sexta-feira, 23 de maio de 2025

Política Internacional - LOTE DE 3 LIVROS SOBRE TEORIA MARXISTA - Porto 1974 - RAROS;




Política Internacional - Obras políticas políticas de carácter marxista e filosóficas em edições portuguesas históricas de 1974 e 75


LOTE DE 3 LIVROS SOBRE TEORIA MARXISTA 
1. - ‘A ACUMULAÇÃO PRIMITIVA DO CAPITAL’ 
De Karl Marx 
Tradução de Alberto Saraiva 
Edição Publicações Escorpião 
Porto 1974 

Livro com 96 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Raro. 

2. - ‘INTRODUÇÃO À ECONOMIA POLÍTICA’ 
De Rosa Luxemburg 
Tradução de Carlos Leite 
Edição Publicações Escorpião 
Porto 1975 

Livro com 88 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Raro. 

3. - ‘NIETZSCHE, FREUD E MARX - THEATRUM PHILOSOFICUM’ 
De Michel Foucault 
Edição Rés limitada 
Porto 1975 

Livro com 72 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Raro. 


Preço: 25,00€ (LOTE COMPLETO) 

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Portugal - Angola & Colonialismo - ‘A CRIANÇA BRANCA DE FANON’, de Alberto Oliveira Pinto - Lisboa 2018 - Raro;






Portugal - Angola & Colonialismo - Um ensaio inédito do escritor e historiador angolano Ego-Histórico sobre o Facto Colonial Angolano 


‘A CRIANÇA BRANCA DE FANON’ 
De Alberto Oliveira Pinto 
Prefácio de Jean-Michel Mabeko Tali 
Edição Mercado de Letras Editores L.da 
Lisboa 2018 


Livro com sobrecapa, de 198 páginas, em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa:
“(…) Alberto Oliveira Pinto palmilhou (…), um campo delicado, como historiador, na elaboração deste texto de ego-história, onde as linhas de uma e de outras das duas facetas (memória e história), quando se cruzam (coisa inevitável), podem confundir-se, e misturar-se, não tivesse a vigilância metodológica, a todos os instantes, sabido separar as águas.
(…) Tal uso, no momento da escrita, exige profissionalismo, e o mínimo que se pode dizer é que ele se saiu brilhantemente. (…) 

(…) oferece-nos um relato analítico, histórico, assim como um olhar sociológico e metodologicamente estruturado, sobre toda uma época da história, tanto de Angola como, por inerência conjuntural e estrutural, de Portugal colonial. Trata-se, pois, não de um relato memorial, mas sim de um trabalho de historiador sobre uma época histórica profundamente marcante da sua terra de nascimento e na qual se insere a sua própria trajectória. (…) Desta forma, temos aqui um processo narrativo em que se fecha o círculo da parceria entre a matriz memorial e a escrita histórica. Ou seja, o uso dos dados acumulados pela vivência para um trabalho narrativo de cariz científico. E aqui surge todo o profissionalismo do autor. (…)

(…) Uma das primeiras vitórias do nacionalismo africano terá sido conseguir levar parte dos colonizados a duvidar, tanto do sistema em si, quanto do seu próprio lugar no seu seio. Ou seja, levar com a sua luta, parte do mundo do opressor ao caminho da desalienação analisada por Fanon. E, com este magnífico texto, Alberto Oliveira Pinto retraça o seu próprio encaminhamento rumo a esta desalienação. (…)

(…) O texto de Alberto Oliveira Pinto é, de certo modo, um retrato complexo do seu próprio processo de desalienação: um trabalho de introspecção, de procura de si mesmo, no contexto colonial e pós-colonial português e angolano. Pelo que se pode considerar como legítima a sua reclamação como sendo ‘a criança branca de Fanon’. E, acrescento eu, et pour cause, o sobrinho judeu-tunisino de Memmi. (…) 
Jean-Michel Mabeko Tali 
In PREFÁCIO 


Da badana: 
“O que é a ego-história ? Não se trata de uma autobiografia pretensamente literária, nem de uma profissão fé abstracta, nem de uma tentativa de psicanálise. O que está em causa é explicar a sua própria história como se fosse a de outrem, tentar explicar a si próprio, segundo o estilo e os métodos que cada um escolheu, o olhar frio, englobaste e explicativo que tantas vezes se lançou sobre os outros. Em resumo, tornar clara, como historiador, a ligação existente entre a história que cada um fez e a hoste que cada um é produto.
Pierre Nora 

