sexta-feira, 13 de abril de 2018

Angola & Comunicação Social - ‘LUANDA 73 - O amor da cidade...’ - AAVV - Luanda 1973 - Muito Raro;




 






Angola & Comunicação Social - A rádio é uma vasta equipa entre locutores, jornalistas e técnicos que fizeram um programa diversificado e de grande audiência em Luanda e em toda a província 


‘LUANDA 73 - O amor da cidade...’ 
- AAVV 
Composto e impresso em ‘A Palavra’ 
Luanda 1973 


Com 40 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.



Do ÍNDICE: 
- ‘TEMPO DE AGRADECER’ 
- ‘LUANDA 62 - Para Luanda 62 com carinho de Santos e Sousa’ 
- ‘COMO NASCEU E CRESCEU O SEU LUANDA 73’ 
- ‘QUEM SOMOS NÓS’ 
- ‘LOCUÇÃO - Jorge Pego, António Taklin, Carlos Blanco, Maria Celina, Repórter Urbano’
- ‘HENRIQUE CARDÃO - O mais internacional...’ 
- ‘REDACÇÃO - Telles Mendes, Carlos Koch Fritz, Júlio Guerra, Carlos Faria, Ludgero Fonseca (técnica)’ 
- ‘SONORIZAÇÃO - Rodrigues Lemos, Pinheiro da Silva e Ramalho Costa’ 
- ‘COLABORADORES - Carlos Melo, Joaquim Duarte, Helder de Sousa e Ernesto Loureiro’ 
- ‘LUANDA 73 - POR UMA PENA... - Caricaturas de Manuel Ribeiro’ 
- ‘OS AMUENSES - Alberto Galante, Santiago Pinto e Manuela Araújo’ 
- ‘ENFIM... O ZÉ MARIA’ 
- ‘NÓS E OS OUTROS’ 
- ‘AUTOMÓVEIS É CONNOSCO! 
Sempre que o automobilismo acontece - Luanda 73 comparece! 
- ‘OS MELHORES DO ANO - Eles conquistaram o Prémio LUANDA - 73’ 
Jornalismo - Renato Ramos
Rádio - Sebastião Coelho 
Fotografia - Joaquim Cabral 
Cinema - João Silva 
Teatro - António Anjos 
Canção - Elias Diá Kimuezu 
Arte - Carlos Fernandes 
Desporto - Graça Guimarães 
Homem Luanda 73 - Carlos Nascimento 
Mulher Luanda 73 - Regina Coimbra 
PERSONALIDADE DO ANO - Eng. Carloto de Castro (por unanimidade) 


Preço: 27,50€; 

PALOP’s & Literatura Africana - ‘DE LETRA EM RISTE’, de Pires Laranjeira - Porto 1992 - Muito Raro;




PALOP’s & Literatura Africana - Uma análise das literaturas dos diversos países de língua oficial portuguesa da autoria de um dos maiores especialistas na matéria 


‘DE LETRA EM RISTE 
Identidade, autonomia e outras questões na literatura de Angola, Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe’ 
De Pires Laranjeira 
Edição Afrontamento 
Porto 1992 


Livro com 112 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
Muito Raro.
 


Do ÍNDICE: 

POSFÁCIO a um século decisivo: 
Formação e desenvolvimento das literaturas africanas 

Questões da formação das literaturas africanas 

A cumplicidade Luso-Brasileira  na identidade e identificação das literaturas africanas 

A negritude e a negritude entre os africanos de língua portuguesa 

A eficácia do neo-realismo na ‘ILHA DE NOME SANTO’, de Francisco José Tenreiro 

A recepção das literaturas africanas e o exemplo de ‘PÃO E FONEMA’, de Corsino Fortes 

A nova produção da literatura angolana 

NOTA 


Preço: 67,50€; 

Angola & Igreja - ‘NO CORAÇÃO DE ÁFRICA NEGRA’, de Augusto Maio - Lisboa 1947 - MUITO RARO;




África & Ultramar - A acção do autor juntamente com os missionários na zona do Cubango, no interior de Angola na década de 40


‘NO CORAÇÃO DE ÁFRICA NEGRA’ 
De Augusto Maio 
Editorial LIAM 
Lisboa 1947 


Livro com 198 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


SINOPSE: 
“Diário da Missão do Cubango, realizada em Outubro de 1940, da qual participou Augusto Maio, Missionário do Espírito Santo.

