quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Angola & UNITA - ‘THE EVIDENCE - LOMBA-Kanage 1987’ - Jamba, Angola 1987 - MUITO RARO;



 








 




 








Angola & UNITA - A guerra civil angolana que decorreu entre 1975 e 1992 opondo os guerrilheiros de Jonas Savimbi ao governo de Luanda do MPLA teve sempre muita informação manipulada pelas partes envolvidas 


‘THE EVIDENCE - LOMBA-Kanage 1987’ 
Edition by UNITA 
Jamba, Angola 1987 


Com 52 páginas, edição bilíngue (inglês e francês) muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. Booklet - 295 mm x 210 mm in size. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


É um documento que divulga a versão da UNITA nas batalhas da zona de CUITO Cuanavale e do Rio Lomba, em que além de inúmero material de guerra moderno destruído e capturado ao contigente russo-cubano, de que são editadas fotografias elucidativas do facto, o movimento guerrilheiro abateu aviões e helicópteros e conseguiu capturar dois pilotos cubanos, o tenente-coronel Manuel Rojas Garcia e o capitão Ramon Cassada Aguilar, que foram apresentados à imprensa internacional. 

As três últimas fotografias não fazem parte do artigo. Servem de ilustração à temática em referência. 


The Soviet-MPLA's 1987 Dry Season offensive against UNITA's liderated territory was the single biggest military campaign in the 12-year old Angolan War.

This is "The PHOTOGRAPHIC Evidence" produced by jounalists, reporters and observers who were taken to the battlefront to see for themselves the reality and the scope of the fighting. FOUR-MONTH long showdown in the Cuito Cuanavale Lomba Kalapo-Cassamba (Kanage) Battlefield.



Do ÍNDICE: 

- General Jonas M. Savimbi 
Supreme Commander of FALA (UNITA's Armed Forces) 
- Mavinga 
- POW's 
- BRDM-2 Armoured Reconnaissance Vehicle 
- BTR-60 PB = BM-14 & 21 Rocket Launchers 
- Radar System 
- BMP-1 Amphibian Tank equipped with Sagger Anti-tank Missile 73mm Cannon & PKT Macjine Gun 
- T-55 Tank 
- Jamba Grand Parade 1987 
- SA-8 & Radar System 
- SAM-B3 Missile Carrier 
- MIG 21 
- Soviet made KRAZ Utility Fuel Truck 
- Brazilian made Engesa-50 
- Cuban Airforce Pilots 


Preço: 127,50€; 

Angola & Guerra Colonial - 'SANGUE NO CAPIM (Cenas da guerra em Angola)' (2 volumes), de Reis Ventura - Lisboa 1964 - MUITO RAROS




Angola - A guerra colonial e a resistência civil e militar ao ataque dos guerrilheiros


'SANGUE NO CAPIM (Cenas da guerra em Angola)' (2 volumes)
De Reis Ventura
Edição de autor
Lisboa 1964


Obra em 2 volumes, sendo o 1.º com 190 páginas e o 2.º com 214 páginas. Em bom estado de conservação. Com boa encadernação conforme se pode verificar pelas fotografias.
De muito, muito difícil localização os 2 volumes.
MUITO RAROS.


1.º Volume - 'SANGUE NO CAPIM'

DEDICATÓRIA
"À milícia; aos soldados, aviadores, pára-quedistas e marinheiros; aos guardas da polícia, aos administrativos e aos homens do Corpo de Voluntários:
- a quantos decidiram ficar em Angola, em cima ou debaixo de terra;
- e à Maria da Conceição, minha filha, menina de quatro anos, tão linda, como eu desejo o futuro de Angola..."
Reis Ventura



Do PREFÁCIO
"(...)
A obra que vão ler chama-se 'SANGUE NO CAPIM' e foi escrita num arranco de alma com lágrimas, com espanto, com indignação, com revolta, com dor inominável.
Que livro pode então ser este? É fácil dizer-lhes que é o livro duma epopeia e duma tragédia. Primeiro duma tragédia e, depois, duma epopeia. Assim é que está certo.
Os acontecimentos que deram os temas de 'SANGUE NO CAPIM' estão na memória e no luto de todos. E também já num número razoável de relatos, estudos e comentários. Os factos estão documentados e de todos se tem dado cabal informação. Mas faltava aquele livro que nos trouxesse ao espírito o horror indignado, ao coração a dar que não se exprime, ao sentimento patriótico a exaltação orgulhosa que levanta um povo na hora do ataque e da traição. apresento-lhes, pois, agora, 'SANGUE NO CAPIM' - a obra que preenche a lacuna, com uma qualidade que se levanta à altura do assunto. Eis o mais perfeito louvor que se pode dirigir a um autor e ao seu livro.
(...)
JOÃO FALCATO"