“(…) Tenho plena consciência de que o conceito ego-história fornecido por Pierre Nora é facilmente manipulável e de que o historiador que se abalança a elaborar um ensaio ego-histórico se arrisca - confirme advertiu Eoger Chartier, outro nome respeitável da história cultural da escola francesa - a ser armadilhado pela confusão entre a ego p-história e o testemunho. Daí decorre, aliás, um outro risco: o de a temperatura do ‘olhar frio’ do ego p-historiador, preconizado por Pierre Nora, facilmente poder aumentar. Assumo ambos os riscos. Mas atrevo-me a alvitrar que o ‘testemunho ego-histórico’ - se me é permitida esta monstruosidade conceptual - pode ter relevância, caso sirva de complemento às fontes, sejam elas escritas, orais ou informativas. Tal se traduz, de resto, numa prática historiográfica que não é nova, muito cara aos clássicos, entre os quais se destaca o em tempos tão polemizado Suetónio (Roma, 69, d.C. - c. 141 d.C.). E quero, por isso, acreditar que este meu ensaio seja muito mais do que um testemunho autobiográfico. 

(…) Numa sociedade de racismo encapotado, como era a de Angola colonial, muitas crianças brancas desnudaram inocentemente - tal como a de Fanon e tal como a do conto de Hans Christian Anderson, que proclamou na rua a verdade inquestionável de que ‘O Rei vai nú’ - a falácia do mito do ‘anti-racismo português’. A leitura de Franz Fanon permitiu-me perceber ter eu próprio sido, em tempos, uma dessas crianças. Este ensaio ego-histórico constitui, na esteira do meu já longo trabalho de historiador, mais um convite à reflexão sobre essa falácia do ‘anti-racismo português’, ainda hoje bem viva, é mesmo estranha e perversamente fomentada, nas sociedades angolana e portuguesa. (…)
Alberto Oliveira Pinto 
In INTRODUÇÃO 


O Autor: 
“ALBERTO [Manuel Duarte de] OLIVEIRA PINTOO nasceu em Luanda, em 8 de janeiro de 1962.
Doutor (2010) e mestre (2004) em História de África pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), colaborou como docente no Departamento de História. Lecionou igualmente noutras universidades portuguesas e também em universidades estrangeiras na qualidade do professor convidado. Presentemente, é investigador da Universidade de Lisboa.
É autor de diversos romances e livros ensaísticos sobre a História de Angola, tendo ganho por duas vezes o Prémio Sagrada Esperança: em 1998, com o romance ‘Mazanga’, e, em 2017, com o livro de ensaios ‘Imaginários da História Cultural de Angola’. O seu maior êxito foi ‘História de Angola: Da Pré-História ao Início do Século XXI’, primeira experiência no género em 40 anos de Independência de Angola, publicado em primeira edição em 2016 e, agora, em 4.ª edição.
Desde 2018, coordena o Curso Livre História de Angola da UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, de que decorre a série do Youtube Fragmentos da História de Angola, com Anabela Carvalho. Em 2021, criou com o filho, João Alberto Freire de Oliveira Pinto, igualmente no Youtube, o programa de sucesso Lembra-te, Angola.”



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

PREFÁCIO 
- Por Jean-Michel Mabeko Tali 

INTRODUÇÃO 
- O facto colonial angolano e a ego-história 

I. - A COLÓNIA 
- Sob o signo do 4 de Fevereiro e do 15 de Março de 1961 
- Cidade Alta: os poderes político administrativos, militar e eclesiástico 
- Os colonos pobres: os moradores dos sobrados e os pedintes 
- As ‘cidades brancas’, os soldados rasos, os casamentos por anúncio e a europeização do Kuando Kubanco 
- Não se diz ‘mulato’ nem se fala ‘à preto’ 
- O Preto-Papusse-Papão, a retórica da antropofagia e do alcoolismo, os destribalizados e os Cabindenses 
- Os múltiplos semblantes do Kinaxixi 
- Regresso ao Beco do Balão e exorcização do Parque de Heróis de Chaves 
- Os paraísos aparentes do colonialismo: o Morro dos Veados, o Futungo de Belas e o Consulado Britânico; a Xikala 
- Do Palácio de Ana Joaquina ao Cacuaco e ao Baleizão 
- Clima de Guerra: o homem da ponte de Diogo Cão, a Voz de Angola, os ‘terroristas’ e o material bélico 

