sábado, 31 de janeiro de 2015

Moçambique - Angola & História - Jornal ‘TAL & QUAL’ - 15.03.1996 - (‘FRELIMO MATOU MONDLANE ?’) - Lisboa 1996 - MUITO RARO;










Moçambique - Angola & História - O assassinato de Eduardo Mondiale em 1969, na casa da amiga Betty King, vítima da explosão de um livro-bomba, foi sendo atribuído a autoria à PIDE/DGS, situação que terá escapado ao chefe da segurança do líder da FRELIMO, Joaquim Chissano, enquanto diversos antigos dirigentes da própria organização atribuiem a responsabilidade aos próprios camaradas, Joaquim Chissano, Marcelino dos Santos, a esposa Pamela (ala marxista-leninista maoista) e outros…com o objectivo de afastar o líder, próximo dos americanos e com contactos privilegiados à CIA…


Jornal ‘TAL & QUAL’ - De 15 de Márcia de 1996. 
‘FRELIMO MATOU MONDLANE ?’ 
Lisboa 1996 


Jornal com 24 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO. 


Temas em destaque: 
- ‘FRELIMO MATOU MONDLANE ?’, por Xavier de Figueiredo 
‘Está desfeita em cacos a versão oficial que a FRELIMO alimentou, ao longo de quase trinta anos, acerca das causas e das circunstâncias em que foi assassinado o primeiro presidente da guerrilha moçambicana, Eduardo Mondiale. A autoria do atentado era, nessa versão, taxativamente remetido para a PIDE/DGS, a polícia política do regime deposto em Portugal em 25 de Abril de 1974. Mas os indícios, testemunhos e até provas que têm vindo a lume passaram a dar consistência a uma outra tese: Mondlane foi, afinal, vítima de uma conspiração do próprio movimento que liderava…’ 
‘… em Fevereiro passado, aterrou em Maputo, um primo directo de Mondlane, de seu nome João Gabriel Chivambo Mondlane, há anos radicado em Nova Iorque. Vinha para pôr em pratos limpos o caso do assassinato, ocorrido em 1969, na Tanzânia.’ 
‘Uma filha de Samuel Dhlakama, Francisca, corroborada pela mãe, reagiu à entrevista dizendo que os mandantes do assassinato foram, Joaquim Chissano, Marcelino dos Santos e a mulher deste, Pamela.’ 

- ‘FOME A BORDO’, reportagem de Ferreira Pinto 
‘É de fome o dia-a-dia dos trinta tripulantes de dois barcos angolanos, arrastados no porto de Lisboa por dívidas. Já lá vão 26 meses…’ 

- ‘UM OÁSIS NA CIDADE’, pelo repórter T&Q 
‘Sem sair de Lisboa, sem pagar, os alfacinhas podem conhecer e observar animais selvagens. Basta ir a Monsanto.’ 


Preço: 27,50€; 

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