Do ÍNDICE:
- Dedicatória:
- PREFÁCIO - João Falcato;
- INTRODUÇÃO;
1. - A SENTINELA
I - Planos de bandidos; II - Diálogo na noite; III - Um 'jeep' através da cidade; - IV - Lágrimas que ninguém viu;
2. - O ALFERES
I - Manhãs das catanas sangrentas; II - Leões feridos; III - A horrível peregrinação; IV - Os fugitivos; V - "Mussiú ! Mussiú !"; VI - O velho e o revólver; VII - A morte de um bravo; VIII - Palavras enigmáticas;
3. - O DRAMA DO VELHO CAFAIA
4. - SOLDADOS
5. - RONDAS DA MILÍCIA
I - Preito de justiça; II - Digressão pelo Mato; III - O ataque; IV - Uma frase infeliz; V - O heroísmo estar "estar lá";
6. - HOMENS COM ASAS
I - No aeroporto de Luanda; II - O "Auster" que não voltou; III - Em socorro de Sanza Pombo; IV - Para além das inscrições; V - Vitória da esperança; VI - Mergulho para a morte; VII - Os "Homens capim" caem do céu;
7. - CONVERSA NO ALTO DA SERRA
8. - NATAL AMARGO
9. - A BANDEIRA



Da contra-capa:
"A obra de Reis Ventura é extensa. E volumosa. Dois são os motivos: a sua qualidade e a qualidade dos seus temas.
Poeta, Reis Ventura fez-se prosador por amor de Angola. A província maravilhosa entrou então na obra do escritor numa multiplicidade de assuntos ricos e aliciantes.
A galeria dos seus romances é-o igualmente das mais dramáticas figuras de Angola. Inesquecível esse Cafuso do romance do mesmo nome.
Os ensaios são outras tantas defesas do progresso e dos interesses da Província - e sempre que volta aos versos, Angola está presente em Reis Ventura. Culminando, a Angola trágica de 'SANGUE NO CAPIM'."



2.º Volume - 'SANGUE NO CAPIM'

Da INTRODUÇÃO ao 2.º Volume:
"Ultrapassado o segundo aniversário dos acontecimentos de 15 de Março de 1961, ao abrir do segundo semestre de 1963, já se pode afirmar que está vencida a primeira fase da batalha de Angola.
Nestes dois anos decorridos, superaram-se duas arremetidas de grande perigo: a das catanas e a das calúnias.
A primeira manchou de sangue todo o nordeste angolano, com o desígnio de instalar o terror. Falhou.
Muitas vilas e povoações perderam temporariamente o riso das crianças e a graça das mulheres."


Do ÍNDICE:
- Dedicatória;
- INTRODUÇÃO;
- OS OITO DA CANANGA;
- UM PAR DE VALENTES;
- A DEFESA DA RUA;
- SANTA CRUZ DE MACOCOLA;
- MÃE PRETA;
- MARINHEIROS;
- O MÉDICO;
- EMBOSCADAS;
- POSTO DE FRONTEIRA;



Da contra-capa:
"Numa chuvosa manhã de meados de Abril de 1963, uma secção de infantaria sob o comando do sargento José Paulo dos Santos, actuava em perseguição dum bando de terroristas, acoutado nos dos seus últimos refúgios, algures, nas matas dos Dembos.
Ao fundo duma bruta ravina, entre dois morros cobertos de floresta virgem, os homens viram-se repentinamente colhidos num vespeiro de balas.
Dois dos nossos, atingidos por balas de pistola-metralhadora, tombaram quase simultâneamente. E quando os camaradas convergiam em defesa dos feridos, uma granada de mão veio do emaranhado da selva e caiu no meio do grupo.
Sem um momento de hesitação, o sargento Paulo dos Santos atirou-se, de barriga, para cima daquele moscardo zumbidor - e afogou no próprio sangue todo o ímpeto da morte, salvando a vida dos seus camaradas.
Assim são os homens que vivem, sorriem, sofrem e combatem neste livro. Dão deste quilate os heróis que lutam - e às vezes morrem - para salvar a honra e a integridade da Pátria.
Rubro sangue dos portugueses no verde capim de Angola... Pois não repara o mundo que esta é uma maneira orgulhosa e altiva de eternizar em África as cores da Bandeira de Portugal?!..."



