DO DESESPERO’ (publicado em 1987), uma fascinante colectânea de poemas escritos com o coração, a confirmação da maturidade de um poeta tão surpreendente quanto inesperado.“ 


Da contracapa:
“Corolário comovente deste sentir-se ‘a tripulação amotinada de uma caravela sem vento’ é, no poema Estrela Inacessível o verso: ‘quem medeia poder trocar cada aplauso por um afago’. 
Respeitável confissão da dilacerante ambiguidade de quem, vivendo cercado de multidões ululantes quer-lhe exigiam a palavra que conduz ao redil do entorpecimento do não pensar, engole o som que atrai a estrela propiciadora dos afectos.“ 
Natália Correia 

“Livro intimista, tocante e profundo, esta é uma obra articulada pela mão de quem sabe, por tanto a ter sentido do seu âmago. ‘RAIZ DE LADO NENHUM’ tem o aspecto de pedra preciosa que, quer desbastemos de um lado ou de outro, por lhe ser tão inerente, sempre o seu brilho se mantém. 
Estamos sem sombra de dúvida, perante mais uma prova concludente da força poética inerente ao povo algarvio.“ 
Manuel Neto dos Santos 


Obras do Autor:
- ‘PODER LOCAL’ - 1986; 
- ‘TRIÂNGULOS DE DESESPERO’ - 1987 (Poesia); 
- ‘DEZ ANOS DE INTERVENÇÃO’ - 1990; 
- ‘VENCER NA EUROPA, APROXIMAR AO PAÍS’ - 1990; e 
- ‘RAIZ DE LADO NENHUM’ - 1992 (Poesia). 



Do ÍNDICE: 

PRÉ-VERSAÇÃO 
CARTA DE NATÁLIA CORREIA 

- Passarela cósmica 
- Edição especial 
- Delgada ponta do meu porto 
- No tempo das sombras luminosas 
- Pronto-a-versar 
- Saga dos nostálgicos 
- O adeus dos vencidos 
- Natal dos exilados 
- Estrela inacessível 
- Escritura possível 
- Qual Natal 
- Poema triste sem homem 
- Carnaval tudo 
- Torre de Belém 
- Controle fechado 
- Contra maré 
- Carlos segundo 
- Hasta siempre 
- Amizade estelar 
- Lágrimas de monstro 
- Raiz de lado nenhum 
- Fazer Maio em Janeiro 
- Regresso ao Mar 
- Derradeiro amor primeiro 
- Outra margem 
- Na nossa pequena aldeia 
- Partir de novo 
- Leito profundo 
- Carvão e cinza 
- Algarve expresso 
- Abraço 
- Amor campeão 

COMENTÁRIO 
- Por Manuel Neto dos Santos 


Preço: 32,50€; 

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Portugal - Moçambique & Ultramar - ‘MEMÓRIAS DE UMA VIDA’, de Fernando Correia Soares - Loulé 2009 - MUITO RARO;





Portugal - Moçambique & Ultramar - O autor, nascido no Algarve, passou grande parte da sua vida profissional pelo território da antiga província ultramarina portuguesa da África Oriental sem esquecer as suas raízes do sul do país e relata nesta sua autobiografia todas essas vivências 


‘MEMÓRIAS DE UMA VIDA’ 
Autobiografia 
De Fernando Correia Soares 
Edição do Autor 
Loulé 2009 


Livro com 270 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


“FERNANDO CORREIA SOARES (1926-2009)
Agraciado com a Medalha Municipal de Mérito Grau Bronze
 
No dia 3 de Junho de 1926, a freguesia de Alte viu nascer Fernando Correia Soares, filho de Isabel Cabrita Correia e de José Inácio Soares Júnior, registado no dia 14 do mesmo mês pelo Ajudante do Registo Civil de Alte. Após ter concluído o Ensino Primário na sua terra natal decidiu seguir vida eclesiástica ingressando no Seminário de São José em Faro, mais tarde passou para o de Almada e posteriormente para o Seminário Maior do Patriarcado nos Olivais, do qual recebeu os seus princípios morais de vida, destacou nas suas Memórias. Aos 22 anos, decidiu não prosseguir carreira eclesiástica e regressa à sua aldeia natal. Aí inicia funções na companhia de Seguros ‘O Alentejo’, cumpre o serviço militar e em 1952 ruma a Moçambique, onde permaneceu até 1975, desempenhando aí vários cargos na administração pública. Entretanto casou com a sua conterrânea Julieta Botica, com quem teve três filhos.
No seu regresso vem viver para Loulé onde começa a participar na Comissão de Festas do Carnaval. Com currículo na área do Folclore, já que havia fundado um Rancho Folclórico em Moçambique, foi convidado para formar um Rancho Infantil em Loulé o qual surgiu em 1977. Actualmente conhecido como Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé, este grupo fundador da Associação Grupo dos Amigos de Loulé, foi dirigido, orientado e ensaiado durante 32 anos por Fernando Soares e já promoveu o nome de Loulé, com a interpretação de danças e cantares da zona serrana de Alte, pelo País fora, em Espanha, França, na China, entre outros locais. Em 1999, a Câmara Municipal de Loulé decidiu homenagear este grupo com a atribuição da Medalha Municipal de Mérito – grau prata.
A 10 de Janeiro de 2009 Loulé e o seu Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé despediram-se desta personalidade que tanto fez para a promoção das tradições algarvios através do Folclore algarvio, em geral, e louletano em particular.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

