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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Portugal - Descobrimentos & História - ‘FERNANDO MAGALHÃES’, a biografia por Stefan Zweig e viagem por Gonçalo Cadilhe - Lisboa 2019 - (5 Volumes) - RARO;









Portugal - Descobrimentos & História - Fernão de Magalhães (Sabrosa, Norte de Portugal, c. 1480 – Mactan, Filipinas 27 de abril de 1521) foi um navegador português que se notabilizou por ter liderado a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, a Expedição de Magalhães.


‘FERNANDO MAGALHÃES’ - 5 Volumes 
A biografia por Stefan Zweig e 
A viagem por Gonçalo Cadilhe 
Edição semanário ‘EXPRESSO’ e Altheia 
Lisboa 2019 


Exemplares em muito bom estado de conservação. Excelentes. 
Com a respectiva caixa arquivadora. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


“O leitor tem nas mãos, portanto, a mais bem sucedida tentativa literária de contar aquela que é, sem exagero, a mais extraordinária expedição marítima da história, e seria interessante especular um pouco sobre as razões que explicam esse sucesso. O talento literário de Zweig, a sua imaginação vivíssima, o seu total domínio técnico do ofício da escrita, tudo isto são certamente explicações, mas talvez a razão mais profunda seja o espanto genuíno do escritor diante daquela que ele chamou ‘a mais extraordinária odisseia na história da humanidade’. Como disse, ‘apossou-se de mim a estranha sensação de narrar alguma coisa de inventado, como que um desejo ou sonho, uma das sagradas lendas da humanidade. E, contudo, é a verdade, a verdade que ressoa como se fosse absolutamente inverosímil!’.”
Henrique Leitão 


Volume 1
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 120 páginas. 

Do ÍNDICE: 
Nota Explicativa 
PREFÁCIO - Magalhães, ou a expedição da longitude 
Por Henrique Leitão (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) 
INTRODUÇÃO 
- Navigare necesse est 
- Fernando de Magalhães na Índia 
- Fernando de Magalhães liberta-se 
- Uma ideia torna-se realidade 
- Uma vontade contra mil obstáculos 

Da contracapa:
“De cinco navios - a expedição de Fernando de Magalhães prova este exemplo - podem perder-se quatro com a carga, duzentos homens de duzentos e sessenta e cinco podem não voltar, marinheiros e capitães talvez percam vida, mas o negociante, esse, apesar de tudo, ainda ganhou, se um só dos cinco navios, um navio pequeno, regressar, passados três anos, bem carregado de especiarias, a carga indemnizará largamente perdas e danos: no século XV, um único saco de pimenta vale mais do que uma vida humana; não nos admiremos se entre a oferta de vidas humanas sem valor e a ardente procura da preciosa especiaria, o resultado seja sempre favorável, largamente vantajoso.“ 
Stefan Zweig 


Volume 2 
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 88 páginas. 

Do ÍNDICE: 
- A partida 
- Fernando de Magalhães procura em vão 
- A revolta 
- O grande momento 


Volume 3 
‘A BIOGRAFIA’, por Setefan Zweig 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE: 
- Fernando de Magalhães descobre o seu reino 
- A morte antes do último triunfo 
- O regresso sem o chefe 
- Aos mortos, ninguém lhes dá razão 
- Cronologia 
- Cópia Der Newen Zeytung aus Presillg Landt 
- Contrato concluído entre sua Magestade e Magalhães e Faleiro sobre o descobrimento das Ilhas das especiarias 
- Lista de despesas feitas com a frota de Magalhães 


Volume 4 
‘A VIAGEM’, por Gonçalo Cadilhe 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE: 
I. - PORTUGAL 
- Vésperas de partida 
- O primeiro passo 
- Crescendo em Lisboa 
II. - ÁFRICA ORIENTAL 
- Escalas em Moçambique 
- O gosto do sangue 
III. - ORIENTE 
- Perplexidade pela Monção 
- Inauguração de Goa 
- No cruzamento do mundo 
- Chegar às Molucas 
IV. - ATLÂNTICO NORTE 
- O destino selado em Azamor 
- Renúncia e abandono 
- Na estrada para Valladolid 
- Tango em Tordesilhas 
- Deixar Sevilha 
Notas 
Bibliografia 

Da contracapa:
“Dos primeiros anos de vida de Magalhães muito pouco se sabe. Nenhuma certeza existe sobre o lugar ou a data do seu nascimento. Sabe-se apenas que terá crescido em Lisboa: excelente ponto de partida para um percurso de vida do tamanho do mundo,“ 
Gonçalo Cadilhe 


Volume 5 
‘A VIAGEM’, por Gonçalo Cadilhe 
Com 104 páginas. 

Do ÍNDICE:  
V. - ATLÂNTICO SUL 
- A escolha de Carvalho 
- Letras a bordo 
- Retalhos da história 
- Motim no fim do mundo 
- Na Patagónia 
- Um estreito sem nome 
VI. - PACÍFICO 
- O lugar do mar 
- Na Micronésia 
- Choque cultural em Guam 
- A terra é redonda 
- O primeiro dia 
- Contrariar o destino em Cebu 
- Morte de Magalhães 
VII. - O GLOBO TODO 
- A metade conhecida do mundo 
- Final não feliz 
CRONOLOGIA ESSENCIAL 
- Lista de sobreviventes da circum-navegação 
- Tripulantes portugueses da Armada das Molucas 
Notas 
Bibliografia 

Da contracapa:
“À medida que desce o Atlântico, em busca de uma passagem entre os dois oceanos que nada prova que exista, Magalhães enfrenta uma tripulação furiosa e amedrontada. Essa passagem é o momento mais triunfai da vida de Magalhães e, ainda hoje, um marco geográfico no carnet de qualquer viajante.“
Gonçalo Cadilhe 
 

Preço: 52,50€; 

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BIOGRAFIA DE FERNANDO DE MAGALHÃES 
(Norte de Portugal, c. 1480 – Mactan, 27 de abril de 1521) foi um navegador português que se notabilizou por ter liderado a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522, ao serviço da Coroa de Castela, a Expedição de Magalhães. 

