sexta-feira, 15 de maio de 2026

Guiné & Cabo Verde - ‘DO PAIGC AO PAICV’ - Mem Martins 1981 - MUITO RARO;










Guiné & Cabo Verde - Documentos fundamentais para a análise e compreensão da divisão que se registou no PAIGC após em Bissau João Bernardo Vieira ter derrubado Luís Cabral em 1980, e tomado a liderança do PAIGC (partido único comum à Guiné e a Cabo Verde) e do Estado guineense, com a denúncia da supremacia dos quadros originários do arquipélago Caboverdiano, levando estes à separação com a designação de PAICV (Partico Africano para a Independência de Cabo Verde). 


‘DO PAIGC AO PAICV’ 
Documentos 
Edição PAICV 
Impressão Gráfica Europan, L.da 
Mem Martins 1981 


Livro com 132 páginas, em bom estado de conservação, capa com algum desgaste e miolo impecável. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Da INTRODUÇÃO: 
“Fundado a 19 de Setembro de 1956 por Amílcar Cabral, Aristides Pereira, Luís Cabral, entre outros jovens patriotas da Guiné e Cabo Verde esteve durante cerca de 25 anos à frente de uma das mais árduas lutas de libertação que conheceu o continente africano, para se consolidar, primeiro como movimento político-armado escudado nas largas massas da população, desenvolvendo depois, com brilhantes sucessos, uma Acção armada e diplomática contra a potência colonizadora, dando finalmente aos dois países, que libertou da dominação portuguesa, as bases da sua afirmação no concreto das nações e da consolidação das conquistas arrancadas com tanto sacrifício. 
No contexto do ‘Movimento Libertador Africano’, a própria concepção do PAIGC como partido binacional surge não só como uma necessidade estratégica da luta pela independência dos povos da Guiné e de Cabo Verde, mas também como resposta concreta à ideia pan-africanista da necessidade de unidade a nível continental. 
(…) 
Ignorando a ideologia do Partido e os mecanismos do seu funcionamento, os homens do golpe do 14 de Novembro de 1980 preferiram recorrer às armas, bloqueando logo a seguir todas as hipóteses de diálogo com uma torrente de declarações públicas insensatas que atingiriam gravemente o prestígio da gloriosa luta de libertação dos povos da Guiné-Bissau e Cabo Verde. 
Dolorosa mas clara evidência: o PAIGC estava enfermo dos desvios denunciados pelo seu Secretário-Geral na reunião do CSL de Junho de 1980, e foi destruído pelo folpe que lhe vibraram os homens do 14 de Novembro. 
A reflexão colectiva que levou os militantes de Cabo Verde à dolorosa conclusão da destruição do PAIGC e à proclamação do PAICV como força continuadora da obra encetada em Cabo Verde sob a égide do partido de Cabral foi longa e amadurecida. 
(…)“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Sobre alguns problemas ideológicos no seio do PAIGC 
(Extracto do Relatório do Secretário-Geral do PAIGC ao CSL em Junho de 1980) 
- Despachos 
- Comunicado do Conselho de Ministros 
- Mensagens trocadas entre o Secretário-Geral do PAIGC e o Comandante 
de Brigada João Bernardo Vieira 
- Comunicação do Secretário-Geral do PAIGC 
- Comunicado do CNCV do PAIGC 
- Cimeira de Luanda - Comunicado 
- Conferência Nacional dos militantes do PAIGC.
Discurso do camarada Secretário-Geral 
- Proclamação 
- Resolução Geral 
- Discurso do Primeiro-ministro, Comandante de Brigada Pedro Pires 
no comício de encerramento do I.* Congresso do PAICV 
- Discurso do Secretário-Geral camarada Aristides Maria Pereira 
no encerramento do I.* Congresso do PAICV 


Preço: 47,50€; 

Portugal & História - ‘VIRIATO’, de Paulo Farmhouse Alberto - Lisboa 1986 - Raro;





Portugal & História - A saga e ousadia do líder lusitano que se opôs com tenacidade e coragem aos enviados de Roma no território actual do país 


‘VIRIATO’ 
De Paulo Farmhouse Alberto 
Edição Inquérito 
Lisboa 1986 


Livro com 86 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


SINOPSE: 
“Viriato, na Hispânia, um Lusitano de nascimento, sendo pastor e salteador, foi para todos os romanos motivo do maior terror, a princípio atacando os caminhos, depois devastando as províncias, por último vencendo, pondo em fuga, subjugando exércitos de pretores e cônsules romanos.”



