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sábado, 5 de setembro de 2020

Angola & UPA / FNLA - Alfinete da ‘UNIÃO DAS POPULAÇÕES DE ANGOLA’ - Angola 1961 MUITO RARO;



Angola & UPA / FNLA - Alfinete histórico e de grande raridade da organização antecessora da FNLA, liderada durante décadas por Holden Roberto e que ficou conhecida pelos ataques sanguinários efectuados em Março de 1961 no norte desta antiga colónia portuguesa, que se saldou por milhares de vítimas civis entre brancos e negros, homens e mulheres, crianças e velhos 


Alfinete da 
‘UNIÃO DAS POPULAÇÕES DE ANGOLA’ 
Angola 1961 


Artigo com sinais de oxidação, dada a sua idade, cerca de 60 anos. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.


A HISTÓRIA DA UPA (União das Populações de Angola) 

A Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) é um movimento político fundado em 1954 com o nome de União das Populações do Norte de Angola (UPNA), assumindo em 1958 o nome de União das Populações de Angola (UPA). Em 1961, a UPA e um outro grupo anti-colonial, o Partido Democrático de Angola (PDA), constituíram conjuntamente a FNLA. 

A FNLA foi um dos movimentos nacionalistas angolanos durante a guerra anti-colonial de 1961 a 1974, juntamente com o MPLA e a UNITA. No processo de descolonização de Angola, em 1974/1975, bem como na Guerra civil angolana de 1975 a 2002, combateu o MPLA ao lado da UNITA. Desde 1991 é um partido político cuja importância tem vindo a diminuir drasticamente, em função dos seus fracos resultados nas eleições legislativas de 1992, 2008 e 2012.

Guerra anti-colonial 
A UPA, enraizada principalmente entre os Bakongo mas com aderentes também entre os Ambundu e os Ovimbundu, foi o primeiro movimento anti-colonial a desenvolver actividades de envergadura em Angola. Iniciou a sua luta armada na região do norte de Angola em 15 de março de 1961, nomeadamente no concelho do Uíge, estendendo-se mais tarde para o sul, até à actual província do Bengo. Ela teve como retaguarda de luta o ex-Congo Belga, actual República Democrática do Congo, a seu tempo liderada pelo falecido General Mobutu Sese Seko que - no quadro da sua política regional - manteve boas relações com o líder da UPA/FNLA, Holden Roberto. Este apoio possibilitou a constituição em Léopoldville (hoje Kinshasa), imediatamente depois da formação da FNLA, do GRAE (Governo Revolucionário Angolano no Exílio), cujos vice-presidentes eram de proveniência Ambundu, e cujo secretário geral era Jonas Savimbi,  Ocimbundue posteriormente fundador da UNITA. O braço armado do GRAE era o ELNA (Exército de Libertação Nacional de Angola) cujos comandantes provinham de várias partes de Angola, inclusive de Cabinda. Nem o MPLA nem a FLEC quiseram participar do GRAE, o que viria a ser decisivo para a complexa e contraditória configuração da luta anti-colonial em Angola.[6]

A luta armada desenvolvida pela FNLA contra a potência colonial teve fortes limitações. Apesar dos apoios por parte de Mobutu, mas também durante algum tempo da parte da China e da Roménia,[7] o ELNA não conseguiu resistir ao contra-ataque militar português. Não teve a capacidade de manter o controle sobre qualquer parcela do território angolano, no Nordeste do país, embora tivesse marcado um mínimo de presença, sob a forma de actividades de guerrilha. Uma tentativa de abrir uma segunda frente no leste de Angola, não foi para além da constituição de um pequeno núcleo de guerrilha, ao Norte de Luena, cujas actividades foram mais simbólicas.

A Descolonização 
Quando a Revolução dos Cravos, realizado em Portugal em 25 de Abril de 1974, levou este país a declarar a sua intenção de apoiar activamente o acesso das suas então colónias à independência, os três movimentos nacionalistas, no início cada um por si, lançaram quase de imediato tentativas de assegurar-se o controlo do país por meios militares. Dados os seus efectivos bem treinados e equipados, o FLNA parecia ter uma vantagem evidente nesta contenda. Penetrando em Angola pelo Nordeste, avançou com alguma facilidade até ao Norte de Luanda onde viu a seu caminho barrado na batalha de Kifangondo, por forças do MPLA apoiadas por um forte contingente de tropas cubanas. Abandonando o seu plano de chegar até Luanda, o FLNA despachou várias das suas unidades para o centro e o sul de Angola onde acabaram por concluir uma aliança com a UNITA. No dia 11 de Novembro de 1975, enquanto o MPLA declarava em Luanda a independência do país, FNLA e UNITA fizeram o mesmo no Huambo onde constituíram um "contra-governo" que teve o apoio do então regime sul-africano do apartheid e dos EUA. Face à superioridade militar das forças cubanas e do MPLA, apoiadas pela União Soviética, a aliança FNLA & UNITA desfez-se no entanto rapidamente.

Após a independência 

Durante a primeira fase pós-colonial, a FNLA quase desapareceu da cena. Uma vez que o MPLA tinha instalado um regime monopartidário que, a partir de 1977, professava o marxismo-leninismo, outros movimentos ou partidos - portanto também a FNLA - não podiam, durante este período, ter uma existência legal em Angola. Por outro lado, e ao contrário da UNITA, a participação da FNLA na Guerra Civil foi muito fraca e acabou por deixar de existir. O movimento entrou numa fase de degenerescência, cujo indicador porventura mais forte foi o facto de Holden Roberto passar a residir em Paris durante muitos anos. Outro indicador forte foi a passagem para o lado do MPLA de alguns dos seus dirigentes, como Johnny Eduardo Pinock Eduardo e Henrique Vaal Neto que chegaram a fazer parte de um Governo de Reconciliação Nacional.

Quando, no fim dos anos 1980, o governo do MPLA anunciou a passagem de Angola para um sistema de democracia multipartidária, marcando primeiras eleições para 1992, a FNLA constituiu-se em partido político. Porém, os resultados do escrutínio foram-lhe extremamente desfavoráveis: nas eleições legislativas obteve 2.40%, e nas eleições presidenciais Holden Roberto obteve 2.11%. Estes resultados reflectem a radical perda de credibilidade da FNLA mesmo entre os Bakongo onde, por sinal, se constituíram vários outros partidos que concorreram às eleições sem sucesso, diminuindo ainda mais o eleitorado da FNLA.

O conjunto destes desenvolvimentos levou à divisão do partido em duas alas, sendo uma delas liderada pelo sociólogo Lucas Ngonda, professor da Universidade Agostinho Neto. A aproximação das segundas eleições legislativas em Angola, em 2008 levou a que as duas alas negociassem o reencontro que no entanto não se realizou, tendo Holden Roberto falecido em 2007.