Nascido numa família nobre, viajou para as Índias Ocidentais em 1505, participando de várias expedições militares. Embarcou, em 1512, na armada de António de Abreu em busca da descoberta das Molucas, também conhecidas como as Ilhas das Especiaria. Mas só um navio, comandado por Francisco Serrão, tresmalhado, chegaria às Molucas do norte (Ternate, Tidore, etc.), produtoras do desejado cravo. Os demais navios regressariam a Malaca após irem apenas às Molucas do sul ou arquipélago de Banda (Buru, Ambom, Seram) produtoras de noz-moscada e maça. Consequentemente, Magalhães não teve conhecimento direto das Molucas do cravo, as mais importantes economicamente à época. A expedição de Fernão de Magalhães e Elcano fazia parte do contexto das viagens de descobrimento, representadas por personalidades como Cristóvão Colombo, Bartolomeu Dias, Américo Vespúcio, Balboa, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, dentre outros. Esse processo de expansão marítima foi impulsionado pelo desejo de se descobrir rotas que levassem às índias em busca das especiarias.

A serviço do rei de Castela, Carlos I, V imperador do Sacro Império Romano-Germânico (também rei de Aragão e Itália entre outros títulos), Magalhães planejou e comandou a expedição marítima que efetuou a primeira viagem de circum-navegação ao globo. Foi o primeiro a alcançar a Terra do Fogo no extremo sul do continente americano, a atravessar o Estreito que hoje leva seu nome e a cruzar o Oceano Pacífico, que nomeou. Fernão de Magalhães foi morto em batalha em Cebu, nas Filipinas durante a expedição, posteriormente chefiada por Duarte Barbosa, João Serrão, João Carvalho, Gonzalo Gómez de Espinosa e, finalmente, Juan Sebastián Elcano até ao regresso em 1522. 

O pinguim-de-magalhães recebeu o seu nome como homenagem, já que Magalhães foi o primeiro Europeu a ter visto um. As aptidões de navegação de Fernão também foram reconhecidas na nomeação de objetos associados à astronomia, incluindo as Nuvens de Magalhães, as crateras lunares de Magalhães, e as crateras marcianas de Magalhães a sonda espacial da NASA Magellan (de Ferdinand Magellan, versão inglesa do nome) e a Carruagem Presidencial dos Estados Unidos da América Ferdinand Magellan, em serviço desde o Presidente Franklin Delano Roosevelt em 1933 até ao Presidente Ronald Wilson Reagan em 1984.

No entanto, as repercussões da viagem de Magalhães e Elcano na época foram bastante reduzidas. A principal foi o início da disputa entre Espanha e Portugal pela posse das Ilhas Molucas. Durante anos os dois impérios reclamaram para si o domínio das ilhas em busca do controle da fonte de especiarias. Carlos I, o rei da Espanha, organizou várias expedições rumo às Molucas com o objetivo de estabelecer um posto avançado no arquipélago, mas todas resultaram em fracassos com altas taxas de mortes e grandes custos para a coroa espanhola. Juan Sebastian Elcano foi uma das fatalidades nessas viagens, falecendo de escorbuto no Oceano Pacífico em 1526. Sete anos depois da viagem de Magalhães, Carlos I, afundado em dívidas, após três expedições fracassadas, foi forçado a desistir e ceder a posse das ilhas aos portugueses. Tentar repetir o trajeto de Magalhães mostrou-se tão complexo que somente reforçou o tamanho do feito que o explorador português realizou.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Portugal - Guerra do Ultramar & História - ‘NUNCA ESQUECEREI…’, de Ricardo Durão - Lisboa 2014 - MUITO RARO;






Portugal - Guerra do Ultramar & História - A biografia de um dos militares mais brilhantes das Forças Armadas Portuguesas, com um vasto e riquíssimo currículo enquanto oficial e com diversas comissões cumpridas nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de Angola, Guiné e São Tomé e Príncipe, com intervenção nos acontecimentos do 25 de Abril de 1974 e do PREC (Processo Revolucionário em Curso), e de todos esses acontecimentos e vivências relata na primeira pessoa a sua intervenção, numa obra que é imprescindível de leitura e consulta. 


‘NUNCA ESQUECEREI…’ 
O que não foi contado nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril. E não só…
De Ricardo Durão 
Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa 
Posfácio de Daniel Proença de Carvalho 
Edição SEDA Publicações 
Lisboa 2014 


Livro com 280 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa:
“NÃO HOUVE UM 25 DE ABRIL - HOUVE MÚLTIPLOS 
O Senhor General Ricardo Durão tem uma carreira militar de muito relevo e o seu testemunho, ademais tido como próximo de alguns dos factos apreciados, merece ser lido com atenção e debatido com interesse, concordando uns e discordando outros, caso a caso (…) Ele dá-nos, com este livro, uma oportunidade soberana para revermos a nossa história contemporânea e para apurarmos o que, nela, nos foi ou é gratificante e o que, ao invés, nos penalizou ou penaliza.“ 
Do PREFÁCIO, por Marcelo Rebelo de Sousa 

“A CONQUISTA DA DEMOCRACIA A SEGUIR AO GOLPE MILITAR VITORIOSO DO 25 DE ABRIL DE 1974 NÃO FOI TAREFA FÁCIL 
A leituras das memórias do General Ricardo Durão relatadas neste livro. Em especial na parte relativa ao que se passou a seguir ao 25 de Abril de 1974, tocou uma nota sensível na minha própria memória. Fui advogado do irmão do autor, o General Rafael Durão, quando ele foi preso na sequência dos acontecimentos do 11 de Março de 1975. Deixei, aliás, registadas em livro (‘Cinco Causas da Injustiça Revolucionária’) algumas peças da defesa desse militar distinto cujo único ‘crime’ foi bater-se pelos autênticos ideais de Abril, a democracia política, com pluralismo e respeito pelos direitos humanos. (…) Nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril algumas dimensões desses acontecimentos foram ignoradas, senão silenciadas. Uma dessas dimensões está bem caracterizada, com fidelidade neste livro.“ 
Do POSFÁCIO - por Daniel Proença de Carvalho 


