segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
LIVROS DO ULTRAMAR E GUERRA COLONIAL - BLOG - 100,000 VISITAS ! - Atingimos hoje este número após 3 anos de actividade.
LIVROS DO ULTRAMAR E GUERRA COLONIAL - BLOG - 100,000 VISITAS !
- Atingimos hoje este número após 3 anos de actividade.
Os nossos agradecimentos a todos os visitantes e interessados nos livros aqui divulgados.
Será possível continuar com as vossas visotas e apoio.
Cumprimentos para todos e o nosso grande obrigado.
E curiosamente, hoje tb já batemos o recorde de visitas diárias.
Até às 21,30h já nos visitaram mais de 340 interessados !
E terminamos com 374 visitas...
A Direcção
26 de Janeiro de 2015
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Angola & Arte - '... DA MINHA ÁFRICA E DO BRASIL QUE EU VI ...', de Neves e Sousa - Luanda 1972 (?) - MUITO RARO
Angola - Brasil e Angola irmanados na cultura pela pena e arte do artista maior angolano
'... DA MINHA ÁFRICA E DO BRASIL QUE EU VI ...'
De Neves e Sousa
Edição CITA (Centro de Informação e Turismo de Angola)
Luanda 1972 (?)
Livro encadernado, com as capas originais, de 250 páginas, mais de 100 ilustrações e em muito bom estado de conservação. Excelente
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.
Obra do mais consagrado artista angolano, com 124 ilustrações e em quatro línguas (Pportuguês, francês, inglês e Alemão).
Do ÍNDICE:
ABERTURA
APRESENTAÇÃO
- Luís da Câmara Cascudo
1. - Cocada e pé de moleque em Angola
2. - Cocada e pé de moleque no Rio de Janeiro
3. - A velha Tana dos bolos - S. Filipe, Ilha do Fogo, Cabo Verde
4. - Salvador - Bahia, Brasil
5. - Mercado do Dondo
6. - S.to Amaro - Bahia, Brasil
7. - Mercado de Maxixe - Inhambane, Moçambique
8. - Santiago - Cabo Verde
9. - Bissau - Guiné
10. - Mercado - S. Tomé
11. - Mercado - Areal, Brasil
12. - Mercad no Muceque - Luanda, Angola
13. - Mercado dos panos - Bissau, Guiné
14. - Welwitchia - Iona, Moçâmedes
15. - Favela em Sacopã - Rio, Brasil
16. - Boa Vista - Luanda, Angola
17. - Luanda - Angola
18. - Casas da Ribeira Afonso - S. Tomé
19. - Funcos - S. Filipe, Fogo, Cabo Verde
20. - Vulcão da Ilha do Fogo - Cabo Verde
21. - Bairro da Xipamanine - Lourenço Marques, Moçambique
22. - Lagoa de Zavala
23. - Bissau - Guiné
24. - Tabanca Balanta - Nhacra, Guiné
25. - Balanta tocador de Viola de duas cordas - Nhacra, Guiné
26.- Tabanca Fula - Gabú, Guiné
27. - Fula - Gabú, Guiné
28. - Pilom - Bissau, Guiné
29. - Irã do Poilão - Biombo, Guiné
30. - Carnaval - Luanda, Angola
31. - ‘Danço Congo’ - S. Tomé
32. - ’Danço Congo’ - S. Tomé
33. - Figuras do ‘Danço Congo’ - S. Tomé
34. - Dois Bobos e o Diabo - Figuras do ‘Danço Congo’ - S. Tomé
35. - Música do ‘Danço Congo’ - S. Tomé
36. - Socopé - Santana, S. Tomé
37. - Terreiro de Candomblé da casa de Simplicio em 1965 - Salvador, Bahia, Brasil
38. - Grupo de Tchiloli - S. Tomé
39. - ‘Reinaldo de Montalvão’ contracena com o pagem ‘Brussado’ - Tchiloli, S. Tomé
40. - Dança do capitão Montalvão - Tchiloli, S. Tomé
41. - Flautas do Tchiloli - S. Tomé
42. - Lavadeiras de Água Grande - S. Tomé
43. - Lavadeiras na lagoa do Abaté - Bahia, Brasil
44. - Aguadeiros na lagoa do Abaté - Bahia, Brasil
45. - Aguadeiros da ilha do Fogo - S. Filipe, Cabo Verde
46. - Lavadeiras no N’Gunza - Novo Redondo, Angola
47. - Bafatá, lavadeiras - Guiné
48. - Velho Fula - Bafatá, Guiné
49. - Poço de Vasco da Gama - Cabeceira Pequena, Moçambique
50. - Jangadeiro da Bahia - Itapoan, Brasil
51. - Jangada de Bimba - Novo Redondo, Angola
52. - Jangada - Praia da Boa Viagem, Recife, Brasil
53. - Imbondeiro - Mazozo, Angola
54. - Mazozo - Catete, Angola
55. - Liuéta, luta de mãos preliminar da dança do N’Golo do Mucope - Mucope, Angola
56. - Dança Liuéta - Mucope, Angola
57. - N’Golo - Mucope, Angola
58. - Fase do N’Golo - Mucope, Angola
59. - Fase do N’Golo - Mucope, Angola
60. - Fase do N’Golo - Mucope, Angola
61. - Fase do N’Golo - Mucope, Angola
62. - Fase de N’Golo - Mucope, Angola
63. - Fase de N’Golo - Mucope, Angola
64. - Quimbanda - Mucope, Angola
65. - Mestre Pastinha - Salvador, Bahia, Brasil
66. - Capoeira de Angola - Escola de Mestre Pastinha - Salvador, Bahia, Brasil
67. - Capoeira de Angola - Escola de Mestre Pastinha - Salvador, Bahia, Brasil