Nas eleições de 2008 a FNLA obteve ainda menos votos do que em 1992, ficando-se pelos 1.11% e deixando de ser um actor político relevante. Entretanto, a liderança do partido continua a ser disputada ente Lucas Ngonda e um dos líderes históricos da FNLA, Ngola Kabango.[8] Nas eleições de 2012, a percentagem do votos foi sensivelmente a mesma, mas o partido perdeu mais um deputado, ficando reduzido a apenas 2 representantes na Assembleia Nacional.



Preço: 275,00€; 

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Angola - MPLA & FNLA - Lote de 3 PORTA-CHAVES (Agostinho Neto e Holden Roberto) - Luanda 1975 - MUITO RAROS;



 

 



Lote de 3 PORTA-CHAVES (Agostinho Neto e Holden Roberto)
Luanda 1975


Lote de 3 PORTA-CHAVES:
1. - Agostinho Neto (Líder do M.P.L.A) - 60,00€;
- ('Camarada Presidente - Agostinho Neto)

2. - Holden Roberto (Líder da F.N.L.A.) - 70,00€;
- ('Irmão Presidente Holden Roberto - Guia Supremo da Revolução Angolana - Liberdade e Terra')

3. - Agostinho Neto (Líder do M.P.L.A.) - 50,00€;
- ('Camarada Presidente - Dr. Agostinho Neto')


Artigos em muito bom estado de conservação. Excelentes.
De muito dificil localização.
MUITO RAROS.


Preço: 150,00€; (Lote completo)
Venda isolada ver os preços em cada exemplar.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Guiné & Guerra Colonial - 'A RETIRADA DE GUILEJE (22 Maio 1973) - A verdade dos factos', de Alexandre Coutinho e Lima - Linda-a-Velha 2010 - MUITO RARO;


 



 

 



Guiné & Guerra Colonial - Este será um dos livro mais polémicos do conflito ocorrido durante a guerra do ultramar, por pôr em confronto as posições da hierarquia militar daquele período e o oficial que decidiu retirar as tropas sitiadas e as populações que aí residiam sob a sua defesa, evitando assim uma mortandade não calculada e em simultâneo a maior vitória da guerrilha guineense sob a liderança do PAIGC


'A RETIRADA DE GUILEJE (22 Maio 1973)
- A verdade dos factos'

De Alexandre Coutinho e Lima
DG Edições
Linda-a-Velha 2010


Livro com 474 páginas, ilustrado e com a reprodução de inúmeros documentos, em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Da contracapa:
"ESTAMOS CERCADOS POR TODOS OS LADOS"
Última mensagem enviada, de GUILEJE, pelo capitão QUINTAS-FEIRAS, Comandante da CCAV 8350.
21 MAIO 1973 - 14h15 m


O AUTOR:
"ALEXANDRE DA COSTA COUTINHO E LIMA nasceu em Vila Fria (Viana do Castelo), em 1935. Frequentou a Escola do Exército (Hoje Academia Militar), sendo oficial da arma de Artilharia desde 1957, com a especialização de Observador Aéreo.

Como capitão, fez duas comissões de serviço na Guiné: de Julho de 1963 a Agosto de 1965, como Comandante de Companhia Operacional, em GADAMAEL (primeira tropa a ocupar esta localidade); de Julho de 1968 a Julho de 1970, como Adjunto da Repartição de Operações do Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné, sendo Governador e Comandante-Chefe o sr. General ANTÓNIO DE SPÍNOLA.

Promovido a Major, iniciou a sua terceira comissão, de novo na Guiné, em Setembro de 1972. Em Janeiro de 1973 foi nomeado pelo sr. General Spínola, Comandante do COP 5 (Comando Operacional n. 5), com sede em Guileje.

Na sequência dos acontecimentos narrados neste livro, tomou a decisão de retirar de GUILEJE, o que resultou, sob o ponto de vista pessoal, na sua prisão preventiva durante um ano (menos 10 dias) e auto de Corpo de Delito, que iria terminar no seu julgamento em Tribunal Militar.

Como consequência do 25 de Abril de 1974, os 'crimes', que supostamente tinha cometido, foram amnistiados pelo Decreto-Lei n. 19/74 da Junta de Salvação Nacional; os autos foram arquivados, não tendo, por isso, sido submetido a julgamento.

Este livro constitui o esclarecimento objectivo e relata 'A VERDADE DOS FACTOS', até agora mantidos em ingrato esquecimento."




Do ÍNDICE:

Dedicatória
PREFÁCIO
De G. do Espírito Santo (General do Exército)
Introdução

I PARTE - DA MOBILIZAÇÃO ATÉ À NOMEAÇÃO PARA O COP 5
1. Mobilização
2. Colocação no CTIG
3. Estadia no CIM - Bolama
4. Nomeação para o COP 5

II PARTE - COMANDO DO COP 5
NOTA PRÉVIA
1. Criação do Comando Operacional n. 5
2. Diligências, em Bissau, antes de assumir o Comando do COP 5
3. Análise da Missão do COP 5
4. Sede do COP 5
5. Primeiras medidas tomadas pelo Comandante do COP 5, já em Guileje
6. Em vez de reforços, cedências
7. Actividade operacional do COP 5 (período de 22 Jan 73 a 22 Mai 73)
8. Extractos dos PERINTREPS, relativos ao período de 22 Jan 73 a 27 Mai 73)
9. Outros documentos sobre as intenções do IN, relativamente ao período de 18 a 27 Mai 73 e a Guileje
10. Apoio aéreo e suas restrições
11. Visita a Guileje do Sr. General Comandante-Chefe, em 11 Mai 73
12. Deserção do Milícia Aliu BARI
13. Evacuações de Guileje
14. Início da acção em forca inimiga sobre Guileje
15. Mensagens enviadas e recebidas pelo COP 5 e suas sub-unidades, no período de 18 a 27 Mai 73
16. Considerações sobre as mensagens enviadas e recebidas, no período de 18 a 27 Mai 73
17. Mensagem da Rep. de Informações para a Base Aérea 12 
18. Diligências efectuadas após o briefing no Comando-Chefe (20 Maio 73) até à chegada a Guileje 
19. Situação encontrada em Guileje 
20. Decisão de efectuar a Operação de Retirada de Guileje 
21. Eventuais razões para a não atribuição de reforços 
22. Medidas tomadas após a decisão de efectuar a retirada de Guileje 
23. Organização da Operação de Retirada 
24. Chegada a Gadamael 
25. Comparação entre a situação de Guidaje e Guileje 
26. Comparação entre as situações de Guileje e Gadamael 
27. Destituição do Comando do COP 5 e ida para Bissau 
Fotografias da retirada