O Autor: 
“GENERAL RICARDO FERNANDO FERREIRA DURÃO 

Nasceu em Setúbal em 13 de Junho de 1928. 
Tem dois irmãos: Rafael, Major-General do Exército, oriundo de Cavalaria / Paraquedista e Roberto, Coronel de Cavalaria / Comando. 
Fez os estudos primários em Setúbal e os secundários no Colégio Militar (1938-45). 
Frequentou os Preparatórios Militares na Faculdade de Ciências de Lisboa (1945-46) e de Coimbra (1946-47) e completou o Curso de Cavalaria em 1950. 
Foi promovido sucessivamente a Algeres (1950), Tenente (1952), Capitão (1959), Coronel (1974), Brigadeiro (1978), General (1983). 
Frequentou o Curso de Educação Física (1950-51), Curso de Sapadores (1952), Curso de Carros de Combate (1953), Curso de Treino Físico Militar, na Suécia (1954), Curso de Promoção a Capitão (1958-59), Curso de Promoção a Oficial Superior (1967-68), Curso Superior de Comando e Direcção (1977-78), Curso de Defesa Nacional (1981-82). 
Foi praticante desportivo em diversas modalidades (atletismo, rugby, futebol, voleibol, basquetebol, hipismo, esgrima), campeão escolar no salto em altura em 1945, campeão universitário em 110 metros barreiras e 400 metros em 1949, sagrando-se campeão nacional em 110 metros barreiras e foi recordista em 83 metros barreiras. 
Fez parte da selecção nacional de atletismo, tendo participado nos Jogos Olímpicos de Helsínquia (1952) em pentatlo moderno e no Campeonato Europeu em pentatlo militar em França em 1955. 
Prestou serviço em várias unidades da sua Arma, designadamente Regimento de Cavalaria 4 (Santarém), Escola Prática de Cavalaria (Torres Novas e Santarém), Regimento de Cavalaria 7 (Lisboa). 
Desempenhou funções de Instrutor de Educação Física, na Escola do Exército, Comandante do Corpo de Alunos do Colégio Militar, Chefe da Repartição de Instrução da Direcção da Arma de Cavalaria, Comandante do Centro de Educação Física Equitação e Desportos. 
Como Oficial General desempenhou as funções de Comandante da Região Militar Sul (1979/81), Director do Serviço de Justiça e Disciplina do Estado Maior do Exército (1981/83), Director da Arma de Cavalaria (1983/84), Comandante da Região Militar de Lisboa / Governador Militar de Lisboa (1984/87), Juiz Vogal do Supremo Tribunal Militar (1987/93). 
Cumpriu as seguintes comissões no Ultramar: Comandante de Companhia de Cavalaria 122 em Angola (1961/63), Oficial de Operações do Batalhão de Cavalaria 757, 2.* Comandante do Batalhão de Cavalaria 705, chefe de secção de Contra-Informação  / Repartição de Informações do QG do Comando Territorial Independente da Guiné (1965/67), chefe da Repartição de Operações do QG do Comando-Chefe da Guiné (1968/70), Comandante Militar de São Tomé e Príncipe (1971/74). 
Tem a averbado 22 louvores individuais (sendo 9 de Oficial General, 3 de chefe do Estado-Maior do Exército e 3 de Ministro) e 2 colectivos da Companhia de Cavalaria que comandou em Angola. 
Tendo sido promovido por distinção ao posto de Major por feitos em campanha, tem as seguintes condecorações: 
- Medalha de Prata de Valor Militar com Palma. 
- 2 medalhas de Prata de Serviços Distintos com Palma. 
- Grã Cruz da Ordem Militar de Avis. 
- Medalha de Ouro de Serviços Distintos. 
- Medalha de Prata de Serviços Distintos. 
- Medalha de Mérito Militar de 1.a Classe. 
- Medalha de Mérito Militar de 3.a Classe. 
- Medalhas de Ouro e Prata de Comportamento Exemplar. 
- Medalhas Comemorativas das Campanhas de Angola (1961/63) e Guiné (1965/67 e 1968/70). 
- Medalha de Serviços Especiais das Forças Armadas (S. Tomé e Príncipe 1971/74). 
- Medalha Comemorativa de Promoção por Distinção por Feitos Distintos em Campanha. 
- Comendador da Ordem de Mérito Militar do Brasil. 
Após o 25 de Abril de 1974 desempenhou funções de Delegado da Junta de Salvação Nacional no Ministério do Trabalho e foi Delegado da Assembleia do MFA, eleito pela Região Militar de Tomar (1974-1975). 
Transitou para a situação de Reserva em 1987 e passou à reforma em 1995.“



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
- Marcelo Rebelo de Sousa 

INTRODUÇÃO 
Antecedentes 

A GUERRA DO ULTRAMAR 
- Angola 
- Invasão d Estado da Índia 
- Guiné 
- Moçambique 
- Conclusões 

O 25 DE ABRIL DE 1974 
- Crise Palma Carlos 
- O 28 de Setembro de 1974 
- A Descolonização (I) 
- Unicidade / Liberdade Sindical 
- Institucionalização do MFA - Pacto MFA-Partidos 
- Dinamização Cultural 
- 11 de Março de 1975=
- Tentativa de adiamento de eleições para a Assembleia Constituinte 
- Eleições para a Assembleia Constituinte 
- Desvalorização das eleições - Cunhal no seu melhor 
- Plano Sócio-Económico Melo Antunes 
- Descolonização (II) 
- Terror 
- O Verão Quente - Nacionalizações - Reforma Agrária 
- Tribunal Revolucionário 
- Jornal ‘República’ - Rádio ‘Renascença’ 
- Plano de Acção Política do MFA 
- Discurso de António Barreto (2010) 
- Agravamento da situação - Documento dos Nove 
- Descolonização (III) - Retirnados 
- Saneamento de Jaime Neves 
- Posse do V Governo Provisório (Último de Vasco Gonçalves) 
- Linguagem característica 
- Verdadeira natureza dos partidos 
Revolução ? 
- Demissão de Vasco Gonçalves - 25 de Novembro de 1975 
- Transição para a democracia política 

ENFIM A DEMOCRACIA POLÍTICA 

Bibliografia 

POSFÁCIO 
- Daniel Proença de Carvalho 


Preço: 77,50€; 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Portugal - Índia & Literatura - ‘O SIGNO DA IRA’, de Orlando da Costa - Lisboa 1972 - RARO;







Portugal - Índia & Literatura - O autor nascido em 1929 em Lourenço Marques (Maputo) - Moçambique, estudou, formou-se e trabalhou em Portugal, onde foi várias vezes detido pela PIDE antes do 25 de Abril. Português, militante do PCP, grande parte da obra de Orlando da Costa tem por temática o então estado português da Índia, onde passou a infância e a juventude.


