segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Guerra Colonial - 'O ALFERES DR. JOSÉ CARLOS FERREIRA DE ALMEIDA', de H. Veiga de Macedo - Lisboa 1964 - MUITO RARO



Guerra Colonial - Guiné & Angola - O primeiro oficial a ser morto pelos guerrilheiros na guerra de África


'O ALFERES DR. JOSÉ CARLOS FERREIRA DE ALMEIDA'
De H. Veiga de Macedo
Edição do 'Círculo de Estudos Alfredo Pimenta'
Lisboa 1964


Livro com 16 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Do texto:
"Li algures que o Alferes Ferreira de Almeida 'foi o primeiro oficial a morrer em consequência das ameaças e ataques de que têm sido alvo as nossas províncias da Guiné e de Angola'."


Preço: 0,00€; (Indisponível)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Ultramar - Lote de 6 livros sobre a guerra colonial - 1991 e 92 (A GUERRA NA PRIMEIRA PESSOA) - RAROS



 

 

 

 

 


Ultramar - A guerra colonial em Angola, Guiné e Moçambique revelada por 6 escritores consagrados


Lote de 6 livros sobre a guerra colonial - 1991 e 92 (A GUERRA NA PRIMEIRA PESSOA).
1. - 'MIGUEL VÁRZEA ALFERES E PAISANO', de Carlos Urgel Dirceu;
2. - 'HENDA XALA', de Abílio Teixeira Mendes;
3. - 'LUGAR DE MASSACRE', de José Martins Garcia;
4. - 'MEMÓRIA', de Álvaro Guerra;
5. - 'OS ALFERES', de Mário de Carvalho;
6. - 'OMBRO, ARMA !', de José Manuel Mendes;


Todos os exemplares em muito bom estado de conservação.
De difícil localização.
RAROS.



Lote de 6 livros sobre a guerra colonial:
1. - 'MIGUEL VÁRZEA ALFERES E PAISANO'
De Carlos Urgel Dirceu
Edição Círculo de Leitores
Lisboa 1991

Livro de capas duras, dupla capa, com 252 páginas e em muito bom estado de conservação.

Da badana:
"Falara de 'MIGUEL VÁRZEA ALFERES PAISANO' é portanto falar da guerra colonial, mas sem os clichés habituais e sem maniqueísmos simplistas. Carlos Urgel Dirceu oferece-nos com este livro uma história bem construída e agradável de ler.
Jornal 'CORREIO DA MANHÃ'"


CARLOS URGEL DIRCEU:
"Pseudónimo literário do jornalista António Santos Ribeiro.
Nasceu em Santa Comba Dão, a 18 de Novembro de 1941.
Frequentou no Porto, A Faculdade de Economia. Em Moçambique, onde viveu de 1966 a 1970, foi director do Teatro de Amadores de Lourenço Marques, juntamente com o encenador Mário Barradas, e fez crítica de cinema. Nessa época, recebeu um prémio de poesia que lhe foi atribuído por um júri de que faziam parte o poeta Rui Knopli e o ensaísta Eugénio Lisboa. Antes do 25 de Abril de 1974, escreveu no 'COMÉRCIO DO FUNCHAL' e colaborou na revista 'O TEMPO E O MODO'. Trabalhou como jornalista no ' 'NOTÍCIAS' (Moçambique), 'O PRIMEIRO DE JANEIRO' e 'EXPRESSO', sendo, actualmente, chefe de redacção do 'JORNAL DE NOTÍCIAS'.
Publicou, além de 'MIGUEL VÁRZEA ALFERES PAISANO' (1984), o romance 'A FOZ DO GRANDE RIO' (1984)."


2. - 'HENDA XALA'
De Abílio Teixeira Mendes
Edição Círculo de Leitores
Lisboa 1992

Livro de capas duras, dupla capa, com 262 páginas e em muito bom estado de conservação.

Da badana:
"A guerra ia rolando, quilómetro a quilómetro, muito enfadonha, muito lenta, em intermináveis escoltas, norte abaixo, norte acima.
(...)
À babilónia do Caxito seguia-se curta paragem no Sassa onde ressoavam as culatras no bala-à-câmara. Depois era o norte. Já iam longe os medos que imaginavam os exercícios da Funda com o acto de guerra e ninguém dava crédito às prevenções sobre o Bairro Operário onde, murmurava-se entre os maçaricos, Mata~Haris indígenas e James Bonds quimbundos preparavam a 'Noite das Facas Longas'..."


ABÍLIO TEIXEIRA MENDES:
"Nasceu em Lisboa, a 14 de Dezembro de 1939 e morreu na mesma cidade a 6 de Setembro de 1988.
Fez os estudos primários e secundários no Colégio Infante de Sagres e ingressou na Faculdade de Medicina de Lisboa, onde se diplomou em 1965, após uma curta passagem pelo curso de Teatro do conservatório. Ainda estudante, militou nas organizações académicas e foi activista das greves ocorridas em 1962. Entre 1967 e 1970 cumpre o serviço militar obrigatório e é mobilizado para Angola como alferes médico. Após a desmobilização, ingressou no Serviço de Pediatria do hospital de Santa Maria, onde concluiu a especialidade em 1973.
Além do romance 'HENDA XALA' (1984), publicou também um volume de contos: 'COISAS DE ÁFRICA. Arquive-se' (1987)."


