domingo, 28 de junho de 2026

Cabo Verde & História - ‘ARISTIDES PEREIRA - Minha Vida, Nossa História’, por José Vicente Lopes - Praia 2012 - MUITO RARO;





Cabo Verde & História - Aristides Pereira Nasceu a 17 de novembro de 1923, foi o primeiro presidente da República de Cabo Verde e empresta o seu nome ao Aeroporto Internacional da Boa Vista, ilha onde nasceu. 


‘ARISTIDES PEREIRA - Minha Vida, Nossa História’ 
Por José Vicente Lopes 
Edição Spleen Edições
Cabo Verde, Praia 2012 


Livro com 494 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.n
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


ARISTIDES PEREIRA: 
“Nascido na ilha da Boa Vista em 1923, Aristides Pereira faleceu em 2011. Tinha 88 anos de idade. Cabo-verdiano, lutou pela libertação da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Foi o braço direito de Amílcar Cabral, líder dessa luta.
Depois do assassinato de Amílcar em Conacri, a 20 de Janeiro de 1973, Aristides Pereira assumiu as rédeas do PAIGC (partido que levou os dois países à independência) e foi Presidente de Cabo Verde nos primeiros 15 anos de independência.”


O Autor: 
“JOSÉ VICENTE LOPES, jornalista e ensaísta, é autor de: 
- ‘Os bastidores da independência’(1996); 
- ‘As causas da independência’ (2003); 
- ‘A explicação do mundo’ (2004); 
- ‘Tarrafal - Chão Bom, Memórias e verdades’ (2010) e 
- ‘Aristides Pereira, Minha vida, nossa história’ (2012). 
Livros sobre a história recente de Cabo Verde, para além de ‘A fortuna dos dias’ (contos, 2007). 
É também autor de textos publicados de forma dispersa na imprensa cabo-verdiana e estrangeira, especialmente Portugal, Inglaterra e França.” 

“ ‘Foi uma sorte Cabo Verde ter tido um Chefe de Estado, após a independência, como Aristides Pereira’. A afirmação é do jornalista José Vicente Lopes, autor do livro-memória ‘ARISTIDES PEREIRA - Minha Vida, Nossa História ‘. Em Roma para uma homenagem a Aristides Pereira, José Vicente Lopes ilustrou, em entrevista à Rádio Vaticano, os bastidores desta obra e a imagem com que ficou desse governante cabo-verdiano.
Cabo Verde celebra neste dia 5 de Julho, 44 anos de independência. Quando se libertou do jugo colonial português, em 1975, era, segundo muitos observadores internacionais, um país inviável devido à extrema pobreza, seca, escassez de recursos materiais em que se encontrava.
Mas hoje, comemora a independência de cara  levantada pelos progressos sociais, económicos, políticos e culturais feitos nestas quatro décadas. Isto fica-se a dever também à classe política que teve imediatamente, com destaque para o Presidente Aristides Pereira - frisa o jornalista cabo-verdiano, José Vicente Lopes, autor de vários livros  sobre o percurso de Cabo Verde desde a luta de libertação, ao período pós independência. Um desses livros é ‘ARISTIDES PEREIRA - Minha Vida, Nossa História’, livro-memória realizado com base em entrevista com aquele combatente pela liberdade da Pátria e primeiro Chefe de Estado da República de Cabo Verde.” 
Dulce Araujo - Rádio Vaticano 


Preço: 77,50€; 

África - Angola & História - ‘PROCESSO DE PAZ - Cronologia’ - Luanda 1991 - MUITO RARO;






África - Angola & História - O documento, publicado pela ANGOP em Luanda no ano de 1991, regista os principais acontecimentos e passos diplomáticos que conduziram ao fim temporário da guerra civil em Angola.