A obra é um relato da expedição, onde vem descrita a logística utilizada pelos missionários bem como a descrição das aldeias e tribos Africanas, os seus costumes e características.”


DA OBRA: 
"...Desculpemos ao soba estes dislates, que se explicam no preto, como em geral todo aquele não pode responder como quisera.
O indígena sente-se impotente para recusar o que o branco lhe pede, por isso usa de um sistema muito familiar à nossa sociedade civilizada: diz que não tem, quando não quer dar; diz que não há, quando não quer mostrar, e assim por diante. Apreciem os moralistas e façam justiça.
Ainda o soba nos disse, provàvelmente das dele. Já foram daqui para S. Tomé contratados 59 homens. Desde quando? Deve ser desde 1928, ano em que ele tomou as rédeas do sobado, até Abril de 1940, época desta conversa..."



Do ÍNDICE: 

Capítulo I 
Preparativos de jornada 
A caravana em marcha 
Na aldeia de Catala 

Capítulo II 
Na aldeia Zimbâmbi 
Higiene indígena 
Arte e vida do batuque 
Almas cristãs da Selva 
O feitiço do Muene 

Capítulo III 
Ngumbe ou Tchihungu 
Na aldeia 
Na residência do Soba 
Maternidade e feitiçaria 
Falta de obreiros 
Mentira…ou defesa? 

Capítulo IV 
Proezas da burra 
Lusco-fusco na selva 
Na aldeia de Tchitundu 

Capítulo V 
O problema do casamento indígena 
Na aldeia de Cambole 
O bosque sagrado 
Na aldeia de kasese 

Capítulo VI 
A festa do caçador 
A escola sertaneja 

Capítulo VII 
O caminho de Vicungo - sede 
Em Kahula 
Um Soba viajado 
…e cultivado 
…e militarizado 
Na Embala de Vicungo 

Capítulo VIII 
Aldeia cristã 
Apóstolo e mártir 
A oposição dos velhos 
Nos dentes do crocodilo 
Para a Missão 
Caminhos de Deus 

Capítulo IX 
Voltemos a Vicungo 
Quadro dos tempos apostólicos 
Em Katenda 
Um Soba esperto 
Lar sem filhos, lar desfeito 

Capítulo X 
Decoração indígena 
Delírio de um batuque festivo 
Originais figurinos 
Prossegue o batuque 
Os Tungàndzi 

Capítulo XI 
De novo em Vicungo 
Noite agitada 
Eu hei-de ser padre 

Capítulo XII 
Excursão teológica 
Primavera 
A circuncisão 

Capítulo XIII 
De passagem pelos Quiocos 
Um susto na Floresta 
Entrada triunfal 
Horas de ansiedade 

Capítulo XIV 
Vozes aflitas do mundo negro 


Preço: 37,50€; 

Moçambique & Literatura - ‘MÃE TERRA’, de Papiano Carlos - Porto 1949 - MUITO RARO;





Moçambique & Literatura - Uma obra que reúne um representativo conjunto de poesias do autor nomeadamente da África de onde era natural 


‘MÃE TERRA’ 
De Papiano Carlos 
Capa de Altino Maia 
Edição da Livraria Portugália 
Porto 1949 


Livro com 66 páginas e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.


SINOPSE: 
“ ‘MÃE TERRA’, é o quarto livro de Papiniano Carlos, escritor Português natural de Lourenço Marques, Moçambique, destacado poeta que na Década de 1950 fez parte da revista de poesia ‘Notícias do Bloqueio’, publicada na Cidade do Porto sob a direcção de Egito Gonçalves.

Esta obra reúne poemas que abordam diversos temas, como o trabalho, o Homem, a Humanidade, a Natureza, o amor, sentimentos, ambientes ou paisagens; a título de exemplo pela importância do seu conteúdo, o poema ‘Infância’ que o autor dedica a seu Pai, permitirá ao leitor ter um pequeno vislumbre da África Portuguesa vivenciada pelo próprio durante a sua infância.

