quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Guerra do Ultramar & Moçambique - ‘MUEDA LUA’, de Luís Oeiras - Lisboa 2009 - MUITO RARO;




















Guerra do Ultramar & Moçambique - Relato do autor, da sua experiência pessoal em termos militares e de combatente numa das zonas de maior perigo no conflito registado nesta antiga província ultramarina portuguesa nos finais dos anos setenta 


‘MUEDA LUA’ 
De Luís Oeiras 
Edição Roma Editora 
Lisboa 2009 


Livro com 444, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da contracapa: 
“Mais tarde, essas lembranças dos corpos estirados e abandonados, insepultos e ao sabor das chuvas, iriam decompor-se lentamente e aflorar de novo às consciências, no Minho, nas Beiras ou em Lisboa, nos pesadelos dos pais de família que nunca contaram nada aos seus filhos; que nunca disseram a ninguém que o medo da morte, a crueldade da guerra, o remorso e a vontade de voltarem atrás são segredos que todos os combatentes guardam e conservam, mesmo os que não querem, e que, quando os redescobrem e os revivem, sentem vergonha de os terem vivido e de não terem sido capazes de se conservarem humanos, tal como são entendidos os seres que dormem todas as noites sem esperarem que alguém os venha matar.“


O Autor: 
“LUÍS OEIRAS nasceu em 1945, em Vila Real de Santo António. 
Em 1967, foi incorporado no Serviço Militar Obrigatório, na Escola Prática de Infantaria, em Mafra. Seguiram-se Vendas Novas (Escola Prática de Artilharia, donde saiu como Aspirante miliciano), Lagos (Oficial de Tiro), Lamego (provas para o curso de Rangers), Tancos (Minas e armadilhas), Penafiel (Formação de Batalhão) e Santa Margarida (Instrução e Aperfeiçoamento Operacional). 

Embarcou com o seu batalhão, como alferes miliciano atirador de artilharia, em Maio de 1968 e chegou a Mueda, no norte de Moçambique, em Junho. Cerca de um ano nessa zona de guerra a 100%, participou em todas as missões possíveis: patrulhas, picagens, desminagens, escoltas, emboscadas e operações de pequena e grande envergaduras. 

A segunda para-te da Comissão de Serviço, cerca de um ano também, decorreu na região do NIASSA, outra zona de guerra a 100%, em Meponda e Vila Cabral (actual Lichinga), com actividade operacional semelhante à de Mueda. 

Devido às frequentes e prolongadas ausências, por doença, dos seus capitão, comandou a sua Companhia durante a maior parte do tempo de Comissão.

Agraciado com o ‘Prémio Governador Geral de Moçambique’ e a Cruz de Guerra de terceira classe, regressou a Portugal e foi desmobilizado em Julho de 1970. Concluiu então, no IST, a licenciatura em Engenharia Electrotécnica, ramo de Telecomunicações e Electrónica, actividade profissional que exerceu até à sua recente reforma.“ 



Do ÍNDICE: 

PREÂMBULO 

Capítulo 1 
“MUEDA, TERRA DA GUERRA. AQUI TRABALHA-SE, LUTA-SE E MORRE-SE” 
Capítulo 2 
Capítulo 3 
Capítulo 4 
Capítulo 5 
Capítulo 6 
Capítulo 7 
Capítulo 8 
Capítulo 9 
Capítulo 10 

Glossário 


Preço: 52,50€; 

Portugal & História - ‘PIDE’, de António S. Oliveira - Porto 1999 - Muito Raro;





Portugal & História - O autor insurge-se contra o que designa por modus vivendi dos Pides, que caracteriza os olheiros, coscuvilheiros e amigos da observação da vida alheia 


‘PIDE’ 
De António S. Oliveira 
Edição Edições Mortas 
Porto 1999 


Livro com 32 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Obras do Autor: 
- ‘Carta a um Morto’, Black Sun, de. - 1993; 
- ‘Uma pequena Obra Prima’, Ed. Mortas - 1995; 
- ‘Auto-Retrato de um Decadente’, Black Sun, ed. - 1997; 
- ‘PIDE’, Ed. Mortas - 1999. 


