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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Portugal & Moçambique - ‘CARTAS DO ÍNDICO’, de Nuno Lemos Pires - Lisboa 2023;















Portugal & Moçambique - Relato de uma missão da União Europeia de treino de forças especiais do exército moçambicano, visado o combate ao terrorismo em Cabo Delgado, onde militares portugueses tiveram um papel importante e fundamental, sob o comando do autor, um oficial superior com vasta e eficaz carreira no exército português 


‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
De Nuno Lemos Pires 
Edição Nexo Literário 
Lisboa 2023 


Livro com 534 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
‘CARTAS DO ÍNDICO’ 

“(…) uma riquíssima colectânea de textos, escritos em Moçambique, durante uma das mais exigentes e complexas missões que executou na sua já longa e brilhante carreira militar, presta um contributo inestimável às Forças Armadas, pois permite perenizar e divulgar o essencial da missão de treino da União Europeia, constituída pela capacitar os militares moçambicanos no combate ao terrorismo existente na região de Cabo Delgado. 
A qualidade da escrita apresentada que, de forma simples e cuidada, transmite minuciosa e apaixonadamente os episódios mais relevantes vividos pela força que comandou, aliada ao facto de ser um militar de formação sólida e de carácter imbatível (…).“ 
Almirante António Silva Ribeiro 

“Têm as Cartas o estilo honesto de Franco próprio do militar executivo e disciplinado, habituado a mandar e a obedecer, mas também o estilo didáctico e culto do escritor apaixonado pela História. Estão escritas com o coração na mão, por um militar europeu comprometido e humanista que não se limita só a executar, de maneira altamente eficaz, uma missão complexa e delicada - como é a formação de unidades de elite do exército moçambicano -, mas que quer aprofundar o lado mais Humano da sua experiência única e tirar e partilhar lições duradouras.
Embaixador António Sánchez Benedito 

“As ‘VARTAS SÓ ÍNDICO’, constituem memórias de um general português, que ao serviço da UE veio consolidar as relações de cooperação entre Moçambique e a UE. O General Lemos Pires pela sua simplicidade granjeou simpatia e amizade pelo Moçambique todo.
Meu caro General, no final da sua escrita, ‘CARTAS DO ÍNDICO’, parta com a certeza de uma missão cumprida.“ 
Embaixador Mário Saraiva Ngwenya 


Da badana:
“As ‘CARTAS DO ÍNDICO’ são um testemunho pessoal, um relato do comandante da primeira missão da União Europeia em Moçambique. Além de espelharem a paixão do Autor pelas terras moçambicanas, são também uma profunda, e em vários momentos inusitada, reflexão para combater o terrorismo, aliada a uma narrativa clara de esperança e de profundo respeito pelo(s) povo(s) sofredor(és) da região de Cabo Delgado. 
É um livro escrito para todos os que se preocupam com a condição humana, e é, também, um ensaio para todos aqueles, desde académicos e investigadores a curiosos, que se interessam por assuntos africanos. 
Um livro que narra, frequentemente na primeira pessoa, o ‘dia/semana a dia/semana’ de uma missão que contou com a participação de militares e civis provenientes de 12 países da União Europeia (UE), ainda que na sua maioria fossem portugueses, e que, pelo carácter inovador e colaborativo como foi desenvolvida, permitiu que civis e militares, da UE e de outros países aliados de Moçambique, tenham conseguido construir um projecto de paz e de esperança, que junta desenvolvimento e segurança, destinado a edificar um melhor futuro para o povo de Moçambique.“ 