A par da sua extensa actividade literária, Papiniano Carlos exerceu também uma intensa actividade política de oposição à ditadura do Estado Novo.” 


O AUTOR: 
“PAPIANO MANUEL CARLOS DE VASCONCELOS RODRIGUES 
Nasceu em Lourenço Marques, a 9 de Novembro de 1918 e faleceu aos 94 anos em Pedrouços, Maia, a 5 de Dezembro de 2012. Foi um escritor português nascido em Moçambique e radicado no Porto desde a infância.

Principais trabalhos: 
‘A Ave Sobre a Cidade’; ‘A Menina Gotinha de Água’; ‘Sonhar a Terra Livre e Insubmissa’;
Escreveu várias obras literárias, geralmente de cariz poético, como ‘A Ave Sobre a Cidade’ ou ‘Sonhar a Terra Livre e Insubmissa’, e também diversos livros infanto-juvenis, como ‘A Menina Gotinha de Água’ ou ‘Luisinho e as Andorinhas’. É um dos nomes de topo do movimento neo-realista.

Biografia 
Nascido em Lourenço Marques (actual Maputo), aos 10 anos de idade foi viver com a mãe para o Porto, onde frequentou os estudos secundários no Liceu Alexandre Herculano e ingressou na universidade. Fez os preparatórios da Escola Militar no ano lectivo de 1936/1937 e frequentou os cursos de Engenharia Electrotécnica (1941/1942) e Engenharia Mecânica (1948/1949) na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, e o de Ciências Geofísicas (nos anos lectivos de 1951/1952, 1955/1956 e 1956/1957) na Faculdade de Ciências da mesma universidade.

Publicou o primeiro livro em 1942, um volume de poesias intitulado ‘Esboço’. Quatro anos depois editou ‘Estrada Nova – Caderno de Poemas’, com capa de Júlio Pomar, uma obra bem acolhida pelo público, mas rapidamente apreendida pela PIDE devido à inspiração social e democrática do autor. Naquele ano foi também publicado ‘Terra com sede’, que marca a sua estreia na ficção e que reúne alguns dos mais belos contos do neo-realismo português, como Nana, Tocador de Harmónica.

No final dos anos 40 do século XX, Papiniano Carlos fixou-se no Porto e juntou-se ao PCP, desenvolvendo intensa actividade clandestina contra o regime fascista de Salazar, usando o pseudónimo Garcia, em homenagem ao poeta andaluz Federico Garcia Lorca, fuzilado pelos franquistas em 1936. Foi preso três vezes pela PIDE. Na qualidade de membro do Conselho Português para a Paz e Cooperação, fez várias viagens ao estrangeiro e numa delas conheceu e tornou-se amigo do poeta Pablo Neruda, então embaixador do Chile em Paris.

A par da escrita e do activismo político dedicou-se também, afincadamente, à actividade cultural. A partir dos anos 50, com Egito Gonçalves, Luís Veiga Leitão, António Rebordão Navarro e Daniel Filipe, dirigiu a revista ‘Notícias de Bloqueio’. De igual modo, colaborou nas revistas ‘Seara Nova’ e ‘Vértice’, tendo sido responsável nesta última pelas secções de crítica e de poesia. Integrou os corpos dirigentes do Círculo de Cultura Teatral do Teatro Experimental do Porto.

Nos anos 60, publicou ‘A Menina Gotinha de Água’, uma obra de literatura infantil que constitui um dos seus maiores êxitos editoriais e é considerada um título responsável pela renovação deste género literário, nomeadamente no que respeita à sua função na educação das crianças. Livro repetidamente reeditado ao longo dos anos, contou nas várias edições com ilustrações de João Câmara Leme, João Nunes e Joana Quental.

Entre outros livros, distribuídos pela poesia, pela dramaturgia e pela ficção, publicou: ‘Mãe Terra’ (poemas, 1948); ‘As Florestas e os Ventos – contos e poemas’ (1952); ‘A rosa nocturna’ (crónicas, 1961); ‘A ave sobre a cidade’ (poemas, 1973) e ‘O rio na Treva’ (romance, 1975). Para a infância e juventude escreveu também ‘Luisinho e as andorinhas’ (1977) e ‘O grande lagarto da pedra azul’ (1989). Está representado nas ‘Antologias Líricas Portuguesas’, ‘Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa’, ‘Nueva Poesia Portuguesa’, ‘La Poésie Ibérique de Combat’. Intelectual incansável, espera ainda reunir toda a sua obra poética num volume só.

