segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Moçambique - ‘PERSPECTIVAS DA ACTUALIDADE AFRICANA’, de Daniel Sousa - Lourenço Marques 1962 - Muito Raro;




Moçambique - Uma análise sociológica dos novos países africanos e dos sentimentos nacionalistas e independentistas 


‘PERSPECTIVAS DA ACTUALIDADE AFRICANA (Relance sociológico)’ 
De Daniel Sousa 
Prefácio de José Craveirinha 
Edição do autor 
Lourenço Marques 1962 - 


Livro com 116 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro; 



SINOPSE: 
“Aos efeitos diorâmicos para uso eventual opõe o autor desta obra o gume das suas observações de português absolutamente imbuído de uma sinceridade capaz de tornar a anatomia de um problema em diálogo de mais efectiva colaboração e entendimento... E com um documento de natureza sociológica como o presente é tempo de se encetarem colóquios que sejam a livre expressão das correntes de pensamento afro-luso, culto, dinâmico e descarnado de tantos estratificados conceitos e em que uma espécie de fatalismo embota a sensibilidade, o juízo crítico e a personalidade. E aqueles que ainda praticam o silêncio ou o murmúrio e pensam em termos de acomodação face a coordenadas que os afectam directamente, este documento é uma solicitação, um incentivo e uma lição. Este trabalho do Dr. Daniel de Sousa traz à tona quanto é preciso pôr em termos de discussão, abertamente, hoje, mais do que nunca...” 


Preço: 7,50€; 

Angola & Ultramar - ‘VAMOS RECORDAR O NOSSO QUERIDO HUAMBO’, de Filomena Alcobia - Coimbra 1997 - MUITO RARO;






Angola & Ultramar - A capital do planalto, fundada por Norton de Matos, numa obra memorialista 


‘VAMOS RECORDAR O NOSSO QUERIDO HUAMBO’ 
De Filomena Alcobia 
Edição da autora (?) 
Coimbra 1997 


Livro com 120 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
VAMOS RECORDAR O NOSSO QUERIDO HUAMBO ? 

- Nova Lisboa - Capital do Planalto 
- Um manancial de garra e de progresso 
- Património cultural 
- Caminho de Ferro de Benguela 
- Distâncias 
- Outras estruturas 
- Casa das Beiras
- ‘6 Horas Internacionais de Nova Lisboa’
Organização da Prova 
Vencedores das provas 
Conclusão 
- Recordando pessoas 
- Os Arredores da Cidade 
- Homenagem a Grandes Vultos da Cidade 
- Recordações 
- Recordando 
- Vila Robert Williams (Caála) 
Arredores 
Vila Verde (Calenga) 
Uma história 
Histórias de caçadas 
Alguns comerciantes da vila 
- Bela Vista
- Bailundo (Vila Teixeira da Silva) 
- Outras Vilas 
- Algumas firmas de Nova Lisboa 
- Amigos do Huambo 
- Hino do Huambo 

Biografia e outros dados da autora 


Preço: 52,50€; 

domingo, 6 de novembro de 2022

Tomar & Cultura - LOTE DE 3 OBRAS - Filarmónicas NABANTINA e GUALDIM PAIS - Tomar 1974/77 e 2000 - Muito Raros;




Tomar & Cultura - Um lote das monografias das duas Bandas Filarmónicas seculares da cidade, onde são relatadas as suas mais importantes actividades 


LOTE DE 3 OBRAS - Filarmónicas NABANTINA e GUALDIM PAIS 
1. - ‘Anais da SOCIEDADE BANDA REPUBLICANA MARCIAL NABANTINA’ (1874-1974) 
Tomar 1974 
2. - ‘SOCIEDADE BANDA REPUBLICANA MARCIAL NABANTINA’ (1974-1999) - Anais II Volume 
Coordenação, Luís Maria P. Santos Graça - Tomar 2000 
3. - ‘SOCIEDADE FILARMÓNICA GUALDIM PAIS - Cem anos da Banda d’além da ponte (1877-1977)’ 
Tomar 1977 







LOTE DE 3 OBRAS - Filarmónicas NABANTINA e GUALDIM PAIS 
1. - ‘Anais da SOCIEDADE BANDA REPUBLICANA MARCIAL NABANTINA’ 
(1874-1974) - (32,50€;) 
Edição Patrocinada pela Casa Bancária MENDES GODINHO 
Tomar 1974 


Livro com 136 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
Muito Raro. 