III PARTE - ANÁLISE CRÍTICA DO PROCESSO
1. Instauração do processo 
2. Despacho de 22 de Maio 73 do Sr. General Comandante-Chefe 
3. Nomeação do Sr. Oficial da Polícia Judiciária Militar (PJM) 
4. Interrogatório em 28 de Maio 73 
5. Interrogatório em 31 de Maio 73 
6. PERBOLRÁDIOS n. 2277, 2278 e 2279 
7. Inquirições de testemunhas - 1 de Junho 73 
8. Inquirições de testemunhas - 3 de Junho 73 - Sr. Coronel pára-quedista Rafael Durão 
9. PERBOLRÁDIOS n. 2280, 2281 e 2283 
10. Diligências em 5 de Junho 73 
11. 
Diligências em 9 de Junho 73 
12. 
Diligências em 13 de Junho 73 
13. Inquirições 
em 18 de Junho 73 
14. Inquirições 
em 22 de Junho 73 - Elementos da população 
15. 
Diligências em 26 de Junho 73 
16. Inquirições 
em 27 de Junho 73 
17. 
Diligências em 29 de Junho 73 - Procuração e requerimento 
18. 
Diligências em 30 de Junho 73 - Despacho do Sr. Oficial da PJM 
19. 
Diligências em 2 de Julho 73 
20. Inquirições 
em 6 de Julho 73 - Sr. Alferes Mil. Médico Antunes Ferreira 
21. Inquirições 
em 9 de Julho 73 - Oficiais e furriéis presentes em Guileje 
22. Reclamação entregue ao Se. Oficial da PJM - 
9 de Julho 73 
23. Inquirições 
em 10 de Julho 73 
24. 
Diligências em 12 de Julho 73 
25. Inquirições 
em 13 de Julho 73 
26. Inquirições 
em 16 de Julho 73 
27. Inquirições 
em 17 de Julho 73 
28. Inquirições 
em 18 de Julho 73 
29. Inquirição em 19 de Julho 73 - Sr. Alf. Mil. de Art. Pinto dos Santos 
30. Conhecimento do despacho do Sr. Oficial da PJM 
31. Auto de inquirição do Sr. Capitão Mil. de Art. Quintas 
32. 
Diligências em 6 de Agosto 73 
33. 
Diligências em 7 de Agosto 73 
34. Inquirições 
em 9 de Agosto 73 
35. 
Diligências em 10 de Agosto 73 
36. 
Diligências em 13 de Agosto 73 
37. 
Diligências em 18 de Agosto 73 - Termo de agravo 
38. 
Diligências em 23 de Agosto 73 - Artigos na imprensa estrangeira 
39. Minhas declarações em 24 de Agosto 73 
40. Inquirições 
em 27 de Agosto 73 
41. 
Diligências em 2 de Setembro 73 
42. 
Diligências em 4 de Setembro 73 - Parecer do SJD do ME 
43. Encerramento do Processo - 12 de Setembro 73 
44. Despacho do Sr. Brigadeiro Comandante do CTIG 
45. Promoção de Justiça 
46. Termo de Conclusão 
47. Relatório psiquiátrico (com data de 27 de Dezembro 73) 
48. Auto de Diligências - 14 de Janeiro 74 
49. Termo de vistos - Promotor de Justiça e Defensor Oficioso 
50. 
Diligências do Sr. Juiz Auditor do TMTL 
51. Procuração e requerimento do Advogado 
52. Inquirição do Sr. Chefe da Rep. Inf./COMCHEFE 
53. Requerimento a prescindir da audição de testemunhas - 27 de Fevereiro 74 
54. Requerimento a prescindir da audição de testemunhas - 4 de Março 74 
55. Relatório psiquiátrico (com data de 7 de Fevereiro 74) 
56. Termo de juntada de deprecadas - 27 de Março 74 
57. Auto de Declarações do Sr. Major de Art. Leal de Almeida 
58. Auto de Declarações do Sr. Major Pára-quedista Pessoa 
59. Auto de Declarações do Sr. Tenente-coronel Pára-quedista Araújo e Sá 
60. Termo de Conclusão - 3 de Abril 74 
61. Termo de entrega - 4 de Abril 74 
62. Instauração da acusação - 8 de Abril 74 
63. Nota de Culpa - 10 de Abril 74 
64. Acórdão do Supremo Tribunal Militar 
65. Diligência do Se. Promotor de Justiça do 1.* TMTL - 16 de Maio 74 
66. Acórdão do 1.* TMTL - 17 de Maio 74 
67. Acta de audiência de julgamento - 17 de Maio 74 
68. Termo de data e encerramento - 17 de Maio 74 
69. Numeração das folhas do processo 
70. Relação de víveres e artigos de cantina 
71. Comentário geral do Auto do Corpo de Delito 

IV PARTE - EXTRA PROCESSO
1. Requerimento enviado ao sr. Brigadeiro Comandante Militar
2. Movimento de solidariedade

V PARTE - RETIRADA DE GUILEJE E A COMUNICAÇÃO SOCIAL
1. Livro ‘A GUERRA EM ÁFRICA’ 
2. Livro ‘GUERRA COLONIAL’ de Aniceto Afonso e Carlos de Matos Gomes 
3. Livro ‘MARECHAL COSTA GOMES - No centro da tempestade’ 
4. Programa ‘GRANDE REPORTAGEM’ - SIC 30 de Maio 96 
5. Jornal ‘PÚBLICO’ - 16 de Maio 04 
6. Artigos de jornais 
7. Filme ‘AS DUAS FACES DA GUERRA’ 
8. Série televisiva do jornalista Joaquim Furtado 

VI PARTE - SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GUILEJE (SIG)
1. Organização 
2. Programa do SIG 
3. Chegada dos participantes 
4. Programa dos dias 1 e 2 de Março 08 
5. Trabalhos do Simpósio, em Bissau 
6. O Simpósio Internacional de GUILEJE e a comunicação social 
7. Apreciação geral sobre o Simpósio 
Fotografias

CONSIDERAÇÕES FINAIS

ANEXOS 
I - Directiva n. 2/73 de 8 de Janeiro 73 - Criação do COP 5 
II - Mensagem 165 de 17 de Fevereiro 73 
III - 2 fotografias da zona de Guileje - Google Earth 
IV - Copia da carta militar - região de Guileje 
V - Colunas de reabastecimento Guileje/Gadamael 
VI - Extracto do Relatório de Interrogatório - 27 de Dezembro 72 
VII - Relação das flagelações a Guileje (18/22 Maio 73) 
VIII - Anexo A aos PRERINTREPS n. 19/73, 20/73 e 21/73 
IX - Despacho de 22 de Maio 73 do Sr. General COMCHEFE 
X - Relatório da Missão de apoio aéreo a Guileje - 21 de Maio 73
XI - Procuração 
XII - Parecer do SJD/QG/CTIG/ (27 de Julho 73) e despacho do Sr. Com.-Chefe (5 de Agosto 73)
XIII - Auto de Declarações de Sory Camará 
XIV - Despacho (2 de Agosto 73) 
XV - Tradução de um artigo da revista ‘ÁFRICA’ 
XVI - Comunicado das Forças Armadas da Guiné (16 a 31 de Maio 73) 
XVII - Despacho (2 de Setembro 73) 
XVIII - Parecer do SJD do Ministério do Exército 
XIX - Promoção de Justiça 
XX - Procuração e dois requerimentos do Advogado 
XXI - Nota de Culpa 
XXII - Acórdão do Supremo Tribunal Militar - 18 de Abril 74 
XXIII - Acórdão do 1.* TMTL - 17 de Maio 74 
XXIV - Acta de audiência de julgamento - 17 de Maio 74 
XXV - Nora do SJD/QG/CTIG 