Preço: 120,00€

Angola & Guerra do Ultramar - 'A EPOPEIA DE MUCABA (Angola 1961)', de Carlos Alves (CAVE) - Lisboa 1998 - MUITO RARO;



 

 

 

 


Angola & Guerra do Ultramar - A história da povoação mártir que resistiu aos sucessivos ataques da UPA


'A EPOPEIA DE MUCABA (Angola 1961)'
De Carlos Alves (CAVE)
Edição NEOS
Lisboa 1998


Livro com 30 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


O autor, com vasta obra bibliográfica editada e inúmeras colaborações na imprensa da ex-província de Angola, relata os acontecimentos que se verificaram em torno da povoação de Mucaba, em Março de 1961, no norte daquela então colónia portuguesa. Um punhado de habitantes locais civis, entre brancos, negros e mestiços, entrincheiraram-se nas diversas casas e igreja e resistiram aos ataques de hordas de elementos da UPA durante dias até chegar auxílio via aérea e do exército.

É um dos episódios mais significativos da resistência das populações na guerra colonial e em Angola. alguns dos resistentes e sobreviventes foram recebidos pelo então Presidente do governo, Dr. António de Oliveira Salazar, conforme testemunha a fotografia da capa. As restantes fotografias não fazem parte do livro.

'A EPOPEIA DE MUCABA' é pois um documento histórico da guerra colonial em Angola.



Do ÍNDICE:

- À GUISA DE PREFÁCIO
Por José Pinheiro da Silva);

- A EPOPEIA DE MUCABA (Angola - 1961);
- RELAÇÃO DOS DEFENSORES DE MUCABA
- Do relatório do Chefe de Posto Sena.



Preço: 37,50€;

Angola & Poesia - 'CINCO POESIAS', de Tomaz Vieira da Cruz - Lisboa 1950 - MUITO RARO



Angola & Poesia - De um dos poetas angolanos de expressão portuguesa mais consagrados


'CINCO POESIAS'
De Tomaz Vieira da Cruz
Edição Bertrand
Lisboa 1950


Livro com 24 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


A obra tem extractos dos seguintes livros já editados pelo autor:
- 'Quissange - Saudade Negra', de 1932;
- 'Vitória de Espanha', de 1939;
- 'Tatuagem', de 1941;
- 'Cazumbi', de 1950; e
- 'Allegro-Triste', de 1951.



Preço: 0,00€ (Indisponível)

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

PALOP's & Poesia - 'POESIA NEGRA de expressão portuguesa', de Mário Pinto Andrade e Francisco Tenreiro - Lisboa 1982 - MUITO RARO



 

 

 

 


PALOP's & Poesia - A poesia constestatária dos poetas africanos na década de sessenta


'POESIA NEGRA de expressão portuguesa'
De Mário Pinto Andrade e Francisco Tenreiro
Edição África
Lisboa 1982


Livro com 90 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Da responsabilidade de dois dos intelectuais mais prestigiados, esta obra reune algumas das mais representativas e significativas poesias e poetas contestatários africamos originários das ex-colónias portuguesas, da década de sessenta do século passado.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO - 'Metamorfose e premonição' 
Por Manuel Ferreira 

POESIA NEGRA de expressão portuguesa
- Nicolas Guillén 
- Alda do Espírito Santo 
- Agostinho Neto 
- António Jacinto 
- Francisco José Tenreiro 
- Noémia de Sousa 
- Viriato da Cruz 

NOTA FINAL 



Preço: 72,50€; 

Da guerra do Ultramar à Descolonização - 'A CAUDA DO ESCORPIÃO - O Adeus a Moçambique', de Giancarlo Coccia - Lisboa 2011 - Muito Raro;


 


 

 

 

 

 

 

 

 


Guerra do Ultramar - Os últimos dias do império, da guerra colonial à descolonização em Moçambique 


'A CAUDA DO ESCORPIÃO - O Adeus a Moçambique'
De Giancalo Coccia
Edição Vertente
Lisboa 2011

Livro com 376 páginas, ilustrado e como novo.
De difícil localização.
Muito Raro.


Da contra-capa:
"Moçambique, de abril a Setembro de 1974. Neste espaço de tempo tão diminuto, o domínio português estilhaçou-se completamente e a FRELIMO pOde então subir ao poder, decidida a estabelecer um regime comunista de inspiração maoista.
Como e porque é que tudo isto aconteceu?