Do ÍNDICE: 

Dedicatória 
PREFÁCIO 
Por Fernando de Araújo Ferreira 

CRONOLOGIA 
1874  - Fundação da NABANTINA - A 12 de Setembro 
A
1974 - Ano do 1.* Centenário 

NOTA FINAL 
Adenda 







2. - ‘SOCIEDADE BANDA REPUBLICANA MARICAL NABANTINA’ (1974-1999) 
Anais - II Volume - (32,50€) 
Coordenação de Luís Maria P. dos Santos Graça 
Edição patrocinada por: Governo Civil de Santarém 
Câmara Municipal de Tomar, Região de Turismo dos Templários, Tipografia Nabão, L.da,
Instituto da Juventude, Caixa de Crédito Agrícola Mútuo e Montepio Geral 
Tomar 2000 


Livro com 336 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Do ÍNDICE: 

PREFÁCIO 
Por Luís Maria P. S. Graça 

CRONOLOGIA 
Do ano de 1974 
Ao ano de 1999 




 




3. - ‘SOCIEDADE FILARMÓNICA GUALDIM PAÍS’
Cem anos da Banda d’além da ponte (1877-1977) - (37,50€)
Composto e impresso em A GRÁFICA DE TOMAR 
Tomar 1977 


Livro com 64 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
MUITO RARO. 

Tomar & Cultura - A monografia da Banda d’além da ponte, uma das quatro actuais filarmónicas do concelho, com uma história e actividade muito profícua que mobilizou inúmeros tomarenses ao longo da sua existência 


Do ÍNDICE: 

Abertura 
PREFÁCIO, por Romualdo Mela 


SOCIEDADE PHIARMÓNICA UNIÃO (1877-1879) 

SOCIEDADE PHILARMONICA THOMARENSE (1879-1898) 

SOCIEDADE FILARMÓNICA GUALDIM PAIS (1898-1977) 

NA HORA DO CENTENÁRIO 
Corpos Gerentes (1977) 
- Assembleia Geral 
- Direcção 
- Conselho Fiscal 
- Delegado à zF.N.C.C.Recreio 
Nomes dos componentes da Banda 

COMEMORAÇÕES DO 1.* CENTENÁRIO (1877-1977) 
Programa Geral 

DEPOIMENTOS 
- Alberto Simões 
- Beatriz Costa 
- Carlos Nunes Godinho 
- Elvira Velez 
- Francisco Santos 
- Lopes Graça 

Componentes do GRUPO CORAL GUALDIM PAIS na data da sua apresentação em 28.03.1977 
A Comissão que levou à efeito as comemorações do 1.* centenário 
NOTA FINAL 



Preço: 92,50€; (LOTE COMPLETO) 
Para aquisição de uma das obras isoladas, preços no título. 

Tomar & História - 'DOM GUALDIM PAIS', de Virgínia de Castro e Almeida - Lisboa 1944 - MUITO RARO;




Tomar & História - Mestre da ordem dos Templários e fundador da cidade e do Castelo de Tomar


'DOM GUALDIM PAÍS’ 
De Virgínia de Castro e Almeida 
Ilustrações de Pamela Boden 
Edição SPN (Serviços de Propaganda Nacional) 
Lisboa 1944 


Livro com 32 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO. 


D. Gualdim Pais - BIOGRAFIA
(Amares 1118 - Tomar 1195) 

"Foi um cruzado português, Freire Templário e Cavaleiro de D. Afonso Henriques (1128-1185). Foi o fundador da cidade de Tomar.

Filho de Paio Ramires e de Gontrode Soares, foi criado no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra e ficou muito cedo ao serviço do futuro Rei, D. Afonso Henriques, combatendo ao lado dos seus irmãos de armas, os cavaleiros Mem Ramires e Martim Moniz, em todas as batalhas contra os mouros para conquistar o reino. Veio a ser ordenado Cavaleiro pelo soberano na Batalha de Ourique (1139).

Partiu depois para o Reino de Jerusalém, na Palestina, onde militou durante cinco anos como Cavaleiro da Ordem dos Templários, tendo participado do cerco à cidade de Jafa.

Ao retornar, foi ordenado como quarto Grão-Mestre da Ordem em Portugal (1157), então sediada em Soure, onde tinham castelo desde 1128 (Castelo de Soure) por doação de D. Teresa. Fundou, nessa qualidade, o Castelo de Tomar e o Convento de Cristo (1160), que se tornou o Quartel-General dos Templários em território português, dando foral à nova vila no ano de 1162.