MEMÓRIAS DE UMA VIDA 
- Alte, minha terra 
- O milagre 
- Alvores da vida 
- Escola primária 
- Azinhal 
- 1.* casamento tradicional a que assisti 
- Regresso a Alte 
- O Seminário 
- O Açougue 
- Fabricação de queijo 
- 2.a Guerra Mundial 
- Folclore (Concurso) 
- O acordeão 
- Alte 
- Raízes etnográficas do concelho de Loulé 
a) - Localização e origem - Imagens de Alte - Artesãos 
b) - Folclore e suas raízes 
c) - Concurso da Aldeia mais Portuguesa 
- Mapa com as aldeias concorrentes 
- Os ensaiados 
- Os meus amores 
- O magala Moçambique 
- Rumo a Moçambique 
- Nampula 
- Quadro administrativo 
- Pacificação 
- Chegada da minha mulher 
- 1.* filho - Carlos Alberto 
- Freira controversa 
- Visita Presidencial - Craveiro Lopes 
- Mercados 
- Mongincual 
- Jacaré assassino 
- O leopardo atrevido 
- 2.* filho - José Manuel 
- Concurso para Chefe de Postob
- Nairoto 
- Pista de aterragem e dependências 
- Um parto sem dor 
- Passagem de ano na selva 
- 3.* filho - Fernando 
- 10 de Junho dia da Raça 
- Içar da Bandeira Nacional 
- ‘Maria da Raça’ 
- Folclore Algarvio em África 
- Baile mandado 
- Visita do Ministro do Ultramar - Prof. Silva Cunha 
- Aldeamentos 
- Ponte do rio Mueda arde 
- Lagoa sagrada 
- Cinegética é a arte de caçar 
- A carga do elefante 
- Pavor na Sanzala 
- Circuncisão e ataque do leopardo 
- O meu melhor tiro 
- Não era impala, era leão 
- Leões à pedrada 
- A jibóia 
- Viagem a Negomano 
- Os três almoços 
- No dia do ‘Paquete Santa Maria’ 
- Diabruras do meu Zé Manuel 
- Metuge 
- Um régulo faltoso 
- Visita ao aldeamento de Namau, Metuge 
- Recuperação de uma manada de vacas 
- Festejos - Santos Populares 
- Velhos ciúmes 
- Amor louco 
- Os Maus-Maus 
- Ladroagem 
- Outra recuperação 
- Fuzileiros em apuros 
- Natal molhado 
- O canapane 
- Agricultura em Metuge 
- O regedor Palma 
- A guerra 
- Mentalização 
- O julgamento 
- Penetração e subversão 
- Exemplos de isolamento 
- Apelo de mulheres 
- Outro exemplo 
- Obstinação e advertências 
- Estamos às suas ordens 
- O Motarua 
- Luta armada 
- Reconhecimento 
- Relações com a DGS 
- A guerra dos elefantes 
- Plagiato 
- Se ele pudesse, prendia-me 
- Promoção a Adjunto de Administrador de Concelho 
- Convite 
- Fim da 1.*a parte 

REGRESSO À METRÓPOLE 
- Palma 
- Secretário do governador 
- Melhoramentos rurais 
- Vida social 
- Compra de camiões 
- Mega operação 
- Ilha de Moçambique 
- Secretariar o governador de Tete - Convite 
- ‘Acordo de Lusaka’ e entrega 
- Grandes frustração 
- A minha saída de Moçambique 
- Despedida 
- Último entardecer 
- Chegada a Lisboa 
- Bagagem 
- Nova vida 
- Loulé 
- Criação do Rancho Folclórico infantil de Loulé 
- Operação ao coração 
- Mãe soberana 
- Renúncia 
- Folclore nas escolas 
- Escrevi estas minhas memórias 
- Mãe do Céu ! 
- Cronologia 
- Agradecimentos 

Índice fotográfico 


Preço: 37,50€;