68. - Bassula - Ilha de Luanda, Angola
69. - Capoeira de Angola - Escola de Mestre Pastinha - Salvador, Bahia, Brasil
70. - Capoeira de Angola - Escola de Mestre Pastinha - Salvador, Bahia, Brasil
71. - Tocador de M’Bulumbumba - Sul de Angola
72. - Tendas nos Alagados da Bahia - Salvador, Brasil
73. - Loja do mato - Angola
74. - Ra de Passe-Sabe - Mindelo, S. Vicente, Cabo Verde
75. - Festa de S. João - S. Vicente, Mindelo, Cabo Verde
76. - Festa de S. João - S. Vicente, Mindelo, Cabo Verde
77. - Festa de S. António - Santiago, Cabo Verde
78. - Dança do Torno - Santiago, Cabo Verde
79. - Morna - Ilha do Fogo, Cabo Verde
80. - Massemba - Luanda
81. - Passo de Massemba - Luanda, Angola
82. - Rebita - Benguela, Angola
83. - Marrabenta - Lourenço Marques, Moçambique
84. - Marrabenta - Lourenço Marques, Moçambique
85. - Dança Chigubo - Lourenço Marques, Moçambique
86. - Mulher de luto - Luanda, Angola
87. - Ladeira do Pelourinho - Salvador, Bahia, Brasil
88. - Cidade Velha - Santiago, Cabo Verde
89. - Cidade Velha - Santiago, Cabo Verde
90. - Muxima - Angola
91. - Cambambe - Angola
92. - Ilha de Moçambique
93. - Cabaceira Pequena - Moçambique
94. - Mesquita Velha - Inhambane, Moçambique
95. - Forte Montserrat - Salvador, Bahia, Brasil
96. - Ibo - Moçambique
97. - S. Filipe - Fogo, Cabo Verde
98. - Dondo - Angola
99. - Dondo - Angola
100. - Rua do Ibo - Moçambique
101. - Baixa dos Sapateiros - Salvador, Bahia, Brasil
102. - Ilha de Moçambique
103. - Bahia - Brasil
104. - Ilha de Moçambique
105. - Pátio em Benguela - Angola
106. - Luanda - Angola
107. - Vendedor de flores de papel - Luanda, Angola
108. - Despacho a Exú - Terreiro de Mestre Bimba - Salvador, Bahia, Brasil
109. - Terreiro - Axé Opó Afonjá - Salvador, Bahia, Brasil
110. - Terreir de Axé Opó Afonjá - Salvador, Bahia, Brasil
111. - D’Jídios na Festa do Fanado Mandinga - Bissau, Guiné
112. - Axé Opó Afonjá - Salvador, Bahia, Brasil
113. - Fanado Mandinga - Bissau, Guiné
114. - Axé Opó Afonjá - Salvador, Bahia, Brasil
115. - Salvador - Bahia, Brasil
116. - Salvador - Bahia, Brasil
117. - Salvador - Bahia, Brasil
118. - Cena de Ilundo - Luanda
119. - Cena de Ilundo - Luanda
120. - Cena de Ilundo - Luanda
121. - Cena de Ilundo - Luanda
122. - Cena de Ilundo - Luanda
123. - Luanda
124. - Luanda
Preço: 160,00€;
Portugal - Ultramar & Descolonização - 'TIMOR LORO SAE - 500 ANOS', de Geoffrey C. Gunn - Lisboa 1999 - Muito raro
'TIMOR LORO SAE - 500 ANOS'
De Geoffrey C. Gunn
Tradução de João Aguiar
Livros do Oriente
Lisboa 1999
Livro com 356 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Muito raro.
Da contra-capa:
" ‘TIMOR LORO SAE: 500 ANOS’ é a primeira história dessa pequena ilha no sudoeste asiático publicada em língua inglesa (e agora traduzida para português), em forma de livro.
Baseando-se em variadas fontes em línguas europeias e arquivos, Gunn apresenta-nos uma perspectiva colateral sobre o funu timorense - ou a arte da guerra -, e as incursões dos forasteiros.
O caso de Timor, analisado ao longo de muito tempo, situa-se fora do modelo clássica de uma pacificação colonial, de cobrança de impostos e mission civilitrice. Muito pelo contrário, tal como esta obra nos explica, Timor e o arquipélago Flores-Solor funcionaram como um centro de recolha de comércio sazonal do muito apreciado sândalo de Timor efectuado por chineses, macaenses, portugueses e outros. (...)
Terá a grande revolta de Boaventura, nas primeiras décadas deste século, lançado as sementes do nacionalismo timorenses? (...)
Terá o colonial-capitalismo da colónia portuguesa lançado as bases para um estado independente viável? Ou, finalmente, foi timor, mais do que colónia, governado como um protectorado?."
O AUTOR - Geoffrey C. Gunn :
“Geoffrey visitou Timor diversas vezes desde 1967-69 até 1972, quando Timor era então colónia portuguesa, regressando depois em 1992, 1993 e 1998, já sob o domínio militar indonésio.
A investigação histórica para esta obra começou-a em 1986, estando a leccionar sobre a questão de Timor-Leste na Universidade de New South Wales, e posteriormente prossegiu-a em bibliotecas e arquivos de Nagasaqui, Melbourne, Darwi, Macau e Lisboa, entre outros.”