Também fundou o Castelo de Almourol, o de Idanha, o de Monsanto e o de Pombal. Deu foral a Pombal em 1174.

Cercado em 1190 em Tomar pelas forças do Califado Almóada sob o comando do Califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, conseguiu defender o Castelo contra esse efectivo numericamente superior, detendo assim a invasão do norte do Reino de Portugal por esta parte.

Faleceu em Tomar no ano de 1195, e ali se encontra sepultado, na Igreja de Santa Maria dos Olivais."

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gualdim_Pais 


Preço: 22,50€; 

Tomar & História - 'DOM GUALDIM PAIS', de Virgínia de Castro e Almeida - Lisboa 1960 - Muito raro;






Tomar & História - Mestre da ordem dos Templários e fundador da cidade e do Castelo de Tomar


'DOM GUALDIM PAIS (Primeiro Mestre Português dos Templários)'
De Virgínia de Castro e Almeida 
Edição SNI (Serviço Nacional de Informação) 
Lisboa 1960


Livro com 30 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
Muito, muito raro.


D. Gualdim Pais - BIOGRAFIA
(Amares 1118 - Tomar 1195) 

"Foi um cruzado português, Freire Templário e Cavaleiro de D. Afonso Henriques (1128-1185). Foi o fundador da cidade de Tomar.

Filho de Paio Ramires e de Gontrode Soares, foi criado no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra e ficou muito cedo ao serviço do futuro Rei, D. Afonso Henriques, combatendo ao lado dos seus irmãos de armas, os cavaleiros Mem Ramires e Martim Moniz, em todas as batalhas contra os mouros para conquistar o reino. Veio a ser ordenado Cavaleiro pelo soberano na Batalha de Ourique (1139).

Partiu depois para o Reino de Jerusalém, na Palestina, onde militou durante cinco anos como Cavaleiro da Ordem dos Templários, tendo participado do cerco à cidade de Jafa.

Ao retornar, foi ordenado como quarto Grão-Mestre da Ordem em Portugal (1157), então sediada em Soure, onde tinham castelo desde 1128 (Castelo de Soure) por doação de D. Teresa. Fundou, nessa qualidade, o Castelo de Tomar e o Convento de Cristo (1160), que se tornou o Quartel-General dos Templários em território português, dando foral à nova vila no ano de 1162.

Também fundou o Castelo de Almourol, o de Idanha, o de Monsanto e o de Pombal. Deu foral a Pombal em 1174.

Cercado em 1190 em Tomar pelas forças do Califado Almóada sob o comando do Califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, conseguiu defender o Castelo contra esse efectivo numericamente superior, detendo assim a invasão do norte do Reino de Portugal por esta parte.

Faleceu em Tomar no ano de 1195, e ali se encontra sepultado, na Igreja de Santa Maria dos Olivais."

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gualdim_Pais 


Preço: 17,50€;

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Angola & Colonialismo - ‘Análise da História Geral das GUERRAS ANGOLANAS (1575-1680)’, de Miguel Júnior - Luanda 2011 - Muito Raro;






Angola & Colonialismo - Uma obra de análise crítica à obra do historiador português António de Oliveira Cadornega, sobre as guerras registadas nesta antiga colónia portuguesa, contra a resistência das tribos autóctones 


Análise da História Geral das GUERRAS ANGOLANAS (1575-1680)’
(De António de Oliveira Cadornega) 
De Miguel Júnior (Tenente General das FAA) 
Edição Mayamba 
Luanda 2011 


Livro com 42 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa: 

“  


Preço:  32,50€; 

África & História - ‘ANGOLA - E a crise pós-independência: CABINDA (1975-2006)’, de Honoré Mbunga - Luanda 2014 - Raro;







África & História - O problema do enclave de Cabinda analisado sob o ponto de vista dos apoiantes das teses do governo de Luanda, dirigido desde a independência de Portugal, a 11 de Novembro de 1975 pelo MPLA, um movimento de cariz marxista leninista 


‘ANGOLA - E a crise pós-independência: CABINDA (1975-2006)’ 
De Honoré Mbunga 
Edições Chá de Caxinde 
Luanda 2014 


Livro com 172 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Raro.


