quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Poesia & PALOP's - 'VOZES POÉTICAS DA LUSOFONIA' - Instituto Camões - CMSintra - Sintra 1999 - Muito Raro;



Poesia - A poesia contemporânea dos PALOP's


'VOZES POÉTICAS DA LUSOFONIA'
Coordenação de Alice Brás e Armandina Maia
Instituto Camões e Câmara Municipal de Sintra
Sintra 1999


Livro de capas duras, com 252 páginas e em excelente estado de conservação.


Do ÍNDICE:
- RELAÇÃO BREVE - Luís Carlos Patraquim;
ANGOLA
- Ana Paula Tavares; Arlindo Barreiros; João de Melo; Jorge Monteiro dos Santos; José Luís Mendonça; Manuel Rui; Maria Alexandre Dáskalos; Raul David; Ruy Duarte de Carvalho; Zerho Cunha Gonçalves;
BRASIL
Alberto da Costa e Silva; Alexei Bueno; Armando Freitas Filho; Arnaldo Antunes; João Almino; João Cabral de Melo Neto; João Lains do Amaral; José Alcides Pinto; Luís António Cajazeira Ramos; Paulo Bomfim; Ruy Espinheira Filho; Soares Feitosa; Weydson Barros Leal;
CABO VERDE
Arménio Vieira; Corsino Fortes; João Vário: José Luís Hopffer Almada;
GUINÉ-BISSAU
- Tony Tcheka;
MOÇAMBIQUE
Armando Artur; Eduardo white; Heliodoro Baptista; Jorge Viegas; José Craveirinha; Julius Kazembe; Lourenço de Carvalho; Manuela de Sousa Lobo; Sebastião Alba; Vírgilio de Lemos;
PORTUGAL
Ana Hatherly; António Ramos Rosa; Eugénio de Andrade; Joaquim Pessoa; José Manuel Mendes; Luís Filipe Castro Mendes; Manuel Alegre; Sofia de Mello Breyner Andersen; Teresa Rita Lopes; Vasco Graça Moura; Vergílio Alberto Vieira; Yvete Centeno;
S. TOMÉ E PRÍNCIPE
- Alda do Espírito Santo; Conceição Lima.



Preço: 47,50€

Portugal - 'História breve das CONSTITUIÇÕES PORTUGUESAS', de Marcelo Caetano - Lisboa 1968 - Raro



Portugal - Estudo aprofundado das constituições portuguesas da autoria de um reputado constitucionalista


'História breve das CONSTITUIÇÕES PORTUGUESAS'
De Marcelo Caetano
Edição Verbo
Lisboa 1968


Livro com 136 páginas e em muito bom estado de conservação.q
De muito difícil localização.
Muito Raro.


O autor, como se sabe foi o último Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro) do regime do Estado novo, foi um reputado investigador e constitucionalista, tendo dedicado a sua vida ao ensino, primeiro em Portugal antes daquelas funções e depois no exílio no Brasil para onde foi logo a seguir ao golpe de 25 de Abril de 1974.


Do ÍNDICE:
- INÍCIO DA ERA CONSTITUCIONAL;
- A CONSTITUIÇÃO DE 1822;
- A CARTA CONSTITUCIONAL (1.ª E 2.ª VIGÊNCIAS);
- A SEGUNDA VIGÊNCIA DA CONSTITUIÇÃO DE 1822 E A CONSTITUIÇÃO DE 1838;
- A TERCEIRA VIGÊNCIA DA CARTA CONSTITUCIONAL;
- A CONSTITUIÇÃO DE 1911;
- A CONSTITUIÇÃO DE 1933.



Preço: 22,50€;

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Angola & Colonialismo - 'ETNOGRAFIA E TURISMO NA REGIÃO DO CUNENE INTERIOR', de Carlos Estermann - Lisboa 1970 - MUITO RARO




Angola - As tradições, usos, costumes e história das populações do sul do território


'ETNOGRAFIA E TURISMO NA REGIÃO DO CUNENE INTERIOR'
De Carlos Estermann
Edição da Agência-Geral do Ultramar
Lisboa 1973