Do ÍNDICE:
Agradecimentos
Capítulo 1 - A SOCIEDADE TIMORENSE
(Origens; Sistema político indígena; Crenças e Práticas religiosas indígenas; Língua e etnia; O modo comunitário de produção; Escravatura; Conclusão e notas;)
Capítulo 2 - O DESCOBRIMENTO DE TIMOR
(O comércio do Sândalo e o descobrimento de Timor pelos chineses; O descobrimento europeu de Timor; A zona solor-Flores; Os Holandeses e o comércio do Sândalo; Conclusão e notas;)
Capítulo 3 - A ILHA DE SANTA CRUZ
(Integração mundial ou poder tributário asiático?; Mena e aconquista de Wehale;Kupang; Lifau em Ocussi; Macau, os chineses e o comércio do sândalo; Conclusão e notas;)
Capítulo 4 - A REBELIÃO TOPASSE E O CERCO DE LIFAU
(A ascensão do poderio Topasse; A rebelião Cailaco; O cerco de Lifau; Conclusão e notas;)
Capítulo 5 - DILI: A FUNDAÇÃO
(Alianças; O desenvolvimento do comércio; Vicissitudes dos governadores; Conclusão e notas;)
Capítulo 6 - O PROCESSO COLONIAL EM TIMOR PORTUGUÊS NO SÉCULO XIX
(Governo e Administração Pública; Orçamento colonial; Reorganização colonial; Saúde Pública; Situação das missões; O fomento do café a prosperidade económica; Declínio económico; Conclusão e notas;)
Capítulo 7 - A RIVALIDADE LUSO-HOLANDESA EM TIMOR
(Rivalidades europeias; O conflito territorial luso-holandês; O governador Lopes de Lima e a Grande Traição; O problema dos enclaves; Conclusão e notas;)
Capítulo 8 - AS REVOLTAS CONTRA OS IMPOSTOS (1860-1912)
(Pacificação colonial e revoltas em Timor; A revolta de 1861;Rebelião em Vermasse, Lermean e Saniry; Revolta em Cova; A revolta dos moradores; A revolta de Maubara; A guerra de Manufai; Conclusão e notas;)
Capítulo 9 - A REVOLTA DOS MANUFAISTAS
(Timor e a implantação da república (1910); A revolta de D. Boaventura de Manufai (1811-1812); Causas da revolta; Sequelas da revolta; A formação de uma Élite; Conclusão e notas;)
Capítulo 10 - CAPITALISMO COLONIAL EM TIMOR PORTUGUÊS (1894-1941)
(As finanças do Estado; O capitalismo agrícola e controlo fundiário; O controlo estatal dos recursos; Conclusão e notas;)
Capítulo 11 - ENTRE AS DUAS GUERRAS: CULTURA, CONTROLO E DISSUASÃO
(Salazar e o Estado Novo (1926); O controlo dos trabalhadores e a Dissuasão Coerciva; A cruzada cultural portuguesa; Descrições; Conclusão e notas;)
Capítulo 12 - TIMOR EM TEMPO DE GUERRA: 1941-45
(O domínio militar japonês em Timor: 1942-1945; Comandos australianos em Timor Português; A Austrália, Portugal e a rendição japonesa; Crimes de Guerra; Conclusão e notas;)
Capítulo 13 - CAPITALISMO COLONIAL E SUBDESENVOLVIMENTO NO PÓS-GUERRA EM TIMOR
(A recuperação depois da guerra; A Administarção no pós-guerra; Dinâmica da economia no pós-guerra; Exploração de minérios e investimento estrangeiro; Conclusão e notas;)
Capítulo 14 - MUDANÇA POLÍTICA E DESCOLONIZAÇÃO
(A revolta de Viqueque em 1959 e as suas consequências; Timor Português no médias estrangeiros; O despertar político; A campanha indonésia de desestabilização; O governo da FRETILIN; O desfecho português; Conclusão e notas;)
Conclusão - O FUTU TIMORENSE
(Epílogo; Invasão e resistência; Notas;)
Livros do Oriente
Lisboa 1999
Livro com 356 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Muito raro.
Da contra-capa:
" ‘TIMOR LORO SAE: 500 ANOS’ é a primeira história dessa pequena ilha no sudoeste asiático publicada em língua inglesa (e agora traduzida para português), em forma de livro.
Baseando-se em variadas fontes em línguas europeias e arquivos, Gunn apresenta-nos uma perspectiva colateral sobre o funu timorense - ou a arte da guerra -, e as incursões dos forasteiros.
O caso de Timor, analisado ao longo de muito tempo, situa-se fora do modelo clássica de uma pacificação colonial, de cobrança de impostos e mission civilitrice. Muito pelo contrário, tal como esta obra nos explica, Timor e o arquipélago Flores-Solor funcionaram como um centro de recolha de comércio sazonal do muito apreciado sândalo de Timor efectuado por chineses, macaenses, portugueses e outros. (...)
Terá a grande revolta de Boaventura, nas primeiras décadas deste século, lançado as sementes do nacionalismo timorenses? (...)
Terá o colonial-capitalismo da colónia portuguesa lançado as bases para um estado independente viável? Ou, finalmente, foi timor, mais do que colónia, governado como um protectorado?."
O AUTOR - Geoffrey C. Gunn :
“Geoffrey visitou Timor diversas vezes desde 1967-69 até 1972, quando Timor era então colónia portuguesa, regressando depois em 1992, 1993 e 1998, já sob o domínio militar indonésio.
A investigação histórica para esta obra começou-a em 1986, estando a leccionar sobre a questão de Timor-Leste na Universidade de New South Wales, e posteriormente prossegiu-a em bibliotecas e arquivos de Nagasaqui, Melbourne, Darwi, Macau e Lisboa, entre outros.”