‘O SIGNO DA IRA’ 
De Orlando da Costa 
Edição Círculo de Leitores 
Lisboa 1972 


Livro de capas duras, com 246 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


O Autor e a sua Obra: 
ORLANDO ANTÓNIO FERNANDES DA COSTA 
(Lourenço Marques, 2 de Julho de 1929 - Lisboa 27 de Janeiro de 2006) 
“Com ‘O SIGNO DA IRA’, publicado em 1961, obteve ORLANDO DA COSTA o Prémio ‘Ricardo Malheiros’ desse mesmo ano. Três anos mais tarde, em 1964, seguiu-se novo romance: ‘Podem chamar-me Eurídice’. Estes dois livros de ficção colocaram definitivamente Orlando da Costa no primeiro plano dos modernos ficcionistas da sua geração, graças à sua capacidade inventiva e de construção e expressão literária que basicamente assentam nos fundamentos e na actualização das contradições sociais e do ser humano, inspiradores das autênticas vias da criação artística de raiz realista. 
Orlando da Costa nasceu a 2 de Julho de 1929, em Lourenço Marques. É porém, em Goa, na Índia que passa toda a sua infância e vive até aos 18 anos. 
Concluídos os estudos secundários vem para Portugal em 1947 e licencia-se em 1953, em História e Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa. Após uma curta experiência no professorado dedica-se à publicidade, profissão que exerce actualmente em Lisboa. 
A sua actividade literária inicia-se em 1951 com a publicação de um livro de poesia ‘A Estrada e a Voz’, integrado na colecção ‘Cancioneiro Geral’. Ainda dentro desta colecção virão a lume mais dois livros de poemas, ‘Os Olhos sem Fronteira’ (1953) e ‘Sete Odes do Canto Comum’ (1955) que haveriam de o creditar como um dos mais importantes poetas portugueses da actualidade. 
Em 1971, Orlando da Costa volta aos escaparates das livrarias desta vez com uma peça de teatro ‘Sem Flores nem Coroas’ que obteve a melhor recepção por parte dos críticos da especialidade.“


PEQUENA BIOGRAFIA: 
“De nome completo Orlando António Fernandes da Costa, poeta, ficcionista e autor dramático português nascido em 1929, em Lourenço Marques (hoje Maputo), em Moçambique, no seio de uma família goesa, de brâmanes católicos, e falecido, com 76 anos de idade, a 27 de janeiro de 2006, em Lisboa, tendo vivido a infância e a adolescência em Goa (antiga Índia Portuguesa), criado na localidade de Margão, de onde partiu muito do perfume e sabor de seus escritos. Era filho de Luís Afonso Maria da Costa, goês católico, descendente direto por varonia de Marada Poi, Brâmane Gaud Saraswat do século XVI. A sua mãe era Amélia Fréchaut Fernandes, nascida em Moçambique de mãe francesa. Em Goa estudou o secundário no Liceu Nacional Afonso de Albuquerque, onde teve como companheiro de estudos Fernando do Rego, o qual publicou um lindo perfil biográfico de Orlando, quando este faleceu.

Durante os anos 50 passou a maior parte de seu tempo na Casa dos Estudantes do Império, uma instituição criada principalmente para estudantes de casas das colónias que estavam a estudar na metrópole. Lá, ele entrou em contacto com muitos dos futuros líderes dos movimentos nacionalistas das colónias, como o MPLA, a FRELIMO e o PAIGC. Entre 1950 e 1953 ele foi preso três vezes pelo governo de Salazar. Em 1954 juntou-se ao Partido Comunista Português (PCP) durante o regime ditatorial, quando ainda o partido estava proscrito, e ele desenvolveu o seu trabalho político na região de Lisboa. Poucos dias antes de falecer, a 5 de janeiro de 2006, recebeu das mãos de Jorge Sampaio o grau de Comendador da Ordem da Liberdade. À data da sua morte, desenvolvia no PCP atividade na área da cultura literária.

Casou pela primeira vez com a jornalista Maria Antónia de Assis dos Santos, duma família laica, republicana e liberal do Seixal, que pertencia ao conselho geral da Fundação Mário Soares. O casal teve uma filha, Isabel dos Santos da Costa, que com três anos, faleceu num acidente de viação, e um filho, o político António Costa, hoje primeiro-ministro do governo português. Em 1962 divorciaram-se, e Orlando casou de novo com Inácia Martins Ramalho de Paiva, da qual teve um filho, o jornalista Ricardo Costa do jornal Expresso.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Abertura 

Capítulo Um 
ao 
Capítulo Dez 


Preço: 22,50€; 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘SORTILÉGIO DA COBRA - Descolonização Obrigatória’, de Mário Jesus da Silva - Lisboa 2005 - Raro;









Portugal - Ultramar & História - O autor percorreu diversos pontos do território nacional e das antigas províncias ultramarinas portuguesas em missão militar e daí o seu vasto conhecimento das últimas décadas do regime do Estado Novo e do conflito com a Índia em Goa e a guerra colonial em Angola, seguida do processos de descolonização e guerra civil entre os movimentos de libertação, o estranho caso do uso e controle dos Catangueses pelo MFA e MPLA e ainda de uma fracassada conspiração para derrube do governo em 1967…


‘SORTILÉGIO DA COBRA - Descolonização Obrigatória’ 
De Mário Jesus da Silva 
Prefácio de Francisco Sarsfield Cabral 
Edição Ésquilo edições e multimédia 
Lisboa 2005 


Livro com 240 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
FACTOS INÉDITOS DA DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA 
DE GOA AOS MASSACRES DE ANGOLA 