3. - 'LUGAR DE MASSACRE'
De José Martins Garcia
Edição Círculo de Leitores
Lisboa 1991

Livro de capas duras, dupla capa, com 178 páginas e em muito bom estado de conservação.

Da badana:
"Entre Paris e a Guiné-Bissau, em 1968, a distância é muito maior do que os milhares de quilómetros que as separam. é a distância entre a combatividade romântica e algo ingénua que animava os estudantes nas ruas e a angústia de uma juventude condenada a uma guerra sem sentido que parece eternizar-se.
Para muitos, aquele 'LUGAR DE MASSACRE' (1975) foi o ponto de partida para uma viagem sem regresso...
(...)"


JOSÉ MARTINS GARCIA:
"Nasceu em Criação Velha, ilha do Pico, Açores, a 17 de Fevereiro de 1941.
Licenciado em Filologia Românica pela universidade de Lisboa, doutorou-se pela Universidade dos Açores, onde presentemente lecciona. Cumpriu o Serviço militar de 1965 a 1968, tendo sido mobilizado para a Guiné-Bissau em 1966. Foi Leitor de Português na Universidade Católica de Paris (1969-1971), Assistente da Faculdade de Letras de Lisboa (1971-1979) e professor convidado da Brown University, em Providewnce EUA (1979-1984). A par da actividade docente, tem colaborado em vários jornais e revistas, que no âmbito da crítica literária, que no da intervenção cultural. Publicou até ao presente, vinte e seis livros que abrangem os domínios do romance, do conto, da poesia, do teatro e do ensaio, entre os quais destacamos: 'IMITAÇÃO DA MORTE' (Romance, 1982), 'MEMÓRIA DA TERRA' (Romance, 1990), 'KATAFARAUM É UMA NAÇÃO' (contos, 1974), 'MORRER DEVAGAR' (Contos, 1979), 'CONTOS INFERNAIS' (Contos, 1987) e 'TEMPORAL' (poesia, 1986)."


4. - 'MEMÓRIA'
De Álvaro Guerra
Edição Círculo de Leitores
Lisboa 1991

Livro de capas duras, dupla capa, com 132 páginas e em muito bom estado de conservação.

Do ÍNDICE:
I - EU, MEMÓRIA
- Memória 1; - Páscoa; - Pimenta na língua e pimenta no prato ou a nostalgia da pepperland; - A fé e o império; - Ponta Tenente; - Os amores imperfeitos; - Lave mais branco; - Insecticídio; - O corpo; - Memória 2; - Veio de saia preta; - Animais na primeira pessoa do singular; - Memória 3; - Antimemória;

II - A INVENÇÃO DO REAL
- Os monstros de bronze; - Um olho muito humano; - O cavalo branco; - Os telefones; - O latim e as trevas; - A saída; - Elefantes esculpidos no marfim dos seus dentes; - As armas; - Os primeiros passos; - Faca de luz em vereda de sonho;

III - HISTÓRIAS FANTÁSTICAS DA PAZ E DA GUERRA NO REINO DO SOSSEGO
- Contribuição para a história do país que dá exemplos; - Onde o chefe sem língua profere o discurso de inauguração do milésimo primeiro monumento ao passado gloriosos; - Onde o grande senado aprova o decreto sobre os jardins públicos com flores de plástico e da ameaça que sobre eles pairou; - Da grande abundância na sociedade dos eternos valores humanos; - Sinfonia para uma guerra; - 1.º andamento: instrução; - 2.º andamento: ocupação, - 3.º andamento: massacre;
ANTIEPÍLOGO;


ÁLVARO GUERRA:
"Nasceu em Vila Franca de Xira, a 19 de Outubro de 1936.
Aí iniciou os estudos secundários, prosseguidos em Lisboa, onde frequentou a Faculdade de Direito. Cumpriu o Serviço Militar na Guiné durante a guerra colonial, experiência que viria a inspirar uma significativa parte da sua produção literária. Em 1967, publica 'OS MASTINS' e, dois anos mais tarde 'O DISFARCE', as duas primeiras novelas de uma trilogia que viria a completar-se com 'A LEBRE' (1970). Em 1969 parte para França, onde publica 'MEMÓRIA' (1971). Regressa a Portugal em 1972 para colaborar no jornal 'REPÚBLICA'. Em 1973, publica 'O CAPITÃO NENO E EU'. Em 1977 ingressa na carreira diplomática. Publicou ainda o ensaio 'Reflexões sobre a China ou as atribulações de Ocidental no Oriente' (1976), o textovida 'DO GENERAL AO CABO MAIS OCIDENTAL' (1976), a trilogia romanesca 'CAFÉ REPÚBLICA' (1982), 'CAFÉ CENTRAL' (1984) e 'CAFÉ 25 DE ABRIL' (1987). E, ainda, 'CRIMES IMPERFEITOS' (1990) e 'RAZÕES DE CORAÇÃO' (1991)."