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Circunstância Histórica 
- As guerras da Lusitânia antes de Viriato 
Sérvio Suplício Galba e o massacre de 151 
- Viriato 
- Os Lusitanos sob Viriato 
- O Tratado de 140 a. c. 
- Servilio Cepião e o fim da guerra de Viriato 
- Depois de Viriato 

ALGUNS TEXTOS ANTIGOS SOBRE VIRIATO 
- A eleições de Viriato 
- Retrato de Viriato 
- Viriato: o chefe ideal 
- O banquete 
- Eloquência e razão 
- A morte 
- O funeral 

Breve referência bibliográfica de consulta básica 


Preço: 17,50€; 

Portugal - Índia & Literatura - ‘O SIGNO DA IRA’, de Orlando da Costa - Lisboa 1972 - RARO;







Portugal - Índia & Literatura - O autor nascido em 1929 em Lourenço Marques (Maputo) - Moçambique, estudou, formou-se e trabalhou em Portugal, onde foi várias vezes detido pela PIDE antes do 25 de Abril. Português, militante do PCP, grande parte da obra de Orlando da Costa tem por temática o então estado português da Índia, onde passou a infância e a juventude.


‘O SIGNO DA IRA’ 
De Orlando da Costa 
Edição Círculo de Leitores 
Lisboa 1972 


Livro de capas duras, com 246 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
RARO. 


O Autor e a sua Obra: 
ORLANDO ANTÓNIO FERNANDES DA COSTA 
(Lourenço Marques, 2 de Julho de 1929 - Lisboa 27 de Janeiro de 2006) 
“Com ‘O SIGNO DA IRA’, publicado em 1961, obteve ORLANDO DA COSTA o Prémio ‘Ricardo Malheiros’ desse mesmo ano. Três anos mais tarde, em 1964, seguiu-se novo romance: ‘Podem chamar-me Eurídice’. Estes dois livros de ficção colocaram definitivamente Orlando da Costa no primeiro plano dos modernos ficcionistas da sua geração, graças à sua capacidade inventiva e de construção e expressão literária que basicamente assentam nos fundamentos e na actualização das contradições sociais e do ser humano, inspiradores das autênticas vias da criação artística de raiz realista. 
Orlando da Costa nasceu a 2 de Julho de 1929, em Lourenço Marques. É porém, em Goa, na Índia que passa toda a sua infância e vive até aos 18 anos. 
Concluídos os estudos secundários vem para Portugal em 1947 e licencia-se em 1953, em História e Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa. Após uma curta experiência no professorado dedica-se à publicidade, profissão que exerce actualmente em Lisboa. 
A sua actividade literária inicia-se em 1951 com a publicação de um livro de poesia ‘A Estrada e a Voz’, integrado na colecção ‘Cancioneiro Geral’. Ainda dentro desta colecção virão a lume mais dois livros de poemas, ‘Os Olhos sem Fronteira’ (1953) e ‘Sete Odes do Canto Comum’ (1955) que haveriam de o creditar como um dos mais importantes poetas portugueses da actualidade. 
Em 1971, Orlando da Costa volta aos escaparates das livrarias desta vez com uma peça de teatro ‘Sem Flores nem Coroas’ que obteve a melhor recepção por parte dos críticos da especialidade.“


