quinta-feira, 15 de maio de 2025

Portugal & Timor - ‘DICIONÁRIO DE TÉTUM-PORTUGUÊS’, de Luís Costa - Lisboa 2001 - Muito Raro;





Portugal & Timor - Uma obra imprescindível para a compreensão linguística entre portugueses e timorenses e entre os próprios naturais do novo país nascido após a invasão Indonésia em 1975, a resistência durante mais de duas décadas e a independência em 1999


‘DICIONÁRIO DE TÉTUM-PORTUGUÊS’ 
De Luís Costa 
Colaboração técnica de Margarita Correia 
Edições Colibri e Instituto Camões 
Lisboa 2001 


Livro com 352 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“O português é actualmente a sexta língua materna a nível mundial, língua oficial de sete estados de três continentes, língua de trabalho em doze organizações internacionais, sendo utilizado quotidianamente por cerca de 200 milhões de seres humanos. A comunidade dos seus falantes sentiu-se bem honrada e comovida com a decisão dos representantes da resistência de o adoptar como língua oficial do futuro estado de Timor-Leste.

O ‘DICIONÁRIO DE TÉTUM-PORTUGUÊS’ constitui um precioso contributo para promover o estreitamento dos contactos entre gentes das quatro partidas do mundo que se revêem num idioma comum construído com o concurso de todos.“ 
Jorge Couto 
Presidente do Instituto Camões 



Do ÍNDICE: 

Nota do Editor 

PREFÁCIO 

INTRODUÇÃO 
1. - Breve historial do ‘DICIONÁRIO DE TĒTUM-PORTUGUÊS’ 
2. - Fontes utilizadas 
3. - Estrutura do dicionário 
4. - Alguns problemas confrontados e algumas opções feitas 
5. - Notas conclusivas 

PROPOSTA PARA A NORMALIZAÇÃO 
1. - Sons existentes em tétum 
2. - Estrutura silábica 
3. - Acentuação das palavras 
4. - Uso do hífen 

Abreviaturas e sinais convencionais 
Nomenclatura
Apêndice de nomes de língua tétum 
Lista de Obras Consultadas 


Preço: 37,50€; 

Portugal - Cultura & Ultramar - ‘A ILHA VERDE E VERMELHA DE TIMOR’, de Alberto Osório de Castro - Lisboa 1996 - Raro;





Portugal - Cultura & Ultramar - Timor descrito por Alberto Osório de Castro numa jornada de dez dias a cavalo em Abril de 1909 pelo seu interior profundo, a colónia portuguesa perdida nos confins da Ásia 


‘A ILHA VERDE E VERMELHA DE TIMOR’ 
De Alberto Osório de Castro 
Organização da edição de Gustavo Rubim 
Edições Cotovia L.da 
Apoio Fundação Orientev
Lisboa 1996 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.



Do ÍNDICE: 

Critérios seguidos nesta edição 

ANTEFÁCIO 

A ILHA VERDE E VERMELHA DE TIMOR 


Preço: 27,50€; 

Timor & Literatura - ‘A NONA DO PINTO BRÁS’, de Filipe Ferreira - Lisboa 1992 - MUITO RARO;





Timor & Literatura - Uma Novela Timorense, como classifica o livro o seu autor, cujos cenários são passados nesta antiga província ultramarina portuguesa da Ásia 


‘A NONA DO PINTO BRÁS’ 
De Filipe Ferreira 
Capa de Rui Palma Carlos 
Edição ERL (Editora de Revistas e Livros, L.da) 
Lisboa 1992 


Livro com 68 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da Nota Breve: 
“Esboçada em Timor há uma vintena de anos, esta novela contém numerosos termos em dialecto local (tétum) ou em português de Timor, estes quase todos de origem malaia ou, mais raramente, indiana. Em homenagem singela à terra e povo de Timor conservámo-los, até para que não se perca a cor local para que contribuem. Os vocábulos ou expressões em tétum vão em itálico, os luso-timorenses em redondo. Achareis em nota a explicação de quantos de explicação nos parecem carecer.“ 



Do ÍNDICE: 

Nota breve 
Dedicatória 

A NONA DO PINTO BRÁS 

Notas 


Preço: 32,50€; 

Ásia & História - ‘TIMOR - TERRA SENTIDA’, de António Veladas - Sintra 2001 - MUITO RARO;