O Autor: 
“NUNO LEMOS PIRES nasceu em Lisboa, Portugal, terminou a Academia Militar (AM) em 1988, e é, actualmente, Brigadeiros-General do Exército / Operações Especiais. 
Participou em varias missões internacionais, destacando-se, Moçambique (1995-1996 e 2021-2022), Angola (2000 e 2001), Espanha (2002-2005), Paquistão (2005) e Afeganistão (2009-2010). 
No âmbito nacional, e de entre as inúmeras funções que desempenhou, destacam-se as de instrução e comando na Escola Prática de Infantaria; Professor de Estratégia e História Militar no Instituto de Altos Estudos Militares, Chefe de Gabinete do Almirante Comandante no NATO Joint Command Lisbon; Comandante do 2.* Batalhão de Infantaria Mecanizada na Brigada Mecanizada de Santa Margarida; Professor de História Militar e Relações Internacionais na AM; Director de Formação na Escola das Armas, em Mafra; Comandante do Corpo de Alunos e do Quartel da Amadora na AM. Desempenhou, igualmente, as funções de Subdirector-geral de Política de Defesa  Nacional no Ministério da Defesa Nacional e coordenador do Centro do Atlântico, e, novamente em contexto internacional, foi Comandante da Força da Missão de Treino da União Europeia em Moçambique (EUTM-Moz), de Setembro de 2021 a Setembro de 2022 (período onde escreveu o livro que é agora levado à estampa). Actualmente é o 2.* Comandante e Director de Ensino na AM. 
O autor é doutorado em História, Defesa e Relações Internacionais pelo ISCTE-IUL (com AM), tem 11 livros publicados e mais de 120 capítulos ou artigos em livros e publicações variadas, sobre temas relacionados com História Militar, Relações Internacionais, Segurança e Defesa, Estratégia e Terrorismo, e colabora frequentemente com diversas Universidades e Institutos, militares e civis, nacionais e internacionais, como palestrante e conferencista.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
NOTA DE ABERTURA 
PREFÁCIO 
- António Sánchez Benedito 

INTRODUÇÃO 
- Um mês antes de partir 
- A despedida da Direcção-Geral de Política de Defesa Nacional (DGPDN) 
- Bruxelas 
- O 11 de Setembro de 2001, em 2021 
- O arranque da EUTM-Moz 
- Uma outra família 
- União de esforços 
- Decidir & decidir 
- Chimoio 
- Na Beira 
- Do Atlantic Centre aos desafios do Índico 
- A cerimónia da EUTM-Moz 
- Escolas 
- A Comunidade de Língua Portuguesa 
- De novo no Chimoio 
- Tete 
- Missa na Catedral de Maputo 
- A equipa Luxemburgo 
- As ‘bolhas’ COVID-19 
- Guerra contra o vento 
- Confinado 
- Guerra contra o vento  - um equilíbrio profundamente desequilibrado 
- Esperar 
- Bem Natal 
- Estamos mesmo juntos 
- O que é mesmo importante 
- O (Re)equilibrar de um desequilíbrio em crescimento 
- Feliz 2022 
- Guerra Cintra o vento e resiliência 
- O valor da vida 
- Falar claro 
- Guerra contra o vento e Forças com tarefas especiais 
- Estar, escutar, sentir e apoiar 
- Pelo que vale mesmo…
- A força das novas gerações 
- Confinado de novo - COVID Ómicron 
- Olhar em frente e acreditar 
- Sem COVID mas prisioneiros COVID 
- Guerra contra o vento e o Modelo do Sistema Estável e Resiliente 
(para resolver situações de conflitualidade) 
- Burocratas e mundo real 
- Respeito e orgulho 
- “Não se preocupe” e / ou “Trust but verify” 
- Guerra na Europa e Dia Nacional da Estónia 
- “Basta” 
- Do realismo para o real 
- Celebrar a felicidade e… a morte na Ucrânia 
- Dia Internacional da Mulher 2022 
- Duas semanas de guerra na Ucrânia 
- Regresso a Cabo Delgado 
- Saudades do futuro 
- O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa no Chimoio 
- Partida das Forças para Cabo Delgado 
- “Ganhámos!”, gritou-me um moçambicano 
- “Pedra a pedra, construindo o novo dia” 
- Determinação, empenho e… enfrentar os inevitáveis 
- Radicalismos, ciência e proximidade 
- Uma Páscoa Santa e repleta de paixão, perdão, fraternidade e esperança 
- Em negação 
- Na linha da frente em Macomia - Cabo Delgado 
- Da Beira ao Chimoio - Esperança m apreensão, confiança é verdade 
- Boane - A Casa do Gaiato 
- Limpeza da orais de Katembe 
- “Tenho / tive também que me ser”, na televisão de Moçambique 
- Novos quatro cavaleiros (hodiernos) do Apocalipse 
- Sonhos de menino 
- “Carros muito bonitos… mas não dão as chaves” 
- O balde de caranguejos 
- A África que sinto 
- De Timor a Moçambique 
- Largo Colégio Militar, Academia do Bacalhau e Dia da Criança 
- Dia de Portugal em Moçambique 
- O ‘Render da Guarda’ na EUTM-Moz 
- Do )fado) vento sombrio, que sopra também, à resiliência 
- “Médén Ágan”: da TVM ao treino integrado no Chimoio 
- O ‘desesperante’ do tempo em que tudo se arrasta 
- Da noite no sul de Moçambique às manhãs no norte do Egito 
- Em Gorongosa, Moçambique encontra o mundo 
- Não se consegue prender a beleza em Moçambique 
- Da ‘chicha’ aos ‘sabonetes’, ou “primeiro presença, depois, presentes” 
- De Nampula a Nacala 
- Da Ilha de Moçambique a Nampula 
- Há sobremesa ? Duvido 
- Finalmente os equipamentos e uma aplicação do modelo tripartido 
(rigor, flexibilidade e disponibilidade total) 
- Um Agosto diferente, porque “a vida é boa, mas é dura…a vida é dura, mas é boa”
- Sinto-me uma ‘criança’ deitada nas ruas de Moçambique 
- Uma pequena, mas significativa, diferença 
- ‘Espíritos Quânticos’ numa última (?) ida ao Chimoio 
- General João de Almeida Bruninho
- ‘Kaya Kwanga’ em Moçambique 
- Do ‘segredo’ é, frequentemente, a arma dos incompetentes aos excelentes momentos 
- Do início da passagem do testemunho aos mixed feelings 
- Sou o 115 dos 115 que comigo estão na Missão EUTM-Moz 
- “Embora afastados pela geografia estamos próximos pela amizade” 
- Hambanine Maxaka 
- Da janela do meu quarto tenho o Índico 
- Do avião ainda vejo o ‘meu’ Índico e digo ‘Hambanine Maxaka’ e, com tristeza R.I.P. 

