quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Portugal & Guerra do Ultramar - Jornal ‘NOVIDADES’, n. 25,590 - 4.7.1972 - (‘NÃO PODEMOS ABANDONAR AS TERRAS PORTUGUESAS DO ULTRAMAR’) - Lisboa 1972 - MUITO RARO;











Portugal & Guerra do Ultramar - Um interessante exemplar deste jornal matutino, ligado à Igreja Católica Portuguesa e próximo da acção política do regime do Estado Novo 


Jornal ‘NOVIDADES’, n. 25,590 - de 4 de Julho de 1972.
“NÃO PODEMOS ABANDONAR AS TERRAS PORTUGUESAS DO ULTRAMAR E OS NOSSOS IRMÃOS QUE NELAS VIVEM E NELAS FORJARAM OS SEUS DESTINOS” 
- Disse ontem, na sua ‘Conversa em Família’, o Presidente do Conselho, Prof. Marcelo Caetano 
Tendo como director e editor, A. Avelino Gonçalves 
Lisboa 1972 


Exemplar com 8 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
- ‘NÃO PODEMOS ABANDONAR AS TERRAS PORTUGUESAS DO ULTRAMAR’ 
- Disse ontem, na sua ‘Conversa em Família’, o Presidente do Conselho, Prof. Marcelo Caetano 
Pelo convívio das raças 
A única via que leva a resultados construtivos 
Acusações que são gritos de ódio 
Se a Paz está perturbada, a culpa é da guerrilha 
Negociação equivalente a capitulação 
Uma só palavra: Unidade 
Unidos como um só 

- Em Évora: ‘O MINISTRO DO ULTRAMAR ASSISTIU AO ENCERRAMENTO DAS FESTAS DA CIDADE ‘ 

- ‘COMUNICADO DAS FORÇAS ARMADAS’ 

- ‘VULTUOSOS PREJUÍZOS MATERIAIS NO ACIDENTE FERROVIÁRIO NA ALHANDRA’ 


HISTÓRIA 
“NOVIDADES’ foi um jornal diário publicado em Portugal. 
A primeira edição é de 7 de Janeiro de 1885. 
Inicialmente, foi um jornal monárquico e católico, ligado a personalidades do Partido Progressista. De 1885 a 1891 e de 1895 a 1905, o jornal teve como director Emídio Navarro. Foi director e secretário de redacção Eduardo de Noronha. 
Em 1913, deixou de ser diário, publicando-se apenas duas ou três edições anuais para manutenção do título.
Em 1923 foi comprado pela Igreja católica, dando-se início à segunda série do diário, como órgão oficioso do episcopado português. Tomás de Gambôa foi o redactor principal até à sua morte em 1950. Um dos directores do jornal foi, durante catorze anos, o Padre Amadeu de Vasconcelos. Este lugar foi depois ocupado pelo cónego Fernando Pais de Figueiredo até ao seu falecimento em 1947, tendo sido substituído pelo monsenhor Avelino Gonçalves, que tomou posse em Fevereiro do ano seguinte. 
Avelino Gonçalves manteve este posto até 1974. 
Durante o Estado Novo, o jornal espelhou o alinhamento político do episcopado com o regime de Salazar. Em 1958, o jornal foi alvo do protesto colectivo de 28 dirigentes e militantes da Acção Católica Portuguesa, que lhe censuraram o claro apoio dado à candidatura de Américo Tomás durante a campanha eleitoral presidencial desse ano.
Novidades manteve a sua publicação diária até 1974, tendo a Igreja suspendido o jornal pouco depois da revolução de 25 de abril. A 3 de maio de 1974 foi publicado o seu último número.”


Preço: 32,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘A POLÍTICA “EDUCATIVA” DO COLONIALISMO PORTUGUÊS EM ÁFRICA’, de José Marques Guimarães - Porto 2006 - RARO;





Portugal & Ultramar - Esta obra é a versão actualizada do trabalho desenvolvido pelo autor sobre este tema, em 1999, no Seminário de História das Relações Luso-Africanas (séculos XIX e XX) do Mestrado em História de África da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 


‘A POLÍTICA “EDUCATIVA” DO COLONIALISMO PORTUGUÊS EM ÁFRICA’ 
D I República ao Estado Novo (1910-1974) 
De José Marques Guimarães 
Edição Profedições, L.da 
Porto 2006 


Livro com 126 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.