Ásia & História - Os acontecimentos de 1999, quando a administração Indonésia de saída de Timor, permitiu e incentivou a acção das milícias pró-integração a efectuarem a onde de terror com incêndios, violência e assassinatos contra os timorenses favoráveis à independência perante a impotência das forças militares estrangeiras ali estacionadas, na visão e testemunho do jornalista português da RDP (Rádio Difusão Portuguesa)


‘TIMOR - TERRA SENTIDA’ 
De António Veladas 
Imagem da capa de Graça Morais 
Edição Publicações Europa - América 
Sintra 2001 


Livro com 158 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“Intenso, dramático, ofegante foi o estilo do correspondente da RDP, o jornalista António Veladas, no palco do drama humano que ocorreu em Timor Leste de Setembro a dezembro de 1999.
‘TIMOR - TERRA SENTIDA’ é, um ano e meio mais tarde, o reviver desses tempos de horror, agora com uma visão mais clara e distanciada, arrumando as memórias dramáticas numa narrativa vigorosa, detalhada e pessoal.“ 

“Testemunho de um conflito de uma violência inusitada mas, infelizmente, recorrente na cultura ancestral daqueles povos quantas vezes manipulados por interesses que lhes são alheios, ‘TIMOR - TERRA SENTIDA’ é um livro a não perder por todos aqueles que acompanharam os angustiantes acontecimentos de 1999 em Timor-Leste.“ 
José Manuel Nunes 
Presidente do Conselho de Administração da RDP 



Do ÍNDICE: 

Biografia 

ABERTURA 
- José Ramos-Horta 
- FALINTIL - Taur Matan Ruak 
- Sérgio Vieira de Mello 
- Pedro Moutinho de Almeida 

‘TIMOR - TERRA SENTIDA’ 
- Padre Vitor Melícias 

Presidente do Conselho de Administração da RDP 
- José Manuel Nunes 

Liberdade sentida 
- Poema de António Veladas 

TIMOR - TERRA SENTIDA 
Dedicatória 

PREFÁCIO - Kai Rala Xanana Gusmão 

- Ásia, Jacarta dos contrastes 
- Timor-Leste do imaginário à realidade 
- Lere, comandante guerrilheiro 
- Confrontos vermelho e branco 
- Soldado dos cafés 
- Uai-Mori, cidade guerrilheira 
- Pérola de Timor 
- Basílio do Nascimento, Bispo do povo 
- 30 de Agosto, das chamas à evacuação 
- As almas ficaram lá 
- Regresso às cinzas 
- Partir sem chegar a sair 

Agradecimentos 


Preço: 27,50€; 

Ásia & Política Internacional - ‘AUTODETERMINAÇÃO EM TIMOR-LESTE’, de Ian Martin - Lisboa 2001 - Muito Raro;




Ásia & Política Internacional - O processo de retirada da administração Indonésia e o controle do processo do referendo em Timor para assegurar a independência do território por parte das Nações Unidas 


‘AUTODETERMINAÇÃO EM TIMOR-LESTE’ 
As Nações Unidas, o Voto e a Intervenção Internacional 
De Ian Martin 
Prefácio de Xanana Gusmão 
Tradução de Inês Castro 
Edição QUETZAL Editores 
Lisboa 2001 


Livro com 298 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 
“Dirigiu de uma forma extraordinária um processo onde a falta de boa-fé de uma das partes tornou muito complicado gerir as coisas. A serenidade era uma condição fundamental para aquele período turbulento e Ian Martin, assim como todo o staff da UNAMET, manifestaram esta força de espírito, aliada a um extraordinária coragem e a um invulgar cometimento. E isto tudo foi extremamente crucial.“ 
Xanana Gusmão 


O Autor: 
“IAN MARTIN foi o Enviado Especial do Secretário-Geral da ONU para a Consulta Popular em Timor-Leste e Chefe da Missão da ONU em Timor-Leste (UNAMET), de Maio a Novembro de 1999.
Antes de seguir para Timor-Leste, Ian Martin fez parte do contingente da ONU na Bósnia Herzegovina, no Ruanda e no Haiti. De 1986 a 1992, foi Secretário Geral da Amnistia Internacional. Actualmente, é o Representante Especial na Missão das Nações Unidas na Etiópia e Eritreia.“ 



Do ÍNDICE: 