ADENDA PARA A 2.a EDIÇÃO 
Carta de Camisa Mará 
Mapa da Guiné 


Preço: 67,50€; 

sexta-feira, 20 de março de 2020

Portugal & Ultramar (AVIAÇÃO) - 'BORDO DE ATAQUE' - 2 Volumes, de José Krus Abecasis - Coimbra 1985 - MUITO RARO;


 









Portugal & Ultramar (AVIAÇÃO) - As memórias e histórias da Força Aérea Portuguesa e dos aviões militares da autoria de uma dos pilotos mais prestigiados e com uma carreira muito recheada no continente europeu e por África


'BORDO DE ATAQUE
Memórias de uma caderneta de voo e um contributo para a história' - 2 VOLUMES

De Major-General Pil. Avi. José Krus Abecasis (1920-2012)
Coimbra Editora
Coimbra 1985


Obra em 2 volumes e exemplares novos. Na totalidade com 896 páginas.
Volume I - Com 448 páginas e muito ilustrado.
Volume II - Com 448 páginas e muito ilustrado.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.



VOLUME I
Do ÍNDICE:

Dedicatória

INVOCAÇÃO

UM MUSEU DE MEMÓRIAS
PÓRTICO
- Antecâmara - 1924-1941
- Primeira Sala - 1941-1961
- Segunda Sala - 1962-1965



VOLUME II
Do ÍNDICE:

UM MUSEU DE MEMÓRIAS
- Terceira Sala - 1965-1971
- Quarta Sala - 1971-1974
- Epitáfio de saída

ÍNDICES
- Onomástico
- Geral



Preço: 120,00€;

terça-feira, 10 de março de 2020

Portugal & Forças Armadas - 'OS AVIÕES DA CRUZ DE CRISTO', de Mário Canongia Lopes e José Manuel R. Costa - Lisboa 1989 - RARO;





Portugal & Forças Armadas - Uma resenha histórica da Aviação Militar Portuguesa dos seus primórdios e a divulgação das potencialidades deste ramo das FA, no território europeu, ilhas do Atlântico e antigas colónias africanas, com muitas e excepcionais ilustrações e fotografias


'OS AVIÕES DA CRUZ DE CRISTO
75 anos da Aviação Militar em Portugal'

De Mário Canongia Lopes e José Manuel Rodrigues Costa
Edição Dinalivro
Lisboa 1989


Livro de capas duras e sobrecapa, com 180 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.



Do ÍNDICE:

Dedicatória
INTRODUÇÃO
PREFÁCIO
Por Manuel Pinto Machado de Barros (Gen. Pil. Av. Res.)

Capítulo I
INTRODUÇÃO DA AVIAÇÃO EM PORTUGAL (1910-1914)

Capítulo II
ACÇÃO DE PORTUGAL NA GRANDE GUERRA
1. - Aviação militar. Formação de pilotos (1915-1917)
2. - Início da aviação naval (1917)
3. - Primeira missão operacional da aviação militar (1917)
4. - Acção militar na Europa (1917-1918)
5. - Actuação em Angola (1918)
6. - Operações na costa atlântica (1917-1918)
7. - Alterações orgânicas (1918-1919)

Capítulo III
CONSOLIDAÇÃO E EXPANSÃO: A ÉPOCA DAS VIAGENS AÉREAS
1. - Expansão da aeronáutica militar (1919-1923)
2. - Período áureo da aviação naval (1919-1924)
3. - A aviação militar passa a arma independente (1923-1930)
4. - Formação de pilotos na aviação naval (1925-1930)
5. - Colaboração exército-marinha na travessia aérea nocturna do Atlântico (1927)

Capítulo IV
O PROGRAMA DOS ANOS TRINTA
1. - Reapetrechamento da aeronáutica militar (1930-1937)
2. - Primeira fase de renovação da aviação naval (1930-1937)
3. - Voluntários portugueses nos céus de Espanha (1936-1939)
4. - Remodelação da aeronáutica e criação de bases aéreas (1937-1940)
5. - Segunda fase de reequipamento da aviação naval (1937-1940)

Capítulo V
PORTUGAL DURANTE A II GUERRA MUNDIAL
1. - O crescimento da aeronáutica militar (1940-1945)
2. - A apresentação do novo material (1944)
3. - A aviação naval passa a ter aviões com bas terrestre (1940-1945)

Capítulo VI
DO APÓS GUERRA À CRIAÇÃO DA FORÇA AÉREA
1. - Os últimos anos da aeronáutica militar (1946-1952)
2. - Período final da aviação naval (1946-1952)
3. - O Centro de Instrução Aeronáutica de Lourenço Marques (1949-1955)

Capítulo VII
A FORÇA AÉREA TOMA NOVOS RUMOS
1. - Introdução na era do jacto (1952-1955)
2. - Consolidação da Força Aérea (1956-1960)

Capítulo VIII
A ACÇÃO AÉREA EM TERRAS AFRICANAS
1. - Início da actuação da F.A.P. em África (1961-1965)
2. - A Força Aérea no período final da guerra ultramarina (1966-1974)

Capítulo IX
A F.A.P. NA ACTUALIDADE - REENCONTRO COM A SUA POSIÇÃO NA EUROPA
1. - Regresso à Europa
2. - Situação anterior à reestruturação, cobrindo o período entre 1952 e 1977
3. - Situação após a reestruturação da F.A.P.