Da contracapa: 
“A política ‘educativa’ do colonialismo português em África manifestou uma coerência de propósitos que nunca foi alterada em função da natureza do regime que, em cada momento, a traçou e aplicou.
É assim que, apesar das profundas diferenças entre a I República e o Estado Novo, não se verificou qualquer alteração do rumo da política ‘educativa’ levada à prática por aqueles regimes nas colónias portuguesas de África. A sua continuidade traduziu-se, antes, no reforço de uma prática obscurantista ao serviço da dominação colonial. É dessa política ‘educativa’ que aqui se trata.“ 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

I. - A MISSÃO E A ESCOLA: INSTRUMENTOS DA COLONIZAÇÃO 
1. - Uma aliança estreita: a administração colonial e as missões 
2. - A escola dos colonizadores ao serviço da dominação colonial 

II. - A POLÍTICA ‘EDUCATIVA’ DA I REPÚBLICA PARA AS COLÓNIAS (1910-1926) 
1. - A ruptura entre os ideais da propaganda republicana e a prática colonial 
2. - A política de instrução africana de Norton de Matos 
2.1 - A educação pelo trabalho e as escolas-oficinas 
2.2 - A crítica de Vicente Ferreira à educação pelo trabalho e às escolas-oficinas de Norton de Matos 
3. - Os resultados da política ‘educativa’ da I República para as colónias e a frustração das aspirações dos africanos 

III. - A POLÍTICA “EDUCATIVA” DO ESTADO NOVO PARA AS COLÓNIAS (1926-1974) 
1. - A restauração do estatuto hegemónico da Igreja Católica e a educação nas colónias 
1.1 - A recuperação das posições tradicionais da Igreja Católica em Portugal e o desmantelamento da obra educativa da I República 
1.2 - A Igreja Católica e a educação nas colónias: as missões 
2. - As necessidades do desenvolvimento colonial e a alteração da política ‘educativa’ do Estado Novo 
2.1 - A alteração da conjuntura e as primeiras tentativas de mudança da política de ensino dos africanos 
2.2 - As consequências da eclosão das guerras de libertação nacional: a abolição do indigenato e as reformas dos anos sessenta 
2.3 - Os resultados das reformas educativas dos anos sessenta nas colónias e a reacção dos africanos 

CONCLUSÃO 
ANEXO 
Fontes e Bibliografia 


Preço: 27,50€; 

Moçambique & FRELIMO - ‘O CONTINUADOR E A REVOLUÇÃO’, de Maria Rosa Colaço - Maputo 1978 - Muito Raro;






Moçambique & FRELIMO - Versos e o livro a servir as causas da revolução e do partido estado após a independência do país em Junho de 1975 


‘O CONTINUADOR E A REVOLUÇÃO’ 
De Maria Rosa Colaço 
Edição INILD (Instituto Nacional do Livro e do Disco) 
Maputo 1978 


Livro com 80 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Poemas coligidos por Maria Rosa Colaço. 
Composto e impresso na República Popular de Moçambique em Setembro de 1978. 


"São os mesmos lugares e os mesmos rostos. Mas o Tempo-Novo chegou e com ele as constelações de palavras luminosas e, pela primeira vez, ditas aqui sem temor na voz. Escreve-se no quadro das Escolas: Liberdade Paz Camarada Povo. Desenham-se estrelas vermelhas e punhos fechados nas paredes, nos jornais no espanto Diz-se: Guerrilheiro Revolução Operário Camponês Comício Militante"



Do ÍNDICE: 

APRESENTAÇÃO 
- Este teu nome FRELIMO 
- FRELIMO o teu nome / de luta e combate 
- FRELIMO 
- FRELIMO o teu nome / fez acordar Moçambique 
- FRELIMO o teu nome / jamais será esquecido 
- FRELIMO ! FRELIMO ! FRELIMO ! 
- Eu vi um guerrilheiro 
- O guerrilheiro na guerra 
- Eu vi um guerrilheiro / ensinando 
- Eu vi um guerrilheiro / na manhã 
- O guerrilheiro morto 
- O guerrilheiro 
- Eu vi um guerrilheiro / de rosto firme 
Eu vi um guerrilheiro / de arma na mão 
Eu vi um guerrilheiro / que lutou 
- A Paz é 
- Nossa vida era noite escura 
- Está palavra liberdade 
- Liberdade 
- Foi por ela 
- Liberdade e a palavra escrita 
- Liberdade ! Por todo lado cresce o teu nome 
- Na guerra 
- Se o mundo inteiro te espera 
- Quem agora está liberto 
- Não te conhecia, liberdade 
- A minha Pátria está livre ! 
- Meu Povo vivia no escuro 
- Com estas mãos 
- Sete de Abril 
- Josina 
- As mulheres na guerra 
- O Dia da Independência 
- 25 de Junho de 1975 
- Independência 
- Eu construo o PODER POPULAR 
- Hoje temos o PODER POPULAR 
- De mim depende o futuro 
- Eu sou uma raiz 


Preço: 27,50€; 

Portugal - Colonialismo & História - ‘HISTÓRIAS COLONIAIS’, de Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus - Lisboa 2013 - Raro;






Portugal - Colonialismo & História - Nesta obra, editada a título póstumo dos seus autores, são publicados la acontecimentos mais marcantes das revoltas nacionalistas dos povos das colónias do Império português, espalhadas pelos diversos continentes 
 

‘HISTÓRIAS COLONIAIS’ 
De Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus 
Edição Esfera dos Livros 
Lisboa 2013 


Livro com 270 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“ ‘HISTÓRIAS COLONIAIS’ descreve conflitos sociais significativos e determinantes nas antigas colónias portuguesas. Estes acontecimentos retratam a violência e a brutalidade de uma dominação colonial insensível aos problemas das populações e mostram, ainda, a forma como contribuíram para a formação da consciência nacionalista e como acabaram por acelerar o caminho para a independência dos territórios (ou para a sua integração nos países a que pertenciam). 

