segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Portugal & Ultramar - 'HISTÓRIA E TÉCNICAS DO PÁRA-QUEDISMO', de Bragança Moutinho - Lisboa 1970 - MUITO RARO;


 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Portugal & Ultramar - O pára-Quedismo militar e civil, a sua história e protagonistas, relatado pelos mais importantes membros em território europeu e nas colónias africanas


'HISTÓRIA E TÉCNICAS DO PÁRA-QUEDISMO'
De Bragança Moutinho
Desenhos de Emídio Ribeirinho e Eng. J. L. Pereira de Castro
Fotogravuras de Mestre João Cristo
Edição LIVRARIA PORTUGAL
Lisboa 1970


Livro com 320 páginas, muito ilustrado com fotografias (Mais de 100 fotos) e ilustrações e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Da contracapa:
ACERCA DO AUTOR
Faltava um livro que falasse do pára-quedismo, no estrangeiro e em Portugal. Que lhe definisse os horizontes, registasse as leis, apontasse a evolução é previsse o futuro.

Meteu ombros à tarefa o tenente-coronel pára-quedista Carlos A. Bragança Moutinho. Oficial com larguíssima experiência (250 saltos, a maioria em queda livre e o primeiro português com um 'zero' em precisão), o tenente-coronel Bragança Moutinho aliava, a essa experiência, um espírito metódico e perseverante estudo, conjugado com uma brilhante folha de serviços: concluído o curso de Aeronáutica da Escola do Exército em 1953, cinco anos depois efectuava o primeiro salto em pára-quedas. Com o 'brevet' militar n. 242, fez o curso de chefe de salto em 1959 e o de instrutor de pára-quedismo em 1962. Volvidos dois anos, frequentou em Pau (França), um estágio de aperfeiçoamento de queda livre, ao fim do qual lhe foi conferido o 'brevet' militar francês n. 199.951. No mesmo ano, fez parte da primeira equipa portuguesa inscrita num campeonato internacional de pára-quedismo.

Não poderia ficar em melhores mãos a iniciativa do primeiro livro sobre pára-quedismo que se edita em Portugal. Elogiar os méritos da obra seria inútil. 'HISTÓRIA E TÉCNICAS DO PÁRA-QUEDISMO' aí está - para o julgamento dos leitores.

MARTINHO SIMÕES




Do ÍNDICE:

Dedicatória
Nota do autor

PREFÁCIO
Mário de Brito Monteiro Robalo, coronel pára-quedista
Comandante do R.C.P.


I PIONEIROS DO PÁRA-QUEDISMO

II O INÍCIO DA QUEDA LIVRE

III EVOLUÇÃO DO PÁRA-QUEDAS

IV AS TROPAS PÁRA-QUEDISTAS

V O DESPORTO DA. IDADE DO ESPAÇO

VI PORTUGAL E O PÁRA-QUEDISMO

VII RIVALIZANDO COM OS 'FALCÕES'

VIII TÉCNICAS DA QUEDA LIVRE

IX ALGUNS ASPECTOS CIENTÍFICOS

X SEGURANÇA - FACTOR PRIMORDIAL

XI COMO FORMAR UM PÁRA-QUEDISTA

XII NORMAS DE TREINO AVANÇADO

Bibliografia



Preço: 97,50€;

África & Literatura - 'ALDA LARA NA MODERNA POESIA DE ANGOLA', de Amândio César - Braga 1978 - MUITO RARO;




África & Literatura - Um retrato da grande escritora angolana prematuramente desaparecida da autoria de um dos maiores especialistas na literatura ultramarina


'ALDA LARA NA MODERNA POESIA DE ANGOLA'
De Amândio César
Edições Templo
Braga 1978


Livro com 48 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Da badana:
"Entre os ensaístas (...) as obras de Amândio César sem duvida o mais atento estudioso da literatura ultramarina."
Luis Forjaz Trigueiros
(In 'ENCICLOPÉDIA LUSO-BRASILEIRA DE CULTURA' - Lisboa)