APÊNDICES AO TEXTO GERAL

I - AVIÕES ESPECIAIS - AVIÕES ADQUIRIDOS PELO GOVERNO PORTUGUÊS MAS NÃO INTEGRADOS - OU SÓ TEMPORARIAMENTE - NA AVIAÇÃO MILITAR
II - LISTA DE AERONAVES UTILIZADAS PELA AERONÁUTICA MILITAR, AVIAÇÃO NAVAL E FORÇA AÉREA PORTUGUESA (1912-1989)
III - SISTEMA DE NUMERAÇÃO NA AERONÁUTICA MILITAR (1935-1952)
IV - SISTEMA DE NUMERAÇÃO NA AVIAÇÃO NAVAL (1917-1952)
V - SISTEMA DE NUMERAÇÃO NA FORÇA AÉREA (1952-1989)
VI - DISTINTIVOS DAS ESQUADRAS DA FORÇA AÉREA (1952-1989)
VII - AVIÕES BELIGERANTES QUE ATERRARAM OU CAÍRAM EM TERRITÓRIO PORTUGUÊS NO PERÍODO 1939-1945
VIII - DADOS COMPLEMENTARES SOBRE OS 'SERIAL-NUMBERS' ANTERIORES E 'CONSTRUCTION-NUMBERS' DE AVIÕES MILITARES PORTUGUESES
IX - DADOS RESUMIDOS SOBRE BASES AÉREAS E ESTABELECIMENTOS GERAIS AERONÁUTICOS, DIRIGENTES E ORGANIZAÇÃO DA AVIAÇÃO MILITAR (1914-1989)
1. - Dados resumidos sobre bases aéreas e estabelecimentos gerais aeronáuticos
2. - Dirigentes e organização da aviação militar (1914-1989)



Preço: 177,50€; 

África & Revolução - 'ÁFRICA EM CHAMAS', de Matos Gomes - Lisboa 1963 - MUITO RARO;



África - As guerra e revoluções no continente pós-colonialismo


'ÁFRICA EM CHAMAS'
De Matos Gomes
Edições Euráfrica
Lisboa 1963


Livro com 414 páginas e em muito bom estado. Destaque para uma dedicatória e assinatura do autor.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Dedicatória:
"A
MOISÉS TCHOMBÉ
Gigante africano dos nossos dias sobranceiro aos interesses materialistas de Americanos, Asiáticos e Europeus."




Do ÍNDICE: 

NOTA 

I - As raízes do Mal;
II - Panafricanismo;
III - Caudilhos africanos;
IV - Os 'Mau-Mau';
V - Donde os ventos sopram;
VI - As vias da ditadura;
VII - Nacionalismo sorvo;
VIII - Insurreição tácita;
IX - Balcanização democrática;
X - Efervescência revulsiva;
XI - As escarpas do abismo;
XII - A 'Década Africana';
XIII - O 'anus mirabilis';
XIV - A 'congolização';
XV - Portugal na 'Jaula de vidro';
XVI - Os internacionalismo sindicalistas;
XVII - Traidores em Portugal;



Preço: €37,50.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Guerra do Ultramar - 'DIAS DE CORAGEM E DE AMIZADE (Angola, Guiné e Moçambique: 50 histórias da guerra colonial)', de Nuno Tiago Pinto - Lisboa 2011 - RARO;


 

 




Guerra do Ultramar - A recolha de 50 testemunhos de homens e mulheres que deram tudo na defesa da Pátria nas guerras nas colónias africanas de Angola, Guiné e Moçambique, soldados e oficiais, médicos e enfermeiras, e de todos os ramos das Forças Armadas portuguesas, numa obra que é um documento de grande valor histórico


'DIAS DE CORAGEM E DE AMIZADE
(Angola, Guiné e Moçambique: 50 histórias da guerra colonial)'

De Nuno Tiago Pinto
Prefácio de Carlos de Matos Gomes
Fotografias de Rafael G. Antunes
Edição A esfera dos livros
Lisboa 2011


Livro com 400 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
RARO.


Da contracapa:
"O fundamental neste livro é que, através daquilo que os protagonistas descrevem, nós, os portugueses de hoje, temos acesso à história dos anos da guerra como ela ficou gravada naqueles que a fizeram. Não é pouca coisa." Carlos Matos Gomes, in PREFÁCIO

"O médico Abílio Alves esteve um ano e meio em Nambuangongo, Angola, a tentar salvar vidas, com poucos meios e sob ataques constantes. António Lobato foi o primeiro piloto a despenhar-se na Guiné e aquele que mais tempo esteve preso nas mãos do PAIGC. Maria Arminda Lopes Pereira dos Santos pertenceu ao primeiro grupo de enfermeiras pára-quedistas. António José Freire foi atingido, em Angola, por um estilhaço que lhe arrancou uma parte do crânio. Ao todo, foi operado 18 vezes à cabeça. José Penedo decidiu arriscar a vida ao volante de um 'Unimog' para a companhia não ficar uma noite inteira sem água. Sofreu um acidente e ficou paraplégico. António Calvinho não esquece o dia em que foi retirado pelos colegas de um veículo em chamas, em Moçambique.

O jornalista Nuno Tiago Pinto ouviu cada um dos 50 testemunhos que fazem parte deste livro e captou o momento mais dramático da sua experiência nos três cenários da guerra colonial - Angola, Guiné e Moçambique. São relatos impressionantes, feitos na primeira pessoa, de actos de coragem e de amizade, de medo, heroísmo, desespero, de soldados, médicos, enfermeiras que combateram, de diferentes formas, em nome da pátria.

Ao todo, foram mobilizados para os três teatros de guerra entre 800 mil e um milhão de portugueses. Destes, mais de nove mil morreram. Os outros regressaram a casa com marcas físicas ou psicológicas de uma guerra que os transformou e marcou para sempre. Esta é a sua história."



OS AUTORES:
"NUNO TIAGO PINTO
Nasceu em 1978, em Lisboa. Licenciou-se em Relações Internacionais e tirou o curso de especialização em jornalismo no CENJOR. Passou pela redacção da 'SIC Notícias' e foi jornalista e editor de internacional e de sociedade no semanário 'O INDEPENDENTE'. Está desde 2006 na revista 'SÁBADO', onde é sub-editor da secção Portugal."


"RAFAEL G. ANTUNES
Nasceu a 22 de Agosto de 1977. Estudou a fotografia no IADE e começou a trabalhar no 'Diário Digital'. Foi fotógrafo da revista 'Fortuna' e 'Negócios' antes de se tornar freelancer, em 2002. É, actualmente, colaborador regular das revistas 'SÁBADO', 'EXAME' e 'Notícias Magazine'."




Do ÍNDICE:

PREFÁCIO
COMO SE CONTA UMA GUERRA?
Por Carlos de Matos Gomes

Dedicatória

INTRODUÇÃO
Por Nuno Tiago Pinto


ANGOLA - O INÍCIO DO FIM DO IMPÉRIO

CARLOS FILIPE ALVES DOS SANTOS
6.a Companhia de Caçadores Eventual
Regimento de Infantaria de Nova Lisboa - Comissão: 1961-1963
- "Deram-me um frasco com 14 estilhaços e uma bala, para recordação."

MARIA ARMINDA LOPES PEREIRA DOS SANTOS
Enfermeira pára-quedista - Comissão: 1961-1962
- A primeira enfermeira pára-quedista

ADÉLIO CLARO SIMÕES
Batalhão de Caçadores 379
Companhia de Caçadores 426 - Comissão: 1963-1965
- "Agora estou cego, mas quando fui para África estava ceguinho."

ABÍLIO MARCELINO ALVES
Batalhão de Caçadores 460
Companhia de Comando e Serviços - Médico - Comissão: 1963-1965
- "Felizmente nunca dei um tiro."