Lista de Siglas e Acrónimos 
PREFÁCIO 

1. - INTRODUÇÃO 

2. - OS ACORDOS DE 5 DE MAIO 
- A passagem da administração portuguesa à Indonésia 
- As Nações Unidas e a questão de Timor-Leste 
- Mudanças políticas na Indonésia e em Timor-Leste 
- A segunda opção 
- A resposta das milícias 
- A última fase das negociações 
- Segurança e os Acordos de 5 de Maio 

3. - O LANÇAMENTO DA UNAMET 
- O plano e o mandato 
- Organização da UNAMET 
- Primeiras descobertas 
- Adiamento do recenseamento 

4. - PREPARATIVOS PARA A VOTAÇÃO 
- O trabalho de base para o recenseamento 
- Informar os eleitores 
- Superar os problemas da intimidação e deslocação de pessoas 
- Alargamento do prazo do recenseamento 
- O recenseamento concluído 
- A caminho da campanha 

5. - RECONCILIAÇÃO E DEPOSIÇÃO DAS ARMAS 
- Da Dare II à Comissão Consultiva Timorense 
- A deposição das armas 
- A libertação de Xanana Gusmão 
- Ressurgimento da violência 
- Últimos esforços 

6. - PENSAR O FUTURO 
- Planeamento para o período pós-votação 
- Pressões e previsões 

7. - VOTAÇÃO E VINGANÇA 
- Preparativos para o dia da votação 
- Os votos de Timor-Leste 
- À espera do resultado 
- A punição de Timor-Leste 
- A retirada da UNAMET 

8. - INTERVENÇÃO INTERNACIONAL 
- O crescendo diplomático 
- O mandato da UNAMET 
- Da UNAMET à UNTAET 

9. - CONCLUSÃO 
- O contexto internacional 
- Um Acordo imperfeito ? 
- Pressão para avançar 
- Subestimação da vingança 
- Planeamento de contingência 
- O dilema da protecção 
- Avançar com rapidez 
- Coordenação do apoio 
- O veredicto de Timor-Leste 

CRONOLOGIA 
NOTAS 


Preço: 37,50€; 

Ásia & Política Internacional - ‘AS FLORES NASCEM NA PRISÃO - Timor-Leste: ano um’, de Adelino Gomes - Lisboa 2004 - RARO;






Ásia & Política Internacional - Uma importante obra sobre nascimento da nação de Timor-Leste e com testemunhos recolhidos pelo autor pessoalmente assim como dos principais protagonistas timorenses da história recente 


‘AS FLORES NASCEM NA PRISÃO - Timor-Leste: ano um’ 
De Adelino Gomes 
Prefácio de José Mattoso 
Poema inédito de Xanana Gusmão 
Edição Editorial NOTÍCIAS 
Lisboa 2004 


Livro com 320 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.


Da badana: 
“Num estilo que mistura técnicas jornalísticas próprias da reportagem, da crónica e da entrevista com a procura do rigor da investigação para lá do efémero. Adelino Gomes acompanhou dia-a-dia, nalguns casos quase hora a hora, a noite da independência de Timor-Leste e as três semanas que se lhe seguiram, e voltou um ano depois aos mesmos locais para ouvir o balanço das mesmas personalidades, nacionais e estrangeiras, e ver com os seus olhos as alterações, para melhor ou para pior, ocorridas no país. 

O livro inclui um poema escrito por Xanana Gusmão a pedido do autor: extractos de diários do MNE e Prémio Nobel da Paz José Ramos-Horta, do comandante do Batalhão português, coronel Armando Borges, e de um anónimo de nome Jorge, habitante de Díli; e termina com a transcrição na íntegra de entrevistas (quase todas inéditas) feitas pelo autor em 2002 e 2003 aos principais actores do processo de construção do país. De Xanana Gusmão e Mari Alkatiri aos Bispos Ximenes Belo e Basílio do Nascimento e a Kamalesh Sharma, representante do secretário-geral da ONU. 