"O presente livro é o resultado de uma permanente atenção crítica, reunindo depoimentos que obras literárias ultramarinas lhe solicitaram de 1965 a 1967, mas nota-se que em grande parte reescritos, para ajustamento de perspectivas e enriquecimento de informação (...) Claro que a uma notável cobertura bibliográfica não podia o autor deixar de dar uma dimensão de profundidade, na análise de obras literárias."
M. António
(In 'Diário de Notícias')

"Belo e útil regalo: belo porque fala nele, a cada pagina, o amor da jovem literatura ultramarina, como parte que faz da grande literatura de língua portuguesa; e útil porque me facilita a consulta das suas opiniões e impressões de leitura, tanto de obras que tenho e possuo, quanto de muitas outras, a maioria, de que conheço apenas o título. É uma valiosa aquisição para a minha biblioteca africana."
Professor Gerald M. Moser
(Da Universidade da Pensilvânia)



Do ÍNDICE:

ALDA LARA num apontamento de José Pádua

Dedicatória
Aviso prévio

- ALDA LARA NA MODERNA POESIA DE ANGOLA
Alda Lara escreveu há dezasseis anos
- O PRIMEIRO TUMULO DE ALDA LARA
- O RIO QUANZA EM CAMBAMBE
- RUÍNAS DA HISTÓRICA IGREJA DE CAMBAMBE



Preço: 32,50€;

África & Ultramar - 'VOLTAR - MEMÓRIA DO COLONIALISMO E DA DESCOLONIZAÇÃO', de Sarah Adamopoulos - Lisboa 2012 - RARO;




África & Ultramar - A tragédia da descolonização em testemunhos directos de quem a viveu no terreno e arcou com as suas consequências em temos emocionais, históricos, financeiros e pessoais


'VOLTAR - MEMÓRIA DO COLONIALISMO E DA DESCOLONIZAÇÃO'
De Sarah Adamopoulos
Prefácio de Diana Andringa
Edição Planeta
Lisboa 2012


Livro com 318 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De muito duficil localização.
RARO.


Da contracapa:
"Quase quatro décadas depois, essa hostilidade ainda vem algumas vezes à tona, como pude comprovar recentemente, quando uma portuguesa de jus soli, sabendo-me natural de Angola, me acusou dos muitos males que atribuía aos 'retornados'.
Diana Andringa, do Prefácio."

Na surda peleja que os portugueses tem travado em torno do seu passado colonial, as narrativas do regresso têm sido mais inscritas na recordação colectiva desse outro tempo do que no confronto com as razões e consequências do seu fim. Estranha, mas significativa evidência da memória contingente que a sociedade portuguesa tem construído de si própria.

Boa parte do enigma é decifrado neste livro de Sarah Adamopoulos, um texto sagaz e intimista que a autora dedica às realidades e imaginários do retorno dos portugueses (brancos e pretos) a um país em tumulto revolucionário. Nesse tempo de todas as euforias e desesperos, o velho país salazarista, que fora mantido á força de emigrantes e colonos e acomodado ao miro da nação imperial, encheu-se de 'retornados'. São eles os actores principais desta história.

Eis um livro a diversas vozes que, mais do que invocar os destroços humanos do império que á pressa se desfez, compõe uma memória plural dos imbricados processos de colonização, descolonização e retorno. Um livro de História e de memórias, de discursos e identidades múltiplas, como convém a uma sociedade aberta, que só o será se não quiser esquecer as vivíssimas transformações que conheceu nos tempos de Abril.

Álvaro Garrido
Historiador - Universidade de Coimbra"




Do ÍNDICE:

PREFÁCIO
A ÁFRICA EM NÓS - Por Diana Andringa

AS RAZÕES DESTE LIVRO

I - CHEGAR
- A derrota amarga de Goa
- Goeses no Moçambique colonial
TESTEMUNHO DE ALZIRA MELO
O inelutável fim dos 'brasis' e das 'Áfricas'
Desaparecimento súbito do Portugal Colonial
Os filhos dos primeiros colonos
Quando 'voltar' foi chegar a Portugal pela primeira vez
TESTEMUNHO DE JORGE RODRIGUES
Exílio no Portugal de Abril
Retornados unidos
Os novos estraneuros e apátridas
'Desalojados' - um novo estatuto em 1977
'Os Lusíadas' de Angola
'Negócios imobiliàrios' precários
TESTEMUNHO DE ROBERTO CORREIA
Negociações sociais que tardam
Morrer pacificamente à fome em Cabo Verde
No Liceu Gil Eanes com Luís Cabral
O Tarrafal
Emergência humanitária durante o processo de descolonização
Segregação racial na Angola colonial
1961: o começo de um longo fim
TESTEMUNHO DE MÁRIO PIRES
Do Minho a Timor
Portugal como símbolo de resistência
Descolonizar 'rapidamente e em força'
Abandono de Timor
Êxodo e resistência pós-invasão
De Timor para o Vale do Jamor

II - VOLTAR
Os filhos da pátria exógena
A descolonização de São Tomé
Visões do colonialismo português em São Tomé
As reuniões nocturnas da Marinha
Séculos de colonialismo 'pacífico'
TESTEMUNHO DE MARGARIDA RUA
Racismos de uma mesma raiz
Libertação do Estado português
O maior êxodo
Encaixotar a vida numa viagem
Escrever é legar uma memória
TESTEMUNHO DE AIDA VIEGAS
Os sussurros dos militares em Angola
Descobrir de traineira o caminho marítimo para Portugal
A diferença entre os homens
TESTEMUNHO DE JOAQUIM SERRA
A guerra mais longa
TESTEMUNHO DE JOSÉ LOURENÇO
A tensão colonial em Angola
TESTEMUNHO DE ATAÍDE BARATA DINIZ
Antes os riscos da guerra à paz podre
Da 'vocação africana' dos portugueses
Interdependências
TESTEMUNHO DE VALDEMAR RAPOSO
A individualidade do império e a descolonização infernal da Guiné
Nascer e crescer na Guiné colonial
O 'outro mundo' que era Portugal
A derrota da aventura colonial
TESTEMUNHO DE NUNO PEREIRA ROSA

III - QUEM ERA EU ANTES DE CHEGAR A PORTUGAL?
Ser da aldeia de Torga e dos morros de Pepetela
Os angolanos em Portugal
TESTEMUNHO DE EMÍLIA PEREIRA
A casa da ilha
Prosperar em Angola por tempos de rebelião
Identidades pós-coloniais
TESTEMUNHO DE ISABEL CORRÊA DE PINHO
O retornado comunista
África do Sul: 'América da África'
A dupla tragédia de alguns
TESTEMUNHO DE JOSÉ XAVIER EZEQUIEL
Da Covilhã para Nacala
TESTEMUNHO DE OLINDA GIL
O 'colonialismo orgânico' dos portugueses
Mário Soares e Almeida Santos I
Os factos dos homens
Voltar com uma mão atrás e outra à frente
Fugir do horror
O estalinismo negro
Ônus da guerra
O compromisso colonial da Igreja
TESTEMUNHO DE ABEL CARDOSO
As marcas eternas do 'retorno'
Mário Soares e Almeida Santos II
As contradições da Igreja
TESTEMUNHO DE PEDRO CÁRIA
Estigma sobre os filhos dos retornados
TESTEMUNHO DE VALTER HUGO MÃE
Começos de vida que mais parecem vidas passadas

Conclusões e balanços

NOTAS
Bibliografia consultada
Agradecimentos



Preço: 32,50€;

Guerra do Ultramar & Moçambique - 'Revista 'BATALHÃO', deus B. de Caçadores 1891 - De 30 de Abril de 2006 - Odivelas - RARA;



Guerra do Ultramar & Moçambique - Revista do Batalhão de Caçadores que esteve no cumprimento do serviço militar em defesa da pátria nesta antiga colónia da África Ocidental em meados da década de sessenta


'Revista 'BATALHÃO', do B. de Caçadores 1891;
('1966 - 30 de Abril - PARTIDA PARA MOÇAMBIQUE')

De 30 de Abril de 2006
Odivelas 2006


Com 36 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
RARA.