CARLOS MANUEL PEREIRA
Batalhão de Cavalaria 627
Companhia de Comando e Serviços - Comissão: 1964-1966
- "A guerra é como uma queimadura que fica marcada e não desaparece."

JOSÉ MANUEL PARREIRA
Companhia de Fuzileiros Número Um - Comissão: 1966-1967
- "Sentia os ossos deles a quebrar com as catanadas."

VÍTOR MANUEL BRÁS
6.a Companhia de Comandos - Comissão: 1966-1968
- "Ao fim de um ano a minha cabeça começou a avariar."

ANTÓNIO JOSÉ FREIRE
Batalhão de Caçadores Pára-quedistas n. 21
3.a Companhia de Caçadores Pára-quedistas - Comissão: 1967-1969
- "Não reconhecia a minha família."

ANTÓNIO PINHEIRO DA COSTA
Batalhão de Artilharia 2849
Companhia de Artilharia 2395 - Comissão: 1968-1970
- "Esta guerra estúpida roubou-me a juventude."

ANÍBAL VICENTE JÚLIO
Batalhão de Caçadores 2873
Companhia de Caçadores 2508 - Comissão: 1969-1970
- "Parecia que estava toda a gente a olhar para a minha deficiência."

JOSÉ ALBERTO BENTO RAIMUNDO
Batalhão de Caçadores 2859
Companhia de Caçadores 2459 - Comissão: 1969-1971
- "Sei o que é aquela história do túnel e da luz. Já lá estive e saí."

JOSÉ VICENTE PENEDO
Batalhão Independente de Infantaria n. 19
Companhia de Caçadores 2678 - Comissão: 1970-1971
- "Ainda tive ilusões de que poderia recuperar."

ALBERTO JOÃO PRAZERES DA SILVA URBANO
Batalhão de Caçadores 2910
Companhia de Caçadores 2740 - Comissão: 1970-1971
- "Olhei para baixo e não estava lá o pé direito."

AUGUSTO MANUEL DA SILVA RODRIGUES
Base Aérea Número Nove
Mecânico de Material Aéreo - Comissão: 1970-1974
- Abatido a 5 de Junho de 1972 em Cabinda e capturado pelo MPLA e libertado em Dezembro do mesmo ano.
- "O helicóptero ficou todo furado."

JOÃO PEDRO MARTINS REIS SANTOS
Companhia de Caçadores 3369 - Comissão: 1971-1973
- "Escapei aos tiros, mas não a uma aranha."

ANTÓNIO CAPELO
Batalhão de Caçadores 4911 - Comissão: 1974-1975
Capturado pela FLEC já depois do 25 de Abril de 1974 e levado para o Congo.
- "Fui preso com 86 Kg, saí com 38 Kg."

HENRIQUE JOSÉ AGOSTINHO MARTINS ANDRÉ
Batalhão de Caçadores Pára-quedistas n. 21
3.a Companhia de Pára-quedistas - Comissão: 1973-1975
- "Em Luanda havia corpos por todo o lado."


GUINÉ - O 'VIETNAME' PORTUGUÊS

ANTÓNIO LOURENÇO SOUSA LOBATO
Piloto da Força Aérea - Comissão: 1961-1963
Foi capturado pelo PAIGC após se despenhar. Esteve preso na Guiné-Conakry sete anos. Foi libertado na Operação 'MAR VERDE'.
- "Disse à minha mulher: não te preocupes que qualquer dia eu volto."

ANTÓNIO REBELO HELIODORO
Destacamento de Fuzileiros Especiais n. 8 - Comissão: 1963-1965
- "Lutei debaixo das bombas de Napalm."

ARMANDO MARQUES RAMOS
Companhia de Caçadores 556 - Comissão: 1963-1965
- "Apanhávamos crocodilos a sair dos ovos."

JOSÉ ÁLVARO ALMEIDA DE CARVALHO
Batalhão de Caçadores 619
Bateria de Artilharia de Campanha - Comissão: 1963-1965
- "O comandante ameaçou-me que me metia em tribunal."

JOAQUIM MANUEL DA CONCEIÇÃO MARTINS
Companhia de Caçadores Pára-quedistas - Comissão: 1964-1966 e 1973
- "Vamos ser todos abatidos como coelhos."

BARTOLOMEU CASTRO
Destacamento de Fuzileiros Especiais n. 9 - Comissão: 1964-1966
Destacamento de Fuzileiros Especiais n. 13 - Comissão: 1970-1972
- "Vi e fiz coisas que só numa situação de guerra podiam ter sido feitas."

MANUEL COELHO AMARO
Companhia de Artilharia 1744 - Comissão: 1967-1968
- "Quando somos feridos pedimos a todos os santos que nos salvem. Só desejamos a morte antes."

ASDRÚBAL FORTES JORGE
Destacamento de Fuzileiros Especiais n. 10 - Comissão: 1967-1969
- "Não consigo ouvir o barulho de um helicóptero. Começo logo a chorar."

JOSÉ SOLES GIRÃO
Companhia de Caçadores 2440 - Comissão: 1968-1970
- "Vivíamos com o coração nas mãos."

JOSÉ DA CONCEIÇÃO GOMES TALHADAS
Destacamento de Fuzileiros Especiais n. 12 - Comissão: 1970-1972
- "Fui à catedral de Bissau rezar para que nada me acontecesse."

ANTÓNIO PRATA RODRIGUES INÊS
Companhia de Caçadores Pára-quedistas 121 - Comissão: 1970-1972
- "O capelão deu-me a extrema unção."

VÍTOR MANUEL DA COSTA
Companhia de Caçadores 3328 - Comissão: 1971-1973
- "Não havia um sítio seguro por onde sair."

NUNO JOSÉ AMARAL DE ALMEIDA
Mecânico de Helicóptero - Comissão: 1972-1973
- "A minha mãe não me reconheceu."

LUDGERO DOS SANTOS SEQUEIRA
28.a Companhia de Comandos - Comissão: 1972-1973
- "Sabíamos que íamos para o inferno."

JOSÉ MARTINS MAIA
Batalhão de Caçadores 4610
1.a Companhia de Caçadores - Comissão: 1972-1973
- "Hoje os jovens estão à rasca. Nós estávamos à rasca e lixados."

GISELDA SOUSA ROSA ANTUNES PESSOA
Base Aérea n. 12
Enfermeira Pára-quedista - Comissão: 1972-1974
- "Não faço a mínima ideia de quantas pessoas fui buscar."

MIGUEL FERNANDO CAÇOLA CARDOSO PESSOA
Base Aérea n. 12 (Primeiro piloto abatido por um míssil do PAIGC)
Tenente piloto Aviador, Esquadra 121 - Comissão: 1972-1974
- "Não tinha armas e só ansiava para que não aparecesse ninguém."