CARTAS SOBRE AS ‘CARTAS DO ÍNDICO’ 
- Cartas às Cartas pelo Autor 
- Carta às Cartas por Mayra Andrade 
- Carta às Cartas por Pedro Saial 

POSFÁCIO 
- Mário Saraiva Ngwenya 


Preço: 37,50€; 

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Portugal - Guerra do Ultramar & História - ‘NUNCA ESQUECEREI…’, de Ricardo Durão - Lisboa 2014 - MUITO RARO;





Portugal - Guerra do Ultramar & História - A biografia de um dos militares mais brilhantes das Forças Armadas Portuguesas, com um vasto e riquíssimo currículo enquanto oficial e com diversas comissões cumpridas nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de Angola, Guiné e São Tomé e Príncipe, com intervenção nos acontecimentos do 25 de Abril de 1974 e do PREC (Processo Revolucionário em Curso), e de todos esses acontecimentos e vivências relata na primeira pessoa a sua intervenção, numa obra que é imprescindível de leitura e consulta. 


‘NUNCA ESQUECEREI…’ 
O que não foi contado nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril. E não só…
De Ricardo Durão 
Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa 
Posfácio de Daniel Proença de Carvalho 
Edição SEDA Publicações 
Lisboa 2014 


Livro com 280 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“NÃO HOUVE UM 25 DE ABRIL - HOUVE MÚLTIPLOS 
O Senhor General Ricardo Durão tem uma carreira militar de muito relevo e o seu testemunho, ademais tido como próximo de alguns dos factos apreciados, merece ser lido com atenção e debatido com interesse, concordando uns e discordando outros, caso a caso (…) Ele dá-nos, com este livro, uma oportunidade soberana para revermos a nossa história contemporânea e para apurarmos o que, nela, nos foi ou é gratificante e o que, ao invés, nos penalizou ou penaliza.“ 
Do PREFÁCIO, por Marcelo Rebelo de Sousa 