São oito os episódios, um por cada antiga colónia portuguesa, desenvolvidos pelos autores Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus neste seu livro póstumo. Algumas histórias são praticamente desconhecidas; outras, graças ao acesso a novas fontes encontradas pelos autores, têm aqui versões mais completas do que aquelas que até agora eram do conhecimento público. 

Neste livro recuamos a épocas de vincada opressão colonial em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé, Goa, Macau e Timor-Leste, numa viagem ao passado que começa no final da década de 1920 e termina em meados dos anos 60, passando pelas vésperas do início da Guerra Colonial, com um dos acontecimentos mais sangrentos e simultaneamente obscuros da presença portuguesa em África: o massacre nos campos de algodão da Baixa do Cassange, em Angola.“


Os Autores: 
DALILA CABRITA MATEUS (1952-2014). Licenciada em História, diplomada de Estudos Superiores Especializados em Administração Escolar, mestra em História Social Contemporânea e doutorada em História Moderna e Contemporânea. Investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea (da FCSH da Universidade Nova de Lisboa).
Consultora do projecto norte-americano ALUKA para a escolha de material dos arquivos portugueses com vista à formação de uma biblioteca digital sobre a luta de libertação nacional em Moçambique. Participante em Congressos e conferências, nacionais e internacionais, sobre a problemática das lutas de libertação nacional. 
Autora ou coautora de artigos e livros, entre os quais se destacam: 
- ‘A LUTA PELA INDEPENDÊNCIA’ - Inquérito, 1999; 
- ‘A PIDE/DGS NA GUERRA COLONIAL’ - Terramar, 2011; 
- ‘MEMÓRIAS DO COLONIALISMO E DA GUERRA’ - ASA, 2008; 
- ‘NACIONALISTAS DE MOÇAMBIQUE’, Texto, 2010; 
- ‘ANGOLA 61: Guerra Colonial, causas e consequências’, Texto, 2011; 
- ‘PURGA EM ANGOLA’, Texto, 2013; 

ÁLVARO MATEUS (1940-2013). Nasceu em Moçambique. Estudante universitário em Lisboa, foi dirigente da Casa dos Estudantes do Império (CEI). Nos primeiros anos da guerra colonial, promoveu e coordenou um jornal clandestino contra a guerra. No início dos anos 70, fez uma reportagem nas regiões libertadas do PAIGC na Guiné-Bissau. No princípio da década de 80, participou na formação de professores na Escola Central da FRELIMO e na formação de quadros na Faculdade dos Antigos Combatentes e Trabalhadores de Vanguarda da Universidade Eduardo Mondlane. Foi membro da Comissão instaladora da Assembleia constituinte e da Comissão Nacional de Eleições. Ao longo da vida foi quadro político, jornalista e locutor, publicista e tradutor, advogado e professor. 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
O GRANDE DESAFIO 


APRESENTAÇÃO 

1934 - CABO VERDE: A REVOLTA DE ‘NHÔ AMBROSE’ 
- A Fome 
- A Crise de 1929 e o Porto Grande de São Vicente 
- A Marcha da Fome 
- O carpinteiro Ambrósio e o grupo do Mindelo: o romance de Baltasar Lopes 
- Repercussões políticas da revolta 

1953 - SÃO TOMÉ: O MASSACRE DE BATEPÁ 
- Falta de mão-de-obra nas roças 
- A versão oficial no relatório do Governador 
O Governador Carlos Gorgulho 
A ideia central do Relatório oficial 
- Os relatórios da PIDE 
Uma brigada especial da PIDE vai apurar o que se passou em S. Tomé 
- Ecos em Portugal 
- O Inquérito de 1975 
O novo Inquérito, a sua estrutura e o seu valor 
- Mortos 
- Julgamento e punições 
- Significado de Batepá 

1955 - GOA: A INVASÃO DOS SATYAGRAHIS 
- A colónia portuguesa do ‘Estado da Índia’ 
- Portugal e a União Indiana 
- A Invasão dos Satyagrahis 
A ‘invasão’ de Goa 
A repressão 
Casimiro Monteiro, o ‘herói bandido’ 
- A ocupação de Goa 

1959 - TIMOR-LESTE: A REVOLTA DE VIQUEQUE 
- Ocupação militar de Timor-Leste 
- Causas da revolta 
- Instigadores da revolta 
- Os acontecimentos 
- A repressão 
- Destino dos deportados 
- Significado da revolta 