MOÇAMBIQUE - A ÚLTIMA PEÇA DO DOMINÓ

JOSÉ ALVES CARDETAS
Destacamento de Fuzileiros Especiais n. 8 - Comissão: 1966-1968
- "Aquilo foi uma coisa para esquecer."

ANTÓNIO GUERREIRO CALVINHO
Companhia de Caçadores 1553 - Comissão: 1966-1967
4.a Companhia de Comandos - Comissão Especial: 1968
- "Tiraram-me pele do corpo todo para meter nas pernas."

JOÃO NOVAIS MOLIOA
Batalhão de Caçadores n. 19 - Comissão: 1966-1968
- "Nunca pensei em fugir."

ANTÓNIO CANDEIAS DA CONCEIÇÃO
Batalhão de Caçadores Pára-quedistas n. 32
1.a Companhia de Caçadores Pára-quedistas - Comissão: 1968-1970
- "O meu colchão estava no altar da igreja de Nangololo."

CARLOS GONÇALVES DA COSTA
Batalhão de Caçadores Pára-quedistas n. 31
1.a Companhia de Caçadores Pára-quedistas - Comissão: 1968-1970
- "Os leões estão a aproximar-se, o que fazemos?"

JOSÉ MANUEL REIS MARTINS
Batalhão de Artilharia 2898
Companhia de Artilharia 2631 - Comissão: 1969-1971
- "O médico esteve a noite toda a dizer ao maqueiro o que fazer."

CARLOS MANUEL DA SILVA BALHAU
Batalhão de Caçadores Pára-quedistas n. 32
2.a Companhia de Caçadores Pára-quedistas - Comissão: 1971-1972
- "Quando voltei de Moçambique tinha medo de andar na rua."

LUCIANO ANTÓNIO LAURÊNCIO
Batalhão de Caçadores Pára-quedistas n. 32
1.a Companhia de Caçadores Pára-quedistas - Comissão: 1971-1973
- "Passei sempre entre as balas."

FRANCISCO MANUEL LHANO PRETO
Destacamento de Fuzileiros Especiais n. 9 - Comissão: 1971-1973
Comissão Especial: 1973-1974
- "Deixei de ser o Francisco Preto e passei a ser o Mr. Lhano."

JOSÉ JOAQUIM ALCINO ALBINO
Companhia CART 3557
Operador de morteiro - Comissão: 1971-1973
- "O pior és tu. Os outros estão mortos."

JOSÉ MARIA DA SILVA PACHECO
Batalhão de Caçadores Pára-quedistas n. 31
2.a Companhia de Caçadores Pára-quedistas - Comissão: 1971-1973
- "Ouvia-se um tiro e um de nós caía."

MANUEL CORREIA DE BASTOS
Batalhão de Artilharia 3876
Companhia de Artilharia 3503 - Comissão: 1972
- "Estávamos ali para matar e para morrer."

ROSA GLÓRIA BARROSO DA COSTA SERRA
Enfermeira pára-quedista - Comissão: 1973
- "Entregaram-me uma capa de camuflado com os bocados de um homem lá dentro."

ANTÓNIO DA ROCHA CARDOSO
Batalhão de Caçadores 3868
Companhia de Caçadores 3474 - Comissão: 1972-1973
- "Quando abri os olhos não sabia se era branco ou negro."

ANTÓNIO COUCHINHO FAZENDAS
Batalhão de Caçadores Pára-quedistas n. 31
1.a Companhia de Caçadores Pára-quedistas - Comissão: 1972-1974
- "A melhor medalha que tenho é ter vindo com pernas e braços."

VASCO MANUEL TEIXEIRA DA CUNHA BRAZÃO
Destacamento de Fuzileiros Especiais n. 11 - Comissão: 1972-1974
- Ficámos com uma noção clara do descalabro que ia acontecer."


Fontes
Agradecimentos



Preço: 45,00€;

sábado, 4 de janeiro de 2020

Angola & MPLA - Porta-chaves com as armas da R.P.A. (República Popular de Angola) - Luanda 1980 - Raro;


 


Angola & MPLA - Um artigo com o escudo de armas desta antiga colónia portuguesa da África Ocidental que alcançou a independência em 11 de Novembro de 1975


Porta-chaves com as armas da R.P.A.
(República Popular de Angola)

Luanda 1980


Artigo em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Raro.


Preço: 27,50€;

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Guerra do Ultramar - Crachá da OPVDCM (Organização Provincial de Voluntários e Defesa Civil de Moçambique) - Lourenço Marques 1970 - MUITO RARO;



Moçambique & Guerra do Ultramar - Crachá dos elementos civis pertencentes a esta organização do tipo milícias sob a ordens dos Governadores Gerais das províncias ultramarinas, em Angola, Moçambique e Timor


Crachá da OPVDCM (Organização Provincial de Voluntários e Defesa Civil de Moçambique)
Lourenço Marques 1970


Em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Preço: 0,00€; (Indisponível)

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Pára-quedistas & Coleccionismo - PÁRA-QUEDISMO - Lote de calendários da colecção - Lisboa 1993 - MUITO RARO;


 
 
 


PÁRA-QUEDISMO - Uma magnífica colecção de calendários desta temática, com excepcionais fotografias e com cerca de quarenta anos


Colecção - PÁRA-QUEDISMO (75 exemplares)
Lote de calendários da colecção
Exemplares disponíveis, (59)

Lisboa 1993


LOTE - exemplares disponíveis: 
1,3,4,5,7,8,9,10
11,12,13,14,16,17,18,19
21,22,23,25,26,27,28,29,30
32,33,36,37,39,40
42,43,44,45,48,49
51,52,53,54,55,58,59,60
61,62,63,64,65,66,67,68,69,70
71,72,73,74 



Em muito bom estado de conservação. Excepcional.
De muito difícil localização.
MUITO RARO


Preço: 27,50€; 
(Inclui portes de expedição)

PÁRA-QUEDISTAS - Lote de 5 calendários da ASSOCIAÇÃO DOS PARAQUEDISTAS DO NORTE - Porto 1985 - RARO;



PÁRA-QUEDISTAS - Um lote de calendários com 35 anos e com magníficas fotografias da actividade


Lote de 5 calendários da
ASSOCIAÇÃO DOS PARAQUEDISTAS DO NORTE

Porto 1985


LOTE
1. - Pára-Quedas 'COMET';
2. - Pára-Quedas 'PAPILLON';
3. - Relativo de Calotes;
4. - Trabalho Relativo - Equipa da BETP;
5. - Pára-Quedas EFA 672;


Em muito bom Estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Preço: 7,50€;
(Acresce portes de expedição)

sábado, 29 de setembro de 2018

Timor - CRACHAT de NICOLAU LOBATO (FRETILIN) - Timor 1999 - MUITO RARO;