“A CONQUISTA DA DEMOCRACIA A SEGUIR AO GOLPE MILITAR VITORIOSO DO 25 DE ABRIL DE 1974 NÃO FOI TAREFA FÁCIL 
A leituras das memórias do General Ricardo Durão relatadas neste livro. Em especial na parte relativa ao que se passou a seguir ao 25 de Abril de 1974, tocou uma nota sensível na minha própria memória. Fui advogado do irmão do autor, o General Rafael Durão, quando ele foi preso na sequência dos acontecimentos do 11 de Março de 1975. Deixei, aliás, registadas em livro (‘Cinco Causas da Injustiça Revolucionária’) algumas peças da defesa desse militar distinto cujo único ‘crime’ foi bater-se pelos autênticos ideais de Abril, a democracia política, com pluralismo e respeito pelos direitos humanos. (…) Nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril algumas dimensões desses acontecimentos foram ignoradas, senão silenciadas. Uma dessas dimensões está bem caracterizada, com fidelidade neste livro.“ 
Do POSFÁCIO - por Daniel Proença de Carvalho 


O Autor: 
“GENERAL RICARDO FERNANDO FERREIRA DURÃO 

Nasceu em Setúbal em 13 de Junho de 1928. 
Tem dois irmãos: Rafael, Major-General do Exército, oriundo de Cavalaria / Paraquedista e Roberto, Coronel de Cavalaria / Comando. 
Fez os estudos primários em Setúbal e os secundários no Colégio Militar (1938-45). 
Frequentou os Preparatórios Militares na Faculdade de Ciências de Lisboa (1945-46) e de Coimbra (1946-47) e completou o Curso de Cavalaria em 1950. 
Foi promovido sucessivamente a Algeres (1950), Tenente (1952), Capitão (1959), Coronel (1974), Brigadeiro (1978), General (1983). 
Frequentou o Curso de Educação Física (1950-51), Curso de Sapadores (1952), Curso de Carros de Combate (1953), Curso de Treino Físico Militar, na Suécia (1954), Curso de Promoção a Capitão (1958-59), Curso de Promoção a Oficial Superior (1967-68), Curso Superior de Comando e Direcção (1977-78), Curso de Defesa Nacional (1981-82). 
Foi praticante desportivo em diversas modalidades (atletismo, rugby, futebol, voleibol, basquetebol, hipismo, esgrima), campeão escolar no salto em altura em 1945, campeão universitário em 110 metros barreiras e 400 metros em 1949, sagrando-se campeão nacional em 110 metros barreiras e foi recordista em 83 metros barreiras. 




Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Marcelo Rebelo de Sousa 

INTRODUÇÃO 
Antecedentes 

A GUERRA DO ULTRAMAR 
- Angola 
- Invasão d Estado da Índia 
- Guiné 
- Moçambique 
- Conclusões 

O 25 DE ABRIL DE 1974 
- Crise Palma Carlos 
- O 28 de Setembro de 1974 
- A Descolonização (I) 
- Unicidade / Liberdade Sindical 
- Institucionalização do MFA - Pacto MFA-Partidos 
- Dinamização Cultural 
- 11 de Março de 1975=
- Tentativa de adiamento de eleições para a Assembleia Constituinte 
- Eleições para a Assembleia Constituinte 
- Desvalorização das eleições - Cunhal no seu melhor 
- Plano Sócio-Económico Melo Antunes 
- Descolonização (II) 
- Terror 
- O Verão Quente - Nacionalizações - Reforma Agrária 
- Tribunal Revolucionário 
- Jornal ‘República’ - Rádio ‘Renascença’ 
- Plano de Acção Política do MFA 
- Discurso de António Barreto (2010) 
- Agravamento da situação - Documento dos Nove 
- Descolonização (III) - Retirnados 
- Saneamento de Jaime Neves 
- Posse do V Governo Provisório (Último de Vasco Gonçalves) 
- Linguagem característica 
- Verdadeira natureza dos partidos 
Revolução ? 
- Demissão de Vasco Gonçalves - 25 de Novembro de 1975 
- Transição para a democracia política 

ENFIM A DEMOCRACIA POLÍTICA 

Bibliografia 

POSFÁCIO 
- Daniel Proença de Carvalho 


Preço: 77,50€; 

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Moçambique - Guerra Civil & História - Semanário ‘TEMPO’, de 29.10.1987 - (‘AMBIÇÕES TERRITORIAIS JUSTIFICAM AUXÍLIO À FRELIMO DA INGLATERRA’) - Lisboa 1987 - MUITO RARO;