Tendo conseguido percorrer todo o território moçambicano durante este período de transição, Giancarlo Coccia testemunhou, acima de tudo nas províncias do Norte, não só os acontecimentos que corroeram a administração e os esforços de guerra portugueses, mas também as razões políticas e económicas que presidiram a todo o processo. Fruto deste conjunto de experiências e de meses de posterior pesquisa, 'A CAUDA DO ESCORPIÃO' sabe iluminar momentos-chave até hoje pouco compreendidos, casos do massacre de Wiriamu, da reunião secreta do MFA com a FRELIMO, das diligências de Jorge Jardim para lidar com o movimento independentista moçambicano, das tentativas da elite financeira para criar um governo negro não comunista ou das ordens bizarras que, vindas de Lisboa, agrilhoavam a estratégia militar portuguesa.

Contributo imprescindível para o estudo da Guerra do Ultramar e da descolonização, este livro retrata, de forma vívida, os últimos dias do Império Português.

A presente edição revela inúmeros factos inéditos, referentes aos bastidores político-militares da Guerra do Ultramar e da descolonização, podendo, por isso mesmo, funcionar como uma fonte privilegiada de informações não só para professores e estudantes de História Contemporânea, mas também para todos os leitores interessados nos últimos anos do Império Ultramarino Português.

Dado que aborda um período particularmente sensível e traumático do nosso passado recente, período que marcou a vida de grande parte da população nacional, "A Cauda do Escorpião" tem, à partida, um universo muito amplo de leitores potenciais. Este livro permite aos ex-combatentes da Guerra do Ultramar e aos ex-residentes das antigas províncias ultramarinas portuguesas, revisitar algumas das imagens e dos momentos mais marcantes da sua história pessoal.

Ao assumir sem rodeios uma determinada perspectiva dos acontecimentos, a presente obra não esconde a sua natureza polémica e não teme, assim, criar paixões de diferentes polaridades, desde a adesão entusiástica à reprovação inflamada."



GIANCARLO COCCIA
"Depois de se licenciar em Ciência Política, Giancarlo Coccia trabalhou como jornalista em Milão e Bona. Em 1968, cobriu a guerra do Vietname ao lado das Forças Especiais do Exército dos Estados Unidos. Após uma estada em Londres, foi transferido para Bruxelas e incumbido de seguir as actividades da NATO e da antiga Comunidade Económica Europeia. O seu primeiro contacto com a Guerra do Ultramar ocorreu em 1970, quando testemunhou confrontos militares em Angola. Desde então, o embate das ideologias em África monopolizou a sua atenção, levando-o a Moçambique em 1973.

Durante quase todo o período que mediou entre o 25 de Abril e a transferência de soberania para a FRELIMO, Giancarlo Coccia conseguiu permanecer em território moçambicano. Enquanto os restantes jornalistas ocidentais viam os seus movimentos ser limitados a Lourenço Marques e à área circundante, Coccia viajou extensivamente e, várias vezes, na companhia de oficiais de alta patente dos Comandos. O MFA, porém, receoso da presença e das peças jornalísticas do autor, afastou-o por duas vezes do país e mandou-o prender durante três semanas. Não obstante esta detenção, Coccia foi capaz de acompanhar os seis meses caóticos que transformaram Moçambique num estado comunista, meses cujos bastidores agora descreve com uma nitidez e acuidade notáveis."