‘PROCESSO DE PAZ - Cronologia’ 
Edição ANGOP - Agência Angola Press 
Luanda 1991 


Livro com 36 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


SINOPSE: 
“Cronologia do processo de paz: 
1961 -Início da luta pela independência contra o regime colonial português. 
01/75 -Negociações do Alvor, em Portugal, que estabelecem as condições para a independência de Angola. 
11/11/75 -Independência de Angola após uma guerra de 14 anos. Um mês antes, MPLA, UNITA e FNLA envolveram-se numa guerra civil. A África do Sul, ainda dominada pelo regime de "Apartheid", enviou tropas em apoio à UNITA, enquanto o MPLA contou com a ajuda de um contingente militar cubano. 
20/09/79 -José Eduardo dos Santos tornou-se Presidente da República após a morte de Agostinho Neto. 16/02/84 -Acordo entre Luanda e Pretória sobre a retirada das forças sul-africanas, só concluído em 1988. 
20/12/88 -Criação da Missão de Verificação das Nações Unidas em Angola (UNAVEM). 
22/12/88 -Acordo de Nova Iorque para a retirada de 50.000 soldados cubanos (só concretizado em 1991) que apoiavam o regime de Luanda. 
26/03/91 -Instauração do multipartidarismo. 
31/05/91 -Assinatura do Acordo de Bicesse pelo Governo e pela UNITA, que previa o cessar-fogo, constituição do exército único e realização de eleições gerais (não cumprido). 
26/09/91 -Primeira visita do líder da UNITA, Jonas Savimbi, ao Futungo de Belas, sede da presidência angolana em Luanda, pós-Bicesse. Encontro de carácter político, em que o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, se manifestou "firme" quanto ao cumprimento dos compromissos assumidos em Bicesse.” 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Oposição & História - ‘A.R.A. - Acção Revolucionária Armada - A História Secreta’, de Raimundo Narciso - Lisboa 2000 - Muito Raro;




Portugal - Oposição & História - 


‘A.R.A. - Acção Revolucionária Armada’
A História Secreta do Braço Armado do PCP 
De Raimundo Narciso 
Edição Publicações Dom Quixote 
Lisboa 2000 


Livro com 410 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Da contracapa:
“A ARA foi uma organização criada pelo PCP para a luta armada contra a ditadura fascista. Activa entre 1970 e 73, realizou acções armadas com grande impacto político, algumas tão espectaculares como a do comando que penetrou na Base Aérea 3, emTancoa, em 1971 e destruiu ou danificou 28 aviões e helicópteros.

Este livro é a narrativa, ao vivo, de cada uma das acções da ARA, de secreto e tormentoso processo da sua criação, da furiosa perseguição desencadeada pela PIDE e também de como um clandestino viveu os últimos dias da ditadura e se deslumbrou com essa inolvidável explosão de alegria de um povo que foi o 25 de Abril de 1974. 

Não é um ensaio político nem uma enumeração de factos. É o registo - por quem a viveu - da luta abnegada, das aventuras, medos, raivas, coragens, de homens e mulheres com nome e rosto, quase todos ainda vivos, e que andam por aí, má labuta do dia a dia, iguais a todos os outros, iguais a rodos nós. 

‘Quem viveu aqueles tempos… aqueles tempos de PIDE e Tarrafal, de Mocidade Portuguesa e saudação fascista de braço no ar, de Censura Prévia e Cardeal Cerejeira a abençoar Salazar, de exílio e sindicatos proibidos, de exploração desmedida e perda de emprego por razões políticas, de banimento da função pública e da Universidade… Tempos em que uma telefonista não podia casar para não prejudicar o trabalho ou se casasse perdia o emprego; em que um oficial das forças armadas só podia casar com uma mulher que os superiores considerassem digna da sua classe. Tempos em que as mulheres não podiam votar nas eleições fantoches e o chefe de família era o dono da mulher e o dono dos filhos. Quem não viveu esses tempos de medo, de pobreza, exploração, arbítrio e mesquinhez não consegue avaliar. E sem saber isto, pode até pensar que as pessoas que iam para a clandetinidade eram heróis, loucos ou mártires quando na realidade eram pessoas como os outros. Talvez mais informadas, mais indignadas ou mais trituradas pela engrenagem’.”


O Autor: 
“RAIMUNDO NARCISO nasceu em Torres Vedras, em 1938. A intervenção cívica e política que desenvolveu desde o ingresso na Universidade, em 1956, em Lisboa, obrigou-o, nas condições da repressão política de então, a viver na clandestinidade, em Portugal, de 1964 até ao derrubamento do fascismo em 25 de Abril de 1974. 
Teve um papel central na criação e na direcção da Acção Revolucionária Armada e foi membro do Comité Central do Partido Comunista Português de 1972 a 1988, tendo-se afastado deste partido no âmbito do um processo político que teve início em 1987 e grande repercussão pública. 
Em 1992, foi um dos fundadores do movimento político ‘Plataforma de Esquerda’ e foi deputado independente nas listas do Partido Socialista, de 1995 a 1999, altura em que aderiu a este partido. 
Raimundo Narciso é casado, tem uma filha e um filho, nascidos na clandestinidade e desde 1989 exerce a profissão de gestor de empresas.“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

Capítulo I - A SABOTAGEM DO CUNENE 
- Carlos Coutinho 
- Gabriel Pedro 
- A captura do barco a remos 
- A Viagem 
- António Pedro Ferreira 
- A minagen do ‘Cunene’ 
- Victor d’Almeida d’Eça 
- Observar o porto de Lisboa e imaginar o socialismo 
- Plano alterado à última hora 
- O ‘Cunene’ nos jornais 