II. - A METRÓPOLE 
- A travessia do Atlântico e a metrópole; do Neptuno e do Carrasco do Equador à tarzanização social e televisiva 
- Se queres ser português, esquece o teu passado, e se te lembrares dele, cala-te, porque eras criança;  a guerra colonial vista do cais de Lisboa enquanto o Papa recebe os ‘terroristas’ 
- ‘O Livro de Leitura da 3.a Classe’: os monumentos e os heróis das cadernetas de cromos, as primeiras inquietações sobre a história e a origem remota de ‘A Família dos Paladinos’ 
- Como da primeira tentativa de escrita da história de Portugal e das Colónias (breve análise de dois curtos textos escritos em 1971 por uma criança de 9 anos de idade) se chegas às primeiras atrações pelo exotismo, à vocação para a vida de flibusteiro e ao ‘pirata’ Henrique Galvão 
- Como da história 

Bibliografia 
Sítios da Internet consultados 


Preço: 47,50€; 

África & MPLA - ‘MORTE DA DIGNIDADE - A GUERRA CIVIL EM ANGOLA’, de Victoria Brittain - Lisboa 1999 - MUITO RARO;






África & MPLA - Análise aprofundada da jornalista americana da imprensa britânica ao período da descolonização e guerra civil, após inúmeras viagens, estadias e reportagens na imprensa londrina, relatando do lado do governo de Agostinho Neto e José Eduardo dos Santos o desenrolar dos acontecimentos do trágico conflito entre os angolanos, apoiados o governo pelo contingente cubano enviado por Fidel Castro e a URSS e a guerrilha da UNITA pelos EUA e a África do Sul 


‘MORTE DA DIGNIDADE - A GUERRA CIVIL EM ANGOLA’ 
De Victoria Brittain 
Prefácio de Pepetela 
Edição Publicações Dom Quixote 
Lisboa 1999 


Livro com 190 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“Victoria Brittan, durante as numerosas vezes que esteve em trabalho de reportagem, visitou a maior parte de Angola, falando com pessoas de todos os extractos da população, não se contentando com entrevistar meia dúzia de responsáveis dos vários lados em acção, como muitos fazem. 
Foi procurar o povo humilde e trabalhador, o que nunca é achado para nada, foi ouvir os relatos confrangedores dos deslocados de guerra, gravou os murmúrios dos mutilados por minas ou bombas, procurou os órfãos, foi saber dos doentes e feridos nos hospitais.
Teve assim a percepção da maneira como as pessoas iam sofrendo e perdendo a esperança, frustradas constantemente todas as ilusões, sabotados inexoravelmente todos os planos. E aponta corajosamente o dedo aos culpados.“ 
Pepetela in PREFÁCIO 


Da badana: 
“Envolvida quase continuamente em guerra civil, desde a sua independência em 1975, Angola tem sido sujeita a um conflito devastador. No entanto, apesar das mortes sem fim e de quase dois milhões de deslocados, a comunicação social ocidental tem dado escassa atenção a esta contenda. 

Victoria Brittan testemunhou de perto o horror e a destruição em Angola, senso um dos jornalistas que melhor conhecem esta realidade. Neste relato impressionante, vital para a compreensão da África pós-colonial, ela combina de forma única uma narrativa de guerra baseada na análise histórico-política, com depoimentos em primeira mão de acontecimentos e retratos de personalidades-chave, examinando a origem e o desenvolvimento do conflito e apontando o dedo a múltiplos culpados. 