PEQUENA BIOGRAFIA: 
“De nome completo Orlando António Fernandes da Costa, poeta, ficcionista e autor dramático português nascido em 1929, em Lourenço Marques (hoje Maputo), em Moçambique, no seio de uma família goesa, de brâmanes católicos, e falecido, com 76 anos de idade, a 27 de janeiro de 2006, em Lisboa, tendo vivido a infância e a adolescência em Goa (antiga Índia Portuguesa), criado na localidade de Margão, de onde partiu muito do perfume e sabor de seus escritos. Era filho de Luís Afonso Maria da Costa, goês católico, descendente direto por varonia de Marada Poi, Brâmane Gaud Saraswat do século XVI. A sua mãe era Amélia Fréchaut Fernandes, nascida em Moçambique de mãe francesa. Em Goa estudou o secundário no Liceu Nacional Afonso de Albuquerque, onde teve como companheiro de estudos Fernando do Rego, o qual publicou um lindo perfil biográfico de Orlando, quando este faleceu.

Durante os anos 50 passou a maior parte de seu tempo na Casa dos Estudantes do Império, uma instituição criada principalmente para estudantes de casas das colónias que estavam a estudar na metrópole. Lá, ele entrou em contacto com muitos dos futuros líderes dos movimentos nacionalistas das colónias, como o MPLA, a FRELIMO e o PAIGC. Entre 1950 e 1953 ele foi preso três vezes pelo governo de Salazar. Em 1954 juntou-se ao Partido Comunista Português (PCP) durante o regime ditatorial, quando ainda o partido estava proscrito, e ele desenvolveu o seu trabalho político na região de Lisboa. Poucos dias antes de falecer, a 5 de janeiro de 2006, recebeu das mãos de Jorge Sampaio o grau de Comendador da Ordem da Liberdade. À data da sua morte, desenvolvia no PCP atividade na área da cultura literária.

Casou pela primeira vez com a jornalista Maria Antónia de Assis dos Santos, duma família laica, republicana e liberal do Seixal, que pertencia ao conselho geral da Fundação Mário Soares. O casal teve uma filha, Isabel dos Santos da Costa, que com três anos, faleceu num acidente de viação, e um filho, o político António Costa, hoje primeiro-ministro do governo português. Em 1962 divorciaram-se, e Orlando casou de novo com Inácia Martins Ramalho de Paiva, da qual teve um filho, o jornalista Ricardo Costa do jornal Expresso.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

Abertura 

Capítulo Um 
ao 
Capítulo Dez 


Preço: 22,50€; 

África - História & Política - Revista ‘TRÊS CONTINENTES’, n. 3 - Set. 1980 - (MOÇAMBIQUE - ‘AUTOCRÍTICA DO CC DA FRELIMO’ e ‘O MARXISMO DE SAMORA’) - Lisboa 1980 - MUITO RARO;





















África - História & Política - A revolução marxista leninista em Moçambique pela FRELIMO e a sua análise por Aquino de Bragança e a situação na África do Sul do regime do Apartheid são dois dos grandes temas desta edição 


Revista ‘TRÊS CONTINENTES’, n. 3 - De Setembro de 1980. 
MOÇAMBIQUE - ‘AUTOCRÍTICA DO CC DA FRELIMO’ e ‘O MARXISMO DE SAMORA’ 
Director: José Antunes Ribeiro 
Lisboa 1980 


Exemplar com 66 páginas, ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Temas em destaque: 
MOÇAMBIQUE 
- ‘AUTOCRÍTICA DO COMITÉ CENTRAL DA FRELIMO’, por António Makwala 
‘O Comité Central do Partido FRELIMO acaba de reafirmar na prática o seu respeito pela prestação de contas ao povo ao fazer publicamente a sua autocrítica através da publicação da resolução final da sua 7.a Sessão decorrida cá capital moçambicana entre os dias 17 e 19 do passado mês.’ 
‘Zimbabwe’ 
‘Medalha do internacionalismo para Samora Machel.’ 