Capítulo II - PASSAR À CLANDESTINIDADE 
- Junho de 1964 
- Os anos sessenta 
- Esperas 
- Começo difícil 
- Rogério de Carvalho 
- Despedidas 

Capítulo III - TRÊS ACÇÕES SIMULTÂNEAS 
- Escola Técnica da PIDE/DGS 
- Cais da Fundição 
- Centro Cultural Americano 

Capítulo IV - UNIÃO SOVIÉTICA E CUBA 
- Cunhal confunde Brejnev com o Sol da Terra 
- Francisco Miguel 
- Visitar Cuba de Cadillac 
- Condecorações: de Mikoyan a Gorbatchov 

Capítulo V - SABOTAGEM DA BASE AÉREA DE TANCOS 
- Ângelo de Sousa 
- Jaime Serra 
- A chave falsa 
- Os roubos da gasolina 
- O Paiol Central 
- O plano avança 
- No Comando Central 
- O Laboratório na Arruda 
- O Polícia ajuda-me nos explosivos 
- Interceptados pela Polícia de Choque 
- A partida para Tancos 
- Os helicópteros ali mesmo à mão 
- Aproximam-se militares 
- Morrer de ansiedade em Santarém 
- O Relatório Oficial e…
- …o nosso Comunicado 
- Sargento inocente preso e expulso das Forças Armadas 
- A Televisão Sueca quer fazer um programa com o Ângelo 

Capítulo VI - PRISÕES E CLANDESTINIDADE EM AUTO-GESTÃO 
- O Sr. Pires: uma cruz pior que a minha 
- Cassiano Bessa 
- Morais 
- Leonel 
- Mário Reis 
- A PIDE vai prender um clandestino da FAP e saí-lhe um do PCP ! 
- A primeira ‘acção especial’… falhada 
- Os primeiros passos e a vaga de prisões 
- A minha irmã traz-me dinheiro 
- Esconder um clandestino 
- Mário Lino 
- Ângelo Veloso 
- Pausa e curso no Konsomol 

Capítulo VII - O CORTE DAS TELECOMUNICAÇÕES 
- Conselho do Atlântico Norte 
- Alberto Serra 
- A Central de Telecomunicações 
- O corte dos cabos 
- Cortar ou não cortar a electricidade 
- Ramiro Morgado 

Capítulo VIII - RECOMEÇAR 
- Falsa partida para as acções armadas 
- Segundo curso em Cuba totalmente perdido 
- Casa clandestina ao lado do chefe da PIDE 
- Casamento com boda 
- Trabalho de formiga 
- Cunhal manda formar ‘especialistas’ na União Soviética 

Capítulo IX - ASSALTO AO PAIOL 
- Manuel Policarpo Guerreiro 
- Armando Ventura da Silva 
- O Paiol 

Capítulo X - CRIAR INFRA-ESTRUTURAS 
- O Paiol Central 
- Galiza e Manuela 
- Nina e José Morais 
- A casa do Sobreiro 

Capítulo XI - A SABOTAGEM DO COMBERLANT 
- Observar o objectivo 
- Manuel Santos Guerreiro 
- O grande susto 
- Jorge Trigo de Sousa 
- A Operação 

Capítulo XII - CONSOLIDAR A ORGANIZAÇÃO 
- Almendra 
- Do Vale de Lobos para Alcabideche 
- Organizar: um trabalho de filigrana 

Capítulo XIII - O NAVIO MUXIMA 

Capítulo XIV - ÚLTIMOS PREPARATIVOS ANTES DO INÍCIO DAS OPERAÇÕES 
- Credencial para Carlos Coutinho 
- ‘Vendíamos’ comunismo, um produto perigosíssimo 
- A chegada de Jaime Serra 

Capítulo XV - A OPERAÇÃO CURTO-CIRCUITO 
- Do ‘New York Times’ à Tabanca de Tassilina 
- Operação fracassada 
- Contra o Presidente fantoche 
- Mário Abrantes 
- Ângelo de Sousa volta à clandestinidade 

Capítulo XVI - A GRANDE PERSEGUIÇÃO 
- A cabeça a prémio 
- Saber da morte do pai pelo jornal 
- ‘Mandato de busca e apreensão’ a casa dos meus pais 
- A minha mãe decide interpelar a PIDE 
- Ver o Comité Central 
- Romeu 
- De revolucionário a bufo 
- Vésperas de prisões 
- Ordem de Prisão 
- A PIDE atrás do Eusébio 
- Prisão e… suicídio ? 
- Encontro com Francisco Miguel 
- Paragem nas acções armadas 