As Publicações Dom Quixote quiseram enriquecer a edição portuguesa deste livro acrescentando-lhe o depoimento daquele que é, sem dúvida, um dos mais importantes escritores angolanos: Pepetela, Prémio Camões de 1997.“


A Autora: 
“VICTORIA BRITTAN é jornalista do ‘Guardian’ especializado nas africanas e do terceiro mundo.” 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
De Pepetela 

Agradecimentos 

PREFÁCIO: 
- Homens que fizeram uma revolução e que a viram ser-lhes tirada 

1. - O Nascimento da Maior Esperança de África (1975-1976) 
2. - A Reconstrução da UNITA (1976-1985) 
3. - Uma Guerra de Ideologias (1985-1987) 
4. - O Último Bastião de Havana (1987-1989) 
5. - Perder a Paz (1991-1992) 
6. - Outra Somália… a guerra das cidades (1992-1994) 
7. - O Estado Destruído (1995-1996) 

EPÍLOGO: O Factor Kabila (1997) 

Personagens 
Bibliografia 
Índice Remissivo  


Preço: 37,50€; 

Portugal & Ultramar - Revista ‘PERMANÊNCIA’, n. 28 - Setembro 1972 - (Moçambique - A DISSIDÊNCIA DE JOÃO CRAVEIRINHA DA FRELIMO) - Lisboa 1972 - MUITO RARO;
















Portugal & Ultramar - Noticiário diverso sobre a vida social, administrativa, política e cultural nas diversas então províncias ultramarinas portuguesas 


Revista ‘PERMANÊNCIA’, n. 28 - Setembro de 1972.
Moçambique - A DISSIDÊNCIA DE JOÃO CRAVEIRINHA DA FRELIMO 
Revista Mensal 
Edição da Agência Geral do Ultramar 
Lisboa 1972 


Exemplar com 56 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Temas em destaque: 
Moçambique 
- A DISSIDÊNCIA DE JOÃO CRAVEIRINHA Júnior DA FRELIMO 
- ‘EIS A VERDADE !’ 
“Vi a proliferação da intriga, da violência nos próprios escritórios da FRELIMO, dos assassinatos, incluindo o do próprio Mondlane, dos ataques à paulada ou a cutelo nas instalações daquele movimento - e, em tudo isto, as mãos da China e da Rússia.” 

Em artigo assinado por Virgílio de Lemos na publicação francesa
- ‘O “ASSASSINADO” RESPONDE AO “ASSASSINO” no “LE MONDE DIPLOMATIQUE”.’ 
O desmentido do próprio Lázaro Kavandame que foi dado como assassinado pela PIDE/DGS, a polícia política portuguesa, na revista editada em Paris… 

Angola - Dr. Costa Oliveira, secretário provincial do Planeamento 
- ‘MAIS DE DEZ ANOS DE BOMS SERVIÇOS NUMA OBRA DECISIVA’ 

Plenário da ANP - Acção Nacional Popular de Angola 
- ‘COM DIGNIDADE E SERENIDADE’ 
‘Cumprindo a sua missão, a A.N.P. de Angola, pela voz do Dr. Gustavo Neto de Miranda, definiu, na pose do Presidente da Comissão Distrital de Luanda, o inalterável rumo que segue: Promover a participação dos cidadãos no estudo dos problemas nacionais, na sua realidade pluricontinental e multirracial.’ 

Um Homem é uma obra: 
- ‘JOSÉ REDINHA GRANDE ETNÓGRAFO DE ANGOLA’
Um artigo de Mário Mota 

Emissora Oficial de Angola 
- ‘A MAIS MODERNA DO CONTINENTE AFRICANO’ 

Evocação autorizada e justa por Joaquim Paço D’Arcos 
- ‘O RESGATE DO CAMINHO DE FERRO TRANSZAMBÉZIA’ 

A construção da Barragem de Cabora Bassa em Moçambique 
- ‘PRIMADO DOS VALORES HUMANOS’ 
‘Aspectos da fase recente de Cabora Bassa - obra que, disse o Eng. Pimentel dos Santos, exprime o primado que os portugueses concedem aos valores humanos.’ 

O empreendimento de Cabora Bassa na garganta do rio Zambeze 
- ‘A NOSSA RESPOSTA AO DIABÓLICO PLANO’ 
“Uma clara e definitiva confissão de derrota do terrorismo.” 
‘Mais um passo na batalha pela nova África.’ 
‘Tete será a janela do futuro.’ 