Do ÍNDICE:

Temas em destaque:
- Editorial, de Manuel Pedro Dias
- ONDE VIVEMOS - COMPANHIA DE CAÇADORES 1558;
- RELATÓRIO DE ACÇÃO;
- O 1891 E A SOLIDARIEDADE;
- A BATALHA DO SALADO
- Galeria dos mais novos;
- VIAGEM A MOÇAMBIQUE, OUTUBRO DE 2004 - II Parte;
- Para que consta: 19. CONVÍVIO (Fátima, 16 e 17 de Abril de 2005);
Grande reportagem é muito ilustrada.
- MUSEU MILITAR EM LISBOA;
- CONTAS DE 2005
- RECORDANDO - 'Pequenas, Grandes Coisas' - Por Amadeu Neves da Silva
- EM 'BONS LENÇÓIS' - Por Manuel Pedro Dias
- REGISTOS: Necrologia
- 'CAIS DE LÁGRIMAS'
Poema de Rosa Lobato Faria dedicado ao batalhão;
- Fotos do Ano;
- OS NOSSOS 'IRMÃOS' DE LUTA
MILITARIA - Emblemas e bandeirolas das diversas companhias;



Preço: 7,50€;

Africa & Ultramar - 'SALAZAR E IAN SMITH (1964 a 1968)', de Luis Machado Barroso - Lisboa 2009 - Raro;



Africa & Ultramar - As relações políticas, diplomáticas, militares e estratégicas entr Portugal de Salazar e a Rodésia de Ian Smith na defesa das suas zonas de interesse e influência


'SALAZAR E IAN SMITH (1964 a 1968)'
De Luis Machado Barroso
Edição Europress
Lisboa 2009


Livro com 192 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Raro;


Da badana:
"As relações entre Portugal e a Rodésia, no perio de 1964 a 1968, foram essencialmente marcadas pelo apoio diplomático do governo português a Ian Smith, primeiro-ministro da Rodésia. Profundamente empenhado em evitar que a Rodésia do Sul caísse nas mãos do nacionalismo negro de inspiração comunista, Salazar não hesitou em incentivar e apoiar Smith para se libertar de forma unilateral da Grã Bretanha, mesmos sabendo que a posição portuguesa seria seriamente afectada. As promessas de Salazar, de que tudo faria para que nao ficasse isolado, foram um factor decisivo para a atitude de Ian Smith.

A história que se pretende contar neste livro gravita em torno do aprofundamento das relações entre os dois regimes e do apoio politico-diplomático prestado por Salazar a Smith. Na percepção de Salazar, a Rodésia permitia reforcar a posição em África, a esperança de criar uma faixa multirracial com Angola e Moçambique e evitar que Moçambique ficasse rodeado por países hostis."



"LUÍS FERNANDO MACHASO BARROSO, tenente-coronel de Infantaria, licenciado em Ciências Militares na Academia Militar em 1991.
Qualificado com o curso de Estado-Maior (2003 a 2005), exerce actualmente as funções de professor do Instituto de Estudos Superiores Militares. Concluiu em 2008 o Mestraso em Historia, Defesa e Relações Internacionais no ISCTE. Actualmente frequenta o Doutoramento na mesma Instituição."




Do ÍNDICE:

PREFÁCIO
Por Luís Nuno Rodrigues

Agradecimentos
Dedicatória
Lista de Acrónimos

INTRODUÇÃO

Capítulo I
O ULTRAMAR COMO CENTRO DE GRAVIDADE DA POLÍTICA EXTERNA PORTUGUESA
- O Ultramar como centro de gravidade da política externa
- Os efeitos do fim da segunda guerra mundial: desequilíbrio no centro de gravidade
- Blindar o centro de gravidade

Capítulo II
A SITUAÇÃO NO HINTERLAND RODESIANO E A DEFESA DOS INTERESSES DE PORTUGAL
- A situação no hinterland rodesiano
- O hinterland e a defesa dos interesses portugueses
- O acesso do hinterland ao mar: fonte de poder

Capítulo III
AS RELAÇÕES COM SALISBURY (1963 a 1965) E A DUI
- O aprofundamento das relações
- Pressões e ameaças comuns: o catalisador
- Ian Smith encontra-se com Salazar: um plano secreto