“Temos aqui um forte e impressivo - porque vivido - retrato de alguns momentos-chave da ‘descolonização obrigatória’. (…) É um testemunho amargo, mas nem por isso menos lúcido e oportuno. Neste país sem memória, a ‘má consciência do colectivo português’ em relação à ‘tragédia da descolonização’ apenas será ultrapassada conhecendo os factos e analisando-os com serenidade. Ouvindo e lendo quem os viveu - e tantos desses preferem silêncio e o esquecimento. Não foi o caso do general Mário Jesus da Silva. Por isso, como português, lhe estou grato.“
Francisco Sarsfield Cabral - Excerto do PREFÁCIO 

“Nós, os militares da minha geração, vivemos um emocionante livro de aventuras, rico de emoções e cheio de muitos trabalhos e sacrifícios. Não nos podemos queimar que tenha sido uma vida aborrecida,crotineira, monótona e sedentária. Bem pelo contrário. Mas em todo o processo de descolonização não conseguimos alterar favoravelmente o rumo geral dos acontecimentos. Fomos amachucados como meros peões executantes nessa partida de xadrez difícil e confusa, que foi tão mal jogada por Portugal.“ 
Mário Jesus da Silva 


O Autor:
“MÁRIO JESUS DA SILVA 
O autor é tenente-general do Exército, oriundo da Cavalaria, actualmente na reforma. Além do serviço nas ex-colónias, esteve duas vezes na Bélgica em comissão da NATO, foi sete anos assessor militar do então Primeiro-ministro Prof. Cavaco Silva, regressando depois como Director ao Colégio Militar, que frequentou como aluno.“



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 

INTRODUÇÃO 

Livro I - GOA 
Goa Inesquecível 
- Missão no Paraíso 
- A Cobra Real 
- Maus presságios 
- Satchitananda Naik 

A Queda de Goa 
- Graves decisões 
- Tensão nervosa 
- A Invasão 
- Mapa de Goa 

Prisioneiros 
- Desminagem em Bicholim 
- Prisioneiros em Pindá 
- 19 de Março de 1962 
- Mal recebidos em Portugal 

Livro II - NA SENDA DA DESCOLONIZAÇÃO 
Angola é Nossa ? 
- Os Dembos 
- No Leste de Angola - A Cameia 
- Abertura da Frente Leste 

1967 - Conspiração falhada 
- Os carros de combate de Santa Margarida 
- Encontros imediatos, Mario Soares 
- Fiasco completo 

São Tomé - O Mundo é pequeno 
- Um paraíso menor 
- Mário Soares em São Tomé 
- Apoio ao Biafra 

25 de Abril nos Açores 
- As ilhas da bruma 
- Ventos da revolução 
- 25 de Abril de 1974 
- PREC mitigado nos Açores 


Livro III - ADEUS A ANGOLA 
- Primacial vermelha em Portugal 
- Ambiente turvo em Angola 
- Primeiros confrontos em Saurimo 
- A Companhia Integrada 421B 
- Os catangueses 
- Saque em Saurimo 
- A completa destruição da cidade 
- Um jantar de grande luxo 
- Expulsão da U.N.I.T.A. da LUNDA 
- Adeus a Angola 
Mapa de Angola 

EPÍLOGO 

CRONOLOGIA DA DESCOLONIZAÇÃO 
Referências Bibliográficas 


Preço: 32,50€; 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Portugal - Forças Armadas & Ultramar - ‘A GERAÇÃO DO FIM - Infantaria 1954-2004’ - AAVV - Lisboa 2007 - RARO;

















Portugal - Forças Armadas & Ultramar - Um conjunto importante e histórico de testemunhos de militares oficias que fizeram as suas vidas profissionais nos diversos cenários dos conflitos que o país enfrentou nas suas antigas províncias ultramarinas portuguesas de África (entre 1961 e 1974) e Timor, que contribuem para o conhecimento real dos acontecimentos 


‘A GERAÇÃO DO FIM - Infantaria 1954-2004’ 
AAVV - coordenação e pesquisa da Comissão do Livro: 
José António Silvestre Martins, António Manuel Duarte Botelho, 
José Maria de Melo Parente, José Abílio Lomba Martins 
Edição Prefácio 
Lisboa 2007 


Livro com 356 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa:
“Eles viveram a Paz, a Guerra e o Peocesso Revolucionário (1974), em situações muito críticas e letais, por vezes, descritas de forma irónica na comunicação social. As eleições de 1958; Humberto Delgado; o caso de Beja; as expedições à Índia e a Timor; a revolta dos gendarmes no Congo Belga; N’Riquinha; Savimb; Mueda / Wiriyamu; Cabedu; os pára-quedistas em Carmona; no Cantanhês; em Gadamael e no Guidage, são objecto destes relatos. E, também, a advocacia em cadeira de rodas de um deficiente das Forças Armadas. Relatam-se acontecimentos do PREC e da PSP de Lisboa.“ 


TESTEMUNHOS: 
“Vinte e um oficiais do quadro permanente do curso da Arma de Infantaria (1954-57) que relatam factos verídicos de cinco décadas da sua vivência:” 
- Coronel Adriano do Patrocínio Rodrigues Sanches 
- Coronel Álvaro Teixeira Soares 
- Capitão António José Brites Leitão Ritto 
- Coronel António Luís Baptista Barrinhas 
- Tenente-coronel António Maia Correia 
- Coronel Tirocinado António Manuel Duarte Botelho 
- Coronel Carlos Graciano de Oliveira Gordalina 
- Coronel Duarte Rui Lemos de Fontoura 
- Coronel Tirocinado Francisco do Nascimento Cordeiro 
- Coronel Francisco Ramos Beissos de Carvalho 
- Tenente-coronel Pára Joaquim Manuel Trigo Mira Mensurado 
- Tenente-coronel José Abílio Lomba Martins 
- Coronel Pára José Alberto de Moura Calheiros 
- Tenente-coronel José Alberto Ponces de Carvalho Aparício 
- Tenente-General José António Silvestre Martins 
- Coronel Pára José Guilherme Rosa Rodrigues Mansilha 
- Coronel José Maria de Melo Parente 
- Coronel Luís Augusto Tavares Soares da Cunha 
- Alferes Orlando Hélder Serra Passos da Silva (DFA) 
- Coronel Tirocinado Rui Mano Soares 
- Coronel Vitor Manuel Rodrigues Alves 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
IN MEMORIAM 
DISCURSO de 13Out04  