Gong-Soi nas Ilhas 
- ‘AS PEDRAS SAGRADAS DE MACAU’ 

- ‘150.000 CRIANÇAS NAS ESCOLAS OFICIAIS DE MOÇAMBIQUE’ 

- ‘CONGRESSO DO POVO EM BISSAU: UNIDADE CONSOLIDADA’ 

Expressões líricas da Índia Portuguesa 
- ‘O “MANDÓ” PODE CONCENTRAR UM ROMANCE DE 300 PÁGINAS !’ 

António de Aguilar dedicou-se a compreender os funantes 
- ‘DESBRAVADORES DE SERTÕES’ 

Literatura Ultramarina 
- ‘OS OITO E OS OITENTA’, por Nuno Bermudes 


Preço: 62,50€; 

Política Internacional & Ideologias - ‘LIQUIDAÇÃO DAS SOCIAIS DEMOCRACIAS NO LESTE’, de Laszló Revész - Lisboa 1970 - RARO;





Política Internacional & Ideologias - A destruição, denúncia e perseguição dos sociais-democratas e mencheviques, aliados dos bolcheviques, da Rússia da revolução de 1917 ao domínio dos países do Leste europeu após a ocupação soviética no final da II Grande Guerra e a queda do regime nacional socialista e nazista…


‘A LIQUIDAÇÃO DA SOCIAL DEMOCRACIA NA EUROPA DE LESTE’ 
De Laszló Revész 
Edição Literal Selecta 
Lisboa 1970 


Livro com 130 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.



Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 

A TEORIA E PRÁTICA COMUNISTA CONTRA A SOCIAL-DEMOCRACIA 

O DESTINO DOS SOCIAIS DEMOCRATAS RUSSOS 

O DESTINO DOS SOCIAIS DEMOCRATAS NAS DEMOCRACIAS POPULARES 
- Os socialistas polacos 
- Os sociais-democratas húngaros 
- Os sociais-democratas checoslovacos 

Notas 


Preço: 27,50€; 

quinta-feira, 15 de maio de 2025

Portugal & Timor - ‘DICIONÁRIO DE TÉTUM-PORTUGUÊS’, de Luís Costa - Lisboa 2001 - Muito Raro;





Portugal & Timor - Uma obra imprescindível para a compreensão linguística entre portugueses e timorenses e entre os próprios naturais do novo país nascido após a invasão Indonésia em 1975, a resistência durante mais de duas décadas e a independência em 1999


‘DICIONÁRIO DE TÉTUM-PORTUGUÊS’ 
De Luís Costa 
Colaboração técnica de Margarita Correia 
Edições Colibri e Instituto Camões 
Lisboa 2001 


Livro com 352 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“O português é actualmente a sexta língua materna a nível mundial, língua oficial de sete estados de três continentes, língua de trabalho em doze organizações internacionais, sendo utilizado quotidianamente por cerca de 200 milhões de seres humanos. A comunidade dos seus falantes sentiu-se bem honrada e comovida com a decisão dos representantes da resistência de o adoptar como língua oficial do futuro estado de Timor-Leste.

O ‘DICIONÁRIO DE TÉTUM-PORTUGUÊS’ constitui um precioso contributo para promover o estreitamento dos contactos entre gentes das quatro partidas do mundo que se revêem num idioma comum construído com o concurso de todos.“ 
Jorge Couto 
Presidente do Instituto Camões 



Do ÍNDICE: 

Nota do Editor 

PREFÁCIO 

INTRODUÇÃO 
1. - Breve historial do ‘DICIONÁRIO DE TĒTUM-PORTUGUÊS’ 
2. - Fontes utilizadas 
3. - Estrutura do dicionário 
4. - Alguns problemas confrontados e algumas opções feitas 
5. - Notas conclusivas 

PROPOSTA PARA A NORMALIZAÇÃO 
1. - Sons existentes em tétum 
2. - Estrutura silábica 
3. - Acentuação das palavras 
4. - Uso do hífen 

Abreviaturas e sinais convencionais 
Nomenclatura
Apêndice de nomes de língua tétum 
Lista de Obras Consultadas 


Preço: 37,50€; 

Portugal - Cultura & Ultramar - ‘A ILHA VERDE E VERMELHA DE TIMOR’, de Alberto Osório de Castro - Lisboa 1996 - Raro;





Portugal - Cultura & Ultramar - Timor descrito por Alberto Osório de Castro numa jornada de dez dias a cavalo em Abril de 1909 pelo seu interior profundo, a colónia portuguesa perdida nos confins da Ásia 


‘A ILHA VERDE E VERMELHA DE TIMOR’ 
De Alberto Osório de Castro 
Organização da edição de Gustavo Rubim 
Edições Cotovia L.da 
Apoio Fundação Orientev
Lisboa 1996 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.