EPÍLOGO 
- O 25 de Abril de 1974 

ANEXOS: 
- Organigrama da ARAC
- Notas Biográficas 
- O contexto político da criação da ARA - Fim do tempo 


Preço: 37,50€; 

Portugal - Ultramar & Cultura - ‘PERSPECTIVA DE NAÇÃO PORTUGUESA’, de Fernando Sylvan - Lisboa 1965 - MUITO RARO;





Portugal - Ultramar & Cultura - Obra do pensador e ensaísta de Timor com apresentação editorial de António Quadros 


‘PERSPECTIVA DE NAÇÃO PORTUGUESA’ 
De Fernando Sylvan (Abílio Leopoldo Motta-Ferreira) 
Edição da Livraria Portugal 
Lisboa 1965 


Livro com 100 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


O Autor: 
“FERNANDO SYLVAN é o pseudónimo de Abílio Leopoldo Motta-Ferreira (Díli, 26 de agosto de 1917 – Cascais, 25 de dezembro de 1993), intelectual timorense com obra no domínio da poesia, da prosa e também do ensaio.
Saiu ainda criança de Díli, onde nasceu, e viveu a maior parte da sua vida em Portugal, onde acabou por falecer.
Timor funciona, apesar da distância física, como um eixo central da sua obra, tendo este autor dedicado atenção à recuperação de parte significativa do seu património literário e cultural tradicional, com a reescrita de lendas, por exemplo, mas também à reflexão sobre as suas tradições e folclore. O motivo da infância, associado à nostalgia com que recorda a sua vivência em Timor, ilustra muito bem a singularidade de um autor que esteve ligado, durante muito tempo, à Sociedade de Língua Portuguesa, de que foi presidente entre 1976 e 1993.
A sua obra poética é consideravelmente vasta, apesar de dispersa e, no caso dos livros mais antigos, estar praticamente indisponível ou inacessível, tanto aos leitores comuns, como aos próprios investigadores. Com a edição de ‘A Voz Fagueira de Oan Tímor’ (1993, organização de Artur Marcos e Jorge Marrão, prefácio de Maria de Santa Cruz), colmata-se parcialmente essa falta de visibilidade do autor, uma vez que a coletânea recupera e reagrupa textos de volumes anteriores, permitindo uma leitura transversal da obra de Fernando Sylvan.
Os organizadores, Artur Marcos e Jorge Marrão, em paratexto final ao volume, confirmam este desejo de divulgação do autor e da sua obra, promovendo o seu justo reconhecimento:
A razão principal deste agrupamento de poesias de Fernando Sylvan, por nós denominado ‘A Voz Fagueira de Oan Tímor’, é tornar acessível ao público a obra poética que se sabe existir, mas que poucos desfrutaram, fosse por raridade das edições, difusão restrita, circunstâncias várias.
Fernando Sylvan é bastante conhecido e merece apreço:
• já pelo seu trajeto cívico, iniciado há longos anos, desde quando em Portugal era difícil ou perigoso expressar opiniões abertamente;
• já pelo denodo com que desenvolve uma importante atividade de animador cultural à frente da Sociedade da Língua Portuguesa, ligando pessoas de diferentes e apartados lugares, dedicadas ou curiosas pelas coisas do idioma luso. Ademais, contribuindo com o seu jeito de atuação para preservar a Sociedade da Língua Portuguesa como um espaço cultural aberto, onde indivíduos muito diversos em ciência, estar, pensar ou ser, podem encontrar-se e tomar a palavra;
• já pela assunção clara da sua origem insular e o seu altear de voz junto ao povo resistente de Timor-Leste;
• já pelo que escreve.
Contudo, a obra de Fernando Sylvan – criador literário – é, no seu conjunto, menos lida/interpretada/usufruída/reconhecida, apesar do seu valor e recorte próprios, de alguns textos haverem sido largamente difundidos, existirem traduções em diversas línguas (inglês, francês, italiano, sueco, japonês…), grupos culturais leste-timorenses desfraldarem os seus versos de Oan Tímor (“filho de Timor” em tétum) na reivindicação de chão e de identidade e de liberdade.”