5. - 'OS ALFERES'
De Mário de Carvalho
Edição Círculo de Leitores
Lisboa 1991

Livro de capas duras, dupla capa, com 118 páginas e em muito bom estado de conservação.

Da badana:
"Constituído por três narrativas diferentes, 'OS ALFERES' têm, no entanto, um denominador comum: todos focam, com humor subtil e inteligente com que Mário de Carvalho tão bem sabe ridicularizar a tragédia, o encontro dos alferes (milicianos) com o mundo desconhecido da hierarquia militar ao tempo da guerra colonial. Um encontro que irá gerar situações em que o absurdo e o suspense, sendo embora produto da notável imaginação do autor, contêm a dose de verosimilhança que as aproxima irresistivelmente da realidade.
A última narrativa, 'Era uma vez um alferes', foi adaptada para a televisão pelo realizador Luís Filipe costa."

Do ÍNDICE:
- A última cavalgado; - Há bens que vêm por mal; - Era uma vez um alferes;

MÁRIO DE CARVALHO:
"Nasceu em Lisboa no dia 25 de Setembro de 1944.
Formado em Direito pela Universidade clássica de Lisboa em 1969, viveu na Suécia até ao 25 de Abril de 1974. Estreou-se nas letras com o livro 'CONTOS DA SÉTIMA ESFERA' (1981), e, um ano depois publicava 'CASOS DO BECO DAS SARDINHEIRAS' e 'O LIVRO GRANDE DE TEBAS', 'NAVIO' e 'MARIANA', que lhe valeu o Prémio Literário 'Cidade de Lisboa' de 1983."


6. - 'OMBRO, ARMA !'
De José Manuel Mendes
Edição Círculo de Leitores
Lisboa 1991

Livro de capas duras, dupla capa, com 144 páginas e em muito bom estado de conservação.

Da badana:
"O que surpreende no livro 'OMBRO, ARMA' é o modo como a sua franqueza quase didáctica de intenção se conjuga com uma grande liberdade ocasional de evocação e de fantasia ao nível da sua poética verbal.
Óscar Lopes"


JOSÉ MANUEL MENDES:
"Nasceu em Luanda, a 9 de Setembro de 1948, mas vivem em Portugal desde muito novo.
É licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, onde viveu a crise académica de 1969. Professor do Ensino Secundário até 1980, deputado à Assembleia da República desde essa data, poeta, ficcionista e crítico literário, tem colaborado em várias revistas, como 'VÉRTICE' e 'SEARA NOVA', e participado em diversos colóquios e recitais de poesia."


Preço: 90,00€; (Lote completo)
Temos exemplares repetidos para venda em avulso e isoladamente.
Favor contactar.

Ultramar & Colonialismo - 'HISTÓRIA DE ANGOLA (1482-1963)', de Norberto Gonzaga - Luanda 1963 - MUITO RARO;



Ultramar & Colonialismo - Uma das obras historiográficas mais completas sobre o período colonial


'HISTÓRIA DE ANGOLA (1482-1963)'
De Norberto Gonzaga
Edição CITA (Centro de Informação e Turismo der Angola)
Luanda 1963


Livro com 382 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
MUITO RARO. 


Trata-se de uma valiosa obra sobre a história de Angola, das descobertas à sua colonização, ocupação holandesa, o célebre 'Mapa-cor-de-rosa', a ocupação do território e as sucessivas campanhas de pacificação e domínio dos reinos tribais, combate às pretensões alemãs sobre o sul do território e ao início da guerra colonial. Trabalho exaustivo de um dos maiores pesquisadores da historiografia angolana do período colonial com vasta obra bibliográfica editada. Realce também para a completa e diversificada relação da bibliografia consultada e relacionada no final do livro.



Do ÍNDICE: 

Capítulo I
- O descobrimento de S. Tomé;
Capítulo II
- Período pré-histórico;
Capítulo III
- Período pré-conguês;
Capítulo IV
- O Congo sob os aspectos geográficos, político, económico e social e a acção catalisadora dos portugueses;
Capítulo V
- Paulo Dias de Novais;
Capítulo VI
- Abolida a carta de Donatoria a Metrópole pretende que Angola encete novo rumo;
Capítulo VII
- A rainha Jinga;
- São expulsos de Angola os holandeses;
Capítulo VIII
- Desenvolvimento agrícola e povoamento;
- A batalha do Ambuíla;
- Os piratas não abandonam a costa;
- A ligação de Angola a Moçambique;
- O governo de Sousa Coutinho;
Capítulo IX
- Da abolição da escravatura ao século XX;
Capítulo X
- A Nação e a característica fundamental das suas fronteiras.