- ‘O MARXISMO DE SAMORA’, por Aquino de Bragança 
(Comunicação apresentada no Congresso de Sociologia, em Upsala, Suécia.) 
‘Como a luta armada se tornou revolução, tal como “um rio que, à medida que avança, engrossa incorporando novas forças e atira progressivamente para as margens as impurezas que transporta”.’ 
‘As massas deserdadas’ 
‘Dualidade de poderes’ 
‘Resolver a crise’ 
‘Os blocos de classe’ 

DOSSIER ÁFRICA DO SUL, por J. Fernandes Ribeiro 
- ‘ÁFRICA DO SUL ISOLADA CONTRA ÁFRICA’ 
- ‘A MÁQUINA MILITAR DA R.A.S.’ 
- ‘ENQUADRAMENTO MILITAR DOS CIVIS’ 
- ‘A VENDA DE ARMAS À ÁFRICA DO SUL’ 
‘Angola 1975’ 
‘Bruxelas: elo de ligação da ‘Operação Miami’ 
‘Para que servem os embargos ?’
- ‘A BOMBA ATÓMICA DE PRETÓRIA’ 

- ‘AOS MÁRTIRES DE SOWETO’ 
- ‘UGANDA: Estabilidade difícil’ 


Preço: 27,50€; 

Angola & Agricultura - ‘A JUNTA DE EXPORTAÇÃO DE CAFÉ COLONIAL EM ANGOLA’, de Ramos de Souza - Luanda 1946 - MUITO RARO;




Angola & Agricultura - Obra contendo um conjunto de dados estatísticos, económicos, produção, da atividade de produção e exportação do café, em Angola e também de outras províncias ultramarinas portuguesas na época 


‘A JUNTA DE EXPORTAÇÃO DE CAFÉ COLONIAL EM ANGOLA’ 
Cinco Anos de Cativeiro 1941/45 
De Ramos de Souza 
Edição da Junta de Exportação de Café de Angola / JUNCAFÉ 
Luanda 1946 


Livro com 154 páginas e Anexos, em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

Capítulo I. - DEFESA DA PRODUÇÃO 
a) - Fixação inicial de preço 
b) - Situação do mercado interno quando a JUNCAFÉ se instala em Angola 
c) - Operações realizadas pela JUNCAFÉ 
d) - Assistência Financeira 
e) - Assistência Técnica 
f) - Apresentação do café 
g) - Sacaria 
h) - Armazenagem 
i) - Coordenação da actividade económica e combate à concorrência desregada 
j) - Números relativos à produção 

Capítulo II. - CADASTRO 

Capítulo III. - TRANSPORTES 
a) - Transporte terrestre 
b) - Transporte marítimo 

Capítulo IV. - EXPORTAÇÃO 

Capítulo V. - MERCADOS
a) - Império 
b) - União Sul Africana 
c) - Espanha 
d) - América do Norte 
e) - Outros países 

ANEXOS
1 a 19
Relação das Firmas de Angola inscritas na JUNCAFÉ 


Preço: 0,00€; (Indisponível) 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Angola - MPLA & História - ‘DR. AGOSTINHO NETO: Um Homem Excepcional do seu Tempo’, de Oscar Oramas Oliva - Luanda 2023 - MUITO RARO;





Angola - MPLA & História - Uma obra de exaltação da personalidade política e intelectual dedicada ao primeiro presidente angolano e líder do MPLA, da autoria do primeiro embaixador de Cuba no país independente 


‘DR. AGOSTINHO NETO: Um Homem Excepcional do seu Tempo’ 
De Oscar Oramas Oliva 
Edição Memorial Dr. António Agostinho Neto 
Luanda 2023 


Livro com 116 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


SINOPSE: 
“Africa-Press – O ex-embaixador de Cuba em Angola, Oscar Oramas Oliva, lançou e autografou, em Luanda, a sua obra intitulada ‘Dr. ANTÓNIO AGOSTINHO NETO: Um homem excecional do seu tempo’. 