Preço: 12,50€; 

Portugal & História - ‘DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA MOÇAMBICANA’, de Maria de Lourdes de Freitas Ferraz - Lisboa 1973 - MUITO RARO;




Portugal & História - A transcrição de documentação da presença e administração colonial nas costas da África Ocidental, Moçambique, no território que foi uma antiga província ultramarina portuguesa até à sua independência a 25 de Junho de 1975 


‘DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA MOÇAMBICANA’ 
De Maria de Lourdes de Freitas Ferraz 
Edição da Junta de Investigações do Ultramar 
Lisboa 1973 


Livro com 370 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
MUITO RARO. 


"(...) A documentação do Arquivo Histórico Ultramarino é de importância extraordinária. Procedeu- se à sumariação dos documentos relativos a Moçambique a fim de contribuir para o estudo da historiografia moçambicana, procurando dar o devido lugar à acção dos Portugueses naquela Província (...)."
Do PREFÁCIO


A Obra: 
“Obra de sumarização da documentação do fundo que abrange os séculos XVII, XVIII e o primeiro quartel do século XIX. Documentos distribuídos por 78 caixas dos arquivos mais antigos, referentes à primeira iniciativa da Coroa Portuguesa em colonizar o interior de Moçambique perante os ataques de holandeses e de outras potências; e perante o problema da colonização ocorrida no interior dos cursos fluviais que escaparam ao poder soberano.”


Preço: 52,50€;

Portugal & Guerra do Ultramar - ‘MISSÃO EM ANGOLA - Companhia de Caçadores 3368’, de João Manuel Vieira Cordeiro - Açores 2019 - MUITO RARO;




Portugal & Guerra do Ultramar - Descrição da missão em defesa da Pátria do autor e dos seus companheiros em Angola, então província ultramarina portuguesa 


‘MISSÃO EM ANGOLA - Companhia de Caçadores 3368’ 
De João Manuel Medeiros Vieira Cordeiro 
Edição do Autor 
Povoação, Açores 2019 


Livro com 176 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



SINOPSE: 
“O livro num primeiro momento evidencia os interesses globais da época e contextualiza os antecedentes internacionais e nacionais da Guerra do Ultramar. Faz a identificação dos acontecimentos prévios à guerra e a descrição da luta armada. Refere acontecimentos político-militares que antecederam a revolução de 1974 e aborda a situação militar no Ultramar quando da sua eclosão.

O capítulo seguinte focaliza a caminhada para a guerra da Companhia de Caçadores 3368, formada no BII 18, na ilha de São Miguel.

A parte central do livro desenvolve-se em África, com o percurso da CCaç 3368, caracterização sócio-geográfica das localidades onde se instalou, acção militar nas áreas de intervenção e relato cronológico dos principais acontecimentos em Angola.

O último capítulo aborda o regresso a casa, a revolução e o fim do império, os encontros dos antigos combatentes e a ponte das relações de companheirismo estabelecida.

Por fim, apresenta a história em fotografia daquela unidade militar, maioritariamente constituída por jovens açorianos, que há mais de quarenta anos combateram por Portugal em África.”
 
João Cordeiro


Preço:   0,00€; (Indisponível) 

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

Portugal - Moçambique & Ultramar - ‘O MEU AVÔ AFRICANO’, de Aniceto Afonso - Lisboa 2009 - Raro;







Portugal - Moçambique & Ultramar - O confronto entre duas gerações familiares de militares cujo terreno de operações foi esta antiga província ultramarina portuguesa da África Oriental e o surgimento da reivindicação corporativa que daria origem ao MFA (Movimento das Forças Armadas) 