Do ÍNDICE: 

Critérios seguidos nesta edição 

ANTEFÁCIO 

A ILHA VERDE E VERMELHA DE TIMOR 


Preço: 27,50€; 

Timor & Literatura - ‘A NONA DO PINTO BRÁS’, de Filipe Ferreira - Lisboa 1992 - MUITO RARO;





Timor & Literatura - Uma Novela Timorense, como classifica o livro o seu autor, cujos cenários são passados nesta antiga província ultramarina portuguesa da Ásia 


‘A NONA DO PINTO BRÁS’ 
De Filipe Ferreira 
Capa de Rui Palma Carlos 
Edição ERL (Editora de Revistas e Livros, L.da) 
Lisboa 1992 


Livro com 68 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da Nota Breve: 
“Esboçada em Timor há uma vintena de anos, esta novela contém numerosos termos em dialecto local (tétum) ou em português de Timor, estes quase todos de origem malaia ou, mais raramente, indiana. Em homenagem singela à terra e povo de Timor conservámo-los, até para que não se perca a cor local para que contribuem. Os vocábulos ou expressões em tétum vão em itálico, os luso-timorenses em redondo. Achareis em nota a explicação de quantos de explicação nos parecem carecer.“ 



Do ÍNDICE: 

Nota breve 
Dedicatória 

A NONA DO PINTO BRÁS 

Notas 


Preço: 32,50€; 

Ásia & História - ‘TIMOR - TERRA SENTIDA’, de António Veladas - Sintra 2001 - MUITO RARO;






Ásia & História - Os acontecimentos de 1999, quando a administração Indonésia de saída de Timor, permitiu e incentivou a acção das milícias pró-integração a efectuarem a onde de terror com incêndios, violência e assassinatos contra os timorenses favoráveis à independência perante a impotência das forças militares estrangeiras ali estacionadas, na visão e testemunho do jornalista português da RDP (Rádio Difusão Portuguesa)


‘TIMOR - TERRA SENTIDA’ 
De António Veladas 
Imagem da capa de Graça Morais 
Edição Publicações Europa - América 
Sintra 2001 


Livro com 158 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“Intenso, dramático, ofegante foi o estilo do correspondente da RDP, o jornalista António Veladas, no palco do drama humano que ocorreu em Timor Leste de Setembro a dezembro de 1999.
‘TIMOR - TERRA SENTIDA’ é, um ano e meio mais tarde, o reviver desses tempos de horror, agora com uma visão mais clara e distanciada, arrumando as memórias dramáticas numa narrativa vigorosa, detalhada e pessoal.“ 

“Testemunho de um conflito de uma violência inusitada mas, infelizmente, recorrente na cultura ancestral daqueles povos quantas vezes manipulados por interesses que lhes são alheios, ‘TIMOR - TERRA SENTIDA’ é um livro a não perder por todos aqueles que acompanharam os angustiantes acontecimentos de 1999 em Timor-Leste.“ 
José Manuel Nunes 
Presidente do Conselho de Administração da RDP 



Do ÍNDICE: 

Biografia 

ABERTURA 
- José Ramos-Horta 
- FALINTIL - Taur Matan Ruak 
- Sérgio Vieira de Mello 
- Pedro Moutinho de Almeida 

‘TIMOR - TERRA SENTIDA’ 
- Padre Vitor Melícias 

Presidente do Conselho de Administração da RDP 
- José Manuel Nunes 

Liberdade sentida 
- Poema de António Veladas 

TIMOR - TERRA SENTIDA 
Dedicatória 

PREFÁCIO - Kai Rala Xanana Gusmão 

- Ásia, Jacarta dos contrastes 
- Timor-Leste do imaginário à realidade 
- Lere, comandante guerrilheiro 
- Confrontos vermelho e branco 
- Soldado dos cafés 
- Uai-Mori, cidade guerrilheira 
- Pérola de Timor 
- Basílio do Nascimento, Bispo do povo 
- 30 de Agosto, das chamas à evacuação 
- As almas ficaram lá 
- Regresso às cinzas 
- Partir sem chegar a sair 