Com 116 páginas, o ensaio resulta de pesquisas e memórias do autor, bem como de testemunhos de amigos e colaboradores mais próximos do primeiro Presidente de Angola.
Na obra, o autor destaca que Agostinho Neto é um homem de todos os tempos, por ter sabido interpretar os sentimentos de independência do seu povo e por ter enfrentado o processo sangrento com determinação e firmeza.
Editada pelo Memorial Dr. António Agostinho Neto, a obra conta com uma tiragem de 500 exemplares.
Com preço de venda de 2.000 kwanzas, o livro foi lançado também nas províncias cubanas de Santiago de Cuba, Camagüey e Granma.
Durante a apresentação do livro, a presidente da Fundação Agostinho Neto, Maria Eugenia Neto, condecorou o escritor com a Ordem da Sagrada Esperança.
Oscar Oramas Oliva publicou também as obras ‘ANGOLA, NASCEU UMA NOVA GERAÇÃO’ (1978), ‘AS PERSONALIDADES POLÍTICAS MAIS DESTACADAS NO PROCESSO DE DESCOLONIZAÇÃO DA ÁFRICA’ (1990) e ‘AMÍLCAR CABRAL - ALÉM DO SEU TEMPO’ (1998).”


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - História & Política - ‘FRANCISCO PINTO BALSEMÃO’, de Joaquim Vieira - Lisboa 2017 - Raro;










Portugal - História & Política - A primeira biografia não oficial do militante n. 2 do PPD/PSD, deputado da ala liberal no Estado Novo e na Assembleia da República após o 25 de Abril de 1974, primeiro-ministro após a morte prematura de Francisco Sá Carneiro, fundador do semanário ‘Expresso’ e da SIC, a televisão privada que acabou com o monopólio estatal


‘FRANCISCO PINTO BALSEMÃO’ 
De Joaquim Vieira 
Edição Planeta 
Lisboa 2017 


Livro com 572 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
Exemplar com dedicatória e assinatura do autor. 
De muito difícil localização. 
Raro. 


Da contracapa:
“FRANCISCO PINTO BALSEMÃO tem um protagonismo singular na história portuguesa. 

Como ousado empresário da comunicação social, fundou o semanário ‘Expresso’ e a ‘SIC’; na qualidade de primeiro-ministro e líder de uma maioria parlamentar, deu um contributo decisivo para a configuração regime democrático em que hoje vivemos. 

Da infância à vida académica, dos negócios à política, a família, os amigos, as cumplicidades e as inimizades, eis o primeiro retrato de corpo inteiro de PINTO BALSEMÃO publicado em livro. 

Investigada e escrita por um autor seu colaborador durante uma década e meia, esta é uma biografia não oficial, rigorosa, exaustiva e surpreendente.“ 


O Autor:
“JOAQUIM VIEIRA (n. 1951), jornalista, ensaísta e documentarista, ocupou cargos directivos no ‘Expresso’, na RTP e na ‘Grande Reportagem’ e foi provedor do leitor do ‘Público’. 

É autor de uma vasta obra histórica, política e biográfica. Assinou a colecção ‘Portugal Século XX - Crónica em imagens’, em 10 volumes, e dirigiu uma série de 18 Fotobiografias de personalidades portuguesas do século XX, de que escreveu as de Salazar, Marcello Caetano, Almada Negreiros e Joshua Benoliel. Entre outros livros, assinou ‘Mário Soares - Uma vida’, ‘Álvaro Cunhal - O Homem e o Mito’, ‘A Governanta - D. Maria, companheira de Salazar’, ‘Mocidade Portuguesa - Homens para um Estado Novo’, ‘Só um Milagre nos Salva’ e ‘De Abril à TROIKA - Quatro décadas de Democracia que Transformaram Portugal’. 

