quarta-feira, 6 de maio de 2026

Portugal & Estado Novo - Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - Maio 2016 - (‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’) - Lisboa 2016 - Muito Raro;





Portugal & Estado Novo - Análise histórica da queda da I República, o triunfo do movimento militar do 28 de Maio de 1926, a institucionalização do regime e as ascensão do professor de Coimbra a convite dos militares para restaurar as finanças e a chefia do Governo até 1968, ano em que foi substituído por Marcello Caetano 


Revista ‘VISÃO HISTÓRIA’, n. 35 - De Maio 2016. 
‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’ 
‘As revoltas que antecederam o final da I República - Os anos da Ditadura Militar. As proibições impostas. - As deportações, os exílios e os tribunais militares. As tentativas revolucionárias de 1927 a 1931.’ 
Directora: Cláudia Lobo 
Lisboa 2016 


Exemplar com 98 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro. 



Temas em destaque: 
- ‘O GOLPE MILITAR DE 28 DE MAIO E A ASCENSÃO DE SALAZAR’  

28 de Maio - Cronologia 
- ‘DEZ ANOS DE AGITAÇÃO’ (1923 - 1932), por Luís Almeida Martins 

- ‘ADEUS ILUSÕES’, por Luís Farinha 
“O meu propósito é ir contra a acção nefasta de todos os políticos e dos partidos e de pôr fim à uma ditadura de políticos irresponsáveis.” - General Gomes da Costa, Junho 1926 

- ‘UM COMPLICADO PUZZLE POLÍTICO’, por Luís Bigotte Chorão 
‘O esperto partidário desfeito pelo 28 de Maio refletia as inquietações e as contradições do tempo.’ 
‘Carta de Cunha Leal a Cabeçadas’ 

- ‘O OCASO LENTO DO PARTIDO SOCIALISTA PORTUGUÊS’, por Luís Farinha 
‘O velho partido de José Fontana viu-se primeiro emparedado entre republicanos e anarquistas e depois em confronto com o marxismo revolucionário dos comunistas.’ 

- ‘NO CENTRO DA REPÚBLICA’ 
‘Muitas foram as formações políticas do tronco republicano.’ 

- ‘A “REVOLTA DOS GENERAIS” ABALA LISBOA’, por Ricardo Silva 
‘A tentativa de golpe militar contra a I República, em 19 de Abril de 1925, foi contida pelas forças leais ao Governo Constitucional, mas verificar-se-ia depois que não passou de um ensaio para o 28 de Maio do ano seguinte.’ 

- ‘OS SARGENTOS ATACAM DE ALMADA’, por Ricardo Silva 
‘Derrotada a “cabeçada” de Mendes Cabeçadas, seguiu-se, em 2 de Fevereiro de 1926, nova tentativa de golpe, está liderada pelos subalternos da Escola Prática de Artilharia, de Vendas Novas.’ 
EM DISCURSO DIRECTO - Humberto Delgado conta, nas suas memórias, como foi ferido a tiro na noite de 2 de Fevereiro de 1926, em Vendas Novas. 

- ‘28 DE MAIO - O DIA QUE DUROU DEZ DIAS’, por Ricardo Silva 
‘Desta vez não chegou a haver tiros, mas o golpe que inaugurou uma ditadura de 48 anos teve todos os ingredientes de guerra civil, num choque entre comandantes e respectivas concepções políticas.’ 
FILME DOS ACONTECIMENTOS - As movimentações iniciadas no dia 27 de Maio em Braga só terminariam a 6 de Junho, com a entrada das forças de Gomes da Costa em Lisboa. 

- ‘APOGEU E QUEDA DO GENERAL DE MAIO’, por Ricardo Silva 
‘Gomes da Costa enterrou as ilusões regeneradoras de Cabeçadas e de muitos republicanos, mas acabaria apeado por Carmona logo em Junho de 1926, depois de durante dias ter transformado o País num quartel.’ 
MENDES CABEÇADAS - O Grande Arrependido 
GOMES DA COSTA - Um Triunfo Breve 
ÓSCAR CARMONA - 25 anos no pódio 

- ‘VISADO PELA COMISSÃO DE CENSURA’, por Joaquim Cardoso Gomes 
‘A liberdade de imprensa desapareceu logo em 24 de Junho de 1926, menos de um mês após o golpe.’ 