Livro com 138 páginas, muito ilustrado (Fotografias a cores e p/b) e em muito bom estado de conservação.
Com o texto em três línguas: português, inglês e francês.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Do ÍNDICE:
- ETNIAS DO CUNENE INFERIOR
I - RESUMO ETNO-HISTÓRICO
II - TRAÇOS CULTURAIS MAIS IMPORTANTES
III - BREVES OBSERVAÇÕES SOBRE AS GRAVURAS
- BIBLIOGRAFIA;
- Texto em Francês;
- Texto em inglês;
- FOTOGRAFIAS:
- Uma canoa no rio Cunene (Calueque); - Mulher dimba com criança às costas; - Homem dimba; - Rapaz dimba(Traz pendente do colar secções de orelhas secas de vitelo); - Homem dimba com pequeno búzio ornamental; - Homem mútua; - Dois homens vátua; - Penteado de rapariga humbe; - Penteado de rapariga humbe, púbere; - Penteado de rapariga dimba pouco antes do rito de puberdade; - Rapaz humbe, recém-circuncidado; - Rapaz chimba, casadoiro, com duas tranças; - O mesmo de costas;
- Duas raparigas humbes na fase preparatória do rito da puberdade; - Duas raparigas humbe. Penteados e trajes próprios para os primeiros tempos após o rito; - O mesmo penteado de perto; - Rapariga chimba, após o rito. Traz a cara vendade;
- Rapariga chimba com característico véu-capacete dos primeiros meses depois do rito de puberdade; - O busto da mesma; - A mesma com a cara descoberta; - A mesma sentada e com o véu-capacete pendurado; - Penteado de mulher humbe, casada; - Penteado de mulher donguena, casada; - Mulher donguena. É uma 'mestiça' de pai Bochimane e de mãe donguena; - Mulher dimba com filho às costas. O 'berço portátil' é ornado com tiras de pele; - Grupo de homens e mulheres chimbas; - Mulher chimba casada, amamentando; - Mulher chimba casada, com touca simples; - A mesma de costas; - Busto de mulher chimba com touca de cerimónia 'triorelhada'; - Vista lateral da mesma touca; - Casal de Vátua; - Perfil de mulher vátua; - Mulher chimba moendo mo moinho de rebolo; - Criança chimba, depois de ter comido leite azedo de um tarro; - Ferreiro mútua, gravando motivos ornamentais numa pulseira; - Ferreiro mútua, polindo uma conta de ferro para adorno; - Caçador profissional chimba; - Cena de adivinhação aruspício. O animal imolado foi um cabrito; - Mulheres dimbas atravessando o Cunene, de regresso de uma cerimónia espírita de além-rio (Calueque);



Preço: 120,00€

Angola & Colonialismo - 'SANGUE CUANHAMA', de António Pires - Lisboa 1949 - MUITO RARO;



Angola & Ultramar- A bravura dos povos do sul desta antiga colónia portuguesa da África Ocidental, uma obra a que foi atribuído o 1.* Prémio do romance, em 1948, no Concurso da Agência Geral das Colónias 


'SANGUE CUANHAMA'
De António Pires
Edição da Agência-Geral das Colónias
Lisboa 1949


Livro com 180 páginas e em bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


A bravura dos povos do sul desta antiga colónia portuguesa da África ocidental, nas guerras inter-tribais, com a resistência ao avanço e fixação colonial europeia e no confronto contra o expansionismo alemão na I Grande Guerra. 



Do ÍNDICE: 

Abertura 

Capítulo I 
Capítulo II 
Capítulo III 
Capítulo IV 
Capítulo V 
Capítulo VI 
Capítulo VII 
Capítulo VIII 
Capítulo IX 
Capítulo X 
Capítulo XI 
Capítulo XII 


Preço: 62,50€; 

S. Tomé e Príncipe & Poesia - 'A POESIA E A VIDA - Homenagem a Alda Espírito Santo', de Inocência Mata e Laura Padilha - Lisboa 2006 - RARO




S. Tomé e Príncipe - Uma homenagem a uma das mais consagradas poetisas africanas


'A POESIA E A VIDA - Homenagem a Alda Espírito Santo'
De Inocência Mata e Laura Padilha
Edição Colibri
Lisboa 2006


