Portugal & Estado Novo - Análise histórica da queda da I República, o triunfo do movimento militar do 28 de Maio de 1926, a institucionalização do regime e as ascensão do professor de Coimbra a convite dos militares para restaurar as finanças e a chefia do Governo até 1968, ano em que foi substituído por Marcello Caetano
Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - De Maio 2016.
‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’
‘As revoltas que antecederam o final da I República - Os anos da Ditadura Militar. As proibições impostas. - As deportações, os exílios e os tribunais militares. As tentativas revolucionárias de 1927 a 1931.’
Directora: Cláudia Lobo
Lisboa 2016
Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Muito Raro.
Temas em destaque:
- ‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’
28 de Maio - Cronologia
- ‘DEZ ANOS DE AGITAÇÃO’ (1923 - 1932), por Luís Almeida Martins
- ‘ADEUS ILUSÕES’, por Luís Farinha
“O meu propósito é ir contra a acção nefasta de todos os políticos e dos partidos e de pôr fim à uma ditadura de políticos irresponsáveis.” - General Gomes da Costa, Junho 1926
- ‘UM COMPLICADO PUZZLE POLÍTICO’, por Luís Bigotte Chorão
‘O esperto partidário desfeito pelo 28 de Maio refletia as inquietações e as contradições do tempo.’
‘Carta de Cunha Leal a Cabeçadas’
- ‘O OCASO LENTO DO PARTIDO SOCIALISTA PORTUGUÊS’, por Luís Farinha
‘O velho partido de José Fontana viu-se primeiro emparedado entre republicanos e anarquistas e depois em confronto com o marxismo revolucionário dos comunistas.’
- ‘NO CENTRO DA REPÚBLICA’
‘Muitas foram as formações políticas do tronco republicano.’
- ‘A “REVOLTA DOS GENERAIS” ABALA LISBOA’, por Ricardo Silva
‘A tentativa de golpe militar contra a I República, em 19 de Abril de 1925, foi contida pelas forças leais ao Governo Constitucional, mas verificar-se-ia depois que não passou de um ensaio para o 28 de Maio do ano seguinte.’
- ‘OS SARGENTOS ATACAM DE ALMADA’, por Ricardo Silva
‘Derrotada a “cabeçada” de Mendes Cabeçadas, seguiu-se, em 2 de Fevereiro de 1926, nova tentativa de golpe, está liderada pelos subalternos da Escola Prática de Artilharia, de Vendas Novas.’
EM DISCURSO DIRECTO - Humberto Delgado conta, nas suas memórias, como foi ferido a tiro na noite de 2 de Fevereiro de 1926, em Vendas Novas.
- ‘28 DE MAIO - O DIA QUE DUROU DEZ DIAS’, por Ricardo Silva
‘Desta vez não chegou a haver tiros, mas o golpe que inaugurou uma ditadura de 48 anos teve todos os ingredientes de guerra civil, num choque entre comandantes e respectivas concepções políticas.’
FILME DOS ACONTECIMENTOS - As movimentações iniciadas no dia 27 de Maio em Braga só terminariam a 6 de Junho, com a entrada das forças de Gomes da Costa em Lisboa.
- ‘APOGEU E QUEDA DO GENERAL DE MAIO’, por Ricardo Silva
‘Gomes da Costa enterrou as ilusões regeneradoras de Cabeçadas e de muitos republicanos, mas acabaria apeado por Carmona logo em Junho de 1926, depois de durante dias ter transformado o País num quartel.’
MENDES CABEÇADAS - O Grande Arrependido
GOMES DA COSTA - Um Triunfo Breve
ÓSCAR CARMONA - 25 anos no pódio
- ‘VISADO PELA COMISSÃO DE CENSURA’, por Joaquim Cardoso Gomes
‘A liberdade de imprensa desapareceu logo em 24 de Junho de 1926, menos de um mês após o golpe.’
- ‘A “VIDA BOA” CONTRA A “BOA VIDA”.’, por Pedro Caldeira Rodrigues
‘Para atenuar os efeitos da moralização imposta, o teatro de revista apostou na estética modernista e no luxo dos cenários e dos adereços.’