Moçambique - Guerra Civil & História - Um importante entrevista quando a oposição armada moçambicana em torno da RENAMO reunia quadros políticos e intelectuais de renome e capacidade académica e prestigiados, como foi o caso do Prof. Dr. Luís Benjamim Serapião, que nos EUA representou o movimento guerrilheiro 


Semanário ‘TEMPO’, de 29 de Outubro de 1987.
‘AMBIÇÕES TERRITORIAIS JUSTIFICAM AUXÍLIO À FRELIMO DA INGLATERRA’ 
Director: Nuno Rocha 
Lisboa 1987 


Exemplar com 68 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
Luís Serapião, da RENAMO 
- ‘AMBIÇÕES TERRITORIAIS JUSTIFICAM AUXÍLIO À FRELIMO DA INGLATERRA E DOS PAÍSES DA LINHA DA FRENTE’ 
‘Os factores de resistência moçambicana são mais internos que externos. A FRELIMO enganou o povo moçambicano - acusa Luís Benjamim Serapião, representante permanente da RENAMO em Washington, em entrevista exclusiva que naquela cidade concedeu ao ‘TEMPO’. O nosso entrevistado nasceu na Beira (Moçambique), é professor agregado de retaliações internacionais na Universidade americana de Washington, onde se licenciou e diplomou em vários cursos, como o de relações internacionais e estudos África (1975). É ainda diplomado em Lei Internacional Pública pela Universidade Católica americana (1971), tem o curso de Filosofia do Seminário Maior de Maputo (1964) e vasta obra bibliográfica.’ 
‘A FRELIMO aprendeu bem as tácticas coloniais.’ 
‘RENAMO defende um sistema político aberto.’ 
‘A FRELIMO já negociou com a RENAMO.’ 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

África - História & Política - Revista ‘TRÊS CONTINENTES’, n. 3 - Set. 1980 - (MOÇAMBIQUE - ‘AUTOCRÍTICA DO CC DA FRELIMO’ e ‘O MARXISMO DE SAMORA’) - Lisboa 1980 - MUITO RARO;





















África - História & Política - A revolução marxista leninista em Moçambique pela FRELIMO e a sua análise por Aquino de Bragança e a situação na África do Sul do regime do Apartheid são dois dos grandes temas desta edição 


Revista ‘TRÊS CONTINENTES’, n. 3 - De Setembro de 1980. 
MOÇAMBIQUE - ‘AUTOCRÍTICA DO CC DA FRELIMO’ e ‘O MARXISMO DE SAMORA’ 
Director: José Antunes Ribeiro 
Lisboa 1980 


Exemplar com 66 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
MOÇAMBIQUE 
- ‘AUTOCRÍTICA DO COMITÉ CENTRAL DA FRELIMO’, por António Makwala 
‘O Comité Central do Partido FRELIMO acaba de reafirmar na prática o seu respeito pela prestação de contas ao povo ao fazer publicamente a sua autocrítica através da publicação da resolução final da sua 7.a Sessão decorrida cá capital moçambicana entre os dias 17 e 19 do passado mês.’ 
‘Zimbabwe’ 
‘Medalha do internacionalismo para Samora Machel.’ 

- ‘O MARXISMO DE SAMORA’, por Aquino de Bragança 
(Comunicação apresentada no Congresso de Sociologia, em Upsala, Suécia.) 
‘Como a luta armada se tornou revolução, tal como “um rio que, à medida que avança, engrossa incorporando novas forças e atira progressivamente para as margens as impurezas que transporta”.’ 
‘As massas deserdadas’ 
‘Dualidade de poderes’ 
‘Resolver a crise’ 
‘Os blocos de classe’ 

DOSSIER ÁFRICA DO SUL, por J. Fernandes Ribeiro 
- ‘ÁFRICA DO SUL ISOLADA CONTRA ÁFRICA’ 
- ‘A MÁQUINA MILITAR DA R.A.S.’ 
- ‘ENQUADRAMENTO MILITAR DOS CIVIS’ 
- ‘A VENDA DE ARMAS À ÁFRICA DO SUL’ 
‘Angola 1975’ 
‘Bruxelas: elo de ligação da ‘Operação Miami’ 
‘Para que servem os embargos ?’
- ‘A BOMBA ATÓMICA DE PRETÓRIA’ 