Capítulo IV
O APOIO POLÍTICO-DIPLOMÁTICO À RODÉSIA
- 'Missão diplomática da Rodésia' em Lisboa: o caso Harry Reedman
- Objetivo: manter Smith no poder

Capítulo V
O APOIO ECONÓMICO
- O direito de acesso ao mar: a justificação jurídica
- Contornar as sanções: o abastecimento de combustíveis à Rodésia
- Portugal: uma porta aberta ao mundo

Capítulo VI
A COOPERAÇÃO MILITAR COM A RODÉSIA
- As bases políticas para a cooperação militar
- A situação na Rodésia e as ameaças militares a Moçambique
- O apoio militar possível

Capítulo VII
TENSÃO NAS RELAÇÕES ANGLO-LUSAS
- A 'ameaça' anglo-americana
- A Grã Bretanha e o 'reconhecimento' da Rodésia
- Derrocada das sanções: à procura do culpado
- Demonstração de força - A patrulha da Beira
- Possibilidade de um ataque terrestre?

Conclusões
Fontes e Bibliografia



Preço: 17,50€;

África & Estado Novo - 'ULTRAMAR, EXÉRCITO, JUVENTUDE' - AAVV - Braga 1968 - MUITO RARO;



África & Estado Novo - A preparação física da juventude portuguesa perante a formação universitária e a guerra do Ultramar


'ULTRAMAR, EXÉRCITO, JUVENTUDE'
AAVV - Mário Bacelar Begonha, Mário Moniz Pereira,
Henrique Réus Pinto, João Coutinho,
Hélder da Silva Matos e José Delfim de Matos
Prefácio do Dr. Pedro Cabrita
Edições Massano de Amorim
Braga 1968


Livro com 96 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.



Do ÍNDICE:

PREFÁCIO - UM PROPÓSITO
Por Pedro Cabrita

Palavras de Agradecimento e Gratidão
Os autores - Mário Bacelar Begonha e Mário Moniz Pereira

I
INTRODUÇÃO

II
JUSTIFICAÇÃO

III
MENTALIZAÇÃO DA POPULAÇÃO PARA A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA
a) - Sua necessidade actual e objetivos a atingir
b) - Meios práticos a empregar
c) - Meios afins

IV
ESTUDO DAS CONDIÇÕES BÁSICAS PARA TORNAR A JUVENTUDE APTA PARA AS EXIGÊNCIAS DA VIDA NACIONAL
A - Introdução
B - Educação física pré universitária

V
EDUCAÇÃO FÍSICA NA UNIVERSIDADE

VI
ESTRUTURAÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A JUVENTUDE TRABALHADORA ENTRE AS IDADES DOS DEZASSEIS E OS VINTE ANOS

VII
CONCLUSÕES



Preço: 22,50€;

África & Congo - 'AS QUIMERAS NEGRAS', de Jean Lartéguy - Amadora 1978 - Raro;




África & Congo - A guerra do Katanga com a morte de Lumumba e a ascensão de Sthombe e a entrada no conflito dos mercenários europeus num conflito sangrento logo na nascença deste país


'AS QUIMERAS NEGRAS'
De Jean Lartéguy
Editora Bertrand
Amadora 1978


Livro com 596 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Raro.


Da contracapa:
"Em 'AS QUIMERAS NEGRAS' mergulhamos no Catanga, logo após a morte de Lumumba: cáos, intrigas, rivalidades sangrentas entre tribos, é bem o quadro a que nos têm acostumado as crónicas internacionais. O que não nos têm dito, porém, é como e por quem são manejamos os cordéis: como e por quem é orientada a política dos países de África e são desencadeados os motins, as manifestações, as represálias. Vemos aqui em gestação as ordens capitais que, dimanaras em segredo dum alto comando ou dum determinado partido, mudarão amanhã o destino dum país.

Aqui é a sorte do Catanga que está em jogo e, em consequência, do Congo ex-Belga e de uma parte da África Negra. Todos o sentem, desde os oficiais franceses para aí mandados de modo mais ou menos clandestino, até às altas personalidades da ONU, que, por sua vez, entretecem os fios de uma política subtil e de interesses subjacentes.

