Portugal & Guerra do Ultramar - Um estudo aprofundado sobre o conflito que entre 1964/74 opôs a administração colonial portuguesa aos movimentos nacionalistas em Moçambique, situação que culminou com a entrega do poder à FRELIMO liderada por Samora Machel - como ‘único e legítimo representante do povo moçambicano’, decisão do MFA - após o ‘Acordo de Lusaka’, e a independência a 25 de Junho de 1975, ficando o novo estado como uma ditadura marxista leninista com um guerra civil até 1992
‘ANÁLISE GLOBAL DE UMA GUERRA’
(Moçambique 1964-1974)
De Francisco Proença Garcia
Edição Prefácio
Lisboa 2003
Livro com 208 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Muito Raro.
SINOPSE:
“Este livro está estruturado em três capítulos distintos mas inter-relacionados.
O primeiro capítulo procura perspectivar o enquadramento histórico desde o encetar das disputas internacionais pelas soberanias nos territórios africanos, até à afirmação do Terceiro Mundo, após a conferência de Bandung. (..)
O segundo capítulo analisa a conflitualidade global permanente, como surge e se desenvolve o fenómeno subversivo a nível global, para depois passar ao caso específico português. (...)
Por fim analisa-se o comportamento dos povos de Moçambique, das sociedades de religião tradicional, das seitas cristãs nativas e das comunidades cristãs e muçulmanas, no confronto, quer nas suas relações com o poder português quer com a subversão.”
DA INTRODUÇÃO:
“Com este livro, não é nossa intenção analisar a história das campanhas em Moçambique no período em apreço, na perspectiva das Forças Armadas Portuguesas.
A análise de vasta documentação oficial e a recolha de depoimentos de algumas personalidades permitem-nos, sim, facultar uma visão original da génese, desenvolvimento e condução da "Guerra Global" em Moçambique.
Esta abordagem, apesar de poder ser considerada parcelar, procura descrever o modo como Portugal definiu e analisou a situação, destacando sobretudo a "resposta possível" ou as iniciativas portuguesas face à subversão, para afirmação da soberania, exercendo acções oportunas, a nível interno e externo.”
Do ÍNDICE:
RESUMO
Agradecimentos
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
CONCLUSÃO
Fontes e Bibliografia
Abreviaturas
I Capítulo - OS GRANDES PODERES MUNDIAIS E AS SUAS AMBIÇÕES EM ÁFRICA
1. - Os grandes poderes mundiais e a África. O Acto Geral da Conferência de Berlim. A partilha de África. Notas.
2. - Moçambique: linhas de fronteira e substratos sócio-religiosos anteriores e remanescentes. Notas.
3. - A globalidade da ‘guerra-fria’. O Pan-Africanismo e o Pan-Arabismo. O período anti-colonial na Organização das Nações Unidas. Notas.
4. - A política interna portuguesa e as ópticas quanto ao Ultramar. Notas.
II Capítulo - A CONFLITUALIDADE GLOBAL PERMANENTE, O DESPERTAR DOS MOVIMENTOS INDEPENDENTISTAS E A AFIRMAÇÃO DA SOBERANIA PORTUGUESA DE MOÇAMBIQUE
1. - Estratégias globais de penetração no terceiro mundo. A subversão técnica e a maleabilidade revolucionária. Notas.
2. - A génese do independentismo em Moçambique. O espírito de Bandung. A FRELIMO, o COREMO e outros movimentos Independentistas de Moçambique. Notas.
2. 1 - A FRELIMO. Notas.
2. 2 - A COREMO. Notas.
3. - Apoios externos aos movimentos Independentistas e sua importância no confronto.
3. 1 - Apoio das grandes potências. Notas.
3. 2 - Apoio das organizações internacionais. Notas.
3. 3 - Apoio bilateral. Notas.
3. 4 - Apoio de organizações não-governamentais. Notas.
4. - O independentismo e o poder português em confronto. A ‘resposta possível’ e/ou iniciativas portuguesas face à subversão.
4. 1 - A acção política. Notas.
4. 2 - A acção militar. Notas.
4. 3 - A acção sócio-económica. Notas.
4. 4 - A acção psicológica. A ‘fissura’ civil/militar em Moçambique; suas feições na clivagem da informação e na textura da acção psicológica. Notas.
4.4. 1 - A acção desenvolvida pelo poder português. Notas.
4.4. 2 - A acção conduzida pela FRELIMO. Notas.
4.4. 3 - A importância das informações e da acção psicológica na condução da guerra. Notas.
III Capítulo - OS POVOS DE MOÇAMBIQUE E O SEU COMPORTAMENTO NO CONFRONTO. O RELACIONAMENTO DAS COMUNIDADES SÓCIO-RELIGIOSAS DE MOÇAMBIQUE COM O PODER PORTUGUÊS E COM A SUBVERSÃO.
1. - Os povos de Moçambique e o seu comportamento no confronto. Notas.
2. - Comunidades religiosas:
2. 1 - Igreja Católica. Notas.
2. 2 - Igrejas Protestantes e seitas cristãs nativas. notas.
2. 3 - Comunidades muçulmanas. Notas.
Preço: 37,50€;


Sem comentários:
Enviar um comentário
APÓS A SUA MENSAGEM INDIQUE O SEU E-MAIL E CONTACTO TELEFÓNICO
After your message, please leave your e-mail address or other contact.