Timor - Um exemplar histórico da propaganda política de um dos mais proeminentes líderes da FRETILIN no período da descolonização, guerra civil e resistência aos invasores indonésios


CRACHAT de NICOLAU LOBATO (FRETILIN)
Um artigo alusivo à um dos mais importantes e históricos quadros


Timor 1999


Artigo em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito difícil localização.
MUITO RARO;



NICOLAU DOS REIS LOBATO
Principais dados biográficos
- Nascido a 26 de Maio de 1946 em Soibada
- Pertenceu ao exército português
- Casaso com Isabel Barreto Lobato
- Foi 1. Ministro do governo da FRETILIN, de 28 de Novembro a 7 de Dezembro de 1975
- Comandante das FALANTIL
- Presidente da RDTL (República Democrática de Timor Leste), de 20 de Maio de 1977 a 31 de Dezembro de 1978
- Sucedeu nestas funções a Francisco Xavier do Amaral
- Morreu em casa mate a 31 de Dezembro de 1978 em Turiscal


Preço: 52,50€;

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘HISTÓRIA DAS TROPAS PÁRA-QUEDISTAS PORTUGUESAS’ - AAVV - Tancos 1987 - MUITO RARO;






















Portugal & Guerra do Ultramar - Uma obra fundamental para conhecer esta unidade militar que teve um papel importante nas guerras em África e é uma das mais modernas nas Forças Armadas portuguesas 


‘HISTÓRIA DAS TROPAS PÁRA-QUEDISTAS PORTUGUESAS’ - Volume IV 
AAVV - coordenação de TC SG/PQ Luís António Martinho Grão 
Publicação do Comando das Tropas Aerotransportadas (CTAT) 
Portugal - Tancos 1987 

 
Livro de capas duras, com 392 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. Obra com uma tiragem de 500 exemplares. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.
 


Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
Diplomas legais que criaram o BCP 
Quadros orgânicos 
Notas introdutórias 
Depoimento do General Kaúlza de Arriaga 


I - TANCOS 
Capítulo I - Notas histórico- geográficas 

II - O PÁRA-QUEDISMO EM PORTUGAL 
Capítulo I - A génese 
1. - Os primos Baltazar e o barbeiro de Viseu 
2. - Bartolomeu de Gusmão 
3. - Os primeiros saltos 
4. - Os pára-quedistas de Timor 

III - O BATALHÃO DE CAÇADORES PÁRA-QUEDISTAS 
Capítulo I - Antecedentes históricos 
1. - Os precursores 
2. - O curso de Espanha 
3. - Superintendência 
4. - A apresentação à Nação 
5. - Actividade aeroterrestre - Estudos técnicos 
6. - O Arrepiado 
7. - Material e infra-estruturas 
8. - O orçamento 
9. - Pára-quedas, dobradores e instalações 
10. - O 1. salto 
11. - Enquadramento legal 
12. - O artigo 17.* 
Capítulo II - A instalação 
1. - Tancos: os primeiros passos 
2. - A instrução 
3. - O curso de sapadores de assalto 
4. - A actividade aeroterrestre 
5. - O histórico lançamento da Golegã 
6. - Sessões de lançamento 
7. - Saltos de demonstração em Coimbra 
8. - A inauguração do aquartelamento 
9. - O dia das Forças Aéreas 
10. - A doutrina de emprego 
11. - Cursos de promoção 
12. - O Plano de Instrução para 1957 
13. - Junta de Inspecção - Provas de Admissão 
14. - Quadro orgânico de material 
15. - Jornal ‘...Salta!’ 
16. - A Escola Brasileira 
17. - Cerimónias militares em 1956 
Capítulo III - A consolidação 
1. - A nova orgânica da Força Aérea 
2. - A instrução em 1957 
3. - Diploma de Caçador Pára-quedista 
4. - Os primeiros cursos de pára-quedistas 
5. - O capelão e o médico 
6. - Curso de instrutores e monitores pára-quedistas 
7. - A instrução de ‘comandos’ 
8. - Exercício de marcha e sobrevivência 
9. - Instrução de tiro 
10. - O Plano de constituição de efectivos 
11. - O recrutamento de mancebos voluntários 
12. - A Junta de Inspecção 1957-58 
13. - As Escolas Regimentais 
14. - Assistências religiosa 
15. - Exames médicos anuais 
16. - A manutenção de pára-quedas 
17. - A sala de pára-quedas 
18. - Pára-quedismo civil 
19. - ‘Dia da FAP/57’ 
Capítulo IV - A expansão 
1. - Novos rumos 
2. - Organização de Companhias de Caçadores Pára-quedistas 
3. - A reorganização das Tropas Pára-quedistas 
4. - O Pelotão Reforçado 
5. - O Pelotão de Sapadores 
6. - Recrutamento em 1958 
7. - Material e redes de transmissões 
8. - As novas armas 
9. - Técnicos de material 
10. - Festival Aéreo em Braga 
11. - Saltos em Bragança 
12. - Recrutamento em 1959 
13. - Exercício ‘Tornado’ 
14. - Festival aéreo em Coimbra 
Capítulo V - O Ultramar 
1. - O fim dos impérios 
2. - O Ultramar português no contexto colonial mundial 
3. - A política ultramarina portuguesa 
4. - Rumo a África 
5. - Exercício ‘Himba’ 
6. - Guiné-Bissau 
7. - Cães de Guerra em Angola 
8. - Operação ‘Santa Maria’ 
9. - O início da guerra em Angola 
10. - O Estado da Índia 
Capítulo VI - Os últimos anos 
1. - A preparação das Tropas Pára-quedistas para a guerra subversiva 
2. - Programa e finalidade da Instrução de Combate 
3. - Instalações e efectivos 
4. - Recrutamento em 1960 
5. - O Plano de Instrução 1960-61 
6. - Saltos em Mirandela 
7. - Enfermeiras Pára-quedistas 
8. - Cães militares 
9. - O Centro de Instrução 
10. - Recrutamento em 1961 
11. - Cerimónias militares 
12. - Visitas à Unidade 
Capítulo VII - A extinção 
1. - De batalhão a Regimento 
2. - Decreto n. 43.663 
3. - Portaria n. 18.462 
4. - Despacho n. 438 


IV - ANEXOS 
1. - Relações de comandantes 
2. - Condecorações, louvores e referências elogiosas 
3. - Mensagens, saudações e livro de honra 
4. - Relação dos militares mortos em acidentes ou por doença 
5. - Actividade aeroterrestre 
6. - Justiça e disciplina 
7. - Cursos e estágios 
8. - Tradições 
9. - Fardamento 
10. - Guiões, distintivos e emblemas 
11. - Toque de clarim 
12. - Material 
13. - Administração 
14. - Carreira militar 
15. - Provas desportivas 
16. - Legislação 
17. - Relação dos primeiros efectivos do BCP 

Abreviaturas e siglas utilizadas 
Bibliografia 


Preço: 250,00€