Uma atenção especial é dada à luta pelo triunfo, ameaçado, da língua portuguesa. As tensões institucionais Presidência / Governo; a resignação do administrador Apostólico de Díli; a violência de 4 de Dezembro na capital timorense e confrontos subsequentes noutros locais do país constituem outros temas deste livro, assinado pelo jornalista que há mais tempo em Portugal acompanha o dossiê de Timor-Leste.“ 


O Autor: 
“ADELINO GOMES (n. 1944) é redactor principal do diário ‘Público’, de cuja equipa inicial fez parte. Trabalhou entre 1966 e 1989 em noticiários e programas da RDP, Rádio Clube Português e Rádio Renascença  (‘Página 1’, 1971/2). Efectuou para a RTP, ao longo de 1975, reportagens de acontecimentos marcantes da época como o 11 de Março, o início da guerra civil em Angola e a guerra civil em Timor, tema que retomaria em artigos, entrevistas e reportagens para o ‘Público’ a partir de 1990.
É co-autor do disco ‘O Dia 25 de Abril’ (Duplo álbum com a reportagem sobre o golpe de estado em 25 de Abril de 1984, em Portugal) e dos livros ‘Portugal 2020’ (entrevistas com José Vitor Malheiros e Teresa de Sousa a 20 personalidades portuguesas), editado pela Expo 98; ‘O 25 de Abril de 1974 - 76 fotografias’ e ‘Um Retrato’, com Alfredo Cunha (fotos), editado pela Contexto, 1999 e ‘Carlos Gil - Um Fotógrafo na Revolução’ (apresentação e textos), editorial Caminho, 2004.
Foi distinguido com numerosos prémios jornalísticos individuais e colectivos, entre os quais oito por reportagens feitas em Portugal, Israel / Palestina, Guerra do Golfo e Haiti, o Prémio Bordallo para Rádio da Casa da Imprensa (1998), e os prémios (1997), e Manuel Pinto de Azevedo Jr. - 2001, de ‘O Primeiro de Janeiro’.“ 



Do ÍNDICE: 

NOTA DO AUTOR 

PREFÁCIO 

1. - O NASCIMENTO DE UM PAÍS 
- O mundo em volta 
- Marinha Indonésia brinca no porto 
- O liurai e o ‘dedo invisível’ de Deus 
- Bispo abre a primeira crise 
- Piripíri, Corrinhal e a pontualidade de Mari 
- Memória de Maggiolo Gouveia 
- Portugueses versus ‘cangurus’ 
- O nosso embaixador em Díli 
- Mães coragem 
- A saga de Konis em casa de Isabel e Caetano 
- Cultura no local do crime 
- O sonho terreal do comandante Ruak 
Notas 

2. - PRIMEIRO ANIVERSÁRIO 
- Entregues a si mesmos 
- ONU na berlinda 
- Frustrações da deputada, lição de Mattoso, charme de Alkatiri 
- Ensaios de democracia directa 
- Ano e meio escondido na casa do bispo 
- Pensamento do Nobel 
- A Rosa de Maliana 
- O mau génio de Manuel Carrascalão 
- As flores já crescem na prisão 
- No umbigo do mundo 
- Elogios, lamentos, desconfianças 
- Regresso ao passado em Balibó 
- O estado das religiões e o padre que há-de ser bispo 
- Justiça em crise 
- O homem que ajudou a matar Maggiolo 
- Santos populares no Oecússi 
- Ma’Huno e a senhora de Fátima 
- A ilha que Salazar e Suharto amaldiçoaram 
- L-7 e Santo António de Lisboa 
- Camões na Mesquita de Díli 
Notas 

3. - ALTOS E BAIXOS DA INFÂNCIA 
- Assento na ONU 
- Resignação do Bispo Nobel 
- O regresso dos fantasmas de 99 
- O ministro que quis comandar o batalhão português 
- A difícil coabitação entre Xanana e Mari 
- Reconciliação floresce ‘a lama do passado’ 
- Do esplendor da língua que tarda a brilhar 
- …ao orgulho da missão agrícola 
- Portugal no seu pior 
- Inquérito - o melhor e o pior 
Notas 

4. - O NOVO PAÍS NA VOZ DELES 
- Xanana Gusmão 
- Mari Alkatiri 
- Kamalesh Sharma 
- Taur Matan Ruak 
- Rogério Lobato 
- Mário Carrascalão 
- Abílio Araújo 
- Ximenes Belo 
- Basílio do Nascimento 
- Pastora Maria Gomes 
- João Felgueiras 
- João de Deus 
- Carlos Macedo 


Preço: 47,50€; 

Ásia & Fotografia - ‘OLHAR TIMOR - Tau Matan Ba Timor’ - AAVV - Lisboa 2002 - RARO;






Ásia & Fotografia - Um magnífico álbum de fotografias de Timor, da autoria de grandes fotógrafos portugueses que acompanharam o nascimento da nova nação asiática de expressão oficial portuguesa 


‘OLHAR TIMOR - Tau Matan Ba Timor’ 
AAVV - Fotografias de Adriano Miranda, António Pedro Ferreira, 
Eduardo Gageiro, Inácio Ludgero e Luiz Carvalho 
Texto de Alexandre Melo 
Edição Instituto Camões 
Ministério dos Negócios Estrangeiros 
Lisboa 2002 


Livro com 80 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização. 
RARO.