REGRESSO ÀS ORIGENS 
- A Rádio e a II Guerra Mundial 
Cor António Barrinhas 
- O Liceu 
Tcor Lomba Martins 

GRANDES ESPERANÇAS 
- Trinta e cinco anos a advogar em cadeira de rodas 
Dr. O. Passos da Silva 
- Escola do Exército 
Cor António Barrinhas 
- Viagem de Fim de Curso 
Cor Luís Soares da Cunha 
- Histórias Marginais (I) 
Cor Álvaro Teixeira Soares 
- No Tribunal 
Cor António Botelho 

POLÍTICAS DO ESTADO NOVO 
- Eleições Humberto Delgado 
Cor António Barrinhas 
- Caso de Beja 
Cor António Botelho 

“Ó ÍNDIA DOS PORTUGUESES 
- O dentista-espião 
Cap António Ritto 
- Recordações Vivas (I) 
Cor Adriano Sanches 
- O Setúbal e o árabe 
Tcor Lomba Martins 

TIMOR 
- A Companhia de Caçadores destacada em Timor 
Cor José Melo Parente 

GUINÉ 
- Cabedú e o imposto de palhota 
Cap Leitão Ritto 
- ‘Juntos Venceremos’ 
Tcor Lomba Martins 

ANGOLA 
- Histórias Marginais 
Cor Álvaro Teixeira Soares 
- Estórias da Guerra - Angola 
Cor António Botelho 
- Recordações Vivas (II) 
Cor Adriani Sanches 
- As Terras do Fim do Mundo 
TCor José Aparício 
- O velho colono 
TCor Lomba Martins 
- Acordo UNITA - Exército Português 
Cor Mano Soares 
- Recordando o Capitão António da Silva Vigário 
Cor Duarte Rui Fontoura 
- Recordando o Capitão Isidoro Gomes Coelho 
Cor F. Nascimento Cordeiro 
- Recordando o Capitão António João Rocha de Carvalho 
Cor F. Nascimento Cordeiro 

MOÇAMBIQUE 
- Ventos de Mudança 
Tgen José Silvestre Martins 
- Estórias da Guerra (I) 
Cor António Botelho 
- O terceiro irmão 
Cor Adriano Sanches 
- Histórias Marginais (III) 
Cor Álvaro Teixeira Soares 
- Distância… uma coisa relativa ! 
Cor António Barrinhas 
- Mueda 
Cor António Barrinhas 
- Prisão de Machava 
Cor António Barrinhas 
- Wiriyamu - 16 a 18 de Dezembro de 1972 
TCor José Aparício 

PÁRA-QUEDISTAS 
- 1961 - Boinas Verdes em África 
Cor José Mansilha 
- O Fim do Império 
TCor Joaquim Mensurado 
- Guiné 1973 - o ‘ano da brasa’ 
Cor Moura Calheiros 

A IDEIA DE ABRIL 
- Em volta do 25 de Abril 
Cor Vitor Alves 
- Fichado 
Cor António Barrinhas 
- Do 25 de Abril ao 25 de Novembro 
Cor Carlos Gordalina 
- Governo Civil de Beja 
Cor F, Brissos de Carvalho 
- Memórias dos dias que mudaram Portugal 
Cor Duarte Rui Fontoura 

POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA 
- No Comando da PSP de Lisboa 
TCor José Aparício 
- O incêndio e saque das instalações diplomáticas de Espanha 
TCor José Aparício 
- O Governo de Sá Carneiro e a PSP de Lisboa 
TCor Maia Correia 
- O cerco do Patriarcado de Lisboa 
Cor Melo Parente 

INTERNACIONAL 
- Curso no Estrangeiro 
Cor António Barrinhas 
- Histórias Marginais (IV) 
Cor Álvaro Teixeira Soares 
- Internacionalismos 
TCor Lomba Martins 

“ESTE REINI É OBRA DE SOLDADOS” 
(Não há pai, meu capitão p) 
Comissão do Livro 

NOMES CITADOS 
Abreviaturas 


Preço: 52,50€; 

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Portugal & Goa - ‘MOMENTOS DO MEU PASSADO’, de Fernando de Noronha - Goa 2002 - MUITO RARO;








Portugal & Goa - As memórias do autor sobre personalidades, factos e histórias da comunidade goesa de ascendência e cultura portuguesa 


‘MOMENTOS DO MEU PASSADO’ 
Figuras, Factos, Facécias 
De Fernando de Noronha 
Ilustrações de Mário de Miranda 
Edição Third Millenium - Terceiro Milénio 
Goa 2002 


Livro com 160 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da contracapa: 
“FERNANDO DE NORONHA pertenceu ao Quadro da Administração Civil e, depois, ao da Polícia Judiciária, em que era chefe de Secretaria. Acompanhou de perto a vida política no regime anterior.
Depois de, voluntariamente, aposentado, em 1973, foi professor de Português no Dhempe College, em Pangim, é um dos fundadores e secretário de redacção do último semanário goês em língua portuguesa, ‘A Voz de Goa’.“ 



Do ÍNDICE: 

DUAS PALAVRAS 

FIGURAS 
- António Anastácio Bruto da Costa 
- António Bernardo de Bragança Pereira 
- António Colaço 
- António Correia da Graça Miranda 
- António de Salvador Fernandes 
- António Xavier Gomes Pereira 
- Carmo de Noronha 
- Castilho de Noronha 
- Elínio de Noronha 
- Filinto Cristo Dias 
- Francisco Barreto 
- Francisco da Piedade Rebelo 
- Francisco Pinto de Meneses 
- Francisco dos Remédios Monteiro (Pe. Chico) 
- Froilano de Mello 
- João Francisco Lobo 
- Joaquim de Araújo Mascarenhas 
- Joaquim Santana Ferreira 
- José da Costa Nunes 
- Leão Crisóstomo do Rosário Fernandes 
- Lúcio da Veiga Coutinho 
- Luís de Meneses 
- Manuel Francisco Lourdes Gomes 
- Nuno de Noronha 
- Panduronga S. S. Pissurlencar 
- Paulo José da Veiga 
- Purxotoma Quenim 
- Sales da Veiga Coutinho 
- Sócrates da Costa 
- Tomás de Aquino Barreto 
- Vinaica Coissoró 