Do ÍNDICE:
- Prefácio:
Capítulo 1
- Abril de 1974. Recebo uma 'dica' sobre o golpe em Portugal aprazado para 25 de abril - Saímos de Pretória com destino a Nampula - Um aoperação militar contra a grande "Base Beira" da FRELIMO, perto de Nangade e da fronteira com a Tânzania - O objectivo é ter a possibilidade de verificar o efeito do 'golpe' de Estado nos veteranos militares presentes - Jornalistas da Àfrica do Sul chegam ao Quartel-General - Emílio e eu somos 'expulsos do norte, imediatamente depois do 25 de Abril, pelas novas autoridades - Nampula - FRELIMO ou psdeuo FRELIMO? - O factor Rodesiano - Encontros 'estranhos' em Lourenço Marques.
Capítulo 2
- Segredos do Governo de Pretória - Volto a Moçambique - A terrível viagem para Nampula - O cemitério dos comboios - O camião das cervejas - O Rio Zambeze e o "Sabre" - A situação na Zambézia - Nampula, situação militar no QG - Luís Correia ausculta África do Sul.
Capítulo 3
- Luiz em Pretória - Primeiro-ministro Vorster - Montepuez e Macomia - Exército Português aperreado - FRELIMO continua a atacar - Quase perco a vida numa emboscada.
Capítulo 4
- Evacuado para Mueda - Hospital Militar em Nampula - Outra vez Nampula e Montepuez.
Capítulo 5
- Vida nos hospitais militares - "Chissanos's brothers" - Correio Nempula - A 'confraternização' segundo o 'Notícias de Moçambique' - Visita do Luiz ao Hospital em Louremço Marques - O incidente na fronteira de Ressano Garcia - Visita consular - Deixo o hospital militar - Regresso a Nampula.
Capítulo 6
- As Forças Armadas Portuguesas iniciaram a retirada de bases no norte - A CCmds 2045ª rm Sussundenga - Visita do General H. de V. Du Toit a Montepuez - 'Operação Despedida', viagem do major Artur de Freitas - O Massacre de Wiriamu: outra versão? - Jorge Jardim tentou aproximação à FRELIMO? - A frente da Zambézia - Em Lourenço Marques com os Comandos.
Capítulo 7
- Regresso a Montepuez via Beira e Nampula - Incidentes no Lumbo e Ilha de Moçambique - Omar: uma vergonha para o exército - Entrevista com o General Orlando Barbosa em Nampula - O massacre de António Enes - Luiz em contacto com a Military Inteligende sul-africana - O Major Freitas deixa Moçambique - Balama e Negomano - O coronel Manuel Sousa Menezes dá-me 'ordem de marcha': oito horas para sair de Moçambique.
Capítulo 8
- A rebelião de Setembro - Forças Armadas da Tânzania e da FRELIMO chegaram secretamente de avião - Nampula cercada pela PM portuguesa - Os civis capturaram o Rádio clube: vinte minutos de liberade - O exército português contra-ataca com helicanhão contra civis - Decido sair de Moçambique.
Capítulo 9
- A entrada triunfante da FRELIMO na Beira - Saída de Nampula e regresso à África do Sul - Acidente com 'terroristas' que bloqueiam a estrada para o rio Zambeze - Outra vez para a Beira, de comboio.
Capítulo 10
- Falando com a FRELIMO em Nampula - Acampamento 'terrorista' na fronteira sul-africana - Comandos da CCmds 2043º e 2045º envolvidos numa 'gigantesca' bonca em Lourenço Marques - Conversas em Nampula com o 'camarada' M'Pfumo - O Brandão da liberdade 'gigantesca' - O meu 'Land Rover' desaparece - Prisão na Beira - Curta liberdade - Prisão outra vez e, finalmente , casa.
- Notas.



Preço: 47,50€

Moçambique & Guerra civil - 'LES BANDITS - Um historien au Mozambique', de Michel Cahen - Paris 2002 - RARO




Moçambique - A guerra civil e a RENAMO, as suas causas e apoios, em estudo muito profundo


'LES BANDITS - Um historien au Mozambique'
De Michel Cahen
Edition Centre Culturel Calouste Gulbenkian
Paris 2002


Livro com 354 páginas, ilustrado com mapas a cores e em muito bom estado de conservação.
De difícil localização.
RARO.


O autor, académico francês especializado em assuntos africanos, de formação marxista, despiu-se dos seus preconceitos ideológicos e efectuou uma profunda investigação sobre a guerra civil em Moçambique, o fenómeno da RENAMo e as causas da guerra, chegando a conclusões que não agradavam àquela àrea política, apesar das suas provas e evidências.

Um trabalho ciêntifíco sério e profundo sobre Moçambique a a guerra civil que dilacerou a sua população e opôs o Governo de Maputo e da FRELIMO à RENAMO, entre 1976 e 1992. Neste ano, Joaquim Chissano concluiu as negociações coma a RENAMO, que tinham sido iniciadas ainda por Samora Machel, tendo a Paz sido assinada em Roma.