Livro com 136 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


ALDA ESPÍRITO SANTO
"Alda Espírito Santo nasceu em São Tomé no dia 30 de Abril de 1926. Fez os estudos primários nessa ilha, tendo posteriormente viajado para Lisboa1 onde tirou o curso de Magistério Primário. Em Portugal criou o espírito independentista no convívio com diversos políticos originários de África, designadamente Agostinho Neto, Vasco Cabral, Marcelino dos Santos, Francisco Tenreiro e Amílcar Cabral. Devido à actividade política que então desenvolveu, foi presa no dia 4 de Dezembro de 1965, na capital portuguesa, e levada para o estabelecimento prisional de Caxias, por ordem da PIDE3. A prisão, todavia, não a demoveu de continuar a lutar pela libertação do seu povo, revelando superior coragem, benevolência e solidariedade. Alda Espirito Santo integrou diversas federações político-africanas. Por exemplo, o Movimento Anti-Colonialista (MAC), fundado em 1957, e de que faziam parte dois patrícios seus, Hugo de Menezes e Guilherme Espirito Santo. Mais, a Frente Revolucionária Africana para a Independência Nacional das Colónias Portuguesas (FRAIN), criada no dia 28 de Janeiro de 1960, e à qual pertencia Hugo de Menezes. Alda Espirito Santo foi sócia n.º 395 da Casa dos Estudantes do Império e participou no Centro de Estudos Africanos, que funcionava em Lisboa."



Preço: 0,00€ (Indisponível)

S. Tomé e Príncipe & Poesia - 'É NOSSO O SOLO SAGRADO DA TERRA - Poesia de protesto e luta', de Alda Espírito Santo - Lisboa 1978 - MUITO RARO




S. Tomé e Príncipe - Da autoria de uma das mais consagradas poetisas africanas


'É NOSSO O SOLO SAGRADO DA TERRA - Poesia de protesto e luta'
De Alda Espírito Santo
Edição Ulmeiro
Lisboa 1978


Livro com 190 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.



Do ÍNDICE:

Hino nacional da República Democrática de S. Tomé e Príncipe;
PREFÁCIO;

POEMAS DA JUVENTUDE
- Vozes das ilhas; - Lá no Água Grande; - Ilha nua; - Em torno da minha baía; - O mundo da criança; - Para a Tânia; - Humanidade; - Para lá da praia; - Angolares; - Avó Mariana; - Cacau colono; - Página do Livro de Curso; - Luar africano; - Chiquito; - Descendo o meu bairro; - Estrela de África; - Natal na Ilha; - Se esta estrada falasse;

POEMA MENSAGEM
- No mesmo lado da canoa; - As mulheres da minha terra; - Cântico do novo dia; - Trinta e um de julho;

POR ENTRE OS MUROS DA REPRESSÃO
- Boato; - Senhor Barão; - Resposta; - Direito à vida; - Escola de mentiras;

AOS COMBATENTES DA LIBERDADE
- Herói Nacional; - Voz negra das América: Ângela Davis; - Deolinda Rodrigues; - Requiem por Amílcar Cabral; - S. Tomé e Príncipe (6 de Setembro de 1974);

A LEGÍTIMA DEFESA
- Onde estão os homens caçados neste vento de loucura; - Repressão; - "Téla çá dji non"; - Vulcão setenta e três; - Trindade; - Três de Fevereiro de 1976; - Pela primeira vez; - Fevereiro; - Odisseia do negro ruivo;

"CELA NON VOGU"
- Inconformismo; - O Jogral das Ilhas; - Mamã Catxima; - Grito de Alerta; - Libertação; - Camarada Militantes; - Acordo de Argel; - Primeiro de Maio; - Horizonte colonial; - Compromisso; - Giovani; Cela non vugu;

- Glossário.




Alda do Espírito Santo

"Poetisa. Professora primária. Iniciou os seus estudos em São Tomé, tendo-os prosseguido em Vila Nova de Gaia e completado em Lisboa (1951). Em 1965-1966, esteve três meses presa em Portugal por actividades políticas, após o que regressou a São Tomé, com residência fixa na Ilha do Príncipe, onde exerceu o magistério primário. Com a independência de São Tomé, foi ministra da Educação e Cultura, ministra da Informação e presidente da Assembleia Popular.