Do ÍNDICE:
Agradecimentos
Abreviaturas
INTRODUÇÃO
(Rebelião, Historiografia, Períodos e Notas)
(Rebelião, Historiografia, Períodos e Notas)
Capítulo 1 - A SOCIEDADE TIMORENSE
(Origens; Sistema político indígena; Crenças e Práticas religiosas indígenas; Língua e etnia; O modo comunitário de produção; Escravatura; Conclusão e notas;)
Capítulo 2 - O DESCOBRIMENTO DE TIMOR
(O comércio do Sândalo e o descobrimento de Timor pelos chineses; O descobrimento europeu de Timor; A zona solor-Flores; Os Holandeses e o comércio do Sândalo; Conclusão e notas;)
Capítulo 3 - A ILHA DE SANTA CRUZ
(Integração mundial ou poder tributário asiático?; Mena e aconquista de Wehale;Kupang; Lifau em Ocussi; Macau, os chineses e o comércio do sândalo; Conclusão e notas;)
Capítulo 4 - A REBELIÃO TOPASSE E O CERCO DE LIFAU
(A ascensão do poderio Topasse; A rebelião Cailaco; O cerco de Lifau; Conclusão e notas;)
Capítulo 5 - DILI: A FUNDAÇÃO
(Alianças; O desenvolvimento do comércio; Vicissitudes dos governadores; Conclusão e notas;)
Capítulo 6 - O PROCESSO COLONIAL EM TIMOR PORTUGUÊS NO SÉCULO XIX
(Governo e Administração Pública; Orçamento colonial; Reorganização colonial; Saúde Pública; Situação das missões; O fomento do café a prosperidade económica; Declínio económico; Conclusão e notas;)
Capítulo 7 - A RIVALIDADE LUSO-HOLANDESA EM TIMOR
(Rivalidades europeias; O conflito territorial luso-holandês; O governador Lopes de Lima e a Grande Traição; O problema dos enclaves; Conclusão e notas;)
Capítulo 8 - AS REVOLTAS CONTRA OS IMPOSTOS (1860-1912)
(Pacificação colonial e revoltas em Timor; A revolta de 1861;Rebelião em Vermasse, Lermean e Saniry; Revolta em Cova; A revolta dos moradores; A revolta de Maubara; A guerra de Manufai; Conclusão e notas;)
Capítulo 9 - A REVOLTA DOS MANUFAISTAS
(Timor e a implantação da república (1910); A revolta de D. Boaventura de Manufai (1811-1812); Causas da revolta; Sequelas da revolta; A formação de uma Élite; Conclusão e notas;)
Capítulo 10 - CAPITALISMO COLONIAL EM TIMOR PORTUGUÊS (1894-1941)
(As finanças do Estado; O capitalismo agrícola e controlo fundiário; O controlo estatal dos recursos; Conclusão e notas;)
Capítulo 11 - ENTRE AS DUAS GUERRAS: CULTURA, CONTROLO E DISSUASÃO
(Salazar e o Estado Novo (1926); O controlo dos trabalhadores e a Dissuasão Coerciva; A cruzada cultural portuguesa; Descrições; Conclusão e notas;)
Capítulo 12 - TIMOR EM TEMPO DE GUERRA: 1941-45
(O domínio militar japonês em Timor: 1942-1945; Comandos australianos em Timor Português; A Austrália, Portugal e a rendição japonesa; Crimes de Guerra; Conclusão e notas;)
Capítulo 13 - CAPITALISMO COLONIAL E SUBDESENVOLVIMENTO NO PÓS-GUERRA EM TIMOR
(A recuperação depois da guerra; A Administarção no pós-guerra; Dinâmica da economia no pós-guerra; Exploração de minérios e investimento estrangeiro; Conclusão e notas;)
Capítulo 14 - MUDANÇA POLÍTICA E DESCOLONIZAÇÃO
(A revolta de Viqueque em 1959 e as suas consequências; Timor Português no médias estrangeiros; O despertar político; A campanha indonésia de desestabilização; O governo da FRETILIN; O desfecho português; Conclusão e notas;)
Conclusão - O FUTU TIMORENSE
(Epílogo; Invasão e resistência; Notas;)
Bibliografia
Índice remissivo
Preço: 72,50€;
Índice remissivo
Preço: 72,50€;
Angola & Guerra colonial - 'ENGRENAGENS MALDITAS', de Reis Ventura - Braga 1964 - Raro
Angola - A vida na ntiga colónia portuguesa no período de guerra e conspiração política
'ENGRENAGENS MALDITAS'
De Reis Ventura
Editora PAX
Braga 1964
Livro com 294 páginas e em bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Raro.
Do ÍNDICE:
Um discurso na ONU;
- O GRANDE SENHOR;
- AMBIENTE;
- HOMENS;
- ARAM FARPADO;
- A HISTÓRIA DE GILDA;
- VOZES DO MUNDO;
- REPORTAGENS;
- NA TERRAS DAS ACÁCIAS RUBRAS;
- ANOS SEM HISTÓRIA;
- RESSURREIÇÃO;
- OUTRA VOLTA PELO MUNDO;
- O INCRÍVEL INCIDENTE;
- VIDA FELIZ;
- ANIVERSÁRIO DE THELMA;
- E DE REPENTE VEIO A NOITE;
- DOIS HOMENS NA MILÍCIA;
- O ATAQUE;
- AS ÚLTIMAS RAÍZES;
- REENCONTROS;
- ANTES DO FIM;
Preço: 32,50€
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Tomar & Monumentos - 'IGREJA DE STA. MARIA DOS OLIVAIS' Boletim da DGEMN Nº 27 - Porto 1942 - MUITO RARO
'IGREJA DE STA. MARIA DOS OLIVAIS'
Boletim da DGEMN Nº 27
Porto 1942
Livro com 82 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
Uma edição da DGEMN (Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais), com informação histórica e técnica da igreja de Santa Maria dos Olivais (Olivais mandados plantar pelo Infante D. Henrique e fonte de receitas para as descobertas), muito ilustrado com fotografias e belissimos desenhos da fachada, paredes lateriais e interiores e explicação das reconstruções e evolução do próprio edifício.