Nesta obra tensa e febril evoluem figuras desenhadas com extraordinário relevo e segurança: brancos de todas as nacionalidades e negros pitorescos, uns e outros igualmente sequiosos de poder, dinheiro e prestígio. Entre eles sobressaem, no entanto, o dogmático e perigoso coronel La Roncière, cujo orgulho inflexível, fria perspicácia e louca temeridade o assemelham a uma espada nua: o 'pequeno catalão' Fonts, aristocrático e ciníco, mas que um secreto desespero parece lançar para a embriaguez do perigo: e o monolítico Kreis, alemão e ex-legionário, colosso incapaz de se vergar.

Os três desempenharão papel importante, muitas vezes heróico, que não poderá impedir, porém, acontecimentos de graves repercussões, por exemplo a morte (acidental?, criminosa?) do secretário-geral da ÔNUS, e a que temos o privilégio de assistir 'dos bastidores' neste livro poderoso e sóbrio, baseado, em grande parte, em sucessos verídicos e capitais da actualidade."




Do ÍNDICE:

Capítulo I
Os amigos de Julienne

Capítulo II
Uburu Congo

Capítulo III
As combinaçõeszinhas de Justin Pimuriaux

Capítulo IV
A Casa Gelinet

Capítulo V
As papoilas vermelhas de Wenceslas

Capítulo VI
'Ponche de Rum'

Capítulo VII
Prelúdio à operação 'Morthor'

Capítulo VIII
'Morthor'

Capítulo IX
'Morthor' falha

Capítulo X
Nadolo, 'o Vitorioso'

Capítulo XI
A estrada de Kolwezi



Preço: 27,50€;

terça-feira, 26 de novembro de 2019

África portuguesa & Igreja - 'D. MOISÉS ALVES DE PINHO E OS BISPOS DE CONGO E ANGOLA', de D. Manuel Nunes Gabriel - Portalegre 1980 - Muito Raro;


 


 

 

 

 

 

 


África portuguesa & Igreja - A história da igreja angolana e da sua hierarquia no final do período colonial e nos anos seguintes à independência registada em Novembro de 1975


'D. MOISÉS ALVES DE PINHO E OS BISPOS DE CONGO E ANGOLA'
De D. Manuel Nunes Gabriel
(Arcebispo resignatário de Luanda)
Edição do autor
Portalegre 1980


Livro com 168 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente.
De muito difícil localização.
Muito Raro.



Do ÍNDICE:

INTRODUÇÃO
Por Manuel Nunes Gabriel


JURISDIÇÃO ESPIRITUAL NO CONGO E ANGOLA
- A Ordem de Cristo. A Diocese do Funchal
- Dom Henrique, bispo titular de Útica (1521 a 1531?)

DIOCESE DE S. TOMÉ

DIOCESE DO CONGO

BISPOS DO CONGO E ANGOLA
- 1. D. Fr. Miguel Rangel (1596 a 1602)
- 2. D. Fr. António de Santo Estevão (1604 a 1608)
- 3. D. Fr. Manuel Baptista Soares (1609 e 1620)
- 4. D. Fr. Simão Mascarenhas (1621 a 1624)
- 5. D. Francisco do Soveral (1627 a 1642)
- Longo período de Sé vaga (1642 a 1671)
- 6. D. Pedro Sanches Farinha (1671)
- 7. D. Fr. António do Espírito Santo (1672 a 1674)
- 8. D. Fr. Manuel da Natividade (1675 a 1685)
- 9. D. João Franco de Oliveira (1687 a 1692)
- 10. D. For. José de Oliveira (1696 a 1701)
- 11. D. Luís Simões Brandão (1701 a 1719)
- 12. D. Fr. Manuel de Santa Catarina (1720 a 1731)
- 13. D. Fr. António do Desterro Malheiros (1736 a 1746)
- 14. D. Fr. Manuel de Santa Inês (1746 a 1762)
- 15. D. Fr. Luís da Anunciação e Azevedo (1771 a 1784)
- 16. D. Fr. Alexandre da Sagrada Família (1784 a 1787)
- 17. D. Luís de Brito Homem (1791 a 1803)
- 18. D. Joaquim Maria Mascarenhas Castelo Branco (1802 a 1807)
- 19. D. Fr. João Damasceno Póvoas (1814 a 1826)
- Os vigários capitulares e o Liberalismo
- 20. D. Fr. Sebastião da Anunciação Gomes de Lemos (1846 a 1848)
- 21. D. Joaquim Moreira Reis (1849 a 1857)
- 22. D. Manuel de Santa Rita Barros (1860 a 1862)
- 23. D. José Lino de Oliveira (1863 a 1871)
- 24. D. Tomás Gomes de Almeida (1871 a 1879)
- 25. D. José Sebastião Neto (1879 a 1883)
- 26. D. António Tomás da Silva Leitão (1884 a 1891)
- 27. D. António Dias Ferreira (1891 a 1901)
- 28. D. António José Gomes Cardoso (1901 a 1904)
- 29. D. António Barbosa Leão (1906 a 1908)
- 30. D. João Evangelista de Lima Vidal (1909 a 1916)