1959 - GUINÉ-BISSAU: A GREVE DE PIDJIGUITI 
- Greve de marinheiros e estivadores 
A versão do tenente Sousa Guimarães 
Versão de responsáveis da Sociedade Comercial Ultramarina 
Versão da PIDE 
A versão do padre franciscano Pinto Rema 
- Mortos e feridos 
- Acontecimentos posteriores segundo a PIDE 
- Sofia Pomba Guerra 
- Explicações colonialistas 
- Significado político de Pidjiguiti 
- Quinze anos depois: a independência próxima 

1960 - MOÇAMBIQUE: A MANIFESTAÇÃO DE MUEDA 
- Antecedentes 
- A concentração 
- Os mortos 
- Os Macondes na guerra 

1961 - ANGOLA: A GREVE DA BAIXA DE CASSANGE 
- Vida e trabalho dos cultivadores de algodão 
- Greve e revolta dos cultivadores de algodão 
- Explicações colonialistas para a greve 
Explicações de cunho mágico-religioso 
O dedo da subversão 
- A repressão 

1966 - MACAU: O MOTIM 1-2-3 
- Causa dos incidentes 
- Protestos e repressão 
- Macau e a China 
- As negociações 
O papel de Ho Yen 
O Acordo de 29 de Janeiro de 1967 
- Responsabilidades e significado 

PALAVRAS FINAIS 
- Conflitos sociais que são a imagem do colonialismo português 
- O Fim do Império 
- A reescrita da História 
Reescrita pelos saudosistas da ditadura e do colonialismo 
Reescrita por políticos dos novos países africanos 
- A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) 

ANEXOS 
- Siglas usadas no texto 
- Superfície do Império Colonial Português 
- Conflitos Sociais nas Colónias 
- Relação de Presos idos de Timor e desembarcados no Porto do Lobito (26.11.1959) 
- Idades dos Deportados para Angola 
- Profissão dos Deportados para Angola 
- Presos no Massacre de Pidjiguiti 
- Mortos no Massacre de Pidjiguiti 
- Feridos no Massacre de Pidjiguiti 
- CLÁUSULAS DO ACORDO SECRETO CELEBRADO COM AS AUTORIDADES CHINESES 
- Resposta do Governo de Macau ao protesto dos habitantes chineses 

NOTAS 
Fontes e Bibliografia 
Índice onomástico 


Preço: 37,50€; 

Angola - Cultura & Literatura - ‘UANGA’, de Óscar Ribas - Luanda 2014 - Raro;






Angola - Cultura & Literatura - A reedição de uma das mais importantes obras de Óscar Ribas 


‘UANGA’ 
De Óscar Ribas 
Edição GRECIMA 
Luanda 2014 


Livro com 294 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.

 
Da contracapa: 
“ÓSCAR RIBAS 
Óscar Ribas (17/7/1909 - 19/6/2004), escritor, poeta, jornalista e ensaísta angolano é considerado o fundador da ficção literária angolana moderna. ‘NUVENS QUE PASSAM’ (1927), ‘RESGATE DE UMA FALTA’ (1920), ‘ECOS DA MINHA TERRA’ (1952), ‘KILANDUKILA - Contos e Instantâneos’ (1973) são alguns exemplos da sua obra que aborda temas de literaturas oral, filologia, religião tradicional e filosofia dos povos de língua Kimbundu, e que mostra extrema preocupação com a pesquisa, conservação e registo das tradições do seu país.
Reconhecido e homenageado nos meios literários nacionais e internacionais, o autor foi galardoado com o Prémio Margaret Wrong (1952), Prémio Etnografia do Instituto de Angola (1959) e Prémio Monsenhor Alves da Cunha (1974).“ 



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO, de Irene Guerra Marques 
Eu e o livro ‘SUNGUILANDO’ 

INTRODUÇÃO 

- Antigamente 
- Festa de núpcias 
- Uma carta 
- Vingança 
- Noite de luar 
- Reconciliação 
- Expiação 
- Desafronta 
- Saudação 
- Uanga 

Fraseologia quimbunda 
Abreviaturas empregues 
ELUCIDÁRIO 


Preço: 37,50€; 

Angola & Educação - ‘O NOSSO LAR’, de Ernesto Ferreira - Nova Lisboa 1966 (?) - MUITO RARO;










Angola & Educação - Um livro que pretendia ensinar aos seus leitores a vida em sociedade nas suas inúmeras facetas 


‘O NOSSO LAR’ 
De Ernesto Ferreira 
Edição da Casa Publicadora Angolana S.A.R.L.
Nova Lisboa 1966 (?) 