Do ÍNDICE: 

ABERTURA 

- TIMOR: Imagens em comunhão 
Timor: halibur mutu ilas 
Alexandre Melo 
- Adriano Miranda 
- António Pedro Ferreira 
- Eduardo Gageiro 
- Inácio Ludgero 
- Luiz Carvalho 


Preço: 57,50€:

segunda-feira, 12 de maio de 2025

Portugal - Guiné & Guerra do Ultramar - ‘DOIS AMIGOS, DOIS DESTINOS’, de José Alvarez - Lisboa 2014 - RARO;









Portugal - Guiné & Guerra do Ultramar - Dois combatentes em campos militares opostos, conseguem preservar a amizade e solidariedade mútua apesar das divergências nas crenças e nas opções políticas 


‘DOIS AMIGOS, DOIS DESTINOS’ 
De José Alvarez 
Prefácio de Adriano Moreira 
Edição Âncora editora e DG Edições 
Lisboa 2014 


Livro com 296 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO.


Da contracapa:
“É (…) o presente livro de José Alvarez, ‘DOIS AMIGOS, DOIS DESTINOS’, a história de um laço comum de gente comum que combateu na guerra, isto é, morreu sem história, no que respeita ao conflito conduzido a nível estadual, pondo em campos opostos, mas ligados pela amizade dos afectos desde a juventude, mais fiéis a esta do que à política dos adversários que seguiram as políticas opostas, mas sacrificando a este valor humano da amizade a própria vida que outros dispunham para fins diversos. A base dos factos, bem apurada, serve de apoio a uma teoria glorificadora do humanismo que liga os dois amigos, peças de um jogo alheio, mas fiéis a valores que ultrapassam fronteiras, etnias, culturas, opções políticas, para manterem resistentes os afectos, fiéis à solidariedade que vêem no outro um semelhante e não um inimigo.
Adriano Moreira, do PREFÁCIO 


Da badana: 
“A trama inicia-se em Cabo Verde, num cenário de intrigas da aristocracia colonial e da relação de poder com os locais. Com a Guerra Colonial em pano de fundo, a acção desloca-se mais tarde para a Guiné e, finalmente, para Lisboa, onde o jovem guineense universitário Eduardo conhece Joana, por quem se enamora, e o companheiro de estudos Tomás, que, tal como ele, é jogador de rugby. 

Vivia-se o clima pré-revolucionário dos anos 60. É num ambiente de companheirismo desportivo que, entre estes jovens, nasce uma amizade fraternal, não obstante as divergências políticas que os separam. Enquanto Eduardo, que sonhava com a independência da Guiné, é preso e torturado pela PIDE, mis tarde fugindo com o auxílio dos amigos para se integrar no PAIGC, Tomás segue para a Guiné, cumprindo serviço militar na Marinha Portuguesa. 

O futuro levará os dois amigos a inesperados e dramáticos reencontros, então como combatentes em barricadas opostas, o que os conduzirá a destinos diferentes, no cumprimento da amizade que é levada até às últimas consequências.”


O Autor: 
“JOSÉ ANTÓNIO SEQUEIRA ALVAREZ nasceu a 4 de Agosto de 1946 em Lisboa.
Estudou no Liceu Camões e fez o curso de Engenharia Química no instituto Superior Técnico de Lisboa. Na Universidade, iniciou a prática do rugby, tendo sido campeão nacional Júnior com as cores do Técnico. Mais tarde, foi um dos fundadores de um novo coube-se rugby, ‘Os Aranhas’, treinador, árbitro e dirigente da Federação Portuguesa de Rugby. 
De 1971 a 1973, fez o serviço militar na Marinha Portuguesa, primeiro no comando de uma lancha de fiscalização, e, mais tarde, chefiando a secretaria do Comando da Defesa Marítima da Guiné. Também-foi-ajudante de campo dos comodoros Luciano Ferreira Bastos da Costa e Silva e José da Cruz Moura da Fonseca. 
Regressado da Guiné, desempenhou funções de gerência e administração de empresas ligadas à indústria transformadora, a montante do sector da construção civil.