OBRAS DO AUTOR: 
1. - 'A UNIVERSIDADE E A ANSIEDADE ULTRAMARINA', Lisboa 1963; 
2. - 'DA PEDAGOGIA PORTUGUESA E DO DESVALOR DOS EXAMES', Lisboa 1959; 
3. - 'RELAÇÃO HISTÓRICA E FILOSÓFICA ENTRE OS IDIOMAS BASCO E PORTUGUÊS', Lisboa 1959; 
4. - 'ARTE DE AMAR PORTUGAL', Lisboa 1965; 
5. - 'O ENSINO DA LÍNGUA E HISTÓRIA PÁTRIA AQUÉM E ALÉM MAR', Lisboa 1960; 
6. - 'UMA UNIVERSIDADE DO TRABALHO SOCIAL NO HETEROGÉNEO QUADRO PORTUGUÊS', Lisboa 1963; 
7. - 'COMUNIDADE PLURI-RACIAL', Lisboa 1962; 
8. - 'A LÍNGUA E A FILOSOFIA NA ESTRUTURA DA COMUNIDADE', Lisboa 1965; 
9. - 'O IDEAL PORTUGUÊS NO MUNDO', Lisboa 1965; 
10. - 'O ESPAÇO CULTURAL LUSO-BRASILEIRO', Lisboa 1963;
11. - 'O BRASIL E A TEORIA DE COLÓNIAS PORTUGUESAS', Lisboa 1963; 
12. - 'FILOSOFIA E POLÍTICA NO DESTINO DE PORTUGAL', Lisboa 1963; 
13. - 'COMMENT VIT MEURT ET RESSUSCITE LE PEUPLE TIMOR', Santo Tirso 1963; 
14. - 'PERSPECTIVAS UNIVERSAIS DO FUSIONISMO BRASILEIRO', Coimbra 1965; 
15. - 'FUNÇÃO TEOLÓGICA DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ESPAÇO CULTURAL LUSO-BRASILEIRO', Coimbra 1966;
16. - 'FUNDAMENTO FILOSÓFICO DA SITUAÇÃO NÃO-COLONIAL DO BRASIL', Coimbra 1963; 
17. - 'A UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA E A IRRADIACAÇÃO DA LÍNGUA E CULTURA PORTUGUESA', Lisboa 1963;  
18. - 'OBSCINA NARODOV TIMORA', Moscovo 1964; 
19. - 'ASPECTS OF THE FOLK-STORIES IN PORTUGUESE EAST AFRICA (Mozambique)', Athens 1965; 
20. - 'O RACISMO DA EUROPA E A PAZ NO MUNDO - Etnocentrismo, perspectiva, sociedade', Lisboa 1964; 
21. - 'PORQUE SOMOS PORTUGAL (Tribo, Nação, Pátria)', Lisboa 1965; 
22. - 'A CONTRIBUIÇÃO DOS PRÉ-HISTORIADORES E DOS ARQUEÓLOGOS À PROMOÇÃO HUMANA NO ESPAÇO PLURI-PORTUGUÊS AFRO-ASIÁTICO', Porto 1966; 
23. - 'SUBSÍDIOS PARA UMA BIBLIOGRAFIA DE PRÉ-HISTÓRIA E ARQUEOLOGIA SOBRE O ULTRAMAR PORTUGUÊS', Porto 1966; 
24. - '7 POEMAS DE TIMOR', Lisboa 1965; 
25. - 'PERSPECTIVA DE NAÇÃO PORTUGUESA', Lisboa 1965; 
26. - 'A ETNOGRAFIA E ARQUEOLOGIA NA FORMAÇÃO DE PÚBLICO CIENTÍFICO', Póvoa de Varzim 1966; 
27. - 'ARQUEOLOGIA, ETNOGRAFIA E EDUCAÇÃO REGIONAL', Porto 1966; 
28. - 'A LÍNGUA PORTUGUESA NO FUTURO DE ÁFRICA', Braga 1966; 
29. - 'COMUNISMO E CONCEITO DE NAÇÃO EM ÁFRICA', Lisboa 1967; 
30. - ‘MULHER - Ou o livro do teu nome’, Lisboa 1982; 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Portugal & PREC - Cabo Verde & Descolonização - ‘TARRAFAL 1975 - O Campo do Silêncio’, de Sandra Inês Cruz - Porto 2025;
