‘O MEU AVÔ AFRICANO’ 
Dois homens, duas gerações, um olhar diferente sobre a guerra, o mesmo amor por Moçambique 
De Aniceto Afonso 
Edição Casa das Letras 
Lisboa 2009 


Livro com 224 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


Da contracapa: 
“HÁ QUEM SAIBA INTERPRETAR A HISTÓRIA 
E NÃO APENAS OS SEUS VENTOS 
QUE SÃO PASSAGEIROS 

‘Um dia hás-de-ir para África. Escolhe Moçambique. É ali que se sente o peso da nossa maravilhosa aventura, da nossa viagem, da nossa ousadia, do peso dos nossos antepassados. Se sentires o que eu senti, não trairás a nossa memória. Não te encantes com as sereias que te chamam. Amarra-te ao cheiro da terra molhada’.“ 

“ÁFRICA TEM UMA MAGIA QUE FICA GRAVADA PARA SEMPRE! 

Neste tão fascinante quanto delicado romance de Aniceto Afonso, somos convidados a acompanhar a conversa travada entre um avô, soldado expedicionário a Moçambique, no início do século XX, e o seu neto, capitão, combatente do último conflito e que, nesse mesmo Moçambique, enfrenta os dilemas da sua geração de militares, dilacerados entre a realidade que anuncia o fim do Império e os conceitos que os nortearam, os juramentos a que se obrigaram. 
Entre a arquitectura basilar de um dos momentos chave da nossa História e a filigrana dos sentimentos os protagonistas colocados perante os grandes desafios encontramos a grande literatura que nos emociona, nos faz reflectir é-nos reconforta com novos conhecimentos. É este o caso.“ 
Carlos Matos Gomes 


Da badana: 
“ ‘O MEU AVÔ AFRICANO’ baseia-se nos documentos trocados entre as várias comissões do Movimento dos Capitães que se organizaram em algumas cidades de Moçambique, incluindo uma comissão central em Nampula. São referidos vários documentos incluídos na correspondência com a Comissão Coordenadora em Lisboa. 
O avô representa as dúvidas, as incertezas e as angústias do autor. Por vezes, à guerra juntam-se os assuntos da história da família, que ambos aproveitam para esclarecer. Estas discussões não tinham fim e prolongavam-se pela madrugada. As noites africanas têm magias que ficam gravadas para sempre. Será disso que se constrói a ideia de Império, de África, de viagem, de mundo?
Uma história que se desenvolve em 42 passos, que vão desde a viagem de avião de Lisboa até Nampula, em Setembro de 1973, até ao dia 25 de Abril de 1974 e à vitória do MFA em Lisboa.“ 


O Autor: 
“ANICETO AFONSO oficial do exército na situação de reforma, nasceu em Vinhais, em 1942. Concluiu o curso da Academia Militar em 1963. Cumpriu comissões em Angola (1969-1971) e em Moçambique (1973-1975). Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras de Lisboa em 1980, e fez um mestrado em História Contemporânea de Portugal, pela mesma Faculdade, em 1990. Foi Director do Arquivo Histórico Militar de 1993 a 2007, integrando vários grupos de trabalho e comissões relacionadas com os arquivos militares, a documentação e a História. É membro da Comissão Portuguesa de História Militar. 

Publicou: 
- ‘Anos da Guerra Colonial’, 2009; 
- ‘Portugal e a Grande Guerra’, 2003; 
- ‘GUERRA COLONIAL - Angola, Guiné, Moçambique’, 1997-1998 
(todos com Carlos Matos Gomes).
É autor de: 
- ‘Portugal e a Grande Guerra 1914-1918’, 2006; 
- ‘História de uma conspiração: Sinel de Cordes e o 28 de Maio’, 2001; 
- ‘Diário da Liberdade’, 1995. 
Colaborou na ‘História de Portugal’, 1993, e na ‘História Contemporânea de Portugal’, 1986 (ambas dirigidas por João Medina).“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 

PASSO DE ABERTURA 

Passo 1 
ao 
Passo 42 


Preço: 27,50€; 