FACTOS 
- Sermão do Rev. Sarmento Osório, S. J. 
- E falando ainda de Meneses Bragança 
- Roubo no Museu do Convento do Bom Jesus 
- A Récita do Liceu, em 1935 
- Salazar, Costa Nunes e Aluísio Soares 
- Por que Salazar não casou…, dir-nos-à o Sr. Agni 
- A Tuna Portuguesa de Bombaim 
- Quintanilha e Bruto da Costa 
- O culto da lei 
- Aos 18/19 de Dezembro 
- Goa sossegada 
- Dois Samaritanos 
- Censura, antes e depois 
- O Instituto, a Língua e a Estátua 
- As repúblicas e as serenatas em Pangim 

FACÉCIAS 
- Os Leitões 
- Cantar e chorar 
- Sempre Carneiro ! 
- Receita para homens de fé 
- Duas almas 
- Quem sabe, pois ? 
- Só três vogais !!! 
- Todos nós irmãos 
- Tarde à aula 
- Na Europa e na África 
- “Sem se achar…” 
- As adversativas 
- Um que se talhava para Padre 
- A Corja e Eusébio Macário 
- O Contínuo Pó 
- Cabeça de aço 
- A religião de Maomé 
- Parece, meu Senhor ! 
- Dois Animais 
- Aluno brilhantíssimo 
- … em Loutulim 
- Castitão 
- Só para cumprir 
- Bêbedos hospitalizados 
- Vacila e salva 
- Uma vida alegre 
- Os ‘Heraldos’ não bastam ! 
- SIPAN e LAPIN 
- Ganha o cão 
- Rosa sem espinho 
- Digo e não digo 
- Antes do Virol e depois do Virol 
- Racionamento de água 
- Um slogan 
- Matança de cães 
- Formidáveis em matemática 
- Primeiro, o filme 
- Uns recém-casados 
- Rei do Congo 
- À procura 
- Os cães do Jeremias 
- Café com leite e sem leite 
- Dar gargalhadas 
- O brinde do Sr. Pinto 
- Para estudar Direito 
- 2 + 2 são 4 
- Veterinário e seus doentes !!! 

Índice Analítico 


Preço: 47,50€; 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘FILHOS DA TERRA’, de António Manuel Hespanha - Lisboa 2019 - Raro;





Portugal - Ultramar & História - A mestiçagem portuguesa que acompanhou todas as fases dos múltiplos territórios do império português ao longo dos séculos 


‘FILHOS DA TERRA’ 
Identidades mestiças nos confins da expansão portuguesa 
De António Manuel Hespanha 
Edição Tinta da China 
Lisboa 2019 


Livro com 368 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“A história da expansão portuguesa 
contada às avessas: não do ponto de vista da 
metrópole, mas sim do ponto de vista daqueles que 
partiram e se instalaram nas margens do Império português. 

António Manuel Hespanha alcança neste livro um feito singular: conta uma história que todos conhecemos - a da expansão portuguesa - segundo uma perspectiva até aqui largamente ignorada. É a perspectiva dos portugueses e seus descendentes que, nos territórios longínquos da expansão, se desviaram da rede do ‘império formal’ para integrarem as sociedades indígenas locais. Será que nessas comunidades - em África, na América, no Oriente - estes mestiços eram de facto portugueses ? Carregariam consigo memórias, sentimentos, valores e traços culturais que se pudessem relacionar com Portugal ? E em tais lugares remotos, fora do controlo da coroa, que visão tinham deles as populações nativas e os estrangeiros ‘concorrentes’ ? 

‘FILHOS DA TERRA’ reconfigura os termos da análise historiográfica e mostra-nos que há uma versões mais rica e policromática da expansão portuguesa e da história social, das pessoas comuns. Partindo das fontes da época, e fugindo a elementos míticos e envolvimentos emocionais, somos, levados a questionar as identidades destes ‘portugueses’ e, com isso, a exercer escrutínio crítico sobre um lugar-comum dos nacionalismo português: o carácter ‘ecológico’, aberto e universalista da ‘presença portuguesa no mundo’.“ 


Da badana:
“Em imagens dos séculos XVI a XIX sobre o Oriente - desde bronzes do Benin e colchas ‘à la manière des Indies’ até biombos namban, passando por pinturas de templos tailandeses e cambojanos e por gravuras de viajantes holandeses, franceses e ingleses - aparecem frequentemente sujeitos com chapeuzinhos nas cabeças, algumas vezes com um arcabuz nas mãos, outras em posição de mando. São ‘portugueses’. Podem usar mais alguma peça do trajo europeu e andar calçados. Mas as suas feições e a cor da pele, quando se podem notar, nem sempre são as características dos ocidentais. Estas figuras representam a ‘gente de chapéu’, um tipo humano e social que restou do contacto entre portugueses e os naturais das zonas de expansão. 
Na verdade, o que mais se lhes ajusta é a designação de ‘filhos da terra’, uma expressão usada na Guiné, em São Tomé, em Angola, em Moçambique, na Índia, em Malaca e em Macau para referir estas comunidades mestiças, na civilização e na cultura. 
No conjunto, elas podem ser consideradas como uma outra face do ‘império’, cuja história, discreta, ambígua, e frequentemente menos cómoda, tem sido pouco cultivada na historiografia portuguesa. 
Este livro procura reunir e tratar conjuntamente elementos para a análise daquilo que se vem chamando desde há uns anos o ‘império sombra’ dos portugueses, ou seja, aquele conjunto de comunidades que, fora das fronteiras formais do Império, sobretudo em África e na Ásia, se consideravam como ‘portugueses’ - qualquer que fosse o sentido disso.“ 