Portugal & PREC - Cabo Verde & Descolonização - Nesta obra, a autora que pesquisou sobre toda a história da criação e funcionamento do Campo de Concentração do Tarrafal, numa primeira fase com prisioneiros políticos do regime do Estado Novo e nas décadas de sessenta e setenta, com prisioneiros dos diversos movimentos de libertação das antigas províncias ultramarinas portuguesas africanas (Angola, Cabo Verde e Guiné e Moçambique - da FNLA, MPLA, UNITA, PAIGC e FRELIMO), constatou que após a libertação dos últimos detidos a 1 de Maio de 1974, mediante ordem da JSN e do MFA de Lisboa… o Campo voltou a ser reaberto…entre Dezembro de 1974 e Setembro de 1975…
Para voltar a encarcerar presos políticos, agora pelas ditas autoridades revolucionárias do PAIGC e MFA local, de cidadãos Caboverdianos e portugueses, suspeitos de serem opositores da nova liderança política uns, outros sem qual justificação, de forma autoritária e arbitrária, nunca acusados, sem direito à defesa e sem serem investigados e os processos nunca elaborados… soltos nos finais de 1975, sem qualquer justificação. A sua história esteve omitida por todas as forças políticas e governamentais e pelos investigadores e historiadores, até à publicação desta obra completamente inédita. 


TARRAFAL 1975 - O Campo do Silêncio’ 
De Sandra Inês Cruz 
Edição 
Porto 2025 


Livro com 220 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da badana: 
“Este livro documenta a última fase de funcionamento do Tarrafal enquanto espaço de privação de liberdade. 
Silenciado pela historiografia e pelas iniciativas de preservação da memória, o Campo reaberto no final de Dezembro de 1974 voltou a encarcerar dezenas de homens por motivos políticos. Quem eram e porque foram presos no Tarrafal quando o 25 de Abril gritava liberdade a partir de Lisboa 
Aqui se identificam a apresentam os prisioneiros do fim. Os que não queriam que Cabo Verde e Guiné fossem um só país, aqueles que preferiam deixar ao povo a decisão sobre o futuro do arquipélago e outros que, não se manifestando contra nada, também não se mostraram a favor de coisa alguma. Vozes incomodas, pensamentos desalinhados com o ideário de independência do PAIGC apoiado por Portugal, passaram meses fechados sem acusação, sem processo, sem saberem como chegar à liberdade de Abril. É este Campo, apenas encerrado em Julho de 1975, que falta contar.“ 


A Autora:
“SANDRA INÊS CRUZ é jornalista. Licenciada pela Escola Superior de Jornalismo, foi repórter e pivot de informação na RTP e na TVI. Deu aulas de francês, de televisão e de Teorias da Comunicação. Trabalhou como freelancer, realizando programas de viagens e de ciência para o canal público de televisão. Tem uma pós graduação em Direito da Comunicação, um mestrado em Literaturas e Culturas Africanas é um Doutoramento em pós-Colonialismos e cidadania Global pela Universidade de Coimbra. A sua Tese de Doutoramento foi dedicada ao esquecimento no Campo do Tarrafal.“ 


PRESOS NO TARRAFAL EM 1975 
- Adalberto Augusto Gomes Martins; - Adelino da Rocha Lopes; - Adriano Pereira Semedo; - Aires Leitão da Graça; - Alexandre Freitas Santos; - Alexandre Pires; - Ângelo Jesus de Fátima Lima; - António Gumercindo Ribas Chantre; - Arlindo Pereira Barradas; - Arnaldo Gomes Barbosa; - Augusto Macedo de Melo; - Augusto Mónica de Pina; - Caetano da Graça Cardoso; - Camilo Gomes; - Carlos Alberto Santos Rosa; - Clarimundo Silva Delgado; - Emídio Freire; - Emídio Vieira Fontes; - Estevão Lopes Correia; - Eugénio Vieira Fernandes; - Fausto Emanuel Vasconcelos Vicente Barbosa; - Fernando Pinto de Almeida Henriques; - Francisco de Barros; - Francisco Xavier St. Aubyn Mascarenhas; - Gabriel Rodrigues Miranda; - João Caetano da Silva; - João de Carvalho Varela; - João Horácio Monteiro; - João Monteiro Macedo; - João Tolentino Silva Andrade; - Joaquim Francisco Silva; - Joaquim Santana Rodrigues; - Jorge Alberto de Freitas Vitória; - Jorge Henrique Almeida Júnior; - José Elias Mendes dos Reis; - José do Nascimento Pinto; - José Vaz Moreira; - Júlio Pereira da Lomba Reverdes; - Juvenal Augusto Gomes Miranda; - Lourenço Barros Martins; - Manuel Cecílio dos Santos Nunes; - Manuel Rosário da Silva; - Manuel Socorro de Pina; - Mário Marques Gomes dos Santos; - Miguel Ângelo Fernandes; - Miguel Lopes; - Nicolau Moreira; - Octaviano Tavares Barreto; - Orlando Lopes; - Orlando Pina de Almeida Vitória; - Pedro Alexandrino de Carvalho Varela; - Romão Silva Ferreira; - Rufino José da Silva; - Sidónio de Oliveira Ramos; - Tomás Ferreira Lima Benrós; - Valdemar Cardoso; - Venâncio de Andrade; - Vicente António dos Santos. 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
PRESOS NO TARRAFAL EM 1975 
1. - OS ANTECEDENTES 
2. - OS FACTOS 
3. - A PRISÃO NA BOCA DOS PRISIONEIROS 
4. - A PRISÃO NA MEMÓRIA DAS FAMÍLIAS 
5. - OS PRISIONEIROS NA MEMÓRIA DO ARQUIVO 
6. - ECOS DO TARRAFAL DE 1975 