Portugal & Ultramar - ‘VISTA D’OLHOS’, de Cardoso de Sousa - Lisboa 1971 - MUITO RARO;




Portugal & Ultramar - Panorâmica das antigas províncias ultramarinas portuguesas da Guiné e São Tomé e Príncipe 


‘VISTA D’OLHOS - Na Guiné e São Tomé e Príncipe’ 
De Cardoso de Sousa 
Edição do Autor 
Lisboa 1971 


Livro com 118 páginas, ilustrado (Mapas) e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Preço:   0,00€; (Indisponível) 

Portugal - PREC & História - Revista ‘VIDA MUNDIAL’, n. 11 - Dez. 1998 - (‘MELO ANTUNES recorda o 25 de Novembro de 1975’) - Lisboa 1998 - MUITO RARO;








Portugal - PREC & História - 


Revista ‘VIDA MUNDIAL’, n. 11 - Dezembro de 1998.
‘MELO ANTUNES recorda o 25 de Novembro de 1975 - O FIM DE UM SONHO’ 
Miguel Portas traça o perfil do coronel Melo Antunes, um homem tímido e orgulhoso que este no início do MFA e que desempenhou um papel decisivo em episódios tão importantes como a descolonização e o 25 de Novembro. Sobre este último episódio, o coronel admite: “Foi uma vitória de Pirro. No fundo, ficámos nas mãos da direita. Em 25 de Novembro a minha preocupação já era salvar o que fosse possível salvar.” A ‘VIDA MUNDIAL’ descobriu que nas vésperas desse acontecimento, que seria decisivo para pôr fim ao sonho revolucionário, Melo Antunes encontrou-se com Álvaro Cunhal. 
Exemplar tendo como director Miguel Portas 
Lisboa 1998 


Exemplar com 130 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Temas em destaque: 
- ‘MELO ANTUNES recorda o 25 de Novembro de 1975’ - O FIM DE UM SONHO’ 

- ‘MELO ANTUNES - O SOLITÁRIO DE NOVEMBRO’ 
Texto de Miguel Portas - Fotografias de Álvaro Rosendo 
As gerações mais novas nem devem saber quem é Ernesto Melo Antunes. Pois bem, foi um dos militares a quem devemos a liberdade. Este homem tímido e orgulhoso que esteve no início do MFA, que desempenhou um papel decisivo em episódios tão importantes como a descolonização e o 25 de Novembro, ganhou e perdeu, perdeu até mais do que ganhou, e, mesmo quando ganhou, perdeu. Nem por isso deixou, sempre, de fazer o que achava dever ser feito. Por exemplo, encontrar-se com Álvaro Cunhal nas vésperas do 25 de Novembro. A História dos vencedores não lhe atribui Maia do que uma nota de rodapé. E a dos vencidos tem com ele uma dívida nunca saldada. 
Encontro secreto com Cunhal 
O homem dos documentos 
O Africano 
O sonho sob controlo 
O ‘Verão Quente’ 
Variações finais 

- 
- 
- 


Preço: 

Portugal & Ciência - ‘URBANISMO NO ULTRAMAR’, de Mário de Oliveira - Lisboa 1962 - MUITO RARO;



















Portugal & Ciência - Análise e estudo das estruturas urbanas nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de África, Angola, Cabo Verde, Guiné, Moçambique e São Tomé e Príncipe 


‘PROBLEMAS ESSENCIAIS DO URBANISMO NO ULTRAMAR’ 
Estruturas Urbanas de Integração e Convivência 
De Mário de Oliveira (Arquitecto) 
Edição da Agência Geral do Ultramar 
Lisboa 1962 


Livro com 60 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Da dedicatória: 
“Ao Prof. Doutor Adriano Moreira autor do primeiro ensaio científico sobre Política Ultramarina Portuguesa.“ 