SINOPSE: 
“Através do título ‘ANGOLA - E a crise pós-independência: CABINDA 1975-2006’, o autor pretende levar os leitores a revi verem o ambiente que se vivia, na altura em que Angola ascendia à independência, em Novembro de 1975. Trata-se, de lembrar o que foi o contexto da descolonização de Angola e a manifestação da questão do Enclave de Cabinda, como crise administrativa e política, que o novo governo deveria enfrentar. 

O autor quer também mostrar como a mesma situação evoluiu, no futuro, com a ascensão no poder, de nacionalistas Angolanos, encabeçados pela bandeira do MPLA. Enfim, quer sobretudo mostrar, a partir das primeiras tentativas de aproximação das partes em conflito, como a crise foi solucionada, em 2006, e quais foram as consequências desta mesma crise, na sociedade angolana em geral e Cabinda em particular. 

Num trabalho repartido em oito capítulos, o autor fez, no capítulo V, a resenha da situação socioeconómica e política de Angola pós-colonial, mostrando também que Cabinda constituiu um caso de independência contestada no continente africano, na altura. O autor conseguiu mostrar que a evolução socioeconómica de Cabinda tinha muito a ver nesta crise pós-independência, em Angola, crise ainda intensificada com as acções de alguns países do continente africano e de algumas potências da Europa e América, permitindo assim a internacionalização da crise, com todas as consequências que se podem esperar. Logo, aquando das primeiras tentativas de resolução da crise, houve obstáculos, que impediam o avanço das negociações. O autor cita os principais obstáculos e mostra o porque é que os representantes de Cabinda continuavam a não reconhecer o Governo de Angola. 

No capítulo VIII vem a criação do Fórum Cabindês para o Diálogo (FCD), órgão que negociou com a delegação de Luanda, assinando, em 2006, o acordo que pôs fim definitivamente à crise. Apesar do acordo assinado, não podia o autor concluir o trabalho sem mostrar as consequências que a crise deixou, na sociedade angolana. 

O texto, redigido numa linguagem fácil, constitui um documento importante, para o estudo da história recente de Angola, de África em geral. Trata-se de um exemplo prático, nas relações internacionais dos antigos países colonizados de África, onde a descolonização trouxe inúmeros problemas, para os dirigentes que passaram a governar os seus países novamente independentes.” 


O AUTOR: 
“HONORÉ MBUNGA Nasceu em Luzuanda, uma aldeia do Município da Damba, na província do Uíge, de pais camponeses. Fez os seus estudos primários e secundários na República Democrática do Congo, onde concluiu com a obtenção de um Diplôme d’Etat, em Pedagogia Geral. Fez os estudos profissionais em administração e contabilidade, no Centre Inter-Disciplinaire pour les Estudes et Education Permanentes (CIDEP), na mesma RDC. Prosseguiu com os estudos Universitários, obtendo uma Licenciatura de ensino de História em Civilizações Africanas, da Universidade Nacional de Côte-d'Ivoire, em Abidjan, em 1990. 
Em 1992 regressa definitivamente ao país onde, a partir de 1993 trabalhou como professor de Geografia e História no segundo e terceiro níveis e no IMNE, nas províncias do Uíge e Zaire, respectivamente. 
É desde Janeiro de 2002 funcionário e técnico profissional do Arquivo Nacional de Angola (A.N.A), no Departamento de Investigação e Atendimento. Já publicou numerosos artigos nos jornais locais e participou, com comunicação, em conferencias internacionais, organizadas no país, pelo Ministério da Cultura do Governo de Angola.” 


Preço:   0,00€; (Indisponível) 

Angola & Literatura - ‘CIPEMBÚWA’, de Cikakata Mbalundo - Luanda 1986 - Muito Raro;






Angola & Literatura - Uma obra deste escritor oriundo do centro de Angola 


‘CIPEMBÚWA’ 
De Cikakata Mbalundo 
Edição UEA (União dos Escritores Angolanos) 
Luanda 1986 


Livro com 86 páginas e em bom estado de conservação.
De muito difícil localização. 
Muito Raro.


O AUTOR: 
“Aníbal Simões nasceu na aldeia angolana de Chileume, no município de Bailundo, no dia 28 de janeiro de 1955. 

Completou os seus estudos liceais na cidade de Nova Lisboa (atual Huambo) e, no fim da década de 1970, estabeleceu residência em Lubango. Apesar de ter iniciado os seus estudos universitários em Filologia Germânica, licenciou-se em Psicologia pela Universidade Agostinho Neto, em Angola, onde exerceu o cargo de docente, nessa mesma área. Em 1990, veio para Portugal para preparar o Doutoramento em Psicologia da Educação, na Universidade do Minho.