Durante os anos 80 lançou mais um livro infantil – ‘A Viagem de Alexandra’ –, que conta a história da circulação do sangue através do corpo de uma menina, ilustrado por Manuela Bacelar e editado pela Porto Editora, reeditado em 2008 pela Arca das Letras, com novas ilustrações de Elsa Lé.

Alguns poemas da sua autoria foram musicados por Luís Cília, Fernando Lopes Graça e Carlos Mendes.

É um dos últimos representantes vivos da segunda geração neo-realista, um divulgador da poesia africana de expressão portuguesa, um grande humanista e militante cultural.

Em 2 de Março de 2009 foi-lhe atribuída, por votação unânime da vereação municipal, a Medalha de Mérito (grau ouro) da Cidade do Porto.

Papiniano Carlos faleceu em Pedrouços, na Maia, de causas naturais.

OBRAS EDITADAS: 
- ‘Esboço’: poemas (1942);
- ‘Estrada nova’ : caderno de poemas (1946);
- ‘Terra com sede’ : contos (1946);
- ‘Mãe terra’ (1949);
- ‘As florestas e os ventos’ : contos e poemas (1952);
- ‘Caminhemos serenos’ : poemas (1957);
- ‘A rosa nocturna’ : crónicas (1960);
- ‘A menina gotinha de água’ (1962);
- ‘Terra com sede’ (1969);
- ‘Recordando António Ramos de Almeida "companheiro da esperança" (1975);
- ‘O cavalo das sete cores e o navio’ (1977);
- ‘Luisinho e as andorinhas’ (1977);
- ‘O grande lagarto da pedra azul’ (1986) - com ilustrações de Henrique Cayatte
- ‘A viagem de Alexandra’ (1989) - com ilustrações de Manuela Bacelar
- ‘Abel Salazar : a torrente’ (1989);
- ‘A memória com passaporte : um tal perafita na "Casa del Campo" ( 1998);
- ‘Canto fraternal : para a memória da derrota do fascismo na Europa em 8 de maio de 1945’ (2005);
- ‘Uma estrela viaja na cidade : poema dramático’ (2010);
- ‘Memória breve de Ferreira de Castro’ (2011).


Preço:   0,00€;  (Indisponível) 

Guerra Colonial - Revista ‘JEUNESSE DU MONDE’, n. 4 de 1967 - (‘LA LUTTE HÉROÏQUE DE LA GUINÉE BISSAU’) - Budapeste 1967 - MUITO RARO;















Guerra Colonial - Reportagem fotográfica das acções do PAIGC na sua luta contra a administração portuguesa na Guiné-Bissau 


Revista ‘JEUNESSE DU MONDE’, n. 4 de 1967. 
‘LA LUTTE HÉROÏQUE DE LA GUINÉE BISSAU’ 
Edição da Federação Mundial da Juventude Democrática 
Hungria, Budapeste 1967 


Revista com 48 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.



Tema em destaque: 
- ‘LA LUTTE HÉROÏQUE DE LA GUINÉE BISSAU POUR SÁ LIBÉRATION ET SON INDÈPENDANCE NATIONALE’ 
Reportagem de Eulagia Rodriguez 
- ‘IMAGES DES RÉGIONS LIBÉRĒS DE LA GUINÉE BISSAU’ 


Preço: 32,50€; 

domingo, 25 de março de 2018

Portugal - Estado Novo & Última - Revista ‘PARIS MATCH’, n. 619, de 18.02.1961 - (‘C’EST A MATCH QUE GALVÃO A RÉSERVÉ SON JORNAL DE PIRATE’) - Paris 1961 - MUITO RARO;






Portugal - Estado Novo & Última - Em exclusivo mundial, os enviados da revista ‘PARIS MATCH’ recolheram um depoimento tipo diário do Henrique Galvão, o líder do comando que desviou o paquete português ‘Santa Maria’ 


Revista ‘PARIS MATCH’, n. 619, de 18 de Fevereiro de 1961.
‘C’EST A MATCH QUE GALVÃO A RÉSERVÉ SON JORNAL DE PIRATE’ 
Paris 1961 


Revista com 94 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO. 