O Autor:
“ANTÓNIO MANUEL HESPANHA nasceu em Coimbra, em 1945. Embora licenciado em Direito, fez a sua carreira ensinando e escrevendo história. A sua tese de Doutoramento - ‘As Vésperas do Leviatahan’, 1986 -, dedicada ao sistema de poderes das monarquias tradicionais europeias, renovou a historiografia sobre a época, realçando a multiplicidade de corpos políticos, de imagens identitárias, de direitos e modos de dominar típicos da época. Essa imagem pluralista do,poder tradicional - que estrutura também os volumes que dirigiu na ‘História de Portugal’ e na ‘História Militar de Portugal’ (Círculo de Leitores) e que deixou marcas nos seus estudos sobre o século XIX, nomeadamente, ‘Guiando a Mão Invisível’, 2004 - subjaz também este livro, em que o ‘império’ é substituído por uma constelação de grupos, de identidades mutáveis e imprecisas. Mesmo nos livros de teoria de direito que publicou (‘O Caleidoscópio do Direito’, 2009, ‘Pluralismo Jurídico e Direito Democrático’, 2013, e ‘O Direito Democrático numa Era Pós-Estatal’, 2018) esta sensibilidade à pluralidade de mecanismos não estaduais de governar é o principal traço da sua originalidade.“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Identidade ‘portuguesa’ ? 
- Perspectiva de análise 

Capítulo I - O ‘IMPÉRIO INFORMAL’ DOS PORTUGUESES 
- Um ‘Império em rede’ 
- O ‘Império na sombra’ 
- As novidades da ‘historiografia do Atlântico’ 

Capítulo II - ASPECTOS METODOLÓGICOS DE UMA HISTORIOGRAFIA DO ‘IMPÉRIO INFORMAL’ 
- Linhas de orientação 
- Cautelas a ter em conta 
Um exemplo não único da colonização informal 
Uma de muitas tribos 
O ‘portuguesismo’ do Império sombra 
- A observação da identidade: questões de método 
- Um nível diferente de abordagem da história imperial 

Capítulo III - AS ‘PROVÍNCIAS’ DO IMPÉRIO SOMBRA 
- A Guiné 
- A América 
- Angola 
- Moçambique 
- A ‘Índia’ 
O Índico ocidental 
- As ‘praças do Norte’ 
- Goa 
- A Costa do Malabar 
- O Ceilão 
- S. Tomé de Meliapor 
- O Golfo de Bengala 
O Reino de Bengala 
Arracão e Pegu 
Birmânia 
- O Sudoeste Asiático 
Malaca 
O Arquipélago: 
Macassar, O Mar de Timor, As Molucas (Ternate, Amboíno, Tidore) 
Conclusão 
- A Indochina 
O Sião 
O Camboja 
O Vietname 
- Macau 
- O Extremo Oriente 
A China 
O Japão 

Capítulo IV - A ‘TRIBO PORTUGUESA’ 
- Volume demográfico 
- Reinóis 
- ‘Desejo tropical’ e mestiçagem 
- Gente ‘solta’, industriosa, mas menos recomendável 
- Os fatores de prestígio 
Soldados profissionais 
Intérpretes 
Comerciantes 
Médicos e cirurgiões 
Cristãos 

Capítulo V - DOMINAR E ADMINISTRAR ‘A SOMBRA’ 

Capítulo VI - QUESTÕES DE IDENTIDADE: DIFERENCIAÇÃO EXTERNA E HOMOGENEIDADE INTERNA 
- ‘Portugueses’ 
- Divisões e conflitualidades internas 
Divisões dos nativos 
Livres e escravos 
Distinção da cor 
Profissão e riqueza 

Capítulo VII - O UNIVERSALIMO DOS PORTUGUESES 

Notas 
Bibliografia citada 


Preço: 62,50€; 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Portugal - Turismo & Automobilismo - ‘MISSÃO NA ÁSIA - Primeiro “Raid” automóvel Lisboa-Goa’, de Fernando Laidley - Lisboa 1970 - RARO;


















Portugal - Turismo & Automobilismo - Relato de uma extraordinária viagem - à época - entre Lisboa e Goa, numa carrinha ‘Pão de Forma’ da Wolkswagen e as diversas dificuldades e peripécias por que passaram a equipa da iniciativa 


‘MISSÃO NA ÁSIA - Primeiro “Raid” automóvel Lisboa-Goa’ 
De Fernando Laidley 
Capa de Luiz Filipe 
Edições Tapete Mágico 
Lisboa 1970 


Livro com 192 páginas, muito ilustrado (Mapas e fotografias) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


Da contracapa: 
“MAIS UMA VITÓRIA DA BARDAHL 

O autor e os seus companheiros de viagem percorreram nove países num total de mais de 15 mil quilómetros. 
UM ROMANCE DE AVENTURAS VIVIDAS: bloqueados pela neve nas montanhas da Anatólia Central, a 2.200 metros de altitude, com a embraiagem queimada, sob uma temperatura de 35 graus negativos; travessia do desolado deserto do Baluquistão num percurso de mais de 2.000 quilómetros; travessia de regiões infectadas por bandidos; uma luta sem tréguas com a neve, com a lama, com a poeira e com o frio intensíssimo, etc. 
UM DOCUMENTO DE VIAGENS: travessia da Jugoslávia; os estranhos costumes dos persas e dos turcos; Istambul a cidade dos dois continentes; Atenas, cidade de contrastes; dois meses na Índia Portuguesa, etc. 
UM GUIA: para todos aqueles que desejarem viajar até Goa por via terrestre.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
INTRODUÇÃO 

I Parte - DE LISBOA A GOA 
- Partida 
- Na cidade do Duomo, da indústria… e do Scala 
- Rumo à Jugoslávia 
- Eu passei a ‘Cortina de Ferro’ 
- Onde se fala um pouco da Jugoslávia 
- Bratstvo-Iedinstvo 
- Onde se fala dos Gregos 
- Chagada a Ankara 
- A Sibéria Turca 
- Rumo à fronteira Persa 
- Onde atingimos a altitude máxima nesta viagem 
- Onde se fala do Irão 
- Através do Azerbaijão 
- Onde percorremos cerca de quatrocentos quilómetros sem embraiagem 
- Quinze dias em Teerão 
- Rumo ao Sul da Pérsia 
- Fim do primeiro “Raid” automóvel Lisboa-Goa 

II Parte - DOIS MESES NA ÍNDIA PORTUGUESA 
Introdução à segunda Parte  
- Primeiro contacto com a Índia Portuguesa 
- Visitas e descanso 
- Quatro séculos e meio de História 
- Goa, terra de Portugal 
- Visitas ao interior 
- Fortalezas de Goa 
- Dio, a fortaleza heróica 
- Vinte e quatro horas em Damão 
- Ronda pela Fronteira 


Preço: 27,50€;