Livro com 114 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Que é o lar ? 
- O Lar é um ninho 
- O Lar é um jardim 
- O Lar é uma escola 
- O Lar é um abrigo 

PREPARAÇÃO PARA O CASAMENTO 
- Idade para pensar em casar 
- Iniciativa da escolha 
- A quem escolher 
- Como proceder durante o namoro 
- Acerca do Alambamento 
- Festa do casamento 
OS ESPOSOS 
- O primeiro ano de casados 
- Relação entre marido e mulher 
- Os parentes 
- Fidelidade conjugal 
OS PAIS 
- A Mãe 
- O Pai 
- Os pais são os melhores companheiros de seus filhos 
- Amor e paciência 
AS CRIANÇAS 
- Preparativos para o parto 
- Enxoval do bebé 
- Alimentação 
- Sono 
- Higiene 
- O choro 
- Disciplina 
- Elucidação sobre a origem da vida 
- Educação 
OS JOVENS 
- Transformações físicas 
- Características de comportamento 
- Encruzilhada de caminhos 
- Educação dos jovens 
- Como tratar os jovens 
A RELIGIÃO NO LAR 
- Reverência e amor para com Deus 
- O culto familiar 
- Oração às refeições 
- O dia de repouso 
- Preparação para o sábado 
- Como passar o sábado 
- A família e a Igreja 
ALICERCES DO CARÁCTER 
- Obediência 
- Veracidade 
- Honestidade 
- Pureza 
SAÚDE 
- Uma casa saudável 
- Ar puro 
- Luz solar 
- Alimentação 
- Preparação e apresentação da comida 
- Como comer 
- Uso da água 
- Exercício 
- Repouso 
- Confiança no poder divino 
LIMPEZA E ORDEM 
- Importância da limpeza 
- Limpeza do corpo 
- Limpeza do vestuário 
- Lavagem da roupa 
- Passar a ferro 
- Limpeza do calçado 
- Limpeza da casa 
- Limpeza da louça 
- Limpeza em relação aos animais 
- Ordem no Lar 
- Ordem no emprego do tempo 
TRABALHO E COOPERAÇÃO 
- Diligência 
- Trabalho agrícola 
- Cooperação 
- Uma história africana 
ECONOMIA 
- Dívidas 
- Cimo se perde dinheiro 
- Como usar bem o dinheiro 
- Manter um sistema de contabilidade 
- Provisão para o futuro 
CORTESIA 
- Cortesia no Lar 
- Cortesia à mesa 
- Em sociedade 
- A arte da hospedagem 
CONCLUSÃO 


Preço:   0,00€; (Indisponível) 

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

Portugal & Estado Novo - Lote de 7 LIVROS & 1 JORNAL - CATARINA EUFÉMIA - MUITO RAROS;








Portugal & Estado Novo - Um lote de livros sobre os acontecimentos em torno do assassinato de Catarina Eufémia no regime anterior com diversas investigações, umas carregadas de interpretações ideológicas e apologéticas, outras imparciais e uma grande investigação com recurso a documentos da época e testemunhos de pessoas que conheceram e ou conviveram com a vítima 


Lote de 7 LIVROS & 1 JORNAL - CATARINA EUFÉMIA 

1. - ‘A MORTE DE CATARINA EUFÉMIA’ - (77,50€) 
De Manuel de Melo Garrido - Beja 1984 - MUITO RARO 
2. - ‘CATRINA (Contos)’ - (32,50€) 
De Glória Marreiros - Lisboa 1974 - MUITO RARO 
3. - ‘CATARINA EUFÉMIA - Militante comunista, Mulher de Abril, Companheira de luta’ - (37,50€) 
De José Casanova - Lisboa 2014 - Muito Raro 
4. - ‘CATARINA EUFÉMIA - A Morte no Monte’ - (25,00€) 
De José Miguel Tarquini - Lisboa 1974 - Raro
5. - ‘CATARINA’ - (92,50€) 
De Vicente Campinas - Bruxelas 1967 - MUITO RARO 
6. - ‘O ASSASSINO DE CATARINA EUFÉMIA’ - (32,50€) 
De Pedro Prostes da Fonseca - Lisboa 2015 - Muito Raro 
7. - ‘ANATOMIA DOS MÁRTIRES’ - (32,50€) 
De João Tordo - Lisboa 2011 - Muito Raro 
8. - ‘CATARINA EUFÉMIA - Como Morreu a Ceifeira que ficou na História’ - (67,50€) 
Revista ‘Luz’, suplemento do semanário ‘Nascer do SOL’, n. 922 - 25.04.2024
Lisboa 2024 - RARO 



Lote de 7 LIVROS & 1 Jornal - CATARINA EUFÉMIA 

1. - ‘A MORTE DE CATARINA EUFÉMIA’ 
A Grande Dúvida de um Grande Drama 
De Manuel de Melo Garrido 
Edição do Autor 
Beja 1984 

Livro com 64 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO 


2. - ‘CATRINA (Contos)’ 
De Glória Marreiros 
Capa de Fernando Moedas 
Edição do MDP (Movimento Democrático Português) 
Lisboa 1974 

Livro com 48 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO 


3. - ‘CATARINA EUFÉMIA - Militante comunista, Mulher de Abril, Companheira de luta’ 
De José Casanova 
Capa, de uma pintura de Cipriano Dourado 
Edições Avante 
Lisboa 2014 

Livro com 168 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


4. - ‘CATARINA EUFÉMIA - A Morte no Monte’ 
De José Miguel Tarquini 
Edição Empresa Tip. Casa Portuguesa 
Lisboa 1974 