Atualmente, reside na cidade angolana de Lubango, onde trabalha como docente e pesquisador no Instituto Superior de Ciências da Educação da Huíla.”


OBRAS DO AUTOR:
- ‘Cipembúwa’ - menção honrosa do Prémio Sonangol de Literatura (1986); 
- ‘O Feitiço da Rama de Abóbora’ - Prémio Sonangol de Literatura (1991); 
- ‘Entre a Morte e a Luz’ (2002); 
- ‘A Clave da Insatisfação’ (2013); 


Preço:  32,50€; 

Angola - Economia & História - ‘A LUNDA… OS DIAMANTES… A ENDIAMA’, de Vasco de Sá - Luanda 1996 - Muito Raro;






Angola - Economia & História - A exploração dos diamantes, do período colonial com a DIAMANG, à actualidade com a ENDIAMA 


‘A LUNDA… OS DIAMANTES… A ENDIAMA’ 
De Vasco Ferreira Pinto de Sá 
Edição ENDIAMA 
Luanda 1996 


Livro com 100 páginas, ilustrado com diversos mapas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

A LUNDA 
- O Muatiânvua, Luégi, Tchibinda Ilunga 
- Os Quiocos 

OS EUROPEUS NA LUNDA 
- A penetração dos europeus 
- Os viajantes árabes 
- Os Portugueses 
- Henrique de Carvalho 
- A Associação Internacional Africana 
- O Tratado do Zaire (Cabinda) 
- A Conferência de Berlim 
- O Estado independente do Congo 
- A definição da fronteira norte de Angola, do Zaire ao Quango 
- A criação do Quango Oriental no Estado independente do Congo 
- Sarmento e Danis 
- A Conferência de Lisboa 
- A definição da fronteira norte de Angola, do Quango ao Cassai 
- O Congo Belga 

OS DIAMANTES 

A DESCOBERTA DOS DIAMANTES EM ANGOLA E NO MUNDO 

A PEMA E A SUA SUCESSORA, A DIAMANG 
- Zona única de Protecção 

A DIAMANG E A SUA SUCESSORA, A ENDIAMA 
- Norton de Matos 
- Como se viajava pelas estradas de Angola 
- A agricultura e a pecuária 
- A Administração em Lisboa 
- A Direcção Geral na Lunda 

COMO FUNCIONAVA A DIAMANG 
- A reacção da população 
- A preservação da cultura africana 
- O Museu do Dundo 
- O Folclore Musical 

AS PRIMEIRAS EXPLORAÇÕES MINEIRAS 
- A zona oeste e a zona leste, o Xingufo 
- Vila Paiva de Andrade 
- Os grupos mineiros 
- O Dundo 
- As estradas da Lunda 
- Como se entrava no Dundo 
- O desenvolvimento do Dundo e restantes centros administrativos 
- Os serviços de saúde 
- Os trabalhadores mineiros 
- A orientação profissional 
- A produção de diamantes 
- A mecanização das minas 
- O MD1 (Luxilo) 
- O MD2 (Nzargi) 
- A electrificação da Lunda 
- A Central Hidroelétrica do rio Xicapa 
- A Central Termoeléctrica da Lucapa 
- O termo da Licença de Exploração de 1937 
- As explorações privadas da Reserva do Estado 
- A CONDIAMA 
- Os estados geológicos 
- A nacionalização da DIAMANG 
- A MATS 
- O assalto a Andrada - O abandono da INTRACO 
- A RST 

FINALMENTE A ENDIAMA 
- A criação da ENDIAMA 
- As orientações traçadas pelos órgãos de tutela 
- A actuação da ENDIAMA 
Na área das explosões 
Na área da comercialização 
A Clínica, o Grupo Desportivo e a Fundação Mussalala, a nova sede em Luanda 
Na área dos transportes 
Na área do imobiliário 
Na área da construção civil 
Na área do comércio e Agro-Pecuária 
Na área da indústria 
Na área da segurança 
As unidades de Produção (UP) 
- As dificuldades conjunturais 
- O futuro da ENDIAMA 

Bibliografia 


Preço:  0,00€; (Indisponível) 

Portugal - ‘BISBILHOTICES’, de Vera Lagoa - Amadora 1968 - MUITO RARO;