- ‘AOS MÁRTIRES DE SOWETO’ 
- ‘UGANDA: Estabilidade difícil’ 


Preço: 27,50€; 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Portugal & Guerra Colonial - Jornal ‘THE OBSERVER’, de 09.09.1973 - (‘NOOSE ROUND MOZAMBIQUE’) - London 1983 - MUITO RARO;









Portugal & Guerra Colonial - Uma reportagem histórica sobre a guerrilha da FRELIMO, no interior de Moçambique - à época uma província ultramarina portuguesa em guerra - editada na imprensa britânica em Londres 


Jornal ‘THE OBSERVER’, de 09 de Setembro de 1973. 
‘NOOSE ROUND MOZAMBIQUE’, by David Martín 
‘O LAÇO EM TORNO DE MOÇAMBIQUE’, de David Martín 


London 1983 


Exemplar com 38 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘NOOSE ROUND MOZAMBIQUE’ 
- ‘O LAÇO EM TORNO DE MOÇAMBIQUE’ 
‘DAVID MARTÍN, the first British correspondent to make contact with FRELIMO guerrillas insise the Portuguese colony of Mozambique, reports on a visit to Tete peovince and on the war that could decide the future of Southern Africa.’ 
David Martín, o primeiro correspondente britânico a estabelecer contato com guerrilheiros da FRELIMO dentro da colônia portuguesa de Moçambique, relata uma visita à província de Tete e à guerra que poderá decidir o futuro da África Austral.’


Preço: 37,50€; 

segunda-feira, 11 de maio de 2026

África - História & Informação - ‘MOZAMBIQUE’, by Colin Darch - Denver 1987 - Muito Raro;








África - História & Informação - Uma obra monográfica sobre Moçambique com inúmera informação sobre o país nas mais diversas temáticas e mais de sete centenas de notas explicativas e referências das respectivas fontes 


‘MOZAMBIQUE’ 
By Colin Darch with Calisto Pacheleke 
Em Associação com o Centro de Estudos Africanos - Universidade Eduardo Mondlane 
Edition by CLIO PRESS 
World Bibliographical Series 
Denver 1987 


Livro de capas duras, com 362 páginas, ilustrado com mapa e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 
.
SINOPSE: 
“An introduction intended to provide sufficient background on Mozambique is followed by 735 annotated entries, arranged under the following subject headings: the country and its people - travellers' accounts and exploration - geography - flora and fauna - prehistory and archaeology - history - population and demography - anthropology and ethnography - languages - religion - social conditions - political economy - constitution and the legal system - party and government administration - foreign and economic relations - finance and banking - trade - industry - agriculture and cooperatives - transport and communications - employment, manpower and migrant labour - labour movement and the trade unions - statistics - ecology and the environment - education - science, technology and research - literature - the arts - museums and archives - mass media - directories and reference sources - bibliographies.” 

“Uma introdução destinada a fornecer um contexto geral adequado sobre Moçambique é seguida por 735 verbetes comentados, organizados sob os seguintes tópicos: o país e seu povo – relatos de viajantes e exploração – geografia – flora e fauna – pré-história e arqueologia – história – população e demografia – antropologia e etnografia – línguas – religião – condições sociais – economia política – constituição e sistema jurídico – administração partidária e governamental – relações externas e econômicas – finanças e setor bancário – comércio – indústria – agricultura e cooperativas – transportes e comunicações – emprego, mão de obra e trabalhadores migrantes – movimento trabalhista e sindicatos – estatísticas – ecologia e meio ambiente – educação – ciência, tecnologia e pesquisa – literatura – artes – museus e arquivos – meios de comunicação – diretórios e fontes de referência – bibliografias.”