Da contra-capa:
"Em 1994, dans la cadre du Groupement de recherche sur l'Afrique australe du CNRS, Michel Cahen partit suivre les premières élections pluripartisanes de l'histoire du Mozambique. Le pays sortait d'une terrible guerre civile qui, loin des médias, fit peut-être un milion de morts sur environ quinze millions d'habitants. La rébellion de la RENAMO (Résistance Nationale du Mozambique) luttait contre le régime 'marxiste-léniniste' du FRELIMO, le Front de Libération du Mozambique qui avait arraché l'indépendance aux Portugais em 1975. Et elle le combattait avec le soutien, d'abord, de la Rhodésie de Ian Smith, puis de l'Afrique du Sud alors en plein apartheid.
Classique guerre Est-Ouest para acteurs locaux interposés? Contre-révolutionnaires au service des racistes blancs? Sans doute, mais... Comment comprendre l'incapacité du gouvernement 'populaire' à les vaincre? Comment comprendre l'expansion des activités de guérilla à presque 80% du territoire? Et comment se faisait-il que plus d'un tiers des mozambicains, en cet automne 1994, s'appêtaient à voter pour elle?
Michel Cahen, de formation marxiste revendiquée, n'avait aucune sympathie pour la RENAMO. Mais il fallait, en histrien, comprendre le phénomène. C'est pourquoi il s'intégra à l'équipe de campagne d'Afonso Dhalakama, le chef rebelle candidat aux élections présidentielles, puis visita des zones de vieille implantation 'réactionnaire'.
Ainsi sont nés ces carnets de route, issus de la visite de près d'une centaine de villes, bourgs, villages et localités de brousse, au couer de l'actualité mais avec, en permanence, l'histoire du siècle colonial et de ses marginalités qui ressurgit.
Ce n'est pas un roman, mais on y découvre des histoires de vie, et le éfforts du régime pour repousser des rebelles en mal d'intégration vers la marginalité..."



Do ÍNDICE - table des matières:
- INTRODUCTION: LE CHERCHEUR ET LES 'BANDITS';
- De la guerre d'agression;
- ...à la guerre civile; - Un corps social guerrier; - L'implosion postcoloniale;
- Le chercheur dans l'histoire immédiate;
- La position de vue et le point de vue; - Faut-il fréquenter Satan?; - La campagne;
- Mambone et Machanga;
- Carnets de route d'un historien;
- Addenda du 10 Janvier 2001;
- Chapitre 1: MADJERNAME
- Chapitre 2: ZAMBÉZIA
- Le 27 Septembre 1994; - Le 28 Septembre; - Le 29 Septembre; - Le 30 Septembre; - Le 1.º Octobre; - Le 2 Octobre;
- Chapitre 3: MACUANA
- Le 3 Octobre; - Le 4 Octobre; - Le 5 Octobre; - Le 6 Octobre; - Le 7 Octobre; - Le 8 Octobre; - Le 9 Octobre; - Le 10 Octobre; - Le 11 Octobre;
- Chapitre 4: CABO MACUA, CABO MACONDE
- Le 11 Octobre 1994 (suivre); - Le 12 Octobre; - Le 13 Octobre;
- Chapitre 5: NIASSA
- Le 14 Octobre; - Le 15 Octobre; - Le 16 Octobre;
- Chapitre 6: ZAMBÈZE
- Le 16 Octobre 1994 (suivre); - Le 17 Octobre; - Le 18 Octobre;
- Chapitre 7: MANICA, "TERRA DOS MATSANGAISSAS"
- Le 19 Octobre 1994; - Le 20 Octobre;
- Chapitre 8: INHAMBANE, "TERRA DA BOA GENTE"
- Le 21 Octobre 1994;
- Chapitre 9: À MAPUTO
- Le 22 Octobre 1994;
- Chapitre 10: "A BEIRA É DA RENAMO !"
- Le 23 Octobre 1994; - Le 24 Octobre; - "Mozambique: une situation plus ouverte que prévu sur fond de fraude?" - Le 26 Octobre;
- Chapitre 11: AU BORD DE L'ABIME
- Le 27 Octobre 1994; - Le 28 Octobre; - Le 29 Octobre; - Le 30 Octobre; - Le 31 Octobre; - Le 1.º Novembre;
- Chapitre 12: MAMBONE
- Le 1.º Novembre 1994 (suivre); - Mercredi 2 Novembre; - Jeudi 3 Novembre; - Vendredi 4 Novembre; - Le 5 Novembre; Dimanche 6 Novembre; - Lundi 7 Novembre; - Mardi 8 Novembre; - Mercredi 9 Novembre;
- Chapitre 13: RETOUR À LA NATION
- Jeudi 10 Novembre; - Vendredi 11 Novembre; - Lundi 14 Novembre; - Mardi 15 Novembre; - Mercredi 16 Novembre; - Jeudi 17 Novembre; - Vendredi 18 Novembre; - Samedi 19 Novembre; - Dimanche 20 Novembre;
- Index des noms de personnes;
- Index des noms de lieu, de peuple, de langue;
- Index des dates;
- Index thématique;
- Table des cartes;
- Table des matières.



Preço: 70,00€