- Relação até à actualidade dos governadores-gerais e outras entidades que têm interferido na administração de Angola a partir do governo de Paulo Dias de Novais;
- Bibliografia;



Preço: 72,50€; 

Angola & Literatura - 'POESIA', de Saydi Mingas - Luanda 1978 - RARO




Angola & Literatura - A arte poética de um quadro superior do MPLA que já como ministro foi morto pelas dissidências dos seus camaradas a 27 de Maio de 1977


'POESIA'
De Saydi Mingas (Gasmin Rodrigues)
Edição da União dos Escritores Angolanos
Luanda 1978


Livro com 44 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Da Introdução:
"Impressa, reunida pela primeira vez num caderno, aparece POESIA de Saydi Mingas (Gasmin Rodrigues). Não é esta toda a sua poesia. Este, é postumamente o livro de estreia de Gasmin Rodrigues.
Anos antes, concluídos os estudos, terminada a sua preparação militar em Cuba, regressou Saydi Mingas, em 1970, às fileiras da luta armada de Libertação Nacional. Trazia então um grande maço de poemas em espanhol, escritos nos anos da sua permanência em cuba. Pediu-me que guardasse alguns. Não seriam para publicar. Eram frutos de inquietações, de um intimismo necessitado de exprimir-se na distância e no devaneio, na espera necessária...que os guardasse até que o tempo permitisse repô-los num contexto que os compreendesse...
Saydi Mingas seguiu para a frente. Participou em numerosas acções, combateu, ajudou a formar novos combatentes, transmitiu o seu entusiasmo e a sua inflexível coragem diante dos problemas postos pela luta.
(...)
Aqui se reúne poesia. Poesia com força, situada embora (a poesia) nas consequências da ambivalência linguística do autor, na sua pluriforme capacidade de ser.
Saydi Mingas tombou no momento em que a sua poesia deixou de ceder às tentações do som prolongado da palavra e da erudição.
Um caderno de poesia, com poesia para viver, junto do autor, companheiro vivendo totalmente."

Costa Andrade



Do ÍNDICE:

INTRODUÇÃO - Por Costa Andrade;
RESENHA BIOGRÁFICA;

POESIA:
- 'Não basta';
- 'Confiança';
- 'Não há caminhos';
- 'Deixaremos seguir';
- 'Não sei chorar';
- 'Um passo sobre mim';
- 'Dever' (Estocolmo / Maio 73);
- 'Chamar-te-ei simplemente homem' (Cabinda / Janeiro 77);
- '50 fevereiros de revolução' (Cabinda / Janeiro 77);
- 'Dimensão' (Estocolmo / Maio 73);
- 'Estás entre nós katinga' (Cabinda / Janeiro 77);
- 'Em ti' (Luanda / Janeiro 77);
- 'Faltas-me' (Cabinda / Janeiro 77);
- 'Deixa amor' (Luanda / Março 77);
- 'Redução' (Estocolmo / Maio 73);
- 'Com história' (Luanda / Janeiro 77);
- 'Sem algemas' (Luanda / Janeiro 77);



Preço: 27,50€;

Moçambique & Literatura - 'CALANGA', de Rodrigues Júnior - Lourenço Marques 1955 - Muito Raro



Moçambique & Literatura - Da autoria de uma dos mais consagrados escritores em língua portuguesa do período colonial


'CALANGA'
De Rodrigues Júnior
Edição Minerva
Lourenço Marques 1955


Livro com 284 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Raro.


Dedicatória:
"A todos os que trabalham a terra da Calanga - e que se dobram sobre ela para arrancar o pão de cada dia, dedica o autor este livro que tem muito da alma de Colono e do negro que o ajuda na faina do amanho desse chão que é Céu e Inferno do homem."


Preço: 35,00€;

Descolonização - 'ANGOLA! ANGOLA! Testemunho sobre o problema colonial', de José Pires - Lisboa 1975 - Muito raro



Descolonização - Breves explicações sobre a problemática da situação política em Angola


'ANGOLA! ANGOLA! Testemunho sobre o problema colonial'
De José Pires
Edição Jornal 'O IMIGRANTE'
Lisboa 1975


Livro com 192 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito Raro.