DEDICATION: 
“To the memory of Aquino de Bragança, 
Director of the Centro de Estudos Africanos, 
killed alongside President Samora Moisés Machel 
in the aeroplane crash at Mbuzini 
on 19 October 1986; and to the memory of Ruth First, 
Research Director of the Centro de Estudos Africanos, 
killed by a parcela-bomba in Maputo on 17 August 1982.“



Do ÍNDICE: 

PREFACE 
INTRODUCTION 
THE COUNTRYAND ITS PEOPLE 
TRAVELLERS ACCOUNTS AND EXPLORATION 
GEOGRAPHY 
- General 
- Maps atlases 
FLORA AND FAUNA 
PREHISTORY AND ARCHAELOGY 
HISTORY 
- Africa in general 
- The Portuguese Empire 
- Mozambique 1498-1964 
- FRELIMO and the armed struggle (1964-74) 
POPULATION AND DEMOGRAPHY 
- General 
- Censuses 
ANTROPOLOGY AND ETHNOGRAPHY 
LANGUAGES 
- General 
- Makua Lomwe 
- Nyanja-Sena 
- Shona 
- Tsonga 
- Minor languages (Chooe-Bitonga, Makonde, Swahili-Kimwani, Yao) 
RELIGION 
SOCIAL CONDITIONS 
- General 
- Children 
- Health 
- Hunger 
- Women 
POLITICAL ECONOMY 
CONSTITUTION AND THE LEGAL SYSTEM 
PARTY AND GOVERNEMENT ADMINISTRATION 
- Colonial administration 
- The Frelimo Party 
- The People’s Republic 
FOREIGN AND ECONOMIC RELATIONS 
- General 
- With the West 
- With Socialist countries 
- With southern Africa 
FINANCE AND BANKING 
TRADE 
INDUSTRY 
AGRICULTURE AND CO-OPERATIVES 
TRANSPORT AND COMMUNICATIONS 
EMPLOYMENT, MANPOWER AND MIGRANT LABOUR 
LABOUR MOUVEMENT AND THE TRADE UNIONS 
STATISTICS 
- General 
- Statistical spurces 
ECOLOGY AND THE ENVIRONMENT 
- General 
- Urbanization 
EDUCATION 
SCIENCE, TECHNOLOGY AND RESEARCH 
LITARATURE 
- Criticism and bibliography 
- In Portuguese 
- In national Languages 
THE ARTS 
- General 
- ‘Banda Desenhada’ 
- Music 
- Paintings, murals and photography 
- Theatre and film 
- Wood carving 
MUSEUMS AND ARCHIVES 
MASS MEDIA 
- Newspapers 
- General periodicals 
DIRECTORIES AND CURRENT REFERENCE SOURCES 
BIBLIOGRAPHIES 
- Africa and the Portuguese Empire 
- Mozambique 
INDEX OF AUTHORS, TITLES AND SUBJECTS 

MAP OF MOZAMBIQUE 


Preço: 120,00€; 

Moçambique & História - ‘NGUNGUNYANE’, de Gerhard J. Liesegang - Maputo 1996 - MUITO RARO;





Moçambique & História - A história do imperador de Gaza (1884-1895) que enfrentou os militares portugueses contando com apoio sub-reptício da Grã Bretanha e acabou derrotado por Mouzinho de Albuquerque, levado para Lisboa, exilado nos Açores com parte da sua corte (familiares e esposas) onde acabounoor falecer e deixar descendentes 


‘NGUNGUNYANE’ 
DE Gerhard J. Liesegang 
Edição do ARPAC (Arquivo e Património Cultural) 
Maputo 1996 


Livro com 124 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 37,50€; 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

África - FRELIMO & História - ‘APORIAS DO MOÇAMBIQUE PÓS-COLONIAL’, de Boaventura Monjane e Regio Conrado - Maputo 2021 - RARO;





África - FRELIMO & História - Uma análise realista e fundamentada da realidade do Moçambique independente e dirigido de forma autoritária pelo partido que se assenhorou do Estado e que em cerca de cinco décadas não conseguiu minimamente satisfazer as necessidades básicas e mais elementares do seu povo, colocando o país na cauda de todas as tabelas de desenvolvimento e na cimeira do crime e da corrupção…


‘APORIAS DO MOÇAMBIQUE PÓS-COLONIAL’ 
De Boaventura Monjane e Regio Conrado (coordenadores) 
Edição Dajara Press 
Maputo 2021 