O seu primeiro poema publicado foi incluído por Francisco José Tenreiro e Mário de Andrade no caderno Poesia Negra de Expressão Portuguesa (Lisboa, 1953), a que se seguiria a Antologia da Poesia Negra de Expressão Portuguesa, do segundo daqueles autores (Paris, 1958), onde Alda do Espírito Santo também está representada.

Colaborou depois, com poesia, na revista Mensagem da Casa dos Estudantes do Império, de Lisboa (1959 e 1963), e no Jornal de Angola, Luanda (1960). Para além das já citadas, está incluída nas antologias Poetas de São Tomé e Príncipe, de Alfredo Margarido (Lisboa, 1963), Poetas e Contistas Africanos, de J. Alves das Neves (São Paulo, 1963), Nova Soma de Poesia do Mundo Negro (Présence Africaine, Paris, 1966), Literatura Africana de Expressão Portuguesa, vol. 1 (Argel, 1967), Afrikansk Lyric, de Per Wastberg (Estocolmo, 1970) e 50 Poetas Africanos, de Manuel Ferreira (Lisboa, 1989)."


Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa 1998


Preço: 62,50€;

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Angola - MPLA & História - ‘CALA-TE CARLOS’, de Carlos Alberto Mac-Mahon - Luanda 2003 - MUITO RARO;





Angola - MPLA & História - Crónicas das vivências do autor nas décadas em que viveu com grande intensidade social e política 


‘CALA-TE CARLOS’ 
De Carlos Alberto Mac-Mahon Victória Pereira 
Ilustrações Kimesso Kissoka 
Edição do Autor 
Luanda 2003 


Livro com 108 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação. Excelente. 
De muito difícil localização. 
MUITO RARO.



Preço: 27,50€; 

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Moçambique & FRELIMO - 'OPERAÇÃO 6.º ANIVERSÁRIO - Como uma rede da CIA foi desmantelada em Moçambique', de Abel Mutemba - Maputo 1981 - MUITO RARO



Moçambique & FRELIMO - Em plena guerra fria o regime presidido por Samora Machel encontrou inimigos imperialistas, nacionais e americanos


'OPERAÇÃO 6.º ANIVERSÁRIO - Como uma rede da CIA foi desmantelada em Moçambique'
De Abel Mutemba
Publicações NOTÍCIAS
Maputo 1981


Livro com 144 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Da Introdução:
"Em princípios de 1976, um jovem oficial piloto da Força Aérea Popular moçambicana foi contactado por agentes da CIA em Maputo com vista ao seu recrutamento por aquela central americana de espionagem e subversão. O jovem oficial, de nome João Carneiro Gonçalves, fingiu-se receptivo - a tal ponto que um agente recrutador especializado, Walter Caetano de Andrade, voou de Washington até à capital moçambicana propositadamente para efectuar o recrutamento. No fim de um jantar que se prolongou por um serão até às cinco horas da madrugada, numa residência não oficial da Embaixada Americana, Caetano de Andrade propôs a Carneiro Gonçalves, formalmente, ser agente da CIA. O jovem oficial moçambicano disse que aceitava. Iniciou-se assim um processo que culminaria, cinco anos depois, com o desmantelamento da rede da CIA em Maputo e a expulsão dos seus agentes."


"PERFIL DE UM TRAIDOR
"Quando se anunciou a entrada de Alcido Marcos Chivite, ex-responsável pelo Departamento de Material de Guerra, na sala da Conferência de Imprensa, criou-se uma enorme expectativa. Havia todo o interesse em saber mais pormenores da sua traição, pois Chivete era talvez uma das fontes de informação mais preciosas que a CIA tinha em Moçambique.
Os fotógrafos concentraram-se em volta daquele homem com ar receoso e cujos olhos se tentavam esconder na sua face larga, evitando enfrentar os 'ouvidos' do mundo. Começou a falar. E apresentou-se como homem que foi levado inconscientemente e não daquele Chivete que em 1978 se prontificou voluntariamente a colaborar com a CIA.
Enquanto falava para os jornalistas, houve um fotógrafo que se sentou à sua frente e que não tirava os seus olhos de cima dele. Era um homem que conheceu Chivete nos tempos da luta armada. Um ex-guerrilheiro que viu Chivete cair e desfalecer em muitas das longas marchas a pé durante a guerra, viu Chivete chorar durante combates. O seu olhar, a expressão da sua cara, era de mágoa misturada com um ódio visível.
(...)
Hoje, Chivete tinha dinheiro em troca de pôr em causa a luta dos povos do Zimbabwe e da África do Sul, em troca de amanhã todo o povo perder o seu direito à medicina, às escolas, às casas. Amanhã Chivete estaria disposto a mais, porque talvez fosse necessário colocar 'alcatifa da ponta da porta de entrada até à casa de banho', na casa que construía.
Traiu até a sua própria família: 'nem a minha mulher sabe que tenho amigos americanos'. E estava disposto a continuar a sua traição: 'o ladrão que rouba e não é apanhado, continua a roubar'."