Preço: 30,00€;

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Ultramar & Colonialismo - 'ÁLBUM DE PENTEADOS DO SUDOESTE DE ANGOLA', de Carlos Estermann - Lisboa 1960 - MUITO RARO


 

 

 



Ultramar & Colonialismo - Um obra magnífica da autoria de um dos melhores especialistas e conhecedores da realidade angolana


'ÁLBUM DE PENTEADOS DO SUDOESTE DE ANGOLA'
De Padre Carlos Estermann
Edição da Junta de Investigação do Ultramar
Lisboa 1960


Livro com 95 páginas (25.5 x 19.5cm), bilíngue (português e francês), muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Obra magnífica da autoria de um dos melhores especialistas e conhecedores da realidade angolana, o Padre Carlos Estermann dedicou uma grande parte da sua vida no contacto com as diversas comunidades étnicas de Angola para poder editar uma vasta e importante bibliografia sobre a etnografia do país. Com 54 estampas magníficas dos penteados, o livro é uma raridade e de grande importância cultura.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
Sá da Bandeira, Junho de 1959 


NOTAS EXPLICATIVAS 

I - DIVISÃO ÉTNICA E PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA CIVILIZAÇÃO DOS POVOS DO SUDOESTE 

II - EXPLICAÇÃO DAS GRAVURAS 
1. Observação prévia 
2. Significado dos penteados 
- Não Bantos 
- Grupo Ambó 
- Grupo Nhaneca-Humbe 
- Tribos Quipungo, Handa, Quilengues-Humbe 
- Teibo Quilengues-Musó 
- Tribo Nhaneca (Huila-Gambos) 
- Grupo Herero 


Preço: 170,00€;

Angola & Colonialismo - 'RESUMO DA HISTÓRIA DE ANGOLA', de José Ribeiro da Cruz - Lisboa 1940 - MUITO RARO



Angola & Colonialismo - Uma breve resenhas da história da acção dos portugueses nesta colónia africana


'RESUMO DA HISTÓRIA DE ANGOLA'
De José Ribeiro da Cruz
Tipografia Empresa do Anuário Comercial
Lisboa 1940


Livro com 234 páginas, ilustrado e em bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Preço: 47,50€;

Ultramar & Colonialismo - 'ROTEIRO DE CIDADES, VILAS E POVOAÇÕES DE ANGOLA', de Carlos Mimoso Moreira e Saúl Queiróz - LOBITO - 1963 - MUITO RARO



Ultramar & Colonialismo - As potencialidades da vida económica, turística e social das regiões do sul desta antiga colónia portuguesa


'ROTEIRO DE CIDADES, VILAS E POVOAÇÕES DE ANGOLA
1.º volume (Lobito no cinquentenário municipal e concelhio. Benguela - Silva Porto - Luso - Cubal, Ganda e Camacupa)'

De Carlos Mimoso Moreira e Saúl Queiróz
Edição 'O LOBITO'
Lobito 1963


Livro com 174 páginas, muito ilustrado (fotografias, mapas e desenhos) e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Preço: 0,00€; (Indisponível)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

África - História & Revolução - 'ANGOLA - CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DO NACIONALISMO MODERNO ANGOLANO', de Edmundo Rocha - Luanda 2002 - MUITO RARO;


 















África - História & Revolução - Uma profunda análise do movimento e personagens do nacionalismo angolano, por quem o viveu de forma empenhada e com recurso a inúmeras fontes documentais e testemunhais, sendo uma das melhores obras dada a seriedade intelectual do autor 


'ANGOLA - CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DO NACIONALISMO MODERNO ANGOLANO (Período 1950-1964)'
De Edmundo Rocha
Edição Kilombelombe
Luanda 2002


Livro com 654 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
Nota para a reprodução de inúmeros documentos históricos das organizações nacionalistas angolanas.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Da contracapa:
"(...) O movimento de libertação nacional angolano, nasceu e desenvolveu-se na fase histórica da descolonização no pós-guerra, 1939 a 1945, não só nos meios urbanos do litoral, em especial em Luanda, mas também na emigração. Emigração em Lisboa e em Paris, e emigração em Léopoldville. Formaram-se duas correntes nacionalistas que evoluíram de costas voltadas uma para a outra, influenciaras por pensamentos políticos totalmente opostos: a corrente Luanda-Lisboa, mais marcada por ideias marxistas, e a corrente Léopoldville-Luanda, influenciada por um sincretismo cristão-protestante tribal.

Na primeira corrente, o marxismo, de tonalidades diferentes, influenciou de maneira decisiva os intelectuais oriundos da pequena burguesia luandense e marcou de maneira indelével os diferentes movimentos nacionalistas, que nasceram nos anos 50, em Luanda e em Lisboa, e que iriam dar origem ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). 

Pelo contrário, a corrente nacionalista na emigração no Congo Léopoldville (Kinshasa), com uma experiência histórica diferente e contacto permanente com a potência colonial belga, constituiu um real motor na gestação e afirmação de um importante baluarte do nacionalismo angolano moderno, a União das Populações de Angola (UPA). 

É que apesar do hermetismo da sociedade portuguesa da época de Salazar, as grandes correntes ideológicas tinham influenciado profundamente as jovens gerações de angolanos. 

É neste quadro evolutivo, interactivo e complexo, que se gera e afirma o processo de libertação angolano, onde se distinguiram pela sua originalidade, tenacidade e sentido histórico, as gerações dos anos cinquenta e sessenta, e se destacaram personalidades como foram: Agostinho Neto, Viriato da Cruz e Mário de Andrade, na corrente marxista; e Holden Roberto na corrente nacionalista da emigração Bakongo. Nesta fase, Jonas Savimbi dava os primeiros passos na política nacionalista só se tendo afirmado a partir de 1967, quando cria a UNITA, motivo por que não entra no quadro deste estudo que se limita ao período de 1950 a 1961." 