Foi co-autor de ‘Os Meus 35 Anos com Salazar’, ‘Mataram o Rei - O Regicídio na imprensa internacional’, ‘República em Portugal - O 5 de Outubro visto pela imprensa internacional’, ‘Nas Bocas do Mundo - O 25 de Abril e o PREC na imprensa internacional’ e ‘150 Perguntas e Respostas Essenciais sobre a História de Portugal - De Viriato aos nossos dias’.“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO - Declaração de interesses 
PRÓLOGO - O momento decisivo 

Capítulo 1. - Berço de ouro 
Capítulo 2. - Direito e o resto 
Capítulo 3. - No aparelho do regime 
Capítulo 4. - O jornal da família 
Capítulo 5. - A tentativa reformista 
Capítulo 6. - A perda da inocência 
Capítulo 7. - O filho natural 
Capítulo 8. - Um semanário chamado ‘Expresso’ 
Capítulo 9. - As ameaças 
Capítulo 10. - Quando tudo mudou 
Capítulo 11. - O caminho do poder 
Capítulo 12. - Um acaso da História 
Capítulo 13. - Em dose dupla 
Capítulo 14. - Poder sem glória 
Capítulo 15. - A queda 
Capítulo 16. - Retorno à sociedade civil 
Capítulo 17. - A aventura da SIC 
Capítulo 18. - A grande nau 
Capítulo 19. - Passagem de testemunho 

EPÍLOGO - O ator improvável 

Bibliografia consultada 
Índice onomástico 


Preço: 32,50€; 

Portugal & Guerra Colonial - Jornal ‘THE OBSERVER’, de 09.09.1973 - (‘NOOSE ROUND MOZAMBIQUE’) - London 1983 - MUITO RARO;









Portugal & Guerra Colonial - Uma reportagem histórica sobre a guerrilha da FRELIMO, no interior de Moçambique - à época uma província ultramarina portuguesa em guerra - editada na imprensa britânica em Londres 


Jornal ‘THE OBSERVER’, de 09 de Setembro de 1973. 
‘NOOSE ROUND MOZAMBIQUE’, by David Martín 
‘O LAÇO EM TORNO DE MOÇAMBIQUE’, de David Martín 


London 1983 


Exemplar com 38 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘NOOSE ROUND MOZAMBIQUE’ 
- ‘O LAÇO EM TORNO DE MOÇAMBIQUE’ 
‘DAVID MARTÍN, the first British correspondent to make contact with FRELIMO guerrillas insise the Portuguese colony of Mozambique, reports on a visit to Tete peovince and on the war that could decide the future of Southern Africa.’ 
David Martín, o primeiro correspondente britânico a estabelecer contato com guerrilheiros da FRELIMO dentro da colônia portuguesa de Moçambique, relata uma visita à província de Tete e à guerra que poderá decidir o futuro da África Austral.’


Preço: 37,50€; 

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Angola - Política & História - ‘PRISÃO POLÍTICA’, de Sedrick de Carvalho - Lisboa 2021;








Angola - Política & História - A história e análise de um regime que em nome da luta de libertação contra o colonialismo adoptou o autotarismo, a repressão, a censura e a violação sistemática e permanente dos direitos mais elementares dos angolanos num período já longo que cinco décadas…


‘PRISÃO POLÍTICA’ 
De Sedrick de Carvalho 
Edição Evalu & Perfil Criativo 
Luanda & Lisboa 2021


Livro com 208 páginas, ilustrado (fotografias e documentos reproduzidos) e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 


Da contracapa:
“Aprendi que a coragem não é a ausência do medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas o que conquista esse medo.“ 
Nelson Mandela 