Uma magnifíca obra sobre a igreja onde se encontra sepultado o cavaleiro D. Guladim Pais, fundador de Tomar e Mestre da Ordem dos Templários.
DESCRIÇÃO:
“Boletim da
DIRECÇÃO GERAL DOS EDIFÍCIOS E MONUMENTOS NACIONAIS. N.º 27
‘IGREJA DE SANTA MARIA DOS OLIVAIS’
DIRECÇÃO GERAL DOS EDIFÍCIOS E MONUMENTOS NACIONAIS
Lisboa 1942
Composição e Impressão de Gravuras e Texto nas Oficinas da ‘MARÂNUS’
Empresa Industrial Gráfica do Porto, L.da
De 26x20cm. Com 28 Páginas [Texto] & 19 Folhas [Estampas], [9] Folhas Descritivas e Plantas.
Fonte riquíssima de informações sobre a antiquíssima Igreja de Santa Maria do Olival (também designada por Igreja de Santa Maria dos Olivais), em Tomar, templo que data, na sua origem, do século XII. Dedicada a Santa Maria, a igreja original terá sido mandada construir por D. Gualdim Pais, mestre da Ordem do Templo, com o intuito de ser a derradeira morada dos Mestres Templários, o Panteão da Ordem do Templo. Aqui foi sepultado o próprio D. Gualdim Pais, cuja morte terá ocorrido no ano de 1195, assim como o Mestre D. Gil Martins, primeiro Mestre da nova Ordem de Cristo, e o Mestre Lourenço Martins. A Igreja atual foi edificada mais tarde, em meados do século XIII. O seu estilo gótico bem definido, desde logo se destacou no panorama da arquitetura gótica nacional. A sua interessante estrutura espacial de três naves de diferentes alturas, sendo a nave central mais elevada, serviu de modelo à Igreja de São João Baptista, também na cidade de Tomar, e a outras igrejas representativas do final do período gótico português.
O trabalho permite igualmente acompanhar as linhas de orientação seguidas no restauro deste monumento nacional promovido pela DGEMN nos inícios da década de 40 do século XX
O Boletim organiza a informação em quatro partes perfeitamente distintas. Inicia com uma ‘Notícia Histórica’, que dá conta do contexto histórico da construção do monumento; a segunda parte intitulada ‘Antes da Restauração’ procura definir a época original da construção do monumento e quais as características que o mesmo teria; ‘A Restauração’ é o título da terceira parte e como indica o nome, são enumerados os trabalhos realizados de um modo condensado.
O Boletim termina com uma secção dedicada às ‘Estampas’, onde são mostradas diversas peças gráficas do monumento. São apresentadas plantas dos diversos alçados, algumas em folha desdobrável e ainda rigorosas, artísticas e belíssimas fotografias, de pormenor e de grande plano, impressas sobre papel couché que procuram mostrar o antes, o durante e o depois das obras de restauro. Por fim importa referir que não se encontram ao longo dos textos quaisquer referências aos seus autores.”
A IGREJA DE SANTA MARIA DOS OLIVAIS
Notícia histórica
I. - Antes da restauração
II. - As obras da restauração
ESTAMPAS
Preço: 77,50€;
Angola & Poesia - 'MACUTA E MEIA DE NADA'. de Neves e Sousa - Lisboa 1991 (Assinado) - MUITO RARO;
'MACUTA E MEIA DE NADA'
De Neves e Sousa
Edição de autor
Lisboa 1991
Livro com 256 páginas, profusamente ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
Exemplar assinado pelo autor e com dedicatória.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.
A obra reúne parte da sua poesia publicada nos livros 'MAHAMBA' (1943 e 1950), 'BATUQUE' (1960), 'MUENHO' (1965), 'MACUTA E MEIA DE NADA' (1973), 'OLOHUMA' (1977 e 1981), e poesia escrita em S. Tomé, Moçambique e Brasil.
Além da poesia de Neves e Sousa, a obra tem dezenas de ilustrações excepcionais, desenhos do autor (muitos de carácter etnográfico), que reflectem a sua vivência e paixão por Angola.
O Autor:
“Neves e Sousa, pintor neofigurativo de temas africanos, autor do mural em grafite do Aeroporto Internacional de Luanda, com 345 metros quadrados, de homenagem aos povos e etnias de Angola. Também deixou painéis nalguns edifícios públicos e privados, nomeadamente no Museu de História Natural de Angola e no Hotel dos Navegantes, no Lobito.”
Do ÍNDICE:
Abertura
MAHAMBA (1943 - 1959)
BATUQUE (1960)
MUNHO (1965)
SÃO TOMÉ
MOÇAMBIQUE
BRASIL
MACUTA E DE NADA (1973)
OLOHUMA (1977 - 1981)
Glossário
Preço: 127,50€;
Guerra colonial - Guiné & Moçambique - 'GADAMAEL', de Carmo Vicente - Lisboa 1982 - RARO
Guerra colonial - A guerra colonial contada de forma nua e crua na Guiné e Moçambique por quem a viveu
'GADAMAEL'
De Carmo Vicente
Edições Ró
Lisboa 1982
Livro com 112 páginas e em bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Raro.