Agradecimentos 


Preço: 27,50€; 

Ásia & Política Internacional - ‘AUTODETERMINAÇÃO EM TIMOR-LESTE’, de Ian Martin - Lisboa 2001 - Muito Raro;




Ásia & Política Internacional - O processo de retirada da administração Indonésia e o controle do processo do referendo em Timor para assegurar a independência do território por parte das Nações Unidas 


‘AUTODETERMINAÇÃO EM TIMOR-LESTE’ 
As Nações Unidas, o Voto e a Intervenção Internacional 
De Ian Martin 
Prefácio de Xanana Gusmão 
Tradução de Inês Castro 
Edição QUETZAL Editores 
Lisboa 2001 


Livro com 298 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“Dirigiu de uma forma extraordinária um processo onde a falta de boa-fé de uma das partes tornou muito complicado gerir as coisas. A serenidade era uma condição fundamental para aquele período turbulento e Ian Martin, assim como todo o staff da UNAMET, manifestaram esta força de espírito, aliada a um extraordinária coragem e a um invulgar cometimento. E isto tudo foi extremamente crucial.“ 
Xanana Gusmão 


O Autor: 
“IAN MARTIN foi o Enviado Especial do Secretário-Geral da ONU para a Consulta Popular em Timor-Leste e Chefe da Missão da ONU em Timor-Leste (UNAMET), de Maio a Novembro de 1999.
Antes de seguir para Timor-Leste, Ian Martin fez parte do contingente da ONU na Bósnia Herzegovina, no Ruanda e no Haiti. De 1986 a 1992, foi Secretário Geral da Amnistia Internacional. Actualmente, é o Representante Especial na Missão das Nações Unidas na Etiópia e Eritreia.“ 



Do ÍNDICE: 

Lista de Siglas e Acrónimos 
PREFÁCIO 

1. - INTRODUÇÃO 

2. - OS ACORDOS DE 5 DE MAIO 
- A passagem da administração portuguesa à Indonésia 
- As Nações Unidas e a questão de Timor-Leste 
- Mudanças políticas na Indonésia e em Timor-Leste 
- A segunda opção 
- A resposta das milícias 
- A última fase das negociações 
- Segurança e os Acordos de 5 de Maio 

3. - O LANÇAMENTO DA UNAMET 
- O plano e o mandato 
- Organização da UNAMET 
- Primeiras descobertas 
- Adiamento do recenseamento 

4. - PREPARATIVOS PARA A VOTAÇÃO 
- O trabalho de base para o recenseamento 
- Informar os eleitores 
- Superar os problemas da intimidação e deslocação de pessoas 
- Alargamento do prazo do recenseamento 
- O recenseamento concluído 
- A caminho da campanha 

5. - RECONCILIAÇÃO E DEPOSIÇÃO DAS ARMAS 
- Da Dare II à Comissão Consultiva Timorense 
- A deposição das armas 
- A libertação de Xanana Gusmão 
- Ressurgimento da violência 
- Últimos esforços 

6. - PENSAR O FUTURO 
- Planeamento para o período pós-votação 
- Pressões e previsões 

7. - VOTAÇÃO E VINGANÇA 
- Preparativos para o dia da votação 
- Os votos de Timor-Leste 
- À espera do resultado 
- A punição de Timor-Leste 
- A retirada da UNAMET 

8. - INTERVENÇÃO INTERNACIONAL 
- O crescendo diplomático 
- O mandato da UNAMET 
- Da UNAMET à UNTAET 

9. - CONCLUSÃO 
- O contexto internacional 
- Um Acordo imperfeito ? 
- Pressão para avançar 
- Subestimação da vingança 
- Planeamento de contingência 
- O dilema da protecção 
- Avançar com rapidez 
- Coordenação do apoio 
- O veredicto de Timor-Leste 

CRONOLOGIA 
NOTAS 


Preço: 37,50€;