NOTA DO EDITOR: 
“O PROCESSO 

No seguimento de várias edições dedicadas à questão da memória colectiva de Angola que temos vindo a publicar desde 2016, trazemos este ano (2021) o diário de cárcere de um jovem preso político, Sedrick de Carvalho, que nos revela os bastidores da sua detenção, prisão e julgamento.
O relato começa a 20 de Junho de 2015, na Vila Alice (Luanda) quando um grupo de jovens se encontrou no ILULA para realizar uma leitura colectiva da obra ‘DA DITADURA À DEMOCRACIA’, de Gene Sharp. Estes jovens foram violentamente presos por uma força especial de intervenção rápida do Serviço de Investigação Criminal (SIC), e mais tarde, assistiram a um bizarro julgamento no qual foram acusados de terrorismo. Sofreram uma prisão prolongada até 29 de Junho de 2016, data em que foram libertados por ordem do Tribunal Supremo.
Recordo-me de ouvir a notícia da prisão alguns dias depois de ter apresentado o retrato ‘5 de Fevereiro, o dia seguinte’ no Colóquio ‘Cultura Proibida, Património Estimado’ que decorreu no auditório do Museu Nacional de Etnologia de Lisboa. 
Tinha ido apresentar uma obra no campo da arte que alertava a opinião pública para a grave acusação de terrorismo que o corpo de intervenção rápida de Alfragide tinha feito a um grupo de meia dúzia de jovens, depois de os identificar como atacantes da sua esquadra. Uma cobarde mentira que levou a uma imprevisível condenação pelos tribunais, alguns anos mais tarde, dos agentes policiais envolvidos. 
Mas o que me surpreendeu foram as coincidências dos acontecimentos de Lisboa e de Luanda, de 2015 com os de 1961. A surpresa foi crescendo com as imagens do julgamento de onde se destacava o juiz Januário Domingos e o show, sem palavras, da procuradora Isabel Francony de Almeida Ventura Nicolau. A fotografia que publicamos nas páginas 4 e 5 deste livro é um verdadeiro ‘quadro’ que nos revela, de uma forma subtil, o peso do ‘papel’ que os magistrados representam em todo este processo. 
A chegada a Lisboa de um equipa policial do SIC, liderada pelo investigador Pedro João, para interrogar o Prof. Dr. António Alberto Neto (proprietário do ILULA), sem autorização e sem conhecimento da PGR e do governo liderado pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, foi apenas mais uma bizarria de todo este caso. 
Para não falar da condenação política à sentença dos 15+2 (com penas entre 2 a 8 anos de prisão), pelo ‘democrático’ parlamento português numa proposta de votação liderada pelo BE e PS e que acabou chumbada pelo PSD, CDS e PCP. 
Por fim, a grande surpresa: a coincidência, ou talvez não, do fim de um prolongado e quase eterno ciclo político que acabou com a saída de cena de quem dava as famosas ‘ordens superiores’ que justificavam todo o tipo de arbitrariedades. Um contributo dos 15+2 que assistiram no tribunal ao efeito ‘boomerang’ do seu processo se transformar no julgamento público dos intocáveis da torre de marfim. No ano do 60.* aniversário da início da luta de libertação e do 46.* aniversário da independência nacional revelamos mais uma vez que a construção da República de Angola tem sido um processo muito complexo, difícil, cheio de contradições e desilusões. Cerca de meio século depois é preciso deixar de tropeçar permanentemente nós mesmos erros, e seguir por outros caminhos que nos levem, de uma forma mais segura, a um futuro promissor.“ 
João Ricardo Rodrigues - Editor 


O Autor: 
“SEDRICK DE CARVALHO
Nasceu em Luanda, capital de Angola. Jurista, editor, jornalista e activista. Preso político condenado pelo regime angolano a quatro anos e seis meses no ‘Processo 15+2’, em 2016, sob a acusação de actos preparatórios de rebelião e associação de malfeitores. 

Fundador e coordenador editorial da Elivulu. Autor do livro ‘CABINDA - UM TERRITÓRIO EM DISPUTA (Ed. 2018) editado pela Guerra & Paz, em Lisboa, Portugal. 

Foi professor do ensino básico em Luanda. 

Associado da ‘Transparência e Integridade - Associação Cívica (TI-AC). Trabalhou nos jornais ‘Folha 8’ e ‘Novo Jornal’. Tem artigos publicados em jornais em Portugal.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
INTRODUÇÃO 
- A detenção e os dias na esquadra 
- O campo de concentração de Calomboloca 
- No hospital-prisão de S. Paulo 
- O Tribunal da palhaçada 
- A prisão domiciliária e as temporadas
- Kaboxa - Viana - Kakila 
- De Kakila ao TIR 
- Liberdade: a concessão suprema 
- Caminhando 
- Sobrevivência 
Agradecimentos 
ANEXOS 


Preço: 0,00€; (Indisponível)