Portugal - Uma obra muito polémica, como polémica foi sempre a autora, Vera Lagoa, aliás, Maria Armanda Falcão, filha de um oficial do exército oposicionista de Salazar e do Estado Novo, casada com o posteriormente líder do MDP/CDE, José Manuel Tengarrinha, e após o 25 de Abril uma adversária da extrema esquerda revolucionária 


‘BISBILHOTICES’ 
De Vera Lagoa 
Prefácio de António Valdemar 
Editorial Íbis L.da 
Amadora 1968 


Livro com 162 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


Obra da autoria de Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), defensora dos direitos da mulher e opositora à ditadura do Estado Novo; cronista de grande destaque, foi a primeira mulher locutora da televisão portuguesa.


Da INTRODUÇÃO: 
“Vera Lagoa, pseudónimo da mulher-senhora de madeixa branca, um cabelo asa de corvo, aliás Maria Armanda Falcão, é um caso singular na Imprensa portuguesa. Com regularidade bi-semanal, o seu acto de crónica arrasta, mais ou menos conspìcuamente, milhares de leitores a folhear o jornal em busca do-que-dirá-hoje. 

Vera Lagoa, a colunista que não é jornalista possui o instinto, a sensibilidade e oportunismo do grande profissional. E como tal se impôs. A ironia, o recorte, o apontamento caricato, a censura às vezes um poucochinho amarga das suas crónicas é o relato duma época, vive a atmosfera das coisas superficiais, das coisas que fazemos à mão esquerda com a direita a ver, das coisas sem importância. Sem importância? O filósofo chinês disse: ‘As coisas verdadeiramente importantes são aquelas a que os outros não dão importância nenhuma’. E Vera Lagoa soube dar-lhes esse destaque, fazendo surgir, na colectânea simples, talvez fragmentada, de dois anos de colaboração no ‘Diário Popular’, a história viva da sociedade mundana e da ‘inteligentzia’ da Capital. 

O risco era grande, o título da coluna podia marcá-la como vulgar ‘bisbilhoteira’, criar inimizades, provocar certos mal-estares. Em contrapartida, muito mulher, muito cronista, Vera Lagoa conquistou uma audiência de cépticos e até os malferidos pelas indiscrições sofrem e agradam-se com as suas referências.” 


Do PREFÁCIO: 
“Vera Lagoa cronista de Lisboa da segunda metade do século vinte, hoje e amanhã, será encarada como profissional de morgue. Tem o bisturi sempre afiado para se debruçar sobre a mesa anatómica. Mais tarde estas páginas servirão para fazer arqueologia social. Reconstituir o que fomos, na pálida, morna e quieta sociedade portuguesa. Se à vezes carrega no rimel e aparece com um vestido estranho e dá uma gargalhada mais estridente, eu sei, tu sabes, todos nós sabemos, ao fim de contas, que havia, talvez, muita pressa ou muita vontade de esconder um sofrimento pertinaz e dilacerante. 

Mas vai conseguindo - conforme pode e conforme a autorizam - nesta terra do Vossa Excelência e do chapéu à banqueiro, do cozido à portuguesa e dos sermões do Padre António Vieira; do bacalhau com todos e da historiografia alcobacense de Frei Bernardo de Brito, uma coisa rara e difícil: escrever numa prosa em que não se sente o peso das palavras, construir as frases como quem fala, como quem vive, como quem morre.

Com interesse tanto pela qualidade das crónicas como pelo seu conteúdo, que fazem deste livro, um importante documento para o estudo e conhecimento da sociedade Portuguesa na Década de 60 do Século XX.” 
Por António Valdemar 


SINOPSE: 
"...O meu último dia corria pelo melhor. Mas ansiava pela noite. Para voltar à Ribeira. Para voltar à Sé. Para voltar ao rio. E voltei. 

Ao chegar, dei com uma tela de Van Gogh. Tive imediatamente esta ideia. Mas já não era minha. Alguém a tivera e escrevera primeiro. E era mesmo uma tela de Van Gogh. Os amarelos que se espalhavam pela água eram os amarelos dos seus quadros. Alastrados, largos, brilhantes. A água era um espelho negro. À beira daquela água caminhei enquanto a encontrei. Depois, meti-me pelo Porto antigo. Por aquele Porto desconhecido, aquele que só nesta viagem conheci..." 


Preço:   0,00€; (Indisponível)