D. MOISÉS ALVES DE PINHO
31. Bispo de Angola e Congo (1932 a 1941)
1. Bispo de Luanda (1941 a 1966)
Arcebispo resignatário de Luanda (1966 a 1980)
- Na Congregação do Espírito Santo
- Provincial da Congregação em Portugal

BISPO DE ANGOLA E CONGO
- A Diocese de Angola e Congo em 1932
- Primeiro conhecer, depois agir
- A evangelização
- Formador de padres
- O ministro da santificação
- O pastor da Diocese
- Sínodo arquidiocesano - O cabido - As reuniões episcopais
- Defensor dos oprimidos
- Fastos da Igreja em Angola
- No declinar da vida - Resignação do governo da Arquidiocese
- A morte e o funeral

O EPISCOPADO DE ANGOLA DEPOIS DO ACORDO MISSIONÁRIO DE 1940
- 2. Dom Daniel Gomes Junqueira, Bispo de Nova Lisboa (1941 a 1970)
- 3. Dom António Ildefonso dos Santos Silva, Bispo de Silva Porto (1941 a 1958)
- 4. Dom Manuel António Pires, Bispo coadjutor e residencial de Silva Porto (1955 a 1979)
- 5. Dom Altino Ribeiro de Santana, Bispo de Sá da Bandeira (1955 a 1972)
- 6. Dom Manuel Nunes Gabriel, Bispo de Malange e Arcebispo de Luanda (1957 a 1975)
- 7. Dom Pompeu de Sá Leão e Seabra, Bispo de Malange (1963 a 1973)
- 8. Dom Francisco Esteves Dias, Bispo do Luso (1963 a 1976)
- 9. Dom Francisco da Mata Mourisca, Bispo de Carmona, S. Salvador (1967 a )
- 10. Dom Eduardo André Muaca, Bispo titular de Ísola, Bispo de Malange e Arcebispo de Luanda (1979 a )
- 11. Dom Armando Amaral dos Santos, Bispo de Benguela (1970 a 1973)
- 12. Dom Eurico Dias Nogueira, Bispo de Sá da Bandeira (1972 a 1977)
- 13. Dom Américo Henriques, Bispo de Nova Lisboa (1972 a 1976)
- 14. Dom Zacarias Camuenho, Auxiliar de Luanda e Bispo de Novo Redondo (1974 a )
- 15. Dom Óscar Lino Fernandes Lopes Braga, Bispo de Benguela (1975 a )

AS DIOCESES MAIS RECENTES (1975)
- 16. Dom Manuel Franklim da Costa, Bispo de Henrique de Carvalho e Arcebispo do Huambo (1975 a )
- 17. Dom Alexandre do Nascimento, Bispo de Malange e Arcebispo do Lubango (1974 a )
- 18. Dom Francisco Viti, Bispo de Serpa Pinto (Menongue) (1975 a )
- 19. Dom Eugénio Salessu, Bispo de Malange (1977 a )
- 20. Dom José Próspero da Ascensão Puaty, Bispo do Luena (1977 a )
- 21. Dom Pedro Marcos Ribeiro da Costa, Bispo de Saurimo (1977 a )
- 22. Dom Pedro Luís Francisco, Bispo do Bié (1979 a )