Livro com 312 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


SINOPSE:
“Este livro escrutina o impacto significativo da independência em diferentes sectores da sociedade moçambicana. Quarenta e cinco anos após a independência, Moçambique conheceu várias transformações. O Moçambique pós-colonial é hoje, em muitos aspectos, diferente do Moçambique colonial. No entanto, existem muitas questões permanentes relativas a essas transformações e ao seu impacto na maioria do povo moçambicano.
Ao salientar as contradições de todos os processos políticos e sociais em Moçambique pós-colonial, neste livro levantamos questões que visam desconstruir alguns mitos sobre o país.
Temas como estado, desenvolvimento, política, cultura, nação, políticas públicas, políticas agrárias e outros são questionados em abordagens teóricas inovadoras e progressivas, a fim de compreender o passado, o presente e o futuro de Moçambique numa perspectiva crítica. Por conseguinte, cada tema do livro é tratado de uma perspectiva crítica para melhor captar as aporias dos últimos quarenta e cinco anos de independência.
A liberalização política que deveria permitir mais partilha de poder e mais respeito pelos direitos políticos e cívicos consolidou, pelo contrário, um regime autoritário que utiliza a ajuda internacional e os benefícios da indústria extractiva não para transformar o país, mas para construir a sua hegemonia política, económica e social em todo o país.
Defendemos neste livro a tese de que é impossível compreender a verdadeira dinâmica social, política, económica e cultural sem considerar o ‘povo’ como uma categoria essencial de análise.
Apesar de muitas transformações positivas que ocorreram após a independência, Moçambique ainda preserva muitas heranças coloniais e, portanto, várias transformações estão ainda por implementar.
Neste trabalho afirmamos que Moçambique é governado por elites que são incapazes de descolonizar o projecto de desenvolvimento que ainda está ancorado na agenda da capital internacional.
O objectivo deste livro é dar uma melhor compreensão do que tem sido o processo de independência em Moçambique e porque é que o país pós-colonial ainda é colonial na sua estrutura política e económica. Assim, são dados muitos exemplos para dar ao leitor a possibilidade de confrontar as perspectivas teóricas aqui utilizadas com os casos concretos.
Todos os estudos deste livro mostram que quarenta anos de independência não foram vividos da mesma forma pelas elites que governam o país e pelas populações que vivem sob o seu domínio. Por um lado, as elites no poder e os seus parentes beneficiaram, e ainda beneficiam dos recursos do país, enquanto que uma grande parte da população continua à espera das promessas da independência.
De um ponto de vista político a económico, os estudos que compõem o livro destacam como o ‘desenvolvimento’ em Moçambique tem estado em contradição com as necessidades do país. Significa que o actual modelo de desenvolvimento responde muito mais à capital internacional do que à transformação social de Moçambique.” 


OS AUTORES: 
“BOAVENTURA MONJANE doutorou-se em Pós-colonialismos e Cidadania Glob- al na Faculdade de Economia/Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal. É pesquisador de pós-doutoramento, hospedado pelo Insti- tute for Poverty Land and Agrarian Studies (PLAAS, University of the Western…

REGIO CONRADO é formado em Ciência Política, em Filosofia e em Jornalismo. Mestre em Ciência Política pelo Sciences po Bordeaux-França, doutorando em Ciência Política pelo Sciences Po Bordeaux (Universidade de Bordeaux). e docente de Estudos Políticos (Ciência Política) no Sciencespo…”


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Portugal - Moçambique & Guerra do Ultramar - Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, de 05.01.1973 - (‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’) - Lisboa 1973 - MUITO RARO;







Portugal - Moçambique & Guerra do Ultramar - Em reportagem directamente de Porto Amélia, o matutino publicado em Lisboa edita um trabalho sobre os antigos guerrilheiros da FRELIMO capturados e detidos na Fortaleza do Ibo, aquando de uma visita do ex-dirigente daquela organização e dissidente, Lázaro Kavandame 


Jornal ‘DIÁRIO DE NOTÍCIAS’, de 05 de Janeiro de 1973. 
‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’ 
Lisboa 1973 


Exemplar com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘ANTIGOS TERRORISTAS MANIFESTARAM O SEU PORTUGUESISMO’ 
Durante a visita de Lázaro Cavandame aos reclusos da Fortaleza do Ibo 
- Reportagem de Porto Amélia 


Preço:  0,00€; (Indisponível)