Livro com 150 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


5. - ‘CATARINA’ 
De Vicente Campinas 
Ilustrações e capa de Miguel Flávio 
Edição do Autor 
Bruxelas 1967 

Livro com 44 páginas, bilíngue (português e francês), ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 


6. - ‘O ASSASSINO DE CATARINA EUFÉMIA’ 
De Pedro Prestes da Fonseca 
Capa de António Belchior 
Edições Matéria Prima 
Lisboa 2015 

Livro com 216 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 


7. - ‘ANATOMIA DOS MÁRTIRES’ 
De João Tordo 
Capa de Rui Garrido 
Edição Dom Quixote 
Lisboa 2011 

Livro com 272 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


8. - ‘CATARINA EUFÉMIA - Como Morreu a Ceifeira que ficou na História’ 
Revista ‘Luz’, suplemento do semanário ‘Nascer do SOL’, n. 922 - 25.04.2024 
Reportagem de Felícia Cabrita 
Lisboa 2024 

Revista com 46 páginas - reportagem sobre Catarina Eufémia com 20 páginas - muito ilustrada em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
RARO. 



Preço:  VENDA LOTE COMPLETO 
Vendas avulso ver preços nos títulos respectivos 

Angola & Independência - ‘REPÚBLICA POPULAR DE ANGOLA’ - MPLA - Lisboa 1975 - MUITO RARO;






Angola & Independência - Conjunto de documentos e testemunhos da decoração da independência do país, após a retirada da administração colonial portuguesa, a 11 de Novembro de 1975, enquanto por todo o território decorria uma guerra civil trágica entre o MPLA em Luanda, a FNLA no norte e a UNITA no centro e sul 


‘REPÚBLICA POPULAR DE ANGOLA’ 
MPLA 
Edição do Órgão Coordenador do MPLA para a Europa 
Lisboa 1975 


Livro com 48 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

CAMARADA PRESIDENTE AGOSTINHO NETO 
BIOGRAFIA 

TEXT DA PROCLAMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA 
- Zero horas de 11 de Novembro de 1975 

LEI CONSTITUCIONAL DA REPÚBLICA POPULAR DE ANGOLA 

ACTO DE INVESTIDURA DO PRESIDENTE 
DA REPÚBLICA POPULAR DE ANGOLA 
- Proclamado pelo camarada Lúcio Lara em nome do Comité Central 

JURAMENTO 

DISCURSO DO PRIMEIRO-MINISTRO 

DISCURSO DE INVESTIDURA DO PRIMEIRO GOVERNO 
DA REPÚBLICA POPULAR DE ANGOLA 
- Pronunciado pelo camarada Presidente da República 

LEI DA NACIONALIDADE 

HINO NACIONAL 
- ‘Angola Avante’ 


Preço: 47,50€; 

Portugal - PREC & História - ‘DISCURSO DE ÁLVARO CUNHAL - Campo Pequeno 7/12/75’ - PCP - Lisboa 1975 - MUITO RARO;






Portugal - PREC & História - Comício histórico do P.C.P. (Partido Comunista Português) com importante intervenção do sei líder, Álvaro Cunhal já após o final do PREC 


‘DISCURSO DE ÁLVARO CUNHAL - Comício do PCP’
Campo Pequeno 7/12/75 
Edição da SIP do PCP 
Lisboa 1975 


Folheto com 16 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

‘DISCURSO DE ÁLVARO CUNHAL - Comício do PCP’
Campo Pequeno 7/12/75 
- As sublevações de 25 de Novembro 
- A crise da revolução e as alianças à direita 
- Uma nova situação 
- Questões que se colocam 
- Objectivos políticos 
- O PCP, força indispensável da revolução 


Preço: 27,50€; 

sábado, 3 de fevereiro de 2024

Portugal - História & PREC - Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 23 - Março 2014 - (‘25 de Abril de 1974 - OPERAÇÃO FIM-REGIME’) - Lisboa 2014 - Muito Rara;






Portugal - História & PREC - 


Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 23 - Março 2014. 
‘25 de Abril de 1974 - OPERAÇÃO FIM-REGIME’ 
As principais acções do dia contadas pelos militares que a protagonizaram 
Lisboa 2014 


Revista com 98 páginas, profusamente ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Rara.