Tema em destaque: 
- ‘C’EST A MATCH QUE GALVÃO A RÉSERVÉ SON JORNAL DE PIRATE’ 

GALVÃO: 
- “COMMENT J’AI VOLÉ UN TRANSATLANTIQUE’ 
Récit recueilli par notre envoyé spécial Dominique Lapierre: 
‘L’HOMME parle d’une voix si basse qu’il est parfois difficile de distinguer ses mots. A chaque instant son visage buriné, pâle, presque cireux, disparaît dans les nuages d’une éternelle cigarette. L’HOMME, par moments, s’interrompt et ses yeux vont se perdre dans l’océan dont le flux et le reflux emplit la nuit. Maigre, le front haut, les cheveux à peine blanchis collés en arrière, le dos un peu voûté, Galvão m’apparaît soudain dans la lumière de la lampe sur laquelle viennent se cognitiva les éphémères comme la réplique exacte du héros de Cervantès. Sur les balcons des chambres voisines les chuchotements se son tus. D’une baraque sur la plage monte une samba. Lui ne semble entendre que la rumeur de son rêve inachevé qu’il est venu me raconter tout au long de cette nuit tropicale. 

- ‘LA NUIT FANTASTIQUE: À L’HEURE H, AVEC DEUX MITRAILLETTES, NOUS PRENONS LA SANTA MARIA’ 
‘A chaque passage de la Santa Maria il nous manquait Un peu plus d’argent’ 
‘Sur l’eau moiree du Port de Curaçao ma future proie glissait majestueuse’ 
‘Enfermes a coeficiente dans la cabine 358 Nous remontons soigneusement les armes’ 
‘Sur un signe de moi, tous les hommes mirent leurs berets et sortirent leurs armes’ 
‘Vous pouvez choisir entre l’adhesion, l’obeissance totale ou l’emprisonnement’ 

- ‘J’AI PRÉFÉRÉ LA VIE DE CET HOMME À LA RĒUSSITE DE L’ENTREPRISE’ 
‘La Santa Maria se dirigeat vers le destin que je lui imposais’ 
‘Fete a bord du Santa Liberdade’ 
‘l’eau allait bientot manquer’ 
‘la derniere nuit sur mon bateau’ 

Recife, 7 Février 1961. 


Preço: 62,50€; 

Portugal - Estado Novo & Ultramar - Revistas ‘PARIS MATCH’’, n. 617 e 618 - (‘EXCLUSIF: A BORD DE LA SANTA MARIA’) - Paris 1961 - MUITO RARAS;















 







  






Portugal - Estado Novo & Ultramar - O mais audacioso golpe contra o regime de Salazar, que previa a tomada do navio e o desembarque em Luanda de um grupo de oposicionistas que iniciariam a luta para derrubar o regime, mas que fracassou nas costas brasileiras 


LOTE DE
1. - Revista ‘PARIS MATCH’, n. 617, de 04 de Fevereiro de 1961.
2. - Revista ‘PARIS MATCH’, n. 618, de 11 de Fevereiro de 1961. 



1. - Revista ‘PARIS MATCH’’, n. 617, de 4 de Fevereiro de 1961.
‘EXCLUSIF: A BORD DE LA SANTA MARIA’ 
Par Robert Collin 
Paris 1961 

Revista com 82 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARA. 