- ‘A LENTA MORTE DO SINDICALISMO INDEPENDENTE’, por António Ventura
‘O golpe militar cortou as asas a um movimento laboral já dividido entre três correntes, e a criação dos “sindicatos nacionais” representou a machadada final.’
- ‘UMA JUSTIÇA POLÍTICA DE EXCEÇÃO’, por Irene Flunser Pimentel
‘A Ditadura Militar (como depois o Estado Novo) sustentava que existia “liberdade de pensamento”, mas criou Tribunais Militares Especiais destinados a punir os seus opositores ativos.’
- ‘OS AÇORES NA ROTA DOS PRESOS POLÍTICOS’, por Sérgio Rezendes
‘O arquipélago atlântico serviu de local de deportação.’
- ‘ESPERANÇAS E DESILUSÕES NO EXÍLIO’, por Susana Martins
‘Começou logo em 1926 o calvário dos oposicionistas expatriados, fugazmente animados pela implantação da II República em Espanha.’
- ‘HOMEM-CHRISTO FILHO, O ILUSTRE PROSCRITO’, por Rita Almeida de Carvalho
‘Aquele que é por muitos considerado o único verdadeiro fascista português teve uma vida breve mas faustosa, trepidante, preenchida e aventurosa.’
- ‘PELA DIREITA É QUE PASSA A SER O CAMINHO’, por Luís Farinha
‘Em 1928, Portugal aprovou o seu primeiro Código da Estrada. Mas o estado das vias e o défice educativo dos cidadãos comprometeram, os efeitos positivos da medida.’
- ‘AS FINANÇAS DA REVOLUÇÃO E A REVOLUÇÃO NAS FINANÇAS’, por Nuno Valério
‘Os “heróis” da estabilização financeira de 1922-1932 foram dois militares republicanos esquecidos, um militar revolucionário mal-amado e um civil triunfante.’
VITORINO GUIMARÃES - O Esquecido
ÁLVARO DE CASTRO - O Fim da Inflação
SINEL DE CORDES - O Mal-Amado
- ‘A ASCENSÃO DE SALAZAR’, por Filipe Ribeiro de Meneses
‘Para a transformação da Ditadura Militar numa ditadura nacionalista capaz de “reconciliar o Estado com a nação”, o poderoso ministro das Finanças contou com o apoio decisivo do Presidente da República, Óscar Carmona.’
- ‘DITADOR DAS FINANÇAS E FUNDADOR DO “IMPÉRIO”.’, por Ana Catarina Pinto
‘Foi decisivo o papel de Salazar na captação para a ditadura da burguesia metropolitana, oferecendo-lhe um império.’
- ‘IVENS FERRAZ “À PONTA DA CORDA, DO LADO DA REPÚBLICA”.’ por Ana Catarina Pinto
‘O presidente Carmona arbitrou o conflito de 1929-1939, entre o chefe do Governo e o ministro das Finanças, a favor do segundo, Salazar. E assim foi enterrado o projeto de regresso à República liberal.’
IVENS FERRAZ - “Ditador” mas Pouco
- ‘UMA PEQUENA GUERRA CIVIL’, por Luís Almeida Martins
‘Entre 3 e 9 de Fevereiro de 1927 ocorreu a primeira tentativa de derrube da ditadura, envolvendo civis e militares em larga escala. Os sublevados do Porto nunca deixariam de acusar Lisboa de não se ter erguido a tempo.’
- ‘A EFÉMERA ATLÂNTIDA’, por Luís Almeida Martins
‘Em 1931, a Madeira chegou a libertar-se da ditadura. Mas seria a última grande tentativa de inverter a situ Antes da institucionalização do Estado Novo.’
FERREIRA CAMÕES - O Tenente Rebelde prendeu as autoridades da Ilha
JÚLIO BOTELHO MONIZ - O Futuro Ministro da Defesa esteve entre as Forças da Ditadura
Preço: 32,50€;

Sem comentários:
Enviar um comentário
APÓS A SUA MENSAGEM INDIQUE O SEU E-MAIL E CONTACTO TELEFÓNICO
After your message, please leave your e-mail address or other contact.