Do ÍNDICE: 

INTRODUÇÃO 

DOCUMENTOS
- Comunicado do Ministério da Segurança 
- Comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros 
- Os objectivos da CIA na RPM 
- "Agentes" da CIA ao serviço da revolução moçambicana 
- José Massinga, um agente de longa data 
- O que José Massinga respondeu aos jornalistas 
- "Sou um traidor", depoimentos de Alcídio Chivete 
- O que Alcido Chivete respondeu aos jornalistas 
- Perfil de um traidor 
- A CIA intrometeu-se nos assuntos internos da RPM 
- Procuram desestabilizar-nos porque recusamos a dominação 

Editorial
ALGUNS DOCUMENTOS FOTOGRÁFICOS
APÊNDICE:
- A rede da CIA num país estrangeiro 
- CIA: da intervenção ao golpe de estado (‘A doutrina Bissel’) 
- As empresas da CIA 
- História da CIA: golpes, invasões, assassinatos 
- Organização e objectivos da CIA 
- Organograma da CIA 
- Organograma da direcção de operações da CIA 



Preço: 77,50€; 

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Ultramar - 'POSTAIS ANTIGOS & OUTRAS MEMÓRIAS DE TIMOR', de João Loureiro - Lisboa 1999 - Muito raro




Ultramar - A es-colónia portuguesa da Ásia em imagens muito raras


'POSTAIS ANTIGOS & OUTRAS MEMÓRIAS DE TIMOR'
De João Loureiro
Edição do autor
Lisboa 1999


Livro com 152 páginas, muito ilustrado e como novo.
De muito difícil localização.
Muito raro.


Um álbum de capas duras, da autoria do maior especialista em postais das ex-colónias portuguesas, de grande qualidade e variedade, apesar de como diz o autor, os exmplares de postais e imagens de Timor Português não abundarem.

Esta obra é assim o melhor livro do género e um documento histórico de grande relevância daquela ex-colónia portuguesa da Ásia e que só alcançou a independência (após a sua ocupação pela Indónésia desde 1975), no amo de 2000.


Do ÍNDICE:
- Abertura;
- Quatro capítulos para uma inonografia não muito abundante;
- O antigo Timor Português;
- Um retrato do quotidiano em Dili nos anos trinta;
- A ocupação Japonesa e a libertação de Timor;
Capítulo I
- NOS PRIMÓRDIOS DO SÉCULO;
Capítulo II
- OS ANOS 20 NOS POSTAIS DE 'EDIÇÃO DA MISSÃO';
Capítulo III
- OS ANOS 30 NO 'ÁLBUM DO GOVERNADOR ÁLVARO DA FONTOURA';
Capítulo VI
- O TIMOR PORTUGUÊS DO APÓS-GUERRA;



Preço: 75,00€

Portugal & Uotramar - ‘O BANCO DE ANGOLA - Eu e o Sr. Oliveira Salazar’, de Albano Moncada - Lisboa 1930 - MUITO RARO;




Portugal & Ultramar - Uma obra de crítica às questões económicas e financeiras que caracterizaram as relações da metrópole com esta sua então colónia portuguesa, senso à altura o responsável da pasta das Finanças no governo de Lisboa, o Prof. Dr. António de Oliveira Salazar 


‘O BANCO DE ANGOLA - Eu e o Sr. Oliveira Salazar’ 
De Albano Moncada 
Edição do Autor 
Lisboa 1930 


Livro com 32 páginas e em muito bom estado de conservação. 
De muito, muito difícil localização. 
MUITO, MUITO RARO.



Preço: 77,50€;