Do ÍNDICE: 

Nota Prévia 
- Por Manuel Barão da Cunha 
PREFÁCIO 
- De Adriano Moreira 
Dedicatória 
Notas e Agradecimentos do Autor 

I Parte 
Capítulo I. - Cabo Verde, anos 30 
Capítulo II. - Quatro anos depois 
Capítulo III. - A fuga para a Guiné 

II Parte 
Capítulo IV. - Portugal, 1962 
Capítulo V. - Râguebi em Lisboa 
Capítulo VI. - Um problema chamado Eduardo 
Capítulo VII. - Eduardo desaparece 
Capítulo VIII. - Decreto-Lei 44.357/62 
Capítulo IX. - Eduardo em África 
Capítulo X. - Lisboa, 1963 
Capítulo XI. - Senegal 
Capítulo XII. - As meias de vidro 
Capítulo XIII. - Ópera 

III Parte 
Capítulo XIV. - Guiné, 1969 
Capítulo XV. - Empada 
Capítulo XVI. - Encontro de Eduardo com Nino Vieira 
Capítulo XVII. - Arcturus 
Capítulo XVIII. - Novamente em Lisboa 
Capítulo XIX. - Guiné, a guerra 
Capítulo XX. - O golpe de Nino 
Capítulo XXI. - Notícias da Guiné 
Capítulo XXII. - Prisioneiro 
Capítulo XXIII. - Visita à Bissau 
Capítulo XXIV. - Operação ‘Mar Verde’ 

EPÍLOGO 
POSFÁCIO 

Cronologia Histórica 
Bibliografia 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - Ultramar & História - Revista ‘A SEMANA’, n. 5 - 09.12.1976 - (‘DESCOLONIZAÇÃO: Que responsabilidade para Mário Soares ?’ e ‘25 de Novembro - O PCP e o Futuro’) - Lisboa 1976 - MUITO RARO;






















Portugal - Ultramar & História - A descolonização dos antigos territórios ultramarinos de Portugal e o final da révolte do PREC, com a derrota dos militares golpistas de extrema querida e do PCP no 25 de Novembro de 1975 


Revista ‘A SEMANA’, n. 5 - De 09 de Dezembro de 1976. 
‘DESCOLONIZAÇÃO: Que responsabilidade para Mário Soares ?’ e 
‘25 de Novembro - O PCP e o Futuro’ 
Director Interino: Mário Dias Ramos 
Lisboa 1976 


Exemplar com 64 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Temas em destaque: 
- ‘DESCOLONIZAÇÃO: Que responsabilidade para Mário Soares ?’ 
- ‘A CHAMADA DESCOLONIZAÇÃO’, por Luiz de Aguiar 
O alegado objectivo de conseguir o termo da guerra 
A alegada falta de apoio internacional 
Oportunidade do tema 

- ‘25 de Novembro - O PCP e o Futuro’ 

EDITORIAL 
- ‘Práticas golpistas’, por Miguel de Araújo 

FALAR DE FRENTE 
- ‘O Preço da Ignomínia’ 

- ‘INQUÉRITO PÚBLICO À MORTE DE HUMBERTO DELGADO’ 

Reportagem da Semana 
- ‘O MISTÉRIO DO “BUNGA TANJONG”.’ 
Perseguição e aprisionamento 
A Carga misteriosa do ‘Bunga Tanjong’ 
Rumo a Cardiff 
Especulações sem fundamento ? 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Política - ‘BLOCO, DE ESQUERDA - ANO ZERO’ - Lisboa 2000 - RARO;






Portugal & Política - O principal e primeiro documento público do Bloco de Esquerda, organização política que resultou da união em 1999 entre partidos e organizações de extrema esquerda (UDP, PSR e Política XXI) 


‘BLOCO, DE ESQUERDA - ANO ZERO’ 
Edição do B.E. (Bloco de Esquerda) 
Lisboa 2000 


Livro com 114 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
RARO. 



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 
- Por Fernando Rosas ( Janeiro de 2000) 

Começar de Novo 
Promotores do Bloco 
Contrato Pela Europa 
Manifesto pelo Direito à Felicidade 
Tempo de ser Exigente 


Preço: 25,00€;