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PROBLEMAS ESSENCIAIS DO URBANISMO NO ULTRAMAR 
- Localização dos povoamentos - Sua estrutura social 
- Estruturas urbanas de integração e convivência 
- Formação dos novos povoamentos - Comunidades multirraciais 
- Doutrina Planificadora 
- Urbanização dos bairros populares de Bissau. Um exemplo concreto das estruturas urbanas de integração e convivência 
- Objectivos essenciais no programa e solução dos bairros populares de Bissau 

PLANO DE URBANIZAÇÃO DOS BAIRROS POPULARES DE BISSAU 
- Inquérito e Análise 
- Pequena nota histórica 
- Descrição dos bairros 
Estado actual 
Características da habitação 
Comércio local 
A ocupação actual dos bairros 

- Programa e solução 
- Objectivos essenciais 
- Situação e característica dos bairros 
- Valores característicos da urbanização 
- Habitação 
- O traçado 
Descrição 
Rede viária 
Aspectos gerais 
Ocupação do solo 


Preço: 37,50€; 

Angola - Cultura & Recordações - ‘PEDRA AFRICANA (Memórias)’, de João Pedrogam - Aveiro 2002 - MUITO RARO;












Angola - Cultura & Recordações - As memórias do autor da antiga província ultramarina portuguesa que se tornou independente em Novembro de 1975, após uma trágica descolonização 


‘PEDRA AFRICANA (Memórias)’ 
De João Pedrogam 
Edi do Autor 
Aveiro 2002 


Livro com 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Da contracapa: 
“PEDRA AFRICANA 
De granito leve 
No passado teve 
Riquezas de fama 

Filha de Angola 
Chora o passado 
De solo queimado 
No tempo rebola 

Prostrada na terra 
Mal aproveitada 
Muito cobiçada 
Sofrendo a guerra 

A pedra que faz 
Angola ser dura 
Rolando procura 
Voltar a ter paz “ 


Obras do Autor: 
- ‘Retalhos de Jornais’; 
- ‘Bons Colegas na Amarona’ - 1987; 
- ‘Lavandeira a Cantar’ - 1989; 
- ‘Poesias de Saudade’ - 1991; 
- ‘Caminhos Amigos’ - 1994; 
- ‘B. C. na Amarona’ - 1997; 
- ‘Terras e Vidas Diversificadas’ - 1998; 
- ‘Memórias de João Pedrigram’ - 2000; 
- ‘Lendas de Sosa’ - 2000; 
- ‘PEDRA AFRICANA (Memórias) - 2002.



Do ÍNDICE: 

Recado aos meus Amigos 

AUTO PREFÁCIO 

- Artesanato Angolano 
- Alimentação Regional Angolana 
- Algumas formas de culinária 
- Filatelia em Angola 
- Contos verdadeiros transcritos em Luanda 
- O gato que comia a cola do sapateiro 
- O ‘Trio Odemira’ no Parque Heróis de Chaves 
- Os artífices que vinham dos musseques indígenas 
- Peixeiras, quitandeiras, cipaios e lavadeiras 
- Fotos de mulheres lavadeiras 
- As Marias massangueiras na construção civil 
- Os meninos de rua, desde os musseques até à cidade 
- As lojas típicas dos messeques 
- Lojas com estilos comerciais mais civilizados 
- Chegada dos Transatlânticos à baía de Luanda 
- As verbenas das Vicentinas 
- Os campos de futebol das ‘Bissapas’ 
- Campos de Futebol e Pavilhões de Clubes Oficiais 
- As praias desde Cabinda à foz do Cunene 
- Portos, Caminhos de Ferro e Transportes de Angola 
- Salões de Teatro e Cinema em Luanda 
- O Parque da Senhora do Monte 
- Huíla foi terra maravilhas 
- Mensagem de um governador de Angola 
- Recordações de uma visita à Tundavala 
- Recordações de Prvas Automobilísticas 
- Folclore e Etnógrafa Angolana 
- Perto das montanhas de Chongoroi 
- Recordações de uma seca calamitosa 
- Ouro negro no subsolo angolano 
- Plantações de banana e cana de açúcar 
- Medicina Natural , curandeiros e Quimbandas 
- Namora Sanzala 
- Memorial sobre a cidade de Sá da Bandeira 
- Savanas, Umbundos e Kimbundos 
- Minha Querida Angola da Pedra Africana 