APÊNDICE
- TESTAMENTO DE D. MOISÉS ALVES DE PINHO
Aditamento ao testamento



Preço: 82,50€; 

Angola & Historia - 'CABINDA - ÓRFÃ DA DESCOLONIZAÇÃO DO ULTRAMAR PORTUGUÊS', de Raul Tati - Lisboa 2017 - Muito Raro;


 


Angola & Historia - O conflito histórico de Cabinda analisado por um intelectual ligado à igreja local e associações cívicas, desde o período colonial e descolonização até à actualidade com o governo de Luanda dirigido pelo MPLA


'CABINDA - ÓRFÃ DA DESCOLONIZAÇÃO DO ULTRAMAR PORTUGUÊS'
De Raul Tati
Edição do autor
Lisboa 2017


Livro com 222 páginas e em muito bom estado de conservação. Novo. Excelente.
De muivo difícil localização. 
Muito Raro.


Da contracapa:
"Angola só resolverá duradouramente - e de vez - a questão Cabinda se compreender e assimilar a sua história. Não se trata de submeter, mas exactamente só contrário. É fundamental compreender e integrar a História especifica de Cabinda dentro do processo geral de formação nacional angolana. Não se pode ......



"



O AUTOR:
"RAUL TATI nasceu em Ponta Negra (República do Congo), de pais CABINDAS, a 1 de Março de 1963. Activista cívico da sociedade civil em Cabinda e membro co-fundador da extinta Associação Cívica de Cabinda - MAPALABANDA. Exerceu o ministério presbíteral por vinte anos (1991 a 2011), tendo sido Vigário-Geral da diocese de Cabinda. É professor universitário e lecciona matérias de história e relações internacionais em Cabinda.

Publicou anteriormente as obras 'CRISE AFRICANA E O PROCESSO DEMOCRÁTICO EM ÁFRICA' (1999) e 'CABINDA - PERCURSO HISTÓRICO DUMA IGREJA ENTRE DEUS E CÉSAR' (2013).

Está actualmente em Portugal a preparar um Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais: Defesa e Segurança."




Do ÍNDICE:

PREFÁCIO
De José Ribeiro e Castro
PRÓLOGO

Capítulo I
FUNDAMENTAÇÃO HISTÓRICA DO DIFERENDO DE CABINDA

Capítulo II
GÉNESE HISTÓRICA DO PROBLEMA DE CABINDA

Capítulo III
A ESCANDALOSA TRAIÇÃO DE PORTUGAL

Capítulo IV
ETNICIDADE E IDENTIDADE NO PROBLEMA DE CABINDA

Capítulo V
NACIONALISMO CABINDÊS: MITO OU REALIDADE?

Capítulo VI
AS MANOBRAS DIPLOMÁTICAS NO PROBLEMA DE CABINDA

Capítulo VII
ESTRATÉGIAS DO REGIME NA GESTÃO POLÍTICA NO PROBLEMA

Capítulo VIII
A RESISTÊNCIA MILITAR: A GUERRILHA

Capítulo IX
A LIBERDADE: UMA META NO QUADRO DA PEDAGOGIA DOS OPRIMIDOS

Capítulo X
ASSOCIAÇÃO CÍVICA DE CABINDA - MAPALABANDA: UM ABALO SÍSMICO

Capítulo XI
A REVOLTA DAS MÃES CABINDESAS

Capítulo XII
O MEMORANDO DE PAZ E A RECONCILIAÇÃO PARA CABINDA

Capítulo XIII
O DIFERENDO DE CABINDA NO CONTEXTO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Capítulo XIV
PRINCIPAIS PONTOS DE ESTRANGULAMENTO DA RESISTÊNCIA CABINDESA

Capítulo XV
O PETRÓLEO, O CONFLITO DE CABINDA E AS POLÍTICAS DA CHEVRON

EPÍLOGO

Bibliografia

ANEXOS



Preço: 52,50€;