O AUTOR: 
“EDMUNDO VICENTE DE MELO ROCHA nasceu em Porto Amboim, actual província do Kwanza Sul, República de Angola, em 21 de Maio de 1931, tendo aí efectuado seus estudos primários e parte dos secundários em Luanda, no Liceu Nacional de Salvador Correia, que completou em Coimbra, Portugal, em 1951. Efectuou seus estudos superiores de Medicina em França, primeiro em Grenoble e depois em Paris, de 1952 a 1954. Em 1954 regressou a Portugal e nesse ano, deu continuidade aos estudos, desta feita na Faculdade de Medicina de Lisboa, que terminou em 1961, especializando-se em Pediatria, e posteriormente, em Imuno-Alergologia. É doutorado em Pediatria pela Faculdade de Medicina de Argel (Argélia). 

Suas actividades no âmbito da política podem ser assim resumidas: De 1949 a 1951 foi membro da Casa dos Estudantes do Império (CEI) em Coimbra. O período de 1952 a 1954 pode ser considerado como os anos de formação e de militância no seio do Grupo de Paris, até regressar a Lisboa onde, de 1954 a 1961 deu continuidade as actividades políticas, na clandestinidade, primeiro no MUD Juvenil, de 1954 a 1957, e depois, no Movimento Anti-Colonial (MAC), de 1957 a 1959, de que foi dirigente, e, a seguir, também dirigente do Movimento dos Estudantes Angolanos (MEÃ), de 1959 a 1961. Enviado pelo MEÃ, em Abril de 1961, para o exterior, organizou na Alemanha, juntamente com Luís de Almeida, Desidério Costa e Luísa Gaspar, a fuga de 100 estudantes africanos de Portugal em Junho-Julho de 1961, tendo sido, nesse ano, um dos fundadores da União Geral dos Estudantes dos Países sob Domínio Colonial Português (UGEAN). Com o apoio de Marcelino dos Santos, Secretário Geral da CONCP, organizou em Setembro de 1961, em Rabat (Reino de Marrocos), o Congresso Constitutivo da UGEAN. Fez parte do grupo de 14 angolanos que em Setembro de 1961 instalou o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) em Léopoldville,  Congo Democrático, tendo aí exercido como médico no CVAAR, até 1964, altura em que o MPLA e o CVAAR foram expulsos daquele país. Refugiou-se na Argélia, onde exerceu e leccionou a cadeira de Pediatria na Universidade de Medicina de Argel, de 1964 a 1975, ano em que voltou a Angola, mais exactamente no mês de Setembro. É militante de base do MPLA desde 1961 e militante do nacionalismo angolano desde 1950. 

Dirigiu a Casa de Angola em Portugal e fez parte da Direcção da revista ‘AfroLetras’, edição trimestral dessa Associação Cívica, desde 1998 até 2000, tendo nesse período editado seus números.“ 


Bibliografia: 
“Investigador do nacionalismo angolano e conferencista em Portugal, França e Angola, publicou anteriormente: 
- ‘A Casa dos Estudantes do Império nos anos de fogo. Depoimento sobre a acção política da juventude africana da CEI no quadro da luta pela libertação nacional das Colónias portuguesas’
In, ‘MENSAGEM’ (Número especial do cinquentenário da fundação da Casa dos Estudantes do Império, 1944-1994).
Edição da Associação da Casa dos Estudantes do Império 
Lisboa 1997
- ‘O CLUBE MARÍTIMO AFRICANO - A sua contribuição para a luta pela independência nacional dos países sob domínio colonial português (1955-1961)’
Edição da Câmara Municipal de Lisboa - Biblioteca Museu República e Resistência 
Lisboa 1998.”



Do ÍNDICE:

Glossário de Abreviaturas
Agradecimentos
INTRODUÇÃO 
EDMUNDO ROCHA - Portugal 1999

Capítulo Primeiro
ANGOLA: PERSPECTIVA HISTÓRICA 
1.1 - Os três grupos étnicos principais 
1.2 - A formação da burguesia nacional, geradora do movimento intelectual nos princípios do século XX
1.3 - O associativismo nos anos 10 e 20, percursor do movimento nacionalista dos anos 50 do século XX
1.4 - Conclusão 