- ‘A “VIDA BOA” CONTRA A “BOA VIDA”.’, por Pedro Caldeira Rodrigues 
‘Para atenuar os efeitos da moralização imposta, o teatro de revista apostou na estética modernista e no luxo dos cenários e dos adereços.’ 

- ‘A LENTA MORTE DO SINDICALISMO INDEPENDENTE’, por António Ventura 
‘O golpe militar cortou as asas a um movimento laboral já dividido entre três correntes, e a criação dos “sindicatos nacionais” representou a machadada final.’ 

- ‘UMA JUSTIÇA POLÍTICA DE EXCEÇÃO’, por Irene Flunser Pimentel 
‘A Ditadura Militar (como depois o Estado Novo) sustentava que existia “liberdade de pensamento”, mas criou Tribunais Militares Especiais destinados a punir os seus opositores ativos.’ 

- ‘OS AÇORES NA ROTA DOS PRESOS POLÍTICOS’, por Sérgio Rezendes 
‘O arquipélago atlântico serviu de local de deportação.’ 

- ‘ESPERANÇAS E DESILUSÕES NO EXÍLIO’, por Susana Martins 
‘Começou logo em 1926 o calvário dos oposicionistas expatriados, fugazmente animados pela implantação da II República em Espanha.’ 

- ‘HOMEM-CHRISTO FILHO, O ILUSTRE PROSCRITO’, por Rita Almeida de Carvalho 
‘Aquele que é por muitos considerado o único verdadeiro fascista português teve uma vida breve mas faustosa, trepidante, preenchida e aventurosa.’ 

- ‘PELA DIREITA É QUE PASSA A SER O CAMINHO’, por Luís Farinha 
‘Em 1928, Portugal aprovou o seu primeiro Código da Estrada. Mas o estado das vias e o défice educativo dos cidadãos comprometeram, os efeitos positivos da medida.’ 

- ‘AS FINANÇAS DA REVOLUÇÃO E A REVOLUÇÃO NAS FINANÇAS’, por Nuno Valério 
‘Os “heróis” da estabilização financeira de 1922-1932 foram dois militares republicanos esquecidos, um militar revolucionário mal-amado e um civil triunfante.’ 
VITORINO GUIMARÃES - O Esquecido 
ÁLVARO DE CASTRO - O Fim da Inflação 
SINEL DE CORDES - O Mal-Amado 

- ‘A ASCENSÃO DE SALAZAR’, por Filipe Ribeiro de Meneses 
‘Para a transformação da Ditadura Militar numa ditadura nacionalista capaz de “reconciliar o Estado com a nação”, o poderoso ministro das Finanças contou com o apoio decisivo do Presidente da República, Óscar Carmona.’ 

- ‘DITADOR DAS FINANÇAS E FUNDADOR DO “IMPÉRIO”.’, por Ana Catarina Pinto 
‘Foi decisivo o papel de Salazar na captação para a ditadura da burguesia metropolitana, oferecendo-lhe um império.’ 

- ‘IVENS FERRAZ “À PONTA DA CORDA, DO LADO DA REPÚBLICA”.’ por Ana Catarina Pinto 
‘O presidente Carmona arbitrou o conflito de 1929-1939, entre o chefe do Governo e o ministro das Finanças, a favor do segundo, Salazar. E assim foi enterrado o projeto de regresso à República liberal.’ 
IVENS FERRAZ - “Ditador” mas Pouco 

- ‘UMA PEQUENA GUERRA CIVIL’, por Luís Almeida Martins 
‘Entre 3 e 9 de Fevereiro de 1927 ocorreu a primeira tentativa de derrube da ditadura, envolvendo civis e militares em larga escala. Os sublevados do Porto nunca deixariam de acusar Lisboa de não se ter erguido a tempo.’ 

- ‘A EFÉMERA ATLÂNTIDA’, por Luís Almeida Martins 
‘Em 1931, a Madeira chegou a libertar-se da ditadura. Mas seria a última grande tentativa de inverter a situ Antes da institucionalização do Estado Novo.’ 
FERREIRA CAMÕES - O Tenente Rebelde prendeu as autoridades da Ilha 
JÚLIO BOTELHO MONIZ - O Futuro Ministro da Defesa esteve entre as Forças da Ditadura 


Preço: 32,50€; 

Sem comentários:

Enviar um comentário

APÓS A SUA MENSAGEM INDIQUE O SEU E-MAIL E CONTACTO TELEFÓNICO
After your message, please leave your e-mail address or other contact.