Tema em destaque: 
- ‘EXCLUSIF: A BORD DE LA SANTA MARIA’
PHOTOS ET RECIT
La fantasiou-se aventure de Galvão et des pirates de la révolution 

- ‘LA FOLLE CROISIÈRE DE LA ‘SANTA MARIA’: LES ‘PIRATES’ SONT MAÎTRES À BORD’ 
En plein XX* siècle, le monde a appris avec stupeur qu’il y a encore des pirates. La me des Caraïbes, jadis lieu d’élection des flibustiers et des boucaniers, a vu revivre le scénario romanesque d’une mutinerie: le commandant mis aux fers, l’équipage de 318 hommes maîtrisé, les 539 passagers consignés dans leurs cabines, et le navire mettant le cap vers une direction inconnue. 
En plein nuit, 70 hommes s’étaient rendus maîtres d’un paquebot de 20.000 tonnes, orgueil de la flotte portugaise, la Santa Maria, nom que portait le bateau de la plus grande aventure de la mer, celui de Christophe Colomb. 
- ‘Au petit jour les passagers d’une chaloupe abandonnée apprennent au monde l’inceoyable histoire’ 
- ‘Les droles de touristes montés a Curaçao interrompent soudain la fête le joyeux commandant est aux fers’ 
- ‘Désormais sur le paquebot de luxe règne l’aventurier de la révolution: Galvão’ 

- ‘NE BOUGEZ PAS - ICI PORTUGAL LIBRE’ 
Par câble de nos envoyés spéciaux premier récit de la ‘révolution’ à bord de la Santa Maria c’était un peu aprés minuit dans la douceur de la nuit caraïbe. Les mutins sortaient de l’ombre 
- ‘De l’exil une voix crie: “BRAVO !”.’
- ‘Un Potemkine de l’ère nucléaire’ 



2. - Revista ‘PARIS MATCH’’, n. 618, de 11 de Fevereiro de 1961. 
‘SANTA MARIA: L’EXPLOIT DE NOS ENVOYÉS SPÉCIAUX’ 
Paris 1961 

Revista com 94 páginas, muito ilustrada e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARA.


Tema em destaque: 
- ‘SANTA MARIA: L’EXPLOIT DE NOS ENVOYÉS SPÉCIAUX’ 

EXCLUSIF 
- ‘LES PREMIERS SUR LA SANTA MARIA’ 
De nos envoyés spéciaux a bord Gil Delamare et Charles Bonnay
A Recife Dominique Lapierre, Juan Walker, Paul Slade et Eliott Erwitt
A Lisbonne Jacques Le Bailly, Patrice Habans et Pierre Lancel  

- ‘Pendant 12 jours, le monde a eu les yeux fixés sur l’image loitaine d’un paquebot zigzagant dans l’Atlantique. Que se passait-il à bord de la ‘Santa Maria’ ? Grâce à nos envoyés spéciaux vous pouvez vivre les heures dramatiques de la dernière en date des grandes aventures de la mer. Ici, un soldat nu-tête et armé fait Sá ronde sur le pont. Devant lui, ont peut lire à l’envers, sur une banderole, le nouveau nom donné par les pirates à la ‘Santa Maria’: ‘Santa Liberdade’ (Sainte Liberté). Cê nom a été peint aussi sur le pont. Cependant, à l’intérieur, les enfants s’approchent avec curiosité de cê noveau commandant (Galvão), qui n’est pas habillé comme l’autre, et auquel tout le monde obéit avec grande inquiétude.’ 

- ‘Ils sautent pour rejoindre les otages c’est L’exploit de deux français’
- ‘A bord les pirates ont rêvé que le navire était une nation et qu’ils en ètaient les chefs’ 
- ‘12 jours d’aventure et les nerfs ont laché la ‘Santa Liberdade’ se révolte contre ses nouveaux maitres’ 
- ‘C’est fini. Galvão est triste. Les corsaires né sont plus que des soutiers mal rasés’ 

- ‘QU’Y A-T-IL DERRIÈRE CETTE HISTOIRE DE PIRATES?’ 
Par Jean Farran 
- ‘Au mole III, 200 fusiliers marins’ 
- ‘Un visage a la Groucho Marx’ 
- ‘Un probleme pour J. Quadros’ 
- ‘L’Attention du monde s’eveille’ 
- ‘Salazar: 26 ans de presidence’ 
- ‘L’avarice, son plus grande peche’ 
- ‘L’Europe a apporte ses capitaux’ 
‘POURQUOI SALAZAR N’A PAS PERDU SES COLONIES’ 
- ‘Le plus savant des dictateurs’ 
- ‘D’Angola a Goa: tous portugais’ 
- ‘L’histoire lui donne Un sursis’ 


Preço: 275,00€; (Lote completo)