Da contra-capa;
"Carmo Vicente é 1.º sargento paraquedista, tem 35 anos, e participou em três comissões de serviço nas frentes de combate da Guiné e Moçambique. 'GADAMAEL' é uma narrativa apaixonada, mas profundamente crítica, dessa experiência.
Dando assim mais uma achega para a construção histórica do itinerário colonial de parte significativa da juventude portuguesa, entre 1961 e 1975.
Sobre Carmo Vicente escreve em prefácio Manuel Geraldo:
Ao contrário de vários auotres que até agora já se debruçaram sobre o mesmo tema, Carmo Vicente possui a vantagem de ter sido mobilizado pela primeira vez como soldado, acabando por chegar a 1973 na situação de 1.º sargento, no comando de um pelotão, precisamente em Gadamael. Logo viveu o conflito em toda a sua plenitude, como 'actor' em escalões progressivos e com graus de sensibilização diversa."
Preço: 0,00€ (Indisponivel)
domingo, 11 de janeiro de 2015
Portugal & Tomar - 'HISTÓRIA DE UMA FÁBRICA - A Real Fábrica de Fiação de Thomar', de Manuel da Silva Guimarães - Santarém 1976 - MUITO RARO;
Tomar & História - A fábrica de Fiação de Tomar e o seu impecto na região
'HISTÓRIA DE UMA FÁBRICA - A Real Fábrica de Fiação de Thomar'
De Manuel da Silva Guimarães
Edição da Junta Distrital de Santarém
Santarém 1976
Livro com 354 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.
Do ÍNDICE:
INTRODUÇÃO
A real Fábrica das sedas e os estabelecimentos industriais de Gabriel de la Croix e Noel Le Maítre em Tomar (1771 a 1789)
- Real Fábrica de Algodões, Lençaria e Meias de Tomar
- 1.ª sociedade; JACOME RATTON e TIMOTHEO LECUSSAN VERDIER (1789 a 1793);
- 2.ª sociedade: TIMOTHEO LECUSSAN VERDIER, ANTÓNIO JOSÉ FERREIRA, FRANCISCO PALYART e MIGUEL LOURENÇO PERES (1793 a 11797)
- 3.ª sociedade: TIMOTHEO LECUSSAN VERDIER, FRANCISCO PALYART, JACINTO JOSÉ DE CASTRO, JACOME JUVALTA, D. ANA ISABEL VERDIER; FRANCISCO LUIS PEREIRA DE CASTRO e FELIX CLAMOUSE PALYART (1797 a 1810)
- 4.ª sociedade: JACOME JUVALTA, TIMOTHEO LECUSSAN VERDIER, JUVALTA FRIZONI e COMP.ª, D. ANA ISABEL VERDIER e FRANCISCO LUIS PEREIRA DE CASTRO E SOBRINHOS (1810 a 1816)
- ADMINISTRAÇÃO LOUREIROS (1816 a 1873)
- COMPANHIA DA REAL FÁBRICA DE FIAÇÃO - THOMAR
- Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada (1874)
- Henrique Pereira Taveira
- Adminstração Marcelino Facco - Taveiras (1874 a 1878)
- Adminstração Silva Amado, Eugénio Leitão e Delfim Guimarães (1878 a 1900)
- Da "Crise" a José Rodrigues Simões
- DE 1945 AOS NOSSOS DIAS...
Documentos
Preço: 77,50€;
Preço: 77,50€;
Timor & Descolonização - 'OS 25 ANOS DA QUESTÃO DE TIMOR LESTE NO PARLAMENTO PORTUGUÊS' - Lisboa 2000 (2 volumes) - RARO
Timor & Descolonização - A saga dos timorenses na descolonização e ocupação indonésia
'OS 25 ANOS DA QUESTÃO DE TIMOR LESTE NO PARLAMENTO PORTUGUÊS' (2 volumes)
Edição da Assembleia da República
Lisboa 2000
Obra em 2 volumes e com a respectiva caixa arquivadora.
Em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
Muito Raro.
Volume I
Com 672 páginas.
Do ÍNDICE:
01. - Nota de Abertura de S. Ex.ª o Presidente da Assembleia da República, António de Almeida Santos;
02. - Introdução do senhor Presidente da 8.ª CEASTL (Comissão Eventual para Acompanhamento da situação em Timor Leste), deputado Miguel Anacoreta Correia;
03. - Em 1982, a Assembleia da República resolve constituir a 1.ª Comissão Eventual para Acompanhamento da Situação em Timor Leste;
a) - Composição das diferentes comissões eventuais;
04. - Primeiro enquadramento histórico da "QUESTÃO DE TIMOR" feito, em 1986, pela 4.ª Comissão Eventual para Acompanhamento da Situação em Timor Leste;
05. - A "QUESTÃO DE TIMOR LESTE" no diário da Assembleia Constituinte (1975 - 1976);
06. - A "QUESTAÕ DE TIMOR" no Diário da Assembleia da República (1976 - 2000);
a) - Intervenções em Plenário;
b) - Relatórios da CEASTL;
07. - A "QUESTÃO DE TIMOR LESTE" nas quatro revisões da Constituição da República Portuguesa;
08. - A Conferência Interparlamentar de Lisboa por Timor Leste e "A DECLARAÇÃO FINAL DE LISBOA" (1995);
a) - Nota Prévia e Sessão de Abertura;
b) - Temas abordados nas sessões de trabalho;
c) - "Declaração de Lisboa";
d) - Lista de Participantes;
09. - Índice Onomástico;
Volume II
Com 320 páginas. Ilustrado.