Capítulo II
O AMBIENTE POLÍTICO APÓS A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL 
2.1 - Introdução 
2.2 - A situação internacional após a Segunda Guerra Mundial 
2.3 - O Colonialismo esquizofrénico 
2.3.1 - As opções políticas do Estado Novo face ao problema colonial 
2.3.2 - O Pacto Colonial 
2.3.3 - Os grupos económicos portugueses em Angola 
2.3.4 - A dependência económica da metrópole 
2.3.5 - A recusa de Portugal em proceder à colonização 
2.3.6 - A alteração constitucional 
2.3.7 - A atitude da oposição anti-fascista face à questão colonial 
2.3.8 - Os EUA perante a política colonial portuguesa 
2.4 - Estrutura e métodos do colonialismo português em Angola 
2.4.1 - O trabalho forçado 
2.4.2 - As oportunidades de fuga ao ‘contrato’ 
2.4.3 - A emigração para os países vizinhos 
2.4.4 - A realidade da promoção social dos africanos no quadro colonial 
2.4.5 - A única via de libertação possível: a luta armada 

Capítulo III
A LUTA ANTI-COLONIAL 
3.1 - As associações legais de africanos nos anos 50 
3.1.1 - Introdução 
3.1.2 - As associações legais de africanos em Angola 
3.1.2.1 - A Liga Nacional Africana 
3.1.2.2 - A ANANGOLA 
3.1.2.3 - O Clube dos Ferroviários 
3.1.2.4 - Os angolanos dos musseques 
3.1.3 - As associações de africanos na emigração no Congo-Belga 
3.1.3.1 - A União das Populações do Norte de Angola e ALIAZO 
3.1.4 - As associações legais de africanos em Portugal nos anos 40 (1950 a 1963) 
3.1.4.1 - Introdução 
3.1.4.2 - A Casa dos Estudantes do Império 
3.1.4.2.1 - O ambiente político nos nos cinquenta 
3.1.4.2.2 - A geração do ‘mais velhos’ 
3.1.4.2.3 - A Delegação da CEI em Coimbra 
3.1.4.2.4 - Os anos do ‘verbo’ 
3.1.4.2.5 - A geração ‘a nova vaga’ 
3.1.4.2.6 - A acção da secção cultural da CEI 
3.1.4.2.7 - Transformações sociológicas e políticas na CEI 
3.1.4.2.8 - A CEI, alfobre dos movimentos políticos clandestinos 
3.1.4.3 - O Centro de Estudos Africanos (1950-1954) 
3.1.4.4 - O Clube Marítimo Africano 
3.1.4.4.1 - Introdução histórica 
3.1.4.4.2 - O Clube Marítimo Africano em Lisboa 
3.1.4.4.3 - Uma associação de estudantes e trabalhadores 
3.1.4.4.4 - O ambiente no Clube Marítimo Africano 
3.1.4.4.5 - Uma onda na tumultuosa maré nacionalista…
3.1.4.4.6 - Conclusão 
3.2 - A actividade política clandestina dos angolanos 
3.2.1 - Introdução 
3.2.2 - O núcleo luandense, de 1955 a 1959 
3.2.2.1 - A fundação do Partido Comunista Angolano (PCA) 
3.2.2.2 - Partido da Luta Unida dos Africanos de Angola (PLUAA) - ‘O Manifesto de 1956’ 
3.2.2.3 - A fuga de Viriato da Cruz 
3.2.2.4 - O Movimento para à Independência de Angola (MIA) 
3.2.2.5 - A personalidade de Ilídio Machado 
3.2.2.6 - A saída de Matias Miguéis para o Congo 
3.2.2.7 - André Franco de Sousa 
3.2.2.8 - Os grupos ligados à UPA (Exército de Libertação de Angola - ELA, Grupo dos enfermeiros, etc), e a influência da UPA na capital angolana 
3.2.2.9 - O Grupo dos Católicos 
3.2.2.9.1 - O Padre Joaquim Pinto de Andrade 
3.2.2.9.2 - O Monsenhor Manuel das Neves 
3.2.2.10 - Conclusão 
3.2.3 - O Grupo de Paris 
3.2.4 - O núcleo nacionalista clandestino em Portugal 
3.2.4.1 - O Movimento Anti-Colonialista (MAC) 
3.2.4.1.1 - A criação do MAC em 1957 
3.2.4.1.2 - O Manifesto do MAC 
3.2.4.1.3 - Conclusão 
3.2.4.2 - O Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA). Período de 1959-1961 
3.2.5 - Actividade política clandestina em Luanda: 1959-1961 
3.2.5.1 - O ambiente em Luanda 
3.2.5.2 - Prisões em massa dos nacionalistas 
3.2.5.3 - Lista dos nacionalistas detidos pela PIDE em 1959 (Processo dos 50) 
3.2.5.4 - Agostinho Neto em Luanda 
3.2.5.5 - O Movimento para a Independência Nacional de Angola (MINA) 
3.2.5.6 - Conclusão 
3.2.6 - O núcleo nacionalista na emigração no Congo Belga 
3.2.6.1 - Origens 
3.2.6.2 - A União das Populações do Norte de Angola (UPNA) 
3.2.6.3 - União das Populações de Angola (UPA) 
3.2.6.4 - A influência da UPA em Angola 
3.2.6.5 - Holden Roberto 
3.2.6.6 - Conflitos no seio da UPA 
3.2.6.7 - 1961, o início da guerra de libertação 
3.2.6.8 - Os conflitos com o MPLA 
3.2.6.9 - Possíveis causas do fracasso da UPA 
3.2.7 - O MPLA no interior - MPLA, de 1962 a 1963 