Anexos 
Apêndice 
Lista de Abreviaturas 
Fontes e Referências Bibliográficas 


Preço: 62,50€; 

Portugal - África & Literatura - ‘POEMAS DE ÁFRICA’, de António de Navarro - Lisboa 1941 - MUITO RARO;




Portugal - África & Literatura - A poesia com a temática dedicada ao continente africano dos territórios do império português 


‘POEMAS DE ÁFRICA’ 
De António de Navarro 
Prefácio de João Gaspar Simões 
Capa de Roberto Araújo 
Sociedade Industrial de Tipografia, Lda. Lisboa 
Edição do Autor 
Lisboa 1941 


Livro com 64 páginas (60 + IV) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. Edição única de 250 exemplares. 
MUITO RARO. 


Livro de estreia de António de Navarro, colaborador assíduo da revista Presença desde os seus primeiros números e também de ‘O Diabo’, ‘Variante’, ‘Cadernos de Poesia’, ‘Byzâncio’, ‘Contemporânea’, ‘Vértice’, etc.



Preço:  0,00€; (Indisponível) 

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Portugal - Ultramar & História - ‘CABO VERDE - Formação e Extinção de Uma Sociedade Escravocrata’, de António Carreira - Bissau 1972 - MUITO RARO;




Portugal - Ultramar & História - Um estudo aprofundado sobre a escravatura no arquipélago 


‘CABO VERDE - Formação e Extinção de Uma Sociedade Escravocrata’ 
(1460 - 1878) 
De António Carreira 
Edição do Centro de Estudos da Guiné Portuguesa 
Bissau 1972 


Livro com 580 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 97,50€; 

Portugal - Ultramar & Colonialismo - ‘HISTÓRIA A HISTÓRIA - ÁFRICA’, de Fernando Rosas - Lisboa 2018 - Raro;





Portugal - Ultramar & Colonialismo - O autor retrata a política e administração colonial nas antigas províncias ultramarinas portuguesas africanas (Angola, Guiné e Moçambique) onde decorreu a guerra colonial entre 1961 e 1974, terminada após a destituição do regime do Estado Novo a 25 de Abril de 1974 e o processo de descolonização 


‘HISTÓRIA A HISTÓRIA - ÁFRICA’ 
De Fernando Rosas 
Edição Tinta da China 
Lisboa 2018 


Livro com 200 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE:
“Do início sangrento da guerra colonial em Angola ao que resta das ‘aldeias portuguesas’ no colonato do Limpopo; da revolta da população branca de Lourenço Marques contra os Acordos de Lusaca à histórica barragem de Cahora Bassa; da ‘Operação Mar Verde’, desastroso ataque à Guiné Conacri, ao campo de concentração do Tarrafal; da Casa dos Estudantes do Império, em Lisboa e Coimbra, onde se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial, ao dramático retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique: Fernando Rosas revisita os lugares simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, e assim recontextualiza polémicas, e discute os momentos decisivos da guerra e os efeitos sociais da queda do regime.
‘HISTÓRIA A HISTÓRIA - ÁFRICA’ surge no decurso de um debate surdo acerca dos tão glosados ‘brandos costumes’ do colonialismo português, revisitando e desconstruindo os seus três grandes mitos: 
- a longa ‘Pax’ imperial portuguesa em África, só interrompida por intriga externa, quando na verdade, em perto de cem anos de ciclo africano do império, mais de 50 foram consumidos em guerras de ocupação e sujeição das populações africanas; 
- o ‘colonialismo de rosto humano’ e a sua temperança cristã, ainda que investigações recentes revelem um poder colonial essencialmente suportado nesse tripé político e social que foram a discriminação jurídica e racial do Estatuto do Indígena, o trabalho forçado e uma política de terras expropriadora em favor da ocupação branca;
- a mitigada violência na África colonial portuguesa, quando hoje se conhece a brutalidade e extensão da violência repressiva da polícia política nas colónias, bem como o rasto massivo de crimes que deixou no seu encalço, os quais ficaram totalmente impunes.
‘HISTÓRIA A HISTÓRIA - ÁFRICA’ condensa décadas de investigação e compõe um grande fresco sobre a época mais conturbada do século XX português.”