Do ÍNDICE:
01. - Intervenções dos deputados portugueses sobre a "QUESTÃO DE TIMOR LESTE" em reuniões e organizações internacionais;
02. - Ooutras acções desenvolvidas pelas diferentes CEASTL;
03. - A Assembleia da República institui o "DIA NACIONAL DE SOLIDARIEDADE COM O POVO DE TIMOR LESTE" em 6 de Dezembro de 1990;
04. - A Assembleia da República, em 15 de Novembro de 1995, reune em cerimónia especial sobre o aniversário do massacre de Santa Cruz, em timor Leste;
05. - A Assembleia da República institui o 'DIA DE TIMOR LESTE' em 28 de Novembro de 1996;
06. - Prémios instituídos pela Assembleia da República ou com o seu patrocínio;
07. - A situação pós-Referendo de 30 de Agosto de 1990;
08. - Sessão solene de Boas-Vindas e Homenagem ao Presidente do Conselho Nacional da Resistência Timorense, Xanana Gusmão;
09. - Visita de uma delegação da 8.ª CEASTL a Timor Leste (Abril de 2000) - RELATÓRIO APRESENTADO AO PLENÁRIO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA;
10. - Documentos fotográficos sobre o trabalho de acompanhamento da situação em Timor Leste desenvolvido pelas diferentes CEASTL;
11. - ANEXOS;
a) - Lista de Obras publicadas ou patrocinadas pela Assembleia da República;
b) - Lista dos 'Diários da Assembleia da República';
12. - Índice onomástico;
Preço: 125,00€;
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Ultramar & Colonialismo - 'PONTES NO ULTRAMAR PORTUGUÊS' (Edição da AGU) - Lisboa 1968 - MUITO RARO;
Ultramar - As obras de arte e engenharia que os portugueses construíram nas suas ex-colónias
'PONTES NO ULTRAMAR PORTUGUÊS'
Edição da Agência-Geral do Ultramar
Lisboa 1968
Livro com 110 páginas, de tamanho grande (Em português e inglês), muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito, muito diícil localização.
MUITO, MUITO RARO.
Uma edição da AGU e da responsabilidade da Direcção dos Serviçso de Pontes e Estruturas, da Direcção-Geral de Obras Públicas, tendo como responsáveis J. Côrte-Real de Landerset (Director de Serviços) e J. M. Garcia da Fonseca Perlioro (Engenheiro civil).
SINOPSE:
“ ‘PONTES NO ULTRAMAR PORTUGUÊS’
Uma edição da Direcção dos Serviços de Pontes e Estruturas. Direcção-Geral de Obras Públicas e Comunicações. Ministério do Ultramar. Director dos Serviços e Engenheiro Civil. Agência-Geral do Ultramar. Lisboa. 1968. De 30x21 cm. Com 110 páginas, Ilustrado com documentação fotográfica a preto e branco. Edição bilingue com apresentação dos textos em Língua Portuguesa e Língua Inglesa.
Texto impresso a duas colunas, confrontando o original português com a tradução inglesa, página a página.
Obra de vulgarização institucional afecta à divulgação dos trabalhos realizados no Ultramar em matéria de comunicações durante o decénio 1958-1967. A exposição é feita sucintamente, apresentando-se primeiramente os aspectos mais gerais através de dados estatísticos e de documentação fotográfica. Esta precede a apresentação sistemática, segundo os itinerários das redes rodoviárias e ferroviárias de Angola e Moçambique, constando, para cada obra de arte rodoviária, uma exposição das suas principais características técnicas e, sempre que possível documentação fotográfica, a qual permite uma melhor avaliação do tipo e dimensões das estruturas.
Obra de grande interesse para o estudo do investimento global em estradas, caminhos-de-ferro e aeroportos no decénio 1958-1967, que ascendeu em todo o Ultramar ao valor de 13 000 milhões de escudos.”