Capítulo IV
A LUTA CONTRA O COLONIALISMO PORTUGUÊS NO EXTERIOR 
4.1 - Introdução 
4.2 - A Conferência Pan-Africana de Tunes - Janeiro de 1960 
4.2.1 - Apresentação internacional do MAC, do MPLA e do PAI 
4.2.2 - A dissolução do MAC e a criação da FRAIN 
4.2.3 - Encontro com Holden Roberto dirigente da UPA, em Tunes 
4.2.4 - Declaração de compromisso ‘de unidade de luta contra o colonialismo português’ entre o PAI, o MPLA e a UPA 
4.2.5 - Conclusão 
4.3 - Conakry - Sede provisória do MPLA e do PAI (1960-1961) 
4.3.1 - O regresso a África 
4.3.2 - Hugo de Meneses 
4.3.3 - Apoio a Sékou Touré 
4.3.4 - O restabelecimento dos contactos com Luanda, com o Congo e com Lisboa 
4.3.5 - A luta diplomática 
4.3.6 - Os Comités de Apoio ao MPLA 
4.3.7 - As propostas de solução pacífica do problema colonial 
4.3.8 - O MPLA e a ONU 
4.4 - A Frente Revolucionária Africana pela Independência Nacional dos Povos sob o Domínio Colonial Português (FRAIN) 
4.5 - A Conferência das Organizações Nacionalistas das Colónias Portuguesas (CONCP) 
4.5.1 - Criação da CONCP 
4.5.2 - Objectivos da CONCP 
4.5.3 - As principais Acções da CONCP 
4.5.4 - O acolhimento da CONCP a Agostinho Neto em Julho de 1972 
4.5.5 - Conclusão 

Capítulo V
A CONTRIBUIÇÃO DOS JOVENS ESTUDANTES AFRICANOS NA LUTA PELA INDEPENDÊNCIA 
5.1 - Introdução 
5.2 - A fuga dos Estudantes africanos de Portugal em Julho de 1961 
5.2.1 - O apelo do MPLA aos estudantes angolanos do MEA 
5.2.2 - Os preparativos da fuga 
5.2.3 - A incapacidade do MPLA 
5.2.4 - O apoio dos estudantes africanos na Alemanha 
5.2.5 - A ajuda da Assembleia Mundial das Igrejas Protestantes 
5.2.6 - A fuga dos Estudantes de Portugal e os apoios exteriores 
5.2.7 - O incidente em Espanha 
5.2.8 - Consequências da fuga dos Estudantes 
5.2.9 - A divisão entre estudantes africanos em Paris 
5.3 - A UGEAN (União Geral dos Estudantes da África Negra sob Domínio Colonial Português) 
5.3.1 - A criação da UGEAN 
5.3.2 - A importância de J. C. Horta na criação da antena em Liège, porto de abrigo dos revolucionários africanos 
5.3.3 - O estabelecimento de contactos entre a UGEAN e a CEI / MEA 
5.3.4 - O Congresso constitutivo da UGEAN 
5.3.5 - A acção da UGEAN após o I Congresso 
5.4 - A União Nacional dos Estudantes Angolanos (UNEA) 


FONTES DE REFERÊNCIA 
- Fontes primárias 
- Fontes secundárias: obras publicadas e periódicos 

ANEXO DOCUMENTAL 
Nota Introdutória ao anexo documental 
Resumo dos documentos consultados mais importantes 
- Oposição antifascista portuguesa 
- Liga Nacional Africana (LNA) 
- Casa dos Estudantes do Império (CEI) 
- Centro de Estudos Africanos (CEA) 
- Clube Marítimo Africano (CMA) 
- PCA, MLA, MIA 
- Prisões em 1959 - Processo dos 50 
- Matias Miguéis 
- O Clero Africano 
- O Clero Angolano - Joaquim Pinto de Andrade 
- O Clero Angolano - Cónego Manuel das Neves 
- Panfletos - 1958 a 1960 
- Actividade clandestina em Luanda, período de 1959-1960 
- António Agostinho Neto 
- Holden Roberto e UPA 
- MAC - Tunes 
- Conakry 
- FRAIN 
- CONCP 
- Fuga dos Estudantes africanos de Portugal 
- UGEAN: o congresso constitutivo 
- Estudantes 

Nota relativa aos documentos originais dos Arquivos Nacionais - Torre do Tombo (AN / TT) 
Índice remissivo 
Índice dos documentos fac-similados 
Índice das fotografias 
Índice de mapas, de quadros estatísticos e representações gráficas 
EDMUNDO ROCHA: Biobibliografia 


Preço: 0,00€; (Indisponível)