O Autor: 
“FERNANDO ROSAS é professor emérito da Universidade Nova de Lisboa e professor catedrático jubilado de História Contemporânea da NOVA FCSH. Foi fundador e presidente do Instituto de História Contemporânea. É autor de uma vasta obra historiográfica com grande foco na Primeira República, no Estado Novo e na Revolução de 1974/1975. Foi autor e apresentador das séries televisivas História a História e História a História África (RTP2 e RTP África, 2016/2017). Entre as suas obras mais recentes editadas pela Tinta-da-china, destacam-se Salazar e o Poder (Prémio Pen Club de Ensaio, 2012); Salazar e os Fascismos (Prémio de História Contemporânea da Fundação Calouste Gulbenkian/Academia Portuguesa de História, 2019) e Ensaios de Abril (2023). Foi deputado à Assembleia da República e candidato à Presidência da República. Integrou a Comissão Instaladora do Museu Municipal do Aljube e é membro da Comissão Instaladora do Museu Nacional do Forte de Peniche. Recebeu a medalha do Ministério da Ciência em 2017. Em 2015, foi condecorado pelo presidente Jorge Sampaio com a Ordem da Liberdade.” 


Preço: 32,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘DOCUMENTOS E NOTAS PARA CINCO SÉCULOS DE HISTÓRIA’, por P. António Ambrósio - Lisboa 1971 - MUITO RARO;




Portugal & Ultramar - Investigação inserida no Boletim trimestral do Banco Nacional Ultramarino nº 87/88, terceiro e quarto trimestres de 1971


‘DOCUMENTOS E NOTAS PARA CINCO SÉCULOS DE HISTÓRIA’ 
- DA MOEDA E FAZENDA EM S. TOMÉ 
Por P. António Ambrósio 
Edição do Banco Nacional Ultramarino 
Lisboa 1971 


Exemplar com 62 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Preço: 47,50€; 

Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - ‘SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS’, de António Maria Veríssimo - Samora Correia 2011 - Muito Raro;









Portugal - Guerra do Ultramar & Guiné - O autor relata nesta obra as vivências enquanto militar destacado para esta antiga província ultramarina portuguesa do golfo africano, nos anos de 1968/70 em quadras muito sentidas 


‘SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS’ 
De António Maria Veríssimo 
Edição do Autor 
Samora Correia 2011 


Livro com 130 páginas em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


Sinopse: 
“ANTÓNIO MARIA VERÍSSIMO é um poeta popular que nasceu no concelho do Montijo, freguesia de Canha do Ribatejo, Monte de Maria Vicente, no dia 30 de Janeiro de 1947.
O poeta popular escreve quase todos os dias um poema na mesa do almoço. Às vezes chega a acordar a meio da noite com um poema na cabeça e não descansa enquanto não o põe no papel. Passa-os depois numa velhinha máquina de escrever, antes de os enviar para a gráfica.
Os dois anos que passou na Guerra do Ultramar inspiram-no em muitos poemas, tal como a política.
É casado e vive actualmente, com o seu agregado familiar, na freguesia de Samora Correia.” 



Do ÍNDICE: 

Ficha Técnica 
CÉDULA PESSOAL 
Agradecimentos 

- Elvas 
- Dia de embarque 
- Embarcados 
GUINÉ 1969 - Picada que liga a aldeia de Có à aldeia da Peconha 
- 1.* dia de Natal 
- Desgraça 
GUINÉ PORTUGUESA - Sítio de Có 
- Adeus Amores 
- Lavadeira 
- Lavadeira de Olossato 
- Menino soldado 
- Mulheres e crianças de CÓ 
- Esperança 
GUINÉ PORTUGUESA - Sítio de Maqué 
- Quadras diversas 
- Debaixo de fogo 
- Bela 
- Terra batida 
GUINÉ Julho de 1969 
- Nostalgia 
- Madrugada de Abril 
- Caminhada 
- Caçador soldado 
- Abril 
- Do sul ao norte 
- Confissão 
- Escola de Olossado 
- Foste tu 
- 2.* dia de Natal 
- Aqui passa a morte 
- Dor 
- Carta 
- Adeus amigo 
- Deus sabe 
- A dita dura 
- Bananeira 
- Natal de 1969 
- Firme 
- A ferro e fogo 
- Vai a enterrar um terrorista 
- Adeus amigo Faria 


Preço: 27,50€;