Do ÍNDICE:
I - INTRODUÇÃO
II - Considerações Gerais sobre as comunicações no Ultramar
III - OBRAS DE ARTE EM ANGOLA
- Estrada EN 2; - Ponte sobre os rios Lué, Catumbela, Paza e Lifane III; - Ponte sobre o rio Sembo; - Ponte Álvaro Freitas Morna sobre o rio Loge; - Ponte sobre os rios Virina, Onzo e Uezo; - Pontes sobre o rio Dande em Porto Quipire e sobre a lagoa de Panguila; - Pontes sobre os rios Xixe e Muchau; - Ponte Sa Viana Rebelo sobre o rio Lucala; - Ponte sobre o rio Quanza próximo à Catumbela; - Ponte do Mucongo e pontões do Luíme I e II, Seca, Sanguissa e Muxixe; - Ponte Silva Carvalho no rio Queve (Queve I); - Pontões do Cuito, Cuchem e Cavombua; - Ponte sobre o rio Calongué; - Ponte sobre o rio Cunhangâmbua; - Pontes sobre os rios Coquengo e Luvavo; - Pontes sobre os rios Calai, Cuando, Iumbi, Cupacaça e Uaba; - Ponte sobre o rio Cussece; - Pontões sobre o rio Chicole, Chivulo e Chiba; - Ponte Eng. Trigo de Morais o rio Cunene; - Estrada EN 3; - Ponte Sá Carneiro sobre o rio Dande; Ponte sobre o rio Dange, próximo de Quibaxe; Pontões do Chio, Lage e Luquixe; Ponte Pinheiro Chagas sobre o rio Lucala; Estrada EN 6; - Ponte sobre o rio Nhia; Pontes sobre os rios Cubal em Quicombo, Cubala, Cubal da Hanha e pontão sobre o rio Seco; - Pontes sobre os rios Dui e Cuvelo; - Estrada EN 7; Ponte sobre o rio Culango I; - Pontes sobre os rios Chicucurula e Upano; - Ponte sobre o rio Cubal do Quissange; - Pontes sobre os rios Cubal, Culai, Lambócua, Ongolo, Chiriabera, Balombo, Cavaco, Caata e Chandongo I e II; - Ponte sobre o rio Lucala III; - Ponte sobre o rio Lombe; - Estrada EN 10; - Ponte sobre o rio Luachimo; - Estrada EN 11; Estrada EN 12; - Ponte sobre orio Chiluango; - Estrada EN 26; - Estrada EN 27; - Estrada EN 33; - Pontes sobre os rios Lugire, Capacaça, Mussoluíge, Lifune e Lugia; - Ponte sobre o rio Cuango; Pontes sobre os rios Cacuilo, Chicundo, Cariúa; Cuilo, Peso, Luchinga, Luvo e Luele; - Ponte sobre o rio Luange; - Ponte sobre o rio Jimbe; - Estrada EN 34; - Ponte sobre o rio Cuebe; - Estrada EN 35; - Estrada EN 39;
- Obras de arte ferroviárias;
- Caminho de Ferro de Luanda; - Ponte sobre o rio Muchau; - Ponte sobre o rio Mucoso;
- Caminho de Ferro do Congo; - Ponte sobre o rio Bengo; - Ponte sobre a lagoa de Panguila; - Ponte sobre o rio Dande;
- Caminho de Ferro de Moçamedes; Barragem do Cunene na Matala; Ponte sobre o rio Cubango; Pontes Cutao I e II, na chana do rio Cutato;Ponte sobre o rio Cuchi; - Ponte sobre o rio Muussanga; - Ponte sobre o rio Luassenha;Ponte sobre o rio Cuelei; Ponte sobre o rio Tchipombo; - Ponte sobre o rio Cuebe; Ponte obre o rio Cului, no ramal de Cassinga;
- Caminho de Ferro de Benguela;
- Obras de arte portuárias; - Obras do Porto de Luanda; - Obras e apetrechamento do Porto Mineiro do Saco, em Moçamedes;
IV - OBRAS DE ARTE EM MOÇAMBIQUE
- Estrada Nacional n. 1 (Lanço de Lourenço Marques a João Belo); - Ponte sobre o rio Chicumbane; - Viaduto na baixa do Chicumbane; - Ponte sobre o rio Limpopo; - Lanço do Lindela ao rio Save; - Ponte sobre o rio Inhanombe; Ponte sobre o rio Furvela; Ponte sobre o rio Jogó; - Ponte sobre o rio Save; Lanço rio Save-Inchope; - Passagem superior do Inchope; - Estrada EN 2; - Passagem superior do Caminho de Ferro de Goba; - Estrada EN 3; - Passagem sobre o rio Mahau; - Estrada EN 4; - Passagem sobre o rioMovene; - Estrada EN 6; - Ponte sobre o rio Pungué; - Ponte sobre o rio Dopodzi; - Ponte sobre o rio Inhamatanda; - Ponte sobre o rio Munene; - Ponte de Caminho de Ferro sobre o rio Mecuchira; - Estrada EN 8; - Ponte mista de estrada e caminho de ferro sobre o rio Muanda; - Pontec de ligação da ilha de Moçambique ao continente; - Auto-estrada da Matola; - Passagem superior da auto-estrada, no nó da Machava; - Ponte sobre o rio Mecumbeze; - Ponte sobre o rio Mutamba, na estrada de Lindela para Inhambane (EN 101); - Estrada EN 102; - Obras de arte no lanço EN 6, rio Pungué; - Pontes no lanço do rio Pungué-Vila Gouveia; - Ponte sobreo rio Pungué; - Ponte sobre o rio Nhacangara; - Pontes sobre os rios Nhamaare, Inhamandimué e Malínué; - Pontes no lanço Vila Gouveia-Guro; - Ponte sobre o rio Nazónia; Ponte sobre o rio Fuzi; - Ponte sobre o rio Nhamuca; Estrada EN 103; - Ponte sobre o rio Mudué; Pontes sobre os rios Cuira e Messáua; Ponte sobre o rio Revúgué; - Estrada EN 106; - Ponte sobre os rios M'Copote, Lágua e Titimar; - Pontes sobre os rios Muacala, Mucuburi e Nieque; - Ponte sobre o rio Changalane; - Ponte sobre o rio Changane; - Estrada EN 221; - Estrada EN 232; - Pontes sobre os rios Meluli e Namaita; - Reconstrução das pontes sobre os rios Murrala, Nivuraco e Nagiúa; - Estrada EN 243; - Ponte sobre o rio Montepuez, no lanço Sunate-Macomia; - Pontes sobre os rios Nango, Muera, Nungo, Mapuede e Messalo e viadutos nas baixas do Muere e Messalo; - Pontes sobre os rios Lutambo, Damagué, Muacamula, Natate, Namirágué, Nicope e Muaguide; - Ponte sobre o rio Incomati; - Ponte sobre o ri Meluli; - Ponte sobre o rio Lugenda;
Preço: 97,50€;
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