Do ÍNDICE: 
- ‘25 de Abril de 1974 - OPERAÇÃO FIM-REGIME’ 
- ‘25 de Abril - IMAGENS’ 
- ‘25 de Abril - CRONOLOGIA’ - Onze meses de contagem decrescente 1973/74 
- “O 25 DE ABRIL NÃO ACONTECEU POR GERAÇÃO ESPONTÂNEA’ 
Entrevista de Francisco Galope 
Juntamente com Otelo Saraiva de Carvalho e Vitor Alves, Vasco Lourenço fez parte da direcção da Comissão Coordenadora do Movimento dos capitães. Evoca aqui os nove meses de conspiração que culminaram na Revolução dos Cravos 
- ‘25 de Abril - MAPAS’ 
1. - ‘PLANTA DE LISBOA’ - Na madrugada de 25 de Abril de 1974, forças provenientes de diversas unidades militares do país, comandadas por oficiais do MFA, convergiram para a capital, onde se desenrolou o fundamental do derrube do Estado Novo. Nesta planta de Lisboa estão assinalados os objectivos dos revoltosos e os principais percursos das forças sublevadas 
2. - ‘OPERAÇÕES NO RESTO DO PAÍS’ - O mapa de 1973 do Automóvel Club de Portugal serviu de base para a elaboração do plano de operações do 25 de Abril 
- ‘25 de Abril - POSTO DE COMANDO’ 
‘O FUTURO É ESTA NOITE’ - por Emília Caetano 
Umas escassas 15 horas passaram desde que as primeiras unidades saíram para a rua até que Marcelo Caetano se rendeu. A ditadura, que sobrevivera a várias intentonas, não resistia ao golpe concebido po Otelo Saraiva de Carvalho, que não era uma ação isolada.
Garcia dos Santos - ‘A revolução em tempo real’ 
Luís Macedo - ‘A “sombra” de Otelo’ 
Sanches Osório - ‘O guardador de memórias’ 
Vitor Crespo - ‘A mão da Marinha’ 
Hugo dos Santos - ‘O elo de ligação’ 
Fisher Lopes Pires - ‘O dono do rádio’ 
- ‘25 de Abril - ENTREVISTA’ 
“NESSES DIAS NÃO HOUVE HERÓIS”, por Rosa Ruela 
É com desassombrada modéstia que o coronel Cardoso Fontão, à beira de fazer 82 anos, fala da sua participação do golpe militar 
Bicho Beatriz - ‘O senhor di Quartel-general’ 
Lopes Camilo - ‘O frenesim em pessoa’ 
- ‘25 de Abril - RÁDIO CLUBE PORTUGUÊS’ 
“OS HOMENS SEM SONO’, por Rosa Ruela 
Viagem aos bastidores da operação que transformou os estúdios da Sampaio Pina na voz do posto de comando do Movimento das Forças Armadas 
Francisco Mascarenhas - ‘O miliciano que trabalhava na rádio’ 
- ‘25 de Abril - EMISSORA NACIONAL’ 
‘POLÍCIAS A CAMINHO’, por João Pacheco 
Os capitães Luís Pimentel e Frederico Morais sabiam que a guerra estava perdida e que era preciso mudar o regime. Comandaram a companhia que ocupou a Emissora Nacional, na Rua do Quelhas 
- ‘25 de Abril - RTP - Rádio e Televisão Portuguesa’ 
‘CAPITÃO MÓNACO’, por João Pacheco 
Teófilo Bento comandou os chamados ‘Padeiros’ da EPAM que ocuparam ‘a televisão’. 
Com muito improviso e sorte pelo meio. 
- ‘25 de Abril - PORTELA’ 
‘MEMORIAL DO AEROPORTO’, por Henrique Botequilha 
Tomou ‘Nova Iorque’, libertou oficiais do 16 de Março e prendeu três ministros. Rui Rodrigues fazia-o de novo, mas os políticos teriam outro destino. “Como numa revolução que se preze.” 
Costa Martins - ‘O intrépido capitão-aviador’ 
- ‘25 de Abril - PORTO’ 
‘A REVOLUÇÃO A NORTE’, por Luís Pedro Cabral 
Na Invicta, o sucesso deveu-se em grande parte a um capitão dos ‘Rangers’. 
Capitão Delgado Fonseca - Saiu de Lamego para tomar a sede da PIDE, fez muito mais do que isso e… aquela foi a única coisa que não fez.
Carlos Azeredo - ‘O mais graduado’ 
Eurico Corvacho - ‘MFA desde a primeira hora’ 
- ‘25 de Abril - TERREIRO DO PAÇO E LARGO DO CARMO’ 
‘HERÓI A CONTRAGOSTO’, por J. Plácido Júnior 
Capitão de Cavalaria, Salgueiro Maia dispensou as botas de cano alto a boina preta, os óculos ‘Ray-Ban’. Para a ‘Operação Fim-Regime’, vestiu uma farda de trabalho igual à dos homens que comandava. Quis dizer-lhes, acredita quem esteve com ele no golpe, que todos arriscavam igualmente a vida por uma causa, o derrube da ditadura, e não por um qualquer feito heróico. 
João Ilharco - ‘O “elegante” da coluna’ 
Correia de Campos - ‘Tenente-coronel expedito’ 
Alfredo Assunção - ‘O tenente imperturbável’ 
Tavares de Almeida - ‘Amigo do peito’ 
- ‘25 de Abril - ALMADA’ 
‘OS CANHÕES DO CRISTO REI’, por Luís Nascimento 