Bibliografia consultada 


Preço: 27,50€; 

Portugal & PREC - ‘SPÍNOLA - O anti-General’, de Eduardo Freitas da Costa - Lisboa 1979 - Muito Raro;





Portugal & PREC - Uma análise crítica do percurso militar e político do General António de Spínola, destacado governador e comandante na Guiné e primeiro presidente da República após o golpe militar que depôs o regime do Estado Novo em 25 de Abril de 1974 


‘SPÍNOLA - O anti-General’ 
De Eduardo Freitas da Costa 
Edição FP 
Lisboa 1979 


Livro com 240 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.n
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Obras do Autor: 
- ‘Testamento da Europa’ - 1942; 
- ‘O “Príncipe” e o “Novo Príncipe” ‘ - 1943; 
- ‘FERNANDO PESSOA- Notas a uma Biografia romanceada’ - 1950; 
- ‘O Pintor Português Velasquez da Silva’ - 1957; 
- ‘Um Príncipe Português pintado por Velasquez da Silva’ - 1960; 
- ‘Para um Retrato de Salazar’ - organização e prefácio - 1971; 
- ‘Manifesto de Portugal’ - 1973; 
- ‘Acuso Marcelo Caetano’ - 1975; 
- ‘Portugal Urgente’ - 1978; 
- ‘Para uma nova Fundação de Portugal’ - 1978; 
- ‘História do 28 de Maio’ - 1979; e 
- ‘Spínola - O Anti-General’ - 1979.



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO: Spínola 

1.a Parte - A AMBIÇÃO CIVIL DO CHEFE MILITAR 
Capítulo I - O GOVERNO DA GUINÉ 
1. Demagogia do soldado 
2. Ambição e oportunismo do governante 
3. Solução política: a rendição 
Capítulo II - PORTUGAL E O FUTURO ? 
1. O caminho do poder 
2. O ‘marcelismo’ como aliado 
3. Manifesto político da utopia 
Capítulo III - REBELIÃO MILITAR 
1. “Valor, lealdade e mérito” 
2. A chantagem do falso carisma 
3. Conspiração e indisciplina 

2.a Parte - A RENDIÇÃO MILITAR DO CHEFE CIVIL 
Capítulo I - ASSUMIR A CHEFIA E IGNORAR-LHE AS RESPONSABILIDADES 
1. O ‘Programa’ e a ‘Proclamação’ do 25 de Abril 
2. Habilidades, perjúrios e traições 
3. Palavras, palavras, palavras 
Capítulo II - A RENDIÇÃO DO CHEFE PERANTE OS CHEFIADOS 
1. Junta de Salvação Nacional e Comissão Coordenadora 
2. Poder civil e poder militar. Saneamentos e promoções nas Forças Armadas 
3. O MFA ao poder 

3.a Parte - DERROTA, FUGA E FRACASSO DEFINITIVO 
Capítulo I - A DERROTA DO 28 DE SETEMBRO DE 1974 
1. O assalto comunista aos centros de decisão 
2. Gestação do ‘Spínolismo’ 
3. Os ingredientes da derrota 
Capítulo II - A FUGA DE 11 DE MARÇO DE 1975 
1. Na penumbra dos recalcamentos 
2. Insuficiências e incapacidades de comando 
3. Em busca do asilo 
Capítulo III - O EXÍLIO: SEM RUMO 
1. Defeitos de fabrico numa imagem artificial 
2. O despudor das acusações em ‘boomerang’ 
3. Afundamento: “Tout est perdu, même l’honneur” 

CONCLUSÃO:; O Anti-General 


Preço: 27,50€