O alto do Cristo Rei e a ponte sobre o Tejo foram os objectivos da Escola Prática de Artilharia. Tudo correria sobre rodas, com o apoio entusiástico da população.
Tenente Manuel Ferreira Sousa - “Os polícias admiraram-se por ver tropa àquela hora.”
Tenente Valdemar Oliveira Patrício - “Mandava abrir fogo sobre a fragata se disparasse contra nós.” 
Tenente João Andrade da Silva - “Se os fuzileiros não acatassem as ordens do MFA teríamos de os deter.” 
- ‘REVOLTA A BORDO’, por Luís Nascimento 
O imediato da ‘Gago Coutinho’ conta a tensão vivida na fragata 
- ‘25 de Abril - ZONA NORTE’ 
‘UM OPERACIONAL A CAMINHO DE LISBOA’, por Maria José Oliveira 
Dinis de Almeida comandou a coluna que tomou o Quartel da Figueira da Foz, o Forte de Peniche, a Academia Militar é o RAL1, - e que no caminho cantaram quadras de António Aleixo 
Capitão Dinis de Almeida - “Surpreendidos e ‘traídos’ pela nomeação de Spínola para Presidente da JSN.” 
- ‘25 de Abril - PENICHE’ 
‘CERCO AO FORTE’
A prisão política no caminho da coluna de Viseu 
Capitão Gertrudes da Silva - Uma viagem atribulada e muito demorada 
- ‘25 de Abril - VILAR FORMOSO’ 
‘FACE A ESPANHA’, por Mário David Campos 
O capitão Monteiro Valente disparou um tiro e sublevou sozinho a guarnição da Guarda antes de marchar para tomar o controlo do posto fronteiriço de Vilar Formoso 
Capitão Monteiro Valente - Por umas horas guardião da fronteira 
- ‘25 de Abril - PORTO ALTO’ 
‘O MILICIANO COMUNISTA’ 
Luís Pessoa combateu na Guiné e fez o curso de capitães milicianos, para quando chegasse a hora. Coube-lhe o comando da força que ocupou as antenas de Porto Alto. 
Capitão Luís Pessoa - O antisazalarismo fazia parte da história da família 
‘O HOMEM DE CONFIANÇA EM SANTA MARGARIDA’, por Teresa Campos 
Amigo de Salgueiro Maia, foi Leonel Martinho do Rosário quem teve a ideia de enviar ambulâncias a abrir caminho para as colunas militares chegarem às antenas de Porto Alto 
- ‘25 de Abril - ALGARVE’ 
‘OBJECTIVO: FÓIA’, por Luís Pedro Cabral 
José Glória Alves foi o único capitão de Abril a comandar uma operação no Algarve, região que viveu a revolução de uma estranha forma 
Capitão Glória Alves - No Algarve, só ele e Ferreira Lopes aderiram formalmente ao MFA 
- ‘25 de Abril - PIDE/DGS’ 
’O ÚLTIMO BASTIÃO’, por Paulo Chitas 
Os que tomaram a sede da PIDE/DGS foram os únicos que viram sangue derramado no dia da queda do regime 
Capitão-Tenente Luís Costa Correia - Chefiou a força de fuzileiros que avançou para a António Maria Cardoso na noite de 25 de Abril 
Capitão-Tenente Almada Contreiras - Oficial da Marinha responsável pelas comunicações. Pediu a Pinheiro de Azevedo que mandasse os fuzileiros tomar a PIDE 
Major Carlos Campos Andrada - Oficial de Cavalaria foi incumbido por Spínola de tomar a sede da PIDE 
- ‘25 de Abril - ANTÓNIO DE SPÍNOLA’ 
‘O GENERAL DAS GUERRAS PERDIDAS’, por Luís Almeida Martins 
Foi o rosto da revolução, mas nunca concordou com os seus princípios evito-as a ser devorado por ela - sem deixar de ser uma figura referencial do Portugal do século XX. 
- ‘25 de Abril - FRANCISCO DA COSTA GOMES’ 
‘O MILITAR PARADOXAL’, por Luís Almeida Martins 
Foi o escolhido pelos capitães para dar um rosto ao poder depois do golpe, mas seria ultrapassado por Spínola. Por pouco tempo, pois o principal trunfo deste homem discreto foi a capacidade de sobrevivência 
- ‘25 de Abril - VITOR ALVES’, por Maria José Oliveira 
Foi o primeiro rosto do MFA a surgir diante dos portugueses, na manhã de 26 de Abril de 1974. Pelas suas capacidades de negociações, dói-lhe atribuída a orientação política do golpe. 
- ‘25 de Abril - MELO ANTUNES’
‘ANATOMIA DE UM INSTANTE’, de Filipe Luís 
Melo Antunes não foi apenas decisivo para derrubar a ditadura. São dele, também, as palavras fundadoras do regime democrático estabilizado. Saiba como é porquê. 
- ‘25 de Abril - IMAGENS’ 
‘A HORA DA VITÓRIA’ 
A festa na margem sul do Tejo, logo no início do dia 25 de Abril, à passagem das tropas da Escola Prática de Artilharia. 


Preço: 32,50€;